sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Meu favorito #1 para a NFL: SAN FRANCISCO 49ERS



Um dos times mais populares entre os torcedores brasileiros, o San Francisco 49ers é meu favorito número 1 ao título da NFL na temporada que começa nesta quinta-feira. O ataque começa o ano com o seu comandante definido: Colin Kaepernick, que tomou a posição de Alex Smith em uma decisão que gerou muita polêmica, mas que foi referendada pelos resultados.
Depois de atuações espetaculares em 2012, Kaepernick obviamente foi estudado à exaustão pelos técnicos adversários, mas com a criatividade de Jim Harbaugh, grande técnico e com ótimas idéias de ataque, dá para esperar que CK continue produzindo bem. 
O ataque se reforçou com a chegada de Anquan Boldin, ex-Ravens, mas perdeu Michael Crabtree por quase metade da temporada. Primeiro WR dos Niners a passar das mil jardas aéreas na temporada desde Terrell Owens em 2003, Crabtree lesionou o tendão de Aquiles e está afastado pelo menos até a semana 7 - mesmo que se recupere antes disso, não poderá ser usado.
Não há muito mais opções como wide receiver, por isso seria uma boa aumentar o entrosamento entre CK e o tight end Vernon Davis, que fez uma mísera recepção nas quatro últimas partidas de 2012. 
Correndo com a bola, a grande ameaça é Frank Gore, que era um RB que se machucava bastante, mas não perdeu nenhum jogo desde que Harbaugh assumiu como treinador. Ele correu para 1212 jardas no ano passado e, quando precisar de um refresco, San Francisco tem LaMichael James, que encorpou e ganhou quase 5kg em relação ao ano passado - a má notícia é que ele contundiu o joelho e vai desfalcar o time por até quatro semanas.
A defesa atende por um sobre nome: Smith. Aldon chegou a 19,5 sacks em 2012, ameaçando o recorde histórico de Michael Strahan. Mas a temporada de 2013 começa enrolada para ele fora dos campos, com uma acusação contra ele e Delanie Walker pelo suposto uso de armas de fogo contra um homem da Carolina do Norte durante uma festa na casa do defensor dos 49ers em junho do ano passado.
Justin só conseguiu três sacks, mas seu impacto foi sentido quando desfalcou os 49ers durante os playoffs depois de uma contusão de tríceps. Os linebackers fazem um bom trabalho contendo o jogo terrestre, o que deixa a secundária como o ponto mais fraco da defesa franciscana.
Dashon Goldson foi embora para os Bucs e será substituído pelo Eric Reid, que quando jogava em LSU era muito bom no apoio contra o jogo corrido mas tinha algumas dificuldades na cobertura. Nos cantos da defesa, Carlos Rogers não é de encher os olhos e o time trouxe Nnamdi Asomugha, que foi uma decepção nos Eagles.
Dois anos atrás, os Niners pararam na final da NFC. Em 2012, foram ao Super Bowl e saíram derrotados. A impressão é a de que estão prontos para dar o último e definitivo passo à frente.

Garoto Hyuri brilha na estreia, Botafogo bate o Coritiba e volta a vencer em casa

Gazeta Press
O estreantes Hyuri fez dois gols na vitória do Botafogo e foi comemorar com a torcida no maracanã
O estreantes Hyuri fez dois gols na vitória do Botafogo e foi comemorar com a torcida no maracanã
O Botafogo perdeu a sensação Vitinho e antes já tinha negociado Fellype Gabriel e Andrezinho, mas "fabricou" um novo meia às pressas e mostrou seguir forte na briga pelas primeiras colocações do Brasileirão. Estreante da noite, Hyuri brilhou, fez dois gols (sendo um golaço), e o Alvinegro carioca venceu o Coritiba, por 3 a 1, nesta quinta-feira, no Maracanã. Rafael Marques fez o outro gols botafoguense, e Alex, de pênalti, descontou para os visitantes.
Apesar do público pequeno no Maracanã, os torcedores botafoguenses que compareceram viram um novo garoto com potencial despontar na equipe. Nada dos experientes craques Seedorf e Alex, quem brilhou foi o jovem Hyuri. Contratado há menos de um mês depois de se destacar pelo Audax no Carioca, ele estreou nesta quinta na vaga de Lodeiro, que está na seleção uruguaia. E Hyuri coube a decidir a partida no Rio de Janeiro.
Jogado em casa, o Botafogo impôs o seu ritmo em campo desde o início. A superioridade alvinegra foi transformada em gol aos 13 minutos, em um chute de Rafael Marques. Aos 40, Hyuri cabeceou e ampliou. Na segunda etapa, logo aos 5 minutos, o estreante da noite fez um golaço, ao mostrar velocidade e habilidade para dribler três marcadores e finalizar para as redes.
O time carioca ainda teve o goleiro Renan expulso ao cometer pênalti, que o meia Alex cobrou com categoria e descontou para o Coritiba, aos 12 minutos. Os paranaenses ainda esboçaram uma pressão, mas o Botafogo conseguiu suportar bem, viu Maykon também receber o cartão vermelho e deixar as duas equipes com dez homens em campo e comemorou a vitória.
Com o resultado, o Botafogo voltou a vencer como mandante, depois de três empates em casa, contra Goiás, Internacional e São Paulo. Após 18 rodadas disputadas, a equipe carioca agora soma 33 pontos e está na 3ª colocação do campeonato, quatro pontos atrás do líder Cruzeiro. Já o Coritiba soma 25 pontos eestá na oitava posição.

Na próxima rodada, o Botafogo enfrenta o Criciúma, domingo, no Heriberto Hulse, em Santa Catarina. No mesmo dia, o Coritiba encara o São Paulo, no Couto Pereira, em Curitiba.
Gazeta Press
Hyuri brilhou em seu primeiro jogo pelo Botafogo
Hyuri brilhou em seu primeiro jogo pelo Botafogo
O jogo - Já no primeiro lance da partida, bola na área do Coxa e Bolívar testou pela linha de fundo, com perigo. A resposta veio aos quaro minutos, depois de recuo errado de Edílson, que permitiu a chegada de Geraldo, que invadiu a área e bateu pela linha de fundo. O jogo era veloz e equilibrado. Aos nove minutos, Alex cobrou escanteio fechado e Rafael Marques afastou de cabeça.
O Botafogo abriu o placar aos 13 minutos, em cochilo da defesa paranaense, que deu sobra de bola nos pés de Rafael Marques, que fuzilou para o fundo das redes. Aos 18 minutos, Edílson cobrou falta, a bola carimbou a barreira e, no rebote, Marcelo Mattos isolou. A equipe visitante ficou mais acuada no campo de defesa, tentando explorar os contra-ataques, mas sem sucesso.

O ritmo caiu um pouco depois da correria inicial, com muitos erros no meio-campo e forte marcação. Aos 25 minutos, Júlio César bateu cruzado, para fora, sem maior perigo para Renan. Aos 38 minutos, Júlio César tentou mais uma vez e Elias quase empurrou para o gol. Mas, aos 40 minutos, Hyuri aproveitou cruzamento de Rafael Marques e o posicionamento errado da defesa do Botafogo para desviar para o gol.

Depois do intervalo, o Coxa voltou com Maykon no lugar de Geraldo. Aos dois minutos, Seedorf pegou sobra de bola na entrada da área e bateu pela linha de fundo. O Coritiba respondeu com Maykon, que recebeu lançamento de Lex e chutou para defesa de Renan. Mas, aos quatro minutos, Hyuri abriu espaço na defesa alviverde e bateu no cantinho para marcar um belo gol.

