| 21h15 Vélez Sarsfield 3x0 San Martín |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 4 de março de 2013
Ôôô, queremos torcedor!
Tinha semifinais da Taça Guanabara no Rio, entre Vasco e Fluminense, no sábado, e Flamengo e Botafogo, no domingo, ambas no Engenhão.
Tinha Neymar x Pato no único clássico centenário do futebol paulista, domingo, no Morumbi.
Só não tinha torcedores em número digno das atrações em um fim de semana de tempo impecável no eixo mais populoso do futebol brasileiro.
Poucos 17 mil em São Paulo e outros poucos 34 mil, divididos por dois jogos, no Engenhão.
Verdade que no clássico paulista a partida não mereceu mais do que isso mesmo, tamanha a escassez de emoções, uma bola no travessão corintiano e um gol feito desperdiçado por Renato Augusto no começo do segundo tempo, depois de uma atuação augusta no primeiro período.
Ora, o Corinthians pensava na viagem de mais de 13 horas para Tijuana e o Santos pensava em voltar a ser o que foi até outro dia, mas só pensava.
Neymar parece esgotado e impaciente e Pato foi apenas discreto.
No Rio, não. Um segundo tempo eletrizante no sábado, quando o Flu virou para cima do Vasco e o Vasco virou para cima do Flu, garantindo o que era improvável, uma vaga na final.
No domingo, um gol no primeiro minuto e outro no último deram ao Botafogo também uma justa classificação, embora o favorito fosse o Flamengo, enfim derrotado pela primeira vez no Engenhão.
Quando o aniversariante sexagenário Zico jogava, ao menos nessa hora, as torcidas costumavam comparecer.
Não se jogará fora aqui mais argumentos contra os falidos Estaduais, porque são tantas as providências necessárias para encher nossos estádios que não encherei a paciência do raro leitor.
O país do futebol, uma dessas nossas mentiras que viraram verdade de tão repetidas, às vésperas de receber o mundo, dá cada vez mais sinais de como sucessivas gestões desastrosas na CBF e nas federações estaduais, essas dinossauras que só existem por aqui, esvaziaram nossos estádios.
Faz agora a CBF, ao convidar Luis Paulo Rosenberg para assumir seu marketing no lugar de um aliado há décadas do ex-presidente que fugiu para a Flórida, um lance que busca incendiar o Brasil como se incendiou a torcida corintiana sob a gestão dele, Rosenberg. A ideia é a de refazer os vínculos com a seleção brasileira, coisa muito mais complicada do que mexer com tricolores, rubro-negros, alvinegros, alviverdes etc. e seus times de coração.
Do jeito que a coisa vai, vão caçar torcedor a grito.
A QUEDA
Terá Pep Guardiola caído fora do Barcelona por saber que a queda era inevitável?
Que reflexos sofrerá a seleção espanhola?
Não sei e não sei.
Sei que, como me doía ver o Santos de Pelé perder para quem quer que fosse, porque sempre achava que o vencedor não era melhor que ele, sofro com as derrotas do Barcelona.
Mas o mundo gira e a bola rola
A vida não é fácil
Pato interrompeu uma das preleções de Tite deste ano e perguntou se deveria voltar para compor o meio de campo quando perdesse a bola: "Não!", disse Tite. Em seguida, o técnico explicou: "Eu só quero que atrapalhe o zagueiro quando você perder a bola".
A vida é muito fácil para Pato. O Corinthians até mudou taticamente para recebê-lo. Em vez do 4-2-3-1, com um meia atrás do centroavante, o novo sistema tem duas linhas de quatro homens e Guerrero voltando um pouco mais do que seu colega de ataque para compor o meio-campo. Pato joga livre e o time trabalha para ele.
Contra o Santos, poderia ter feito mais do que isso. Um golzinho...
A vida é mesmo muito fácil para Pato. Algumas vezes, toca na bola como se sentisse nojo. Num toque desses deixou Guerrero na cara do gol contra o Millonarios.
A palavra nojo funciona como figura de linguagem. Melhor dizer que a vida também lhe sorri quando toca na bola. Jogar para ele também é muito fácil! Deveria ser mais fácil transformar a beleza de seu futebol em números, mais gols, mais assistências.
Segundo Tite, o time vai trabalhar para ele. O justo é que Pato retribua. "Você vai devolver com técnica", disse o treinador, depois de lhe apresentar um vídeo com imagens de seus jogos no Milan, na tal palestra.
Pato tem jogado bem, mas não o bastante para ser assunto.
Neste domingo, não retribuiu. Jogou 81 minutos e ofereceu menos do que pode. A melhor chance do Corinthians nasceu de um passe de Ralf para Renato Augusto. O meia, que tem jogado bem, chutou por cima.
AULA DE HISTÓRIA
Pato jogou protegido até pelo posicionamento de Guerrero. O peruano voltou mais para o meio de campo que o brasileiro (veja ilustração). Neymar teve posicionamento menos confortável. Jogou por dentro, com Cícero à esquerda, Montillo aberto pela direita, André de centroavante.
Incrível como as duas linhas de quatro têm se tornado regra no futebol brasileiro. O Santos, o Corinthians, os melhores times têm duas linhas e atacantes enfiados --4-4-2 à inglesa.
Há dois anos, Adílson Batista foi demitido dizendo que Neymar deveria jogar assim. Mano Menezes caiu na seleção dizendo que Neymar deveria jogar assim.
Neymar sai da ponta esquerda dia após dia. Muricy o escalou ontem como atacante centralizado, perto de André, à frente dos quatro do meio, atrás do centroavante.
Nas aulas de história, a função se chama ponta de lança. Era assim, pouco atrás do centroavante, que se posicionavam Pelé, Zico e Maradona. O termo caiu em desuso. Muitos perguntam o que significa.
Neymar tem jogado assim, de ponta de lança. Pato, quando inverte com Guerrero, também.
No empate deste domingo, não faltou se posicionar assim. Faltou jogar de maneira mais eficiente.
FINAL INUSITADA
Nos últimos anos, sempre que o Botafogo perde um jogo de meio de campeonato, a torcida cobra o técnico. Daí o acerto da diretoria em manter Oswaldo de Oliveira. O treinador e o elenco têm mais experiência que o Flamengo. Esse fato foi premiado ontem na semifinal da Taça Guanabara.
