quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Fla vira sobre o Goiás, deita e rola no Maracanã e vai à final da Copa do Brasil

Gazeta Press
Léo Moura e Wallace comemoram o gol de Elias, ao centro: emoção no Maracanã
Léo Moura e Wallace comemoram o gol de Elias, ao centro: emoção no Maracanã
Pela sexta vez, o Flamengo está em uma final da Copa do Brasil. Depois de levar um susto no início da partida, com um gol de Eduardo Sasha, o Rubro-Negro virou a partida para 2 a 1 no Maracanã, gols de Hernane e Elias, venceu o Goiás e carimbou a classificação. Após o apito do árbitro, a cena histórica: jogadores rubro-negros deitaram e rolaram no gramado do Maracanã para responder à provocação do atacante Walter. 
No lado rubro-negro, desfalque apenas do goleiro Felipe, operado no joelho esquerdo. De restante, Jayme de Almeida escalou o time com a escalação que tem mandado a campo desde que assumiu o comandao da equipe.
Já o Goiás, sem Walter e William Matheus, lesionados, e Hugo, suspenso, optou por entrar com três volantes e apenas um atacante em campo.
Pela frente, os times voltam a se enfrentar no Campeonato Brasileiro, domingo, também no Maracanã. Já os rubro-negros voltam a entrar em campo pela Copa do Brasil no dia 20 de novembro.
O jogo
Antes da partida, chamou a atenção a torcida rubro-negra ao gritar o nome de Davi, filho de Elias que estava internado com pneumonia. O camisa 8 agradeceu com acenos, mas depois viria a maior retribuição. Não deu nem tempo de o time da casa aproveitar com tranquilidade a vantagem construída no Serra Dourada. Com apenas quatro minutos, Elias fez falta em Vítor pelo lado direito da grande área. Davi levantou a bola na área e Eduardo Sasha, esperto, se antecipou à zaga e cabeceou no canto esquerdo superior de Paulo Victor. 1 a 0.
Eufórica e cantante ao extremo, a torcida rubro-negra que lotava a arquibancada sentiu o baque por alguns segundos. Rapidamente, passou a entoar gritos para mandar o Flamengo à frente. Ainda atônito com o gol, o time de Jayme de Almeida mostrava desorganização.
Aos poucos, a bola deixou de queimar nos pés rubro-negros e o time tratou de tentar reequilibrar as forças no placar. Carlos Eduardo primeiro cruzou na área, mas a defesa rebateu. O Goiás se segurava e o Flamengo insistia. Aos 13 minutos, água mole em pedra dura....
Elias partiu com a bola na intermediária e tocou para Hernane, que devolveu de primeira. O volante tentou chutar a bola, mas acabou travado. Na sobra, ele tocou para Hernane, que foi além de seu estilo: deu dois toques na bola. Um para ajeitá-la e o outro para tocá-la, de forma suave, por cima de Renan. Bola na rede, tudo igual no Maracanã. 1 a 1.
O gol deu ainda mais motivação para a sinergia entre arquibancada e time. O Flamengo se empolgou, partiu para cima disposto a carimbar a classificação para final de uma vez por todas. Entre um contra-ataque e outro, o Flamengo pecava pela definição, só rondando a área goiana. Aos 24 minutos, Elias resolveu. De forma até inesperada, ele recebeu de costas, na entrada da grande área, girou e bateu no capricho. A bola voou até o canto esquerdo de Renan, estufando a rede. Golaço. Flamengo 2 a 1. Na arquibancada, novamente, ecoou o nome de Davi. Elias, emocionado, agradeceu. 
A virada obrigou o Goiás a buscar mais o ataque. Mas com um Eduardo Sasha solitário no ataque a tarefa ficava difícil. Com a vida dos zagueiros rubro-negros facilitada, o Flamengo insistia em testar Renan. Aos 38 minutos, Paulinho recebeu boa bola de Amaral, cortou a zaga e chutou, com perigo. Mas o primeiro tempo terminou sem maiores surpresas e com vantagem rubro-negra.
Na segunda etapa, o técnico Enderson Moreira tirou Roni para dar um parceiro de ataque a Eduardo Sasha: Wellignton Júnior. Mas foi o Flamengo que iniciou o jogo com mais perigo. Aos três minutos, Léo Moura cruzou no capricho para Hernane, mas o Brocador mandou por cima do gol.
Aos dez minutos, um lance polêmico. Léo Moura e Elias tabelaram pelo lado direito. O volante recebeu a bola, deu um cote para dentro da área e rolou na medida para Hernane, que completou para o gol. O auxiliar Carlos Berkenbrock assinalou impedimento de forma incorreta e o gol acabou anulado.
A torcida do Flamengo, irritada, hostilizou o árbitro e o Goiás tentou dar a resposta para ainda buscar a classificação. Aos 14 e aos 18 minutos, Júnior Viçosa e Renan Oliveira assustaram a torcida da casa com chutes ao gol que passaram perto da trave de Paulo Victor. Em seguida, Jayme de Almeida tirou Carlos Eduardo e colocou Diego Silva em campo. A torcida vaiou o camisa 20 e se inflamou. A partir daí, ela atraiu para si a festa da partida.
O jogo ficou um tanto quanto truncado, com o Flamengo parando mais jogadas com falta para gastar o tempo e buscar um contra-ataque. Com o jogo cada vez mais truncado, as chances apareceram. O time teve enorme chance para ampliar aos 39 minutos, quando Hernane tocou bola açucarada para Paulinho, na grande área. Mas, de frente para Renan, Paulinho isolou.
No fim, o próprio Paulinho assustou a torcida ao sentir a coxa esquerda e sair de campo na maca. Mas, para a torcida rubro-negra, tudo era festa. De gol perdido a contusão. O Flamengo, depois de sete anos, está de volta à final da Copa do Brasil.

FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2X1 GOIÁS
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 6 de novembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (Fifa-RS)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Carlos Augusto Nogueira Júnior (SP)
Público e renda: 49.421 pagantes / 56.224 presentes / R$ 3.375.410,00 / 3.536 gratuidades / 2.440 cativas
Cartões amarelos: Luiz Antonio, Léo Moura e Carlos Eduardo (FLA)
Gols: Eduardo Sasha (GOI), aos quatro minutos, Hernane (FLA), aos 13 minutos e Elias (FLA), aos 24 minutos do primeiro tempo.
FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Chicão, Wallace e André Santos; Amaral, Luiz Antonio, Elias e Carlos Eduardo (Diego Silva); Paulinho (González) e Hernane
Técnico: Jayme de Almeida
GOIÁS: Renan; Vitor, Ernando, Rodrigo e Mário Sérgio; Amaral, David, Thiago Mendes, Roni (Wellington Júnior) e Renan Oliveira; Eduardo Sasha (Júnior Viçosa).
Técnico: Enderson Moreira.

Weverton pega tudo, Atlético-PR segura o Grêmio e vai à decisão inédita da Copa do Brasil

Gazeta Press
Paulo Baier conduz a bola sob olhares de outro jogador experiente, Zé Roberto
Paulo Baier conduz a bola sob olhares de outro jogador experiente, Zé Roberto
Pela primeira vez na história do clube, o Atlético-PR está na decisão da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, o clube rubro-negro segurou o Grêmio, na Arena, em 0 a 0, e, por ter vencido a partida de ida por 1 a 0, se classificou às finais da segunda maior competição nacional.

LEIA MAIS
Fla vira sobre o Goiás, deita e rola no Maracanã e vai à final da Copa do Brasil
Para alcançar a decisão, o Atlético-PR contou com atuação memorável do goleiro Weverton. O ataque gremista parou nas defesas espetaculares do arqueiro. O camisa 1 foi o grande destaque da partida com, no mínimo, cinco intervenções complicadas, para o desespero dos torcedores gaúchos.

Em busca do título inédito, o Atlético-PR enfrenta o Flamengo, que derrotou o Goiás, no Maracanã. O sorteio ficou definido que o primeiro jogo será no dia 20 de novembro, na Vila Capanema, em Curitiba. O duelo decisivo acontecerá uma semana depois, dia 27, provavelmente no Maracanã.

Com o resultado, o treinador Vagner Mancini confirma o bom trabalho que vem realizando na temporada, em que a equipe está na vice-líderança do Campeonato Brasileiro. Além disso, o treinador buscará o bicampeonato da Copa do Brasil. Em 2005, Mancini foi campeão da competição com o Paulista, de Jundiaí (SP), em cima de um clube carioca, o Fluminense.
O jogo
O Grêmio esbarrou no bom sistema defensivo do Atlético-PR na primeira etapa. Com Kleber e Barcos no ataque, e Zé Roberto de meia, o time do técnico Renato Gaúcho quase não criou oportunidades durante os 45 minutos iniciais. Com dificuldade para chegar à área adversária, as melhores oportunidades foram em chutes longa distância. Do outro lado, a equipe comandada por Vagner Mancini segurou de maneira tranquila o ímpeto dos gremistas no início da partida.

O Grêmio ensaiou uma pressão quando o árbitro apitou o começo do confronto. Aos quatro minutos, Kleber arriscou de fora da área, mas o chute saiu fraco, à esquerda da meta defendida por Weverton. Aos 12, Pará cruzou e Kleber, de novo, tentou um peixinho mas não pegou bem na bola para defesa segura do goleiro adversário.

A partir de então, o Atlético-PR equilibrou o duelo. O jogo ficou bastante truncado, com muita marcação no meio de campo e com vários passes errados, total de 25.

O time do Paraná não criou nenhuma chance clara de gol. As melhores jogadas foram em escanteios e bolas lançadas à área pelo capitão Paulo Baier.
Com pouco espaço para jogar, o Grêmio passou a arriscar finalizações de longa distância. E quase marcou, duas vezes. Aos 40, Barcos ganhou em lance individual e chutou forte de esquerda para grande defesa de Weverton, que espalmou para escanteio. Dois minutos depois, Alex Telles arrematou de longe e obrigou o goleiro rival a fazer mais uma grande intervenção.

A segunda etapa começou parecida com a anterior. Logo no primeiro minuto, Zé Roberto chutou da entrada da área. A bola passou perto do poste direito do gol do Atlético-PR. O lance levantou a torcida gremista. Após dez minutos de jogo truncado, Kleber cruzou rasteiro, a bola passou na frente do gol e ninguém do Grêmio apareceu para finalizar.

O clube gaúcho cresceu na partida e passou a pressionar o Atlético-PR. Aos 12, Pará tocou para Kléber que, de frente para o gol, chutou para fora. Um minuto depois, o camisa 30 limpou a marcação e bateu em cima do defensor adversário. A bola ficou tranquila para a defesa de Weverton.

Aos 17, aconteceu o lance mais polêmico da partida. Zé Roberto cabeceou para dentro da área, Barcos subiu com Luis Alberto, e a bola chega em Ramiro, que finaliza para dentro do gol. Contudo, o árbitro havia marcado falta duvidosa de Barcos em cima do zagueiro rubro-negro.

O técnico Renato Gaúcho fez a primeira substituição do jogo aos 20 minutos. Entrou Elano, saiu o paraguaio Riveros.
O Atlético-PR quase abriu o placar na metade do segundo tempo. Paulo Baier cruzou e a bola passou pelo atacante Marcelo, dentro da pequena área.

Em busca de mais ofensividade, Renato Gaúcho colocou o chileno Vargas e sacou o meia Zé Roberto.

Aos 29, quase gol do Grêmio. Ramiro pegou de primeira e a bola explodiu no travessão de Weverton. O Grêmio voltou a crescer na partida e obrigou o treinador Vagner Mancini a fazer duas alterações na equipe. Saíram Éderson e Paulo Bair, e entraram Delltorre e João Paulo.
O goleiro Weverton salvou novamente o Atlético-PR. Barcos chutou forte de esquerda obrigando o arqueiro a espalmar por cima do gol. Para conter a pressão do Grêmio, Vagner Mancini colocou o zagueiro Renato Chaves no lugar de Everton.

Os dez minutos finais foram dramáticos. Era ataque contra defesa. O Grêmio buscava o gol de todas as maneiras e o Atlético-PR se segurava do jeito que dava, com praticamente todos os jogadores dentro da área.
Aos 41, Kleber perdeu grande oportunidade. Em cruzamento, o atacante, livre de marcação, cabeceou sem força, sem perigo para Weverton.

