domingo, 19 de maio de 2013

Vasco ganha amistoso do Figueirense em Florianópolis antes de estreia no Brasileirão


Flickr Vasco
Alisson é abraçado após marcar o gol da vitória do Vasco em Florianópolis
Alisson é abraçado após marcar o gol da vitória do Vasco em Florianópolis
Neste sábado, no Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC), Figueirense e Vasco se enfrentaram antes de suas estreias no Campeonato Brasileiro da Série B e da Série A, respectivamente. E o time carioca saiu vencedor de mais um amistoso, 2 a 1 - ganhou do Tupi em Minas por 5 a 1.

Agora, o cruzmaltino volta a campo de forma oficial no próximo sábado, diante da Portuguesa, no Rio de Janeiro. Já o clube catarinense estreia na segundona contra o América-RN em casa, sábado.

Tenório fez o gol vascaíno no primeiro tempo. Bruno Pires empatou na etapa final, com as duas equipes recheadas de reserva, mas o meio-campista Alisson garantiu a vitória visitante.

O jogo

O Vasco começou a partida assustando logo com dois minutos. Fellipe Bastos arriscou de fora da área e viu a bola passar próximo ao gol de Ricardo. Aos poucos, o Figueirense foi tomando conta do jogo e criou sua primeira chance aos nove. Gérson Magrão tentou de longe e por pouco não abriu o placar para os donos da casa. O lance animou os catarinenses, que voltaram a chegar com perigo aos 13, com Marcelo Toscano, mas o atacante finalizou para fora.

Depois de um período com o domínio do Figueirense, o Vasco conseguiu equilibrar o confronto. Os cariocas passaram a avançar com mais intensidade e aos 34 minutos tiveram a melhor chance da partida. Eder Luis foi lançado e tocou por cima do goleiro, mas a bola bateu no travessão. No entanto, dois minutos depois não teve jeito. Dakson aproveitou erro da zaga catarinense e tocou para Tenório. O equatoriano recebeu o passe e tocou na saída de Ricardo para abrir o placar no Orlando Scarpelli.

Na parte final da primeira etapa, o Figueirense ainda esboçou uma pressão em busca do empate, mas sofreu com os erros de passe. O Vasco passou a administrar o resultado até o intervalo.

Na volta para o segundo tempo, o Figueirense veio com todo o time modificado. Já o Vasco só deixou o lateral direito Nei e os zagueiros Luan e Renato Sila em campo. As alterações surtiram efeito logo com dois minutos. Bruno Pires chutou de primeira após cruzamento na área e empatou para os catarinenses. No entanto, não demorou muito e os cruz-maltinos ficaram novamente a frente no marcador. Aos sete, Alisson aproveitou rebote do goleiro Tiago Volpi e tocou para a rede.

O duelo seguiu movimentado, mas com o Figueirense buscando o empate e o Vasco tentando aproveitar os contra-ataques. No meio da etapa final, o zagueiro Renato Silva sentiu uma lesão e precisou sair de campo. O volante Wendel chegou a tentar voltar ao jogo e ser seu substituto, mas a alteração foi negada pelo árbitro. Com isso, os cariocas seguiram na partida com um homem a menos.

Em vantagem numérica, o Figueirense passou a atacar com mais intensidade. Na melhor oportunidade, aos 36 minutos, William não conseguiu aproveitar cruzamento que passou por todo mundo na área. O lateral direito chutou por cima do gol de Michel Alves.

Nos minutos finais, o Vasco soube suportar a pressão do Figueirense e saiu de campo com mais uma vitória na preparação para o início do Campeonato Brasileiro.

FICHA TÉCNICA
FIGUEIRENSE 1 X 2 VASCO
Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis (SC)
Data: 18 de maio de 2013 (Sábado)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Edmundo Alves do Nascimento (SC)
Assistentes: Vanessa Nazário (SC) e Priscila Cristina (SC)
Renda: R$ 40.955,00
Público: 3.069 pagantes
Cartões amarelos: Hildo (Figueirense); Thiaguinho, Fellipe Soutto e Nei (Vasco)
Gols: FIGUEIRENSE: Bruno Pires, aos 2min do segundo tempo; VASCO: Tenório, aos 36min do primeiro tempo; Alisson, aos 7min do segundo tempo
FIGUEIRENSE: Ricardo (Tiago Volpi), André Rocha (William), Douglas Silva (Henrique Miranda), Thiego (Bruno Pires), Wellington Saci (Guti); Ronaldo Tres (Nem), Tinga (Hildo), Maylson (Rennan Oliveira), Gérson Magrão (Botti); Ricardinho (Danilinho) e Marcelo Toscano (Pablo). Técnico: Adilson Batista

VASCO: Diogo Silva (Michel Alves), Nei, Luan, Renato Silva e Yotún (Elsinho); Sandro Silva (Fellipe Soutto), Fellipe Bastos (Abuda), Wendel (Pedro Ken) e Dakson (Alisson); Eder Luis (Thiaguinho) e Tenorio (Edmilson). Técnico: Paulo Autuori

Ponte Preta atropela Penapolense e se torna bicampeã do Troféu do Interior


Os torcedores que estavam desconfiados com o futebol da Ponte Preta na reta final do Campeonato Paulista deixaram o Moisés Lucarelli na noite deste sábado felizes por terem errado suas previsões. Depois de empatar no jogo de ida em 0 a 0, a Macaca passou pelo Penapolense com autoridade e faturou o bicampeonato do Troféu do Interior com uma vitória por 4 a 2.