PRESSÃO
Antes de ser internado, o presidente Luis Alvaro garantiu que não há razão para dizer que Muricy corre risco. Há gente no Santos que pensa diferente. O time não joga bem desde a fase final da Libertadores-12. Para Laor, é preciso esperar até o fim do Paulista antes de pensar em mudar.
Nadal é um monstro. Ele voltou com tudo
Se existia alguma dúvida sobre o quanto ele pode jogar, o quanto ele é indestrutível e o quanto ele quer voltar a ser o melhor do mundo.... Tudo isso acabou.
Se no Chile onde foi finalista e no Brasil onde foi campeão ele deixou dúvidas, em Acapulco...
Na final de Acapulco, Rafael Nadal voltou a ser o velho e indigesto Nadal. Correu, vibrou, sorriu e ganhou sem dar chances. Do outro lado da quadra estava David Ferrer, que nada pôde fazer. 6-0 6-2 sem dó. O mais legal de tudo foi ver que ele conseguiu superar suas dores e seu jogo está lá intacto.
Agora fica a segunda dúvida. Estará preparado para jogar na quadra rápida? Eu não duvido de nada. E você?
Que me desculpe o Djokovic e seu milhares de fãs. Hoje é dia de Nadal
Se no Chile onde foi finalista e no Brasil onde foi campeão ele deixou dúvidas, em Acapulco...
Na final de Acapulco, Rafael Nadal voltou a ser o velho e indigesto Nadal. Correu, vibrou, sorriu e ganhou sem dar chances. Do outro lado da quadra estava David Ferrer, que nada pôde fazer. 6-0 6-2 sem dó. O mais legal de tudo foi ver que ele conseguiu superar suas dores e seu jogo está lá intacto.
Reuters
Esta semana foi especial para ele e para os que gostam de tênis. O maior jogador de todos os tempos no saibro voltou.
Com sombrero na cabeça, Rafael Nadal celebra a conquista em Acapulco
Agora fica a segunda dúvida. Estará preparado para jogar na quadra rápida? Eu não duvido de nada. E você?
Que me desculpe o Djokovic e seu milhares de fãs. Hoje é dia de Nadal
O Carniceiro de Bilbao está de volta
A primeira jogada violenta que começou a formar sua fama negativa foi em 1981. Em um jogo contra o Barcelona, lesionou seriamente o joelho direito de Bernd Schuster. Dois anos depois, novamente contra o Barça, ele foi o responsável pela lesão mais séria da carreira de Diego Armando Maradona - fratura no tornozelo - e que, sem dúvida alguma, contribuiu para que o maior jogador argentino de todos os tempos não triunfasse na Catalunha. Esse é o "Carniceiro de Bilbao", Andoni Goikoetxea, ex-zagueiro do Athletic Club.
Neste final de semana, Goikoetxea voltou ao noticiário internacional. Aos 56 anos, após iniciar a carreira de técnico nas categorias de base da seleção espanhola, ter rodado por alguns clubes do país e ficar desempregado nos últimos meses, assumiu o comando de Guiné-Equatorial. Ele substituirá o brasileiro Gilson Paulo (ex-base do Vasco da Gama), que assumira a equipe em janeiro do ano passado, dias antes da estreia na Copa Africana de Nações, após a saída do francês Henri Michel. No torneio, a seleção - uma das donas da casa, ao lado do Gabão - passou pela fase de grupos e caiu nas quartas de final diante da Costa do Marfim.
Andoni Goikoetxea, vice-campeão da Euro de 1984 como jogador, treinará diversos atletas que atuam na Espanha. Colonizado por espanhóis majoritariamente, o país mantém fortes laços no futebol com a atual campeã do mundo. Entre os selecionáveis guinéu-equatorianos, o mais conhecido sem dúvida alguma é Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, atualmente no Beira-Mar (POR). Além disso, o treinador lidará com uma situação complicada também: a federação local está sendo investigada pela Fifa por causa da naturalização de diversos atletas brasileiros.
Guiné-Equatorial, que não se classificou para a CAN 2013 disputada em janeiro, está no Grupo B das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo, ao lado de Tunísia, Serra Leoa e Cabo Verde, e tem apenas um ponto após duas rodadas. Somente o primeiro colocado da chave segue na briga para estar no Brasil em 2014.
ATENÇÃO, A IMAGEM ABAIXO É FORTE
A primeira jogada violenta que começou a formar sua fama negativa foi em 1981. Em um jogo contra o Barcelona, lesionou seriamente o joelho direito de Bernd Schuster. Dois anos depois, novamente contra o Barça, ele foi o responsável pela lesão mais séria da carreira de Diego Armando Maradona - fratura no tornozelo - e que, sem dúvida alguma, contribuiu para que o maior jogador argentino de todos os tempos não triunfasse na Catalunha. Esse é o "Carniceiro de Bilbao", Andoni Goikoetxea, ex-zagueiro do Athletic Club.
Neste final de semana, Goikoetxea voltou ao noticiário internacional. Aos 56 anos, após iniciar a carreira de técnico nas categorias de base da seleção espanhola, ter rodado por alguns clubes do país e ficar desempregado nos últimos meses, assumiu o comando de Guiné-Equatorial. Ele substituirá o brasileiro Gilson Paulo (ex-base do Vasco da Gama), que assumira a equipe em janeiro do ano passado, dias antes da estreia na Copa Africana de Nações, após a saída do francês Henri Michel. No torneio, a seleção - uma das donas da casa, ao lado do Gabão - passou pela fase de grupos e caiu nas quartas de final diante da Costa do Marfim.
Andoni Goikoetxea, vice-campeão da Euro de 1984 como jogador, treinará diversos atletas que atuam na Espanha. Colonizado por espanhóis majoritariamente, o país mantém fortes laços no futebol com a atual campeã do mundo. Entre os selecionáveis guinéu-equatorianos, o mais conhecido sem dúvida alguma é Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, atualmente no Beira-Mar (POR). Além disso, o treinador lidará com uma situação complicada também: a federação local está sendo investigada pela Fifa por causa da naturalização de diversos atletas brasileiros.
Guiné-Equatorial, que não se classificou para a CAN 2013 disputada em janeiro, está no Grupo B das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo, ao lado de Tunísia, Serra Leoa e Cabo Verde, e tem apenas um ponto após duas rodadas. Somente o primeiro colocado da chave segue na briga para estar no Brasil em 2014.