Quando o ataque do Grêmio conseguiu vencer o goleiro, o zagueiro Luis Alberto apareceu para salvar em cima da linha. Barcos tocou por cima de Weverton, a bola ia entrando mas o defensor evitou o gol gremista, aos 43.

O Atlético-PR se recuou inteiro. No desespero, o time tricolor tentou jogadas de bola área. Porém, sem organização, facilitou para a zaga do time visitante segurar a pressão e avançar à decisão.

FICHA TÉCNICA 
GRÊMIO 0 x 0 ATLÉTICO-PR
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS)
Data: 6 de novembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Emerson Augusto de Carvalho (Fifa-SP) e Guilherme Dias Camilo (MG)

Cartões amarelos: Zé Roberto e Kleber (Grêmio); Juninho, Léo, Manoel e Luiz Alberto (Atlético-PR)

GRÊMIO: Dida; Pará, Rhodolfo, Bressan e Alex Telles; Souza, Ramiro (Yuri Mamute), Riveros (Elano) e Zé Roberto (Vargas); Kleber e Barcos
Técnico: Renato Gaúcho

ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Juninho; Deivid, Zezinho, Everton (Renato) e Paulo Baier (João Paulo); Marcelo e Ederson (Dellatorre)
Técnico: Vagner Mancini

Weverton pega tudo, Atlético-PR segura o Grêmio e vai à decisão inédita da Copa do Brasil

Gazeta Press
Paulo Baier conduz a bola sob olhares de outro jogador experiente, Zé Roberto
Paulo Baier conduz a bola sob olhares de outro jogador experiente, Zé Roberto
Pela primeira vez na história do clube, o Atlético-PR está na decisão da Copa do Brasil. Na noite desta quarta-feira, o clube rubro-negro segurou o Grêmio, na Arena, em 0 a 0, e, por ter vencido a partida de ida por 1 a 0, se classificou às finais da segunda maior competição nacional.

LEIA MAIS
Fla vira sobre o Goiás, deita e rola no Maracanã e vai à final da Copa do Brasil
Para alcançar a decisão, o Atlético-PR contou com atuação memorável do goleiro Weverton. O ataque gremista parou nas defesas espetaculares do arqueiro. O camisa 1 foi o grande destaque da partida com, no mínimo, cinco intervenções complicadas, para o desespero dos torcedores gaúchos.

Em busca do título inédito, o Atlético-PR enfrenta o Flamengo, que derrotou o Goiás, no Maracanã. O sorteio ficou definido que o primeiro jogo será no dia 20 de novembro, na Vila Capanema, em Curitiba. O duelo decisivo acontecerá uma semana depois, dia 27, provavelmente no Maracanã.

Com o resultado, o treinador Vagner Mancini confirma o bom trabalho que vem realizando na temporada, em que a equipe está na vice-líderança do Campeonato Brasileiro. Além disso, o treinador buscará o bicampeonato da Copa do Brasil. Em 2005, Mancini foi campeão da competição com o Paulista, de Jundiaí (SP), em cima de um clube carioca, o Fluminense.
O jogo
O Grêmio esbarrou no bom sistema defensivo do Atlético-PR na primeira etapa. Com Kleber e Barcos no ataque, e Zé Roberto de meia, o time do técnico Renato Gaúcho quase não criou oportunidades durante os 45 minutos iniciais. Com dificuldade para chegar à área adversária, as melhores oportunidades foram em chutes longa distância. Do outro lado, a equipe comandada por Vagner Mancini segurou de maneira tranquila o ímpeto dos gremistas no início da partida.

O Grêmio ensaiou uma pressão quando o árbitro apitou o começo do confronto. Aos quatro minutos, Kleber arriscou de fora da área, mas o chute saiu fraco, à esquerda da meta defendida por Weverton. Aos 12, Pará cruzou e Kleber, de novo, tentou um peixinho mas não pegou bem na bola para defesa segura do goleiro adversário.

A partir de então, o Atlético-PR equilibrou o duelo. O jogo ficou bastante truncado, com muita marcação no meio de campo e com vários passes errados, total de 25.

O time do Paraná não criou nenhuma chance clara de gol. As melhores jogadas foram em escanteios e bolas lançadas à área pelo capitão Paulo Baier.
Com pouco espaço para jogar, o Grêmio passou a arriscar finalizações de longa distância. E quase marcou, duas vezes. Aos 40, Barcos ganhou em lance individual e chutou forte de esquerda para grande defesa de Weverton, que espalmou para escanteio. Dois minutos depois, Alex Telles arrematou de longe e obrigou o goleiro rival a fazer mais uma grande intervenção.

A segunda etapa começou parecida com a anterior. Logo no primeiro minuto, Zé Roberto chutou da entrada da área. A bola passou perto do poste direito do gol do Atlético-PR. O lance levantou a torcida gremista. Após dez minutos de jogo truncado, Kleber cruzou rasteiro, a bola passou na frente do gol e ninguém do Grêmio apareceu para finalizar.

O clube gaúcho cresceu na partida e passou a pressionar o Atlético-PR. Aos 12, Pará tocou para Kléber que, de frente para o gol, chutou para fora. Um minuto depois, o camisa 30 limpou a marcação e bateu em cima do defensor adversário. A bola ficou tranquila para a defesa de Weverton.

Aos 17, aconteceu o lance mais polêmico da partida. Zé Roberto cabeceou para dentro da área, Barcos subiu com Luis Alberto, e a bola chega em Ramiro, que finaliza para dentro do gol. Contudo, o árbitro havia marcado falta duvidosa de Barcos em cima do zagueiro rubro-negro.

O técnico Renato Gaúcho fez a primeira substituição do jogo aos 20 minutos. Entrou Elano, saiu o paraguaio Riveros.
O Atlético-PR quase abriu o placar na metade do segundo tempo. Paulo Baier cruzou e a bola passou pelo atacante Marcelo, dentro da pequena área.

Em busca de mais ofensividade, Renato Gaúcho colocou o chileno Vargas e sacou o meia Zé Roberto.

Aos 29, quase gol do Grêmio. Ramiro pegou de primeira e a bola explodiu no travessão de Weverton. O Grêmio voltou a crescer na partida e obrigou o treinador Vagner Mancini a fazer duas alterações na equipe. Saíram Éderson e Paulo Bair, e entraram Delltorre e João Paulo.
O goleiro Weverton salvou novamente o Atlético-PR. Barcos chutou forte de esquerda obrigando o arqueiro a espalmar por cima do gol. Para conter a pressão do Grêmio, Vagner Mancini colocou o zagueiro Renato Chaves no lugar de Everton.

