terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Especial - Grandes cariocas começam a sair do 'rascunho'

Botafogo x Fluminense e Flamengo x Vasco seriam hoje as semifinais da Taça Guanabara. Grandes novamente absolutos no Carioca. Não sem sustos e tropeços.

A notícia importante para as quatro maiores torcidas do Rio de Janeiro, porém, é que em cinco rodadas os times começam a ajustar elencos e ensaiar formações titulares para as competições mais importantes da temporada. Uns mais, outros menos.

O Olho Tático analisa a evolução de cada equipe até agora e vislumbra formações com todas as peças disponíveis. A ordem segue as campanhas no torneio regional.

FLAMENGO

O último a apresentar reforços de peso apostou de início nos jovens da base para formar o quarteto ofensivo do 4-2-3-1. Rafinha e Nixon pelos lados, Rodolfo por dentro atrás de Hernande, opção única de referência no ataque após as saídas de Love e Liédson. Na defesa, a base do ano passado, com Felipe no gol, Léo Moura, Renato Santos, González e Ramon.

Naturalmente, o time de Dorival Júnior sentiu a curta pré-temporada, o desentrosamento, a inexperiência dos novos titulares e, impossível negar, a queda técnica. Mas, com exceção do empate por 1 a 1 em Conselheiro Galvão com o Madureira, o Fla venceu na fibra os times de menor investimento. Também estreou Elias e João Paulo nas vagas de Rodolfo e Ramon no 1 a 0 sobre o Volta Redonda.

Nos 4 a 2 sobre o Vasco, um Rafinha irresistível na velocidade foi o destaque. Mas Dorival efetuou mudança sutil no desenho tático. Alinhou Elias a Ibson à frente de Cáceres e reforçou o trabalho dos ponteiros, com e sem a bola. O 4-3-3 funcionou diante de um adversário frágil na marcação e sobrou na rapidez dos contragolpes.

Olho Tático
Na vitória sobre o Vasco, Rafinha voou pelos flancos no 4-3-3 armado por Dorival alinhando Elias e Ibson.
Na vitória sobre o Vasco, Rafinha voou pelos flancos no 4-3-3 armado por Dorival alinhando Elias e Ibson.

No entanto, diante do Nova Iguaçu o time rubro-negro ficou engessado. Ibson e Elias tentaram aparecer na área se juntando a Hernane, Rafinha e Nixon buscaram as infiltrações em diagonal. Mas com defesa postada e o centroavante errando a maioria das jogadas de pivô, o time foi previsível sem o contra-ataque. A vitória que consolidou a melhor campanha em cinco rodadas foi construída novamente no abafa e no quinto gol do camisa nove que até aqui compensa o tosco nível técnico com luta e presença de área.

Com Gabriel e Carlos Eduardo e enquanto o atacante mais qualificado prometido pela nova diretoria não vem, é possível imaginar um Flamengo no mesmo 4-3-3. Dorival pretende aproveitar os novos contratados atuando abertos. Ganha qualidade, mas perde rapidez.

O técnico pode arriscar esquema sem centroavante sacando Hernane, centralizando Carlos Eduardo como uma espécie de “falso nove” e abrindo Gabriel e Rafinha. Opções de um time que vai ganhando forma em ambiente político mais tranquilo e otimista.

Olho Tático
Uma formação ofensiva possível, sem centroavante mas com muita velocidade.
Uma formação ofensiva possível, sem centroavante mas com muita velocidade.

BOTAFOGO

Oswaldo de Oliveira segue convicto da eficiência do imutável 4-2-3-1, mesmo contestado por boa parte da torcida. Mas se não altera a base tática, o treinador roda o elenco. Por necessidade, mas também buscando a melhor formação.

Na retaguarda, Jefferson, Antonio Carlos e Marcio Azevedo seguem absolutos. Bolívar agrega experiência e gols - já marcou três, inclusive no 1 a 1 contra o Fluminense. Mas a zaga ficou mais lenta, um perigo na cobertura de laterais ofensivos. Apesar da trágica participação no Sul-Americano Sub-20, Dória deve ganhar oportunidades no futuro. Na direita, o jovem Gilberto mostrou potencial e Lucas voltou na última rodada. Do lado oposto, o reforço Julio César segue na reserva.
Olho Tático
No clássico contra o Fluminense, Botafogo ainda sem Seedorf, mas no imutável 4-2-3-1.
No clássico contra o Fluminense, Botafogo ainda sem Seedorf, mas no imutável 4-2-3-1.

Marcelo Mattos protege a defesa, mas sai para o jogo com experiência, passe certo e chutes perigosos de fora da área. Renato completaria a dupla de volantes, não fosse a contusão logo na estreia. Oswaldo dá oportunidades a Jadson, mas tenta encaixar Fellype Gabriel na função, como fez em alguns jogos no ano passado.É solução que qualifica a saída de bola e pode funcionar se todos colaborarem na recomposição.

Por isso a escolha do uruguaio Lodeiro e de Vitinho, mais um oriundo da base alvinegra, como os meias pelos lados nos últimos jogos. O primeiro é mais incisivo na frente, o segundo tem mais atribuições defensivas.

Andrezinho cumpriu com correção o papel de articulador central até o retorno de Seedorf, líder e imagem do Botafogo atual. O holandês cria, finaliza, comove pela dedicação e comanda o time através do exemplo.Foi às redes três vezes contra o Macaé e pode ser fator de desequilíbrio nos momentos decisivos.

Bruno Mendes é outro que vai se reencontrando após a traumática experiência com a camisa verde e amarela na Argentina. O entendimento com Seedorf e Lodeiro é crescente e o instinto e o feeling de artilheiro vão voltando aos poucos. Henrique, campeão mundial sub-20 em 2011, ainda não correspondeu, o que prova que manter o camisa sete foi um dos principais reforços para 2013.

Olho Tático
Lodeiro e Vitinho marcam e atacam pelos lados dando liberdade a Seedorf, que se aproxima de Bruno Mendes.
Lodeiro e Vitinho marcam e atacam pelos lados dando liberdade a Seedorf, que se aproxima de Bruno Mendes.

