quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Bahia vacila contra Criciúma, fica no empate e flerta com o Z4

Gazeta Press
Ex-Bahia, Morais teve boa participação no empate do Criciúma
Ex-Bahia, Morais teve boa participação no empate do Criciúma
Novo regime de gestão, novo presidente, nova vida. O Bahia não poderia atravessar melhor fase fora de campo, porém, tem deixado a desejar nos gramados e já flerta perigosamente com a zona de rebaixamento.
A equipe, que vinha de três derrotas consecutivas, recebeu nesta quarta-feira o Criciúma, na Arena Fonte Nova, em confronto de seis pontos e decepcionou mais uma vez a sua torcida ao ficar no empate em 2 a 2 e desperdiçar a chance de voltar a encostar no G4. Até o início da rodada, os times se encontravam em situação praticamente idêntica, separados apenas pelo número de vitórias no campeonato - os catarinenses haviam vencido uma a mais.
Os gols dos visitantes foram todos eles marcados ainda no primeiro tempo, em cobrança de falta direta do lateral Sueliton e toque sutil de Lins após excelente passe de Morais. Fernandão diminuiu cobrando pênalti na etapa complementar e o centroavante Obina encerrou a recuperação tricolor completando de cabeça cruzamento de Wallyson.
Esse foi o primeiro jogo oficial do Bahia depois da eleição no último fim de semana do novo presidente do clube, Fernando Schmidt, empossado na segunda-feira. Ele substitui Marcelo Guimarães Filho, destituído do cargo em processo que desencadeou na intervenção da equipe e na mudança de seu estatuto, com a abertura para os torcedores.
Membros de facções organizadas tricolores trocaram socos durante a partida por conta do posicionamento de suas bandeiras no estádio.
Com o resultado na Arena Fonte Nova, o Bahia chega a 24 pontos, na 13ª colocação, e convive com a expectativa pelo anúncio de reforços nos próximos dias - o atacante Lucca, do Cruzeiro, e o lateral Michel, do Atlético-MG, são especulados. O Criciúma, que viu o seu desempenho fora de casa decolar nas últimas rodadas - ganhou também do São Paulo e do Vitória - , também fica com 24 pontos, no 12º lugar.
A recuperação dos catarinenses coincide com a demissão do técnico Vadão de seu comando. Silvio Criciúma, então interino, foi efetivado no posto no último fim de semana.
Na próxima rodada, o Bahia enfrenta o Coritiba no Couto Pereira, no domingo que vem. O Criciúma recebe o Inter no mesmo dia, no estádio Heriberto Hülse.
O jogo - O Bahia começou melhor a partida e tomou a iniciativa no campo de ataque, tocando a bola e esperando o melhor momento para avançar. Porém, aos nove minutos, um lance mudaria o panorama do jogo.
João Vítor recebeu falta na entrada da área e Sueliton foi para a bola. O lateral direito bateu direto para o gol, quando parecia que ia cruzar, e acertou a trave. Na volta, numa infelicidade de Feijão, o chute foi para as suas próprias redes.
O gol fez com que a torcida local começasse a vaiar o time, que ficou nervoso e passou a errar demais. Ainda assim, precisando da vitória, o Bahia se lançou à frente, ficando exposto ao contra-ataque.
O Criciúma demorou a acertar um contragolpe, mas quando acertou, foi mortal. Aos 35 minutos, Morais recebeu na entrada da área após falha de passe do Bahia no campo de ataque. O meia dominou e enfiou de cavadinha para Lins, que só desviou na saída de Marcelo Lomba, fazendo 2 a 0.
O Bahia ensaiou uma pressão no final da etapa inicial, mas parou na boa marcação do Criciúma e em algumas boas intervenções do goleiro Galatto, que garantiu a boa vantagem dos catarinenses até o intervalo.
O técnico do Bahia, Cristóvão Borges, mexeu no time para o segundo tempo e colocou em campo William Barbio e Obina. Se o tricolor não mostrou nada de diferente tecnicamente com as mexidas, a equipe ganhou muito em vontade.
Mas o resultado das investidas do Bahia demorou a aparecer. Apenas a partir dos 20 minutos o time começou a criar chances claras de gol e foi premiado aos 25 minutos.
Após cruzamento, Ewerton Páscoa puxou Fernandão dentro da área e o árbitro marcou pênalti. O próprio Fernandão bateu com força para diminuir e incendiar o torcedor do Bahia na Fonte Nova.
Os baianos cresceram no jogo e se aproveitaram do calor da torcida para empatar. Obina subiu de cabeça em cruzamento, aos 41 minutos, e mandou para as redes, decretando o resultado final.
FICHA TÉCNICA
BAHIA 2 X 2 CRICIÚMA
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 11 de setembro de 2013, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Katiuscia M Berger Mendonça (ES) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Cartões amarelos: Fabrício Lusa, Wallyson e Fernandão (Bahia); Ewerton Páscoa (Criciúma)
Cartão vermelho: João Vítor (Criciúma)
Gols:
BAHIA: Fernandão, aos 26 e Obina, aos 41 minutos do segundo tempo
CRICIÚMA: Feijão (contra) aos 9 e Lins, aos 35 minutos do primeiro tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Angulo (Obina), Lucas Fonseca, Titi e Raul (Jussandro); Fabrício Lusa, Hélder, Feijão e Anderson Talisca (William Barbio); Wallyson e Fernandão
Técnico: Cristóvão Borges
CRICIÚMA: Galatto; Suéliton, Matheus Ferraz, Leonardo e Marlon (Gilson); Ewerton Páscoa, Elton, João Vítor e Morais; Lins (Weldon) e Marcel (Douglas)
Técnico: Sílvio Criciúma

Garoto de estrela: Hyuri marca aos 44, Botafogo vence o Corinthians e segue na cola do líder

Gazeta Press
Hyuri comemora: garoto mostra estrela, entra no fim, marca aos 44min e dá a vitória do Botafogo
Hyuri comemora: garoto mostra estrela, entra no fim, marca aos 44min e dá a vitória do Botafogo
O garoto tem estrela e decidiu novamente, desta vez marcou o gol solitário que fez a torcida botafoguense explodir no Maracanã. Hyuri balançou as redes aos 44 minutos do segundo tempo, e o Botafogo venceu o Corinthians, por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite, no Rio de Janeiro. O resultado manteve o time carioca na segunda posição do Campeonato Brasileiro, na cola do líder Cruzeiro, com quatro pontos de diferença. Do outro lado, a derrota deixou os paulistas, que não ganham há três jogos, mais distantes da ponta e da briga pelo título.

Em um confronto aberto no Rio de Janeiro, os donos da casa tomaram a iniciativa aproveitando o apoio da torcida, que fez barulho, mas ficou longe de encher o estádio (19.843 pagantes e 23.679 presentes). O Botafogo teve mais posse de bola e mais finalizações, mas o o meia Seedorf não conseguiu converter a grande chance do primeiro tempo. O holandês viu o zagueiro corintiano Paulo André salvar em cima da linha depois de já ter driblado o goleiro Cássio.
Na segunda etapa, Edílson de um lado e Alexandre Pato do outro assustaram. Mas quando a partida já se encaminhava para um empate em 0 a 0, o time que buscou mais o gol no foi premiado e conseguiu furar a defesa adversária. Hyuri deu a vitória ao Botafogo com um belo gol no final do jogo, para delírio da massa botafoguense.

