domingo, 17 de novembro de 2013

Passeio sobre o Atlético-PR é redentor para o Botafogo...e um perigo para o Flamengo


Foi a melhor atuação alvinegra no returno. O time resgatou intensidade e rapidez na execução do 4-2-3-1. Seedorf solto, articulando mais à esquerda e acionando Hyiru e Rafael Marques em diagonal e Elias como referência. Gol e assistência do camisa 10 para o centroavante construiram os 2 a 0 no primeiro tempo.
Trumedia
Seedorf circulou por todos os setores na articulação como meia central e foi mais efetivo à esquerda.
Seedorf circulou por todos os setores na articulação como meia central e foi mais efetivo à esquerda.
Na segunda etapa, algum equilíbrio com as substituições de Vagner Mancini. Na expulsão de Leo, o Botafogo já havia recuperado o domínio e carimbado a trave com Rafael Marques. Os gols do redivivo Bruno Mendes, que substituiu o lesionado Elias, consolidaram a goleada.
Mas é impossível negar que o time alvinegro aproveitou a nítida desconcentração do Atlético-PR que começa a decidir a Copa do Brasil no meio da semana. Sem Paulo Baier e com o sistema defensivo desatento na maior parte do tempo e patético no segundo gol, ficou engessado em um 4-3-1-2 lento e ineficiente. Virou presa fácil nos primeiros 45 minutos.
Olho Tático
No primeiro tempo, o Botafogo passeou com ótima execução do 4-2-3-1 sobre um Atlético desatento e engessado no 4-3-1-2.
No primeiro tempo, o Botafogo passeou com ótima execução do 4-2-3-1 sobre um Atlético desatento e engessado no 4-3-1-2.
Na segunda etapa ensaiou alguma reação com Dellatorre na vaga do inócuo Fran Mérida, repaginando a equipe num 4-2-3-1. Mas voltou a se desmanchar e o placar saiu até barato - 17 a 10 em finalizações, 10 a 2 na direção da meta (Footstats).
Ótima vitória do time de Oswaldo de Oliveira, que volta ao G-4 ao menos até amanhã e recupera parte da confiança esquecida em algum dia de setembro. A expulsão de Bolívar no final foi a única má notícia da noite no Maracanã.
Olho Tático
Com a expulsão de Leo, o time paranaense acabou de se desmanchar e o Bota consolidou a goleada com os gols de Bruno Mendes.
Com a expulsão de Leo, o time paranaense acabou de se desmanchar e o Bota consolidou a goleada com os gols de Bruno Mendes.
Os 4 a 0 podem ser perigosos...para o Flamengo. Porque o time paranaense tende a entrar ainda mais concentrado na partida de ida na Vila Capanema. Mas principalmente pelo risco do time carioca instintivamente subestimar o rival que teve atuação atípica e acreditar que pode repetir a goleada alvinegra no Maracanã na partida de volta.

Sem querer, o Botafogo pode ter criado um cenário perigoso para Jayme de Almeida e seus comandados, algozes nas quartas-de-final do torneio nacional. A conferir.

Figueirense vira, mas Oeste reage e empate é melhor para os paulistas



Bom para um, ruim para o outro. O empate entre Oeste e Figueirense em 2 a 2, neste sábado, em Itápolis, teve sabores diferentes, assim como os objetivos das equipes na competição. Os paulistas dão um passo importante para a permanência na Série B, enquanto os catarinenses precisam tirar três pontos em duas rodadas para chegar ao acesso à elite do futebol brasileiro.
A partida no estádio dos Amaros começou com 15 minutos de atraso, em função de um problema no radiador do gerador que fornece energia aos refletores. Chegou a se cogitar um possível adiamento do duelo, já que o campo estava compeltamente às escuras. Um novo gerador resolveu a problema e permitiu o decorrer do confronto, que teve gols de Marcos Paraná, duas vezes, para o Rubrão, enquanto Maylson e Pablo anotaram para os alvinegros.
O Oeste ainda tem chances de rebaixamento, mas pequenas. Pela frente, um rival com o objetivo semelhante, o Atlético-GO, sexta-feira, às 19h30m, novamente no estádio dos Amaros. O Alvinegro catarinense também tem a semana livre para trabalhar. A equipe volta a campo contra o rebaixado ASA, no mesmo dia e horário dos paulistas, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.
Partida atrasa, mas gols não: Figueira sofre um e vira
Em campo, apesar dos técnicos reclamaram do aquecimento e do ritmo que poderia ser prejudicado, o que se viu foi vontade desde o apito inicial. A posse de bola era maior do Figueirense, o que não impedia o Oeste de ser perigoso, principalmente nos contragolpes. Quando os catarinenses eram melhores e esboçavam uma pressão, em especial com as bolas aéreas, o Oeste foi preciso. Aproveitou a falha do lateral Wellington Saci, aos 26, que cortou a bola para o meio. Marcos Paraná pegou a sobra e com tempo para olhar, soltou a bomba de perna direita para fazer seu primeiro gol na Série B.
Apesar do gol sofrido, a motivação do G-4 moveu o Figueirense rumo à virada. Com a posse de bola retomada e o controle da partida, Maylson, aos 35, aproveitou um lindo cruzamento de Rodrigo Souto e, entre os dois marcadores, dominou e com um meio voleio deslocou o goleiro Fernando Leal. Sete minutos mais tarde a pressão furou o bloqueio. Rafael Costa e Éverton Santos trocaram os papéis, e coube ao segundo a função de pivô, escorando para Pablo chutar entre as pernas e levar o placar favorável para o vestiário.
Falha de um goleiro, milagre de outro
No segundo tempo, pela necessidade e situação, as ações se inverteram. O Oeste era soberano na posse de bola, enquanto o Figueirense aguardava um contra-ataque para dar o bote. E as equipes eram efetivas até a finalização. As chances criadas pararam na ineficiência. Até que o goleiro catarinense resolveu dar uma mão. Em um cruzamento de Eric, Tiago Volpi resolveu fazer a defesa em dois tempos, deixando a bola quicar no chão. Melhor para Marcos Paraná, que antecipou o movimento e completou na falha do camisa 1.
O empate era muito melhor para o Oeste. Até por isso o clube paulista fez questão de valorizar o resultado. Fechado, aproveitava esporádicas situações de escape e dificultava as chances do Figueirense. Tanto que somente aos 38 minutos a equipe catarinense conseguiu finalizar com perigo. E que perigo. Maylson ficou à frente de Fernando Leal, mas a mão direita do goleiro impediu a vitória alvinegra.

