segunda-feira, 20 de maio de 2013

CEARÁ ADMINISTRA EMPATE E CONQUISTA TRICAMPEONATO CEARENSE NO CASTELÃO


O tricampeonato voltou a Porangabuçu após 15 anos na tarde deste domingo. Com o domínio no primeiro tempo, o Ceará garantiu novo empate por 1 a 1 com o Guarany de Sobral, na Arena Castelão, e levantou a taça de campeão cearense de 2013. O resultado de igualdade foi o suficiente para o Vovô, que havia conseguido resultado igual no domingo passado, no Junco, a jogava por uma nova igualdade por até 1 a 1 - ao Cacique, um 2 a 2 daria o título pelos gols fora de casa. Mas o time alvinegro soube administrar o maior equilíbrio em campo no segundo tempo e anulou a defesa bugrina.
A última vez que Vovô havia levantado a taça como tricampeão foi em 1998, em final contra o Ferroviário. O Cacique do Vale nunca conseguiu ser campeão cearense. O Alvinegro de Porangabuçu não só comemora a nova conquista, mas também se garante na Copa do Brasil de 2014. Antes, já tinha conquistado vaga na Copa do Nordeste do próximo ano, ao passar pelo Fortaleza, na semifinal.
Ao Guarasol, restou a vaga no Nordestão 2014. Com o vice-campeonato, o Cacique do Vale ainda terá que brigar por vaga na Copa do Brasil na Taça Fares, no segundo semestre. Além disso, o time sobralense foi o campeão do Interior, título decidido na semifinal do Estadual, contra o Icasa.
Lance do jogo entre Ceará e Guarany de Sobral (Foto: Jarbas Oliveira / Futura Press)Ceará e Guarany de Sobral fizeram jogo de dois tempos bem diferentes (Foto: Jarbas Oliveira / Futura Press)
Ceará dominou com sobras
O primeiro tempo foi um passeio da equipe alvinegra. Embora tenha levado um susto, logo aos quatro minutos, quando Luiz Carlos chutou de longe e abriu o marcador, o Ceará não teve dificuldades para dominar as ações em campo durante os primeiros 45 minutos.
Com o gol, foram sete lances claros de perigo à meta do goleiro Eliardo. Sem contar, a sequência de bolas levantadas na área e as finalizações que não levaram tanto perigo assim. E as estatísticas estavam tão a favor do Ceará que o gol de empate chegou com menos de dez minutos, após o marcado por Luiz Carlos.
No decorrer da partida, o Cacique do Vale pouco fez de ofensivo. Na primeira etapa, o time criou a jogada de gol e dois contra-ataques que não levaram perigo à meta de Fernando Henrique. A zaga não se entendeu e falhou, inclusive no gol do Alvinegro de Porangabuçu. Júnior Alves e Bebeto ficaram olhando a bola passar e ficar no pé de Mota, que marcou.
Por outro lado, o Vovô obrigou o goleiro Eliardo a trabalhar muito. Foram três grandes defesas em finalizações de Mota, Magno Alves e Ricardinho. Diante dos mais de 50 mil torcedores que foram ao Castelão, Vicente foi o melhor jogador do primeiro tempo. Bem articulado e veloz, ele ainda acertou duas bolas no travessão do Guarasol. Lulinha também andou mandando bola na trave.
Equilibrou tudo
Se no primeiro tempo, o jogo praticamente foi todo do Ceará, na segunda etapa, foi bem mais equilibrado. Com a necessidade de vencer para ser campeão, o Guarany de Sobral investiu mais no ataque. Marciel perdeu gol em cabeçada, aos dez minutos. Fernando Henrique defendeu à queima-roupa.
O Vovô teve chance real de virar aos 31 minutos. Magno Alves recebeu passe de Mota, na cara do gol, e mandou na trave. No restante do jogo, houve muita troca de passe e pouca objetividade nos setores de ataque das duas equipes. O passe final sempre saía errado. Com isso, restou ao Alvinegro administrar a partida em campo. E comemorar com o estádio praticamente lotado, após o apito final do árbitro.