Os dez minutos finais foram dramáticos. Era ataque contra defesa. O Grêmio buscava o gol de todas as maneiras e o Atlético-PR se segurava do jeito que dava, com praticamente todos os jogadores dentro da área.
Aos 41, Kleber perdeu grande oportunidade. Em cruzamento, o atacante, livre de marcação, cabeceou sem força, sem perigo para Weverton.

Quando o ataque do Grêmio conseguiu vencer o goleiro, o zagueiro Luis Alberto apareceu para salvar em cima da linha. Barcos tocou por cima de Weverton, a bola ia entrando mas o defensor evitou o gol gremista, aos 43.

O Atlético-PR se recuou inteiro. No desespero, o time tricolor tentou jogadas de bola área. Porém, sem organização, facilitou para a zaga do time visitante segurar a pressão e avançar à decisão.

Romário rebate Ronaldo e volta a criticar gastos da Fifa com a Copa

Romário pediu faxina ética na CBF
Romário rebateu Ronaldo e criticou os gastos da Copa do Mundo
Ídolos do futebol brasileiro nas últimas décadas, os atacantes Ronaldo e Romário voltaram a ‘trocar farpas' nesta terça-feira. Membro do Comitê Organizador Local (COL), o ‘Fenômeno' chegou a afirmar que falta patriotismo por parte de alguns que só criticam a realização da Copa do Mundo no Brasil em 2014, o que não demorou a atingir o ‘Baixinho', que respondeu no início da noite, em sua página no Facebook.

LEIA MAIS
Ronaldo contesta oposição de Romário: 'Fácil fazer dentro de casa'
"Parece que tem gente confundindo o significado de patriotismo. Só para esclarecer, de acordo com o dicionário Aurélio, patriotismo é uma qualidade de quem tem ‘amor à Pátria'. Esclarecido isso, vou relevar a ignorância", afirmou Romário, que atualmente é deputado federal (PSB-RJ) e tanta acompanhar os gastos de Fifa e COL para a realização do Mundial no próximo ano.

O ‘Baixinho' fez questão de deixar claro que não faz parte destas duas entidades e fez um rápido levantamento sobre o lucro da maior entidade do futebol mundial. "Não sou contra a Copa, sou contra os gastos excessivos que estão sendo realizados para este Mundial, enquanto a FIFA vai lucrar R$ 4 bilhões, livre de impostos, e entrará nos cofres do COL quase um R$ 1 bilhão".

Criticado por Ronaldo, Romário não perder a oportunidade de cutucar o ‘Fenômeno', convidado para fazer parte do Comitê Organizador Local. "Para finalizar, não recebo nenhum dinheiro da FIFA e muito menos alugo apartamento por 250 mil, por mês, para essa entidade cheia de corruptos. Não recebo nenhum real do COL, não sou convidado para participar de conselho de órgãos públicos para receber qualquer benefício agora ou futuramente".

Ainda no final da nota de esclarecimento, o ‘Baixinho' quis polemizar e encontrou um modo peculiar de atingir Ronaldo. "E só para finalizar, eu particularmente, adoro mulher! Mas aprendi a respeitar o gosto de cada um...", escreveu Romário, lembrando o caso no qual o Fenômeno se envolveu com travestis.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Copa Sul-Americana

21h50 River Plate 1x3 Lanús
21h50 Atlético Nacional 0x0 São Paulo

Copa do Brasil

21h50 Flamengo 2x1 Goiás
21h50 Grêmio 0x0 Atlético-PR

Copa da Liga Inglesa

17h45 Sunderland 2x1 Southampton

Liga dos Campeões



14h00 Zenit 1x1 Porto
15h45 Basel 1x1 Steaua Bucareste
16h45 Barcelona 3x1 Milan
16h45 Chelsea 3x0 Schalke 04
16h45 Ajax 1x0 Celtic
16h45 Atlético de Madri 4x0 Áustria Viena
16h45 Borussia Dortmund 0x1 Arsenal
16h45 Napoli 3x2 Olympique

Efeitos da Copa: para sobreviver, menino mergulha no lixo ao lado do estádio que poderia salvá-lo

Capa da "Folha de S. Paulo" de 5 de novembro de 2013. O maior destaque é a foto de Diego Nigro, na qual um menino aparece mergulhado no canal do Arruda, no Recife, em busca de latinhas para reciclagem que, acrescenta o jornal, rendem até R$ 10 após um dia submerso na água imunda.
Reprodução
A primeira página da Folha de S. Paulo de 5 de outubro de 2013: destaque para a foto no Recife
A primeira página da Folha de S. Paulo: destaque para a foto feita no Recife
Reprodução/Foto Diego Nigro/Jornal do Commercio
O menino mergulhado nos detritos na foto de Diego Nigro: imagem duríssima perto da Copa
Paulo Henrique, 9 anos, mergulhado nos detritos: imagem duríssima a menos de um ano da Copa do Mundo
O canal do Arruda é, na prática, um valão vizinho ao estádio do Santa Cruz. Região pobre, cercada por casas humildes, por barracos, e que poderia ser revitalizada para que ali tivéssemos um local digno. E a Copa do Mundo seria o agente responsável pela transformação das vidas dessas pessoas. Seria...
O Arruda é um estádio particular, inaugurado em 1972. Em 2009, quando foi anunciada a construção da "Arena Pernambuco", a cerca de 16 quilômetros da capital pernambucana, a região "pedia" socorro. Com o clube em má situação financeira, já envolvido em rebaixamentos, a solução deveria ser outra.
Post publicado neste blog em 8 de junho de 2009 — clique aqui e leia —, quando o blogueiro lá esteve acompanhando a seleção brasileira que lá enfrentou o Paraguai, defendia o Arruda como palco pernambucano da Copa. A sugestão era que o clube cedesse suas instalações a parceiros que investiriam ali. Como fez o Palmeiras.
Reprodução Google Earth
O estádio do Arruda e seu entorno, com casas, barracos e o canal: revitalização seria o melhor
O estádio do Arruda e seu entorno, com casas, barracos e o canal: revitalização faria bem à capital pernambucana
Claro, tal operação não seria simples, mas nem tentaram. Partiram direto para a construção de um estádio no meio do nada.





























