quinta-feira, 18 de abril de 2013


Reuters
O Palmeiras segue sem conseguiu vencer longe de sua torcida
O Palmeiras segue sem conseguir vencer longe de sua torcida
O Palmeiras não teve o futebol dos últimos jogos. Não teve Henrique e Vinícius, poupados. Não teve atitude para sair para o ataque. Mesmo assim, o time retorna de Lima, no Peru, com a sensação de dever cumprido: o primeiro lugar do grupo 2 foi garantido na Libertadores.

LEIA MAIS
Prass: 'O destino quis que o Palmeiras passasse em primeiro'
Kleina vê Palmeiras melhor em campo e sugere influência de vento em derrota

Nem tanto pela derrota de 1 a 0 para o Sporting Cristal nesta quinta-feira, claro. A equipe brasileira pode agradecer, na verdade, ao Libertad, que marcou no último minuto contra o Tigre, diminuiu o vexame em casa para 5 a 3 e atrapalhou o saldo de gols dos argentinos, que, até então, roubavam a liderança.

Com um baixíssimo público no já acanhado estádio Miguel Grau, os palmeirenses atuaram praticamente em ritmo de treino e pouco ameaçaram os rivais peruanos. Subindo apenas na boa, o time sentiu falta de alguém na armação das jogadas e só conseguiu levar perigo no abafa dos minutos finais. Foi o suficiente, ainda assim, para segurar a pressão dos donos da casa e evitar que o saldo de gols fosse ainda mais afetado.

Eliminado, o Sporting Cristal dá adeus ao torneio sul-americano e passa a se concentrar agora no Campeonato Peruano. Os paulistas ficam com 9 pontos e aguardam a definição do adversário nas oitavas de final da competição.

O jogo – Além de Henrique e Vinicius, o Palmeiras ainda teve um desfalque de última hora em Lima. Com uma amigdalite, Ronny ficou de fora da escalação e foi substituído nos vestiários pelo prata-da-casa Emerson.

O Sporting Cristal indicou logo no início qual seria a sua estratégia para furar a retranca alviverde: as bolas paradas. Dono de todas as cobranças, Carlos Lobatón quase abriu o placar em uma delas, aos 9 minutos, mas viu Fernando Prass voar no ângulo direito e impedir o gol.

Em seguida, Vilson, que voltava de lesão, cochilou e foi salvo por Prass, mais uma vez. Ávila recebeu excelente passe pela direita e forçou o goleiro a fazer grande defesa com os pés.

Acuado, o Palmeiras aguardava os peruanos em seu campo para sair no contra-ataque. A estratégia não surtia muito efeito. Somente aos 25 minutos, a equipe conseguiu finalmente ameaçar os anfitriões. Juninho foi lançado por trás da zaga, entrou sozinho pela esquerda e cruzou rasteiro para Caio. A defesa cortou o lance, porém, a arbitragem já assinalava impedimento.

A melhor chance da etapa inicial caiu nos pés de Rengifo aos 42. O atacante pegou chute mascado de Lobatón na pequena área, girou, mas acabou finalizando por cima do gol de Fernando Prass.

O camisa 1 palmeirense não teve a mesma sorte na volta do intervalo.

Se não dava certo de dentro da área, Ávila resolveu arriscar de fora e acertou um lindo petardo com apenas 3 minutos. Prass até tentou, entretanto, não teve como alcançar a bola e evitar o golaço.

O Palmeiras respondeu aos 13, apostando no chute de longa distância de Ayrton. O lateral-direito ficou no quase e viu o seu arremate passar próximo à trave de Diego Penny.

A grande chance de empate dos paulistas veio aos 34 do segundo tempo. Maikon Leite, que entrou para dar maior velocidade nos contra-ataques, recebeu passe de Tiago Real dentro da área e finalizou de primeira. A bola subiu demais e passou por cima do travessão.

O atacante velocista ainda teria outra oportunidade em seguida, depois de passe de calcanhar de Ayrton, mas mandou para fora.

Pressionados pelo resultado em Assunção, no Paraguai, que dava o primeiro lugar do grupo ao Tigre, os brasileiros partiram para a pressão, mas comemoram mesmo foi o gol do Libertad que manteve a sua liderança na chave.

