quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Diego Costa escolhe defender a Espanha; CBF corta jogador de convocação

Juan Carlos Hidalgo-26.out.2013/Efe
O atacante Diego Costa em treino do Atlético de Madri
O atacante Diego Costa em treino do Atlético de Madri
Diego Costa, 25, decidiu que vai defender a Espanha e não mais o Brasil.
O atacante do Atlético de Madri é o atual artilheiro do Campeonato Espanhol com 11 gols e, por ter dupla cidadania, poderia defender a seleção brasileira ou espanhola. Como nunca defendeu nenhum dos países em um torneio oficial, ele estava livre para escolher.
Nesta terça-feira, a Federação Espanhola de Futebol mostrou um comunicado (leia mais abaixo) que o atacante brasileiro optou em defender a Espanha.
O que pesou na escolha do atacante foi, segundo ele, o fato de ter sido esquecido por Luiz Felipe Scolari por seis meses e não ter sido convocado nem mesmo para a Copa das Confederações. O jornal espanhol "El País" informa ainda que ter ficado fora dos amistosos contra a Coreia do Sul e Zâmbia influenciou na escolha de Diego Costa.
Pelo Brasil ele foi convocado para dois amistosos apenas: Rússia e Itália, no começo deste ano, quando jogou por apenas 26 minutos.
Para tentar convencer o atacante, Felipão chegou a convocar o atacante por antecipação para os dois próximos amistosos, em novembro, contra Chile e Honduras. A CBF até tornou oficial a convocação do atleta. No último domingo, o treinador da seleção brasileira chegou a afirmar que oferecia a Diego Costa "a possibilidade de ser hexacampeão do mundo".
Após a decisão de Diego Costa, a CBF comunicou que o atacante foi desconvocado dos próximos amistosos. O presidente da CBF, José Maria Marin, se reunirá com o departamento jurídico da CBF na próxima segunda-feira para saber qual atitude vai tomar. A entidade não descarta reclamar formalmente na Fifa. "Não podemos deixar abrir a porteira", afirmou o dirigente.
A preocupação da CBF não é com Diego Costa, mas abrir o precedente e perder mais atletas.

Isto é Diego Costa

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Dani Pozo - 28.set.2013/AFP
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Diego Costa comemora gol do Atlético de Madri sobre o Real Madrid, no estádio Santiago Bernabéu
VEJA O COMUNICADO
Na manhã de hoje, terça-feira 29 de outubro, o jogador hispano-brasileiro Diego da Silva Costa foi até o cartório Serrano 30, onde assinou que manifesta sua intenção de defender a seleção espanhola de futebol
O atacante comunica ao senhor Julio Cesar Avelleda, secretário-geral da Confederação Brasileira de Futebol, o desejo de estar à disposição do técnico da seleção espanhola, Vicente del Bosque, a partir de agora.
Desta forma, Diego Costa poderá jogar com a Espanha as próximas partidas do mês de novembro, se o treinador achar conveniente.
Reprodução
Reprodução da página da Federação Espanhola de Futebol com o comunicado sobre Diego Costa
Reprodução da página da Federação Espanhola de Futebol com o comunicado sobre Diego Costa

Betim volta a brigar na Justiça para evitar exclusão da Série C

O Betim lutou juridicamente para permanecer na Série C do Campeonato Brasileiro e já jogou a primeira partida das quartas de final contra o Santa Cruz - derrota por 1 a 0 em Nova Serrana. Agora, o time mineiro terá de ir aos tribunais de novo para se manter na disputa do torneio.
A equipe foi convocada a um julgamento pelo Superior Tribunal de Justiça desportiva (STJD) acusada de descumprir o item 64 do Código Disciplinar da Fifa, que envolve dívidas com outros clubes.
O débito em questão se trata da compra do atleta boliviano Pablo Escobar, em 2008, do The Strongest. Caso perca a ação, a pena para o clube mineiro é a exclusão da competição.