Para não perder a chance de levantar a segunda taça da competição depois de quatro anos, os ponte-pretanos iniciaram a partida em ritmo alucinado e conseguiram abrir o placar nos primeiros minutos em lance de raça do meia-atacante Chiquinho. Para deixar os capeanos em situação ainda pior, o meia Fernando recebeu amarelo e, um minuto depois, acabou expulso.

Com mais espaço para contra-atacar, a equipe de Campinas voltou a mandar na partida e chegou ao segundo gol graças ao oportunismo do centroavante William. Ainda no primeiro tempo, o camisa 9 cobrou pênalti com tranquilidade e se tornou artilheiro do Campeonato Paulista com 13 gols, um a mais do que Neymar, que encara o Corinthians na decisão deste domingo.

No segundo tempo, a Ponte não diminuiu o ritmo, passou por cima do adversário e chegou ao quarto em golaço de Adrianinho, ídolo da torcida. O CAP ainda descontou com Anderson Carvalho e Guaru, em pênalti polêmico no último lance da partida que fez o meia chegar aos dez gols no Paulisão.
Gazeta Press
Adrianinho (à dir.) fez um dos gols da vitória da campeã do interior, a Ponte Preta
Adrianinho (à dir.) fez um dos gols da vitória da campeã do interior, a Ponte Preta
O jogo

A Ponte Preta entrou no gramado do Moisés Lucarelli pressionada para voltar a mostrar o bom futebol da primeira fase do Paulistão, principalmente para garantir o emprego de Guto Ferreira. E o técnico se sentiu aliviado logo aos cinco minutos, quando Chiquinho pegou sobra na área, ganhou do goleiro Marcelo na base da vontade e empurrou para o gol vazio.

Sem se abater com o placar adverso, o Penapolense passou a incomodar o goleiro Edson Bastos. Primeiro em cabeçada perigosa de Gualberto após cruzamento de Guaru e depois em chutes perigosos de Geuvânio. A Macaca respondeu com uma tentativa de Chiquinho para encobrir Marcelo e com uma bola na trave após chute cruzado de Rildo.

Aos 30 minutos, porém, o equilíbrio que comandava a partida acabou. O meia Fernando, que havia acabado de receber um cartão amarelo, cometeu falta por trás e foi expulso. Aproveitando os espaços, o peruano Ramírez lançou Rildo em velocidade e o atacante cruzou na medida para William completar para as redes com um toque sutil.

Ainda no primeiro tempo, William foi empurrado por Gualbero na área e, com ajuda do assistente adicional, o árbitro Leandro Bizzio Marinho assinalou pênalti. Enquanto os capeanos se desesperavam com a arbitragem, William foi para a cobrança, mostrou categoria e passou Neymar na artilharia do Paulistão com 13 gols.

O centroavante foi para os vestiários prometendo não deixar de procurar os gols e a equipe colocou a estratégia em prática no segundo tempo. Em cinco minutos, a Macaca perdeu duas grandes chances com Chiquinho, em chute cruzado, e Cleber, em cabeçada firme.

Na reta final da partida, Guto Ferreira resolveu lançar Adrianinho no time titular. O meia marcou época na Ponte Preta no início do século e entrou para o delírio da torcida. No primeiro toque na bola, o armador soltou uma bomba no ângulo e fez um golaço para transformar a vitória em goleada.

Enquanto os torcedores ponte-pretanos aplaudiam Rildo, que foi substituído por Alemão, o Penapolense conseguiu descontar no placar. Magrão foi lançado na linha de fundo, cruzou para trás e o volante Anderson Carvalho apareceu como elemento surpresa para marcar.

Antes do apito final, o zagueiro Ferron entrou na vaga de Diego Sacoman, como forma de reconhecimento pelo desempenho da defesa campineira no Campeonato Paulista. Em pênalti polêmico, o camisa 10 Guaru ainda fez o segundo do CAP, mas a festa no Moisés Lucarelli foi toda alvinegra pela conquista do bicampeonato do Troféu do Interior.