CRUZEIRO VENCE, MAS RONALDINHO MARCA E CONFIRMA O TÍTULO DO GALO


Os dois times dividem os corações dos torcedores mineiros. De um lado, aqueles da camisa azul. Do outro, os que usam a de listras pretas e brancas. Mas, no principal e maior palco do futebol de Minas Gerais, eles não estavam em igualdade. Nas arquibancadas, que tinham 42.142 pagantes, quase 90% vestiam o uniforme estrelado. Em campo, eles estavam em igualdade, mas quem comemorou no Mineirão foi a minoria. E milhões de atleticanos Brasil afora. Apesar da vitória de 2 a 1 do Cruzeiro no clássico, em um jogo de três pênaltis, o título ficou com o Atlético-MG, que, no primeiro jogo, venceu por 3 a 0.
Réver levanta a taça de campeão mineiro do Atlético-MG (Foto: Reprodução TV Globo Minas)Réver levanta a taça de campeão mineiro do Atlético-MG (Foto: Reprodução TV Globo Minas)
Para chegar ao título, o Cruzeiro precisava do mesmo placar, pelo menos. Como teve a melhor campanha na fase classificatória, jogava por dois empates ou vitória e derrota pelo mesmo saldo de gols. A pressão foi grande, mas o anticlímax para a torcida cruzeirense veio no pênalti convertido por Ronaldinho Gaúcho, aos 32 do segundo tempo. Resultado que confirmou o título do Galo.
O camisa 10 alvinegro, um dos mais empolgados na comemoração, afirmou que vive um novo momento na carreira.
- Chegar aqui, ganhar título, ver minha carreira dar mais um upgrade... Faltam seis meses de trabalho, mas o título é para coroar esse um ano maravilhoso aqui.
Título estadual definido, as duas equipes, agora, se dedicam nesta semana a competições diferentes. O Cruzeiro, na quarta-feira, pega o Resende, no jogo de volta da segunda fase da Copa do Brasil, às 22h (de Brasília), no Mineirão. No dia seguinte, quase na fronteira com os Estados Unidos, o Galo pega o Tijuana-MEX, às 21h30m, na primeira partida das quartas de final da Taça Libertadores.
Cruzeirenses agradecem a Gilberto Silva e Richarlyson
O Cruzeiro entrou em campo com um número na cabeça: o três. Três que foi o placar que o rival Atlético-MG construiu no primeiro jogo da final, no Independência, e o mesmo resultado que precisaria fazer neste domingo, agora em casa, no Mineirão. Com isso, partiu para cima desde os minutos iniciais. E a primeira boa chance foi do time de azul. Tardelli, que perdeu a bola aos oito minutos, permitiu um contra-ataque do Cruzeiro, quase mortal. Dagoberto lançou Borges, que deu um chute rasteiro, com boa defesa de Victor.
E o Cruzeiro continuou sua blitz. Com velocidade nas saídas e boa marcação, não dava espaços ao Atlético-MG. Pressionado, o time alvinegro deu espaço para a imprudência. Aos 18 minutos, Dagoberto entrou na grande área. Gilberto Silva, que foi dar combate, derrubou o jogador na grande área. Pênalti claro e indiscutível. O próprio atacante bateu. Bola de um lado, Victor para a outro. E o Mineirão, predominantemente azul, explodiu em alegria.
Dagoberto cruzeiro gol atlético-mg (Foto: Bruno Magalhães / Agência Estado)Dagoberto comemora um dos gols do primeiro tempo (Foto: Bruno Magalhães / Agência Estado)
O número três, aquele tão perseguido pelo Cruzeiro, se aproximava. Talvez nem mesmo os cruzeirenses em campo e os da arquibancada podiam esperar que ele se aproximasse tão rápido. E, de novo, de uma atitude infantil por parte da marcação do Atlético-MG. Agora, com Richarlyson. Aos 31, de costas para Borges, o lateral-esquerdo solou o pé do atacante. Muita reclamação dos jogadores do Atlético-MG, mas o lance não permitia discussão. A penalidade foi clara. Dagoberto, de novo ele, foi para a cobrança. No “reencontro” com Victor, se deu bem mais uma vez. 2 a 0. E o número três se aproximava, para esperança dos cruzeirenses. E agonia dos atleticanos.
R10: a segurança para o título
As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem mudanças. Na verdade, só na postura. E isso já foi uma grande diferença. Mais agressivo, o Atlético-MG, já aos 15 minutos, chegou ao gol de Fábio com uma frequência que não aconteceu ao longo de todos os 45 da etapa anterior. E tome susto para o Cruzeiro, principalmente com uma bola na trave de Jô, aos 13.  Para o Cruzeiro, a busca para chegar ao terceiro gol começava a ganhar ares dramáticos. Até porque, da mesma forma que aconteceu no Independência, ele teve dificuldades em chegar à meta adversária.
À medida que o relógio corria, o Atlético-MG continuava a pressão. E Ronaldinho Gaúcho, apagado durante quase toda a partida, começava a aparecer. E foram dos pés dele, sempre ele, que saiu a tranquilidade que confirmou o título do Galo. Aos 32 minutos, Léo empurra Luan, fora da área, e Egídio termina de fazer a falta, agora, dentro do setor de Fábio. Pênalti. Mais um. Ronaldinho Gaúcho na cobrança. Se marcasse, afastaria a chance de o Cruzeiro chegar ao terceiro gol. Se perdesse, poderia dar fôlego ao rival. Mas ele não titubeou. Com categoria, marcou o gol que deu a segurança para o título do Galo.
Já aos 44 minutos, Luan ainda fez uma falta desnecessária em Dagoberto, com um carrinho por trás. Leandro Pedro Vuaden, em cima do lance, deu o vermelho no ato. Para piorar, a partir desse lance começou uma confusão em campo, com jogadores reservas entrando para discutir. Luan, o reserva do Cruzeiro, era um dos mais exaltados.
Mas nem esse incidente tirou o brilho da campanha do Atlético-MG, tampouco a alegria daqueles presentes ao Mineirão. Bicampeonato confirmado, título que dá ainda mais ânimo para esse time não só na Taça Libertadores, mas, também, no Brasileirão.