Atlético-GO vence Avaí e respira na luta contra o rebaixamento: 2 a 1

Fossem duas ou três temporadas atrás, o Atlético-GO certamente estaria comemorando um grande feito na elite do futebol brasileiro. O momento é bem diferente do período em que o Dragão passou na Série A, mas a comemoração dos 2.538 torcedores é válida. Nesta terça, em jogo adiado da 30ª rodada, o Rubro-Negro bateu o Avaí por 2 a 1, com gols de Fábio Lima e Anselmo, e respirou um pouco na luta contra o rebaixamento à terceira divisão – Marquinhos balançou a rede para os catarinenses.
Os três pontos não são suficientes para o time goiano sair da zona de rebaixamento, mas, com 35 pontos, o Atlético-GO já empata com o ABC, que leva vantagem nos critérios de desempate. Na próxima sexta, também em Goiânia, a equipe tentará sair de vez do Z-4 em duelo contra o Ceará, às 21h50m (de Brasília). Já o Avaí, que queria o triunfo para se firmar no grupo de acesso à Série A, segue em quarto, com 53 pontos, bem colocado. Hemerson Maria e seus comandados tentarão manter a posição honrosa em clássico contra o Figueirense, domingo, na Ressacada.
Empate no primeiro tempo
No papel era apenas uma mudança no Atlético-GO, mas a postura do time da casa foi diferente das demais rodadas no primeiro tempo. O técnico interino Gilberto Pereira, substituto de PC Gusmão, escalou Ernandes na lateral-esquerda no lugar de Guilherme Santos. Foi dele o passe rasteiro aos cinco minutos, que quase resultou no primeiro gol da partida – Juninho passou da bola. Em seguida, Anselmo aproveitou cruzamento de Pedro Bambu e finalizou forte, de cabeça, para a boa defesa de Diego.
Fabio Lima gol Atlético-GO x Avaí (Foto: Carlos Costa / Ag. Estado)Fábio Lima comemora primeiro gol: vitória é alívio para o Atlético-GO (Foto: Carlos Costa / Ag. Estado)
O Avaí só ameaçou aos 16 minutos, após tabela entre Marquinhos e Márcio Diogo, que saiu na cara do goleiro Márcio, mas ficou apenas com o escanteio. Apesar do susto, o Rubro-Negro continuava melhor e trabalhava bem as jogadas de ataque pelos dois lados. Em uma delas, Juninho tocou para Anselmo, que deixou a bola passar. Fábio Lima ficou com ela, livre, dentro da área, e apenas deslocou Diego: 1 a 0 Atlético-GO.
Nem parecia que o Leão tentava se firmar de vez no G-4 e abrir seis pontos de vantagem para o quinto colocado, Icasa. Os catarinenses tinham muitas dificuldades no ataque e ainda não conseguiam evitar o ímpeto do Dragão. Aos 34, Juninho recebeu passe de calcanhar de Anselmo e chutou de fora da área. A bola explodiu na trave. Quando a fase é ruim, até o poste parece jogar contra. Mas não foi por isso que o primeiro tempo terminou empatado. O Avaí chegou ao gol de empate com o experiente Marquinhos, no último lance do primeiro tempo. Com oportunismo, ele aproveitou cruzamento de Aelson e deixou tudo igual: 1 a 1.
Anselmo garante vitória do Dragão
Gilberto Pereira lançou Jorginho no lugar de Juninho, logo no intervalo. A alteração surtiu efeito, mas não o desejado pelo Atlético-GO. O time goiano piorou na etapa complementar, enquanto os visitantes cresceram, sobretudo com o lateral-esquerdo Aelson. Substituto de Hérales, que só retorna no ano que vem, ele dava muito trabalho e vencia praticamente todos os duelos contra Jonh Lennon. Ernandes também fazia segundo tempo ruim.
Aos oito minutos, em jogada semelhante à do primeiro gol catarinense, Aelson cruzou para o centro da área. Luciano, revelado pelo Atlético-GO, chutou de direita, em cima de Alex Moraes. O Leão ainda criou com Cleber Santana e Betinho, mas não conseguiu virar o jogo. Aelson sentiu o ritmo e pediu substituição. Do outro lado, Gilberto Pereira tentou consertar a alteração que deu errado e lançou Adriano Michael Jackson na vaga de Lennon. O atacante até teve uma chance, mas foi flagrado em condição irregular.
Coube a Anselmo dar a volta por cima e colocar o Atlético-GO em vantagem definitiva. Aos 34 minutos, ele recebeu passe em profundidade, tocou de perna esquerda e venceu Diego: 2 a 1 Dragão. Eufórico, o atacante, que havia atuado mal na última sexta, contra a Chapecoense, ainda tirou a camisa na comemoração e foi levou cartão amarelo. No fim do jogo, por simulação, o atacante recebeu o segundo amarelo e foi expulso. No entanto, a exclusão não ofuscou a comemoração pelos três pontos conquistados.
ATLÉTICO-GO 2 X 1 AVAÍ
Márcio, John Lennon (Adriano MJ), Alex Moraes, Anderson Conceição e Ernandes; Régis, Pedro Bambu, Bida (João Paulo) e Fabio Lima; Juninho (Jorginho) e AnselmoDiego, Ricardinho (Alex Reinaldo), Alex Lima, Bruno Maia e Aelson (Juliano); Eduardo Costa, Anderson Uchôa, Cleber Santana e Marquinhos; Márcio Diogo (Luciano) e Betinho
Técnico: Gilberto PereiraTécnico: Hemerson Maria
Gols: Fábio Lima e Anselmo (Atlético-GO); Marquinhos (Avaí)
Cartões Amarelos: Fábio Lima e Adriano MJ (Atlético-GO); Anderson Uchôa, Juliano e Eduardo Costa (Avaí)
Cartão Vermelho: Anselmo (Atlético-GO)
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia. Competição: Série B do Campeonato Brasileiro. Árbitro: Wagner Reway (MT). Assistentes: Fabiano da Silva Ramires (ES) e Fábio Faustino dos Santos (ES). Público: 2.029 pagantes / 2.538 presentes. Renda: R$ 40.720,0

