segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Fernandinho marca golaço, Atlético-MG vence 'à la Libertadores' e impõe 2ª derrota seguida do Cruzeiro

GazetaPress
Fernandinho marcou o gol da vitória do Atlético-MG aos 40 do segundo tempo
Fernandinho marcou o gol da vitória do Atlético-MG aos 40 do segundo tempo
Na campanha do título da Libertadores, muitas vitórias do Atlético-MG ficaram marcadas por gols no fim do jogo. E parece que essa façanha não parou na competição continental. Afinal, o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 no clássico mineiro contra o Cruzeiro, no Independência, neste domingo, foi marcado só aos 40 minutos do segundo tempo. E que golaço.

Quando o jogo era pressão dos donos da casa contra a "retranca" cruzeirense, aos 40 da etapa final, Fernandinho recebeu pelo lado direito do campo (ele normalmente atua na esquerda), deu belo drible em Bruno Rodrigo, e, de fora da área, chutou forte no ângulo do goleiro Giovanni, substituto de Victor, que está na seleção brasileira.

Nos outros quatro duelos entre os mineiros no ano, melhor para o Cruzeiro, que venceu três vezes. Porém, a única derrota até este domingo veio no Campeonato Mineiro, o que culminou no título do estadual para o Atlético-MG.
A derrota é a segunda consecutiva do Cruzeiro no Brasileiro, o que não havia acontecido até agora com a equipe celeste (na quarta-feira, levou 2 a 0 do São Paulo). Porém, o time do técnico Marcelo Oliveira ainda sobra na liderança, com 59 pontos, mas vê a diferença para o Grêmio, vice com 49, diminuir em um ponto. Já o Atlético-MG é o quinto colocado, com 42 pontos.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o líder Cruzeiro encara o Fluminense, na próxima quarta-feira. O duelo contra o atual campeão do torneio acontece no Mineirão. Já o Atlético-MG viaja para enfrentar, no mesmo dia, o seu xará, o Atlético-PR, no Durival de Britto.
O jogo
Atuando no Horto, com maioria absoluta na torcida, o Atlético-MG começou o clássico pressionando mais o Cruzeiro, que encontrou dificuldade para trocar passes, característica marcante do time celeste, que costuma envolver os adversários dessa forma. A velocidade de Luan, Tardelli e Fernandinho deu muito trabalho para a defesa cruzeirense.

A primeira chance real de gol surgiu em uma triangulação rápida, que terminou com chute cruzado de Fernandinho, obrigando Fábio a fazer grande defesa. A pressão alvinegra obrigou o técnico Marcelo Oliveira a recuar a dupla de volantes para exercer a função de um terceiro zagueiro, com o claro objetivo de anular a jogada forte do time alvinegro. Nilton e Lucas Silva se revezaram na função.
No duelo tático, o Atlético-MG dominou a posse de bola, e tomou a iniciativa do jogo, com isso, o Cruzeiro recuou as linhas de marcação e passou a apostar nos contra-ataques ou cadenciando o jogo para irritar os atleticanos. Enquanto o time alvinegro usou muito as laterais do campo, a equipe celeste preferiu apostar nas jogadas pelo meio, com Everton Ribeiro e Ricardo Goulart.

Neste cenário, o Atlético-MG estava levando a melhor, o que deixou o treinador celeste bastante irritado, cobrando o acerto no posicionamento dos comandados. No duelo pessoal, Fernandinho se saiu bem em cima do lateral Ceará, criando boas chances para os alvinegros pelo lado esquerdo do ataque do time alvinegro.

O jogo do Atlético-MG fluiu melhor pela faixa esquerda do campo. Aos 31, Tardelli ganhou com facilidade da marcação e cruzou com perfeição para área, Alecsandro chegou um pouco atrasado, em um mais um bom momento dos atleticanos. Com as principais peças de criação bem marcadas, o Cruzeiro praticamente não atacou na primeira etapa.

Na volta para a etapa complementar, o Cruzeiro procurou mostrar que o segundo tempo seria diferente. Com menos de um minuto, a equipe celeste quase marcou com Ricardo Goulart, que fez jogada individual e finalizou para ótima defesa de Giovanni. A resposta veio na sequência com cabeçada de Luan, que assustou Fábio.

Mais bem posicionado em campo, o Cruzeiro conseguiu diminuir os espaços do time alvinegro, equilibrando a partida, que mostrava os atleticanos com as rédeas do jogo. Apesar do equilíbrio de forças, o Atlético-MG seguiu com as melhores chances de marcar. A torcida, então, passou a apoiar a equipe nas cadeiras do Independência.

Aos 17, após uma disputa de bola, o rebote sobrou para Fernandinho, que na hora da finalização foi travado por Léo, que evitou o gol alvinegro. Aos poucos, o time do técnico Cuca foi encontrando a maneira ideal de furar o bloqueio celeste, e o Atlético-MG voltou a ser melhor no jogo, preocupando Marcelo Oliveira.

