quarta-feira, 3 de abril de 2013

PSG marca duas vezes no fim e arranca empate com o Barcelona


Veja os gols de PSG 2 x 2 Barcelona

O Paris Saint-Germain se recuperou duas vezes da desvantagem diante do Barcelona nos minutos finais da partida de ida das quartas de final da Champions League, nesta terça-feira, na França e conseguirá viajar para a Espanha pelo menos com um empate por 2 a 2. Messi fez 1 a 0 no primeiro tempo, Ibrahimovic empatou na etapa final, Xavi recolocou os visitantes em vantagem perto dos acréscimos, e Matuidi deu números finais à partida no último lance.

Messi inaugurou o marcador depois de belo passe de Daniel Alves e saiu lesionado no intervalo, fato raro em sua carreira. Ibra deixou tudo igual depois de aproveitar rebote em posição de impedimento. Xavi balançou a rede depois de Alexis Sánchez sofrer falta do goleiro Sirigu dentro da área. E Matuidi fez a festa dos torcedores da casa no Estádio Parque dos Príncipes ao chutar de longe e contar com desvio que ‘matou’ o goleiro Valdés.

O resultado fora de casa ainda deixa o Barça a um simples empate de 0 a 0 ou de 1 a 1 de se classificar à sua sexta semifinal consecutiva do principal torneio de clubes da Europa e de devolver a eliminação para o PSG nas quartas de final da edição de 1994/95 da competição. O jogo de volta, na Espanha, acontece na semana que vem, dia 10 de abril. Uma vitória simples dá a vaga direta ao PSG
Getty Images
Thiago Silva, do PSG, disputa a bola com Messi, do Barcelona, em duelo da Champions League
Thiago Silva disputa a bola com Messi

Como de costume o Barça tinha a posse de bola, mas as principais chances no primeiro tempo eram do Paris Saint-Germain. Lavezzi acertou a trave em chute cruzado de dentro da área, e Ibrahimovic exigiu boa defesa de Valdés em cobrança de falta rasteira.

Só que o Barcelona foi mais objetivo. Aos 37 minutos Daniel Alves deu lindo passe de trivela para Messi, e o argentino não perdoou: 1 a 0. O melhor do mundo por pouco não ampliou depois de mandar bola de fora da área rente ao travessão.

Em uma situação rara, Messi, que não costuma desfalcar seu time, não voltou ao segundo tempo por problema na coxa direita. No lugar dele entrou Cesc Fábregas.
O Barça mantinha a partida sob controle na segunda etapa até o PSG se aproveitar de um erro da arbitragem aos 33 minutos. Thiago Silva cabeceou bola na trave após falta lançada na área, e Ibrahimovic, impedido, bateu para o gol no rebote. Os visitantes ainda voltaram a ficar à frente em pênalti aos 44. Mas Matuidi em chute desviado aos 48 definiu o empate.

FICHA TÉCNICA
PSG 2 X 2 BARCELONA


Data: 2 de abril de 2013 (terça-feira)
Horário: 15h45 (horário de Brasília)
Local: Estádio Parque dos Príncipes , Paris, França
Evento: 1° jogo das 4ªs de final da Champions League

Árbitro: Wolfgang Stark (ALE)
Auxiliares: Jan-Hendrik Salver e Mike Pickel (Ambos da Alemanha)

Gols: BARÇA: Messi, aos 37min do 1° tempo E Xavi, aos 44min do 2° tempo
PSG: Ibrahimovic, aos 33 e Matuidi, aos 48min do 2° tempo

Cartões amarelos: Piqué, Daniel Alves e Jordi Alba (BAR)
Sirigu, Matuidi e Ibrahimovic (PSG)

PSG: Sirigu; Jallet, Thiago Silva, Alex e Maxwell; Matuidi, Beckham (Ménez) e Pastore (Gameiro); Lavezzi (Verrati), Ibrahimovic e Lucas
Técnico: Carlo Ancelotti

BARCELONA: Valdés; Daniel Alves, Mascherano (Bartra), Piqué e Jordi Alba; Busquets, Xavi, Iniesta; Messi (Tello), Villa (Fábregas) e Alexis Sánchez
Técnico: Tito Vilanova

PSG marca duas vezes no fim e arranca empate com o Barcelona


Veja os gols de PSG 2 x 2 Barcelona

O Paris Saint-Germain se recuperou duas vezes da desvantagem diante do Barcelona nos minutos finais da partida de ida das quartas de final da Champions League, nesta terça-feira, na França e conseguirá viajar para a Espanha pelo menos com um empate por 2 a 2. Messi fez 1 a 0 no primeiro tempo, Ibrahimovic empatou na etapa final, Xavi recolocou os visitantes em vantagem perto dos acréscimos, e Matuidi deu números finais à partida no último lance.

Messi inaugurou o marcador depois de belo passe de Daniel Alves e saiu lesionado no intervalo, fato raro em sua carreira. Ibra deixou tudo igual depois de aproveitar rebote em posição de impedimento. Xavi balançou a rede depois de Alexis Sánchez sofrer falta do goleiro Sirigu dentro da área. E Matuidi fez a festa dos torcedores da casa no Estádio Parque dos Príncipes ao chutar de longe e contar com desvio que ‘matou’ o goleiro Valdés.

O resultado fora de casa ainda deixa o Barça a um simples empate de 0 a 0 ou de 1 a 1 de se classificar à sua sexta semifinal consecutiva do principal torneio de clubes da Europa e de devolver a eliminação para o PSG nas quartas de final da edição de 1994/95 da competição. O jogo de volta, na Espanha, acontece na semana que vem, dia 10 de abril. Uma vitória simples dá a vaga direta ao PSG

Como de costume o Barça tinha a posse de bola, mas as principais chances no primeiro tempo eram do Paris Saint-Germain. Lavezzi acertou a trave em chute cruzado de dentro da área, e Ibrahimovic exigiu boa defesa de Valdés em cobrança de falta rasteira.

Só que o Barcelona foi mais objetivo. Aos 37 minutos Daniel Alves deu lindo passe de trivela para Messi, e o argentino não perdoou: 1 a 0. O melhor do mundo por pouco não ampliou depois de mandar bola de fora da área rente ao travessão.