Paysandu vence primeira fora e dá passo importante contra rebaixamento



Demorou, mas chegou. A primeira vitória do Paysandu jogando fora de casa na Série B do Campeonato Brasileiro só veio na 32ª rodada. Diante de um Independência que recebeu seu maior público na competição em 2013 - 12.959 torcedores pagaram ingresso -, o Papão da Curuzu jogou a partida por uma bola e com ela derrotou o América-MG por 1 a 0, gol de Careca, aos 37 minutos do primeiro tempo.
Os três pontos conquistados em Belo Horizonte não tiraram o Paysandu da zona de rebaixamento, mas deram um novo ânimo ao time na briga contra o descenso. Já o América-MG, que acumulou sua sexta partida sem vitória no Independência, perdeu mais uma grande chance de ficar próximo do grupo dos quatro primeiros.
Careca, atacante Paysandu (Foto: Reprodução / Premiere FC)Careca comemora o gol da vitória do Paysandu sobre o América-MG (Foto: Reprodução / Premiere FC)
As duas equipes voltam a campo na próxima sexta-feira. O América-MG, novamente em casa, joga contra o ASA, que briga contra o rebaixamento, às 21h (de Brasília). Já o Paysandu segue sua viagem, e a próxima parada será contra o Joinville, também na sexta-feira, mas às 19h30m.
Casa cheia
No embalo da sua torcida, o Coelho começou a partida pressionando o Paysandu e rapidamente achou o gol. Porém, não valeu. Alessandro empurrou a bola para as redes após bate rebate na área, mas o árbitro marcou impedimento e invalidou o lance que colocaria o time mineiro em vantagem.
Sem vencer em casa há cinco jogos, a bola parecia ficar quente quando chegava a hora do América-MG finalizar. Andrei Girotto, Alessandro, Vitor Hugo, Bady e Elvis, todos tiveram chance de marcar, mas falharam na hora de finalizar ou dar o passe final para o companheiro.
O Paysandu pouco criava. Porém, quando a primeira etapa já caminhava para o fim, os visitantes conseguiram um contragolpe fatal. Careca abriu o placar no Independência aos 37 minutos. O atacante do Papão aproveitou cruzamento rasteiro de Diego Barboza e bateu sem chances para Matheus. No lance do gol, houve americanos que reclamaram de falta em Alessandro, no início da jogada.
Antes ainda do intervalo, o clima esquentou em campo. Willians sofreu uma entrada mais dura de Yago Pikachu e revidou com uma cabeçada. O árbitro Jean Pierre Goncalves Lima deu cartão amarelo para o lateral do Papão e vermelho para o atacante do Coelho.
Sob controle
O segundo tempo do América-MG foi mais na base do desespero e da vontade. Pressionado pela torcida, a equipe da casa insistiu muito, mas sem organização. As raras oportunidades de perigo vieram em bolas aéreas, que não foram aproveitadas.
Com um a mais em campo e a vantagem no placar, o Paysandu administrou bem a vantagem. Sempre com dez jogadores atrás da linha da bola, e Marcelo Nicácio isolado na frente, o time de Belém segurou o jogo e não deixou o adversário se aproximar do gol de empate.

