20h30 Esportivo-RS 0x1 Lajeadense
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Copa do Nordeste
| 17h00 Feirense-BA 1x2 CRB |
| 17h00 Santa Cruz-PE 2x0 Campinense-PB |
| 19h30 América-RN 0x1 ASA |
Mineiro
| 16h00 Boa Esporte Clube 2x1 Nacional-MG |
| 17h00 Araxá 2x1 América-MG |
| 17h00 Villa Nova-MG 1x1 Tupi |
| 19h30 Caldense-MG 1x1 Guarani-MG |
Francês
| 14h00 Lorient 2x2 Rennes |
| 17h00 Bastia 0x0 Evian |
| 17h00 Bordeaux 1x0 Valenciennes |
| 17h00 Brest 0x2 Nice |
| 17h00 Lille 1x1 Troyes |
| 17h00 Sochaux 1x2 Saint-Etienne |
Espanhol
| 13h00 Osasuna 1x0 Celta |
| 15h00 Getafe 3x1 La Coruña |
| 17h00 Espanyol 3x2 Levante |
| 19h00 Granada-ESP 1x0 Real Madrind |
Alemão
| 12h30 Wolfsburg 1x1 Augsburg |
| 12h30 Schalke 04 1x2 Greuther Fürth |
| 12h30 Mainz 05 0x3 Bayern de Munique |
| 12h30 Fortuna Düsseldorf 3x1 Stuttgart |
| 12h30 Hoffenheim 2x1 Freiburg |
| 15h30 Hamburgo 0x2 Eintracht Frankfurt |
Inglês
| 10h45 QPR 0x0 Norwich |
| 13h00 Arsenal 1x0 Stoke City |
| 13h00 Everton 3x3 Aston Villa |
| 13h00 Newcastle United 3x2 Chelsea |
| 13h00 Reading 2x1 Sunderland |
| 13h00 West Ham 1x0 Swansea City |
| 13h00 Wigan 2x2 Southampton |
| 15h30 Fulham 0x1 Manchester United |
Informações e palpites da rodada do fim de semana no Mineiro, Paulista e Carioca
CAMPEONATO MINEIRO
CRUZEIRO x ATLÉTICOMineirão, domingo, 17h
CRUZEIRO – Problemas – Diego Souza (sem documentação), Dagoberto (condicionamento físico), Borges (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Ceará, Bruno Rodrigo, Paulão e Egídio; Leandro Guerreiro e Nílton; Ricardo Goulart, Éverton Ribeiro e Éverton; Anselmo Ramon. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre e Leandro Donizete; Araújo, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – O último clássico no Mineirão aconteceu no Campeonato Estadual de 2010 e foi vencido pelo Cruzeiro por 3 x 1.
PALPITE – Empate
CAMPEONATO PAULISTA
SANTOS x SÃO PAULOVila Belmiro, domingo, 17h
SANTOS – Problemas – Renê Júnior (machucado), Neto (machucado, dúvida) – Time provável (4-3-1-2) – Rafael, Bruno Peres, Jubal, Durval e Guilherme Santos; Adriano, Arouca, Cícero e Montillo; Neymar e André. Técnico: Muricy Ramalho
SÃO PAULO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Rogério, Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington e Denílson; Jádson, Ganso e Osvaldo; Luís Fabiano. Técnico: Ney Franco
CURIOSIDADE – O Santos pode ser tetracampeão paulista, feito inédito em São Paulo desde o Paulistano em 1919. Ganso também pode. O último jogador tetracampeão paulista foi o zagueiro Antônio Carlos, em 1991 e 1992 pelo São Paulo, 1993 e 1994 pelo Palmeiras.
PALPITE - Santos
CORINTHIANS x OESTEPacaembu, domingo, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Chicão (machucado), Cássio (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Danilo Fernandes, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Jorge Henrique, Émerson e Danilo; Guerrero. Técnico: Tite
OESTE – Time provável – Fernando Leal, Eduardo Luiz, Dezinho, Ligger e Dedê; Paulo Vítor, Petterson, Hudson e Serginho; Jéfferson e Wânderson. Técnico: Luís Carlos Martins
CURIOSIDADE – Pato fez gol em todas as suas estreias e faz seu primeiro jogo pelo Corinthians contra o Oeste no domingo. Começa no banco de reservas.
PALPITE - Corinthians
XV DE PIRACICABA x PALMEIRASBarão de Serra Negra, domingo, 19h30
XV DE PIRACICABA – Problemas – Adílson Goiano (expulso) – Time provável – Bruno Fuso, Lorran, César, Luís Eduardo e Janílson; Diego Silva, Jairo, Diguinho e Danilo Sacramento; Marcelo Régis e Paulinho. Técnico: Sérgio Guedes
PALMEIRAS – Problemas – Souza (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Ayrton, Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo e Wesley; Maykon Leite, Valdivia e Vinícius; Barcos. Técnico: Gílson Kleina
CURIOSIDADE – A melhor campanha da história do XV aconteceu em 1976, ano em que foi vice-campeão paulista e perdeu a final para o Palmeiras, por 1 x 0, gol de Jorge Mendonça.
PALPITE – Palmeiras
CAMPEONATO CARIOCAQUISSAMÃ x FLUMINENSE
Moacyrzão (Macaé), Sábado, 19h30
FLUMINENSE – Problemas – Wellington Nem (machucado, dúvida), Gum (machucado), Deco (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho e Jean; Rafael Sóbis, Felipe e Thiago Neves; Fred. Técnico: Abel Braga
CURIOSIDADE – Pela primeira vez, o Fluminense enfrenta o Quissamã num jogo oficial.
PALPITE - Fluminense
FLAMENGO x NOVA IGUAÇUEngenhão, Domingo, 17h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Leonardo Moura, Renato Santos, Marcos González e João Paulo; Victor Cáceres e Íbson; Nixon, Elias e Rafinha; Hernane. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – O time campeão brasileiro de 2009 tinha um titular contratado do Nova Iguaçu: Aírton.
PALPITE – Flamengo
MACAÉ x BOTAFOGOMoacyrzão (Macaé), domingo, 19h30
BOTAFOGO – Problemas – Gilberto (machucado) – Jéfferson, Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos e Fellype Gabriel; Lodeiro, Andrezinho e Seedorf; Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Botafogo por 3 x 0 em Macaé.
