quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Atlético-PR perde para Criciúma e confirma título do Cruzeiro

Gazeta Press
O atacante Welligton Paulista marcou o segundo gol do Criciúma contra o Atlético-PR
O atacante Welligton Paulista marcou o segundo gol do Criciúma contra o Atlético-PR
O Cruzeiro já é o campeão do Brasileirão. Mesmo antes do fim da partida contra o Vitória, a equipe mineira já conquistou o terceiro título nacional de sua história. Isto porque, o Atlético-PR foi derrotado pelo Criciúma, por 2 a 1, no Estádio Heriberto Hulse, na 34ª rodada do Campeonato Brasileiro, e não tem mais chances matemáticas de ultrapassar o líder do campeonato. Fábio Ferreira e Welligton Paulista marcaram para os donos da casa. Paulo Baier descontou para os visitantes.

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O jogo também foi marcado pela manifestação dos atletas em apoio ao movimento Bom Senso FC, que cobra melhores condições do futebol brasileiro. Os jogadores entraram no gramado com a faixa de protesto. Assim que o árbitro Francisco de Almeida Filho autorizou o início, os atletas rolaram a bola e cruzaram os braços. O ato durou cerca de 30 segundos.

Com o resultado, o time do Paraná se mantém com os mesmos 58 pontos, 12 a menos que o Cruzeiro, faltando 12 pontos a serem disputados na reta final da competição. Porém, mesmo igualando a pontuação, o Atlético-PR não consegue levar vantagem no primeiro critério de desempate, o saldo de vitórias.

A equipe de Vagner Mancini, caso vença todos os confrontos nesta reta final, chegaria a 20 triunfos no total, enquanto o clube celeste já contabiliza 22 vitórias. Por isso, o Cruzeiro garante o título do Campeonato Brasileiro de 2013.

Sabendo do fim do jogo em Santa Catarina, os jogadores do clube de Belo Horizonte já comemoravam o título no gramado do estádio Barradão, durante o intervalo da partida contra o Vitória. 
Pelo outro lado, os três pontos somados foram essenciais para o Criciúma na briga para se afastar do rebaixamento. O time catarinense pode terminar a rodada na 15ª posição, com 39 pontos, dois a mais que o Vasco, primeiro time na zona da degola.

No próximo sábado, o Criciúma encara o Coritiba, no Couto Pereira. No mesmo dia, o Atlético-PR vai ao Rio de Janeiro enfrentar o Botafogo, no Maracanã.

O jogo 

O Atlético-PR começou a partida mostrando vontade, buscando o ataque, mesmo com uma equipe modificada. Porém, após a pressão, com dois escanteios cobrados por Paulo Baier na área, o Criciúma reagiu e foi fatal. Aos seis minutos, Ricardinho cobrou falta na área e Fábio Ferreira desviou de costas para o fundo das redes e abriu o placar, incendiando de vez o torcedor catarinense.

O Criciúma marcava forte e, mesmo com posse de bola, o Atlético-PR ao conseguia avançar. Aos 18 minutos, após muita confusão para cobrança de falta, João Vítor carimbou a barreira. Paulo Baier, ex-jogador da equipe local, tentava marcar seu 100º gol em Brasileirões, mas estava difícil. Aos 21 minutos, o maestro rubro-negro cobrou falta e a defesa tirou o perigo. Aos 24 minutos, Luiz Alberto aproveitou cruzamento e carimbou a trave, no rebote, Jonas perdeu.

O time mandante, quando chegava, levava perigo. Aos 26 minutos, João Vitor invadiu a área e Deivid cometeu a penalidade. Na cobrança, Wellington Paulista fez o segundo, aumentando a vantagem. O ritmo caiu um pouco após o segundo gol. Aos 38 minutos, Baier cobrou falta, mas a bola subiu demais.

Para a segunda etapa, o clube rubro-negro voltou com o atacante Ciro no lugar do volante João Paulo. Mas quem criou a primeira chance foi o Criciúma, aproveitando saída errada de Weverton, aos dois minutos. Lins cabeceou por cima do goleiro e Luiz Alberto salvou em cima da linha. Aos oito minutos, Roger abriu espaço na defesa catarinense e cruzou em cima da marcação, desperdiçando um bom lance.
O Atlético-PR voltou a aparecer com perigo aos 11 minutos, com Zezinho, que disparou um petardo para grande defesa de Galatto. Até que aos 15 minutos, Paulo Baier, que perseguia sua marca histórica em pediu para jogar na cidade que teve grande importância em seu inicio de carreira, acertou um lindo chute para descontar no placar. A equipe rubro-negro cresceu e, aos 20 minutos, Jonas arriscou o chute para intervenção de Galatto.

O jogo ganhou em emoção, já que o resultado era ótimo para os donos da casa, mas um empate teria um gosto amargo de derrota. Aos 31 minutos, Frán Mérida cabeceou desequilibrado na área e a bola passou por cima da meta. Na resposta, Fábio Ferreira testou firme, para fora. O Criciúma se segurou bem, administrando a vitória que pode começar a garantir a equipe na Série A em 2014.

FICHA TÉCNICA
CRICIUMA 2 X 1 ATLÉTICO-PR

Local: Estádio Heriberto Hulse, em Criciuma (SC)
Data: 13 de novembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Francisco de Assis Almeida Filho (CE)
Assistentes: Thiago Gomes Brigido (CE) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE)
Cartões amarelos: Matheus Ferraz (Criciúma); Dellatorre, Deivid, Paulo Baier e Zezinho (Atlético-PR)

Gols: CRICIÚMA: Fábio Ferreira, aos 06 minutos e Wellington Paulista, aos 28 minutos do primeiro tempo

ATLÉTICO-PR: Paulo Baier, aos 15 minutos do segundo tempo
CRICIÚMA: Galatto; Sueliton, Matheus Ferraz, Fábio Ferreira e Marlon; Henik, Serginho, João Vitor (Bruno Renan), Ricardinho; Lins (Cassiano) e Wellington Paulista (Marcel)
Técnico: Argel Fucks

ATLÉTICO-PR: Weverton; Jonas, Dráusio, Luiz Alberto e Juninho (Felipe); João Paulo, Deivid, Zezinho e Paulo Baier; Dellatorre (Frán Mérida) e Roger
Técnico: Vagner Mancini

Grêmio encerra 'seca' de gols e vence Vasco, que pode voltar ao Z-4 ao fim da rodada

