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Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
Inglês
Serena leva prêmio de melhor atleta de agência
Foto: Arquivo

Serena recebeu diversos prêmios após grande temporada
Serena recebeu diversos prêmios após grande temporada
A norte-americana também ficou com este prêmio nos anos de 2002 e 2009. Nesta temporada, Serena conquistou 11 títulos, incluindo dois Grand Slam, e perdeu apenas quatro dos 82 jogos que disputou.
A segunda colocada na votação foi a jogadora de basquete universitário Brittney Griner e a nadadora Missy Frankin ficou com a terceira colocação. Serena começa sua temporada de 2014 na próxima semana, tentando defender o título do Premier de Brisbane.
Além do prêmio da Associated Press, Serena também foi eleita a melhor atleta do ano pelo jornal francês L'Equipe. Já a ITF (Federação Internacional de Tênis) escolheu a jogadora de 32 anos como a Campeã de 2013.
Diego, uma Mega-Sena para voltar a mergulhar no aquário da Vila. Vale a pena?
E o meia Diego, hein? De menino da Vila a superstar. Quer apenas R$ 1 milhão de salário e luvas de R$ 5 milhões para voltar a nadar no aquário da Vila Belmiro.
Também exige uma comissão para o pai, Djair Ribas, trabalhar a cabeça dos dirigentes do Wolfsburg para não dificultar o negócio. Não basta ser pai, tem de participar!
Já o clube alemão deseja R$ 13 milhões pelos direitos de Diego. Que custaria a bagatela de R$ 54 milhões aos cofres do aquário da Vila Belmiro ao longo de três anos de contrato.
Uma tremenda mamata, pouca coisa superior aos R$ 51,4 milhões que um apostador da região de Rio Preto beliscou na Mega-Sena do último sábado.
Por falar em pirlimpimpim... O Peixe se debate numa rede nada agradável. Cícero bate o pé e exige algo em torno de R$ 500 mil por mês, o dobro do que recebe, para permanecer no clube.
A multa rescisória é de R$ 19 milhões, mas há uma cláusula que preocupa, e muito, o Peixe: caso o jogador pretenda romper o acordo, terá de pagar R$ 9,6 milhões.
O vínculo de Cícero termina em dezembro de 2014. Corinthians, Flamengo e Fluminense estão de olho no quiproquó.
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Meia furada. Pois é, corintianos, são-paulinos e palmeirenses correram até a lareira, atrás do meião com nomes de peso para reforçar o time na próxima temporada, e saíram decepcionados com a visita do bom velhinho. Nenhum reforço digno de merecer o estouro de um champanhe. Sem grana, o trio de ferro apelou para o R$ 1,99, ou seja, o popular quebra galho: Uendel (Corinthians), Luis Ricardo (São Paulo) e Rodolfo (Palmeiras). Ho, ho, ho.
Meia furada. Pois é, corintianos, são-paulinos e palmeirenses correram até a lareira, atrás do meião com nomes de peso para reforçar o time na próxima temporada, e saíram decepcionados com a visita do bom velhinho. Nenhum reforço digno de merecer o estouro de um champanhe. Sem grana, o trio de ferro apelou para o R$ 1,99, ou seja, o popular quebra galho: Uendel (Corinthians), Luis Ricardo (São Paulo) e Rodolfo (Palmeiras). Ho, ho, ho.
Sugismundo Freud. O sábio sempre aprende com a experiência outros.
Luz, câmera, ação. Os engomadinhos de colarinho branco do Superior Tribunal de Justiça Desportiva já definiram a emocionante 40ª rodada do Brasileirão. O pontapé inicial será às 11 horas. Portuguesa, Flamengo, Vasco e Raposa estarão se exibindo no excepcional gramado da política. Lusa e Urubu voltarão a discutir as escalações de Heverton e André Santos. Os coirmãos foram punidos com a perda de quatro pontos, que resultou na degola do time paulista e na salvação do Fluminense. O Vasco entra na pauta porque pede a impugnação da partida contra o Furacão por causa da selvageria entre anjinhos organizados pelo diabo. Já o Cruzeiro será julgado por ter relacionado irregularmente o goleiro Elisson no jogo contra o Vasco.
Café no bule. Um probleminha tem atrapalhado a contratação de Elias pelo Urubu, além do acerto de contas com o Sporting, dono dos direitos federativos. O jogador quer R$ 2 milhões de luvas, mais salário em torno de R$ 400 mil.
Dona Fifi. União Barbarense terá um ataque de fraldinhas na segundona paulista: Acosta, Aloísio Chulapa e Tuta. Somam apenas 113 anos. O mais novo é o uruguaio Acosta, com 36, dois a menos que Chulapa. Tuta tem 39.