Neste final de semana, Goikoetxea voltou ao noticiário internacional. Aos 56 anos, após iniciar a carreira de técnico nas categorias de base da seleção espanhola, ter rodado por alguns clubes do país e ficar desempregado nos últimos meses, assumiu o comando de Guiné-Equatorial. Ele substituirá o brasileiro Gilson Paulo (ex-base do Vasco da Gama), que assumira a equipe em janeiro do ano passado, dias antes da estreia na Copa Africana de Nações, após a saída do francês Henri Michel. No torneio, a seleção - uma das donas da casa, ao lado do Gabão - passou pela fase de grupos e caiu nas quartas de final diante da Costa do Marfim.
Andoni Goikoetxea, vice-campeão da Euro de 1984 como jogador, treinará diversos atletas que atuam na Espanha. Colonizado por espanhóis majoritariamente, o país mantém fortes laços no futebol com a atual campeã do mundo. Entre os selecionáveis guinéu-equatorianos, o mais conhecido sem dúvida alguma é Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, atualmente no Beira-Mar (POR). Além disso, o treinador lidará com uma situação complicada também: a federação local está sendo investigada pela Fifa por causa da naturalização de diversos atletas brasileiros.
Guiné-Equatorial, que não se classificou para a CAN 2013 disputada em janeiro, está no Grupo B das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo, ao lado de Tunísia, Serra Leoa e Cabo Verde, e tem apenas um ponto após duas rodadas. Somente o primeiro colocado da chave segue na briga para estar no Brasil em 2014.
ATENÇÃO, A IMAGEM ABAIXO É FORTE
A primeira jogada violenta que começou a formar sua fama negativa foi em 1981. Em um jogo contra o Barcelona, lesionou seriamente o joelho direito de Bernd Schuster. Dois anos depois, novamente contra o Barça, ele foi o responsável pela lesão mais séria da carreira de Diego Armando Maradona - fratura no tornozelo - e que, sem dúvida alguma, contribuiu para que o maior jogador argentino de todos os tempos não triunfasse na Catalunha. Esse é o "Carniceiro de Bilbao", Andoni Goikoetxea, ex-zagueiro do Athletic Club.
Neste final de semana, Goikoetxea voltou ao noticiário internacional. Aos 56 anos, após iniciar a carreira de técnico nas categorias de base da seleção espanhola, ter rodado por alguns clubes do país e ficar desempregado nos últimos meses, assumiu o comando de Guiné-Equatorial. Ele substituirá o brasileiro Gilson Paulo (ex-base do Vasco da Gama), que assumira a equipe em janeiro do ano passado, dias antes da estreia na Copa Africana de Nações, após a saída do francês Henri Michel. No torneio, a seleção - uma das donas da casa, ao lado do Gabão - passou pela fase de grupos e caiu nas quartas de final diante da Costa do Marfim.
Andoni Goikoetxea, vice-campeão da Euro de 1984 como jogador, treinará diversos atletas que atuam na Espanha. Colonizado por espanhóis majoritariamente, o país mantém fortes laços no futebol com a atual campeã do mundo. Entre os selecionáveis guinéu-equatorianos, o mais conhecido sem dúvida alguma é Javier Balboa, ex-Real Madrid e Benfica, atualmente no Beira-Mar (POR). Além disso, o treinador lidará com uma situação complicada também: a federação local está sendo investigada pela Fifa por causa da naturalização de diversos atletas brasileiros.
Guiné-Equatorial, que não se classificou para a CAN 2013 disputada em janeiro, está no Grupo B das eliminatórias africanas para a Copa do Mundo, ao lado de Tunísia, Serra Leoa e Cabo Verde, e tem apenas um ponto após duas rodadas. Somente o primeiro colocado da chave segue na briga para estar no Brasil em 2014.
Jogo das Estrelas do NBB, um mercado de ilusões
Sinceramente não consigo definir a opinião dos torcedores do basquete brasileiro à respeito do carimbado “Jogo das Estrelas”. Eu possuo uma opinião e isso não vem de agora, já tenho dito e escrito inúmeras vezes o que penso a respeito desse assunto, obviamente que aqui é a primeira vez.
Inicialmente esse evento foi criado pela LNB e, como não poderia deixar de ser, é dirigido pela Rede Globo de televisão. Convem salientar que essa emissora, dona de “quase” tudo no basquete brasileiro, manda e desmanda, inclusive programando ao seu bel prazer a transmissão do evento em rede aberta e ao vivo, simplesmente em um sábado às 10 horas da manhã, quando as suas audiências são baixas e o prejuízo não assusta. Nada mais tranquilo do que colocar o basquete nesse sistema, afinal, como dizem ali dentro, o basquete brasileiro não dá a audiência necessária para exibí-lo de outra forma.
Quando disse acima que a Globo manda em “quase tudo”, é porque ainda não conseguiram abocanhar o campeonato paulista transmitido pela ESPN, o mais importante do Brasil sobre vários aspectos, motivo para um tópico exclusivo, mais tarde escreverei sobre isso.
Voltando ao “Jogo das Estrelas”, a primeira questão que me vem à cabeça é: quem são as estrelas? Os brasileiros ou os estrangeiros? Ou todos? Posso dizer que os brasileiros não são, na minha ótica faltam-lhes honrarias e conquistas internacionais para serem assim considerados. Os estrangeiros muito menos, porque se fossem estrelas não estariam jogando no Brasil com salários ridículos em função do que ganhariam jogando na NBA ou na Europa.
Entendo muito bem que essa chamada é um jogo de marketing, mas quem acompanha o basquete brasileiro sabe do que estou falando. Basta ver o nível técnico/tático do NBB e me digam quem nos encanta à ponto de ser considerado “estrela”. Outra questão: aquilo que vemos é um jogo? Mas que jogo é esse quando as brincadeiras e a forma de jogar contrariam as regras básicas do jogo? Afinal, que tipo de instrução tática os técnicos orientam os seus comandados? Porque o que nós vemos são lança chamas em direção ao aro, imperando acima de tudo o exagerado individualismo com arremessos de 3 pontos, como se aquilo realmente fosse um feito espetacular criado há 29 anos pela Fiba.