FLUMINENSE

Assim como no ano passado, o Fluminense prioriza a Libertadores. Decisão óbvia e inquestionável, mas que não torna o atual campeão carioca e brasileiro menos favorito à 32ª conquista estadual.

É o elenco mais qualificado com alguma folga que permite iniciar a campanha com reservas e inserir os titulares aos poucos, além de testar variações táticas.

O 3-3-3-1 prometido por Abel Braga no Papo Tático, na prática, só foi utilizado nos 2 a 0 sobre o Nova Iguaçu na estreia. Mas com os reservas. Nas demais partidas, o mesmo 4-3-3 com variações para o losango no meio-campo ou o 4-2-3-1. No entanto, o time demonstra uma maior preocupação em ficar com a bola, valorizar a posse para não sofrer tanta pressão dos oponentes nem dar enorme trabalho a Cavalieri.

Olho Tático
O 3-3-3-1 prometido por Abel só foi utilizado na estreia e com reservas.
O 3-3-3-1 prometido por Abel só foi utilizado na estreia e com reservas.

Os reforços são pontuais: Wellington Silva e Monzón são boas reposições para as laterais, Felipe chega para alternar com Deco como armador e Rhayner é alternativa como homem de movimentação na frente. Por ora, mais não é preciso.

Porque os grandes trunfos do tricolor são a excelência e o entrosamento de sua base, que ainda não terá Gum e Deco, em fase final de recuperação de lesões, no início do torneio continental.

Mas como não respeitar, e muito, um time com Cavalieri; Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho, Jean e Felipe ou Wagner; Wellington Nem, Fred e Thiago Neves? Se souber dosar energias e peças, sem erros imperdoáveis como estourar Deco numa final de Carioca resolvida e perdê-lo contra o Boca Juniors, o Flu pode virar o semestre com duas taças.

Olho Tático
Sem Deco e Gum, o provável Fluminense da estreia da Libertadores no habitual 4-3-3.
Sem Deco e Gum, o provável Fluminense da estreia da Libertadores no habitual 4-3-3.

VASCO

A pior campanha entre os grandes cariocas até agora não seria nenhuma surpresa para o Vasco repleto de baixas no elenco e imerso em problemas financeiros e políticos. Mas o início promissor e a proposta de jogo moderna, mais que as quatro vitórias iniciais, incluindo o 1 a 0 sobre o Ajax na despedida de Pedrinho, alimentaram esperanças de dias melhores em São Januário.

O losango do período de treinamentos em Pinheiral e do amistoso festivo se transformou em 4-2-3-1 de intensa movimentação e forte trabalho coletivo na estreia contra o Boavista. Os 3 a 0 foram modestos para tamanha superioridade técnica e numérica em todos os setores.

O time cruzmaltino avançava e dobrava a marcação, recuperava a bola, saía com toque fácil dos volantes Pedro Ken e Fillipe Soutto e surpreendia na frente com a rotação de Carlos Alberto, Eder Luís e Bernardo.

Olho Tático
Na boa estreia do Estadual, time envolvente e com muita mobilidade no ataque.
Na boa estreia do Estadual, time envolvente e com muita mobilidade no ataque.

A disciplina no combate não foi a mesma nos 4 a 2 sobre Macaé e Resende. Sem um time dividido entre marcadores e criadores, todos devem participar nas transições ofensivas e defensivas, compactando as linhas e controlando o jogo.

Tudo que a equipe de Gaúcho não fez em outro jogo de seis gols, só que em duro revés para o maior rival. Mesmo sem Carlos Alberto, o Vasco concluiu 23 vezes contra 12 do Flamengo, mas deixou espaços demais às costas dos improvisados Abuda e Wendel e o frágil André Ribeiro sobrecarregou um Dedé que sequer lembra o zagueiro soberano de 2011.

Diante do Bangu, a estreia de Nei, ex-Internacional, com a volta de Abuda à frente da zaga e atrás de Ken e Soutto em um losango com Bernardo na ligação. Pouco adiantou defensivamente, mais uma prova de que volante "pegador" não garante retaguarda sólida. Óbvio que o time foi menos fustigado por um adversário mais fraco e dominou a partida, mas expôs novamente Dedé contra um atacante rápido. Gol de Hugo e início de crise de time e clube que não podem perder o rumo.

Olho Tático
Com Nei e Yotún nas laterais e um zagueiro ao lado de Dedé, Vasco pode reorganizar a defesa e voltar a equilibrar a equipe.
Com Nei e Yotún nas laterais e um zagueiro ao lado de Dedé, Vasco pode reorganizar a defesa e voltar a equilibrar a equipe.

Depois da avalanche, Oswaldo de Oliveira é o alvo do politicamente correto e dos coveiros do futebol

Primeiro foi a avalanche da torcida do Grêmio, que tentam banir do novo estádio do tricolor gaúcho — o blog abordou o tema, clique aqui e leia. Tentam acabar com a festa, embora ninguém defenda que no Rock in Rio o público fica sentadinho em cadeiras no show do Iron Maiden. Agora é o técnico Oswaldo de Oliveira que entra na mira do politicamente correto, da caretice que inunda a sociedade e, consequentemente, o futebol.

Vestiários de futebol são assim e os treinadores utilizam dos recursos disponíveis para que seus atletas entrem em campo mais dispostos, com maior apetite para derrotar o rival. Oswaldo fazia o papel dele, à moda dele, apenas isso. Não entendi porque o próprio Botafogo revelou o vídeo, que registra um momento de privacidade entre técnico e jogadores. Foi uma espécie de "Big Brother" voluntário botafoguense.

Tudo aconteceu no dia do clássico com o Fluminense, que terminou empatado (1 a 1). Aos que consideram um absurdo a postura de Oswaldo, rotulam sua atitude como estímulo à violência, entre outras alegações que chegam a ser tolas, uma informação que pode decepcioná-los: o técnico tricolor, Abel Braga, embora seja pianista não costuma tocar Beethoven para os seus jogadores no vestiário do campeão brasileiro.

