quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Medalha Coronel Paul Balagny



Wanderlei Oliveira
Medalha Coronel Paul Balagny em Miniatura, Roseta, Barreta e Diploma.
Medalha Coronel Paul Balagny em Miniatura, Roseta, Barreta e Diploma.
Correi companheiro, correi sem cessar. Levai a mensagem por todo este chão...
Esta mensagem esta na Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Pioneira na educação, completou 103 anos em março.
Em várias ocasiões, o Desafio Vamos Correr, foi gravado na pista de atletismo da escola.
Em 21 de Março de 1906, chega a São Paulo, a Primeira Missão Francesa de Instrução Militar, contratada no governo de Jorge Tibiriçá, Presidente do Estado de São Paulo, sob o comando de Coronel do Exército Francês Paul Balagny, tendo como incumbência instruir a Força Pública, remodelando sua organização antiquada.
Em 2006, fo instituída a Medalha "Coronel Paul Balagny", por ocasião do centenário da Missão Militar Francesa, como distinção a personalidades civis e militares, ou instituições, que tenham se destacado por relevante contribuição às ciências, letras, artes e cultura, resultando em benefício da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A Medalha "Coronel Paul Balagny", tem trinta e cinco milímetros em ouro com as seguintes descrição heráldica: no anverso, "Missão Francesa" e uma coroa de louros em relevo e no reverso ao centro, o Brasão de Armas da Polícia Militar do Estado de São Paulo.
A Medalha é acompanhada de miniatura, roseta, barreta e diploma.
Foi uma honra receber a condecoração do Coronel PM Antônio César Cardoso, comandante da Escola de Educação Física da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que também foi agraciado com a  Medalha Coronel Paul Balagny, em 2011.

Rio comanda o competente exército Brancaleone das chuteiras furadas: prejuízo de R$ 1 bi

Se há uma coisa que não se pode discutir é a incrível competência dos dirigentes que dominam as cartolas esfarrapadas das chuteiras nacionais.
A liderança do ranking da eficiência pertence aos cariocas. Vasco, Fluminense, Botafogo e Flamengo acumulam prejuízo superior a R$ 1 bilhão entre 2007 e 2012. O levantamento é da Pluri Consultoria, após analisar o balanço financeiro dos 23 principais clubes do país.
Os paulistas aparecem em segundo, com R$ 363 milhões, apesar de Corinthians e São Paulo terem apresentado lucro nos últimos seis anos: R$ 10 milhões e R$ 8 milhões, respectivamente.
O Furacão tem o melhor resultado, com R$ 118 milhões, enquanto a nau vascaína navega no mar morto, com prejuízo de R$ 301 milhões. No total, os 23 clubes colecionam uma ótima receita: perda de R$ 1,8 bilhão.
Dos times analisados, somente o soberano Tricolor obteve lucro em todos os anos, à frente do ‘bando de loucos' (cinco positivos).
"Qualquer tentativa séria de ‘fair play' financeiro no Brasil deve não apenas garantir o pagamento de salários e impostos, mas também limitar os prejuízos dos clubes. Caso contrário, teremos um ‘fair play' à brasileira", diz Fernando Ferreira, da Pluri.
O ranking dos poderosos nos últimos seis anos, em milhões de reais:
1) Atlético/PR +118,3
2) Corinthians +10
3) São Paulo +8
4) Vitória +7,7
5) Sport +7,3
6) Inter -1,7
7) Avaí -11,4
8) Náutico -13,2
9) Figueirense -26,8
10) Grêmio -27,3
11) Lusa -27,6
12) Bahia -46,5
13) Coxa -54,2
14) Goiás -58,8
15) Ponte -81,9
16) Cruzeiro -87,7
17) Peixe -93
18) Galo -176,6
19) Palmeiras -179
20) Flamengo -188,2
21) Botafogo -268
22) Fluminense -285,3
23) Vasco -301,2
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Mamma mia 1. A cada dia que passa, a lua de mel entre Palmeiras e WTorre se solidifica como prego em bolo de gelatina de limão. Um estudo apresentado aos conselheiros mostrou que o imbróglio da divisão das cadeiras do novo estádio poderá representar um pequeno rombo de R$ 300 milhões ao clube em 30 anos, tempo da união entre Palmeiras e construtora. De acordo com o clube, a WTorre tem direito a faturar com 10 mil das 45 mil cadeiras do campo; a empresa alega que tudo lhe pertence por três décadas. Na divisão do macarrão da mama, sobra feijoada no ninho dos periquitos em revista. Que pode ficar bem mais salgada, com o clube deixando de ganhar R$ 700 milhões se o estádio receber sempre a capacidade máxima.
Mamma mia 2. Preocupado com a repercussão da lua de mel, o nobre presidente Paulo Nobre mandou um recado à WTorre: nenhum terceiro vai se apropriar da casa palmeirense. A soberania do clube será respeita a qualquer custo. De bate-estaca a cimento.
Sugismundo Freud. Saber demais, às vezes, é envelhecer antes do tempo.
Copa na matemática. O Goiás, do rechonchudo Walter, é o maior favorito nas quartas de final da Copa do Brasil. De acordo com o site ‘Chance de Gol', o Verdão do cerrado tem 70,5% de possibilidades de classificação às semifinais, contra 29,5% do Vasco. Os outros duelos: Botafogo 61,3% x 38,7% Flamengo, Grêmio 58,1% x 41,9% Corinthians e Furacão 65,7% x 34,3% Saci Colorado. Se a aritmética vingar, as semifinais serão Grêmio x Furacão e Bota x Goiás.
Dona Fifi. Aldo Rebelo deixou a cartolagem feliz: permanecerá no Ministério do Esporte. Desistiu de concorrer ao governo paulista pelo PC do B. Ele é peça-chave dos clubes para sair o perdão das dívidas (mais de R$ 4 bilhões).
Gilete press. De Amanda Martimon, no ‘Correio Braziliense': "Organizado às pressas, o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino chegou à segunda fase sem que quase ninguém o notasse e com uma série de problemas. O torneio, que conta com um patrocínio de instituição bancária federal, recebeu R$ 10 milhões para ajudar os clubes. Ainda assim, depois de um mês, há árbitros e auxiliares que não receberam o pagamento por trabalho prestado na primeira rodada. E os problemas não ficam nisso. Nas súmulas, há partidas realizadas sem ambulâncias ou presença de médicos." Que maravilha!
Tititi d'Aline. O atacante Lucas já sentiu que está cada vez mais longe da Copa de 2014. Reserva do PSG, ele mexe os pauzinhos para ser emprestado a um time italiano ou inglês a fim de mostrar serviço para continuar na tropa do ‘sargento' Felipão.
Você sabia que... os clubes alemães, espanhóis, franceses, ingleses e italianos investiram R$ 7 bilhões em reforços na última janela de transferências?
Bola de ouro. Zach Hodskins. O americano nasceu sem a parte inferior do braço esquerdo, mas o problema não o impediu de realizar um sonho. Aos 17 anos, o garoto de Alpharetta (Georgia) foi recrutado para defender a Universidade da Flórida no NCAA, a poderosa liga universitária de basquete.
Bola de latão. Minas Arena. O consórcio que administra o ‘new Mineirão' e é parceiro da Raposa resolveu homenagear a torcida do Galo. Na peça publicitária da venda de ingressos de Cruzeiro x Criciúma, utilizou a imagem dos atleticanos.
Bola de lixo. Patrícia Amorim. A impoluta ex-presidenta pode ser expulsa do ninho do Urubu por causa da prestação de contas, do 2+2= 5. Tentou, por exemplo, justificar gastos de 2011 com uma nota de... 1994.
Bola sete. "Guga é um mito. Ele estará sempre na história do tênis" (do espanhol Rafael Nadal, o rei da bolinha - e a CBT não aproveitou o sucesso de Kuerten para tirar o esporte do limbo!).
Dúvida pertinente. Quem no futebol brasileiro merece uma biografia não autorizada sem chapa branca?

