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domingo, 23 de março de 2014
ITALIANO 2014
TOR
3X1
LVO
CHI
0X2
ROM
PAR
1X1
GEN
(1)INT
X
ATA(2)
(1)BOL
X
CAG(0)
(5)SAM
X
HVE(0)
(1)UDI
X
SAS(0)
Cruzeiro atropela Minas no clássico e abre vantagem na semifinal
Divulgação/CBV
O Sada Cruzeiro não deu chance ao Vivo Minas neste fim de semana
O Ginásio do Riacho, em Contagem, estava lotado mais uma vez. Diante do excelente momento de seu time nesta Superliga Masculina, a torcida do Sada Cruzeiro compareceu em bom número na noite deste sábado e não saiu desapontada. No clássico mineiro, a equipe celeste não tomou conhecimento do Vivo/Minas e fez 3 a 0, com parciais de 21/11, 21/18 e 21/16 , abrindo a vantagem de 1 a 0 na série semifinal.
Se a expectativa antes do início era de um confronto equilibrado, o que se viu nos primeiros lances em Contagem foi um Cruzeiro bastante superior. Sem dar chances ao adversário, o time celeste foi no embalo de sua torcida para levar o primeiro set com muita facilidade. Com apenas dois pontos de ataque, o Minas não mostrou reação, permitindo com que o rival fechasse em 21 a 11.
O placar elástico da primeira parcial assustou a comissão técnica do Minas, que conversou bastante com os seus jogadores no intervalo. Houve uma melhora, mas nada que diminuísse o ritmo do ataque cruzeirense. Com mais equilíbrio, o time de Wallace, Leal e Eder fizeram 2 a 0 no marcador, com 21 a 18 no segundo set.
O Minas ficou, assim, com um missão complicada pela frente. Além da pressão da torcida, a equipe visitante precisava buscar uma virada improvável sobre o time de melhor campanha na Superliga. Não era difícil prever o que aconteceria. Mostrando até uma dose de cautela, o Cruzeiro ficou à frente o tempo todo e fechou a partida no terceiro set, vencendo por 21 a 16.
Agora, as duas equipes fazem a segunda partida da semifinal no próximo sábado, às 10 horas (de Brasília), na Arena Vivo. Para forçar a terceira partida e seguir com chances de avançar à decisão, os anfitriões precisam vencer de qualquer maneira. O Cruzeiro, por sua vez, fecha a série com um triunfo.
Neto Baiano marca, assume artilharia e classifica Sport para semifinais
Ezequiel Vannoni/Divulgação
Neto Baiano reencontrou o caminho das redes na Ilha do Retiro
Derrotado pelo Salgueiro na última rodada do hexagonal final, o Sport conseguiu se recuperar na noite deste sábado e garantiu a classificação às semifinais com duas rodadas de antecedência. Na Ilha do Retiro, com o apoio de sua torcida, que compareceu em bom número, o time derrotou o Porto de Caruaru por 1 a 0.
O único gol da partida foi marcado por Neto Baiano, já no final do primeiro tempo. O centroavante aproveitou o pênalti sofrido por Aílton, que gerou muita reclamação do time adversário, e não desperdiçou a cobrança. Com categoria, marcou seu sétimo gol e assumiu a artilharia do estadual.
Com o resultado, o Sport chegou aos 16 pontos e assumiu a primeira colocação do hexagonal, apesar de o Náutico ter um jogo a menos. O Timbu, com 14, volta a campo neste domingo, às 16 horas (de Brasília), quando faz o clássico diante do Santa Cruz, na Arena Pernambuco.
Terceiro colocado, o Santa Cruz tem 11 pontos, assim como o Salgueiro, que fecha o grupo de classificados na quarta posição. Os semifinalistas, aliás, podem ser definidos já neste domingo, já que o Carcará encara o quinto lugar Central e pode eliminar o rival em caso de vitória.
Figueirense supera Metropolitano e dorme na liderança do Catarinense
Veja os gols de Figueirense 2 x 1 Metropolitano
Jogando no Orlando Scarpelli, o Figueirense conseguiu um importante resultado neste sábado ao vencer o Metropolitano por 2 a 1. Com a vitória, o alvinegro assumiu temporariamente a liderança do Campeonato Catarinense. Giovanni Augusto e Lúcio Maranhão marcaram para o time da casa, enquanto Juliano Mineiro descontou.
O gol que abriu o placar saiu aos 18 minutos do primeiro tempo. Dudu foi derrubado na área por David e o juiz assinalou pênalti para os donos da casa. Na cobrança, o meia Giovanni Augusto colocou o Figueirense na frente.
