quarta-feira, 1 de maio de 2013

Pernambucano

16h00 Petrolina 1x6 Pesqueira
16h00 Serra Talhada 2x0 Porto-PE
16h00 Salgueiro 3x1 Central
16h00 Belo Jardim 1x2 Chã Grande

Baiano

16h00 Bahia 2x0 Juazeiro

Liga dos Campeões

15h45 Barcelona 0x3 Bayern de Munique

Copa do Brasil

15h00 Santo André 2x3 Goiás
16h00 Cianorte 1x3 Atlético-GO
16h00 CRAC-GO 3x2 Betim-MG
19h30 Sousa-PB 0x3 Coritiba
21h50 Campinense-PB 1x2 Flamengo
21h50 Santa Cruz-PE -0x0 Internacional
21h50 ASA 3x0 Ceará
21h50 Resende 1x2 Cruzeiro

Após anúncio de boicote ao São Paulo, diretor de base do Flamengo, Carlos Brazil, é demitido



Wallim Vasconcellos, novo vice-presidente de futebol do FLamengo
Wallim Vasconcellos confirmou a saída de Carlos Brazil
Diretor de base base do Flamengo desde 2010, Carlos Brazil foi dispensado pelo clube nesta semana. A diretoria rubro-negra não concedeu uma justificativa oficial, mas dois fatores pesaram para sua saída. Desde a chegada de Marcos Biasotto, atual coordenador geral das divisões de base e indicado pelo diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe, a função de Carlos Brazil parecia sem justificativa. 

Além disso, o fato de o agora ex-diretor da base ter concedido declarações ao ESPN.com.br confirmando o boicote ao São Paulo nas categorias de base devido a aliciamento desagradou a cúpula de futebol do clube. Dias depois, o vice-presidente de futebol do clube, Wallim Vasconcellos, descartou o boicote e garantiu que buscaria a conversa como maneira de resolver a situação.

"A informação procede", afirmou Wallim ao ser perguntado sobre a saída de Brazil. 

Além de Marcos Biasotto e Carlos Brazil, as divisões de base contam com o diretor-executivo do departamento, Carlos Doval. O inchaço de funcionários também contribuiu para a saída do diretor, que garante ter deixado o clube sem mágoas. Questionado sobre a possibilidade de sua declaração sobre o boicote ao São Paulo ter sido um dos motivos de sua demissão, o ex-diretor da base rubro-negra garantiu não crer nesta versão. 

"Apenas eu, como representante da ABEX (Associação Brasileira dos Diretores Executivos), recebi todas as mensagens dos clubes. A declaração que eu dei é que a maioria dos clubes não iria participar. Não falei em nome do Flamengo em momento algum. Isso foi explicado ao Wallim e acho que ele entendeu. Mas não cabe a mim julgar, só agradecer", disse Carlos Brazil. 

Desde 2010 no clube, Carlos Brazil se orgulha de ter levantado a base rubro-negra, à qual classificou como "terra arrasada" assim que chegou ao Ninho do Urubu. Sobre suas realizações, ele garante ficar satisfeito ao constatar que o clube voltou a formar jogadores para a categoria profissional e que são utilizados atualmente pelo técnico Jorginho. 

"O saldo é positivo. Quando cheguei lá não tinha campo, não tinha nada. Vencemos uma Copa São Paulo de Juniores em 2011, voltamos a formar garotos para o profissional e com valor de venda como Negueba, Galhardo. Desde o Renato Augusto o clube não fazia isso. Agradeço a oportunidade que me foi dada", afirmou Carlos Brazil. 

Em fevereiro, o Flamengo anunciou a contratação de Marcos Biasotto, por indicação do diretor executivo de futebol, Paulo Pelaipe. O novo contrato assumiu a coordenação geral da base. Brazil, então diretor do clube, admite que durante este período de convivência foi difícil delimitar até onde ia a margem de atuação de um profissional diante do outro. 

"Houve uma certa confusão. A função de cada um não na base não ficou bem definida. E ainda tem o Carlos Noval, que é o diretor-executivo. Estava inchado e o clube talvez tenha tomado essa decisão pelo planejamento. Não há problema nenhum", finalizou o agora ex-diretor das categorias de base do Flamengo. 

Camp Nou, templo do futebol. Que não tenha o mesmo destino do falecido Maracanã

Camp Nou, Barcelona. Um dos mais tradicionais templos do futebol mundial. É estádio, não arena. Longe de ser o mais moderno e confortável palco do esporte-rei, ainda assim é visitado por milhares e milhares de turistas que vão à Catalunha e não abrem mão de um passeio pelo local onde hoje atuam Messi, Xavi, Iniesta. E no passado desfilaram tantos outros craques com a camisa "blau-grana".

