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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Raposa estraçalha La U, imperador Adriano chia na derrota do Furacão e Grêmio goleia
Duas goleadas, com a Raposa e o imortal Grêmio, e uma chicotada em Buenos Aires, com o Furacão tombando aos pés do Vélez Sarfield. Esse foi o saldo dos brasileiros na abertura da segunda rodada da fase de grupos da Libertadores. Nesta quarta, mais três brasileiros entrarão em campo: Botafogo, Galo e Flamengo.
No Mineirão, o Cruzeiro mostrou aos chilenos de La U porque é o atual bambambã da pátria de chuteiras: 5 a 1. Simplesmente estraçalhou o inimigo pelo grupo 5 e reabilitou-se da derrota diante do Real Garcilaso, no Peru.
Depois de um início de jogo meio amarrado, o pão de queijo liquidou a fatura no primeiro tempo, com três gols em menos de 10 minutos - Ricardo Goulart, aos 33 e 41, e Dagoberto, aos 38.
Na etapa final, o time mineiro deu uma vacilada, deixou La U diminuir com Lorenzetti, mas depois mandou os chilenos para o espaço, com Ricardo Goulart (o grande destaque da partida) e William.
O triunfo cruzeirense embolou a chave. Os quatro times têm três pontos, porém o campeão brasileiro lidera por ter melhor saldo de gols que Defensor (Uruguai), Garcilaso e Univerddad de Chile.
Em Buenos Aires, o Furacão virou brisa diante do Vélez Sarsfield, no estádio José Amalfitani. Tomou de 2 a 0 (Tobio e Pratto) e, de quebra, viu o imperador Adriano deixar o gramado com cara de poucos amigos.
Ele não gostou nada de ter entrado apenas no final da partida. Ao ser chamado para substituir Ederson, o atacante abriu os braços e mostrou-se irritado com o ‘professor' Miguel Angel Portugal, já que o time havia acabado de sofrer o segundo gol.
Em campo, o imperador deu apenas uma cabeçada e completou dois anos sem balançar a rede. O Furacão agora ocupa a terceira posição no grupo 2, com três pontos, atrás do Vélez (seis), The Strongest (três, com saldo melhor) e Universitario (zero).
Em Porto Alegre, empurrado por 33.640 torcedores (31.586 pagantes/R$ 1.595.910), o imortal Grêmio goleou o Atlético Nacional, da Colômbia, por 3 a 0, e assumiu a liderança isolada do grupo 6, com seis pontos.
O jovem Luan, que voltou a brilhar, abriu o caminho para a segunda vitória dos gaúchos no primeiro tempo. Ramiro e Alan Ruiz completaram o serviço na etapa final.
Os colombianos ocupam a segunda colocação, com três pontos. Newell's Old Boys e Nacional, do Uruguai, correrão atrás da primeira vitória nesta quinta.
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Pica-Pau. O bom caráter Zé Roberto abriu o jogo no ‘Bola da Vez' da ESPN Brasil e confirmou a exuberante democracia que impera no Circo Brasileiro de Futebol: a Nike mandava prender e soltar na seleção da Copa da Alemanha, em 2006. Contou que alguns atletas aterrissaram com quilinhos de fazer inveja a rei Momo, mas a comissão técnica fechou os olhos para a balança e disse amém, pois a multinacional determinava o que deveria ser feito, e estamos conversados. Pequena lembrança: a comissão era chefiada por Carlos Alberto Parreira, o braço direito e alma técnica do ‘sargento' Felipão.
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Pica-Pau. O bom caráter Zé Roberto abriu o jogo no ‘Bola da Vez' da ESPN Brasil e confirmou a exuberante democracia que impera no Circo Brasileiro de Futebol: a Nike mandava prender e soltar na seleção da Copa da Alemanha, em 2006. Contou que alguns atletas aterrissaram com quilinhos de fazer inveja a rei Momo, mas a comissão técnica fechou os olhos para a balança e disse amém, pois a multinacional determinava o que deveria ser feito, e estamos conversados. Pequena lembrança: a comissão era chefiada por Carlos Alberto Parreira, o braço direito e alma técnica do ‘sargento' Felipão.
Sugismundo Freud. Nada é pior do que alugar a casa do vizinho.
A vida é bela. Enquanto o governo do Paraná despeja rios de dinheiro para a bola navegar na Arena da Baixada durante a Copa, a maior parte da frota de carros da PM encontra-se fora de circulação em Ponta Grossa por causa de um calote. A oficina que cuida dos veículos cansou de trabalhar sem receber um misero tostão. O governo deve R$ 800 mil. Das 45 viaturas, apenas quatro estão rodando. A Copa é deles, a conta é nossa.
Dona Fifi. Por que as campanhas de cerveja preferem esportistas como garotos-propaganda?
Gilete press. De Jones Lopes da Silva, no ‘Zero Hora': "Alex Rossi, 45 anos, era um ponteiro impetuoso, forte e imprevisível - o chamavam de Touro Indomável na época em que marcou o gol do título gaúcho do Inter em um Gre-Nal de 1991. Depois do futebol foi morar na fazenda da família para cuidar do pai doente. Perdeu o pai e a fazenda, e passou a usar cocaína. Por três vezes foi preso por falta de pagamento de pensão. Por último caiu no crack. Tem cinco filhos. Diz ter chegado ao fundo do poço. Está internado numa fazenda terapêutica. Ele promete se curar, e repete isso como se quisesse se convencer." Força, Alex!
Tititi d'Aline. Boleirada ganha importante reforço para lutar contra o tédio na concentração: pesquisador da Universidade Rutger, em Nova Jersey, garante que ter orgasmo é melhor do que fazer palavras cruzadas. Na hora de virar os olhinhos, há um aumento no fluxo de sangue, fazendo com que mais nutrientes e oxigênio cheguem ao cérebro. Já os exercícios mentais aumentam a atividade cerebral apenas em regiões localizadas.
Você sabia que... Adriano Gabiru, herói do título mundial do Saci colorado há oito anos, deve defender o Guarany de Bagé na terceira divisão do Gauchinho?
Pombo-correio. "Não é estranho que nesta conversa toda de Neymar/Barça/Fisco Espanhol ninguém fale em IR no Brasil! Será que DIS/Santos/Neymar recolheram o que seria devido pelos valores atuais?" - do internauta Pita Parra. É vero.
Bola de ouro. Olympiacos. Único mandante que venceu em casa até agora nas oitavas da Champions - 2 a 0 no Manchester United. Bayer Leverkusen, Manchester City, Arsenal, Milan e Zenit sucumbiram diante da torcida.