Criciúma vence o Coritiba no Couto Pereira e reage na tabela do Brasileiro



Coritiba e Criciúma fizeram um confronto direto para saber quem está menos disposto a encarar os apuros da zona de rebaixamento nas últimas rodadas do Brasileiro. Pouco mais de 5,5 mil pessoas (renda de R$ 73.598,00) viram o time catarinense mostrando mais vontade no Couto Pereira. O placar foi aberto com Wellington Paulista e a resposta um minuto depois do empate de Junior Urso, do Coritiba, veio com Lins. Já o Coritiba não teve nem o brilho do seu capitão Alex, que saiu de campo substituído no final da partida.
Com dois resultados, Coritiba e Criciúma trocaram de lugar dentro da tabela do Brasileirão. A equipe catarinense ganhou as duas últimas partidas e, na 13ª posição, respira um pouco mais aliviado do perigo da zona de rebaixamento. Derrotado em dois jogos, o alviverde cai ainda mais na tabela, está na 15ª posição e vê sua situação cada vez mais complicada. Portuguesa, Bahia e Fluminense jogam no domingo e podem passar o Coritiba.
O Coritiba joga contra o Internacional, no próximo domingo, na casa do adversário. O Criciúma, no sábado, recebe o Vitória.
Lins Wellington Paulista criciúma gol coritiba brasileirão (Foto: Giuliano Gomes / Agência Estado)Lins fez um belo e deu a importante vitória para o Criciúma no Couto (Foto: Giuliano Gomes / Agência Estado)
Criciúma aguarda o Coxa e marca na hora certa
Jogando em casa e precisando dos pontos, o Coritiba foi a campo com Alex armado como atacante ao lado de Deivid, mas desde o início do jogo, as únicas chances do alviverde se davam apenas quando o camisa 10 fazia suas assistências. Em uma delas, a bola foi na cabeça do zagueiro Leandro Almeida que quase abriu o placar. No entanto, a participação de Alex se resumiu ao começo do jogo.
A equipe catarinense apostou em marcar e se aproveitar dos contra-ataques e, apesar do maior volume do alviverde, chegava com muito perigo. Em uma das descidas, o time ganhou o escanteio cobrado por Ricardinho e Welington Paulista apareceu para marcar de cabeça aos 28 minutos.
Veloz, o time dos carvoeiros passou a tomar conta do jogo e se aproveitar dos erros de passe e da pouca inspiração de todo elenco coxa-branca. O Criciúma ainda perdeu a chance de fazer o segundo gol quando Ricardinho tirou tinta da trave em uma jogada que começou ainda no campo de defesa catarinense.
Empate do Coritiba e resposta dos carvoeiros
O segundo tempo começou com o Coritiba recuperando as forças e tentando tomar as rédeas da partida. O torcedor que foi ao Couto Pereira sentiu que a história poderia ser diferente com as primeiras jogadas e a falta cobrada por Alex, que bateu na trave. O grito de gol também ficou entalado depois do cruzamento de Gil e o cabeceio de Deivid dentro da área, que passou muito perto.
Como o Coritiba se mantinha com a bola, criava as jogadas e passou a ficar cada vez mais próximo da área do Criciúma, aos 10 minutos, o técnico Argel Fucks deu o primeiro sinal de que a ordem era segurar o resultado. O treinador tirou o meia Ricardinho e colocou o volante Bruno Renan.  Chamusca reagiu apostando no atacante Julio César no lugar do inoperante meia Emerson Santos.
As estratégias dos treinadores não deram certo como eles planejaram. O Coritiba fez o seu gol de empate com o volante Junior Urso, sempre tão criticado por perder as oportunidades. Mas não deu tempo nem de comemorar e, na descida rápida, o Criciúma desempatou com Lins, que matou no peito e bateu com categoria para o gol enquanto a defesa do Coritiba via a banda passar.
Os gols causaram uma mudança radical na configuração do Coritiba e Chamusca, no desespero, tirou Alex para a entrada de Keirrison e tentar superlotar a área. A torcida não gostou nada e vaiou num misto de crítica à escolha do treinador e também ao pouco que o capitão fez em campo. As vaias persistiram no apito final dentro do Couto Pereira, enquanto o time dos carvoeiros saiu ainda mais fortalecido na intenção de não deixar a Série A.