Veja o vídeo de Oswaldo de Oliveira nos bastidores da partida contra o Fluminense

Welliton seria ótimo reforço para qualquer time brasileiro


Nos últimos dias surgiu a notícia de que Welliton, ex-atacante do Goiás e atualmente no Spartak Moscou, é alvo da diretoria do Flamengo. Muitas pessoas me perguntaram no Twitter sobre o jogador de 26 anos. Segue o que apurei com colegas jornalistas russos e o que acompanhei dele nas últimas temporadas.

Nos bastidores, é fato que o Spartak deseja negociar o atleta. Oficialmente o clube moscovita tem se recusado a comentar essa possível negociação, mas com Valeriy Karpin no comando do time e a chegada de vários reforços para o ataque, Welliton perdeu espaço.

O brasileiro chegou ao clube em 2007 e demorou pelo menos dois anos para se adaptar totalmente. Em 2009 e 2010 foi artilheiro do Campeonato Russo com 21 e 19 gols, respectivamente. Inicialmente sob o comando de Michael Laudrup, o Spartak atuava no 4-2-3-1 e Welliton era a referência no ataque. Bem mais forte e disciplinado taticamente, viveu seus melhores dias no futebol russo atuando nessa função.

No entanto, desde que Valeriy Karpin passou a comandar o time, de maneira interina ou não, desde o final de 2009, o Spartak aos poucos foi mudando seu jeito de jogar. Karpin colocou mais um atacante no time, Artem Dzuba, e foi atrás de outros jogadores, como o nigeriano Emmanuel Emenike. Assim, Welliton deixou de ser a referência no ataque a partir de 2011 e caiu muito de rendimento. Na última janela de transferências, o clube deu outro indicativo de que o jogador reveladopelo Goiás deve sair, com as contratações do armênio Yura Movsisiyan e o ganês Waris Majeed para o setor.

Questões táticas e técnicas à parte, Welliton também se envolveu em algumas confusões nos últimos anos que o deixaram, de certa maneira, mal visto por torcedores e imprensa. Em agosto de 2011, durante um clássico com o CSKA Moscou, ele disputou uma jogada com o goleiro Igor Akinfeev, que rompeu os ligamentos do joelho. Em setembro de 2010, contra o Dynamo Moscou, em outro lance com o jogador brasileiro, o goleiro Vladimir Gabulov sofreu uma fratura facial. Nas duas ocasiões, Welliton foi acusado de, no mínimo, ter sido irresponsável nas divididas.

Entre os torcedores, as maiores reclamações são de que nas duas últimas temporadas ele tem marcado gols apenas contra os times menores, como Rostov e Krylya Sovetov, e tem ficado muito tempo no departamento médico. Além disso, setores organizados da torcida reclamam das suas baladas nas noites moscovitas, e estes torcedores já chegaram inclusive a invadir a sede do Spartak para brigar com Welliton.

Tentei contato com o jogador brasileiro desde segunda-feira, mas as ligações acabam sempre na caixa postal ou ninguém atende. Caso consiga algo, atualizarei este texto. Abaixo, os números do camisa 11 do Spartak Moscou desde 2007, contando partidas oficiais.

2007 - 20 jogos, 5 gols

2008 - 12 jogos, 6 gols

2009 - 30 jogos, 21 gols

2010 - 31 jogos, 19 gols

2011/12 - 28 jogos, 10 gols

2012/13 - 11 jogos, nenhum gol

Neste momento, Welliton, cujo contrato vai até junho de 2014, está em Moscou, afastado dos treinos, com uma lesão no joelho, segundo o Spartak - que realiza inter-temporada em Dubai. De qualquer modo, ele está no topo da lista de jogadores transferíveis do clube neste momento. O Flamengo negocia o empréstimo por uma temporada, mas qualquer clube brasileiro pode se 

Grêmio pensa em reduzir avalanche sem eliminá-la. Projeto pró-avalanche pode ter criado problema


Após 'avalanche', grade que separa a arquibancada do gramado cedeu no duelo Grêmio x LDU
Após 'avalanche', grade que separa a arquibancada do gramado na Grêmio Arena cedeu no duelo Grêmio x LDU

O Grêmio pensou em tem ter degraus mais curtos nas arquibancadas atrás dos gols da Arena, para beneficiar os torcedores da geral, os que criaram a avalanche. No estádio Olímpico, a inclinação dos degraus era de 23 graus. Na Arena, 17. 
Os degraus mais curtos ampliam a velocidade da descida dos torcedores, e isso pode ter contribuído para a queda da grade e para o acidente da semana passada, em Grêmio x LDU. É isso o que conta o presidente da Grêmio Empreendimentos, Eduardo Antonini.
Sua intenção é manter o setor sem cadeiras atrás dos gols, mas há resistência do Corpo de Bombeiros. Leia abaixo a entrevista com o presidente da Grêmio Empreendimentos.

PVC - É correto dizer que o projeto mudou no meio do caminho para acolher a avalanche?
ANTONINI - 
Olha, houve diversas fases do projeto. Em 2006, quando fizemos o conceito do estádio, a área atrás dos gols tinha cadeiras. Mas desde que contratamos a OAS e fizemos o projeto executivo, a intenção sempre foi privilegiar a avalanche. Não mudou desde aquele momento.

PVC - O que, então, pode ter causado o acidente da semana passada?
ANTONINI - 
Há duas perícias sendo feitas. Quem viu a área do acidente, os técnicos disseram que a multidão até retorceu os ferros. Veja que cada parafuso daquele tem capacidade de aguentar duas toneladas. Como são quatro parafusos em cada haste, cada uma delas tem condição de suportar oito toneladas. O diagnóstico é de que aquilo funciona como se fosse um carro de Fórmula 1. Ele vai rompendo para não matar o piloto. Nessa análise, a grade suportou tudo o que poderia suportar. Se suportasse mais tempo, poderia esmagar uma pessoa.

