- 15h00ZEN 1x1 ATL
- 17h45CEL 0x3 MIL
- 17h45AJA
2x1
BAR
- 17h45STE
0x0
SCH
- 17h45BAS
1x0
CHE
- 17h45ARS
2x0
OLY
- 17h45BVB
3x1
NAP
- 17h45FCP
1x1
VIE
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
terça-feira, 26 de novembro de 2013
LIGA DOS CAMPEÕES
Na Copa do Brasil, Flamengo adota estratégia do chutão que é marca registrada do Atlético-PR
No empate (1 a 1) de quarta-feira em Curitiba, foi elevado o número
de bolas rebatidas, chutões como arma defensiva para espanar a pelota
para longe. Escrevi sobre isso no blog — clique aqui
e leia —, pois a média foi de quase uma bola rebatida por minuto,
afastada do jeito que dá, no bumba-meu-boi inclusive. O jogo ficou feio
em alguns momentos.
O Barcelona, para dar um exemplo bem radical, chega a dar míseras quatro rebatidas num jogo, como na vitória recente sobre o Ajax por 4 a 0 na Liga dos Campeões. Na Copa das Confederações, o Espanha rebateu, em média, 14,8 bolas por jogo e o Brasil 26,8. O Japão, líder desse ranking, acumulou média de 37,3 rebatidas por cotejo.
Mas existe uma importante diferença de comportamento de um dos dois times se observarmos Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Afastar a bola com chutões sem cerimônia é parte da estratégia do Atlético Paranaense, que o Flamengo adota bem mais apenas no mata-mata da Copa do Brasil, onde vai bem. Já no Campeonato Brasileiro, no qual faz modesta campanha, tal recurso é muito menos utilizado pelo time carioca.
Rebatidas na Copa do Brasil
Flamengo1 x 1 Botafogo - 40
Botafogo 0 x 4 - 47
Goiás 1 x 2 - 44
2 x 1 Goiás - 41
Atlético-PR 1 x 1 - 49
Atlético ParanaenseInternacional 1 x 1 - 54
0 x 0 Internacional - 50
1 x 0 Grêmio - 37
Grêmio 0 x 0 - 57
1 x 1 Flamengo - 40
Copa do Brasil
Os que mais rebateram*Nacional 53,5
Luverdense 51,5
Palmeiras 49,5
Atlético-PR 43,3
Grêmio 42,2
Flamengo - 42,0
* média, desde as oitavas-de-finais
Fonte: Footstats
O Barcelona, para dar um exemplo bem radical, chega a dar míseras quatro rebatidas num jogo, como na vitória recente sobre o Ajax por 4 a 0 na Liga dos Campeões. Na Copa das Confederações, o Espanha rebateu, em média, 14,8 bolas por jogo e o Brasil 26,8. O Japão, líder desse ranking, acumulou média de 37,3 rebatidas por cotejo.
Mas existe uma importante diferença de comportamento de um dos dois times se observarmos Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Afastar a bola com chutões sem cerimônia é parte da estratégia do Atlético Paranaense, que o Flamengo adota bem mais apenas no mata-mata da Copa do Brasil, onde vai bem. Já no Campeonato Brasileiro, no qual faz modesta campanha, tal recurso é muito menos utilizado pelo time carioca.
Reprodução TV
Flamengo: média de rebatidas maior na Copa do Brasil do que no Brasileiro
Rebatidas na Copa do Brasil
Flamengo1 x 1 Botafogo - 40
Botafogo 0 x 4 - 47
Goiás 1 x 2 - 44
2 x 1 Goiás - 41
Atlético-PR 1 x 1 - 49
Atlético ParanaenseInternacional 1 x 1 - 54
0 x 0 Internacional - 50
1 x 0 Grêmio - 37
Grêmio 0 x 0 - 57
1 x 1 Flamengo - 40
Copa do Brasil
Os que mais rebateram*Nacional 53,5
Luverdense 51,5
Palmeiras 49,5
Atlético-PR 43,3
Grêmio 42,2
Flamengo - 42,0
* média, desde as oitavas-de-finais
Fonte: Footstats
Com presidente irredutível, tendência é Gílson Kleina deixar Palmeiras
O presidente Paulo Nobre trabalha com as regras do mercado
financeiro. A lógica é ganhar bônus por vitórias e ter salário mais
baixo. A insatisfação de Gílson Kleina com a proposta de redução
salarial até foi driblada com a tentativa de aumentar um pouco a
proposta inicial do Palmeiras. Mas o presidente é irredutível quanto aos
valores.
Para ter ganhos semelhantes aos da temporada passada, não bastaria a Kleina ganhar um título, o Paulistão. Teria de ganhar a Copa do Brasil e colocar o clube na zona de classificação da Libertadores. A parte profissional da diretoria, Omar Feitosa e José Carlos Brunoro, negocia a ampliação desses ganhos. Julgam que o melhor caminho é a permanência do treinador campeão da Série B.
A conversa longa também gera desgaste. Especialmente porque as notícias da negociação têm vazado, como o Palmeiras não gostaria que estivesse acontecendo.
Mesmo entre eles, há argumentos favoráveis aos ganhos por resultados. Julga-se que o mercado brasileiro compromete os treinadores com as derrotas. Os salários são altos e a as multas maiores. Perder leva à demissão e à rescisão unilateral do contrato. Ou seja, o técnico ganha mais para perder do que para vencer.
Não deixa de ser verdade.