A massacrante maioria dos quase 100 mil lugares do "Campo Novo" (em catalão) não conta com cobertura. A galera fica sob sol e chuva. Por isso o nítido desgaste das cadeiras, desbotadas, desgastadas. O estádio é antigo (de 1957) e gigantesco, erguido em outros tempos, quando tudo era diferente. Mas as pessoas que o freqüentam obviamente o adoram. É a casa do Barcelona e local onde muitas grandes histórias se passaram.

Há quem fale em colocar tudo abaixo para a construção de um novo. É possível. Tudo é possível nos dias de hoje. Até o Maracanã, que após a reforma feita para os Jogos Pan-americanos de 2007 estava melhor do que o atual Camp Nou, foi destruído internamente. O que está lá tem do velho "Maraca" apenas a "casca" e o nome. O templo foi descaracterizado, profanado. Seria muito mais lógico levantarem uma "arena" em qualquer outro ponto do Rio de Janeiro com tanto dinheiro.

O Maracanã se foi, o Camp Nou não. O estádio catalão "pede" reforma e modernização, sim. Mas não é preciso colocar a catedral do futebol de Barcelona, e do Barcelona, abaixo. Uma marquise que proteja a torcida do tempo, cadeiras novas, instalações mais adequadas para a imprensa, camarotes para os mais abastados... É por aí. Como fizeram em Old Traford e no Santiago Bernabeu, dois outros estádios antigos, históricos e gigantescos. Que se impõem pelas generosas dimensões, mas também pelas histórias que carregam. 

Quando você vai a um estádio como esse, mesmo vazio, a sensação lembra aquela que temos quando pisamos numa igreja secular. Você entra ali e respira fé, história. Basta parar por um instante, fechar os olhos e imaginar tudo o que já aconteceu naquele lugar sagrado. Sim, um estádio como esses é um local sagrado, um templo que carrega dentro dele o peso que arena nenhuma possuirá em menos de décadas e décadas. Se é que um dia elas terão.

Ao adentrar o atual Wembley, o impacto vem de sua modernidade e da grandiosidade da obra, pois do velho nada há além do local onde ergueram outro. Ok, seu antecessor, o original, era um projeto dos anos 1910, estava aquém das expectativas mínimas, talvez. E reformá-lo mais uma vez já não fazia mais sentido, embora a construção do novo, pelo muito dinheiro ali consumido, fosse discutível. Como discutiram amplamente os ingleses. 

Mas o Campo Nou ainda respira, como o Maracanã respirava. Não é preciso levar mais este local consagrado ao solo. Que os catalães não sejam céticos como os descrentes que liquidaram com o maior templo do futebol brasileiro. Amém!



Mauro Cezar Pereira
A grandiosidade do estádio: construção de 1957 e ponto turístico
A grandiosidade do estádio: construção de 1957 e ponto turístico

Mauro Cezar Pereira
Fileira de cadeiras no setor inferior: sob sol e chuva, desgastadas
Fileira de cadeiras no setor inferior: sob sol e chuva, desgastadas

Mauro Cezar Pereira
As cadeiras são retrátreis, mas sofrem com a exposição ao tempo
As cadeiras são retrátreis, mas sofrem com a exposição ao tempo

Mauro Cezar Pereira
Detalhe de uma das cadeiras: não são limpas como as de Munique
Detalhe de uma das cadeiras: não são limpas como as de Munique

Mauro Cezar Pereira
Camp Nou fica próximo a estações de metrô: caminhada de 10 minutos
Camp Nou fica próximo a estações de metrô: caminhada de 10 minutos

Mauro Cezar Pereira
As cabines são ruins: imprensa longe do campo e dentro de uma
Cabines são ruins: imprensa longe do campo e dentro de uma caixa de vidro

Mauro Cezar Pereira
A escada de acesso ao setor inferior das cadeiras: estádio antigo
A escada de acesso ao setor inferior das cadeiras: estádio antigo

Mauro Cezar Pereira
Barcelona, mais que um clube. Camp Nou, mais que um estádio
Barcelona, mais que um clube. Camp Nou, mais que um estádio

Pega no doping de novo, russa é suspensa por dez anos e deve perder prata olímpica


A medalhista de prata olímpica no arremesso de disco Daria Pishchalnikova foi banida por dez anos por doping, depois de não ter passado em um exame de drogas pela segunda vez, informou a Federação de Atletismo da Rússia (VFLA) nesta terça-feira.
A amostra retirada de Pishchalnikova em maio do ano passado foi novamente testada e resultou positivo para o esteróide anabolizante oxandrolona, disse a VFLA em seu site.
A VFLA anulou todos os resultados de Pishchalnikova desde 20 de maio de 2012, o que significa que ela deve perder a medalha olímpica de Londres. Assim, a China (com Yanfeng Li) deve herdar uma prata e Cuba, um bronze (com Yarelys Barrios). Estas alterações, entretanto, não vão mudar o resultado final no quadro de medalhas da última Olimpíada.
Kimimasa Mayama-29.ago.2007/Efe
A russa Daria Pishchalnikova em ação durante prova de lançamento de disco
A russa Daria Pishchalnikova em ação durante prova de lançamento de disco
A russa de 1,88m já cumpriu uma proibição por doping de julho de 2008 a abril de 2011.
A atleta de 27 anos estava entre as sete principais atletas russas mulheres culpadas de manipular amostras de drogas antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.
Ela ganhou a prata no Campeonato Mundial de 2007 em Osaka, no Japão, mas teve a medalha retirada depois que a Associação Internacional de Federações de Atletismo (Iaaf) anulou todos os seus resultados a partir de maio daquele ano.
Em um caso separado, a campeã europeia dos 800 metros Yelena Arzhakova foi banida por dois anos, a partir de 29 de janeiro de 2013, por mostrar um "perfil de hemoglobinas anormais no seu passaporte biológico", anunciou a VFLA.