Gazeta Press
Jogadores comemoram o gol de Rhodolfo na Arena Grêmio
Jogadores comemoram o gol de Rhodolfo, enquanto Wendel lamenta
A "seca", enfim, acabou. Após seis partidas sem marcar um gol, o Grêmio usou a bola parada de Zé Roberto para Rhodolfo para "desencantar" e vencer o Vasco por 1 a 0, em Porto Alegre, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O resultado recoloca o Tricolor gaúcho na 3ª colocação, apesar da vitória do Goiás sobre a Ponte Preta. Tanto gremistas, quanto esmeraldinos têm 56 pontos, contra 57 do vice-líder Atlético-PR, que enfrenta o Criciúma ainda nesta quarta. O próximo compromisso tricolor é a partida contra o Flamengo, às 19h30 (de Brasília) do próximo domingo, novamente na Arena Grêmio.
O Vasco, por sua vez, vê o "inferno astral" da zona de rebaixamento voltar a se aproximar. O clube carioca segue na 16ª colocação, com 37 pontos, um acima do Fluminense, mas o panorama pode piorar até o final da rodada, dependendo dos resultados de Criciúma x Atlético-PR e Fluminense x Náutico. No próximo domingo, o Cruzmaltino encara o Corinthians, às 17h, no Pacaembu.
O jogo
Após a entrada em campo com uma faixa com os dizeres "Por um futebol melhor para todos", do Bom Senso F.C., chegou a hora de a bola rolar. Se o Grêmio veio a campo com "só" dois zagueiros e três volantes, em um esquema um pouco mais ousado que o de costume, foi o Vasco quem anunciou a intenção de jogar fechado desde o início: três zagueiros e três volantes. Quatro com Wendel, que jogou improvisado na ala esquerda.
Gazeta Press
Zé Roberto e Guiñazu disputam um lance na Arena Grêmio
Zé Roberto e Guiñazu disputam um lance na Arena Grêmio
O resultado foi, de fato, um jogo fechado, sem grandes emoções. Precisando de uma vitória para manter-se na "corrida" pelo G-4, o Grêmio logo chegou ao ataque com uma tabela em velocidade de Barcos e Zé Roberto. Renato Silva, de carrinho, cortou o lance e cedeu escanteio.
Com um jogo truncado, nada melhor do que a bola parada para levar perigo, e o Grêmio assustou em dois cruzamentos de Pará pelo lado direito e em falta frontal cobrada por Zé Roberto, por cima do travessão.
Mas quem terminaria por criar as melhores oportunidades do primeiro tempo seria o Vasco, se aproveitando, sobretudo, de erros na saída de bola gremista. Aos 16 minutos, Pedro Ken desarmou Alex Telles no campo de ataque e serviu Marlone, que chutou rasteiro, colocado. Dida se esticou todo e fez grande defesa. O mesmo Alex Telles foi envolvido na marcação por Fagner e Pedro Ken, que chutou forte para mais uma defesa de Dida. Ficou nisso o primeiro tempo.
Mas veio a etapa final, e com ela um grito entalado na garganta do torcedor gremista desde o clássico Gre-Nal do dia 20 de outubro: "gol!". Logo aos 5 minutos, Zé Roberto cobrou escanteio da esquerda, Rhodolfo subiu e cabeceou no contrapé de Alessandro para fazer 1 a 0.
O Vasco, agora atrás no placar, foi para cima com Willie no lugar de Jomar. O Grêmio respondeu com o uruguaio Maxi Rodríguez na vaga de Zé Roberto. A torcida não gostou, mas a mexida deu certo, e o Tricolor seguiu se impondo mesmo após o gol.
O Vasco tentou responder aos 27 minutos, em um chute por cima do gol de Pedro Ken. Mas o time carioca não conseguiu, verdadeiramente, se impor na reta final. O Grêmio também teve boa chance nos acréscimos, mas parou em Alessandro.
No fim das contas, as emoções ficaram nisso, e o placar também: 1 a 0 Grêmio, que volta a se posicionar bem no G-4 do Campeonato Brasileiro, e pode "afundar" o Vasco mais uma vez para as quatro últimas posições da competição.
FICHA TÉCNICA:
GRÊMIO 1 x 0 VASCO
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 13 de novembro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (Fifa-AL)
Assistentes: Pedro Santos de Araújo (AL) e Esdras Lima Albuquerque (AL)
Público: 14.840 (10.863 pagantes)
Renda: R$ 304.016,00
Cartões amarelos: Barcos (Grêmio); Pedro Ken (Vasco)
Gol: 
GRÊMIO: Rhodolfo, aos 5 minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Dida; Pará, Rhodolfo, Bressan e Alex Telles; Souza, Ramiro, Riveros e Zé Roberto (Maxi Rodríguez); Kleber (Elano) e Barcos (Werley)
Técnico: Renato Gaúcho
VASCO: Alessandro, Renato Silva, Cris e Jomar (Willie); Fagner, Guiñazu (Sandro Silva), Abuda, Pedro Ken e Wendel; Marlone e Edmilson (André)
Técnico: Adilson Batista