A questão é como mudar essa tendência isoladamente. O Palmeiras pode perder Kleina e não ter técnicos de primeiro escalão no mercado. Jorginho e Caio Júnior são as alternativas do que (talvez) aceitem receber o valor proposto a Gílson Kleina. Técnicos empregados em clubes menores e que levaram seus clubes à parte de cima da tabela já sinalizaram que não aceitariam a pressão do Palmeiras nem sequer pelos R$ 300 mil que Kleina recebeu este ano. Uma coisa é trocar Gílson Kleina por Felipão, por Marcelo Bielsa, por Pep Guardiola.
Outra é fazer a mudança sem ter um plano B.
Para ter ganhos semelhantes aos da temporada passada, não bastaria a Kleina ganhar um título, o Paulistão. Teria de ganhar a Copa do Brasil e colocar o clube na zona de classificação da Libertadores. A parte profissional da diretoria, Omar Feitosa e José Carlos Brunoro, negocia a ampliação desses ganhos. Julgam que o melhor caminho é a permanência do treinador campeão da Série B.
A conversa longa também gera desgaste. Especialmente porque as notícias da negociação têm vazado, como o Palmeiras não gostaria que estivesse acontecendo.
Mesmo entre eles, há argumentos favoráveis aos ganhos por resultados. Julga-se que o mercado brasileiro compromete os treinadores com as derrotas. Os salários são altos e a as multas maiores. Perder leva à demissão e à rescisão unilateral do contrato. Ou seja, o técnico ganha mais para perder do que para vencer.
Não deixa de ser verdade.
A questão é como mudar essa tendência isoladamente. O Palmeiras pode perder Kleina e não ter técnicos de primeiro escalão no mercado. Jorginho e Caio Júnior são as alternativas do que (talvez) aceitem receber o valor proposto a Gílson Kleina. Técnicos empregados em clubes menores e que levaram seus clubes à parte de cima da tabela já sinalizaram que não aceitariam a pressão do Palmeiras nem sequer pelos R$ 300 mil que Kleina recebeu este ano. Uma coisa é trocar Gílson Kleina por Felipão, por Marcelo Bielsa, por Pep Guardiola.
Outra é fazer a mudança sem ter um plano B.
Carol Meligeni Alves aplica 'bicicleta' em São Paulo
São Paulo (SP) - O primeiro dia no ITF de São Paulo teve vitórias das duas cabeças de chave que entraram em quadra e uma "bicicleta" de Carolina Meligeni Alves diante de Marie Decamps, duplo 6/0. A jovem aguarda a argentina Andrea Benitez ou a brasileira Giovanna Tomita.
Cabeça de chave 2, Nathalia Rossi passou pela portuguesa Ivone Alvaro com parciais de 6/3 e 6/1 e está na segunda rodada, assim como a taiwanesa Pei-Chi Lee, quarta favorita. Rossi enfrenta a argentina Stephanie Petit, que venceu a brasileira Yasmine Guimarães por duplo 6/2.
Já a taiwanesa Pei-Chi Lee, quarta favorita, marcou 6/0 e 6/3 diante de Julia Albuquerque e tem pela frente Bárbara Oliveira, algoz de Sophia Chow por 6/4 e 6/3. Flávia Bueno também venceu na estreia, 7/6 (7-5) e 6/2 contra Juliana Cardoso. Ela espera a compatriota Emily Chang ou a chilena Fernanda Brito.
Cabeça de chave 2, Nathalia Rossi passou pela portuguesa Ivone Alvaro com parciais de 6/3 e 6/1 e está na segunda rodada, assim como a taiwanesa Pei-Chi Lee, quarta favorita. Rossi enfrenta a argentina Stephanie Petit, que venceu a brasileira Yasmine Guimarães por duplo 6/2.
Já a taiwanesa Pei-Chi Lee, quarta favorita, marcou 6/0 e 6/3 diante de Julia Albuquerque e tem pela frente Bárbara Oliveira, algoz de Sophia Chow por 6/4 e 6/3. Flávia Bueno também venceu na estreia, 7/6 (7-5) e 6/2 contra Juliana Cardoso. Ela espera a compatriota Emily Chang ou a chilena Fernanda Brito.
Navratilova: 'Mais fácil amarem Federer que Serena'
Foto: Arquivo

Navratilova ainda vê as mulheres menos valorizadas
Navratilova ainda vê as mulheres menos valorizadas
"Os homens ainda têm mais oportunidades, mas companhias são comandadas por homens e por isso eles estão mais dispostos a patrocinar atletas masculinos", declarou a campeã de 18 Grand Slam. "Continua sendo difícil aceitarem mulheres fortes, ao passo que os homens são mais facilmente aceitos, não têm seus feitos contestados", complementou.
"É mais fácil para Roger Federer ser amado por alguém do que para Serena Williams, apenas pelo fato dele ser um cara. Não sei quanto isso tem a ver com a própria Serena ou com o fato de ela ser uma mulher afro-americana", pontuou Navratilova, que acredita que é mais difícil reconhecerem os grandes feitos das mulheres esportistas.
A ex-número 1 do mundo ainda lembrou que sua volta ao circuito da WTA em 2000 teve muito menos repercussão do que teve o retorno de Michael Jordan à NBA. "Quando Jordan voltou a reação era 'nossa, como ele é incrível', mas quando eu voltei não houve a mesma reação", disparou Navratilova.