São Caetano ainda respira e vence Joinville, que não sobe mais em 2013

O São Caetano conseguiu respirar na noite deste sábado, no Anacleto Campanella, ao vencer o Joinville por 3 a 2, pela Série B do Brasileiro. O time da casa seria rebaixado já nesta rodada se não ganhasse a partida, mas ganhou fôlego. Para o visitante, o sonho acabou: não há mais como subir à Série A.
Mesmo que vença os dois próximos jogos e o Icasa, primeiro do G-4, perca os dois, o Joinville não conseguiria chegar ao número de vitórias do adversário. Portanto, o acesso não virá mais neste ano. Na próxima rodada, o time catarinense cumpre tabela contra o América-MG, na sexta, na Arena Joinville.
O resultado deixou o time do ABC com 35 pontos, ainda na 19ª colocação. Para não cair, precisa vencer os próximos dois jogos e torcer para o Guaratinguetá não ganhar mais. Além disso, o Azulão precisa tirar a diferença no saldo de gols: hoje está seis atrás do outro time de São Paulo. A tarefa é quase impossível. No sábado, o São Caetano recebe o América-RN.
Tudo igual na primeira etapa
Como só a vitória interessava ao São Caetano, o time do ABC paulista foi logo para ataque. Pressionou o Joinville, mas sem força suficiente para abrir o marcador. O time de Santa Catarina, por sua vez, teve melhor sorte quando foi ao ataque e precisou apenas de uma chance para fazer 1 a 0.

Aos oito minutos, Edigar Junio chutou fraco de fora da área, mas a bola desviou na zaga do São Caetano e enganou o goleiro Rafael Santos. A reação do São Caetano, porém, foi imediata. No minuto seguinte, o volante Anselmo entrou na área e tocou com categoria na saída do goleiro Oliveira.

Depois do gol de empate, o Azulão cresceu na partida e teve algumas chances de conseguir a virada, mas pecou na finalização. O Joinville, por outro lado, tentou na maioria das vezes jogadas pelas laterais. Mas os cruzamentos não encontravam ninguém na área para completar para o gol.
Azulão vence e acaba com sonho do Joinville
O segundo tempo já começou com um lance de polêmica: Francis foi derrubado fora da área por Danilo Bueno, mas a arbitragem marcou pênalti. Depois de muita reclamação do Azulão, o juiz conversou com o quarto árbitro e voltou atrás.
Mesmo sem ter o pênalti para bater, o Joinville conseguiu um gol, aos 13, com Edigar Junio. Mas o JEC comemorou por pouco tempo: aos 16, o dono da casa teve um pênalti a favor e empatou com Giancarlo: 2 a 2.
O empate era ruim para as duas equipes, por isso elas se arriscavam muito no ataque. O Azulão precisava vencer para não cair nesta rodada, e o Joinville precisava dos pontos na busca pelo G-4. Melhor para o São Caetano, que chegou ao terceiro com Giancarlo, aos 29: 3 a 2 e um suspiro na Série B. O resultado acabou com o sonho do acesso do Joinville.