Em uma situação rara, Messi, que não costuma desfalcar seu time, não voltou ao segundo tempo por problema na coxa direita. No lugar dele entrou Cesc Fábregas.
O Barça mantinha a partida sob controle na segunda etapa até o PSG se aproveitar de um erro da arbitragem aos 33 minutos. Thiago Silva cabeceou bola na trave após falta lançada na área, e Ibrahimovic, impedido, bateu para o gol no rebote. Os visitantes ainda voltaram a ficar a frente em pênalti aos 44. Mas Matuidi em chute desviado aos 48 definiu o empate.

Com gol relâmpago, Bayern vence Juventus e fica perto da semifinal


Veja os gols da vitória do Bayern
A temporada incrível do Bayern de Munique teve mais um capítulo nesta terça-feira. Jogando em casa, o time alemão dominou grande parte da partida, venceu a Juventus por 2 a 0 e ficou muito perto de uma vaga nas semifinais da Champions League. 

Agora, o clube comandado por Juup Heynckes pode até perder na segunda partida, em Turim, por diferença de um gol, ou por dois gols, desde que marque pelo menos um. 

O Bayern abriu o placar logo no primeiro ataque da partida. O lateral David Alaba aproveitou-se de um erro de saída de Pirlo na intermediária e arriscou um chute de longa distância. A bola desviou em Vidal e tirou as chances do goleiro Gianluigi Buffon. 

Reuters
Ribéry, ao fundo, observa Alaba comemorar o gol do Bayern contra a Juventus
Ribéry, ao fundo, observa Alaba comemorar o gol do Bayern 
O gol, marcado aos 25 segundos, foi o sexto mais rápido da história da Champions League. E, depois de marcar tão prematuramente, o time alemão tinha a vantagem que tanto procurava, para ter mais tranqüilidade e impor seu jogo. Mas não foi o que aconteceu nos minutos seguintes. 

Atrás no placar, a Juventus passou a pressionar o criou sua primeira boa chance aos 10 minutos, quando Pirlo cobrou falta de longe e levou perigo ao gol de Neuer. Dois minutos depois, foi a vez de Vidal chutar, assustando o goleiro alemão.

Pressionado, o Bayern ainda perdeu o meio-campista Toni Kroos, que se machucou aos 14 minutos, dando lugar a Arjen Robben. Logo em sua primeira bola, o holandês criou uma boa chance – após rebatida da defesa, ele chutou para boa defesa de Buffon.

O Bayern passou, então, a dominar a partida e a criar chances. Mas o time alemão falhava nas conclusões, perdendo chances de encerrar o primeiro tempo com uma vantagem maior. 

Mas, nos instantes finais da primeira etapa, quem quase marcou foi a Juventus. Após cobrança de escanteio de Pirlo, Bonucci desviou de cabeça e quase marcou – a bola passou muito perto do gol de Neuer.

Reuters
Müller marcou o segundo gol do Bayern e comemorou com Mandzukic
Müller marcou o segundo gol e definiu a vitória do Bayern 
A segunda etapa começou com o Bayern novamente no comando. Logo aos 2 minutos, Mandzukic recebeu passe de Luiz Gustavo e chutou forte; Buffon caiu para fazer ótima defesa. O goleiro italiano apareceu bem mais uma vez aos 10 minutos, ao espalmar uma cobrança de falta de Alaba. 

Mas, aos 18 minutos, Buffon falhou. Após chute de Luiz Gustavo, o goleiro não segurou a bola, Mandzukic – em posição irregular – pegou o rebote e cruzou para a pequena área, onde Muller apenas tocou para as redes. 

Com a desvantagem de dois gols, a Juventus até tentou diminuir o prejuízo, mas não teve sucesso. A melhor chance do clube italiano foi um chute de Vidal, aos 23 minutos, mas o goleiro Neuer defendeu. 

A partida de volta das quartas de final acontecerá às 15h45 da próxima quarta-feira, no Juventus Stadium, em Turim. 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Libertadores

19h15 Deportes Iquique 1x3 Vélez Sarsfield
19h15 Real Atlético 0x3 Deportes Tolima
21h30 Palmeiras 2x0 Tigre
21h30 Independiente Santa Fe x Cerro Porteño
23h45 Emelec 2x0 Peñarol

Liga dos Campeões



15h45 PSG 2x2 Barcelona
15h45 Bayern de Munique 2x0 Juventus

Final da Superliga: Quase 70% do Sollys já foi 'vira-casaca'; na Unilever, Natália é a vilã


Natália era a grande estrela do Osasco até 2011
Natália era a grande estrela do Osasco até 2011
Enquanto o futebol tem inúmeras rivalidades em todo o país, o vôlei nacional alimenta somente uma que já dura quase uma década. Sollys/Nestlé e Unilever, ou Osasco e Rio de Janeiro, são os dois maiores rivais da Superliga feminina e, em 2013, farão a final da competição pela nona vez consecutiva, consolidando a hegemonia que ambos detêm na modalidade nos últimos anos. E, dentro de quadra, as duas equipes também têm muito em comum, já que, em todas as temporadas, acabam ‘trocando’ jogadoras – mesmo que estas acabem sofrendo muito com a pressão da torcida no futuro.

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Entre as principais jogadoras de vôlei do Brasil, todas já passarão por Osasco ou Rio de Janeiro em alguma fase da carreira. Entre as campeãs olímpicas em 2012, por exemplo, todas as sete titulares já estiveram ou ainda estão em uma das duas equipes. E não é diferente com as finalistas da Superliga 2012/2013. Em mais uma decisão, seis das 12 jogadoras que estarão em quadra reencontrarão seu antigo clube na disputa pelo título.

