terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Futebol jogado no Brasil não atrai interesse lá fora. Culpa dos brasileiros ou dos estrangeiros?

"A Liga dos Campeões é o objetivo máximo que tem um clube". A frase é de Vicente del Bosque, técnico da seleção da Espanha, campeã mundial e bi da Eurocopa. Declaração nada surpreendente partindo de um europeu. Mas o que há por trás dela? O recém-encerrado Mundial de Clubes da Fifa, conquistado merecidamente pelo Corinthians e mais uma vez repleto de times risíveis, proporciona uma boa reflexão.

O que motiva os europeus a se fecharem de tal forma ao redor de sua principal competição e das ligas nacionais? Auto-suficiência? Pode ser. Mas o que a explica? Creio que seja provocada pela força de suas competições, que movimentam torcidas, dinheiro, repercutindo em todo o planeta. Eles têm os mais valorizados jogadores do mundo e exploram isso ao máximo. 

Nesse cenário, fica difícil outro torneio competir em qualidade com a Champions, apesar de alguns timecos que participam da fase de grupos da competição europeia. E como a Fifa faz enorme uso do seu Mundial (distribui vagas por critérios políticos, não técnicos), o mesmo não consegue se aproximar do certame europeu no quesito técnico.

A Fifa arma seu Mundial com um representante de cada continente dando quase o mesmo peso para regiões do mundo onde se joga futebol em alto nível e outras nas quais o esporte é amador. O desafio imposto pela Liga dos Campeões é muito maior. Tivesse o torneio "fifeiro" mais equipes de nível técnico elevado (tradução: mais vagas para europeus e sul-americanos), certamente ele começaria a ficar mais atraente, desafiador.

O Corinthians tem torcida, tradição, títulos, patrocinador, um estádio sendo construído, muita mídia e um bom time de futebol. Como foi possível um clube de tal calibre ser praticamente ignorado por muitos torcedores e jornalistas europeus até a vitória na final? E que fique claro: fosse outro o representante brasileiro no Japão, não seria diferente. O futebol jogado aqui praticamente não é visto lá fora. E isso precisa ser encarado por nós, para que possamos encontrar problemas e pensar em soluções.

Quais os pontos fortes do Campeonato Brasileiro sob a ótica de um europeu que ligaria a TV de sua casa para acompanhá-lo? Times populares, jogadores jovens que podem surgir e alcançar fama internacional, bons times dentro de nossa atual realidade e, claro, jogos legais. Sim, temos muitos cotejos interessantes por aqui.

E os pontos fracos? Primeiro a pequena quantidade de partidas que realmente tenham grande apelo para quem busca um jogo atraente, sem ter vínculo afetivo com os times que estão em campo. São muitas as pelejas arrastadas, com 40 a 50 faltas, jogadores que reclamam de tudo e árbitros que marcam de tudo. Isso é somado a gramados ruins, estádios na maioria das vezes vazios e um cenário melancólico.

O produto não é bom. Se o sujeito não for um brasileiro morando no exterior ou alguém absolutamente fanático pelo futebol daqui, dificilmente irá parar para ver o Brasileirão. Até no empacotamento do produto, nas transmissões de TV, é preciso melhorar muito. Que tal colocar o dedo na ferida, enfrentar isso? Ainda mais agora, que os clubes daqui têm mais dinheiro?

Outra opção é ficarmos indignados com o jornalista inglês que desconhecia o Corinthians. E aqui volto a reforçar: seria o mesmo caso lá estivesse qualquer outro time brasileiro. Eles não conhecem porque não veem, não têm interesse no que é jogado aqui. O futebol brasileiro e sua seleção têm respeito e admiração lá fora, mas os times e o que proporcionam em campo não chamam a atenção.

Até concordo que um jornalista especializado em futebol, inglês, que acompanha o Chelsea, deveria saber o mínimo sobre o time corintiano às vésperas do torneio "fifista", isso faz parte do trabalho. Mas quantos de nós da imprensa brasileira têm amplo conhecimento sobre os demais times que disputaram o Mundial de Clubes, como o próprio Al Ahly? No geral, estamos no mesmo barco.

Alguém dirá algo como "mas o cara não acompanha o futebol jogado no Brasil, que absurdo!" E quantos da imprensa brasileira sabem algo sobre, digamos, os times que disputam o Campeonato Paraguaio? O Chileno? O Equatoriano? O Argentino? Poucos. E qual o motivo? Esses torneios não despertam grande interesse por aqui, as pessoas priorizam aquilo que lhes importa.