Grêmio segue vivo à sua maneira; Vasco caiu com a queda de Marlone

Gazeta Press
Jogadores comemoram o gol de Rhodolfo na Arena Grêmio
Jogadores comemoram o gol de Rhodolfo na Arena Grêmio.
Na noite de protestos dos jogadores em nome do Bom Senso F.C., Renato Portaluppi desfez o esquema com três zagueiros para buscar o gol que o Grêmio não marcava há seis partidas. Adilson Batista surpreendeu ainda mais e repaginou o Vasco no mesmo 3-1-4-2 do adversário em boa parte da campanha.
A proposta era clara: um trio de defensores para encaixar a marcação e garantir a sobra contra Kléber e Barcos, os atacantes do 4-3-1-2 da equipe gaúcha que tentou criar com Zé Roberto como "enganche" e forçando pela esquerda com Alex Telles. Sem sucesso.
O time cruzmaltino, mesmo disposto a se defender e desarmando oito vezes contra quatro do rival, conseguiu articular na frente por contar com a única centelha de talento na Arena gremista: Marlone. Sem a bola, a jovem revelação voltava com o volante Souza. Nas ações ofensivas, procurava o solitário Edmilson ou tentava decidir sozinho. Quase conseguiu em bela conclusão que Dida evitou com muita dificuldade.
Uma das duas finalizações do Vasco na direção da meta, contra apenas uma do Grêmio, que teve 58% de posse de bola (Footstats). Empate sem gols no placar, vitória estratégica dos cariocas no primeiro tempo.
Olho Tático
Vasco no 3-1-4-2 garantindo a sobra contra Kléber e Barcos e encaixando a marcação sobre o 4-3-1-2 gremista que pouco criou com Zé Roberto na armação.
Vasco no 3-1-4-2 garantindo a sobra contra Kléber e Barcos e encaixando a marcação sobre o 4-3-1-2 gremista que pouco criou com Zé Roberto na armação.
O time sem ideias precisou da bola parada para enfim ir às redes e mudar o cenário desfavorável: cobrança de escanteio de Zé Roberto, falha de Renato Silva no tempo de bola e gol de Rhodolfo logo as cinco minutos da segunda etapa. O suficiente para Adilson desmanchar o esquema com três zagueiros ao trocar Jomar por Willie. Depois tirou Guiñazu e colocou Sandro Silva. No 4-2-3-1, tentou ocupar o campo de ataque e trocar passes com Pedro Ken centralizado e Marlone pela esquerda.
A vantagem deixou o Grêmio confortável nos contragolpes. O meio-campo ganhou dinamismo na transição ofensiva com Maxi Rodríguez na vaga de Zé Roberto. Mas Kléber não conseguia dar sequência às jogadas - chegou a tropeçar na bola de forma constrangedora. Renato arriscou Elano como atacante na vaga do "Gladiador". Com espaços e toque mais qualificado na frente, o time gaúcho criou duas boas chances. Mas falta contundência.
Adilson tentou sua última cartada com André na vaga de Edmilson. Mais presença física na área que fez Renato trocar Barcos por Werley. O Vasco recuperou posse de bola - terminou com 49%. No entanto, a queda de produção de Marlone matou a criatividade. Sem o passe diferente, o ataque reforçado foi pouco acionado. O tetracampeão brasileiro segue à perigo.
Olho Tático
No final, Grêmio voltou ao esquema com 3 zagueiros e tentou contra-atacar com Elano e Maxi Rodríguez; Vasco pouco criou com a queda de Marlone.
No final, Grêmio voltou ao esquema com 3 zagueiros e tentou contra-atacar com Elano e Maxi Rodríguez; Vasco pouco criou com a queda de Marlone.
No apito final, o Grêmio tinha três zagueiros em campo. O triunfo que não vinha há sete partidas chegou com gol de defensor. O time de Renato sempre deixa a impressão de que exagera no pragmatismo e tem material humano para fazer mais e melhor. Mas à sua maneira segue vivo no G-4.

Goiás vence, afunda a Ponte Preta e pode fechar a rodada no G-4 do Brasileiro

Gazeta Press
Walter marcou um belo gol na partida contra o Bahia
Walter ajudou o Goiás a bater a Ponte Preta nesta quarta-feira
O Goiás deu sequência nesta quarta-feira à ótima campanha que vem fazendo no Campeonato Brasileiro. A equipe esmeraldina, com Walter em campo, recebeu a Ponte Preta no estádio Serra Dourada e conquistou um importante triunfo por 2 a 0, com gols de Eduardo Sasha e Ramon, ambos no primeiro tempo. Assim como as demais partidas da 34ª rodada, o duelo em Goiânia contou com a manifestação do grupo denominado Bom Senso FC. Após o apito inicial do árbitro, os jogadores das duas equipes cruzaram os braços, esperando alguns segundos antes de correrem atrás da bola.
Os gols do jogo aconteceram na primeira etapa. Aos 23, Eduardo Sasha apareceu livre na entrada da área após cobrança de falta e chutou forte e cruzado para abrir o placar. Dois minutos depois, Ramon aproveitou a sobra na finalização do companheiro e teve apenas o trabalho de tocar para o gol vazio.
Há nove jogos sem perder no Brasileirão, o Goiás chega aos 56 pontos, na quarta posição. O time Esmeraldino pode até mesmo terminar a rodada entre os quatro primeiros colocados, caso o Botafogo tropece em casa contra a Portuguesa. Já a Ponte Preta continua com 34, na vice-lanterna.
Às 17h (de Brasília) do próximo domingo, a Ponte Preta tem dura missão contra o líder Cruzeiro, no Mineirão. No mesmo dia, mas às 19h30, o Goiás recebe o Internacional no Serra Dourada. As partidas são válidas pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O jogo
Logo no primeiro minuto, William cruzou da direita e Adailton aproveitou vacilo de Renan para cabecear com muito perigo. Este, no entanto, seria o único bom lance da Ponte Preta no primeiro tempo.
Após alguns minutos sem emoções, o Goiás passou a tocar bem a bola e mandar na partida. Aos 16, Ramon cabeceou bem e obrigou Roberto a fazer boa defesa. No lance, o goleiro bateu o braço na trave e precisou ser atendido no gramado.
Sete minutos depois, Renan Oliveira cobrou falta na área e a zaga afastou mal. Na sobra, Eduardo Sasha soltou uma bomba de primeira para abrir o placar no Serra Dourada.
O gol animou o Goiás. Apenas dois minutos depois, uma boa troca de passes acabou nos pés de Eduardo Sasha, que chutou na zaga. Na sobra, Ramon apareceu livre na segunda trave para tocar para o gol vazio.
Em vantagem, o time da casa esfriou o jogo e passou a se defender com ainda mais eficiência. Acuada, a Ponte Preta pouco perigo ofereceu e ainda viu o Esmeraldino chegar bem nos contra-ataques. Em um deles, Walter recebeu de Renan Oliveira e, da marca do pênalti, chutou à esquerda do gol.
Com o atacante Rildo no lugar do zagueiro Diego Sacoman, a Ponte Preta voltou trocando mais passes no segundo tempo. O time de Campinas, no entanto, esbarrou na boa marcação do Goiás e só conseguiu finalizar aos dez minutos, em chute de fora da área de Alef que saiu muito acima do gol.
A partir deste momento, porém, o Goiás equilibrou as investidas e passou a atuar mais no campo de ataque. Nem mesmo as alterações do técnico Jorginho foram capazes de deixar a Ponte mais ofensiva.
Com isso, o jogo seguiu com poucos lances de perigo até os minutos finais, quando a Ponte esboçou uma pressão. Em dois lances, o segundo deles um belo voleio que explodiu na trave, Rafael Ratão quase diminuiu o placar. O susto acordou o Goiás, que recuou ainda mais e administrou a vantagem com tranquilidade até o apito final.
FICHA TÉCNICA:
GOIÁS 2 X 0 PONTE PRETA
Estádio: Serra Dourada, em Goiânia-GO
Data: Quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Cláudio Mercante Júnior-PE
Assistentes: Marrubson Melo Freitas-DF e Ricardo Bezerra Chianca-PE
Cartões Amarelos: Diego Sacoman, Artur e Magal (Ponte Preta)
GOLS: Eduardo Sasha, aos 23, e Ramon, aos 25 minutos do primeiro tempo
GOIÁS: Renan; Vítor, Rodrigo, Ernando e William Matheus; Amaral, David, Eduardo Sasha (Roni), Ramon (Thiago Mendes), Renan Oliveira e Eduardo Sasha; Walter (Léo Bonatini)
Técnico: Enderson Moreira
PONTE PRETA: Roberto; Artur, César, Ferron e Diego Sacoman (Rildo); Magal, Fernando Bob, Alef e Elias (Adrianinho); Adailton e William (Rafael Ratão)
Técnico: Jorginho