Na estreia em casa, Sesi-SP bate Voltaço e chega à quarta vitória

Disputando a primeira partida no ginásio da Vila Leopoldina nesta edição da Superliga masculina de vôlei, o Sesi-SP não decepcionou e bateu o Voltaço (RJ) por 3 sets a 1, em parciais de 21/18, 19/21, 21/19 e 21/16.
Com o resultado, a equipe paulistana segue invicta após quatro partidas na competição e chega aos 11 pontos, ultrapassando do Brasil Kirin, que tem dez. Já o Voltaço segue com nenhum ponto somado em cinco partidas, e é o décimo.
Logo à frente do Sesi-SP aparece o RJX, que também venceu em casa e roubou a vice-liderança do time de Campinas. Com o triunfo por 3 a 0 sobre a UFJF (MG), em parciais de 21/15, 21/13 e 21/15, o atual campeão chegou aos 12 pontos - três a menos que o líder Sada Cruzeiro, que tem um jogo a mais. Com um ponto, a UFJF aparece em nono.
Na outra partida desta terça, o Montes Claros recebeu o Funvic/Taubaté e conquistou vitória por 3 a 0, com 29/27, 21/14 e 21/17. Este foi o primeiro triunfo do time mineiro, que foi beneficiado pelas derrotas de Voltaço e UFJF e subiu duas posições, assumindo a oitava colocação. Enquanto isso, a equipe do Vale do Paraíba segue zerada.

Pontepretanos comemoram passo inédito: 'Estamos fazendo história'

Depois de vencer por 2 a 0 em casa, a Ponte Preta viajou até a Colômbia para escrever mais um capítulo de sua história e avançar às quartas de final da Copa Sul-Americana, em sua primeira participação em competições internacionais. O jogo foi sofrido, o Deportivo Pasto venceu por 1 a 0, mas não foi o suficiente para tirar o sonho brasileiro. Na saída de campo, com muita festa, os jogadores comemoraram muito, cientes da importância do resultado para o clube de 113 anos.
"Sabíamos que, no primeiro jogo internacional da história, nada seria fácil, e não foi. O que importa é que conseguimos o resultado lá em Campinas, jogamos com o resultado aqui e garantimos a classificação. Tínhamos que ser frios ao extremo, o campo era muito grande, mas conseguimos superar todos os obstáculos. O pessoal tem que comemorar bastante, porque foi suado", disse o goleiro Roberto em entrevista ao canal Fox Sports.
Mesmo longe de casa, os jogadores da Ponte Preta receberam o apoio da torcida, que compareceu ao Estádio Libertad para acompanhar o primeiro desafio internacional da equipe campineira. Na saída de campo, o elenco alvinegro não deixou de agradecer pelo apoio, e admitiu que o sentimento é de fazer história com a camisa do clube do Moisés Lucarelli.
"Estamos fazendo história, é a primeira competição da Ponte Preta no cenário nacional, então eu acredito que podemos seguir fortes na sequência da Sul-americana", destacou o lateral Régis, que deixou o gramado colombiano com dificuldades para respirar, após a pressão feita pelo time da casa nos minutos finais do jogo.
Apesar da euforia de ter dado mais um importante passo na Sul-americana, a Ponte Preta não pode pensar no confronto diante do Vélez Sarsfield, pelas quartas de final, pois tem um jogo complicado pelo Campeonato Brasileiro. Na luta contra o rebaixamento, a equipe campineira recebe o Vasco, que também está na zona da degola, em um confronto direto neste domingo, às 16 horas (de Brasília).
Focados na competição nacional, os jogadores, mesmo com a comemoração da classificação, não deixaram de lembrar o compromisso diante do time de São Januário. "Agora, nós temos que ter foco no Campeonato Brasileiro, pois temos um compromisso importante no próximo domingo", completou o zagueiro Diego Sacoman.

Unilever afunda São Bernardo e segue invicta na Superliga

Divulgação
Unilever avançou para a final do Mundial de Clubes
Unilever ainda não sofreu derrotas na Superliga Feminina
Atual campeã da Superliga feminina de vôlei, a Unilever segue imbatível nesta edição da competição. Nesta terça, a equipe do técnico Bernardinho visitou o São Bernardo e não teve problemas para conquistar vitória por 3 sets a 0, em parciais de 21/18, 21/19 e 21/12.

"Conseguimos superar principalmente os nossos erros. Nós erramos muito, principalmente coisas bobas, e o São Bernardo mostrou ser realmente uma boa equipe, que defende muito, que tem volume de jogo. Ainda vamos melhorar muito nesta temporada. Estamos trabalhando muito para isso. Reconhecer nossos erros é a primeira parte para isso", analisa a central Natasha, eleita a melhor jogadora da partida.

Esta foi a terceira vitória do time carioca em três partidas na Superliga, feito que o mantém na liderança da competição. Já a equipe do ABC paulista ainda não venceu e amarga a lanterna do torneio.

Quem também conquistou a terceira vitória nesta terça e divide a liderança com a Unilever é o Vôlei Amil. Em pouco mais de uma hora, o time de Campinas passou pelo mandante Rio do Sul por 3 sets a 0, em parciais de 21/14, 21/19 e 21/12. Este foi o terceiro revés do Rio do Sul, que divide a lanterna com o São Bernardo.

Enquanto isso, o Banana Boat/Praia Clube conheceu sua primeira derrota e deixa a ponta da competição. A equipe mineira acabou superada por 3 sets a 1 pelo Pinheiros, em parciais de 21/18, 21/18, 17/21 e 21/10. Com o tropeço, o time acabou ultrapassado pelo Barueri, que venceu o Uniara por 3 a 0, com 21/17, 21/19 e 21/16. Já o Pinheiros conquista sua segunda vitória em duas partidas e chega a cinco pontos. O Uniara tem dois.

Já o Sesi-SP segue em recuperação. Após perder na estreia, o time paulista conquistou sua segunda vitória consecutiva ao abter o Minas por 3 a 0, em parciais de 21/15, 21/14 e 21/18. Com o triunfo fora de casa, o Sesi chega a sete pontos e também ultrapassa o Banana Boat. Já o Minas segue zerado.

Na outra partida do dia, o Molico Nestlé passou pelo São Cristóvão/São Caetano por 3 sets a 2, em parciais de 21/17, 19/21, 9/21, 22/20 e 15/10. Esta foi a segunda vitória da equipe paulista em duas partidas, feito que a leva a cinco pontos na Superliga. Enquanto isso, o São Cristóvão/São Caetano soma um ponto e acumula três em três jogos disputados.