PALPITE - Botafogo
VASCO x BANGUSão Januário, domingo, 19h30
VASCO – Problemas – Carlos Alberto (machucado ) – Time provável (4-3-1-2) – Alessandro, Abuda, Dedé, André e Wendell; Filipe Souto, Jhon Cley, Pedro Ken e Bernardo; Éder Luís e Leonardo. Técnico: Gaúcho
BANGU – Problemas – Gilmar (expulso) – Time provável – Getúlio Vargas, Celsinho, Raphael, Carlos Renan e Bruno Santos; Ives, Araruama, Mayaro e Eudes; Hugo e Sérgio Júnior. Técnico: Cleimar Rocha
CURIOSIDADE – Nos anos 80, o Bangu tirou o Vasco do triangular final do Campeonato Carioca duas vezes, em 1983 e 1985.
PALPITE - Vasco
CRUZEIRO x ATLÉTICOMineirão, domingo, 17h
CRUZEIRO – Problemas – Diego Souza (sem documentação), Dagoberto (condicionamento físico), Borges (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fábio, Ceará, Bruno Rodrigo, Paulão e Egídio; Leandro Guerreiro e Nílton; Ricardo Goulart, Éverton Ribeiro e Éverton; Anselmo Ramon. Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Victor, Marcos Rocha, Leonardo Silva, Réver e Júnior César; Pierre e Leandro Donizete; Araújo, Ronaldinho Gaúcho e Bernard; Jô. Técnico: Cuca
CURIOSIDADE – O último clássico no Mineirão aconteceu no Campeonato Estadual de 2010 e foi vencido pelo Cruzeiro por 3 x 1.
PALPITE – Empate
CAMPEONATO PAULISTA
SANTOS x SÃO PAULOVila Belmiro, domingo, 17h
SANTOS – Problemas – Renê Júnior (machucado), Neto (machucado, dúvida) – Time provável (4-3-1-2) – Rafael, Bruno Peres, Jubal, Durval e Guilherme Santos; Adriano, Arouca, Cícero e Montillo; Neymar e André. Técnico: Muricy Ramalho
SÃO PAULO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Rogério, Paulo Miranda, Lúcio, Rhodolfo e Cortez; Wellington e Denílson; Jádson, Ganso e Osvaldo; Luís Fabiano. Técnico: Ney Franco
CURIOSIDADE – O Santos pode ser tetracampeão paulista, feito inédito em São Paulo desde o Paulistano em 1919. Ganso também pode. O último jogador tetracampeão paulista foi o zagueiro Antônio Carlos, em 1991 e 1992 pelo São Paulo, 1993 e 1994 pelo Palmeiras.
PALPITE - Santos
CORINTHIANS x OESTEPacaembu, domingo, 17h
CORINTHIANS – Problemas – Chicão (machucado), Cássio (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Danilo Fernandes, Alessandro, Gil, Paulo André e Fábio Santos; Ralf e Paulinho; Jorge Henrique, Émerson e Danilo; Guerrero. Técnico: Tite
OESTE – Time provável – Fernando Leal, Eduardo Luiz, Dezinho, Ligger e Dedê; Paulo Vítor, Petterson, Hudson e Serginho; Jéfferson e Wânderson. Técnico: Luís Carlos Martins
CURIOSIDADE – Pato fez gol em todas as suas estreias e faz seu primeiro jogo pelo Corinthians contra o Oeste no domingo. Começa no banco de reservas.
PALPITE - Corinthians
XV DE PIRACICABA x PALMEIRASBarão de Serra Negra, domingo, 19h30
XV DE PIRACICABA – Problemas – Adílson Goiano (expulso) – Time provável – Bruno Fuso, Lorran, César, Luís Eduardo e Janílson; Diego Silva, Jairo, Diguinho e Danilo Sacramento; Marcelo Régis e Paulinho. Técnico: Sérgio Guedes
PALMEIRAS – Problemas – Souza (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Fernando Prass, Ayrton, Maurício Ramos, Henrique e Juninho; Márcio Araújo e Wesley; Maykon Leite, Valdivia e Vinícius; Barcos. Técnico: Gílson Kleina
CURIOSIDADE – A melhor campanha da história do XV aconteceu em 1976, ano em que foi vice-campeão paulista e perdeu a final para o Palmeiras, por 1 x 0, gol de Jorge Mendonça.
PALPITE – Palmeiras
CAMPEONATO CARIOCAQUISSAMÃ x FLUMINENSE
Moacyrzão (Macaé), Sábado, 19h30
FLUMINENSE – Problemas – Wellington Nem (machucado, dúvida), Gum (machucado), Deco (machucado) – Time provável (4-2-3-1) – Diego Cavalieri, Bruno, Digão, Leandro Euzébio e Carlinhos; Edinho e Jean; Rafael Sóbis, Felipe e Thiago Neves; Fred. Técnico: Abel Braga
CURIOSIDADE – Pela primeira vez, o Fluminense enfrenta o Quissamã num jogo oficial.
PALPITE - Fluminense
FLAMENGO x NOVA IGUAÇUEngenhão, Domingo, 17h
FLAMENGO – Problemas – Nenhum – Time provável (4-2-3-1) – Felipe, Leonardo Moura, Renato Santos, Marcos González e João Paulo; Victor Cáceres e Íbson; Nixon, Elias e Rafinha; Hernane. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE – O time campeão brasileiro de 2009 tinha um titular contratado do Nova Iguaçu: Aírton.
PALPITE – Flamengo
MACAÉ x BOTAFOGOMoacyrzão (Macaé), domingo, 19h30
BOTAFOGO – Problemas – Gilberto (machucado) – Jéfferson, Lucas, Antônio Carlos, Bolívar e Márcio Azevedo; Marcelo Mattos e Fellype Gabriel; Lodeiro, Andrezinho e Seedorf; Bruno Mendes. Técnico: Oswaldo de Oliveira
CURIOSIDADE – Ano passado, vitória do Botafogo por 3 x 0 em Macaé.
PALPITE - Botafogo
VASCO x BANGUSão Januário, domingo, 19h30
VASCO – Problemas – Carlos Alberto (machucado ) – Time provável (4-3-1-2) – Alessandro, Abuda, Dedé, André e Wendell; Filipe Souto, Jhon Cley, Pedro Ken e Bernardo; Éder Luís e Leonardo. Técnico: Gaúcho
BANGU – Problemas – Gilmar (expulso) – Time provável – Getúlio Vargas, Celsinho, Raphael, Carlos Renan e Bruno Santos; Ives, Araruama, Mayaro e Eudes; Hugo e Sérgio Júnior. Técnico: Cleimar Rocha
CURIOSIDADE – Nos anos 80, o Bangu tirou o Vasco do triangular final do Campeonato Carioca duas vezes, em 1983 e 1985.
PALPITE - Vasco
Agora complicou muito
Se era um confronto complicado antes de começar, agora ficou ainda mais indigesto.