Careca aconselha Pato a mergulhar num divã: é melhor que Fred e Luis Fabiano

Com inexpressivos 115 gols pelo soberano São Paulo, 73 em defesa do Napoli e 29 com a camisa da seleção brasileira, Careca não tem dúvidas: o corintiano Pato é o melhor atacante do país das chuteiras furadas.
Um jogador diferenciado, dono de uma técnica invejável. Movimenta-se como poucos em campo e possui ótima estatura para brigar com os zagueiros.
Tem mais bola que Fred ‘Slater', Luis Fabiano, Jô... "Pato é superior a qualquer atacante do Brasil", sentenciou Careca, numa entrevista à ‘Jovem Pan'.
Com duas Copas do Mundo nas costas (1982/90) e inesquecível parceria com Diego Maradona no time italiano, além de uma coleção de títulos, Careca indicou o caminho para Pato se firmar como um dos maiores jogadores do esporte bretão nacional: mergulhar num divã e ‘despertar' para o talento que possui.
"Ele é muito desligado. Precisa estar mais presente em campo. Um psicólogo poderia ajudá-lo, porque nos fundamente é bem superior aos atacantes que temos", aconselhou Careca.
No embalo das asas de Pato, Careca aproveitou para detonar a insistência do Circo Brasileiro de Futebol em contar com Diego Costa: "Só pode ter gente querendo levar vantagem em alguma coisa."
Poderia. O sonho da maracutaia acabou. Diego Costa optou por defender a seleção da Espanha, sob protestos do ‘sargento' Felipão.
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La nave va 1. Contratado como ‘salvador da pátria', Adilson Batista será o 24º comandante da barca vascaína na era dos pontos corridos do Brasileirão. Ele estava desempregado desde quando deixou o Figueirense, time da Série B. Aos 45 anos, Adilson Batista terá sete jogos para evitar o naufrágio do Vasco pela segunda vez na elite. A dança em São Januário:
2003: Antônio Lopes e Mauro Galvão
2004: Geninho e Joel Santana
2005: Joel Santana, Dário Lourenço e Renato Gaúcho
2006: Renato Gaúcho
2007: Renato Gaúcho, Celso Roth e Valdir Espinosa
2008: Romário, Alfredo Sampaio, Antônio Lopes, Tita e Renato Gaúcho
2009: Dorival Júnior e Vagner Mancini
2010: Vagner Mancini, Celso Roth e PC Gusmão
2011: PC Gusmão, Ricardo Gomes e Cristóvão Borges
2012: Cristóvão Borges e Marcelo Oliveira
2013: Gaúcho, Paulo Autuori, Dorival Júnior e Adilson Batista
La nave va 2. A nau vascaína ainda deve navegar por um bom tempo ao lado do ex-comandante Dorival Júnior. Depois de ser convidado a deixar o porto de São Januário, com um baú nada confortável de nove vitórias, oito empates e 12 derrotas, Dorival Júnior deve encarar a fila dos credores. Ele terá de receber dois meses de salário (R$ 900 mil), mais 13º, férias... Detalhe: ainda recebe parcelas do prêmio pelo título da segundona de 2009. O clube já pagou R$ 450 mil e deve mais R$ 750 mil.
Sugismundo Freud. A saudade recupera o passado no presente.
Bombacha furada. De Damigol a perna de pau. É a confortável via crucis de Leandro Damião no Saci colorado. Depois de arrebentar os coirmãos em 2011, com 40 gols em 51 jogos, a fonte começou a jorrar pingos de água. Ano passado, correu para o abraço 24 vezes em 43 jogos. Nesta temporada, mais emoções: 13 gols em 45 embates. E nos últimos 19 jogos, a glória: dois gols.
Dona Fifi. 'New Maraca', o novo alçapão do Fluminense: nos últimos cinco jogos, quatro empates por 1 a 1 e uma derrota. Minha casa minha vida.
Gilete press. De Jorge Nicola, no ‘Diário de S.Paulo': "O Corinthians vai ter de abrir os cofres para repatriar Elias em 2014. Apesar de ser torcedor declarado do Timão, o volante guarda mágoa da diretoria. Em especial, do gerente Edu Gaspar. Aos amigos do Flamengo, ele revelou que sonhava retornar ao Parque São Jorge no início da temporada, depois de ser liberado pelo Sporting. No entanto, tentou contato com Edu por telefone e o gerente não o atendeu. Agora, Elias faz jogo duro. Só aceita conversar se o ex-clube topar desembolsar R$ 500 mil por mês - apenas Pato e Emerson recebem isso no atual elenco. Elias ganha pouco mais de R$ 300 mil no Flamengo."
Tititi d'Aline. O moleque Neymar resolveu unir o útil ao agradável. Ele retirou uma graninha da poupança e investiu no grupo ‘Só Pra Contrariar'. Retorno: 20% do que a turma faturar de agora em diante. É tóis.
Você sabia que... quatro dos sete maiores públicos do ‘new Maraca' pertencem à torcida do Flamengo?
Bola de ouro. Diego Costa. Sentiu que estava sendo apenas um joguete na briga do Circo Brasileiro de Futebol com a seleção espanhola e deu um solene bico na convocação para a amarelinha desbotada.
Bola de latão. Felipão. O ‘sargento' já começou a armar uma guerra contra Diego Costa. Entre outras baboseiras, disse que estava dando as costas para ‘um sonho de milhões', o de defender um pentacampeão do mundo em seu país.
Bola de lixo. CT do Palmeiras. Não conseguiu ficar entre os 83 locais escolhidos para receber uma seleção da Copa. Foi rebaixado a COTS - centros que abrigarão as equipes apenas na véspera da partida.
Bola sete. "A primeira vez a torcida abraçou o time, fez festa. Acho que agora está de saco cheio da Série B" (do goleiro Fernando Prass, sobre as vaias da torcida palmeirense após o time conseguir o acesso à elite - é vero).
Dúvida pertinente. Diego Costa, do Atlético de Madrid e da seleção espanhola, vai dedicar o próximo gol ao ‘sargento' Felipão?