Último drama em Paris faz 20 anos. Deschamps estava lá



O torcedor francês prefere esquecer o dia 17 de novembro de 1993. Especialmente porque o aniversário de 20 anos da data, neste domingo, chega no pior momento possível. É a lembrança do último fracasso da seleção do país em uma eliminatória: a derrota por 2 a 1 para a Bulgária, de virada, em pleno Parc des Princes.
Time de ataque invejável, com Eric Cantona e Jean-Pierre Papin, aquela França conseguiu perder a vaga no Mundial dos Estados Unidos em circunstâncias inacreditáveis. Didier Deschamps, o atual técnico dos Bleus, estava em campo. E tentará, na próxima terça-feira, evitar desfecho semelhante, revertendo a desvantagem de 2 a 0 para a Ucrânia na repescagem europeia.
Naquela ocasião, a França dirigida por Gerard Houllier só precisava de um ponto. Podia ter chegado classificada, mas conseguiu perder em casa por 3 a 2 para Israel, seleção mais fraca do grupo, depois de estar vencendo por 2 a 1 até os 38 minutos do segundo tempo. A decisão ficou para a última rodada.
Classificavam-se os dois melhores colocados e a Suécia já estava garantida na primeira posição. A Bulgária, um ponto atrás da França, teria de vencer para tomar a segunda vaga.
A noite em Paris parecia ser de festa aos 32 minutos do primeiro tempo, quando Papin ajeitou para Cantona fazer 1 a 0 com uma bela finalização. Mas a vantagem durou apenas cinco minutos. Emil Kostadinov marcou de cabeça, após um escanteio cedido por descuido de Laurent Blanc.
Quando o relógio se aproximava dos 45 do segundo tempo, a França tinha uma falta no campo de ataque. Era uma boa oportunidade para prender a bola, mas David Ginola preferiu cruzar na área. A bola foi alta, passou por todos e permitiu o contra-ataque búlgaro. Kostadinov recebeu de Luboslav Penev, invadiu a área e soltou uma bomba, sem chances para o goleiro Bernard Lama.
Anos depois, confirmou-se uma história que parecia lenda urbana: sem os vistos necessários para entrar na França, Kostadinov e Penev cruzaram a fronteira com a Alemanha de carro, auxiliados pelo goleiro Borislav Mikhailov e o meia Georgi Georgiev, que atuavam no futebol francês pelo Mulhouse. Com Georgiev na direção, eles passaram por um posto de fronteira mal fiscalizado.
A França não teve condições nem tempo para reagir, e acabou fora da segunda Copa do Mundo consecutiva. Houllier, covardemente, tentou jogar Ginola contra a opinião pública, responsabilizando-o pelo resultado. Perseguido pelos torcedores franceses, o atacante deixou o país em 1995, nunca mais jogou pela seleção e construiu uma bela carreira na Premier League inglesa.
A classificação transformou os jogadores búlgaros em heróis nacionais, e a campanha na Copa do Mundo de 1994, quando eliminaram a Alemanha para chegar às semifinais, escreveu de forma ainda mais categória na história nomes como Stoichkov (que ganharia a Bola de Ouro no ano do Mundial), Letchkov e Balakov.
O auxiliar Aimé Jacquet substituiu Houllier no comando dos Bleus e foi o comandante do título mundial em 1998, tendo no elenco alguns jogadores que estiveram em campo naquela noite de 93: Lama, Desailly, Blanc, Petit e Deschamps. Este último conseguiu a segunda chance como jogador, mas é difícil imaginar que volte a ter chances como treinador da seleção se fracassar desta vez.

Walter marca contra ex-clube, Goiás vira sobre Inter e assume 3º lugar

Gazeta Press
Walter marcou o primeiro gol do Goiás na vitória sobre o Internacional
Walter marcou o primeiro gol do Goiás na vitória sobre o Internacional
Depois de levar um susto, o Goiás pressionou e conseguiu vencer o Internacional por 3 a 1, de virada, no Serra Dourada, neste domingo, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Otavinho abriu o placar com um golaço de cabeça, mas Walter, revelado na equipe gaúcha, deixou tudo igual e não comemorou após marcar. Hugo - após jogada do próprio Walter - e Roni definiram a vitória dos mandantes.
Com o resultado, o time esmeraldino dá sequência à sua ótima campanha, chega a 59 pontos e, graças a goleada do Botafogo sobre o Atlético-PR, sobe para a terceira posição na tabela. Além disso, os comandados de Enderson Moreira completam cinco vitórias seguidas no Brasileiro atuando em seu estádio.
Já o Inter, que venceu apenas um de seus últimos oito jogos, estaciona nos 45 pontos, fica na 11ª posição e se encaminha para um final melancólico nesta edição do Nacional. Agora, os gaúchos não têm sequer chances matemáticas de irem à próxima Libertadores. Além disso, a equipe fica apenas a quatro pontos da zona de rebaixamento.
O dia ainda foi marcado por reencontros. Se de um lado Walter foi bem ao marcar o primeiro gol de seu time e participar do segundo, Rafael Moura teve muito a lamentar. Vice-campeão da Copa Sul-Americana com o Goiás em 2010, o atacante, hoje no Inter, exagerou na reclamação e acabou expulso de campo quando o jogo ainda estava empatado por 1 a 1.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Goiás visitará o Atlético-MG no Independência, no sábado, às 21h (de Brasília). Um dia depois, o Internacional receberá o Coritiba em Caxias do Sul, às 19h30.

