sexta-feira, 5 de julho de 2013

Lesão de Azarenka não é séria, afirma treinador

Nova York (EUA) - Victoria Azarenka teve que abandonar Wimbledon antes da segunda rodada por conta de uma forte queda que sofreu na estreia. No entanto, seu treinador Sam Sumyk garantiu ao New York Times que a bielorrussa não tem uma lesão grave.
"Não houve dano estrutural", disse Sumyk. O treinador revelou que houve uma distensão tanto no joelho direito, quanto no quadril. A decisão de interromper a participação em Wimbledon foi tomada para impedir que o dano fosse maior.
Sumyk revelou que a número 2 do mundo ficará "descansando por mais 10 dias" e deve voltar a jogar no torneio de Carlsbad, na quadra rápida, que começa no final do mês. O evento faz parte da US Open Series.
Azarenka deixou uma mensagens para os fãs em seu Facebook: "Desculpe por ter sumido nos últimos dias, mas estou trabalhando duro para me recuperar fisicamente. Estou fazendo reabilitação para o joelho e o quadril. Estou feliz por ter dias de folga agora no feriado de 4 de julho".

Bartoli arrasa Flipkens e volta à final após 6 anos

Londres (Inglaterra) - A primeira semifinal feminina desta quinta-feira foi mais rápida do que se esperava. Em apenas 62 minutos, a francesa Marion Bartoli despachou a belga Kirsten Flipkens, anotando parciais de 6/1 e 6/2, e se garantiu pela segunda vez na carreira na decisão de Wimbledon, onde já havia chegado em 2007, quando foi derrotada pela norte-americana Venus Williams.
Na decisão, Bartoli vai encarar a vencedora da outra semifinal, entre a alemã Sabine Lisicki e a polonesa Agnieszka Radwanska, atual vice-campeã no All England Club. A francesa tem retrospecto negativo contra as duas possíveis rivais, tendo perdido todos os sete encontros com Radwanska até então, ao passo que contra Lisicki são mais três derrotas e apenas uma vitória.
Embora tenha sido uma semifinal fulminante, a partida ficou longe de figurar entre as mais rápidas da história de Wimbledon. O duelo mais curto em questão de tempo no torneio foi a final de 1922, vencido pela francesa Suzanne Lenglen, que perdeu os dois primeiros games para a norueguesa naturalizada norte-americana Molla Mallory e depois venceu todos os demais, fechando o jogo em apenas 23 minutos.
Bastante agressiva desde o começo, a francesa dominou Flipkens e deu poucas chances à rival no decorrer do confronto. Foram 23 bolas vencedoras para Bartoli contra apenas 10 da belga, que desperdiçou seis pontos em erros não forçados enquanto a finalista de Wimbledon jogou 10 bolas para fora em erros não forçados.
No primeiro set, Flipkens conseguiu confirmar apenas uma vez o serviço, foi quebrada em duas oportunidades e viu a francesa fechar em apenas 27 minutos. O começo da parcial seguinte continuou na mesma direção, com Bartoli conseguindo derrubar o saque da rival logo de cara. Sem demonstrar forças para reagir, a belga chegou a pedir atendimento médico no joelho, que já estava enfaixado, mas nada mudou na partida.
Bartoli seguiu dominando as ações e com um 6/2 na segunda parcial sacramentou o triunfo diante da belga no primeiro encontro entre elas. Com a vaga na decisão, a francesa assegura a volta ao top 10, aparecendo provisoriamente na oitava colocação. Se conseguir faturar sue primeiro título de Grand Slam, ela ganhará mais um posto e será a número 7 do mundo na próxima lista da WTA. Por sua vez, Flipkens sairá da 20ª posição para a 15ª ou a 16ª (se Lisicki for campeã).

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Duda e Pigossi avançam às quartas de Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - Dois bons nomes da nova geração do tênis brasileiro já estão nas quartas de final da etapa de Rio Preto do Circuito Mundial de Tênis Feminino, torneio que conta pontos para o ranking mundial e que acontece nas quadras de saibro do clube Monte Líbano. Nesta quarta-feira, as paulistas Eduarda Piai e Laura Pigossi venceram em dois sets. Paula Gonçalves joga nesta quinta-feira e tenta busca sua vaga.

Pigossi, de 18 anos, conseguiu grande vitória sobre a venezuelana e cabeça 4 Adriana Perez, anotando as parciais de 6/4 e 6/3. Já Duda superou com autoridade a romena Daiana Negreanu, saída do qualificatório, por duplo 6/4. As duas buscarão as primeiras semifinais da carreira num torneio desse porte contra argentinas.

"Foi uma das minhas melhores partidas da temporada, fui para cima e dominei os pontos", comemora Pigossi, que treina na equipe Play Tennis, em São Paulo, sob supervisão de Carla Tiene, uma das principais tenistas de sua geração. Laura enfrentará Mailen Auroux, que surpreendeu a compatriota Catalina Pella, por 6/4 e 6/0. Duda tem treinado na Argentina, onde busca melhorias no seu jogo. Agora, terá uma tarefa difícil diante da experiente Fernanda Molinero, cabeça 3, que marcou duplo 6/4 sobre a carioca Ana Clara Duarte.

Os jogos desta quinta-feira começam às 14 horas e completam as oitavas de final de simples e fazem as semifinais de duplas. O público tem acesso gratuito. Confira a ordem das partidas:

Quadra 5 - 14 horas
[5]Chieh-Yu Hsu (EUA) vs. Yana Sizikova (RUS)
Montserrat Gonzalez (PAR) vs. [2]Veronica Cepede (PAR)
Não antes das 18 horas
[1]Maria Irigoyen (ARG) vs. Paula Gonçalves (BRA)

Quadra 4 - 14 horas
Ximena Hermoso (MEX) vs. [7]Amanda Carreras (GBR)
Não antes das 17 horas
Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN) vs. Victoria Bosio/Catalina Pella (ARG)

Quadra 3 - 17 horas
Maria Fernanda Alvarez (BOL)/Mailen Auroux (ARG) vs. Gimenez/Rojas ou Pigossi/Sizikova

A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto. A organização é da Associação Saque de Ouro.

Bia diz adeus ao juvenil. Carol segue nas duplas.

Londres (Inglaterra) - A paulista Beatriz Haddad Maia encerrou oficialmente sua carreira como tenista juvenil nesta quarta-feira, ao ser eliminada nas oitavas de final do torneio de Wimbledon. Depois de suas boas vitórias, ela caiu diante da número 2 do ranking, a croata Ana Konjuh, de apenas 15 anos, por 6/2e 6/3.

Bia já tem se focado no circuito profissional, onde obteve bons resultados ao longo dos últimos três meses sobre o saibro europeu. Com isso, ainda aos 17 anos, será a segunda brasileira mais bem classificada no ranking da próxima segunda-feira, próxima ao 270º posto.