Do lado de Osasco, a ponteira Jaqueline, a oposta Sheilla, a central Thaísa e a levantadora Fabíola já vestiram a camisa do Rio de Janeiro em alguma oportunidade na carreira. Já entre as titulares cariocas, a experiente meio-de-rede Valeskinha também já jogou pelo time paulista, além da ponteira Natália, que é sempre o grande alvo da torcida do Sollys/Nestlé em eventuais confrontos entre as duas equipes.
Divulgação
Jaqueline jogou no Rio de Janeiro entre 2004 e 2006
Jaqueline jogou no Rio de Janeiro entre 2004 e 2006

A capitã Jaqueline foi ‘cria’ do Osasco e se lançou para o mundo do vôlei com o clube paulista. Ela começou a carreira no Sport, em Recife, e foi ‘descoberta’ pelo time de Osasco – que na época se chamava BCN/Osasco -, mas trocou de camisa em 2004, quando foi contratada pelo Rio de Janeiro – que ainda era patrocinado pela Rexona. Lá, ela ficou por dois anos e foi campeã da Superliga 2005/2006 justamente em cima de seu atual clube.

No caso de Sheilla, as memórias dos tempos de Rio de Janeiro são muito mais recentes. A oposta defendeu as cores da Unilever ainda de 2010 até a temporada passada, quando perdeu o título da Superliga para o Sollys/Nestlé – e, algumas semanas depois, acertou sua transferência para o time de Osasco. Pelo Rio de Janeiro, Sheilla foi campeã do torneio nacional em 2010/2011 e tentará repetir o feito neste domingo, desta vez estando do outro lado da quadra, com o Sollys/Nestlé.

A central Thaísa, ‘carioca da gema’, começou a despontar no vôlei nacional justamente quando jogava pelo Rio de Janeiro, entre 2005 e 2008. Foi de lá que ela conseguiu vaga na seleção brasileira, onde se firmou até virar titular e conquistar dois ouros olímpicos, em 2008 e 2012. A equipe carioca, porém, ‘perdeu’ a meio-de-rede para o maior rival justamente depois dos Jogos de Pequim, quando o Sollys/Nestlé decidiu contratá-la.

Já para Fabíola a lembrança do Rio de Janeiro é muito distante. A jogadora de 30 anos ainda era ponteira quando jogou pela equipe carioca, em 2000 – que à época ainda era Rexona – aos 17 anos e foi treinada pelo técnico Bernardinho. O treinador foi, inclusive, o responsável por uma mudança drástica na vida de Fabíola: foi com ele que ela começou a treinar de levantadora e, daí em diante, mudou de posição, ganhando chances na seleção brasileira e chegando ao auge jogando pelo Sollys/Nestlé, onde chegou em 2011 e já foi campeã como a melhor jogadora em quadra no ano passado.
Divulgação
Protesto da torcida do Sollys/Nestlé contra 'vira-casaca' Natália
Protesto da torcida do Sollys/Nestlé contra 'vira-casaca' Natália

Do lado do Rio de Janeiro, o caso mais ‘polêmico’ foi o de Natália, também cria do Osasco que acabou indo para o rival. A ponteira foi formada na equipe paulista e foi a grande estrela do time na Superliga 2009/2010, quando ajudou o time a conquistar o tetracampeonato da competição após cinco anos de derrotas consecutivas para a Unilever. Em 2011, porém, Natália foi contratada pelo Rio de Janeiro e frustrou a torcida do Sollys/Nestlé. A ponteira não atuou na temporada passada por conta do tumor que teve na panturrilha – ela ficou quase um ano fora das quadras -, mas voltou no ano passado e tem sido uma das grandes armas da equipe carioca nesta campanha da Superliga.

Por tudo isso, Natália será o grande alvo dos torcedores do Sollys/Nestlé que comparecerão ao ginásio do Ibirapuera neste domingo para mais uma final entre Osasco e Rio de Janeiro. Na outra oportunidade em que esteve no ginásio da equipe paulista ainda pela primeira fase da Superliga, a ponteira já sofreu com os xingamentos da torcida e também com faixas a chamando de ‘mercenária’,

Já Valeskinha não precisará se preocupar com as ofensas da torcida que, provavelmente, mal se lembra que a central já defendeu as cores de Osasco antes de se destacar no Rio de Janeiro. A meio-de-rede jogou lá entre 2001 e 2007, quando o time ainda chamava BCN/Osasco e depois Finasa, e só foi para a Unilever três anos depois, em 2010, tendo passado por outros três clubes fora do Brasil antes disso.

Levando em consideração todas essas trocas, pode-se considerar que a final deste domingo será um ‘reencontro de amigas’ fora de quadra, já que todas as jogadoras se conhecem muito bem pela convivência que tiveram nas próprias equipes ou na própria seleção brasileira. Entre as ‘seis linhas’, porém, a amizade fica de lado para mais um grande clássico do vôlei brasileiro que, pela nona vez consecutiva, definirá o campeão da Superliga feminina.
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Sheilla jogou pela Unilever até 2012
Sheilla jogou pela Unilever até 2012

O esquecido Caio Martins e a "farsa para facilitar a concessão do Maracanã", segundo ex-prefeito

Em 2007 o Botafogo arrendou o Engenhão. E agora — segundo matéria do jornal O Globo — pretende devolver o estádio construído para os Jogos Pan-americanos de 2007 e recentemente interditado depois de ser utilizado por cerca de cinco anos e meio.

Curiosa a situação do clube, que desde os anos 1980 detém outro espaço esportivo erguido com verba pública, o Caio Martins, em Niterói. Inaugurado em 1941, comporta pouco mais de 10 mil pessoas, mas já recebeu públicos maiores em outros tempos.

Desde 2004 o time profissional não atua no Caio Martins, palco dos jogos da equipe alvinegra na campanha de volta à primeira divisão, no ano anterior. De fato 2003 marcou o último grande momento da cancha niteroiense, então ampliada e frequentemente utilizada.

Há anos que o clube destina aquele espaço apenas às suas divisões de base. Um desperdício. O Caio Martins fica a pouco mais de 2 quilômetros da estação das barcas e também e 2 mil metros do acesso à Ponte Rio-Niterói. O local já foi alvo de especulação imobiliária.

A região é servida por várias linhas de ônibus que ligam as duas cidades e o maior problema para quem ia aos jogos ali era estacionar, quando de automóvel. Um local adequado e compatível com a maioria dos jogos disputados pelos cariocas. E esquecido.

O blog entrou em contato com César Maia, prefeito do Rio de Janeiro quando da concessão do Engenhão ao Botafogo. Ele afirma: "Inteiramente de acordo com o Botafogo. É uma farsa para facilitar a concessão do Maracanã. Com isso eles que decidam se querem manter a farsa".