Qual bom exemplo ficou para os jovens iniciantes ao verem aquele jogo chamado de espetacular pelos narradores e comentaristas, onde inexistem as defesas e o prazer de pontuar está acima de qualquer vontade de impedir tais proezas. Confesso que assisti apenas o primeiro quarto e o final do jogo, não tive paciência para encarar um minuto a mais. A tal proeza do Brasil vencer os estrangeiros é verdadeira? Isso foi real ou mais uma armação em busca de uma fictícia emoção criada pelo Shamell ao errar de propósito aquele último lance livre? Mais uma jogada de marketing?
Meus amigos, confesso que esse jogo das estrelas não me atrai, não é dessa forma que eu vejo o basquete que eu amo tanto. Vejo ali o menosprezo a uma modalidade carregada de histórias triunfais no cenário nacional e internacional. Aquilo é um verdadeiro “mercado de ilusões”, quando estão vendendo algo que não existe, sem atestado de garantia, quebrou joga fora.
Abraços, prof. Wlamir Marques.
Inicialmente esse evento foi criado pela LNB e, como não poderia deixar de ser, é dirigido pela Rede Globo de televisão. Convem salientar que essa emissora, dona de “quase” tudo no basquete brasileiro, manda e desmanda, inclusive programando ao seu bel prazer a transmissão do evento em rede aberta e ao vivo, simplesmente em um sábado às 10 horas da manhã, quando as suas audiências são baixas e o prejuízo não assusta. Nada mais tranquilo do que colocar o basquete nesse sistema, afinal, como dizem ali dentro, o basquete brasileiro não dá a audiência necessária para exibí-lo de outra forma.
Quando disse acima que a Globo manda em “quase tudo”, é porque ainda não conseguiram abocanhar o campeonato paulista transmitido pela ESPN, o mais importante do Brasil sobre vários aspectos, motivo para um tópico exclusivo, mais tarde escreverei sobre isso.
Voltando ao “Jogo das Estrelas”, a primeira questão que me vem à cabeça é: quem são as estrelas? Os brasileiros ou os estrangeiros? Ou todos? Posso dizer que os brasileiros não são, na minha ótica faltam-lhes honrarias e conquistas internacionais para serem assim considerados. Os estrangeiros muito menos, porque se fossem estrelas não estariam jogando no Brasil com salários ridículos em função do que ganhariam jogando na NBA ou na Europa.
Divulgação
Shamell errou de propósito, se deu mal, e time dos brasileiros venceu de novo o Jogo das Estrelas do NBB
Entendo muito bem que essa chamada é um jogo de marketing, mas quem acompanha o basquete brasileiro sabe do que estou falando. Basta ver o nível técnico/tático do NBB e me digam quem nos encanta à ponto de ser considerado “estrela”. Outra questão: aquilo que vemos é um jogo? Mas que jogo é esse quando as brincadeiras e a forma de jogar contrariam as regras básicas do jogo? Afinal, que tipo de instrução tática os técnicos orientam os seus comandados? Porque o que nós vemos são lança chamas em direção ao aro, imperando acima de tudo o exagerado individualismo com arremessos de 3 pontos, como se aquilo realmente fosse um feito espetacular criado há 29 anos pela Fiba.
Qual bom exemplo ficou para os jovens iniciantes ao verem aquele jogo chamado de espetacular pelos narradores e comentaristas, onde inexistem as defesas e o prazer de pontuar está acima de qualquer vontade de impedir tais proezas. Confesso que assisti apenas o primeiro quarto e o final do jogo, não tive paciência para encarar um minuto a mais. A tal proeza do Brasil vencer os estrangeiros é verdadeira? Isso foi real ou mais uma armação em busca de uma fictícia emoção criada pelo Shamell ao errar de propósito aquele último lance livre? Mais uma jogada de marketing?
Meus amigos, confesso que esse jogo das estrelas não me atrai, não é dessa forma que eu vejo o basquete que eu amo tanto. Vejo ali o menosprezo a uma modalidade carregada de histórias triunfais no cenário nacional e internacional. Aquilo é um verdadeiro “mercado de ilusões”, quando estão vendendo algo que não existe, sem atestado de garantia, quebrou joga fora.
Abraços, prof. Wlamir Marques.
flamengo jogol mal mesmo
O Flamengo jogava pelo inpato mais não jogou nadinha mereceu perde foi totalmente dominado e se continua a sim flamengo vai cai serie B tem e flamengo tem que canha segundo turno pra canha o caeioca
domingo, 3 de março de 2013
Potiguar
| 17h00 América-RN 1x3 Coríntians-RN |
| 17h00 Santa Cruz-RN 1x1 Alecrim |
| 17h00 Potiguar de Mossoró 1x0 ABC |
| 17h00 Assu 4x2 Baraúnas-RN |
Argentino
| 17h00 Godoy Cruz 0x0 Argentinos Juniors |
| 17h00 San Lorenzo 2x0 River Plate |
| 17h00 Tigre 2x1 All Boys |
| 19h10 Racing Club 0x0 Lanús |
| 20h15 Boca Juniors 1x3 Unión |
Pernambucano
| 16h00 Santa Cruz-PE 0x1 Salgueiro |
| 16h00 Central 0x1 Sport |
| 16h00 Belo Jardim 1x1 Porto-PE |
| 16h00 Pesqueira 1x2 Serra Talhada |
| 16h00 Petrolina 2x3 Ypiranga-PE |
Paulista
| 16h00 Santos 0x0 Corinthians |
| 18h30 Penapolense 0x2 São Paulo |
| 18h30 Guarani 0x2 Mogi Mirim |
| 18h30 São Bernardo 2x0 Ituano |
Paranaense
| 16h00 Londrina-PR 0x1 Coritiba |
| 16h00 Paraná Clube 2x1 Paranavaí |
| 16h00 Rio Branco-PR 0x0 Arapongas |
| 16h00 Nacional-PR 1x3 Cianorte |
| 16hh0 Toledo-PR 1x1 J.Malucelli |
Mineiro
| 16h00 Atlético-MG 3x1 Guarani-MG |
| 16h00 Villa Nova-MG 3x1 Boa Esporte Clube |
| 18h30 Tupi 1x1 América-MG |
Goiano
| 16h00 Aparecidense 3x0 Itumbiara |
| 16h00 Atlético-GO 3x0 CRAC-GO |
| 16h00 Rio Verde 1x2 Goianésia |
| 16h00 Vila Nova-GO 1x2 Grêmio-GO |
Catarinense
| 16h00 Hermann Aichinger 1x1 Chapecoense |
| 16h00 Camboriú 0x1 Avaí |
| 16h00 Joinville 1x1 Guarani-SC |
| 18h30 Metropolitano-SC 2x1 Criciúma |
Baiano
| 15h00 Jacuipense x1 Juazeiro |
| 16h00 Atlético-BA 1x3 Vitória da Conquista |
| 16h00 Serrano 1x1 Bahia de Feira |
| 16h00 Juazeirense 1x1 Botafogo-BA |
Português
| 13h00 Gil Vicente 1x2 Nacional da Madeira |
| 13h00 Rio Ave 0x2 Estoril |
| 13h00 Marítimo 1x1 Moreirense |
| 16h30 Beira-Mar 0x1 Benfica |
Italiano
| 08h30 Torino 0x0 Palermo |
| 11h00 Siena 0x2 Atalanta |
| 11h00 Bologna 3x0 Cagliari |
| 11h00 Fiorentina 2x1 Chievo Verona |
| 11h00 Catania 2x3 Internazionale |
| 11h00 Sampdoria 1x0 Parma |
| 11h00 Pescara 0x1 Udinese |
| 16h45 Roma 3x1 Genoa |
Espanhol
| 08h00 Granada-ESP 1x2 Mallorca |
| 13h00 Espanyol 0x0 Valladolid |
| 15h00 Málaga 0x0 Atlético de Madri |
| 17h00 Real Sociedad 3x3 Betis |
Na força de Natália e Sarah Pavan, Rio vence fora e chega à semifinal
O Rio de Janeiro usou toda a experiência de seu elenco estrelado e derrotou o Rio do Sul, por 3 sets 0, parciais de 25/15, 25/13 e 25/17. Com a vitória em Santa Catarina, a equipe eliminou a necessidade da terceira partida, já que havia vencido em casa, e chegou às semifinais da Superliga feminina de vôlei. Tranquilo, o time de Bernardinho dominou, sem grandes dificuldades, apesar do apoio aos rivais nas arquibancadas.