Na quinta-feira da semana passada, Hyuri já tinha marcado um golaço no Maracanã em sua estreia pela equipe, na vitória sobre o Coritiba, por 1 a 0. O meia-atacante de 21 anos, que se destacou pelo Audax no Carioca deste ano, foi contratado no mês passado. No último domingo, o Alvinegro também ganhou com um gol nos minutos finais, Elias garantiu o 2 a 1 sobre o Criciúma, aos 46.
Gazeta Press
O botafoguense Seedorf driblou o goleiro corintiano Cássio, mas não conseguiu fazer o gol no Maracanã
Seedorf driblou o goleiro Cássio, mas não conseguiu marcar
O jogo - O técnico Oswaldo de Oliveira contou com dois retornos importantes no Botafogo nesta quarta: o meia Seedorf, que cumpriu suspensão em Criciúma, e Lodeiro, que atuou pela seleção uruguaia no dia anterior, mas começou como titular no Maracanã. Desta forma, os garotos Hyuri e Otávio foram para o banco. O goleiro Jefferson, que estava na seleção brasileira foi desfalque novamente, mas Renan voltou de suspensão. No Corinthians, Ralf estava suspenso e Ibson foi sacado. Com isso, Edenílson e Maldonado formaram a dupla de volantes, Na frente, Pato chegou da seleção, mas ficou na reserva, e Romarinho e Emerson Sheik foram escolhidos por Tite para formar o ataque.
Apesar da forte marcação no meio-campo das duas equipes, o duelo foi bom, com os dois times buscando o gol. Usando bem os lados do campo, o Botafogo aproveitava as jogadas em velocidade para chegar ao ataque. As primeiras duas chances, porém, foram do Corinthians, mas o goleiro Renan defendeu chute de Douglas e Emerson errou o alvo.
No entanto, o Alvinegro carioca respondeu com força e por muito pouco não abriu o placar. O meia Seedorf chegou a driblar o goleiro Cássio, mas chutou rasteiro sem a força necessária e Paulo André salvou em cima da linha. O holandês do Botafogo ainda teve mais duas oportunidades na primeira etapa, não tão claras como a primeira, mas o zero a zero no placar persistiu.
A vontade de vencer dos dois lados permaneceu após o intervalo. O lateral Igor e o meia Danilo assustaram, mas foi novamente o time da casa quem ficou mais perto de balançar as redes. Primeiro, Rafael Marques chutou cruzado e a bola saiu raspando a trave. Em seguida, pouco depois de Oswaldo trocar Elias por Hyuri, o lateral Edílson tentou duas vezes, mas o goleiro Cássio defendeu.
A resposta corintiana veio depois que Tite colocou Alexandre pato no lugar de Romarinho, e o atacante quase marcou em uma cabeçada que deixou a torcida botafoguense calada nas arquibanacadas.
A vontade de atacar, porém, não estava sendo foi suficiente para tirar o 0 a 0 do placar. Faltava capricho nas finalizações. Foi então que, aos 44 minutos, o garoto Hyuri recebeu lançamento pela direita e tocou por cima do goleiro Cássio para dar a vitória ao Botafogo.
Hyuri marca no final e garante vitória sobre o Corinthians
Hyuri marca no final e garante vitória sobre o Corinthians
FICHA TÉCNICABOTAFOGO 1 X 0 CORINTHIANS
Local: 
Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 11 de setembro de 2013, quarta-feira
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC)
Assistentes: Marcio Eustaquio Santiago (MG) e Cristhian Passos Sorence (GO)
Público: 19.843 pagantes (23.679 presentes)
Renda: R$ 806.700,00
Cartões amarelos: Seedorf e Lodeiro (Botafogo); Paulo André, Emerson e Felipe (Corinthians)
Gol: Hyuri, aos 44 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO: Renan; Edilson, Bolívar, Dória e Julio Cesar; Marcelo Mattos (Lucas Zen) e Renato; Rafael Marques, Seedorf e Lodeiro (Octávio); Elias (Hyuri)
Técnico: Oswaldo de Oliveira

CORINTHIANS: Cássio; Alessandro, Gil, Paulo André e Igor (Felipe); Maldonado e Edenílson; Danilo, Douglas e Romarinho (Alexandre Pato); Emerson (Paulo Victor)
Técnico: Tite

Romário exalta limitação de mandatos em entidades esportivas, mas lamenta a exclusão da CBF

Em texto publicado nesta quarta-feira em sua página no Facebook, o deputado federal e ex-jogador Romário comemorou a aprovação da emenda que limita a quatro anos e uma reeleição o mandato de dirigentes de entidades esportivas que recebem dinheiro público, mas voltou a criticar a exclusão da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) da lei.
"Vai ser o fim da farra de dirigentes que ficam 10, 15, 20 anos presidindo a mesma instituição. Agora é lutar para conseguir o mesmo com instituições que não recebem dinheiro público!", disse Romário, referindo-se à entidade máxima do futebol brasileiro, que não ganha incentivos estatais.
Getty
Romário pediu faxina ética na CBF
"Vai ser o fim da farra dos dirigentes", celebrou o deputado
323 deputados votaram a favor da emenda, 41 contra e houve uma abstenção, em sessão realizada na noite da última terça no Congresso. A mudança na lei foi incluída na MP (Medida Provisória) 620/2013, sobre o "Programa Minha Casa Melhor", que financia, por meio da Caixa Econômica Federal, eletrodomésticos, móveis e bens de consumo duráveis para quem faz parte do programa habitacional "Minha Casa, Minha Vida".
Romário já havia atacado a CBF em discurso realizado antes da abertura da votação, afirmando que, se não atingisse a confederação presidida por José Maria Marin, a lei fortaleceria a entidade "mais corrupta do futebol hoje, que é e foi dirigida por um corrupto e está sendo dirigida por outro".
Além do Baixinho, também apoiaram a lei o deputado federal e ex-boxeador Acelino Popó Freitas e a Associação Atletas pela Cidadania, presidida pela ex-jogadora de vôlei Ana Moser e da qual fazem parte esportistas aposentados, como Mauro Silva, Cafu, Raí, Lars Grael, Magic Paula, Fernando Meligeni, Gustavo Borges e Joaquim Cruz.