Os pontos corridos e o Coritiba



A liga com pontos corridos no modelo europeu tem um efeito imediato: os times com mais dinheiro são mais vencedores.
Qualquer alienígena recém-chegado à Terra vai achar que isso é justo, nos primeiros contatos com futebol. Quem tem mais condições monta elencos mais fortes, segura suas pérolas da base, tem uma preparação melhor, com profissionais mais bem gabaritados, num bom e aparelhado centro de treinamento, e, portanto, tem mais chances de ser campeão.
No mundo inteiro é assim. Conte nos dedos as zebras na Europa. Na Inglaterra, Manchester City e Chelsea, com mais dinheiro do que tradição, entraram na lista dos hoje possíveis vencedores.
O Valencia se aventurou a quebrar a hegemonia uma única vez nos últimos dez anos de reino do Real Madrid e Barcelona (na verdade, dois em 12 anos). Nos anos 90, apenas La Coruña e Atlético de Madrid conseguiram se meter nessa sequência. Já nos anos 80, os bascos do Athletic e da Real Sociedad venceram quatro dos dez. Mudou o regulamento do torneio? Não, mudou a distribuição da grana.
No Brasil, é um pouco (mas não muito) diferente. A dissonância principal é que os "grandes" aqui são vários. E, por isso, teoricamente, as disputas sempre serão mais emocionantes, porque muitos times têm chance de levar a taça.
Na prática, não. Fora o Cruzeiro em 2003 e em 2013, todos os outros títulos de pontos corridos foram vencidos por paulistas e cariocas. Este Brasileirão-2013 até que mostrou bravos concorrentes, tipo o Goiás, o Atlético-PR, mas o limite parece ser o G4.
O Coritiba é o melhor exemplo de todos. Começou detonando. Liderou o torneio, encantou, goleou. Daí sofreu com contusões de todos os seus principais jogadores cansados, mais velhos, mais rodados. Hoje ronda a zona de rebaixamento, alternando grandes partidas com derrotas bisonhas (Alô, Itagüi!).
No eventual mata-mata, porém, o Coxa poderia muito bem tentar repetir seu êxito de 1985, quando foi campeão. Num exercício livre de jogo de ida e volta, contando os turnos, o time paranaense se classificaria contra o Grêmio (venceu dentro e fora de casa). Levaria sobre o rival Furacão no quesito gol fora de casa (venceu por 1 x 0 no Couto e perdeu por 2 x 1 no Durival de Brito). E seria, da mesma forma, eliminado no gol fora de casa pelo Cruzeiro (como perdeu em suas duas finais de Copa do Brasil, 2011 e 2012).
Contra o Botafogo, o último dos membros do G4, a disputa segue aberta. O Coritiba perdeu por 3 x 1 no turno, fora de casa, e ainda "decide" a última partida (na última rodada) em casa.
Dito isso, sigo a favor dos pontos corridos como liga e do mata-mata na Copa do Brasil. Duas competições interessantes, cada uma com a sua peculiaridade. O que talvez precisa mudar é a forma de distribuição de renda. Um torneio mais disputado, com um gap menor financeiro, tem muito mais bom senso do que o próprio Bom Senso tem defendido.

Brasileiras conquistam circuito mundial de vôlei de praia por antecipação

A dupla brasileira Talita e Taiana conquistou o título do circuito mundial de vôlei de praia com duas etapas de antecipação.
Elas sagraram-se campeãs porque as alemãs Holtwick e Semmler desistiram da etapa da Tailândia, nesta terça-feira, e não podem mais alcançar a pontuação das brasileiras.
Joe Scarnici/AFP
Taiana (à dir.) celebra com Talita título em Long Beach
Taiana (à dir.) celebra com Talita título em Long Beach
Talita e Taiana jogaram 12 etapas mundiais e ganharam cinco (Xangai, Haia, Roma, Long Beach e Berlim). Outra dupla do Brasil, Maria Clara e Carol, segue na terceira colocação do circuito.
"Estou muito feliz. Num ano com tantas mudanças, time novo, equipe nova, formato novo, ganhar o Circuito Mundial é muito motivador", disse Talita.
No total, a dupla campeã conquistou 61 vitórias e teve dez derrotas até o momento.
"Com tantas mudanças nesse ano, aprendemos num curto espaço de tempo a nos entender. Isso nos fez evoluir muito. Essa conquista valoriza a nossa união, o nosso comprometimento, nossa cumplicidade e o amor pelo esporte", afirmou Taiana.