Deco é flagrado em exame antidoping com mesma substância de Cielo e Daiane



O meia Deco foi flagrado no antidoping
O meia Deco foi flagrado no antidoping
O meia Deco foi flagrado no exame antidoping realizado após a partida que o Fluminense venceu o Boavista, por 2 a 0, no dia 30 de março, pela Taça Rio. O teste deu positivo pelo uso da substância furosemida, encontrada em vitaminas que o jogador faz o uso e compra em uma farmácia de manipulação.

A informação foi publicada pelo site do diário "Lance" e depois confirmada pelo ESPN.com.brcom a assessoria de imprensa do atleta. Deco já entrou em contato com os seus advogados e está estudando quais medidas legais vai tomar contra a empresa que manipula o medicamento. O meia e a diretoria do Tricolor aguardam o resultado da contraprova. Por enquanto, Deco ainda não vai se pronunciar sobre o caso.

Furosemida é a mesma substância encontrada nos casos de doping do nadador Cesar Cielo e da ginasta Daiane do Santos.

Econtrada em alguns medicamentos, a furosemida é um diurético, que, não aumenta o rendimento desportivo dos atletas, mas pode esconder o consumo de outras substâncias dopantes.

Recém-recuperado de lesão na coxa, Deco treinou normalmente nesta terça-feira pela manhã, mas não viajou com o elenco do Fluminense para Guayaquil, no Equador, onde o time vai enfrentar o Emelec, na quinta-feira, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa Libertadores.

*Volte em instantes para mais informações

Matemático cria site de vaquinha para atletas em crise e ajuda musa do taekwondo


Carlos Luciano já ganhou etapas regionais e sub-23 do circuito brasileiro, treinou com os medalhistas olímpicos Alison e Emanuel e é considerado uma das boas revelações do vôlei de praia no país. Aos 23 anos, porém, o atleta fluminense já admite abandonar o esporte. O que pode fazê-lo seguir, ao menos neste momento, são R$ 800.
"Cheguei no limite. Passei um mês sem fazer nada, tive várias crises. Bate um desânimo ficar sem patrocínio, sem investidor. Você fica com o chinelo na mão", diz o jogador, 20º do ranking nacional, à Folha.
Divulgação/CBV
Carlos Luciano em ação no circuito de vôlei de praia
Carlos Luciano passa em jogo do circuito de vôlei de praia
Há quatro anos no circuito, mais do que títulos ele acumulou despesas. De Nova Iguaçu ia para a zona sul do Rio todo dia. Pagava treinador e local para treinar nas famosas areias cariocas. Mas o dinheiro acabou. Então ele foi pesquisar na internet um meio de conseguir apoio e descobriu o recém-criado Pódio Brasil.
O site com o projeto de financiamento coletivo ("crowdfunding", em inglês) de atletas encontrado pelo jogador de vôlei de praia foi criado pelo matemático santista Nélio Costa.
A "start-up" (empresa iniciante de base tecnológica) Pódio Brasil começou a funcionar no início de abril e vai ajudar Carlos Luciano a arrecadar, por meio de doações, os R$ 800 que precisa para disputar etapas do circuito nacional de vôlei de praia.
"Ele [Carlos Luciano] é exatamente o tipo de atleta que eu tinha em mente quando idealizei a Pódio", afirma Costa, que rejeita o rótulo de patrocinador.
"Não está nascendo um mecenas. Só estamos facilitando o trabalho de quem quer ajudar. O mérito é de quem contribui", completa o diretor-executivo que deixou seu emprego em um restaurante para se dedicar exclusivamente à empresa.