Gilete press. Do atacante sueco Ibrahimovic, ao jornal ‘Expressen': "Na Europa me comparam a Messi e Cristiano Ronaldo, e quando chego em casa me comparam com uma jogadora. Com todo respeito às mulheres... Me perguntaram quem era melhor jogador, eu ou Llota Schelin [sueca que joga no Lyon]. Perguntei: 'Vocês estão brincando comigo, não é?' Quebrei todos os recordes na seleção. Com quem me comparam? Com quem tem o recorde ou com as meninas? Não se pode comparar o futebol dos homens com o futebol feminino. Parem com isso, não é sequer engraçado." Faz sentido?
Tiro curto. O imortal Grêmio não pensaria duas vezes para trocar Souza por Jadson com o soberano Tricolor.
Tititi d'Aline. O moleque Neymar não perdeu tempo. Assim que aterrissou na Baixada Santista, procurou o amigo Adão Rosa e carimbou o corpo com mais duas tatuagens. No pescoço, mandou ver ‘Tudo Passa', e no ombro esquerdo, ‘Sorella', homenagem à irmã Rafaella. Neymar tem agora 10 tattoos.
Você sabia que... o soberano São Paulo teve neste ano a quarta melhor marca de público em casa já registrada em sua historia, com 889.721 torcedores (média de 24.047 por jogo)?
Bola de ouro. Thiago Silva. O zagueiro do Paris Saint-Germain é o único brasileiro na seleção dos melhores do mundo de 2013 do jornal ‘Gazzetta dello Sport'. Messi ficou fora. A equipe tem oito jogadores que disputam a Bundesliga: Neuer (Bayern), Lahm (Bayern), Subotic (Dortmund), Alaba (Bayern), Schweinsteiger (Bayern), Gundogan (Dortmund), Lewandowski (Dortmund) e Ribery (Bayern).
Bola de latão. O Vasco vai bem, obrigado. Com a entrada de R$ 3,2 milhões da venda de Marlone à Raposa, pagou os salários de outubro. Agora, só falta arrumar um dinheirinho para quitar novembro, dezembro, 13º e premiações. Apesar do tsunami financeiro, a nau vascaína não perde a remada: contratou o goleiro Martin Silva e o volante Eduardo Aranda.
Bola de lixo. Coxa. O Papai Noel chegou, foi embora, e nada de o clube pagar aos atletas pelo menos uma parte dos quatro meses de direitos de imagem atrasados.
Bola sete. "Final do ano é assim... Todo mundo te deseja paz, saúde, amor, blá blá bla. Já eu, desejo que tenha relações sexuais incríveis, mil noites de prazer, farra com os amigos" (mensagem de Natal do ‘pofexô' Vanderlei Luxemburgo - é o ‘mestre dos mestres sempre inovando).
Dúvida pertinente. A Lusa conseguirá reverter o jogo no pleno do STJD?
Raja vira 'seleção' para marroquinos e deixa caos na federação em segundo plano
A façanha do Raja Casablanca, finalista do Mundial de Clubes da Fifa, deu a boa parte da população do Marrocos uma alegria que a seleção do país não vinha sendo capaz de oferecer.
O sucesso dos verdes dentro de campo uniu torcedores por toda a nação, e ainda ofuscou as polêmicas que tomavam conta das manchetes nas semanas anteriores.
A preparação do Marrocos para receber o Mundial foi repleta de controvérsias. A eleição para a presidência da federação de futebol, em novembro, foi marcada pelo baixo nível, com trocas de acusações entre os candidatos.
O vencedor foi Fouzi Lekjaa, presidente do Renaissance Sportive de Berkane, recém-promovido à primeira divisão.
Diretor de orçamento do ministério da economia e finanças do Marrocos, Lekjaa contava com apoio governamental e fazia a promessa de investimentos na casa de 600 milhões de dirhams (cerca de R$ 172 milhões) para tornar o futebol do país mais profissional.
Os opositores de Lekjaa apontavam para atrasos de salários e até falta de pagamentos em seu clube, além de chamar a atenção para acusações de suborno durante a subida da equipe para a primeira divisão.
Lekjaa, porém, não chegou a assumir o cargo.
Dia 15 de novembro, cinco dias após a eleição, a Fifa determinou a anulação do pleito alegando inadequação do estatuto da entidade às normas do órgão maior do futebol mundial, no que diz respeito à autonomia.
O presidente Ali Fassi Fihri, que não era candidato à reeleição, foi mantido no cargo até a realização de novas eleições, previstas para o início de 2014.