FICHA TÉCNICA:
SPORTING CRISTAL 1 X 0 PALMEIRAS

Local: estádio Miguel Grau, em Callao (Peru)
Data: 18 de abril de 2013, quinta-feira
Horário: 19h45 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses (Chile)
Assistentes: Carlos Astroza e Sergio Román (ambos do Chile)
Cartões amarelos :Cazulo e Valverde (Sporting Cristal); Emerson, Charles e Maikon Leite (Palmeiras)
Gol:
SPORTING CRISTAL: Ávila, aos três minutos do segundo tempo

SPORTING CRISTAL: Penny; Valverde, Revoredo, Ayr e Uribe; Cazulo, Lobatón (Sheput), Calcaterra e Ross (Chiroque); Ávila e Rengifo (Carpio)
Técnico: Roberto Mosquera

PALMEIRAS: Fernando Prass; Ayrton, Vilson, Mauricio Ramos e Marcelo Oliveira (Tiago Real); Márcio Araújo, Charles (Maikon Leite), Emerson (Wendel), Souza e Juninho; Caio
Técnico: Gilson Kleina

Pouco inspirado, Botafogo não sai do zero com Sobradinho e interrompe série de oito vitórias consecutivas



Seedorf teve dificuldades contra a marcação do Sobradinho
Botafogo de Seedorf não conseguiu superar a marcação do Sobradinho
Desta vez, o Botafogo não conseguiu repetir as atuações dominantes dos últimos jogos pela Taça Rio. Jogando no estádio Bezerrão, na cidade-satélite de Gama, no Distrito Federal, o Alvinegro carioca não saiu do zero com o Sobradinho, em partida válida pela primeira rodada da Copa do Brasil-2013. O resultado interrompeu uma série de oito vitórias consecutivas.

LEIA MAIS
Lodeiro e Julio Cesar sentem e podem desfalcar Botafogo em semana decisiva

Agora, o time de Oswaldo de Oliveira precisa vencer em Volta Redonda para garantir a classificação à próxima etapa da segunda maior competição de clubes do país. A partida de volta acontecerá na quinta-feira da próxima semana (25/04), às 21h50 (de Brasília), no estádio Raulino de Oliveira.

Botafogo tenta, mas esbarra nos próprios erros e na marcação do Sobradinho; cariocas reclamam de pênalti polêmico, e Lodeiro sai machucado

Apoiado por uma torcida que compareceu em bom número na noite desta quarta, o Botafogo esperava se impor desde o começo para vencer por dois ou mais gols de diferença e eliminar a partida de volta. E o objetivo quase ficou mais próximo aos 7 minutos, quando Fellype Gabriel emendou belo chute de primeira após receber cruzamento da direita de Rafael Marques. No mesmo lance, apenas alguns segundos antes, o camisa 11 alvinegro fora derrubado pelo zagueiro Cauê, em pênalti não marcado pelo árbitro goiano André Luiz de Castro.

A segunda boa oportunidade do jogo veio aos 16 minutos. Em grande fase, Lodeiro descolou bom passe para Julio Cesar, que chutou rasteiro. O goleiro Donizeti espalmou para o lado direito, e Zé Carlos afastou antes que Seedorf pudesse aproveitar o rebote.

Aos 25, uma bobeira da zaga do Sobradinho quase proporcionou a abertura do placar. Pressionado pela marcação adiantada do Botafogo, Ramon errou passe e deixou Rafael Marques em ótima posição. O camisa 20 serviu Lodeiro cara a cara, mas o uruguaio se atrapalhou na hora do domínio e viu sua finalização ser bem travada pela zaga.

Gazeta Press
Jadson substituiu o volante Gabriel, lesionado
Jadson substituiu o volante Gabriel, lesionado
O lance, no entanto, não seria o momento que Lodeiro mais lamentaria na noite. Aos 40 minutos, o uruguaio sentiu uma fisgada na perna esquerda e foi substituído por Vitinho. Enquanto isso, o Botafogo chegou uma última vez antes do intervalo, em belo chute de fora da área de Julio Cesar que passou por cima do gol de Donizeti, com muito perigo.

Na volta dos vestiários, foi a vez de o Sobradinho mexer, e o técnico João Carlos Cavalo sacou o meia Ítalo para a entrada do atacante Juninho. A decisão surpreendeu, considerando o monopólio adversário das chances de gol no primeiro tempo, apesar de não ter havido um domínio tão absoluto.

E, logo no primeiro minuto de bola rolando na etapa final, o Botafogo chegou mais uma vez. Marcelo Mattos recebeu após troca de passes na intermediária ofensiva e emendou chute forte, de longe. A bola passou com perigo, mais uma vez por cima do gol.

O jogo não empolgava e nenhum dos dois times era contundente no âmbito ofensivo. Mas, pelo menos fora de campo, os dois treinadores mostravam intenções ousadas. Aos 16, Oswaldo de Oliveira tirou o volante Jadson para a entrada do atacante Bruno Mendes, enquanto João Carlos Cavalo trocou o meia Mário Lúcio pelo também atacante Felipe.

Aos 24 minutos, um dos jogadores que saíram do banco quase fez a diferença. Edilson cruzou da direita, Dória dividiu com a zaga do Sobradinho e Vitinho aproveitou a sobra para finalizar prensado. A bola passou com muito perigo, à esquerda do gol.

Aos 35, foi a vez de Edilson cobrar falta no canto para boa defesa de Donizeti. Aos 40, o goleiro voltou a salvar o Sobradinho em uma rebatida contra o prôprio patrimônio do lateral direito Ronaldo, e ainda houve tempo para a explusão de Juninho após falta boba. O Botafogo se lançou inteiramente ao ataque nos minutos finais, mas não houve jeito: todos os caminhos levavam ao zero a zero.