Como  juvenil, Bia não teve grandes resultados internacionais. Em Roland Garros, chegou duas vezes à final de duplas e ficou com os vices. Seu ranking mais expressivo foi o 15º lugar, obtido em abril deste ano, logo após o segundo vice consecutivo na Copa Gerdau.

Em duplas, o tênis brasileiro ainda se mantém vivo em Wimbledon. Carolina Meligeni Alves, atuando ao lado da australiana Sara Tomic, chegou às quartas de final ao derrotar as britânicas Anna Brogan e Maia Lumsden por 6/4, 6/7 (3-7) e 6/0. Já Rafael Matos e Marcelo Zormann foram eliminados pelos australianos Thanasi Kokkinakis e Nick Kyrgios por 4/6, 6/3 e 6/4 pela primeira rodada.

Radwanska e Bartoli levam experiência para semi

Londres (Inglaterra) - Nenhuma das quatro semifinalistas de Wimbledon tem um título de Slam, mas duas delas já estiveram em uma final, justamente em Londres: Agnieszka Radwanska e Marion Bartoli. A experiência da polonesa e da francesa pode fazer a diferença nesta quinta-feira.
Bartoli e Flipkens entram na quadra central às 9h (horário de Brasília). Flipkens sequer jogou Wimbledon em 2012 porque não tinha ranking para disputar o qualificatório. Já a francesa perdeu para Venus Williams na decisão de 2007. Elas jamais se enfrentaram e Flipkens passou apenas três minutos a mais em quadra durante a campanha.
Flipkens é a quarta belga a fazer semifinal de Slam na Era Aberta, após as célebres Justine Henin e Kim Clijsters, além de Yanina Wickmayer. Henin foi quem chegou mais longe em Wimbledon, com dois vice-campeonatos em 2001 e 2006. Flipkens foi campeã juvenil de Wimbledon, algo que tem em comum com Radwanska.
Adversária de Sabine Lisicki no segundo jogo, Radwanska é a única jogadora a fazer quartas de final em todos os Slam de 2013. A polonesa foi quem mais se desgastou na campanha, com 9h40 em quadra, bem menos que as 6h54 de Lisicki.
A alemã não está em território desconhecido, já que esteve na semifinal em 2011. Caso faça a final, Lisicki será a primeira jogadora de seu país na decisão de um Slam desde Steffi Graf em 1999, justamente em Wimbledon. Radwanska e Lisicki se enfrentaram duas vezes, ambas na quadra dura, com uma vitória para cada.
Veja a programação de quinta-feira:
Quadra central - 9h
[15]Marion Bartoli (FRA) vs. [20]Kirsten Flipkens (BEL)
[4]Agnieszka Radwanska (POL) vs. [23]Sabine Lisicki (ALE)
Quadra 1 - 9h
[1]Bob Bryan/Mike Bryan (EUA) vs. [14]Rohan Bopanna (IND)/Edouard Roger-Vasselin (FRA)
[2]Horia Tecau (ROM)/Sania Mirza (IND) vs. [8]Daniel Nestor (CAN)/Kristina Mladenovic (FRA)
[7]Rohan Bopanna (IND)/Jie Zheng (CHN) vs. Jean-Julien Rojer (HOL)/Vera Dushevina (RUS)
Quadra 2 - 7h30
[11]Marcin Matkowski (POL)/Kveta Peschke (TCH) vs. [3]Nenad Zimonjic (SER)/Katarina Srebotnik (ESV)
[4]Leander Paes (IND)/Radek Stepanek (TCH) vs. [16]Marcelo Melo (BRA)/Ivan Dodig (CRO)
[1]Bruno Soares (BRA)/Lisa Raymond (EUA) vs. John Peers/Asleigh Barty (AUS)
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Bia Haddad perde e diz adeus à carreira juvenil

Londres (Inglaterra) - A paulista Beatriz Haddad Maia encerrou oficialmente sua carreira como tenista juvenil nesta quarta-feira, ao ser eliminada nas oitavas de final do torneio de Wimbledon. Depois de suas boas vitórias, ela caiu diante da número 2 do ranking, a croata Ana Konjuh, de apenas 15 anos, por 6/2e 6/3.

Bia já tem se focado no circuito profissional, onde obteve bons resultados ao longo dos últimos três meses sobre o saibro europeu. Com isso, ainda aos 17 anos, será a segunda brasileira mais bem classificada no ranking da próxima segunda-feira, próxima ao 270º posto.

Como  juvenil, Bia não teve grandes resultados internacionais. Em Roland Garros, chegou duas vezes à final de duplas e ficou com os vices. Seu ranking mais expressivo foi o 15º lugar, obtido em abril deste ano, logo após o segundo vice consecutivo na Copa Gerdau.

Em duplas, o tênis brasileiro ainda se mantém vivo  em Wimbledon. Carolina Meligeni Alves, atuando ao lado da australiana Sara Tomic, disputa vaga nas quartas de final diante das britânicas Anna Brogan e Maia Lumsden. Já Rafael Matos e Marcelo Zormann estreiam contra os australianos Thanasi Kokkinakis e Nick Kyrgios.

Teliana mantém embalo e ganha outra na França

Denain (França) - Depois de levantar seu primeiro troféu da temporada no fim de semana, a pernambucana Teliana Pereira não perdeu o embalo e já avançou duas rodadas no ITF de US$ 25 mil que é disputado agora no saibro de Denain, também na França. Cabeça 1 pela segunda semana consecutiva, a brasileira superou a local Amandine Hesse, por 6/3 e 7/5.

Teliana terá um dia de descanso agora e espera para conhecer sua adversária nas quartas de final. O mais provável é que enfrente a búlgara Dia Evtimova, cabeça 6 da semana, que ainda aguarda oponente, uma vez que a primeira rodada sofreu atrasos por conta do mau tempo na região.

Existe grande chance de Teliana aparecer no 110º posto do ranking quando a nova lista for divulgada na segunda-feira. De qualquer forma, terá garantido a mais alta classificação da carreira, já que foi 116ª em fevereiro. Também será a mais alta de uma tenista brasileira desde que Andrea Vieira deixou o top 100 do ranking, em 1994.

Para subir mais algumas posições nesta semana, Teliana precisa chegar pelo menos na semifinal de Denain. Isso poderá levá-la para o 105º posto, muito perto da linha de corte para as participantes do US Open, que teoricamente é o 104. A lista oficial de inscritas será baseada no ranking feminino do dia 15, ou seja, seis semanas antes do quarto Grand Slam da temporada.