Já no começo do segundo tempo, o Figueirense contou com a ajuda de Marcos Assunção para ampliar. Em cobrança de escanteio, o veterano achou Lúcio Maranhão livre. O atacante finalizou com categoria e garantiu uma ótima vantagem.
A partir de então, o alvinegro diminuiu o ritmo e se fechou na defesa para segurar o resultado. Aos 35 minutos, no entanto, Juliano Mineiro fez uma ótima jogada individual, driblando a marcação e finalizando com precisão, diminuindo para o Metrô. Nos minutos finais, o time da casa ainda levou sufoco dos visitantes, que não conseguiram o empate.
Agora, o time da capital aguarda pelo duelo entre Joinville e Criciúma, que acontece neste domingo. Independentemente do resultado, o Figueirense cairá para o segundo lugar, devido à proximidade entre as equipes na tabela. Em contrapartida, o Metrô está eliminado da competição.
Adeus melancólico: Botafogo empata com Nova Iguaçu e encerra Carioca com pior campanha em 91 anos
Veja os gols de Botafogo 1 x 1 Nova Iguaçu
Com poucos momentos de real perigo, o Nova Iguaçu abriu o placar no primeiro tempo com Dieguinho. Na etapa final, Zeballos, de pênalti, empatou para o Botafogo e deu números finais em Moça Bonita.
O jogo - O confronto começou em ritmo morno, com as duas equipes em busca do ataque, mas sem levar qualquer perigo ao gol adversário.
O jogo - O confronto começou em ritmo morno, com as duas equipes em busca do ataque, mas sem levar qualquer perigo ao gol adversário.
O Botafogo, aos poucos, foi dominando a partida e passou a chegar com mais intensidade na área do Nova Iguaçu. Dedé e Cidinho tiveram chance de abrir o placar, mas finalizaram para fora. A equipe da Baixada Fluminense assustou com Zambi, mas Renan salvou os alvinegros.
O panorama da partida seguia o mesmo, com o alvinegro tendo mais posse de bola, mas com dificuldades nas finalizações. O Nova Iguaçu tentava surpreender nos contra-ataques. Aos 34 minutos, os Botafogo teve sua melhor chance com Alex, que arriscou de longe e acertou o travessão de Jefferson.
No entanto, a resposta do time da Baixada Fluminense veio em grande estilo, dois minutos depois. Dieguinho recebeu passe na área e chutou cruzado. Renan se esticou, mas viu a bola ir para a rede.
Os alvinegros sentiram o revés e viram o Nova Iguaçu quase ampliar aos 40 minutos. Zambi foi lançado, mas, antes de finalizar, Renan apareceu para salvar o Botafogo. Nos minutos finais, o Botafogo não conseguiu criar mais nada na parte ofensiva e foi para o intervalo atrás no placar em Moça Bonita.
Na etapa final, a equipe de General Severiano tentou pressionar desde o começo. No entanto, os alvinegros sofreram com alguns contra-ataque do Nova Iguaçu. Só que aos 12 minutos, os comandados de Eduardo Hungaro conseguiram o empate. Cidinho foi derrubado na área por Jorge Felipe e o árbitro marcou pênalti. Zeballos cobrou com categoria para deixar tudo igual no marcador.
Nos minutos finais, as duas equipes tentaram chegar a vitória, mas sem sucesso. O Botafogo ainda ficou com um homem a menos após Dankler ser expulso nos acréscimos. Assim, o duelo terminou empatado em Moça Bonita.
FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 0 X 1 NOVA IGUAÇU
Local: Estádio Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 22 de março de 2014, sábado
Horário: 15h45min (de Brasília)
Árbitro: Agnaldo Farias
Assistentes: Wagner Santos e Flávio Manoel da Silva
Cartões amarelos: Sidney e Gegê (Botafogo); Jorge Felipe (Nova Iguaçu)
Cartão vemelho: Dankler (Botafogo)
GOLS: BOTAFOGO: Zeballos, aos 12min do segundo tempo NOVA IGUAÇU: Dieguinho, aos 36min do primeiro tempo
BOTAFOGO 0 X 1 NOVA IGUAÇU
Local: Estádio Moça Bonita, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 22 de março de 2014, sábado
Horário: 15h45min (de Brasília)
Árbitro: Agnaldo Farias
Assistentes: Wagner Santos e Flávio Manoel da Silva
Cartões amarelos: Sidney e Gegê (Botafogo); Jorge Felipe (Nova Iguaçu)
Cartão vemelho: Dankler (Botafogo)
GOLS: BOTAFOGO: Zeballos, aos 12min do segundo tempo NOVA IGUAÇU: Dieguinho, aos 36min do primeiro tempo
BOTAFOGO: Renan, Alex, André Bahia, Dankler e Junior Cesar (Sidney); Airton, Dedé (Daniel), Fabiano, Gegê e Cidinho (Yguinho); Zeballos
Técnico: Eduardo Hungaro
Técnico: Eduardo Hungaro
NOVA IGUAÇU: Jefferson, Belarmino, Rodrigo Almeida, Jorge Felipe e Amarildo (Uallace); Paulo Henrique, Rodrigo César, Geovani (Leônidas) e Dieguinho; Zambi e Erick Foca (Palagar)
Técnico: Carlos Vitor
Técnico: Carlos Vitor
Júlio César estreia no Canadá com sensação de -4°, gramado feio e vitória
Veja os melhores momentos de Toronto FC 1 x 0 D.C. United
Depois de ter feito a primeira partida pela MLS, a liga norte-americana de futebol, o goleiro titular da seleção brasileira Júlio César estreou neste sábado no país-sede do seu time, o Toronto FC, no Canadá.