Agora, o Botafogo tenta sacudir o empate e já pensa na semana decisiva que terá pela frente. Na próxima quinta, o clube decidirá a vaga na segunda fase da Copa do Brasil contra o Sobradinho. No final de semana seguinte, será a vez de disputar a primeira semifinal da Taça Rio, provavelmente contra o rival Fluminense.

FICHA TÉCNICA:
SOBRADINHO-DF 0 X 0 BOTAFOGO

Local: 
Estádio Bezerrão, no Gama (DF)
Data: 17 de abril de 2013, quarta-feira
Horário: 19h30 (de Brasília)
Árbitro: André Luiz de Castro (GO)
Assistentes: Edilson Pereira (TO) e Francisco de Sousa (TO)
Cartões amarelos: Dória e Bolívar (Botafogo); Cauê e Juninho (Sobradinho)
Cartão vermelho: Juninho (Sobradinho)
Gol: Não houve

SOBRADINHO: Donizeti; Ronaldo, Cauê, Allyson e Zé Carlos; Ramon, Túlio (Jean), Mário Lúcio (Felipe) e Ítalo (Juninho); Eltinho e Laércio.
Técnico: João Carlos.

BOTAFOGO: Jefferson; Edilson, Bolívar, Dória e Julio Cesar (Gilberto); Marcelo Mattos, Jadson (Bruno Mendes), Fellype Gabriel, Seedorf e Lodeiro (Vitinho); Rafael Marques.
Técnico: Oswaldo de Oliveira.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Cearense

22h00 Icasa 3x0 Tiradentes-CE

Potiguar

20h30 Coríntians-RN 0x2 ABC
20h30 Baraúnas-RN 2x1 Alecrim
20h30 Assu 1x0 Santa Cruz-RN
20h30 América-RN 4x1 Potiguar de Mossoró

Alagoano

20h30 ASA 1x1 CSA

Libertadores

19h45 Barcelona-EQU 1x0 Nacional (URU)
19h45 Toluca 3x2 Boca Juniors
22h00 Arsenal Sarandí 2x1 The Strongest
22h00 São Paulo 2x0 Atlético-MG

Copa da Itália

Internazionale 2 x 3 Roma

Inglês

15h45 Manchester City 1x0 Wigan
15h45 West Ham 2x2 Manchester United
16h00 Fulham 0x3 Chelsea

Copa da Alemanha

15h30 Stuttgart 2x1 Freiburg

Copa do Brasil

15h00 Santo André 2x0 Veranópolis
19h30 Atlético-PR 2x0 Brasil de Pelotas
19h30 Sobradinho 0x0 Botafogo
20h30 Sampaio Correa-MA 0x1 Campinense-PB (6)(x7)
20h30 América-MG 0x0 Gurupi
20h30 Boa Esporte Clube 2x2 Salgueiro
20h30 Criciúma 3x0 Noroeste
20h30 São Caetano 2x0 Arapongas (1) x (3)
20h30 Grêmio Barueri 0x3 Cianorte
20h30 Joinville 1x0 Aracruz
20h30 Betim-MG 1x0 Bangu
20h30 Guarani 1x0 Confiança-SE (4) x (1)
22h00 Flamengo 3x0 Remo
22h00 Sport 2x0 Vitória da Conquista
22h00 Santos 2x0 Flamengo-PI
22h00 Luverdense 3x0 Tupi
22h00 Fortaleza 0x0 Luziânia (3) (0)

Copa da França

14h30 Lens 2x3 Bordeaux
(4)15h55 Evian 1x1 PSG (1)

Grêmio reclama de relação com Arena, mas o pecado maior é a folha de pagamento

A folha de pagamento do Grêmio explodiu. Um salto de R$ 6 milhões para R$ 11 milhões mensais explica o déficit do departamento do futebol, mais do que as reclamações, algumas justas, outras não, do presidente Fábio Koff em relação à Arena.

O Grêmio paga mensalmente o dobro do Fluminense em salários de jogadores. Eis o problema central.
Sobre a Arena, o Grêmio reclama de ter de montar um time competitivo no primeiro ano, justamente o período em que os custos são maiores.

Montar um estádio particular, como o Grêmio fez, é como comprar um apartamento. Antes de morar, é preciso montar a casa e isso custa caro.

Isso à parte, o Grêmio reclama de ter diminuído sua participação na renda líquida do estádio de 100 %para 65%. Até 2011, o contrato com a OAS previa que o Grêmio teria 100% do dinheiro arrecadado até o sétimo ano. Era a conta para pagar o financiamento do BNDES, que dura sete anos.