O time alvinegro continuou até o fim do jogo com mais volume ofensivo e quase marcou aos 35, com Luan, que recebeu assistência de Fernandinho e bateu a queima roupa, mas Fábio operou milagre para salvar a equipe celeste. Dois minutos depois, o goleiro celeste voltou a brilhar espalmando falta cobrada por Tardelli. A insistência do clube alvinegro foi premiada aos 40, com uma bela jogada individual de Fernandinho, que acertou o ângulo de Fábio enlouquecendo a torcida no Horto.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1 X 0 CRUZEIRO


Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 13 de outubro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (Asp. Fifa/SP)
Assistentes: Janette Mara Arcanjo (Fifa/MG) e Pablo Almeida da Costa (CBF/MG)
Cartões amarelos:(Atlético-MG) Pierre, Leonardo Silva, Neto Berola (Cruzeiro) Lucas Silva
Gol: Atlético-MG: Fernandinho, aos 40 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Giovanni; Marcos Rocha, Emerson, Leonardo Silva e Júnior César; Pierre, Josué (Leandro Donizete), Tardelli e Luan (Carlos César); Fernandinho e Alecsandro (Neto Berola)
Técnico:Cuca

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Nilton, Lucas Silva (Henrique), Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto) e Borges (Allison)
Técnico:Marcelo Oliveira

No último clássico da carreira, Rogério Ceni perde pênalti e São Paulo e Corinthians empatam

Djalma Vassão/Gazeta Press
Rogério Ceni perdeu um pênalti nos acréscimos, e o clássico terminou sem gols no Morumbi
Rogério Ceni perdeu um pênalti nos acréscimos, e o clássico terminou sem gols no Morumbi
Nas entrevistas pré-jogo, Tite falava em melhor entrosamento da defesa. Muricy Ramalho, por sua vez, na cobrança para o seu time marcar mais. Os discursos já desenhavam nas entrelinhas o que aconteceria no clássico entre São Paulo e Corinthians neste domingo: mais um 0 a 0, o terceiro entre os clubes no ano.
Poderia ter sido diferente. Praticamente nos acréscimos do segundo tempo, Diego Macedo fez pênalti em Reinaldo. No último clássico de sua carreira, o goleiro Rogério Ceni se apresentou para a cobrança e bateu para a defesa de Cássio.
A equipe tricolor entrou em campo disposta a quebrar a sequência negativa diante do rival e, com isso, ultrapassá-lo na tabela, passando a crise para o outro lado. Para isso, bastaria uma vitória para se igualar em número de pontos e superá-lo nos critérios de desempate. Mesmo com Paulo Henrique Ganso e Wellington, lesionados, e Antônio Carlos, suspenso, os donos da casa largaram melhor, pressionaram, mas sentiram falta de uma referência na frente.
O artilheiro Luis Fabiano, que estava entre os relacionados, foi vetado pelo departamento médico são-paulino. Ele sofre com uma contratura muscular na perna esquerda.
Sem o seu centroavante, o time comandado por Muricy não conseguiu pôr fim à marca de seis anos sem vencer os alvinegros no Morumbi. A última vez que isso aconteceu foi em 11 de fevereiro de 2007. A equipe não ganhou nenhum clássico no ano, também.
O Corinthians, que no último confronto entre as equipes ‘derrubou' Ney Franco, acumulou mais um empate no campeonato. Em 27 jogos, foram 13 até aqui - oito deles sem gols.
Com a zona de rebaixamento cada vez mais próxima, o técnico Tite fechou pela primeira vez nos últimos dois anos o treino do time para a imprensa. Além de Alexandre Pato, servindo a seleção brasileira, ele não contou neste fim de semana com Paolo Guerrero, Renato Augusto e Guilherme Andrade, com problemas físicos.
Gazeta Press
São Paulo perdeu outro pênalti no fim e empatou com o Corinthians neste domingo
São Paulo e Corinthians ficaram no empate neste domingo
Antes da partida, a diretoria corintiana protagonizou uma polêmica ao levar a taça do Paulista de 1977 para o Morumbi, no aniversário de 36 anos do título, e entrar em atrito com os tricolores, que encararam o gesto como uma provocação. Em entrevista, o vice-presidente do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, respondeu. "Se soubesse que ia ter exposição de taça, traria uma carreta para desfilar as nossas".
Dentro de campo, o São Paulo contou com o retorno de seu capitão Rogério Ceni, disputando o seu último clássico, e começou melhor. Aos sete minutos, Jadson recebeu pelo meio, abriu a marcação e chutou com perigo para Cássio. Os donos da casa dominavam até que Emerson Sheik despencou na área em disputa com Rodrigo Caio e pediu pênalti aos 18. A arbitragem ignorou. Maicon e Aloísio ainda ameaçaram antes de Romarinho arrancar sozinho e chutou para a defesa de Rogério.
Na volta dos vestiários, o ritmo no gramado caiu e as chances diminuíram. A melhor delas foi parar nos pés de Sheik, que saiu na cara do gol e chutou para fora. Paulo André também levou perigo em cabeceio. No fim, Diego Macedo derrubou Reinaldo na área e Rogério Ceni partiu para a cobrança. Ele chutou rasteiro, no lado esquerdo, e Cássio voou para a defesa.
Uma confusão generalizada foi registrada na torcida tricolor no intervalo, com duas bombas estourando, e a política teve de entrar em ação.
Ao todo, compareceram ao Morumbi 50.282 torcedores, no maior público dos clássicos paulistas na competição. A melhor marca até aqui havia sido registrada no confronto entre os times no Pacaembu, com 33.336 mil presentes.
Com o resultado, o São Paulo se mantém fora da zona de rebaixamento, no 15º lugar, com 34 pontos. O Corinthians tem dois a mais, na 11ª posição.
Na próxima rodada, a equipe alvinegra viaja até Porto Alegre para visitar o Grêmio na quarta-feira. O time tricolor segue em casa e enfrenta o lanterninha Náutico no mesmo dia.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 13 de outubro de 2013, domingo
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon (SP) e Celso Barbosa de Oliveira (SP)
Cartões amarelos: Paulo Miranda, Jadson e Douglas (São Paulo). Diego Macedo (Corinthians)
Público: 50.282 pagantes
Renda: R$ 596.307,00
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rodrigo Caio e Edson Silva; Douglas, Denilson, Maicon, Jadson e Reinaldo; Ademilson (Lucas Evangelista) e Aloísio (Welliton)
Técnico: Muricy Ramalho
CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf, Guilherme, Edenílson, Danilo (Diego Macedo) e Romarinho (Ibson); Emerson
Técnico: Tite