PVC - Nesse cenário, parece difícil encontrar um ponto em que a grade não ceda nem esmague as pessoas...
ANTONINI - 
Esse é o desafio. Um dos fatores que podem ter contribuído para o acidente é que a inclinação dos degraus foi projetada para favorecer a avalanche. A inclinação dos degraus no estádio Olímpico era de 23 graus e na Arena é de 17 graus. A arquibancada atrás do gol ficou quase uma rampa. Com a velocidade maior, os torcedores chegam mais rapidamente ao final da arquibancada.

PVC - E há solução para manter a avalanche?
ANTONINI - 
Nossa intenção é manter, mas é preciso conversar com o Corpo de Bombeiros. Pelo projeto do estádio, queríamos baratear um dos setores, não elitizar. Já temos os camarotes, já temos os locais de preço alto. Aquela área foi projetada para ter preços populares. Na partida da Libertadores, tínhamos ingressos de R$ 150 e na área da avalanche custava R$ 40, por não ter cadeiras, por ser um setor mais barato.

PVC - Não é possível vender ingressos baratos com cadeiras? É barato o ingresso a R$ 40?
ANTONINI - 
Era o preço da arquibancada do estádio Olímpico. Nós temos uma relação importante com o Olímpico, do que o gremista fazia no Olímpico. Não queremos perder isso.

PVC - Mas R$ 40 parece ser porque se está vendendo no Brasil ingresso pelo dobro do preço em vez de combater o problema da meia entrada.
ANTONINI - 
Isso é verdade. Aquele setor é projetado para ser 2 por 1. Ou seja, sem as cadeiras, ele comporta oito mil pessoas. Com as cadeiras, essa capacidade cairia para quatro mil torcedores. Não é nossa intenção. Hoje, a capacidade do estádio é de 60 mil presentes. Cairia para 55 mil espectadores. Na parte de cima daquele setor, há aquilo que se chama de para-avalanche, a proteção que diminui a velocidade da descida. Uma possibilidade é aumentar o número desses bloqueios para limitar a descida dos torcedores. Outra hipótese é acabar com ela, o que não desejamos.

Bicampeã olímpica, nadadora britânica de apenas 23 anos anuncia aposentadoria


Rebecca Adlington, durante coletiva que anunciou sua aposentadoria
Rebecca Adlington, durante coletiva que anunciou sua aposentadoria
A nadadora Rebecca Adlington anunciou nesta terça-feira que está deixando profissionalmente o esporte. Bicampeão olímpica nos Jogos de Pquim, em 2008, a britânica de apenas 23 anos afirmou que este era o melhor momento para deixar o esporte.

“Não gosto da palavra aposentadoria. Gosto muito da natação, mas não nado mais como atleta de elite e em competições. Não consigo mais acompanhar os nadadores da nova geração. Não consigo treinar como antes e preciso de mais tempo de recuperação agora”, disse ela, que venceu os 400m e os 800m livre nos Jogos chineses.

Em Londres-2012, na Olimpíada que disputou em casa, conquistou medalhas nas mesmas provas. As cores, porém, mudaram: ao invés do dourado, ela colocou duas medalhas de bronze no peito. 

“É hora de parar. Pequim mudou totalmente a minha vida, todos queriam saber mais sobre mim. Foi o melhor momento da minha carreira", afirmou Adlington.

Português

15h00 Paços Ferreira 1x0 Estoril

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Paraense


21h30 Remo 2x2 São Francisco-PA

Capixaba

20h00 Estrela do Norte 2x0 Aracruz

Paraibano

20h00 Auto Esporte 3x1 Nacional - PB

Ironia do destino: técnico Inzaghi é expulso por reclamar de impedimento!

Alex Ferguson já dizia que Filippo Inzaghi "nasceu em posição de impedimento". O artilheiro italiano, aposentado no ano passado, era tão lembrado por sua capacidade de violar a regra 11 quanto por seu talento para gols decisivos. 

Era um vício e virtude ao mesmo tempo, já que sua capacidade de se posicionar sempre no limite do impedimento lhe colocava em ótimas condições de finalizar livre, quando a jogada funcionava. Nunca foi o atacante mais talentoso, mas tinha um senso de movimentação invejável.

Hoje, Inzaghi é técnico nas categorias de base do Milan, dirigindo os Allievi Nazionali (sub-17). No domingo, foi expulso pela primeira vez na função. O motivo? Reclamou de um impedimento não marcado...

O Milan vencia a Atalanta por 2 a 1, de virada, quando aconteceu o lance polêmico que levou Inzaghi à loucura: o gol de empate da equipe de Bérgamo, em posição irregular segundo o ex-atacante.

Não temos as imagens, mas parece que foi algo como no vídeo abaixo...

Nada mudou, Ganso paradão, Neymar sobrando, apito mal e estádio novo com tratamento velho

Muito se falou de Paulo Henrique Ganso por óbvias razões antes de Santos x São Paulo. Mas para variar foi Neymar quem sobrou em campo. Incrível sua naturalidade ao decidir jogos de futebol, sejam eles contra pequenos ou grandes. Nem precisava cavar mais um pênalti como fez, tirando proveito de uma entrada um tanto quanto estabanada de Paulo Miranda. Neymar é um jogador de padrão internacional, para um grande esquadrão mundial, atuando no campeonato paulista.

Seu ex-colega de time foi discreto, como tem sido há anos. A grande dúvida não é mais se Paulo Henrique Ganso voltará a jogar como em 2010, mas sim se ele é realmente capaz disso. O breve momento de brilho do agora são-paulino fica cada vez mais distante. Sem calma, paciência e tempo é que ele não voltará a jogar como (ainda) se espera, embora cada vez menos Ganso seja cercado de expectativa. Suas pálidas aparições já são vistas com naturalidade, como os shows de Neymar.

A combinação apito/bandeira continua a errar, desta vez contra o São Paulo. O gol de Luís Fabiano foi mal anulado, o pênalti em Neymar, ok, discutível, embora na minha opinião ele tenha é cavado mesmo, Paulo Miranda se arriscou no carrinho mas não o atingiu. Desses dois momentos, o lance que mais prejudicou a atuação do árbitro Flávio Rodrigues Guerra e seus auxiliares foi o impedimento mal assinalado por Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo. E era bola parada...

