sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Mesmo com jogo quarta e domingo, faltam ainda sete datas para calendário que o Bom Senso FC quer

Gazeta Press
Bom Senso F.C. organizou protesto na última quarta-feira
Bom Senso F.C. organizou protesto na última quarta-feira
Férias de 30 dias. Pré-temporada de um mês. Paralisação durante a preparação e os jogos de seleções nas datas Fifa. Esse é o desejo do Bom Senso FC, movimento que já reúne mais de mil jogadores e quer mudanças no calendário, para o futebol brasileiro a partir da temporada 2015.
Cenário que só vai virar realidade com um corte drástico no número de jogos dos grandes e/ou rotina estafantes, com os times entrando em campo todos os meios e finais de semana fora do período de férias, pré-temporada e datas Fifa.
A conta é relativamente simples, e ainda não leva em conta a eventual ida de um time brasileiro para o Mundial de clubes e a Copa América, que será disputada no Chile em 2015.

PAULO VINÍCIUS COELHO

A hora de ir para o pau e a definição para Alício Pena Júnior: babaca!

PAULO CALÇADE

13-11-13: o dia em que a bola parou de rolar

MAURO CEZAR PEREIRA

Noite dos braços cruzados mostra porque é difícil esperar bom senso dos árbitros
Pela data de encerramento do Brasileiro de 2014, os jogadores devem, cumprindo 30 dias de férias, voltar ao trabalho no dia 7 de janeiro do ano seguinte. Seguindo a lógica dos últimos anos, o Nacional de 2015 vai acabar no dia 6 de dezembro.
Nesse intervalo, são mais 30 dias de pré-temporada. Em 2015, a Fifa agendou a realização de cinco períodos para jogos de seleções, cada um deles com duas partidas. Na Europa, cada rodada dupla de seleções tira três datas do calendários dos clubes.
Assim, sobrariam 73 datas para os clubes brasileiros. Mesmo jogando toda quarta-feira e domingo, não seria suficiente.
Em 2015, um clube brasileiro pode fazer 80 partidas. A temporada deve começar com a Supercopa, novidade que a CBF pretende implantar, com o confronto entre o campeão do Brasileiro e da Copa do Brasil. Um grande paulista pode fazer 19 jogos pelo Estadual. A campanha da Libertadores, isso sem contar a participação na fase prévia da competição, significa 14 jogos. O Campeonato Brasileiro acrescenta 38 jogos. E a Copa do Brasil, para quem joga o torneio sul-americano, tem oito jogos entre a estreia e a decisão.
Assim ficariam faltando sete datas, mas esse número pode ser muito maior, já que o Bom Senso FC tem como uma de suas bandeiras a realização de, no máximo, sete jogos por mês - a "carga máxima" em alguns meses seriam nove partidas.
A solução seria diminuir o tamanho de alguma competição. Ninguém pensa em reduzir o Brasileiro e a Libertadores. Sobraria para os estaduais. Resta superar os interesses dos presidentes de federações, os maiores eleitores da CBF.

PROPOSTA CALENDÁRIO 2015
COMPETIÇÕES DATAS DISPONÍVEIS POR MÊS
Estaduais19 jogos FEV6AGO9
Brasileirão38 jogos MAR7SET6
Libertadores14 jogos ABR8OUT6
Copa do Brasil8 jogos MAI9NOV6
Supercopa1 jogo JUN5DEZ2
    JUL9  

80 JOGOS 73 DATAS

LEGENDA
 Férias
 Pré Temporada
 Data Fifa

CALENDÁRIO 2015

JANEIRO
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    123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
FEVEREIRO
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891011121314
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MARÇO
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891011121314
15161718192021
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ABRIL
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   1234
567891011
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19202122232425
2627282930  
MAIO
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     12
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10111213141516
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24252627282930
31      
JUNHO
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78910111213
14151617181920
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JULHO
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19202122232425
262728293031 
AGOSTO
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      1
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9101112131415
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3031     
SETEMBRO
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6789101112
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OUTUBRO
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NOVEMBRO
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DEZEMBRO
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'É um tiro no pé ir contra o movimento do Bom Senso', diz Paulo André, após noite histórica
Troca de passes, braços cruzados e faixas: veja os protestos dos jogadores antes dos jogos de quarta
Calçade elogia novo protesto do Bom Senso e afirma: 'Se esperar pela política da CBF não muda nada'