Argel escala o Criciúma com três volantes para encarar o Atlético-PR



Pela terceira vez desde que assumiu o comando técnico do Criciúma, o técnico Argel Fucks forma a equipe com três volantes. Henik, Serginho e João Vitor estarão no meio do Tigre que encara o Atlético-PR na noite desta quinta-feira, no Heriberto Hülse. O treinador havia testado duas formações no treinamento da véspera. Uma delas tinha uma configuração semelhante.
Aquecimento Criciúma (Foto: João Lucas Cardoso)Aquecimento do Criciúma antes de enfrentar o Atlético-PR (Foto: João Lucas Cardoso)
Nem Morais e nem Ivo, o armador do Criciúma passa a ser Ricardinho, embora João Vitor vista a camisa  10, como em jogos sob o comando do técnico Vadão em que fazia o papel de meio-campista. As laterais ficam a cargo de Sueliton e Marlon. O Tigre começa a partida com Galatto; Sueliton, Matheus Ferraz, Fábio Ferreira e Marlon; Henik, Serginho, João Vitor e Ricardinho; Lins e Wellington Paulista.

Na véspera, também treinaram no time titular o meia Morais e o volante Bruno Renan. No aquecimento do Tigre, os jogadores finalizaram ao gol e simularam escanteios.

Grêmio quebra longo jejum de gols com vitória sobre o Vasco na Arena

Num time que conta com os experientes atacantes Barcos e Kleber, coube a um zagueiro a missão de acabar com um tabu do Grêmio. Rhodolfo selou a vitória por 1 a 0 sobre o Vasco, nesta quarta-feira, em Porto Alegre, quebrando um jejum de gols que durou 653 minutos, ou seis partidas completas. O resultado aliviou a pressão sobre o técnico Renato Gaúcho e deixou o Tricolor gaúcho firme no G-4. Por outro lado, a equipe cruz-maltina se vê novamente ameaçada de voltar à zona de rebaixamento ao fim da 34ª rodada.
O Vasco entrou em campo com uma escalação surpreendente e com a mensagem clara de que o empate seria visto como excelente resultado. O técnico Adilson Batista optou por três zagueiros, além de Guiñazu para fazer a proteção. Assim, deixou no banco de reservas o meia Bernardo (que acabou por nem entrar em campo) e o atacante André.
Poucas vezes ameaçado pelo Vasco no segundo tempo, o Grêmio manteve o domínio da partida até consolidar uma vitória magra, mas providencial. O único momento que se pode dizer conturbado foram as vaias de muitos dos 14.840 torcedores presentes (10.863 pagantes) pela substituição de Zé Roberto. O meia não escondeu a insatisfação ao deixar o campo, aos 15 minutos do segundo tempo.
Como era esperado, o Grêmio exerceu uma pressão inicial, para abrir vantagem rapidamente e acalmar a possível impaciência da torcida. No entanto, a equipe de Renato Gaúcho não conseguiu articular jogadas concretas e, assim, não criou chances claras de gol. Após os primeiros 15 minutos, depois que o time da casa diminuiu um pouco seu ritmo, o Vasco passou a se arriscar e a colocar em prática uma estratégia clara: fazer uma marcação firme e sair nos contra-ataques.
Foi dessa maneira que o Vasco criou as duas melhores chances de todo o primeiro tempo, ambas com Marlone. Na primeira, ele recebeu a bola de Pedro Ken, que fez bom desarme, e chutou no canto esquerdo esquerdo de Dida. O veterano goleiro precisou se esticar muito para fazer a defesa. Em seguida, Marlone fez ótimo lançamento para Edmilson, que concluiu mal, por cima da meta.
O Grêmio tentou responder fazendo-se valer da experiência do trio formado por Zé Roberto, Kleber e Barcos. Mas acabou por esbarrar na correta marcação do Vasco, apesar de algumas falhas individuais, e em sua própria incapacidade de criar jogadas.
Assim, restava ao Tricolor apostar nas bolas paradas. E foi assim que a equipe conseguiu abrir o placar, logo aos cinco minutos do segundo tempo. Zé Roberto cobrou escanteio pelo lado esquerdo, Rhodolfo subiu mais do que Renato Silva e cabeceou. Alessandro pulou em seu canto direito mas não alcançou a bola.
Com o fim de um jejum que durava seis partidas, 24 dias, o Grêmio passou a atuar mais solto. Para isso contribuiu os espaços deixados por um Vasco que precisou sair mais ao seu ataque em busca do empate. A equipe de Adilson Batista, que até então vinha mostrando uma marcação sólida, se desestruturou e perdeu a organização.
Até o fim da partida o Vasco se esforçou em busca do empate, mas esbarrou na defesa gremista e no goleiro Dida. Do outro lado, o Grêmio teve a chance de ampliar no fim, com Máxi Rodriguez após um drible por baixo das pernas de Sandro Silva.

Perez de Saida

Perez deixa a garagem da McLaren em Abu Dhabi (Divulgação)
Mais novidades no grid da F-1 para 2014. Depois de Massa ser anunciado pela Williams na segunda-feira, hoje foi dia de despedida. E da mesma maneira como fez o brasileiro quando a Ferrari o dispensou, Sergio Perez usou o Twitter para se adiantar à McLaren e dizer que não correrá mais na equipe a partir do próximo ano.
A demora do time  em confirmar sua dupla para o ano que vem já estava causando desconfiança no paddock e a confirmação veio hoje. A McLaren ainda não anunciou oficialmente, mas deve mesmo fechar com Kevin Magnussen para ser companheiro de Button no ano que vem. Ele ganhou recentemente o campeonato de F-Renault 3.5 e já mostrou que tem potencial.
No ano passado, participou do teste para novatos em Abu Dhabi e fez uma volta que seria suficiente para ficar com o sexto lugar no grid do GP daquele ano. Neste ano ele voltou a testar com a McLaren e surpreendeu de novo ao marcar o melhor tempo de um dos dias de treinos.
Achei interessante a equipe tomar esta atitude só um ano depois de contratar o Perez. Em outras palavras, admitir que errou. Tudo bem que a chegada dele à equipe foi meio atabalhoada, já que eles foram pegos de surpresa com a ida do Hamilton para a Mercedes. Eles achavam que conseguiriam manter o inglês no time e, de repente, se viram sem opções para 2013, daí a escolha pelo mexicano.
A questão agora é que Perez é mais um piloto sem vaga no ano que vem que tem um pote de dinheiro para oferecer a quem o contratar. Maldonado é o outro. Os dois negociam com a Sauber. Maldonado ainda conversa com a Lotus. E Perez também está em contato com a Force India.
O grande prejudicado com estes dois “soltos” no mercado pode ser, mais uma vez, Hulkenberg. Mais piloto que os dois, mas sem patrocínio que o banque, pode acabar tendo que se contentar com a vaga que sobrar.
Como eu disse na segunda-feira, este final de semana aqui no Texas promete ser agitado.