Zé Roberto chama Michelle, Walewska e Carol Gattaz para a Copa dos Campeões

O técnico da seleção brasileira feminina de vôlei, José Roberto Guimarães, convocou as centrais Walewska e Carol Gattaz (ambas do Campinas) e a ponteira Michelle (Praia Clube) para a disputa da Copa dos Campeões.
As três foram chamadas devido ao pedido de dispensa de Thaísa (Osasco), Juciely e Gabi (ambas do Rio).
Divulgação
A central Walewska em ensaio fotográfico
Walewska posa em ensaio fotográfico em Campinas
Walewska volta a integrar a equipe nacional pela primeira vez desde a conquista do ouro olímpico em Pequim-2008.
A seleção brasileira joga a Copa dos Campeões de 12 a 17 de novembro, no Japão, contra Estados Unidos, Tailândia, Rússia, República Dominicana e as donas da casa.
O Brasil ganhou as quatro competições que disputou no ano --Torneios de Montreux e Alassio, o Grand Prix e o Sul-Americano.
A lista final de Zé Roberto tem as levantadoras Fabíola e Claudinha, as centrais Adenízia, Fabiana, Carol Gattaz e Walewska, as ponteiras Fernanda Garay, Natália, Michelle e Tandara, as opostos Sheilla e Monique, e as líberos Camila Brait e Fabi.
Adriano Vizoni - 22.jan.13/Folhapress
As irmãs gêmeas Monique (camisa 15) e Michelle estão novamente juntas na seleção para a Copa dos Campeões
As irmãs gêmeas Monique (camisa 15) e Michelle estão novamente juntas na seleção para a Copa dos Campeões

Herói do Santos em 2007 brilha no Leste Europeu atualmente



Metalurh Donetsk
Moraes é ídolo no Metalurh Donetsk
Moraes é ídolo no Metalurh Donetsk
É inevitável falar em Moraes e não se lembrar do gol marcado na final do Campeonato Paulista de 2007 pelo Santos. No entanto, passados seis anos, o atacante de 26 anos atualmente tem muitas outras histórias para contar.
Jogador do Metalurh Donetsk, da Ucrânia, Moraes se destaca desde 2010 no Leste Europeu.
Filho do ex-jogador do Santos Aluisio Guerreiro e irmão de Bruno Moraes, ex-Porto, Júnior Moraes, como é chamado atualmente, tem a carreira consolidada na região, e não pretende voltar tão cedo ao Brasil. Perdidos pelo mundo
Você defendeu o Gloria Bistrita, da Romênia, na temporada 2010-11. Depois foi para o CSKA Sofia, da Bulgária, e desde 2012 está no Metalurh Donetsk, na Ucrânia. Já virou um especialista em Leste Europeu?
Se eu falar que meu sonho era jogar no Leste Europeu, seria mentira. Com o passar dos anos, as oportunidades que tive por aqui, conheci bastante a região. Minha primeira impressão na Romênia foi muito boa, isso ajudou. Depois que saí do Brasil minha carreira alavancou, só obtive sucesso. Fui eleito o melhor atacante do Campeonato Romeno, depois na Bulgária tive uma adaptação difícil por causa da língua, mas fui artilheiro e melhor jogador do campeonato. Fui muito feliz lá, um dos lugares onde fui mais feliz. Agora na Ucrânia só sucesso também, e é um campeonato mais conhecido internacionalmente, com muitos brasileiros. Posso falar que estou muito bem adaptado ao Leste Europeu e muito feliz por aqui.
Destes países, qual tem a liga nacional mais forte?
A Ucrânia. Eles têm mais dinheiro e estrutura. A Romênia me surpreendeu muito, tem muita qualidade técnica, lembra o Campeonato Espanhol.
Em relação ao que você aprendeu na base no Brasil, a parte tática é muito diferente?
Totalmente diferente. Tive que me readaptar ao futebol, mas por mais que seja difícil no começo, alcançamos o objetivo no final. Aqui no Leste tem muita pancada também, sofro com vários hematomas e algumas lesões. Como aprendi a jogar futebol no Brasil, tenho também aquela malandragem para saber se proteger, perceber quando entram na maldade, para machucar.
O jogador brasileiro ainda é visto no Leste Europeu como um jogador diferente, que chegar para resolver os problemas no ataque?
As pessoas abrem o olho sim... Não gosto de falar por mim, e sim do brasileiro de modo geral. Mas no Leste Europeu, falou que é brasileiro é para fazer a diferença.
Seu atual time, o Metalurh Donetsk, é de porte médio na Ucrânia. Por que optou pelo clube?
Como você falou, é um clube médio na Ucrânia. O projeto deles me impressionou, principalmente a estrutura. O objetivo é ser grande, lutar por títulos. O clube é muito novo ainda, foi fundado em 1996 e tem dois presidentes. Eles têm outros dois clubes, um na Rússia (Kuban Krasnodar) e um na Armênia, e muito poder aquisitivo, são muito ricos. A base, como eles chamam o Centro de Treinamentos, é de primeira. Fui criado no Santos, e a base aqui é melhor do que Santos. Temos até mesmo um avião particular para os jogos.
Já que você citou o Santos, quando está de férias na cidade, ainda é parado nas ruas pelas pessoas por causa do gol marcado na final do Paulista de 2007?
Até brinco que isso passou rápido demais, seis anos já! Quando falo quem sou, até porque não temos muitos Moraes no futebol, logo ligam meu nome àquele Santos. É uma satisfação boa ser lembrado por algo bom.
É um objetivo seu atualmente retornar ao futebol brasileiro?
Saí do Brasil muito cedo, e meu primeiro ano como profissional foi muito bom, marcando o gol do título. Tive essa oportunidade diferente... Sinto muita falta de jogar o Brasileiro, acompanho os jogos todo final de semana, mas hoje não é minha primeira opção na carreira retornar ao Brasil. Tenho um nome feito no Leste Europeu com muito esforço, até mesmo na Europa. Meu objetivo hoje é jogar em um clube de ponta, disputar títulos e jogar a Champions League.
Você joga pelo time pequeno de Donetsk, e mesmo assim há rivalidade com o Shakhtar?
Tem rivalidade sim. Como disse, é um clube novo ainda, mas em época de jogo tem sempre as brincadeiras. Não dá para comparar com um GreNal ou um Santos x Corinthians, mas é o dérbi da cidade. Mas os clubes têm bom relacionamento, principalmente os presidente, e é sempre engraçado porque enfrentamos vários brasileiros!