Parnahyba arranca empate no fim e se consagra bicampeão Piauiense


O amor sublime do Parnahyba explodiu no peito do torcedor azulino. Ou melhor, pintou o Piauí nas cores azul e branco do time do litoral, com a conquista do título estadual de 2013. No ano do seu centenário, o grande Tubarão faz história no dia 19 de maio: levanta a taça de bicampeão após derrubar o River-PI, por 2 a 2, dentro do Estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, lotado, com um público de 5.128 torcedores, fazendo uma renda R$ 57.690,00. O pulsante Lindolfinho se calou. E viu um guerreiro e valente Parnahyba comemorar. A noite para a torcida azulina será pequena. E os próximos dias também.
No primeiro jogo da final, o Parnahyba venceu o River-PI por 1 a 0. E, neste domingo (19), precisava apenas de um empate para ser campeão Piauiense e deu certo. O Tubarão começou mal a partida e viu o River-PI abrir 2 a 0 no primeiro tempo. Na volta, o time do litoral veio melhor armado e conseguiu marcar seu primeiro gol aos 8 minutos, com Gilmar Baiano, e empatar com Fabinho, aos 42 minutos.
Parnahyba comemora o título do Piauiense 2013 (Foto: Renan Morais)Parnahyba comemora o título do Piauiense 2013 (Foto: Renan Morais)
Aranha, Eridon, Gilmar Bahia, Ivan, Rian, Ramon, Luciano, Capela, Idelvando, Zé Rodrigues e Fabinho... São os filhos bravos e destemidos do litoral. A torcida do Parnahyba reverencia a equipe pelo quinto título, da era profissional, na centenária história. O grupo, aliás, deu uma demonstração de garra, e encontrou forças do inimaginável. Apesar da crise financeira – que atrasou o salário de todo o elenco – o grupo continuou firme, assim como traduz a letra do poeta R. Petit no hino do clube: “Do nosso esforço vem a surgir a glória excelsa em teu porvir”.
Mas foi no comando experiente do treinador Paulo Moroni que o Parnahyba, de fato, se tornou imbatível. Experiente, o técnico controlou o grupo no momento instável e soube usar a liderança para manter o foco na equipe. Assim, Moroni – que ganha o seu quarto título Piauiense da carreira – termina o campeonato com nove vitórias, cinco derrotas e quatro empates. Assim como na partida no Lindolfo, uma campanha equilibrada. E melhor, de glória.
Além de faturar a desejada taça de campeão, o Parnahyba é o primeiro time do estado a garantir vaga na Copa do Brasil 2014. Antes disso, o clube encara outra missão a partir do dia 2 de junho: disputar a Série D do Campeonato Brasileiro. O time do litoral caiu no grupo A2, ao lado do Gurupi (TO), Maranhão (MA), Salgueiro (PE) e Ypiranga (AP).
... E quem da luta todo ardor não liba. Ao som do brado: Salve ó Parnahyba!
River-PI cumpre objetivo
Sem o atacante Maranhão, o treinador Edson Porto escalou Gabriel ao lado de Anderson Kamar no ataque. O estilo veloz do jogador era o ingrediente que o técnico riverino desejava para reverter a vantagem do empate do Parnahyba na decisão. Do outro lado, Moroni optou pela segurança. Com o retorno de Eridon, o comandante manteve o restante do grupo que venceu o jogo de ida por 1 a 0.
River-PI x Parnahyba final campeonato piauiense (Foto: Nayra Macedo)Momento do gol de Anderson Kamar, pelo River-PI (Foto: Nayra Macedo)