E você, o que pensa disso tudo?

Reprodução Google Earth
Caio Martins, apenas a dois quilômetros da Praia de Icaraí: região valorizada
Caio Martins, apenas a dois quilômetros da Praia de Icaraí: região valorizad

Jornal: Botafogo muda de ideia e agora planeja devolver Engenhão à prefeitura do Rio; decisão será na quinta


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Flamengo e Fluminense renovaram para seguir no Engenhão
Presidente do Botafogo mudou de ideia e decidiu por devolver o Engenhão à prefeitura do Rio, segundo 'O Globo'
A afirmação de cinco dias atrás não vale mais, e o novo plano do Botafogo é devolver o Engenhão à prefeitura do Rio de Janeiro. A decisão será tomada na tarde da próxima quinta-feira, quando todos os conselheiros e outros representantes de poder do clube se reunirão em General Severiano.

É o que garante reportagem de "O Globo" em sua edição desta terça-feira. O jornal informa que a mudança de ideia em relação ao que afirmara o presidente alvinegro, Maurício Assumpção, na última quinta-feira deu-se pelo aumento das dificuldades e as perdas financeiras.

Tudo causado pela interdição do estádio que é a casa do Botafogo nos últimos seis anos. A prefeitura carioca tomou a decisão de fechá-lo após receber a informação de que parte da estrutura que sustenta a cobertura está danificada, havendo, assim, risco de queda.

Passado o choque inicial, Assumpção avaliou melhor o ocorrido e tomou a decisão de rescindir o contrato de concessão e devolver ao município as chaves do estádio. O encontro daqui a dois dias será para respaldar ou não a decisão do presidente.

Vídeo: Marin torra dinheiro da CBF para agradar cartolas pelo estômago




Um novo vídeo publicado no You Tube, de autoria desconhecida, mostra o que seria o presidente da CBF, José Maria Marin, conversando com um interlocutor não identificado sobre um encontro com dirigentes de federações estaduais.

E Marin se mostra disposto a gastar o dinheiro da confederação para agradar os cartolas.

Ironizando a predileção de Ricardo Teixeira, seu antecessor, por churrascarias para esse tipo de encontro, Marin escolhe o Gero, restaurante com filiais no Rio e São Paulo onde um jantar, sem bebidas alcoólicas, pode custar mais de R$ 200 por cabeça.

“Mandei fazer o [jantar], mesmo que gaste mais, no Gero. Vamos agradar esses caras aí, mostrar que nós ‘tamô’ fazendo o melhor”, disse o cartola sobre o encontro, que teria acontecido logo após a Olimpíada de Londres e trataria da eleição para a vice-presidência da CBF, que acabou nas mãos de Marco Polo del Nero, presidente da federação paulista e principal aliado de Marin.

Na sequência, o presidente da CBF detalha as mordomias. “Mandei comprar uísque, manda umas ´garrafa’ aí porra”, fala o cartola para seu interlocutor.

Marin seguiu exaltando sua escolha gastronômica e ironizando as churrascarias de Teixeira. “Eu fui a primeira vez nesse Gero, o aspecto do local é totalmente diferente de churrascaria que eram feita as coisas”. E admitiu que pagaria a pesada conta para agradar os presidentes das federações estaduais.

“Tem que até dá pra comer pros caras que é pra não te agredir”, completou Marin.

No vídeo, o dirigente diz que o jantar serviria para combinar com cartolas assuntos, incluindo a eleição para a vice-presidência, que seriam tratados depois em reunião na CBF. De acordo com Marin, Teixeira fazia isso de improviso.

A CBF, assim como os vídeos anteriormente publicados no You Tube, não se manifestou sobre o novo vídeo.

VEJA ABAIXO O NOVO VÍDEO

Romário e filho de Herzog entregam na CBF petição contra Marin

O deputado federal Romário (PSB-RJ) e Ivo Herzog, filho do jornalista Vladimir Herzog, entregaram na tarde desta segunda-feira (1º), na sede da CBF, uma petição pública pela saída de José Maria Marin da presidência da entidade.
O documento, com quase 55 mil assinaturas, defende que evidências ligando Marin à ditadura o impossibilitam de comandar o futebol brasileiro e a Copa do Mundo de 2014.
"Fomos recebidos pelo protocolo. Não havia um representante da direção da CBF, o que é perfeitamente compreensível sendo a CBF. Marin ser presidente da CBF é algo que vai totalmente ao contrário à ideia que as pessoas lá fora têm do Brasil", disse Romário.
Fabio Seixas/Folhapress
Ivo Herzog e os deputados Romário e Jandira Feghali, com petição contra Marin, na frente da sede da CBF
Ivo Herzog e os deputados Romário e Jandira Feghali, com petição contra Marin, na frente da sede da CBF
"Teria sido um gesto de cavalheirismo da CBF designar alguém da diretoria para receber o documento", afirmou Herzog.
Segundo ele, cópias da petição e das evidências ligando Marin à ditadura foram enviadas para clubes e federações estaduais. "Veremos se eles são coniventes com isso tudo", declarou.
"A data é muito marcante. Este é um ato simbólico, de pressão, que demarca nossa posição. É muito difícil imaginar que alguém com esse currículo possa comandar uma entidade tão importante", disse a deputada federal Jandira Feghali (PC do B-RJ), presidente da Comissão de Cultura da Câmara.
Em 1º de abril de 1964 ocorreu o golpe militar que deu início à ditadura no país.
No mês passado, a família de Vladimir Herzog recebeu uma versão retificada do atestado de óbito do jornalista, morto em 1975, durante a ditadura militar. Na certidão, revisada após determinação da Justiça, passa a constar como causa da morte "lesões e maus tratos sofridos durante o interrogatório em dependência do 2º Exército (DOI-Codi)", substituindo a versão de "asfixia mecânica por enforcamento".
A CBF não vai se manifestar.
MAIS SOBRE MARIN
José Maria Marin é o atual presidente da CBF, a Confederação Brasileira de Futebol.
Marin é formado em direito pela USP. Durante o curso, foi também jogador do São Paulo Futebol Clube de 1950 a 1952.
Mais adiante, na década de 60, iniciou sua carreira política como vereador em São Paulo. Era então filiado ao PRP, do integralista Plínio Salgado.
Apoiador da ditadura militar, Marin foi deputado estadual pela ARENA, partido de sustentação do regime. Foi também vice-governador de São Paulo na gestão de Paulo Maluf. Assumiu o governo por 10 meses após Maluf deixar a vaga de maio de 1982 a março de 1983.
Ainda deputado estadual, nos anos 70, fez discursos na Assembleia Legislativa que, segundo críticos, acabaram levando à prisão e depois à morte do jornalista Vladimir Herzog. O dirigente alega que é "pura intriga".
Com o fim da ditadura, Marin perdeu todas as eleições livres que disputou depois. Para senador pelo PFL, depois tentou ser prefeito de São Paulo pelo PSC. Em 2002, tentou o Senado e também perdeu, PSC. Hoje está no PTB.
Marin foi vice-presidente da CBF até Ricardo Teixeira renunciar em 2012. Assumiu a presidência da entidade e, entre suas funções, está presidir o COL, o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil.