De olho no Mundial, Galo mostra bom futebol e vence Inter no Horto



O Atlético-MG fez valer a força do time no Independência, venceu o Internacional por 2 a 1 e segue firme com a preparação para a disputa do Mundial de Clubes, em dezembro, no Marrocos. Os gols de Fernandinho e Alecsandro foram reflexos de uma equipe que, mesmo sem grandes aspirações na competição, vem encarando cada jogo com seriedade para chegar na ponta dos cascos no Marrocos.
Em mais uma grande noite de Diego Tardelli, que comandou o time atleticano, o Galo mostrou a velocidade característica e o bom poder de ataque da equipe de Cuca. O Inter, recheado de jogadores jovens, tentou como pôde, mas assim como as grandes estrelas do elenco colorado em 2013, deixou a desejar no Horto. O gol de pênalti marcado por D’Alessandro não foi o suficiente para dar a segunda vitória seguida aos gaúcho.
Com a vitória, o time de Cuca ganhou uma posição e subiu para a sexta colocação, com 52 pontos. Já Gaúchos perdem um posto e terminam a 34ª rodada no 11º lugar, com 45.
Fernandinho comemora gol do Atlético-mg contra o internacional (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)Fernandinho comemora gol que abriu o placar contra o inter (Foto: Bruno Cantini / Site Oficial do Atlético-MG)
No próximo domingo, Atlético-MG e Inter voltam a campo. O Galo vai a São Paulo, onde encara a Portuguesa, às 19h30 (de Brasília), no Canindé. Já o Colorado, no mesmo horário, visita o Goiás, no Serra Dourada.
Placar magro
O jogo começou movimentado, apesar de o Inter ter entrado em campo com vários desfalques importantes, entre eles Leandro Damião, Forlán e Kléber. Comandado pelo cerebral D’Alessandro, o time de Clemer iniciou o jogo esperando as ações dos donos da casa.
E foi o que aconteceu. Com a velocidade característica, o time de Cuca chegava com perigo ao gol de Muriel, que fez duas importantes intervenções. Diego Tardelli era o mais perigoso do jogo. Com dribles e arrancadas, levava o Atlético-MG ao ataque.
Mas o árbitro Marcelo de Lima Henrique deixou o jogo nervoso. Inverteu uma falta sobre Tardelli e ainda amarelou o camisa nove do Galo. Os dois times chegaram a trocar divididas ríspidas, mas os ânimos voltaram ao normal.
O meia Guilherme sentiu fisgada na coxa direita e deixou o time do Atlético-MG para a entrada de Luan. O atacante deu mais movimentação aos comandados de Cuca. Na sequência, o Galo foi premiado com o gol em boa jogada de Fernandinho. O atacante dividiu com Jackson, ganhou a jogada e soltou a bomba, sem chances para Muriel.
Jogo movimentado
O jogo continuou com o mesmo ritmo, com o Galo sendo superior e pressionando o tempo todo. Vendo isso, Clemer resolveu mudar e colocou Rafael Moura no lugar do apagado Caio, e Alex no lugar de Cláudio Winck. O objetivo do treinador do Inter era segurar mais a bola no ataque, já que os gaúchos não conseguiam sair do campo de defesa.
Mas antes mesmo de saber se as mudanças surtiriam efeito, o time colorado conseguiu o gol. Otavio foi lançado dentro da área, e Marcos Rocha cometeu pênalti. D’Alessandro cobrou no alto. Giovanni acertou o canto, mas a bola morreu no fundo do barbante.
Porém, o empate não durou muito. Logo no ataque seguinte ao gol colorado, Alecsandro matou no peito e, da entrada da área, soltou a bomba rasteira. Galo de novo na frente, com justiça.
O técnico Cuca ainda chegou a trocar Luan por Dátolo, que voltou ao time após dois meses se recuperando de estiramento na panturrilha esquerda. Outra alteração foi a saída de Marcos Rocha, já amarelado, para a entrada de Carlos César. No último lance partida, depois de cobrança de escanteio, o Inter quase marcou. Porém, Giovanni fez grande defesa para assegurar a vitória atleticana.