Fla, sobre ação do Procon: 'Parece o que acontecia no regime militar'

Eduardo Bandeira de Mello coletiva Flamengo (Foto: Gustavo Roststein)Bandeira condenou ação do Procon e defendeu preço dos ingressos (Foto: Gustavo Roststein)
Na tarde desta quarta-feira, o Flamengo se pronunciou de forma oficial sobre a polêmica do preço dos ingressos para a decisão da Copa do Brasil, diante do Atlético-PR, no Maracanã, e o episódio envolvendo a ida de representantes do Procon à sede na parte da manhã. O caso terminou na polícia.
Presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello - que considera justo o preço, dada a importância do jogo - condenou a ação do Procon realizada na sede do clube.
- O Flamengo respondeu a tudo que foi indagado. Não compareceu, mas mandou ofício. Pela arbitrariedade, se compara ao que acontecia no regime militar, nada comparado a levar um menino do Flamengo que estava fazendo sua obrigação. O Bernardo (Accioly, diretor jurídico), que está lá, e não foi liberado pois chegou lá, e foram almoçar. Deixaram ele lá. Felizmente foi assistido pelos advogados, mas essas coisas acontecem quando é o Flamengo. As pessoas querem aparecer. Provavelmente seria eu no lugar dele (Bernardo), mas eu não estava. É arbitrariedade. Ninguém pode prender ninguém dessa maneira. Onde estamos? - questionou Bandeira
Diretor de marketing do Flamengo, Fred Luz também se pronunciou sobre todo o problema:
- Eu não estava aqui (na hora da ação do Procon). O Flamengo foi invadido, pessoas entraram aqui na marra, sem autorização. É uma injustiça realmente. Os preços aumentaram, mas final é diferente, vale sempre mais. Temos muitos exemplos. Passagens aéreas 6h da manhã custam um quinto do preço de uma que é à noite. 
Aposta no Maracanã cheio
Fred Luz foi além:
- Eu acho que a polêmica é grande, está sendo politizada, desnecessariamente, não deveria ser assim, mas o torcedor do Flamengo sabe bem. Até esse momento de ano duro do Flamengo, ninguém veio ajudar a pagar os salários dos jogadores, ninguém veio ajudar o clube a se recompor financeira e politicamente. Uma pena que o futebol esteja sendo comandado por manipuladores para tirar valores do Flamengo. Estão fazendo demagogia e populismo barato - afirmou o diretor. 
O dirigente disse que, apesar de todos os contratempos, o Maracanã estará lotado no jogo de volta, no dia 27. A carga total de ingressos será de 72.301 (incluindo gratuidades e entradas para a torcida do Furacão):
- Apesar de toda essa gritaria, os ingressos vão esgotar. 
Eduardo Bandeira de Mello apresentou outras alegações diante da polêmica dos ingressos. Leia abaixo:
Compra de Elias
- A contratação do Elias depende de recursos, e a renda vai ajudar muito. Não vai ser com a renda que vamos contratar, mas também vai ajudar. Tudo isso faz parte de uma política de geração de recursos. Estão tentando nos impedir da maneira covarde.
Boa parte vai entrar de graça, e a maioria vai pagar R$ 75, que é o sócio-torcedor com direito a meia-entrada. No Rio, 80% dos ingressos são de meia
Bandeira, sobre o preço dos ingressos
 Procon
- Nós vamos nos defender pois temos a razão, que está do nosso lado. Achamos que era suficiente responder por documento. Está tudo respondido lá. Não vamos dar palco para quem quer aparecer. Só não vamos entregar documentos cobertos por confidencialidade. De repente pediram documentos do ano passado e retrasado, que não tem nada a ver com o que é tratado no momento. Nessa hora o Flamengo é notícia, palco para aparecer.
Preço justo
- É a única chance que temos de ter recursos não onerosos para pagar os compromissos e temos direito de fazer isso. Os verdadeiros rubro-negros estão nos apoiando. Precisamos pegar os impostos em dia. É um preço justo para ser praticado nesse momento.
Meia-entrada
- Para grande parcela da torcida, cobrar R$ 10 no Maracanã continua sendo caro, até porque para pagar transporte boa parte vai ter dificuldade. Mas boa parte vai entrar de graça, e a maioria vai pagar R$ 75, que é o sócio-torcedor com direito a meia-entrada. No Rio, 80% dos ingressos são de meia. Nós precisamos muito desses recursos para pagar os compromissos, temos direito de fazer e não podemos ser vítimas de arbitrariedade.

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Brasileirão Série A

19h30 Goiás 2x0 Ponte Preta
19h30 Grêmio 1x0 Vasco
21h00 Criciúma 2x1 Atlético-PR
21h00 Botafogo 0x0 Portuguesa
21h50 Coritiba 0x1 Corinthians
21h50 Vitória 1x3 Cruzeiro
21h50 São Paulo 2x0 Flamengo

Eliminatórias da Copa do Mundo - Repescagem



13h00 Jordânia 0x5 Uruguai
18h30 México 5x1 Nova Zelândia

Jornal: Diego Costa encabeça lista de substitutos de Lewandowski no Dortmund

Ciente de que deverá perder o centroavante Robert Lewandowski na próxima janela de transferências internacionais, que será reaberta em janeiro, a diretoria do Borussia Dortmund já pensa em substitutos, e a lista é encabeçada por um brasileiro: Diego Costa, do Atlético de Madrid.
De acordo com o jornal alemão Sport Bild, a cúpula segue de perto os passos do jogador, que trocou a seleção brasileira pela espanhola recentemente, mas acabou sendo cortado de amistosos por conta de uma lesão. O diário fixa em 24 milhões de euros (mais de R$ 75 milhões) a multa de rescisão contratual.
Getty
Diego Costa
Diego Costa é titular absoluto do Atlético de Madri
No entanto, a forte concorrência por Diego Costa, um dos atletas mais badalados da Europa atualmente, poderá atrapalhar as investidas dos alemães - Real Madrid, Barcelona, Arsenal, Manchester City e Chelsea também estariam de olho no brasileiro para a temporada seguinte.
A publicação também lembra dos brasileiros que já passaram por Dortmund, como o lateral esquerdo Dedê e o atacante Amoroso, que fizeram história no clube. Mas, caso Diego Costa seja inviável, o Borussia Dortmund pensa em outras opções, talvez um pouco mais acessíveis.
O colombiano Jackson Martínez, do Porto, o belga Christian Benteke, do Aston Villa, e o bósnio Edin Dzeko, do Manchester City, aparecem na relação dos diretores. Lewandowski já teria acertado com o rival Bayern de Munique, assim como o ex-colega Mario Götze fez no meio deste ano.
Por enquanto, Diego Costa vai marcando seus gols e chamando a atenção europeia para o Campeonato Espanhol. O brasileiro aparece em segundo lugar no ranking de artilheiros, apenas atrás de Cristiano Ronaldo, do Real. O português marcou 16 tentos, três a mais do que Diego Costa.