Agente livre em 2014, LeBron James não garante permanência no Miami Heat

Campeão e MVP das duas últimas temporadas da NBA com o Miami Heat, LeBron James deve ser um dos principais personagens da próxima janela de transferências. Com mais um ano de contrato com a franquia, o astro se tornará agente livre ao fim da temporada 2013/2014 e estará livre para acertar com qualquer equipe. Apesar de dizer que pretende seguir no Heat, o atleta mantém a incerteza sobre seu futuro.
"Eu não tenho ideia do que acontecerá em 2014. Eu amaria passar o resto de minha carreira em Miami com esta grande equipe e continuar a disputar títulos. Seria o ideal. Mas não sabemos o que pode acontecer de hoje até o final da temporada. Essa é a natureza do negócio, não saber o que o amanhã reserva", disse o jogador à revista da ESPN.
Getty
LeBron James no aquecimento para o jogo 7
"Nunca se sabe o que o amanhã reserva", filosofou LeBron
Em três temporadas no Miami Heat, LeBron James chegou a três finais e conquistou dois títulos - os primeiros da carreira. Apesar da consistência da franquia, o astro acredita que a hegemonia pode acabar a qualquer momento e cita um dos times mais vitoriosos de todos os tempos como exemplo.
"Quando era criança, nunca imaginei que aquele Chicago Bulls iria deixar de ser um timaço. Nunca. Se você tivesse me dito que Michael Jordan e Scottie Pippen não jogariam juntos pelo resto de suas vidas eu teria olhado para você e te chamado de louco. E que Phil Jackson não seria o treinador? Eu teria olhado pra novamente e te chamado de louco. Mas às vezes a natureza do negócio não permite que as coisas aconteçam como você quer, como você deseja. Vamos ver o que o futuro me reserva", conclui.
Em 2010, LeBron saiu de maneira conturbada do Cleveland Cavaliers. MVP da temporada anterior, o atleta ignorou a idolatria da torcida e os bons resultados alcançados com a franquia e aproveitou o fato de ser um agente livre para assinar com o Heat. O acerto despertou a ira de dirigentes e adeptos dos Cavs, que até hoje despejam sua ira sobre o jogador.

Felipe é vetado para jogo contra o Santos e Chicão ainda é dúvida

Getty
Felipe prevê uma 'decisão' diante do Vitória
Felipe deve desfalcar o Flamengo pelo segundo jogo seguido
O Flamengo provavelmente terá dois desfalques importantes para a partida contra o Santos, nesta quinta-feira. Além do goleiro Felipe, que foi vetado pelo departamento medido do clube por causa de lesão no tornozelo direito, o zagueiro Chicão, que se recupera de problema muscular na coxa direita, não treinou nesta quinta-feira, e não deve ter condições de enfrentar o time paulista.
Felipe, que foi a campo pela primeira vez desde quando se lesionou, será novamente substituído por Paulo Victor, titular na derrota para o Cruzeiro, no último domingo.
O técnico Mano Menezes comandou um treinamento secreto nesta quarta, na última atividade antes da partida diante do Santos.
O zagueiro González e o atacante Marcelo Moreno, que estavam defendendo respectivamente as seleções de Chile e Bolívia, devem ficar novamente à disposição do treinador rubro-negro.

Sob olhar de filho, afilhado e cunhado, Valdivia treina normalmente no Palmeiras

Após atuar por 27 minutos na vitória do Palmeiras sobre o ASA, Valdivia treinou nesta quarta-feira com incentivos extras na Academia de Futebol. O chileno trabalhou normalmente com os colegas e acompanhado por seu filho, Jorgito, seu afilhado e o seu cunhado, o produtor musical Rigeo, com quem o jogador gravou um vídeo no início do ano.
Sob a expectativa de voltar a ser titular no sábado, contra o América-MG, o meia treinou com os jogadores que não começaram a partida de terça-feira. Em campo reduzido, o camisa 10 se movimentou sem aparentar nenhuma limitação física ou sinais de desgaste que o impeçam de jogar no fim de semana.
Getty
Valdivia não tem prazo certo para retorno
Família de Valdivia prestigiou treino do Palmeiras
Do lado de fora, colado às grades, estavam Jorgito e seu primo, que é afilhado de Valdivia, se alimentavam com a ajuda de Rigeo e pulavam, brincando até que a comissão técnica liberou a entrada deles no gramado.
Rigeo os acompanhou até se deitar em uma das redes enquanto os dois primeiros mexiam em barras para saltar e rolar entre elas. Mais tarde, usaram cones como megafones até que Jorgito, filha de Valdivia, pegou uma bola e alternava chutes e tentativas de cabeçada, jogando sozinho enquanto o primeiro se divertia com um pedaço de rede.
As crianças estavam com um modelo antigo de camisa 10 já usada por Valdivia. O uniforme atual deve ser utilizado pelo jogador mais caro do elenco em Minas Gerais. Deve ser a sua primeira partida como titular do clube desde o dia 31, quando participou do empate com o Ceará.
Responsável por cuidar de Jorgito e de seu filho nesta quarta-feira, Rigeo já tinha aparecido para o público brasileiro em janeiro. Enquanto o Mago ainda não tinha justificado seu atrasado para se reapresentar na pré-temporada, foi divulgado um vídeo do produtor, e da sua irmã, Daniela Aránguiz, mulher do jogador, cantando um hit chileno, "Adiós tía Paty, adiós tía Lela".
Divulgação
Natália foi comandada por Zé Roberto na seleção brasileira
Natália foi comandada por Zé Roberto na seleção brasileira
Afastada de partidas oficiais desde o último mês de maio, Natália se prepara para retomar as atividades após cumprir suspensão por doping. Ansiosa para vestir a camisa da seleção brasileira no Sul-Americano do Peru, ela procura esquecer a polêmica em torno da substância proibida encontrada em seu organismo.
"Realmente foi chato, porque isso não é algo que você planeja na sua vida de atleta. Eu já apaguei essa parte, pretendo esquecê-la, mas sei que vai ficar marcada. Serve para ter mais atenção no que estou tomando e fazendo na vida fora da quadra, mas já passou. É uma página virada", disse Natália, punida com dois meses de suspensão.
Um exame colhido no último dia 16 de março, após a partida entre Unilever e Sesi, pela Superliga, detectou nível de 16-OH Prednisolone acima do permitido. A substância, presente em medicamentos para asma, não proporciona ganho de performance nem mascara outros produtos.
"Sempre estive muito tranquila. Mantive a cabeça no lugar e aproveitei esse período para curar alguns problemas que tinha. Estava com dor nas costas e no joelho. Foi bom para ficar 100% e voltar a jogar em um momento importante. Tem o Sul-americano e depois o Paulista e a Superliga. Estou voltando na hora certa", disse, sorridente.
Antes da punição por doping, Natália passou aproximadamente um ano e três meses sem jogar em função de uma lesão na canela. Recuperada do problema físico, e liberada após a suspensão, a jogadora espera finalmente conseguir uma longa sequência de partidas.
"Quando terminou a Superliga, pensei: agora, vai. Mas depois de um mês apareceu o problema da suspensão e tive que ficar mais um tempo parada. As coisas acontecem por algum motivo e não fico questionando. Já passou da hora de voltar e espero que agora consiga jogar", disse.
Ganhar terreno no elenco da Seleção Brasileira será difícil, reconheceu Natália. "A Gabi é uma menina nova de encher os olhos, é um ‘fenomenozinho'. A Garay também está em uma fase espetacular. Vou ter que lutar para conseguir um lugar no time", afirmou a jogadora.
O primeiro desafio de Natália em seu retorno será o Sul-americano do Peru, de 18 a 22 de setembro. "Esse torneio não costuma ter muitas surpresas, mas você nunca sabe o que está por vir. Apesar de alguns times serem fracos, temos que entrar alertas, porque todos querem ganhar do Brasil", afirmou.