Na estreia de Dorival Jr, Flu vence Náutico, encerra jejum e sai do Z-4



O calvário tricolor chegou ao fim. Na noite desta quinta-feira, na estreia do técnico Dorival Júnior, o Fluminense venceu o lanterna e já rebaixado Náutico por 2 a 0, no Maracanã, e deixou a zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro. De quebra, encerrou o jejum de nove partidas sem vitória e deu novo ânimo ao seu torcedor na luta contra a queda. Os gols foram marcados por Wagner e Samuel, um em cada tempo.
Diante disso, a expectativa é de estádio lotado no domingo, quando o Tricolor novamente atuará no Maracanã, no duelo contra o São Paulo, às 17h. Nesta noite, a torcida compareceu em bom número - 26.498 pagantes (30.844 presentes) e apoiou a equipe. Chegou a demonstrar irritação logo no início do jogo com longa troca de passes no campo na defesa, mas trocou as vaias pelo incentivo assim que Digão e Leandro Euzébio abriram os braços e pediram calma.
Wagner comemoração jogo Fluminense x Náutico (Foto: André Durão / Globoesporte.com)Wagner recebe o abraço de Gum logo após marcar um golaço (Foto: André Durão / Globoesporte.com)
Paciência é algo que Wagner, autor de um belo gol no jogo, sabe que jogadores e torcedores terão de ter no atual momento do Flu. Apesar da vitória, que levou o time aos 39 pontos, na 16ª colocação, o Tricolor está longe de estar livre do risco. Tem a mesma pontuação do Bahia, primeiro do Z-4.
- Nossa comemoração vai ser sair dessa zona desconfortável. Comemorar mesmo só quando estivermos lá longe – disse o meia Wagner, que pouco festejou seu gol e demonstrou enorme alívio ao marcá-lo.
O Náutico, por sua vez, apenas cumpre tabela na competição. Com somente 17 pontos, está rebaixado há três rodadas e, mesmo se vencer todas as quatro partidas que faltam, não deixará a última posição. São 25 derrotas e apenas quatro triunfos em todo o campeonato. No Maracanã, deu novamente provas de sua fragilidade, com erros em demasia, e destempero, com Alison sendo expulso no fim do jogo por entrada desleal em Rafinha.
- Não saio satisfeito pelo resultado que o Náutico teve. Queremos sair dos 17 pontos, mas está complicado. Ao menos fico feliz pelo reconhecimento da torcida do Fluminense, isso é gratificante para qualquer profissional - disse o goleiro do Náutico, Ricardo Berna, ex-atleta do Flu e que teve seu nome gritado pelos torcedores tricolores.
Golaço de Wagner abre o caminho
O Fluminense foi a campo com uma formação diferente em relação a quem vinha sendo adotada por Vanderlei Luxemburgo, demitido na última segunda-feira. Com apenas dois dias de treino, o comandante preferiu colocar o zagueiro Digão na lateral esquerda e o volante Willian à frente dos zagueiros, dando maior segurança ao setor defensivo. O time, de fato, não correu riscos no primeiro tempo. A única finalização do Náutico ocorreu aos 42 minutos, com Rogério, em chute defendido por Diego Cavalieri.
Na frente, o time demonstrou nervosismo, errando passes fáceis – foram 17 na etapa, mas ao menos a escalação com Rhayner e Marcos Júnior abertos pelas pontas deixaram o time mais veloz. Wagner apareceu bem no jogo, arriscando as jogadas e os chutes de fora da área. Foi premiado com lindo gol aos 16, ao acertar o ângulo direito de Ricardo Berna. O ex-goleiro do Tricolor ainda salvou o Timbu em cobrança de falta de Rafael Sobis, defendida em dois tempos.
Oportunismo de Samuel liquida o jogo
Porém, aos 5 do segundo tempo Ricardo Berna não conseguiu evitar. Samuel, que substituiu o lesionado Marcos Júnior no intervalo, aproveitou rebote do arqueiro e empurrou para o fundo da rede. O gol, embora no começo da etapa complementar, liquidou completamente o Náutico, que não esboçou reação. O técnico Marcelo Martelotte chegou a colocar o jovem Saulo, de apenas 16 anos, em campo, já visando um processo de renovação do elenco.
O Fluminense, ao contrário de outros jogos, não correu riscos. O goleiro Diego Cavalieri foi ameaçado somente aos 39, ao espalmar chute perigoso de Diego. Com autoridade e calma, o time tocou bem a bola e controlou a partida. Jean, de fora da área, quase ampliou, mas parou em Berna. No fim, o Flu ainda ficou com um a mais, após a expulsão de Alison em carrinho criminoso em Rafinha.