Sim, o Brasileirão está para um torcedor ou jornalista europeu como para nós estão o Campeonato Costarriquenho ou a Liga Postobón da Colômbia. Azar do repórter inglês que não conhece o Corinthians ou azar de quem tem tanta tradição no futebol e não consegue chamar a atenção do mundo? Pare, pense. O inimigo do progresso de nosso futebol mora em casa.

Photocamera
Seedorf, astro internacional, pelo Botafogo, contra o campeão nacional Fluminense: estádio vazio
Seedorf, astro internacional, pelo Botafogo, contra o campeão nacional, o Fluminense: muitos jogos em estádio vazio

Como explicar o Corinthians?

Tudo já foi dito. Ou quase. A espetacular vitória do Corinthians foi saudada de vários pontos de vista, desde o que ressalta o comportamento humano (uma irresistível soma de humildade, comprometimento, companheirismo e entrega) até o que defende teses sócio-econômicas (a participação do bando de loucos teria muito a ver com o crescimento da classe C no Brasil). Falou-se até de futebol. De como um time sem craques se impôs a um estelar campeão europeu (quando, na verdade, há craques no Corinthians e menos do que se diz no Chelsea). E falou-se muito, claro, de Tite, o técnico campeão.

Ouvi gente que implorava pela contratação de Pep Guardiola para a seleção brasileira defender que, agora, Tite seria o cara. Não se considera que o trabalho que ele realizou no Parque São Jorge – quase dois anos de experiências, acertos, na paciente construção de um time que ganhou um Brasileiro, uma Libertadores e, agora, um Mundial – seria impensável na seleção brasileira. Nesta, paciência é tudo que não se tem. Como armar um time como o do Corinthians reunindo esporadicamente jogadores que atuam em tantos países, a maioria, muito provavelmente, na Europa?

Claro, achar que Tite seria o cara decorre de nosso mais costumeiro método de avaliação de um técnico de futebol: só é bom o que vence. Mas nada disso afeta a reconhecível competência do homem cujo projeto de trabalho levou o Corinthians a dois dos mais gloriosos anos de sua história.

Acho justo destacar as virtudes humanas de um grupo que apostou na humildade, no comprometimento, no companheirismo e na entrega, tudo sob as bênçãos de Tite. E acho interessante a tese de que estão no crescimento da classe C as raízes do bando de loucos. Mas é no futebol que devemos nos ater e procurar as razões do sucesso corintiano. Afinal, mais do que o Atlético Mineiro do primeiro turno, mais do que o Grêmio dos seus melhores dias, mais do que o Fluminense em toda a sua corrida rumo ao título, o Corinthians é hoje, longe, o melhor time do Brasil. Pelo menos, para meu gosto pessoal.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Morre Manguito, campeão mundial pelo Flamengo em 1981


Manguito, o quarto a partir da esquerda, posa com o time antes da final do Brasileiro de 1980
Manguito, o quarto a partir da esquerda, ao lado do goleiro Raul, posa com o time antes da final do Brasileiro de 1980
Três dias depois do aniversário de 31 anos da conquista do título mundial de 1981, o Flamengo perdeu um de seus herois. Faleceu na noite deste domingo o ex-zagueiro Manguito, vítima de um infarto. Batizado como Alberto Gonçalves, o ex-jogador tinha 59 anos e estava um evento na Lapa quando sentiu-se mal. O ex-jogador conquistou oito títulos com a camisa do Flamengo: Campeonato Carioca (1978 e 1979, por duas vezes), Ramón de Carranza (1979 e 1980), Campeonato Brasileiro (1980), Copa Libertadores (1981) e Campeonato Mundial de Clubes (1981). 

Manguito esteve no Flamengo de 1978 a 1981 e disputou 116 jogos, tendo marcando um gol. O velório do ex-jogador será nesta segunda-feira, no Clube Pavunense, na Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro. Às 16h, será realizado o enterro no Cemitério de Irajá. Nos últimos anos de vida, Manguito disputava alguns amistosos pela equipe de masters do Flamengo, junto com outro jogadores da Era Zico. 