FICHA TÉCNICA
PONTE PRETA 4 X 2 LINENSE
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas (SP)
Data: 18 de maio de 2013, sábado
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Assistentes: Carlos Augusto Nogueira Junior e Miguel Cataneo Ribeiro Da Costa
Cartões amarelos: Rildo (Ponte Preta); Perez, Neto, Fernando, Guaru e Geuvânio (Penapolense)
Cartão vermelho: Fernando (Penapolense)
Gols: PONTE PRETA: Chiquinho, aos cinco, e William, aos 38 e 43 minutos do primeiro tempo; Adrianinho, aos 29 minutos do segundo tempo; PENAPOLENSE: Anderson Carvalho, aos 35, e Guaru, de pênali, aos 47 minutos do segundo tempo

PONTE PRETA: Edson Bastos; Cicinho, Cleber, Diego Sacoman (Ferron) e Uendel; Baraka, Alef (Adrianinho), Chiquinho e Ramírez; Rildo (Alemão) e William. Técnico: Guto Ferreira
PENAPOLENSE: Marcelo (Samuel); Luis Felipe, Perez, Gualberto e Alessandro; Anderson Carvalho, Neto (Biro), Fernando e Guaru; Fio (Magrão) e Geuvânio. Técnico: Pintado

Isinbaieva salta 'baixo', mas conquista o ouro na etapa chinesa da Liga Diamante


A russa Ielena Isinbaieva venceu com facilidade a disputa de salto com vara, neste sábado, da etapa de Xangai da Liga Diamante, a principal do atletismo.
Na primeira tentativa, a atleta saltou 4,70 m e ficou bem à frente de suas rivais, que sequer tentaram saltar mais do que 4,65 m. Isinbaieva, 30, chegou a tentar por duas vezes a altura dos 4,85 m, mas não conseguiu êxito.
A prata ficou com a americana Mary Saxer, que saltou 4,60 m, sua melhor marca pessoal. A medalha de bronze foi conquistada pela alemã Silke Spiegelburg, que atingiu a marca de 4,55 m.
Dona de 28 recordes mundiais no salto com vara e de 11 melhores marcas da história, Isinbaieva busca recuperar sua melhor forma para chegar ao Mundial de Moscou, em agosto, em condições de melhorar seu últimos desempenhos. No Mundial de Daegu-11, ficou em sexto lugar, e nos Jogos de Londres-12, terminou com o bronze.
O recorde mundial é de 5,06 metros. A marca foi obtida pela russa em agosto de 2009.
Com a Efe

Isto é Isinbaieva

 Ver em tamanho maior »
Peter Parks-18.mai.2013/AFP
AnteriorPróxima
Isinbaieva comemora vitória na etapa chinesa da Liga Diamante, em Xangai.
Carlos Barria/Reuters
A russa Ielena Isinbaieva salta durante a competição de salto com vara, pela Liga Diamante, em Xangai
A russa Ielena Isinbaieva salta durante a competição de salto com vara, pela Liga Diamante, em Xangai

sábado, 18 de maio de 2013

Paulista

18h30 Ponte Preta 4x2 Penapolense

Francês

16h00 Evian 2x0 Valenciennes
16h00 Montpellier 0x0 Lille
16h00 Nancy 1x2 Bastia
16h00 Nice 0x0 Lyon
16h00 PSG 3x1 Brest
16h00 Reims 1x0 Lorient
16h00 Rennes 1x1 Ajaccio
16h00 Saint-Etienne 2x0 Olympique
16h00 Sochaux 1x2 Toulouse
16h00 Troyes 1x0 Bordeaux

Alagoano

16h00 CRB 0x1 CSA

Italiano

15h45 Sampdoria 3x2 Juventus

Argentino

14h00 Atlético Rafaela 0x2 Estudiantes
16h10 Godoy Cruz 3x1 Vélez Sarsfield
18h30 Quilmes 1x1 Newells Old Boys
20h15 Boca Juniors 1x0 Colón

Espanhol

13h00 Getafe 0x1 Valencia
15h00 Granada-ESP 3x0 Osasuna
17h00 Sevilla 1x2 Real Sociedad

Alemão

10h30 Borussia Mgladbach 3x4 Bayern de Munique
10h30 Hannover 96 3x0 Fortuna Düsseldorf
10h30 Freiburg 1x2 Schalke 04
10h30 Hamburgo 0x1 Bayer Leverkusen
10h30 Eintracht Frankfurt 2x2 Wolfsburg
10h30 Nuremberg 3x2 Werder Bremen
10h30 Borussia Dortmund 1x2 Hoffenheim
10h30 Stuttgart 2x2 Mainz 05
10h30 Augsburg 3x1 Greuther Fürth