"Hoje em dia dizem que Serena não encontra concorrência no circuito, mas Federer também esteve em situação parecida antes e ninguém ficava lamentando como fazem agora, dizendo que não há tanta competitividade no circuito feminino", finalizou a tcheca naturalizada norte-americana.
Woznaicki confirma sua participação em Brisbane
Foto: Arquivo

Nesta temporada, Wozniacki caiu na estreia em Brisbane
Nesta temporada, Wozniacki caiu na estreia em Brisbane
Atual número 10 do mundo, ela revelou a novidade depois de discutir o calendário com o namorado, o golfista Rory McEllroy, que joga nesta semana na Austrália e não terá a companhia da Wozniacki. "É muito longe viajar para a Austrália e não quero fazer duas viagens assim em um curto período de tempo", disse a dinamarquesa.
Wozniacki vai iniciar a sua temporada em Bisbane e depois segue para Sydney, encerrando lá sua preparação para o primeiro Slam do ano. Dona de 23 títulos na carreira, apenas um deles foi conquistado na temporada de 2013 e a dinamarquesa espera que o próximo ano seja mais vitorioso.
"Os momentos de baixa apenas fazem os de alta serem melhores ainda, você os aprecia mais. Sei que se trabalhar duro, posso vencer um Grand Slam", comentou a dinamarquesa, que não se preocupa muito com as oscilações. Em seu primeiro torneio de 2014, Wozniacki terá a companhia da norte-americana Serena Williams, da russa Maria Sharapova e da bielorrussa Victoria Azarenka.
Presidente do Coritiba encerra polêmica do suposto 'tapetão': 'O assunto morreu'
Presidente do Coritiba confirma conversa entre advogados de clubes 'ameaçados', mas garante que não ocorrerá um tapetão
O presidente do Coritiba, Vilson Ribeiro de Andrade, esclareceu a polêmica do suposto ‘tapetão' que poderia ocorrer no Campeonato Brasileiro. De acordo com o mandatário, o ‘assunto morreu', e o Coritiba ‘jamais decidiria fora de campo a sua competência'.
LEIA MAIS:Nove times ainda brigam matematicamente contra três vagas na Série B; veja as contas
ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PRESIDENTE DO CORITIBA
Com aval da CBF, 'acusados' Portuguesa e Criciúma mostram tranquilidade
ENTREVISTA EXCLUSIVA COM O PRESIDENTE DO CORITIBA
Com aval da CBF, 'acusados' Portuguesa e Criciúma mostram tranquilidade
"Essa conversa (sobre a suposta irregularidade da Portuguesa) prosperou entre os advogados, mas nunca chegou ao nível de presidentes, nem do Coritiba, nem do Fluminense, nem do Vasco, ou de qualquer outro time. Advogados de Coritiba, Vasco e Fluminense conversaram entre eles. Esse comentário feito pelos advogados vazou, não sei de que forma, de que haveria um movimento no sentido de entrar com uma ação. Isso nunca aconteceu, os presidentes nunca foram envolvidos nisso", disse Vilson Ribeiro de Andrade, em entrevista ao programa Bate-Bola segunda edição.
"A CBF já se pronunciou, e ela se pronunciando o assunto morreu, porque na realidade ele nem se iniciou. Se deu vazão a um assunto que, efetivamente, não havia procedência por parte da direção dos clubes", prosseguiu.
Fluminense nega que faça parte da tentativa de virar a mesa no Brasileirão
Uma ameaça de virada de mesa parece rondar o Brasileirão. O Fluminense, beneficiado no passado, estaria entre os clubes que buscam a perda de pontos de agremiações, o que alteraria a classificação do Campeonato - clique aqui e leia mais a respeito. O blog entrou em contato com o presidente do atual campeão nacional. Recém-reeleito para mais três anos de Peter Siemsem nega que o time das Laranjeiras esteja envolvido em tal reinvidicação.
Reprodução
Siemsen garante que Flu não está envolvido no 'tapetão'
"Já estava sabendo disso. Esse zum-zum-zum começou há algum tempo e há umas duas semanas eu dei ordens no clube para que o Fluminense não se envolva nisso", assegurou Siemsem, que prefere falar de sua preocupação com a situação do time em campo na luta contra o rebaixamento. "É um momento difícil e estou preocupado depois da derrota de ontem (Santos 1 a 0)". O dirigente afirma que é contra qualquer tipo de mudança na situação do campeonato a partir de recursos no chamado "tapetão".
Em 1996, os tricolores caíram para a segundona. Após uma virada de mesa, em 1997 voltaram a jogar a divisão de elite, sendo novamente rebaixados. Em 1998 caíram da B para a C. Então o Fluminense venceu a terceira divisão em 1999, mas foi direto para a primeira, sem jogar a Série B em 2000, ano em esteve na A, então chamada Copa João Havelange.
Outros clubes também foram beneficiados pela enorme confusão criada após o imbróglio que teve como pivô o Gama, do Distrito Federal. Mas o Flumiense é o mais lembrado pelos torcedores rivais. Muitos costumam dizer que o time carioca precisa "pagar a Série B que deve". Siemsem diz não gostar da expressão "virada de mesa" e acredita que o passado do clube não tenha relação com os fatos atuais.