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Recopa Sul-Americana



21h50 São Paulo 1x2 Corinthians

Libertadores

21h50 Newells Old B. 2x0 Atlético-MG

Copa do Brasil

21h50 Goiás 3x0 ABC
21h50 Botafogo 1x0 Figueirense

Há seis anos, São Paulo não vence o Corinthians no Morumbi. Sequência já dura nove jogos



A última vitória do São Paulo sobre o Corinthians no Pacaembu aconteceu no dia 11 de fevereiro de 2007. O clássico válido pelo Campeonato Paulista teve gols de Lenílson (faz tempo...), Rogério de pênalti e Leandro, com Wílson descontando no final do jogo. Émerson Leão era o técnico do Corinthians, derrotado por Muricy Ramalho.
Da lá para cá, são nove clássicos no Morumbi, com quatro vitórias do Corinthians e cinco empates. Desde 2009, os clássicos são disputados com mando de campo e no máximo 10% de torcida adversária, desde que o São Paulo começou a negociar setores de seu estádio com seus torcedores e clientes. A era dos clássicos paulistas com mando de campo proporcionou vantagem dos times mandantes em quase todos os jogos envolvendo Corinthians, Santos, Palmeiras e São Paulo. Uma das exceções é o Majestoso, apelido dado pelo jornalista Thomaz Mazzoni a São Paulo x Corinthians.
De 2007 para cá, Corinthians e São Paulo enfrentaram-se sete vezes no Pacaembu. O Corinthians venceu cinco, o São Paulo ganhou duas.

Copa so mundo Sub 2o

12:00 Cróacia 0x2 Chile
12:00 Portugal 2x3 Gana
15:00 Colôboa 1x1 Coreia do Sul
15:00 Iraque 0x1 Paraguai

Quatro brasileiras avançam às oitavas em Rio Preto

São José do Rio Preto (SP) - Paula Gonçalves, Eduarda Piai e Laura Pigossi se juntaram nesta terça-feira a Ana Clara Duarte e formam a armada brasileira na rodada de oitavas de final da etapa de Rio Preto do Circuito Mundial de Tênis Feminino, torneio que conta pontos para o ranking mundial e que acontece nas quadras de saibro do clube Monte Líbano. Ainda nesta terça-feira, joga Nathaly Kurata.

Paula e Duda superaram difíceis adversárias argentinas. A pupila de Carlos Kirmayr superou Andrea Benitez, por 7/5 e 6/3, enquanto Piai ganhou de Cecilia Barrionuevo, por duplo 6/2. A outra vaga saiu do duelo nacional em que Pigossi eliminou a experiente Nanda Alves, por duros 2/6, 6/2 e 6/4.

Nas oitavas, a tarefa de Paula é ainda mais complicada, já que encara a argentina e cabeça 1 Maria Irigoyen, que eliminou a gaúcha Gabriela Cé, por 6/4 e 6/2. Pigossi por sua vez pega a venezuela Adriana Perez, quarta principal inscrita, e Duda tem maiores chances diante da qualificada romena Daiana Negreanu. A carioca Ana Clara duela com a argentina Fernanda Molinero, terceira maior favorita.

Outras duas brasileiras foram superadas por cabeças de chave: Karina Venditti parou na britânica Amanda Carreras, por 6/2 e 6/3, e Flávia Guimarães caiu diante da argentina Catalina Pella, por 6/0 e 6/2. Saídas do quali, Nathaly Kurata deu trabalho antes de ser batida pela americana Chiek-Yu Su, cabeça 5, por ...., e Barbara Oliveira perdeu da mexicana Ximena Hermoso, por duplo 6/1.

Veja a ordem das partidas desta quarta-feira. A entrada é gratuita para o público:

Quadra 5 - 14 horas
Daiana Negreanu (ROM) vs. Eduarda Piai (BRA)
[4]Adriana Perez (VEN) vs. Laura Pigossi (BRA)
Não antes das 18 horas
Ana Clara Duarte (BRA) vs. [3]Fernanda Molinero (ARG)
Sara Gimenez (PAR)/Guadalupe Rojas (ARG) vs. Pigossi/Sizikova ou Gonzalez/Sanchez

Quadra 4 - 14 horas
Mailen Auroux (ARG) vs. [8]Catalina Pella (ARG)
Não antes das 17 horas
Victoria Bosio/Catalina Pella (ARG) vs. Sofia lanco/Carla Avella (ARG)
Andrea Benitez (ARG)/Carla Forte (BRA) vs. Veronica Cepede (PAR)/Adriana Perez (VEN)

Quadra 3 - 17 horas
Maria Fernanda Alvarez (BOL)/Mailen Auroux (ARG) vs. Amanda Carreras (GBR)/Ximena Hermano (MEX)

A segunda edição do Circuito Mundial de Tênis Feminino do Interior é apresentada pela Usina Colombo/Açúcar Caravelas por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, através do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Esportes, Lazer e Juventude do Estado de São Paulo, e conta com o patrocínio das empresas Mahle, Romi, Tilibra, Poty, Supermercados Sonda e Correios. O apoio é da Confederação Brasileira de Tênis, Federação Paulista de Tênis e do Clube Monte Líbano de São José do Rio Preto. A organização é da Associação Saque de Ouro.
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Kvitova alega que passou mal antes de derrota

Londres (Inglaterra) - A tcheca Petra Kvitova era favorita à decisão de Wimbledon após as quedas de Victoria Azarenka e Maria Sharapova em sua chave, mas foi surpreendida nas quartas de final pela belga Kirsten Flipkens. Depois da virada por 4/6, 6/3 e 6/4, a campeã de 2011 disse que não estava no mesmo nível de dois anos atrás e lamentou por não apresentar 100% de suas condições físicas.
"Eu peguei algum vírus na noite passada, foi muito complicado para mim. Estava doente e com dor de garganta. Eu me sentia tonta, cansada e com sono e (isso) com certeza não me ajudou", explicou. Antes do set decisivo, a tcheca recebeu atendimento em quadra e tomou um remédio para tentar melhorar.
"Mas não é uma desculpa, porque Kirsten jogou muito bem. Eu lutei, mas infelizmente não foi o suficiente", acrescentou. Decepcionada com a chance que perdeu para chegar à semifinal, Kvitova falou da grande pressão que sentiu desde as eliminações precoces de Azarenka e Sharapova.
"Com certeza houve muita conversa sobre eu ser a melhor cabeça na minha metade da chave. Talvez tenha sido um pouco mais de pressão, mas eu já me acostumei com isso".
Principal surpresa da terça-feira, Flipkens tinha dificuldades para entender o que tinha acontecido após disputar as quartas de um Grand Slam pela primeira vez. "É incrível, mais do que um sonho que vira verdade. No ano passado eu nem entrei no qualifying, estava em 262 no ranking. Agora estou na semifinal. Não podia ser melhor", afirmou.
A atual número 20 do mundo foi campeã juvenil de Wimbledon e do US Open há 10 anos. Como profissional, chega ao melhor resultado da carreira em Londres, tornando-se a primeira belga na semifinal desde Justine Henin, em 2007.
"Eu estou aproveitando cada momento. Estava muito feliz hoje pelas quartas de final e chegar na semifinal é mais que um sonho. Fui muito calma em quadra, não tinha nada a perder e fiz as minhas jogadas".
Ao falar das inúmeras lesões que sofreu, até mesmo como juvenil, Flipkens se emocionou ao se lembrar da compatriota Kim Clijsters, com quem trabalhou em 2012. "Kim foi uma das poucas pessoas, além dos meus patrocinadores, que ainda acreditavam em mim no ano passado, eu preciso agradecê-la. As pessoas que acreditavam em mim eu posso contar em uma mão", disse a tenista de 27 anos.