Polêmica aos nove minutos. Gil invadiu a área e foi derrubado por Renan. A bola sobrou com Maykon, que fez o gol, mas o árbitro parou o lance para marcar pênalti e expulsar o goleiro. Na cobrança, Alex descontou, aos 12 minutos. Com um jogador a mais, a equipe paranaense se animou. Porém, Vanderlei quase se complicou, aos 19 minutos, entregando bola nos pés de Hyuri, que arrematou para defesa do goleiro, que se recuperou.

Seedorf caiu na área, aos 26 minutos, após choque com Luccas Claro, a torcida pediu pênalti, mas a arbitragem mandou o jogo seguir. O Botafogo subiu de produção novamente. Aos 29 minutos, Hyuri invadiu a área e só não arrematou graças a chegada precisa de Luccas Claro.

Aos 35 minutos, Octávio lançou Gabriel, que entrou na área e chutou em cima de Vanderlei. Maykon, aos 38 minutos, recebeu o segundo amarelo e foi expulso, minando qualquer chance de reação.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 3 X 1 CORITIBA


Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 5 de setembro de 2013 (quinta-feira)
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: Fabricio Neves Correa (RS)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Edilson Frasão Pereira (TO)
Cartões amarelos: Hyuri e Seedorf (Botafogo); Luccas Claro, Gil, Júlio César, Maykon e Vitor Junior (Coritiba)
Cartões vermelhos: Renan (Botafogo); Maykon (Coritiba)
Gols: BOTAFOGO: Rafael Marques, aos 13 minutos e Hyuri, aos 40 minutos do primeiro tempo e aos 04 minutos do segundo tempo
CORITIBA: Alex, aos 12 minutos do segundo tempo

BOTAFOGO: Renan, Edilson, Dória, Bolívar e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Gabriel (Lucas Zen), Seedorf e Hyuri (Octávio); Elias (Milton) e Rafael Marques
Técnico: Oswaldo de Oliveira

CORITIBA: Vanderlei; Victor Ferraz, Luccas Claro, Chico e Diogo; Willian, Gil (Lincoln), Vitor Júnior e Alex; Geraldo (Maykon) e Júlio César (Bill)
Técnico: Marquinhos Santos

Irmãs Williams derrubam italianas atuais campeãs

Nova York (EUA) - Com três duplas semifinalistas já definidas na chave feminina, a última delas saiu nesta quinta-feira. Atuais campeãs do US Open e cabeças de chave número 1, as italianas Sara Errani e Roberta Vinci não resistiram à potência das irmãs norte-americanas Serena e Venus Williams, que triunfaram em sets diretos, com placar final de 6/3 e 6/1, em apenas 65 minutos de jogo.
Eliminadas na terceira rodada no ano passado, Serena e Venus têm um bom histórico juntas em Flushing Meadows, conquistando os títulos de 1999 e 2009. As irmãs norte-americanas somam já 13 conquistas de Grand Slam, mas não levantam uma taça deste porte há mais de um ano. A última conquista delas aconteceu em 2012, em Wimbledon.
Por um lugar na decisão, as Williams vão medir forças com as tchecas Andrea Hlavackova e Lucie Hradecka, quintas favoritas no torneio, que na fase anterior sofreram para vencer e precisaram virar sobre a russa Nadia Petrova e a eslovena Katarina Srebotnik, cabeças de chave número 3. No outro lado da chave, a indiana Sania Mirza e a chinesa Jie Zheng encaram as australianas Ashleigh Barty e Casey Delacqua.
As norte-americanas foram soberanas no duelo com Errani e Vinci, salvaram a única oportunidade de quebra que enfrentaram. Em contrapartida, elas pressionaram os serviços das italianas, que faturaram pouco mais da metade dos pontos disputados, tiveram cinco break-points contra e salvaram apenas um deles.

Azarenka enaltece preparação física das veteranas

Nova York (EUA) - Mais nova entre as semifinalistas do US Open, a bielorrussa Victoria Azarenka não se espanta com a longevidade de suas adversárias. Tanto a italiana Flavia Pennetta, sua próxima oponente na competição, quanto a norte-americana Serena Williams e a chinesa Na Li já passaram dos 30 e mesmo assim seguem conseguindo excelentes resultados no circuito.
"Acho que isso mostra que nosso esporte está levando a questão física a outro nível. Todas estão cuidando dos seus corpos, com atenção à nutrição, preparação física e tudo mais", comentou a número 2 do mundo, que também destaca a importância do físico para si própria. "A movimentação é importante para mim, ajuda para que eu possa jogar meu melhor tênis", discorreu.
Embora seja a única "nova" nas semifinais, Azarenka acredita que as demais atletas de sua geração já galgaram um lugar entre os principais nomes. "Já vimos Caroline (Wozniacki) e (Agnieszka) Radwanska indo muito bem. Acredito que a nova geração conseguiu o seu espaço", pontuo a bielorrussa, que apesar do comentário se mostrou não ligar muito para esse dado.
"Não tenho tempo para me preocupar com isso, pois estou focada em mim mesma", disse Azarenka. Para ela, uma das coisa mais importantes é trabalhar o físico e seguir evoluindo, principalmente depois de se lesionar recentemente tanto no joelho como no quadril, situação que abreviou sua campanha em Wimbledon.
Sobre a vitória desta quarta-feira, sobre a eslovaca Daniela Hantuchova, em sets diretos, ela destacou o bom começo de partida. "Sinto que fui bem nos momentos importantes e consegui elevar o meu nível quando precisei. Acho que isso foi a chave para a vitória. Daniela é o tipo de jogadora que não te deixa pegar ritmo, por isso você tem que tentar resolver em um ou dos golpes no começo. A partida não teve muitos ralis e por isso fica um pouco mais difícil", comentou.
Agora, o foco de Azarenka está voltado para o duelo com Pennetta e a bielorrussa quer evitar pensar na possível final com Serena, embora tenha dito acompanhar de longe a número 1 do mundo. "Quando dava eu via um pouco, mas não assisto muita TV. Além do mais, ela tem acabado suas partidas de maneira muito rápida", declarou a vice-líder do ranking.
Derrotada na última vez que encarou Pennetta, a bielorrussa levou a melhor no outro embate entre elas e agora busca desempatar o retrospecto. "Não é uma grande lembrança. Já faz um bom tempo e acredito que agora vá ser diferente", comentou sobre o encontro mais recente. Azarenka também não poupou elogios à próxima adversária.
"Flavia é uma grande pessoa, superou suas lesões e está alcançando seu melhor resultado agora. Isso é incrível. Ela é uma ótima jogadora, consegue colocar velocidade na bola e muito efeito. Vai ser um grande desafio", pontuou Azarenka, que lembrou que apesar do ranking atual da italiana ser baixo, ela já esteve no top 20.