O dinheiro enterrado na "Arena" de São Lourenço da Mata poderia revitalizar o entorno do Arruda. Seria fantástico ver o futebol como agente transformador daquela pobre região Nada disso aconteceu. O estádio da Copa do Mundo já está funcionando. E ao lado do Arruda o menino mergulha na água fétida em busca da sobrevivência. Que gol contra! E ainda há gente preocupada em usar o Mundial de futebol para mostrar ao mundo uma imagem positiva do Brasil.
Reprodução Google Earth
Detalhe do Canal do Arruda, vizinho ao estádio: detritos acumulados próximos à margem
Detalhe do Canal do Arruda, vizinho ao estádio: detritos próximos à margem
Reprodução Google Earth
A Arena Pernambuco, mais distante do coração do Recife: obra consumiu R$ 529,5 milhões
A Arena Pernambuco, mais distante do coração do Recife: R$ 529,5 milhões

Duda Piai e Gabi Cé avançam no ITF de Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - Fortes candidatas ao título, Eduarda Piai e Gabriela Cé não tiveram dificuldades para avançar às oitavas de final da 1ª etapa do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo, que acontece nas quadras de saibro do Clube Monte Líbano. A paulista e cabeça 1 Duda superou Yasmine Guimarães, por 6/3 e 5/1, com desistência da adversária no game final. Agora, vai encarar Laura Cardone, que venceu Andressa Souza por duplo 6/2.

Já gaúcha Gabriela Cé busca mais um bom resultado em torneios de US$ 10 mil na temporada. Superou Giovanna Tomita, por 6/3 e 6/1 e vai duelar com Barbara Oliveira, que venceu Ana Carolina Sikagi, por 6/4 e 6/1. Outra jogadora bem cotada é Nathalia Rossi. A canhota tirou Barbara Gueno, por 6/4, 4/6 e 6/0.

Ainda pela primeira rodada, Marcela Guimarães Bueno venceu Luciana Ullmann, por duplo 7/5; Marcela Valle passou  por Rafaela Francisquiny, por duplo 6/3; e a rio-pretense Ana Paula Saviole foi eliminada por StephanieTheiler, da Suíça, por 6/2 e 6/4.

A rodada desta quarta-feira começa às 10h30, com entrada gratuita para o público. Veja a ordem das partidas:

Quadra 3 - 10h30
Rafaela dos Santos (BRA) vs. [7]Suellen Abel (BRA)
Juliana Cardoso (BRA) vs. Carolina Alves (BRA)

Quadra 4 - 10h30
[8]Stephanie Theiler (SUI)  vs. Ivone Alvaro (POR)
Barbara Olivveira (BRA) vs. [2]Gabriela Cé (BRA)

Quadra 5 - 10h30
Isabella Camargo (BRA) vs. [4]Nathaly Kurata (BRA)
[1]Eduarda Piai (BRA)  vs. Laura Cardone (BRA)

Quadra 6 - 10h30
[6]Flavia Bueno (BRA)  vs. Marcela Valle (BRA)
[3]Nathalia Rossi (BRA)  vs. Marcela Bueno (BRA)

A segunda edição do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Bebidas Poty, Inapel e Jaguar Utilidades. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto.  A organização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura.

Cabeça 2, Wickmayer supera a estreia em Taiwan

Taipei (Taiwan) - Segunda mais bem cotada para conquistar o título no WTA 125 de Taipei, a belga Yanina Wickmayer não teve moleza, mas superou sua primeira adversária no torneio. Nesta terça-feira, ela deixou pelo caminho a atleta da casa Chin-Wei Chan, que veio do quali e ocupa apenas a 325ª posição no ranking, com placar final de 7/6 (7-3) e 6/4.
"Foi duro para mim porque não estava me sentindo muito bem e acahava que não teria energia o suficiente para vencer", declarou Wickmayer, que revelou ter passado por problemas estomacais antes da partida. "Fico feliz de ter podido superar esse obstáculo. Espero estar melhor nos próximos dias", acrescentou.
A próxima adversária da belga será Olga Govortsova, que batalhou por duas horas e meia para eliminar a convidada chinesa Qiang Wang em três sets, com placar final de 6/4, 5/7 e 7/5. "Quando fomos para o terceiro set, achei que meu corpo não iria aguentar, mas consegui me superar", disse a bielorrussa, que volta após dois meses parada por problemas no ombro.
Duas favoritas acabaram parando logo na rodada inicial. Uma dela foi a japonesa Kurumi Nara, cabeça de chave 5, que caiu diante da alemã Anna-Lena Friedsam com parciais de 6/3 e 7/5. A outra foi a francesa Caroline Garcia, sexta pré-classificada, eliminada pela eslovaca Anna Schmiedlova, com placar final de 6/7 (3-7), 6/1 e 7/5.

'Rei do empate', Chapecoense fica no 0 a 0 com América-RN no Índio Condá

‘O Rei do empate’ não agregou três, mas o ponto único acumulado à sua campanha nesta terça-feira é mais um passo para conquistar o acesso à sala VIP do futebol brasileiro, à Série A em 2014. No Índio Condá, pela 34ª rodada da Segudona, a equipe que jamais deixou o G-4 da competição, a vice-líder Chapecoense chegou à sexta igualdade consecutiva - o dobro de qualquer outro time -, desta vez diante do América-RN, que não lamentou o resultado para sua caminhada heroica pela permanência na Série B. Apesar da falta de gols, no duelo em Santa Catarina não faltaram oportunidades para que as redes balançassem.
As igualdades, porém, das ultimas seis partidas, são parte dos 10 jogos de invencibilidade da Chapecoense e os 62 pontos conquistados deixam o time bem perto do sonhado acesso – com nove de vantagem para o quinto colocado (os concorrentes pelo G-4 ainda não atuaram na 34ª rodada). O segundo empate do Mecão, após o 3 a 3 com o arquirrival ABC, é incorporado a uma série positiva de 14 pontos conquistados nos últimos 21 disputados, que deixam uma margem de seis em relação à zona de descenso.
Na próxima rodada, ambas as equipes volta a jogar na terça-feira, em uma 35ª rodada 'cheia' com os 10 jogos da Série B. A Chapecoense deixa sua cidade para enfrentar o Paraná, no Durival de Britto, às 19h30min, enquanto o time potiguar volta para o Rio Grande do Norte para o duelo de Americas, às 21h50m.
Chapecoense e América-RN (Foto: Junior Matiello / Futura Press)Chapecoense e América-RN não saem do 0 a 0 no Índio Condá (Foto: Junior Matiello / Futura Press)
Primeiro tempo aberto em Chapecó