Bartoli ignora vaias e não vê favoritismo nas semis

Londres (Inglaterra) - A francesa Marion Bartoli encarou a norte-americana Sloane Stephens e a torcida britânica nesta terça-feira e saiu da quadra 1 do All England Club com vaga na semifinal de Wimbledon. Vice-campeã em 2007, Bartoli foi vaiada pela torcida ao indicar que o jogo deveria ser interrompido no final do primeiro set, quando começou a chover, e sofreu com o público no reinício do jogo.
"(As vaias) não importam muito para mim", desconversou a francesa, que durante todo o segundo sets ouviu aplausos em seus erros e grande apoio a Stephens. "É normal torcerem pelo azarão e sinto que me saí muito bem. É parte do jogo, você só tem que lidar com isso".
A partida válida pelas quartas de final sofreu com o mau tempo em Londres e foi interrompida quando a norte-americana sacava em 4/5. Na volta, Bartoli conseguiu a quebra e fechou o primeiro set após 52 minutos. Em uma segunda parcial marcada por nove quebras de saque, a francesa chegou a abrir 5/3, mas só confirmou a vitória no 12º game, com parciais de 6/4 e 7/5.
"Eu poderia ter vencido antes, mas não há um cenário ideal. Tudo que importa é vencer no final. Tive muitos problemas físicos (nos últimos meses), mas no fundo sempre acreditei que podia ir bem aqui. E então quando eu volto aqui eu sorrio de orelha a orelha e tudo vai bem. Eu não sei por que (risos)" disse Bartoli, que além de uma decisão em Londres fez quartas de final há dois anos.
A atual número 15 do mundo não havia vencido três partidas seguidas na temporada antes de Wimbledon e somava 14 vitórias e 12 derrotas em 2013. Agora, é a única semifinalista que ainda não perdeu sets no torneio, mas vê as inúmeras "zebras" como uma armadilha para as fases finais.
"Kirsten (Flipkens) tem feito partidas excelente e hoje bateu uma ex-campeã de Wimbledon. (Sabine) Lisicki tirou Serena (Williams) e (Agnieszka) Radwanska foi finalista no ano passado. Todos os jogos restantes serão difíceis e todas nós temos uma chance de ganhar. Vou manter o foco em cada ponto e não pensar longe demais".
Sua adversária na semifinal será a belga Flipkens, cabeça de chave 20, que eliminou a tcheca Petra Kvitova, com parciais de 4/6, 6/3 e 6/4. Elas nunca se enfrentaram no circuito profissional.

Flipkens derruba Kvitova e garante campeã inédita

Londres (Inglaterra) - Depois de chegar pela primeira vez às quartas de final em um Grand Slam, a belga Kirsten Flipkens deu mais um passo na grama do All England Club. Nesta terça-feira, ela se classificou para as semifinais de Wimbledon a derrotar de virada a tcheca Petra Kvitova, campeã de 2011, com placar final de 4/6, 6/3 e 6/4, em 2h05 de partida.
Pela primeira vez entre as quatro melhores em um Slam, Flipkens vai duelar agora com a francesa Marion Bartoli, vice-campeã do torneio em 2007, que superou a norte-americana Sloane Stephens em sets diretos, com parciais de 6/4 e 7/5. Apesar da experiência das duas rivais, a francesa com 28 anos e a belga com 27, elas nunca se enfrentaram pelo circuito.
Com a derrota de Kvitova, a campeã de Wimbledon não será apenas inédita na competição, mas também em Grand Slam, uma vez que as quatro semifinalistas nunca ergueram uma taça dos quatro principais eventos da temporada. Bartoli e a polonesa Agnieszka Radwanska são as que mais perto disto estiveram, ambas com vice-campeonatos no All England Club.
Das oito que alcançaram as quartas de final, apenas a tcheca e a chinesa Na Li haviam levantado uma taça de primeiro porte. Flipkens sequer havia antes chagado tão longe em um Slam, ao passo que a alemã Sabine Lisicki chegara às semifinais de Wimbledon dois anos atrás.
Agressiva desde o começo do jogo, Kvitova anotou 20 bolas vencedoras contra apenas seis da belga no primeiro set. Embora também tenha somado bem mais erros não forçados (13 a 1), a tcheca conseguiu aproveitar as duas únicas chances de quebra que teve a seu favor, ao passo que Flipkens teve cinco oportunidades e em apenas uma levou a melhor sobre a rival.
No segundo set, a oitava favorita não manteve o ritmo e permitiu a reação de Flipkens, que com uma quebra solitária no sexto game tratou de igualar o placar. Demonstrando não estar em sua plena condição física, Kvitova manteve a última parcial até o nono game, no qual cometeu uma dupla falta e com um erro não forçado acabou quebrada.
Flipkens não desperdiçou a chance que teve e confirmou o serviço na sequência, sacramentando sua terceira vitória em quatro duelos com Kvitova. Atual número 20 do mundo, sua melhor colocação no ranking até então, a belga vai subir ainda mais na lista da WTA e tem tudo para figurar como a 15ª na próxima segunda-feira, podendo ser ultrapassada ainda por Lisicki, outra semifinalista em Wimbledon.

Lisicki usa experiência e foco por decisão inédita

Londres (Inglaterra) - Um dia depois de encerrar a série de 34 vitórias seguidas da número 1 do mundo, a alemã Sabine Lisicki voltou à quadra no All England Club e deixou para trás as lembranças da partida contra Serena Williams. A cabeça de chave 23 impôs seu jogo contra a estoniana Kaia Kanepi e marcou duplo 6/3 para alcançar a segunda semifinal de Wimbledon da carreira.
"Eu não sinto nenhuma pressão", sentenciou a alemã. "Foi um jogo incrível ontem e eu tive que me acalmar, mas acho que a experiência que tive com três quartas de final aqui me ajudaram. Estava pronta para esse jogo. Sabia que mentalmente precisava fazer a troca rápida entre bater Serena e voltar ao torneio. E foi o que eu fiz, então estou satisfeita".
Lisicki teve o primeiro set facilitado com uma quebra de saque logo no primeiro game e não enfrentou nenhum break point em 35 minutos. A maior oscilação da alemã veio na abertura da segunda parcial, quando perdeu o serviço, mas se recuperou devolvendo a quebra em seguida.
Semifinalista há dois anos, quando perdeu para a russa Maria Sharapova, Lisicki destaca a experiência na grama londrina para alcançar a inédita vaga na decisão. "É muito bom (voltar à semifinal) e estou contente com aquela experiência (contra Sharapova). Joguei muito bem, agora me sinto mais em forma e melhor preparada para este jogo. Ontem eu tive um grande desafio pelo caminho e me deixou ainda mais pronta para a semi", afirmou.
Por vaga na final, a tenista de 23 anos terá pela frente a polonesa Agnieszka Radwnaksa, principal cabeça de chave ainda viva no torneio e atual vice-campeã. O retrospecto entre elas é de uma vitória para cada lado, em encontros na quadra dura em 2011 e 2012.
"Wimbledon é onde eu alcancei meu melhor e tenho muito apoio. Agnieszka Radwanska faz um jogo muito inteligente. Ela se movimenta bem e fez a final no ano passado, então está com muita confiança", analisou Lisicki.
Apesar da eliminação, Kanepi comemorou por repetir a campanha de 2010 e estar livre de lesões. A atual número 46 da WTA ficou quatro meses longe do circuito na última temporada com problemas no calcanhar.
"Acho que joguei um pouco melhor ontem, mas ela (Lisicki) jogou muito bem. Eu tentei atacar em todo o torneio e nas rodadas anteriores fiz mais winners, hoje errei muito. Os últimos meses têm sido bem sucedidos para mim no retorno e é especial ir bem em um Grand Slam de novo", disse Kanepi.