Aos 47, Sampaio empata, avança e elimina Fortaleza dentro do Castelão

Uma Arena Castelão lotada como raramente se viu após o término da Copa das Confederações. Em vermelho, azul e branco, mais de 40 mil torcedores do Fortaleza assisitiram, na tarde deste domingo (13), a mais um filme triste na Série C do Campeonato Brasileiro. E para alegria e emoção da pequena mas presente torcida do Sampaio Corrêa. Com um gols aos 47 minutos do segundo tempo, depois de estar perdendo por 2 a 0, o time maranhense arrancou um empate por 2 a 2, deixou o Leão com 32 pontos, em quinto colocado do Grupo A, fora do mata-mata. O "Bolívia" se classifica para a próxima fase em quarto, com 33 pontos.
Em um grupo com equipes praticamente empatadas em número de pontos e com a realidade mudando a cada gol nos demais jogos, os torcedores do Fortaleza tiveram um tarde com início tranquilo após gol de pênalti de Waldison logo aos dois minutos e outro de Guaru em cobrança de falta, ainda no primeiro tempo. Na etapa complementar, sofreram com o gol de Arlindo Maracanã, aos 32 minutos. E até o fim a tensão foi total, que terminou em lágrimas, após gol de Paulo Sérgio nos acréscimos.
Fortaleza e Sampaio Corrêa empatam em jogo emocionante na Arena Castelão (Foto: Kid Júnior/Agência Diário)Fortaleza e Sampaio empatam em jogo emocionante na Arena Castelão (Foto: Kid Júnior/Agência Diário)
As outras duas vagas que estavam em disputa na chave foram comnquistadas com vitórias. No Presidente Vargas, em Campina Grande, o Treze também precisou marcar no fim (aos 45 da etapa final) para vencer o já classificado Santa Cruz por 1 a 0 e terminar em terceiro lugar. Mesmo perdendo, o tme coral ficou em primeiro. O Luverdense derrotou o Águia de Marabá por 3 a 0, em casa, em Lucas do Rio Verde, e ficou com a segunda posição na chave.
Emoção também sobrou na briga contra o rebaixamento. Em Maceió, o CRB escapou da degola aoderrotar o já rebaixado Baraúnas por 3 a 2. O mesmo valeu para o Cuiabá, que corria risco, mas derrotou o Brasiliense de virada por 2 a 1, empurrando o adversário Jacaré para a última vaga rumo ao abismo da Série D. O Rio Branco-AC foi a outra equipe rebaixada.
Nas quartas de final, quem se classificar rumo às semis garante automaticamente vaga na Série B do ano que vem. As equipes se enfrentam em ida e volta nos dois próximos fins de semana. Se houver empate na soma dos resultados, sobe quem marcar mais gols como visitante. Persistindo a igualdade, a vaga será decidida em cobranças de pênaltis.
Veja os cruzamentos:
Sampaio Corrêa x Macaé
Treze x Vila Nova