Ingresso para o Jogo 6 da World Series tem um preço nada engraçadinho



Quer ver o Boston Red Sox ser campeão da World Series no Fenway Park? Não, né? Ainda bem, senão ia ter que abrir a carteira até ela ficar do avesso.
Primeiro que é impossível você chegar na bilheteria e comprar o ingresso. Está tudo vendido há muito tempo. A única chance é comprar de algum cambista ou em um site de revenda como o stubhub.com.
De acordo com o espn.com, ontem a noite um fanático gastou 24 mil dólares (cerca de 55 mil reais) para a compra de dois ingressos ao lado de um dugout pertinho do campo.
Assentos longe da ação, além do muro direito, chamados de "bleachers" estavam sendo vendidos por mais de mil dólares na manhã dessa terça-feira.
Na tarde desta terça-feira achei três ingressos no StubHub por 829 dólares cada um. O mais caro do site estava com um preço de 11.552 dólares.
A capacidade do Fenway Park é de perto de 38.400, mas apenas 3.000 ingressos estavam disponíveis no mercado de revenda com preço médio de aproximadamente 1.860 dólares.
Eles amam aqueles Red Sox em New England. Impressionante.
O time venceu em 2004 pela primeira vez em 86 ANOS e repetiu o feito em 2007. Nas duas ocasiões os Red Sox venceram a partida decisiva fora de casa.
Os fanáticos não vêem uma World Series sendo vencida pelo time da casa no Fenway desde o dia 11 de setembro de 1918. Os Red Sox ganharam dos Cubs por 2 a 1 (4-2 na série) diante de apenas 15.238 torcedores. Perto de 20 mil assentos ficaram vazios.
Esse ano, o time busca seu terceiro título nas últimas dez temporadas. A série está 3 a 2 para o Boston. Se St.Louis empatar a série, teremos uma partida decisiva.
Se isso acontecer pode ter certeza que esses preços exorbitantes vão subir ainda mais.
Que loucura.

O que é ser PATRIOTA no Brasil?



Nos últimos dias tenho ouvido muito sobre PATRIOTISMO.