"O Fluminense errou no passado e depois disso tudo ganhou duas vezes a Série A. Quem administra o futebol brasileiro é que deve trabalhar no sentido de melhorá-lo", disse, em referência à Confederaçao nacional. Sobre a situação de jogadores que eventualmente estejam irregulares, Peter Siemsem faz uma ressalva: "A CBF organiza o campeonato, se ela dá condições de jogo a um atleta, ele teve o nome publicado no BID, ela deu um aval".
O dublê de Messi
A lesão de Messi muda a vida de Neymar. No sábado, contra o Granada, o técnico argentino Tata Martino escalou o brasileiro de centroavante. Ou melhor, de falso 9. No mesmo lugar onde Messi costuma confundir as defesas rivais.
Neymar não é centroavante nem ponta-esquerda. É ponta-de-lança. Pode partir da beirada do campo em direção ao gol, como fazia no Santos, ou da intermediária para tentar o drible antes de invadir a área. Nos dois casos, Neymar é melhor quando vem de trás, com espaço.
Mas, pela terceira vez, jogou como centroavante, na função que Messi exerce com brilho e que outros técnicos tentam copiar pelo planeta.
Messi é único. Se fica entre os zagueiros, o zagueiro não sabe se o acompanha. Se vai atrás do argentino, abre espaço na defesa. Se não vai, a marcação fica com o volante, que também fica em dúvida. Se o cabeça-de-área recua um passo para marcar o melhor do mundo, abre espaço para Xavi e Iniesta criarem.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.
Fabregas é quem faz a função de reserva de Messi mais vezes e melhor. Neymar jogou assim três vezes. Levou nota 8 do jornal espanhol Marca contra o Valladolid, quando fez dois gols.
Contra o Celtic, na Escócia, mereceu nota 7. Teve atuação média, mas causou a expulsão do escocês Brown. Ajudou a decidir a partida. Sábado, recebeu 5,5. Não jogou tão bem.
O Barcelona costuma reclamar daquilo que apelidou de vírus FIFA. Quem volta das seleções nacionais lesiona-se ou joga mal, cansado pelas longas viagens.
A atuação discreta de Neymar no sábado pode ter essa razão também. Isso não exclui que se pense sobre a melhor maneira de utilizá-lo. Mano Menezes gostava de tê-lo de centroavante e justificava: "É o melhor finalizador do Brasil e precisa ficar perto do gol!"
Felipão prefere deixá-lo atrás do centroavante, algumas vezes pelo meio, outras pela ponta esquerda. Nos dois casos, tem liberdade para circular pelo ataque inteiro, para decidir jogos.
Hoje, esse parece o melhor jeito de utilizar o melhor jogador brasileiro da atualidade.
Há uma dualidade. Quando Messi não joga, fala-se mais de Neymar. Torna-se a maior atração do Barcelona, mais do que Iniesta, Xavi e Fabregas. Mas quando Messi joga, Neymar pode atuar do jeito que mais gosta. Marca um pouco mais os laterais, mas parte da intermediária para decidir jogos.
As duas situações mostram que Neymar ainda não é Messi. Ainda não briga para ser o melhor do mundo. Procura-se um novo Messi em seu período de lesão, mas ele não existe. O que existe é Neymar. Seu brilho é intenso. Mas diferente.
Mais uma volta ao passado da gestão Marin. Clubes de má fé no tribunal em busca de Justiça
O regulamento do Campeonato Brasileiro não dá margem a dúvida para quem tem a boa fé de entender a regra do jogo. Até 2003, nenhum jogador que tivesse atuado por outro clube no Campeonato Brasileiro poderia se transferir. De 2003 para cá, pode. Um clube pode contratar um jogador de outro clube se ele tiver atuado no máximo seis vezes no Brasileirão.
E essa regra vale para qualquer jogador inscrito em uma partida que seja do Brasileirão. Se tiver sido inscrito. Se não tiver nem se sentado no banco de reservas depois de o campeonato ter se iniciado, o atleta não pertence ao clube naquele campeonato. Exceto pelo fato de ter contrato assinado.
A regra é óbvia até para quem joga video-game. Mas para advogado especializado em Direito Esportivo não é. Então, o tapetão está prestes a voltar ao futebol brasileiro na gestão José Maria Marin, como mostra a boa matéria da repórter Camilo Mattoso no espn.com.br.
Qualquer um pode ir à Justiça, desde que saiba ler e tenha boa fé de interpretar o que está escrito. O regulamento é do Campeonato Brasileiro e vale para jogadores que tenham sido inscritos em partidas do Campeonato Brasileiro. Quem avaliza essa interpretação é o diretor do departamento técnico da CBF, Virgílio Elíseo.
O artigo da discórdia é este aqui:
Art. 9º - Um atleta poderá ser transferido de um clube para outro durante o
Campeonato Brasileiro da Série A, desde que tenha atuado em um número máximo de
seis partidas pelo clube de origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas
uma vez.
Parágrafo único - Cada clube poderá receber até cinco atletas transferidos de
outros clubes do Campeonato da Série A; de um mesmo clube da Série A, somente
poderá receber até três atletas.
Campeonato Brasileiro da Série A, desde que tenha atuado em um número máximo de
seis partidas pelo clube de origem, sendo permitido que cada atleta mude de clube apenas
uma vez.
Parágrafo único - Cada clube poderá receber até cinco atletas transferidos de
outros clubes do Campeonato da Série A; de um mesmo clube da Série A, somente
poderá receber até três atletas.
Se não jogou nenhuma, não está em questão, porque não está no campeonato.
É isso!