Além dos bons ataques e muitos pontos de Sarah Pavan e Natália, as defesas de Fabi e a experiência de Fofão e Valeskinha ajudaram. Pelo rival, Elis tentou bastante. Edna e Neneca demonstraram qualidade no saque, mas não foi o suficiente. O Troféu Viva Vôlei, dado à melhor jogadora da partida, foi para a canadense Sarah Pavan, que fez 14 pontos.
O adversário do Rio de Janeiro sairá do duelo decisivo entre Praia Clube x Sesi, que acontece na próxima segunda, às 18h30m (de Brasília). Nesta sexta, o time de Uberlândia derrotou as paulistas, que tinham vencido no primeiro confronto, e forçou o jogo decisivo. O SporTV transmite.
Além dos bons ataques e muitos pontos de Sarah Pavan e Natália, as defesas de Fabi e a experiência de Fofão e Valeskinha ajudaram. Pelo rival, Elis tentou bastante. Edna e Neneca demonstraram qualidade no saque, mas não foi o suficiente. O Troféu Viva Vôlei, dado à melhor jogadora da partida, foi para a canadense Sarah Pavan, que fez 14 pontos.
O adversário do Rio de Janeiro sairá do duelo decisivo entre Praia Clube x Sesi, que acontece na próxima segunda, às 18h30m (de Brasília). Nesta sexta, o time de Uberlândia derrotou as paulistas, que tinham vencido no primeiro confronto, e forçou o jogo decisivo. O SporTV transmite.
Bem no bloqueio, Rio de Janeiro domina no primeiro set
Mesmo com a torcida adversária vaiando, o Rio de Janeiro começou com tudo no ginásio em Santa Catarina, diante do Rio do Sul. Com muita tranquilidade, as cariocas brilharam, principalmente no bloqueio. Foram oito pontos no fundamento contra três do time da casa. A líbero Fabi foi muito bem, assim como Sarah Pavan. Ela terminou a primeira fase da Superliga como melhor pontuadora, tendo marcado 236 pontos. A parcial ficou em 25 a 15.
Cariocas começam desatentas, mas se recuperam e vencem
A desatenção tomou conta das cariocas nos primeiros pontos do segundo set. A tranquilidade não era a mesma da primeira etapa, refletindo inclusive em Bernardinho, que estava calmo até então. Mas a qualidade técnica do Rio era superior e, aos poucos, falou mais alto.
Mesmo com a torcida adversária vaiando, o Rio de Janeiro começou com tudo no ginásio em Santa Catarina, diante do Rio do Sul. Com muita tranquilidade, as cariocas brilharam, principalmente no bloqueio. Foram oito pontos no fundamento contra três do time da casa. A líbero Fabi foi muito bem, assim como Sarah Pavan. Ela terminou a primeira fase da Superliga como melhor pontuadora, tendo marcado 236 pontos. A parcial ficou em 25 a 15.
Cariocas começam desatentas, mas se recuperam e vencem
A desatenção tomou conta das cariocas nos primeiros pontos do segundo set. A tranquilidade não era a mesma da primeira etapa, refletindo inclusive em Bernardinho, que estava calmo até então. Mas a qualidade técnica do Rio era superior e, aos poucos, falou mais alto.
Um dos destaques do Rio do Sul no torneio, a ponteira Elis arriscou bastante, mas teve alguns erros. Segunda melhor sacadora da competição, Edna foi bem, mas não o suficiente para derrubar as cariocas. O ataque carioca forçou as jogadas em cima da meio de rede Paula Barros, com Natáli e Sarah Pavan. E deu certo. O placar terminou em 25 a 13.
Time da casa começa melhor, mas Rio melhora e fica na ponta até o fim
O Rio começou a terceira etapa na frente, até que Neneca foi para o saque. A ponteiro demonstrou um vasto repertório e conseguiu empatar o placar em 7/7. Depois, passou a frente em 12/11, com Elis embalada pelos gritos da torcida caseira. Depois, Valeskinha fez pelo meio, e o Rio do Sul errou a diagonal, deixando as cariocas na frente no placar. A partir daí, elas não perderam mais a dianteira. Fofão trabalhou bastante, novamente, com Sarah Pavan e Natália. No fim, fecharam o set, o jogo e garantiram a vaga nas semifinais com 25 a 17, no saque de Fofão.