Isto é José Maria Marín

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1979/Folhapress
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O governador Paulo Maluf (ao centro) e o vice-governador José Maria Marin (à dir.) durante discurso

Seleção periquito


POR LUIZ GUILHERME PIVA
O Pelé tem razão.
É melhor usar um time como base da seleção.
Um conjunto já treinado, calejado, acostumado a batalhas, adversidades e incertezas.
O Palmeiras.
Que, além de tudo, tem elenco para isso.
Henrique e Maurício Ramos na zaga: altura, experiência, comando e rápida capacidade de se desesperar e subir pra fazer gols, muito mais do que Dante, David Luiz e Tiago Silva, que não se desesperam nem fazem gol há muito tempo.
Vejam: estes três são zagueiros de times fortes, que jogam no ataque e retêm a bola – além de serem protegidos pelos meias. Não são testados! Mal pegam na bola numa temporada inteira!
Não jogam sob pressão, massacrados noventa minutos pelo alto, por baixo, pelos lados, como Henrique e Maurício Ramos, que cobrem os laterais e os meias, fazem as vezes de atacantes, voltam no contra-ataque e com frequência tiram a bola em cima da linha, fazendo a cobertura do goleiro e a deles mesmos, que deveriam estar na zaga mas estavam suprindo desesperadamente outras posições!
É óbvio, estatístico, probabilístico, que Henrique e Maurício Ramos teriam – como de fato ocorre – que sofrer mais gols, falhar mais. Mas é tecnicamente indiscutível, pelo acima exposto, que são melhores e mais entrosados do que os zen-budistas da seleção.
No meio, Marcio Araújo e Vilson têm mostrado velocidade, poder de marcação, fôlego, persistência, entrega, abnegação, penitência, sacrifício e fé para reterem, com suor, preces e dedos nos diques, o maremoto dos adversários.
Nem sempre conseguem, como mostra o tsunami do Mirassol. Mas é da vida, poxa, é do jogo, futebol é isso, bola pra frente.
E eles não desanimam. Seguem combatendo, lançando, correndo – e marcando gols, coisa que Hernanes, Fernando, Luiz Gustavo, Jean, Paulinho e Arouca, convocados com frequência para a seleção, não fazem: vai ver são descrentes, incréus, sabe-se lá o quê.
No ataque, é indiscutível: Leandro!
Cinco gols em oito jogos incompletos! De tempo útil, deve dar uns cinco ou seis jogos. Um gol por jogo! Não há ninguém, convocado ou não, que iguale sua marca! Nem no Brasil nem no mundo! E é o único atacante do Palmeiras que marca gols nos últimos meses! Um fenômeno!
Na armação, Wesley é perfeito para compor a base: ele falha, perde a bola, cai, erra passe, é fominha, mas tem um ótimo entrosamento com Leandro e – desde a época do Santos – Neymar. Melhor ainda se Ganso vier a compor o meio-campo: Vilson, Márcio Araújo, Ganso e Wesley! Na frente, Leandro e Neymar!
Uaaaauuuuu!!! Sem exagero, admitam: é um carrossel!, um allegro de Paganini!, uma mazurca de Brahms!, um scherzo de Mozart!, Altamiro, Jacob e Rafael Rabelo, uma catarata de cores, sons, passos, uma torrente de brilhos, risos, gozos e glórias!
Pronto.
A base tá formada.
Só faltam o goleiro e dois laterais.
Se bem que Diego Cavalieri, que é da escola palmeirense, serviria tranquilamente no arco.
Agora, lateral é difícil!
Weldinho ainda é novo, Juninho também. Ayrton e Marcelo Oliveira estão recuperando a melhor forma.
É.
Dá pra usar o Daniel Alves e o Marcelo por enquanto.
Pode ser.
Por enquanto, por enquanto!
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Falcão revela torcida por Ancelotti, mas vê amigo em situação difícil diante do Barcelona

O ex-jogador do Internacional e Roma e atualmente trabalhando como técnico, Falcão, será o convidado do 'Bola da Vez' dos canais ESPN. Em entrevista ao repórter Vinícius Nicoletti, o eterno 'Rei de Roma' revelou que está analisando algumas propostas para treinar alguns clubes, mas, até agora, nenhuma o empolgou. Perguntado sobre os favoritos nos confrontos da Champions League, Falcão falou que torcerá pelo amigo Carlo Ancelotti e o seu PSG, mas acredita que tem uma missão muito difícil pela frente, já que enfrentará o Barcelona