Gazeta Press
Neymar e Ganso se abraçam antes de Santos x São Paulo, clássico que marcou a volta do meia à Vila Belmiro
Neymar e Ganso se abraçam antes de Santos x São Paulo, clássico que marcou a volta do meia à Vila Belmiro


E surgiu o novo Mineirão, sem geral, repleto de cadeiras e acompanhado pelo abjeto substantivo "arena", que para os deslumbrados com esses novos espaços é um sinônimo de local perfeito para espetáculos, não apenas futebolísticos. Pois Cruzeiro e Atlético voltaram a jogar para duas torcidas que foram esculachadas na hora da compra de ingressos e submetidas a situações bizarras, como ficar sem água no meio da peleja — clique aqui e leia. E ainda há quem acredite que a Copa do Mundo mudará isso. Como num passe de mágica.

Vipcomm
Novo Mineirão foi inaugurado neste domingo com o clássico entre Cruzeiro e Atlético
Novo Mineirão foi inaugurado neste domingo com o clássico entre Cruzeiro e Atlético: torcedor foi esculachad

No Mineirão, o melhor e o pior do fim de semana no futebol brasileiro

O Mineirão está bonito!
E, no entanto, é impossível não fazer críticas.
Esse é o símbolo da falta de habilidade de quem faz futebol no Brasil, como os organizadores da Arena Minas, a cara concessionária que dá razão de o Atlético não querer jogar lá, preferir o Independência.

A falta de atendimento ao público foi o ponto negativo de um fim de semana de futebol brasileiro que teve até, acredite, público nos estádios do Sudeste.
Foram 14 mil pessoas na Vila Belmiro para Santos x São Paulo - 77% de ocupação.
36 mil presentes ao Pacaembu para ver os campeões mundiais contra o Oeste de Itápolis - 90%.
E 58 mil no novo Mineirão, 93% da capacidade ocupada.

O ponto alto foi a velocidade do Cruzeiro de Marcelo Oliveira, sob o ritmo de Éverton Ribeiro. No Coritiba, com o técnico Marcelo, Éverton Ribeiro costumava jogar por dentro, armando o 4-2-3-1 duas vezes vice-campeão da Copa do Brasil. Pelo Cruzeiro, abre um pouco mais pela ponta direita, deixa Ricardo Goulart centralizado. Exceto nos oito minutos em que compartilhou o campo com Dagoberto.

Marcelo Oliveira foi boa escolha e os reforços farão o Cruzeiro mais forte na comparação com os péssimos times de 2011 e 2012.

No encerramento de mais uma grande cobertura, quebrei um tackle em pleno Superdome


Fim de mais uma cobertura extensa, cansativa, mas também muito produtiva. Deixo Nova Orleans com a certeza de que proporcionamos muita informação e momentos divertidos aos fãs dos canais ESPN, Rádio ESPN e ESPN.com.br. Dever cumprido!

Você pode conferir no vídeo abaixo os minutos finais do Super Bowl XLVII direto da cabine da ESPN Brasil. E, logo após a festa da conquista dos Ravens, fui obrigado a quebrar um tackle do produtor Tuca Moraes em pleno gramado do Superdome. Divirtam-se e até a próxima!
Everaldo Marques narra título histórico dos Ravens e 'quebra' tackle no Superdome; vej

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Sulamericano Sup 20

18h15 Uruguai 1x0 Eguafor 
20h15 Chile 1x1 Peru 
23h00  Colômbia 2x1 Paraguai

Barthel surpreende Errani e leva título em Paris

Paris (França) - A italiana Sara Errani continua sem conquistar títulos na capital francesa. Finalista de Roland Garros no ano passado, ela perdeu também a chance de conquistar seu primeiro troféu de nível Premier neste domingo, ao ser batida em dois sets equilibrados pela alemã Mona Barthel, com parciais de 7/5 e 7/6 (7-4).

Este foi o segundo torneio conquistado por Barthel, jogadora de 22 anos que ocupa atualmente o 45º posto do ranking e é conhecida pelo saque forte e jogo agressivo. Durante sua ótima semana na quadra sintética coberta, eliminou duas tenistas da casa, a experiente Marion Bartoli e a novata Kristina Mladenovic.

Na partida de 1h56, a alemã conseguiu uma quebra prematura na abertura do segundo set e chegou a ter 5/2, mas a italiana mostrou seu lado guerreiro e ainda levou a decisão ao tiebreak. Barthel encerrou a partida com incríveis 53 winners.

"Foi complicado manter os nervos no lugar naquele final de jogo, mas era minha primeira grande final, então normal eu sentir a tensão", avaliou Barthel, que conquistou seu primeiro troféu no WTA de Hobart, há 13 meses. "Foi uma semana maravilhosa, não esperava chegar a tanto. Agora, acredito que terei uma grande temporada".

Errani, número 7 do mundo, buscava o sétimo título da carreira e o primeiro desde julho do ano passado. 

Foto: Site oficial
2013/estrangeiras_outras/barthel_trofeu_paris_int.jpg

Potiguar

18h00 Palmeira de Goianinha 1x0 Alecrim
18h00 Coríntians-RN 3x1 Potyguar Seridoense
18h00 Potiguar de Mossoró 2x0 Baraúnas-RN
18h00 Santa Cruz-RN 2x1 Assu

Pernambucano

17h00 Petrolina 0x1 Belo Jardim
17h00 Serra Talhada 1x0 Ypiranga-PE
17h00 Pesqueira 2x1 Chã Grande

Copa do Nordeste

17h00 Confiança-SE 0x0 Sport
17h00 Sousa-PB 0x1 Fortaleza
17h00 Salgueiro 0x1 Vitória
19h30 Bahia 0x3 ABC
19h30 Ceará 3x0 Itabaiana