O Rio começou a terceira etapa na frente, até que Neneca foi para o saque. A ponteiro demonstrou um vasto repertório e conseguiu empatar o placar em 7/7. Depois, passou a frente em 12/11, com Elis embalada pelos gritos da torcida caseira. Depois, Valeskinha fez pelo meio, e o Rio do Sul errou a diagonal, deixando as cariocas na frente no placar. A partir daí, elas não perderam mais a dianteira. Fofão trabalhou bastante, novamente, com Sarah Pavan e Natália. No fim, fecharam o set, o jogo e garantiram a vaga nas semifinais com 25 a 17, no saque de Fofão.
DESTAQUES DO JOGO brilha a estrela Gaúcho Na véspera de chegar aos 60 anos, o técnico acertou ao lançar Dakson e Romário. O primeiro centrou para o segundo empatar a partida e iniciar a virada do time. nome do jogo Dedé Além de cobrir algumas falhas de Renato Silva e ter tirado o time do sufoco no fim da primeira etapa, foi à frente para fazer o gol da vitória e dar presente a Gaúcho. decepção Gum O zagueiro tricolor acabou sendo o ponto fraco da defesa. Falhou em dois gols do Vasco, o primeiro e o terceiro, e comprometeu o sistema defensivo tricolor. A CRÔNICA por GLOBOESPORTE.COM 805 comentários Não podia ser melhor para a torcida do Vasco e o aniversariante de domingo, o técnico Gaúcho. Na véspera de completar 60 anos, o treinador vascaíno mostrou estrela ao mexer bem na equipe no segundo tempo e ver sua equipe devolver às arquibancadas, na noite deste sábado, no Engenhão, os gritos da torcida de "o Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor". Numa partida emocionante, em que chegou a estar perdendo - também de virada - por 2 a 1 aos 34 minutos do segundo tempo, a equipe reagiu e chegou aos 3 a 2, com direito a gol de um outro Romário. saiba mais Clique e leia o tempo real com os lances Confira aqui as atuações do Vasco Leia as atuações do Fluminense O primeiro tempo terminou 0 a 0, o que já dava ao Vasco a vaga na final da Taça GB, por melhor campanha no primeiro turno do Campeonato Carioca. Mas o grande destaque ficou por conta da segunda etapa, quando Bernardo abriu o placar aos 24 minutos. O Flu reagiu e fez 2 a 1 com Thiago Neves e Wellington Nem. Foi quando Gaúcho, ex-jogador do clube nos anos 1970 e 1980, lembrou da velha garra cruz-maltina nos momentos fdifíceis e injetou sangue novo. Dakson, 25 anos, e Romário, 20, entraram. O primeiro cruzou para o outro empatar. Depois, coube a Dedé, zagueiro como Gaúcho já fora um dia, fazer o gol da vitória com sabor especial. O zagueiro cruz-maltino foi um dos destaques desse triunfo que deixa o time na briga para encerrar um jejum de nove anos sem conquistar um turno sequer. Após assegurar vaga na final da Taça Guanabara no próximo domingo, agora aguarda o vencedor de Flamengo x Botafogo, que se enfrentam neste domingo, também no Engenhão. - Estou feliz não pelo individual, mas pelo grupo. Começamos como a quarta força do Estado do Rio, hoje já não somos mais a quarta força, estamos brigando para ser a primeira - afirmou Dedé
DESTAQUES DO JOGO
- brilha a estrelaGaúchoNa véspera de chegar aos 60 anos, o técnico acertou ao lançar Dakson e Romário. O primeiro centrou para o segundo empatar a partida e iniciar a virada do time.
- nome do jogoDedéAlém de cobrir algumas falhas de Renato Silva e ter tirado o time do sufoco no fim da primeira etapa, foi à frente para fazer o gol da vitória e dar presente a Gaúcho.
- decepçãoGumO zagueiro tricolor acabou sendo o ponto fraco da defesa. Falhou em dois gols do Vasco, o primeiro e o terceiro, e comprometeu o sistema defensivo tricolor.
A CRÔNICA
por GLOBOESPORTE.COM
805 comentários
Não podia ser melhor para a torcida do Vasco e o aniversariante de domingo, o técnico Gaúcho. Na véspera de completar 60 anos, o treinador vascaíno mostrou estrela ao mexer bem na equipe no segundo tempo e ver sua equipe devolver às arquibancadas, na noite deste sábado, no Engenhão, os gritos da torcida de "o Vasco é o time da virada, o Vasco é o time do amor". Numa partida emocionante, em que chegou a estar perdendo - também de virada - por 2 a 1 aos 34 minutos do segundo tempo, a equipe reagiu e chegou aos 3 a 2, com direito a gol de um outro Romário.
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O primeiro tempo terminou 0 a 0, o que já dava ao Vasco a vaga na final da Taça GB, por melhor campanha no primeiro turno do Campeonato Carioca. Mas o grande destaque ficou por conta da segunda etapa, quando Bernardo abriu o placar aos 24 minutos. O Flu reagiu e fez 2 a 1 com Thiago Neves e Wellington Nem. Foi quando Gaúcho, ex-jogador do clube nos anos 1970 e 1980, lembrou da velha garra cruz-maltina nos momentos fdifíceis e injetou sangue novo. Dakson, 25 anos, e Romário, 20, entraram. O primeiro cruzou para o outro empatar. Depois, coube a Dedé, zagueiro como Gaúcho já fora um dia, fazer o gol da vitória com sabor especial.
O zagueiro cruz-maltino foi um dos destaques desse triunfo que deixa o time na briga para encerrar um jejum de nove anos sem conquistar um turno sequer. Após assegurar vaga na final da Taça Guanabara no próximo domingo, agora aguarda o vencedor de Flamengo x Botafogo, que se enfrentam neste domingo, também no Engenhão.
- Estou feliz não pelo individual, mas pelo grupo. Começamos como a quarta força do Estado do Rio, hoje já não somos mais a quarta força, estamos brigando para ser a primeira - afirmou Dedé
Pinheiros dá aula de bloqueio, vence Campinas no tie-break e força 3º jogo
Helen, pelo Pinheiros, e Vasileva, por Campinas, estavam inspiradas no ataque, mas o diferencial do duelo entre os times na noite deste sábado, em São Paulo, foi o bloqueio do Pinheiros. O paredão azul rendeu quase um set inteiro. Com 23 pontos no fundamento, as paulistanas venceram no tie-break (31/29, 25/14, 16/25, 23/25 e 15/11), em 2h24 de partida, e forçaram o terceiro jogo das quartas de final da Superliga feminina (veja os pontos ao lado).