Betim x Santa Cruz
Caxias x Luverdense
Vantagem e alívio
Com aplausos desde a entrada dos jogadores do Fortaleza no gramado, os torcedores do Leão viveram o primeiro momento de tensão logo aos dois minutos. Robert avançou com a bola, entrou na área e despencou. O árbitro paranaense Felipe Gomes da Silva imediatamente assinalou a penalidade, em meio a reclamações do Sampaio Corrêa. Sob olhares atentos da torcida, foi de Waldison a responsabilidade da cobrança. O goleiro Rodrigo Ramos pulou no canto certo, mas o atacante tricolor bateu forte e alto na direita, desentalando o primeiro grito de gol na Arena Castelão.
A segunda comemoração poderia ter saído aos 12, quando Eduardo Luiz fez um ótimo cruzamento para Assisinho. O atacante do Leão, no entanto, perdeu o tempo da bola e não conseguiu cabecear. Dois minutos depois, em triangulação de Cleitinho, Toti e Lucas, este último bateu forte e assustou Flávio. Com uma última rodada eletrizante e clubes muito próximos na tabela, qualquer gol marcado no Grupo A modificava o futuro das duas equipes. Por isso, mesmo à frente no placar, o desejo dos tricolores era ver o segundo para dar mais segurança.
Perto dos 30, os visitantes chegaram perigosamente com Kível de cabeça, mas Flávio defendeu com segurança. E seguro também foi Guaru, que foi barrado na última rodada e retornou justamente neste domingo, ao cobrar a falta que resultou no segundo gol do Leão. O meia sofreu a falta e ele mesmo bateu com classe, aos 40, dando mais tranquilidade à equipe e gerando mais indignação por parte do time adversário, que saíram para o intervalo criticando a marcação do pênalti e reclamando de suposta falta no goleiro Rodrigo Ramos no segundo gol do Leão. 
Sufoco e decepção do Leão
Com a imprevisibilidade desta tarde no Grupo A, o Sampaio Corrêa voltou para o 'tudo ou nada' do segundo tempo mais empenhado. Embora chegassem ao ataque com frequência, as duas efetivamente não criaram boas oportunidades de gol até os 13 minutos, quando Assisinho bateu forte e a bola passou muito perto da meta de Rodrigo Ramos, levantando a torcida no estádio.
Quem acabou chegando ao gol foram os visitantes, pondo fogo à 'decisão' no Castelão. Aos 32 minutos, após bom lançamento de Edgar, Arlindo Maracanã bateu forte e balançou as redes: 2 a 1. O clima, então, voltou a ficar tenso nas arquibancadas. Com os resultados do grupo, o empate poderia tirar o Leão do G-4. Nos minutos finais, Marinho Donizete ainda salvou o Tricolor do que seria um filme triste. Mas, não foi o suficiente. Aos 47 minutos, Toti cruzou e Paulo Sérgio matou a partida. Mais de 40 mil torcedores calados no Castelão.

Santa Cruz segura Treze e passa em primeiro às 4ªs da Série C; veja confrontos

O Santa Cruz terminou em primeiro no grupo A da Série C. Neste domingo, a equipe pernambucana segurou o Treze fora de casa, empatou em 0 a 0, e assegurou a melhor campanha fase inicial do certame.
Além dos pernambucanos, Fortaleza, Luverdense e Sampaio Corrêa garantiram vaga ás quartas de final da terceira divisão nacional. Os cearenses venceram os maranhenses por 2 a 0 (gols de Waldison e Guaru). Já a Luverdense superou o Águia-PA com gols de Misael e Rafael Tavares.
Nos outros jogos do grupo, o Brasiliense empatou com o Cuiabá em 1 a 1 e perdeu a chance de se classificar. Já o Baraúnas venceu por 2 a 1 o CRB fora de casa.
Com o resultados, Cuiabá, Baraúnas e Rio Branco se juntam a Crac e Grêmio Barueri foram rebaixados à Série D.
Veja os confrontos das quartas de final da terceira divisão nacional:
Santa Cruz x Betim
Macaé x Sampaio Corrêa
Vila Nova x Luverdense
Fortaleza x Caxias

domingo, 13 de outubro de 2013

Brasileirão Série C

16h00 Brasiliense-DF 1x2 Cuiabá-MT
16h00 Fortaleza 2x2 Sampaio Correa-MA
16h00 CRB 3x2 Baraúnas-RN
16h00 Luverdense 3x0 Águia de Marabá
16h00 Treze-PB 1x0 Santa Cruz-PE

Brasileirão Série A

16h00 Criciúma 3x2 Vasco
16h00 São Paulo 0x0 Corinthians
16h00 Atlético-MG 1x0 Cruzeiro
16h00 Internacional 4x1 Náutico
18h30 Goiás 3x1 Bahia
18h30 Atlético-PR 1x0 Portuguesa
18h30 Botafogo 2x1 Flamengo

Argentino

16h00 Vélez Sarsfield 1x2 Olimpo
16h00 Estudiantes 1x0 Racing Club
18h15 Boca Juniors 1x1 Rosario Central
21h15 Newells Old B. 1x0 River Plate

Eliminatórias Africanas



10h00 Etiópia 1x2 Nigéria
14h00 Tunísia 0x0 Camarões

Vettel, vitória brilhante

Vettel festeja com os torcedores em Suzuka (Divulgação)
Sebastian Vettel deu um show hoje aqui em Suzuka. E seu quarto título agora já tem dia e lugar para acontecer: o GP da Índia, no dia 27.
Com a quinta vitória seguida, o alemão agora só precisa de um quinto lugar para ser tetracampeão com três corridas de antecipação. Mesmo que ele não marque pontos na Índia, Fernando Alonso tem de chegar em primeiro ou segundo para adiar a decisão.
Se nas últimas corridas Vettel teve vida relativamente tranquila, saindo na frente e fazendo sua lição de casa com tranquilidade, a largada fenomenal de Romain Grosjean hoje atrapalhou o roteiro do piloto da Red Bull.
Mas como ele mesmo disse, soube manter a paciência para colher os frutos no final. Fez sua estratégia de duas paradas funcionar com perfeição, atacou o rival da Lotus na hora certa e aí foi só esperar a hora de beber seu champanhe.
Foi a quarta vitória em Suzuka nos últimos quatro anos, o suficiente para deixar ele emocionado no pódio.
Webber sugeriu na entrevista coletiva pós-corrida que a Red Bull mudou sua estratégia para três paradas para ajudar o companheiro. Christian Horner disse que o primeiro stint mais curto de Webber é que forçou a mudança. Falou que os pneus dele estavam muito desgastados. “Para nós não importa que carro seja primeiro ou segundo, contanto que sejam os nossos dois.”
Grosjean mostrou ter amadurecido bastante liderando o maior número de voltas da corrida (26 contra 22 de Vettel) e chegou em terceiro.
A Red Bull não foi a única a ter polêmica. Felipe Massa recebeu ordens de deixar Fernando Alonso passar quando estava em quinto e não obedeceu. Acabou sendo superado na pista.
Massa falou que não achou justo o pedido, por isso não acatou. Alonso e Stefano Domenicali evitaram criticar a atitude do brasileiro e seu chefe disse que entendia o piloto, pois ele precisa se mostrar para o mercado.
Além disso, Massa cometeu um erro bobo ao exceder o limite do pit lane e deve de fazer um drive through que acabou com sua corrida. Chegou em décimo.
Alonso foi o quarto e como prêmio de consolação comemorou o fato de ter se tornado o maior pontuador da história da F-1.
Como eu esperava, uma corrida emocionante do começo ao fim, com estratégias diferentes, ótimas ultrapassagens e, bem, o mesmo _e merecido_ vencedor.