O mico do Palmeiras no dia de ganhar o título e do anúncio do desejo de renovar com Gílson Kleina

Os dez minutos anteriores ao Palmeiras sofrer o gol de Yago Pikachu foram trágicos para o time. Erros de passe constantes pareciam anunciar a proximidade do revés. Os trinta minutos seguintes foram tétricos. O Palmeiras abusou dos lançamentos longos para a área, em vez de trocar passes até chegar à grande área. Mico! Agora a taça só será confirmada com empate contra o Boa, sábado, no Pacaembu.
No dia em que a diretoria anunciou a intenção de renovar com Gílson Kleina, o time deu um sinal de que não está pronto para ser campeão. Não é simples sair da condição de time de meio de tabela para a de protagonista. É o mesmo desafio dos técnicos. Qual está pronto para ser vencedor? Cuca passou os últimos cinco anos ouvindo sobre suas derrotas no momento chave, até ganhar a Libertadores.
Kleina deve ter o tempo, no Palmeiras, de se preparar técnica, tática e psicologicamente para isso. Pronto não está. É só prestar atenção na quantidade de tropeços à medida em que se aproximava a chance de subir -- até o 0 x 0 contra o São Caetano confirmar o acesso. E agora no vacilo no jogo do título, ou no que era para ser. É difícil jogar no Mangueirão diante de 33 mil torcedores. Mas era para ganhar, ou empatar, e confirmar a taça na noite de terça-feira.
Diga-se que Marcelo Bielsa tem tido dificuldades semelhantes. Campeão argentino pelo Newell's três vezes e pelo Vélez uma, medalha de ouro na Olimpíada de Atenas pela seleção argentina, Bielsa não conquista um título de clube desde 1998. Monta times brilhantes, ganha taças esporádicas. Seu estupendo Athletic Bilbao de 2012 perdeu a final da Liga Europa massacrado pelo Atlético de Madrid de Diego Simeone.
Vencer é mais difícil do que parece.

Pigossi e Cé avançam às oitavas em Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - Favoritas ao título da 2ª etapa do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo, a paulistana Laura Pigossi, 19 anos, e a gaúcha Gabriela Cé, 20, cabeças de chave 1 e 3, respectivamente, estrearam com vitória nesta terça-feira.
Laura ganhou de Barbara Oliveira, por 2 sets a 0, parciais de 6/1 e 6/0, enquanto Gabriela Cé superou Carolina Meligeni Alves - revivendo a decisão da 1ª etapa - por 2 a 1 (6/3, 4/6 e 7/5). Nas oitavas de final, a tenista de São Paulo irá encarar Juliana Rocha Cardoso. Já a gaúcha Gabriela pega Rafaela Francisquiny.
Os dois jogos acontecem às 9h30 nas quadras de saibro do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto, local do circuito que vale pontos no ranking da WTA (Associação das Tenistas Profissionais) e distribui premiação de US$ 10 mil. A entrada gratuita ao público.
A cabeça 2, Eduarda Piai, de Marília, duela com Ingrid Gamarra Martins, não antes das 10h30, na quadra 6. Nos confrontos envolvendo tenistas locais, a rio-pretense Ana Paula Saviole enfrenta Laura Cardone, às 9h30, na quadra 5 (principal). Na sequência, Isabella Camargo, que faz parte do projeto de formação de tenistas do Clube Monte Líbano, mede forças com Nathalia Rossi, cabeça 4.
A segunda edição do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Bebidas Poty, Inapel e Jaguar Utilidades. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto.  A organização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura e o site oficial do evento é www.circuitofemininosp.com.

Sem fugir de desafio no Flu, Dorival admite 'caso à parte' por dirigir três rivais cariocas em 2013

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O técnico Dorival Júnior comandou seu primeiro treino no Fluminense nesta terça-feira
O técnico Dorival Júnior comandou seu primeiro treino no Fluminense nesta terça-feira
Dorival Júnior foi apresentado nesta terça-feira no Fluminense, o terceiro clube do Rio de Janeiro que ele vai comandar em 2013. Com a missão de salvar o time do rebaixamento no Brasileirão, o treinador assinou contrato até o final deste ano, para apenas cinco partidas, mas minimizou o tempo curto para realizar o trabalho.
"A necessidade do clube está à frente de tudo. Na minha vida, aprendi a não fugir dos desafios. O convite foi feito após a saída do Vanderlei e resolvi aceitar, porque acredito e confio que vou ajudar o Fluminense nesse momento. Eu vim para esses jogos restantes, sem problema nenhum. É um momento importante para o clube e para mim pessoalmente, o Fluminense tem totais condições de reverter esse quadro", disse o novo comandante tricolor.

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Dorival foi apresentado logo depois de comandar seu primeiro treino no Flu, na tarde desta terça, na Urca. Nesta quinta-feira, ele faz a sua estreia diate do Náutico, às 21h, no Maracanã. O treinador saiu do Vasco há duas semanas, após a derrota para a Ponte Preta, por 2 a 1, em Campinas, no dia 27 de outubro, deixando o time cruz-maltino no Z-4 do Brasileiro. Em março deste ano, ele também havia sido mandado embora do Flamengo, que alegou motivos financeiros para a mudança no comando técnico.
"Acho que é um caso à parte, há muito tempo eu não via isso acontecer. Saí do Flamengo por uma situação, saí do Vasco por outra completamente diferente. Eu não esperava que pudesse vir para o Fluminense neste momento, mas aconteceu. É um fato novo na minha carerira, até porque eu costumo cumprir os contratos. Vamos tentar fazer o nosso melhor", afirmou.
Nos últimos dez anos, Dorival já comandou clubes como Cruzeiro, Santos, Atlético-MG, internacional, além de Flamengo e Vasco, e teve como principais conquistas a Série B do Brasileiro de 2009 pelo time cruz-maltino e a Copa do Brasil de 2011 pela equipe da Vila Belmiro. Em 2010, pegou o Atlético-MG na zona do rebaixamento e conseguiu evitar a queda. Nos últimos trabalhos, porém, não conseguiu repetir essas conquistas.
"Fico feliz de em tão pouco tempo profissionais terem confiado no meu trabalho e me chamdo para dirigir clubes como Fluminense, Flamengo.. Independentemente das conquistas, quero sempre deixar o melhor nos clubes, seja revelando jogadores, seja fazendo um trabalho consistente", disse o treinador.
Dorival também preferiu não fazer contas na busca para tirar o Fluminense da zona de rebaixamento, mas sabe da importância de uma vitória diante do Náutico nesta quinta-feira. Atualmente, o Tricolor soma 36 pontos e está na 18ª posição, dentro do Z-4 do Brasileirão.
"Não podemos projetar nada, temos é de buscar pontos, vitórias. Precisamos fazer o nosso melhor. É uma situação muito difícil, muitos brigando por algo na competição, outros nessa situação que incomoda e desequilibra. O Fluminense está em uma posição desconfortável, mas que pode ser revertida", finalizou o treinador.
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CBV anuncia Superliga B com participação feminina inédita

