| 20h30 Atlético-GO 0x0 Itumbiara |
| 20h30 Grêmio-GO 2x1 Rio Verde |
| 20h30 Vila Nova-GO 2x2 Aparecidense |
| 22h00 CRAC-GO 1x2 Goiás |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Goiano
Gaúcho
| 17h00 Cruzeiro-RS 0x0 Juventude |
| 17h00 Caxias 3x2 Esportivo-RS |
| 19h00 Passo Fundo 2x3 Santa Cruz-RS |
| 19h30 Grêmio 5x1 São José-RS |
| 20h00 Pelotas 1x0 Veranópolis |
| 20h00 Novo Hamburgo 5x0 Canoas |
| 20h30 Cerâmica 0x1 São Luiz |
| 22h00 Lajeadense 0x1 Internacional |
Paulista
| 17h00 Penapolense 2x1 União Barbarense |
| 17h00 Mogi Mirim 0x1 Ituano |
| 19h30 Linense 2x2 Santos |
| 19h30 São Bernardo 0x3 XV de Piracicaba |
| 19h30 Guarani 3x1 São Caetano |
| 19h30 Bragantino 1x2 Mirassol |
| 19h30 Paulista 0x0 Oeste |
| 22h00 Botafogo-SP 0x0 Corinthians |
| 22h00 São Paulo 0x0 Ponte Preta |
Paranaense
| 16h30 Atlético-PR 0x0 Paranavaí |
| 20h30 Arapongas 0x0 Toledo-PR |
| 20h30 Rio Branco-PR 0x2 J.Malucelli |
| 22h00 Cianorte 1x1 Londrina-PR |
| 22h00 Operário 1x1 Paraná Clube |
| 22h00 Coritiba 2x0 Nacional-PR |
Alagoano
| 16h15 Comercial-AL 0x1 Sport Atalaia |
| 21h00 Murici 4x0 União-AL |
| 21h00 CSE 2x0 Corinthians-AL |
Baiano
| 16h00 Jacuipense 2x1 Bahia de Feira |
| 17h00 Botafogo-BA 3x1 Fluminense-BA |
| 21h30 Vitória da Conquista 0x1 Juazeiro |
| 21h30 Juazeirense 1x1 Serran |
Amistosos
| 15h00 Chile 2x1 Egito |
| 16h00 Espanha 3x1 Uruguai |
| 16h15 Turquia 0x2 Rep. Tcheca |
| 17h30 Brasil 1x2 Inglaterra |
| 17h30 Holanda 1x1 Itália |
| 17h30 Suécia 2x3 Argentina |
| 18h00 França 2x1 Alemanha |
| 18h45 Portugal 2x3 Equador |
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Especial - Grandes cariocas começam a sair do 'rascunho'
Botafogo x Fluminense e Flamengo x Vasco seriam hoje as semifinais da Taça Guanabara. Grandes novamente absolutos no Carioca. Não sem sustos e tropeços.
A notícia importante para as quatro maiores torcidas do Rio de Janeiro, porém, é que em cinco rodadas os times começam a ajustar elencos e ensaiar formações titulares para as competições mais importantes da temporada. Uns mais, outros menos.
O Olho Tático analisa a evolução de cada equipe até agora e vislumbra formações com todas as peças disponíveis. A ordem segue as campanhas no torneio regional.
FLAMENGO
O último a apresentar reforços de peso apostou de início nos jovens da base para formar o quarteto ofensivo do 4-2-3-1. Rafinha e Nixon pelos lados, Rodolfo por dentro atrás de Hernande, opção única de referência no ataque após as saídas de Love e Liédson. Na defesa, a base do ano passado, com Felipe no gol, Léo Moura, Renato Santos, González e Ramon.
Naturalmente, o time de Dorival Júnior sentiu a curta pré-temporada, o desentrosamento, a inexperiência dos novos titulares e, impossível negar, a queda técnica. Mas, com exceção do empate por 1 a 1 em Conselheiro Galvão com o Madureira, o Fla venceu na fibra os times de menor investimento. Também estreou Elias e João Paulo nas vagas de Rodolfo e Ramon no 1 a 0 sobre o Volta Redonda.
Nos 4 a 2 sobre o Vasco, um Rafinha irresistível na velocidade foi o destaque. Mas Dorival efetuou mudança sutil no desenho tático. Alinhou Elias a Ibson à frente de Cáceres e reforçou o trabalho dos ponteiros, com e sem a bola. O 4-3-3 funcionou diante de um adversário frágil na marcação e sobrou na rapidez dos contragolpes.
No entanto, diante do Nova Iguaçu o time rubro-negro ficou engessado. Ibson e Elias tentaram aparecer na área se juntando a Hernane, Rafinha e Nixon buscaram as infiltrações em diagonal. Mas com defesa postada e o centroavante errando a maioria das jogadas de pivô, o time foi previsível sem o contra-ataque. A vitória que consolidou a melhor campanha em cinco rodadas foi construída novamente no abafa e no quinto gol do camisa nove que até aqui compensa o tosco nível técnico com luta e presença de área.
Com Gabriel e Carlos Eduardo e enquanto o atacante mais qualificado prometido pela nova diretoria não vem, é possível imaginar um Flamengo no mesmo 4-3-3. Dorival pretende aproveitar os novos contratados atuando abertos. Ganha qualidade, mas perde rapidez.
O técnico pode arriscar esquema sem centroavante sacando Hernane, centralizando Carlos Eduardo como uma espécie de “falso nove” e abrindo Gabriel e Rafinha. Opções de um time que vai ganhando forma em ambiente político mais tranquilo e otimista.
BOTAFOGO
Oswaldo de Oliveira segue convicto da eficiência do imutável 4-2-3-1, mesmo contestado por boa parte da torcida. Mas se não altera a base tática, o treinador roda o elenco. Por necessidade, mas também buscando a melhor formação.
Na retaguarda, Jefferson, Antonio Carlos e Marcio Azevedo seguem absolutos. Bolívar agrega experiência e gols - já marcou três, inclusive no 1 a 1 contra o Fluminense. Mas a zaga ficou mais lenta, um perigo na cobertura de laterais ofensivos. Apesar da trágica participação no Sul-Americano Sub-20, Dória deve ganhar oportunidades no futuro. Na direita, o jovem Gilberto mostrou potencial e Lucas voltou na última rodada. Do lado oposto, o reforço Julio César segue na reserva.