Radwanska dá o troco em Li e faz a semi com Lisicki

Londres (Inglaterra) - Pela segunda vez na temporada, a chinesa Na Li e a polonesa Agnieszka Radwanska se enfrentaram nas quartas de final de um Grand Slam. Se no Australian Open quem levou a melhor foi a oriental, nesta terça-feira a número 4 do mundo tratou de dar o troco e garantir seu lugar nas semifinais de Wimbledon, com uma vitória por 2 sets a 1, parciais de 7/6 (7-5), 4/6 e 6/2.
Atual vice-campeã no All England Club, a polonesa terá como adversária na semi a perigosa alemã Sabine Lisicki, algoz da norte-americana Serena Williams nas oitavas. A germânica assegurou pela segunda vez um lugar entre as quatro últimas, repetindo o feito de 2011, ao despachar em sets diretos a estoniana Kaia Kanepi, com duplo 6/3, em apenas 65 minutos de confronto.
Lislicki e Radwanska já se enfrentaram em outras duas oportunidades, com uma vitória para cada lado. O primeiro encontro aconteceu em 2011, pelas quartas de final em Stanford e foi vencido pela germânica em três sets. No reencontro, um ano depois, também pelas quartas em Dubai, foi a vez da polonesa triunfar e em sets diretos.
O começo de partida foi favorável para Na Li, que logo no primeiro game conseguiu quebrar a rival. Só que a polonesa devolveu a quebra prontamente e igualou a partida, que foi vendo as duas confirmarem o saque até o nono game, quando a chinesa concretizou novo break-point e foi sacar em seguida com 5/4 no placar para fechar o set.
A polonesa conseguiu se salvar e impediu Na Li de fechar, anotando nova quebra que levou a definição da parcial inicial para o tiebreak, no qual Radwanska levou a melhor e saiu na frente. Ela se aproximou da vitória ao derrubar o serviço da chinesa no terceiro game dos segundo set, mas novamente quem estava atrás no placar acabou se recuperando e chinesa venceu com quebras no oitavo e décimo games.
Toda a recuperação da chinesa no segundo set foi por água abaixo no terceiro. Ela não manteve o ritmo na parcial decisiva, venceu apenas dois games e viu a polonesa ficar com a vitória depois de perder sete match-points. Radwanska diminuiu a diferença no retrospecto com Na Li, que ainda leva a melhor, agora com sis vitórias e cinco derrotas contra a polonesa.
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Bia vence e pega cabeça 2 nas oitavas de final

Londres (Inglaterra) - A mudança repentina do saibro para a grama parece não ter afetado o jogo da paulista Beatriz Haddad Maia. A canhota de 17 anos ganhou sua segunda partida e avançou para as oitavas de final da chave juvenil de Wimbledon, ao superar com relativa facilidade a tcheca Gabriela Pantuckova, por 6/2 e 6/4.

Seua próxima adversária será a croata Ana Konjuh, que é a cabeça 2 e a segunda colocada no ranking mundial até 18 anos. Ela superou a britânica Harriet Dart, por 6/1 e 7/6 (7-4). Com apenas 15 anos, ocupa o número 551 do ranking profissional de hoje, bem atrás de Bia, que é a 328ª mas deve surgir entre as top 300 na segunda-feira.

No jogo desta terça, Haddad gastou 72 minutos para superar uma adversária bem menos experiente. Na estatística da partida, a brasileira acertou 67% do primeiro saque e ganhou 76% desses pontos, incluindo três aces. Com isso, permitiu apenas um break-point que salvou no primeiro set. Foi também 19 vezes à rede e levou a melhor em 12. Terminou com 25 winners diante de apenas sete da tcheca.

Na chave de duplas, a paulista Carolina Meligeni Alves faz parceria com a australiana Sara Tomic elas venceram a francesa Fiona Ferro e a italiana Beatrice Lombrado, por 6/2 e 6/1. Agora elas esperam as britânicas Anna Borgan e Maia Lumsden ou a britânica Katy Dunne e a russa Anastasiya Komardina.

Moderno e eterno

Há princípios do futebol moderno e outros do futebol eterno. Ou não se veria Piqué esticando uma bola desde a defesa espanhola com três minutos de jogo ao se ver apertado por Fred.
A essa altura, o Brasil vencia por 1x0, numa jogada iniciada por um lançamento longo de David Luiz. Não um chutão. Um lançamento.
Outro mandamento eterno é: centroavante é cheiro de gol. Ou Fred não completaria a jogada deitado com o rabo de seu pé direito.
Claro que alguém alertará para o risco de julgar pronta uma equipe de apenas 12 jogos. Isso deve ser administrado por Felipão nos próximos 12 meses. Importante hoje é salientar o trabalho realizado no último mês. O Brasil não vencia clássicos havia quatro anos. Ganhou quatro em 30 dias.
O ranking da Fifa será publicado na próxima quinta-feira e deve apontar o Brasil em nono ou décimo lugar. Nada do vexame da 22ª posição.
Outro mandamento do futebol eterno é que se deve ensinar um garoto promissor a chutar com os dois pés. Neymar pai conta de um treino com seu filho aos 5 anos de idade. Neymar Jr. bateu de esquerda e o professor ensinou a puxar para o pé bom. Treino finalizado, o pai deu um pito no técnico: "Deixa ele chutar como quiser". Veja o tiro de pé esquerdo no segundo gol e entenda como se forma um jogador completo.
Uma equipe pode levar mais tempo. O craque tem instinto, uma seleção requer trabalho, treinamento, observação. Felipão trocou o lado de Luiz Gustavo e Paulinho, para o volante do Bayern marcar Iniesta. Funcionou.
"Foi um mês mais longo do que imaginávamos", disse Felipão no sábado. Quem viu a rotina de treinos entende por quê. A seleção trabalhou muuuuuito! Por isso, resgatou uma antiga e íntima relação com sua torcida.