Após revés, elenco do Bahia pede união de forças contra o rebaixamento

Um derrota com um significado muito maior. Uma goleada de deixar o torcedor de cabeça quente. O revés de 3 a 0 diante do Santos, nesta quinta-feira, no Pacaembu, pode custar muito caro ao Bahia. A tendência é que o Bahia feche a rodada na zona de rebaixamento.

Sem vencer há sete partidas, o abatimento do elenco era evidente, após o apito final. Cientes da situação, os jogadores já começaram a se preparar psicologicamente para a próxima partida, contra o Náutico. Um dos poucos destaques do time, o goleiro Marcelo Lomba foi de poucas palavras e pediu união para a partida contra o lanterna, no próximo domingo.

- Temos que recuperar. Preciso unir forças para domingo vencer o Náutico. Temos que recuperar - disse.

Seguindo a mesma linha, o volante Hélder pediu um grupo unido e destacou que ainda considera que o Bahia depende das suas próprias forças para se livrar da degola.

- Temos que unir forças. Menos com o Fluminense vencendo hoje, nós só dependemos de nós mesmos. Temos que ganhar do Náutico e da Portuguesa, e depois contra Cruzeiro e Fluminense, acho que só vamos precisar de um ou dois pontos – disse.
- Durante o jogo, nós criamos e não marcamos. Eles criaram e marcaram. Isso aconteceu no primeiro tempo e a mesma coisa no segundo. Os caras fizeram e mataram o jogo - disse o volante.
Já o zagueiro Titi disse que o Bahia foi a campo já ciete de que o resultado era fundamentla para não terminar a rodada em uma situação complicada. Ele lamentou o momento, mas pediu foco no próximo adversário.
- Sabíamos que uma derrota nos colocaríamos em uma situação difícil na competição, agora temos que pensar no jogo de domingo contra o Náutico e temos que sair da situação - disse.

- Nossa situação é preocupante. Sabíamos que o resultado era importantíssimo. Infelizmente entramos em uma zona que não queríamos, agora é pensar no Náutico e tentar sair dessa situação - completou
O zagueiro Demerson lamentou a goleada e pediu tranquilidade. Para ele, é preciso manter o equilíbrio para se livrar da degola faltando apenas quatro jogos.

- É um resultado que não esperávamos. Começamos bem, criamos, e, ao meu ver, não tivemos sorte na conclusão. Eles fizeram os gols. Agora temos que ter tranquilidade, já que pela primeira vez entramos nessa zona. Não podemos culpar ninguém. Temos que nos fechar e fortalecer o grupo. Claro que o torcedor não está satisfeito, mas temos que ter cabeça no lugar, porque se não estivermos todos juntos não sairemos do lugar – alertou o defensor.

Já o atacante Wallyson admitiu que é o momento dos jogadores chamarem a responsabilidade. Ainda segundo ele, o Bahia precisa se precaver para enfrentar um Náutico reforçado por uma possível “mala-branca”, um incentivo financeiro.

- Temos que botar a cara para as consequências. Nossa equipe teve sempre no meio da tabela e no momento que não podia entrar, entrou na zona. Mas agora é esfriar a cabeça porque matar o Náutico. Sabemos que eles vão receber muito dinheiro para tirar pontos da gente e temos que estar mais preparado e nos falarmos mais durante o jogo. Se a gente não chama o companheiro, não conversa, fica mais difícil – disse o atacante.

Nesta sexta-feira, o Bahia embarca ao 12h (horário de Brasília) para Recife, onde no domingo, enfrenta o Náutico, na Arena Pernambuco.

Reunião semana que vem deve definir permanência de Cuca no Atlético Mineiro


Não é verdade que Cuca deixará o Atlético depois do Mundial de Clubes. Ou pelo menos esse não é o caminho definido pelos dois lados, time e técnico, neste momento. Há uma reunião agendada para a próxima semana entre o presidente do Galo, Alexandre Kalil, e o procurador de Cuca, Eduardo Uram. Os dois lados têm convicção de que a renovação de contrato é o melhor caminho para os dois lados.
A pergunta sobre qual a chance de Cuca deixar o Atlético em janeiro tem a resposta na ponta da língua de ambos os lados: "A chance é zero!"
Tudo indica que Cuca renovará o contrato com o Atlético. E a definição deve começar a acontecer na semana que vem. 