O jogo - Sem Eduardo Sasha, que ainda pertence ao Inter e não jogou por questões contratuais, o técnico Enderson Moreira montou o Goiás com Hugo, Renan Oliveira e Roni no setor criativo. Foi de Renan Oliveira as primeiras duas chances: logo aos três minutos ele ganhou dividida na intermediária, conduziu até a entrada da área e bateu por cima do gol. Aos sete, ele recebeu de Walter e bateu fraquinho, dando a chance para Jackson afastar. No rebote, Vítor soltou uma bomba longe do gol.
O Goiás seguia superior em campo após estas duas oportunidades iniciais, mas quem abriu o placar foi o Inter. Aos 19, Cláudio Winck cruzou no segundo pau para Otávio, que encobriu Renan com um inteligente toque de cabeça. A resposta veio rápida. Aos 25, a zaga colorada bobeou, e Walter entrou livre para empatar. O artilheiro estava impedido na origem do lance, mas mesmo assim a arbitragem validou o gol.
Aos 36, houve nova boa chegada do Goiás. O lateral William Matheus subiu bem pela esquerda, invadiu a área, mas preferiu cruzar em vez de chutar a gol, desperdiçando ótima chance. No finzinho do primeiro tempo, Rafael Moura puxou contragolpe rápido pela direita e cruzou rasteiro, mas Renan saiu e defendeu, evitando a chegada de carrinho de Jorge Henrique.
O segundo tempo começou muito movimentado. Logo no primeiro minuto, D'Alessandro arriscou de fora da área, a bola desviou na zaga e quase entrou. Aos três, Fabrício recebeu passe de Otávio por trás da defesa e chutou para defesa de Renan. O Goiás respondeu com uma paulada de Walter na trave. Aos seis minutos, o artilheiro só parou em uma grande defesa do goleiro Muriel. Aos 17, o goleiro colorado fez verdadeiro milagre em uma sequência de tentativas de Hugo e Roni dentro da área.
As coisas ficaram complicadas para os gaúchos aos 21 minutos da etapa final, quando o centroavante Rafael Moura foi expulso por reclamação. Tudo ficou ainda pior aos 25, com a virada goiana: após cruzamento, Alan afastou errado, e Hugo tocou por último para colocar nas redes: 2 a 1. Aos 37, Roni sacramentou a vitória, aproveitando cruzamento de Vítor.

FICHA TÉCNICA
GOIÁS 3 x 1 INTERNACIONAL
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia
Data: 17 de novembro de 2013, domingo
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Assistentes: Lincoln Ribeiro Taques (MT) e Paulo César Silva Faria (MT)
Cartões amarelos: Hugo (Goiás); João Afonso, Willians e D'Alessandro (Internacional)
Cartão vermelho: Rafael Moura (Internacional)
Gols: GOIÁS: Walter, aos 25 minutos do primeiro tempo; Hugo, aos 25, e Roni, aos 37 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Otávio, aos 19 minutos do primeiro tempo
GOIÁS: Renan; Vítor, Rodrigo, Ernando e William Matheus; Amaral (Thiago Mendes), David, Hugo, Roni (Ramon) e Renan Oliveira (Tartá); Walter
Técnico: Enderson Moreira
INTERNACIONAL: Muriel; Cláudio Winck (Nathan Índio), Alan, Jackson e Fabrício; João Afonso (Josimar), Willians, Jorge Henrique, D'Alessandro e Otávio; Rafael Moura
Técnico: Clemer

Profissionalismo de GSP é a principal arma para manutenção de seu título



Getty
Georges St. Pierre defenderá o cinturão do meio-médio contra Johny Hendricks
Georges St. Pierre defenderá o cinturão do meio-médio contra Johny Hendricks
Georges St Pierre é o maior campeão do UFC na atualidade, além de ser o principal vendedor de ppv da organização.
Neste sábado, colocará seu cinturão dos meio-médios em jogo contra Johny Hendricks. O desafiante é um adversário em potencial para desbancá-lo, graças às suas poderosas mãos e um excelente Wrestling.
Mas quantas vezes ouvimos esta mesma história em uma luta por cinturão e o resultado foi o mesmo, com o campeão mantendo-se no topo?
Algumas declarações sobre este combate foram bem curiosas, mas precisas, sobre esta disputa. Uma veio de GSP: "Hendricks é ótimo em acertar golpes, e eu sou ótimo em me desviar deles!".
Chael Sonnen também analisou o combate: "Esta luta será entre um cara que só sabe o que é ganhar (GSP) e outro que não sabe o que é perder (Johny)".
Hendricks, por sua vez, parece faminto pelo combate, dá show de confiança. Durante a pesagem, enquanto GSP subia na balança, o americano esfregava suas mãos esperando o campeão para fazer a tradicional encarada, num típico gesto de quem está ansioso pelo combate.
Durante o Primetime do show, exibido antes da pesagem no MGM, GSP dava show de profissionalismo ao mostrar todo seu camp de treinamento. Importou treinadores de alto nível, contou com ótima estrutura, etc. Aquilo que deveria ser obrigação para os grandes campeões - investimento nos treinos - mas que nem todos fazem como deveria.
Por isso tudo, a soma da qualidade do campeão e de seus treinamentos, acho que GSP defenderá com sucesso seu cinturão.
Mais uma vez.