Ponte Preta perde, mas segura a pressão do Pasto e vai às quartas de final da Copa Sul-Americana

Em seu primeiro confronto internacional, a Ponte Preta sofreu mais do que o seu torcedor, que viu a equipe campineira vencer por 2 a 0 no Moisés Lucarelli, projetou. Na Colômbia, a Ponte visitou o Deportivo Pasto com uma boa vantagem, preferiu se defender ao longo dos 90 minutos, foi bastante pressionada pelos anfitriões e acabou derrotada por 1 a 0. O resultado, no entanto, não foi o suficiente para eliminar o time brasileiro, que escreve mais um capítulo em seus 113 anos de história.
Para chegar às quartas de final da Copa Sul-americana, a Ponte Preta não jogou bem, foi pressionada ao longo dos noventa minutos, mas sofreu apenas um gol e segurou a vantagem. No segundo tempo, o rápido meia-atacante Mina colocou o Deportivo Pasto na frente, mas não foi o suficiente para evitar a eliminação do time colombiano.
Agora, depois de vencer a primeira batalha internacional, a Ponte Preta tenta seguir fazendo história na Copa Sul-americana. O adversário das quartas de final será o argentino Vélez Sarfiseld, que eliminou o colombiano La Equidad na fase anterior. Antes da competição internacional, no entanto, a equipe campineira encara o Vasco, no Campeonato Brasileiro.
O jogo
A vantagem conquistada no primeiro jogo das oitavas de final deu tranquilidade para o confronto na Colômbia, mas a situação confortável não refletiu de maneira positiva dentro de campo. Mesmo com mais qualidade, a Ponte preferiu não atacar o Deportivo Pasto ao longo do primeiro tempo e quase foi obrigada a sair de sua zona de conforto com as boas chances dos anfitriões.
A equipe da casa contava com as rápidas descidas de Mina, que teve a primeira chance logo aos quatro minutos. Após cruzamento na área, a defesa da Ponte, que começou sem qualquer organização no jogo, deixou o meia-atacante livre, mas o jogador colombiano não conseguiu colocar no fundo das redes, para a sorte do time brasileiro.
O susto, no entanto, não fez com que a Ponte Preta mudasse a sua atitude. Adrianinho ainda tentava buscar jogo para chegar ao ataque, mas a distância com os atacantes Rafael Ratão e William impedia qualquer construção de jogada. O volante Fellipe Bastos também se arriscava em alguns lances, mas a prioridade estava clara: segurar a pressão.
O meia Montaño tinha liberdade para arriscar de fora da área, ainda que sem levar perigo ao gol de Roberto, enquanto os atacantes Villota e Lalinde também recebiam bons cruzamentos na área da Ponte Preta. No embalo da torcida, o Deportivo Pasto era melhor e, já no final do primeiro tempo, teve outras duas chances claras de marcar.
Aos 37 minutos, Lalinde recebeu dentro da área, girou bem sobre a marcação, bateu rasteiro no canto, mas um desvio na zaga impediu o gol colombiano. Mais tarde, aos 43, Pacheco aproveitou o rebote na intermediária, emendou um belo chute de perna esquerda e carimbou a trave do goleiro Roberto. A Ponte conseguia segurar o empate.
Na volta para o segundo tempo, no entanto, a pressão do Deportivo Pasto deu resultado. Aos sete minutos, Maurício Mina recebeu um belo passe dentro da área, aproveitou a desatenção da zaga, driblou com facilidade, e bateu rasteiro de perna direita para inaugurar o marcador. Era a festa da torcida colombiana, que voltava a acreditar na classificação.
A pressão continuou nos minutos finais da etapa complementar. Ainda sem conseguir tocar a bola com qualidade, o Deportivo Pasto mandava a bola na área sempre que possível e a defesa da Ponte se segurava de qualquer forma para manter a vantagem. Com William e Rafael Ratão isolados, o time brasileiro não conseguia atacar e a situação foi ficando dramática.
Para piorar a situação da Ponte Preta, os jogadores campineiros sentiam o cansaço causado pela longa viagem e também pela altitude da cidade colombiana. Sendo assim, a pressão aumentou, Mina carimbou a trave aos 36 do segundo tempo, Lalinde errou na sequência e o time brasileiro conseguiu segurar o ataque colombiano. A vaga estava garantida.
FICHA TÉCNICA:
DEPORTIVO PASTO 1 X 0 PONTE PRETA
Local: Estádio Departamental Libertad, em Pasto (Colômbia)
Data: 22 de outubro de 2013
Horário: 22h15 (de Brasília)
Árbitro: Marlon Escalante
Assistentes: Luis Sanchez (VEN), Luis Murillo (VEN)
Cartões Amarelos: Palacios, Montaño (DEPORTIVO PASTO), Magal, Alef, Diego Sacoman e Roberto (PONTE PRETA)
Gol: DEPORTIVO PASTO: Mina, aos sete minutos do segundo tempo
DEPORTIVO PASTO: Álvarez; Piedrahita, Pérez, Mina e Obeso; Pacheco (Ruales), Palacios, Mina e Montaño; Villota (Goméz) e Lalinde
Técnico: Flabio Torres
PONTE PRETA: Roberto; Régis, Ferron, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Alef (Elias), Fellipe Bastos e Adrianinho (Magal); Rafael Ratão (Fernando Bob) e William
Técnico: Jorginho

Paraná quer aproveitar crise do Atlético-GO para arrancar rumo ao acesso

O Paraná Clube quer aproveitar a crise do Atlético Goianiense nesta terça-feira, às 21 horas (de Brasília), na Vila Capanema, para iniciar uma arrancada na Série B do Campeonato Brasileiro rumo ao acesso. A equipe goiana, pressionada, precisa somar pontos em sua luta particular contra o fantasma da zona de rebaixamento.
Para montar o Paraná, que mais uma vez deve contar com apoio irrestrito do torcedor, o técnico Dado Cavalcanti terá as voltas de Roniery e Ricardo Conceição, que cumpriram suspensão. Entretanto, os volantes Edson Sitta e Cambará sentiram lesões e serão reavaliados. Na zaga, a novidade deve ficar por conta do retorno dos titulares Anderson e Brinner nos lugares de Edimar e Alex Alves.
O treinador paranista destaca o momento importante que se inicia, uma reta final com jogos decisivos, e cobra entrega total do grupo.
"São oito jogos para mudar a vida de muitos jogadores, para mudar a história do clube, para entrar na história. Vou usar esse momento para incentivá-los ainda mais, para que possam se entregar nos jogos. Só dependemos da gente. A gente enfrenta adversários diretos ainda. Para mim, o fundamental daqui para frente vai ser coração. Vai ser o momento de superação", avaliou.
A situação do Atlético-GO é delicada. Cada vez mais afastado dos times que estão fora da ZR, o Atlético vê desaparecer a cada rodada suas chances de permanência. O técnico Paulo César Gusmão não confirmou a equipe, mas deve fazer algumas modificações em relação ao time que perdeu para o América-RN. Entre os jogadores, o desafio é encontrar motivação, já que além dos resultados ruins e das atuações pífias, o atraso de salários tem pesado em campo.
FICHA TÉCNICA:
PARANÁ X ATLÉTICO-GO
Local: Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)
Data: 22 de outubro de 2013, terça-feira
Horário: 21 horas (De Brasília)
Árbitro: Arilson Bispo da Anunciação (BA)
Assistentes: Luiz Carlos Silva Teixeira (BA) e Jose Antônio Chaves Franco Filho (RS)
PARANÁ: Luis Carlos; Roniery, Anderson, Brinner e Paulinho; Ricardo Conceição, Moacir, Lucio Flavio e Kayke; JJ Morales e Reinaldo.
Técnico: Dado Cavalcanti
ATLÉTICO-GO: Márcio; Jonh Lennon, Alex Moraes, Anderson Conceição e Guilherme Santos; Pedro Bambu, Régis, Bida e Jefferson; Juninho e Anselmo
Técnico: Paulo César Gusmão