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Brasileirão Série A



19h30 Santos 3xo Bahia
21h00 Atlético-MG 2x1 Internacional
21h00 Fluminense 2x0 Náutico

O encontro das lendas Royce Gracie e GSP



Desembarquei nesta quarta-feira em Las Vegas e fui logo ao treino aberto do UFC 167. Quem abriu os trabalho foi Georges St Pierre, protagonista do evento que acontece neste sábado. Ele enfrentará Johnny Hendricks.
Assim que entrei no Teatro Hollywood, no MGM, palco daquela atividade do UFC, tive a mesma surpresa que os dezenas de jornalistas presentes: GSP treinava de kimono com Royce Gracie. Ah, vale ressaltar, eles entraram no tatame com um "trenzinho Gracie", a mesma forma que Royce entrava em suas lutas no show.
Claro que o treino foi apenas uma movimentação dos atletas para as fotos e vídeos, e uma das últimas atividades de GSP antes da pesagem desta sexta.
Mas, ao fim do treino, o canadense reverenciou várias vezes o filho do Grande Mestre Hélio Gracie e confessou que se tornou lutador de MMA graças a ele.
GSP relembrou ainda que a primeira vez que assistiu uma luta do UFC foi em um churrasco, em sua adolescência, através de uma fita VHS. Ele exaltou a bravura de Royce ao subir no octógono para fazer lutas contra adversários maiores, com poucas regras e em combates sem limite de tempo. "Eu não teria coragem para fazer isso", confessou o atual dono do cinturão dos meio-médios, fascinado com a presença do ídolo.
Veja no vídeo abaixo alguns momentos entre as duas lendas, uma do passado e outra do presente. Um momento emocionante onde uma das maiores estrelas do evento - maior vendedor de ppv, um dos maiores salários e dono do maior reinado da atualidade - reverencia um brasileiro que foi um dos principais responsáveis pela explosão do MMA, que influenciou muitos campeões e mudou a vida de muitas pessoas.
Veja as imagens do encontro entre as lendas do MMA George St.Pierre e Royce Gracie!

A hora de ir para o pau e a grande definição para o árbitro Alício Pena Júnior: babaca!

Há xingamentos para os quais você nem liga. Outros tocam fundo pela exatidão, pela escolha absolutamente precisa sobre aquilo que se pretende dizer. É o caso da definição do zagueiro Chicão sobre a atittude do árbitro Alício Pena Júnior. Ao saber que os 22 jogadores de São Paulo x Flamengo pretendiam cruzar os braços logo após o apito inicial, manifestação contra o descaso da CBF em relação às pretensões do movimento Bom Senso F. C., o que fez Alício Pena Júnior? Ameaçou os 22 com cartões amarelos.
E Chicão, em vez de xingar a mãe do árbitro, tão habituada a ouvir o palavrão das arquibancadas, definiu Alício em um palavra mais sutil: babaca! Não há adjetivo mais ofensivo, porque não há outro mais exato. Alício é parte de um futebol falido, que não leva mais de 14 mil torcedores em média às arquibancadas e que finalmente tem gente movendo-se para melhorar a situação. A dele, inclusive. Alício dá Pena!
Mas se Chicão decidisse xingar sua mãe, provavelmente o árbitro sorriria, sabedor que ela teve a vida mais digna que o destino lhe permitiu. Que o xingamento não faria o menor sentido.
Já quando alguém o chama de babaca e você sabe que acabou mesmo de executar uma imensa babaquice, então o adjetivo aparentemente inofensivo toca o fundo da alma -- dos que ainda a mantêm, é claro. Estes não precisam se intimidar. Se a punição for o cartão amarelo, que seja. E que os clubes ajudem os craques do movimento Bom Senso F.C., assumam os riscos juntos, que os dirigentes insatisfeitos com o modelo atual protestem juntos. E deem cartão vermelho para os tolos, os idiotas, os inocentes, os f.d.p e também para os babacas.
Que expressão bem dita pelo zagueiro Chicão! Alício dá Pena Júnior foi mesmo um babaca!