Léo leva o cartão vermelho e desfalca o Furacão nas próximas três partidas


O lateral-direito Léo, do Atlético-PR, levou o cartão vermelho durante a derrota para o Botafogo na noite deste sábado, no Maracanã, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Primeiro, ele cometeu falta sobre Seedorf no meio-campo. Depois, acertou Rafael Marques na defesa (veja no vídeo). Com isso, o camisa 99 fica fora da partida contra o lanterna Náutico, no dia 24, domingo, às 17h (horário de Brasília), na Arena Joinville, pela 36ª rodada.
Léo também será desfalque nas duas partidas da decisão da Copa do Brasil - contra o Flamengo, nos dias 20 e 27. Ele tinha recebido o terceiro cartão amarelo e levado o cartão vermelho direto na semifinal contra o Grêmio. Ou seja, ele vai desfalcar o Furacão nos próximos três jogos. Retorna apenas contra o Santos, na 37ª rodada.
O lateral-direito Jonas, que entrou no lugar do atacante Marcelo durante a derrota para o time carioca, é o favorito para assumir a vaga nessas três partidas.
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Léo lateral-direito do Atlético-PR Botafogo (Foto: Site oficial do Atlético-PR/Gustavo Oliveira)Léo desfalca o time nos próximos três jogos (Foto: Site oficial do Atlético-PR/Gustavo Oliveira)

Ex-jogador Pedro Rocha segue internado em São Paulo

Gazeta Press
O ex-jogador uruguaio Pedro Rocha está internado há 20 dias em São Paulo
O ex-jogador uruguaio Pedro Rocha está internado há 20 dias em São Paulo
O ex-jogador Pedro Rocha, ídolo da seleção uruguaia e do São Paulo, segue internado em um hospital da capital paulista, onde ele está há cerca 20 dias. Há cinco anos, o ex-atleta tenta tratar uma doença degenerativa que limita o movimento e a fala. Apesar de ser considerado estável o quadro clínico neste momento, a situação é grave e irreversível.
Na manhã deste sábado, jornais uruguaios publicaram que Pedro Rocha havia morrido. A informação só foi corrigida horas depois, quando a imprensa local conseguiu fazer contato com a família do ex-jogador. Durante a sua programação, os canais ESPN repassaram a notícia, que estava errada. Nos desculpamos com a família de Pedro Rocha pelo erro.
No início deste ano, o departamento de Marketing do São Paulo programou fazer um jogo em homenagem ao seu ex-atleta, que conquistou conquistou dois Campeonatos Paulistas e o Campeonato Brasileiro de 1977 pelo clube.
Com caráter filantrópico, o plano era de fazer um amistoso contra o Penãrol, onde o uruguaio ganhou três Libertadores e o Mundial Interclubes de 1966, e repassar a renda da partida para ajuda-lo no tratamento da doença. Sem uma data em comum para as duas equipes, o jogo foi cancelado.

Goleada anima Oswaldo por vaga em Libertadores: 'Isso nos inspira'

Pedro Henrique Torre/ESPN.com.br
Oswaldo de Oliveira em coletiva no Maracanã
Oswaldo de Oliveira em coletiva no Maracanã
Cansado, mas feliz. Quase 40 minutos depois do fim da partida no Maracanã, o técnico Oswaldo de Oliveira apareceu na sala de imprensa do Maracanã para comentar a vitória maiúscula do time. O treinador não negou que ficou até surpreso com uma goleada sobre o vice-líder do Brasileiro, Atlético-PR. Com a voz calma, de forma pausada, o comandante alvinegro mostrou confiança na sequência do Brasileiro e exaltou a importância da vitória após um jejum de três rodadas.
"É bom para o ego, para a confiança, para o clima, para a atmosfera de trabalho que vamos ter. Isso nos inspira a ter muita força para que a equipe consiga essa classificação tão ansiada por todos", disse o treinador botafoguense.
Durante o meio de semana, o Botafogo acabou hostilizado pela própria torcida após empatar sem gols com a Portuguesa no Maracanã e sair do G4. Oswaldo analisou a fatura de gols diante do Atlético-PR neste sábado, no Maracanã, e admitiu, quase que num desejo contido, que gostaria de redistribuir os gols e ampliar os pontos no Campeonato Brasileiro.
"No último jogo eu falei com vocês. Se eu pudesse eu distribuiria os gols que fizemos hoje contra a Portuguesa, quando tivemos muitas chances. Um placar desses é exagerado contra uma equipe como o Atlético-PR", afirmou Oswaldo de Oliveira.
Nos dois próximos dias, o elenco do Botafogo terá folga. A reapresentação será apenas na terça-feira, no Engenhão. Um dia antes, em General Severiano, o astro Seedorf vai dar uma palestra para os jogadores da base do clube, pela manhã.