Bola de latão. Manchester United. Um gigante em frangalhos. Eliminado da Copa da Inglaterra e da Copa da Liga Inglesa, sexto lugar na Premier League e no bico do corvo na Champions. Pela primeira vez foi derrotado por um time grego (Olympiacos): colecionava oito vitórias e dois empates.
Bola de lixo. MP/FPF/Palmeiras. O trio decidiu jogar duro contra as organizadas: os anjinhos comandados pelo diabo ganharam um setor exclusivo na casa alugada do Pacaembu - a arquibancada amarela, com 5.186 lugares, 40 a menos que os verdadeiros torcedores no setor verde.
Bola sete. "A vida não é uma camisa. Ninguém nasce com o distintivo do Santos no peito. As pessoas estão morrendo por causa de um pedaço de pano" (de Marcelo da Silva, irmão do torcedor assassinado por são-paulinos apos o clássico - e nada acontece).
Dúvida pertinente. Quem deve ser o rei Momo do futebol?
Pressão do Borussia Dortmund define classificação em dez minutos
Desde 11 de dezembro, quando foi goleado por 4 a 1 pelo Austria Viena, o Zenit São Petersburgo não disputava um jogo oficial. Participou de um forte torneio amistoso com CSKA Moscou, Metalist Kharkiv e Shakhtar Donetsk nesse período, mas é pouco para encarar o atual vice-campeão europeu nas oitavas de final da Liga dos Campeões.
Por mais que a temporada do Borussia Dortmund não seja muito boa e que a equipe tivesse levado 3 a 0 do Hamburgo no final de semana, a diferença técnica entre os times é grande. Para aumentá-la, o Dortmund fez questão de colocar em evidência a falta de ritmo de jogo dos russos através de uma forte marcação pressão nos primeiros dez minutos.
Jürgen Klopp, certamente, orientou seus jogadores a apertarem a saída de bola do Zenit e atacarem obsessivamente nos primeiros 600 segundos de partida. Deu certo: duas finalizações, dois gols, caminho aberto para uma vitória tranquila.
Marco Reus, Kevin Grosskreutz, Henrikh Mkhitaryan e Robert Lewandowski se movimentaram muito, trocaram de posições e deixaram atordoados os rivais. O mapa de movimentação acima mostra como o Dortmund se enfiou no campo de ataque.
Com o 2 a 0 estabelecido no placar, a equipe alemã controlou a partida sem dificuldades. Teve menos posse de bola, mas finalizou mais; Quando sofreu gols, respondeu em seguida; Soube balancear seu volume de jogo e mostrava, claramente, sua superioridade.
Estatísticas Zenit 2x4 Borussia (Opta Sports)
Posse de bola 59,3% x 40,7%
Passes 556 x 387
Acerto nos passes 77,3% x 69,8%
Cruzamento 9 x 9
Finalizações 8 x 13
Passes 556 x 387
Acerto nos passes 77,3% x 69,8%
Cruzamento 9 x 9
Finalizações 8 x 13
Além disso, marcou Hulk quase sempre com dois jogadores. Marcel Schmelzer era o encarregado e tinha Grosskreutz para auxiliá-lo. Quando um não aparecia, Nuri Sahin rapidamente fazia a cobertura. Com isso, o brasileiro teve que se esforçar muito mais para participar, conseguindo ainda algumas boas jogadas - resultado de sua ótima técnica e incrível força física. O problema para Hulk foi o mesmo de sempre: ninguém aparece para jogar, por mais que o estreante Salomón Rondón tenha se esforçado (e tende a formar uma boa parceria com o ex-Porto).
Enfim, Borussia Dortmund classificado.
Em cinco atos, a cronologia tática da goleada cruzeirense na Libertadores
ATO 1 - Em entrevista à beira do campo antes da bola rolar, o técnico Marcelo Oliveira afirmou que o Cruzeiro investiria na movimentação do trio de meias e no trabalho de pivô de Marcelo Moreno para confundir o 3-5-2 da Universidad de Chile - herança dos tempos de Jorge Sampaoli que o treinador Cristian Romero preservou.
No entanto, a equipe celeste não conseguiu impor o volume de jogo do título brasileiro em 2013. Muito pelo pouco brilho de Everton Ribeiro na articulação a partir do lado direito. Sem fluência ofensiva, o time brasileiro incomodava pouco, mesmo com domínio e arriscando nas finalizações.
Para encaixar a marcação com sobra atrás, Castro e Cereceda, alas da "La U", se alternavam como laterais formando uma linha de quatro na defesa. Com Lorenzetti circulando para articular, o time chileno controlava razoavelmente o jogo.
Olho Tático
O 4-2-3-1 cruzeirense que se impôs no primeiro tempo com as infiltrações de Ricardo Goulart que desarticularam o 3-4-1-2 da Universidad de Chile.
ATO 2 - 29 minutos do primeiro tempo. José Rojas, zagueiro pela esquerda, se machuca, sai de campo para receber atendimento e volta mancando. Em paralelo, Marcelo Moreno passa a recuar ou procurar um dos lados do campo para confundir a marcação e Ricardo Goulart infiltra no espaço deixado pelo centroavante.
Em tese, o responsável pela marcação do meia central do 4-2-3-1 celeste seria Martínez. O volante, porém, só acompanhava até a entrada da área. Se avançasse, passava a ser tratado como atacante e um dos zagueiros encostava.
Quando Dagoberto cortou da esquerda para dentro, limpou Caruzzo - zagueiro da sobra que saiu pela direita e deixou González no centro - e acertou passe em diagonal para a penetração de Goulart. A cobertura seria de Rojas. Com o defensor no sacrifício, ou Martínez seguia o meia até o final, ou deixava para o ala Cereceda cobrir por dentro. Nem uma coisa, nem outra. Primeiro gol de Goulart aos 33 minutos.
Reprodução Fox Sports
Flagrante do momento em que Ricardo Goulart prepara a infiltração às costas do lesionado José Rojas com a defesa chilena descoordenada.
ATO 3 - Na saída de bola, Lichnovsky já estava em campo substituindo Rojas. Mas na sobra, não pela esquerda. Caruzzo foi deslocado. Não houve tempo para a nova configuração do trio de zaga acertar posicionamento e sistema de cobertura.
Aos 38, Everton Ribeiro recebeu à direita, Cereceda marcou à distância, Caruzzo abriu as costas e o meia achou Goulart novamente livre. Nem sinal do volante Martínez. Lichnovsky saiu para cobrir, González ficou com Moreno e Dagoberto, livre, completou o cruzamento com o peito.