Mineiro

17h00 Cruzeiro 2x1 Atlético-MG

Gaúcho

17h00 Internacional 2x1 Grêmio
18h00 Canoas 1x2 Cruzeiro-RS
18h00 São José-RS 1x0 Passo Fundo
18h00 Veranópolis 0x1 Cerâmica
19h30 Santa Cruz-RS 1x2 Pelotas
19h30 Juventude 1x1 Caxias
20h00 São Luiz 1x0 Novo Hamburg

Carioca

17h00 Resende 1x1 Olaria
17h00 Flamengo 1x0 Nova Iguaçu
18h00 Volta Redonda 0x0 Duque de Caxias
19h30 Macaé 1x3 Botafogo
19h30 Vasco 0x1 Bangu

Paulista

17h00 Santos 3x1 São Paulo
17h00 Corinthians 5x0 Oeste
19h30 XV de Piracicaba 3x3 Palmeiras
19h30 Botafogo-SP x Guarani
19h30 São Bernardo x São Caetano
19h30 Atlético Sorocaba 4x0 União Barbarense
19h30 Mogi Mirim 4x1 Bragantino

Cearense

17h00 Guarani de Juazeiro 1x0 São Benedito
17h00 Horizonte-CE 0x1 Tiradentes
17h00 Crato 2x2 Guarany de Sobra

Baiano

17h00 Atlético-BA 0x1 Juazeirense
17h00 Fluminense-BA 1x3 Vitória da Conquista
17h00 Juazeiro 1x1 Botafogo-BA
17h00 Serrano 1x2 Jacuipense

Goiano

17h00 Rio Verde 2x2 Anápolis
17h00 Aparecidense 0x0 Atlético-GO
17h00 Goianésia 2x0 CRAC-GO
17h00 Itumbiara 1x0 Grêmio-GO

Paranaense

16h30 J.Malucelli 2x0 Nacional-PR
17h00 Paranavaí 2x1 Toledo-PR
17h00 Londrina-PR 1x1 Arapongas
17h00 Paraná Clube 0x0 Coritiba
17h00 Rio Branco-PR 2x2 Operári

Paraense

16h30 Santa Cruz-PA 1x0 Cametá
17h00 Paysandu-PA 3x1 Tuna Luso

Alagoano

16h15 União-AL 0x1 Murici
16h15 Sport Atalaia 1x3 Comercial-AL
16h15 Corinthians-AL 1x1 CSE

Português

14h00 Gil Vicente 4x2 Marítimo
14h00 Olhanense 0x0 Acadêmica
14h00 Nacional da Madeira 1x2 Moreirense
16h00 Beira-Mar 3x3 Braga
18h15 Benfica 3x0 Vitória de Setúbal

Copa Africana

13h00 Costa do Marfim 1x2 Nigéria
16h30 Burkina Fasso 1x0 Togo

Em Pattaya City, Kirilenko encerra jejum de títulos


Pattaya City (Tailândia) - Sem saber o que era erguer uma taça desde 2008, a segunda favorita Maria Kirilenko acabou com o jejum de cinco anos neste domingo ao derrotar a alemã Sabine Lisicki na final do WTA de Pattaya City, com parciais de 5/7, 6/1 e 7/6 (7-1). Esta foi a sexta conquista no circuito da musa russa, que havia ficado com o vice no torneio na temporada passada.
A situação não começou muito favorável para Kirilenko, que venceu apenas 58% dos pontos disputados com o saque no primeiro set e acabou perdendo com duas quebras contrárias e apenas uma a seu favor. Só que o placar adverso não fez muita diferença para a russa, que na parcial seguinte perdeu apenas um game e deixou tudo igual.
Embalada com a boa atuação, a número 15 do mundo manteve o bom momento e chegou a abrir 4/1 na parcial decisiva. Contudo, ela teve trabalho para fechar e permitiu que Lisicki se recuperasse e levasse a definição para o tiebreak. Na hora do desempate, Kirilenko voltou a ser melhor e perdeu apenas um ponto, fechando o confronto depois de 2h37 de batalha.
Com o triunfo na final de Pattaya, além de conquistar seu sexto título na carreira e acabar com o longo período sem conquistas, Kirilenko também manteve a invencibilidade contra a canhota alemã. Nas três vezes que a russa mediu forças com Lisicki, todas elas em quadras duras, acabou saindo de quadra com a vitória.
Apesar de ter sofrido 12 aces da germânica, contra apenas seis a seu favor, Kirilenko não enfrentou tantos problemas no saque da rival, que faturou somente 51% dos pontos disputados nesta situação. Na batalha das quebras a russa levou a melhor não só em números gerais (6 contra 4), mas também no aproveitamento, concretizando 60% das chances contra 50% de Lisicki.


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Alemão

12h30 Nuremberg 2x3 Borussia Mgladbach
14h30 Bayer Leverkusen 2x1 Borussia Dortmund

Inglês

11h30 West Bromwich Albion 0x1 Tottenham
14h00 Manchester City 2x2 Liverpool

Francês

11h00 Ajaccio 3x1 Lyon
14h00 Montpellier 3x1 Reims
18h00 Olympique 0x1 Nancy

Italiano

09h30 Chievo Verona 1x2 Juventus
12h00 Palermo 1x2 Atalanta
12h00 Pescara 2x3 Bologna
12h00 Siena 3x1 Internazionale
12h00 Genoa 3x2 Lazio
12h00 Fiorentina 2x0 Parma
17h45 Milan 2x1 Udines

Espanhol

09h00 Málaga 1x1 Zaragoza
14h00 Sevilla 2x1 Rayo Vallecano
16h00 Valencia 1x1 Barcelona
18h00 Atlético de Madri 1x0 Betis
18h00 Real Sociedad 3x0 Mallorca

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Paraense

21h30 Paragominas-PA 1x1 Águia de Marabá

Gaúcho

20h30 Esportivo-RS 0x1 Lajeadense

Pernambucano

20h00 Porto 0x3 Náutico

Copa do Nordeste

17h00 Feirense-BA 1x2 CRB
17h00 Santa Cruz-PE 2x0 Campinense-PB
19h30 América-RN 0x1 ASA

Carioca

17h00 Boavista 1x0 Friburguense
17h00 Madureira 1x2 Audax-RJ
19h30 Quissamã 0x3 Fluminense