Figueirense segura pressão da Chapecoense e busca empate na Arena Condá

Longe do líder Palmeiras, a Chapecoense tinha a chance de diminuir a distância nesta terça-feira, quando usaria a força de sua torcida na Arena Condá para fazer a partida atrasada na Série B do Campeonato Brasileiro. O desfecho, no entanto, não foi o ideal. Com o domínio do jogo, os anfitriões saíram na frente, tiveram chances de ampliar a vantagem, mas foram surpreendidos pelo Figueirense, que buscou o empate no segundo tempo e deixou tudo igual no clássico catarinense: 1 a 1.
Para garantir o triunfo diante de sua torcida, a Chapecoense contou com a experiência de Rodrigo Gral, que, substituindo o artilheiro Bruno Rangel, inaugurou o marcador na Arena Condá com um desvio de cabeça. O Figueirense, no entanto, soube segurar a pressão dos anfitriões, e chegou ao empate no segundo tempo, com Rafael Costa, definindo a partida.
Com o empate em casa, a Chapecoense perde a chance de se aproximar do líder Palmeiras para sonhar com o título, fica com 59 pontos, a nove do topo da tabela de classificação. O Figueirense, por sua vez, com esperanças de conquistar o acesso à elite do futebol brasileiro, é o nono colocado, com 46.
Na reta final da competição, as duas equipes não terão muito tempo para descanso e voltam a campo nesta sexta-feira, às 19h30 (de Brasília). A Chapecoense visita o ameaçado Atlético-GO, no Estádio Serra Dourada. O Figueirense, por sua vez, joga novamente fora de casa, diante do Icasa, que também sonha com o acesso.
Divulgação/Chapecoense
Rodrigo Gral fez o gol da Chapecoense no duelo catarinense contra o Figueirense
Rodrigo Gral fez o gol da Chapecoense no duelo catarinense contra o Figueirense
O jogo
Sem o artilheiro da Série B, o atacante Bruno Rangel, a Chapecoense poderia encontrar problemas para balançar a rede diante do Figueirense, no clássico estadual desta terça-feira. Sendo assim, o treinador Gilmar Del Pozzo escalou o experiente Rodrigo Gral para a função e encontrou a solução para as jogadas ofensivas.
Antes do apito inicial, o treinador já havia afirmado que Rodrigo Gral estava "louco" para voltar a fazer gols, e não precisou de muitos minutos para o atacante demonstrar isso dentro de campo. Referência no setor ofensivo da Chapecoense, o centroavante usava sua experiência para comandar o seu time, que dominou desde o começo.
A primeira chance efetiva de Rodrigo Gral apareceu aos sete minutos da etapa inicial. Após cobrança de escanteio, o atacante conseguiu escapar da marcação, ficou livre dentro da pequena área, desviou de cabeça quase debaixo das traves, mas mandou para fora, deixando entalado o grito de gol na garganta do torcedor de Chapecó, que novamente lotou a Arena Condá.
Sem conseguiu oferecer perigo no campo de ataque, o Figueirense arriscou algum lance pontual para surpreender os donos da casa, mas não tinha sucesso. Além disso, a equipe de Florianópolis logo percebeu o que seria seu maior problema na defesa: a bola aérea. Depois de Rodrigo Gral, o zagueiro Alemão também quase marcou, mas parou no goleiro Thiago Volpi.
Depois de pressionar bastante, a Chapecoense, enfim, foi recompensada pela sua postura ofensiva e inaugurou o marcador justamente com Rodrigo Gral. Aos 26 minutos, a jogada começou com Potita, que roubou a bola no meio de campo e passou para Athos. O armador fez o passe para o experiente atacante, que, dentro da área, desviou de cabeça.
Mesmo com a vantagem no placar, a Chapecoense não diminuiu o ritmo no fim do primeiro tempo. Com mais presença no campo de ataque, os anfitriões quase ampliaram o marcador com Athos, aos 30, quando o armador conseguiu encobrir o goleiro Thiago Volpi, mas mandou para fora. O jogo era ideal para o vice-líder da Série B.
Na volta do intervalo, empurrada por sua torcida, a Chapecoense seguiu melhor. Thiago Volpi e Rodrigo Gral davam trabalho para a zaga do Figueirense, enquanto o zagueiro Alemão, novamente de cabeça, chegou a carimbar o travessão do adversário. O Figueirense, por sua vez, seguiu esperando o momento certo, e, desta vez, foi letal.
Os ataques do time alvinegro eram escassos na partida, as chances claras de gol eram quase nulas, mas bastou uma boa descida em velocidade para deixar tudo igual no marcador. Aos 21 minutos, Rafael Costa puxou o contra-ataque, tabelou com Nem, recebeu dentro da área, livre de marcação, e não teve dificuldades para balançar a rede.
O gol não abalou a equipe de Chapecó. Ainda melhor na partida, o time seguiu no campo de ataque, teve boas chances de passar novamente à frente do marcador, mas o Figueirense, que também assustou no contra-ataque ao longo do segundo tempo, segurou a pressão. O clássico catarinense terminava com um empate ruim para os dois lados.
FICHA TÉCNICA:
CHAPECOENSE 1 X 1 FIGUEIRENSE
Local: Arena índio Condá, em Chapecó (SC)
Data: 23 de outubro de 2013 (terça-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Guilherme Ceretta de Lima (SC)
Assistentes: Eberval Lodetti e Fernanda Colombo Uliana (ambos de SC)
Cartões Amarelos: Pablo e Thiego (FIGUEIRENSE)
Gols: CHAPECOENSE: Rodrigo Gral, aos 26 minutos do primeiro tempo
FIGUEIRENSE: Rafael Costa, aos 26 minutos do segundo tempo
CHAPECOENSE: Nivaldo; Alemão, Rafael Lima, Dão e Fabinho Gaúcho (Radar); Wanderson, Paulinho Dias, Potita e Athos (Neném); Tiago Luis e Rodrigo Gral (Caion)
Técnico: Gilmar Dal Pozzo
FIGUEIRENSE: Tiago Volpi; André Rocha, Thiego, Nirley e Wellington Saci; Paulo Roberto, Rivaldo, Nem (Arthur) e Maylson (Pablo); Rafael Costa e Éverton Santos (Tchô)
Técnico: Vinicius Eutrópio