Artilheiro marca, mas Fluminense segura Atlético-PR na Vila Capanema: 1 a 1

Gazeta Press
Bruno e Everton disputam um lance na Vila Capanema: Atlético-PR e Fluminense ficaram no 1 a 1
Bruno e Everton disputam um lance na Vila Capanema: Atlético-PR e Fluminense ficaram no 1 a 1
Na abertura da 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, Atlético-PR e Fluminense empataram em 1 a 1 na Vila Capanema, em Curitiba. O artilheiro do Campeonato Brasileiro, Éderson (13 gols), e Rafael Sóbis, em bela cobrança de falta, marcaram os gols da partida, ainda no primeiro tempo.
Com o resultado, o Atlético assume provisoriamente a 3ª colocação, com 35 pontos. O Rubro-Negro, no entanto, ainda pode ser ultrapassado pelo Grêmio, que encara o lanterna Náutico ainda nesta quarta-feira. O próximo compromisso dos paranaenses é a partida contra o líder Cruzeiro, às 18h30 (de Brasília) de sábado, no Mineirão.
O Fluminense sobe provisoriamente para a 12ª posição, com 23 pontos, mas ainda pode ser ultrapassado por Vitória, Bahia, Flamengo e Atlético-MG dependendo dos demais resultados da rodada. A boa notícia é que o Tricolor não pode entrar na zona de rebaixamento neste meio de semana. O próximo compromisso é a partida contra a Portuguesa, às 21h de sábado, no Maracanã.
O jogo
O Fluminense vivia uma semana conturbada devido à renúncia do vice-presidente de futebol Sandro Lima, após matéria da ESPN Brasil revelando as ligações do ex-dirigente com a patrocinadora do clube, Unimed. Mas, dentro de campo, o time começou a partida de maneira impositiva, mantendo o controle da posse de bola durante os minutos iniciais.
A definição das jogadas, no entanto, era falha, e o Tricolor precisou de um contra-ataque para criar a primeira boa oportunidade da partida: aos 8 minutos, Wagner dominou após cobrança de escanteio do Atlético e serviu Rhayner em velocidade. O camisa 22 deu um leve toque por cima do goleiro Weverton, que saía da área, e a bola passou raspando a trave esquerda.
O Atlético se via acuado, mas não demorou a dar mais uma demonstração do poder de fogo do segundo melhor ataque do Campeonato Brasileiro. E ninguém melhor para fazê-lo do que o artilheiro da competição. Aos 16 minutos, Léo ganhou de Rhayner pela ponta direita e cruzou com precisão para Éderson emendar de primeira, da entrada da grande área, e marcar seu 13º gol.
O Atlético cresceu com o lance, e quase ampliou na sequência. Aos 19, Éderson recebeu de costas para a zaga e abriu boa bola para Léo, novamente livre pela direita. O lateral chutou cruzado, e Diego Cavalieri deu um leve toque com a ponta dos dedos para impedir que Marcelo completasse para o gol.
O Fluminense, aos poucos, foi reestabelecendo seu domínio territorial do jogo, aproveitando, sobretudo, os espaços no lado esquerdo da defesa rubro-negra, onde Zezinho jogava improvisado. Mas a dificuldade para entrar na área seguia continuava grande, e o Atlético voltou a assustar em um chute quente do inspirado Éderson.
Sem efetividade pelo chão, restava ao Flu a bola parada. E foi exatamente assim que o time carioca chegou ao empate, em linda cobrança de falta de Rafael Sóbis já aos 45 minutos, após falta em Rafinha.
No intervalo, o Atlético promoveu sua primeira substituição, sacando Zezinho, muito visado pelo ataque adversário, para a entrada de Maranhão, para dar mais segurança ao lado esquerdo da defesa. O Fluminense, que já lançara o atacante Biro-Biro após uma má atuação do volante Willian, manteve o time que terminara a etapa inicial.
Veio o segundo tempo, e com ele uma mudança no panorama do jogo. Insatisfeito com o empate dentro de casa, o Atlético foi para cima, e por muito pouco não chegou rapidamente ao 2 a 1. Marcelo apareceu bem em dois lances nos primeiros sete minutos, mas falhou na finalização.
Dellatorre, que entrou posteriormente na vaga de Paulo Baier, também tentou duas vezes, mas parou em Diego Cavalieri. O Fluminense, satisfeito com o resultado, trocou o atacante Rafael Sóbis pelo meia Eduardo nos minutos finais, e garantiu que o placar ficasse nisso: empate em 1 a 1, que mantém o Rubro-Negro no G-4 e o Tricolor fora do Z-4.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 1 X 1 FLUMINENSE
Local: Estádio Durival Britto e Silva, em Curitiba (PR)
Data: 11 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Fabricio Neves Correa (RS)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Danilo Ricardo Simon Manis (SP)
Cartões amarelos: Zezinho, Felipe e Léo (Atlético-PR); Rafinha e Felipe (Fluminense)
Gols: Éderson, aos 16, e Rafael Sóbis, aos 44 minutos do primeiro tempo
ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Zezinho (Maranhão); Bruno Silva (Felipe), João Paulo, Paulo Baier (Dellatorre) e Everton; Marcelo e Éderson.
Técnico: Vagner Mancini.
FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Willian (Biro-Biro), Rafinha (Felipe) e Wagner; Rhayner e Rafael Sóbis (Eduardo).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Brasilerão Série C



21h00 Rio Branco-AC 1x2 Brasiliense-DF

Brasileirão Série A

19h30 Atlético-PR 1x1 Fluminense
21h00 Goiás 1x2 Cruzeiro
21h00 Bahia 2x2 Criciúma
21h50 Portuguesa 2x0 Vasco
21h50 Botafogo 1x0 Corinthians
21h50 Náutico 0x2 Grêmio