O início do Mundial também foi marcado pela controvérsia.
A cerimônia de abertura realizada em Agadir foi ridicularizada pela imprensa e pelas redes sociais, considerada pobre e estereotipada. Os críticos consideraram uma oportunidade perdida de reafirmar o desejo do país de receber a Copa do Mundo de 2026.
'Improvisação' e 'amadorismo' foram alguns dos termos usados para descrever a cerimônia, que durou menos de dez minutos e contou com 300 artistas participantes. Os organizadores se defenderam, alegando que a Fifa não permitiu que o gramado fosse ocupado por mais tempo.
Então, veio o Raja. Depois de sofrer para confirmar o favoritismo contra os semiprofissionais de Auckland, o time de Casablanca mobilizou o país quando venceu o Monterrey na prorrogação.
Quando veio a categórica vitória sobre o Atlético Mineiro, todo o Marrocos (ou quase todo, se desconsiderarmos o rival local WAC) já gritava 'Dima Raja!'.
O sucesso do Raja compensou a falta de sucesso da seleção, que participou de três Copas do Mundo entre 1986 e 1998, mas nunca mais se classificou.
Nem na Copa Africana de Nações os resultados aparecem. A última boa campanha foi em 2004, com o vice-campeonato. Desde então, o Marrocos caiu na fase de grupos em quatro oportunidades, e em uma (2010) nem se classificou.
Na sala de imprensa do Grand Stade de Marrakech, fica clara a nostalgia de tempos melhores. Há fotos da seleção de 1998, eliminada na primeira fase por causa da derrota do Brasil para a Noruega, e de Mustapha Hadji, destaque daquela equipe.
A façanha do Raja fará com que outro pôster se torne histórico entre os marroquinos. Mas não pode ofuscar a necessidade de corrigir as falhas estruturais no futebol do país.
O Marrocos ainda recebe outra edição do Mundial em 2014, mas terá mesmo sua grande oportunidade no início de 2015, quando recebe a Copa Africana. Boa chance de mostrar que Moutaouali, Iajour e seus companheiros não foram apenas uma conveniente distração.
Leonardo Bertozzi - ESPN.com.br
Marrocos de 1998: lembrança de dias melhores
Leonardo Bertozzi - ESPN.com.br
'Dima Raja!', o grito que tomou conta das ruas
quarta-feira, 25 de dezembro de 2013
Patinadora nascida nos EUA é única brasileira garantida na Olimpíada de Inverno
Maracujá, acerola e "guába" (goiaba) estão entre as frutas favoritas. Água de coco, ela prefere a de Fortaleza porque é "muito docinha". Ao experimentar purê de mandioquinha, "ficou louca" e lamentou: "Não tem nos Estados Unidos, é muito triste!"
Aos 17 anos, Isadora Williams está conhecendo melhor o país que representará na Olimpíada de Inverno, em Sochi, de 7 a 23 de fevereiro.
Nascida em Atlanta (EUA), filha de uma mineira com um americano, hoje a patinadora é a única atleta do Brasil confirmada nos Jogos russos.
Antes da conversa em que disse por que se considera mais brasileira do que americana, a mãe de Isadora, Alexa, logo avisou: "Ela quer dar a entrevista em português."
A patinadora falou com a Folha no único dia que passou por São Paulo para receber o Prêmio Brasil Olímpico, há uma semana, como a melhor atleta de esportes no gelo do país. Foi a segunda visita dela à capital paulista, depois da passagem para abrir conta na Caixa Econômica Federal, banco no qual recebe o Bolsa Atleta.
Ela também conhece o Rio de Janeiro –onde um dia planeja morar–, Fortaleza –onde foi para um evento do único patrocinador (a empresa de tecnologia de informação CPQI)–, além de Belo Horizonte e região metropolitana, onde vivem tios e primos.
"Eu pratico muito português quando visito a família. Eu não falava nada um ano atrás", conta, com um pouco de sotaque e pedindo ajuda à "mamãe" quando não sabia ou entendia alguma palavra.
Ela faz aulas de português uma vez por semana nos EUA.
"Sou uma mistura. Sou um pouquinho mais brasileira. Adoro a cultura daqui. A comida é muito boa. A música é vibrante. Quero morar aqui um pouquinho", diz, muitas vezes usando o diminutivo.
As músicas, em boa parte, são influência da mãe. Ela gosta de Marisa Monte, já foi a show de Jorge Ben e também descobriu recentemente o grupo Raça Negra.