As nossas maiores chances no confronto teriam que sair das raquetes do Thomaz. Quando ele entrou e comecei a ver a rapidez da quadra e o semblante tenso, fiquei preocupado. Não imaginava que o brasileiro fosse jogar mal como jogou, mas a situação em nada o deixava confortável. Com um Querrey jogando com uma boa porcentagem de primeiro saque e um Bellucci errando demais nas trocas de bolas. não teve em nenhum momento do jogo uma luz ou um pingo de esperança. Perdeu o saque no final do primeiro set e no primeiro game dos outros sets. Com isso, deixou o americano solto e sem pressão no jogo.
Às vezes pode parecer uma crítica, mas a verdade tem que ser dita, e este espaço é querido e lido por isso. Fala a verdade. Hoje não foi um dia para comemorar, e a declaração dele ao repórter Marcos Perez deixou claro isso. O que tem que melhorar para domingo: TUDO.
O que mais deixou claro que ele não estava bem foram as pequenas chances em 0/15 pu 15/30 que ele errava toda hora antes do adversário. Prato cheio para ganhar confiança.
Com um a zero entrou o Thiago contra o Isner. Que fique claro que ele me surpreendeu muito. Jogou bem, sólido e com espirito de Davis. Falei abertamente que eu não teria feito essa escolha, tenho aqui que me desculpar e aceitar o meu erro. Ele jogou bem, e o João mostrou que mandou muito bem peitando a grande maioria e colocando o quarto melhor tenista do momento. Não ganhou, mas jogou muito bem e representou como queremos e merecemos.
Agora ficou duro demais, mas que a dupla ganhe seu ponto e vamos ver o que acontece domingo.
As nossas maiores chances no confronto teriam que sair das raquetes do Thomaz. Quando ele entrou e comecei a ver a rapidez da quadra e o semblante tenso, fiquei preocupado. Não imaginava que o brasileiro fosse jogar mal como jogou, mas a situação em nada o deixava confortável. Com um Querrey jogando com uma boa porcentagem de primeiro saque e um Bellucci errando demais nas trocas de bolas. não teve em nenhum momento do jogo uma luz ou um pingo de esperança. Perdeu o saque no final do primeiro set e no primeiro game dos outros sets. Com isso, deixou o americano solto e sem pressão no jogo.
Às vezes pode parecer uma crítica, mas a verdade tem que ser dita, e este espaço é querido e lido por isso. Fala a verdade. Hoje não foi um dia para comemorar, e a declaração dele ao repórter Marcos Perez deixou claro isso. O que tem que melhorar para domingo: TUDO.
O que mais deixou claro que ele não estava bem foram as pequenas chances em 0/15 pu 15/30 que ele errava toda hora antes do adversário. Prato cheio para ganhar confiança.
Com um a zero entrou o Thiago contra o Isner. Que fique claro que ele me surpreendeu muito. Jogou bem, sólido e com espirito de Davis. Falei abertamente que eu não teria feito essa escolha, tenho aqui que me desculpar e aceitar o meu erro. Ele jogou bem, e o João mostrou que mandou muito bem peitando a grande maioria e colocando o quarto melhor tenista do momento. Não ganhou, mas jogou muito bem e representou como queremos e merecemos.
Agora ficou duro demais, mas que a dupla ganhe seu ponto e vamos ver o que acontece domingo.
Acabem com a "avalanche" do politicamente correto, da caretice que está matando o futebol
Sim, a avalanche da torcida envolve um risco. Mas em anos e anos com os torcedores descendo em desabalada carreira as arquibancadas do velho Olímpico, nenhum acidente de grande repercussão foi registrado. Ninguém foi esmagado no muro, que mesmo após décadas ali, no mesmo lugar, suportou sem sustos a pressão da massa ensandecida pela catarse de um gol do Grêmio. Futebol não é ópera, e sim festa do povo. Estádio não é teatro, para "arenas" de comportadinhos, mas o local sagrado no qual os homens deixam de lado algumas regras sociais para mergulhar de cabeça em sua paixão.
Sim, um acidente aconteceu na avalanche de alegria, do alívio pelo golaço de Elano, o da sobrevivência na Libertadores. Algo precisa ser feito. Que tal levar o velho muro do Olímpico para a nova casa tricolor? Ou, claro, construírem um alambrado mais forte, adequado para suportar a pressão dos torcedores que ali se aglomeram para celebrar um tento? Há soluções que possam dar segurança sem tirar a liberdade, e elas não parecem tão complexas. Mas existe uma avalanche mais constante e perigosa, a do maldito politicamente correto, da caretice que abafa a espontaneidade das pessoas, dos torcedores. E isso vai matar aos poucos nosso futebol.
Entre buscar uma solução e proibir, eles preferem o caminho mais fácil, o do veto, que agrada a parcela da sociedade, acostumada com isso, que concorda com essa política restritiva que encapa os incompetentes. Clássicos com uma torcida para a polícia não ter tanto trabalho, estádios sem cerveja, como se as pessoas não bebessem do lado de fora, bandeiras vetadas, empobrecendo o espetáculo, como se elas fossem armas e não símbolos de amor pelo clube... São várias as medidas proibitivas nesse bloco cretino que avança sobre as legítimas manifestações do povo.
Sou favorável ao fim da "avalanche", não a dos gremistas, mas essa do politicamente correto, da caretice que está matando o futebol. Tudo pela festa, pela preservação de nossa identidade! Sem a imposição do modelo europeu, especialmente o formato teatral, monótono, frio adotado pelos ingleses. De tudo o que eles fazem por lá há muito o que seguir, copiar, menos esse comportamento obrigatório baseado na caretice de uma cancha sem bandeiras, papel picado, luzes e coreografias. O futebol precisa ser salvo desses pulhas que trabalham pelo seu fim.
Abaixo, vídeo da primeira avalanche na nova casa do Grêmio, contra o Hamburgo, sem incidentes. Clique aqui e leia ótimo artigo de Antero Greco sobre a onda de proibições que assola o Brasil.
Entre buscar uma solução e proibir, eles preferem o caminho mais fácil, o do veto, que agrada a parcela da sociedade, acostumada com isso, que concorda com essa política restritiva que encapa os incompetentes. Clássicos com uma torcida para a polícia não ter tanto trabalho, estádios sem cerveja, como se as pessoas não bebessem do lado de fora, bandeiras vetadas, empobrecendo o espetáculo, como se elas fossem armas e não símbolos de amor pelo clube... São várias as medidas proibitivas nesse bloco cretino que avança sobre as legítimas manifestações do povo.