Noite dos braços cruzados mostra porque é tão difícil esperar bom senso dos árbitros de futebol

A manifestações dos jogadores foi legítima e pacífica. Realmente pacífica. Nada parecido com o arremesso de ovos por torcedores do Botafogo no time que desembarcava após a derrota para o Internacional. Atitude que, aliás, não deu em nada. No jogo seguinte o time passou perto de perder para a Portuguesa no Rio de Janeiro, pois a Lusa teve um gol mal anulado.
Os atletas de futebol, finalmente unidos de verdade em busca do objetivo comum, resolveram cruzar os braços após o apito inicial. A manifestação se repetiu nos jogos da noite de quarta-feira. Se alcançarem seus objetivos, esses jogadores darão enorme contribuição não só a eles mesmos como aos companheiros que ganham pouco e passam boa parte do ano sem emprego.
Caso suas reindicações sejam atendidas, além de vermos os poderosos cartolas não tão poderosos assim, o espetáculo deverá melhorar, o trabalho das comissões técnicas e dos treinadores poderá ser mais bem desenvolvido e o torcedor irá lucrar também. Nesse cenário que se desenha, todos os envolvidos com o futebol ganharão, até os árbitros e auxiliares. Isso mesmo, até os homens do apito.
Assim como os atletas são obrigados a viajar e jogar muito em curtos períodos, os juízes de futebol e seus bandeirinhas passam pela mesma situação. Há semanas nas quais alguns deles vão a campo sem a recuperação física adequada, sem o tempo ideal para treinamento e descanso. Como acontece com os jogadores. Assim, os árbitros em geral deveriam apoiar tal iniciativa de quem joga futebol.
Mas o que se viu foi uma ameaça de advertência coletiva. Um festival de cartões amarelos logo após o início de um cotejo — clique aqui e leia mais. Tão patética situação não ocorreu graças à criatividade dos atletas. Dá nojo tamanha subserviência aos chefetes do futebol, além do autoritarismo diante dos atletas, como se fossem meros bonecos manipuláveis.
Pois se um dia eles o foram, pelo jeito não são mais. Mas no apito tal postura resiste. Patéticos!
Gazeta Press
Jogadores do São Paulo e Flamengo entram em campo com faixa do protesto do Bom Senso
Jogadores do São Paulo e Flamengo entram em campo com faixa do protesto do Bom Senso: faltou isso ao apitador

Pigossi avança para as quartas no ITF de Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - A paulista Laura Pigossi, cabeça de chave 1, eliminou Juliana Cardoso, por 7/5 e 6/1, e avançou para as quartas de final da 2ª etapa do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo, que é disputado nas quadras de saibro do Clube Monte Líbano. Ela tenta manrter agora seu favoritismo sobre a rio-pretense Ana Paula Saviole, que passou por Laura Cardone, por 6/1 e 7/6 (7-3).

A cabeça 2, Eduarda Piai, também teve primeiro set difícil antes de eliminar Ingrid Martins, por 7/5 e 6/1, enquanto a cabeça 3, Gabriela Cé, bateu Rafaela Francisquiny, por duplo 6/0. Eduarda vai enfrentar a paulistana Nathaly Kurata, quinta principal inscrita, que eliminou Alory Pereira, por 6/0 e 6/1. Em busca do segundo título consecutivo na cidade, Cé jogará com a argentina Guadalupe Rojas, que fez duplo 6/2 sobre Emily Chang.

Já Isabella Camargo, 17, também de Rio Preto, perdeu para Nathalia Rossi, por 6/4 e 6/0. Nathalia vai duelar nas quartas de final com a gaúcha Suellen Abel, que contou com a desistência da paulistana Giovana Tomita, que reclamou de dores no ombro direito, após ter perdido o primeiro set por 7/6 (7-3). O torneio vale pontos no ranking da WTA (Associação das Tenistas Profissionais) e distribui premiação de US$ 10 mil.

A segunda edição do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Bebidas Poty, Inapel e Jaguar Utilidades. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto.  A organização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura.

Espanhola pega no antidoping não sabe se voltará

Madri (Espanha) - A espanhola Nuria Llagostera, que foi suspensa por dois anos por ter sido pega no antidoping, afirmou à EFE que não sabe se terá forças para lutar. "No momento eu não farei declarações sobre o assunto. A única coisa que posso dizer é que estou muito afetada pela situação", comentou a tenista.
"Não sei se ainda tenho forças para lutar. Em alguns dias tomarei uma decisão", complementou Llagostera, que levou uma pena de dois anos de suspensão por ter sido pega no antidoping usando metanfetamina. A substancia foi encontrada em uma amostra de urina da atleta de 33 anos durante o torneio de Stanford, em julho deste ano.
A ITF confirmou a sanção da espanhola, que não pode provar em um teste independente como a substância estimulante foi parar em seu organismo. Llagostera está afastada desde 8 de setembro, data em que foi suspensa provisoriamente, e só poderá voltar às quadras à meia noite do dia 7 de setembro.
Por causa da amostra positiva no antidoping, Nuria perdeu os pontos e a premiação conquistada no torneio de Stanford, enquanto o que foi conquistado nos torneios anteriores permanece intacto