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Goiano

20h30 Atlético-GO 4x1 Rio Verde

Argentino


19h00 Lanús 2x2 Quilmes

Gaúcho

19h00 Lajeadense 2x1 Cerâmica

Inglês

17h00 Fulham 3x2 QPR

Espanhol

16h00 Athletic Bilbao 1x0 Granada-ESP
18h00 Betis 0x0 Getafe

Português

15h15 Nacional da Madeira 2x1 Vitória de Guimarães
17h30 Braga 2x3 Sporting

Copa da Inglaterra

09h30 Chelsea 1x0 Manchester United

Um time contra uma ideia


O gol de empate do Corinthians surgiu minutos depois de Tite mudar o posicionamento de seu meio de campo.
Emerson saiu da ponta esquerda para a direita, Danilo mudou do centro para a esquerda, Romarinho veio jogar por dentro.
Confundir a marcação não era o único motivo para Tite mexer na equipe. Romarinho ajudou a marcar a saída de bola de Maicon. Sem a mesma facilidade para deixar o campo de defesa, o São Paulo viu o Corinthians reagir e sofreu o empate.
Não é certo dizer que o Corinthians joga, em sua versão 2013, futebol tão forte quanto em 2012. Pode ser pelo marasmo do Paulistão ou pelas partidas incomuns da Libertadores. Um jogo em campo de soçaite, outro sem torcida.
Também tem a ver com a mudança de sistema. Em três partidas da Libertadores, Pato e Guerrero foram titulares, e isso transformou a equipe. Os armadores passaram a jogar pelos lados --Renato Augusto e Danilo. Faltava alguém centralizado, além dos dois volantes, Ralf e Paulinho.
O Corinthians melhora quando atua como ontem, com só um atacante enfiado, Guerrero, no primeiro tempo, ou Pato, a partir dos 11 min da segunda etapa. Marca mais, recupera mais vezes a bola, aproxima-se mais do gol adversário no ritmo de que mais gosta: veloz.
CADÊNCIA
O São Paulo tem outro tom. Foi melhor do que o Corinthians em grande parte do clássico. Mas ainda não tem um rosto, uma mistura sadia entre a velocidade de Osvaldo e a cadência de Ganso.
A cadência são-paulina não é obra apenas de Ganso se firmar como titular. Também é o jeito de Maicon jogar. Não erra passes, mas acelera pouco.
É provável que, daqui a alguns jogos, perceba-se a evolução em partidas contra defesas trancadas. Com três atacantes, o São Paulo pensava pouco e atacava muito.
Com Ganso e Maicon, o time de Ney Franco pensa mais, toca mais, mas exagera em tentar pela faixa central. Com laterais que avançam pouco, as jogadas pelos lados se restringem a Osvaldo.
Daí Ney Franco ter trocado Maicon por Wallyson logo depois de sofrer 2 a 1. No segundo lance de Wallyson, o cruzamento saiu da ponta direita e Osvaldo quase empatou.
Ao São Paulo falta superar a saída de Lucas. O time se ressente também da ausência do definidor, nos jogos grandes. Luis Fabiano tem números espantosos. Entrou em campo 16 vezes neste ano, marcou 12 gols, mas nenhum contra adversários de nível A.
Mesmo sem a força de dezembro, quando foi campeão mundial, o Corinthians ainda é uma equipe que sabe perfeitamente o que faz e o que quer.
É um time formado e venceu o clássico por isso.
O São Paulo, por enquanto, é apenas uma ideia.
A FORÇA DE PATO
Foi pênalti! Estúpido, mas foi, porque Pato tocou a bola e Rogério chutou o pé do centroavante. Ponto também de Pato que avançou para tentar tomar a bola. Pato tem tantos méritos que já tem cinco gols pela equipe. Dos novos contratados, ontem, outra grande atuação do excelente zagueiro Gil.
MÉRITO E MULTA
O Palmeiras manteve Kleina por vários motivos. Um é não ver no mercado alguém com 100% de chance de acertar o time. Quando o Corinthians manteve Tite, teve mérito. Quando o Palmeiras mantém Kleina, também pode ter. Pode dar certo. Mesmo que o Palmeiras caia na Libertadores.

Pato no Morumbi


No sexto e último clássico desta interminável fase do Paulistinha, São Paulo e Corinthians disputaram um Majestoso digno do nome.
Com o São Paulo melhor no Morumbi com apenas 21 mil torcedores, mas pouco incisivo, contra a frieza do Corinthians, além de uma arbitragem que pode ser elogiada e criticada pelos dois lados.
O apitador deveria marcar falta em Alessandro no gol tricolor e teria errado ao dar o pênalti que virou o jogo?
Não, não havia o que marcar no lance que culminou com o gol de Jadson e Rogério Ceni, mesmo sem intenção, chutou o pé de Alexandre Pato, que não solou.
O goleiro são-paulino deveria ter sido expulso?
Em tese, sim, mas por ter sido sem querer, vá lá que ficasse pelo amarelo.
O São Paulo tem mostrado um Jadson em estado de graça e um Ganso que começa a pegar no breu.
Mas o time de Ney Franco abusou das faltas e entregou o jogo quando Toloi fez o bisonho recuo que resultou na virada.
Já o Corinthians revela um Gil impecável, gigante na defesa corintiana, Danilo que cresce em momentos importantes e autor de um golaço, além de Emerson recuperado --e Alexandre Pato decisivo.
O ex-milanista proporcionou uma furada bizarra de Rogério e acabou atingido pelo veterano goleiro, fulminando-o na cobrança do pênalti.
O Pato que o corintiano quer ver, que não amarela como o do tucupi, mas que calou o Morumbi --embora o gesto de dedo na boca fosse dispensável para colaborar que mais torcedores compareçam ao próximo Majestoso, sem medo de violência.
Majestoso que se repetirá nesta temporada até na Recopa Sul-Americana.
Majestoso que, pelo que se viu nos cinco clássicos anteriores do Paulistinha, confirma a impressão de ser o de maior rivalidade do futebol de São Paulo, outro resultado da crise do Palmeiras, embora o fator principal deva ser mesmo o fato de não ser de hoje que os tricolores ultrapassaram os alviverdes em quantidade.
Some-se a isso a diferença de qualidade no Trio de Ferro e o resultado não poderia ser outro.
A nota triste do Majestoso tem a ver com o Mito são-paulino, Rogério Ceni.
Que tem falhado tanto, nas saídas de bola inclusive, que parece próximo daquilo que dizia o Doutor Sócrates: "Jogador não abandona o futebol. É o futebol que abandona o jogador".
AFETO
Um dia minha neta Luiza, ainda aos 7 anos, brincando de entrevista, me disse: "Vovô, nós, jornalistas, muitas vezes temos de dizer coisas que a gente preferia não escrever, não é?".
Babão que sou, fiquei impressionado com a pontaria tão precoce da observação.
Pois na sexta-feira passada, nesta Folha, com maestria e sensibilidade ímpares, Alcino Leite Neto, em seu depoimento sobre a querida Clô Orozco, mostrou até que ponto Luiza tem toda razão.
A família Orosco Kfouri, comovida, jamais esquecerá.