Elenco, ataque e calendário, os trunfos do Cruzeiro "campeão" do turno e cada vez mais favorito



Gazeta Press
Cruzeiro bateu o Bahia fora de casa e garantiu o título do primeiro turno
Cruzeiro bateu o Bahia fora de casa e garantiu o título do primeiro turno
O Estadual serviu como uma espécie de laboratório para a remontagem do Cruzeiro com tudo novo: do técnico Marcelo Oliveira aos muitos reforços. Saldo positivo pela ótima campanha que só parou no rival Atlético campeão da América que vivia a melhor fase na temporada, superior até à da reta final da Libertadores.
Já na Copa do Brasil os resultados e o desempenho foram excelentes até encarar o cenário quase sempre hostil de enfrentar o Flamengo em um jogo decisivo no Maracanã cheio. Faltou maturidade para definir o confronto no Mineirão ou administrar melhor a vantagem no Rio de Janeiro.
Eliminação doída e inesperada, mas a recuperação foi rápida e consistente. Vitórias sobre Vasco e Bahia, oito gols marcados e o "título" do primeiro turno com uma rodada de antecedência. No vácuo do Botafogo irregular e sem reposição e a recuperação do Atlético-PR com Mancini só após o início na zona rebaixamento, o Cruzeiro vai sobrando. Fruto da combinação investimento/planejamento que costuma colher bons resultados.
O desenho tático e o estilo de jogo estão bem assimilados, apesar da troca de peças. No 4-2-3-1 celeste, Marcelo Oliveira mexeu em todos os setores. Diego Souza foi embora, Dagoberto se lesionou, Anselmo Ramon perdeu espaço. Só Everton Ribeiro, cada vez mais criativo e vertical, se manteve no quarteto ofensivo que segue com movimentação, rapidez e, principalmente, objetividade.
O Cruzeiro é o time que mais acerta finalizações no Brasileiro. Também precisa de menos conclusões para ir às redes: marca um gol a cada 7. Não por acaso é o ataque mais positivo, com 41. Número inédito na era dos pontos corridos em 18 rodadas. Média superior a dois por partida. O volume de jogo é forte para acuar o rival em casa e o contragolpe veloz e contundente longe do Mineirão. Sem contar a bola parada, cada vez mais eficiente.

Só os números da retaguarda precisam melhorar. Os 18 gols sofridos, média de um por jogo, não são uma catástrofe e se explicam pela proposta ofensiva. Mas na era dos pontos corridos as defesas menos vazadas costumam levar a taça para casa. Vale ficar atento.
As opções são fartas no elenco mais homogêneo do país, que combina juventude e experiência. Na lateral-direita, o treinador pode optar entre a rodagem de Ceará e o fulgor do jovem Mayke para fazer companhia a Fabio no gol, Dedé e Bruno Rodrigo na zaga e Egidio pela esquerda.
No meio, a entrada de Souza deu a qualidade que faltava à saída de bola dos volantes e o jovem Lucas Silva mantém o nível com passe certo e dois belos gols contra o Vasco. Os únicos da equipe em chutes de fora da área na competição. De volta ao clube, Henrique é outra opção de volante moderno, que marca e joga e torna o setor mais leve. Leandro Guerreiro perdeu espaço e Nílton, quando voltar de lesão, terá trabalho para reconquistar a vaga.
Julio Baptista já começa a justificar o status de grande contratação com gols. Apesar de ser mais lento, participa ativamente da dinâmica na frente partindo do centro, mais revezando com Willian pela esquerda. No triunfo sobre o Vasco, alternou com Ricardo Goulart como referência. Com o retorno de Borges, o ataque ganhou força e presença de área. A troca rápida de passes é envolvente e a mobilidade abre espaços para volantes e laterais, que se revezam no apoio com sincronismo cada vez mais apurado.
Olho Tático
Na vitória sobre o Bahia, um novo Cruzeiro: volantes Lucas Silva e Henrique mais leves, ataque que ganha peso com Borges e Julio Baptista.
Na vitória sobre o Bahia, um novo Cruzeiro: volantes Lucas Silva e Henrique mais leves, ataque que ganha força com Borges e Julio Baptista.
Marcelo Oliveira ainda conta com Martinuccio, Vinicius Araujo, Anselmo Ramon, Dagoberto, Luan, Everton, Tinga, Léo, Elber, Alisson... É possível formar dois times de respeito e mais alguns reservas viáveis.
Olho Tático
Com lesionados e reservas no mesmo 4-2-3-1, uma formação de respeito que comprova a força do elenco
Com lesionados e reservas no mesmo 4-2-3-1, uma formação de respeito que comprova a força do elenco
E a melhor notícia: quando o Brasileiro chegar à reta final, o clube terá o calendário mais folgado por não estar envolvido em Copa do Brasil ou Sul-Americana. Enquanto os concorrentes podem perder o que já possuem na conta do chá, o time mineiro terá mais tempo para recuperar o elenco mais robusto.
Fatores que apenas reforçam o Cruzeiro como o maior favorito ao terceiro título brasileiro de sua história e podem fazer de 2013 o ano do futebol de Minas Gerais no país.

Felipão entenderá porque Mano escalava a seleção sem centroavante. Com safra fraca até Walter é cotado

Fred não é um dos principais centroavantes do mundo, inclusive por conta de seu histórico de lesões. Mas é o melhor "9" brasileiro nesses tempos pós-artilheiros geniais vestindo a camisa amarela, como Reinaldo, Careca, Romário e Ronaldo. Mas o atacante do Fluminense se machuca muito e está novamente no "estaleiro".
Fred é bom, mas não o bastante para ser visto como um intocável na seleção cebeefiana. E não tem reservas que dele se aproximem. Os convocados da vez inclusive. Jô é tecnicamente bem inferior e Pato um eterno mistério, nunca se sabe se irá jogar pelo menos razoavelmente. Não é exatamente um artilheiro confiável.
Um ou dois amistosos sem Fred e com esses dois convocados talvez não representem problema para Luiz Felipe Scolari. Mas no caminho da Copa do Mundo é preocupante o risco (nada desprezível) de o titular não estar inteiro na hora da verdade, já que tem as contusões como velhas "companheiras".
Pela carência de grandes centroavantes nessa geração não muito especial, Mano Menezes treinava a seleção sem um deles. Ele tentava ampliar a liberdade de Neymar, apostando em sua elevada capacidade de finalização. Mas não deixava de convocar Fred, mantendo a opção do "9" típico.
Mais conservador, Scolari dificilmente fará algo parecido. É muito mais provável que ele aposte em jogadores medianos em se tratando de seleção, como Jô, ou vaga-lumes que nunca se sabe quando irão brilhar, como Pato. Por essas e outras, Walter, mesmo pesadão, é o preferido de tantos.

Fred sofreu nova lesão defendendo o Fluminense e não deverá mais jogar em 2013
Fred sofreu nova lesão defendendo o Fluminense e não deverá mais jogar em 2013: sem substitutos do mesmo nível

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Copa Sul-Americana



21h15 River Plate 0x0 San Lorenzo

Brasileirão Série A

19h30 Botafogo 3x1 Coritiba
21h00 São Paulo 1x2 Criciúma
21h00 Náutico 0x3 Vasco

Tenistas de cinco países jogam ITF em Curitiba

Curitiba (PR) - As brasileiras serão maioria, mas três estrangeiras aparecem como candidatas ao título da sexta e última etapa do Circuito Feminino Future de Tênis, que dará sua largada neste sábado nas quadras de saibro do tradicional Graciosa Country Club.

As paulistas Eduarda Piai e Nathalia Rossi e a carioca Ana Clara Duarte dividem a condição de cabeças de chave com a chilena Ivania Martinich, a norte-americana Casey Rosinson e a italiana Lara Rafful. Também está inscrita a argentina Aldana Ciccarelli.

Muitos nomes da nova geração do tênis brasileiro buscarão experiência e importantes pontos, como as juvenis Carolina Meligeni Alves e Júlia Albuquerque. "Estes torneios de base contam pontos para o ranking mundial e são o primeiro passo para que o tênis feminino brasileiro evolua", diz o ex-profissional e diretor do torneio Otávio Della.

Nas cinco outras etapas do Circuito, três títulos ficaram com jogadoras nacionais. Bia Haddad Maia ganhou em Ribeirão Preto, Roxane Vaisemberg foi campeã no clube Paulistano e Gabriela Cé ergueu o troféu em Santos e foi vice na Hebraica. Além disso, Laura Pigossi chegou à final de São José dos Campos.