Minas de ouro

O dia 24 de outubro de 1965 é histórico porque recebeu o primeiro Cruzeiro x Atlético do Mineirão. Havia só 47 mil torcedores, e o Cruzeiro venceu por 1 x 0, com gol de Tostão.
O craque e vizinho de página lamentou a expulsão de nove jogadores do Galo, depois do pênalti cometido pelo atleticano Décio Teixeira em Wílson Almeida. Segundo o Almanaque do Cruzeiro, Tostão disse na época que a expulsão evitou uma goleada celeste.
Mais parecido com o clássico de hoje foi o de 5 de março de 1967, o primeiro disputado por Cruzeiro e Atlético por um Campeonato Nacional. O Torneio Roberto Gomes Pedrosa recebeu em Minas o apelido de Campeonato dos Estádios, pela grandeza dos palcos. O Mineirão colocou as Gerais no mapa, na primeira vez em que a competição recebeu paranaenses, gaúchos e mineiros, além de cariocas e paulistas.
Na estreia do clássico no campeonato nacional da época, goleada do Cruzeiro por 4 x 0.
O novo Mineirão não é do Atlético, mas de certa maneira reposicionou o futebol mineiro. Nem naquele 1967, Minas brilhou tanto. Nem em 1971, quando o Atlético foi campeão brasileiro ou em 1976, quando o Cruzeiro ganhou a Libertadores ou em 1997, quando foi bi. Quando o Cruzeiro brilhava, o Atlético nem tanto. E vice-versa.
Nunca como neste ano de 2013 o Brasil olhou tanto para o clássico mineiro quanto hoje. Uma vitória atleticana pode equilibrar um pouco o Brasileirão, se o Grêmio vencer o Fluminense --mais ainda se não perdesse do Criciúma, na quarta-feira.
Há também o sabor de o Atlético ver o rival campeão, mas colocar água em seu chope e vencer o clássico no maior estádio de Minas, como não conseguiu desde a reinauguração. Quem foi melhor, o Galo campeão da Libertadores ou o Cruzeiro virtual vencedor do Brasileirão, é questão quase resolvida. De quatro clássicos este ano, os celestes venceram três.
Inquestionável mesmo é o fato de Minas terminar com a incômoda hegemonia Rio-SP que, em Brasileirões, dura desde 2003. E de obrigar quem gosta de futebol a olhar um pouco mais para o Mineirão do que para o Maracanã ou para o Morumbi hoje à tarde.
AMOR AO PRÓXIMO


Faz quase dez anos que dois gols de Grafite deram a vitória ao São Paulo por 2 x 1 sobre o Juventus. Se o time da Mooca vencesse, o Corinthians que perdeu da Portuguesa Santista terminaria o Paulistão-2004 rebaixado. Três anos depois, o São Paulo era líder do Brasileiro com 12 pontos de vantagem sobre o segundo colocado e perdeu de 1 x 0 do Corinthians, na zona de rebaixamento --gol de Betão. Podia ter ajudado, mas o Corinthians caiu mesmo assim. Hoje o São Paulo até precisa do auxílio que o Corinthians não pode oferecer --ou estará ele próprio a perigo. Melhor cada um cuidar de si.

Ivanovic e Kerber confirmam e decidem na Áustria

Linz (Áustria) - Não houve surpresa e o título do WTA de Linz, disputado sobre piso sintético e com premiação de US$ 235 mil, será decidido entre as duas principais cabeças de chave. neste sábado, a sérvia Ana Ivanovic aplicou duplo 6/4 sobre a suíça Stefanie Voegele, enquanto a alemão Angelique Kerber ratificou a condição de cabeça 1 e eliminou facilmente a espanhola Carla Suárez, por 6/2 e 6/0.

"Exceto pelo primeiro set da minha primeira partida, esta semana tem sido perfeita para mim", afirmou a top 10 Kerber, referindo-se ao 6/0 que levou de Monica Niculescu em sua estreia em Linz. Depois disso, ela não perdeu mais sets e ainda por cima garantiu vaga no Masters de Istambul, o torneio que reunirá as oito melhores da temporada.