Na volta de Valdivia, Palmeiras vence o ASA e embala mais uma vez na Série B

Gazeta Press
Alan Kardec e Felipe Menezes comemoram um dos gols palmeirenses
Alan Kardec e Felipe Menezes comemoram um dos gols palmeirenses
A conta do Palmeiras não é das mais difíceis: a meta é fazer os mesmos 42 pontos do primeiro turno e, assim, ao fim do campeonato, se sagrar campeão.
Depois de quatro jogos de jejum, o time alviverde repetiu a dose do último sábado e voltou a ganhar nesta terça-feira, contra o ASA, diante das cerca de nove mil pessoas que foram ao Pacaembu acompanhar a vitória de 3 a 0. A esperança do técnico Gilson Kleina é que a equipe possa embalar novamente e aumentar a vantagem que hoje é de 15 pontos para o América-MG, quinto colocado.
Ao contrário da partida disputada em Arapiraca, em maio - foram três gols em 42 minutos -, o Palmeiras enfrentou dificuldade para se livrar da marcação dos visitantes e contou com um gol de Alan Kardec em jogava individual, no fim da etapa inicial, para abrir o placar. Ele havia perdido pênalti minutos antes. Wesley e Serginho completaram no segundo tempo.
Ao todo, Kleina teve oito desfalques para receber os alagoanos, sendo forçado a improvisar mais uma vez Wendel na lateral direita, recuar Wesley para fazer companhia a Márcio Araújo e manter Felipe Menezes na armação.
Liberado pela seleção chilena do amistoso contra a Espanha, realizado nesta terça-feira e que acabou empatado em 2 a 2, Valdivia voltou antes do previsto e foi relacionado para o jogo. Ele entrou em campo no segundo tempo e acertou até o travessão.
Com o resultado no Pacaembu, o Palmeiras chega aos 48 pontos e abre cinco de vantagem sobre a vice-líder Chapecoense, que perdeu mais cedo para o Oeste. O ASA segue na briga contra a degola, com 23 pontos, apenas um à frente de São Caetano e América-RN, que abrem o Z4.
Na próxima rodada, a equipe de Arapiraca recebe o Joinville diante de seus torcedores, na sexta-feira. No dia seguinte, o alviverde paulista visita o América-MG em Belo Horizonte, na Arena Independência.
O jogo - O ASA não dava espaço ao Palmeiras. Com uma marcação homem a homem, o time sufocava a armação alviverde - desfalcada de Mendieta, suspenso, e Valdivia, que voltava de lesão - e abria espaço para que apenas os atletas que vinham da defesa saíssem com a bola. A estratégia funcionou durante boa parte do primeiro tempo.
Principal articulador dos donos da casa, Felipe Menezes não conseguia se desvencilhar da parede alagoana e, assim, deixava a criação a cargo de nomes como o zagueiro Vilson, que subiu por diversas vezes, arriscando de fora da área e tentando até tabelar.
Não vinha dando certo.
Os comandados de Kleina até ameaçaram em arremates à distância, mas precisou que Márcio Araújo surgisse no meio da defesa do ASA e cavasse pênalti para que o Palmeiras chegasse aos 33 minutos. O artilheiro Alan Kardec pegou a bola e bateu bem, rasteiro e no canto. O goleiro Gilson, no entanto, foi ainda melhor que ele e voou para colocar o chute pela linha de fundo.
A frustração do pequeno público do Pacaembu durou apenas três minutos. Wesley tocou para Kardec na meia-lua, o atacante segurou e bateu cruzado. O chute entrou mansamente no canto oposto de Gilson.
Na volta do vestiário, o Palmeiras não precisou de mais do que quatro minutos para ampliar. Depois de cruzamento, Wendel apareceu do lado esquerdo, tabelou com Alan Kardec na entrada da área e recebeu na frente. Ele mandou no meio e encontrou Wesley, sozinho, para fazer o segundo.
Com o jogo morno, Serginho, que entrou no lugar de Vinícius, fez linda combinação com Kardec, arrancou com liberdade e teve o trabalho de apenas colocar por cima na saída de Gilson para fechar em 3 a 0, aos 34 minutos, uma partida que se desenhava mais complicada.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 3 X 0 ASA
Local: estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)
Data: 10 de setembro de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Wagner dos Santos Rosa (RJ)
Assistentes: Carolina Romanholi Melo (CE) e Rafael Trombeta (PR)
Cartões amarelos: Leandro (Palmeiras). Gilson, Tiago Garça, Glaybson, Reinaldo (ASA)
GOLS: PALMEIRAS: Alan Kardec, aos 35 minutos do primeiro tempo. Wesley, aos 4, e Serginho, aos 34 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Fernando Prass; Luis Felipe, Vilson, Tiago Alves (André Luiz) e Wendel; Márcio Araújo, Wesley e Felipe Menezes (Valdivia); Vinicius (Serginho), Leandro e Alan Kardec
Técnico: Gilson Kleina
ASA: Gilson; Maicon, Tiago Garça, Fabiano e Chiquinho Baiano; Glaybson (Kleiton Domingues), Milton Júnior (Reinaldo), Djair e Didira (Tallyson); Wanderson e Lúcio Maranhão
Técnico: Leandro Campos

Com dois de Messi, Argentina faz 5 no Paraguai e se garante na Copa de 2014

Getty
Messi fez dois gols e comandou a goleada que garantiu a Argentina na Copa do Mundo de 2014
Messi fez dois gols e comandou a goleada que garantiu a Argentina na Copa do Mundo de 2014
A Argentina é o primeiro país oriundo das Eliminatórias Sul-Americanas garantido na Copa do Mundo de 2014. Na noite desta terça-feira, em pleno Estádio Defensores Del Chaco, em Assunção, a equipe do técnico Alejandro Sabella superou com tranquilidade o Paraguai pelo placar de 5 a 2, com dois gols de Lionel Messi, e carimbou o passaporte rumo ao Mundial que será disputado em solo brasileiro.
Por conta dos dois tentos de Messi, e os gols de Dí Maria, Aguero e Maxi Rodríguez, a Argentina alcançou os 29 pontos e não pode mais ser alcançada pelo Uruguai, atual quinto colocado - posição que garante ao representante sul-americano a chance de disputar uma vaga com a Jordânia, que obteve o lugar asiático na repescagem. De quebra, o time bicampeão mundial assumiu a liderança isolada em virtude da derrota colombiana para os uruguaios (2 a 0).
Enquanto a Argentina comemora a chance de vir ao Brasil, o Paraguai aumentou em mais uma página o vexame desta edição das Eliminatórias. Acostumado a ir aos Mundiais de futebol e eliminado nas quartas de final pela campeã Espanha na África do Sul há três anos, o time guarani, sem chances de vir ao Brasil em 2014, retornou à lanterna do torneio por conta do número de gols marcados (14 a 16 da Bolívia).
Getty
Aguero abriu o placar em Assunção nesta terça-feira
Aguero abriu o placar em Assunção nesta terça-feira
Garantida na Copa do Mundo depois da tranquila vitória desta terça-feira, a Argentina retorna a campo pelas Eliminatórias daqui a um mês. No dia 10 de outubro, Messi e companhia recebem o já eliminado Peru, em Buenos Aires. Já o Paraguai, a grande decepção do qualificatório Sul-Americano, encara na mesma data a Venezuela, que ainda sonha com a repescagem mundial, fora de casa.
Ciente da possibilidade de garantir a passagem para o Brasil no ano que vem já nesta terça-feira, a Argentina procurou se impor diante do frágil Paraguai. A pressão e a melhor qualidade dos visitantes fizeram a diferença logo aos 12min. Depois de a arbitragem assinalar pênalti, Lionel Messi deslocou com tranquilidade o goleiro Roberto Fernández na cobrança e abriu o marcador.
Apesar da vantagem e da tranquilidade, a Argentina acabou surpreendida cinco minutos depois de marcar o primeiro gol. Ariel Nuñez aproveitou chance e igualou o marcador no Defensores Del Chaco. Contudo, antes do final da etapa inicial, Sergio Aguero, após passe de Messi, chutou firme de esquerda e recolocou os argentinos em vantagem no marcador na cidade de Assunção.
A diferença técnica entre as duas seleções foi fundamental para a Argentina evitar qualquer susto durante a segunda etapa. Logo aos 5min, Ángel Dí Maria tocou na saída do goleiro rival e anotou o terceiro. Messi, de pênalti novamente, ampliou aos 8min e carimbou o passaporte argentino para o Mundial no Brasil. O veterano Roque Santa Cruz, aos 41min, descontou para os mandantes. Nos acréscimos, Maxi Rodríguez ainda assinalou o quinto.
FICHA TÉCNICA:
PARAGUAI 2 X 5 ARGENTINA
Local: Defensores del Chaco, em Assunção
Data: 9 de setembro de 2013, terça-feira
Hora: 22h40 (de Brasília)
Árbitro: Henrique Osses (Chile)
Cartões amarelos: Fernández (Paraguai); Zabaleta (Argentina)
Gols:
PARAGUAI: Núñez, aos 17 minutos do primeiro tempo; Santa Cruz, aos 40 minutos do segundo tempo
ARGENTINA: Messi, aos 12 minutos do primeiro tempo e aos oito minutos do segundo tempo; Aguero, aos 31 minutos do primeiro tempo; Di Maria aos quatro, e Maxi Rodríguez, aos 44 minutos do segundo tempo
PARAGUAI: Fernández; Cáceres, Candía, Paulo da Silva e Samudio; Riveros, Ortiz (Aquino) (Romero), Ayala e Fabbro (Rojas); Núñez e Santa Cruz
Técnico: Víctor Genes
ARGENTINA: Sergio Romero; Pablo Zabaleta, Hugo Campagnaro, Fabricio Coloccini e José Basanta; Fernando Gago (Maxi Rodríguez), Lucas Biglia, Lionel Messi e Ángel Di María; Sergio Agüero (Banega) e Rodrigo Palacio (Lavezzi)
Técnico: Alejandro Sabella