E no confronto entre a velocidade e segurança, o Parnahyba teve melhor postura. Apesar do jogo truncado, com quatro faltas em oito minutos, veio da equipe azulina a primeira chance de abrir o placar: aos 4, Capela cobrou um arremesso lateral para Rian, que cruzou rasteiro pela esquerda. Com o goleiro Robinho já fora do lance, a bola passou por toda a pequena área, mas não nem Zé Rodrigues e Fabinho tocaram nela.
Só aos 7, com uma jogada de Jeferson, o River-PI chegou. E foi nas bolas paradas que o Galo começou a rondar a área do Parnahyba. Porém, o perigo era afastado sempre por Eridon, Gilmar Bahia e Luciano. Aos 10 minutos, o Lindolfo Monteiro explodiu nas cores tricolor. Pela direita, Totty cruzou. Aranha não segurou e deu rebote. Na confusão dentro da área, Anderson Kamar abriu o placar: 1 a 0.
Com o gol, o Parnahyba acusou o golpe. E em quatro oportunidades de ataque – com Kamar, Tote e duas de Neto, dentro de um período de quatro minutos – o River-PI não ampliou o placar. Com o controle da partida, Thiago Marabá e Jefferson dominavam o meio de campo. Sem espaço, o Parnahyba tinha dificuldades, tanto que só aos 25 minutos um chute fraco de Capela trouxe algum trabalho para Robinho.
E se Robinho não teve tanto trabalho, o mesmo não pode ser dito para Aranha. Aos 39 minutos, Jeferson arriscou um chute da intermediária. O que era para ser algo despretensioso, se transformou no segundo gol do River-PI. Traído pelo quique da bola – talvez por conta do péssimo estado de gramado do Lindolfo – o goleiro do Parnahyba acabou aceitando o chute, e ficou com as penas do frango na mão. 2 a 0.
Parnahyba empata no final
Com dois gols de vantagem, tudo parecia tranquilo e o River-PI aguardava a prorrogação. Mas a equipe tricolor não contava com o gol de Gilmar Bahia logo na volta do intervalo. Aos 8 minutos, o jogador aproveitou uma cobrança de falta de Rian, pela direita, e apareceu como elemento surpresa. A bola encontrou o zagueiro livre, que descontou o placar.
Os torcedores do River-PI respiraram fundo. E o clima dentro de campo esquentou. Aos 15 minutos, os jogadores do Parnahyba cercaram o árbitro Antônio Dib de Morais após o volante Ramon levar cartão amarelo devido a uma dividida com Thiago Marabá. Com os ânimos controlados, o time de Moroni por pouco não empatou.
Em lance inacreditável, Fabinho, aos 18 minutos, perdeu em baixo da trave de Robinho. Pela esquerda, Rian foi até a linha de fundo, olhou para área e viu o atacante sozinho. Porém, o camisa 11 pegou mal e isolou.
Em jogo decisivo, um lance que fez falta ao Parnahyba. E a situação ficou ainda mais complicada com a expulsão do zagueiro Gilmar Bahia, aos 37 minutos. O jogador segurou Anderson Kamar ao barrar o contra-ataque do River-PI. Com um jogador a mais, o River-PI controlou o ritmo de jogo, mas até os 41 minutos.
Assim como no primeiro gol do Parnahyba, Rian cruzou. Após confusão na área, Fabinho testou e saiu comemorando. Tudo igual no Lindolfo Monteiro. Desesperado, Edson Porto ainda colocou Curiri no ataque. No entanto, o placar permaneceu em 2 a 2. A festa é do Parnahyba!
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Criciúma acorda no segundo turno e arranca até título Catarinense


Acelera, ultrapassa e termina na frente. A reação do Criciúma no Campeonato Catarinense, como um carro de corrida potente, foi recompensada com o título estadual. O descrédito virou confiança com o técnico Vadão, que chegou para levantar o time. O torcedor foi da frustração ao êxtase, passando pela incredulidade. A virada do primeiro para o segundo turno gerou embalo. Assim o Criciúma caminhou até o título – 10º do futebol de Santa Catarina, somado o primeiro, conquistado quando se chamava Comerciário.
Criciúma x Chapecoense Marcel (Foto: Maurício Vieira/ Agência RBS)Criciúma de Vadão arranca do primeiro turno ruim para alcançar o título do Campeonato Catarinense
(Foto: Maurício Vieira/ Agência RBS)
Comandante do acesso à primeira divisão do Campeonato Brasileiro, Paulo Comelli tinha sobre os ombros a responsabilidade de guiar o Criciúma ao fim do jejum. A última conquista estadual havia sido em 2005 e, de lá para cá, ainda foram três finais perdidas (2007, 2008 e 2011). Com a equipe reformulada, alternou bons e maus momentos. Os bons foram a vitória por 2 a 0 sobre o Figueirense e a estreia com goleada por 6 a 0 sobre Camboriú. Mas as alternâncias de escalações em busca do encaixe e os resultados negativos foram os fatores que o fizeram cair, junto com parte do comando do departamento de futebol.

No segundo turno e com o comando novo, o time conseguiria avançar para as fases finais. Mas a virada. já sob com o técnico Vadão como responsável pela equipe, demoraria. Nos quatro primeiros jogos, cinco pontos. Daí um fragilizado Juventus apareceu no caminho e no Heriberto Hülse. O Criciúma fez 8 a 0 e o estilo ofensivo predominou. Com quatro vitórias em sequência e fazendo de cada confronto uma final, conquistou o título do returno na última rodada.
Dos outros três times que chegaram nas semifinais, o Criciúma enfrentaria o pior rival. É que o Avaí também gozava de embalo na reta final para avançar. Tanto que foi o time azurra a terminar com a sequência de sete jogos de invencibilidade (somada a Copa do Brasil). A derrota por 3 a 2, no jogo de ida, não fez o Tigre baixar a guarda. Nem a torcida. No Heriberto Hülse, conseguiu o placar mínimo necessário para chegar à grande decisão.