domingo, 31 de março de 2013

Potiguar

17h00 América-RN 1x0 Coríntians-RN

Alagoano

17h00 CSA 2x2 Murici

Pernambucano

16h00 Porto-PE 3x0 Serra Talhada
16h00 Salgueiro 0x2 Ypiranga-PE
16h00 Petrolina 1x1 Belo Jardim
16h00 Pesqueira 3x2 Central
16h00 Náutico 2x0 Santa Cruz-PE

Paulista

16h00 São Paulo 1x2 Corinthians
16h00 Guarani 0x3 Atlético Sorocaba
18h30 Oeste 1x2 Santos
18h30 São Caetano 0x2 Mogi Mirim
18h30 União Barbarense 0x0 São Bernardo

Paranaense

16h00 Rio Branco-PR 2x0 Paraná Clube
16h00 Nacional-PR 0x0 Toledo-PR
16h00 Cianorte 3x0 Paranavaí
16h00 Operário 2x0 J.Malucelli
16h00 Coritiba 3x2 Arapongas

Mineiro

16h00 Atlético-MG 4x1 Tupi
16h00 Caldense-MG 1x1 Boa Esporte Clube
16h00 Guarani-MG 1x0 Nacional-MG

Goiano

16h00 Aparecidense 1x2 Goiás
16h00 Grêmio-GO 2x1 Goianésia
16h00 Itumbiara 2x2 CRAC-GO
16h00 Vila Nova-GO 2x2 Anápolis

Gaúcho

16h00 Passo Fundo 1x1 Grêmio
16h00 São José-RS 0x0 Canoas
16h00 Santa Cruz-RS 3x0 São Luiz
18h00 Novo Hamburgo 2x0 Caxias
18h30 Juventude 2x0 Veranópolis
19h00 Pelotas 1x1 Cruzeiro-RS

Cearense

16h00 Guarani de Juazeiro 2x1 Fortaleza
16h00 Guarany de Sobral 1x0 Tiradentes-CE
17h00 Ceará 0x0 Horizonte-CE

Catarinense

16h00 Juventus-SC 2x0 Chapecoense
16h00 Joinville 3x0 Avaí
16h00 Metropolitano-SC 4x0 Camboriú
18h30 Guarani-SC 1x2 Criciúma

Carioca

16h00 Flamengo 1x2 Audax-RJ
16h00 Resende 1x0 Bangu
16h00 Friburguense 5x0 Olaria
16h00 Macaé 1x3 Duque de Caxias

Baiano

16h00 Bahia de Feira 2x2 Bahia
16h00 Vitória 4x1 Feirense

Argentino


14h15 Independiente 1x1 Boca Juniors 
16h10 San Martín 2x3 Godoy Cruz 
16h30 Atlético Rafaela 1x0 Unión 
18h10 San Lorenzo 0x1 Newells Old Boys 

O tamanho do vexame


A Federação francesa, reunida no final da tarde de ontem, tomou uma grave decisão. Considera que não houve resposta a seu telegrama de 1º de junho e decidiu não enviar sua seleção à Copa Jules Rimet, a ser disputada no Brasil entre 24 de junho e 16 de julho.
O calendário oficial da Copa do Mundo prevê os jogos do Grupo 4 para os seguintes dias e locais:
25 de junho: França x Uruguai, em Porto Alegre.
29 de junho: França x Bolívia, no Recife.
2 de julho: Uruguai x Bolívia, em Belo Horizonte.
... é injusto, inadmissível, obrigar a equipe francesa a jogar seus dois jogos, a quatro dias de intervalo, nas duas extremidades do Brasil, a 3.500 km de distância, e passar de uma temperatura de 0ºC a 35ºC.
O trecho acima é do jornal francês L'Équipe de 6 de junho de 1950, 19 dias antes da estreia agendada da França na Copa. O presidente da federação francesa, Henry Delaunay, chegou a receber um telefonema de Sotero Cosme, desenhista, músico e diplomata brasileiro, falando em nome do comitê organizador. Cosme insinuou a possibilidade de mudar a tabela, mas Delaunay não considerou o telefonema uma resposta oficial.
A França não veio ao Brasil em 1950.
Na quinta-feira passada, 63 anos depois, o técnico da seleção italiana estava irritado. Cesare Prandelli usaria o Engenhão como sua base de treinamentos durante a Copa das Confederações. Como se sabe, será impossível!
Semanas atrás, um ex-funcionário do comitê-executivo da Copa disse que só um ser sabe como o Maracanã ficará pronto até a Copa das Confederações: Deus!
O presidente do Corinthians, Mário Gobbi, diz que o estádio de Itaquera já está pronto para 48 mil lugares, só à espera do acabamento. Mas repete o que Andrés Sanchez tem alardeado: chegar aos 68 mil lugares necessários para a abertura da Copa, só se o dinheiro do BNDES for depositado. Há dois anos há um impasse, porque o banco não aceita depositar na conta de um fundo imobiliário que tenha o Corinthians como maior cotista, pois os clubes são inimputáveis.
É possível que a Odebrecht construa o estádio inteiro e isso signifique problemas futuros para o Corinthians, que pagaria juros mais caros à empreiteira do que ao BNDES. Gobbi confia que o impasse será solucionado. Mas há quem jure que Dilma não moverá uma palha nem se a abertura tiver de mudar para Brasília.
"Se fomos capazes de realizar uma Copa em 1950, quando eu tinha 4 anos, imagino o que não poderemos fazer quando eu tiver 69", disse Lula em 2007, logo após o anúncio do Brasil como sede.
O que não poderemos fazer, nem os franceses de 1950 poderiam imaginar.