Pela primeira vez na curta história da Superliga B, disputada apenas nos dois últimos anos, a competição se estenderá ao gênero feminino, com seis equipes no torneio que garante acesso à Superliga, principal competição do vôlei nacional.

Entre os homens, que têm como atual campeão o Alfa/Monte Cristo, de Goiânia (GO), serão oito clubes na disputa, assim como na última temporada.

"Este é mais um importante passo para o voleibol nacional. Teremos mais uma competição de alto nível no calendário, o que já vínhamos buscando desde a formação da Superliga B. Isso reforça a importância do evento", afirmou o superintendente técnico da CBV, Renato D'Avila.

Confira a relação das equipes participantes:

Masculino
Bento Vôlei - Bento Gonçalves (RS)
Voleisul Paquetá Esporte - Novo Hamburgo (RS)
Santo André - Santo André (SP)
Velo Clube - Rio Claro (SP)
Olympico/Mart Minas/Uptime - Belo Horizonte (MG)
Escola do Corpo - São José dos Campos (SP)
Sesi-SP - São Paulo (SP)
Asas Vôlei - Brasília (DF)

Feminino
AVF/Santa Maria Vôlei - Santa Maria (RS)
Aceul/Leme - São Paulo (SP)
São José dos Campos - São José dos Campos (SP)
Preve/Concilig/Semel - Bauru (SP)
Prefeitura Municipal de Cascavel - Cascavel (PR)
AABB-DF - Brasília (DF)

Vasco e Flu morrerão abraçados se repetirem a bolinha de gude do primeiro turno

Os matemáticos de plantão refizeram os cálculos após a 33ª rodada do Brasileirão e chegaram à conclusão de que 46 pontos serão suficientes para driblar o caldeirão do diabo, a extrema-unção para a Série B.
Entre os sete times mais ameaçados, dois gigantes de chuteiras de barro no campeonato deste ano: Vasco, com 37 pontos, e Fluminense, com 36.
Ou seja, nas últimas cinco rodadas a nau vascaína terá de navegar em busca de nove pontos, enquanto o Tricolor vai precisar de 10 em 15 possíveis.
Mas, e sempre tem um mas para atazanar a vida do torcedor, vascaínos e tricolores devem abrir os olhos mais que coruja de prontidão ou morrerão abraçados no piscinão de Ramos.
Nos embates do primeiro turno, o Vasco ganhou fantásticos cinco pontos contra os futuros adversários - Grêmio, Corinthians, Cruzeiro, Náutico e Furacão. A nau vascaína obteve uma vitória, dois empates e duas derrotas.
Já o Fluminense colecionou sete contra Náutico, São Paulo, Peixe, Galo e Bahêa (dois triunfos, um empate e duas sapatadas).
De acordo com a turma do põe, tira, deixa ficar, a possibilidade de pelo menos um carioca cair é de 82%. Recordar é viver, e sofrer:
Vasco 2 x 3 Grêmio
Vasco 1 x 1 Corinthians
Cruzeiro 5 x 3 Vasco
Náutico 0 x 3 Vasco
Vasco 0 x 0 Furacão
Náutico 0 x 1 Fluminense
São Paulo 2 x 1 Fluminense
Fluminense 0 x 2 Peixe
Galo 2 x 2 Fluminense
Fluminense 1 x 0 Bahêa.
                                                           ##########
Pikachu 1, Periquito 0. Um empate bastava ao Palmeiras para conquistar, oficialmente, o sonhado bicampeonato da Série B. Mas a equipe decepcionou no Mangueirão e sucumbiu aos pés de Pikachu, o herói do Paysandu. Com a derrota, os periquitos em revista terão de buscar um empate diante do Boa Esporte, no fim de semana, no Pacaembu, para dar a volta olímpica. Já o Paysandu ganhou sobrevida no campeonato e deixou a zona do agrião queimado. Mais de 33 mil torcedores assistiram o Papão da Curuzu jogar água no chope palmeirense.
Gol contra. Diretor de marketing do Urubu, Fred Luz perdeu boa chance de ficar calado ao tentar justificar o injustificável aumento do preço do ingresso para a final da Copa do Brasil. Por mais que procure explicar a facada (de R$ 250 a R$ 800), o cartola não conseguirá convencer a massa rubro-negra. "Não vamos reduzir nada. Está decidido. O preço não tem nada de injusto. Nossa meta é atingir R$ 5 milhões de renda líquida", vociferou Luz, esbanjando prepotência e sem um pingo de luz de humildade.
Sugismundo Freud. O desejo raramente perde para a razão.
Subsolo 1. A gangorra na zona do agrião queimado sobe e desce mais que a Bolsa de Valores. A cinco rodadas para o final do Brasileirão, sete times tentam driblar o caldeirão do diabo, escapar do subsolo. O sambalelê das possibilidades de rebaixamento no ‘Chance de Gol': Ponte - 94,6%; Vasco - 63,2%; Criciúma - 58,2%; Fluminense - 42,7%; Bahêa - 30,3%; Lusa - 7%; e Coxa - 3,9%.
Subsolo 2. O ‘Infobola' indica: Ponte - 86%; Vasco - 61%; Criciúma - 56%; Fluminense - 55%; Bahêa - 26%; Lusa - 12%; e Coxa - 4%. Já os cálculos do matemático Oswald de Souza apontam: Ponte - 90%; Criciúma - 53%; Fluminense - 52%; Vasco - 49%; Bahêa - 32%; Lusa - 15%; e Coxa - 8%.
Dona Fifi. Chove caviar e champanhe na horta do Circo Brasileiro de Futebol. O patrocínio do Itaú foi renovado até 2022. O atual, que termina ao final da Copa de 2014, rende a bagatela de US$ 15 milhões aos cofres do Circo.
Gilete press. De Jorge Nicola, no ‘Diário de S.Paulo': "Diretor executivo do Palmeiras, José Carlos Brunoro voltou a se transformar em pivô de uma polêmica no Palestra Itália. Tudo por causa do prêmio de aproximadamente R$ 250 mil previsto no contrato do palmeirense em caso de título da Segunda Divisão. Desde a metade do ano, o ex-presidente Mustafá Contursi e seus aliados pressionam o presidente Paulo Nobre a demitir Brunoro. O movimento se baseia no custo do cartola - R$ 120 mil de salário por mês." Mamma mia!
Tititi d'Aline. O Bom Senso, movimento dos jogadores contra a folhinha do Circo Brasileiro de Futebol, decidiu fazer novo protesto na rodada desta quarta. Os atletas estão inconformados com o desinteresse dos dirigentes em mudar o calendário e adotar outras propostas. A cartolagem está brincando com fogo.
Você sabia que... Dorival Júnior substitui pela terceira vez o 'pofexô' Vanderlei Luxemburgo nos últimos anos (Peixe/10, Galo/11 e Flu/13)?
Bola de ouro. Bruno Rangel. Ao marcar o gol da vitória da Chapecoense sobre o Paraná, o atacante chegou aos 28 gols e entrou para a história como maior artilheiro em uma edição da Série B.
Bola de latão. São Caetano. Depois de ser rebaixado à Série A2 do Paulistinha, caminha para a extrema-unção na Série B do Brasileiro. De Boeing a teco-teco sucateado: duas vezes vice-campeão brasileiro (2000/01), vice-campeão da Libertadores (2002) e campeão paulista (2004).
Bola de lixo. Estádio das Dunas. Por mais que o governo se esforce para vender manguzá de primeira, poucos acreditam que o campo de Natal ficará 100% até a Copa. Pelo ritmo acelerado das obras, talvez em 2030.
Bola sete. "Jogar a Série B é pior que jogar a Séria A. Tem muita viagem longa, cansativa, sacrifício, gramado ruim, correria... Os atletas têm de comemorar o retorno do Palmeiras" (do ex-goleiro Marcos, na pré-estreia de ‘Santo Marcos', documentário sobre sua vida - é, pode ser).
Dúvida pertinente. A nação rubro-negra deve boicotar a decisão da Copa do Brasil se o clube não diminuir o preço do ingresso?