Sou favorável ao fim da "avalanche", não a dos gremistas, mas essa do politicamente correto, da caretice que está matando o futebol. Tudo pela festa, pela preservação de nossa identidade! Sem a imposição do modelo europeu, especialmente o formato teatral, monótono, frio adotado pelos ingleses. De tudo o que eles fazem por lá há muito o que seguir, copiar, menos esse comportamento obrigatório baseado na caretice de uma cancha sem bandeiras, papel picado, luzes e coreografias. O futebol precisa ser salvo desses pulhas que trabalham pelo seu fim.
Abaixo, vídeo da primeira avalanche na nova casa do Grêmio, contra o Hamburgo, sem incidentes. Clique aqui e leia ótimo artigo de Antero Greco sobre a onda de proibições que assola o Brasil.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Rafinha desabafa após gol, mas garante: 'Vou manter os pés no chão
Rafinha comemora ao marcar para o Flamengo no clássico com o Vasco
"A emoção é muito grande. Muitos falaram que eu não ia conseguir por causa do meu tamanho. Mas se Deus quiser eu vou matar um leão por dia e vou seguir melhorando", afirmou.
Ele garantiu ainda que não vai deixar a boa atuação enganá-lo: "Eu tenho noção de que hoje eu fui bem, mas amanhã eu posso ir mal. Então eu tenho que manter os pés no chão", finalizou.
Com a vitória sobre o rival, o Flamengo chegou a 10 pontos e alcançou a liderança do grupo B da Taça Guanabara, o primeiro turno do Campeonato Carioca-2013. A equipe volta aos campos às 17h (de Brasília) do próximo domingo para enfrentar o Nova Iguaçu, no Engenhão, pela quarta rodada da competição.
Veja os lances da partida
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Libertadores
| 20h15 Olimpia-PAR 2x0 Defensor Sporting |
| 22h45 Universidad Cesar Vallejo 1x1 Deportes Tolim |
Paulista
| 19h30 Palmeiras 3x0 São Bernardo |
| 19h30 Atlético Sorocaba 2x2 Botafogo-SP |
| 19h30 Guarani 1x3 Bragantino |
Carioca
| 17h00 Bangu 0x0 Nova Iguaçu |
| 19h30 Duque de Caxias 3x1 Olaria |
| 19h30 Vasco 2x4 Flamengo |
| 20h00 Volta Redonda 2x4 Resend |
Entrevista AO VIVO com o Pelé da NFL e invasão na NFL Experience. Dia inesquecível em Nova Orleans
A quarta-feira em Nova Orleans foi simplesmente inesquecível. Após muitas entrevistas e gravações nas coletivas de Ravens e 49ers, entramos AO VIVO no Bate-Bola 2ª edição com Jerry Rice, o Pelé da NFL! Muito simpático, a lenda do futebol americano acabou emocionando a nossa equipe no Centro de Imprensa.
No programa AO VIVO do ESPN.com.br, que ocorre todos os dias, às 22h, eu e Paulo Antunes invadimos a sempre divertida NFL Experience, evento oficial da Liga que promove inúmeras atrações diferentes aos fãs da bola oval.
No programa AO VIVO do ESPN.com.br, que ocorre todos os dias, às 22h, eu e Paulo Antunes invadimos a sempre divertida NFL Experience, evento oficial da Liga que promove inúmeras atrações diferentes aos fãs da bola oval.
Grêmio teve paciência para vencer LDU. Torcida não precisa ter paciência com ajustes da Arena
A soma dos dois jogos entre Grêmio e LDU registrou vantagem indiscutível da equipe de Vanderlei Luxemburgo. Mais posse de bola nas duas partidas, controle das ações e chances de gol desperdiçadas, como o chute na trave de Zé Roberto, em Quito.
Ainda falta penetração, tabela, infiltração dos atacantes. Contra a LDU, Vargas aberto pela direita empurrava um pouco Elano para a faixa central e Zé Roberto mais à esquerda. Com um pouco mais de aproximação entre o atacante chileno, ex-Napoli, e Marcelo Moreno, o Grêmio talvez invadisse com mais certeza a zaga equatoriana.
Natural sofrer um pouco no segundo jogo do ano, contra um adversário de bom nível, como a LDU, campeã da Libertadores em 2008. Importante foi conquistar a vaga na fase de grupos, em que o Grêmio jogará contra Fluminense, Huachipato e Caracas.
O jogo de paciência, de toques curtos e poucas penetrações merece a confiança da torcida a partir de agora.
Um pouco diferente é a paciência com a solução dos problemas da Arena Grêmio.
A queda da grade feriu pessoas no novo estádio.
Há dois aspectos a se considerar.
Por mais que muitos torcedores não gostem, melhor seria o Grêmio manter a ideia original e ter cadeiras atrás dos gols. Sem avalanche, o risco de queda da grade diminuiria.
Mas se o clube capitulou, se aceitou a ideia de ter lugares sem cadeiras para pemitir a festa da torcida, então é preciso repensar a grade, de maneira a não prensar torcedores contra ela nem permitir que ela ceda ao receber o impacto.
A Arena do Grêmio é linda, um avanço entre os estádios do Brasil.
Por isso, não precisa conviver com críticas como as feitas pelo Hamburgo sobre o gramado ou as evidentes após o acidente com a torcida na noite de quarta-feira.
Ainda falta penetração, tabela, infiltração dos atacantes. Contra a LDU, Vargas aberto pela direita empurrava um pouco Elano para a faixa central e Zé Roberto mais à esquerda. Com um pouco mais de aproximação entre o atacante chileno, ex-Napoli, e Marcelo Moreno, o Grêmio talvez invadisse com mais certeza a zaga equatoriana.
Natural sofrer um pouco no segundo jogo do ano, contra um adversário de bom nível, como a LDU, campeã da Libertadores em 2008. Importante foi conquistar a vaga na fase de grupos, em que o Grêmio jogará contra Fluminense, Huachipato e Caracas.
O jogo de paciência, de toques curtos e poucas penetrações merece a confiança da torcida a partir de agora.
Um pouco diferente é a paciência com a solução dos problemas da Arena Grêmio.
A queda da grade feriu pessoas no novo estádio.
Há dois aspectos a se considerar.
Por mais que muitos torcedores não gostem, melhor seria o Grêmio manter a ideia original e ter cadeiras atrás dos gols. Sem avalanche, o risco de queda da grade diminuiria.
Mas se o clube capitulou, se aceitou a ideia de ter lugares sem cadeiras para pemitir a festa da torcida, então é preciso repensar a grade, de maneira a não prensar torcedores contra ela nem permitir que ela ceda ao receber o impacto.
A Arena do Grêmio é linda, um avanço entre os estádios do Brasil.