Quando está no Brasil, sente falta do namorado (Chase, 17), da irmã (Sofia, 12), do pai (Charles) e do cachorro, um shitzu chamado Sachi. "É uma coincidência com Sochi. Na verdade o nome significa felicidade em japonês, e ele é muito bonitinho", explica.
Nos EUA, ela deseja cursar nutrição na universidade. Está no último ano do equivalente ao ensino médio.
Lá também quer continuar sendo orientada pelo exigente técnico russo Andrey Kryukov, que não queria deixá-la faltar aos treinos para receber o prêmio em São Paulo.
A meta de Isadora é ficar entre as 24 melhores da patinação artística na Olimpíada. Em Sochi, das 30 atletas seis são eliminadas após a primeira apresentação (mais curta).
"Desde os 12 anos eu falava com minha mãe que queria representar o Brasil em uma Olimpíada", lembra Isadora, em uma manhã quente, na beira da piscina de um hotel paulistano, sem fugir do sol, que diz gostar mais do que o frio do subúrbio de Washington, onde ainda mora.
Petkovic espera fim de seu 'calvário australiano'
Foto: Divulgação

Petkovic sofreu lesões nos últimos anos no país
Petkovic sofreu lesões nos últimos anos no país
"Os australianos me perguntam se ainda gosto daqui, mas amo a Austrália", comentou Petkovic. Em 2012, a alemã descobriu em Brisbane que tinha uma fratura nas costas. No ano seguinte, sofreu uma lesão grave no joelho que exigiu uma cirurgia. "Há memórias ruins. Também machuquei meu joelho aqui em 2008, mas por outro lado eu fiz quartas de final de um Slam pela primeira vez em Melbourne, em 2011".
Petkovic confessou que pensou várias vezes se conseguiria retornar a jogar em alto nível. "Muita gente achava que eu iria me aposentar depois da terceira ou quarta grande lesão. Todos falam que nunca deixaram de acreditar enquanto estiveram machucados, mas não foi assim comigo. Eu duvidei muito de mim mesma e ainda duvido".
"Mas nunca deixei de querer. Sempre tive a vontade de treinar e fazer reabilitação porque adoro competir. Parar de jogar machucada não era o jeito certo. Tinha que me despedir de um jeito melhor", acrescentou a alemã, que conseguiu voltar ao top 50 em 2013. "Espero voltar à Alemanha inteira depois dos últimos três anos", brincou.
Algo que a Austrália provavelmente não verá de Petkovic é sua famosa dancinha após as vitórias. "Eu aposentei minha dança após todas as lesões que eu tive. Não tinha vontade de dançar", disse. Mas ela não descarta fazê-la novamente se o público pedir. "Quem sabe? Posso estar mais feliz agora, não sei".
Ivanovic recusou papel no cinema por treinamentos
Foto: Arquivo

Ivanovic não gosta de ler matérias sobre ela
Ivanovic não gosta de ler matérias sobre ela
"A maioria das ofertas foi para filmes independentes, mas havia um papel para um filme grande em Hollywood que parecia muito legal. Era mais que uma ponta, mas não um papel principal. Seria bom para mim, porque envolvia um pouco de ação", contou a ex-número 1 do mundo.
No entanto, Ivanovic não aceitou a proposta. "Algumas cenas e 10 linhas de diálogo levaria oito dias para filmar. Eu não quis sacrificar meus treinamentos por tanto tempo", comentou. A sérvia ocupa atualmente a 16ª colocação no ranking mundial.
Sempre alvo de notícias e fofocas na imprensa sérvia, Ivanovic também diz que evita saber o que é publicado sobre ela. "Não gosto de ler coisas sobre mim. Apenas fico treinando e jogando, concentrando em ser uma jogadora melhor. Espero ser um exemplo, não fico prestando atenção na aparência dos outros, mas sim no tênis".
Pai de Wozniacki diz que ajudará novo treinador
Foto: Arquivo

Piotr diz que Caroline precisa dele no circuito
Piotr diz que Caroline precisa dele no circuito
"Eles querem que eu vá a Melbourne. Eles acham que é o melhor. Thomas acredita que é importante que eu ajuda no treinamento e nas competições. Seria muito drástico para Caroline se eu sumisse completamente. Estive ao lado dela nos últimos 16 anos, então não sou dispensável de um dia para o outro. Caroline precisa do meu apoio", disse Piotr ao jornal dinamarquês Ekstra Bladet.
Wozniacki já trabalhou com outros treinadores, mas todos reclamaram de interferências de Piotr no trabalho. No entanto, após a queda da dinamarquesa do topo para o final do top 10, os dois decidiram trazer o ex-técnico de Maria Sharapova. Wozniacki começa sua temporada no Premier de Brisbane na próxima semana.