Paysandu vence o ABC em jogo atrasado, mas não deixa a zona da degola

O Paysandu conseguiu na noite desta terça-feira uma importante vitória na luta contra o rebaixamento. Diante de um adversário direto, o ABC, o Paysandu fez valer o fator casa, triunfando por 1 a 0. O único gol da partida foi marcado pelo destaque do clube na Série B: Yago Pikachu.
O resultado não tirou a equipe bicolor da zona de rebaixamento, mas a deixou mais próxima deste objetivo. Agora, em 17º com 32 pontos, os paraenses estão a apenas três do próprio ABC, primeira equipe fora da zona de rebaixamento.
Pela 32ª rodada, na próxima terça-feira, o Paysandu visita o América-MG. Já o ABC vai ao interior de São Paulo, onde enfrenta o Oeste.
O jogo
O embate começou bastante equilibrado, mas com os donos da casa tomando a iniciativa das jogadas ofensivas, com dificuldades no setor de criação.
A primeira boa chance apareceu aos 19 minutos, quando Diego Barboza fez boa jogada pela direita e cruzou. Wilson Júnior afastou de forma parcial e Marcelo Nicácio quase marcou. Lino impediu que a bola fosse para a rede.
O ABC respondeu três minutos depois com Rodrigo Silva. Ele fez bem o papel de pivô, girou sobre o zagueiro e bateu forte. A bola passou ao lado do gol, com muito perigo.
Porém, o susto não diminuiu o ritmo dos anfitriões, que chegaram ao gol aos 24. Zé Antônio deu grande passe para Yago Pikachu, que saiu de trás da marcação para tocar por baixo do goleiro e fazer seu sétimo gol na Série B.
O Paysandu continuou melhor e desperdiçou boas chances, com Careca e Pablo, no final da primeira etapa, que terminou com o placar mínimo a favor dos mandantes.
O tom do jogo não se alterou na segunda etapa e o Paysandu continuou melhor, pressionando. Aos oito minutos, Yago Pikachu fez grande jogada individual, mas errou o arremate.
Careca e Diego Barboza, na sequência, perderam boas chances de aumentar o marcador e, aos poucos, o ABC foi se reencontrando no jogo.
A grande chance dos visitantes esteve nos pés de Alvinho, que recebeu ótimo passe na área e chutou no peito do goleiro Matheus.
O ímpeto abecedista, que poderia se tornar uma pressão mais aguda nos minutos finais, acabou sendo interrompido aos 37 minutos, quando Daniel Paulista foi expulso por reclamação. Coube ao bicolor administrar a vantagem no placar com um homem a mais, trabalho concluído com êxito.
FICHA TÉCNICA:
PAYSANDU 1 X 0 ABC
Local: Estádio do Mangueirão, em Belém (PA)
Data: 22 de outubro de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison (RS) e Clóvis Amaral da Silva (PE)
Cartões amarelos: Raul, Yago Pikachu, Zé Antônio e Aleílson (Paysandu); Bileu, Daniel Paulista, Júnior Timbó, Gilmar , Rogélio e Toty (ABC)
Cartão Vermelho: Daniel Paulista
Gol: 
PAYSANDU: Yago Pikachu, aos 24 minutos do primeiro tempo
PAYSANDU: Matheus; Yago Pikachu, Raul, Fábio Sanches e Pablo; Vanderson, Zé Antônio; Diego Barboza (Cássio) e Eduardo Ramos (Alex Gaibu); Marcelo Nicácio e Careca (Aleílson)
Técnico: Vágner Benazzi
ABC: Wilson Júnior; Bileu, Rogélio, Lino e Wesley Bigu; Serginho (Toty), Daniel Paulista, Erick Flores (Alvinho) e Junior Timbó; Rodrigo Silva e Gilmar (Schwenck)
Técnico: Roberto Fernandes

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Copa Sul-Americana

22h15 Deportivo Pasto 1x0 Ponte Preta

Argentino

21h15 Vélez Sarsfield 2x0 Argentinos Juniors

Brasileirão Série B

19h30 Paysandu-PA 1x0 ABC
19h30 Chapecoense 1x1 Figueirense
21h00 Paraná Clube 1x1 Atlético-GO

Liga dos Campeões



16h45 Milan 1x1 Barcelona
16h45 Porto 0x1 Zenit
16h45 Celtic 2x1 Ajax
16h45 Schalke 04 0x3 Chelsea
16h45 Áustria Viena 0x3 Atlético de Madri
16h45 Olympique 1x2 Napoli
16h45 Arsenal 1x2 Borussia Dortmund
16h45 Steaua Bucareste 1x1 Basel

Mundial Sub-17

11h00 México 3x1 Iraque
11h00 Canadá 1x1 Irã
14h00 Suécia 3x3 Nigéria
14h00 Argentina 3x2 Áustria

Azarenka: 'É o último torneio e darei tudo de mim'

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Torneio é jogado pela última vez na Turquia e mudará para Cingapura
Istambul (Turquia) - O WTA Championships começa nesta terça-feira com três jogos da fase de grupos. Cabeça de chave do Grupo Branco, Victoria Azarenka espera se recuperar da desastrosa temporada na Ásia com uma boa campanha na Turquia. Confira as principais frases das participantes do torneio:
Estava treinando na Suíça, depois fui para a Austrália e descansei. Estive treinando, então estou animada para jogar. É o último do ano e estou pronta para dar tudo de mim.Victoria Azarenka, que abre o torneio contra Sara Errani
Foi uma temporada asiática dura, mas tudo acontece por uma razão e me fez entender como organizar melhor as coisas. Não é culpa de ninguém, só uma oportunidade para eu aprender.Victoria Azarenka
Neste ano, acho que eu fiquei no mesmo nível do começo ao fim. Em 2011 eu ganhei um Slam, mas não tive bons resultados no resto daquele ano. Agora, não importa se era Slam ou torneio pequeno, eu sempre joguei bem. Acho que consegui me controlar melhor neste ano.Na Li, argumentando que 2013 foi seu melhor ano tecnicamente
Eu me divirto muito jogando duplas. Também ajuda meu jogo de simples. Claro que é duro fisicamente às vezes, mas eu gosto. É mais fácil quando você joga com sua melhor amiga.
Sara Errani, que está no torneio na chave de simples e duplas com Roberta Vinci
Não tenho a mesma potência das outras. Sempre tenho que achar um jeito para ganhar os jogos sem sacar muito forte. É meu jogo.
Agnieszka Radwanska, justificando seu jogo de defesa e variação
Tenho que acreditar nisso. É o motivo por que eu jogo tênis e quero melhorar, talvez os resultados apareçam. É questão de trabalhar duro. 2011 foi um ano incrível para mim e será difícil repeti-lo, mas tentarei o meu melhor.
Petra Kvitova, confiante de que voltará a jogar seu melhor tênis
No ano passado, eu não tinha nada a perder. Joguei muito bem. Agora eu tinha muitos pontos para defender. Muita pressão dos outros e de mim mesma. Mas é bom estar aqui pela segunda vez, estou orgulhosa do que fiz neste ano.
Angelique Kerber, sobre sua queda de rendimento em relação a 2012
Confira as entrevistas de Serena Williams e Jelena Jankovic
Veja a programação desta terça-feira em Istambul (horários de Brasília):
12h - [2]Victoria Azarenka (BLR) vs. [6]Sara Errani (ITA) - Grupo Branco
14h - [1]Serena Williams (EUA) vs. [8]Angelique Kerber (ALE) - Grupo Vermelho
16h - [3]Agnieszka Radwanska (POL) vs. [5]Petra Kvitova (TCH) - Grupo Vermelho