O espetáculo inesquecível no Maracanã vivíssimo e com alma só não pode tirar o foco. A apoteose deve acontecer daqui a um ano. O trabalho tem de continuar.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Teliana comemora título e mira top 100 e US Open

Perigueux  (França) - A pernambucana Teliana Pereira, atual número 124 do mundo, conquistou neste sábado o título do ITF de Perigueux, torneio sobre o saibro e com premiação de US$ 25 mil. A número 1 do Brasil superou a chilena Daniela Seguel na decisão em sets diretos, com parciais de 6/1 e 6/4.
"Joguei muito bem no primeiro set, no segundo consegui uma quebra no quinto game, me mantive calma e continuei sendo agressiva", avaliou a pernambucana, que alcança seu primeiro título na temporada, o 17º como profissional e o sétimo de eventos com premiação a partir dos US$ 25 mil.
"É muito bom conquistar meu primeiro título do ano, estou muito feliz. Fiz uma ótima semana. Venho jogando torneios maiores esse ano, eventos da WTA, e buscamos também mesclar com alguns challengers", acrescentou Teliana.
A pernambucana radicada no Paraná somará 50 pontos no ranking a ser divulgado no dia 8 de julho deve ficar perto das 110 melhores, obtendo assim seu melhor desempenho, superando  o 116º posto obtido em fevereiro deste ano.
"Meu objetivo segue sendo entrar no top 100, é muito bom saber que estou perto. O principal também é somar bastante agora para entrar na chave do US Open", concluiu a pernambucana, que na próxima semana joga outro torneio na França, em Denain, e na sequência o WTA de Palermo, na Itália.

domingo, 30 de junho de 2013

Copa das Confederações

13h00 Uruguai 2x2 Itália 2x3
19h00 Brasil 3x0 Espanha

Com um gol na final, Paulinho será o volante mais artilheiro da história da Seleção



Volante que faz gol... Bem, o resto da conversa você já sabe. Nas conversas informais, Felipão já disse que precisa de um volante perto da defesa. O segundo tem mais liberdade. O fato é que Paulinho marcou três gols em um mês e juntou-os aos dois que já havia marcado na época de Mano Menezes, contra Argentina e Japão.
No mês de amistosos e Copa das Confederações, Paulinho fez gols decisivos contra Inglaterra, Japão e Uruguai. São cinco ao todo.
Na história da seleção brasileira, só cinco volantes marcaram mais gols: Alemão, César Sampaio, Dunga, Émerson e Falcão: seis gols cada um.
Paulinho entrará nessa lista em sexto lugar apenas pela ordem alfabética se marcar contra a Espanha na final da Copa das Confederações, neste domingo.
Diga-se, nenhum desses volantes marcou um gol tão decisivo. 

Domingo eu vou torcer por Felipão! E que melhore a saída de bola. Contra o Uruguai foi um problema. Veja!

Vou torcer por Felipão para que acorde de bom humor e menos agarrado aos seus velhos conceitos.
Vou torcer por Felipão para que sua equipe faça um bom jogo contra os campeões do mundo e bi da Europa. Sim, pois nada melhor do que um belo espetáculo de futebol no fechamento dessa competição marcada por problemas de vários tipos e origens.
Vou torcer por Felipão, para que ele escale Hernanes no lugar de Hulk, posicionando Oscar à direita e Neymar à esquerda. Juntos, o volante da Lazio e Paulinho — à frente de Luiz Gustavo — poderiam preencher melhor o meio-campo, tornando as coisas mais difíceis para a Espanha, que costuma tomar conta do grande círculo e adjacências. E aí pode "dar jogo".
Vou torcer por Felipão, mas não pela vitória de seu time. Não é esse o papel da imprensa. Torcerei para que ele consiga colocar na cancha um grupo melhor do que esse que temos visto em campo. Seria ótimo para o futebol e quem sabe, para ele mesmo.
Vou torcer por Felipão para que os "canarinhos" marquem melhor e não apelem.
Vou torcer por Felipão e para que ele tenha notado que na quarta-feira, no lance do gol de Cavani, os uruguaios deram 34 toques até David Luiz tentar afastar o perigo com um chutão. Na seqüência, Thiago Silva passou na "fogueira" para Marcelo e o atacante do Napoli empatou. Se o Uruguai foi capaz de tocar a bola por 37 segundos, levando a pelota de uma área até a outra, é evidente que se a Espanha tiver a mesma chance o perigo para time de Scolari será maior.
Vou torcer por Felipão porque espero ver uma seleção cebeefiana que pratique um futebol mais moderno, menos faltoso, mais arrojado, menos previsível. Mais Guardiola, mais Tite, mais Heynckes, mais Cuca, mais "Loco" Bielsa. E menos Felipão. Menos Parreira.
Vou torcer por Felipão para que, mesmo em caso de derrota brasileira, possa tecer elogios ao futebol dos brasileiros. E que uma luz aparece ao final desse jogo.
Vou torcer por Felipão e por um bom jogo dos espanhóis. Por que essa equipe brasileira precisa ser testada. E ganhar da Espanha com os campeões mundiais jogando mal pode ser o mote para mais uma ilusão coletiva. Como nas Copas das Confederações que o Brasil ganhou em 2005 e 2009.
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No começo do jogo contra o Uruguai o time brasileiro apresentou algum progresso na saída de bola, crônico problema nesta Copa das Confederações. Mas o tempo foi passando e os velhos erros apareceram, especialmente com a pelota rifada em lançamentos longos, resultado da falta de opção para um bom passe no meio-campo, pouco criativo, às vezes oco, sem alguém que se apresentasse. Confira, abaixo, alguns dos lances nos quais defensores do Brasil praticamente devolveram a bola aos jogadores do Uruguai. Contra a Espanha, que sempre domina a posse, será uma guerra para recuperar a bola. Devolvê-la assim, gratuitamente, pode ser um problemão. Se quiser ver em vídeo, clique aqui e observe nas reproduções abaixo o relógio marcando o tempo de jogo em cada um dos lances destacados.
Reprodução
David Luiz tem a bola e após troca de passes entre os defensores...
David Luiz tem a bola e após troca de passes entre os defensores...
Reprodução
...ela chega a Thiago Silva, que arrisca um lançamento mais longo...
...ela chega a Thiago Silva, que arrisca um lançamento mais longo...
Reprodução
...e a bola chega facilmente às mãos do goleiro Muslera, do Uruguai
...e a bola chega facilmente às mãos do goleiro Muslera, do Uruguai


Reprodução
Mais uma troca de passes entre os zagueiros do Brasil, sem opções...
Mais uma troca de passes entre os zagueiros do Brasil, sem opções...
Reprodução
... até que David Luiz lança a partir do próprio campo de defesa...
... até que David Luiz lança a partir do próprio campo de defesa...
Reprodução
... e a bola viaja até a área do time uruguaio, que nem se esforça,...
... e a bola viaja até a área do time uruguaio, que nem se esforça,...
Reprodução
... apenas a observa sair pela linha de fundo: mais uma bola
... apenas a observa sair pela linha de fundo: mais uma bola perdida 

Reprodução
Júlio César manda os defensores saíram antes de bater o tiro de meta...
Júlio César manda os defensores saíram antes de bater o tiro de meta...
Reprodução
...e a bola não passa do meio de campo, sendo disputada pelo alto...
...e a bola não passa do meio de campo, sendo disputada pelo alto...
Reprodução
...com o Uruguai levando a melhor e recuperando a posse em 9 segundos
...com o Uruguai levando a melhor e recuperando a posse em 9 segundos

Reprodução
Começa o segundo tempo, zagueiros trocam passes. Marcelo estpa livre...
Começa o segundo tempo, zagueiros trocam passes. Marcelo está livre...