Estados Unidos vencem, complicam México e estão no Mundial; Costa Rica empata e também se garante na Copa

Getty
Estados Unidos derrotaram o México nesta terça-feira
Estados Unidos derrotaram o México nesta terça-feira
A seleção dos Estados Unidos está garantida na Copa do Mundo de 2014. Nesta terça-feira, a equipe derrotou o México, por 2 a 0, em Columbus, e complicou ainda mais a vida do rival na competição.
Os norte-americanos conquistaram os três pontos com gols de Eddie Johnson, aos 5 minutos do segundo tempo, e de Landon Donovan, aos 33 da etapa final. Com a derrota, os mexicanos se complicaram muito nas Eliminatórias.
Com o resultado, o "US Team" chegou aos 16 pontos, em primeiro, ultrapassando a Costa Rica, que empatou com a Jamaica em 1 a 1, em Kingston. Os costarriquenhos somam 15 pontos, mas também estão classificados para o Mundial no Brasil em 2014. No empate desta terça, Randall Brenes marcou para a Costa Rica, mas Jermaine Anderson fez aos 45 minutos do segundo tempo e deixou tudo igual.
No outro jogo do dia, Honduras e Panamá empataram por 2 a 2. Carlos Costly e Jerry Palacios marcaram para os hondurenhos, enquanto Gabriel Torres e Roberto Chen anotaram para o Panamá.
Faltando duas rodadas para o término das Eliminatórias da Concacaf, Honduras está na terceira posição, com 11 pontos, fechando a zona de classificação direta para o Mundial. O Panamá é o quarto colocado, com 8 pontos, na zona da repescagem. O México vem em seguida, com os mesmos 8 pontos. A Jamaica está na lanterna, com somente 4 pontos, mas com chances de ir para a repescagem.
Na próxima rodada, o México recebe o Panamá em duelo direto. Já Honduras encara a Costa Rica, enquanto a Jamaica visita os Estados Unidos.

