domingo, 8 de setembro de 2013

Revoltado, William reclama de segundo tempo da Ponte Preta: 'Não digno de Série A'

Na luta para fugir do rebaixamento na Série A do Campeonato Brasileiro, a Ponte Preta tinha a chance de se recuperar neste sábado, contra o Inter, em Campinas, mas voltou a jogar mal e amargou mais um resultado negativo na competição - foi derrotada por 3 a 1. Sendo assim, o time abre a 19ª rodada na penúltima colocação e vê a permanência na elite cada vez mais ameaçada. Na saída de campo, o atacante William falou sobre o desempenho da Macaca diante de seu torcedor.
"Você falar de cabeça quente é complicado, o torcedor está com raiva, nós também estamos, mas você não pode fazer um primeiro tempo digno de Série A e um segundo tempo não digno. O torcedor tem todo o direito de vaiar e criticar", explicou William.
De pênalti, o atacante marcou o gol de honra do time campineiro, mas voltou a criticar a postura defensiva da equipe, que voltou a falhar nos momentos cruciais do jogo. Para William, a Ponte Preta está nesta situação complicada justamente por causa de seus próprios erros.
"Temos que reverter essa situação, nosso time foi muito apático no segundo tempo, e o Inter conseguiu um gol na falha nossa. Todos os gols que a gente vem tomando na Série A é por causa de falhas do nosso time. E, na Série A, se você dar de presente, o adversário vai matar", avaliou o jogador.
Durante a semana, a Macaca viveu dias tensos. Os jogadores da equipe campineira chegaram a discutir após mais uma derrota, a diretoria conversou com grupo e a torcida invadiu os treinamentos para cobrar uma nova postura na Série A. Para William, no entanto, ainda falta muito. "Não adianta nada você falar se o time não fizer aqui dentro".
Tóquio volta a receber Olimpíada em 2020; veja comemoração dos japoneses após anúncio da sede
O maior evento multiesportivo do mundo voltará ao Japão em 2020. Neste sábado, em votação realizada em Bueno Aires, Argentina, Tóquio, capital do país asiático, levou a melhor sobre Madri, na Espanha, e Istambul, na Turquia, e receberá os Jogos Olímpicos daqui sete anos, sucedendo o Rio de Janeiro, sede em 2016.
A capital japonesa supera assim, a frustração para receber os Jogos de 2016, quando era, assim como neste sábado, considerada favorita, mas acabou sendo superada pela candidatura brasileira. Tóquio era também a única cidade já com experiência anterior em receber a Olimpíada, em relação a Istambul e Madri, já que foi sede em 1964.
No total, seis cidades se inscreveram como postulantes para receber a Olimpíada de 2020, mas Baku (Azerbaijão) e Doha (Qatar) foram eliminadas na primeira fase de cortes, em maio de 2012, enquanto Roma (Itália) se retirou antes por falta de garantias financeiras do governo.
Neste sábado, a primeira eliminada foi Madri. A capital espanhola foi para o desempate com Istambul, para decidir quem iria para a rodada final com Tóquio. Na votação, apenas 4 votos selaram a sorte em favor do turcos, que levaram a melhor por 49 a 45. Na ' grande decisão' Tóquio venceu por 60 votos contra 36.
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Representantes da candidatura de Tóquio comemoram a vitória para receber a Olimpíada-2020
Representantes da candidatura de Tóquio comemoram 
Para levar a melhor sobre as rivais, a candidatura japonesa soube aliar modernidade, eficiência e segurança, principalmente, econômica. Além da ótima infraestrutura urbana, a Olimpíada será realizada com todos os locais de competições da capital localizados em um raio de apenas 8 quilômetros.
Para diminuir o número de novas construções, serão utilizadas algumas instalações dos Jogos de 1964, devidamente reformuladas, modernizadas e garantidas pelo poder financeiro dos japoneses.
Mesmo assim, o grande número de novas obras esportivas é um ponto contra. Além disso, Tóquio tem um menor apoio popular no país entre as finalistas para sediar o evento. Outra preocupação é o vazamento de água radioativa após o acidente nuclear de Fukushima, em 2011.
Na apresentação japonesa neste sábado, Shinzo Abe, primeiro ministro do país, falou pouco sobre o assunto nuclear. "Agora podem existir preocupações com 2020, mas posso assegurar que a situação está controlada. Não teve e não terá nunca um impacto em Tóquio", disse.
Veja os principais pontos da candidatura japonesa:
TÓQUIO (JAPÃO)
LOCAIS DE COMPETIÇÃO
37 instalações (15 já existentes, 11 a construir e 11 temporárias), divididas em 2 zonas
ESTÁDIO OLÍMPICO
Estádio Nacional de Kasumigaoka, para 80 mil pessoas, local existente será completamente reformulado (atletismo, cerimônias, futebol e rúgbi)
SUB-SEDES
4 para futebol (Miyagi, Sapporo, Saitama e Yokohama).
ORÇAMENTO
Infraestrutura: US$ 4,4 bilhões para infraestrutura + US$ 3,4 bilhões do Comitê Organizador
PONTOS POSITIVOS
Todas os locais de competições em Tóquio estão em um raio de 8km / transporte e segurança eficientes
PONTOS NEGATIVOS
Falta de apoio popular no país / terá que fazer grandes obras
HISTÓRICOS DE GRANDES EVENTOS
Olimpíada de 1964, Copa do Mundo de futebol de 2002
CIDADE CANDIDATA À OLIMPÍADA
3ª vez, já sediou em 1964 e tentou em 2016
POPULAÇÃO
13,2 milhões de habitantes
MAPA DOS LOCAIS DE COMPETIÇÃO