Benite desperta, Caio Torres domina garrafão, e Fla dá o troco no São José


As estatísticas da partida apontavam um mísero ponto para Vitor Benite ao fim do segundo quarto do duelo entre Flamengo e São José. O camisa 8 rubro-negro, porém, guardou o melhor para os dois últimos períodos. Com atuação de gala do ala-armador na segunda metade do jogo 2, o time carioca despachou o paulista por 100 a 84, na Arena da Barra, diante de sua eufórica torcida. Caio Torres, eficiente o tempo todo, também teve papel importante. Foi o cestinha com 23 pontos e pegou 7 rebotes. Benite terminou com dois pontos a menos.
- A nossa equipe tem muitos jogadores de qualidade e nós respeitamos o momento do outro. No segundo tempo, acabou sendo eu. Espero que possa ajudar dessa forma mais vezes - disse o camisa 8 ao SporTV.
Antes de o cronômetro zerar, gritos de "olé" e "chocolate" já ecoavam da arquibancada, que recebeu 4.500 torcedores. O jogo 3 da série semifinal do NBB está marcado para este domingo, às 20h, novamente na Arena da Barra. Na próxima quinta-feira, dia 23, o confronto volta para o interior paulista.
Pelo São José, Fúlvio foi o destaque, com 20 pontos e seis rebotes.
- Não tenho dúvidas de que jogamos mal. A nossa defesa falhou muito, perdemos do início ao fim. O Flamengo foi superior e mereceu a vitória. Agora, basta estudar mais a equipe deles, vir com os pés no chão e mostrar desempenho e atitude que faltaram hoje - avaliou.
Basquete NBB - Flamengo x São José Benite (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)Benite sobe para dois pontos, enquanto Jefferson observa (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
O jogo
Após ganhar a disputa pelo alto, o São José saiu na frente na partida, graças a uma bela cesta de dois pontos de Jefferson, grande nome do jogo 1. A partir de então, o Flamengo emplacou uma sequência de oito pontos seguidos, com valiosa participação de Caio Torres no garrafão. São José adiantou a marcação para reequilibrar a partida. Deu certo. A quatro minutos do fim, o time paulista fez 14 a 12, passando à frente, com Murilo, mas, na sequência, Shilton acertou de três e recolocou o Rubro-Negro em vantagem. O jogo seguiu lá e cá até o último instante do primeiro quarto, quando Gegê converteu dois lances livres, decretando a vitória parcial do Flamengo por 27 a 23.
O São José entrou no segundo quarto tentando imprimir mais velocidade. Logo na primeira jogada, Laws pontou e sofreu falta, convertendo o lance livre. Foi a senha para o Flamengo voltar a se impor na partida. Com nova sequência avassaladora, o Rubro-Negro colocou 11 pontos de vantagem para delírio da torcida, que, por conta do trânsito pesado e da chuva na cidade, ainda chegava à Arena da Barra. Após ver Caio Torres marcar 37 a 26, o técnico do São José, Régis Marrelli, pediu tempo pela primeira vez no jogo. Apesar da bronca, o time paulista continuou sendo dominado. Aos sete, Duda puxou contra-ataque e serviu Kojo, que pontuou na bandeja: 47 a 28. Administrando o resultado, o Flamengo foi para o intervalo vencendo por 54 a 42.
Basquete NBB - Flamengo x São José (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)Jefferson tenta se livrar da marcação de Olivinha (Foto: Alexandre Vidal/Fla Imagem)
Benite acorda, Fla deslancha
O terceiro quarto começou com o Flamengo abrindo 4 a 0 em menos de um minuto, com Caio e Benite aparecendo. Fúlvio respondeu com uma bola de três, e o São José equilibrou as ações no quarto.
O clima esquentou, e quando o placar marcava 60 a 47 para o Flamengo, três faltas técnicas seguidas (duas para o São José e uma para o Fla)  fizeram o time rubro-negro ganhar dois lances livres, convertidos por Marquinhos, faltando sete para o fim do terceiro quarto.
O São José não se entregava. Fez cinco pontos seguidos, com Fúlvio anotando mais uma de três e Murilo Becker em dois lances livres: 66 a 54. O avanço do time paulista fez a equipe de José Neto pedir tempo quando a vantagem caiu para apenas nove pontos, 69 a 60, faltando menos de três minutos para o fim do terceiro período.
A parada funcionou. Com uma bola de três de Benite, um monstro nos dois últimos quartos, e uma bela bandeja de Olivinha, o Fla voltou a abrir 16 pontos e fechou o quarto em 78 a 62, ganhando fôlego e tranquilidade para os últimos dez minutos de partida.
No início do quarto período, o Flamengo atropelou. Com três minutos de jogo, abriu 24 pontos, sua maior vantagem no jogo: 88 a 64, e fez a torcida entrar de vez no jogo na Arena da Barra, com gritos de "olé" e "chocolate".  Já entregue, o São José via o Flamengo administrar o placar e levar e melhor até nos rebotes ofensivos.
Nos segundos finais, Diego levou o Fla à marca centenária, já com a vitória garantida e as principais armas do time da casa descansando no banco para o terceiro jogo: 100 a 84.

Ataque funciona, Flamengo atropela o São José e empata a semifinal do NBB


Depois de ser derrotado no primeiro jogo da série, realizado no Vale do Paraíba, o Flamengo precisava se recuperar diante de sua torcida. Dentro de quadra, o líder da primeira fase do NBB não decepcionou e, sem dificuldades, bateu a equipe paulista, por 100 a 84. Com um ataque eficaz, o Rubro-negro liderou desde o início do primeiro quarto, garantindo o triunfo no Rio de Janeiro.