Serena lidera e Radwanska vai em busca do nº 3

Miami (EUA) - A norte-americana Serena Williams não só segue absoluta na liderança do ranking, mas também já está garantida como número 1 até 2014. Ela não pode ser mais ultrapassada por ninguém, nem pela bielorrussa Victoria Azarenka, a segunda do mundo. Quem está a perigo é a russa Maria Sharapova, a terceira colocada na lista da WTA.
De fora do circuito por conta de uma lesão no ombro, a musa russa não vai poder defender o vice-campeonato no Masters de Istambul e por isso pode ser ultrapassada pela polonesa Agnieszka Radwanska, que precisa ir às semifinais no torneio que fecha a temporada da WTA. Ela está no grupo mais difícil, que tem também Serena, a tcheca Petra Kvitova e a alemã Angelique Kerber
Quem se deu bem nesta semana foi a tcheca Petra Kvitova, que mesmo sem atuar ultrapassou a italiana Sara Errani e assumiu a sexta colocação. Outra mudança no top 10 foi a subida da alemã Angelique Kerber, que deixou a dinamarquesa para trás, assumindo o posto de número 9 na lista da WTA.
Um pouco mais embaixo, a romena Simona Halep entrou pela primeira vez entre as 15 melhores do mundo. Campeã do Premier de Moscou, seu quinto título no ano, ela ganhou quatro lugares e pulou para o 14º posto. Vice no torneio russo, a australiana Samantha Stosur não conseguiu computar a boa campanha no ranking e se manteve como a 19 do mundo.
Melhor brasileira na WTA, a pernambucana Teliana Pereira perdeu uma colocação e aparece no 88º posto. No ranking da temporada, ela é a 89ª, mas por ter encerrado já sua temporada, a número 1 do Brasil agora tem apenas que secar as rivais para permanecer no top 100 e assim galgar um lugar no Australian Open, que seria seu primeiro Grand Slam.

Treinador de Serena aponta Vika como única rival

Istambul (Turquia) - Patrick Mouratoglou é um dos responsáveis pela excelente fase que Serena Williams vive no circuito. O francês, que é treinador e namorado da norte-americana, disse em entrevista ao The New York Times que a única rival à altura de Serena no momento é Victoria Azarenka, deixando Maria Sharapova de fora da conversa.
"Ela (Azarenka) mostrou isso na final do US Open. Tem a habilidade de continuar lutando. Estava um set e 4/1 abaixo e mais ninguém poderia voltar daquele jeito e ganhar o segundo set. Do mesmo jeito, 99% das jogadoras perderiam a cabeça no terceiro após levar aquela virada no segundo. Serena conseguiu reacelerar. As duas foram excepcionais. Vika é realmente uma campeã", comentou Mouratoglou.
O francês rejeita a ideia de que Serena domina a WTA pela incompetência das outras jogadoras. "Houve números 1 há pouco tempo que estavam muito abaixo do nível de hoje. Agora temos duas campeãs, Serena e Victoria Azarenka. Elas estão acima do resto, mas Federer e Nadal também estiveram por cinco anos. Não porque os outros eram ruins, mas porque não conseguiram produzir esse nível superior".
Para Mouratoglou, a maior chance de vencer Serena é quando ela vem de uma sequência de jogos muito grande. "Se ela está cansada mentalmente, fica vulnerável, como aconteceu em Wimbledon ao perder para Sabine Lisicki depois de uma longa série de vitórias".
Algo que o francês garante é que Serena não continuará jogando de cair bruscamente de rendimento. "Serena nunca vai baixar a guarda. Ela vai parar de jogar um dia, mas não será 50 do mundo, com certeza. Ela não aceitaria isso", disse o treinador. Por enquanto, eles trabalham em aspectos de seu jogo, como subidas mais efetivas à rede. "Ela ainda tem margem para evoluir. Isso que é o mais incrível".
Mouratoglou, de 43 anos, trabalhou com diversos jogadores como Grigor Dimitrov, Anastasia Pavlyuchenkova, Jeremy Chardy e Aravane Rezai, mas confessa que estar com Serena é bem mais fácil. "Sou muito ambicioso e quero o melhor. É como no futebol: é melhor estar no Barça, no Real Madrid, no Manchester United e no Paris Saint-Germain do que em um clube da terceira divisão do Uzbequistão", brincou.
Serena estreia nesta terça-feira no Masters de Istambul contra a alemã Angelique Kerber, às 14h (horário de Brasília).

Jankovic diz ter aprendido com os próprios erros

Istambul (Turquia) - Jelena Jankovic disputará o WTA Championships pela quinta vez, primeira desde 2010. A sérvia teve uma queda considerável no ranking, mas fez uma temporada consistente em 2013. Com a confiança recuperada, a ex-número 1 do mundo acredita que pode surpreender ainda mais.
"Quando você já esteve no topo e ganhando muitos jogos e isso muda, não é muito legal. Ninguém gosta de perder, mas não depende só da gente. É preciso fazer algumas mudanças. Há uma razão para não ganhar como antes. Eu aprendi muito durante os anos. Cometi muitos erros e entendi o que funciona para mim", disse Jankovic.
Campeã em Bogotá neste ano, Jankovic ficou quase três anos sem conquistar um título. "Houve vezes no passado que eu pensava 'nossa, tudo dói'. Você se sente mais velha, acha que não pode mais voltar para onde estava. Tive muitas dúvidas. Mas agora eu penso que posso atingir muitas coisas, estou confiante. Posso trazer muito mais ao circuito".
Em Istambul, Jankovic está no Grupo Branco, disputando uma das duas vagas para a semifinal contra Victoria Azarenka, Na Li e Sara Errani. "Ter 28 anos é algo que eu posso usar a meu favor. Tenho mais conhecimento e experiência. Acho que posso fazer e mostrar muitas coisas ainda na minha carreira. Adoro competir e a satisfação de vencer. Enfrentar as melhores do mundo é o que gosto de fazer".
Veja a programação desta terça-feira em Istambul (horários de Brasília):
12h - [2]Victoria Azarenka (BLR) vs. [6]Sara Errani (ITA) - Grupo Branco
14h - [1]Serena Williams (EUA) vs. [8]Angelique Kerber (ALE) - Grupo Vermelho
16h - [3]Agnieszka Radwanska (POL) vs. [5]Petra Kvitova (TCH) - Grupo Vermelho