Homem de desapego ao passado, Vadão pensou para frente no Criciúma. Sem abrir mão da premissa que fez que seus comandados também imprimissem, conseguiu guiar a equipe num 2 a 0 importante no primeiro embate das finais do Catarinense deste ano. Ficou mais fácil celebrar diante da Chapecoense que não havia perdido jogos sob o seu mando. O time de Chapecó até venceu, mas teria que ter feito mais que 1 a 0. O Tigre fez valer o embalo de time e da torcida valeu. Após oito anos, Criciúma volta a gritar ‘É campeão’.

Renegados, ex-tricolores são determinantes no título do Vitória


Mansur, Luís Alberto, Vander e Marcelo Nicácio. O que esses quatro campeões baianos de 2013 têm em comum? Todos nasceram para o futebol no clube vice-campeão da competição, o Bahia. Além disso, o quarteto de ex-tricolores foi fundamental para a conquista do 27º título estadual do Vitória.

As jogadas de linha de fundo de Mansur, a liderança e o bom passe de Luís Alberto, os gols de Nicácio e o gás sempre renovado de Vander deram um ar de saudosista, por parte dos tricolores, para o título rubro-negro. E um sabor ainda mais especial para a torcida do Vitória.

Batuqueiro tricolor, artilheiro rubro-negro

Autor de nove gols no Campeonato Baiano, Marcelo Nicácio é provavelmente o ex-tricolor mais  ligado ao ex-clube. Antes de vestir a camisa do Bahia, Nicácio era membro de uma torcida organizada do clube. A titularidade com o uniforme do time de coração veio em poucas doses. Após muitos empréstimos, Nicácio deixou o Tricolor de vez em 2006, com 13 gols marcados. Rodou por diversos clubes até chegar, em 2012, ao Vitória. Na chegada, avisou que agora era torcedor do Vitória, mas não esqueceu suas origens.
Marcelo Nicácio gol vitória (Foto: Eduardo Martins / Ag. Estado)Marcelo Nicácio marcou nove gols no Baianão 2013 (Foto: Eduardo Martins / Ag. Estado)
-  Sempre costumo falar que torço pelo time que me paga. Hoje pode ter certeza que eu sou Vitória desde criancinha. Eu creio que não sou conhecido no Bahia. Tive uma passagem muito discreta. Fiquei na base e joguei por apenas um ano lá. A única lembrança que tenho do Bahia é da base, porque, no profissional, eu fiquei por apenas um ano. A questão da torcida começou com 15, 16 anos. Não vou dizer que não foi bom, porque vou ser hipócrita. Aquele momento foi muito bom em minha vida e nunca vou esquecer daquilo. Mas é passado. Agora eu estou no Vitória, e tomara que tenha a possibilidade de conquistar o que não conquistei pelo Bahia – garantiu

O atacante não se firmou como titular e foi colocado em uma lista de negociáveis para a temporada 2013. No entanto, o técnico Caio Junior decidiu apostar em Nicácio e fez dele o artilheiro do Vitória no campeonato. Apesar de ter ficado fora das partidas finais, o atacante foi fundamental para a campanha rubro-negra. O ex-batuqueiro tricolor agora faz barulho de campeão do lado rubro-negro.

De humilhado a algoz
mansur, lateral do vitória (Foto: Felipe Oliveira/EC Vitória/Divulgação)"Humilhado" no Bahia, Mansur brilha na Toca
(Foto: Felipe Oliveira/EC Vitória/Divulgação)
Em janeiro de 2012, o jovem lateral Mansur deixou o Bahia, após uma decisão judicial. O jogador havia ficado dois meses sem receber salário e sem recolhimento do FGTS. Com isso, Mansur partiu para novos ares e foi recebido na Toca do Leão. No Vitória, ganhou a confiança da comissão técnica.
Promovido a titular por Paulo César Carpegiani, foi importante na campanha do acesso à Série A. Um ano depois de chegar ao Rubro-Negro, o lateral levanta a sua primeira taça como profissional. Durante a campanha do título, Mansur marcou gol contra o antigo clube - e não teve piedade.

- Eu não fui revelado pelo Bahia, fui revelado pelo Vitória! E esse gol que fiz contra o time onde eu fui humilhado foi presente de Deus, porque ele é perfeito. Estou feliz em marcar em um time onde fui humilhado – disse.

Com a camisa do Vitória, o jogador também chegou à Seleção sub-20. Se no Bahia lhe faltava carinho, em solo rubro-negro, Caio Junior foi mais um a lhe dar abrigo e pedir que o torcedor o apoiasse. Impiedoso, mas verdadeiro. O ex-humilhado lateral agora é campeão baiano.