Para empatar a série, o Flamengo voltou à Arena da Barra da Tijuca nesta sexta-feira e contou, mais uma vez, com o apoio de sua torcida. Dentro de quadra, a equipe rubro-negra correspondeu, com um ataque eficiente, abrindo vantagem logo nos minutos iniciais. Sem maiores dificuldades, o time carioca terminou o primeiro quarto vencendo por 27 a 23.

No segundo quarto, o panorama não mudou: o Fla continuou aproveitando as jogadas ofensivas, enquanto o São José não conseguia fazer frente. Antes do intervalo, o Rubro-Negro conseguiu ter um desempenho ainda melhor, abrindo uma vantagem maior, vencendo por 54 a 42.
Divulgação - NBB
Benite sobe para a bandeja: Flamengo não teve trabalho para vencer o São José
Benite sobe para a bandeja: Flamengo não teve trabalho para vencer o São José
Na volta do intervalo, o São José tentou voltar ao jogo, conseguiu diminuir a diferença para apenas um dígito, mas o Flamengo continuou melhor na partida. O Rubro-negro manteve a média de mais de vinte pontos por quarto e voltou a abrir vantagem nos minutos finais. Perto de mais uma vitória, o clube carioca terminou o terceiro vencendo por 78 a 62.

Ciente da dificuldade de uma possível virada, o São José manteve o ritmo e viu o Flamengo abrir uma vantagem ainda maior. Com o apoio de sua torcida, o clube carioca chegou a fazer dez pontos a mais do que o adversário na última parcial e liquidou a partida com um triunfo por 100 a 84.

Com a vitória do Flamengo, a série válida pelas semifinais do NBB está empatada em 1 a 1. As duas equipes voltam a jogar no Vale do Paraíba, neste domingo, às 20 horas (de Brasília). No primeiro jogo em casa, o São José conseguiu garantir seu primeiro ponto.

Informações e palpites para as finais dos Campeonatos Mineiro e Paulista

CRUZEIRO x ATLÉTICO
Domingo, Mineirão, 16h
CRUZEIRO – Problemas – Bruno Rodrigo (expulso), Tinga (machucado), Victorino (machucado), Luan (machucado), Henrique (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Ceará, Paulão, Léo e Egídio; Leandro Guerreiro e Nílton; Éverton Ribeiro, Diego Souza e Dagoberto; Borges. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO – Problemas – Leonardo Silva (machucado, dúvida), Pierre (terceiro cartão) – Time provável (4-2-3-1) – Victor, Marcos Rocha, Gilberto Silva, Réver e Richarlyson; Josué e Leandro Donizete; Diego Tardelli, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – Cuca pode ser o primeiro técnico tricampeão mineiro por dois clubes diferentes se confirmar o título no domingo.
PALPITE – Atlético

SANTOS x CORINTHIANS
Domingo, Vila Belmiro, 16h
SANTOS – Problemas – Montillo (machucado, dúvida) – Time provável (4-2-3-1) – Rafael, Galhardo, Edu Dracena, Durval e Léo; Renê Júnior e Arouca; Felipe Ânderson, Neymar e Cícero; Miralles. Técnico: Muricy Ramalho
CORINTHIANS – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Cássio, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Romarinho, Danilo e Émerson; Guerrero. Técnico: Tite
CURIOSIDADE – Santos e Corinthians disputaram as finais em 1930, 1935, 1984, 2009 e 2011. Dessas finais, o Santos venceu em 1935, 1984 e 2011, o Corinthians em 1930 e 2009.
PALPITE - Santos

Com heróis brasileiros, Atlético quebra tabu contra o Real e vence a Copa do Rei


Veja os gols da partida
O Atlético de Madri não vencia o arquirrival Real Madrid desde 1999. O tabu acabou nesta sexta-feira, em pleno Santiago Bernabéu. E com participação decisiva dos brasileiros – Diego Costa e Miranda marcaram os gols da vitória por 2 a 1, que deu ao Atlético o título da Copa do Rei. Foi o primeiro grande título nacional desde 1996, quando o clube havia vencido a mesma competição. 

LEIA MAIS

LANCE a LANCE, Real Madrid 1 x 2 Atlético de Madri pela Copa do Rei
Ronaldo e Mourinho expulsos, herói brasileiro e festa dos 'azarões': veja fotos

O fim do tabu é, também, o ponto final em uma agonia de 25 partidas do “primo pobre” de Madri. Em quase 14 anos, foram 19 vitórias do Real e seis empates. 

Com o título o Atlético de Madri chega a dez títulos na Copa do Rey. No ranking histórico da competição, o time perde apenas para o Barcelona, líder com 26, o Athletic Bilbao, 23, e o próprio Real Madrid, que soma 18 conquistas. 

Getty
Cristiano Ronaldo após segundo gol do Atlético de Madri
Cristiano Ronaldo após segundo gol do Atlético de Madri
Para o Real Madrid, a derrota encerra uma temporada complicada e que termina apenas com um título, o da Supercopa da Espanha, em agosto de 2012. No Campeonato Espanhol, o time comandado por José Mourinho não teve chances contra o Barcelona, e na Champions League caiu na semifinal, contra o Borussia Dortmund.