Israel só empata com Azerbaijão e se complica no sonho de voltar a disputar Copa do Mundo

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Em casa, Israel não passou de um empate com Azerbaijão nas eliminatórias europeias para a Copa
Em casa, Israel não passou de um empate com Azerbaijão nas eliminatórias europeias para a Copa
Presente apenas na Copa do Mundo de 1970, no México, Israel se complicou na tentativa de vir ao Brasil em 2014. Neste sábado, a seleção só empatou com o Azerbaijão e precisará vencer a Rússia, vice-líder, em São Petersburgo para seguir sonhando.
Os israelenses, que se vencesssem fariam uma verdadeira 'decisão' contra a Rússia por uma vaga, acabaram vacilando em plena Tel Aviv. O Azerbaijão, que já não tem mais chance de ir à Copa, saiu na frente com Amirquliyev, aos 16 minutos do segundo tempo.
O gol de empate, que renovou as esperanças dos donos da casa, veio 12 minutos mais tarde, aos 28, quando o atacante Etey Shechter aproveitou passe de Davidadze para deixar tudo igual. Os israelenses ainda pressionaram, mas não conseguiram a virada.
Com o ponto conquistado, Israel chega aos 12, ficando a três da Rússia, que tem 15 e é vice-líder - hoje indo para a repescagem. As duas seleções se enfrentam na próxima terça-feira, ao meio-dia (de Brasília). A liderança do grupo F é de Portugal, com 17 pontos e um jogo a mais que as rivais.
Embora difícil, o sonho de Israel se classificar segue vivo, já que, além da Rússia, a seleção também faz confronto direto contra Portugal, na penúltima rodada do grupo. O problema para os israelenses é que o duelo contra o time de Cristiano Ronaldo também é fora de casa.

Nigéria vence 'final' com gols 'europeus', elimina Maláui e segue na briga por vaga na Copa-2014

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A Nigéria podia até empatar, mas não vacilou e venceu o Maláui por 2 a 0 neste sábado no U. J. Esuene Stadium, em Calabar, eliminou os rivais e garantiu sua classificação para a fase final das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil.
O jogo era uma 'final', já que apenas o líder de cada grupo se qualifica nesta fase, e os nigerianos eram os líderes da chave F com nove pontos, dois a mais que a seleção maláui, que, logo, precisava vencer.
Mas dois 'estrangeiros' da Nigéria trataram de resolver o confronto e manter o país na disputa para ir ao seu quinto Mundial (participaram em 1994, 1998, 2002 e 2010). Primeiro com Emmanuel Emenike.
O atacante do Spratak de Moscou, da Rússia, balançou as redes aos 45 minutos do primeiro tempo, levantando a torcida em Calabar, sul da Nigéria.
Aos sete da etapa final, o também atacante Victor Moses, do Chelsea e que está emprestado ao Liverpool, da Inglaterra, converteu uma penalidade e ampliou. Um minuto depois, Limbikani Mzava foi expulso no Maláui, melhorando ainda mais a situação do time rival, que tratou de administrar o resultado.
Assim, a Nigéria chegou a 12 pontos e fechou a chave em primeiro lugar, juntando-se aos já classificados Argélia, Costa do Marfim, Egito e Etiópia. Já eliminados, Quênia (rês pontos) e Namíbia (cinco pontos) jogam neste domingo, às 10h, para encerrarem o grupo F.
Na próxima fase, a última, serão dez seleções divididas em grupos de duas, nos quais elas farão duelos de ida e volta. As cinco que passarem estarão na Copa do Mundo em 2014.

Com gol de Platini, Cabo Verde supera Tunísia e avança à fase final das eliminatórias africanas

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Fãs de Cabo Verde fizeram festa com bandeiras nos estádios: seleção passou ao mata-mata
Fãs de Cabo Verde fizeram festa com bandeiras nos estádios: seleção passou ao mata-mata
Mesmo jogando fora de casa, a seleção de Cabo Verde conseguiu um feito heroico e histórico ao vencer a Tunísia por 2 a 0 neste domingo, em duelo válido pelo grupo B das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo de 2014.
A partida era um duelo direto, já que a Tunísia entrou em campo com 11 pontos e na liderança do grupo, podendo até empatar que avançava à próxima fase. No entanto, Cabo Verde, que tinha 9 pontos ao entrar para jogar a última rodada, venceu e avançou.
Com isso, Cabo Verde avança à fase final das eliminatórias para a Copa do Mundo e está a um duelo de mata-mata de garantir vaga no Mundial de 2014.
O primeiro gol do jogo foi marcado aos 29 minutos por Platini. Ao contrário do que muitos pensam, o jogador de Cabo Verde se chama Luis Carlos Almada Soares e foi apelidado com o nome da lenda do futebol e atual presidente da Uefa.
Antes do intervalo, Heldon definiu o placar.
Com a vitória, Cabo Verde se junta aos já classificados Argélia, Costa do Marfim, Egito, Nigéria e Etiópia. Já eliminados, Quênia (três pontos) e Namíbia (cinco pontos) jogam neste domingo, às 10h, para encerrarem o grupo F.
Na próxima fase, a última, serão dez seleções divididas em grupos de duas, nos quais elas farão duelos de ida e volta. As cinco que passarem estarão na Copa do Mundo em 2014.