O desconhecido de Old Trafford
Luis Alberto comemoração Vitória Feirense (Foto: Mauro Akin / Agência Estado)Luis Alberto virou o pulmão rubro-negro no Baianão
(Foto: Mauro Akin / Agência Estado)
Revelado pelo Bahia, o volante Luís Alberto foi autor de um gol histórico na temporada passada, quando marcou em Old Trafford, o tento que garantiu a vitória do Cluj sobre o poderoso Manchester United na Liga dos Campeões da Europa.
Poucos meses depois, Luís Alberto estava de volta à Bahia, com saudade de atuar em casa. Informações de bastidores dão conta que o jogador teria procurado o Bahia, mas ouviu dos seus dirigentes um “não”. A justificativa era de que não conheciam o seu futebol.
Diante disso, Luís Alberto foi bater na porta rival. Aceito, o volante se tornou uma referência no meio-campo do Rubro-Negro. Líder por natureza, o ex-tricolor se apresentou para quem não o conhecia: muito prazer, Luís Alberto, campeão baiano de 2013.

V de Vingança

Entre os ex-tricolores do elenco do Vitória, nenhum tem uma história tão conturbada quanto Vander. Depois de aparecer como promessa e ajudar o Tricolor a voltar para a Série A, o meia-atacante foi emprestado ao Flamengo. Elogiado por Ronaldinho Gaúcho e Vanderlei Luxemburgo, o jovem meia sofreu com seguidas contusões. Voltou ao Bahia, mas teve poucas chances. Com problemas para renovar o contrato, Vander foi colocado de lado a pedido do presidente Marcelo Guimarães Filho.
vander bahia x vitoria (Foto: ROBSON MENDES/AGÊNCIA O DIA/Agência Estado)Diante do maior rival, a vingança: bola na rede (Foto: ROBSON MENDES/AGÊNCIA O DIA/Agência Estado)
Sem jogar, o meia enfrentou meses de treinos separado do restante da equipe tricolor para só voltar a jogar em 2013. No Vitória, Vander voltou a atuar. Encontrou do caminho do gol e, quando encarou o antigo clube, fez como Mansur: sem piedade, marcou um gol na humilhante goleada de 5 a 1 e lembrou pelo que passou.

- Tudo que eu sofri... Hoje eu pude mostrar que tenho valor. Não poderia ser dispensado por deficiência técnica. Pude dar minha resposta em campo.

De demitido por deficiência técnica a vingador rubro-negro, Vander é bi. Campeão baiano de 2012 pelo Bahia e de 2013 pelo Vitória.
Renegados, humilhados, esquecidos. Pouco importa o que sofreram no lado contrário. O ex-quarteto tricolor é agora o quarteto campeão baiano.

Nos pênaltis, Potiguar de Mossoró bate América-RN e fica com o título


O Potiguar de Mossoró é o campeão norte-rio-grandense de 2013. Jogando fora de casa, no Estádio Barretão, em Ceará-Mirim, o "Time Macho" venceu o América-RN por 5 a 4, nos pênaltis, e conquistou o segundo título estadual de sua história. No tempo normal, a partida terminou empatada em 1 a 1.
O jogo
A partida começou eletrizante, como em toda grande decisão. Empurrado pelo seu torcedor, que compareceu em bom número ao Barretão, o América-RN tomou a iniciativa do jogo e chegou com perigo aos cinco minutos do primeiro tempo: Renatinho Potiguar fez grande jogada pela esquerda e cruzou para Tiago Adan, que não alcançou a bola. No minuto seguinte foi a vez do Potiguar quase inaugurar o marcador. O volante Daniel arriscou de longe e forçou grande defesa do goleiro Dida.
A equipe mossoroense deu mais um susto no América, aos 17 minutos, quando Kattê apareceu livre na grande área. Dida saiu nos pés do atacante e evitou o gol do Potiguar. O primeiro gol do jogo só saiu aos 37 minutos da primeira etapa, quando Índio Oliveira recebeu bom lançamento, se livrou do zagueiro Anselmo e bateu cruzado na saída do goleiro Santos para colocar o time da capital em vantagem.
Confusão e frango
Os técnicos Celso Teixeira, do Potiguar, e Roberto Fernandes, do América, se desentenderam durante o intervalo de jogo e quase partiram para as vias de fato. Seguranças dos dois clubes separaram os treinadores e evitaram uma confusão maior. Com a bola rolando, equilíbrio entre as duas equipes. O América quase ampliou aos sete minutos, com Tiago Adan, e o Potiguar esteve muito perto do gol de empate quando Vaninho finalizou e Dida salvou, aos 22 minutos.
O gol de empate do Potiguar de Mossoró só saiu aos 30 minutos da etapa final. O lateral-direito Chiquinho cobrou falta de muito longe e o goleirão Dida levou um frango clássico, entre as pernas. A partir daí os mossoroenses se mandaram para o ataque, mas não conseguiram a virada. O América ainda chegou ao ataque algumas vezes, mas também não conseguiu o gol que lhe daria o bicampeonato estadual.