Isto é Talisca Reis

 Ver em tamanho maior »
Milton Takeda/Divulgação
AnteriorPróxima
Talisca Reis, 24 anos, 1,74m e 53Kg, atleta da seleção brasileira de taekwondo, posou para ensaio fotográfico antes de conseguir financiamento do Pódio Brasil
COMO FUNCIONA
O site Pódio Brasil organiza uma espécie de vaquinha. Estabelece-se uma meta em dinheiro de acordo com a necessidade imediata do atleta. Qualquer pessoa pode doar uma determinada quantia, e cada cota dá direito a um prêmio --de brindes a aulas e equipamentos da modalidade. O arrecadado é repassado ao atleta, e 6% ficam com os donos do site. Se a meta não for atingida, o dinheiro é devolvido aos doadores.
Nélio Costa e Diogo Veiga --este especialista em marketing esportivo e sócio responsável pela divulgação -- investiram inicialmente mais de R$ 6 mil no projeto. O matemático, inclusive, está vendendo o carro para bancar as próximas etapas.
A primeira atleta financiada foi Talisca Reis, 24, da seleção brasileira de taekwondo. Para competir no Aberto do Canadá, entre 2 e 5 de maio, a 19ª colocada do ranking mundial (categoria até 53 kg) precisava de R$ 4 mil para passagens e hospedagem.
Agenciada por Veiga, que bancou a produção de um ensaio fotográfico para promovê-la como musa da modalidade, Talisca recebe salário da Marinha, do São Caetano e tem apoio de projeto da Petrobrás.
Mesmo assim, a lutadora nascida em Porto Velho (RO) e, hoje, moradora de Londrina (PR) diz que não teria condições de competir no Canadá, pois não há verba da Confederação Brasileira de Taekwondo destinada para esta competição.
"Preciso pontuar no ranking e este ano só disputei o Aberto dos Estados Unidos. A meta é estar entre as cinco no Mundial, em julho, no México. E, depois, o objetivo maior é ser medalhista no Rio em 2016", diz a atleta que também sonha ser modelo.
"Está mais difícil [ajudar os atletas] do que eu esperava. Mas gosto muito de esporte e sei que o Brasil não está trabalhando o seu total potencial. Se tem como ser feito, temos que fazer", conclui Nélio Costa, que já possui outros quatros atletas esperando para entrar no projeto.
Reprodução
Reprodução da página de Talisca Reis no Pódio Brasil
Reprodução da página de Talisca Reis no Pódio Brasil
AMIZADE
A esgrimista Élora Pattaro, 27, conseguiu R$ 8.924 no "crowdfunding" organizado por uma amiga, no site "Vakinha".
As doações foram encerradas na semana passada após um mês de arrecadação. O objetivo era arrecadar R$ 5 mil para a atleta brasileira treinar por um mês em uma academia de Nova York, antes da disputa do Pan-Americano, em junho, na Colômbia.
O financiamento coletivo deu certo, e Élora conseguiu quase o dobro do que precisava.
Com o valor extra, a esgrimista vice-campeã Mundial cadete em 2003, aos 17 anos, foi disputar a Copa do Mundo de sabre (de 2 a 5 de maio), em Chicago, bancando as próprias despesas.
"Fiquei muito feliz que vou conseguir pagar tudo", afirma.
+ CANAIS

Dortmund sofre no final, perde, mas elimina Real Madrid e vai à final da Champions


Veja os gols da partida
Forte na defesa, o Borussia Dortmund segurou o Real Madrid quase todo o jogo, mas perdeu por 2 a 0, nesta terça-feira, no Santiago Bernabéu, pelo duelo de volta da semifinal da Champions League. Apesar da derrota, o clube visitante fez o que precisava para avançar à final, pois tinha goleado por 4 a 1, no confronto de ida. Benzema e Sergio Ramos fizeram os gols do jogo.

Apesar da alegria, os alemães estiveram perto de viver um clima de tragédia. Afinal, segurando o empate até o fim, o time levou dois gols, um aos 38 e outro aos 43 minutos, e ficou a uma bola na rede da eliminação. Assim, até o apito final, que ocorreu aos 51, o Dortmund passou por um verdadeiro sufoco.

O time alemão chega à decisão pela segunda vez na história, sendo que foi campeão em 1997. Já os espanhóis seguem com um jejum. Esta é a 11ª temporada que o maior vencedor do torneio não consegue avançar até a final. A última vez foi em 2002. Na ocasião, bateu o Bayer Leverkusen e ficou com o seu nono título.

De quebra, os madrilenhos vivem uma ‘maldição’ das semifinais. É a terceira edição consecutiva que a equipe fica entre os quatro melhores, mas é eliminado antes da decisão. Nos últimos anos, caiu para Barcelona, Bayern de Munique e, agora, Borussia Dortmund. Já o treinador José Mourinho sofre sua quarta queda seguida nas semis.

O ponto negativo para o clube alemão foi o fim de sua invencibilidade nesta Champions. Eram sete vitórias e quatro empates nas 11 partidas que havia feito. Assim, o último clube a ser campeão da competição sem derrotas continua sendo o Manchester United, em 2008. Ao todo, nove times conseguiram a marca.

Agora, os comandados de Jurgen Klopp esperam pela definição de seu adversário entre Bayern de Munique e Barcelona. O clube alemão venceu o duelo de ida por 4 a 0, em seu estádio. As duas equipes voltarão a se enfrentar nesta quarta-feira, no Camp Nou, com transmissão in loco da ESPN, a partir das 14h30 (de Brasília).