FLUMINENSE
Assim como no ano passado, o Fluminense prioriza a Libertadores. Decisão óbvia e inquestionável, mas que não torna o atual campeão carioca e brasileiro menos favorito à 32ª conquista estadual.
É o elenco mais qualificado com alguma folga que permite iniciar a campanha com reservas e inserir os titulares aos poucos, além de testar variações táticas.
O 3-3-3-1 prometido por Abel Braga no Papo Tático, na prática, só foi utilizado nos 2 a 0 sobre o Nova Iguaçu na estreia. Mas com os reservas. Nas demais partidas, o mesmo 4-3-3 com variações para o losango no meio-campo ou o 4-2-3-1. No entanto, o time demonstra uma maior preocupação em ficar com a bola, valorizar a posse para não sofrer tanta pressão dos oponentes nem dar enorme trabalho a Cavalieri.
Os reforços são pontuais: Wellington Silva e Monzón são boas reposições para as laterais, Felipe chega para alternar com Deco como armador e Rhayner é alternativa como homem de movimentação na frente. Por ora, mais não é preciso.
Porque os grandes trunfos do tricolor são a excelência e o entrosamento de sua base, que ainda não terá Gum e Deco, em fase final de recuperação de lesões, no início do torneio continental.
Mas como não respeitar, e muito, um time com Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Felipe ou Wagner; Wellington Nem, Fred e Thiago Neves? Se souber dosar energias e peças, sem erros imperdoáveis como estourar Deco numa final de Carioca resolvida e perdê-lo contra o Boca Juniors, o Flu pode virar o semestre com duas taças.
VASCO
A pior campanha entre os grandes cariocas até agora não seria nenhuma surpresa para o Vasco repleto de baixas no elenco e imerso em problemas financeiros e políticos. Mas o início promissor e a proposta de jogo moderna, mais que as quatro vitórias iniciais, incluindo o 1 a 0 sobre o Ajax na despedida de Pedrinho, alimentaram esperanças de dias melhores em São Januário.
O losango do período de treinamentos em Pinheiral e do amistoso festivo se transformou em 4-2-3-1 de intensa movimentação e forte trabalho coletivo na estreia contra o Boavista. Os 3 a 0 foram modestos para tamanha superioridade técnica e numérica em todos os setores.
O time cruzmaltino avançava e dobrava a marcação, recuperava a bola, saía com toque fácil dos volantes Pedro Ken e Fillipe Soutto e surpreendia na frente com a rotação de Carlos Alberto, Eder Luís e Bernardo.
A notícia importante para as quatro maiores torcidas do Rio de Janeiro, porém, é que em cinco rodadas os times começam a ajustar elencos e ensaiar formações titulares para as competições mais importantes da temporada. Uns mais, outros menos.
O Olho Tático analisa a evolução de cada equipe até agora e vislumbra formações com todas as peças disponíveis. A ordem segue as campanhas no torneio regional.
FLAMENGO
O último a apresentar reforços de peso apostou de início nos jovens da base para formar o quarteto ofensivo do 4-2-3-1. Rafinha e Nixon pelos lados, Rodolfo por dentro atrás de Hernande, opção única de referência no ataque após as saídas de Love e Liédson. Na defesa, a base do ano passado, com Felipe no gol, Léo Moura, Renato Santos, González e Ramon.
Naturalmente, o time de Dorival Júnior sentiu a curta pré-temporada, o desentrosamento, a inexperiência dos novos titulares e, impossível negar, a queda técnica. Mas, com exceção do empate por 1 a 1 em Conselheiro Galvão com o Madureira, o Fla venceu na fibra os times de menor investimento. Também estreou Elias e João Paulo nas vagas de Rodolfo e Ramon no 1 a 0 sobre o Volta Redonda.
Nos 4 a 2 sobre o Vasco, um Rafinha irresistível na velocidade foi o destaque. Mas Dorival efetuou mudança sutil no desenho tático. Alinhou Elias a Ibson à frente de Cáceres e reforçou o trabalho dos ponteiros, com e sem a bola. O 4-3-3 funcionou diante de um adversário frágil na marcação e sobrou na rapidez dos contragolpes.
Olho Tático
Na vitória sobre o Vasco, Rafinha voou pelos flancos no 4-3-3 armado por Dorival alinhando Elias e Ibson.
No entanto, diante do Nova Iguaçu o time rubro-negro ficou engessado. Ibson e Elias tentaram aparecer na área se juntando a Hernane, Rafinha e Nixon buscaram as infiltrações em diagonal. Mas com defesa postada e o centroavante errando a maioria das jogadas de pivô, o time foi previsível sem o contra-ataque. A vitória que consolidou a melhor campanha em cinco rodadas foi construída novamente no abafa e no quinto gol do camisa nove que até aqui compensa o tosco nível técnico com luta e presença de área.
Com Gabriel e Carlos Eduardo e enquanto o atacante mais qualificado prometido pela nova diretoria não vem, é possível imaginar um Flamengo no mesmo 4-3-3. Dorival pretende aproveitar os novos contratados atuando abertos. Ganha qualidade, mas perde rapidez.
O técnico pode arriscar esquema sem centroavante sacando Hernane, centralizando Carlos Eduardo como uma espécie de “falso nove” e abrindo Gabriel e Rafinha. Opções de um time que vai ganhando forma em ambiente político mais tranquilo e otimista.
Olho Tático
Uma formação ofensiva possível, sem centroavante mas com muita velocidade.
BOTAFOGO
Oswaldo de Oliveira segue convicto da eficiência do imutável 4-2-3-1, mesmo contestado por boa parte da torcida. Mas se não altera a base tática, o treinador roda o elenco. Por necessidade, mas também buscando a melhor formação.
Na retaguarda, Jefferson, Antonio Carlos e Marcio Azevedo seguem absolutos. Bolívar agrega experiência e gols - já marcou três, inclusive no 1 a 1 contra o Fluminense. Mas a zaga ficou mais lenta, um perigo na cobertura de laterais ofensivos. Apesar da trágica participação no Sul-Americano Sub-20, Dória deve ganhar oportunidades no futuro. Na direita, o jovem Gilberto mostrou potencial e Lucas voltou na última rodada. Do lado oposto, o reforço Julio César segue na reserva.
Olho Tático
No clássico contra o Fluminense, Botafogo ainda sem Seedorf, mas no imutável 4-2-3-1.
Marcelo Mattos protege a defesa, mas sai para o jogo com experiência, passe certo e chutes perigosos de fora da área. Renato completaria a dupla de volantes, não fosse a contusão logo na estreia. Oswaldo dá oportunidades a Jadson, mas tenta encaixar Fellype Gabriel na função, como fez em alguns jogos no ano passado.É solução que qualifica a saída de bola e pode funcionar se todos colaborarem na recomposição.