Maurren fica em 6º em GP de São Paulo; Ana Cláudia vence os 100m rasos


  • Wagner Carmo/CBAt
    Apesar da vitória, Ana Cláudia ficou distante do recorde sul-americano conquistado por ela há uma semana
    Apesar da vitória, Ana Cláudia ficou distante do recorde sul-americano conquistado por ela há uma semana

VEJA TAMBÉM

Em sua segunda competição desde as Olimpíadas de Londres, Maurren Maggi ficou na sexta colocação do Grande Prêmio São Paulo/Caixa de Atletismo, disputado neste domingo, em São Paulo. Maurren saltou 5.92m e ficou na última colocação entre as atletas que conseguiram ter pelo menos uma tentativa validada. A vencedora foi Bianca Stuart, de Bahamas, que saltou 6,61 m.
Nos 100 m rasos feminino, Ana Cláudia Lemos venceu com o tempo de 11s34. A marca fica distante dos 11s05, recorde sul-americano conquistado pela brasileira há uma semana. Rosangela Santos ficou na segunda posição e Sheniqua Ferguson, das Bahamas, terminou no terceiro lugar.
No lançamento de disco masculino, Ronald Julião venceu com o a marca de 64,27m, ratificando o índice de classificação para o Mundial de Moscou e quebrando o recorde deste torneio, que era de 62m,39 e pertencia a ele mesmo.
Bruno Lins venceu os 200m rasos masculinos com 20s24, ficando a frente de Mario Forsythe, da Jamaica, e Michael Mathieu, das Bahamas, segundo e terceiro colocado, respectivamente. Nos 100m rasos, Lins foi superado por Antoine Adams, de São Cristóvão e Nevis, que marcou 10s25 contra 10s35 do brasileiro. Rondel Sorillo, de Trinidad e Tobago, ficou no terceiro lugar.

Jornal: Chelsea planeja oferta de quase R$ 93 milhões por Rooney


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Rooney ficou fora até do banco na despedida de Ferguson
Rooney ficou fora até do banco na despedida de Ferguson
Atleta do Manchester United desde julho de 2004, o atacante Wayne Rooney pode trocar de clube na Inglaterra já na próxima janela transferências do futebol europeu. Conforme publicou o jornal britânico Daily Mirror na edição deste domingo, o Chelsea pretende não medir esforços para contratar o atacante e cogita oferecer 30 milhões de libras (cerca de R$ 92,7 milhões) para encerrar a negociação.

Segundo uma fonte não identificada do jornal, o presidente do clube londrino, Roman Abramovich, está disposto a fazer grande investimento e superar a concorrência de Paris Saint-Germain e Arsenal. Além dos R$ 92,7 milhões oferecidos ao Manchester United, o dirigente russo ainda desembolsaria ao atacante salário de 250 mil libras (aproximadamente R$ 772,6 mil) semanais.

O camisa 10 do Manchester United teria sido um pedido do treinador José Mourinho, que atualmente comanda o Real Madrid e é cotado pela imprensa inglesa para assumir o Chelsea. Admirador do futebol de Rooney, o técnico português acredita que pode fazê-lo alcançar seu melhor nível, assim como fez com o centroavante marfinense Didier Drogba entre 2004 e 2007.
Rooney chegou ao Manchester United em julho de 2004, contratado junto ao Everton por 37 milhões de euros (cerca de R$ 96,7 milhões em valores atuais). Desde então, o atacante se tornou peça fundamental na equipe comandada pelo treinador Alex Ferguson, conquistou 16 títulos e atuou em duas edições da Copa do Mundo pela seleção inglesa.
Atrapalhado por alguns problemas físicos ao longo desta temporada, o camisa 10 marcou 12 gols em 27 partidas no Campeonato Inglês. Na Liga dos Campeões da Europa, competição na qual o Manchester United foi eliminado pelo Real Madrid nas oitavas de final, Rooney balançou a rede uma vez em seis jogos.

Maurren cogita parar antes de 2016 e espera apoio do 'fofo' Juvenal Juvêncio


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Saltadora Maurren Maggi, 36 anos, eterna musa do atletismo brasileiro
Saltadora Maurren Maggi, 36 anos, quer novo apoio do São Paulo
De acordo com Maurren Maggi, a falta de patrocinadores pode impedir sua participação nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro-2016. Ela espera participar de uma reunião com Juvenal Juvêncio nesta segunda-feira para renovar o acordo com o São Paulo, clube que representou até o final do ano passado.

“Estou sem patrocínio. Amanhã tenho um encontro com o Juvenal. Ele é um fofo e tenho certeza que não vai me deixar desamparada”, afirmou Maurren, que costuma visitar o camarote do presidente são-paulino quando acompanha os jogos do time de futebol no Morumbi.

O São Paulo, defendido pelo lendário Adhemar Ferreira da Silva nos anos 1950, passou a apoiar Maurren, então campeã olímpica, em fevereiro de 2010 através de um acordo com a Sollys, mas a empresa resolveu não renovar o contrato, encerrado no final de 2012.