Mas em 2011, o Grêmio pediu a ampliação do estádio para 60 mil lugares. Por isso, foi feita uma minuta no contrato diminuindo a participação gremista para 65% da arrecadação líquida. 
Mensalmente, a Arena paga R$ 2 milhões ao BNDES, além de parcelas trimestrais de R$ 5 milhões, aproximadamente. Na prática, é preciso separar R$ 3,6 milhões por mês para pagar a casa nova.

É factível pagar isso até com parte da arrecadação do sócio-torcedor.
Mas não acrescentando R$ 5 milhões à folha de pagamento e fazendo-a saltar de R$ 6 milhões para R$ 11 milhões.

Premier League terá clássico galês. Entenda por que eles jogam na Inglaterra

Após passar anos batendo na trave, o Cardiff oficializou seu acesso à Premier League nesta terça-feira e poderá fazer o clássico galês com o Swansea na principal divisão inglesa. É frequente o questionamento sobre o motivo da presença de times do País de Gales nas ligas da Inglaterra, e para entender é preciso conhecer um pouco da história do futebol no país.

Apesar de ter uma das federações de futebol mais antigas do mundo, criada em 1876, e ter participação com poder de voto na International Board, que cuida das regras do jogo, o País de Gales não tinha uma liga nacional até a temporada 1992/93, quando foi disputada pela primeira vez. Os maiores clubes profissionais e semiprofissionais do país sempre jogaram as competições inglesas.

Por causa da geografia galesa, o transporte norte-sul do país é precário em relação ao oeste-leste, o que muitas vezes tornava mais fácil viajar para a Inglaterra do que dentro das próprias fronteiras. Prova disso é que o futebol se popularizou antes no norte do que no sul. O Wrexham, ao norte, foi fundado em 1872. No sul, o Cardiff surgiu em 1899 e o Swansea em 1913.

Foi o Wrexham, hoje na quinta divisão inglesa (Conference), o primeiro a notar que dentro do País de Gales seria difícil encontrar competição de bom nível técnico para atrair torcedores e manter bons jogadores. Swansea e Cardiff seguiram o exemplo e também buscaram a pirâmide inglesa.

Até o título da Copa da Liga conquistado pelo Swansea este ano, o único título de expressão de um time galês na Inglaterra era do Cardiff: a FA Cup de 1927. Eles eram autorizados, porém, a participarda Copa do País de Gales, que também representava uma rota para as competições europeias.

Quando a liga galesa foi criada, os principais clubes profissionais deram de ombros. Com isso, os maiores centros urbanos de Gales ficaram sem representantes. Sem força para arrumar briga com os grandes, a federação forçou a barra para que ao menos os times de cidades menores e até vilarejos pudessem participar da competição, mas nem isso foi fácil.

Oito clubes se rebelaram inicialmente, mas três deles (Bangor City, Newtown e Rhyl) voltaram atrás e decidiram se juntar à nova liga. Para pressionar os restantes, a federação proibiu que eles mandassem seus jogos pelas ligas menores da Inglaterra em território galês. Um ano depois, o Barry Town cedeu à pressão e passou a integrar a liga galesa.

Em 1995, uma ação judicial autorizou os clubes rebeldes a permanecer no futebol inglês e jogar normalmente no País de Gales. Mesmo assim, o Caernarfon Town se mudou para o campeonato galês. Os demais (Newport County, Colwyn Bay e Merthyr Town) permanecem até hoje nas ligas inglesas.

Uma curiosidade: por causa do período de proibição, em que teve de mandar seus jogos na Inglaterra, o Newport County adotou o apelido "Exiles" (exilados).

Naquele mesmo ano, uma determinação da Uefa impediu que clubes disputando o campeonato nacional de um país se classificassem para as competições europeias por outro, o que levou a federação do País de Gales a excluir da copa nacional os times jogando na Inglaterra.

Uma exceção ainda existente diz respeito aos times de Liechtenstein, por se tratar do único país filiado a Uefa sem uma liga nacional. Assim, os clubes fazem parte da pirâmide suíça, mas só se classificam para a Europa por meio da copa local.

A classificação do Swansea para a Liga Europa através da Copa da Liga criou um fato novo: o time terá de disputar o torneio continental como um time "inglês" para todos os efeitos, inclusive contando pontos para o coeficiente do país. A Uefa já havia dado o sinal verde em 2008, quando o Cardiff chegou à final da FA Cup contra o Portsmouth e poderia ter se classificado, mas acabou perdendo.

Ironicamente, o time mais forte do campeonato galês na atualidade manda seus jogos na Inglaterra: o campeão The New Saints, que representa duas cidades vizinhas: a galesa Llansantffraid e a inglesa Oswestry, onde atua.

O TNS, que herdou as iniciais de seu antigo nome (chamava-se Total Network Solutions, por causa do patrocinador), teve seu grande momento ao enfrentar o Liverpool na primeira fase preliminar da Champions League, em 2005, quando os Reds eram os atuais campeões do torneio.