Por isso, não precisa conviver com críticas como as feitas pelo Hamburgo sobre o gramado ou as evidentes após o acidente com a torcida na noite de quarta-feira.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Paraense
| 21h30 São Francisco-PA 3x0 Tuna Luso |
| 21h30 Águia de Marabá 1x0 Santa Cruz-PA |
| 21h30 Remo 3x2 Paragominas-PA |
Potiguar
| 21h30 Baraúnas-RN 3x0 Palmeira de Goianinha |
| 21h30 Alecrim 2x0 Potiguar de Mossoró |
| 21h30 Potyguar Seridoense 0x1 Assu |
| 21h30 Coríntians-RN 1x2 Santa Cruz-RN |
Pernambucano
| 21h00 Belo Jardim 1x1 Central |
| 21h00 Náutico 2x1 Pesqueira |
| 21h00 Ypiranga-PE 1x0 Porto |
| 21h00 Chã Grande 0x1 Serra Talhada |
Goiano
| 20h30 CRAC-GO 0x1 Itumbiara |
| 20h30 Goianésia 1x0 Grêmio-GO |
| 20h30 Goiás 1x0 Aparecidense |
| 20h30 Rio Verde 1x1 Atlético-GO |
| 22h00 Anápolis 1x2 Vila Nova-GO |
Copa do Nordeste
| 20h15 CRB 1x2 Campinense-PB |
| 20h15 Confiança-SE 2x2 Sousa-PB |
| 22h15 ASA 2x0 Vitória |
| 22h15 Feirense-BA 0x1 Santa Cruz-PE |
| 22h15 Sport 3x0 Fortaleza |
Paranaense
| 19h30 Paraná Clube 2x1 Londrina-PR |
| 20h30 Toledo-PR 1x1 Atlético-PR |
| 20h30 Nacional-PR 1x2 Rio Branco-PR |
| 20h30 Arapongas 0x0 Paranavaí |
| 20h30 Operário 2x1 Cianorte |
Catarinense
| 19h30 Avaí 2x1 Juventus-SC |
| 20h30 Hermann Aichinger x Guarani-SC |
| 20h30 Camboriú 1x0 Joinville |
| 22h00 Chapecoense 2x1 Criciúma |
| 22h00 Metropolitano-SC 2x1 Figueirense |
Inglês
| 17h45 Norwich 1x1 Tottenham |
| 17h45 Arsenal 2x2 Liverpool |
| 17h45 Everton 2x1 West Bromwich Albion |
| 18h00 Reading 2x1 Chelsea |
| 18h00 Fulham 3x1 West Ham |
| 18h00 Manchester United 2x1 Southampton |
Gaucho
| 17h00 Internacional 0x0 Novo Hamburgo |
| 19h30 Santa Cruz-RS 0x2 Caxias |
| 20h00 Esportivo-RS 0x0 Cerâmica |
| 20h00 Veranópolis 1x0 Lajeadense |
| 22h00 Juventude 1x0 Pelotas |
Carioca
| 17h00 Madureira 2x1 Macaé |
| 17h00 Quissamã 0x1 Boavista |
| 17h00 Audax-RJ 0x4 Botafogo |
| 22h00 Fluminense 2x2 Friburguense |
Paulista
| 17h00 Paulista 1x1 Mirassol |
| 19h30 São Caetano 0x2 Linense |
| 19h30 Penapolense 2x0 XV de Piracicaba |
| 19h30 Ponte Preta 1x0 Oeste |
| 22h00 Ituano 0x1 Santos |
| 22h00 Corinthians 2x1 Mogi Mirim |
Alagoano
| 16h15 Comercial-AL 4x1 CSE |
| 16h15 União-AL 1x1 CSA |
| 16h15 Sport Atalaia 1x4 Corinthians-AL |
| 17h00 Murici 1x0 CEO |
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Inglês
| 17h45 Aston Villa 1x2 Newcastle United |
| 17h45 QPR 0x0 Manchester City |
| 17h45 Stoke City 2x2 Wigan |
| 17h45 Sunderland 0x0 Swansea City |
'France Football' diz que Qatar comprou a Copa de 2022 e implica Ricardo Teixeira
A revista 'France Football' publicou nesta terça-feira uma reportagem que diz que o Qatar pagou para conseguir sediar a Copa do Mundo de 2022.
A publicação francesa, que tem parceria com a Fifa na premiação de melhor do mundo, implica ainda altos dirigentes do futebol mundial, como Ricardo Teixeira (então presidente da CBF), o paraguaio Nicolás Leoz (presidente da Conmebol), o francês Michel Platini (presidente da Uefa) e até o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy.
A edição conta com uma reportagem de 20 páginas com o título de 'Qatargate', e aponta também uma possível influência do presidente do Barcelona, Sandro Rosell.
| Divulgação | ||
| Reprodução da capa da revista 'France Football' |
A revista diz trazer alguns dos elementos que considera suspeitos de terem influenciado no voto de alguns membros da Fifa, muitos deles baseados na investigação feita pela própria Fifa, através da Comissão de Ética presidida pelo americano Michael Garcia.
Segundo a 'France Footbal', o Qatar pagou "enormes quantidades de dinheiro" para comprar os votos necessários do Comitê Executivo da Fifa para conseguir organizar o Mundial de 2022. Na eleição, dia 2 de dezembro de 2010, o país asiático ficou com 14 votos contra 8 dos Estados Unidos. Austrália, Coreia do Sul e Japão também tentaram.
No centro da armação, ainda conforme a revista francesa, está o ex-presidente da Comissão Asiática de Futebol, Mohamed bin Hamman, que foi afastado da Fifa por suspeitas de corrupção.
Leoz entra na história por ter recebido o emir qatariano Hamad bin Khalifa al Thani (presidente da federação de futebol do seu país), para firmar acordos bilaterais justamente depois da eleição.
Julio Grondona (presidente da Federação Argentina de Futebol), diz a revista, está sendo investigado por relações comerciais com o Qatar, entre eles o fato de a Argentina ter enfrentado o Brasil, em Doha, dias antes da votação. O Qatar pagou US$ 7 milhões (equivalente hoje a R$ 14 milhões) para realizar esta partida, aponta a publicação.
Ricardo Teixeira, que passou a morar na Flórida desde que renunciou ao cargo de presidente da CBF em março de 2012, entrou na história por conta do amistoso e também, ainda segundo a 'France Football', por receber dinheiro proveniente do Golfo Pérsico.
Rosell, presidente do Barça, é relacionado porque a sua equipe tem um acordo com a Fundação Qatar e que no ano que vem mudará para a Qatar Airways.
A 'France Football' diz ainda que o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, teve um encontro com o príncipe Tami bin Hamad al-Thani e com Michel Platini, presidente da Uefa, que acabou mudando o seu voto depois da reunião.