Reprodução Fox Sports
No segundo gol, Goulart entra no buraco deixado por Caruzzo e Dagoberto fica livre para concluir o cruzamento.
Quatro minutos depois, com o rival tonto, funcionou a jogada forte do Cruzeiro: escanteio cobrado pela esquerda por Everton Ribeiro, desvio de Bruno Rodrigo e mais um de Ricardo Goulart. Aproveitar os problemas do adversário também é mérito. Vitória encaminhada.
ATO 4 - A troca de Patrício Rúbio por Ramón Fernández fez bem à equipe chilena. Lorenzetti, o meia articulador, passou a procurar o lado esquerdo e inverter com o camisa dez. Em uma espécie de 3-4-2-1, a Universidad de Chile dominou o meio-campo.
O Cruzeiro relaxou com a vantagem e parou de reter a bola na frente com a saída de Moreno para a entrada de Willian, que foi jogar à direita. Everton Ribeiro centralizou e Ricardo Goulart avançou como atacante único. Não funcionou desta vez.
Gol de Lorenzetti entrando entre às costas de Dedé e início de pressão dos visitantes. Cristian Romero trocou o inócuo Gutiérrez pelo rápido Rodrigo Mora. Ameaça?
ATO 5 - Marcelo Oliveira usou o bom e homogêneo elenco cruzeirense para recuperar o domínio da partida. Trocou o exausto Dagoberto por Marlone para voltar a ter velocidade na frente. Depois, o mais importante, colocou Souza no lugar de Everton Ribeiro. Preencheu o meio-campo plantando Rodrigo Souza à frente da zaga e alinhando Lucas Silva e Souza em um 4-3-3/4-1-4-1.
Melhorou em marcação e transição ofensiva. No desespero, a Universidad do Chile atacava deixando o trio de zagueiros sem sobra contra o tridente ofensivo do oponente. O suficiente para ir às redes com Willian, consagrar Ricardo Goulart como o melhor em campo com três gols e uma assistência.
TruMedia
Mapa de toques de Ricardo Goulart: circulou mais à direita e teve forte presença na área.
O time de Marcelo Oliveira é mais Mourinho que Guardiola. Com 49% de posse, goleou e finalizou 17 vezes contra apenas quatro do adversário - 11 a 2 na direção da meta (Footstats). Intensidade, transição veloz e rapidez na tomada de decisão dos jogadores na criação das ações ofensivas.
Os 5 a 1 colocam o Cruzeiro na liderança do Grupo 5 pelo saldo de gols. Mais que isso, confirmam a força do melhor time e do elenco mais qualificado do país para manter a hegemonia brasileira no continente.
Olho Tático
Cruzeiro recuperou o meio-campo no 4-3-3/4-1-4-1 e matou no final a La U que cresceu com Lorenzetti mais adiantado.
Zé Roberto vê classificação mais perto no 'competitivo' grupo da morte e elogia Luan
O meia Zé Roberto saiu satisfeito após a boa vitória por 3 a 0 sobre o Nacional de Medellín nesta terça-feira. Segundo o experiente meia, o time pode até pensar em classificação se ganhar do Newell's Old Boys na próxima rodada.
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"Este grupo da morte não diria que é assustador, mas é bem competitivo. Se a gente vencer na próxima, estamos quase classificados. E tenho dizer que o Luan é um garoto com muito potencial está trabalhando bem", afirmou o armador.
Outro grande destaque do time na partida, o volante Ramiro fez o segundo gol na partida, mas preferiu destacar o esforço coletivo do time de Enderson Moreira.
"É uma sensação muito boa participar dos gols. Mas o Grêmio é uma equipe. Todos se empenharam para sair de campo de campo vitorioso. Temos o pensamento em título, como sempre. Mas temos que ir passo a passo, passar de fase. Vamos nos esforçar bastante para isso", afirmou.
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Gazeta Press
Luan comemora gol na vitória sobre o Nacional de Medellín
Com apenas dois minutos de jogo, o garoto Luan se desesperava ao levar um cartão amarelo. Reclamava até sem certa razão depois de levantar muito pé e resvalar as travas de sua chuteira no rosto de um adversário. Mas o lance que poderia sugerir nervosismo enganou. E muito.
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Com um gol dele, um de Ramiro e outro de Alan Ruiz, seus companheiros da nova geração do clube gaúcho, o Grêmio venceu um pegado jogo contra o Nacional de Medellín por 3 a 0 nesta terça-feira, em duelo válido pela segunda rodada da Libertadores da América.
O resultado deixa o clube treinado por Enderson Moreira mais tranquilo no que ficou conhecido como grupo da morte da competição continental: os gaúchos lideram a chave 6, com seis pontos. O time colombiano é o segundo com três pontos. Nacional-URU e Newell's Old Boys se enfrentam na próxima quinta-feira e ocupam a terceira e a quarta posições, respectivamente.
A partida tinha um forte caráter simbólico para os gremistas. Afinal, foi contra o mesmo Nacional de Medellín, em 1995, que o clube conquistou a Libertadores pela última vez. Luan, que tinha apenas dois anos, provavelmente não se lembra do jogo. E foi ele, após receber a advertência logo no início, quem abriu o placar.
Depois de ótimo lançamento de Ramiro, o camisa 26 deu um bonito chute para encobrir o goleiro Luís Martínez e abrir o placar. O garoto, inclusive, foi o principal nome da equipe ao criar as melhores chances de ataque.
No segundo tempo, por exemplo, ele deu trabalho para o goleiro Martínez logo aos 16 minutos, ao exigir boa defesa do arqueiro rival. Aos 17 minutos, roubou a bola no campo de ataque e cruzou na medida para Zé Roberto acertar um belo voleio, bem defendido novamente pelo adversário.
Aos 19 minutos, não foi Luan, mas dois de seus companheiros mais novos que apareceram. O lateral Wendell cruzou e Ramiro completou para o fundo do gol. No fim, após barcos perder um gol incrível, Ruiz - que havia acabado de entrar e, como Luan e Ramiro, tem 20 anos - cvhutou de fora da área para fechar o marcador.
Na próxima rodada, o Grêmio enfrenta o Newell's Old Boys, fora de casa. Já o time de Medellín enfrenta o Nacional, na Colômbia.