As equipes decidem a vaga terça-feira, na Arena Concórdia, às 21h. Campinas tem a vantagem de atuar em casa por ter feito melhor campanha na primeira fase. Osasco, que despachou Minas em duas confrontos, espera o vencedor. Do outro lado, Rio de Janeiro também aguarda o quem passar de Sesi e Praia Clube, que estão empatados em 1 a 1.
Helen foi eleita a melhor em quadra. Com 26 pontos, ela liderou o Pinheiros no ataque e só ficou atrás de Vasileva, que terminou com 27 acertos - o recorde da atual edição é 36, de Fernanda Garay, do Osasco. Na defesa, Lara e Carol, com cinco bloqueios cada, ditaram o ritmo das donas da casa. O técnico José Roberto Guimarães reconheceu a superioridade do adversário e considerou justo o resultado, que encerra um tabu. Foi a primeira derrota do Campinas para o rival em sete encontros.
- O Pinheiros foi melhor. Teve mais volume de jogo, bloqueou muito. Elas estão de parabéns pelo trabalho e pela coragem que estão tendo - afirmou o comandante do Campinas.
O jogo
Campinas deu a impressão que dominaria o primeiro set do início ao fim. Logo de cara, abriu boa vantagem. Com 14/9 na frente, porém, a equipe errou duas bolas e permitiu a reação do Pinheiros. A partir daí, a perseguição das paulistas foi intensa até empatar em 23/23, com um bloqueio de Carol em Pri Daroit. Carol também colocou as donas da casa com o set point ao aproveitar um erro de recepção de Ramírez.
Na hora do aperto, a levantadora Priscila Heldes apostou nas centrais Walewska e Andressa e na búlguara Vasileva para manter Campinas viva. Mas uma nova falha de Ramírez definiu a parcial para Pinheiros: 31/29.
ficou para terça (Foto: Felipe Christ / Vôlei Amil)
O equilíbrio visto no primeiro set passou longe na sequência. Abalada pelos erros decisivos, Ramírez não voltou bem e deu lugar para Rosamaria. De nada adiantou. Com uma aula de bloqueio, o Pinheiros dominou as comandas de José Roberto Guimarães. A defesa impecável do Pinheiros foi minando as opções ofensivas do Campinas. O placar apontava para um passeio das paulistanas. Um ataque de Helen garantiu o 2 a 0 no placar em 25/14.
O massacre e a necessidade de reagir fizeram Campinas acordar. Fizeram Ramírez despertar. Ao lado de Vasileva, que manteve o ritmo dos sets anteriores, a cubana liderou o ataque campineiro. Desta vez, o massacre foi do outro lado. Campinas ignorou o bloqueio do Pinheiros e sobreviveu ao fazer 25/16.
A vitória deu moral ao Campinas para o quarto set. Mas Pinheiros não se deixou abater, e o equilíbrio voltou a aparecer no confronto. Quando Campinas abriu larga vantagem, Pinheiros foi buscar. As equipes trocaram pontos na reta final, até Campinas embalar e fechar em 25/23. No tie-break, o bloqueio do Pinheiros voltou a ser decisivo. As donas da casa chegaram a ficar com 14/8 na frente. Campinas esboçou uma reação, mas Andreia, em um ataque rápido pela ponta, garantiu a vitória. A definição da vaga ficou para terça-feira.
sábado, 2 de março de 2013
Paulista
| 16h00 Bragantino 1x2 Atletico Sorocaba |
| 18h30 Linense 0x0 Ponte Preta |
| 18h30 São Caetano 0x1 Botafogo-SP |
Cearense
| 16h00 Guarani de Juazeiro 0x2Tiradentes - Vila Curuçá |
| 16h00 Guarany de Sobral 3x2 Ferroviário-CE0 |
| 16h00 Crato 2x2 Horizonte-CE |
| 16h00 São Benedito 3x3 Maracanã |
Capixaba
15h00 Rio Branco 0x3 Comilon
17h00 Real Nordeste 0x0 Aracruz
18h00 São Mateus ES 4x1 Vitória ES
17h00 Real Nordeste 0x0 Aracruz
18h00 São Mateus ES 4x1 Vitória ES
Alagoano
| 15h15 Murici 1x1 CSA |
| 15h15 União-AL 0x0 CSE |
| 15h15 Sport Atalaia 1x1 CEO |
| 15h15 Comercial-AL 0x2 Corinthians-AL |
Francês
| 13h00 Reims 1x0 PSG |
| 16h00 Bastia 1x0 Ajaccio |
| 16h00 Lorient 1x1 Valenciennes |
| 16h00 Saint-Etienne 4x0 Nice |
| 16h00 Sochaux 1x2 Nancy |
Inglês
| 12h00 Chelsea 1x0 West Bromwich Albion |
| 12h00 Everton 3x1 Reading |
| 12h00 Manchester United 4x0 Norwich |
| 12h00 Southampton 1x2 QPR |
| 12h00 Stoke City 0x1 West Ham |
| 12h00 Sunderland 2x2 Fulham |
| 12h00 Swansea City 1x0 Newcastle United |
| 14h30 Wigan x Liverpool |
Espanho
| 12h00 Real Madrid 2x1 Barcelona |
| 14h00 La Coruña 0x0 Rayo Vallecano |
| 16h00 Osasuna 0x1 Athletic Bilbao |
| 18h00 Valencia 2x2 Levante |
Alemão
| 11h30 Borussia Dortmund 3x1 Hannover 96 |
| 11h30 Nuremberg 1x1 Freiburg |
| 11h30 Werder Bremen 0x1 Augsburg |
| 11h30 Hamburgo 1x1 Greuther Fürth |
| 11h30 Wolfsburg 1x4 Schalke 04 |
| 14h30 Bayer Leverkusen 2x1 Stuttgar |
Minas luta, mas Sheilla e Jaqueline levam Osasco à semi da Superliga
Durante toda a noite, Lia foi um exemplo de vontade. Vibrava a cada ponto como se fosse o da vitória e tentava de todas as maneiras evitar o que se mostrava inevitável. Mas, do outro lado, o Osasco parecia estar em um treino. Com a tranquilidade de quem tem a consciência de sua força, soube superar o pequeno momento de instabilidade no segundo set e evitar que o Minas aprontasse qualquer surpresa. Soberanas em quadra, Sheilla e Jaqueline lideraram a equipe à vitória por 3 sets a 0, parciais 25/14, 25/23 e 25/17, em Belo Horizonte, e garantiram o lugar na semifinal da Superliga.