Duas vezes campeã do torneio, em 2008 e 2010, Ivanovic buscará o 10º título da carreira em sua primeira final de toda a temporada. "A chave não foi fácil para mim, então estou feliz por chegar até a última rodada", avaliou a musa, que enfrentou sucessivamente Yanina Wickmayer, Francesca Schiavone e Dominika Cibulkova nas rodadas anteriores. "Ainda procuro jogar de forma mais consistente".

Kerber entrou como convidada de última hora para substituir a tcheca Petra Kvitova. "Estou me sentindo melhor a cada rodada". A partida contra Suárez teve ares de revanche, já que a alemã havia sido eliminada por ela na quarta rodada do recente US Open.

Nos confrontos diretos, Ivanovic leva vantagem de 3 a 1 sobre a alemã, mas Kerber levou a melhor no duelo mais recente e venceu em dois sets no torneio de Tóquio no mês passado. A alemã busca o terceiro título da carreira.

Stosur decide Osaka contra revelação canadense

Osaka (Japão) - Duelo de gerações marca a final do WTA de Osaka neste domingo, torneio com premiação de US$ 235 mil e disputado sobre piso sintético. A experiente Samantha Stosur arrasou a norte-americana Madison Keys, por 6/1 e 6/2, e enfrentará a canadense Eugenie Bouchard, que tirou a convidada local Kurumi Nara, por duplo 6/2.

Stosur dominou a partida com ótimos saques e forehand preciso e agressivo, perdendo apenas 12 pontos com o serviço a favor. "Acho que fiz tudo certinho hoje. Depois de quebrar o saque e fazer 2/1, tive um 0-40 e soube reagir. Isso foi decisivo para o restante da partida", analisou.

Esta será a terceira final da australiana em Osaka, com um título em 2009 e um vice em 2011. Apesar de já ter vencido o US Open de dois anos atrás, Stosur tem rendimento ruim em decisões, tendo vencido apenas quatro de 16 tentativas. Nesta temporada, ganhou Carlsbad.

Aos 19 anos, Bouchard disputava sua terceira semi da temporada e enfim conseguiu avançar à decisão inédita. Adolescente de maior sucesso no circuito atual, ocupando o 35º posto do ranking, ela venceu Stosur no único duelo, mas por abandono da australiana, que estava contundida.

Volpi exalta vitória Figueirense: 'O que importa são os três pontos'


Florianópolis
Comente agora
A qualidade técnica na vitória sobre o São Caetano não foi das melhores.  Contudo, o placar de 2 a 0, somou os três pontos para o Figueirense, o que foi o principal, para o time que ainda sonha com o G-4 da Série B do Brasileiro. O goleiro Tiago Volpi entende que o mais importante foi feito, após a goleada sofrida na última rodada, para o Palmeiras.(Confira o gol de Maylson, o segundo do Figueira, no vídeo ao lado)

Com gols de Pablo e também de Maylson, o Figueirense se livrou dos 4 a 0 que sofreu com para o líder Palmeiras. Assim, com maior volume de jogo diante de um rival que luta contra o rebaixamento, Volpi viu que a equipe soube se portar no estádio Anacletto Campanella.
— O que importa é somar os três pontos. A gente teve volume de jogo, soubemos jogar com a vantagem de 1 a 0 e no segundo tempo conseguimos outro gol para dar essa vitória — avaliou, à Rádio CBN/Diário.
Mesmo contra um rival que sofre para evitar a queda para a Série C, o goleiro entende que o time catarinense soube lidar com o fator psicológico do time paulista. Segundo Volpi, a má condição do gramado, também não foi capaz de segurar o ímpeto do Figueira.
— O São Caetano é um time de tradição e estar nessa situação bate desespero. A  gente soube jogar da forma que foi o jogo. O campo também estava ruim. Mas mesmo assim a gente conseguiu botar eles na roda de certa forma — falou.

Na próxima rodada o Figueirense recebe, às 21h50m, na terça, no estádio Orlando Scarpelli, o Paysandu. O Figueira chega aos 42 pontos na tabela da Série B.
Jael jogo São Caetano e Figueirense (Foto: Ale Vianna / Ag. Estado)Jael e William disputam a bola no jogo entre São Caetano e Figueirense (Foto: Ale Vianna / Ag. Estado)

Com golaço de Montillo/Cícero, Santos bate Ponte Preta e volta a vencer no Brasileiro