A Portuguesa tem nove jogadores emprestados por outras equipes. Desses, seis chegaram depois de o campeonato começar, mas só três atuaram por outras equipes da Série A: William Arão, Carlos Alberto e Gilberto.
Cañete, Bergson e Henrique estão fora dessa conta.
A filigrana jurídica é possível, mas é má fé. Ninguém levantou a hipótese antes de ser ameaçado de rebaixamento. Bastou a água bater no pescoço para Coritiba, Fluminense e Vasco gritarem.
Criciúma e Portuguesa, coitadinhos, ficam na berlinda.
A história lembra a disputa entre Vasco e Joinville no Brasileirão de 1986. Naquele ano, os 24 mais bem classificados seriam inscritos na Série A de 1987 -- pela primeira vez haveria Série A. No final da primeira fase, os eliminados estariam automaticamente rebaixados. Classificavam-se sete clubes por grupo e o Joinville superou o Vasco porque ganhou no tribunal um ponto do Sergipe, por um caso de doping. Com o ponto, o VAsco foi eliminado e automaticamente rebaixado.
Eurico Miranda gritou. Conseguiu liminar na Justiça que impedia seu grupo de prosseguir. Ficou parado por 20 dias. Numa sexta-feira, descobriu-se que a Portuguesa não estava quites com todas as suas obrigações financeiras e... pimba! "A Portuguesa está eliminada!" A imprensa gritou.
A CBF manteve a Lusa, manteve o Vasco, manteve o Joinville!!! Mudou o regulamento em plena disputa. Em vez de classificarem-se sete por grupo, entraram oito.
A pobre Portuguesa pode pagar o pato 27 anos depois. Por uma filigrana jurídica. Ou porque quem disputa os campeonatos não quer entender as regras esportivas.
Não quero um campeonato de advogados. Quero um campeonato de futebol!
Três cariocas nas duas pontas da tabela
Chega esta época do ano e lá vêm eles, os matemáticos, a nos entupir a vida com números que pouco significam no surpreendente e movediço mundo do futebol. Prefiro olhar as coisas de outro ângulo, embora igualmente enganoso. Refiro-me ao ângulo que nos permite ver, entender, analisar e definir cada time a partir do que eles vêm jogando, independentemente dos resultados que obtiveram até aqui e dos dois adversários que cada um tem pela frente.
Como o meu assunto são os times cariocas, excluo aqui o Flamengo de Jayme de Almeida, livre da queda e sem chance de chegar ao G4. Merecidamente, o Flamengo só tem para pensar, neste final de ano, na Copa do Brasil. Já os outros três, há muita bola rolando para cada um deles.
O Botafogo ainda sonha com a Libertadores, mas se afastou dela rodadas atrás. Depende só de si, é verdade, mas, seguindo a regra de pensar menos nos pontos ganhos e nos próximos adversários do que no que o time vem jogando, qualquer palpite nos encaminhará para o óbvio. O Botafogo é tão irregular, oscila tanto entre boas atuações e atuações medíocres, que fica sendo um desafio para todo mundo, os matemáticos inclusive. Aonde chegará a estrela solitária?
Vasco e Fluminense são outros casos. Um e outro viajam turbulentamente com as asas do desespero. Ainda não conferi, mas acho que os matemáticos, considerando os números, vêem mais chances de o Fluminense se livrar do pior (apenas um ponto de vantagem sobre o Vasco). Ao aquilatarem a força dos respectivos adversários, é possível que eles cheguem à mesma conclusão. Aparentemente, o Vasco pega uma moleza em casa (Náutico) e uma dureza fora (Atlético Paranaense), e o Fluminense, tanto no Rio (Atlético Mineiro) como em Salvador (Bahia), não vai sofrer menos.
Já os palpiteiros de plantão, entre os quais me incluo, preferem pensar no que os dois, Vasco e Fluminense, vem jogando. Comecemos por esquecer essa leviandade que estão cometendo ao atribuir a vitória do Vasco sobre o Cruzeiro a uma possível armação. A frase de Júlio Batista me deu impressão diferente da defendida pelos que acreditam em malfeitos no futebol. Pior foi a de Cris, becanca de pouco futebol e nenhum juízo, a pedir que o adversário entregasse o jogo. Mas esse episódio não pode ir por cima de uma verdade: o Vasco vem jogando o melhor que pode e sabe, enquanto o Cruzeiro como todo campeão, acomodou-se em meio as justas comemorações do título. Enfim, tudo normal.
É nisso que vejo no Vasco uma pitada de possibilidade a mais que o Fluminense. O time ora dirigido por Adilson Batista (jogo com o Corinthians à parte) vem brigando com suas parcas forças para não cair. E o Fluminense, mesmo com sua vitória sobre o São Paulo, vai mal, obrigado. Na derrota para o Santos, um time mal escalado (como não é o do Vasco), desorganizado (como não é o do Vasco) e estranhamente apático (como também não é do Vasco) atuou como quem já começa a pensar em como se sairá em 2014... na série B.
Claro, palpiteiros são tão falíveis quanto os matemáticos. Já pensaram se, nas duas últimas rodadas, o Fluminense tem atuações como sua torcida ainda não viu este ano? E se, pelo contrário, o Vasco tiver uma recaída? Sem falar que o Coritiba (42 pontos como o Fluminense), o Criciúma (43), a Portuguesa (44) e o Bahia (45) não estão nem aí para esse imbróglio carioca. Daqui pra frente, é cada um por si.