Em jogo dramático, Ceará vence Avaí no Castelão e cola no G-4 da Série B

Mais uma vitória na Arena Castelão e vivo o sonho do acesso à Série A. Com Fernando Henrique expulso nos acréscimos e o atacante Léo Gamalho no gol, o Ceará venceu o Avaí por 2 a 1, nesta terça-feira (12), na capital cearense, pela 35ª rodada da Série B, e colou no G-4, em quinto, com 56 pontos. Com a quarta derrota seguida, os visitantes estacionam nos 53 pontos, na oitava colocação.
Mota gol Ceará x Avaí (Foto: LC Moreira / Futura Press)Mota comemora primeiro gol na Arena Castelão (Foto: LC Moreira / Futura Press)
Pressionados pelas vitórias de Figueirense e Icasa, Ceará e Avaí fizeram um primeiro tempo veloz, em que os donos da casa tiveram mais posse de bola e largaram na frente. Mota fez o oitavo dele na Segundona. Magno Alves também deixou o dele logo no início do segundo tempo. Quando o Vovô parecia dominar tranquilo, Beto diminuiu para os catarinenses e colocou fogo no jogo. Mesmo tomando pressão no fim, o time de Sérgio Soares conseguiu segurar o resultado. Não sem antes ter goleiro expulso e, depois de três alterações feitas, atacante Léo Gamalho na meta.
O Ceará faz uma 'decisão' fora de casa na próxima rodada, contra o Guaratinguetá, às 17 horas (horário de Brasília), no Dario Rodrigues Leite. Também pela 36ª rodada, o Avaí recebe o América-RN no sábado (16), às 17h20m (também de Brasília), no Estádio da Ressacada.
Mota oportunista
Os catarinenses começaram assustando. A partida no Castelão nem tinha chegado aos 20 segundos quando Márcio Diogo aproveitou falha de Diego Ivo e mandou uma bomba de fora da área, à direita de Fernando Henrique. O Ceará não deixou por menos. Magno Alves foi derrubado perto da área, Rogerinho cobrou com estilo a falta, no travessão. Mota, aos 10 minutos, estava no canto certo e, no rebote, fez o primeiro do Vovô.
À frente no placar, a equipe de Sérgio Soares reforçou a proteção na defesa. Juliano arriscou um chutaço de longe, mas FH defendeu. A cada subida para o ataque, a torcida do Vovô presente na Arena Castelão cantava mais. Com outras sete equipes praticamente empatadas em pontos na luta pelo G-4, mais um gol em casa daria tranquilidade. Aos 40, Magno Alves meteu a cabeça na bola e colocou no travessão. Na sequência, Mota ficou com rebote, chutou e viu Aelson, zagueiro do Avaí, impedir o gol de forma polêmica. Apesar de reclamação de toque de mão por parte do Ceará, a arbitragem não deu a penalidade.
Drama, expulsão e alívio
Em três minutos, o Ceará conseguiu ficar mais tranquilo. Com belo voleio de Magno Alves, o Vovô fez o terceiro após bonita jogada de Vicente. Embalado pelo barulho das arquibancadas, os donos da casa chegavam ao ataque com mais frequência, mas não acertavam o último passe. Ricardinho ainda tentou aos 21 minutos, mas o goleiro do Leão da Ilha impediu o terceiro.  Quando o domínio alvinegro se concretizava, Beto reascendeu a esperança do Avaí. O atacante venceu a zaga do Ceará e, mesmo desequilibrado, deixou o dele: 2 a 1.
O duelo, então, ficou ainda mais emocionante. Aos 36, Léo Gamalho, que entrou no lugar de Mota, recebeu cruzamento de Marcos, cabeceou e Diego fez um verdadeiro 'milagre' ao tirar a bola. E a pressão do Avaí se concretizou nos minutos seguintes. Aos 42, Márcio Diogo ficou na cara do gol e bateu fraco, mas Fernando Henrique defendeu. A arbitragem, no entanto, marcou impedimento, para alívio no Castelão. Nos acréscimos, Fernando Henrique ainda recebeu cartão vermelho e Léo Gamalho foi goleiro nos momentos finais.