Desfalques variam sutilmente o desenho tático da seleção, mas não a estratégia jogando no Brasil

Jogadores brasileiros comemoram um dos seis gols no massacre contra a Austrália
Brasileiros comemoram um dos seis gols na goleada sobre a Austrália.
A derrota da seleção brasileira para a Suíça em agosto pode ser descartada como avaliação. Na prática, o valor de um amistoso com a grande maioria voltando de férias é risível. Não conta.
Em Brasília, os 6 a 0 sobre a Austrália, repetindo placar da final da Copa das Confederações 1997, valeram como observação. Mesmo sem Daniel Alves, Oscar e Hulk. Nem tanto pelo placar, já que o abismo técnico e tático deve ser relativizado. Muito mais pela confirmação da estratégia de Luiz Felipe Scolari atuando no Brasil.
Assim como na conquista recente, a pressão sufocante nos primeiros minutos intimidaram o adversário e trouxeram a torcida junto, mesmo com estádio vazio para a volta ao país depois do título. E novamente fizeram o time abrir o placar nos primeiros minutos. Também pela transição rápida forçando o jogo pelos flancos.
À direita, velocidade de Bernard e força de Maicon. Pela esquerda, técnica e habilidade de Marcelo e Neymar. Sempre com o apoio dos volantes-meias para as tabelas e ultrapassagens.
Sem o meia central do 4-2-3-1, Felipão recorreu ao desenho tático alternativo do time canarinho: 4-3-3/4-1-4-1, com Ramires, de volta à seleção, repetindo Hernanes no posicionamento alinhado a Paulinho e atrás de Luiz Gustavo. Nenhuma surpresa, pelas peças disponíveis.
O gol aos sete minutos de Jô, completando rebote do chute de Bernard na trave após jogada de Neymar pela esquerda, encaminhou a goleada. Construída com outro do centroavante atleticano em jogada de Bernard pela direita e um gol à la Romário de Neymar. Infiltração pela esquerda em diagonal e toquinho no contrapé do goleiro. O Baixinho era o camisa dez no Barcelona e 11 na seleção. O inverso no caso do grande craque brasileiro da atualidade. Ambos letais à frente dos goleiros.
Olho Tático
Sem Oscar e com Ramires, Felipão recorreu ao 4-3-3/4-1-4-1 que funcionou na Copa das Confederações para envolver as linhas de quatro da Austrália.
Sem Oscar e com Ramires, Felipão recorreu ao 4-3-3/4-1-4-1 que funcionou na Copa das Confederações para envolver as linhas de quatro da Austrália.
Mantendo média de 70% de posse de bola e repetindo a pressão, o quarto gol saiu naturalmente no início da segunda etapa. Centro de Maxwell, substituto do lesionado Marcelo, gol de cabeça de Ramires. A confirmação de que o volante do Chelsea é muito útil e deve seguir no grupo.
Com as substituições, a disputa se descaracterizou. A Austrália seguiu com as imutáveis duas linhas de quatro e tropeçando nas próprias limitações. Com Marcos Rocha, Dante, Hernanes, Lucas e Pato,o Brasil manteve o desenho tático e o interesse até marcar mais dois: Pato, que circulou mais que Jô na frente e concluiu bela jogada de Neymar e Hernanes.
Luiz Gustavo fechou a goleada com chute forte no ângulo de Schwarzer. Rara descida do volante mais fixo de Scolari que auxilia Thiago Silva e David Luiz liberando laterais e meias.
Olho Tático
Com as substituições, equipes com os mesmos esquemas e mais dois gols brasileiros em ritmo de treino. Até de Luiz Gustavo, que não costuma avançar.
Com as substituições, equipes com os mesmos esquemas e mais dois gols brasileiros em ritmo de treino. Até de Luiz Gustavo, que não costuma avançar.
Saldo final: 73% de posse, 16 finalizações contra apenas quatro, 24 desarmes a 14 (Footstats). Muitos no campo australiano. É a solução brasileira para fazer a seleção jogar mais tempo nos contragolpes, cenário confortável para o time que é melhor na transição intensa que no controle e na troca paciente de passes.
Estratégia e esquemas definidos. Para quem tinha pouco tempo, Felipão avançou muito e rápido, embora não tenha o time pronto. Nem deve ter. Agora é testar variações e opções, como o reserva de Oscar, estimular a concorrência e se concentrar nos detalhes. O "polimento" até 2014.