Serena afirma que internação a deixou mais forte

Istambul (Turquia) - Serena Williams joga em alto nível há mais de uma década, mas passou por diversos problemas em sua carreira e vida pessoal. O mais grave de todos foi a embolia pulmonar que sofreu no começo de 2011 e a deixou internada por diversos dias. Para a norte-americana, estar em quadra depois disso é surpreendente.
"Não achava que jogaria tênis depois daquilo. Só pensava em sobreviver e seguir em frente. Então eu acabei voltando. Acho que aquilo mexeu muito com a minha pessoa, fiquei mentalmente ainda mais forte. Percebi que era capaz de superar muitas coisas e tive muita ajuda, com certeza", afirmou Serena.
A número 1 do mundo está em Istambul para tentar o tetracampeonato no WTA Championships e o 11º titulo no ano. "Com certeza foi um dos melhores anos que eu tive. Ainda estou tentando melhorar porque tenho muitas coisas para trabalhar", acrescentou a jogadora de 32 anos.
"É uma grande oportunidade continuar jogando. Nunca imaginei que teria um dos meus melhores anos agora, mas sempre quero me superar", comentou Serena, que divide o Grupo Vermelho com Agnieszka Radwanska, Petra Kvitova e Angelique Kerber. "Estou animada para, ano que vem, levar meu jogo a outro nível".
Veja a programação desta terça-feira em Istambul (horários de Brasília):
12h - [2]Victoria Azarenka (BLR) vs. [6]Sara Errani (ITA) - Grupo Branco
14h - [1]Serena Williams (EUA) vs. [8]Angelique Kerber (ALE) - Grupo Vermelho
16h - [3]Agnieszka Radwanska (POL) vs. [5]Petra Kvitova (TCH) - Grupo Vermelho

Buffon falha como nunca. Pode comprometer Juve e Itália?



O chute de Giuseppe Rossi foi forte, cruzado, mas seria uma defesa protocolar nos melhores tempos de Gianluigi Buffon. O problema é que o goleiro da Juventus e da seleção italiana atravessa seu momento mais difícil desde que se tornou uma das referências mundiais na posição. A bola entrou, assim como outras três na virada da Fiorentina sobre a Juve, no domingo.
Aos 35 anos, Buffon tem falhado com alguma frequência, e há o temor de que esta queda de rendimento afete as pretensões da Juve e da Azzurra. Nesta temporada, ele já tinha vacilado ao dar rebotes que resultaram em gols nos jogos contra Lazio e Chievo, pelo Campeonato Italiano. Nos chutes de longe, já havia mostrado incertezas nos jogos com o Bayern, pela última Champions League. As saídas de gol também não parecem mais tão seguras.
Rebotes, erros de posicionamento e saídas do gol; Em decadência, Buffon, aos 35 anos, vem acumulando falhas 
Em resumo, Buffon parece não ser mais o goleiro capaz de dar garantias absolutas ao seu sistema defensivo. Analisando a porcentagem de defesas dos goleiros titulares da Serie A relativa ao número de finalizações certas, ele ocupa apenas a oitava posição.
1 De Sanctis (Roma) 94,1% (16/17)
2 Reina (Napoli) 90% (27/30)
3 Rafael (Verona) 82% (50/61)
4 Handanovic (Inter) 74,1% (20/27)
5 Consigli (Atalanta) 73,2% (30/41)
6 Neto (Fiorentina) 72,2% (26/36)
7 Andújar (Catania) 71,4% (25/35)
8 Buffon (Juventus) 71% (22/31)
9 Kelava (Udinese) 68% (17/25)
10 Perin (Genoa) 67,6% (25/37)
(fonte: Trumedia)
Ainda não é o caso de questionar a titularidade de Buffon no clube ou na seleção, mas é importante que ambos olhem para o futuro. Na Juve, certamente não será com os veteranos Storari e Rubinho. A Itália tem Marchetti e Sirigu, mas nenhum dos dois parece ter potencial para alcançar o nível que Buffon alcançou um dia.
Trumedia
Buffon levou 9 gols em 31 finalizações certas dos adversários: apenas o oitavo aproveitamento da Serie A
Buffon levou 9 gols em 31 finalizações certas dos adversários: apenas o oitavo aproveitamento da Serie A

O carrinho do New Maracanan, os garotos do alambrado e o choro do artilheiro



No Bate-Bola dominical da ESPN Brasil, o repórter Rubens Pozzi mostrou uma cena curiosa e que dependendo dos personagens envolvidos, pode chegar ao bizarro. Um carrinho daqueles de campo de golfe subindo lentamente a histórica (não, essa eles não demoliram) rampa de acesso ao último andar das arquibancadas do (New) Maracanã. Quem, como eu, tantas vezes escalou aquela pista com orgulho e peito estufado a caminho de mais um cotejo no que era a nossa velha casa, sabe bem que por mais que possa parecer cansativa, ela nunca nos exauria.

Era uma honra subir a rampa do velho "Maraca" para instantes depois reencontrar a fantástica visão daquele estádio monumental, imponente, intimidador e seu gramado verdíssimo iluminado pelo sol. Pozzi relatou que o veículo é disponibilizado para atender aos que, por diferentes razões, têm dificuldades para chegar lá em cima, ou mesmo não conseguem devido a alguma deficiência. Se for sempre assim, bacana, muito bom. Mas há sempre o risco de algum coxinha cansadinho, com preguiça, pegando carona no carrinho. Olho neles!

O contraponto a essa possível bizarrice? Os meninos colorados escalando o alambrado do Estádio Centenário de Caxias do Sul para comemorar o gol de D'Alessandro no sempre feroz duelo entre Grêmio e Internacional. E celebraram o tento em sintonia com o ídolo argentino, colocando pra fora toda a raiva. Sim, senhoras e senhores, enquando a bola rola num clássico GreNal muitos se alimentam do amor pelas cores do próprio clube mesclado ao ódio despertado pelo rival. E esses moleques certamente não vão pedir carrinho algum na subida das arquibancadas do Beira-Rio quando o estádio voltar a funcionar. A empolgante vibração dos jovens (e autênticos) torcedores renovam minhas esperanças na sobrevivência do verdadeiro futebol.

Esperanças renovadas também no Alto da Glória, onde Keirrison voltou a marcar após dois anos de jejum, lesões e cirurgias. E não foi um golzinho qualquer. O centroavante que um dia o Barcelona veio buscar derrubou o líder e virtual campeão, Cruzeiro, onde fracassou. Uma cabeçada certeira que fez o Coritiba se afastar da zona do rebaixamento. E chorou. Cena bonita de quem certamente passou por coisas que nenhum de nós conseguirá imaginar.