Djalma Vassao/Gazeta Press
Montillo abraça Cìcero depois de anotar o golaço da noite no Pacaembu
Montillo abraça Cìcero depois de anotar o golaço da noite no Pacaembu
Um lance valeu o ingresso para os poucos mais de 7 mil torcedores que compareceram ao Estádio do Pacaembu na noite deste sábado. Com um golaço de Walter Montillo, em lance fantástico de Cícero, o Santos derrotou a Ponte Preta pelo placar de 2 a 1, quebrou a negativa sequência de duas derrotas seguidas e voltou a sonhar com o G-4 do Campeonato Brasileiro, zona que dá aos time um lugar na próxima edição da Copa Libertadores da América.
A segunda vitória nos últimos cinco jogos (foram três derrotas neste período) coloca o Santos na sexta colocação da Série A. Com 39 pontos, o time praiano possui seis de desvantagem em relação ao Atlético-PR, atual quarto classificado e que entra em campo neste domingo para encarar a Portuguesa. A Ponte Preta, em péssima situação, permanece com 26 pontos, no penúltimo posto.
Depois de se apresentar diante do torcedor paulistano, o Santos retorna à Vila Belmiro para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro. Na quarta-feira, a partir das 19h30 (de Brasília), a equipe de Claudinei Oliveira terá pela frente o Internacional, em briga direta por dois postulantes à Libertadores 2014. A desesperada Ponte Preta, por outro lado, recebe o Coritiba no mesmo dia, mas às 21h.
O jogo
O razoável público que compareceu ao Estádio do Pacaembu refletiu o mau momento do Santos no Campeonato Brasileiro. Dono de uma campanha de três derrotas nos últimos quatro jogos, a equipe de Vila Belmiro tentou imprimir seu ritmo de jogo diante dos ponte-pretanos, que permaneceram com uma postura cautelosa e buscando os contra-ataques para surpreender o rival.
Mesmo mais retraída, a Ponte Preta criou a primeira grande chance da partida. Aos 26min, Fellipe Bastos cobrou escanteio na medida para o zagueiro Ferrón, que exigiu grande defesa do goleiro Aranha. O lance serviu para acordar o time da casa, que ameaçou a meta adversária na sequência com Thiago Ribeiro.
Por conta do truncado jogo no Pacaembu, a bola parada se mostrou decisiva. Melhor para o Santos, responsável por abrir o placar na capital paulista. Aos 44min da primeira etapa, o argentino Montillo cobrou falta venenosa para dentro da área da Ponte Preta e encontrou a cabeça de Everton Costa, que desviou do goleiro Roberto e anotou o primeiro gol pelo time santista.
A vantagem obtida nos segundos finais da primeira etapa permitiu ao Santos atuar menos pressionado na segunda etapa. A Ponte, desesperada pela situação na tabela, adiantou a marcação e até ameaçou exercer uma pressão. Logo aos 4min, Fellipe Bastos, importante arma ofensiva campineira em virtude dos longos chutes, acertou uma bomba e exigiu grande intervenção de Aranha.
Com a vitória encaminhada, o Santos procurou atrair a Ponte Preta para o seu campo defensivo a fim de encaixar um contra-ataque. Ele veio aos 23min, e de maneira categórica. O meio-campista Cícero aplicou um chapéu no meio-campo, arrancou e rolou para Montillo. O argentino, com um toque de classe, tirou o goleiro Roberto e completou para as redes vazias.
A complicada situação ponte-pretana na partida, com o segundo gol, apenas piorou. Visivelmente abatido por conta da desvantagem, o time visitante pouco ameaçou a meta santista até o final do jogo. Jorginho apostou no experiente Adrianinho para iniciar a reação. Entretanto, a aposta do tetracampeão mundial surtiu o efeito desejado somente nos acréscimos, quando Rafael Ratão descontou - em momento no qual o Santos já jogava com 10 (Cicinho foi expulso).
FICHA TÉCNICA
SANTOS 2 X 1 PONTE PRETA
Local: Estádio Municipal do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 12 de outubro de 2013, sábado
Horário: 21 horas (horário de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido de Souza (SP)
Assistentes: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Fabrício Porfírio de Moura (ambos de SP)
Cartões amarelos: Edu Dracena, Alison, Leandrinho e Cicinho (Santos); Elias, Ferron e Edson Bastos (Ponte Preta)
Cartões vermelhos: Cicinho (Santos)
GOLS: 
SANTOS: Everton Costa, aos 45 minutos do primeiro tempo e Montillo, aos 24 minutos do segundo tempo
PONTE PRETA: Rafael Ratão, aos 44 minutos do segundo tempo
SANTOS: Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson Palmieri; Alison (Alan Santos), Arouca, Cícero e Montillo (Leandrinho); Thiago Ribeiro e Everton Costa (Victor Andrade)
Técnico: Claudinei Oliveira
PONTE PRETA: Roberto; Régis, Ferron, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Alef (Leonardo), Fellipe Bastos e Elias (Adrianinho); Rildo (Rafael Ratão) e William
Técnico: Jorginho