O Circuito Feminino Future de Tênis tem patrocínio do Itaú, Novelis e Correios, com apoio da Lei de Incentivo ao Esporte, através do Governo Federal. A realização é do Núcleo de Desenvolvimento do Esporte e da Cultura.

Líder Cruzeiro derrota o Bahia e garante o título simbólico do primeiro turno

Gazeta Press
Cruzeiro bateu o Bahia fora de casa e garantiu o título do primeiro turno
Cruzeiro bateu o Bahia fora de casa e garantiu o 'título' do primeiro turno
O Cruzeiro vai conseguindo disparar na liderança do Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, a equipe mineira visitou o Bahia em Salvador e conquistou um grande triunfo por 3 a 1, em duelo válido pela 18ª rodada da competição nacional. Com o resultado positivo fora de casa, o time de Marcelo Oliveira chega aos 37 pontos e já garante o título simbólico do primeiro turno, faltando ainda uma rodada para o término da primeira metade do Brasileiro.
Para garantir a conquista, o Cruzeiro não precisou de muito. O time mineiro abriu o placar aos 25 minutos do primeiro tempo, com Borges, de cabeça. Ainda na etapa inicial, Everton Ribeiro fez mais um belo gol e aumentou a vantagem celeste. Já na volta do intervalo, Fahel descontou para o Bahia, mas foi pouco para evitar a derrota. Nos acréscimos, Júlio Baptista deu números finais ao jogo.
Com a vitória, o Cruzeiro permanece na liderança, com 37 pontos, quatro a mais do que o Atlético-PR, segundo colocado. O Bahia, por sua vez, após um bom início, fica longe do topo, apenas na 9ª colocação, com 23 pontos somados.
Na próxima rodada, para seguir aumentando sua vantagem na liderança, o Cruzeiro recebe o Flamengo, neste domingo, às 16 horas (de Brasília), no Estádio do Mineirão. O Bahia, por sua vez, busca a recuperação no sábado, contra o ameaçado Fluminense, no Maracanã.
O jogo
Com a chance de garantir o título do primeiro turno antecipadamente, o Cruzeiro não começou bem. Ainda em marcha lenta, o time celeste teve dificuldades para ganhar as jogadas no meio de campo logo nos minutos iniciais e viu o Bahia assustar com as rápidas descidas pelas laterais, principalmente, no lado direito do ataque tricolor.
Aos 18 minutos, as falhas na marcação do time mineiro ficaram evidentes. Após cruzamento na área celeste, a defesa não conseguiu afastar e permitiu com que o lateral Madson surgisse com liberdade na segunda trave. O garoto baiano, no entanto, não mostrou tranquilidade, bateu errado na bola e perdeu a melhor chance do time da casa.
O susto serviu para o líder mostrar o motivo pelo qual é considerado um dos favoritos ao título do Campeonato Brasileiro. Marcelo Oliveira pediu para sua equipe adiantar a marcação, pressionar o Bahia já no campo de ataque a a mudança não demorou a dar resultado. Aos 25, Júlio Baptista aproveitou o cruzamento na trave e carimbou a trave.
Após uma ‘blitz' cruzeirense no ataque, Willian ficou com a bola no bico da área, pelo lado esquerdo do ataque, cruzou com efeito, na medida para o Borges. O atacante se antecipou aos zagueiros, mergulhou de cabeça e não deu chances ao goleiro Marcelo Lomba. Era o primeiro do líder, que precisaria de pouco para garantir os três pontos.
Sem conseguir assustar o time visitante, o Bahia pouco conseguia produzir e viu, no final do primeiro tempo, Everton Ribeiro marcar mais um golaço neste Campeonato Brasileiro. Aos 40 minutos, o meia recebeu na área, dominou no peito, driblou dois marcadores e bateu no ângulo com a aperna canhota. A vitória estava cada vez mais próxima.
No segundo tempo, com a boa vantagem construída, o Cruzeiro pouco precisou fazer. Sem manter o mesmo ritmo no ataque, o time mineiro se preocupou com a marcação. O time da casa, por sua vez, tinha dificuldades na armação, faltava criatividade com a bola no chão, e precisou da bola aérea para diminuir o placar.
Aos 23 minutos, quando o jogo parecia definido, o Bahia conseguiu chegar pelo lado esquerdo e cruzar mais uma bola na área. Desta vez, Fahel mostrou oportunismo, saiu livre de marcação e apenas escorou para o gol, sem dar chances ao goleiro Fábio. O Bahia ainda alimentava esperança de conseguir o empate, mas era preciso melhorar.
O gol animou a torcida tricolor, mas a realidade dentro de campo era cruel. O time baiano ainda não conseguia criar e faltava qualidade para chegar ao gol adversário. Sem manter o mesmo ritmo, o Cruzeiro se segurou e garantiu a vitória aos 45 minutos do segundo tempo. Júlio Baptista aproveitou o rebote na área e deu números finais a partida, para selar o título simbólico do primeiro turno do Campeonato Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 X 3 CRUZEIRO
Local: Estádio Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 04 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Assistentes: Luís Carlos Câmara Bezerra (RN) e Pedro Santos de Araújo (AL)
Cartões Amarelos: Ceará (CRUZEIRO), Demerson, e Talisca (BAHIA)
Gols: CRUZEIRO: Borges, aos 25, e Everton Ribeiro, aos 40 minutos do primeiro tempo; Júlio Baptista, aos 45 minutos do segundo tempo
BAHIA: Fahel, aos 23 minutos do segundo tempo
BAHIA: Marcelo Lomba; Lucas Fonseca, Titi e Demerson; Madson (William Barbio), Hélder (Feijão), Fahel Marquinhos Gabriel (Anderson Talisca) e Raul; Wallyson e Fernandão
Técnico: Cristóvão Borges
CRUZEIRO: Fabio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio (Mayke); Lucas Silva, Henrique, Everton Ribeiro e Júlio Baptista; Will

Inter encerra jejum, vence com gol de D'Alessandro e acaba com sequência invicta do Corinthians

Gazeta Press
D'Alessandro comemora depois de abrir o placar para o Internacional
D'Alessandro comemora depois de abrir o placar para o Internacional
Depois de 42 dias, o Internacional voltou a vencer no Campeonato Brasileiro. Nesta quarta-feira, a equipe recebeu o Corinthians no Estádio do Vale, em Novo Hamburgo, e triunfou por 1 a 0, pela 18ª rodada do Nacional. D'Alessandro, de falta, marcou o único gol da partida aos dez minutos do segundo tempo.