Bernardinho se irrita com falhas, mas Rio se esforça e vence o Brasília fora
A irritação de Bernardinho era constante. As falhas, também. O Rio de Janeiro parecia um pouco nervoso em sua apresentação contra o Brasília, nesta terça-feira, no ginásio Nilson Nelson. Mas, depois de uma derrota para o Sesi-SP em São Paulo, a vitória parecia o único resultado aceitável para as cariocas, que, apesar de já estarem classificadas para os playoffs, querem o topo da tabela. E foi na base da superação.
Depois de um primeiro set equilibrado com superioridade do Rio no finzinho, apesar do Brasília estar muito melhor nos saques, o time perdeu a segunda etapa, mas levou a terceira, com uma melhora significativa na parte técnica e um apagão, que não comprometeu no placar final, no finzinho do quarto set. Até mesmo Bernardinho demonstrava mais tranquilidade nas paradas da partida. E, no fim das contas, melhor para o time carioca, que venceu por 3 a 1, parciais de 21/18, 19/21, 21/18 e 21/18.
Surpreendentemente, o Troféu Viva Vôlei de melhor atleta foi para Fran. Ela fez apenas quatro pontos, mas esteve em quadra como sacadora em uma momento decisivo do jogo, quando o Rio parecia desligado. Ou seja, foi fundamental para a vitória.
- Não pelo Troféu, mas pela partida e pela vitória da equipe. Foi um jogo bem equilibrado. Nenhum dos dois lados cedeu. Temos que melhorar e aprender com os erros. O coração está feliz, com certeza. Feliz e empolgada para ajudar a equipe, claro - comentou Fran.
O jogo
A partida começou bastante equilibrada. Na metade do primeiro set, o Brasília se sobressaia nos saques, principalmente com Camila Adão. Enquanto isso, o Rio de Janeiro parecia estar com dificuldades nesse fundamento. Afinal, como já havia previsto Valeskinha antes do jogo, por ter dimensões maiores, o ginásio Nilson Nelson seria mais complicado de se adaptar.
Mesmo assim, o time de Bernardinho conseguia seguir colado ao adversário no placar. O treinador, aliás, demonstrava bastante irritação com a equipe em determinados momentos. Mas o Rio tem jogadoras experientes que, no fim da etapa, conseguiram passar as rivais. Primeiro, com cortada da Carol, fizeram 20 a 18. E com Roberta no saque e contra-ataque de Brankica Mihajlovic de diagonal, a equipe carioca fechou em 21 a 18.
O jogo
A partida começou bastante equilibrada. Na metade do primeiro set, o Brasília se sobressaia nos saques, principalmente com Camila Adão. Enquanto isso, o Rio de Janeiro parecia estar com dificuldades nesse fundamento. Afinal, como já havia previsto Valeskinha antes do jogo, por ter dimensões maiores, o ginásio Nilson Nelson seria mais complicado de se adaptar.
Mesmo assim, o time de Bernardinho conseguia seguir colado ao adversário no placar. O treinador, aliás, demonstrava bastante irritação com a equipe em determinados momentos. Mas o Rio tem jogadoras experientes que, no fim da etapa, conseguiram passar as rivais. Primeiro, com cortada da Carol, fizeram 20 a 18. E com Roberta no saque e contra-ataque de Brankica Mihajlovic de diagonal, a equipe carioca fechou em 21 a 18.
O segundo set teve um início um pouco parecido com o do primeiro. Mas a superioridade do Rio apareceu antes. Maior pontuadora da partida até então, Mihajlovic brilhou em uma bola complicada salva de maneira espetacular pela líbero Fabi. Do lado do Brasília, Elisângela era o destaque. Mas o Rio voltou a falhar, e Bernardinho, a ficar nervoso. O técnico do Brasília pediu saque em Sarah Pavan.
- Ela não é boa na defesa - disse.
A equipe, contudo, parece não ter escutado o comandante. O Rio voltou à dianteira, apesar do técnico carioca estar insatisfeito. Em uma das conversas com as jogadoras, ele chamou a atenção de Roberta por um erro em seu levantamento. O Brasília conseguiu dois bloqueios seguidos e até chegou a um set point. Mihajlovic marcou e foi para o saque. A loira sacou na rede e deu a etapa para o time da casa: 21 a 19.
No terceiro set, o Rio voltou mordido. Gabi abusou das pancadas, e Mihajlovic seguiu bem, mas a recepção era ruim. O Brasília se aproveitou e marcou muito nos saques. Elisângela e Camila Adão se destacaram e conseguiram a virada: 10 a 8. Enfim, uma das equipes conseguiu abrir boa vantagem. No caso, o time da casa, que chegou a ter cinco pontos à frente do rival.
O Rio reagiu com Gabi bem na rede, Roberta se desdobrando nos levantamentos e Fran no saque, com quatro pontos. Quando Dani Scott cometeu um erro, o time carioca conseguiu empatar: 18 a 18. Gabi virou o confronto com mais uma ataque pela ponta. E a equipe de Bernardinho conseguiu fechar em 21 a 18 com três bloqueios corretos em sequência.
Paula Pequeno começou pontuando para o Brasília no quarto set. Mas o Rio estava bastante focado. O time do Distrito Federal começou a errar nos saques que, até então, tinham sido um fundamento importante para a equipe no jogo. Mihajlovic continuou pontuando. Em um momento, até salvou uma bola ruim de Roberta. Do lado do time da casa, Elisângela continuava bem. O Rio, que ganhava por 17 a 12, sofreu um apagão e deixou o rival empatar em 18 a 18. Mas, com Roberta no saque, e bloqueio de Carol, as cariocas venceram por 21 a 18.
Celso Barros vence eleição da Unimed, e parceria com Fluminense não muda de rumo
Photocamera
Celso Barros foi reeleito presidente da Unimed
Celso Barros foi reeleito presidente da Unimed-Rio, patrocinadora do Fluminense, e evitou uma mudança de rumo na parceria que já dura 15 anos com o clube, o que poderia acontecer caso a oposição ganhasse. O atual mandatário teve 60% (1.599 votos) da preferência dos eleitores contra 40% (1.163) de Cláudio Salles, de um total de 2.776 votos, em resultado divulgado nesta terça-feira à noite.
Desde 1998 na presidência da empresa, Celso Barros teve pela primeira vez um adversário no pleito, e a vitória foi bastante comemorada pela chapa da situação. A apuração dos votos foi realizada no hotel Windsor Barra, Zona Oeste do Rio de Janeiro, depois de os eleitores da empresa de plano de saúde terem ido às urnas em sete pontos nesta terça.