América-RN vence, dá passo contra a degola e encerra sonho do Avaí

Com direito a 'olé' da torcida rival, o América-RN deu um passo importantíssimo para fugir de vez do rebaixamento. Na tarde de sábado, na Ressacada, em Florianópolis, o Mecão foi inteligente, aproveitou o desespero do Avaí e fez 1 a 0  para praticamente sacramentar sua permanência na Segundona. Já ao time catarinense, restam as vaias, as críticas e o planejamento para 2014, afinal, com a quinta derrota seguida, as chances de acesso não existem mais.

Para o Leão era a vitória ou nada. Porém, mais uma vez, diante do seu torcedor, em um jogo decisivo, o time sucumbiu à pressão da reta final da Série B. Assim como fez diante da Chapecoense e Figueirense, foi ineficiente e apático jogando em casa. O placar de 1 a 0, com gol de Max, na segunda etapa, aos 14 minutos, foi pouco. O time potiguar deixa Santa Catarina e retorna para Natal com uma bagagem cheia de alívio. O resultado foi muito comemorado após o apito do árbitro Guilherme Ceretta de Lima.
Com 53 pontos, o Avaí só pode, em caso de mais duas vitórias, nas rodadas que restam, chegar aos 59 pontos, e assim, com os resultados desta 36ª rodada, o Leão não tem mais chances de acesso - pelo critério de desempate, o número de vitórias. Já a situação do América-RN, fica mais tranquila em relação ao rebaixamento. Com 45 pontos, será preciso mais um para garantir a manutenção na Segundona para 2014.

A penúltima rodada da Série B, a 37ª, reserva para o Avaí o duelo contra o ABC, no estádio do Frasqueirão, no sábado, às 17h20m. O América-RN terá pela frente o São Caetano, novamente fora de casa, no estádio Anacleto Campanella, às 21h.
Avaí x América-RN (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)América-RN fez forte marcação sobre o meia Cleber Santana, na Ressacada (Foto: Jamira Furlani/Avaí FC)
Intraquilidade e erros em chances claras não alteram o placar 

Assim que a bola rolou, os jogadores de Avaí e América-RN também participaram do protesto promovido pelo movimento Bom Senso F.C, liderado pelos jogadores profissionais que busca mudanças no futebol brasileiro. Por trinta segundos, a bola foi trocada entre as equipes, sob vaias e aplausos dos presentes na Ressacada.

Ao contrário do que foi pedido para os torcedores do Avaí, a Ressacada esteve longe de ser um caldeirão. Ressabiados com a má fase, somente 2.385 mil torcedores estiveram presentes e mais dispostos a vaiar do que incentivar - uma faixa de protesto comprova, com os dizeres: 'Viemos pela camisa, não por vocês'. Melhor para o Mecão, que soube aproveitar os nervos do time catarinense e também a estreia do jovem lateral-esquerdo Paulinho para criar as melhores chances na primeira etapa. Contudo, a ineficiência das duas equipes não alterou o placar.
Mais compacto e visivelmente mais tranquilo em campo, o time potiguar chegou, ao menos, quatro vezes na frente do goleiro Diego, e sempre pelo esquerdo, nas costas do novato lateral-esquerdo. Pimpão, por duas vezes, e Régis não conseguiram balançar as redes. Um dos sinais claros do peso da sequência negativa do Avaí foram as duas chances claras que o ídolo Marquinhos desperdiçou dentro da área. Assim, vaias já no intervalo.

Aguerrido e inteligente, Mecão aproveita erro do técnico do Leão
 
Faixa Avaí (Foto: Eduardo Fernandes/CBN Diário)Faixa de protesto contra o time, na Ressacada
(Foto: Eduardo Fernandes/CBN Diário)
Consciente de que o lado esquerdo estava vulnerável, e precisando de gols, o técnico Hemerson Maria alterou a equipe e pôs em campo dois atacantes. Com isso, deixou a equipe com três zagueiro, movendo o volante Eduardo Costa para formar um trio defensivo. Uma escolha que se provaria equivocada e fatal. Com inteligência, o Mecão foi fulminante em uma rápida descida ao ataque, aos 14 minutos. Max recebeu de Rodrigo Pimpão e bateu firme, no alto, para abrir o placar.
A partir daí, o América-RN tornou-se senhor do jogo. Diante de um Avaí completamente desesperado, o time do técnico Leandro Sena ouviu gritos de ‘olé’ da torcida da equipe catarinense quando tocava a bola. Aturdido, o Leão de Santa Catarina até chegou a colocar uma bola no travessão com Cleber Santana, aos 20 minutos. Contudo, o desespero não se fez gol. Vitória do América-RN que praticamente se garante na Série B do próximo ano - precisa apenas de um empate. Já o Avaí, com a quinta derrota seguinda, vê as chances de acesso se encerrarem com a vitória do Sport sobre o Paraná.