O último triunfo do time colorado havia sido em 24 de julho, quando batera o São Paulo no Morumbi. Desde então, sofreu uma derrota e vinha de seis empates seguidos. Aliás, os gaúchos são a equipe que mais empatou na Série A: nove vezes. O Corinthians vem logo atrás com oito, ao lado do Goiás. Dessa forma, o duelo colocou frente a frente os reis das igualdades.
Se acabou com o jejum do time colorado, o resultado também encerrou a invencibilidade corintiana na Série A. Eram dez jogos sem saber o que era derrota - cinco vitórias e cinco empates. O último revés tinha sido em 14 de julho, diante do Atlético-MG, por 1 a 0, em casa.
Com o resultado, o Inter chega a 27 pontos, ainda um pouco distante do G-4. O Corinthians, por sua vez, estaciona nos 29, é o quinto colocado e não consegue entrar na zona de classificação à Libertadores.
A partida ainda ficou marcada por um lance inusitado. Aos 23 minutos da primeira etapa, Cássio se chocou fortemente em uma disputa pelo alto com Leandro Damião e ficou caído no gramado. Fabrício, na sequência, emendou um chute para o alvo vazio e marcou. A principio, o árbitro sinalizou o gol, mas, assim que viu o goleiro no chão, paralisou a partida e não validou o lance.
Os jogadores do Inter protestaram com a marcação, assim como o técnico Dunga. Tite também não ficou parado e saiu correndo assim que Fabrício mandou a bola na rede, já inconformado com uma possível confirmação do gol. Por conta disso, acabou expulso. A partida logo recomeçou, mas Cássio, que tentou voltar, não suportou a lesão e foi substituído por Danilo Fernandes.
O duelo desta quarta poderia ter marcado dois reencontros, mas nenhum deles ocorreu. Alexandre Pato, revelado pelo Inter, tinha a oportunidade de enfrentar sua ex-equipe pela primeira vez, mas foi desfalque por estar servindo à seleção brasileira. Já os corintianos não puderam rever Jorge Henrique, que deixou o clube de Parque São Jorge por problemas extracampo nesta temporada, pois o meia-atacante estava suspenso.
Os gaúchos ainda sofreram com a ausência de Forlán, chamado pela seleção uruguaia. A equipe visitante, por sua vez, também não contou com o peruano Guerrero, que também foi defender o seu país.
Pela próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Internacional visitará a Ponte Preta no Moisés Lucarelli, no sábado, às 18h30 (de Brasília). Um dia depois, o Corinthians receberá o lanterna Náutico no Pacaembu, às 16h.
O jogo
Embalado com a goleada sobre o Flamengo por 4 a 0, o time visitante tomou a iniciativa nos primeiros minutos. Emerson perdeu grande chance logo aos dois minutos de bola rolando ao partir com liberdade e mandar para fora do alvo. Porém, logo os gaúchos equilibraram e passaram a levar mais perigo.
Em meio a um jogo acelerado, mas de poucas oportunidades, a etapa inicial ficaria marcada pelo lance polêmico, envolvendo a lesão de Cássio e a anulação do gol. Passado o nervosismo com o episódio, a equipe colorada se mostrou melhor e passou a atacar mais. D'Alessandro, em chute rasteiro, exigiu defesa do arqueiro aos 37 minutos.
O Corinthians respondeu e voltou a equilibrar o confronto. Porém, sem um centroavante, mostrava dificuldade na conclusão e para segurar a bola no setor ofensivo. Assim, o empate sem gols persistiu até o fim do primeiro tempo.
Na volta do intervalo, o Inter seguiu mais ofensivo, mas sem criar oportunidades. Em meio a este cenário, os mandantes abriram o placar em uma bola parada. Aos dez minutos, D'Alessandro cobrou falta da direita em direção ao alvo, a bola desviou em Romarinho e entrou no ângulo esquerdo da meta de Danilo Fernandes.
Em desvantagem, a equipe alvinegra procurou adotar uma postura mais ofensiva, mas mostrava muitos problemas de criatividade e não oferecia perigo ao gol defendido por Alisson.
Com o passar do tempo, o jogo seguia pouco agitado e sem oportunidades claras. Dessa forma, os mandantes não tiveram problemas para seguirem à frente até o apito final e voltarem a comemorar uma vitória no Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
INTERNACIONAL 1 X 0 CORINTHIANS
Local: Estádio do Vale, em Novo Hamburgo (RS)
Data: 4 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC)
Assistentes: Carlos Berkenbrock (SC) e Adson Márcio Lopes Leal (BA)
Cartões amarelos: Scocco e D'Alessandro (Internacional); Douglas e Emerson (Corinthians)
Gol: D'Alessandro, aos dez minutos do segundo tempo
INTERNACIONAL: Alisson; Gabriel, Índio, Juan e Fabrício; Ygor, Willians, D'Alessandro e Scocco (Josimar); Otávio (Caio) e Leandro Damião (Alex)
Técnico: Dunga
CORINTHIANS: Cássio (Danilo Fernandes); Edenílson, Gil, Paulo André e Fábio Santos (Alessandro); Ralf e Ibson (Igor); Danilo, Douglas e Romarinho; Emerson
Técnico: Tite

Hernane faz dois e Fla bate o Vitória no Maracanã

Fla Imagem
Hernane toca por cima de Wilson para abrir o placar para o Flamengo diante do Vitória no Maracanã
Hernane toca por cima de Wilson para abrir o placar para o Flamengo diante do Vitória no Maracanã
Bastaram dois toques apenas. Um de pé esquerdo e outro de cabeça. Típicos de Hernane. Com a eficácia do Brocador no Maracanã, o Flamengo voltou a triunfar no Campeonato Brasileiro e bateu o Vitória por 2 a 1. Com os gols do camisa 9, os rubro-negros cariocas chegaram aos 22 pontos e subiram três posições na tabela. Agora, estão no 12o lugar. Já os baianos, que tiveram a estreia do técnico Ney Franco, estacionaram com os mesmos 22 pontos. 
Apesar do mistério, Mano escalou em campo o time que acenara no dia anterior, no Ninho do Urubu. Três zagueiros em linha, algo que o próprio técnico prometera não fazer. A solução encontrada para melhorar a força ofensiva de um time que precisava voltar a vencer foi liberar Léo Moura e André Santos como alas. Deu certo.
Com maior volume de jogo, os rubro-negros cariocas pressionaram os baianos desde o início do primeiro tempo, principalmente pelo lado direito. Com o meio-de-campo congestionado, não faltaram avanços de Léo Moura e Rafinha pelo lado direito. Juan, ex-lateral do Fla, teve problemas.
Após um bom chute de Hernane com poucos minutos de jogo, o Vitória deu as caras em um contra-ataque rápido, puxado por Maxi Biancucchi. Veloz, o primo de Messi lançou Alemão e recebeu de volta. Em linha, os três zagueiros do Flamengo se atrapalharam e o argentino bateu cruzado, para fora.
A insistência do Flamengo pelo lado direito dava mais sustos. Elias fez a ultrapassagem aos 15 minutos, recebeu de Rafinha e bateu forte, em cima de Wilson. Os poucos torcedores na arquibancada se animaram. E tinham razão.
Mais bem postado, o time de Mano Menezes continuava a chegar ao ataque. Mas faltava apenas um toque. E ele veio aos 22 minutos. Após boa tabela entre Gabriel e Elias, o camisa 8 deu passe açucarado para Hernane, na grande área. Na saída de Wilson, o Brocador venceu Wilson ao seu estilo: um toque só, por cima do goleiro. Festa na arquibancada. Flamengo 1 a 0.
Com a vantagem no placar, os cariocas tiraram o pé do freio e tentaram controlar o jogo. Apenas tentaram. Com rápidas saídas pelas laterais e o cisca-cisca de Maxi na frente, o Vitória passou a ter mais posse de bola. Mas faltava ao time baiano apenas um toque. E o Flamengo mostrou, aos 43 minutos, ter esse toque. Gabriel cobrou escanteio no capricho e Hernane beijou a bola de novo uma única vez, com a cabeça. Bola ao chão e em seguida no ângulo esquerdo de Wilson. 2 a 0 no placar.
Na volta para o intervalo, Mano foi obrigado a mexer no sistema tático por conta de uma fisgada na coxa direita sentida por Chicão. Diego Silva entrou no meio de campo, Samir voltou para a zaga e André Santos foi para a lateral esquerda. O Flamengo aumentou ainda mais a pressão pelo lado direito.
Recuperado de lesão, Léo Moura mostrou a recuperação com piques à linha de fundo. Rafinha, de novo, era bola alternativa. Mas as bolas cruzadas na área acabavam em vão. Sem alternativas, o estreante da noite, o técnico Ney Franco, sacou Luis Alberto, um volante, para a entrada de Marquinhos, um meia-atacante. Foi pouco.
Ainda com mais volume de jogo, o Flamengo avançava com facilidade diante do espaço no meio de campo. Em uma delas, Elias chegou até a meia-lua, tocou para Gabriel pela esquerda, que bateu em cima de Wilson.
Aos 28 minutos, já com uma chuva mais forte sobre o gramado, o Vitória teve sua chance mais clara no segundo tempo. Tabela entre Dinei e Maxi Biancucchi em chute do argentino que parou nas mãos de Felipe. Era pouco. Com a cortina de água mais intensa no Maracanã, Mano sacou Rafinha e Gabriel para as entradas de Paulinho e Bruninho. O time ganhou em velocidade, mas o campo, pesado, impediu o andamento. Aos 46 minutos, em bate-rebate na área, a bola sobrou para Juan, que fuzilou o gol de Felipe. Mas não deu nem para assustar a arquibancada do Maracanã. Os dois toques de Hernane foram suficientes. Enfim, o Flamengo voltou a vencer no Brasileiro.
FICHA TÉCNICA:
FLAMENGO 2X1 VITÓRIA
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 4 de setembro de 2013
Horário: 19h30
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Assistentes: Marrubson Melo Freitas (DF) e Marco Antônio de Mello Moreira (GO)
Cartões amarelos: Maxi Biancucchi e Victor Ramos (VIT) e André Santos e Hernane (FLA)
Gols: Hernane (FLA), aos 22 minutos e aos 43 minutos do primeiro tempo e Juan (VIT), aos 46 minutos do segundo tempo.
Público e renda: 10.312 pagantes/ 12.616 presentes/ R$: 413.625,00
1.236 - cadeiras cativas / 950 gratuidades
FLAMENGO: Felipe; Wallace, Chicão (Diego Silva) e Samir; Léo Moura, Luiz Antonio, Elias, Gabriel (Bruninho) e André Santos; Rafinha (Paulinho) e Hernane
Técnico: Mano Menezes
VITÓRIA: Wilson, Ayrton, Victor Ramos, Fabrício e Juan; Michel, Cáceres, Luís Alberto (Marquinhos) e Renato Cajá (Leilson); Maxi Biancucchi e Alemão (Dinei)
Técnico: Ney Franco