Após morte da mãe, Petrova não vai a Melbourne
Foto: Arquivo

Petrova ainda não revelou quando volta a jogar
Petrova ainda não revelou quando volta a jogar
Assim como a filha, Nadezhda Ilyinafoi uma esportista de sucesso e conquistou a medalha de bronze para a União Soviética no atletismo, no revezamento 4x400, nos Jogos Olímpicos de 1976, em Montreal. A mãe de Petrova tinha 64 anos de idade.
Sem jogar desde o US Open, onde foi eliminada logo na primeira rodada, a russa está atualmente apenas na 104ª colocação no ranking. Petrova já foi a número 3 do mundo, em maio de 2006, soma 13 títulos de simples e 24 de duplas, sendo três destes conquistados em 2013.
Em ascensão, meninas do Brasil miram Teliana
Apesar do grande sucesso da pernambucana Teliana Pereira em 2013, o tênis feminino brasileiro ainda está em desvantagem quando comparado ao masculino. Mesmo não tendo um nome sequer no top 100 da ATP, o país tem atualmente bem mais consistência entre os homens, que são quatro entre os 200 e sete entre os 300. Já na WTA apenas Teliana figura no top 200 e são três ao todo as que estão no top 300.
Só que os resultados conquistados pelas meninas brasileiras neste ano deixam uma boa expectativa de que a maré pode mudar no futuro. Recém-promovida à condição de número 2 do país, a paulista Laura Pigossi, de 19 anos, acredita que o maior apoio ao tênis feminino e a quantidade crescente de torneios no Brasil está diretamente relacionada ao crescimento dos resultados das representantes nacionais no circuito.
Outro ponto importante levantado por ela é a possibilidade maior de intercâmbio, jogando também torneios fora do país, principalmente na Europa. E neste aspecto Laura não está sozinha, tendo a companhia da paulista Paula Gonçalves e de gaúcha Gabriela Cé, outros expoentes da nova geração do tênis feminino. "Uma coisa muito importante é que estamos mesclando torneios na Europa, o que agrega muito ao nosso nível de jogo", explica Gabi.
"Não é por acaso que estamos conquistando resultados positivos. Lá o nível de uma guria de ranking 1000 é completamente diferente de uma sul-americana", acrescenta a canhota gaúcha de 20 anos, que disputou 13 eventos na Europa ou no norte da África. Com as outras duas paulistas não foi muito diferente, Laura jogou 12 vezes por lá e Paula 13 vezes (tendo ainda outros cinco nos EUA).
"Pode não ser uma coisa de outro mundo, mas você vê que o buraco é bem mais embaixo, você tem que lutar mais para ganhar os pontos e os jogos", revela Cé, que começou o ano na 445ª colocação e agora ocupa a 313ª. Ascensão maior ainda teve Pigossi, que saiu do 566º posto para o atual 290º, ao passo que Gonçalves foi a que menos subiu, era a 342ª e agora é a 329ª.
Teliana foi outra que melhorou muito o ranking em 2013, ganhou mais de 60 colocações no decorrer da temporada e se tornou a primeira brasileira a chegar ao top 100 em 23 anos, repetindo o feito de Andrea Vieria que em 16 de abril de 1990 ocupava a 95ª posição. Este feito tem servido de inspiração para as mais novas que vêm logo abaixo. "Nos mostra que o caminho está aí. Acaba sendo uma motivação a mais, uma pessoa de seu país conseguindo resultados", observa Gabi.
"Estou feliz pela Teliana, tenho certeza que ela vai subir mais no ranking e tenho certeza que também as outras jogadoras que estão vindo. É uma motivação extra. Estamos começando a entrar em um momento bom", acrescenta Paulinha, otimista pelo futuro do tênis feminino. "Teliana é uma inspiração, machucou o joelho e voltou. É a prova que treinando duro todo mundo consegue chegar lá", complementa Laura.
Para Gonçalves, além de servir como motivação, os feitos de Teliana também podem ajudar mais diretamente, já que a pernambucana sempre que pode conversa com as mais novas. "Ela passa informações para gente. Já jogou quali de Grand Slam e agora vai para chave principal, com certeza vai ter outras coisas para contar de suas novas experiências em chaves principais (de WTA)", finaliza a paulista de 23 anos.
Só que os resultados conquistados pelas meninas brasileiras neste ano deixam uma boa expectativa de que a maré pode mudar no futuro. Recém-promovida à condição de número 2 do país, a paulista Laura Pigossi, de 19 anos, acredita que o maior apoio ao tênis feminino e a quantidade crescente de torneios no Brasil está diretamente relacionada ao crescimento dos resultados das representantes nacionais no circuito.