Nesta sexta-feira, o Real Madrid começou melhor na partida, tocando a bola no campo de ataque. Apesar disso, o jogo era morno até aos 13 minutos, quando o Real teve um escanteio a seu favor. Após boa cobrança de Ozil, Cristiano Ronaldo subiu mais que a defesa do Atlético para tocar de cabeça, abrindo o placar no Santiago Bernabéu.

O Atlético poderia se abater com o gol sofrido e com o tabu diante do rival, já que a última vitória aconteceu em 1999. Mas não isso que aconteceu. E a esperança do “primo pobre” de Madri surgiu pelos pés de seu principal jogador, Falcao Garcia. 

Aos 34 minutos, o colombiano recuperou uma bola no meio campo, livrou-se de três adversários com uma série de dribles curtos e fez ótimo passe para Diego Costa. O brasileiro não perdeu a chance e, cara a cara com Diego Lopez, chutou cruzado. A bola bateu na trave antes de entrar. 

O Real Madrid teve a chance de voltar ao comando do placar aos 43 minutos, com Ozil. O alemão recebeu passe do compatriota Khedira e chutou de primeira. A bola explodiu na trave do gol defendido por Courtois, no último grande lance da primeira etapa. 

Na segunda etapa, o jogo também teve um início morno, mas logo pegou fogo. Aos 15 minutos, o Atlético de Madri avançou com Juanfran pela direita; o cruzamento atravessou a área e o brasileiro Filipe Luís pegou de primeira – o chute passou muito perto da trave.

No minuto seguinte, aos 16, o Real Madrid perdeu duas chances incríveis em sequência. Cristiano Ronaldo avançou pela esquerda e cruzou para o meio da área. Benzema chutou, a bola bateu na trave e sobrou para Ozil. O alemão chutou mais uma vez na direção do gol, mas Juanfran, de forma incrível, jogou-se na frente da bola e evitou o segundo gol do Real. 

Aos 23 minutos, Cristiano Ronaldo foi o protagonista de mais uma ótima chance. Ele cobrou falta rasteira, por baixo da barreira, e a bola bateu no pé da trave. No rebote, Essien chutou de primeira, desequilibrado, e a bola subiu demais. 

Efe
José Mourinho, técnico do Real, foi expulso pelo árbitro da partida por reclamação
José Mourinho, técnico do Real, foi expulso por reclamação
O Real estava melhor na partida, mas nem assim José Mourinho mantinha a calma. Aos 31 minutos, ele iniciou uma discussão com o árbitro Clos Gómez e acabou sendo expulso do banco de reservas, forçando o time a ficar sem um comandante nos minutos finais do confronto.

No fim do tempo regulamentar, o Atlético até criou chances, mas sempre com cruzamentos na área, que a defesa do Real conseguia afastar. Apesar da pressão, o segundo tempo chegou ao fim com o empate por 1 a 1 – o duelo foi para a prorrogação.
No tempo extra, a primeira boa chance aconteceu aos 5 minutos. O brasileiro Diego Costa entrou na área e chutou, mas o arremate saiu fraco, e o goleiro Diego López defendeu sem maiores problemas. 

O Atlético insistia, e a insistência resultou em um gol salvador. Aos 8 minutos, após uma bola lançada na área, o zagueiro Miranda antecipou-se à defesa do Real Madrid e desviou de cabeça, marcando o segundo gol. A torcida do Atlético, que invadiu o Bernabéu, fez o estádio do adversário explodir em festa. 

Efe
Miranda se antecipou e fez o segundo para o Atlético
Miranda se antecipou e fez o segundo para o Atlético
No início do segundo tempo da prorrogação, o Real Madrid teve ótima chance para empatar. Mas a boa jogada de Di María, que encontrou Ozil livre na área, culminou em uma excepcional defesa de Courtois – o goleiro do Atlético pegou o chute do alemão e impediu o empate. 

Aos 8 minutos, Cristiano Ronaldo dividiu com Gabi e tentou atingir o adversário quando estava no chão. O português não chegou a machucar o rival, mas Gabi fez uma encenação e o árbitro deu cartão vermelho direto para o português. Foi a terceira expulsão de Ronaldo pelo Real. 

Em meio à confusão iniciada, até os bancos de reservas entraram na briga. Mas apenas o lusitano foi punido com o vermelho. O goleiro Courtois foi atingido com o objeto lançado da arquibancada, mas conseguiu continuar no jogo. 

Ainda deu tempo de Di María faz boa jogada pela esquerda e tentar um cruzamento que Mario Suárez afastou; os madridistas pediram toque de mão, mas não tinham motivos para reclamar; a bola tocou a barriga do jogador do Atlético. 

Deu tempo, também, de Gabi levar o segundo cartão amarelo e também deixar o jogo. Mas, aquela altura, já não importava mais. Era o fim de um tabu de 14 anos e 25 jogos.