Morumbi e Osvaldo são os trunfos do São Paulo, mas Galo é favorito na 'decisão' pela Libertadores

Sem os suspensos Jadson e Luis Fabiano e o lesionado Maicon, Ney Franco tenta transformar os desfalques em um “aliado” para surpreender Cuca. O treinador são-paulino mantém o mistério na escalação, com as dúvidas entre Rodrigo Caio e Paulo Miranda na lateral-direita, Wellington e Fabrício à frente da defesa e Douglas, Cañete ou Wallyson pela direita no 4-2-3-1 confirmado pelo técnico.

No entanto, as armas do tricolor paulista não fogem do óbvio. O Morumbi pulsante em clima de Libertadores e de decisão pode funcionar a favor se o time for intenso e não confundir velocidade com pressa e raça com violência ou desespero.

Adiantar e pressionar a marcação no início é boa solução, mas com a consciência de que o Atlético-MG sabe jogar na bola longa dos zagueiros para Jô preparar pelo alto para as diagonais de Tardelli e Luan, novamente o substituto de Bernard.

Ou fazer a parede e Ronaldinho criar as jogadas. Para vigiar o craque atleticano, Ney deve optar por Wellington, mais marcador, ao lado de Denílson, o volante que sai para o jogo e é o segundo melhor passador do torneio continental (Footstats).

A melhor opção ofensiva do time paulista, porém, será mesmo Osvaldo. Líder em dribles, o segundo que mais finaliza na direção da meta e acerta cruzamentos (Footstats). Sem Jadson, vai depender de Ganso para acioná-lo. Mas pode levar ampla vantagem no confronto direto com Marcos Rocha, ótimo no apoio mas frágil na marcação.

Cuca pode recorrer mais uma vez a Pierre para cobrí-lo e deixar Leandro Donizete com Ganso. Marcos Rocha bateria com Carleto e Luan, mais à direita, voltaria com um dos volantes (veja animação abaixo com as possíveis trocas na marcação do Galo). Uma das muitas opções de uma equipe organizada e com variações táticas interessantes.




O time mineiro é favorito por conta da campanha fantástica, mas também pela velocidade na transição ofensiva e a fase iluminada de Jô que darão trabalho a Tolói e Lúcio. O Atlético é líder no aproveitamento nas finalizações: 56%. A chance de eliminar um tricampeão sul-americano que pode ser forte mais à frente não pode ser desprezada.

O São Paulo precisa atacar, mas não poderá repetir os erros defensivos que tanto atrapalharam a equipe na fase de grupos. Se o Morumbi ferver e Osvaldo assumir a bronca de fazer a diferença, a vitória na "decisão" e a classificação ficam mais possíveis.

Olho Tático
São Paulo e Atlético-MG repetirão o 4-2-3-1 habitual, com o tricolor ofensivo em busca de Osvaldo e o Galo apostando em Jô e na velocidade.
São Paulo e Atlético-MG repetirão o 4-2-3-1 habitual, com o tricolor ofensivo em busca de Osvaldo e o Galo apostando em Jô e na velocidade.

Guilhotina no futebol europeu, Internazionale pensa em Tite e degola muito menos do que o Corinthians

Massimo Moratti assumiu a Internazionale em fevereiro de 1995, disposto a transformar o clube no que foi na gestão de seu pai, Angelo Moratti, nos anos 60. Naquela época, a Inter foi bicampeã da Europa. Com Moratti filho, ganhou a Liga dos Campeões em 2010, ao final de um curto, mas proveitoso período de estabilidade.
O único com Massimo Moratti de tranquilidade para os treinadores.
De 1995 até hoje, Moratti trocou os treinadores da Internazionale dezesseis vezes, contando apenas os efetivos (veja a relação abaixo). A Inter é uma das maiores guilhotinas do futebol europeu. Não a maior. No mesmo período, o Real Madrid teve 17 treinadores.
O Corinthians teve 32. 
Como na Inter, o período mais recente de estabilidade levou às maiores conquistas do clube. De 2008 para cá, cinco anos e três treinadores apenas. 
Mas a instabilidade era muito maior.
Veja abaixo as relações de treinadores de Internazionale e Corinthians. Com base nas mudanças do passado e nos números mais recentes, você acha que Tite deve ficar no Corinthians ou aceitar uma hipotética oferta da Inter? 