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"Foi difícil, mas conseguimos um resultado bom. Vamos continuar trabalhando como fazemos desde 1998. O torcedor pode respirar aliviado, a parceria vai continuar. A oposição falava primeiro que acabaria com o patrocínio, depois disse que seria menor. E, por último, que iria investir nos quatro grandes. O eleitor, de repente, observou isso e nos deu a vitória", disse o médico e presidente Celso Barros, logo após a vitória nas urnas.
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"Foi difícil, mas conseguimos um resultado bom. Vamos continuar trabalhando como fazemos desde 1998. O torcedor pode respirar aliviado, a parceria vai continuar. A oposição falava primeiro que acabaria com o patrocínio, depois disse que seria menor. E, por último, que iria investir nos quatro grandes. O eleitor, de repente, observou isso e nos deu a vitória", disse o médico e presidente Celso Barros, logo após a vitória nas urnas.
Apesar da troca de acusações entre os dois lados durante a campanha, nenhum problema foi registrado nesta terça. Sob o slogan "Segunda Opinião", a chapa de oposição pretendia rever os contratos com o Fluminense se vencesse a eleição e poderia até dividir as ações de marketing com outros clubes.
Em 2013, o patrocínio ao Tricolor carioca custou R$ 70 milhões, mas há também os contratos individuais com profssionais do clube. Renovado anualmente, o vínculo atual entre Flu e Unmied termina em dezembro deste ano. A chapa de Celso Barros, a "Unimed Competente" diz que a Unimed aumentou de 264 mil para 1 milhão e 100 mil o número de clientes nesses 16 anos com ele na presidência.
O presidente do Fluminense, Peter Siemsen, e a cúpula de futebol tricolor eram favoráveis à permanência do atual mandatário na Unimed. O investimento da patrocinadora no clube é fundamental para o pagamento de salários de jogadores e para a contratação de reforços. Com a vitória de Celso Barros, a busca por novos atletas para reforçar o elenco deve ser acelerada nas próxima semanas, e a influência da empresa nas Laranjeiras também continuará forte.
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Em noite de Mari Paraíba, Barueri vence o Minas com set de 50 min
(Foto: Reprodução / Instagram)
O Barueri foi à quadra nesta terça-feira para receber o Minas, em sua casa, na Superliga Feminina de vôlei. E o time contou com a grande participação deMari Paraíba, que foi eleita a melhor da partida e levou o Troféu Viva Vôlei, para sair vitorioso por 3 sets a 1. A oposto Alaina, do time mineiro, foi quem mais marcou: 21 pontos.
Além disso, outro fato que chamou a atenção na partida foi que um dos sets teve 64 pontos. A duração foi de 50 minutos. Depois de vencer a primeira parcial por 21 a 19, o Barueri perdeu a segunda por incríveis 33 a 31. Na terceira, fez novamente 21 a 19, e fechou o jogo com um 21 a 17.
Em nono, o time paulista ainda luta por uma vaga nos playoffs. Já o Minas é apenas o antepenúltimo na tabela de classificação.
Adriano entra só no fim, não gosta, e Atlético-PR perde para o Vélez
Atlético-PR foi derrotado pelo Vélez, na Argentina, nesta terça-feira à noite
O atacante Adriano fez o seu segundo jogo pelo Atlético-PR, mais uma vez entrou apenas no fim, quase não tocou na bola e, desta vez, não escondeu a sua insatisfação por ter ficado pouco tempo em campo. Quando o Imperador saiu do banco, o Atlético-PR já perdia para o Vélez Sarsfield por 2 a 0, resultado que permaneceu até o final, nesta terça-feira à noite, no estádio José Amalfitani, em Buenos Aires, pela segunda rodada da fase de grupos da Libertadores.
Adriano entrou em campo aos 37 minutos do segundo tempo, no lugar de Éderson, e conseguiu dar apenas uma cabeçada a gol, mas errou o alvo. Ao ser chamado para jogar, o atacante abriu os braços e se mostrou visivelmente irritado com o técnico Miguel Ângel Portugal, que resolveu colocar o Imperador na partida logo após o time paranaense ter sofrido o segundo gol. No final do duelo, Adriano não quis conversar com a imprensa na saída do gramado.
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Dois anos depois, Adriano reestreia no futebol, e Atlético-PR vence The Strongest
Mais três envolvidos em briga de Joinville são libertados pela Justiça
Nesta terça-feira, o Imperador completou a marca de dois anos sem balançar as redes. O ùltimo gol dele aconteceu no dia 25 de fevereiro de 2012, pelo Corinthians, na vitória sobre o Botafogo-SP, por 1 a 0, no Paulistão.
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Nesta terça-feira, o Imperador completou a marca de dois anos sem balançar as redes. O ùltimo gol dele aconteceu no dia 25 de fevereiro de 2012, pelo Corinthians, na vitória sobre o Botafogo-SP, por 1 a 0, no Paulistão.
Jogando mal na Argentina, o Atlético-PR pouco produziu para ameaçar o gol adversário. Com isso, o Vélez venceu com gols de Tobio, aos 38 minutos do primeiro tempo, e Lucas Pratto, aos 33 da segunda etapa.
Com o resultado após duas rodadas disputadas, o Atlético-PR fica com três pontos e está na terceira colocação do grupo 2. O The Strongest também, tem três pontos, mas leva vantagem sobre os brasileiros no saldo de gols: 0 a -1. O líder é o Vélez, que chegou aos seis pontos, e o lanterna é o Universitario, que tem zero ponto.
Na próxima rodada, a terceira dessa primeira fase, o Vélez Sarsfield volta a campo no dia 11 de março, quando encara o The Strongest, no Estádio Rafael Castellón. Já o Atlético Paranaense vai ao Peru, onde no dia 13 de março enfrenta o Universitario, no Estádio Monumental.
O jogo - O técnico Miguel Ángel Portugal surpreendeu ao tirar um atacante para iniciar a partida com Mirabaje. Fora de campo, bastante assediado, Adriano aguardava no banco por mais uma chance de atuar. Com a bola rolando a equipe argentina começou a partida tentando mostrar serviço e logo no primeiro minuto, Canteros, com liberdade, recebeu na entrada da área e disparou por cima da meta. Na resposta, pegando sobra de bola, João Paulo arriscou de longe e isolou.