Destaque da Liga Europa, ex-Fluminense é cotado para defender Áustria
Red Bull
Já são 27 gols em 29 partidas na temporada. A atual fase de Alan, ex-Fluminense, é impressionante na Europa.
Alan defende o Red Bull Salzburg desde 2010
Jogador do Red Bull Salzburg, o atacante brasileiro vive seu melhor momento em território europeu. Além de ser o destaque da equipe no Campeonato Austríaco - onde apesar da derrota neste domingo para o Rapid Viena por 2 a 1, com gol dele, lidera tranquilamente -, Alan é também um dos grandes nomes do time na Liga Europa.
Na quinta-feira o Red Bull enfrenta o Elfsborg, da Suécia, já classificado para a próxima fase. Vai em busca da manutenção dos 100% de aproveitamento, e conta mais uma vez com os gols de Alan, campeão brasileiro em 2010, para sonhar ainda mais no torneio.
A atual temporada é a melhor da sua carreira na Europa?
Com certeza. Venho de uma grande lesão, que felizmente já foi superada. Agora estou bem e conseguindo mostrar meu futebol.
Com certeza. Venho de uma grande lesão, que felizmente já foi superada. Agora estou bem e conseguindo mostrar meu futebol.
Agora você está 100% fisicamente?
Sim. É meio difícil tudo isso, ficar muito tempo parado, mas o joelho está recuperado.
Sim. É meio difícil tudo isso, ficar muito tempo parado, mas o joelho está recuperado.
Você ficou parado por quanto tempo?
Um ano e cinco meses.
Um ano e cinco meses.
Você teve uma lesão de ligamento cruzado. No pior dos cenários, você ficaria parado no máximo oito, nove, dez meses. O que aconteceu?
No máximo oito meses... Tive muitas complicações na minha lesão, cada um joga a responsabilidade para cima do outro, você sabe como é... Ninguém assume, mas não culpo ninguém. Hoje, depois de tudo que passei, dou mais valor a minha carreira. Houve uma série de fatores que atrapalharam, infecção no ligamento, depois fiz uma artroscopia para limpeza da cartilagem... Hoje estou bem.
No máximo oito meses... Tive muitas complicações na minha lesão, cada um joga a responsabilidade para cima do outro, você sabe como é... Ninguém assume, mas não culpo ninguém. Hoje, depois de tudo que passei, dou mais valor a minha carreira. Houve uma série de fatores que atrapalharam, infecção no ligamento, depois fiz uma artroscopia para limpeza da cartilagem... Hoje estou bem.
O Red Bull Salzburg está sobrando no Campeonato Austríaco. Acha que o time pode ser campeão sem dificuldades?
Espero! Nosso time está realmente muito acima dos adversários e temos mostrado isso em campo. Estamos jogando um futebol bonito, nem parece o futebol austríaco!
Espero! Nosso time está realmente muito acima dos adversários e temos mostrado isso em campo. Estamos jogando um futebol bonito, nem parece o futebol austríaco!
O título da Liga Europa seria muita pretensão?
Bom... Não sei se falar em título é pretensão, mas temos que sonhar. A equipe não deixa a desejar para nenhuma outra. Esperamos chegar o mais longe possível.
Bom... Não sei se falar em título é pretensão, mas temos que sonhar. A equipe não deixa a desejar para nenhuma outra. Esperamos chegar o mais longe possível.
Com a sua boa fase, já apareceram propostas do Brasil?
Para mim, até agora, nada. Estou concentrado, focado 100% no Red Bull. Não é momento para pensar em retorno, voltei a jogar neste ano. Além do mais, o clube fez muito por mim. Quem sabe no futuro.
Para mim, até agora, nada. Estou concentrado, focado 100% no Red Bull. Não é momento para pensar em retorno, voltei a jogar neste ano. Além do mais, o clube fez muito por mim. Quem sabe no futuro.
Totalmente adaptado à Áustria?
Estou aqui há três anos e alguns meses. Inclusive veio aqui em casa uma TV austríaca para fazer uma matéria e brinquei que eu já era meio-austríaco. Pronto! Virou uma confusão, porque aí criaram uma página no Facebook pedindo minha naturalização para defender a Áustria e em três dias foram seis mil curtidas. Maior confusão! Foramc conversar com o presidente da federação, ele disse que seria uma boa, mas aí eu falei que não podia falar sobre isso, que tinha sido uma brincadeira. Até porque só poderia pensar nesse assunto depois de cinco anos morando na Áustria, mas não posso prever o futuro, quem sabe. Se eu falar que não fica ruim também, né?
Estou aqui há três anos e alguns meses. Inclusive veio aqui em casa uma TV austríaca para fazer uma matéria e brinquei que eu já era meio-austríaco. Pronto! Virou uma confusão, porque aí criaram uma página no Facebook pedindo minha naturalização para defender a Áustria e em três dias foram seis mil curtidas. Maior confusão! Foramc conversar com o presidente da federação, ele disse que seria uma boa, mas aí eu falei que não podia falar sobre isso, que tinha sido uma brincadeira. Até porque só poderia pensar nesse assunto depois de cinco anos morando na Áustria, mas não posso prever o futuro, quem sabe. Se eu falar que não fica ruim também, né?
Se continuar marcando gols como você está fazendo acho que não fica muito tempo no Red Bull...
Não sei... Renovei contrato faz pouco tempo, mais longo agora, até 2018. Estou feliz em jogar, e isso é o mais importante.