TÉCNICOS DA INTER DESDE 1995 EM ORDEM REGRESSIVA
2012/13 Andrea Stramaccioni
2011/12 Gian Piero Gasperini - Claudio Ranieri - Andrea Stramaccioni
2010/11 Rafa Benitez - Leonardo 
2009/10 José Mourinho
2008/09 José Mourinho
2007/08 Roberto Mancini
2006/07 Roberto Mancini
2005/06 Roberto Mancini
2004/05 Roberto Mancini
2003/04 Hector Cuper - Alberto Zaccheroni
2002/03 Hector Cuper
2001/02 Hector Cuper
2000/01 Marcello Lippi - Marco Tardelli
1999/00 Marcello Lippi
1998/99 Luigi Simoni - Mircea Lucescu - Roy Hodgson
1997/98 Luigi Simoni
1996/97 Roy Hodgson
1995/96 Ottavio Bianchi -Roy Hodgson

TÉCNICOS DO CORINTHIANS DESDE 1995 EM ORDEM REGRESSIVA
2013 - Tite
2012 - Tite
2011 - Tite
2010 - Mano Menezes, Adílson Batista, Tite
2009 - Mano Menezes
2008 - Mano Menezes
2007 - Émerson Leão, Paulo César Carpegiani, Zé Augusto, Nelsinho Baptista
2006 - Antônio Lopes, Ademar Braga, Geninho, Émerson Leão
2005 - Tite, Daniel Passarella, Márcio Bittencourt, Antônio Lopes
2004 - Juninho Fonseca, Oswaldo de Oliveira, Tite
2003 - Geninho, Júnior, Juninho Fonseca
2002 - Carlos Alberto Parreira
2001 - Darío Pereyra, Vanderlei Luxemburgo
2000 - Oswaldo de Oliveira, Osvaldo Alvarez, Candinho
1999 - Oswaldo de Oliveira, Evaristo de Macedo, Oswaldo de Oliveira
1998 - Vanderlei Luxemburgo
1997 - Nelsinho Baptista, Joel Santana, Candinho
1996 - Eduardo Amorim, Valdir Espinosa, Nelsinho Baptista
1995 - Mário Sérgio, Eduardo Amorim

Marin pagou R$ 70 milhões por sede da CBF; imóvel poderia ter custado R$ 39 milhões


O presidente da CBF, José Maria Marin, assinou um negócio superfaturado na compra da futura sede da entidade no Rio, apontam documentos obtidos pela Folha.
O prédio, com oito salas comerciais e 6.642,83 metros quadrados na Barra da Tijuca (bairro nobre na zona oeste da cidade), custou à confederação R$ 70 milhões.
Marin anunciou o negócio por esse valor em 27 de junho de 2012, mas só formalizou a compra em 31 de agosto.

Novo prédio da CBF

 Ver em tamanho maior »
Daniel Marenco/Folhapress
AnteriorPróxima
Novo prédio da CBF, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro, passa por obras; nova sede foi comprada por R$ 70 milhões
Neste intervalo, a empreiteira que ergueu o prédio negociou cinco das oito salas para intermediários por R$ 12 milhões. As mesmas salas foram repassadas para a CBF por R$ 43 milhões.
As outras três salas foram vendidas diretamente para a entidade por R$ 27 milhões.
Caso tivesse pagado o mesmo valor que os intermediários pelas cinco salas (R$ 12 milhões), a CBF teria desembolsado no máximo R$ 39 milhões pelo complexo todo. Ou seja, R$ 31 milhões a menos do que os R$ 70 milhões que efetivamente pagou.
Procuradas, a entidade e as empresas envolvidas negaram haver irregularidades.
O NEGÓCIO
A CBF pagou R$ 15,2 milhões por três das cinco salas que comprou de intermediários. A Aprazível Empreendimentos recebeu um cheque de R$ 12,2 milhões e outros R$ 3,05 milhões foram pagos, segundo os documentos obtidos pela Folha, "anteriormente", sem mais detalhes.
Dois meses antes, em 28 de junho, a Aprazível havia recebido as três salas por R$ 8,5 milhões, da BT Empreendimentos, que ergueu o prédio.
Em 10 de julho, a D'Araújo Incorporação registrou a compra de uma sala e de garagens no prédio por R$ 2,5 milhões --mencionando acerto que havia ocorrido em dezembro de 2009.
A D'Araújo vendeu sua unidade à CBF, em 31 de agosto, por R$ 13,95 milhões (5,5 vezes superior ao que havia pago para a BT). Do total, R$ 11,1 milhões foram pagos em cheque e R$ 2,79 milhões em "moeda corrente já recebidos anteriormente".
No mesmo 31 de agosto, Marin registrou a compra de uma outra sala (e garagens) por R$ 13,75 milhões, sendo 70% da Zayd Empreendimentos 2025 Ltda. e 30% da BT.
Deste valor, foram R$ 11 milhões em cheque. Os demais R$ 2,75 milhões em "moeda corrente", "recebidos anteriormente". Os papéis indicam que a valorização desta parte específica do prédio pode ter sido de até dez vezes.
Semanas antes, no dia 17 de julho, a Zayd 2025 registrou em cartório que seus 70% foram comprados por R$ 902 mil da BT, mencionando que este negócio fora acertado em junho de 2009.
Só essa empresa recebeu R$ 9,9 milhões da CBF. Outros R$ 3,8 milhões ficaram com a BT.
Há ainda outras três salas vendidas diretamente pela BT para a CBF. Por elas, Marin pagou R$ 27 milhões.
A futura sede está em reforma e, por isso, a CBF ainda desembolsa R$ 130 mil mensais de aluguel para ocupar um andar em um condomínio de luxo na Barra, que ocupa desde 2002.