O jogo era aberto, com os dois times procurando criar espaços para finalizar. Aos nove minutos, após boa troca de passes, Ederson dominou e chutou à esquerda de Sosa. O Furacão marcava bem, apostando nos contra-ataques. Aos 17 minutos, levantamento na área atleticana e Pratto testou para fora, com perigo. Aos 26 minutos, lançamento em profundidade para Pratto e Weverton deixou a meta para interceptar e salvar o Rubro-Negro.
Na próxima rodada, a terceira dessa primeira fase, o Vélez Sarsfield volta a campo no dia 11 de março, quando encara o The Strongest, no Estádio Rafael Castellón. Já o Atlético Paranaense vai ao Peru, onde no dia 13 de março enfrenta o Universitario, no Estádio Monumental.
O jogo - O técnico Miguel Ángel Portugal surpreendeu ao tirar um atacante para iniciar a partida com Mirabaje. Fora de campo, bastante assediado, Adriano aguardava no banco por mais uma chance de atuar. Com a bola rolando a equipe argentina começou a partida tentando mostrar serviço e logo no primeiro minuto, Canteros, com liberdade, recebeu na entrada da área e disparou por cima da meta. Na resposta, pegando sobra de bola, João Paulo arriscou de longe e isolou.
O jogo era aberto, com os dois times procurando criar espaços para finalizar. Aos nove minutos, após boa troca de passes, Ederson dominou e chutou à esquerda de Sosa. O Furacão marcava bem, apostando nos contra-ataques. Aos 17 minutos, levantamento na área atleticana e Pratto testou para fora, com perigo. Aos 26 minutos, lançamento em profundidade para Pratto e Weverton deixou a meta para interceptar e salvar o Rubro-Negro.
O ritmo da partida caiu após a correria inicial, com o Vélez com maior posse de bola, mas com dificuldade para passar pela defesa paranaense. Aos 33 minutos, Pratto recebeu na lateral, cortou para o meio e bateu para grande defesa de Weverton. O time da casa voltou a crescer e, aos 34 minutos, Pratto tentou mais uma, para fora. Até que, aos 38 minutos, confusão na área do Atlético e Tobio, mesmo desequilibrado, tocou para o fundo das redes. A equipe brasileira sentiu o golpe e tentava se segurar até o intervalo.
Para a etapa final, as equipes voltaram sem alterações. Aos três minutos, Natanael levantou na área e Ederson desviou para boa defesa de Sosa. Um minuto depois foi a vez de Mirabaje tentar e parar no goleiro. O técnico Miguel Ángel decidiu voltar ao antigo esquema com a entrada de Mosquito no lugar de Mérida. Sem ver efeito na mudança nos primeiro minutos, o treinador ousou mais, com a saída do volante João Paulo para a entrada do atacante Bruno Mendes.
O Furacão era mais efetivo na segunda etapa, enquanto o Vélez não conseguia a aproveitar os espaços criados. Aos 16 minutos, Zárate disparou o chute e acertou o próprio companheiro. As ações ficaram centradas no meio-campo, com poucas chances criadas. Até que, aos 33minutos, após uma saída ruim de bola, Pratto apareceu no meio da defesa atleticana, recebeu de Romero e finalizou para balançar as redes e fazer o segundo.
O gol fez Portugal finalmente colocar Adriano - que já estava contrariado no aquecimento - em campo. O Imperador entrou em campo no lugar de Éderson, aos 37 minutos, e ficou visivelmente insatisfeito por ter sido chamado apenas no fim do duelo. Antes, Correa quase ampliou, parando em Weverton. Aos 38, o goleiro atleticano voltou a salvar, parando uma bomba de Pratto. Aos 40 minutos, Adriano finalizou pela primeira vez com a camisa do Atlético, cabeceando para fora.
Para a etapa final, as equipes voltaram sem alterações. Aos três minutos, Natanael levantou na área e Ederson desviou para boa defesa de Sosa. Um minuto depois foi a vez de Mirabaje tentar e parar no goleiro. O técnico Miguel Ángel decidiu voltar ao antigo esquema com a entrada de Mosquito no lugar de Mérida. Sem ver efeito na mudança nos primeiro minutos, o treinador ousou mais, com a saída do volante João Paulo para a entrada do atacante Bruno Mendes.
O Furacão era mais efetivo na segunda etapa, enquanto o Vélez não conseguia a aproveitar os espaços criados. Aos 16 minutos, Zárate disparou o chute e acertou o próprio companheiro. As ações ficaram centradas no meio-campo, com poucas chances criadas. Até que, aos 33minutos, após uma saída ruim de bola, Pratto apareceu no meio da defesa atleticana, recebeu de Romero e finalizou para balançar as redes e fazer o segundo.
O gol fez Portugal finalmente colocar Adriano - que já estava contrariado no aquecimento - em campo. O Imperador entrou em campo no lugar de Éderson, aos 37 minutos, e ficou visivelmente insatisfeito por ter sido chamado apenas no fim do duelo. Antes, Correa quase ampliou, parando em Weverton. Aos 38, o goleiro atleticano voltou a salvar, parando uma bomba de Pratto. Aos 40 minutos, Adriano finalizou pela primeira vez com a camisa do Atlético, cabeceando para fora.