Não sei... Renovei contrato faz pouco tempo, mais longo agora, até 2018. Estou feliz em jogar, e isso é o mais importante.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Hingis descarta simples, mas continua em duplas
Foto: Arquivo

Hingis não teve grandes resultados no terceiro retorno
Hingis não teve grandes resultados no terceiro retorno
Hurden (Suíça) - Aos 33 anos, a suíça Martina Hingis garante que continua motivada para disputar o circuito profissional. Descartou uma tentativa de voltar a competir em simples, mas pretende fazer um calendário completo de duplas em 2014.
"Não estou pensando em ir tão longe", garantiu, referindo-se aos torneios individuais. "Não farei uma volta, mas estou me divertindo e estou confiante em continuar jogando duplas. Estou em forma física decente e vamos ver o que acontece depois de jogar em Auckland, Hobart e a chave de veteranos do Australian Open", garantiu a ex-número 1 do mundo nas duas especialidades.
Apenas um ano mais velha do que a atual líder do ranking, Serena Williams, Hingis não vê tanta diferença entre o tênis de sua época áurea e o atual. "Continuo com o mesmo senso de quadra, embora naquela época certamente tinha mais energia. Se a Martina de hoje jogasse contra a Martina de antes, o jogo teria três sets", imagina. "O circuito de hoje é mais competitivo, as tenistas estão mais fortes, mas ainda há espaço para jogadoras que preferem o toque do que a força, embora força seja importante".
Em sua terceira volta ao circuito - a última delas terminou de forma conturbada, em 2007, quando ganhou suspensão de dois anos por suposto uso de cocaína -, a prodígio suíça diz não ter perdido o prazer de jogar. "O tênis sempre foi uma parte fundamental da minha vida, me deu tanto e espero poder devolver algo ao esporte e me manter envolvida com ela. Não tenho arrependimentos, apenas
"Não estou pensando em ir tão longe", garantiu, referindo-se aos torneios individuais. "Não farei uma volta, mas estou me divertindo e estou confiante em continuar jogando duplas. Estou em forma física decente e vamos ver o que acontece depois de jogar em Auckland, Hobart e a chave de veteranos do Australian Open", garantiu a ex-número 1 do mundo nas duas especialidades.
Apenas um ano mais velha do que a atual líder do ranking, Serena Williams, Hingis não vê tanta diferença entre o tênis de sua época áurea e o atual. "Continuo com o mesmo senso de quadra, embora naquela época certamente tinha mais energia. Se a Martina de hoje jogasse contra a Martina de antes, o jogo teria três sets", imagina. "O circuito de hoje é mais competitivo, as tenistas estão mais fortes, mas ainda há espaço para jogadoras que preferem o toque do que a força, embora força seja importante".
Em sua terceira volta ao circuito - a última delas terminou de forma conturbada, em 2007, quando ganhou suspensão de dois anos por suposto uso de cocaína -, a prodígio suíça diz não ter perdido o prazer de jogar. "O tênis sempre foi uma parte fundamental da minha vida, me deu tanto e espero poder devolver algo ao esporte e me manter envolvida com ela. Não tenho arrependimentos, apenas
Nova geração é o destaque em ITF de São Paulo
Foto: Arquivo

Letícia Vidal conseguiu vaga atrás do qualificatório
Letícia Vidal conseguiu vaga atrás do qualificatório
No final de semana, foram definidas as oito tenistas classificadas através da chave qualificatória, com a portuguesa Ivone Navarro e as brasileiras Letícia Vidal, Rafaella Sampaio, Ana Carolina Sigaki, Maria Silva, Emily Chang, Giovanna Tomita e Raphaella Cordeiro conquistando vagas na chave principal do torneio.
A partir das 10 horas desta segunda, 14 jogos abrem a primeira rodada. Destaque para as estreias de Carolina Alves, sobrinha do campeão pan-americano Fernando Meligeni, que estreia logo após a segunda favorita Nathalia Rossi enfrentar Ivone Alvaro, diante da também brasileira Marie Decamps. A principal favorita do torneio é a jovem promessa gaúcha Gabriela Cé. Ela sai avançada na chave e enfrenta a vencedora do confronto entre Letícia Vidal e Alory Pereira.
Em 2012, a primeira etapa do Circuito de Charme, a Copa Saque de Pré-Temporada, teve a brasileira Ana Clara Duarte como campeã. Na segunda etapa, a chilena Fernanda Brito foi campeã nas quadras do Clube de Campo São Paulo.
Jayme respira aliviado, comemora virada e mira a decisão de quarta-feira
A primeira missão, que foi dada no ato de sua efetivação no comando técnico do Flamengo, Jayme de Almeida considera cumprida: livrar o time do rebaixamento. Na verdade, ainda há uma improvável combinação de resultados, iniciando com o placar de Inter x Coritiba, que jogam a partir das 19h30m deste domingo, que ainda trazem um remoto risco de queda, mas o técnico rubro-negro comemorou mesmo assim após a vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, na tarde deste domingo, no Maracanã, pela 36ª rodada do Brasileiro.
Com a mente livre, time e treinador transferem toda suas atenções e energias para a final da Copa do Brasil, na quarta-feira, contra o Atlético-PR, no Maracanã. No primeiro jogo, 1 a 1 em Curitiba. Mas não sem antes relembrar os momentos difíceis vividos exatamente desde aquela derrota por 4 a 2 para os paranaenses, que resultou na saída de Mano Menezes.