1º tempo: Real Madrid parte para a pressão, mas Dortmund neutraliza

Como era o imaginado, o Real Madrid partiu a pressão em busca de um gol no começo. O Dortmund se fechou em seu campo de defesa e adotou uma postura bastante passiva, quase sem oferecer perigo aos mandantes.
Getty
Herói do primeiro jogo, Lewandowski tentou abrir o placar, mas Diego López fez firme defesa
Lewandowski tentou, mas Diego López defendeu
Neste cenário, a equipe espanhola logo criou boas chances de marcar, mas as desperdiçou. Aos quatro minutos, Higuaín foi lançado por Ozil e parou em boa defesa de Weindefeller. Nove minutos mais tarde, Cristiano Ronaldo recebeu livre na área e concluiu para nova intervenção do goleiro. Aos 15, Ozil foi acionado na direita, invadiu a área e, na saída do arqueiro, concluiu à esquerda do alvo.

O jogo seguiu com o mesmo ritmo até os 20 minutos, quando o Dortmund conseguiu ficar mais com a bola e trocar passes, esfriando a iniciativa do adversário. Os alemães mal faziam o goleiro Diego López tocar na bola, mas deixavam o jogo pouco movimentado.

Com uma marcação firme e bem postada e sem dar os mesmos espaços que havia deixado no começo do confronto, o time aurinegro neutralizava as ações ofensivas dos mandantes. Assim, conseguiu manter o 0 a 0 no placar até o fim da primeira etapa.

A notícia ruim para os visitantes ficou por conta da lesão de Gotze, que precisou ser substituído por Grosskreutz logo aos 14 minutos.

2º tempo: Real Madrid marca no fim, Dortmuns passa sufoco, mas se classifica
Efe
Capa pra galeria - Sergio Ramos olhando para o céu
Sergio Ramos olha para o céu: Real está eliminado
Na volta do intervalo, o Real Madrid seguiu com a postura ofensiva, e o Dortmund continuou firme na defesa. Porém, os alemães passaram a levar algum perigo nos contra-ataques. Aos cinco minutos, Lewandowski recebeu passe de Reus, invadiu área e chutou com força no travessão.

Apesar da tentativa de pressão, os merengues não conseguiam criar chances claras de marcar. Assim, José Mourinho tratou de fazer duas alterações para deixar sua equipe mais ofensiva. Saíram Fábio Coentrão e Higuaín para as entradas de Kaká e Benzema. Depois das mudanças, o time da casa aumentou seu domínio territorial e sufocava o adversário, que, por sua vez, se defendia com eficiência, em partida inspirada de Hummels e Subotic.

O tempo passava, e o time madrilenho seguia atacando. Porém, quem criou a melhor chance foi o Dortmund. Aos 17, Reus foi acionado na área e tocou para Gündogan, que, livre, concluiu para defesa espetacular de Diego López.

Passados os sustos, os mandantes mantiveram o controle territorial e conseguiram encontrar mais espaços para finalizar. Porém, a falta de pontaria impedia que a equipe espanhola abrisse o placar.
Getty
Benzema fez o primeiro gol do Real Madrid na partida, que deu ânimo aos espanhóis
Benzema fez o primeiro gol do Real Madrid na partida
No entanto, o gol sairia aos 38 minutos. Kaká fez bom passe na área para Di María, que cruzou rasteiro para Benzema completar para o fundo da rede. Embalado, os mandantes foram para cima e conseguiram ampliar aos 43, quando, após bate-rebate na área, Sergio Ramos chutou forte para estufar a rede.

A um gol da classificação, os madrilenhos pressionaram até o fim. Porém, a reação veio tarde demais, e a passagem para a decisão em Wembley ficou com o Borussia Dortmund.

Mesmo em período 'seco', Governo do DF gastará mais de R$ 5 milhões com capas de chuva na Copa


Divulgação
Mais de R$ 5 milhões gastos com capas de chuva no DF
Mais de R$ 5 milhões gastos com capas de chuva no DF
Mesmo com a Copa do Mundo de 2014 sendo realizada entre os meses de junho e julho, alto período de seca em Brasília, o Governo do Distrito Federal está investindo pesadamente na proteção contra os dilúvios.