Kaká reestreia no Milan com assistência, goleada sobre time suíço e mais um gol de Robinho

Reprodução
Kaká voltou ao Milan em amistoso na Suíça: goleada por 4 a 0 no Chiasso
Kaká voltou ao Milan em amistoso na Suíça: goleada por 4 a 0 no Chiasso
A reesreia de Kaká no Milan não esteve à altura do que ele representa para o torcedor rossonero, mas, mesmo longe do glamour, o brasileiro mostrou que pode reviver os bons momentos que o levaram a ser melhor do mundo. Neste sábado, em amistoso na Suíça, o meia comandou a goleada por 4 a 0 sobre o Chiasso.
O adversário não servia lá de grande parâmetro, já que disputa apenas a terceira divisão local, mas, em 45 minutos, Kaká se mostrou em casa com a camisa do Milan. Com a braçadeira de capitão e sem ter todos seus companheiros à disposição, o brasileiro deu uma assistência para o primeiro gol do jogo, de Nocerino.
Ainda em campo, Kaká viu Silvestre, aos 22, e Robinho, aos 40 marcarem. O brasileiro, que também não vivia grande momento no Milan, já havia marcado no último final de semana, e neste sábado foi titular ao lado de Matri, novo reforço, contratado junto a Juventus. Saponara, no segundo tempo, definiu o placar.
Veja os melhores lances de Kaká na partida:
Após o jogo, Kaká avaliou sua estreia como positiva. "Estou sentindo um pouco a falta de ritmo de jogo, mas é incrível jogar novamente com esta camisa. Estamos muito bem. Fico feliz com a assistência, claro, mas não é tudo que eu posso fazer aqui. Tenho muito mais a dar", disse.
Massimiliano Allegri, técnico do Milan, fez a mesma análise da estreia do brasileiro. "Kaká atuou mais como um meio-campista hoje. Ele sentiu um pouco a falta de ritmo, mas foi bem".
A estreia oficial de Kaká deve acontecer no próximo final de semana, no dia 15, quando o Milan visita o Torino, pela terceira rodada do Campeonato Italiano.

Polícia joga bombas perto de estádio em Brasília, e seleção volta a jogar sob clima de guerra

Lucas Borges
Fotógrafo é atendido em Brasília depois de fraturar o pé em meio a confusão antes de Brasil x Austrália
Fotógrafo é atendido em Brasília depois de fraturar o pé em meio a confusão antes de Brasil x Austrália
O técnico Luiz Felipe Scolari disse durante a semana que gostaria que a atmosfera da Copa das Confederações imperasse neste sábado, no amistoso da seleção brasileira com a Austrália, em Brasília. Pelo menos no que diz respeito à confusão do lado de fora do estádio o pedido de Felipão foi atendido.
Repetindo o que aconteceu durante o torneio preparatório da Copa do Mundo de 2014 disputado no meio deste ano, no Brasil, cenas de guerra foram protagonizadas nas imediações do Mané Garrincha, sede de jogos das Confederações, do Mundial e do confronto deste final de semana com os australianos.
Como havia sido prometido, manifestantes aproveitaram o 7 de setembro, dia da independência, para protestar contra problemas sociais do país e contra os gastos com a Copa, como aconteceu em diversas cidades brasileiras em junho deste ano.
Lucas Borges
Torcedores sofrem com gás lacrimogênio lançado por policiais contra manifestantes em Brasil x Austrália
Torcedores sofrem com gás lacrimogênio lançado por policiais contra manifestantes 
Algumas das tradicionais marchas de 7 de setembro se direcionaram para o Estádio Mané Garrincha no início da tarde e foram reprimidas pelas forças policiais. Mais de 6 mil homens foram recrutados para trabalhar na segurança do dia da independência, 2.600 deles exclusivamente para o amistoso.
Cerca de 300 pessoas - segundo estimativa da polícia militar - tentaram alcançar o estádio por uma avenida paralela ao Eixo Monumental, via que liga o Congresso Nacional ao campo e foram impedidas pela polícia. Manifestantes tentaram invadir a sede da TV Globo.
Lucas Borges
Policiais reprimem manifestantes em Brasília no dia de Brasil x Austrália
Policiais reprimem manifestantes em Brasília 
Faltando pouco menos de 2h para o início da partida, marcada para 16h15 de Brasília, um grupo conseguiu chegar perto do estádio pelo Eixo, e a polícia agiu prontamente atirando bombas de gás lacrimogênio. Manifestantes e também torcedores sofreram com os efeitos do gás. A segurança impedia os maiores grupos de passar, mas era possível ver indíviduos espalhados com cartazes de protesto após as barreiras.
O fotógrafo da agência Reuters Ueslei Marcelino da Silva fraturou o pé direito em meio à confusão ao tentar correr de cachorros da polícia e deixou o local de ambulância.
Enquanto isso, do lado dos portões de entrada do Mané Garrincha, cambistas ofereciam ingresso a pelo menos R$ 160 em frente a policiais militares.