Naquela reunião, de acordo com a "France Football", foi acordado que um grupo do Qatar compraria o Paris Saint-Germain e um canal de televisão dedicado aos esportes, compras que logo depois foram concretizadas
Procurador veta Rafael Moura no Palmeiras. Troca pode ser Luan por Josimar
O procurador do centroavante Rafael Moura vetou a inclusão de seu cliente na troca entre Internacional e Palmeiras. Assim, Rafael Moura continuará no Inter.
Isso não inviabiliza o negócio, cuja definição pode acontecer até quarta-feira. Sem Rafael Moura, a tendência é que Luan seja trocaco pelo volante Josimar por empréstimo até o final do ano.
O procurador não quer comentar o caso.
Isso não inviabiliza o negócio, cuja definição pode acontecer até quarta-feira. Sem Rafael Moura, a tendência é que Luan seja trocaco pelo volante Josimar por empréstimo até o final do ano.
O procurador não quer comentar o caso.
Destaque na Superliga, búlgara se adapta ao Brasil com 'sol na piscina' e churrasco
Vasileva, búlgara do Vôlei Amil, em ação em partida contra o Sesi
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Agora, passados quatro meses desde a chegada, Vasileva, de 1,94m, é um dos maiores destaques da Superliga. Autora de 178 pontos na competição, ela lidera o ranking das melhores atacantes do torneio e mostra estar bastante adaptada ao Brasil.
Nas horas vagas, quando está de folga dos treinos e jogos, a búlgara gosta de tomar sol. Em seu prédio na cidade do interior paulista, deita na cadeira e relaxa. Mas ela garante que fica melhor ainda se for com uma outra combinação.
"Eu adoro sol na piscina. Sempre que dá, vou ali no meu prédio mesmo e fico tomando sol. Às vezes sozinha, às vezes com as meninas. É uma delícia, eu gosto muito", afirmou a ponteira de 22 anos, em entrevista ao UOL Esporte concedida em português, a pedido da jogadora.
Outro ‘detalhe’ que Vasileva diz que está adorando no país é a comida. Em especial o churrasco. Fã de culinária, a atleta garante que se arrisca e manda bem na hora de cozinhar, especialmente doces, com receitas que aprendeu na família. Mas ela não dispensa a carne brasileira.
"Eu adoro carne, adoro churrasco. Em Campinas tem muitos lugares com uma carne muito deliciosa. É assim que fala, né? Deliciosa? Eu gosto, quando dá eu vou com as meninas. É uma das coisas que mais gosto no Brasil", completou Vasileva.
Fã do sol, a oposto búlgara diz que ainda não conhece muito sobre o Brasil, mas revela uma vontade que pretende matar em breve: curtir a praia no Rio de Janeiro. "Eu ainda não sei muito daqui, mas quero ir ao Rio de Janeiro. Fomos lá para jogar, mas é claro que não dá tempo de conhecer nada. Quero ir à praia, ver como é. É muito lindo", afirmou.
Nesta segunda-feira, Elitsa Vasileva não esteve em um bom dia na vitória do Vôlei Amil sobre o São Bernardo, no ABC paulista. Ela anotou apenas nove pontos e cometeu um número excessivo de erros, o que a deixou bastante irritada. "Não estou feliz, não joguei bem. Estou muito irritada
Técnico', Vidal assumiu riscos para moldar novo estilo no basquete brasileiro
Fino, inteligente, ousado, educado, corajoso. Ary Vidal, comandante da seleção brasileira de basquete em momentos marcantes do esporte no país, foi uma miscelânea de adjetivos que se repetem na boca de quem conviveu de perto com o técnico.
Mas talvez seja justamente um substantivo, sem nenhuma pompa, sem nenhum glamour ou tom elogioso implícito, o mais preciso e caro a Vidal, que morreu nesta segunda-feira, aos 77 anos, no Rio de Janeiro. Técnico.
“Ele não era um treinador, era um técnico. Treinador é quem treina o time, técnico é quem comanda”, define Guerrinha, armador da seleção brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 1987, a conquista mais festejada do basquete no país.
Foram quase duas décadas de seleção brasileira, em quatro passagens. Na primeira delas, Vidal renovou a seleção com jovens como Oscar e Marcel, apostando em uma nova geração para o Mundial de 1978. “Ele levou o Hélio Rubens e o Carioquinha, que eram mais antigos, e levou os cinco titulares do time juvenil. Eu era o mais fraquinho deles, mas ele apostou em mim”, lembra Eduardo Agra, comentarista dos canais ESPN.
A seleção terminou com um terceiro lugar – foi a última vez que chegou ao pódio em Mundiais – graças a uma cesta de Marcel, no segundo final, pouco à frente do meio da quadra. Uma cesta que parecia fruto do acaso, mas que era treinada exaustivamente. E que viraria a marca do basquete brasileiro nos anos seguintes.
O arremesso de Marcel em Manila, contra a Itália, com o cronômetro zerado, seria a marca de um estilo de jogo que Ary Vidal implantaria na seleção nos anos seguintes. “Ele usava as peças que tinha. E tinha dois grandes arremessadores, Oscar e Marcel. O time passou a ser construído em torno dos dois”, lembra Guerrinha, que se juntou ao grupo em 1985, já na segunda passagem de Vidal.
Um ano antes, em 1984, foi instituída a linha de três pontos para competições internacionais. “O Ary teve coragem e passou a explorar essa linha dos três pontos. Ele foi contra todos: contra imprensa, contra outros treinadores, com jornalistas. A gente treinava aquilo e fazia”, afirma Oscar, cestinha da seleção brasileira daquela geração e um dos melhores amigos de Vidal.
“Aprendi muito com ele fora da quadra. Coisas para a vida, mesmo. Ele era inteligente, educado, fino. Talvez fino seja a palavra que melhor defina o Ary”, afirma Eduardo Agra.
Para Hélio Rubens, que foi comandado por Ary na seleção brasileira e depois acabou se tornando adversário como treinador, o que diferenciava o técnico era justamente o aspecto pessoal. “Ele sempre deu muita liberdade para que todos dessem opiniões e tinha um bom relacionamento com todos os jogadores. Isso era fundamental.”
Israel, outro titular daquele Pan de Indianápolis, usa outro adjetivo para definir o técnico. “Carismático. Ele fazia com que a seleção tivesse um clima muito bom entre todos os jogadores, sempre. E além da competência, ele ainda tinha sorte”, lembra.
Dizer que Ary Vidal era sortudo não é, de forma alguma, uma forma de diminuir seus feitos. Até porque a sorte, na carreira no técnico, aparecia em momentos decisivos, aqueles aos quais só se pode chegar mostrando competência e comprometimento. E isso, nunca faltou. “Em todos esses anos, ele passou a mensagem do comprometimento do esporte”, afirma o ex-pivô Gerson Victalino.