Atlético-PR bate Santos, se firma no G4 e sonha com título do primeiro turno

Gazeta Press
Jogadores do Atlético-PR comemoram o gol marcado por Marcelo no início da partida
Jogadores do Atlético-PR comemoram o gol marcado por Marcelo no início da partida
Quanto tempo até o Atlético-PR flertar com a liderança do Cruzeiro no Brasileiro? A pergunta ainda pode soar precipitada, mas a ameaça se torna cada vez mais real rodada após rodada.
O time, que ressurgiu no campeonato com a chegada de Vagner Mancini, conquistou mais três pontos nesta quarta-feira, em resultado construído ainda no primeiro tempo. Dono da partida, venceu o Santos por 2 a 1 diante de seus torcedores, na Vila Capanema, chegou à marca de 11 jogos invictos e assumiu a segunda colocação na tabela, com 33 pontos.
Atlético-PR 1x0 Santos
Atlético-PR 1x0 Santos
Os gols foram marcados por Marcelo deixando o veterano Léo no chão e soltando bomba sem chances para Aranha e Marco Antônio completando rebote de dentro da área, ambos na etapa inicial. O lateral-esquerdo santista Emerson descontou no segundo tempo.
Atlético-PR 2x0 Santos
Atlético-PR 2x0 Santos
O Peixe até conseguia chegar bem ao ataque, mas encontrava dificuldade para furar a marcação atleticana na entrada da área. Mais incisivo, os anfitriões subiam em disparada com a bola nos pés e confundiam a marcação com intensa movimentação. Acomodados no fim da partida, relaxaram em campo, tomaram sufoco e escaparam por pouco do empate.
Atlético-PR 2x1 Santos
Atlético-PR 2x1 Santos
Agora são quatro vitórias seguidas e uma perspectiva de crescimento ainda maior na competição nas próximas semanas. Dos sete adversários que a equipe rubro-negra irá enfrentar até o fim de setembro, seis ocupam a segunda metade da tábua de classificação.
O Santos, que vinha em reconstrução desde a humilhante goleada de 8 a 0 para o Barcelona, não contou hoje com o chileno Mena, o argentino Montillo e a revelação Gabigol e sofre a sua primeira reviravolta no período. Nos últimos sete jogos, o alvinegro praiano havia sofrido apenas dois gols, com a segunda defesa menos vazada do Brasileiro. O time segue na 11º lugar, com 22 pontos, e pode perder algumas posições até o fim da rodada - ainda tem duas partidas a menos que os concorrentes diretos. 
O treinador Claudinei Oliveira tentou se proteger dos ataques em velocidade dos donos da casa com a entrada de Alison na vaga de Renê Júnior, porém, viu a substituição não fazer efeito contra uma equipe que teve os retornos importantes de Manoel e Paulo Baier.
Na próxima rodada, o Atlético-PR viaja até o Rio de Janeiro para enfrentar o Vasco em São Januário, no domingo. Um dia antes, o Santos recebe o Goiás na Vila Belmiro.
FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-PR 2 X 1 SANTOS
Local: Estádio Durival de Britto, em Curitiba (PR)
Data: 4 de setembro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Assistentes: Thiago Gomes Brigido (CE) e José Javel Silveira (RS)
Cartões amarelos: Marcelo e Felipe (Atlético-PR)
Gols: ATLÉTICO-PR: Marcelo, aos 05 minutos e Marco Antônio, aos 37 minutos do primeiro tempo
SANTOS: Emerson, aos 41 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-PR: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Willian Rocha (Deivid); João Paulo, Zezinho, Marco Antônio (Felipe) e Paulo Baier; Marcelo (Dellatorre) e Ederson
Técnico: Vagner Mancini
SANTOS: Aranha; Cicinho, Edu Dracena, Durval e Léo (Emerson); Alison, Alan Santos (Pedro Castro), Cícero e Leandrinho (Giva); Everton Costa e Thiago Ribeiro
Técnico: Claudinei Oliveira