Se a Chape buscava acabar com a fama de Rei do empate, não foi ela que começou o jogo perto de marcar. Com a saída de bola, o Mecão se lançou ao ataque logo no primeiro ataque, e Regis quase abriu o placar, aos 18 segundos de jogo, mas a bola carimbou a trave esquerda do goleiro Nivaldo. Perto dos 15 minutos de bola rolando, novamente o time visitante que chegaria com muito perigo, sempre com a participação do camisa 10 alvirrubro, em contra-ataques previstos pelo técnico da Chape antes do duelo. Mas faltou precisão ou rapidez na finalização, para evitar a chegada dos defensores alviverdes.
A Chapecoense insistia nas jogadas pelos flancos, e quando chegou pelo meio, o fez com perigo. Na finalização de Nenén, porém, o zagueiro interceptou a bola, que tinha endereço certo, e o time da casa pediu pênalti por uma suposto braço na bola: lance polêmico. Mas em seguida o América-RN voltaria a assustar no contragolpe, desta vez com Adriano Pardal. O atacante bateu de fora, com força, mas sem a direção exata e a bola passou ao lado da meta.
O jogo era aberto, e o Verdão do Oeste catarinense também tinha no contragolpe uma solução para o seu problema – os cinco empates seguidos. Mas Soares matou errado o passe de Bruno Rangel, quando chegava na cara do gol, frente a frente com o goleiro Andrei, e a zaga chegou a tempo para cortar. Apesar do 0 a 0, os primeiros 45 minutos em Chapecó terminaram eletrizantes, com a promessa de gols na etapa final.

Segundo tempo tem expulsão e pressão, mas nada muda no placar
Novamente o time de Natal foi o primeiro a chegar à meta rival com perigo. Rápido, como a característica do time,  Norberto fez fila na defesa da Chape, invadiu a área, mas o chute colocado não alcançou o canto do goleiro Nivaldo, que caiu para fazer a defesa. Apenas aos 13 minutos o time da casa exigiu uma boa defesa de Andrei. Em cobrança de falta, Bruno Rangel, artilheiro da Série B, que não marcava há cinco jogos, quase tirou a ‘zica’ e abriu o placar, mas o arqueiro do Mecão evitou.
Aos 19, Pardal, colocou ingenuamente o braço na bola e foi expulso pelo segundo cartão amarelo.  Com um a mais, o time da casa foi para frente. A formação que havia começado com três atacantes, agora contava com mais um, após a entrada de Rodrigo Gral no lugar do zagueiro Dão. Foi quando novamente Rangel chegou perto de marcar, mas Andrei fez novamente uma defesa espetacular.

Até o minutos final da partida, a Chapecoense buscou acabar com a extensa série de empates na Série B, mas não conseguiu, e a maioria do 9.445 espectadores no Índio Condá vaiaram, apesar da campanha, e a vice-liderança.

Empate ruim para São Caetano e América-MG no Anacleto Campanella



Um resultado ruim para São Caetano e América-MG. O empate em 1 a 1 na noite desta terça-feira, na abertura da 34ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B, não foi bom para as pretensões de paulistas e mineiros na reta final da competição nacional - o Azulão se manteve na vice-lanterna, com 32 pontos e quatro atrás do ABC, o 16º colocado, e o Coelho foi aos 52 e continuou fora do G-4, o Icasa está na 4ª posição com 53 pontos.
O duelo em São Caetano do Sul colocou frente a frente duas equipes que precisavam do triunfo para manterem os sonhos vivos na Segundona. Buscando uma vaga no grupo de acesso, o América demorou pouco mais de um minuto para abrir o marcador. Na luta contra o rebaixamento para a Série C, o São Caetano empatou dez minutos depois, com Cassiano.
Apesar do excesso de vontade de ambos os lados, os erros de passe e de finalização - e também a boa atuação do goleiro Rafael Santos no segundo tempo -, serviram para manter o placar empatado em 1 a 1 até o fim.
Na próxima rodada, o América-MG volta a campo na terça-feira, às 21h50m, para encarar o América-RN, no estádio Nazarenão, em Goianinha (RN). No mesmo dia, mas às 19h30m, o São Caetano viaja para Minas para enfrentar o Boa Esporte, em Varginha.
Andrei São Caetano e América-MG (Foto: Valeska Silva)Chute de Andrei venceu a defesa do Azulão e abriu placar no Anacleto (Foto: Valeska Silva)
Começo de jogo agitado no Anacleto
Dono da segunda melhor campanha como visitante da Série B, o América-MG não demorou para fazer valer seu retrospecto e ampliar ainda mais a crise do lado do São Caetano. Logo no primeiro minuto, o volante Andrei arriscou de fora da área e, mesmo sem muita força, viu a bola passar pela defesa rival e pelo goleiro Rafael Santos antes de morrer no canto esquerdo.
Em fase muito complicada no torneio, os donos da casa sentiram o duro golpe. Mas, mesmo desorganizado, o Azulão foi ao ataque e se aproveitou da retranca do Coelho para pressionar. Sem muita criatividade, e na base da insistência, os paulistas empataram. Aos 12, Cassiano criou pela esquerda e na entrada da área e bateu colocado para fazer um belo gol.
Com as duas equipes precisando de um resultado positivo, os rivais mantiveram a pegada, mas ambos esbarraram nos constantes erros de criação. Na ausência de qualidade no toque de bola, o América-MG passou a apostar nas jogadas pelo alto. Foi num desses lances que os visitantes criaram a última boa chance da primeira etapa. Aos 27, após cruzamento de escanteio da esquerda, Leandro Ferreira ganhou dos defensores do Azulão e do goleiro Rafael Santos e cabeceou na trave.
Rafael Santos segura o ataque do América
Com a sombra da Série C cada vez mais próxima, o São Caetano voltou para a segunda etapa procurando mais o campo de ataque. Com Bruno Veiga na vaga de Marcelo Soares, os paulistas tentaram criar mais volume de jogo no setor ofensivo, principalmente com Cassiano pelas alas, mas o mesmo problema voltou a atormentar a criação: os constantes erros de passe. A opção para o time do técnico Pintado foi apostar nas bolas paradas. Assim, Éder e Bruno Aguiar conseguiram levar perigo, antes dos 20 minutos. Mas foi do América-MG a grande chance de recuperar vantagem no marcador.
Em lance digno da série "Inacreditável Futebol Clube", aos 12 minutos, Jailton cabeceou dentro da grande área e Rafael Santos espalmou. A bola sobrou para Vitor Hugo, que, com o goleiro caído, conseguiu chutar por cima do gol e desperdiçar a grande chance do Coelho na segunda etapa.
A empolgação do São Caetano foi diminuindo de acordo que o tempo foi passando no Anacleto. Bem postados na defesa, os visitantes levaram muito perigo nos contra-ataques. Foi aí que a estrela do goleiro Rafael Santos falou mais alto, salvando o Azulão de um resultado ainda pior. Azar do América-MG, que perdeu grande chance de entrar no G-4 do Campeonato Brasileiro da Série B.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Brasileirão Série B