Paulista

17h00 Mirassol 0x1 Ituano
19h30 Linense 3x0 Paulista
19h30 Ponte Preta 2x Penapolens

Cearense

17h00 Ferroviário-CE 2x3 Icasa

Catarinense

17h00 Figueirense 2x0 Camboriú
19h30 Joinville 2x0 Hermann Aichinge

Goiano

17h00 Goiás 3x0 Vila Nova-GO

Paranaense

16h30 Atlético-PR 2x1 Cianorte

Português

16h00 Rio Ave 2x1 Sporting
18h30 Vitória de Guimarães 0x4 Porto

Mineiro

16h00 Boa Esporte Clube 2x1 Nacional-MG
17h00 Araxá 2x1 América-MG
17h00 Villa Nova-MG 1x1 Tupi
19h30 Caldense-MG 1x1 Guarani-MG

Alagoano


16h00 CEO 1x2 CSA

Italiano

15h00 Torino 0x0 Sampdoria
17h45 Napoli 2x0 Catania

Francês

14h00 Lorient 2x2 Rennes
17h00 Bastia 0x0 Evian
17h00 Bordeaux 1x0 Valenciennes
17h00 Brest 0x2 Nice
17h00 Lille 1x1 Troyes
17h00 Sochaux 1x2 Saint-Etienne

Copa Africana

13h00 Gana 2x0 Cabo Verde
16h30 (3)África do Sul 1x1 Mali(1)

Espanhol

13h00 Osasuna 1x0 Celta
15h00 Getafe 3x1 La Coruña
17h00 Espanyol 3x2 Levante
19h00 Granada-ESP 1x0 Real Madrind

Alemão

12h30 Wolfsburg 1x1 Augsburg
12h30 Schalke 04 1x2 Greuther Fürth
12h30 Mainz 05 0x3 Bayern de Munique
12h30 Fortuna Düsseldorf 3x1 Stuttgart
12h30 Hoffenheim 2x1 Freiburg
15h30 Hamburgo 0x2 Eintracht Frankfurt

Inglês

10h45 QPR 0x0 Norwich
13h00 Arsenal 1x0 Stoke City
13h00 Everton 3x3 Aston Villa
13h00 Newcastle United 3x2 Chelsea
13h00 Reading 2x1 Sunderland
13h00 West Ham 1x0 Swansea City
13h00 Wigan 2x2 Southampton
15h30 Fulham 0x1 Manchester United

Informações e palpites da rodada do fim de semana no Mineiro, Paulista e Carioca

CAMPEONATO MINEIRO
CRUZEIRO x ATLÉTICO
Mineirão, domingo, 17h
CRUZEIRO – Problemas – Diego Souza (sem documentação), Dagoberto (condicionamento físico), Borges (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Ceará, Bruno Rodrigo, Paulão e Egídio; Leandro Guerreiro e Nílton; Ricardo Goulart, Éverton Ribeiro e Éverton; Anselmo Ramon. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre e Leandro Donizete; Araújo, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – O último clássico no Mineirão aconteceu no Campeonato Estadual de 2010 e foi vencido pelo Cruzeiro por 3 x 1.
PALPITE – Empate

CAMPEONATO PAULISTA
SANTOS x SÃO PAULO
Vila Belmiro, domingo, 17h
SANTOS – Problemas – Renê Júnior (machucado), Neto (machucado, dúvida) – Time provável (4-3-1-2) – Rafael, Bruno Peres, Jubal, Durval e Guilherme Santos; Adriano, Arouca, Cícero e Montillo; Neymar e André. Técnico: Muricy Ramalho
SÃO PAULO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Rogério, Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington e Denílson; Jádson, Ganso e Osvaldo; Luís Fabiano. Técnico: Ney Franco
CURIOSIDADE – O Santos pode ser tetracampeão paulista, feito inédito em São Paulo desde o Paulistano em 1919. Ganso também pode. O último jogador tetracampeão paulista foi o zagueiro Antônio Carlos, em 1991 e 1992 pelo São Paulo, 1993 e 1994 pelo Palmeiras.
PALPITE - Santos

CORINTHIANS x OESTEPacaembu, domingo, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Chicão (machucado), Cássio (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Danilo Fernandes, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Jorge Henrique, Émerson e Danilo; Guerrero. Técnico: Tite
OESTE – Time provável – Fernando Leal, Eduardo Luiz, Dezinho, Ligger e Dedê; Paulo Vítor, Petterson, Hudson e Serginho; Jéfferson e Wânderson. Técnico: Luís Carlos Martins
CURIOSIDADE – Pato fez gol em todas as suas estreias e faz seu primeiro jogo pelo Corinthians contra o Oeste no domingo. Começa no banco de reservas. 
PALPITE - Corinthians

XV DE PIRACICABA x PALMEIRASBarão de Serra Negra, domingo, 19h30
XV DE PIRACICABA – Problemas – Adílson Goiano (expulso) – Time provável – Bruno Fuso, Lorran, César, Luís Eduardo e Janílson; Diego Silva, Jairo, Diguinho e Danilo Sacramento; Marcelo Régis e Paulinho. Técnico: Sérgio Guedes
PALMEIRAS – Problemas – Souza (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Ayrton, Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo e Wesley; Maykon Leite, Valdivia e Vinícius; Barcos. Técnico: Gílson Kleina
CURIOSIDADE – A melhor campanha da história do XV aconteceu em 1976, ano em que foi vice-campeão paulista e perdeu a final para o Palmeiras, por 1 x 0, gol de Jorge Mendonça.
PALPITE – Palmeiras

CAMPEONATO CARIOCAQUISSAMÃ x FLUMINENSE
Moacyrzão (Macaé), Sábado, 19h30
FLUMINENSE – Problemas – Wellington Nem (machucado, dúvida), Gum (machucado), Deco (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho e Jean; Rafael Sóbis, Felipe e Thiago Neves; Fred. Técnico: Abel Braga
CURIOSIDADE – Pela primeira vez, o Fluminense enfrenta o Quissamã num jogo oficial.
PALPITE - Fluminense