Outro ponto importante levantado por ela é a possibilidade maior de intercâmbio, jogando também torneios fora do país, principalmente na Europa. E neste aspecto Laura não está sozinha, tendo a companhia da paulista Paula Gonçalves e de gaúcha Gabriela Cé, outros expoentes da nova geração do tênis feminino. "Uma coisa muito importante é que estamos mesclando torneios na Europa, o que agrega muito ao nosso nível de jogo", explica Gabi.
"Não é por acaso que estamos conquistando resultados positivos. Lá o nível de uma guria de ranking 1000 é completamente diferente de uma sul-americana", acrescenta a canhota gaúcha de 20 anos, que disputou 13 eventos na Europa ou no norte da África. Com as outras duas paulistas não foi muito diferente, Laura jogou 12 vezes por lá e Paula 13 vezes (tendo ainda outros cinco nos EUA).
Foto: Cristiano Andujar/CBT
Paula e Laura veem Teliana como fonte de inspiração
Paula e Laura veem Teliana como fonte de inspiração
"Pode não ser uma coisa de outro mundo, mas você vê que o buraco é bem mais embaixo, você tem que lutar mais para ganhar os pontos e os jogos", revela Cé, que começou o ano na 445ª colocação e agora ocupa a 313ª. Ascensão maior ainda teve Pigossi, que saiu do 566º posto para o atual 290º, ao passo que Gonçalves foi a que menos subiu, era a 342ª e agora é a 329ª.
Teliana foi outra que melhorou muito o ranking em 2013, ganhou mais de 60 colocações no decorrer da temporada e se tornou a primeira brasileira a chegar ao top 100 em 23 anos, repetindo o feito de Andrea Vieria que em 16 de abril de 1990 ocupava a 95ª posição. Este feito tem servido de inspiração para as mais novas que vêm logo abaixo. "Nos mostra que o caminho está aí. Acaba sendo uma motivação a mais, uma pessoa de seu país conseguindo resultados", observa Gabi.
"Estou feliz pela Teliana, tenho certeza que ela vai subir mais no ranking e tenho certeza que também as outras jogadoras que estão vindo. É uma motivação extra. Estamos começando a entrar em um momento bom", acrescenta Paulinha, otimista pelo futuro do tênis feminino. "Teliana é uma inspiração, machucou o joelho e voltou. É a prova que treinando duro todo mundo consegue chegar lá", complementa Laura.
Para Gonçalves, além de servir como motivação, os feitos de Teliana também podem ajudar mais diretamente, já que a pernambucana sempre que pode conversa com as mais novas. "Ela passa informações para gente. Já jogou quali de Grand Slam e agora vai para chave principal, com certeza vai ter outras coisas para contar de suas novas experiências em chaves principais (de WTA)", finaliza a paulista de 23 anos.
Fluminense confirma Renato Gaúcho após 'novela' com patrocinador
Renato Gaúcho200 fotos
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28.11.2013 - Renato Gaúcho acompanha o treinamento do Grêmio no Olímpico Lucas Uebel/Divulgação/Grêmio FBPA
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O treinador era o nome favorito de Celso Barros, presidente da Unimed, porém não o de Peter, que preferia Cristóvão Borges e Ney Franco para o comando da equipe. A patrocinador deve bancar a maior parte dos salários da comissão técnica de Renato, e os valores giram em torno de R$ 650 mil.
Para a comissão técnica, o treinador deve contar com o Alexandre Mendes e o preparador de goleiros Victor Hugo, que também já trabalhou no tricolor. O detalhe é que o Fluminense já conta com um preparador de goleiros e quer Marcão como auxiliar-técnico fixo. Renato Gaúcho, porém, traria três nomes. O time carioca pagaria profissionais para a mesma função.
Renato Gaúcho treinou o Grêmio no Campeonato Brasileiro e foi vice-campeão da competição, além de levar a equipe à vaga na Copa Libertadores de 2014. No Fluminense, o treinador foi campeão da Copa do Brasil em 2007.
A vinda do treinador trouxe à tona uma queda de braço entre Peter Siemsen e Celso Barros que estão em crise desde a eliminação do Fluminense na Copa Libertadores deste ano. Desde então, Barros e Siemsen divergiram em praticamente todas as decisões no comando do futebol, com o patrocinador tendo a palavra final seguidamente.
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Dorival Junior - técnico Não fica. O técnico foi contratado para livrar o Fluminense do rebaixamento nas últimas cinco rodadas do Brasileiro. Somou três vitórias, um empate e uma derrota, mas fracassou e não renovará o vínculo NELSON PEREZ/FLUMINENSE F.C.