Inglês

18h00 Reading 2x5 Arsenal

Espanhol

17h00 La Coruña 0x0 Valladolid
18h30 Celta 0x1 Betis

Artigo definido


O corintiano passou o domingo a soltar rojões, caprichou no buzinaço, entornou estoques de suco de cevada, se esgoelou, endoideceu. Com razão. Não é a todo momento que se conquista um mundial, proeza para curtir, degustar, relembrar sempre. De quebra, Tite e os rapazes dele confirmaram, no Japão, as profecias maias, que há sei lá quantos séculos previam para agora o fim de uma era.
E não é que estava certo o pessoal que habitava a América antes do Colombo e das invasões colonialistas e predatórias de espanhóis e portugueses? De fato, acabou o tempo... de zoar a Fiel. Neste ano, caíram duas vigas mestras que sustentavam antigas chacotas: a falta de Libertadores e um Mundial com carimbo no passaporte. Vieram ambos, e de lambuja ergue-se o Itaquerão, belo e garboso. Terminou a gozação, ou no mínimo se esvaziaram papos de boteco. Sem graça...
Mas há graça, e muita. Na verdade, ela está na impressionante reconstrução alvinegra num período de cinco anos. O time foi do fundo do poço, em dezembro de 2007 com a queda para a Segunda Divisão, ao topo do mundo em dezembro de 2012. Nesse meio-tempo, acumulou a conquista do Acesso (2008), o Paulista e a Copa do Brasil de 2009 e o Brasileiro de 2011, antes de chegar ao ápice com as proezas recentes. O clube se reestruturou, investiu em marketing agressivo, apostou em projetos (e vale usar palavrinha tão desgastada).
O 1 a 0 sobre o Chelsea não veio por acaso. O placar foi desdobramento do processo de renascimento, remontagem e reforma de um símbolo centenário que apodrecia e que precisava de uma chacoalhada. Exageros à parte - e existem, por paixão, demagogia ou interesse -, a sacudida ocorreu e deu frutos.
O Corinthians está cada vez mais popular, ao mesmo tempo em que se sofistica como instituição. Faz viver em harmonia o tradicional e o moderno. Por isso, sabe tirar proveito do estereótipo folclórico dos fãs ("É nóis, mano!, "Vai, Corinthians!" são marcas registradas) e, assim, avança sobre os concorrentes, ganha dinheiro e coleciona taças. Ou seja, de bobo e ignorante não tem nada.
Como não foi tosco em nenhum detalhe na disputa do Mundial. O Corinthians dedicou-se ao sonho, se preparou para fazer bonito. Não embarcou para o Oriente como se fosse para uma excursão de fim de ano nem encarou os jogos com Al Ahly e Chelsea como enfadonhos compromissos comerciais. Escrevi algumas vezes que não importava o que pensavam os ingleses, e sim o valor que se dá, por aqui, ao troféu da Fifa. Para o Corinthians, era valioso. E veio.
O apreço pelo prêmio internacional ficou estampado na reação da torcida, que azucrinou ouvidos nipônicos nestes dias, e sobretudo na aplicação dos jogadores e na seriedade de Tite, artífice de um Corinthians econômico no espetáculo (1 a 0 é o placar favorito), mas objetivo e eficiente.
O Corinthians jogou para ganhar "a" taça. O Chelsea foi disputar "uma" taça. A diferença entre artigo definido e indefinido valeu a glória alvinegra. Heróis? Todos. Mas menção especial para Tite, para Guerrero, o autor do gol, e para Cássio, um assombro que trancou as redes.
Pausa. Foram em torno de 200 crônicas em 2012, num espaço nobre. Agradeço a gentileza e a paciência de você que me acompanha quatro vezes por semana (fora edições extraordinárias), o que torna enorme minha responsabilidade. Faço uma parada, para retomar fôlego. Feliz Natal, com o olhar carinhoso do Menino. Nos vemos em meados de janeiro.

Mais que guerreiro!


A confissão de Jorge Henrique de que foi à semifinal Chelsea x Monterrey apenas porque queria ver o Chelsea jogar foi parte da palestra de Tite. À parte Jorge Henrique, o Corinthians não contemplava o Chelsea. Mas a formiguinha permitiu o lembrete: não se podia contemplar. Desde a sentença Bosman, que permitiu aos clubes europeus montarem seleções internacionais depois de 1996, foram 17 finais intercontinentais com apenas cinco vitórias sul-americanas. Parte disso é a distância econômica. Parte a contemplação. Quem contempla perde até se o adversário for o time dos Beatles, jogando com Ringo Star e Paul McCartney aos 70 anos. Quem joga de igual para igual tem chance, se tiver organização e talento. E como o Corinthians tem. O plano de pressionar a saída de bola fez o Chelsea precisar de passes longos. A proximidade das linhas defensivas impediu Mata de fazer assistências, como as 12 realizadas na Europa nesta temporada.
Tite montou uma equipe que marca muito. Mas joga também. Quando pressionados, Chicão, Paulo André, Ralf, Paulinho e Fábio Santos usaram passes medidos, corretos. Quem assistiu aos treinos do Corinthians em espaços reduzidos sabe por quê. O estilo corintiano foi planejado rigorosamente pela comissão técnica que preza a posse de bola e a marcação incansável para recuperá-la em qualquer lugar do gramado desde o Grêmio 2001. Quando teve tempo para trabalhar, Tite fez seus times pressionarem a saída de bola como se faz nos campos mais avançados do planeta. Foi assim no Inter de 2008, é assim no mais notável trabalho realizado no Brasil nos últimos anos, no Corinthians. "Quem é do bem também merece vencer no futebol", diz sua mulher, Rose. O Corinthians campeão mundial é mais do que guerreiro. É o futebol brasileiro que estuda, trabalha... e vence!