Santos vence, freia embalo do Internacional e entra de vez na briga pelo G-4

Gazeta Press
Thiago Ribeiro comemora após abrir o marcador para o Santos diante do Internacional
Thiago Ribeiro comemora após abrir o marcador para o Santos diante do Internacional
O Santos conquistou uma vitória maiúscula na noite desta terça-feira. Atuando no Estádio do Vale, no Sul, em duelo atrasado da 10ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time paulista derrotou o Internacional por 2 a 1 e entrou de vez na briga por um lugar no G-4. De quebra, a equipe de Claudinei Oliveira freia o embalo do Internacional, adversário direto na tabela e que vinha de duas vitórias consecutivas - sobre Corinthians e Ponte Preta.
O primeiro gol do jogo saiu aos 27 minutos do primeiro tempo. Leandrinho cobrou escanteio da direita, Cícero desviou e a bola sobrou para Thiago Ribeiro, que só empurrou para o fundo da rede. Na segunda etapa, aos 22 minutos, o experiente Renato Abreu cobrou falta, a bola bateu na barreira e enganou o goleiro Alisson: 2 a 0.
Pouco depois, porém, o Inter esboçou uma reação. Aos 31 minutos, D'Alessandro cobrou pênalti rasteiro, no canto direito de Aranha, que caiu para o outro lado. Mas a reação da equipe gaúcha não foi adiante. O time da casa ainda teve Fabrício expulso.
Com a derrota, o Inter perde a chance de encostar no G-4, estacionando nos 30 pontos, em 6º lugar. O Santos, com a vitória, sobe para 28, na 7ª posição. Em meio a uma verdadeira maratona de jogos, os dois times voltam a campo nesta quinta-feira. O Colorado recebe o Vitória no Vale, enquanto o Santos visita o Flamengo, no Maracanã.
O jogo
A primeira etapa foi bastante movimentada. O Inter dominou, mas quem teve a primeira chance foi o Santos. Logo aos três minutos, Giva recebeu dentro da área, passou por Juan e chutou para grande defesa do goleiro Alisson. O Colorado respondeu de imediato: Leandro Damião abriu bom passe para Scocco, que chutou levando perigo para Aranha.
Aos 13 minutos, novamente boa jogada de Scocco. Após um arremate seu, a bola sobrou para D'Alessandro, que chutou com muito perigo. Aranha, já vencido, só deu golpe de vista, e a bola saiu pela linha de fundo. Pressionado, o Santos ainda se viu com problemas de lesão: aos 21, Alan Santos saiu de maca e Renê Júnior o substituiu.
A situação para o time paulista começou a melhorar aos 27: Leandrinho cobrou escanteio, Cícero desviou de cabeça no primeiro pau e encontrou o toque de Thiago Ribeiro no segundo: 1 a 0. Ainda assim, os problemas de contusão persistiam: aos 31, Claudinei Oliveira se viu forçado a trocar pela segunda vez só no primeiro tempo, retirando o lesionado Giva para a entrada de Everton Costa, ex-jogador do Inter.
O Colorado volta a carga em busca do empate antes do intervalo. Aos 36, Scocco levou perigo em bom chute. Thiago Ribeiro respondeu em situação semelhante aos 38, mas três minutos depois o Santos só foi salvo por um milagre de Aranha, que impediu um golaço de Otávio após tabela deste com D'Alessandro. No fim, foi D'Ale quem obrigou o goleiro do Santos a uma defesa para impedir o empate.
O Inter seguiu pressionando na volta do segundo tempo. A primeira grande chance veio aos oito minutos: como no jogo contra a Ponte Preta, D'Alessandro cobrou falta na cabeça de Juan, mas a zaga conseguiu afastar após a escorada do beque colorado. Dunga então abriu o time, tirando o lateral Jackson para a entrada de Alex, substituindo Scocco por Caio, que só não marcou aos 12 minutos porque Aranha saiu de forma salvadora do gol.
A pressão não arrefecia. Aos 17, Ygor fez boa jogada e cruzou na área. A bola passou por todo mundo e Fabrício chegou chutando com perigo. Mas a noite era mesmo do Santos: Renato Abreu entrou em campo no lugar de Leandrinho aos 21 minutos. Em seu primeiro toque na bola, cobrou falta que desviou na barreira e enganou Alisson: 2 a 0.
O Inter sentiu o gol, e o Santos veio para cima em busca do terceiro gol. Aos 26, Renato Abreu novamente chutou de longe e levou perigo. A seguir, Alisson fez grande defesa em tentativa de cabeça de Gustavo Henrique. Aos 29, o Colorado voltou para o jogo, quando Alison fez pênalti ao tocar com a mão na bola dentro da área. D'Alessandro bateu e deslocou Aranha, descontando o placar.
Empolgado, o Colorado veio com tudo para cima em busca do empate. Aos 34, Cicinho errou um recuo e fez com que Damião entrasse livre na área. O goleiro Aranha saiu bem do gol e fez mais um milagre. No minuto seguinte, D'Alessandro fez cruzamento para a área e Rafael Moura subiu sozinho, tocando de ombro para fora.
Aos 41, o Colorado perdeu o lateral Fabrício, expulso após reclamar com veemência da arbitragem após cometer falta em Cícero. Nos acréscimos, o Colorado insistiu em bolas alçadas para a área, mas não obteve sucesso. A grande chance esteve nos pés de Caio, aos 46, que chutou por cima mesmo estando livre na pequena área. Aos 47, quase o terceiro do Santos: Thiago Ribeiro fez grande jogada e tocou para Cícero, que acertou a trave de Alisson.
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 1 x 2 SANTOS
Local: Estádio do Vale, em Novo Hamburgo (RS)
Data: 10 de setembro de 2013, terça-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Bruno Boschilla (PR) e Wagner de Almeida Santos (RJ)
Cartão amarelo: Willians (Internacional); Cicinho, Alison e Edu Dracena (Santos)
Expulsão: Fabrício (Internacional)
Gols:
INTERNACIONAL: D'Alessandro, de pênalti, aos 30 minutos do segundo tempo
SANTOS: Thiago Ribeiro, aos 27 minutos do primeiro tempo; Renato Abreu, aos 21 minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Alisson; Jackson (Alex), Alan, Juan e Fabrício; Ygor, Willians, Otávio (Rafael Moura) e D'Alessandro; Scocco (Caio) e Leandro Damião
Técnico: Dunga
SANTOS: Aranha, Cicinho, Edu Dracena, Gustavo Henrique e Emerson; Alison, Alan Santos (Renê Júnior), Cícero e Leandrinho (Renato Abreu); Giva (Everton Costa) e Thiago Ribeiro
Técnico: Claudinei Oliveira

San Marino marca em partida oficial após quase 5 anos, e jogadores vão à loucura; veja

Getty
Della Valle cabeceia para fazer gol histórico para San Marino
Della Valle cabeceia para fazer gol histórico para San Marino
San Marino recebeu a Polônia pelas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo e, como era de se esperar foi goleado: 5 a 1. Porém, o dia foi de festa para os torcedores locais. Afinal, depois de quase cinco anos, a seleção voltou a fazer um gol em uma partida oficial.
A última vez que San Marino tinha ido à rede sem ser em amistosos, fora em 11 de outubro de 2008, quando perdeu por 3 a 1 para a Eslováquia, em jogo válido pelas eliminatórias para o Mundial de 2010. Desde então, foram 25 jogos apenas perdendo e sofrendo muitos gols.
Porém, nesta terça-feira, veio a redenção. Aos 22 minutos, a equipe já perdia por 1 a 0, quando Vitaioli cruzou da direita, e Della Valle cabeceou para o fundo da rede. Os jogadores fizeram a festa e mostraram que o momento não era simplesmente um gol marcado. Os três pontos foram para a Polônia, mas San Marino foi o grande vencedor do dia.

Venezuela vence 'final' contra Peru e mantém vivo o sonho de ir à repescagem

Getty
Com a vitória, a Venezuela ainda possui chances matemáticas de ir à repescagem mundial
Com a vitória, a Venezuela ainda possui chances matemáticas de ir à repescagem mundial
Mesmo dependendo de uma combinação improvável de resultados para sonhar com a repescagem da Copa do Mundo, a Venezuela manteve o sonho vivo na noite desta terça-feira. Contando com o apoio do torcedor no Estádio Olímpico de Anzoátegui, em Puerto La Cruz, a seleção ‘Vinho Tinto' venceu o Peru pelo placar de 3 a 2, eliminou o rival e segurou pelo menos por mais uma rodada o desejo de disputar pela primeira vez um Mundial de futebol.
Com 19 pontos, mas com apenas mais uma partida a realizar nas Eliminatórias, a Venezuela precisa vencer o próximo compromisso e torcer por dois resultados negativos de Uruguai ou Equador, que se enfrentam em outubro. Assim, o país alcançaria os 22 pontos de uma dessas equipes, e dependeria do saldo de gols para obter a vaga na repescagem para enfrentar a Jordânia.
O Peru, por outro lado, deu adeus ao sonho de disputar o Mundial no Brasil. Com apenas 14 pontos, a equipe do corintiano Paolo Guerrero, que entrou somente no segundo tempo nesta terça-feira, não possui mais chances matemáticas de alcançar, no mínimo, o quinto posto na tabela.
Ainda sonhando com um lugar na repescagem, a Venezuela encerrará a participação nas Eliminatórias no próximo dia 10 de outubro, contra o Paraguai - um empate entre Equador e Uruguai elimina os venezuelanos. O Peru, na mesma data, encara a Argentina fora de casa.
O clima de decisão atingiu o jogo desde os primeiros minutos. Em um confronto aberto, o Peru começou melhor a partida e não demorou a abrir o marcador. Paolo Hurtado superou o zagueiro na velocidade, invadiu a área pela ponta direita e bateu firme para vencer o goleiro venezuelano e abrir o marcador, que decretaria a eliminação da Vinho Tinto do qualificatório.
A necessidade de uma reviravolta tornou a Venezuela muito mais agressiva dentro de campo. Aos 37min veio o empate, com Rondón. O tento melhorou o ritmo dos mandantes, que adiantaram a marcação e dificultaram a saída de bola dos peruanos, que sentiram a pressão dos torcedores e a mudança repentina de postura do time da casa até o final da primeira etapa.
Mais ousada e ofensiva, a Venezuela foi presenteada aos 17min do tempo complementar. Cesar González cobrou pênalti com categoria e decretou a virada. A partir de então, o Peru, com poucas chances de conseguir algo nas Eliminatórias, decidiu buscar o jogo: o treinador Sergio Markarian colocou em campo o corintiano Paolo Guerrero e o ponte-pretano Cachito Ramírez.
Mesmo com a dupla, a reação não veio. Aos 32min, Romulo Otero, que entrou em campo somente na segunda etapa, aproveitou oportunidade para marcar o terceiro e decretar a festa em Puerto La Cruz. O sonho da primeira Copa do Mundo, mesmo que mínimo, ainda existe para a Vinho Tinto. Carlos Zambrano ainda descontou.