Agora, o Osasco espera pela definição das chaves para saber quem enfrentará nas semifinais. O rival sairá do confronto entre Campinas e Pinheiros. A equipe de José Roberto Guimarães venceu a primeira partida e largou na frente no duelo.
O Osasco entrou em quadra sem Fernanda Garay, que sentiu um incômodo muscular durante o aquecimento. Além de Sheilla e Jaqueline, Camila Brait se destacou na vitória e foi eleita a melhor jogadora em quadra.
- O jogo mostrou que não seria fácil. Não foi fácil, no segundo set tivemos altos e baixos, caímos na recepção. Mas conseguimos mudar o quadro. Vamos trabalhar para a próxima partida - disse a líbero.
Do outro lado, a levantadora Claudinha lamentou a exibição do time na primeira partida das quartas de final, na última terça. Mas, apesar disso, reconheceu a força do Osasco.
- É muito triste sair (da Superliga). Desde o começo, tivemos muitos altos e baixos. Era contra um time muito forte. Fizemos o que podíamos, mas não deu. Eu senti vergonha do primeiro jogo, não tenho problemas em dizer isso. Tive vergonha da nossa postura dentro de quadra, que era o que principalmente cobravam de nós. Vitória é conseqüência da nossa postura. Precisamos ter um time guerreiro. Não dá para desistir, afrouxar com time nenhum - disse a levantadora, uma das mais experientes da equipe.
Osasco domina e garante ida às semifinais
A vontade mineira era nítida. A cada ponto, as donas da casa se viam um pouco mais próximas de um milagre. Durante um tempo, com os ataques de Carla e Lia, o Minas até conseguiu se manter no jogo. Mas, aos poucos, o Osasco foi tomando o controle da partida. Jaqueline parecia acertar tudo o que tentava. Samara não sentia o peso de substituir Fernanda Garay e mostrava talento. E, assim, as visitantes logo abriram quatro pontos (12/8).
O técnico Jarbas Soares tentava animar suas jogadoras. Pedia atenção e um pouco mais de capricho nas jogadas. Deu certo. O Minas encostou no momento em que o Osasco se desligou um pouco da partida. Foi a vez de Luizomar de Moura pedir tempo e tentar acertar a casa. Também funcionou. Assim como na primeira partida do confronto, o bloqueio das paulistas impedia qualquer tentativa de reação das rivais. E foi justamente com o fundamento que a equipe fechou o set: 25/14.
O Osasco seguiu com o controle do jogo em suas mãos no início do segundo set. Abriu 6/2 em uma pancada de Sheilla e chegou a 8/5 com Thaísa, indo para o primeiro tempo técnico em vantagem. Mas Lia fazia o possível para impedir que Osasco conseguisse a classificação com tanta facilidade. Bem no ataque e no bloqueio, a oposto levou o Minas ao empate (9/9) e incendiou a equipe.
A partida, então, ficou mais equilibrada. Além de Lia, Carla também mostrava força para guiar o Minas. Depois de um ataque de Jaqueline na antena, a ponteira conseguiu belo ataque e fez o time mineiro chegar a 14/12. Quando Jaqueline voltou a errar um ataque, as donas da casa abriram 16/13, e o técnico Luizomar de Moura pediu tempo.
O Minas, por um período, tomou conta do jogo, animando sua barulhenta torcida. Mas não demorou para que o Osasco recuperasse a calma. Quando Sheilla foi para o saque, as paulistas viraram o jogo e passaram à frente mais uma vez (22/19). O Minas tinha em Lia a sua fonte de superação e, com a oposta carioca, chegou mais uma vez à virada (22/21). Os pontos ficaram ainda mais disputados, e os ralis se estendiam. Mas, em um erro de recepção das mineiras, o Osasco conseguiu fechar: 25/23.
O jogo ficou um pouco mais tenso no terceiro set. O Osasco começou errando mais e cedendo alguns pontos. Mas, em um ataque de Samara, o árbitro viu um desvio no bloqueio de Lia. A levantadora Claudinha reclamou e, por isso, a equipe foi advertida com um cartão amarelo, dando ponto para o Osasco. Com a eliminação cada vez mais próxima, o Minas parecia sem forças para reagir.
Lia e Carla, além de Bárbara, tentavam dar ânimo à equipe, mas de pouco adiantou. Assim como nos outros três jogos entre as equipes na Superliga, o Osasco fechou em 3 sets a 0. Em um ataque para fora de Carla, o Minas se despediu da Superliga, e o Osasco garantiu a classificação com 25/17
sexta-feira, 1 de março de 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Libertadores
| 17h00 Sporting Cristal 2x0 Tigre |
| 19h15 Libertad 2x0 Palmeiras |
| 21h30 São Paulo 2x1 The Strongest |
Saudades você vovó
“Mãe! São três letras apenas as desse nome bendito: três letrinhas nada mais...e nelas cabe o infinito. E palavra tão pequena - confessam mesmo os ateus - é do tamanho do céu! E apenas menor que Deus...” (Mário Quintana)
Hoje 28 de fevereiro bateu no Borjão uma grande saudade da minha querida e saudosa mãe, D. Bárbara Franco da Silveira Borges, conhecida por Sinharinha Borges. Sentir falta é diferente de sentir saudade. A saudade bate, agonia, estremece. A falta congela, chora, entristece. A saudade é a certeza que a pessoa vai voltar. A falta, é o querer ter de volta, mas saber que não vai ter. Ah! Se hoje pudesse abraçá-la e ficar aconchegado em seu corpo ouvindo as batidas fortes do seu coração, mas não posso, a realidade não permite esse meu desejo. Mas tenho a plena certeza que papai Joaquim Borges, os manos Borges Jr (Borjinho) e Angela (Birringa), estarão cantando hoje junto aos anjos os parabéns à Você na Morada do Nosso Senhor.
"Mamãe, cadê o papai,
Que o tempo levou embora?
Mamãe, cadê a senhora?
Ainda sou o seu menino,
Vem cuidar do meu destino
Eu preciso de você."
Que o tempo levou embora?
Mamãe, cadê a senhora?
Ainda sou o seu menino,
Vem cuidar do meu destino
Eu preciso de você."
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