Guardiola, o 'rei do camarote' entre os 'professores'; 'sargento' Felipão aparece em 23º
O badalado espanhol Pep Guardiola é o ‘rei do camarote' entre os ‘professores' do planeta bola. O comandante do Bayern de Munique, tricampeão mundial de clubes, lidera o ranking dos que mais faturaram no tico-tico sem fubá, com R$ 55 milhões brutos por ano.
Depois, aparecem o português José Mourinho, do Chelsea (R$ 32,6 mi), o italiano Marcelo Lippi, do Guangzhou Evergrande (R$ 32,5 mi) e o francês Arsene Wenger, do Arsenal (R$ 26,7).
Sozinho, Guardiola ganha mais que a maioria dos treinadores da primeira divisão espanhola juntos. Ancelotti e Tata Martino são que embolsam os melhores salários na Espanha. O ‘professor' do Real Madrid levanta R$ 24,4 mi/ano, e o do Barça, R$ 17,5 mi, de acordo com a Pluri Consultoria.
Apenas um brasileiro aparece na lista: o ‘sargento' Felipão, em 23º, com R$ 8,4 milhões - ano passado, o ranking tinha cinco. O ‘professor' mais bem remunerado numa seleção é o italiano Fabio Capello (R$ 24,4 mi/Rússia/quinto na lista), seguido pelo inglês Roy Hodgson (R$ 10,5 mi/Inglaterra/13º).
Já na pátria das chuteiras furadas, Abel Braga, que fechou com o Saci colorado, é o rei da cocada preta, à frente de Mano Menezes e ‘Muriçoca' Ramalho. A pesquisa mostrou que houve um recuo de 14% nos holerites em relação a 2012. O faturamento dos ‘professores' em 2013 (em milhões de reais/ano):
1) Abel Braga: R$ 6,5
2) Mano Menezes: R$ 6,5
3) ‘Muriçoca' Ramalho: R$ 6,5
4) Dorival Jr: R$ 6,1
5) Marcelo Oliveira: R$ 5,8
6) Renato Gaúcho: R$ 5,8
7) Oswaldo de Oliveira: R$ 4,9
8) Cuca: R$ 4,5
9) Gilson Kleina: R$ 2,6
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Doce lar. A menos de seis meses para a bola rolar na grande festa da mamãe Fifa, um gol de placa: as diárias nos hotéis das cidades-sede da Copa subiram razoáveis 100%. Em Salvador e Natal, o reajuste foi um pouco maior, nada espantoso, algo em torno de 250%. Esses agradáveis números foram conhecidos após uma pesquisa envolvendo mais de 245 pensões de 26 grandes redes hoteleiras. Hoje, uma noite numa das choupanas sai fácil por mais de R$ 4 mil. E o sono vai ficar melhor no Mundial. Chama o Pluto!
2) Mano Menezes: R$ 6,5
3) ‘Muriçoca' Ramalho: R$ 6,5
4) Dorival Jr: R$ 6,1
5) Marcelo Oliveira: R$ 5,8
6) Renato Gaúcho: R$ 5,8
7) Oswaldo de Oliveira: R$ 4,9
8) Cuca: R$ 4,5
9) Gilson Kleina: R$ 2,6
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Doce lar. A menos de seis meses para a bola rolar na grande festa da mamãe Fifa, um gol de placa: as diárias nos hotéis das cidades-sede da Copa subiram razoáveis 100%. Em Salvador e Natal, o reajuste foi um pouco maior, nada espantoso, algo em torno de 250%. Esses agradáveis números foram conhecidos após uma pesquisa envolvendo mais de 245 pensões de 26 grandes redes hoteleiras. Hoje, uma noite numa das choupanas sai fácil por mais de R$ 4 mil. E o sono vai ficar melhor no Mundial. Chama o Pluto!
Dona Fifi. E o Papai Noel da pelota nacional, hein? Só pedidos de R$ 1,99. Ho ho, ho. Merry Christmas.
Pica-Pau. Depois de espinafrar o soberano São Paulo por ter sido afastado do elenco ("fui humilhado, discriminado, parece uma ditadura"), o zagueiro Lúcio foi informado que poderá estender as férias em janeiro. Não precisará interromper o período de sombra e água fresca no dia 6, quando o grupo dará o pontapé inicial na pré-temporada. O zagueiro ganha R$ 500 mil por mês e está na mira do Palmeiras.
Sugismundo Freud. Esqueça o passado, sonhe com o futuro e curta o presente.
