sexta-feira, 22 de março de 2013

Ex-número um do tênis é acusada de agressão e perseguição por ex-namorado


Acusada de agressão e perseguição por um ex-namorado, a ex-tenista americana Jennifer Capriati, 36, foi intimada a comparecer diante de um juiz no dia 17 de abril.
A polícia de North Palm Beach afirmou que Ivan Brannan, ex-namorado de Capriati, trabalhava em um ginásio no dia 14 de fevereiro quando a ex-número um do mundo aproximou-se dele gritando muito.

Isto é Jennifer Capriati

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Toru Yamanaka-26.jan.2002/AFP
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Jennifer Capriati posa com o troféu de campeã do Aberto da Austrália de 2002
Brannan disse à polícia que tentou deixar o local e entrar no vestiário masculino, mas Capriati bloqueou a passagem e o acertou com um soco no peito.
Ele também afirmou que eles romperam o namoro em 2012, mas desde então ela vem o perseguindo.
Nenhum advogado de Capriati, que também já enfrentou problemas com drogas, foi encontrado.
Além de ter chegado ao topo do ranking, Capriati ganhou uma medalha olímpica de ouro, em Barcelona-92, e três Grand Slams.
Capriati entrou no Hall da Fama do tênis no ano passado, na mesma turma de Gustavo Kuerten.

As tenistas que chegaram ao topo

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Keith Bedford - 8.set.08/Reuters
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Serena Williams posa com o troféu do Aberto dos EUA, em 2008. A primeira vez em que ela chegou ao topo foi em julho de 2002, desbancando justamente a irmã Venus

Por que o Brasil não controla mais o meio-de-campo nos confrontos internacionais?


A Itália merecia vencer, mas podia perder. Então, não foi uma tragédia a atuação do Brasil em Genebra, contra a equipe de Cesare Prandelli. Tampouco foi o que a torcida espera.
Na maior parte do tempo, os italianos tiveram posse de bola e se aproximaram da área de Júlio César. Três, quatro defesas importantes e Júlio César consolida-se outra vez como o goleiro certo para a seleção.

E algumas estocadas, como a arrancada de Neymar para o gol de Oscar, o segundo, valeram a expectativa de ver o Brasil jogando de igual para igual com as melhores seleções do planeta. Não é que não jogue, mas sofre, mesmo empatando por 2 x 2 com os vice-campeões europeus.

Falta qualidade para sair da defesa, quando o rival marca por pressão, como os italianos fizeram quando Prandelli escalou um 4-3-3, com Cerci marcando Filipe Luís. Falta proteção na cabeça de área, mesmo com volantes mais marcadores. Ou Balotelli não teria toda a liberdade de que desfrutou para chutar da entrada da área e empatar a partida, aos 11 minutos do segundo tempo.

Falta também aproximar-se do ataque com a bola controlada no meio-de-campo. Falta talento, ou conjunto? A resposta, por ora, é que falta conjunto, mas também experiência internacional para que jogadores como Oscar e Neymar deem ao Brasil a confiança necessária para encarar os maiores rivais.

Brasil vê bombardeio italiano e marca em raras chegadas à área


Uma vitória brasileira sobre a Itália teria sido uma importante injeção de ânimo para o time de Luiz Felipe Scolari, mas não espelharia o desempenho das duas equipes em Genebra. Assim como no jogo de Wembley contra a Inglaterra, o Brasil teve em Júlio César sua melhor figura.

A Itália, que permanece sem vencer um amistoso desde 2011, mas desta vez pareceu mais motivada que em suas últimas aparições não-oficiais, finalizou 22 vezes na partida (9 no gol, 8 fora, 5 bloqueados), sendo 14 na área brasileira.

O Brasil arriscou 15 disparos (5 no gol, 5 fora, 5 bloqueados), mas apenas dois, os gols, foram dentro da área.

O fato de a Seleção ter tocado apenas nove bolas na área italiana durante toda a partida expõe a dificuldade para superar a marcação adversária, limitando-se a raros momentos de inspiração provocados por falhas do rival. Mesmo jogando quase num 4-2-4 (Hulk e Oscar abertos) na maior parte do tempo.