Era o início da festa do Atlético de Madri, campeão da Copa do Rei.

FICHA TÉCNICA
REAL MADRID 1X2 ATLÉTICO DE MADRI

Local: Estadio Santiago Bernabéu, Madri (Espanha)
Data: 17 de maio de 2013 (Sexta-feira)
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Clos Gómez (Espanha)
Auxiliares: Javier Aguilar e Pau Cebrián
Cartões Amarelos: Fabio Coentrão, Khedira, Ozil, Sergio Ramos, Cristiano Ronaldo, Essien, Di María (Real Madrid) Arda Turán, Diego Costa, Koke, Mario Suárez, Gabi, Miranda (Atlético de Madri)
Cartões vermelhos: Cristiano Ronaldo (Real Madrid) Gabi (Atlético de Madri)
Gols: Real Madrid: Cristiano Ronaldo, aos 14 minutos do primeiro tempo
Atlético de Madri: Diego Costa, aos 34 minutos do primeiro tempo, e Miranda, aos oito minutos do primeiro tempo da prorrogação

REAL MADRID: Diego López; Essien, Sergio Ramos, Albiol e Fabio Coentrão (Arbeloa; Xabi Alonso, Khedira, Modric (Di María), Özil e Cristiano Ronaldo; Benzema (Higuaín)
Técnico: José Mourinho

ATLÉTICO DE MADRI: Courtois; Juanfran, Miranda, Godín e Filipe Luis; Mario, Gabi, Koke (Raúl García) e Arda (Cristian Rodriguéz); Diego Costa (Adrián) e Falcao García
Técnico: Diego Simeone

Reuters
Miranda carrega taça de campeão da Copa do Rei
Miranda carrega taça de campeão da Copa do Rei

Com heróis brasileiros, Atlético quebra tabu contra o Real e vence a Copa do Rei


Veja os gols da partida
O Atlético de Madri não vencia o arquirrival Real Madrid desde 1999. O tabu acabou nesta sexta-feira, em pleno Santiago Bernabéu. E com participação decisiva dos brasileiros – Diego Costa e Miranda marcaram os gols da vitória por 2 a 1, que deu ao Atlético o título da Copa do Rei. Foi o primeiro grande título nacional desde 1996, quando o clube havia vencido a mesma competição.

LEIA MAIS

LANCE a LANCE, Real Madrid 1 x 2 Atlético de Madri pela Copa do Rei
Ronaldo e Mourinho expulsos, herói brasileiro e festa dos 'azarões': veja fotos

O fim do tabu é, também, o ponto final em uma agonia de 25 partidas do “primo pobre” de Madri. Em quase 14 anos, foram 19 vitórias do Real e seis empates.

Com o título o Atlético de Madri chega a dez títulos na Copa do Rey. No ranking histórico da competição, o time perde apenas para o Barcelona, líder com 26, o Athletic Bilbao, 23, e o próprio Real Madrid, que soma 18 conquistas.

Getty
Cristiano Ronaldo após segundo gol do Atlético de Madri
Cristiano Ronaldo após segundo gol do Atlético de Madri
Para o Real Madrid, a derrota encerra uma temporada complicada e que termina apenas com um título, o da Supercopa da Espanha, em agosto de 2012. No Campeonato Espanhol, o time comandado por José Mourinho não teve chances contra o Barcelona, e na Champions League caiu na semifinal, contra o Borussia Dortmund.

Nesta sexta-feira, o Real Madrid começou melhor na partida, tocando a bola no campo de ataque. Apesar disso, o jogo era morno até aos 13 minutos, quando o Real teve um escanteio a seu favor. Após boa cobrança de Ozil, Cristiano Ronaldo subiu mais que a defesa do Atlético para tocar de cabeça, abrindo o placar no Santiago Bernabéu.

O Atlético poderia se abater com o gol sofrido e com o tabu diante do rival, já que a última vitória aconteceu em 1999. Mas não isso que aconteceu. E a esperança do “primo pobre” de Madri surgiu pelos pés de seu principal jogador, Falcao Garcia.

Aos 34 minutos, o colombiano recuperou uma bola no meio campo, livrou-se de três adversários com uma série de dribles curtos e fez ótimo passe para Diego Costa. O brasileiro não perdeu a chance e, cara a cara com Diego Lopez, chutou cruzado. A bola bateu na trave antes de entrar.

O Real Madrid teve a chance de voltar ao comando do placar aos 43 minutos, com Ozil. O alemão recebeu passe do compatriota Khedira e chutou de primeira. A bola explodiu na trave do gol defendido por Courtois, no último grande lance da primeira etapa.

Na segunda etapa, o jogo também teve um início morno, mas logo pegou fogo. Aos 15 minutos, o Atlético de Madri avançou com Juanfran pela direita; o cruzamento atravessou a área e o brasileiro Filipe Luís pegou de primeira – o chute passou muito perto da trave.