Segundo dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal, o governo gastará R$ 5.350.000,00 com capas de chuva para a Copa de 2014. O gasto total com a Copa do Mundo na segurança do Distrito Federal é de R$ 6 milhões aproximadamente.
O valor investido em capas de chuva é 5 vezes maior do que o que está sendo aplicado em armamentos para a Polícia Civil, que é de aproximadamente R$ 1 milhão.
De acordo com números do Instituto Brasileiro de Meteorologia, o índice pluviométrico do Distrito Federal no mês de junho é de cerca de 8.7mm, o mais baixo do ano. Em julho, o número sobe para 11mm, o segundo mais baixo do calendário.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Libertadores

20h15 Tigre 2x1 Olimpia-PAR
22h30 Tijuana 0x0 Palmeiras

Liga dos Campeões

15h45 Real Madrid 2x0 Borussia Dortmund



Aqui estão os discursos feitos por pelo então deputado estadual da Arena, o partido da ditadura, José Maria Marin, em 1975, endossando o ódio de seu colega Wadi Helu, e, em 1976, elogiando o torturador Sérgio Fleury, mesmo depois de ele já ter sido denuciado como tal e como integrante do Esquadrāo da Morte.
O primeiro discurso ajudou para que o diretor de Jornalismo da TV Cultura, Vladimir Herzog, fosse preso, torturado e morto nas dependências da OBAN. O segundo dispensa explicação.
Estes áudios foram descobertos e disponibilizados por meio do trabalho do deputado estadual do PT de São Paulo, Adriano Diogo, que preside a Comissão Estadual da Verdade “Rubens Paiva”, na Assembléia Legislativa paulista.
Parte 1:
Parte 2:

O novo estádio aí está. Vivas para o velho estádio que se foi!

O Maracanã não é mais o Maracanã. Não me refiro às mágicas arquitetônicas, às firulas de engenharia, aos arroubos estéticos. Tudo isso é bom para os olhos. A presidenta aprova, o governador se orgulha, o prefeito diz amem. Os dirigentes esportivos se congratulam por terem cumprido, com distinção, todas as exigências da FIFA. Somos um povo bom, calado, obediente, cumpridor de seus deveres.

Refiro-me, sim, ao espírito, à alma que o antigo Maracanã teve por mais de 60 anos. Sou de um tempo em que mulher, velho e criança não iam ao futebol. À exceção de São Januário, o belo estádio do outrora portentoso Clube de Regatas Vasco da Gama, nenhuma praça de esportes do Rio oferecia conforto e segurança para tais torcedores. A partir de 1950, a torcida feminina passou a enfeitar o colorido das charangas, ao mesmo tempo em que levou para casa a observação, a opinião, o debate, que integrou, entre prós e contras, toda a família. Devemos isso ao Maracanã. O idoso, provecto mas sábio, tornou-se o único capaz de nos dizer que Neymar é tão bom de bola quanto o melhor craque de sua época. Também devemos isso ao Maracanã. O menino, com seus olhos vivos, indagadores, aqueceu a paixão que perpetua as emoções do jogo. Ainda uma vez devemos isso ao Maracanã, que abriu portas àqueles que não podiam entrar.

O antigo Maracanã, como os grandes estádios que lhe seguiram os passos, ajudou a fazer do futebol uma instituição brasileira. Democrática, aberta, única. Nele, as arquibancadas se ofereciam a todos, pobres e ricos, mulheres, idosos e crianças, todos. Nada mais afinado com o Brasil dos melhores tempos, livre, sem preconceitos. No novo Maracanã, o futebol virou festa para poucos, os ricos que têm carros para estacionar e aqueles que podem comprar caros ingressos pela internet. Já não pertence ao povo, mas a um empresário. Bonito, mas incolor, insípido, inodoro, Lindo, mas frio como uma geladeira, uma missa de mês, um match de xadrez. Não foi feito para a galera, à qual restará o consolo da TV do bar da esquina. Nele, o grito de gol talvez tenha o decibel deu um sussurro, e as vitórias serão comemoradas ao som de um minueto. Mulheres, idosos e crianças não serão impedidos de frequentá-lo. Claro, desde que possam pagar. Muito moderninho, mas pobre como um time de terceira.

Definitivamente, o Maracanã não é mais o Maracanã. 

Comprar camisa de time brasileiro no exterior é quase impossível. A seleção da CBF não "deixa"

O Corinthians ganhou, em dezembro, o torneio Mundial de Clubes da Fifa. Evidentemente jamais o clube paulista havia alcançado tanta projeção internacional como em 2012, afinal, meses antes faturou sua primeira Libertadores. E por mais que europeus não tenham dado tanta importância ao certame disputado no Japão, foi uma final contra o Chelsea, campeão da Champions League, o que repercute mais do que qualquer competição disputada na América do Sul.

Depois do triunfo alvinegro, de férias e a trabalho, estive em sete cidades de seis países europeus. Em todos rodei por lojas de artigos esportivos, como sempre faço nessas ocasiões. Mas em nenhuma encontrei itens do uniforme do Corinthians campeão em dezembro. Nem do São Paulo, Santos, Palmeiras, Flamengo, Fluminense, Botafogo, Vasco, Grêmio, Internacional, Cruzeiro, Atlético, Coritiba, Atlético Paranaense, Bahia, Vitória, Goiás...