Comprometido, sortudo, atencioso, carismático. A coleção de adjetivos que definem Ary Vidal se estende a cada depoimento, a cada conversa. Mas a palavra que melhor retrata o homem que mudou a cara do basquete brasileiro continua sendo um substantivo: técnico
Mas talvez seja justamente um substantivo, sem nenhuma pompa, sem nenhum glamour ou tom elogioso implícito, o mais preciso e caro a Vidal, que morreu nesta segunda-feira, aos 77 anos, no Rio de Janeiro. Técnico.
“Ele não era um treinador, era um técnico. Treinador é quem treina o time, técnico é quem comanda”, define Guerrinha, armador da seleção brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 1987, a conquista mais festejada do basquete no país.
Divulgação NBB
Vidal foi técnico da seleção brasileira por 121 partidas, com 92 vitórias e 29 derrotas. Era ele o comandante no histórico Pan de Indianápolis, mas também no igualmente heroico bronze no Mundial das Filipinas, em 1978. No Pan de 1979, nas Olimpíadas de Seul, em 1988 e Atlanta, em 1996.
Ary Vidalm, ex-técnico da seleção brasileira
Foram quase duas décadas de seleção brasileira, em quatro passagens. Na primeira delas, Vidal renovou a seleção com jovens como Oscar e Marcel, apostando em uma nova geração para o Mundial de 1978. “Ele levou o Hélio Rubens e o Carioquinha, que eram mais antigos, e levou os cinco titulares do time juvenil. Eu era o mais fraquinho deles, mas ele apostou em mim”, lembra Eduardo Agra, comentarista dos canais ESPN.
A seleção terminou com um terceiro lugar – foi a última vez que chegou ao pódio em Mundiais – graças a uma cesta de Marcel, no segundo final, pouco à frente do meio da quadra. Uma cesta que parecia fruto do acaso, mas que era treinada exaustivamente. E que viraria a marca do basquete brasileiro nos anos seguintes.
O arremesso de Marcel em Manila, contra a Itália, com o cronômetro zerado, seria a marca de um estilo de jogo que Ary Vidal implantaria na seleção nos anos seguintes. “Ele usava as peças que tinha. E tinha dois grandes arremessadores, Oscar e Marcel. O time passou a ser construído em torno dos dois”, lembra Guerrinha, que se juntou ao grupo em 1985, já na segunda passagem de Vidal.
Um ano antes, em 1984, foi instituída a linha de três pontos para competições internacionais. “O Ary teve coragem e passou a explorar essa linha dos três pontos. Ele foi contra todos: contra imprensa, contra outros treinadores, com jornalistas. A gente treinava aquilo e fazia”, afirma Oscar, cestinha da seleção brasileira daquela geração e um dos melhores amigos de Vidal.
Getty
Fora da quadra – Os feitos de Ary Vidal na quadra – ou ao lado dela – são notáveis e notados, estão escritos na história. Mas quem conviveu com o técnico durante a vida que ele dedicou ao basquete faz questão de ir além.
Oscar teve a carreira diretamente influenciada por Ary
“Aprendi muito com ele fora da quadra. Coisas para a vida, mesmo. Ele era inteligente, educado, fino. Talvez fino seja a palavra que melhor defina o Ary”, afirma Eduardo Agra.
Para Hélio Rubens, que foi comandado por Ary na seleção brasileira e depois acabou se tornando adversário como treinador, o que diferenciava o técnico era justamente o aspecto pessoal. “Ele sempre deu muita liberdade para que todos dessem opiniões e tinha um bom relacionamento com todos os jogadores. Isso era fundamental.”
Israel, outro titular daquele Pan de Indianápolis, usa outro adjetivo para definir o técnico. “Carismático. Ele fazia com que a seleção tivesse um clima muito bom entre todos os jogadores, sempre. E além da competência, ele ainda tinha sorte”, lembra.
Dizer que Ary Vidal era sortudo não é, de forma alguma, uma forma de diminuir seus feitos. Até porque a sorte, na carreira no técnico, aparecia em momentos decisivos, aqueles aos quais só se pode chegar mostrando competência e comprometimento. E isso, nunca faltou. “Em todos esses anos, ele passou a mensagem do comprometimento do esporte”, afirma o ex-pivô Gerson Victalino.
Comprometido, sortudo, atencioso, carismático. A coleção de adjetivos que definem Ary Vidal se estende a cada depoimento, a cada conversa. Mas a palavra que melhor retrata o homem que mudou a cara do basquete brasileiro continua sendo um substantivo: técnico
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Disco riscado
A moçada de hoje está acostumada com as maravilhas da tecnologia e ouve som impecável em aparelhinhos portentosos. Não sabe o que era curtir música em vinil - uma beleza, se não desse defeito. Disco riscado fazia a agulha emperrar, patinar, não sair do lugar. A canção ficava sempre na mesma frase. Um martírio, até vir alguém e mexer na vitrola.
Pois o Palmeiras lembra os LPs do tempo da vovó - e não é de agora. Entra ano, sai ano, a ladainha permanece inalterada. O time não decola, os resultados decepcionam, a angústia não dá sossego aos fãs. Enfim, a melodia não flui, nesse disco cheio de falhas, com capa rota e que todo mundo pega de qualquer jeito, suja e deixa marcas das mãos.
Desta vez, a diferença está na falta de paciência. O palestrino não aguenta mais humilhação e resolveu espernear desde o primeiro vacilo. Na semana passada, na estreia no Paulista, surgiram vaias após o empate com o Bragantino, numa demonstração de tolerância zero, ou perto disso, com os erros. A bronca ficou maior, ontem, na derrota por 3 a 2 para o Penapolense, que jogou boa parte do segundo tempo com um a menos.
É impiedoso xingar este ou aquele jogador numa fase que, em circunstâncias normais, seria encarada apenas como uma pré-temporada, com as oscilações de praxe. Luan, por exemplo, virou o principal bode expiatório das seguidas frustrações verdes. Ouviu de tudo, na rodada inaugural, ficou no banco na segunda, e só entrou ontem quando a casa ruía. Ainda fez um gol e nem festejou.
Mas, descontadas reações das organizadas, pois difícil saber as reais motivações delas, dá para entender o exagero do palmeirense com essas cobranças imediatas. Isso se chama desespero, medo de outra temporada desperdiçada, mais um ano de gozações. Então, a turma das arquibancadas parte logo para o ataque, para ver se os cartolas se coçam.