Em situação delicada nas eliminatórias, México demite técnico e já anuncia substituto

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Jose Manuel de la Torre foi demitido neste sábado do comano do México
Jose Manuel de la Torre foi demitido neste sábado do comano do México
O técnico José Manuel de la Torre foi demitido neste sábado do comando da seleção mexicana como consequência da derrota por 2 a 1 em pleno estádio Azteca para Honduras pelas Eliminatórias da Concacaf para a Copa do Mundo de 2014.
O resultado ameaça as pretensões do México de disputar o Mundial do Brasil, já que agora a seleção está em quarto lugar no hexagonal final da Concacaf, com oito pontos, apenas um a mais do que o Panamá. Caso mantenham essa posição ao fim da disputa, os mexicanos teriam que disputar uma repescagem contra a Nova Zelândia, campeã da Oceania.
A Federação Mexicana de Futebol confirmou que neste sábado o presidente da instituição, Justino Compeán, tomou a decisão de fazer uma mudança na direção técnica e substituir De la Torre por Luis Fernando Tena, seu principal auxiliar, que levou o México ao título dos Jogos Olímpicos de Londres no ano passado.
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Luis Fernando Tena foi anunciado no mesmo dia como novo treinador da seleção norte-americana
Luis Fernando Tena foi anunciado no mesmo dia como novo treinador da seleção norte-americana
Sob o comando de De la Torre, o México foi neste ano eliminado na primeira fase da Copa das Confederações, no Brasil, e perdeu o título na Copa Ouro, nos Estados Unidos.
Agora, Tena terá como principal desafio dar moral a seus comandados, que na próxima terça-feira vão encarar os Estados Unidos fora de casa e, em outubro, receberão o Panamá no dia 11 e visitarão a Costa Rica, no dia 15. O hexagonal é liderado pela Costa Rica, com 14 pontos, seguida por Estados Unidos (13) e Honduras (10). O México soma oito pontos, o Panamá tem sete e a Jamaica tem três. Os três primeiros garantem vaga direta na Copa de 2014.
Veja os gols da vitórias de Honduras sobre o México pelas Eliminatórias da Concacaf!

Com público decepcionante, Brasil aplica maior goleada da 2ª Era Felipão

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Neymar marcou o terceiro gol do Brasil sobre a Austrália
Neymar marcou o terceiro gol do Brasil sobre a Austrália
Um Estádio Mané Garrincha parcialmente vazio viu neste sábado, em Brasília, a maior goleada da seleção desde a volta de Luiz Felipe Scolari ao comando, em fevereiro deste ano: 6 a 0 em cima da Austrália. Até então, o maior placar havia sido um 4 a 0 sobre a Bolívia, em abril. Jô, duas vezes, Neymar, Ramires, Pato e Luiz Gustavo fizeram os gols. De volta à seleção, Maicon e Ramires deixaram boa impressão, assim como Bernard, que também foi novidade no time titular.

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Apenas 40.428 mil, pouco mais da metade dos 70 mil ingressos disponíveis, foram vendidos. Reflexo dos altos preços das entradas, que variavam de R$ 90 a R$ 500 e da promessa que acabou se cumprindo de violência da polícia contra manifestantes do lado de fora do estádio.

O público presente viu o Brasil ignorar seus muitos desfalques para vencer com muita facilidade a Austrália, uma das cinco seleções já classificadas para a Copa do Mundo de 2014 ao lado de Irã, Japão, Coreia do Sul e do próprio Brasil.

Além de ter perdido Daniel Alves, com tendinite no joelho direito, Hulk, com problema muscular na parte posterior da coxa direita, e Fred, com estiramento muscular na coxa direita, todos cortados no início da semana de treinos em Brasília e Oscar, fora do confronto com a Austrália por entorse no tornozelo direito, Felipão teve que substituir o lateral esquerdo Marcelo no intervalo do jogo desse sábado. O jogador do Real Madrid saiu de campo aparentando sentir dores musculares na coxa direita.

Na próxima terça-feira, em Boston, Estados Unidos, o adversário será Portugal, que não terá Cristiano Ronaldo, lesionado. A seleção ainda fará dois jogos em outubro, no dia 11, provavelmente contra a Coreia do Sul, na Coreia, e no dia 15, contra Zâmbia, na China. Outros dois confrontos com rivais indefinidos estão marcados para novembro.

Os amistosos de novembro não devem ocorrer em gramados brasileiros, e a vitória em Brasília pode ter sido a última apresentação da seleção em solo nacional antes da estreia do Mundial, dia 12 de junho, no futuro estádio do Corinthians, em São Paulo.

O jogo

O Brasil quase saiu na frente com três minutos de partida, quando Jô escorou dentro da pequena área, e Neymar tocou para o gol. Schwarzer defendeu. Aos sete, foi Jô quem aproveitou jogada iniciada por Neymar para abrir o marcador. O atleta do Barcelona cruzou da esquerda, e Bernard completou acertando a trave. No rebote, Jô fez com a meta aberta. Neymar quase anotou o segundo em um golaço driblando três defensores dentro da área e chutando por cima.

O 2 a 0 saiu aos 33 minutos, em nova participação da dupla. O ex-corintiano Paulinho começou tudo salvando a defesa com carrinho que virou contra-ataque nos pés de Maicon. Bernard, ex-Atlético-MG, foi acionado na direita e cruzou para Jô mandar para a rede.