Por isso a escolha do uruguaio Lodeiro e de Vitinho, mais um oriundo da base alvinegra, como os meias pelos lados nos últimos jogos. O primeiro é mais incisivo na frente, o segundo tem mais atribuições defensivas.
Andrezinho cumpriu com correção o papel de articulador central até o retorno de Seedorf, líder e imagem do Botafogo atual. O holandês cria, finaliza, comove pela dedicação e comanda o time através do exemplo.Foi às redes três vezes contra o Macaé e pode ser fator de desequilíbrio nos momentos decisivos.
Bruno Mendes é outro que vai se reencontrando após a traumática experiência com a camisa verde e amarela na Argentina. O entendimento com Seedorf e Lodeiro é crescente e o instinto e o feeling de artilheiro vão voltando aos poucos. Henrique, campeão mundial sub-20 em 2011, ainda não correspondeu, o que prova que manter o camisa sete foi um dos principais reforços para 2013.
Por isso a escolha do uruguaio Lodeiro e de Vitinho, mais um oriundo da base alvinegra, como os meias pelos lados nos últimos jogos. O primeiro é mais incisivo na frente, o segundo tem mais atribuições defensivas.
Andrezinho cumpriu com correção o papel de articulador central até o retorno de Seedorf, líder e imagem do Botafogo atual. O holandês cria, finaliza, comove pela dedicação e comanda o time através do exemplo.Foi às redes três vezes contra o Macaé e pode ser fator de desequilíbrio nos momentos decisivos.
Bruno Mendes é outro que vai se reencontrando após a traumática experiência com a camisa verde e amarela na Argentina. O entendimento com Seedorf e Lodeiro é crescente e o instinto e o feeling de artilheiro vão voltando aos poucos. Henrique, campeão mundial sub-20 em 2011, ainda não correspondeu, o que prova que manter o camisa sete foi um dos principais reforços para 2013.
Olho Tático
Lodeiro e Vitinho marcam e atacam pelos lados dando liberdade a Seedorf, que se aproxima de Bruno Mendes.
FLUMINENSE
Assim como no ano passado, o Fluminense prioriza a Libertadores. Decisão óbvia e inquestionável, mas que não torna o atual campeão carioca e brasileiro menos favorito à 32ª conquista estadual.
É o elenco mais qualificado com alguma folga que permite iniciar a campanha com reservas e inserir os titulares aos poucos, além de testar variações táticas.
O 3-3-3-1 prometido por Abel Braga no Papo Tático, na prática, só foi utilizado nos 2 a 0 sobre o Nova Iguaçu na estreia. Mas com os reservas. Nas demais partidas, o mesmo 4-3-3 com variações para o losango no meio-campo ou o 4-2-3-1. No entanto, o time demonstra uma maior preocupação em ficar com a bola, valorizar a posse para não sofrer tanta pressão dos oponentes nem dar enorme trabalho a Cavalieri.
Olho Tático
O 3-3-3-1 prometido por Abel só foi utilizado na estreia e com reservas.
Os reforços são pontuais: Wellington Silva e Monzón são boas reposições para as laterais, Felipe chega para alternar com Deco como armador e Rhayner é alternativa como homem de movimentação na frente. Por ora, mais não é preciso.
Porque os grandes trunfos do tricolor são a excelência e o entrosamento de sua base, que ainda não terá Gum e Deco, em fase final de recuperação de lesões, no início do torneio continental.
Mas como não respeitar, e muito, um time com Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Felipe ou Wagner; Wellington Nem, Fred e Thiago Neves? Se souber dosar energias e peças, sem erros imperdoáveis como estourar Deco numa final de Carioca resolvida e perdê-lo contra o Boca Juniors, o Flu pode virar o semestre com duas taças.
Olho Tático
Sem Deco e Gum, o provável Fluminense da estreia da Libertadores no habitual 4-3-3.
VASCO
A pior campanha entre os grandes cariocas até agora não seria nenhuma surpresa para o Vasco repleto de baixas no elenco e imerso em problemas financeiros e políticos. Mas o início promissor e a proposta de jogo moderna, mais que as quatro vitórias iniciais, incluindo o 1 a 0 sobre o Ajax na despedida de Pedrinho, alimentaram esperanças de dias melhores em São Januário.
O losango do período de treinamentos em Pinheiral e do amistoso festivo se transformou em 4-2-3-1 de intensa movimentação e forte trabalho coletivo na estreia contra o Boavista. Os 3 a 0 foram modestos para tamanha superioridade técnica e numérica em todos os setores.
O time cruzmaltino avançava e dobrava a marcação, recuperava a bola, saía com toque fácil dos volantes Pedro Ken e Fillipe Soutto e surpreendia na frente com a rotação de Carlos Alberto, Eder Luís e Bernardo.
Olho Tático
Na boa estreia do Estadual, time envolvente e com muita mobilidade no ataque.
A disciplina no combate não foi a mesma nos 4 a 2 sobre Macaé e Resende. Sem um time dividido entre marcadores e criadores, todos devem participar nas transições ofensivas e defensivas, compactando as linhas e controlando o jogo.
Tudo que a equipe de Gaúcho não fez em outro jogo de seis gols, só que em duro revés para o maior rival. Mesmo sem Carlos Alberto, o Vasco concluiu 23 vezes contra 12 do Flamengo, mas deixou espaços demais às costas dos improvisados Abuda e Wendel e o frágil André Ribeiro sobrecarregou um Dedé que sequer lembra o zagueiro soberano de 2011.
Diante do Bangu, a estreia de Nei, ex-Internacional, com a volta de Abuda à frente da zaga e atrás de Ken e Soutto em um losango com Bernardo na ligação. Pouco adiantou defensivamente, mais uma prova de que volante "pegador" não garante retaguarda sólida. Óbvio que o time foi menos fustigado por um adversário mais fraco e dominou a partida, mas expôs novamente Dedé contra um atacante rápido. Gol de Hugo e início de crise de time e clube que não podem perder o rumo.
Tudo que a equipe de Gaúcho não fez em outro jogo de seis gols, só que em duro revés para o maior rival. Mesmo sem Carlos Alberto, o Vasco concluiu 23 vezes contra 12 do Flamengo, mas deixou espaços demais às costas dos improvisados Abuda e Wendel e o frágil André Ribeiro sobrecarregou um Dedé que sequer lembra o zagueiro soberano de 2011.