Sport supera a pressão, bate Paraná na Ilha e volta ao G-4 da Série B



Um clima de final de campeonato tomou posse da Ilha do Retiro na tarde deste sábado. O Sport entrou em campo pressionado; pelas duas derrotas seguidas fora de casa e pelas vitórias de Ceará e Icasa na noite anterior. Há 11 rodadas no G-4, o Leão acordou fora da zona de acesso à Série A. Mas vai dormir dentro.
Numa tarde digna de decisão, o time rubro-negro encontrou abrigo na sua Ilha do Retiro para voltar a vencer. Com gols de Camilo e Neto Baiano, bateu o Paraná por 2 a 0 e retomou o 3º lugar com os mesmos 59 pontos de Ceará e Icasa, graças ao maior número de vitórias. A duas rodadas do fim da Segundona, o Sport só depende de si para alcançar o acesso. O Paraná, com 51 pontos, permanece em 10º, sem mais nenhuma chance de chegar ao G-4.
Sport x Paraná - gol de camilo (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)Camilo foi às lágrimas ao marcar o primeiro gol do Sport (Foto: Aldo Carneiro/ Pernambuco Press)
Foi a sétima vitória em oito jogos sob o comando de Geninho na Ilha. O Paraná amargou o sexto jogo consecutivo sem vencer. Mesmo com o goleiro Magrão expulso no início do segundo tempo, o time rubro-negro encontrou forças e correspondeu à expectativa da torcida, que compareceu em peso. No próximo sábado, o Sport visita o Boa Esporte no estádio do Melão, em Minas, enquanto Paraná vai ao interior de São Paulo encarar o Guaratinguetá. O último jogo do Leão é contra o Paysandu na Ilha do Retiro.
Gol rubro-negro frustra a boa atuação do Paraná
O caráter decisivo da partida transformou a Ilha do Retiro no caldeirão “esquecido” pela própria torcida rubro-negra durante praticamente toda a campanha da Série B. Em campo, o Sport iniciou a partida atrapalhado por uma ansiedade visível. Os jogadores pareciam querer justificar o calor das arquibancadas a qualquer custo. E o Paraná, em parte, se aproveitou do cenário instável. Até a metade da etapa inicial, o adversário esteve melhor. Aos 11 minutos, Lúcio Flávio exigiu uma grande defesa de Magrão em um belo chute de fora da área.
Aos 14, o atacante rubro-negro Felipe Azevedo deixou o campo machucado. Entrou Camilo. Na ausência do armador Lucas Lima, o Sport insistia em chutões para frente e lançamentos improdutivos. Sem o seu principal organizar, era um time desorganizado. Sob o ritmo de Lúcio Flávio, o Paraná chegava mais ordenado, explorando a velocidade de Paulinho e Luisinho.
A torcida rubro-negra já esboçava perder a paciência quando o lateral-direito Patric achou uma grande jogada individual pela direita. A princípio despretensioso, o lance terminou em gol. Camilo saiu do banco para abrir o placar na Ilha do Retiro. Emocionado, foi às lágrimas depois de escorar para a rede o cruzamento preciso do companheiro. A torcida explodiu. A Ilha pulsou.
O gol acalmou os rubro-negros. Conteve a ansiedade. Apesar dele, o Paraná continuou melhor. Lusinho, duas vezes, teve a chance de empatar. Na primeira, chutou cruzado para fora. Na segunda, recebeu livre de marcação na área, mas acabou surpreendido pela boa saída de Magrão.
Golaço de Neto Baiano alivia expulsão de Magrão
O Paraná tentou encurralar o Sport nos primeiros cinco minutos da segunda etapa, mas não conseguiu chegar de forma efetiva à meta de Magrão. Quando o time rubro-negro conseguiu equilibrar as ações, então o Tricolor produziu um lance capital.
Aos 13 minutos Reinaldo invadiu a intermediária do Leão, livre de marcação, após lançamento em profundidade. Magrão abandonou a barra e impediu o atacante com a sola do pé. Acabou expulso. Geninho então trocou o meia Ailton pelo goleiro reserva, Saulo, que, de cara, defendeu uma  finalização de Lusinho dentro da área.
Assim como no início da partida, a torcida rubro-negro vivia momentos de apreensão. Ninguém sabia como o time iria reagir com um homem a menos, principalmente sendo este homem o ídolo e porto seguro Magrão. Aos 18 minutos, porém, Patric, de novo, tomou a iniciativa.
O lateral fez mais uma grande jogada pela direita e cruzou na medida para Neto Baiano. De primeira, o centroavante marcou um golaço. O chute foi no ângulo. Indefensável. Justo Neto Baiano, que havia prometido ganhar o jogo de qualquer maneira durante a semana. O segundo gol encaminhou a vitória que parecia ameaçada. Sem força para reagir, o Paraná tentou sem ímpeto buscar o resultado. Ao Sport, coube administrar o resultado e comemorar no fim.