Dois minutos depois, Ramires enfiou bola em velocidade para Neymar pela esquerda, e o atacante tocou no canto esquerdo de Schwarzer: 3 a 0.
O quarto gol saiu na etapa final e foi de cabeça. Thiago Silva marcou aos após escanteio cobrado por Neymar, mas a arbitragem viu falta. Aos 12, Maxwell cruzou, e Ramires fez de forma legal.
Pato, convocado de última hora para a vaga de Fred, fez o seu aos 27 após passe de Neymar. Luiz Gustavo definiu aos 38, com chute de fora da área no ângulo direito de Schwarzer.
FICHA TÉCNICA:
BRASIL 6 X 0 AUSTRÁLIA
Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 7 de setembro de 2013 (sábado)
Horário: 16h15 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Cáceres (Paraguai)
Assistentes: Milciades Saldivar e Juan Zorrilla (ambos do Paraguai)
GOLS: BRASIL: Jô, aos 7 e 33, e Neymar, aos 34 minutos do primeiro tempo. Ramires, aos 20, Alexandre Pato, aos 26, e Luiz Gustavo, aos 38 minutos do segundo tempo
BRASIL: Júlio César; Maicon (Marcos Rocha), Thiago Silva, David Luiz (Dante) e Marcelo (Maxwell); Luiz Gustavo, Paulinho (Hernanes) e Ramires; Bernard (Lucas), Neymar e Jô (Alexandre Pato)
Técnico: Luiz Felipe Scolari
AUSTRÁLIA: Schwazer; McGowan, Neill, Ognenovisk e McKay; Jedinak (Milligan), Bresciano, Kruse, Holman (Rogic) e Oar

sábado, 7 de setembro de 2013

Brasileirão Série D


18h30 Tupi 2x2 Aparecidense

Brasileirão Série C

18h30 Mogi Mirim 2x1 Caxias
19h00 Grêmio Barueri 1x1 Guarani

Brasileirão Série A

18h30 Ponte Preta 1x3 Internacional
18h30 Santos 1x0 Goiás
18h30 Vitória 1x0 Atlético-MG
18h30 Fluminense 1x1 Bahia
21h00 Grêmio 3x2 Portuguesa

Brasileirão Série B

18h15 Atlético-GO 1x3 Palmeiras
21h00 Sport 0x2 Icasa
21h00 Paraná Clube 1x0 ABC

Amistosos da seleção brasileira

16h15 Brasil 6x0 Austrália

Argentino

16h00 Estudiantes 1x1 Belgrano
16h30 Godoy Cruz 1x0 Colón
18h10 Argentinos Juniors 0x0 All Boys
18h40 Atlético Rafaela 2x1 Gimnasia y Esgrima
20h15 Racing Club 1x1 Lanús

Eliminatórias Européias



14h45 Israel 1x1 Azerbaijão

Eliminatórias Africanas

10h30 África do Sul 4x1 Botsuana
10h30 República Centro-Africana 1x2 Etiópia
12h00 Nigéria 2x0 Maláui
12h00 Angola 4x1 Libéria
12h30 Burkina Fasso 1x0 Gabão
12h30 Níger 2x2 Congo
13h30 Gâmbia 2x0 Tanzânia
13h30 Serra Leoa 3x2 Guiné Equatorial
14h00 Costa do Marfim 1x1 Marrocos
15h45 Tunísia 0x2 Cabo Verde
17h00 Senegal 1x0 Uganda

Desta vez o Boi não foi bandido. Até quando Rogério Ceni baterá (e perderá) pênaltis pelo São Paulo?



Paulo Autuori deixou o Grêmio perto do final da campanha do Brasileirão 2009 logo após empatar com o São Paulo no estádio Olímpico. Aquele Grêmio não perdia partidas em casa. Ao final da trajetória de Autuori, tinha 13 vitórias e quatro empates. Estava em nono lugar. A razão da classificação intermediária era a sequência de insucessos como visitante. Uma vitória apenas, no estádio dos Aflitos contra o Náutico, em 17 visitas -- foram doze derrotas.
O fracasso do São Paulo hoje está no Morumbi. Duas vitórias apenas em nove partidas, um empate e seis derrotas. Só Vasco e Fluminense foram derrotados no antigo templo tricolor, o que obrigará uma campanha de recuperação no segundo turno nas viagens. Como visitante, o São Paulo conquistou 11 de seus 18 pontos, mas também perdeu muito -- cinco vezes.
Perder pontos demais em casa sempre é uma das razões de campanhas desastrosas de rebaixamento. É claro que o São Paulo pode escapar no segundo turno, mas o ideal é sair da zona do descenso ainda na primeira metade do campeonato, o que só acontecerá se vencer o Coritiba no Couto Pereira, Fluminense ou Portuguesa empatarem -- o Flu recebe o Bahia no Maracanã -- ou o Atlético Mineiro perder no Barradão contra o Vitória.
Ano passado, o Palmeiras pensava iniciar sua reação iniciando o segundo turno fora da zona da degola. Chegou à 18a rodada com 16 pontos, dois a menos do que o São Paulo tem hoje, mas fora do rebaixamento, porque tinha uma vitória a mais do que o Bahia. Na última partida do turno, o Palmeiras de Felipão perdeu do Santos de Neymar por 2 x 1, de virada. A tabela do fim do primeiro turno apontou o time em 17o lugar.
Na 18a rodada, o Palmeiras tinha 3 vitórias, 3 empates e 3 derrotas como mandante, somando partidas em Barueri e no Pacaembu: 9 pontos em casa. O São Paulo tem no Morumbi duas vitórias, um empate e seis derrotas, sete pontos apenas. Se quiser jogar o Brasileirão 2013 na Série A, o São Paulo tem de melhorar em seu estádio.