Alemão

11h30 Wolfsburg 2x2 Nuremberg
13h30 Greuther Fürth 2x3 Eintracht Frankfurt

Inglês

10h30 Aston Villa 1x2 Liverpool

Francês

10h00 Nice 0x1 Olympique
13h00 Brest 1x2 Lille
17h00 Lyon 1x2 Sochaux

Espanhol

08h00 Valladolid 1x3 Osasuna
13h00 Mallorca 2x3 La Coruña
15h00 Espanyol 2x2 Real Sociedad
17h00 Atlético de Madri 1x1 Valencia

No primeiro jogo da final, Sport vence Americana e fica perto do título inédito


No duelo entre o atual campeão da Liga de Basquete Feminino (LBF), o Americana, contra o único invicto da competição, o Sport, os vencedores foram os espectadores, que compareceram ao ginásio Municipal Milton Fenley Azenha (Centro Cívico), neste sábado, em Americana. Em um jogo muito equilibrado, as donas da casa conseguiram vencer os dois primeiros quartos, mas não tiveram a tranquilidade necessária para evitar a 11ª vitória da equipe rubro-negra. Embaladas pela armadora Adrianinha e pela pivô Erika, as pernambucanas venceram por 54 a 44 e deixaram as Leoas a uma vitória do título inédito.
- A nossa marcação cresceu no segundo tempo e isso foi determinante para que conquistássemos a vitória neste primeiro jogo, que foi muito duro. Eu não estive tão bem no aspecto ofensivo, mas pude aparecer em momentos importantes para ajudar a equipe a sair com o resultado positivo - disse a ala Palmira, do Sport.
As cestinhas da partida foram a americana Alex e Clarissa, ambas do Sport, com 17 pontos anotados cada. Com o resultado, o Sport precisa apenas de uma vitória no próximo sábado, às 10h, no ginásio Jorge Maia, na Ilha do Retiro, para levantar a taça de campeão. Já o Americana terá que acabar com a invencibilidade das rivais, para forçar uma terceira partida. Caso consiga, o jogo será realizado no dia 13 de abril, também na Ilha do Retiro.
Basquete feminino LNB sport e americana (Foto: Wado Pellizoni / Divulgação)Sport vence Americana e sai na frente na briga pelo título da LBF (Foto: Wado Pellizoni / Divulgação)
O jogo
Assim como era previsto, o equilíbrio marcou o primeiro quarto. Embaladas pela torcida que lotou o ginásio, o Americana tentou neutralizar as jogadas de ataque das Leoas. Mas a pressão não inibiu Adrianinha. Mostrando muita personalidade, a armadora da equipe pernambucana dominou as ações e impacientou as donas da casa, que passaram a errar muitos passes. Porém, a pivô Clarissa Santos resolveu chamar a responsabilidade e anotou 13 pontos. Resultado, as donas da casa deixaram o primeiro quarto vencendo por 17 a 15.
O segundo quarto também foi parelho. Jogando em casa, o Americana não se intimidou com a pressão inicial do Sport e conseguiu controlar a partida. Em um jogo bastante disputado, a equipe paulista aumentou a diferença para seis pontos e saiu para o intervalo vencendo por 26 a 20.
Com a experiência da pivô Érika e da armadora Adrianinha, as Leoas iniciaram o terceiro quanto buscando a reação. A missão da equipe rubro-negra foi facilitada pelos erros das adversárias, que insistiam, sem sucesso, em arremessos de três pontos. Alheias ao barulho da torcida, a equipe pernambucana conseguiu controlar os nervos e virou o placar: 40 a 39.
A reviravolta deixou Americana tenso em quadra. Irritado com o nervosismo das suas atletas, o técnico Luiz Zanon parou o jogo ao ver o Sport abrir cinco pontos no placar. A tentativa do treinador não deu certo. Com a tranquilidade de quem dominou toda a competição, a equipe comandada por Roberto Dornelas ampliou o marcador para 54 a 44 e venceu o jogo para chegar a sua 11ª vitória na competiçã

Cruzeiro vibra com final, e Giovane lamenta: 'Fizemos tudo que podíamos'


A manhã deste sábado foi recheada de emoções no jogo entre Cruzeiro e Sesi-SP, válido pela semifinal da Superliga masculina. A partida foi realizada na Vila Leopoldina, em São Paulo, e o atual campeão do torneio ganhou o direito de lutar pelo bicampeonato. Assim como no primeiro confronto da série melhor três, o time mineiro não cedeu um set sequer: 3 a 0, parciais de  25/22, 25/23 e 36/34. O técnico da Raposa, o argentino Marcelo Méndez, exaltou a preparação da equipe e ressaltou que independentemente do adversário da final, terá pedreira pela frente.
- Trabalhamos muito para chegar a essa final e vamos trabalhar ainda mais para ganhá-la. Para isso, teremos que jogar com serenidade, com calma, trabalhando ponto a ponto, sem pressa para fechar rápido a partida. Do outro lado, teremos um adversário muito difícil. O Minas joga muito rápido, com um levantador excelente, o Rio de Janeiro tem atacantes muito fortes -  afirmou Marcelo Mendez.
vôlei marcelo mendez cruzeiro sesi (Foto: João Pires / Vipcomm)Marcelo Mendez orienta Douglas na beira da quadra (Foto: João Pires / Vipcomm)
Já Giovane Gávio, comandante da equipe de São Paulo, lamentou a derrota, elogiou a atuação do finalista e afirmou que os jogadores do Sesi-SP deram o máximo em quadra.
Giovane Gávio, técnico do Sesi (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)Gávio lamenta a derrota, mas afirma que time deu
o máximo em quadra (Foto:Luiz Pires/VIPCOMM)
- Fizemos o máximo que podíamos. Sabemos que todos esperam a vitória de um time como o nosso, mas temos que entender que foi a vez de outro. O Cruzeiro jogou muito bem, foi consistente, tem um elenco muito bom, assim como o treinador, e nós não conseguimos reverter a situação. Todos se esforçaram muito, mas não foi o suficiente hoje - disse Gávio
Sob o comando de Marcelo Méndez há quatro temporadas, o Cruzeiro chega a sua terceira decisão seguida. O adversário na final sairá da série entre Rio de Janeiro e Minas. O time carioca tem 1 a 0 na série semifinal. A segunda partida será disputada neste sábado, às 21h30m, em Belo Horizonte, com transmissão ao vivo do SporTV. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real.