No segundo tempo, quando a Itália mudou para o 4-3-3, as dificuldades de marcação do Brasil voltaram a ficar expostas. Além do sofrimento pelas laterais, mudar a dupla de volantes não deixou a defesa menos desprotegida.

Ficou ainda mais claro que o empate era lucro. E que a Itália, que viu Prandelli assumir em estado de terra arrasada após o fracasso de 2010, está muito à frente do Brasil na preparação para 2014.

Finalizações do Brasil: gols nas únicas tentativas dentro da área

Chutes do Brasil no jogo

Finalizações da Itália: bombardeio para Júlio César

Finalizações da Itália no jogo

Movimentação do Brasil no jogo: apenas nove toques na área italiana

Mapa de movimentação do Brasil no jogo

quinta-feira, 21 de março de 2013

Paraense

20h30 Paragominas-PA 1x0 Remo

Goiano

20h30 Anápolis 1x1 CRAC-GO
20h30 Rio Verde 1x0 Goiás

Cearense

20h15 Ceará 1x0 Ferroviário-CE

Paulista

19h30 União Barbarense 1x1 Ponte Preta
19h30 São Caetano 3x0 Ituano
19h30 Guarani 1x2 Paulista
21h00 Santos 2x1 Mirassol

Paranaense

19h30 Atlético-PR 3x2 Toledo-PR

Catarinense

19h30 Metropolitano-SC 1x1 Joinville

Gaúcho

19h00 São José-RS 0x2 Esportivo-RS
19h30 Internacional 2x1 São Luiz

Amistosos

16h30 Brasil 2x2 Itália

técnico menos cupado


Será que técnico caucho é, menos culpado pelas duas derrotas.

Todo mudo sabe que ele é menos culpado das derrotas vascaíno o time jogando mal de mais será que Vasco vai ganha ou perde aproxima partida

O time e o jogadores jogando péssima mente  ou será  vai joga mal mais 8ma vez na próxima partida ou vai melhora

E será que um novo técnico dará jeito no time vascaíno fica se à pergunta  no ar para a torcida responde no futuro.

Ilusão e desilusão

Duas condutas de dirigentes de clubes merecem elogios. Uma, do presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, que cortou toda a ajuda às torcidas organizadas após a agressão de torcedores aos jogadores. Espero que todos os outros clubes acabem com essa relação promíscua, uma das causas da violência no futebol.
Por outro lado, a sugestão do presidente da federação paulista, Marco Polo Del Nero, de os dirigentes formarem e financiarem uma torcida do próprio clube, com instrutor para comandá-la, é ridícula e ingênua. Imagine uma torcida de marmanjos, arrumadinhos, muito bem comportados, como se fosse um grupo de escoteiros, cantando e aplaudindo tudo o que os jogadores fizerem. Seria um ótimo tema para programas de humor na TV.
Outra bem-vinda conduta foi a do presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, ao dispensar o bom técnico Dorival Júnior, por não aceitar a redução de 50% dos salários. Os outros clubes deveriam fazer o mesmo. Dizem que Dorival e os principais treinadores brasileiros recebem em torno de R$ 700 mil por mês, uma quantia inacreditável e absurda. E ainda tem a enorme comissão técnica, que o técnico carrega para os clubes.
As análises das partidas costumam ser feitas a partir do resultado e da conduta dos técnicos. Essa supervalorização é a principal causa de tantas trocas. O treinador é sempre o culpado pela derrota, e há sempre a ilusão de que, com o novo técnico, será diferente.
Apesar da truculência e da mania de perseguição de Dunga e do discurso ufanista e religioso de Jorginho, os dois têm boas chances de se tornarem ótimos técnicos. Assisti a todos os treinos, antes e durante a Copa-10. Eram melhores que os da maioria de outros técnicos badalados, que comandaram a seleção.
As maiores críticas a Ney Franco não são a alguns erros de escalação, substituição e à maneira de jogar do São Paulo. A maior crítica é ele não conseguir fazer com que Ganso jogue como um craque. Ganso, pelo toque e pelos passes bonitos e surpreendentes, tornou-se uma marca, símbolo da esperança de que preencheria o vazio, a falta de um grande craque no meio-campo do futebol brasileiro. Se Ganso não brilha, colocam a culpa mais no técnico do que nele.
Os grandes meias do passado, como Didi, Gerson, Rivellino, Ademir da Guia, Dirceu Lopes e outros, tinham muito mais mobilidade que Ganso, jogavam de uma intermediária à outra e participavam da marcação. A maioria das principais equipes atuava com apenas um volante e um meia-armador ao lado, uma mistura hoje de segundo volante e de meia de ligação.
O futebol de Ganso iludiu a todos. Em vez de continuarmos nessa ilusão, o caminho deveria ser o inverso, o da desilusão, de aceitá-lo apenas como um excelente jogador. Viver é se iludir e se desiludir