Hoje, excepcionalmente, não publicarei a seção Informações e Palpites da rodada. A vida voltará ao normal na segunda-feira.Rogério Ceni reage após perder pênalti na derrota do São Paulo para o Criciúma no Morumbi


Desempenho em casa pior do que Palmeiras em 2012 é o que pode derrubar o São Paulo em 2013



Paulo Autuori deixou o Grêmio perto do final da campanha do Brasileirão 2009 logo após empatar com o São Paulo no estádio Olímpico. Aquele Grêmio não perdia partidas em casa. Ao final da trajetória de Autuori, tinha 13 vitórias e quatro empates. Estava em nono lugar. A razão da classificação intermediária era a sequência de insucessos como visitante. Uma vitória apenas, no estádio dos Aflitos contra o Náutico, em 17 visitas -- foram doze derrotas.
O fracasso do São Paulo hoje está no Morumbi. Duas vitórias apenas em nove partidas, um empate e seis derrotas. Só Vasco e Fluminense foram derrotados no antigo templo tricolor, o que obrigará uma campanha de recuperação no segundo turno nas viagens. Como visitante, o São Paulo conquistou 11 de seus 18 pontos, mas também perdeu muito -- cinco vezes.
Perder pontos demais em casa sempre é uma das razões de campanhas desastrosas de rebaixamento. É claro que o São Paulo pode escapar no segundo turno, mas o ideal é sair da zona do descenso ainda na primeira metade do campeonato, o que só acontecerá se vencer o Coritiba no Couto Pereira, Fluminense ou Portuguesa empatarem -- o Flu recebe o Bahia no Maracanã -- ou o Atlético Mineiro perder no Barradão contra o Vitória.
Ano passado, o Palmeiras pensava iniciar sua reação iniciando o segundo turno fora da zona da degola. Chegou à 18a rodada com 16 pontos, dois a menos do que o São Paulo tem hoje, mas fora do rebaixamento, porque tinha uma vitória a mais do que o Bahia. Na última partida do turno, o Palmeiras de Felipão perdeu do Santos de Neymar por 2 x 1, de virada. A tabela do fim do primeiro turno apontou o time em 17o lugar.
Na 18a rodada, o Palmeiras tinha 3 vitórias, 3 empates e 3 derrotas como mandante, somando partidas em Barueri e no Pacaembu: 9 pontos em casa. O São Paulo tem no Morumbi duas vitórias, um empate e seis derrotas, sete pontos apenas. Se quiser jogar o Brasileirão 2013 na Série A, o São Paulo tem de melhorar em seu estádio.

Hoje, excepcionalmente, não publicarei a seção Informações e Palpites da rodada. A vida voltará ao normal na segunda-feira.

A humildade de Klose ao alcançar a lenda Müller. Fará história em 2014?



Miroslav Klose alcançou Gerd Müller na artilharia histórica da seleção alemã ao marcar um dos gols da vitória por 3 a 0 sobre a Áustria, nesta sexta-feira. Apesar de ter igualado os 68 gols da lenda do século passado, porém, o atacante da Lazio rechaçou qualquer hipótese de comparação entre eles.
"Significa muito (o recorde), mas não quero que me coloquem no mesmo nível de Gerd", disse Klose aos jornalistas após a partida. "É uma piada me comparar com ele. Ninguém pode se comparar com ele após tudo o que ele fez. O número de jogos e de gols, ele é único".
A diferença na média, de fato, impressiona. Enquanto Klose levou 129 jogos para chegar aos 68 gols, Müller estabeleceu a marca em apenas 62 partidas, registrando média superior a um gol por jogo.
A dupla também está empatada em número de gols em Copas do Mundo, com 14, um a menos que o recordista Ronaldo. A comparação na média também favorece Müller, que fez 13 partidas, contra 19 de Klose. Tudo indica que Klose virá ao Brasil em 2014 - hoje, ele e Mario Gómez são as duas opções como centroavantes para Joachim Löw.
Nas eliminatórias, o atacante marcou quatro gols em cinco partidas, todas como titular. Aproximadamente, finaliza uma vez a cada dez toques na bola (13 conclusões em 132 toques). Todas as finalizações foram de dentro da área, onde tocou na bola um total de 25 vezes. Trocando em miúdos, praticamente uma de cada duas intervenções na área é um arremate.
Conseguirá Klose, que terá 36 anos em junho de 2014, superar Ronaldo e se tornar o maior artilheiro da história dos Mundiais?
Trumedia
Movimentação de Klose nas Eliminatórias da Copa-14
Movimentação de Klose nas Eliminatórias da Copa-14

Trumedia
Finalizações de Klose nas Eliminatórias da Copa-14
Finalizações de Klose nas Eliminatórias da Copa-14 