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Em jogo do time de Júlio César, juiz é atropelado vira destaque da partida
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'Estou lisonjeado por, mesmo sem jogar, Felipão ter me bancado', diz goleiro
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Assim como na primeira rodada do campeonato - 2 a 1 sobre o Seattle, nos Estados Unidos -, a equipe de Júlio César venceu, por 1 a 0, contra o D.C United, gol do inglês Jermain Defoe. O arqueiro teve pouco trabalho na partida.
A nota negativa ficou por conta das condições do jogo. O brasileiro conheceu o frio canadense - em plena primavera, a temperatura era de 1° Celsius e a sensação térmica era de -4° - e enfrentou um gramado bastante prejudicado.
Reuters
Defoe, do Toronto e Franklin, do D.C United, em jogo da MLS
Apesar do clima e do alto preço dos ingressos, variando de R$ 130 a R$ 670, o público no acanhado BMO Field, com capacidade para 21 mil pessoas, era bom.
Até então, o goleiro da seleção vinha realizando pré-temporada no calor da Flórida, ao Sul dos Estados Unidos.
Até então, o goleiro da seleção vinha realizando pré-temporada no calor da Flórida, ao Sul dos Estados Unidos.
Além de Júlio César, negociado no início do ano por não ter espaço no Queens Park Rangers, da segunda divisão inglesa, o Toronto contou neste sábado com o brasileiro Gilberto, ex-Santa Cruz, Internacional e Portuguesa, como titular. O atacante participou do único gol da partida ao finalizar lançamento de Bradley. No rebote, Defoe marcou.
Corpo de Bellini é sepultado em Itapira com cortejo e homenagens
Gazeta Press
Levado em um carro de bombeiros pelas ruas de sua cidade natal, o corpo de Bellini, campeão mundial com a seleção brasileira em 1958 e 1962, foi enterrado neste sábado em Itapira, interior de São Paulo. O ex-zagueiro faleceu em São Paulo na última quinta-feira, aos 83 anos, de causas naturais.
Bellini com a taça, logo após a conquista da Copa do Mundo de 1958
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Dilma Rousseff homenageia Bellini: 'Ícone da força dos brasileiros'
Cerca de 300 pessoas acompanharam o cortejo até o Cemitério da Saudade, entre fãs, autoridades e ex-jogadores, como Oscar Bernardi, que defendeu a seleção brasileira na década de 1980. No trajeto, Bellini recebeu diversas homenagens, como aplausos de moradores por onde passavam. Os presentes ainda cantaram várias vezes o hino do Brasil e da cidade.
O corpo do ex-jogador estava sendo velado na cidade desde a noite de quinta-feira, e foi sepultado com o caixão envolto em bandeiras do Vasco, do São Paulo, do Brasil e de Itapira. São Paulo, Itapirense, Sandojoanense e a CBF enviaram coroa de flores.
Bellini sofria de Mal de Alzheimer há dez anos. Na época em que era jogador, o capitão eternizou o gesto de levantar a taça acima da cabeça, quando fez pela primeira vez na conquista da Copa do Mundo de 1958.
Em 1962, já como reserva, o jogador foi bicampeão do Mundo. Ao longo da carreira, Bellini tornou-se ídolo do Vasco e do São Paulo. Revelado no Itapirense em 1946, o ex-jogador ainda defendeu Sanjoanense antes de defender a seleção brasileira. O zagueiro se aposentou em 1969, quando vestia a camisa do Atlético Paranaense.
"Comer, Rezar, Amar", livro de Elisabeth Gilbert, já vendeu perto de 9 milhões de exemplares em 36 idiomas. E inspirou o filme de mesmo nome estrelado por nada menos que Julia Roberts, belíssima, como sempre.