Papa, 1 a 0. A visita do papa Francisco rendeu mais que a Copa das Confederações. Cerca de 3,5 milhões de católicos estiveram na Cidade Maravilhosa das balas perdidas e movimentaram R$ 1,2 bilhão na economia brasileira, de acordo a Embratur. Já o torneio da mamãe Fifa atraiu 250 mil turistas nas seis cidades-sede e abocanhou R$ 740 milhões.
De chaleira. Novo reforço do imortal Grêmio, o zagueiro Pedro Geromel é um pé-quente. Caiu duas vezes na Europa, uma com o Colônia e outra com o Mallorca.
Gilete press. De Tai Nalon, na ‘Folha': "O governo federal já está atuando preventivamente para evitar protestos violentos durante a Copa. Segundo o ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência), o Palácio do Planalto espera atos como os ocorridos em junho, mas planeja enviar representantes às 12 cidades-sede para monitorar demandas de movimentos sociais. A presidente Dilma Rousseff tem reiteradamente repudiado ações como a dos ‘black blocs' em protestos pelo país. O temor do Planalto é que situações de extrema violência, como as ocorridas em São Paulo em outubro, ponham em risco a realização do evento, que ocorre às vésperas do início oficial da campanha eleitoral." A Copa é deles, a conta é nossa.
Tititi d'Aline. O garoto Lucas tem grandes possibilidades de retornar ao soberano São Paulo por empréstimo. As chances são de 0,0009%, informou o empresário Wagner Ribeiro, antes de um jogo beneficente. Vai Tricolor!
Você sabia que... o ‘new Maraca' abrigou 56 partidas em seis meses, média de 9,3 jogos por mês?
Bola de ouro. Handebol feminino. Uma volta triunfal. Sem estrelismos. As meninas deram um show de humildade no aeroporto de Guarulhos. Ah, se fosse um time de futebol...
Bola de latão. Mercado das chuteiras. Muito blá-blá-blá e pouquíssimos negócios. Os clubes estão de pires na mão, mas ficam iludindo os torcedores.
Bola de lixo. CBF. O glorioso Circo Brasileiro de Futebol, comandado com sabedoria inquestionável por Zé da Medalha, entrou em recesso até 5 de janeiro. Nada mais justo. Ninguém é de ferro. Mesmo porque, o ludopédio nacional vive ótimo momento zen. Sexta, por exemplo, será disputada a 40ª rodada do Brasileirão no STJD.
Bola sete. "Acredito que o primeiro passo foi dado. Agora precisamos melhorar a Liga, de mais apoio. Você não tem noção de como é triste as criancinhas de 13 anos olharem para você e perguntar onde podem jogar handebol" (de Alexandra, melhor jogadora do mundo - no alvo).
Dúvida pertinente. Renato Gaúcho confirmado como treinador do Fluminense: alguém ainda tem dúvidas de quem manda nas Laranjeiras?
Seleção Brasileira desembarca com festa após título mundial de handebol
Com direito a muito samba, as campeãs da Seleção Brasileira feminina de handebol desembarcaram na manhã desta terça-feira no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) com status de ídolos. Alguns torcedores estiveram com cartazes e bandeiras para recepcionar as atletas, que vieram da Sérvia após a conquista do título inédito do Campeonato Mundial da modalidade.
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Assim que surgiram no saguão, as jogadoras foram recepcionadas com gritos de "é campeão" e muita festa por parte dos familiares. Um exemplo disso aconteceu com a família da jovem Mariana Costa, que viajou de Piracicaba para reencontrar a atleta após o título Mundial.
- Estou aqui fazendo a minha parte e representando todas as mães orgulhosas que não puderam estar aqui. Essas garotas merecem todo o nosso respeito, ainda mais após essa conquista maravilhosa - disse Eliana Alves, mãe da ponta-direita Mariana Costa.

Jogadores da Seleção exibem troféu no aeroporto de Guarulhos (FOTO: Reginaldo Castro)
A emoção das atletas era visível durante as entrevistas. Com exclusividade ao LANCE!Net, Deonise Cavaleiro comentou sobre o seu retorno ao Brasil e o futuro do esporte no país.
- O Brasil deve ser o país de todos os esportes. Vamos tentar colocar o handebol dentro do caração das pessoas e essa festa aqui em Guarulhos demonstra a importância da nossa conquista - comentou.
Outras jogadoras seguem viagem a partir do Aeroporto de Guarulhos: Ana Paula vai para São Luís (MA), Alexandra para Vitória (ES), Débora para Porto Alegre (RS), Duda Amorim para Navegantes (SC) e Samira para o Recife (PE)
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