FLAMENGO x NOVA IGUAÇUEngenhão, Domingo, 17h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Leonardo Moura, Renato Santos, Marcos González e João Paulo; Victor Cáceres e Íbson; Nixon, Elias e Rafinha; Hernane. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – O time campeão brasileiro de 2009 tinha um titular contratado do Nova Iguaçu: Aírton.
PALPITE – Flamengo

MACAÉ x BOTAFOGOMoacyrzão (Macaé), domingo, 19h30
BOTAFOGO – Problemas – Gilberto (machucado) – Jéfferson, Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos e Fellype Gabriel; Lodeiro, Andrezinho e Seedorf; Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Botafogo por 3 x 0 em Macaé.
PALPITE - Botafogo

VASCO x BANGUSão Januário, domingo, 19h30
VASCO – Problemas – Carlos Alberto (machucado ) – Time provável (4-3-1-2) – Alessandro, Abuda, Dedé, André e Wendell; Filipe Souto, Jhon Cley, Pedro Ken e Bernardo; Éder Luís e Leonardo. Técnico: Gaúcho
BANGU – Problemas – Gilmar (expulso) – Time provável – Getúlio Vargas, Celsinho, Raphael, Carlos Renan e Bruno Santos; Ives, Araruama, Mayaro e Eudes; Hugo e Sérgio Júnior. Técnico: Cleimar Rocha
CURIOSIDADE – Nos anos 80, o Bangu tirou o Vasco do triangular final do Campeonato Carioca duas vezes, em 1983 e 1985.
PALPITE - Vasco

Agora complicou muito

Se era um confronto complicado antes de começar, agora ficou ainda mais indigesto.

As nossas maiores chances no confronto teriam que sair das raquetes do Thomaz. Quando ele entrou e comecei a ver a rapidez da quadra e o semblante tenso, fiquei preocupado. Não imaginava que o brasileiro fosse jogar mal como jogou, mas a situação em nada o deixava confortável. Com um Querrey jogando com uma boa porcentagem de primeiro saque e um Bellucci errando demais nas trocas de bolas. não teve em nenhum momento do jogo uma luz ou um pingo de esperança. Perdeu o saque no final do primeiro set e no primeiro game dos outros sets. Com isso, deixou o americano solto e sem pressão no jogo. 

Às vezes pode parecer uma crítica, mas a verdade tem que ser dita, e este espaço é querido e lido por isso. Fala a verdade. Hoje não foi um dia para comemorar, e a declaração dele ao repórter Marcos Perez deixou claro isso. O que tem que melhorar para domingo: TUDO.

O que mais deixou claro que ele não estava bem foram as pequenas chances em 0/15 pu 15/30 que ele errava toda hora antes do adversário. Prato cheio para ganhar confiança.

Com um a zero entrou o Thiago contra o Isner. Que fique claro que ele me surpreendeu muito. Jogou bem, sólido e com espirito de Davis. Falei abertamente que eu não teria feito essa escolha, tenho aqui que me desculpar e aceitar o meu erro. Ele jogou bem, e o João mostrou que mandou muito bem peitando a grande maioria e colocando o quarto melhor tenista do momento. Não ganhou, mas jogou muito bem e representou como queremos e merecemos.

Agora ficou duro demais, mas que a dupla ganhe seu ponto e vamos ver o que acontece domingo.

Acabem com a "avalanche" do politicamente correto, da caretice que está matando o futebol

Sim, a avalanche da torcida envolve um risco. Mas em anos e anos com os torcedores descendo em desabalada carreira as arquibancadas do velho Olímpico, nenhum acidente de grande repercussão foi registrado. Ninguém foi esmagado no muro, que mesmo após décadas ali, no mesmo lugar, suportou sem sustos a pressão da massa ensandecida pela catarse de um gol do Grêmio. Futebol não é ópera, e sim festa do povo. Estádio não é teatro, para "arenas" de comportadinhos, mas o local sagrado no qual os homens deixam de lado algumas regras sociais para mergulhar de cabeça em sua paixão.




Sim, um acidente aconteceu na avalanche de alegria, do alívio pelo golaço de Elano, o da sobrevivência na Libertadores. Algo precisa ser feito. Que tal levar o velho muro do Olímpico para a nova casa tricolor? Ou, claro, construírem um alambrado mais forte, adequado para suportar a pressão dos torcedores que ali se aglomeram para celebrar um tento? Há soluções que possam dar segurança sem tirar a liberdade, e elas não parecem tão complexas. Mas existe uma avalanche mais constante e perigosa, a do maldito politicamente correto, da caretice que abafa a espontaneidade das pessoas, dos torcedores. E isso vai matar aos poucos nosso futebol.

Entre buscar uma solução e proibir, eles preferem o caminho mais fácil, o do veto, que agrada a parcela da sociedade, acostumada com isso, que concorda com essa política restritiva que encapa os incompetentes. Clássicos com uma torcida para a polícia não ter tanto trabalho, estádios sem cerveja, como se as pessoas não bebessem do lado de fora, bandeiras vetadas, empobrecendo o espetáculo, como se elas fossem armas e não símbolos de amor pelo clube... São várias as medidas proibitivas nesse bloco cretino que avança sobre as legítimas manifestações do povo.

Sou favorável ao fim da "avalanche", não a dos gremistas, mas essa do politicamente correto, da caretice que está matando o futebol. Tudo pela festa, pela preservação de nossa identidade! Sem a imposição do modelo europeu, especialmente o formato teatral, monótono, frio adotado pelos ingleses. De tudo o que eles fazem por lá há muito o que seguir, copiar, menos esse comportamento obrigatório baseado na caretice de uma cancha sem bandeiras, papel picado, luzes e coreografias. O futebol precisa ser salvo desses pulhas que trabalham pelo seu fim.

Abaixo, vídeo da primeira avalanche na nova casa do Grêmio, contra o Hamburgo, sem incidentes. Clique aqui e leia ótimo artigo de Antero Greco sobre a onda de proibições que assola o Brasil.