Mauro Cezar Pereira
Camisas da seleção brasileira à venda em loja da cidade de Barcelona
Agasalhos e camisas da seleção brasileira à venda em loja de Barcelona

Mas em todas elas lá estava a "amarelinha" da seleção brasileira. Sim, o time "cebeefiano" tem seu fardamento exposto em muitas lojas, até em free shops. Camisas, calções, agasalhos e até modelos retrô você encontra em diversos pontos de venda no exterior. Não é de hoje que o time da CBF se transformou no único representante internacional do futebol brasileiro.

O calendário adotado há anos sufoca os clubes do Brasil, os impede de ir à Europa faturar não só as quotas pelos amistosos e torneios, mas especialmente expor suas marcas. Sim, nos tempos em que as excursões pelo "Velho Mundo" eram comuns, os clubes saíam por aí com seus atletas pensando nos cachês. Hoje há exposição muito maior nos meios de comunicação e patrocinadores das equipes interessados nisso.
Mauro Cezar Pereira
Barcelona e Manchester United, entre outros times europeus com camisas à venda
Barçca e Man United, alguns dos times europeus com camisas à venda

Mas como excursionar ao exterior se os jogos encavalados impedem? Em entrevista à Rádio Globo, o vice de futebol do Flamengo, Wallim Vasconcellos, disse que recebeu convite do Manchester United para amistoso em agosto. Não pôde aceitar porque o campeonato brasileiro estará em andamento. Se fosse para ontem ele poderia topar, pois o time rubro-negro não joga desde quarta-feira da semana retrasada. Bizarro.

Imagine o que pode significar para qualquer time brasileiro atuar em estádios europeus, manter intercâmbio com os mais ricos times do planeta. Flamengo em Old Trafford, Corinthians no Bernabeu, Grêmio no Parque dos Príncípes, Atlético no San Siro... Significaria bons euros no caixa, chance de ganhar troféus e especialmente se apresentar ao mundo. Sim, porque o mundo olha para o futebol jogado na Europa.

Hoje passei por uma loja de Barcelona e naturalmente fui ao setor destinado ao material esportivo, ao futebol. E lá estavam as camisas do Barça, claro, Real Madrid, Espanyol, Deportivo La Coruña, Atlético de Madrid, Manchester United, Chelsea, Milan, etc. Por que o fornecedor do Corinthians só colocou a camisa da seleção lá? A do Boca Juniors até que se encontra. E o futuro fabricante da camisa do Flamengo, vai mesmo oferecer o fardamento rubro-negro nas lojas pelo mundo? 

Del Nero defende mandato de 12 anos e nâo vê Marin fora da CBF até abril de 2014


Marco Polo Del Nero, braço direito do presidente da CBF, José Maria Marin, não acredita que haverá mudanças na direção da entidade que dirige o futebol nacional até o final do mandato, em abril de 2014.
"Não há nenhuma possibilidade de o Marin sair antes [do previsto]", disse o atual presidente da Federação Paulista de Futebol, após o Conselho Técnico das semifinais do Campeonato Paulista, no prédio da entidade, na Barra Funda (zona oeste de São Paulo).
Jorge Adorno-23.abr.2013/Reuters
José Maria Marin conversa com Marco Polo Del Nero
José Maria Marin conversa com Marco Polo Del Nero
Marin tem sofrido ataques para deixar os cargos. Atos públicos o cobram pela morte após tortura do jornalista Valdimir Herzog, em 1975, quando era deputado estadual e corroborava com a ditadura. O deputado federal Romário (PSB) pede a intervenção do governo federal.
Marin, em texto publicado na Folha, fala em"campanha sórdida".
Del Nero, par de Marin para as decisões na CBF e do COL, nega que exista um desgaste de ambos com a presidente Dilma Rousseff (PT) e com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PC do B).
"Para entender que há uma dificuldade, você tem que requerer uma audiência com ela [Dilma]. Nunca houve [o pedido]", afirmou Del Nero.
A relação entre Marin e Rebelo se tornou pública após a divulgação na internet de um áudio atribuído ao primeiro com duras críticas ao ministro.
Confira abaixo outros temas sob os quais Del Nero, que está há dez anos no comando da FPF, comentou, entre eles a sucessão à presidência da CBF, a concorrência com Andrés Sanchez e ainda Reinaldo Bastos à frente da FPF.
PERPETUAÇÃO NO PODER
Eu entendo assim, quando o presidente não é bom ou não vai bem, o clube não reelege. Vivemos a liberdade, a democracia. Agora acho também que quatro anos são pouco, pois ainda estão conhecendo o trabalho. Aí vem logo outro processo eleitoral. Acho que oito anos também é pouco para um presidente. A Fifa está estudando 12 anos.
CANDIDATURA À PRESIDÊNCIA DA CBF
O processo ainda não foi deflagrado (a votação será em abril de 2014). O presidente Marin é quem deve abrir o processo. Ele vai avaliar quem será o candidato da situação.
ANDRES CONCORRENTE NO PLEITO DA CBF
Ele pode ser candidato. O vizinho dele pode, o primo, qualquer um.
REINALDO BASTOS (atual vice-presidente) COMO SUBSTITUTO NA FPF
Ele merece a nossa confiança e respeito.
TESTES DOS ESTÁDIOS DA COPA-14
Para o (Campeonato) Brasileiro deste ano, eu e o Rubens Lopes (presidente da federação do Rio de futebol) acertamos que o mando de ao menos quatro jogos, um de cada time grande, vão acontecer nos estádios da Copa. Ainda vamos definir os locais.
PERDÃO DAS DÍVIDAS DOS CLUBES
Tem que haver sempre uma contrapartida. Os clubes podem preparar atletas olímpicos, revitalizar os seus espaços e promover ações sociais. E podem ser punidos por não pagar salários em dia. Tão importante quanto sanar o problema é não permitir dívidas futuras.