Isto é José Maria Marín

 Ver em tamanho maior »
Ricardo Moraes/Reuters
AnteriorPróxima
José Maria Marin, presidente da CBF, em coletiva de imprensa, no Rio Leia mais
COFRES CHEIOS
Marin, 80, assumiu a presidência da CBF em março de 2012 após Ricardo Teixeira, alvo de suspeitas de corrupção, deixar o cargo.
Com isso, Marco Polo Del Nero, presidente da Federação Paulista de Futebol, amigo de Marin, tornou-se vice-presidente e primeiro na linha sucessória da entidade.
Enquanto Marin ficou com a presidência da CBF e do comitê organizador da Copa-2014, Del Nero herdou o assento de Teixeira no Comitê-Executivo da Fifa.
Marin e Del Nero assumiram a confederação com cofres cheios. Segundo o último balanço disponível, a entidade teve um lucro de R$ 73 milhões em 2011.
Editoria de Arte/Folhapress

Kalil: 'Andrés tinha estádio prometido para detonar o Clube dos 13'


Em entrevista ao Bola da Vez, Alexandre Kalil  disse não acreditar que times saíram no lucro com fim do Clube dos 13
O presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, não acredita que os clubes brasileiros saíram no lucro com o fim do Clube dos 13, em 2011.

Segundo ele, o racha que levou ao fim da entidade com o pedido de desfiliação das equipes para negociarem sozinhas os direitos de transmissão de suas partidas não teve o ex-corintiano Andrés Sanchez como grande decepção.

Em entrevista ao programa Bola da Vez, que irá ao ar na ESPN Brasil, nesta terça-feira, às 20h (de Brasília), o mandatário do Galo revelou que a atuação de Andrés ao lado da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e da Rede Globo no imbróglio teve como fator motivador a promessa de construção do futuro estádio alvinegro, o Itaquerão.

Ele narrou o diálogo que manteve com o ex-dirigente do Corinthians na época e pôs a culpa na derrocada do C13 na conta de Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco.

“Eu acho que o futebol carioca foi o grande vilão e vou explicar. Porque o ex-presidente do Corinthians (Andrés Sanchez) desde o início falou que ia sair e detonar (o Clube dos 13). O Andrés Sanchez tinha um estádio prometido para detonar a mesa. Ele ia ganhar um estádio. Estou falando aqui porque ele falou comigo e não pediu segredo. Falei com ele e perguntei: ‘Que sacanagem é essa’. Porque ele é tudo, menos bobo. ‘Kalil, estou ganhando um estádio’. Virei as costas e saí andando. Porque eu também se me dessem um estádio detonava a mesa. Então, ele foi o mais sincero que teve”, afirma.

“O errado é quem senta na reunião para defender os clubes e depois faz o que fez. O Andrés teve um erro de tudo isso. Foi disputar a eleição. Ele não podia ter disputado e trabalhado na eleição. Ele não pode disputar eleição, detonar e depois perdeu. Está errado. Ele era o cabo eleitoral do Ricardo Teixeira e do Kleber Leite. E a gente com o doutor Fabio Koff. Não discuto quem é melhor. Esse foi o grande erro do Andrés e acho que vai pagar isso na frente”, completou.

O Atlético-MG foi o último time a resistir ao assédio da Globo e abandonar o Clube dos 13. Atualmente, o Galo fatura R$ 60 milhões anuais com o contrato de TV.

Cruzeiro goleia o Nacional, mantém invencibilidade e garante 1º lugar no Mineiro


Vipcomm
Cruzeiro é só alegria em 2013: time celeste está invicto e garantiu o primeiro lugar no Mineiro
Cruzeiro é só alegria em 2013: time celeste está invicto e garantiu o primeiro lugar no Mineiro
O Cruzeiro recebeu o Nacional no Mineirão e, com uma atuação avassaladora, sobretudo no primeiro tempo, não teve problemas para golear por 5 a 0, nesta terça-feira, pela décima e penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Mineiro. O resultado fez a equipe celeste, que está invicta em 2013, assegurar a primeira posição da tabela, o que garantirá vantagens na semifinal e caso avance à decisão do Estadual.

Com a liderança, o Cruzeiro poderá jogar os duelos de volta no mata-mata em seu estádio. Além disso, na semifinal, o clube jogará por dois empates.

Com 28 pontos, os comandados de Marcelo Oliveira abriram quatro de vantagem para o rival Atlético-MG, que é o segundo colocado, e não pode mais deixar a ponta da tabela. Além disso, a equipe chegou a dez vitórias e um empate nas 11 partidas que fez nesta temporada.

Já o Nacional segue correndo o risco de cair para a segunda divisão do Mineiro. O clube tem oito pontos e é o primeiro fora da zona de rebaixamento, ficando à frente apenas de América-TO e Araxá, ambos com seis pontos.