domingo, 16 de dezembro de 2012

Campeonato Inglês

Tottenham  1x0  Swansea City
West Bromwich Albion  0x0  West Ham

Agentino

19h00 Quines x Tigre Ar

Francês

16h00 PSG 1x0 Lyon
Nancy 1 x 1 Bordeaux
Saint-Etienne  0x2  Lorient

Espanhol

14h00 Valencia 0x1 Rayo Vallecano
18h00 Barcelona 4x1 Atlético de Madri

16h00 Real Madrid 2x2 Espanyol


09h00 Zaragoza 0x1 Levante

Português


12h00 Benfica 3x0 Marítimo

12h00 Moreirense 2x2 Acadêmica

Italiano

10h00 Catania 3x1 Sampdoria
10h00 Chievo Verona 1x0 Roma
10h00 Fiorentina 4x1 Siena
10h00 Genoa 1x1 Torino
10h00 Juventus 3x0 Atalanta

10h00 Milan 4x1 Pescara
10h00 Napoli 2x3 Bologna
10h00 Parma 4x1 Cagliari

Mundial de Clubes da Fifa

05h30 Al Ahly 0x0 Monterrey
08h30 Corinthians 1x0 Chelsea

sábado, 15 de dezembro de 2012

Campeonato Espanhol

Getafe 1 x 1 Osasuna
Mallorca 0 x 1 Athletic Bilbao

Campeonato Italiano

Udinese 1 x 1 Palermo

Campeonato Alemão

Schalke 04 1 x 3 Freiburg
Bayer Leverkusen 3 x 0 Hamburgo
Wolfsburg 0 x 2 Eintracht Frankfurt
Mainz 05 3 x 0 Stuttgart
Greuther Fürth 1 x 1 Augsburg
Fortuna Düsseldorf 2 x 1 Hannover 96

Campeonato Português

Nacional da Madeira 1 x 1 Sporting
Beira-Mar 3 x 1 Rio Ave
Olhanense 2 x 2 Gil Vicente

Francês

16h00 Toulouse 0x1 Olympique

Inglês

12h00 Liverpool 1x3 Aston Villa
12h00 Manchester United 3x1 Sunderland
12h00 Newcastle United 1x3 Manchester City
12h00 Norwich 2x1 Wigan
12h00 QPR 2x1 Fulham

12h00 Stoke City 1x1 Everton

12h00 West Bromwich Albion 2x1 West Ham

Alemão

10h30 Bayern de Munique x Borussia Mgladbach
10h30 Schalke 04 x Freiburg
10h30 Bayer Leverkusen x Hamburgo
10h30 Wolfsburg x Eintracht Frankfurt
10h30 Werder Bremen x Nuremberg
10h30 Hoffenheim x Borussia Dortmund
10h30 Mainz 05 x Stuttgart
10h30 Greuther Fürth x Augsburg
10h30 Fortuna Düsseldorf x Hannover 96

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Em ascensão, Unilever bate lanterna São Bernardo fora de casa