Em casa, Bragantino tenta manter sequência terrível do ASA

Divulgação
Bragantino e ASA se enfrentam neste sábado, em Bragança Paulista
Bragantino e ASA se enfrentam neste sábado, em Bragança Paulista
Para voltar a vencer na Série B do Campeonato Brasileiro e pular para a parte de cima da tabela de classificação, o Bragantino terá que ‘enterrar' o ASA, muito próximo do rebaixamento, em jogo neste sábado, às 21h (de Brasília), no Nabi Abi Chedid, pela 29ª rodada da competição nacional.
Vindo de duas derrotas consecutivas, o time paulista quer se distanciar da zona de rebaixamento e voltar a sonhar com um acesso para a elite do futebol brasileiro. Enquanto isto, tudo o que a equipe alagoana quer é pontuar novamente, após oito revezes seguidos no torneio.
Artilheiro do Bragantino, com oito gols marcados, o atacante Lincom vê o duelo como uma chance de virar a página. "Será muito importante e difícil. Temos que vencer, apagar os últimos resultados e nos aproximar dos 45 pontos. A partir daí, teremos mais tranquilidade, e a história poderá ser outra", afirmou.
Do outro lado, o técnico Heron Ferreira sabe que terá muito trabalho com o psicológico dos seus comandados, abalados pela goleada sofrida para o Atlético-GO, por 5 a 1, na rodada passada. Após lamentar o resultado no Serra Dourada, o treinador quer uma nova postura no interior de São Paulo.
"Temos que digerir essa derrota, se é que é possível. Conversei com os jogadores, porque alguma coisa tem que mudar. Estudamos para fazer o melhor possível", disse o treinador, que não poupou críticas ao time depois da goleada: "Fomos horríveis, irreconhecíveis."
Em termos de escalação, Marcelo Veiga terá pelo menos um desfalque: o meia Preto, suspenso. Já o zagueiro Álvaro, com dores na coxa, será reavaliado pelo departamento médico do clube, e ainda é dúvida. Mas os volantes Carlinhos e Francesco voltam de suspensão automática.
Heron Ferreira também terá problemas. O defensor Cássio foi expulso em Goiânia e será substituído por Wellington. Já nas laterais, Chiquinho Baiano, recuperado de lesão, e Diogo Silva, voltando de suspensão, deverão ser as principais novidades.
FICHA TÉCNICA:
BRAGANTINO X ASA
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP)
Data: 12 de outubro de 2013, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Gilberto Castro Júnior
Assistentes: Leandro Ruberdo e Antônio Luiz Lugo
BRAGANTINO: Leandro; Robertinho, Rafael Andrade, André Vinícius e Tiaguinho; Carlinhos, Francesco, Gustavo e Magno Cruz; Lincom e Léo Jaime
Técnico: Marcelo Veiga
ASA: Gilson; Diogo Silva, Wellignton, Edson Veneno e Chiquinho Baiano; Jorginho, Glaybson, Djair e Didira; Lúcio Maranhão (Valdívia) e Elionar Bombinha
Técnico: Heron Ferreira

Em jogo dramático, Dudu marca, Duque bate o Caxias e evita queda



A vitória ocorre através de uma soma de fatores que gratifica apenas uma equipe no futebol. A soma das vitórias definem os campeões. Mas na noite deste sábado, a vitória era só a paisagem do que o Duque de Caxias precisava para permanecer na Série C do Brasileirão. Ocupando em grande parte da competição a zona de rebaixamento do Grupo B, o Tricolor da Baixada, além de secar outros três adversários na briga para não cair, tinha a missão de bater o Caxias, vice-líder da chave, para evitar a queda.
De forma dramática, a equipe comandada por Mário Junior recorreu a um herói imortalizado na história do clube para vencer o Caxias, no Marrentão, pela última rodada da primeira fase do campeonato. O gol de Dudu, aos 20 minutos do segundo tempo, que deu a vitória ao Duque de Caxias por 1 a 0, não valeu um caneco ao time da Baixada, mas fez com que a vitória representasse a permanência da equipe na Terceira Divisão.
Primeiro tempo sem grandes emoções
Logo aos dois minutos do confronto, João Carlos, a referência do Duque de Caxias no ataque, tentou uma bicicleta dentro da área adversária e caiu de mau jeito. Três minutos depois, o jogador precisou ser substituído com dores no braço esquerdo. Jefinho entrou com a missão de ser o novo homem gol do Tricolor da Baixada.
As equipes mantinham um ritmo lento e não levavam perigo às defesas adversárias. O Duque de Caxias forçava as jogadas pelo lado esquerdo com Leandro Cruz, mas sem sucesso. Até que aos 27 minutos, Sampson trombou com a defesa do Caxias dentro área. Os jogadores do Tricolor Suburbano pediram pênalti, mas o juiz mandou seguir a partida, para desespero do banco de reservas do Tricolor da Baixada.
O embate seguia sem grandes emoções e pouco movimentado, até que, Sampson, aos 40 minutos, chutou com perigo, obrigando o goleiro do Caxias a fazer boa defesa. A bola saiu à direita do gol, em escanteio para o Duque de Caxias.
O gol da permanência
Precisando da vitória, o Duque voltou pressionando pela direita, mas sem conseguir criar grandes chances. O nervosismo tomava conta da equipe liderada por Mário Junior, tanto que o massagista do clube foi expulso por discutir com a arbitragem aos 12 minutos. A essa altura, o Tricolor da Baixada só precisava dos próprios esforços, mas não conseguia chegar ao gol adversário.
No entanto, quem teve a chance de abrir o placar foi o Caxias. Patrick cruzou bem e Wallacer, incrivelmente, não conseguiu empurrar para as redes, perdendo um gol feito. Seguindo o ditado de que não faz, leva, aos 20 minutos, André Gomes cobrou falta na cabeça de Dudu, ídolo do clube, que só testou para o fundo das redes abrindo o marcador: 1 a 0 Duque de Caxias.
A partida ia ganhando ares dramáticos, um gol do Caxias rebaixaria o Tricolor da Baixada que, sem pressa, tentava se manter com a bola e procurava o segundo gol nas bolas aéreas. Aos 43, Charles Chad, ex-Duque, fez grande jogada e arriscou, mas a bola bateu na defesa do Tricolor da Baixada, no apagar das luzes, evitando o que seria o gol do rebaixamento da equipe da Baixada. Fim de papo: Duque de Caxias 1 a 0 em cima do Caxias e garantido na Série C do Brasileirão 2014.