21h00 São Caetano 1x1 América-MG
21h00 Chapecoense 0x0 América-RN

Liga dos Campeões



16h45 Juventus 2x2 Real Madrid
16h45 PSG 1x1 Anderlecht
16h45 Olympiacos 1x0 Benfica
16h45 Real Sociedad 0x0 Manchester United
16h45 Manchester City 5x2 CSKA Moscow
16h45 Copenhague 1x0 Galatasaray
16h45 Shakhtar Donetsk 0x0 Bayer Leverkusen
16h45 Viktoria Plzen 0x1 Bayern de Munique

Mundial Sub-17

11h00 Argentina 0x3 México
14h00 Suécia 0x3 Nigéria

Kurata e Carolina Meligeni avançam em Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - A paulista Nathaly Kurata e a gaúcha Suellen Abel confirmaram condição de cabeças de chave e garantiram vaga nas oitavas de final da 1ª etapa do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo, que acontece nas quadras de saibro do Clube Monte Líbano. Nathaly eliminou nesta segunda-feira Alory Pereira, por 6/2 e 6/1, e na próxima fase vai encarar a rio-pretense Isabella Camargo, que eliminou a paulistana Rafaella Sampaio, por 6/0 e 6/3

Ainda pela primeira rodada, Juliana Cardoso ganhou de Maria Silva, por 7/6 (7-3) e 6/3. Carolina Meligeni Alves venceu o primeiro set da argentina Guadalupe Perez Rojas, cabeça de chave 5, por 7/6 (7-5). Quando ganhava o segundo set por 2/1, a argentina se retirou alegando contusão. Com isso, Carolina avançou para as oitavas.

Na rodada desta terça-feira, a cabeça 1 Eduarda Piai estreia contra Yasmine Guimarães, não antes das 11 horas, na quadra 4. Já a gaúcha Gabriela Cé, segunda principal inscrita, enfrenta Giovanna Tomita, às 10 horas, na quadra 5. O evento, que vale pontos para o ranking da WTA (Associação Feminina de Tênis Profissional), tem premiação de US$ 10 mil. A entrada é gratuita ao público.

A segunda edição do Circuito Feminino de Tênis do Estado de São Paulo é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Bebidas Poty, Inapel e Jaguar Utilidades. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto.  A organização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura.

Teliana sobe e volta a aparecer no top 90 da WTA

Miami (EUA) - Já com a temporada encerrada, a pernambucana Teliana Pereira vai esperando o fim da temporada para ver em que colocação vai fechar o ano. Nesta semana, a número 1 do Brasil se aproveitou de quedas das rivais e ganhou duas posições na lista da WTA, retornando ao top 90, justamente no último lugar desta faixa.
O principal objetivo de Teliana é terminar 2013 no top 100, o que praticamente lhe garantiria na chave principal do Australian Open do próximo ano. Nesta temporada, a pernambucana disputou o quali dos quatro Grand Slam, mas não teve sorte em todos e seguiu sem disputar um dos quatro principais torneios do circuito, escrita que pretende encerrar em 2014.
A última brasileira a jogar um dos quatro Grand Slam foi Andrea Vieira, que em 1993 esteve na chave principal do US Open. Desde então, nenhuma atleta do país conseguiu se classificar para os quatro maiores eventos do tênis em simples, jejum que tem tudo para ser quebrado por Teliana na próxima temporada.
Se Teliana subiu sem jogar, quem ganhou lugares dentro de quadra foi a romena Simona Halep, que faturou o Torneio das Campeãs, em Sofia, de maneira invita e se aproximou do top 10. Ela ganhou três colocações com o seu sexto título na temporada e aparece agora no 11º posto, deixando para trás a norte-americana Sloane Stephens, a francesa Marion Bartoli e a italiana Roberta Vinci.

Marqueteiros, consultores, vipinhos e vipões, atenção: estádio não é lugar para o Rei do Camarote

Os marqueteiros invadiram o universo do futebol. Ditaram regras, muitas delas furadas, mas pautaram a imprensa quando, por exemplo, inventaram, entre outras coisas, um craque de araque vindo da China. São realmente criativos e sabem usar a mídia apressada que tudo aceita.
Outro personagem que cresce ao redor das quatro linhas é o consultor em marketing esportivo. Umespecialista. Não é raro aparecer por aí com planilhas de Excel e power points a tiracolo. Tem resposta para tudo, solução para tudo, idéias para tudo o que envolve o futebol.
De quebra, é capaz de desenvolver estudos que medem não só o faturamento dos clubes como a paixão do torcedor. Incrível, não? Como alguém consegue medir paixão, fanatismo, amor? Mas não vamos generalizar. Há boas análises em meio a alguns escorregões pretensiosos nesses "estudos".
Mas este é um esporte popular, queiram ou não. Existem pessoas com dinheiro e dispostas a gastar em ingressos caros, que passariam o cartão de crédito pela maquininha em frenéticas ações de consumo futebolístico. Mas esses são raros como suas aparições em estádios.
Como todo endinheirado, esse torcedor eventual divide seu tempo livre entre várias formas de lazer. Dificilmente um camarada com tal perfil prioriza o futebol, se dedica apaixonadamente a um time. Eles existem em quantidade muito mais nesses "estudos" do que na vida real.
Por isso as "arenas", como gostam de chamar hoje em dia, vivem às moscas em seus lugares mais "nobres", exceto em pelejas de grande apelo. Jogos de grande importância, interesse e demanda. Daqueles que atraem Vips, "vipinhos" e "vipões".
Mas jamais esqueçamos. Esses cotejos são exceção, não acontecem a toda hora e os tais torcedores/clientes/consumidores/endinheirados não aparecem a toda hora. E geralmente eles não dão as caras tantas vezes por ali porque a cancha não é o seu habitat.
Não, o estádio não é um bom lugar para o Rei do Camarote!
Torcedores no Maracanã buscam ingressos para Flamengo x Goiás: fila é tão bizarra quanto o Rei do Camarote no estádio