FICHA TÉCNICA
VÉLEZ SARSFIELD-ARG 2 X 0 ATLÉTICO-PR
Local: Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires (ARG)
Data: 25 de fevereiro de 2014, terça-feira
Horário: 19h45 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silveira (Fifa-URU)
Assistentes: Mauricio Espinosa (Fifa-URU) e Miguel Ángel Nievas (Fifa-URU)
Cartões amarelos: Cubero e Romero (Vélez); Mirabaje (Atlético)
GOLS: VÉLEZ: Fernando Tobio, aos 38 minutos do primeiro tempo, e Pratto, aos 33 minutos do segundo tempo
VÉLEZ SARSFIELD: Sebastián Sosa; Fabián Cubero, Sebastián Domínguez, Fernando Tobio, Emiliano Papa; Agustín Allione, Lucas Romero, Héctor Canteros, Ariel Cabral (Jorge Correa); Lucas Pratto (Ramiro Cáseres) e Mauro Zárate (Brian Ferreira)
Técnico: José Flores
ATLÉTICO-PR: Weverton; Sueliton, Manoel, Dráusio e Natanael; Deivid, Paulinho Dias, João Paulo (Bruno Mendes), Fran Mérida (Mosquito) e Mirabaje; Ederson (Adriano)
Técnico: Miguel Ángel Portugal
VÉLEZ SARSFIELD-ARG 2 X 0 ATLÉTICO-PR
Local: Estádio José Amalfitani, em Buenos Aires (ARG)
Data: 25 de fevereiro de 2014, terça-feira
Horário: 19h45 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Silveira (Fifa-URU)
Assistentes: Mauricio Espinosa (Fifa-URU) e Miguel Ángel Nievas (Fifa-URU)
Cartões amarelos: Cubero e Romero (Vélez); Mirabaje (Atlético)
GOLS: VÉLEZ: Fernando Tobio, aos 38 minutos do primeiro tempo, e Pratto, aos 33 minutos do segundo tempo
VÉLEZ SARSFIELD: Sebastián Sosa; Fabián Cubero, Sebastián Domínguez, Fernando Tobio, Emiliano Papa; Agustín Allione, Lucas Romero, Héctor Canteros, Ariel Cabral (Jorge Correa); Lucas Pratto (Ramiro Cáseres) e Mauro Zárate (Brian Ferreira)
Técnico: José Flores
ATLÉTICO-PR: Weverton; Sueliton, Manoel, Dráusio e Natanael; Deivid, Paulinho Dias, João Paulo (Bruno Mendes), Fran Mérida (Mosquito) e Mirabaje; Ederson (Adriano)
Técnico: Miguel Ángel Portugal
Com três de Ricardo Goulart, Cruzeiro massacra La U e vence a 1ª na Libertadores
Veja os gols de Cruzeiro 5 x 1 Universidad de Chile
Ricardo Goulart foi o grande nome da primeira vitória do Cruzeiro na Copa Libertadores da América. O meia-atacante marcou três vezes e levou o time brasileiro à goleada por 5 a 1 sobre a Universidad de Chile, nesta terça-feira, no Mineirão.
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Eduardo Hungaro elogia chilenos, mas acredita em vitória do Botafogo
Léo Moura e André Santos desejam sorte a Hernane
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Com o triunfo, o Cruzeiro se reabilitou do mau resultado da primeira rodada. No Peru, o time de Marcelo Oliveira foi derrotado pelo Real Garcilaso, de virada, por 2 a 1, em jogo que ficou marcado pelos insultos racistas da torcida contra o volante Tinga.
E, dessa forma, o Grupo 5 ficou todo embolado após duas rodadas. Todas as equipes têm 3 pontos, mas o Cruzeiro leva vantagem no saldo de gols (3). Na sequência, vêm Defensor-URU, Real Garcilaso e Universidad de Chile.
A vitória cruzeirense não demorou a ser decidida, apesar de o time brasileiro encontrar dificuldade para superar a defesa chilena. Nos primeiros 30 minutos, o lance mais perigoso foi um chute de fora da área de Éverton Ribeiro, que teve defesa fácil de Johnny Herrera.
Já nos 15 minutos finais, o Cruzeiro passeou e achou os três primeiros gols que deram início ao triunfo. E tudo começou com uma jogada de Dagoberto pelo lado esquerdo. O atacante deu um passe rasteiro, e perfeito, para o meio da área, encontrando Ricardo Goulart, que deu um carrrinho para desviar a bola para o gol.
As situações se inverteram cinco minutos depois. Agora, foi a vez de Ricardo Goulart fazer a jogada pelo lado direito e dar a assistência para Dagoberto desviar de peito para o gol.
Reuters
Dagoberto comemora o seu gol na partida desta terça-feira
Até o intervalo, o Cruzeiro ainda teve tempo para marcar o terceiro, com Ricardo Goulart. Após cobrança de escanteio da esquerda, Bruno Rodrigou desviou de cabeça, e Ricardo Goulart entrou novamente de carrinho para tocar a bola para o gol.
No segundo tempo, o Cruzeiro tentou administrar a vantagem, mas levou um gol de Lorenzetti aos 20 minutos. No fim, ainda marcou mais duas vezes. Primeiramente, com o terceiro de Ricardo Goulart, aos 39 minutos, e, depois, com Willian, aos 44 minutos.
No segundo tempo, o Cruzeiro tentou administrar a vantagem, mas levou um gol de Lorenzetti aos 20 minutos. No fim, ainda marcou mais duas vezes. Primeiramente, com o terceiro de Ricardo Goulart, aos 39 minutos, e, depois, com Willian, aos 44 minutos.
Na próxima rodada, o Cruzeiro jogará fora de casa, contra o Defensor, no dia 11 de março. A Universidad de Chile tentará a recuperação diante do Real Garcilaso, fora de casa, no dia 12.
O Jogo
Jogando em casa, o Cruzeiro iniciou a partida a todo o vapor, pressionando os chilenos em busca do gol. Acuada no campo defensivo, a La U se limitou a marcar nos primeiros minutos, sem ameaçar o goleiro Fábio, que apenas assistiu ao jogo. Percebendo o empenho da equipe, a torcida passou a atuar com o time mineiro, empurrando os atletas em busca da abertura do placar.
Dominando inteiramente as ações, o Cruzeiro só diminuiu um pouco o ritmo após os 15 minutos. Mesmo assim, os donos da casa seguiram com maior posse de bola, aguardando o momento certo para concluir contra a meta do goleiro Herrera. Mesmo agredindo bastante, o gol celeste demorou a sair, o que obrigou Marcelo Oliveira a mudar a estratégia.
O Cruzeiro passou a trocar passes no campo defensivo, forçando a Universidad de Chile a adiantar a marcação, abrindo espaços para o contra-ataque, explorando a velocidade de Dagoberto, Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Egídio. Aos 21, em uma boa arrancada, o avante Marcelo Moreno ficou em condições de finalizar, mas Herrera fez a defesa.
Aos poucos, o nervosismo ia tomando conta dos jogadores do Cruzeiro, mas, aos 33, brilhou a estrela do atacante Dagoberto, que deu assistência precisa para Ricardo Goulart, que apareceu como um raio na área da La U para abrir os trabalhos no Gigante da Pampulha. O gol tranquilizou os celestes e acordou os torcedores nas cadeiras do Mineirão.
Com as rédeas do jogo, o segundo gol não demorou. Aos 38, Ricardo Goulart retribuiu assistência, dando passe preciso para Dagoberto marcar de peito, ampliando o marcador e explodindo o Mineirão em alegria. A inversão de jogadas e de posições confundiu a La U, que sofreu o terceiro gol ainda no primeiro tempo. Aos 41, Bruno Rodrigo desviou cobrança de escanteio e Ricardo Goulart completou para a rede.
Mesmo com o jogo já resolvido, o Cruzeiro continuou atuando com intensidade no segundo tempo, criando as melhores chances para transformar o resultado em goleada. O time mineiro dificultou a saída de bola dos chilenos, forçando o erro adversário e impedindo qualquer possibilidade de reação dos visitantes.