Diante do Bangu, a estreia de Nei, ex-Internacional, com a volta de Abuda à frente da zaga e atrás de Ken e Soutto em um losango com Bernardo na ligação. Pouco adiantou defensivamente, mais uma prova de que volante "pegador" não garante retaguarda sólida. Óbvio que o time foi menos fustigado por um adversário mais fraco e dominou a partida, mas expôs novamente Dedé contra um atacante rápido. Gol de Hugo e início de crise de time e clube que não podem perder o rumo.
Olho Tático
Com Nei e Yotún nas laterais e um zagueiro ao lado de Dedé, Vasco pode reorganizar a defesa e voltar a equilibrar a equipe.
Depois da avalanche, Oswaldo de Oliveira é o alvo do politicamente correto e dos coveiros do futebol
Primeiro foi a avalanche da torcida do Grêmio, que tentam banir do novo estádio do tricolor gaúcho — o blog abordou o tema, clique aqui e leia. Tentam acabar com a festa, embora ninguém defenda que no Rock in Rio o público fica sentadinho em cadeiras no show do Iron Maiden. Agora é o técnico Oswaldo de Oliveira que entra na mira do politicamente correto, da caretice que inunda a sociedade e, consequentemente, o futebol.
Vestiários de futebol são assim e os treinadores utilizam dos recursos disponíveis para que seus atletas entrem em campo mais dispostos, com maior apetite para derrotar o rival. Oswaldo fazia o papel dele, à moda dele, apenas isso. Não entendi porque o próprio Botafogo revelou o vídeo, que registra um momento de privacidade entre técnico e jogadores. Foi uma espécie de "Big Brother" voluntário botafoguense.
Tudo aconteceu no dia do clássico com o Fluminense, que terminou empatado (1 a 1). Aos que consideram um absurdo a postura de Oswaldo, rotulam sua atitude como estímulo à violência, entre outras alegações que chegam a ser tolas, uma informação que pode decepcioná-los: o técnico tricolor, Abel Braga, embora seja pianista não costuma tocar Beethoven para os seus jogadores no vestiário do campeão brasileiro.
Veja o vídeo de Oswaldo de Oliveira nos bastidores da partida contra o Fluminense
Welliton seria ótimo reforço para qualquer time brasileiro
Nos últimos dias surgiu a notícia de que Welliton, ex-atacante do Goiás e atualmente no Spartak Moscou, é alvo da diretoria do Flamengo. Muitas pessoas me perguntaram no Twitter sobre o jogador de 26 anos. Segue o que apurei com colegas jornalistas russos e o que acompanhei dele nas últimas temporadas.
Nos bastidores, é fato que o Spartak deseja negociar o atleta. Oficialmente o clube moscovita tem se recusado a comentar essa possível negociação, mas com Valeriy Karpin no comando do time e a chegada de vários reforços para o ataque, Welliton perdeu espaço.
O brasileiro chegou ao clube em 2007 e demorou pelo menos dois anos para se adaptar totalmente. Em 2009 e 2010 foi artilheiro do Campeonato Russo com 21 e 19 gols, respectivamente. Inicialmente sob o comando de Michael Laudrup, o Spartak atuava no 4-2-3-1 e Welliton era a referência no ataque. Bem mais forte e disciplinado taticamente, viveu seus melhores dias no futebol russo atuando nessa função.
No entanto, desde que Valeriy Karpin passou a comandar o time, de maneira interina ou não, desde o final de 2009, o Spartak aos poucos foi mudando seu jeito de jogar. Karpin colocou mais um atacante no time, Artem Dzuba, e foi atrás de outros jogadores, como o nigeriano Emmanuel Emenike. Assim, Welliton deixou de ser a referência no ataque a partir de 2011 e caiu muito de rendimento. Na última janela de transferências, o clube deu outro indicativo de que o jogador reveladopelo Goiás deve sair, com as contratações do armênio Yura Movsisiyan e o ganês Waris Majeed para o setor.
Questões táticas e técnicas à parte, Welliton também se envolveu em algumas confusões nos últimos anos que o deixaram, de certa maneira, mal visto por torcedores e imprensa. Em agosto de 2011, durante um clássico com o CSKA Moscou, ele disputou uma jogada com o goleiro Igor Akinfeev, que rompeu os ligamentos do joelho. Em setembro de 2010, contra o Dynamo Moscou, em outro lance com o jogador brasileiro, o goleiro Vladimir Gabulov sofreu uma fratura facial. Nas duas ocasiões, Welliton foi acusado de, no mínimo, ter sido irresponsável nas divididas.
Entre os torcedores, as maiores reclamações são de que nas duas últimas temporadas ele tem marcado gols apenas contra os times menores, como Rostov e Krylya Sovetov, e tem ficado muito tempo no departamento médico. Além disso, setores organizados da torcida reclamam das suas baladas nas noites moscovitas, e estes torcedores já chegaram inclusive a invadir a sede do Spartak para brigar com Welliton.
Tentei contato com o jogador brasileiro desde segunda-feira, mas as ligações acabam sempre na caixa postal ou ninguém atende. Caso consiga algo, atualizarei este texto. Abaixo, os números do camisa 11 do Spartak Moscou desde 2007, contando partidas oficiais.
2007 - 20 jogos, 5 gols
2008 - 12 jogos, 6 gols
2009 - 30 jogos, 21 gols
2010 - 31 jogos, 19 gols
2011/12 - 28 jogos, 10 gols
2012/13 - 11 jogos, nenhum gol
Neste momento, Welliton, cujo contrato vai até junho de 2014, está em Moscou, afastado dos treinos, com uma lesão no joelho, segundo o Spartak - que realiza inter-temporada em Dubai. De qualquer modo, ele está no topo da lista de jogadores transferíveis do clube neste momento. O Flamengo negocia o empréstimo por uma temporada, mas qualquer clube brasileiro pode se
Grêmio pensa em reduzir avalanche sem eliminá-la. Projeto pró-avalanche pode ter criado problema
Após 'avalanche', grade que separa a arquibancada do gramado na Grêmio Arena cedeu no duelo Grêmio x LDU
O Grêmio pensou em tem ter degraus mais curtos nas arquibancadas atrás dos gols da Arena, para beneficiar os torcedores da geral, os que criaram a avalanche. No estádio Olímpico, a inclinação dos degraus era de 23 graus. Na Arena, 17.