“Meu desejo é ir até 2016, mas se eu não tiver uma estrutura adequada, paro antes. Não vou ficar brigando contra o tempo. Seria injusto em relação à medalha que conquistei. Se algum clube qualquer me oferecer uma estrutura para chegar até 2016, sei que tenho capacidade. Mas preciso de estrutura. Sem isso, paro antes”, declarou.

Vitimada por uma lesão no quadril, Maurren não passou da fase classificatória dos Jogos Olímpicos de Londres-2012 e ainda sofreu uma lesão nos ligamentos do tornozelo esquerdo no começo desta temporada. Para chegar ao Rio de Janeiro-2016, a saltadora de 36 anos planeja se poupar nas próximas temporadas.

“Ninguém acreditou quando fui campeã olímpica com 32 anos”, disse Maurren, dando a entender que enfrenta preconceito por sua idade – ela terá 40 anos na próxima Olimpíada. “Já tinham me aposentado, falavam que eu estava velha”, completou a brasileira.

O técnico Nélio Moura acompanha Maurren desde o começo da carreira da saltadora e lamenta a situação. “É uma pena, mas é a realidade. Ela não recebeu um único centavo em 2013. Já esperávamos que algo assim fosse acontecer, mas está demorando para surgirem alternativas e ela tem contas a pagar”, afirmou.

No último ciclo olímpico, Maurren também contava com os apoios da Companhia Energética de São Paulo (CESP) e da Caixa Econômica Federal, a última ligada à Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat). “Ela quer continuar se dedicando aos treinos como sempre se dedicou e esperamos que tudo se resolva”, disse Nélio.

Ferguson se despede do futebol com empate 'amargo' em jogo espetacular


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Depois de 39 anos, chegou ao fim a brilhante e vitoriosa carreira de Alex Ferguson como técnico de futebol. A última partida do escocês foi neste domingo, e o Manchester United, clube no qual ele está desde 1986, deixou um gosto amargo ao empatar com o West Bromwich por 5 a 5 em um eletrizante duelo neste domingo, na rodada que fechou a temporada da Premier League.

Com o título já ganho, Alex Ferguson colocou um time alternativo em campo, com poucos titulares. Os visitantes logo fizeram 3 a 0 com 30 minutos de jogo (Kagawa aos 6 minutos, Olsson, contra, aos 9, e Buttner aos 30). Antes do intervalo, Morrison diminuiu para o West Bromwich.
Apesar da elástica vantagem, o que parecia ser uma goleada do Manchester United se tornou uma tragédia. 

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Alex Ferguson se despediu do futebol
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Lukaku diminuiu para o West Bromwich aos 5 minutos, Van Persie fez 4 a 2 aos 8, e Chicharito Hernandez antou o quinto do United aos 18 minutos da etapa final. Quando o placar parecia definido, os mandantes foram buscar.
Aos 36 minutos, Lukaku fez o terceiro dos mandantes. Logo na sequência, Mulumbu balançou as redes pelo West Bromwich, e Lukaku empatou o confronto aos 41 da etapa final.
Apesar da carreira épica, Sir Alex Ferguson se despede do futebol com um empate amargo depois de uma partida que estava praticamente ganha.
Mesmo assim, o Manchester United finaliza sua campanha de campeão da Premier League com 89 pontos, enquanto o West Bromwich fecha em oitavo, com 49.

domingo, 19 de maio de 2013

Potiguar

17h00 América-RN 1x1 Potiguar de Mossoró   4x5
 

Paraense

17h00 Paysandu-PA 3x1 Paragominas-PA

Paulista

16h00 Santos 1x1 Corinthians

Mineiro

16h00 Cruzeiro 2x1 Atlético-MG

Goiano

16h00 Goiás 2x2 Atlético-GO

Cearense

16h00 Ceará 1x1 Guarany de Sobral

Catarinense

16h00 Chapecoense 1x0 Criciúma

Baiano

16h00 Vitória 1x1 Bahia

Português

14h30 Vitória de Guimarães 0x1 Rio Ave
14h30 Olhanense 0x0 Marítimo
14h30 Beira-Mar 1x4 Sporting
14h30 Gil Vicente 1x3 Estoril
14h30 Paços Ferreira 0x2 Porto
14h30 Nacional da Madeira 2x1 Acadêmica
14h30 Vitória de Setúbal 0x1 Braga
14h30 Benfica 3x1 Moreirense

Argentino

13h10 Independiente 3x1 San Martín
15h15 Unión 2x2 River Plate
20h30 All Boys 0x3 San Lorenzo

Inglês

12h00 Chelsea 2x1 Everton
12h00 Liverpool 1x0 QPR
12h00 Manchester City 2x3 Norwich
12h00 Newcastle United 0x1 Arsenal
12h00 Southampton 1x1 Stoke City
12h00 Swansea City 0x3 Fulham
12h00 Tottenham 1x0 Sunderland
12h00 West Bromwich Albion 5x5 Manchester United
12h00 West Ham 4x2 Reading
12h00 Wigan 2x2 Aston Villa