O medo de não jogar mais, o temor de não voltar a ser o mesmo. Não se sabe se Keirrison será o que foi no começo ou tão bom quando esperávamos vê-lo em algum tempo. Mas isso nem é tão importante quando o artilheiro volta a empurrar a bola para o barbante, comemora com seu povo e chora como que diz: "Eu estou vivo!" Ah, o futebol...
Gazeta Press
Após dois anos, Keirrison voltou a fazer um gol, e decisivo:n Coritiba vence o líder Cruzeiro
Após dois anos, Keirrison voltou a fazer um gol, e decisivo:n Coritiba vence o líder Cruzeiro
Veja os lances da partida entre Grêmio e Internacional
Emocionado na saída do gramado, Keirrison fala sobre o gol da vitória do Coritiba

Buffon é o Júlio César italiano



Peralá.
Não é o que você está pensando.
Buffon está para a Squadra Azzurra assim como Júlio César está para a seleção brasileira.
Explico: ambos já receberam dos respectivos técnicos a garantia de que estarão na Copa do Mundo de 2014.
Primeiro foi Felipão a confirmar a presença de Julio Cesar. Deu moral ao goleiro e garantiu, desde já, que Júlio César também jogue por ele, Felipão, durante o Mundial.
Agora, foi a vez de Cesare Prandelli.
Mesmo depois dos quatro gols tomados diante da Fiorentina e da enxurrada de críticas sobre a fase do ‘portieri', Prandelli tratou de ratificar seu voto de confiança em Gigi.
"Buffon será titular no Brasil. É o melhor goleiro da Itália. O número 1".
A declaração foi dada nesta segunda-feira, na véspera de receber o prêmio Silvio Piola de melhor técnico.
Para Prandelli não soou um ‘alarme Buffon', pois Gigi ainda desfruta de toda sua confiança.
Como se vê, lá como cá, Buffon e Júlio César parecem não agradar totalmente a gregos e troianos, ou melhor, a italianos e brasileiros.
Soem os alarmes.
Gazzetta
Goleiros estão garantidos na Copa do Mundo
Goleiros estão garantidos na Copa do Mundo

Soberano São Paulo, um foguete quando a bola rola no segundo turno do Brasileirão

Que ‘Muriçoca' Ramalho merece um oceano de elogios no soberano São Paulo, não se discute.
Com o seu ‘aqui é trabalho', desprezado pelos engomadinhos do Tricolor ao longo dos últimos anos por não ter conquistado uma Libertadores, o ‘professor' salvou a equipe do caldeirão do diabo.
Colocou o time entre os ‘top ten' do Brasileirão. Uma reviravolta inacreditável até para alguns fanáticos são-paulinos.
O Tricolor se encontrava no bico do corvo, numa confortável 18ª posição, quando ele assumiu o cargo na 20ª rodada, em substituição a Paulo Autuori, com a missão (quase) impossível de provar que ‘time grande não cai'. Conseguiu.
Mas uma voadora à la Boi Bandido no passado tricolor mostra que o time jamais jogou bolinha de gude na disputa de um returno do Brasileirão, exceção ao campeonato de 2011.
A equipe sempre sobrou na competição, tirou de letra qualquer projeção mais pessimista dos matemáticos de plantão.
A prova dos nove do Tricolor na história do segundo turno do Brasileirão, a partir de 2003, pontapé inicial da era dos pontos corridos:
2003 - 36 pontos (24 clubes)
2004 - 41 pontos (24 clubes)
2005 - 37 pontos (22 clubes)
2006 - 40 pontos (início da disputa com 20 equipes)
2007 - 38 pontos
2008 - 42 pontos
2009 - 32 pontos
2010 - 30 pontos
2011 - 24 pontos
2012 - 35 pontos
2013 - 22 pontos (11 jogos, sete vitórias, um empate e três derrotas).
Isto posto, segue o baile e a compra de sal grosso para espantar o mau-olhado dos coirmãos corintianos, santistas, palmeirenses...
                                                       ###########
Protestos, 10 a 0. O eco das manifestações na Cidade Maravilhosa das balas perdidas chegou às chuteiras furadas. Preocupado com a reação da população, o prefeito Eduardo Paes rompeu o cabresto e comunicou à mamãe Fifa que não dará um centavo para ajudar a montar a Fan Fest, local para shows e transmissão dos jogos do Mundial de 2014. As outras 11 cidades-sede continuam engajadas no projeto, com o seu, o meu, o nosso rico dinheirinho. A Copa é deles, a conta é nossa.
Sugismundo Freud. Uma lição aprendida na dor nunca se esquece.
Boca de urna. 'André Negão', 'Mané da Carne', 'turma dos letrados', 'baixo clero', 'núcleo dos tubarões' e 'mureteiros': é o mundo encantado que cerca a política do Corinthians, já de olho nas eleições de dezembro de 2014.
Dona Fifi. O Palmeiras deve pagar prêmio especial aos jogadores por voltar à elite do Brasileirão ou comemorar com um churrasco no fundo do quintal?
Talismã. O atacante Serginho é considerado um ‘pé-de-coelho‘ no ninho dos periquitos. Explica-se a fama: subirá pela terceira vez consecutiva de divisão. Primeiro, pulou da D para a C com o Oeste. Na sequência, subiu para a B também com o time do interior paulista. Agora, deve chegar à elite do Brasileirão no próximo fim de semana.
De chaleira. "Ei juiz, vai tomar caju" - ensurdecedor grito de apoio à arbitragem nas arquibancadas do Brasileirão.
Zapping. A heroica vitória do soberano São Paulo na Boa Terra derrapou no ibope da plim-plim. O jogo com o Bahêa rendeu 13 pontos na grande Pauliceia entregue ao salve-se quem puder, uma das audiências mais baixas da temporada. Na Cidade Maravilhosa das balas perdidas, Galo x Urubu cravou 18. Cada ponto em SP significa 62 mil domicílios ligados; no RJ, 38 mil.
Pé no freio. Apesar de ter conquistado pela terceira vez o vice na Fórmula Indy, o brasileiro Helio Castroneves não torce pelo Vasco. É são-paulino.
Gilete press. De Otávio Cabral, em ‘Veja': "A Alemanha escolheu o Centro de Treinamento Joaquim Grava, do Corinthians, como sede na Copa do Mundo. O anúncio oficial depende apenas da definição da tabela do torneio, que ocorrerá em 6 de dezembro, na Costa do Sauípe. Esse evento será a última oportunidade para que os demais 69 centros credenciados pela Fifa conquistem as outras 30 seleções estrangeiras - o Brasil ficará na Granja Comary." Minha casa minha vida.
Tititi d'Aline. Xodó dos rubro-negros, o artilheiro Hernane Brocador perde o caminho do gol quando se apresenta como visitante no Brasileirão. Ele marcou apenas um gol, contra 11 no ‘New Maraca'. O jejum continuou diante do Galo.
Você sabia que... os Correios molharam com R$ 160 milhões os últimos 20 anos do pé de pato da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos?
Bola de latão. Maracanã S/A. O complexo que administra a joia da rainha da mamãe Fifa na Copa/14 acumula três meses de contas de água em atraso. Também mandou para escanteio a manutenção do ar-condicionado do Maracanãzinho.
Bola de ouro. Mineiros. Galo bico de ouro: campeão da Libertadores. Raposa devassa: volta olímpica no Brasileirão é só uma questão de tempo. Sada/Cruzeiro: dono do melhor vôlei de clubes do planeta. Só dá pão de queijo.
Bola de lixo. ‘Corintianos'. Os anjinhos organizados pelo diabo não tomam jeito mesmo. Voltaram a atacar no CT do clube com palavras de ordem: ‘Vontade, coragem, amor à camisa e respeito'. Um bando de desocupados que já prejudicou, e muito, o Corinthians, com a perda de mandos de jogo.
Bola sete. "Facções criminosas não vão ameaçar a Copa do Mundo" (do ministro da Justiça, José Eduardo Cardoso - a conferir).
Dúvida pertinente. Rechonchudo Walter, o namoradinho do Brasil: destaque pela técnica ou por causa de um campeonato nivelado por baixo?