Os degraus mais curtos ampliam a velocidade da descida dos torcedores, e isso pode ter contribuído para a queda da grade e para o acidente da semana passada, em Grêmio x LDU. É isso o que conta o presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini.
Sua intenção é manter o setor sem cadeiras atrás dos gols, mas há resistência do Corpo de Bombeiros. Leia abaixo a entrevista com o presidente da Grêmio Empreendimentos.
PVC - É correto dizer que o projeto mudou no meio do caminho para acolher a avalanche?
ANTONINI - Olha, houve diversas fases do projeto. Em 2006, quando fizemos o conceito do estádio, a área atrás dos gols tinha cadeiras. Mas desde que contratamos a OAS e fizemos o projeto executivo, a intenção sempre foi privilegiar a avalanche. Não mudou desde aquele momento.
PVC - O que, então, pode ter causado o acidente da semana passada?
ANTONINI - Há duas perícias sendo feitas. Quem viu a área do acidente, os técnicos disseram que a multidão até retorceu os ferros. Veja que cada parafuso daquele tem capacidade de aguentar duas toneladas. Como são quatro parafusos em cada haste, cada uma delas tem condição de suportar oito toneladas. O diagnóstico é de que aquilo funciona como se fosse um carro de Fórmula 1. Ele vai rompendo para não matar o piloto. Nessa análise, a grade suportou tudo o que poderia suportar. Se suportasse mais tempo, poderia esmagar uma pessoa.
PVC - Nesse cenário, parece difícil encontrar um ponto em que a grade não ceda nem esmague as pessoas...
ANTONINI - Esse é o desafio. Um dos fatores que podem ter contribuído para o acidente é que a inclinação dos degraus foi projetada para favorecer a avalanche. A inclinação dos degraus no estádio Olímpico era de 23 graus e na Arena é de 17 graus. A arquibancada atrás do gol ficou quase uma rampa. Com a velocidade maior, os torcedores chegam mais rapidamente ao final da arquibancada.
PVC - E há solução para manter a avalanche?
ANTONINI - Nossa intenção é manter, mas é preciso conversar com o Corpo de Bombeiros. Pelo projeto do estádio, queríamos baratear um dos setores, não elitizar. Já temos os camarotes, já temos os locais de preço alto. Aquela área foi projetada para ter preços populares. Na partida da Libertadores, tínhamos ingressos de R$ 150 e na área da avalanche custava R$ 40, por não ter cadeiras, por ser um setor mais barato.
PVC - Não é possível vender ingressos baratos com cadeiras? É barato o ingresso a R$ 40?
ANTONINI - Era o preço da arquibancada do estádio Olímpico. Nós temos uma relação importante com o Olímpico, do que o gremista fazia no Olímpico. Não queremos perder isso.
PVC - Mas R$ 40 parece ser porque se está vendendo no Brasil ingresso pelo dobro do preço em vez de combater o problema da meia entrada.
ANTONINI - Isso é verdade. Aquele setor é projetado para ser 2 por 1. Ou seja, sem as cadeiras, ele comporta oito mil pessoas. Com as cadeiras, essa capacidade cairia para quatro mil torcedores. Não é nossa intenção. Hoje, a capacidade do estádio é de 60 mil presentes. Cairia para 55 mil espectadores. Na parte de cima daquele setor, há aquilo que se chama de para-avalanche, a proteção que diminui a velocidade da descida. Uma possibilidade é aumentar o número desses bloqueios para limitar a descida dos torcedores. Outra hipótese é acabar com ela, o que não desejamos.
PVC - É correto dizer que o projeto mudou no meio do caminho para acolher a avalanche?
ANTONINI - Olha, houve diversas fases do projeto. Em 2006, quando fizemos o conceito do estádio, a área atrás dos gols tinha cadeiras. Mas desde que contratamos a OAS e fizemos o projeto executivo, a intenção sempre foi privilegiar a avalanche. Não mudou desde aquele momento.
PVC - O que, então, pode ter causado o acidente da semana passada?
ANTONINI - Há duas perícias sendo feitas. Quem viu a área do acidente, os técnicos disseram que a multidão até retorceu os ferros. Veja que cada parafuso daquele tem capacidade de aguentar duas toneladas. Como são quatro parafusos em cada haste, cada uma delas tem condição de suportar oito toneladas. O diagnóstico é de que aquilo funciona como se fosse um carro de Fórmula 1. Ele vai rompendo para não matar o piloto. Nessa análise, a grade suportou tudo o que poderia suportar. Se suportasse mais tempo, poderia esmagar uma pessoa.
PVC - Nesse cenário, parece difícil encontrar um ponto em que a grade não ceda nem esmague as pessoas...
ANTONINI - Esse é o desafio. Um dos fatores que podem ter contribuído para o acidente é que a inclinação dos degraus foi projetada para favorecer a avalanche. A inclinação dos degraus no estádio Olímpico era de 23 graus e na Arena é de 17 graus. A arquibancada atrás do gol ficou quase uma rampa. Com a velocidade maior, os torcedores chegam mais rapidamente ao final da arquibancada.
PVC - E há solução para manter a avalanche?
ANTONINI - Nossa intenção é manter, mas é preciso conversar com o Corpo de Bombeiros. Pelo projeto do estádio, queríamos baratear um dos setores, não elitizar. Já temos os camarotes, já temos os locais de preço alto. Aquela área foi projetada para ter preços populares. Na partida da Libertadores, tínhamos ingressos de R$ 150 e na área da avalanche custava R$ 40, por não ter cadeiras, por ser um setor mais barato.
PVC - Não é possível vender ingressos baratos com cadeiras? É barato o ingresso a R$ 40?
ANTONINI - Era o preço da arquibancada do estádio Olímpico. Nós temos uma relação importante com o Olímpico, do que o gremista fazia no Olímpico. Não queremos perder isso.
PVC - Mas R$ 40 parece ser porque se está vendendo no Brasil ingresso pelo dobro do preço em vez de combater o problema da meia entrada.
ANTONINI - Isso é verdade. Aquele setor é projetado para ser 2 por 1. Ou seja, sem as cadeiras, ele comporta oito mil pessoas. Com as cadeiras, essa capacidade cairia para quatro mil torcedores. Não é nossa intenção. Hoje, a capacidade do estádio é de 60 mil presentes. Cairia para 55 mil espectadores. Na parte de cima daquele setor, há aquilo que se chama de para-avalanche, a proteção que diminui a velocidade da descida. Uma possibilidade é aumentar o número desses bloqueios para limitar a descida dos torcedores. Outra hipótese é acabar com ela, o que não desejamos.