No minuto seguinte, aos 16, o Real Madrid perdeu duas chances incríveis em sequência. Cristiano Ronaldo avançou pela esquerda e cruzou para o meio da área. Benzema chutou, a bola bateu na trave e sobrou para Ozil. O alemão chutou mais uma vez na direção do gol, mas Juanfran, de forma incrível, jogou-se na frente da bola e evitou o segundo gol do Real.

Aos 23 minutos, Cristiano Ronaldo foi o protagonista de mais uma ótima chance. Ele cobrou falta rasteira, por baixo da barreira, e a bola bateu no pé da trave. No rebote, Essien chutou de primeira, desequilibrado, e a bola subiu demais.

Efe
José Mourinho, técnico do Real, foi expulso pelo árbitro da partida por reclamação
José Mourinho, técnico do Real, foi expulso por reclamação
O Real estava melhor na partida, mas nem assim José Mourinho mantinha a calma. Aos 31 minutos, ele iniciou uma discussão com o árbitro Clos Gómez e acabou sendo expulso do banco de reservas, forçando o time a ficar sem um comandante nos minutos finais do confronto.

No fim do tempo regulamentar, o Atlético até criou chances, mas sempre com cruzamentos na área, que a defesa do Real conseguia afastar. Apesar da pressão, o segundo tempo chegou ao fim com o empate por 1 a 1 – o duelo foi para a prorrogação.
No tempo extra, a primeira boa chance aconteceu aos 5 minutos. O brasileiro Diego Costa entrou na área e chutou, mas o arremate saiu fraco, e o goleiro Diego López defendeu sem maiores problemas.

O Atlético insistia, e a insistência resultou em um gol salvador. Aos 8 minutos, após uma bola lançada na área, o zagueiro Miranda antecipou-se à defesa do Real Madrid e desviou de cabeça, marcando o segundo gol. A torcida do Atlético, que invadiu o Bernabéu, fez o estádio do adversário explodir em festa.

Efe
Miranda se antecipou e fez o segundo para o Atlético
Miranda se antecipou e fez o segundo para o Atlético
No início do segundo tempo da prorrogação, o Real Madrid teve ótima chance para empatar. Mas a boa jogada de Di María, que encontrou Ozil livre na área, culminou em uma excepcional defesa de Courtois – o goleiro do Atlético pegou o chute do alemão e impediu o empate.

Aos 8 minutos, Cristiano Ronaldo dividiu com Gabi e tentou atingir o adversário quando estava no chão. O português não chegou a machucar o rival, mas Gabi fez uma encenação e o árbitro deu cartão vermelho direto para o português. Foi a terceira expulsão de Ronaldo pelo Real.

Em meio à confusão iniciada, até os bancos de reservas entraram na briga. Mas apenas o lusitano foi punido com o vermelho. O goleiro Courtois foi atingido com o objeto lançado da arquibancada, mas conseguiu continuar no jogo.

Ainda deu tempo de Di María faz boa jogada pela esquerda e tentar um cruzamento que Mario Suárez afastou; os madridistas pediram toque de mão, mas não tinham motivos para reclamar; a bola tocou a barriga do jogador do Atlético.

Deu tempo, também, de Gabi levar o segundo cartão amarelo e também deixar o jogo. Mas, aquela altura, já não importava mais. Era o fim de um tabu de 14 anos e 25 jogos.

Era o início da festa do Atlético de Madri, campeão da Copa do Rei.

FICHA TÉCNICA
REAL MADRID 1X2 ATLÉTICO DE MADRI

Local: Estadio Santiago Bernabéu, Madri (Espanha)
Data: 17 de maio de 2013 (Sexta-feira)
Horário: 16h30 (de Brasília)
Árbitro: Carlos Clos Gómez (Espanha)
Auxiliares: Javier Aguilar e Pau Cebrián
Cartões Amarelos: Fabio Coentrão, Khedira, Ozil, Sergio Ramos, Cristiano Ronaldo, Essien, Di María (Real Madrid) Arda Turán, Diego Costa, Koke, Mario Suárez, Gabi, Miranda (Atlético de Madri)
Cartões vermelhos: Cristiano Ronaldo (Real Madrid) Gabi (Atlético de Madri)
Gols: Real Madrid: Cristiano Ronaldo, aos 14 minutos do primeiro tempo
Atlético de Madri: Diego Costa, aos 34 minutos do primeiro tempo, e Miranda, aos oito minutos do primeiro tempo da prorrogação

REAL MADRID: Diego López; Essien, Sergio Ramos, Albiol e Fabio Coentrão (Arbeloa; Xabi Alonso, Khedira, Modric (Di María), Özil e Cristiano Ronaldo; Benzema (Higuaín)
Técnico: José Mourinho

ATLÉTICO DE MADRI: Courtois; Juanfran, Miranda, Godín e Filipe Luis; Mario, Gabi, Koke (Raúl García) e Arda (Cristian Rodriguéz); Diego Costa (Adrián) e Falcao García
Técnico: Diego Simeone