O time celeste começou a construir a vantagem nesta terça logo aos 14 minutos da etapa inicial com Everton Ribeiro. Quatro minutos depois, Dagoberto ampliou. O zagueiro Léo transformou o triunfo em goleada ao marcar aos 22 e aos 31.

Com a vantagem adquirida, os mandantes ainda criaram chances de aumentar o triunfo na etapa final, mas apenas administraram o resultado. Ricardo Goulart ainda marcou, em posição legal, mas a arbitragem marcou impedimento inexistente no lance. Porém, Elber, aos 30 minutos, definiu o triunfo.

Pela próxima rodada do Campeonato Mineiro, a última da fase classificatória, o Cruzeiro visitará o Tupi no domingo, às 16h (de Brasília), apenas pensando em manter a invencibilidade. No mesmo dia e horário, o Nacional receberá o Araxá em duelo direto contra a queda.

O jogo

A torcida cruzeirense ainda se acomodava nas arquibancadas do Mineirão, quando Dagoberto chegou à linha de fundo e deu assistência perfeita para Everton Ribeiro, que finalizou colocado, mas errou o alvo, assustando o goleiro Ricardo Posso. Rapidamente, a equipe da casa passou a ter o controle do jogo, acuando o adversário no campo de defesa.

Apesar de dominar as ações, o Cruzeiro não imprimiu um ritmo acelerado na partida, optando pelo toque de bola com movimentação dos jogadores de frente. Aos 14, o time celeste conseguiu uma boa trama ofensiva, que terminou com a finalização perfeita de Everton Ribeiro, que, de fora de área, acertou o canto esquerdo do goleiro do Nacional, abrindo os trabalhos no Gigante da Pampulha.

Sem muito esforço, o Cruzeiro ampliou aos 18, com outro chute de longa distância. Dessa vez, Dagoberto pegou firme na bola, e o goleiro Rodrigo Posso aceitou. Em ritmo de treino, os donos da casa passaram a tocar a bola com qualidade, envolvendo completamente o Nacional, que aceitou a situação sem esboçar muita reação.

Prova disso é que aos 22 o zagueiro Léo apareceu com total liberdade dentro da área para dilatar o placar no Mineirão, anotando o terceiro gol do Cruzeiro. Com as rédeas do jogo, Dagoberto tentou um gol de placa, com um chapéu no arqueiro do Nacional, mas a zaga aliviou o perigo quase em cima da linha.

O quarto gol cruzeirense não demorou, e veio novamente com o zagueiro Léo, que desviou cobrança de escanteio e, de cabeça, fez 4 a 0, aos 31. Com o jogo resolvido ainda no primeiro tempo, a partida serviu com um verdadeiro treino de luxo para que o técnico Marcelo Oliveira estudasse variações táticas para a sequência do Estadual.

O cenário na etapa complementar continuou apresentado o Cruzeiro com superioridade técnica visível, contra um Nacional que abdicou de jogar para tentar impedir as investidas do rival e um resultado ainda pior. Com o primeiro lugar garantido, jogadores importantes do time celeste aproveitaram para forçar o terceiro cartão amarelo e não correr risco de ficar fora da semifinal.

Everton e Everton Ribeiro foram advertidos e, na sequência, substituídos por Egídio e Elber, que na primeira aparição na partida quase marcou o quinto gol do Cruzeiro, com a bola passando muito perto da trave esquerda de Rodrigo Posso. Os cruzeirenses mantiveram o ritmo do início do jogo até os 20 minutos do segundo tempo, quando a equipe diminuiu a intensidade.

Apesar da cadência maior, o clube mandante seguiu dominando inteiramente as ações. Aos 30, Elber aproveitou boa jogada de Ricardo Goulart e entrou driblando dentro da área do Nacional para marcar mais um gol celeste, enlouquecendo a torcida nas arquibancadas do Mineirão.

FICHA TÉCNICA:
CRUZEIRO 5 X 0 NACIONAL

Local:
 Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 16 de abril de 2013 (terça-feira)
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Árbitro: Alício Pena Júnior (CBF/FMF)
Assistentes: Leandro Salvador da Silva (FMF) e Filipe Ramos Santana (FMF)
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Everton, Éverton Ribeiro, Ricardo Goulart, Borges
Gols: Everton Ribeiro, aos 14, Dagoberto, aos 18 e Léo, aos 22 e 31 minutos do primeiro tempo; Elber, aos 30 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio; Ceará, Bruno Rodrigo, Léo e Everton (Egídio); Leandro Guerreiro, Nilton (Tinga), Éverton Ribeiro (Elber) e Ricardo Goulart; Dagoberto e Borges
Técnico: Marcelo Oliveira

NACIONAL: Rodrigo Posso; Ivonaldo, Wellington, Luizão e Bruno Barros; Thiago Santos (Breno), Jailton, Luizinho (Marcão) e Kanu; Caleb e Marcinho (Maranhão)
Técnico: José Ângelo