Superquarta histórica: Raposa campeã e protesto contra cartolagem com juiz de 'bobinho'

A noite de 13 de novembro de 2013 entrará para a história do esporte bretão nacional. A pátria de chuteiras conheceu, oficialmente, mais um campeão brasileiro e também saboreou uma jornada de protesto inesquecível.
Pela primeira vez, os jogadores peitaram a cartolagem com bom senso e muita criatividade. Marcaram um gol de placa que repercutiu no planeta bola.
No Barradão, a Raposa devassa soltou o grito de campeã pela segunda vez na era dos pontos corridos do Brasileirão (ganhou em 2003). Cantado em prosa e verso, o pão de queijo simplesmente sobrou no campeonato.
Muito bem temperado pelo ‘chef' Marcelo Oliveira, chegou ao título com quatro rodadas de antecedência, acumulando 74 pontos, apenas 16 à frente do vice-líder Furacão.
Venceu 23 partidas, empatou cinco e perdeu seis. Marcou 72 gols (ataque mais positivo) e sofreu 30 (segunda defesa menos vazada, ao lado da do Galo). Aproveitamento de 72,5%. Um trovão azul.
De quase rebaixado em 2011, o Cruzeiro chegou ao título com um time homogêneo, sem grandes estrelas. Bom e barato. O clube investiu R$ 40 milhões na montagem do espetáculo, mesma quantia paga pelo Corinthians por 60% dos direitos de Pato.
O time mineiro colocou a faixa no peito após derrotar o Vitória (3 a 1). Mas nem precisava. A derrota de 2 a 1 do Furacão para o Criciúma garantiria a festa.
Antes de a bola rolar, outro feito histórico na superquarta: um protesto organizado pelo Bom Senso, movimento dos atletas que exige mudanças no esporte, contra a cartolagem do Circo Brasileiro de Futebol.
Eles cruzaram os braços. Literalmente. Os árbitros deram a saída, mas os jogadores ficaram parados por alguns segundos. Eles também entraram em campo com faixas de protesto (‘Amigos da CBF: e o bom senso?).
Houve apenas uma exceção: São Paulo x Flamengo. Ameaçados pelo árbitro Alicio Pena Júnior, que prometeu amarelar todos se cumprissem a determinação do Bom Senso, os atletas tocaram a bola de um lado para outro, enquanto sua senhoria desempenhava o papel de bobo da corte, sem saber o que fazer, correndo pra cá e pra lá. Após quase um minuto, o capitão Rogério Ceni fez final para começar o jogo.
                                                         ##########
Pitacos da rodada 1. Depois de mais de três meses, Corinthians volta a vencer dois jogos seguidos por ‘goleada': 1 a 0 no Fluminense (domingo) e agora no Coxa - Guilherme garante o triunfo e a zona de conforto da equipe no campeonato; Tigre derruba Furacão (2 a 1) e sai da zona do agrião queimado após 12 jornadas, com direito ao 100º gol de Paulo Baier em Brasileiros; Botafogo fica no ‘oxo' com a Lusa e se complica na reta final do torneio - pela primeira vez desde a quinta rodada, time carioca deixa o seleto grupo da Libertadores (Goiás é o quarto colocado).
Sugismundo Freud. Se você quer, faça.
Pitacos da rodada 2. Na volta do rechonchudo Walter, Verdão do cerrado implode Ponte, com Sasha e Ramon, e segue na luta por vaga na Libertadores - Macaca cada vez mais próxima do inferno; depois de 653 minutos, imortal Grêmio reencontra o caminho do gol com o ‘artilheiro' Rhodolfo, continua no G4 e afunda a nau vascaína, novamente no subsolo do campeonato - Renato Gaúcho ganha vaias da torcida (14.884 presentes) ao substituir Zé Roberto, que joga a chuteira longe; Rogério Ceni desencanta após quatro pênaltis perdidos e comanda vitória do soberano São Paulo sobre o Urubu por 2 a 0 - Ademilson marcou o segundo.