Texans têm início arrasador, mas Luck comanda virada dos Colts; técnico passa mal no intervalo

Veja os melhores momentos da vitória dos Colts sobre os Texans pela temporada regular da NFL!
Para evitar a sexta derrota seguida na temporada, o Houston Texans sabia que tinha um jogo de vida ou morte neste domingo. Talvez por isso, tenha entrado com tudo, indo para o intervalo com 18 pontos de vantagem. Mas, no segundo tempo tudo mudou. O quarterback Andrew Luck mostrou seu poder de decisão e comandou uma incrível virada para o Indianapolis Colts: 27 a 24.
Outra coisa que mudou após os dois primeiros quartos foi o comando dos Texans no banco de reservas. O técnico Gary Kubiak passou mal em campo e teve que ser levado às pressas ao hospital. A franquia não anunciou qual foi o problema de seu treinador, mas afirmou que seu estado é estável. Assim, coube ao coordenador defensivo Wade Phillips comandar o time no segundo tempo.
O problema de saúde de Kubiak foi o segundo de um técnico da NFL apenas nesta semana. No sábado, o técnico do Denver Broncos, John Fox, passou mal enquanto jogava golfe, em Charlotte, e também foi para no hospital. No domingo, foi revelado que ele precisaria passar por uma cirurgia - que acontecerá na terça-feira - para corrigir uma válvula cardíaca aórtica.
Técnico dos Texans passa mal, desmaia em campo, e é levado para hospital durante derrota para Colts!
Com a vitória, os Colts seguem absolutos na liderança da AFC Sul, com seis vitórias e duas derrotas, aproveitamento de 75%. Já os Texans vivem situação complicada, com campanha oposta (dois triunfos, seis reveses), e já igualando a pior sequência sem vencer da história da franquia. De quebra, essa foi a terceira derrota do time em Houston nesta temporada, algo que não aconteceu em 2012 inteiro.
Voltando ao que aconteceu dentro de campo no Sunday Night Football, o grande nome da vitória dos Colts, mais uma vez, foi Andrew Luck. Em seu segundo ano na NFL, o quarterback comandou pela décima vez uma virada no último quarto, a melhor marca de um segundo-anista em seus primeiros anos na liga - considerando a Era Super Bowl, que teve início em 1966.
Com a ida aos playoffs mais distante a cada semana, a boa notícia para os Texans foi o fim do jejum do wide receiver Andre Johnson, que não conseguia marcar um touchdown em suas últimas 74 recepções em jogos da temporada regular. O maior jejum da carreira do jogador foi quebrado com apenas um minuto, quando o quarterback Case Keenum o encontrou sozinho em passe de 62 jardas.
Depois disso, Johnson ainda anotaria mais dois touchdowns para os Texans (41 jardas, no primeiro quarto; e 5 no fim do segundo). Depois disso, porém, só deu Indianapolis Colts. O principal alvo de Luck foi o wide receiver T.Y. Hilton, que também anotou três TDs, a melhor marca de sua carreira. No fim, Randy Bullock, kicker do time da casa, até teve chance de empatar o jogo, mas falhou em field goal de 55 jardas.

Com atuação discreta de brasileiro, Celtics seguem sem vencer; Heat bate Wizards desfalcados de Nenê

Clique no player e assista aos lances da partida!
Nem o pivô Vitor Faverani se salvou: desta vez com uma atuação discreta, o brasileiro participou de mais uma derrota do Boston Celtics. Jogando fora de casa, a equipe de Massachusetts perdeu para o Detroit Pistons por 87 a 77 e segue sem vencer na atual temporada da NBA.
Nos 18 minutos que ficou em quadra, o gaúcho marcou apenas oito pontos, deu uma assistência e um toco, desempenho bem abaixo do obtido na última sexta-feira, contra o Milwaukee Bucks, quando anotou 12 pontos, apanhou 18 rebotes e deu seis tocos nos 36 minutos em que ficou em quadra.
Os Celtics são lanternas da divisão do Atlântico, enquanto o Detroit é o segundo da divisão Central, ambos da Conferência Leste.
Os Celtics voltam à quadra nesta segunda-feira, novamente fora de casa, contra o Memphis Grizzlies. Já os Pistons vão em busca da sua terceira vitória na terça-feira, quando enfrentam o Indiana Pacers.
Igualmente mal vai o Washington Wizards, que também perdeu os três jogos que fez na temporada. Também neste domingo, o time do brasileiro Nenê - que não atuou por lesão na panturrilha esquerda - foi derrotado fora de casa pelo bicampeão Miami Heat por 103 a 93.
Sem Nenê, Wizards perdem a terceira
Clique no player e assista aos lances da partida!
Lebron James foi o cestinha da partida, com 25 pontos, mas o pivô Chris Bosh foi o destaque da partida com 24 pontos, sete rebotes e duas assistências. Com este resultado, o time da Florida se recupera de derrota para o Brooklyn Nets e venceu a segunda em quatro partidas.
Com o resultado, os Wizards mantêm-se na lanterna da divisão Sudeste da Conferência Leste, que é liderada pelo próprio Heat.
O Washington busca sua primeira vitória na quarta-feira, fora de casa, contra o Philadelphia 76ers. Já o Miami Heat visita o Toronto Raptors nesta terça-feira buscando manter a liderança da divisão.
Confira outros resultados deste domingo na NBA:
Detroit 87 x 77 Boston
Miami 103 x 93 Washington
Orlando 107 x 86 Brooklyn
Oklahoma City 103 x 96 Phoenix