Reprodução
...e ao receber a pelota, o lateral não busca os volantes, ele lança...
...e ao receber a pelota, o lateral não busca os volantes, ele lança...
Reprodução
...no corredor da esquerda, longe do endereço e Muslera recolhe a bola
...no corredor da esquerda, longe do endereço, e Muslera recolhe a bola

Mistura perfeita

O coordenador técnico da seleção, Carlos Alberto Parreira, montou um vídeo com as diferenças de estilo entre Bayern de Munique e Barcelona. Seu objetivo é estudar as características do futebol mais moderno na Europa. Mas claro que divulgar o conteúdo é uma tentativa de responder à discussão sobre sua chama pelo futebol estar ainda acesa e atualizada.
Grosso modo, é justo dizer que, na final da Copa das Confederações, o Brasil é mais Bayern de Munique e a Espanha é mais Barcelona.
Felipão gosta de jogo mais vertical, Del Bosque não abandona o tiki-taka do Barça. Escalou seis jogadores de Tito Vilanova contra a Itália.
Toque de bola e marcação por pressão ajudaram os espanhóis a ganharem duas Euros e uma Copa do Mundo nos últimos cinco anos. Também auxiliou o Barcelona a disputar seis semifinais seguidas da Copa dos Campeões. Para Parreira, não é só isso:
"Fala-se muito da posse de bola, mas o Barcelona executa 14 princípios do futebol moderno", argumenta.
Não houve tempo de Parreira mostrar o vídeo. Ele fala sobre questões como viradas do lado da jogada e triângulos capazes de oferecer duas opções de passe sempre que alguém domina a bola.
Isso, além da posse de bola e do "pressing". "Futebol é imposição de estilo ao adversário, e eles impõem o deles", diz o coordenador.
Parreira ouve que sem marcação por pressão a Espanha seria similar ao Brasil de 94. Concorda: "Quando perdíamos a bola, nossa maneira de marcar era mais atrás".
Parreira continua sendo admirador do jogo de troca de passes constantes, como jogava o América de 1946, conhecido como tico-tico-no-fubá, ou seu Corinthians, batido pelo Santos de Robinho na final do Brasileiro de 2002.
Aquele Santos era vertical, tipo Bayern. O Corinthians tinha mais posse de bola, um Barcelona sem o espetáculo.
Felipão escuta Parreira e admite a troca de passes. Sem excessos. Julga o jogo espanhol chato. Gosta mesmo da infiltração, de partir em direção ao gol. Incorporou a marcação por pressão, da qual Parreira sempre teve receio.
A mistura Felipão-Parreira pode render um time de pressão combinada com posse de bola. De certa maneira, o estilo do Bayern, capaz de trocar passes e de asfixiar o adversário na saída de bola.
O Bayern massacrou o Barcelona na Copa dos Campeões, em abril, com vitórias por 4x0 e 3x0, maior placar agregado em semifinais.


É possível fazer isso com os espanhóis. Mas só quando o jeito de jogar estiver na ponta da língua.

Atleta do nado sincronizado morre em acidente de carro aos 23 anos


Por meio de um comunicado em seu site oficial, a CBDA (Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos) divulgou que a atleta do nado sincronizado Marcela Pereira, 23, morreu em um acidente de carro neste sábado, no Rio de Janeiro.
O veículo de Marcela se chocou com uma carreta quando ela viajava para Macaé. O sepultamento está marcado para domingo, às 16h, no cemitério São João Batista, no Rio.
Atleta do Flamengo, Marcela integrou as seleções brasileiras juvenil e júnior de nado sincronizado de 2005 a 2008.
Reprodução/Facebook/marcela.pereira.129
Marcela Pereira, atleta do nado sincronizado, morreu neste sábado, 29/6
Marcela Pereira, atleta do nado sincronizado, morreu neste sábado, 29/6

Radwanska vence com sufoco e desafia Pirinkova

Londres (Inglaterra) - Uma das únicas top 10 que ainda não foram eliminadas de Wimbledon, a polonesa Agnieszka Radwanska passou sufoco em sua terceira partida na grama do All England Club, mas conseguiu avançar no torneio. A norte-americana Madison Keys fez a número 4 do mundo jogar três sets, só que não resistiu ao favoritismo e acabou derrotada com parciais de 7/5, 4/6 e 6/3.
Por uma vaga nas quartas de final, Radwanska terá uma perigosa adversária, a búlgara Tsvetana Pironkova, que foi semifinalista do torneio em 2010 e quadrifinalista no ano seguinte. Para alcançar a quarta rodada, Pironkova também precisou de três sets, deixando pelo caminho a croata Petra Martic com placar final de 6/1, 4/6 e 6/2, depois de 1h47 de partida.
O bom desempenho tanto de Radwanska como de Pironkova na grama já as fizeram se cruzar outras três vezes sobre este piso, duas delas em Wimbledon, onde a polonesa levou a melhor em 2006 e 2007. A búlgara descontou ao anotar vitória em Eastbourne, no ano passado. No geral retrospecto, a cabeça de chave 4 tem boa vantagem como sets triunfos e apenas duas derrotas.
Quem também alcançou as oitavas foi a local Laura Robson, que chegou a estar em situação complicadíssima antes de virar sobre a neozelandesa Marina Erakovic, com parciais de 1/6, 7/5 e 6/3. A britânica chegou a ter 3/5 no segundo set, mas conseguiu sair do buraco vencendo seis games seguidos, que lhe deram também uma quebra de vantagem na terceira parcial.
Em sua melhor campanha da carreira no All England Club, a atleta da casa espera agora pela vencedora do confronto entre a norte-americana Alison Riske e a estoniana Kaia Kanepi. Laura nunca enfrentou a estoniana pelo circuito, mas já teve a norte-americana como rival e foi derrotada por esta dois anos atrás, em Indian Harbour Beach.