Gilberto brilha de novo, Portuguesa vence mais uma e afunda Ponte Preta

Gazeta Press
Depois de retorno frustrado ao Inter, Gilberto vira destaque no Canindé
Depois de retorno frustrado ao Inter, Gilberto vira destaque no Canindé
Dessa vez não teve começo relâmpago, três gols em seis minutos, mas, na briga contra a degola, a Portuguesa fez a sua parte nesta quarta-feira, no Canindé, levou a melhor sobre a Ponte Preta e venceu por 2 a 1. O jogo marcou o reencontro entre o time campineiro e o técnico Guto Ferreira, que, até a quarta rodada do campeonato, ainda ocupava o seu banco de reservas.
Os gols da Lusa foram marcados pelo atacante Gilberto, cobrando pênalti, aos 40 do primeiro tempo, e pegando o rebote na volta do intervalo, aos três. Ele já havia outras duas vezes na vitória de 4 a 2 sobre o Bahia na rodada anterior. Adrianinho descontou nos acréscimos para a Ponte.
Foi a quinta derrota seguida da equipe agora comanda pelo tetracampeão mundial Jorginho, ex-Flamengo.
Com o resultado, a equipe ultrapassa o São Paulo, alcança os 19 pontos na tabela e fica a um de escapar da zona de rebaixamento. A Macaca permanece com 15, na frente apenas do lanterninha Náutico.
Na próxima rodada, a Portuguesa tem uma parada difícil e viaja para enfrentar o Grêmio na Arena, no sábado. A Ponte enfrenta outro gaúcho no mesmo dia e recebe o Inter no estádio Moisés Lucarelli.
O jogo - Sem conseguir impor o ritmo arrasador da vitória contra o Bahia no último final de semana, quando abriu 3 a 0 rapidamente, a Lusa só conseguiu chegar com perigo aos 19 minutos. Souza, o melhor do primeiro tempo, entortou a marcação pela esquerda e acertou linda enfiada para Diogo.
Aos 35, o jogo ficou quente no Canindé quando o ex-são-paulino provocou Chiquinho, que acertou o meia rubro-verde fora do lance para receber cartão amarelo. Na sequência, o meia revidou em falta dura e também foi punido pelo árbitro Leandro Bizzio Marinho.
Cinco minutos depois, o juiz teve trabalho novamente. Gilberto tabelou com o volante Bruninho pela esquerda e tocou para Diogo no bico da área. Fernando Bob chegou atrasado e, de carrinho, cometeu pênalti. O atacante que pertence ao Inter foi para a cobrança e, com muita categoria, abriu o placar no Canindé.
A Ponte chegou a incomodar antes do intervalo em chute de fora da área de Chiquinho, mas a Portuguesa deu um banho de água fria na reação campineira logo aos três minutos da etapa complementar. Diogo aproveitou vacilo da defesa e bateu cruzado. A zaga ponte- pretana afastou mal novamente e Gilberto apareceu livre para marcar o segundo dele no jogo e o sexto na Série A.
Os visitantes sentiram o golpe e seguiam reféns dos cruzamentos do lateral-esquerdo Uendel para o centroavante William, que jogava no sacrifício por lesão na coxa esquerda. Enquanto Jorginho tentava arrumar o time alvinegro, Guto Ferreira só pôde lamentar quando Roberto fez duas excelentes defesas em chutes à queima-roupa de Bruninho e Gilberto aos 12 e aos 14 minutos, respectivamente.
A primeira grande chance da Macaca aconteceu aos 27 minutos, quando Adrianinho, que entrou na vaga de Fernando, descolou lindo passe para William na ponta esquerda. O centroavante se livrou de Moisés com estilo na linha de fundo e bateu firme para ótima defesa de Lauro.
Sem pressa, a Lusa passou a administrar a posse de bola e esperou tranquila o apito final para comemorar a segunda vitória seguida no Brasileirão. Nos segundos finais do confronto, o experiente Adrianinho cobrou falta com perfeição e ainda anotou um golaço.
FICHA TÉCNICA
PORTUGUESA 2 X 1 PONTE PRETA
Local: Estádio Canindé, em São Paulo (SP)
Data: 4 de setembro de 2013, quarta-feira
Horário: 21h (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho (SP)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis e Alex Alexandrino (ambos de SP)
Cartões Amarelos: Souza (Portuguesa); Fernando Bob, Adrianinho e Chiquinho (Ponte Preta)
Gols: PORTUGUESA: Gilberto, aos 40 minutos do primeiro tempo e ao 3 minutos do segundo tempo
PONTE PRETA: Adrianinho, aos 46 minutos do segundo tempo
PORTUGUESA: Lauro; Luís Ricardo, Moisés Moura, Valdomiro e Rogério; Bruninho (Correa), Bruno Henrique , Moisés e Souza (Jean Mota); Gilberto (Bergson) e Diogo
Técnico: Guto Ferreira
PONTE PRETA: Roberto, Régis, Betão, Diego Sacoman e Uendel; Baraka, Fernando Bob (Magal), Fernando (Adrianinho) e Rafinha (Dennis); Chiquinho e William
Técnico: Jorginho

Ronaldinho faz dois de falta, Atlético-MG busca empate e deixa Fluminense perto da degola

Photocamera
Atlético-MG, de Ronaldinho Gaúcho, e Fluminense, de Edinho, empataram nesta quarta-feira, no Independência
Atlético-MG, de Ronaldinho Gaúcho, e Fluminense, de Edinho, empataram nesta quarta-feira, no Independência
A genialidade de um craque fez a diferença em um duelo equilibrado entre dois times que tentam sair da parte de baixo da tabela. Ronaldinho Gaúcho fez dois golaços de falta, e o Atlético-MG buscou o empate com o Fluminense, por 2 a 2, nesta quarta-feira à noite, no estádio Independência, em Belo Horizonte. O resultado deixou o Tricolor, que marcou com Wagner e Rhayner, ainda mais perto da zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
Mesmo jogando fora de casa, o Fluminense demonstrou ímpeto ofensivo e foi levemente superior aos mineiros. O meia wagner abriu o placar para os visitantes aos 13 minutos, mas Ronaldinho empatou em cobrança de falta perfeita aos 47 minutos, ainda no primeiro tempo. Após o intervalo, o meia Rhayner fez um belo gol por cobertura, aos 27 minutos, e colocou o time carioca novamente à frente. Porém, o mesmo Rhayner foi expulso dois minutos depois. Com isso, o Atlético-MG foi para cima e Ronaldinho, novamente de falta, acertou o ângulo aos 37 minutos e igualou o marcador. 
Com o empate, o Atlético-MG agora soma 21 pontos e está na 13ª colocação após 18 rodada disputadas. Já o Fluminense está na 16ª posição com 19 pontos, mesma pontuação da Portuguesa, que está em 17º lugar e é a primeira equipe dentro da zona do rebaixamento. O Flu leva vantagem apenas no número de gols marcados: 24 a 21. O Tricolor, porém, pode ser ultrapassado e entrar na degola nesta quinta, quando o São Paulo, que tem 18 pntos, joga contra o Cricipuma no Morumbi.
No próximo sábado, o Atlético-MG visita o Vitória, no Barradão, enquanto o Fluminense recebe o Bahia, no Maracanã.

O jogo - O equilíbrio de forças marcou o início do duelo entre Atlético-MG e Fluminense no Independência. Enquanto o Galo procurou explorar as bolas paradas com Ronaldinho Gaúcho e a troca constante de posições entre os jogadores do ataque, o Tricolor tentou agredir os alvinegros usando, principalmente as laterais do campo.

A forte marcação de ambos os lado prevaleceu em boa parte etapa inicial, resultando em poucas chances efetivas de gol. Em uma das chegadas do Fluminense, Rafinha foi à linha de fundo e cruzou para área, Luan tentou cortar e errou bisonhamente, deixando Wagner livre para fuzilar o goleiro Victor, abrindo o placar no horto, no primeiro lance de perigo dos cariocas.

O gol do Fluminense obrigou os atleticanos a atacar em busca do empate. Aos poucos, o Galo foi intensificando a pressão, mas os mineiros encontraram dificuldades para transpor a linha de marcadores dos visitantes, que passaram a atuar nos contra-ataques e explorando os erros do Atlético-MG, que foram vários durante toda a partida.

A principal falha alvinegra foi sem dúvida a troca de passes, que não funcionou bem, com o time de Vanderlei Luxemburgo recuperando a bola com relativa facilidade. Com isso, os cariocas passaram a ditar o ritmo da partida, que foi lento do lado Tricolor, irritando o torcedor atleticano nas cadeiras do Independência.

Como o Galo não conseguiu chegar tocando a bola, coube ao craque Ronaldinho brilhar com um momento de genialidade. Aos 47, o craque cobrou falta com maestria, sem chances para Diego Cavalieri, empatando o marcador no Horto. A igualdade, mesmo sem jogar bem deu moral para o Atlético-MG voltar mais ligado para a etapa final.