E as semifinais estão salvas...


A turma da FPF respira tranquila, porque as semifinais do Paulista estão salvas, pelo menos no que se refere a público, rivalidade e tradição. Depois de uma fase de classificação sem graça, três dos principais times do Estado continuam na briga pelo título. Primeiro, foi o Santos, ao se garantir no sábado nos pênaltis sobre o Palmeiras. O Corinthians passeou na tarde de ontem, com os 4 a 0 na Ponte, enquanto o São Paulo teve dificuldade à noite, diante do Penapolense. Mas seguem em frente e se enfrentam. O patinho feio desse quarteto é o Mogi Mirim, que entra animado para alegrar a festa e sem medo dos tubarões da bola (ops, o Peixe...).
O Corinthians foi redundante em Campinas, ao esbanjar as rotineiras eficiência, regularidade e paciência, aliadas à qualidade individual da maioria dos titulares. Essas características funcionaram em grandes momentos, na história recente do clube - Brasileiro de 2011, Libertadores e Mundial do ano passado -, e voltaram a ser decisivas no duelo pelas quartas de final.
A Ponte esteve melhor em parte do primeiro tempo. Com marcação intensa, não dava espaço para o Corinthians respirar, colocar a bola no chão, trocar passes ou ir ao ataque. Alessandro e Fábio Santos não passavam das laterais, Guerrero e Emerson ficavam isolados à frente, Paulinho, Danilo e Romarinho eram cercados por dois ou três em cada tentativa de organizar o meio-campo. E o goleiro Danilo levou sustos.
Um panorama coerente com o que a Ponte havia apresentado na outra fase, com as 10 vitórias, 8 empates, uma derrota e defesa das menos vazadas. Retrospecto que começou a virar pó diante dos campeões mundiais com pouco mais de meia hora de jogo. A estrutura ruiu aos 32, com um chute enviesado de Guerrero, da entrada da área, que o Edson Bastos rebateu para dentro da área. Romarinho pegou o rebote e fez.
As diferenças entre as equipes ficaram nítidas dali em diante. O Corinthians encorpou e se valeu do talento para aumentar a vantagem, com o gol de Emerson. A Ponte sentiu o baque, foi para o intervalo com os 2 a 0 nas costas e com a sensação da eliminação.
Que se consolidou no pênalti mal marcado por Raphael Claus em Emerson, aos 10 minutos. Guerrero marcou o terceiro e colocou a Ponte nas cordas. A situação para os anfitriões só piorou, com a correta expulsão de Baraka. O jogo virou treino até Pato marcar o quarto e mais bonito gol. Missão cumprida, antes do desafio contra o Boca Juniors no caminho do bi da América.
O São Paulo não seguiu script semelhante ao do rival. Embora tivesse feito a melhor campanha, suou frio diante de um Penapolense brigador. No primeiro tempo, jogou futebol tão estranho quanto o uniforme vermelho com que entrou em campo. A camisa parecia ter sido tingida por corantes que a moçada usava, nos anos 1970, para renovar o vestuário sem ter de gastar dinheiro. Um desastre, que felizmente sai de cena após uma aparição apenas.
O São Paulo dominou, empurrou o time de Penápolis para o campo dele, e pecou nas finalizações. Foram poucas, sem perigo para Marcelo. Defeitos que provocaram calafrios na torcida na Libertadores.
O Penapolense se empolgou com a possibilidade de se transformar na zebra da competição, foi pra cima no segundo tempo, assustou um bocado. Demorou para o São Paulo acordar. Quando isso aconteceu, Luis Fabiano mandou duas bolas na trave e Jailton fez o gol contra, após jogada de Osvaldo. No finalzinho, ainda levou sufoco dos visitantes. Agora, tem mais um capítulo contra o Atlético Mineiro na saga continental.
Pressão pro 'professor'. A rivalidade no Sul é acirrada, e como! O Inter está na final do segundo turno do Campeonato Gaúcho e, se bater o Juventude (que eliminou o Grêmio nos pênaltis), fica com o tri estadual, pois venceu a etapa anterior. Com isso, sobe o prestígio de Dunga e aumentam cobranças sobre Vanderlei Luxemburgo, que terá na Libertadores a definição do futuro.