Serena anota contra Kimiko a 600ª vitória da carreia

Londres (Inglaterra) - Principal candidata ao título, a norte-americana Serena Williams fica cada vez mais favorita a vencer pela sexta vez em Wimbledon. Neste sábado, ela deu mais uma demonstração de sua força e despachou a japonesa Kimiko Date-Krum em sets diretos, com parciais de 6/2 e 6/0, depois de apenas 61 minutos de partida e se classificou para as oitavas de final do torneio.
Apenas uma das quatro top 10 que superaram as três primeiras rodada no All England Club, a caçula das irmãs Williams terá pela frente a alemã Sabine Lisicki, que surpreendeu a australiana Samantha Stosur em virada com placar final de 4/6, 6/2 e 6/1. Esta será a terceira vez que a germânica encara Serena, tendo perdido os outros dois embates.
O triunfo deste sábado foi marcante para Serena, que soma agora 600 vitórias como profissional.  Além disso, a norte-americana também chegou a outra marca redonda: conquistou a vitória de número 70 nas quadras do All England Club, onde é a quinta maior vencedora, atrás apenas da Irma Venus (71), da alemã Steffi Graf (74), da norte-americana Chris Evert (96) e da tcheca naturalizada norte-americana Martina Navratilova (120).
Tenista mais velha a alcançar a terceira rodada em Wimbledon, Kimiko não ofereceu grande resistência à norte-americana. Com golpes mais potentes e maior volume de jogo, Serena dominou a japonesa de 42 anos com 28 bolas vencedores, contra apenas oito da rival. A líder do ranking foi quebrada uma única vez e anotou seis break-points para eliminar a nipônica no primeiro duelo entre elas.
Possível rival de Serena nas semifinais, a chinesa Na Li fez valer a condição de cabeça de chave número 6 contra a tcheca Klara Zakopalova, mas não teve moleza, apesar do "pneu" no segundo set, e só triunfou de virada, com parciais de 4/6, 6/0 e 8/6. Sua rival nas oitavas será a italiana Roberta Vinci, responsável por bater a eslovaca Dominika Cibulkova em sets diretos, com 6/1 e 6/4.
Serena não é a única norte-americana nas oitavas, tendo a companhia das compatriotas Sloane Stephens, primeira a se classificar, e Alison Riske, que superou a estoniana Kaia Kanepi por 2 sets a 0, com placar final de 6/2 e 6/3, para conseguir um lugar na quarta rodada. Ela agora vai medir forças com a esperança local Laura Robson, contra quem já jogou uma vez e venceu, no saibro de Indian Harbour Beach.

Kvitova revela noite mal dormida e se diz confiante

Londres (Inglaterra) - A tcheca Petra Kvitova esteve perto de uma vitória tranquila contra a russa Ekaterina Makarova na terceira rodada de Wimbledon antes de sofrer com a reação da número 27 do mundo. Com a partida interrompida por falta de luz natural na sexta-feira, quando Makarova tinha uma quebra de vantagem no set decisivo, a campeã do torneio em 2011 teve uma noite complicada em Londres.
"Não tive uma boa noite de sono, o jogo ainda estava na minha cabeça, o que era bom e ruim. Hoje foi outro dia para mim, joguei com agressividade e essa foi a chave", declarou Kvitova. Quando as tenistas voltaram para a quadra 1 neste sábado, a cabeça de chave 8 se recuperou no terceiro set e conseguiu a vitória, com parciais de 6/3, 2/6 e 6/3.
Kvitova não precisou jogar a segunda rodada porque sua adversária, a cazaque Yaroslava Shvedova, abandonou o torneio lesionada. A tcheca admitiu ter sentido a falta de ritmo contra Makarova, mas disse que seu maior problema tem sido a irregularidade.
"É difícil manter um alto nível em toda a partida. Joguei muito bem em 2011, toda bola ia dentro, e não está assim este ano. Tem momentos que não estou jogando bem. Às vezes tenho problemas com o serviço e faço duplas faltas. Preciso me focar em cada ponto, pensando apenas naquele ponto, e não no passado", disse a campeã do Grand Slam britânico há dois anos.
Esta é a quarta edição seguida do torneio em que a tcheca alcança ao menos as oitavas de final. Ela diz que sente menos pressão desta vez, já que não tenta defender o título, e espera crescer nas rodadas finais como a principal favorita ainda viva em seu lado da chave.
"Sabia que seria difícil (contra Makarova) na grama, perdi a última vez para ela em Eastbourne, então espero ganhar confiança com esse jogo". Sua próxima adversária será a espanhola Carla Suarez Navarro, cabeça 19, que chega à segunda semana de Wimbledon pela primeira vez na carreira. O confronto direto tem quatro vitórias de Kvitova em cinco jogos.
Outra tenista "favorecida" pela paralisação na rodada de sexta foi a norte-americana Sloane Stephens. Depois de sofrer um "pneu" no segundo set, ela voltou a jogar somente neste sábado e levou a melhor contra a tcheca Petra Cetkovska, com parciais de 7/6 (7-3), 0/6 e 6/4.
"É sempre duro voltar no dia seguinte para terminar o jogo. Eu me sinto muito melhor sabendo que vou jogar dois ou três sets e não somente um. Perdi o foco (no segundo set), mas é um Grand Slam, você precisa ser dura e batalhar por um longo caminho", disse Stephens, que enfrenta a porto-riquenha Monica Puig nas oitavas.

Teliana leva título na França e fica perto do top 100

Perigueux (França) - A pernambucana Teliana Pereira conquistou neste sábado seu 17º título como profissional no ITF de Perigueux ao bater na decisão do torneio que distribui US$ 25 mil de premiação a chilena Daniela Seguel, aplicando parciais de 6/1 e 6/4. Além de comemorar mais uma conquista, ela também se aproxima cada vez mais do top 100.
Com o troféu levantado no evento francês, Teliana deve aparecer entre as 110 primeiras na próxima lista da WTA, o que já seria sua melhor colocação da carreira. A número 1 do Brasil teve como melhor resultado no ranking a 116ª posição obtida na última semana de fevereiro deste ano.
Teliana tem vivido uma temporada com ótimos resultados. A pernambucana conseguiu jogar o quali dos três Grand Slam de 2013, mas agora tenta entrar direto na chave do US Ope, situação que a 104ª colocação no ranking lhe garantirá, mas que pode ser concretizada mesmo ficando perto das 110 melhores .
O título em Perigueux é o primeiro da número 1 do Brasil na temporada, mas ela já havia conseguido outras duas campanhas de destaque. A primeira delas foi alcançar as quartas de final no WTA de Cali, seguida pela semifinal de outro WTA, em Bogotá, logo na semana seguinte. No ano passado, ela faturou três títulos dessa mesma importância, dois na Argentina e outro na Espanha.
A pernambucana começou dominando a final deste sábado contra Seguel e faturou sem muitas dificuldades o primeiro set, permitindo que a rival vencesse somente um game. Na parcial seguinte. a chilena equilibrou mais o jogo, só que com uma quebra a menos do que Teliana novamente levou a pior e acabou superada em sets diretos.