Apoiado pela torcida, o Atlético-MG passou a perseguir a virada com mais afinco, mas ainda errando muito passes. Gesticulando bastante, o técnico Cuca procurou orientar os comandados, pedindo bola no chão e maior aproximação dos companheiros. Acuado no campo defensivo, o Fluminense priorizou a marcação e os contra-ataques nos 45 minutos finais.

Aos 27, a jogada rápida do Fluminense funcionou, e Rhayner arrancou em velocidade ganhando dos zagueiros do Galo e tocando por cobertura na saída de Victor, anotando um belo gol no Horto para recolocar o Tricolor em vantagem. Dois minutos depois, Rhayner fez falta em Neto Berola e recebeu o segundo amarelo, sendo expulso do jogo.
Com um jogador a mais em campo, o Atlético-MG se lançou a frente em busca da igualdade. Aos 37, Ronaldinho voltou a brilhar em mais uma cobrança de falta perfeita, empatando o jogo em Belo Horizonte. Os minutos finais foram de pressão total do Galo, que não conseguiu chegar ao gol da virada.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 2 X 2 FLUMINENSE


Local: Estádio Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data: 04 de setembro de 2013 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Assistentes: Altemir Hausmann (RS) e Anderson José Moraes Coelho (SP)
Cartões amarelos: (Atlético-MG) Luan, Rosinei, Pierre, Réver (Fluminense) Rafinha, Rhayner, Marcos Júnior
Cartão vermelho: (Fluminense) Rhayner
Gols: ATLÉTICO-MG: Ronaldinho, aos 47 minutos do primeiro tempo e aos 37 minutos do segundo tempo
FLUMINENSE: Wagner, aos 13 minutos do primeiro tempo; Rhayner, aos 27 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-MG: Victor; Michel (Rosinei), Réver, Leonardo Silva e Richarlyson (Emerson); Pierre, Luan, Guilherme (Neto Berola) e Ronaldinho; Fernandinho e Tardelli
Técnico: Cuca

FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Willian, Rafinha (Marcos Júnior) e Wagner (Felipe); Rhayner e Rafael Sobis (Samuel)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Zé Roberto convoca jogadoras para o Campeonato Sul-americano

Nesta quarta-feira, o técnico José Roberto Guimarães anunciou a convocação da seleção brasileira feminina de vôlei para a disputa do Campeonato Sul-americano. Foram chamadas 14 jogadoras para participarem da competição, que será realizada entre os dias 16 e 22 de outubro, no Peru.
Em relação ao grupo que conquistou o título do Grand Prix, algumas novidades foram anunciadas: a levantadora Fabíola e a ponteira Natália retornam ao elenco.
As levantadoras Dani Lins e Fabíola, as opostos Sheilla e Monique, as ponteiras Fernanda Garay, Natália, Michelle e Gabi, as centrais Thaísa, Fabiana, Juciely e Adenízia e as líberos Fabi e Camila Brait foram chamadas. As atletas se apresentam nesta quinta-feira, na cidade de Campinas (SP).
O Campeonato Sul-americano chega à sua 29ª edição. O mais recente foi disputado em 2011, em Lima (PER), e o Brasil ficou com o troféu. Em 28 participações, a seleção brasileira já levou a medalha de ouro por 17 vezes e terminou com a prata em outras 11 ocasiões. Em 1964 foi a única vez que o Brasil não disputou o torneio.

Azarenka vence e será a 'caçula' das semifinais

Nova York (EUA) - Victoria Azarenka confirmou o favoritismo e está na semifinal do US Open pelo segundo ano consecutivo. A bielorrussa derrotou a eslovaca Daniela Hantuchova com parciais de 6/2 e 6/3 e agora enfrenta a italiana Flavia Pennetta. Do outro lado da chave, a atual campeã Serena Williams encara a chinesa Na Li.
Com 24 anos, Azarenka é a mais nova das semifinalistas do US Open. Serena, Li e Pennetta já passaram dos 30 anos. A número 2 do mundo tem o Australian Open como seu melhor Slam, onde é a atual bicampeã.
Esta é a sétima semifinal de Slam de Azarenka, que foi campeã em Cincinnati antes do US Open. Ela esteve na penúltima fase em seis dos últimos oito Slam. A bielorrussa jamais conquistou o título profissional de simples, apesar de ter ficado com o vice em 2012, mas foi campeã em Nova York no torneio juvenil em 2005 e nas duplas mistas em 2007.
Azarenka desempatou o confronto direto com Hantuchova para 3 a 2 com a vitória desta quarta-feira. A bielorrussa sofreu a primeira quebra da partida, mas logo se recuperou. Sua consistência do fundo de quadra foi suficiente para superar a veterana eslovaca, que até sacou bem, mas cometeu muitos erros não-forçados.
Hantuchova disputou as quartas do US Open pela primeira vez desde 2002 e se recuperou das cinco derrotas em estreia que havia sofrido nos últimos Slam que jogou. O desafio contra Pennetta deve ser maior para Azarenka, que também tem o confronto direto empatado com a italiana, por 1 a 1. Ainda por cima, Pennetta ainda não cedeu sets na campanha.

Criciúma goleia o Corinthians na estreia da Copa do Brasil Sub-20

Na estreia na Copa do Brasil sub-20, Criciúma goleia o Corinthians no Heriberto Hulse
O Criciúma estreou muito bem na Copa do Brasil Sub-20 na tarde desta quarta-feira. No estádio Heriberto Hulse, o time catarinense goleou o Corinthians por 4 a 1, na partida de ida pela primeira fase da competição.
O clube alvinegro saiu na frente com Lucas Douglas, logo aos 10 minutos de jogo, mas o Criciúma conseguiu a virada e abriu larga vantagem no placar com os gols de Fernando, Crispim, Vitor Michels e Edy.
Com esse resultado, a decisão na vaga das oitavas de final da competição será decidida no jogo de volta, na próxima segunda-feira, às 16 horas, no estádio Décio Vita, em Americana (SP).
O time catarinense pode perder por até dois gols de diferença que ainda garante a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil Sub-20.

Na abertura, São Paulo e Paraná não saem do zero; filho de Bebeto dá vitória ao Flamengo

Veja os lances da partida
O primeiro jogo da Copa do Brasil Sub-20 terminou no placar "mais sem graça" do futebol. Nesta terça-feira, Paraná Clube e São Paulo ficaram no 0 a 0, em Curitiba, na partida válida pela primeira fase da competição.
O jogo de volta está marcado para a quarta-feira (dia 11), às 16h, no estádio Marcelo Portugal Gouvêa, no CFA Laudo Natel.
Com o resultado da primeira partida, o time paulista precisa de uma vitória simples para avançar às oitavas de final da Copa do Brasil sub-20. Um empate com gols classifica o Paraná, enquanto outra igualdade por 0 a 0 leva a disputa para os pênaltis.
Flamengo vence Portuguesa
O Flamengo começou a Copa do Brasil sub-20 com o pé direito. A equipe carioca visitou a Portuguesa, no estádio do Canindé, e venceu por 1 a 0. O gol foi marcado pelo filho de um ex-craque.
Mattheus, filho do tetracampeão Bebeto, aproveitou rebote da zaga e deu um tapa para marcar o único da partida ainda aos 16 da etapa inicial. 
Para a volta, que acontece na quarta-feira da semana que vem, no estádio Cláudio Moacyr, em Macaé, o Flamengo pode empatar que garante a vaga na próxima fase. 
Veja todos os resultados desta terça-feira na Copa do Brasil Sub-20:
Paraná 0 x 0 Sâo Paulo
Portuguesa 0 x 1 Flamengo
Goiás 0 x 2 Atlético-MG (Atlético-MG classificado por vencer por dois ou mais gols fora de casa)