Bicampeã olímpica, nadadora britânica de apenas 23 anos anuncia aposentadoria
Rebecca Adlington, durante coletiva que anunciou sua aposentadoria
“Não gosto da palavra aposentadoria. Gosto muito da natação, mas não nado mais como atleta de elite e em competições. Não consigo mais acompanhar os nadadores da nova geração. Não consigo treinar como antes e preciso de mais tempo de recuperação agora”, disse ela, que venceu os 400m e os 800m livre nos Jogos chineses.
Em Londres-2012, na Olimpíada que disputou em casa, conquistou medalhas nas mesmas provas. As cores, porém, mudaram: ao invés do dourado, ela colocou duas medalhas de bronze no peito.
“É hora de parar. Pequim mudou totalmente a minha vida, todos queriam saber mais sobre mim. Foi o melhor momento da minha carreira", afirmou Adlington.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
Ironia do destino: técnico Inzaghi é expulso por reclamar de impedimento!
Alex Ferguson já dizia que Filippo Inzaghi "nasceu em posição de impedimento". O artilheiro italiano, aposentado no ano passado, era tão lembrado por sua capacidade de violar a regra 11 quanto por seu talento para gols decisivos.
Era um vício e virtude ao mesmo tempo, já que sua capacidade de se posicionar sempre no limite do impedimento lhe colocava em ótimas condições de finalizar livre, quando a jogada funcionava. Nunca foi o atacante mais talentoso, mas tinha um senso de movimentação invejável.
Hoje, Inzaghi é técnico nas categorias de base do Milan, dirigindo os Allievi Nazionali (sub-17). No domingo, foi expulso pela primeira vez na função. O motivo? Reclamou de um impedimento não marcado...
O Milan vencia a Atalanta por 2 a 1, de virada, quando aconteceu o lance polêmico que levou Inzaghi à loucura: o gol de empate da equipe de Bérgamo, em posição irregular segundo o ex-atacante.
Não temos as imagens, mas parece que foi algo como no vídeo abaixo...
Era um vício e virtude ao mesmo tempo, já que sua capacidade de se posicionar sempre no limite do impedimento lhe colocava em ótimas condições de finalizar livre, quando a jogada funcionava. Nunca foi o atacante mais talentoso, mas tinha um senso de movimentação invejável.
Hoje, Inzaghi é técnico nas categorias de base do Milan, dirigindo os Allievi Nazionali (sub-17). No domingo, foi expulso pela primeira vez na função. O motivo? Reclamou de um impedimento não marcado...
O Milan vencia a Atalanta por 2 a 1, de virada, quando aconteceu o lance polêmico que levou Inzaghi à loucura: o gol de empate da equipe de Bérgamo, em posição irregular segundo o ex-atacante.
Não temos as imagens, mas parece que foi algo como no vídeo abaixo...
Nada mudou, Ganso paradão, Neymar sobrando, apito mal e estádio novo com tratamento velho
Muito se falou de Paulo Henrique Ganso por óbvias razões antes de Santos x São Paulo. Mas para variar foi Neymar quem sobrou em campo. Incrível sua naturalidade ao decidir jogos de futebol, sejam eles contra pequenos ou grandes. Nem precisava cavar mais um pênalti como fez, tirando proveito de uma entrada um tanto quanto estabanada de Paulo Miranda. Neymar é um jogador de padrão internacional, para um grande esquadrão mundial, atuando no campeonato paulista.
Seu ex-colega de time foi discreto, como tem sido há anos. A grande dúvida não é mais se Paulo Henrique Ganso voltará a jogar como em 2010, mas sim se ele é realmente capaz disso. O breve momento de brilho do agora são-paulino fica cada vez mais distante. Sem calma, paciência e tempo é que ele não voltará a jogar como (ainda) se espera, embora cada vez menos Ganso seja cercado de expectativa. Suas pálidas aparições já são vistas com naturalidade, como os shows de Neymar.
A combinação apito/bandeira continua a errar, desta vez contra o São Paulo. O gol de Luís Fabiano foi mal anulado, o pênalti em Neymar, ok, discutível, embora na minha opinião ele tenha é cavado mesmo, Paulo Miranda se arriscou no carrinho mas não o atingiu. Desses dois momentos, o lance que mais prejudicou a atuação do árbitro Flávio Rodrigues Guerra e seus auxiliares foi o impedimento mal assinalado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo. E era bola parada...
Gazeta Press
Neymar e Ganso se abraçam antes de Santos x São Paulo, clássico que marcou a volta do meia à Vila Belmiro
E surgiu o novo Mineirão, sem geral, repleto de cadeiras e acompanhado pelo abjeto substantivo "arena", que para os deslumbrados com esses novos espaços é um sinônimo de local perfeito para espetáculos, não apenas futebolísticos. Pois Cruzeiro e Atlético voltaram a jogar para duas torcidas que foram esculachadas na hora da compra de ingressos e submetidas a situações bizarras, como ficar sem água no meio da peleja — clique aqui e leia. E ainda há quem acredite que a Copa do Mundo mudará isso. Como num passe de mágica.
Vipcomm
Novo Mineirão foi inaugurado neste domingo com o clássico entre Cruzeiro e Atlético: torcedor foi esculachad
No Mineirão, o melhor e o pior do fim de semana no futebol brasileiro
O Mineirão está bonito!
E, no entanto, é impossível não fazer críticas.
Esse é o símbolo da falta de habilidade de quem faz futebol no Brasil, como os organizadores da Arena Minas, a cara concessionária que dá razão de o Atlético não querer jogar lá, preferir o Independência.
A falta de atendimento ao público foi o ponto negativo de um fim de semana de futebol brasileiro que teve até, acredite, público nos estádios do Sudeste.
Foram 14 mil pessoas na Vila Belmiro para Santos x São Paulo - 77% de ocupação.
36 mil presentes ao Pacaembu para ver os campeões mundiais contra o Oeste de Itápolis - 90%.
E 58 mil no novo Mineirão, 93% da capacidade ocupada.
O ponto alto foi a velocidade do Cruzeiro de Marcelo Oliveira, sob o ritmo de Éverton Ribeiro. No Coritiba, com o técnico Marcelo, Éverton Ribeiro costumava jogar por dentro, armando o 4-2-3-1 duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil. Pelo Cruzeiro, abre um pouco mais pela ponta direita, deixa Ricardo Goulart centralizado. Exceto nos oito minutos em que compartilhou o campo com Dagoberto.