Aos 18, Dagoberto arriscou tiro cruzado da entrada da área, mas errou o alvo, acertando a rede pelo lado de fora. A resposta chilena veio dois minutos depois com Lorenzetti, que recebeu passe de Cereceda, que rasgou a zaga mineira e tocou na saída de Fábio, diminuindo o placar. O gol da La U irritou Marcelo Oliveira, que passou a exigir o mesmo empenho do início da partida.
Atendendo ao treinador, o Cruzeiro voltou a controlar o jogo, com a Universidad de Chile ameaçando apenas em lances esporádicos. Aos 39, após cobrança de escanteio, Ricardo Goulart pegou rebote da defesa visitante e com total liberdade fuzilou Herrera para transformar o placar em goleada. Aos 45, ainda teve tempo para Willian fechar o marcador com o quinto gol.
Jogando em casa, o Cruzeiro iniciou a partida a todo o vapor, pressionando os chilenos em busca do gol. Acuada no campo defensivo, a La U se limitou a marcar nos primeiros minutos, sem ameaçar o goleiro Fábio, que apenas assistiu ao jogo. Percebendo o empenho da equipe, a torcida passou a atuar com o time mineiro, empurrando os atletas em busca da abertura do placar.
Dominando inteiramente as ações, o Cruzeiro só diminuiu um pouco o ritmo após os 15 minutos. Mesmo assim, os donos da casa seguiram com maior posse de bola, aguardando o momento certo para concluir contra a meta do goleiro Herrera. Mesmo agredindo bastante, o gol celeste demorou a sair, o que obrigou Marcelo Oliveira a mudar a estratégia.
O Cruzeiro passou a trocar passes no campo defensivo, forçando a Universidad de Chile a adiantar a marcação, abrindo espaços para o contra-ataque, explorando a velocidade de Dagoberto, Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Egídio. Aos 21, em uma boa arrancada, o avante Marcelo Moreno ficou em condições de finalizar, mas Herrera fez a defesa.
Aos poucos, o nervosismo ia tomando conta dos jogadores do Cruzeiro, mas, aos 33, brilhou a estrela do atacante Dagoberto, que deu assistência precisa para Ricardo Goulart, que apareceu como um raio na área da La U para abrir os trabalhos no Gigante da Pampulha. O gol tranquilizou os celestes e acordou os torcedores nas cadeiras do Mineirão.
Com as rédeas do jogo, o segundo gol não demorou. Aos 38, Ricardo Goulart retribuiu assistência, dando passe preciso para Dagoberto marcar de peito, ampliando o marcador e explodindo o Mineirão em alegria. A inversão de jogadas e de posições confundiu a La U, que sofreu o terceiro gol ainda no primeiro tempo. Aos 41, Bruno Rodrigo desviou cobrança de escanteio e Ricardo Goulart completou para a rede.
Mesmo com o jogo já resolvido, o Cruzeiro continuou atuando com intensidade no segundo tempo, criando as melhores chances para transformar o resultado em goleada. O time mineiro dificultou a saída de bola dos chilenos, forçando o erro adversário e impedindo qualquer possibilidade de reação dos visitantes.
Aos 18, Dagoberto arriscou tiro cruzado da entrada da área, mas errou o alvo, acertando a rede pelo lado de fora. A resposta chilena veio dois minutos depois com Lorenzetti, que recebeu passe de Cereceda, que rasgou a zaga mineira e tocou na saída de Fábio, diminuindo o placar. O gol da La U irritou Marcelo Oliveira, que passou a exigir o mesmo empenho do início da partida.
Atendendo ao treinador, o Cruzeiro voltou a controlar o jogo, com a Universidad de Chile ameaçando apenas em lances esporádicos. Aos 39, após cobrança de escanteio, Ricardo Goulart pegou rebote da defesa visitante e com total liberdade fuzilou Herrera para transformar o placar em goleada. Aos 45, ainda teve tempo para Willian fechar o marcador com o quinto gol.
Ricardo Goulart aproveita hat-trick para responder críticas; Fábio exalta retorno ao Mineirão
FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 5 X 1 UNIVERSIDAD DE CHILE
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 25 de fevereiro de 2014, terça-feira
Horário: 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Saul Laverni (ARG)
Assistentes: Diego Bonfa e Ezequiel Brailovsky (ambos da Argentina)
Gols: Cruzeiro: Ricardo Goulart, aos 33 e 41 e Dagoberto, aos 38 minutos do primeiro tempo; Ricardo Goulart, aos 39 e Willian, aos 45 minutos do segundo tempo
Universidad de Chile: Lorenzetti, aos 20 minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Dedé e Egídio; Lucas Silvas, Rodrigo Souza, Ricardo Goulart e Everton Ribeiro (Souza); Dagoberto (Dagoberto) e Marcelo Moreno (Willian)
Técnico: Marcelo Oliveira
UNIVERSIDAD DE CHILE: Herrera, González, Caruzzo, Rojas (Lichnovsky) e Castro; Cereceda, Juan Rojas, Martínez e Lorenzetti; Gutiérrez (Mora) e Rubio (Fernández)
Técnico: Cristian Romero
CRUZEIRO 5 X 1 UNIVERSIDAD DE CHILE
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 25 de fevereiro de 2014, terça-feira
Horário: 17h30 (de Brasília)
Árbitro: Saul Laverni (ARG)
Assistentes: Diego Bonfa e Ezequiel Brailovsky (ambos da Argentina)
Gols: Cruzeiro: Ricardo Goulart, aos 33 e 41 e Dagoberto, aos 38 minutos do primeiro tempo; Ricardo Goulart, aos 39 e Willian, aos 45 minutos do segundo tempo
Universidad de Chile: Lorenzetti, aos 20 minutos do segundo tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Dedé e Egídio; Lucas Silvas, Rodrigo Souza, Ricardo Goulart e Everton Ribeiro (Souza); Dagoberto (Dagoberto) e Marcelo Moreno (Willian)
Técnico: Marcelo Oliveira
UNIVERSIDAD DE CHILE: Herrera, González, Caruzzo, Rojas (Lichnovsky) e Castro; Cereceda, Juan Rojas, Martínez e Lorenzetti; Gutiérrez (Mora) e Rubio (Fernández)
Técnico: Cristian Romero
'Fortalecido' após vitória 'brilhante', Marcelo Oliveira elogia partida do Cruzeiro; veja
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