Com Jorginho, Flamengo retoma política "técnico se faz em casa." Craque, nem tanto

Craque o Flamengo faz em casa. O slogan é velho, surrado pelos anos de revelações lançadas nos períodos de derrota, queimadas pela pressa, mais do que pela falta de talento.
Técnico o Flamengo também faz em casa. Jorginho estreia sábado em Volta Redonda contra o Boavista mais uma tentativa de comprovar a tese.
Dos seis títulos brasileiros do Flamengo, cinco foram conquistados por ex-jogadores na função de técnico. O outro, em 1980, veio com Cláudio Coutinho, ex-preparador físico formado treinador na Gávea.
Dos 32 estaduais conquistados pelo Flamengo, 14 tiveram ex-jogadores como técnicos (leia abaixo). Outros quatro por ex-preparadores físicos que se firmaram como treinador vestidos de rubro-negro – Cláudio Coutinho, tri entre 1978 e 1979, Sebastião Lazaroni, em 1986.
Nos seis brasileiros, a lógica de formar craques em casa também está presente cinco vezes. Em 1980, eram sete titulares formados na Gávea. Em 1992, seis. Em 1982, 1983 e 1987, oito, incluindo Nunes que saiu e voltou. O último título, em 2009, desmente a regra. Andrade, técnico formado em casa, escalava apenas Adriano criado na Gávea. Na derrota para o Resende, há uma semana, Dorival Júnior despediu-se escalando três jogadores da base: Íbson, Rodolfo e Rafinha.

TÍTULOS BRASILEIROS
1980 – Cláudio Coutinho (ex-preparador físico)
1982 – Paulo César Carpegiani (ex-jogador)
1983 – Carlos Alberto Torres (ex-jogador)
1987 – Carlinhos (ex-jogador)
1992 – Carlinhos (ex-jogador)
2009 – Andrade (ex-jogador)

TÍTULOS ESTADUAIS
1914 – Comissão Técnica
1915 – Comissão Técnica
1920 – Comissão Técnica
1921 – Telefone (ex-jogador)
1925 – Juan Carlos Bertoni
1927 – Juan Carlos Bertoni
1939 – Flávio Costa (ex-jogador)
1942 – Flávio Costa (ex-jogador)
1943 - Flávio Costa (ex-jogador)
1944 - Flávio Costa (ex-jogador)
1953 – Fleitas Solich
1954 – Fleitas Solich
1955 – Fleitas Solich
1958 – Fleitas Solich
1963 – Flávio Costa (ex-jogador)
1965 – Armando Renganeschi
1972 – Zagallo (ex-jogador)
1974 – Joubert (ex-jogador)
1978 – Cláudio Coutinho (ex-preparador físico)
1979 – Cláudio Coutinho (ex-preparador físico)
1979 (Especial) – Cláudio Coutinho (ex-preparador físico)
1981 – Paulo César Carpegiani (ex-jogador)
1986 – Sebastião Lazaroni (ex-preparador físico)
1991 – Carlinhos (ex-jogador)
1996 – Joel Santana
1999 – Carlinhos (ex-jogador)
2000 – Carlinhos (ex-jogador)
2001 – Zagallo (ex-jogador)
2004 – Abel Braga
2007 – Ney Franco
2008 – Joel Santana
2009 – Cuca
2011 – Vanderlei Luxemburgo (ex-jogador)