Marcelo Oliveira foi boa escolha e os reforços farão o Cruzeiro mais forte na comparação com os péssimos times de 2011 e 2012.
E, no entanto, é impossível não fazer críticas.
Esse é o símbolo da falta de habilidade de quem faz futebol no Brasil, como os organizadores da Arena Minas, a cara concessionária que dá razão de o Atlético não querer jogar lá, preferir o Independência.
A falta de atendimento ao público foi o ponto negativo de um fim de semana de futebol brasileiro que teve até, acredite, público nos estádios do Sudeste.
Foram 14 mil pessoas na Vila Belmiro para Santos x São Paulo - 77% de ocupação.
36 mil presentes ao Pacaembu para ver os campeões mundiais contra o Oeste de Itápolis - 90%.
E 58 mil no novo Mineirão, 93% da capacidade ocupada.
O ponto alto foi a velocidade do Cruzeiro de Marcelo Oliveira, sob o ritmo de Éverton Ribeiro. No Coritiba, com o técnico Marcelo, Éverton Ribeiro costumava jogar por dentro, armando o 4-2-3-1 duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil. Pelo Cruzeiro, abre um pouco mais pela ponta direita, deixa Ricardo Goulart centralizado. Exceto nos oito minutos em que compartilhou o campo com Dagoberto.
Marcelo Oliveira foi boa escolha e os reforços farão o Cruzeiro mais forte na comparação com os péssimos times de 2011 e 2012.
No encerramento de mais uma grande cobertura, quebrei um tackle em pleno Superdome
Fim de mais uma cobertura extensa, cansativa, mas também muito produtiva. Deixo Nova Orleans com a certeza de que proporcionamos muita informação e momentos divertidos aos fãs dos canais ESPN, Rádio ESPN e ESPN.com.br. Dever cumprido!
Você pode conferir no vídeo abaixo os minutos finais do Super Bowl XLVII direto da cabine da ESPN Brasil. E, logo após a festa da conquista dos Ravens, fui obrigado a quebrar um tackle do produtor Tuca Moraes em pleno gramado do Superdome. Divirtam-se e até a próxima!
Everaldo Marques narra título histórico dos Ravens e 'quebra' tackle no Superdome; vej
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Barthel surpreende Errani e leva título em Paris
Paris (França) - A italiana Sara Errani continua sem conquistar títulos na capital francesa. Finalista de Roland Garros no ano passado, ela perdeu também a chance de conquistar seu primeiro troféu de nível Premier neste domingo, ao ser batida em dois sets equilibrados pela alemã Mona Barthel, com parciais de 7/5 e 7/6 (7-4).
Este foi o segundo torneio conquistado por Barthel, jogadora de 22 anos que ocupa atualmente o 45º posto do ranking e é conhecida pelo saque forte e jogo agressivo. Durante sua ótima semana na quadra sintética coberta, eliminou duas tenistas da casa, a experiente Marion Bartoli e a novata Kristina Mladenovic.
Na partida de 1h56, a alemã conseguiu uma quebra prematura na abertura do segundo set e chegou a ter 5/2, mas a italiana mostrou seu lado guerreiro e ainda levou a decisão ao tiebreak. Barthel encerrou a partida com incríveis 53 winners.
"Foi complicado manter os nervos no lugar naquele final de jogo, mas era minha primeira grande final, então normal eu sentir a tensão", avaliou Barthel, que conquistou seu primeiro troféu no WTA de Hobart, há 13 meses. "Foi uma semana maravilhosa, não esperava chegar a tanto. Agora, acredito que terei uma grande temporada".
Errani, número 7 do mundo, buscava o sétimo título da carreira e o primeiro desde julho do ano passado.
Foto: Site oficial

Este foi o segundo torneio conquistado por Barthel, jogadora de 22 anos que ocupa atualmente o 45º posto do ranking e é conhecida pelo saque forte e jogo agressivo. Durante sua ótima semana na quadra sintética coberta, eliminou duas tenistas da casa, a experiente Marion Bartoli e a novata Kristina Mladenovic.
Na partida de 1h56, a alemã conseguiu uma quebra prematura na abertura do segundo set e chegou a ter 5/2, mas a italiana mostrou seu lado guerreiro e ainda levou a decisão ao tiebreak. Barthel encerrou a partida com incríveis 53 winners.
"Foi complicado manter os nervos no lugar naquele final de jogo, mas era minha primeira grande final, então normal eu sentir a tensão", avaliou Barthel, que conquistou seu primeiro troféu no WTA de Hobart, há 13 meses. "Foi uma semana maravilhosa, não esperava chegar a tanto. Agora, acredito que terei uma grande temporada".
Errani, número 7 do mundo, buscava o sétimo título da carreira e o primeiro desde julho do ano passado.