- Quando o presidente e o Wallim (Vasconcellos, vice de futebol) me chamaram para substituir o Mano, a preocupação de todos era escapar do rebaixamento. Cumpri meu papel, foi duro, difícil, mas conseguimos. O grupo está de parabéns pela dedicação, empenho e por ter conseguido disputar duas competições e chegar à final da Copa do Brasil. Enfrentamos um time campeão do mundo, fizemos um bom jogo e tiramos qualquer dúvida. Achavam que desmontaria tudo na saída do Mano, demos a volta por cima, vamos pra casa sem peso nas costas e felizes para caramba. Não é sozinho, um monte de gente em volta. Pessoal que ajudou muito e nos levou a ter confiança, eu agradeço
Com Castelão lotado, Sampaio e Santa Cruz empatam sem gols
Com o Castelão lotado, Sampaio e Santa Cruz abriram as finais da Série C. A expectativa de um jogo disputado e difícil, para ambas equipes, foi cumprida, mas o placar não saiu do zero. Ausência de gols justificada pela grande atuação dos dois goleiros, Rodrigo Ramos, pelo Sampaio, e Tiago Cardoso, pelo Santa Cruz, que fizeram excelentes defesas durante o jogo.
Resultado que dá a vantagem ao Tricolor maranhense de jogar por uma vitória simples ou qualquer empate com gols para ficar com o título da Série C. Os pernambucanos precisam vencer, já que um novo empate sem gols leva a decisão para os pênaltis.
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O jogo de volta, que definirá o campeão, será realizado no próximo domingo, no Arruda. Uma semana que dará aos técnicos Flávio Araújo, do Sampaio, e Vica, do Santa Cruz, para prepararem seus times na despedida da Terceira Divisão.
Sampaio arrisca mais, mas Santa Cruz leva maior perigo
Como uma final pede. As duas equipes se estudando nos primeiros movimentos e poucos ataques. O Santa Cruz foi o primeiro a chegar, com Luciano Sorriso cabeceando por cima do gol defendido por Rodrigo Ramos. Até os 25 minutos, esta havia sido a única chance do jogo. Até que Arlindo Maracanã acionou Tote, que cruzou, mas finalizou sem perigo.
Como uma final pede. As duas equipes se estudando nos primeiros movimentos e poucos ataques. O Santa Cruz foi o primeiro a chegar, com Luciano Sorriso cabeceando por cima do gol defendido por Rodrigo Ramos. Até os 25 minutos, esta havia sido a única chance do jogo. Até que Arlindo Maracanã acionou Tote, que cruzou, mas finalizou sem perigo.
O Sampaio passou a pressionar, empurrado por sua apreensiva torcida, e o nervosismo da arquibancada era refletido em campo. Principalmente com as finalizações erradas dos jogadores do Sampaio. O time maranhense seguia dominando o jogo, e aos 33, Lucas cabeceou com perigo, mas a bola foi por cima do gol defendido por Tiago Cardoso.
Sem conseguir finalizar com efetividade quando tinha a bola, o Sampaio se assustou com Panda. Aos 42, o lateral do Santa Cruz arriscou da intermediária e a bola raspou a trave, indo pela linha de fundo. Com poucas emoções e finalizações certas, o primeiro tempo terminou sem gols.
Sampaio pressiona na etapa final
Após o primeiro tempo sem levar perigo, o Sampaio voltou mais ofensivo no segundo tempo. Logo no primeiro lance, Junior Chicão arriscou o chute forte cruzado para a defesa de Tiago Cardoso. O mesmo atacante reapareceu segundo depois, cabeceando a cobrança de escanteio com perigo, mas pela linha de fundo. E novamente de cabeça, Junior Chicão reapareceu, mas sem tanto perigo e mandando para fora.
Após o primeiro tempo sem levar perigo, o Sampaio voltou mais ofensivo no segundo tempo. Logo no primeiro lance, Junior Chicão arriscou o chute forte cruzado para a defesa de Tiago Cardoso. O mesmo atacante reapareceu segundo depois, cabeceando a cobrança de escanteio com perigo, mas pela linha de fundo. E novamente de cabeça, Junior Chicão reapareceu, mas sem tanto perigo e mandando para fora.
Diante da pressão do Sampaio, Vica mandou o amuleto Caça Rato para campo. Logo na primeira vez em que pegou a bola, Caça Rato arriscou da intermediária obrigando Rodrigo Ramos a executar grande defesa. A solução para animar o jogo parecia que sairia somente no banco de reservas. Aos 30 minutos, Edgar, que também começou entre os reservas, apareceu para fechar na trave esquerda, mas chegou atrasado e perdeu a chance para abrir o placar do jogo.
Após o lance de Edgar, Panda executou cobrança de falta pelo Santa Cruz, quase com perfeição, que foi bem defendida por Rodrigo Ramos. Na sequência, o Sampaio chegou ao ataque e Edgar tentou o cruzamento na frente do gol, mas a zaga pernambucana afastou o perigo. Quando a partida parecia se encaminhar para o empate zerado, Junior Chicão apareceu para cabecear com força dentro da grande área, mas Tiago Cardoso, de forma espetacular, fez grande defesa. Aos 45 ainda deu tempo de Paulo Sérgio mandar uma bomba da entrada da área para mais uma grande defesa de Tiago Cardoso garantir o empate sem gols.
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