É uma história vivida pela autora que, desiludida após uma traumática separação, deixa os Estados Unidos e se aventura por Itália, Índia e Indonésia. Uma busca por tudo aquilo que o próprio titulo já deixa nítido.
As 472 páginas trazem algo que o diretor Ryan Murphy e seus roteiristas, tola e absurdamente, deixaram fora da "película". Ela vai a um jogo no mítico Estádio Olímpico de Roma. E lá, se delicia na Curva Nord ouvido uma série de palavrões desferidos por um fanático torcedor laziale.
"Naquele estádio, aprendi todo tipo de palavras novas e interessantes que não se aprende na escola. Sentado atrás de mim havia um velho que desfiava uma sucessão fenomenal de impropérios, enquanto gritava para os jogadores (...)", conta Gilbert no capítulo 23.
A autora americana, que se propunha a aprender italiano, vinha estudando para dominar a língua o quanto antes. Para isso, era apresentada a pelo menos 20 palavras por dia. E não se ofendia quando seu amigo Luca traduzia o que o "tifosi" da Lazio gritava. Muito pelo contrário.
"O que quer dizer 'cafone'"?, questionou.
"Cuzão", respondeu o romano sem desgrudar os olhos do gramado.
E assim foi durante toda a peleja transformada pela autora em aula intensiva de italiano real, das ruas, do dia-a-dia, dos estádios! É como funciona nas canchas do mundo inteiro. A bola rola também movida a... palavrões.
Fora do futebol, se utilizados no contexto certo, são quase insubstituíveis. Na linguagem popular, dificilmente um termo educado dá a mesma ênfase a algo que mereça imenso destaque. Seja um golaço, uma comida saborosa, um lugar paradisíaco, um carrão, uma mulher bonita.
Em "Procurando Mônica", um dos personagens (reais, claro) mais divertidos chama-se "Hélio Palavrão". O apelido auto-explicativo deixa evidente sua principal característica. E esconde outras, como a generosidade exposta nas páginas do livro escrito (e vivido) por José Trajano.
Mas na "Era" dos coxinhas e dos politicamente corretos, há quem queira banir os Hélios da nossa rotina e os palavrões dos estádios. Como se jamais um puritano tivesse ido a um jogo. Há décadas os que vão e voltam acabam por se acostumar. Muitos certamente aderem. Quem nunca conheceu alguém que só falava palavrão no campo de futebol?
Este é um post em defesa da liberdade de expressão para os "Hélios Palavrões" das arquibancadas. E também um texto de protesto contra Ryan Murphy. Por causa dele deixamos de ver na tela Julia Roberts em plena arquibancada do Olímpico de Roma. Linda e sem frescuras, se deleitando ao som dos mais bem ditos turpilóquios em italiano que tanto se ouve no "calcio". No futebol.
Ela (foto abaixo, magnifica) e o tal diretor merecem palavrões. Por razões distintas, naturalmente.
PS: após uma breve pausa por motivos razoáveis, voltemos às férias. Até dia 31.
Uma missão do blogueiro é acompanhar a seleção inglesa até o final da Copa 2014. Acesse conteúdo sobre o time conhecido como "Three Lions" aqui no blog ou no Canal Inglaterra do site clicando aqui
divulgação
Julia Roberts em cena do filme: ela não viveu, nas filmagens, a experiência da autora no Estádio Olímpico
Chelsea 6x0 Arsenal: pênalti e cartão vermelho?
É certo que o árbitro inglês Andre Marriner não viu o pênalti cometido por Chamberlain, que coloca a mão na bola após o chute do meia-atacante do Chelsea Eden Hazard.
É certo que o árbitro pode voltar atrás e marcar o pênalti com indicação de um integrante da equipe de arbitragem. Foi o que ocorreu: o auxiliar avisou pelo comunicador.
É muito erro expulsar Gibbs e não o atacante Chamberlain que colocou a mão na bola.
Se o árbitro Andre Marriner não viu e recebeu a informação de um auxiliar da equipe de arbitragem do toque de mão, este auxiliar também tem que identificar quem tocou na bola. Se não identificou o jogador, a técnica diz que o árbitro tem que buscar a informação, consultando os próprios jogadores.
Errou no jogador.
E a expulsão é correta?
O que diz a regra: "Será expulso o jogador que impede um gol, com uso da mão de forma deliberada."
Vamos ao vídeo:
Chelsea x Arsenal: Juiz marca pênalti após 'defesa' do atacante Chamberlain, mas expulsa jogador errado
Em minha opinião era para cartão amarelo, a bola não entraria no gol. O jogador não impediria o gol como fala a regra.
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