Dona Fifi. Sabe-se agora por que o Palmeiras perdeu para o Paysandu e adiou a festa do bi na Série B: os jogadores ficaram os 90 minutos de braços cruzados a pedido do Bom Senso.

Gilete press. De Leonardo André, no ‘Extra': "Há dois anos no comando do Botafogo, o técnico Oswaldo de Oliveira está em contagem regressiva para trocar o Rio por Belo Horizonte na temporada do ano que vem. Oswaldo já foi procurado pelo presidente do Atlético/MG, Alexandre Kalil, para ocupar o lugar de Cuca, que comunicou ao cartola sua decisão de sair do Galo após a decisão do Mundial, no Marrocos. O técnico alvinegro fez questão de deixar a conversa para o final do Brasileiro." A conferir.

Twitface. ‘Calor entra rasgando (42 pontos) e ultrapassa Flu (36) e Vasco (37)' - manchete do jornal carioca ‘Meia Hora'. Pano rápido.

Tititi d'Aline. O fofo Ronaldo, que se encontra em Londres com a namorada Paula Morais, cresce os olhos para o mercado editorial. Ele pretende investir parte da poupança na compra dos direitos da ‘Playboy' no Brasil.

Você sabia que... o Galo e o Saci colorado já se enfrentaram 19 vezes na era dos pontos corridos do Brasileirão, com uma vitória do time mineiro e 10 triunfos da equipe gaúcha?

Bola de ouro 1. Fábio, Maye, Dedé, Léo, Egídio, Everton, Leandro Guerreiro, Lucas Silva, Ricardo Goulart, Dagoberto, Tinga, Borges, Júlio Baptista, Willian, Everton Ribeiro (na arquibancada) e Marcelo Oliveira. Uma Raposa que entrou para a história.
Bola de ouro 2. Celeste e México. Arrasaram a Jordânia (5 a 0) e a Nova Zelândia (5 a 1), no primeiro jogo da repescagem, e colocaram os pés, os braços, a cabeça, o papagaio, a milonga e a tequila na Copa de 2014. Só perdem a vaga se chover canivete na segunda partida.

Bola de latão. Mario Gobbi. Publicamente, o pródigo cartola corintiano jura que deseja renovar o contrato do ‘professor' Tite; nos bastidores, acerta os ponteiros para a volta de Mano Menezes.

Bola de lixo. Nissan. O diretor de marketing da montadora, Murilo Moreno, está vibrando com a possibilidade de o Vasco voltar para a Série B. Seria um gol de placa, ‘já que teria mais visibilidade do que ficar pelo meio da tabela' na elite. Pouco depois, a Nissan negou torcer contra. Mas o estrago já estava feito.

Bola sete. "É complicado encontrar um árbitro que chama o time do Flamengo de fraco, que manda nosso time chupar porque o São Paulo está ganhando. Ele não passa de um babaca e não pode apitar jogos do Brasileiro" (do zagueiro Chicão, sobre sua senhoria, Alicio Pena Júnior - que maravilha).
Dúvida pertinente. Por que o protesto do Bom Senso não atingiu a globalização da mídia?

Transmissão das Olimpíadas de Inverno na TV americana terá Sharapova

Reuters
Maria Sharapova passou parte de sua infância na cidade de Sochi, sede das Olimpíadas de Inverno do ano que vem
Maria Sharapova passou parte de sua infância na cidade de Sochi, sede das Olimpíadas de Inverno do ano que vem
A tenista russa Maria Sharapova é a convidada da rede de TV norte-americana NBC para comentar os Jogos Olímpicos de Inverno em 2014, que serão realizados na Rússia, na cidade de Sochi, entre os dias 7 e 23 de fevereiro.
"Como atleta olímpica, significa muito para mim os Jogos de Inverno serem disputados na minha terra. Sochi tem uma cultura e uma história muito ricas e estou ansiosa para fazer parte da família NBC e compartilhar isso com o mundo", declarou Sharapova.
A número 4 do ranking da WTA passou parte de sua infância na cidade de Sochi, mas agora vive nos Estados Unidos.
"Maria transcende o esporte como uma das estrelas mais conhecidas do mundo. Ela morou em Sochi até os seis anos de idade e ainda tem familiares e amigos lá. Ela vai nos oferecer uma perspectiva única e pessoal de um lugar que ela conhece tão bem", analisou o produtor executivo da NBC, Jim Bell.