Depois de uma declaração forte do Oscar no jogo da NBA colocando o Nene em situação desagradável, depois de ver o Del Potro mais uma vez sendo metralhado pela possibilidade de não aceitar jogar o primeiro confronto da Davis pelo país dele ano que vem e depois da declaração do Bellucci que não poderia deixar o país na mão mesmo lesionado me pergunto...
O que é realmente ser patriota?
Muito escuto que ser patriota é aceitar todas as convocações, jogar pelo seu país em qualquer situação e até deixando de ganhar dinheiro ou se complicando com seu time e contrato. Será que isso é ser patriota mesmo?
Não quero aqui ficar no corporativismo, mas quero sim fazer as pessoas que leem este espaço pensarem sobre este assunto espinhoso.
Vivemos em um país de poucas alegrias e os atletas viraram uma válvula de escape importante para as notícias do dia a dia. Mas será que podemos cobrar tanto de pessoas que pouco ganham ( a grande maioria). Será que podemos cobrar pessoas que nunca foram ajudados ou incentivados por patrocinadores ou confederações? Será que podemos cobrar pessoas que até chegarem a final nem eram conhecidos e porque chegaram TEM QUE GANHAR?
O caso Nene me deixou preocupado. O cara joga na liga mais importante do mundo e faz suas decisões, por isso vamos vaiar o cara que joga muito? Podemos não admirar a atitude, podemos não tê-lo como ídolo mas ele merecia respeito. Foi uma decisão dele. Aí porque o Oscar diz que jogou sempre pelo país, era patriota e fala um monte de besteira e desrespeita o cara todos acham certo? Desculpem mas não concordo.
Eu falo tudo isso tendo engolido muito sapo e muitas vezes me perguntando por que eu aceitava tanta vergonha para representar meu país. Não quiserem me levar pra Olimpíada de Atlanta, não queriam me chamar de brasileiro, não ganhava nem um centavo da confederação, nunca ninguém me perguntou se podia me ajudar. Com esse quadro todo eu seria menos patriota se deixasse de jogar uma Davis? Acho que não. Poderia ser menos respeitado, mas menos patriota?
Bom demais poder pensar nisso. Aqui, volto a repetir não quero dizer o que é certo ou errado. Quero abrir debate.
Ser PATRIOTA para mim é cada vez que temos a chance de falar do nosso país buscar alternativas positivas, ajudar a melhorar o nome da nossa pátria e exercer nossa profissão. Ser brasileiro de verdade. Isso serve pro atleta e para você que não sabe rebater uma bolinha.
Para mim ser patriota é meter a boca e sair as ruas contra as vergonhas do nosso país. Não aceitar políticos vergonhosos mandando no país. Combater dirigente corruptos que só sabem pensar neles. Ser patriota é bem diferente do que apenas aceitar tudo de errado pela bandeira do nosso país.
Para vocês quem são os grandes patriotas do nosso país?
E o que é ser patriota?

Felipão usou Diego Costa por mirrados 31 minutos. E perdeu o artilheiro para a Espanha

Primeiro é preciso deixar clara a opinião deste blog quanto às regras da Fifa que permitem a jogadores mudarem de seleções como madame de classe média trocando de carro. É um absurdo. Mas as coisas funcionam assim e continuarão da mesma forma pelo menos por mais algum tempo.
E hoje elas permitem ao sergipano Diego Costa escolher entre os times do Brasil e da Espanha, que juntos detêm seis títulos mundiais. E a Federação Espanha está confirmando o atacante — clique aqui e leia a matéria "Diego Costa rejeita o Brasil e opta pela 'Fúria'".
Convocado pela primeira vez por Luiz Felipe Scolari, ele substituiu Fred aos 69 minutos dos 2 a 2 com a Itália, em amistoso disputado na Suíça em 21 de março. Quatro dias depois, em Londres, entrou em lugar de Kaká a 12 minutos do final daquele cotejo encerrado em nova igualdade, 1 a 1.
Nas duas pelejas amistosas, o atacante mais disputado do momento teve apenas 31 minutos para mostrar que merece ser lembrado mais vezes. Meia horinha distribuída por duas partidas! Como você iria sentir-se se ficasse em campo por tão pouco tempo sabendo que a Espanha o deseja?
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Diego Costa em ação pelo Atlético de Madrid: apenas 31 minutos para mostrar algo a Scolari
Diego Costa em ação pelo Atlético de Madrid: apenas 31 minutos para mostrar algo a Scolari nos amistosos de março
Contra a Azzurra, Diego Costa deu dois passses certos e errou um, fez um desarme correto, perdeu a bola uma vez para os italianos e cometeu uma falta. Diante dos russos, o artilheiro do campeonato espanhol tocou apenas quatro vezes na pelota (acertou os passes) e perdeu uma posse de bola.
Os números são do Footstats. Não se deve esperar muito de quem jogou por tão pouco tempo e com colegas de time aos quais acabara de ser apresentado. Se Felipão tivesse colocado o rapaz para jogar pelo menos por 45 minutos contra italianos ou russos ele estaria tão atraído pelo aceno espanhol?
O jogador sentiu firmeza no interesse do treinador gaúcho em tê-lo na Copa do Mundo? Convocado pelo selecionador da CBF, Diego Costa ficou com a faca e o queijo nas mãos. E deverá entrar para a história de uma forma no mínimo estranha como o homem que recusou a seleção cebeefiana.

Bulls, Nets e Pacers tentam descabancar Heat; veja o guia COMPLETO da Conferência Leste

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