Pennetta não resiste e Azarenka volta à final em NY

Nova York (EUA) - A excelente campanha da italiana Flavia Pennetta no US Open acabou nesta sexta-feira. Disputando pela primeira vez na carreira uma semifinal de Grand Slam, ela não resistiu à maior consistência da número 2 do mundo, a bielorrussa Victoria Azarenka e se despediu do torneio com uma derrota em sets diretos, com placar final de 6/4 e 6/2, depois de 1h34 de confronto
Vice-campeã no ano passado, Azarenka retorna à final e pode rever a algoz do ano passado. Porém, para que isso aconteça, a norte-americana Serena Williams precisa confirmar a condição de maior favorita ao título e despachar a chinesa Na Li na segunda semifinal desta sexta-feira. Quem passar deste duelo encara a bielorrussa no domingo às 17h30 (horário de Brasília).
Caso a adversária na decisão seja Na Li, a bielorrussa entrará com vantagem no retrospecto, tendo vencido seis dos 10 jogos anteriores com a chinesa. Só que se houver uma reedição da final de 2012, Azarenka terá que superar um histórico bastante negativo contra Serena, que derrotou a rival em 12 das 25 oportunidades em que se cruzaram até então no circuito.
Apesar da marca negativa contra a atleta da casa e atual campeã do US Open, a bielorrussa se deu bem na última vez que se enfrentaram, na decisão do Premier de Cincinati. Neste ano, por sinal, Azarenka soma mais vitórias do que derrotas contra Serena, tendo perdido para a norte-americana na final de Roma e vencido a final de Doha.
Derrotada por Azarenka na primeira semifinal do dia, Pennetta chegou muito bem credenciada para o confronto, com uma campanha na qual não havia perdido sets. Só que a invencibilidade nas parciais caiu logo de cara, perdendo o primeiro set para a bielorrussa em uma batalha de quebras. A número 2 do mundo sofreu para consolidar os break-points que teve e só o fez depois da terceira tentativa.
Nas outras duas vezes que conseguiu uma quebra, Azarenka permitiu que a rival devolvesse logo no game seguinte, mas no décimo game ela não vacilou e confirmou o serviço para fechar o set. A bielorrussa repetiu a historia no começo da segunda parcial, quebrando Pennetta no segundo game e deixado a italiana devolver a desvantagem logo em seguida.
Azarenka sofreu menos neste set, obteve mais três quebras e perdeu somente uma vez o serviço para concretizar sua segunda vitória em três embates com a italiana. Curiosamente, a bielorrussa fechou a partida com mais erros não forçados do que Pennetta (25 a 23) e menos bolas vencedoras (15 a 19), mas se deu bem muito em função do fraco aproveitamento da oponente nos serviços, com o qual a italiana faturou somente 33% dos pontos disputados.

Serena confirma e busca 17º título de Grand Slam

Nova York (EUA) - Como tudo mundo esperava, as duas melhores tenistas do mudo irão decidir pelo segundo ano consecutivo o US Open. A norte-americana Serena Williams, indo atrás do pentacampeonato em Flushing Meadows e do 17º troféu de Grand Slam da carreira, passou com placar elástico pela chinesa Na Li, anotando 6/0 e 6/3, em partida de 1h27. A final contra a bielorrussa Victoria Azarenka está marcada para as 17h30 de domingo.

Serena irá atrás de seu nono título da temporada, o segundo de nível Grand Slam, e o 55º da carreira. Em 2013, perdeu apenas quatro partidas em 65 disputadas, a mais recente delas justamente para Azarenka, na decisão de Cincinnati. Mesmo assim, a vantagem sobre a jovem adversária nos confrontos diretos ainda é grande, com 12 triunfos em 15 partidas.

Não menos importante, Serena se candidata também a faturar o prêmio extra de US$ 1 milhão, que será adicionado aos US$ 2,6 milhões dedicados à campeã, já que terminou como jogadora mais bem pontuada nos torneios preparatórios para o US Open. Se obtiver, será o maior valor já recebido num só torneio por qualquer tenista e elevará seu faturamento na temporada para a incrível casa dos US$ 8 milhões.

O jogo contra Li, no entanto, foi instável. A chinesa fez um péssimo primeiro set, como indica o placar, cometendo toda a sorte de erros. Quando conseguiu fazer 1/1 no segundo set, pareceu finalmente ter encontrado uma forma de equilibrar a partida. Tirou o saque da adversária e abriu 40-0 para ir a 3/1.

Então perdeu a vantagem e seu tênis desabou novamente, permitindo que Serena dominasse a maioria das trocas de bola no fundo de quadra. O melhor momento da chinesa e do jogo veio no oitavo game, que durou 13 minutos, quando salvou seis match-points com coragem. No entanto, apenas adiou a tarefa da líder do ranking, que concluiu em seguida.

Esta ao menos foi a partida mais longa de Serena no US Open. Até então, ela não tinha ficado mais do que 5h42 em quadra, ou seja, média de 68 minutos. Nas seis vitórias no torneio até agora, cedeu apenas 16 games.

Sua marca no US Open, onde foi campeã em 1999, 2002, 2008 e 2012, chega agora a 71 vitórias em 80 possíveis. Ao longo da carreira, a norte-americana jogou 24 semifinais de Slam e só perdeu três delas.