A ansiedade é tão acentuada que a torcida se divide. Como no caso do Valdivia. O chileno também entrou na etapa final e, em certo momento, foi motivo para coro nada simpático de uma facção de seguidores. Imediatamente, outra parte o incentivou. Dava a sensação de que havia duas torcidas distintas no estádio municipal. Caramba, em vez de se unirem os alviverdes se apartam!
A cisão é mais uma consequência do furacão que varreu o clube na história recente, outra herança maldita deixada por gente que demorou para pegar o boné e ir pra casa. O sentimento do palmeirista é contraditório: tenta imaginar dias melhores, com a ascensão ao poder de um presidente com discurso de verniz moderninho (se bem que já apelou para o "não vamos fazer loucuras"), mas se choca com a realidade.
E a prática escancarou um Palmeiras inseguro, com rombos em todos os setores. O gol de Ayrton, aos 7 minutos, passou a impressão de que seria um domingo de festa. Ilusão que se dissipou com o empate e a virada do Penapolense ainda na primeira parte. E com o time do interior a jogar como se fosse o mandante! Nem a expulsão de Jailton colaborou para amenizar o vexame do pessoal da casa.
Paulo Nobre, Brunoro e colaboradores terão de agir logo para não serem vistos como mais do mesmo. A intenção deles é bacana; a emergência, maior. O tempo que lhes sobrou para apresentar resultados é curto. Atletas já estão marcados, Gilson Kleina sentiu o desconforto de cobranças e o povo chia. A bomba relógio verde precisa ser desmontada.
PS. Oração, lágrimas, tristeza. Pouco o que posso dedicar às famílias atingidas pela tragédia em Santa Maria.
Pois o Palmeiras lembra os LPs do tempo da vovó - e não é de agora. Entra ano, sai ano, a ladainha permanece inalterada. O time não decola, os resultados decepcionam, a angústia não dá sossego aos fãs. Enfim, a melodia não flui, nesse disco cheio de falhas, com capa rota e que todo mundo pega de qualquer jeito, suja e deixa marcas das mãos.
Desta vez, a diferença está na falta de paciência. O palestrino não aguenta mais humilhação e resolveu espernear desde o primeiro vacilo. Na semana passada, na estreia no Paulista, surgiram vaias após o empate com o Bragantino, numa demonstração de tolerância zero, ou perto disso, com os erros. A bronca ficou maior, ontem, na derrota por 3 a 2 para o Penapolense, que jogou boa parte do segundo tempo com um a menos.
É impiedoso xingar este ou aquele jogador numa fase que, em circunstâncias normais, seria encarada apenas como uma pré-temporada, com as oscilações de praxe. Luan, por exemplo, virou o principal bode expiatório das seguidas frustrações verdes. Ouviu de tudo, na rodada inaugural, ficou no banco na segunda, e só entrou ontem quando a casa ruía. Ainda fez um gol e nem festejou.
Mas, descontadas reações das organizadas, pois difícil saber as reais motivações delas, dá para entender o exagero do palmeirense com essas cobranças imediatas. Isso se chama desespero, medo de outra temporada desperdiçada, mais um ano de gozações. Então, a turma das arquibancadas parte logo para o ataque, para ver se os cartolas se coçam.
A ansiedade é tão acentuada que a torcida se divide. Como no caso do Valdivia. O chileno também entrou na etapa final e, em certo momento, foi motivo para coro nada simpático de uma facção de seguidores. Imediatamente, outra parte o incentivou. Dava a sensação de que havia duas torcidas distintas no estádio municipal. Caramba, em vez de se unirem os alviverdes se apartam!
A cisão é mais uma consequência do furacão que varreu o clube na história recente, outra herança maldita deixada por gente que demorou para pegar o boné e ir pra casa. O sentimento do palmeirista é contraditório: tenta imaginar dias melhores, com a ascensão ao poder de um presidente com discurso de verniz moderninho (se bem que já apelou para o "não vamos fazer loucuras"), mas se choca com a realidade.
E a prática escancarou um Palmeiras inseguro, com rombos em todos os setores. O gol de Ayrton, aos 7 minutos, passou a impressão de que seria um domingo de festa. Ilusão que se dissipou com o empate e a virada do Penapolense ainda na primeira parte. E com o time do interior a jogar como se fosse o mandante! Nem a expulsão de Jailton colaborou para amenizar o vexame do pessoal da casa.
Paulo Nobre, Brunoro e colaboradores terão de agir logo para não serem vistos como mais do mesmo. A intenção deles é bacana; a emergência, maior. O tempo que lhes sobrou para apresentar resultados é curto. Atletas já estão marcados, Gilson Kleina sentiu o desconforto de cobranças e o povo chia. A bomba relógio verde precisa ser desmontada.
PS. Oração, lágrimas, tristeza. Pouco o que posso dedicar às famílias atingidas pela tragédia em Santa Maria.
O futuro de Ganso
O primeiro gol com a camisa do São Paulo não indica boa atuação de Ganso contra o Atlético Sorocaba. Cañete jogou mais. Ganso ainda está longe de jogar o que se espera dele. Também está longe de morrer.
Incrível como é difícil encontrar o meio termo. Ganso poder não ser gênio e também não é perna-de-pau.
Incrível também como um velho lema - ou chavão - do São Paulo é esquecido quando se fala de Ganso. No passado, dizia-se sempre que poucos clubes tinham tanta paciência com os craques como o São Paulo. Tantos demoraram para emplacar: Pedro Rocha, Darío Pereyra, Careca, Raí...
Autor dos gols do primeiro Mundial, em 1992, Raí chegou ao Morumbi em 1987. Foi xingado algumas vezes até 1990, quando chegou Telê Santana. Daí até 1993, quando saiu para o PSG, marcou 80% dos gols pelo São Paulo.
Naquele tempo, o futebol era diferente. Mais lento, mas nem tanto assim. Já se dizia que um jogador corria 12 km por partida, contra 6 km em 1970. Raí era lento, diziam. Como se diz de Ganso.
Paciência é a palavra. Mérito de Ney Franco ter barrado seu armador contra o Bolívar, para jogar uma final. Parecia inevitável escalá-lo. Não era, e Ney Franco provou isso. Agora parece impossível não exaltá-lo pelo gol - e é pouco - ou criticá-lo por ainda não ter decolado.
Calma é a palavra. Com Aloísio pela direita e Jádson por dentro, o São Paulo fica mais rápido. Cañete mostrou nos dois jogos que disputou ser opção pela direita, pelo centro ou pela esquerda. Ganso precisa vibrar mais, passar mais, decidir mais. Ser mais parecido com o que foi em 2010. Se vai conseguir ou não, com suas qualidades e defeitos, só ele pode provar.
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