Neymar devolve deslealdade com show e Brasil vence

Reuters
Neymar comemora ao marcar o seu gol para o Brasil no amistoso contra Portugal
Neymar comemora ao marcar o segundo gol do Brasil no amistoso contra Portugal
Neymar antes se "escondia" diante de rivais europeus de primeira linha, como Portugal. Neymar antes sofria para enfrentar marcação dura, como tentaram os portugueses em Boston, nesta terça-feira. Neymar antes perdia a cabeça quando era parado com faltas violentas e recebia cotoveladas desleais, como fez o zagueiro Bruno Alves.
Mas Neymar agora é um craque pronto. E agora o Brasil deixou de ser o time que parecia caminhar para ser uma zebra no Mundial que será disputado na sua casa, em 2014.
Com um recital de seu camisa 10, incluindo um golaço e participação nos outros dois gols da equipe, a seleção venceu Portugal na cidade americana por 3 a 1. Isso diante de 62 mil pessoas, praticamente a média dos jogos do Brasil em solo americano desde 2007.
A vitória garante o Brasil à frente de Portugal na próxima edição do ranking da Fifa, o que não acontecia desde julho do ano passado. Hoje, o time nacional ocupa a nona posição, dois postos abaixo da equipe lusa.
O Brasil só não repetiu o time que goleou a Austrália no último sábado, em Brasília, porque Marcelo, machucado, deu lugar a Maxwell na lateral esquerda. Mesmo recuperado de contusão, Oscar foi poupado no início do jogo. Assim, Felipão manteve Ramires no meio-campo e Bernard no ataque na vaga do também lesionado Hulk.
E novamente a seleção começou pressionando a saída de bola do rival. Só que o confronto não tinha nada de amistoso. Logo aos 7min, João Pereira fez falta violenta em Neymar e levou o amarelo. Como já havia previsto a imprensa espanhola, o zagueiro Pepe, de nacionalidade portuguesa e brasileira, começou a se estranhar com Neymar.
E teve sucesso ao cavar um cartão amarelo para o atacante do Barcelona, num lance em que o juiz viu um encontrão de Neymar com o goleiro que nada teve de desleal.
Com o jogo quente, Portugal teve a primeira grande chance de abrir o placar, com uma cabeçada de Raul Meireles que acertou a trave esquerda de Júlio César. E com uma falha gritante do lateral Maicon os europeus abriram o placar. Aos 17min, o jogador da Roma atrasou mal, com a cabeça, bola para o goleiro Júlio César. A bola caiu no pé do mesmo Meireles, que desta vez não desperdiçou a oportunidade e fez 1 a 0.
O clima quente dentro do gramado foi transportado para as arquibancadas. Num fato raro para os padrões americanos no esporte, uma briga entre torcedores aconteceu bem atrás do gol defendido por Júlio César. A deslealdade portuguesa prosseguiu em um pisão de Bruno Alves em Bernard quando a bola já estava indo para escanteio.
E a deslealdade lusa foi punida quase imediatamente. Na cobrança do escanteio, feita por Neymar, Thiago Silva subiu muito para cabecear e empatar o jogo, aos 24min.
O mesmo Bruno Alves deixou o cotovelo para acertar Neymar, aos 29min, e mais uma vez nem cartão amarelo levou. E novamente sua falta de fair play foi castigada.
Aos 35min, Neymar recebeu a bola pouco depois da linha de meio de campo. Arrancou com ela bem protegido até a entrada da área, deixando Pepe para trás com imensa facilidade para chutar cruzado e marcar o segundo do Brasil
No intervalo, Pepe foi substituído. E Neymar ganhou mais libertadade para criar, e o Brasil não demorou para amplicar. Logo aos 4min da segunda etapa, ele começou a jogada que resultou no terceiro gol do time de Felipão. A bola foi lançada para Maxwell, que cruzou rasteiro para Jô ampliar o placar.
Aos 15min, Felipão fez a primeira troca. Sacou Ramires e promoveu a volta de Oscar. Na véspera do jogo, o treinador havia dito que iria testar os dois juntos em algum momento.
Sem Cristiano Ronaldo, machucado, e mostrando desgaste físico e problemas para se adaptar ao fuso horário de seis horas em relação à maior parte da Europa, Portugal pouco ameaçava. E o Brasil também diminuiu o ritmo, e o placar não foi mais alterado.
Não antes sem Neymar aplicar uma série de dribles em Ruben Amorim, que novamente apelou e chutou o brasileiro, que logo depois foi aplaudido de pé ao ser substituído por Lucas.
A seleção volta a campo agora em outubro, para dois amistosos na Asia, contra a Zâmbia, na China, e Coreia do Sul, na casa do rival.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL 3X1 PORTUGAL
Data: Terça-feira, 10 de setembro de 2013
Local: Gillette Stadium, em Boston (EUA)
Árbitro: Juan Guzman (EUA)
Público: 62.310
Cartões Amarelos: Neymar e Ramires (BRA); João Pereira (POR)
Gol: Raul Meireles, aos 17min. Thiago Silva, aos 24, Neymar aos 34min do primeiro tempo; Jô, aos 4min do segundo tempo
Brasil: Júlio César; Maicon, David Luiz, Thiago Silva e Maxwell; Luiz Gustavo, Paulinho (Henrique) e Ramíres (Oscar); Neymar (Lucas), Jô (Alexandre Pato) e Bernard (Hernanes)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
Portugal:Raul Patrício; João Pereira (Helder Postiga), Bruno Alves, Pepe (Luis Neto) e Fábio Coentrão (Antunes); Miguel Veloso, João Moutinho (Ruben Amorim), Raul Meireles e Vieirinha (Lica); Nani e Nélson Oliveira
Técnico: Paulo Bento