Foto: Site oficial
Potiguar
| 18h00 Palmeira de Goianinha 1x0 Alecrim |
| 18h00 Coríntians-RN 3x1 Potyguar Seridoense |
| 18h00 Potiguar de Mossoró 2x0 Baraúnas-RN |
| 18h00 Santa Cruz-RN 2x1 Assu |
Pernambucano
| 17h00 Petrolina 0x1 Belo Jardim |
| 17h00 Serra Talhada 1x0 Ypiranga-PE |
| 17h00 Pesqueira 2x1 Chã Grande |
Copa do Nordeste
| 17h00 Confiança-SE 0x0 Sport |
| 17h00 Sousa-PB 0x1 Fortaleza |
| 17h00 Salgueiro 0x1 Vitória |
| 19h30 Bahia 0x3 ABC |
| 19h30 Ceará 3x0 Itabaiana |
Gaúcho
| 17h00 Internacional 2x1 Grêmio |
| 18h00 Canoas 1x2 Cruzeiro-RS |
| 18h00 São José-RS 1x0 Passo Fundo |
| 18h00 Veranópolis 0x1 Cerâmica |
| 19h30 Santa Cruz-RS 1x2 Pelotas |
| 19h30 Juventude 1x1 Caxias |
| 20h00 São Luiz 1x0 Novo Hamburg |
Carioca
| 17h00 Resende 1x1 Olaria |
| 17h00 Flamengo 1x0 Nova Iguaçu |
| 18h00 Volta Redonda 0x0 Duque de Caxias |
| 19h30 Macaé 1x3 Botafogo |
| 19h30 Vasco 0x1 Bangu |
Paulista
| 17h00 Santos 3x1 São Paulo |
| 17h00 Corinthians 5x0 Oeste |
| 19h30 XV de Piracicaba 3x3 Palmeiras |
| 19h30 Botafogo-SP x Guarani |
| 19h30 São Bernardo x São Caetano |
| 19h30 Atlético Sorocaba 4x0 União Barbarense |
| 19h30 Mogi Mirim 4x1 Bragantino |
Cearense
| 17h00 Guarani de Juazeiro 1x0 São Benedito |
| 17h00 Horizonte-CE 0x1 Tiradentes |
| 17h00 Crato 2x2 Guarany de Sobra |
Baiano
| 17h00 Atlético-BA 0x1 Juazeirense |
| 17h00 Fluminense-BA 1x3 Vitória da Conquista |
| 17h00 Juazeiro 1x1 Botafogo-BA |
| 17h00 Serrano 1x2 Jacuipense |
Goiano
| 17h00 Rio Verde 2x2 Anápolis |
| 17h00 Aparecidense 0x0 Atlético-GO |
| 17h00 Goianésia 2x0 CRAC-GO |
| 17h00 Itumbiara 1x0 Grêmio-GO |
Paranaense
| 16h30 J.Malucelli 2x0 Nacional-PR |
| 17h00 Paranavaí 2x1 Toledo-PR |
| 17h00 Londrina-PR 1x1 Arapongas |
| 17h00 Paraná Clube 0x0 Coritiba |
| 17h00 Rio Branco-PR 2x2 Operári |
Alagoano
| 16h15 União-AL 0x1 Murici |
| 16h15 Sport Atalaia 1x3 Comercial-AL |
| 16h15 Corinthians-AL 1x1 CSE |
Português
| 14h00 Gil Vicente 4x2 Marítimo |
| 14h00 Olhanense 0x0 Acadêmica |
| 14h00 Nacional da Madeira 1x2 Moreirense |
| 16h00 Beira-Mar 3x3 Braga |
| 18h15 Benfica 3x0 Vitória de Setúbal |
Em Pattaya City, Kirilenko encerra jejum de títulos
Pattaya City (Tailândia) - Sem saber o que era erguer uma taça desde 2008, a segunda favorita Maria Kirilenko acabou com o jejum de cinco anos neste domingo ao derrotar a alemã Sabine Lisicki na final do WTA de Pattaya City, com parciais de 5/7, 6/1 e 7/6 (7-1). Esta foi a sexta conquista no circuito da musa russa, que havia ficado com o vice no torneio na temporada passada.
A situação não começou muito favorável para Kirilenko, que venceu apenas 58% dos pontos disputados com o saque no primeiro set e acabou perdendo com duas quebras contrárias e apenas uma a seu favor. Só que o placar adverso não fez muita diferença para a russa, que na parcial seguinte perdeu apenas um game e deixou tudo igual.
Embalada com a boa atuação, a número 15 do mundo manteve o bom momento e chegou a abrir 4/1 na parcial decisiva. Contudo, ela teve trabalho para fechar e permitiu que Lisicki se recuperasse e levasse a definição para o tiebreak. Na hora do desempate, Kirilenko voltou a ser melhor e perdeu apenas um ponto, fechando o confronto depois de 2h37 de batalha.
Com o triunfo na final de Pattaya, além de conquistar seu sexto título na carreira e acabar com o longo período sem conquistas, Kirilenko também manteve a invencibilidade contra a canhota alemã. Nas três vezes que a russa mediu forças com Lisicki, todas elas em quadras duras, acabou saindo de quadra com a vitória.
Apesar de ter sofrido 12 aces da germânica, contra apenas seis a seu favor, Kirilenko não enfrentou tantos problemas no saque da rival, que faturou somente 51% dos pontos disputados nesta situação. Na batalha das quebras a russa levou a melhor não só em números gerais (6 contra 4), mas também no aproveitamento, concretizando 60% das chances contra 50% de Lisicki.
Italiano
| 09h30 Chievo Verona 1x2 Juventus |
| 12h00 Palermo 1x2 Atalanta |
| 12h00 Pescara 2x3 Bologna |
| 12h00 Siena 3x1 Internazionale |
| 12h00 Genoa 3x2 Lazio |
| 12h00 Fiorentina 2x0 Parma |
| 17h45 Milan 2x1 Udines |
Espanhol
| 09h00 Málaga 1x1 Zaragoza |
| 14h00 Sevilla 2x1 Rayo Vallecano |
| 16h00 Valencia 1x1 Barcelona |
| 18h00 Atlético de Madri 1x0 Betis |
| 18h00 Real Sociedad 3x0 Mallorca |
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Copa do Nordeste
| 17h00 Feirense-BA 1x2 CRB |
| 17h00 Santa Cruz-PE 2x0 Campinense-PB |
| 19h30 América-RN 0x1 ASA |
Mineiro
| 16h00 Boa Esporte Clube 2x1 Nacional-MG |
| 17h00 Araxá 2x1 América-MG |
| 17h00 Villa Nova-MG 1x1 Tupi |
| 19h30 Caldense-MG 1x1 Guarani-MG |
Francês
| 14h00 Lorient 2x2 Rennes |
| 17h00 Bastia 0x0 Evian |
| 17h00 Bordeaux 1x0 Valenciennes |
| 17h00 Brest 0x2 Nice |
| 17h00 Lille 1x1 Troyes |
| 17h00 Sochaux 1x2 Saint-Etienne |
Espanhol
| 13h00 Osasuna 1x0 Celta |
| 15h00 Getafe 3x1 La Coruña |
| 17h00 Espanyol 3x2 Levante |
| 19h00 Granada-ESP 1x0 Real Madrind |
Alemão
| 12h30 Wolfsburg 1x1 Augsburg |
| 12h30 Schalke 04 1x2 Greuther Fürth |
| 12h30 Mainz 05 0x3 Bayern de Munique |
| 12h30 Fortuna Düsseldorf 3x1 Stuttgart |
| 12h30 Hoffenheim 2x1 Freiburg |
| 15h30 Hamburgo 0x2 Eintracht Frankfurt |
Inglês
| 10h45 QPR 0x0 Norwich |
| 13h00 Arsenal 1x0 Stoke City |
| 13h00 Everton 3x3 Aston Villa |
| 13h00 Newcastle United 3x2 Chelsea |
| 13h00 Reading 2x1 Sunderland |
| 13h00 West Ham 1x0 Swansea City |
| 13h00 Wigan 2x2 Southampton |
| 15h30 Fulham 0x1 Manchester United |
Assinar:
Postagens (Atom)