Jogando em São Bernardo do Campo (SP), equipe carioca venceu por 3 sets a 0, parciais de 25/12, 25/21 e 25/19 Foto: Luiz Doro/Adoro Foto / Divulgação
Jogando em São Bernardo do Campo (SP), equipe carioca venceu por 3 sets a 0, parciais de 25/12, 25/21 e 25/19
Foto: Luiz Doro/Adoro Foto / Divulgação
A vitória no jogo isolado de abertura da sétima rodada leva a equipe carioca à primeira posição com 16 pontos. No entanto, Sollys/Nestlé, com 15, e Vôlei Amil, com 14, ainda podem ultrapassar ou se igualar ao time treinado por Bernardinho.
O São Bernardo, por outro lado, vive situação bem diferente: a equipe continua sem somar pontos na Superliga Feminina, só tendo vencido dois sets no total na competição e ocupando a lanterna com três pontos de distância para Rio do Sul e São Caetano.
Nesta sexta-feira, mais três jogos da sétima rodada da Superliga Feminina serão disputados. Às 20h (de Brasília), o Pinheiros recebe o Vôlei Amil. 15 minutos depois, é a vez do Rio do Sul encarar o São Caetano em casa, enquanto o Sollys enfrenta o Sesi às 21h (de Brasília) em Osasco

Francês

18h00 Bordeaux 0x0 Saint-Etienne

Copa del Rey

Jogos de ida
Córdoba  0x2  Barcelona
Celta  2x1  Real Madrid

Mundial de Clubes da Fifa

08h30 Monterrey 1x3 Chelsea

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Copa Sul-Americana

21h50 São Paulo 2x0 Tigre

Francês

16h00 Ajaccio 2x0 Reims
16h00 Bastia 1x2 Olympique
16h00 Bordeaux 1x2 Saint-Etienne
16h00 Brest 1x2 Montpellier
16h00 Evian 2x0 Troyes

16h00 Lorient 2x0 Sochaux
16h00 Lyon 1x1 Nancy

Mundial de Clubes da Fifa

05h30 Sanfrecce Hiroshima 2x3 Ulsan Hyundai
08h30 Al Ahly 0x1 Corinthians

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Inglês

18h00 Fulham 2x1 Newcastle United

Espanhol

18h00 Rayo Vallecano 0x2 Zaragoza

Português

16h15 Acadêmica 1x4 Braga
18h15 Sporting 1x3 Benfica

Italiano

16h00 Sampdoria 0x2 Udinese
18h00 Bologna 0x0 Cagliari

Os jogadores de hoje Os jogadores de futebol só benção em dinheiro não pensa no clube que o contrata não pensa na torcida que adi mira seu jeito de joga como é um jogado pedi um milhão por méis pro clube que o revelou para futebol era pra pedi menos isso é vergonha nacional Como é Robinho pede um milhão pro santos não era pra ir nem mais atrás depois dessa.




Os jogadores de futebol só benção em dinheiro não pensa no clube que o contrata não pensa na torcida que adi mira seu jeito de joga como é um jogado pedi um milhão por méis pro clube que o revelou para futebol era pra pedi menos isso é vergonha nacional
Como é Robinho pede um milhão pro santos não era pra ir nem mais atrás depois dessa.


Os jogadores de futebol só benção em dinheiro não pensa no clube que o contrata não pensa na torcida que adi mira seu jeito de joga como é um jogado pedi um milhão por méis pro clube que o revelou para futebol era pra pedi menos isso é vergonha nacional
Como é Robinho pede um milhão pro santos não era pra ir nem mais atrás depois dessa.

O malandro e o mané


Durante anos repeti a frase até que um dia me dei conta de que não queria mais saber de gente que não serve para casar com minha filha.
No futebol, inclusive.
Porque Saldanha dizia essas coisas quando era bacana lembrar com nostalgia do Clube dos Cafajestes, que era muito mais um clube de bons viventes do que propriamente de cafajestes.
Do mesmo modo que boêmio é uma coisa e cafajeste é outra, malandro é uma coisa, falso malandro, ou mané, é outra.
No futebol, malandro é o Emerson Sheik, que deu a cara para o argentino Caruzzo bater e mordeu-lhe a mão, além de fazer os dois gols da decisão da Libertadores, contra o Boca Juniors.
Malandro e colecionador de títulos pelos clubes brasileiros que defendeu, tricampeão nacional que foi em 2009, 2010 e 2011 por Flamengo, Fluminense e Corinthians, respectivamente.
Já Luis Fabiano é o falso malandro, é um Fabuloso mané, expulso em apenas 13 minutos de jogo contra o fraco Tigre na decisão da Copa Sul-Americana, ao tentar chutar, e nem acertar, o zagueiro rival Donati.
O que explica por que com a camisa do São Paulo ele tem apenas um título --e do Rio-São Paulo...
Deve até ganhar o segundo agora, porque só um episódio tolimal, ou mazembal, frustrará o Morumbi nesta quarta-feira.
Mas Luis Fabiano não sairá na foto, suspenso que está.
Entre o Sheik e o Fabuloso, para jogar no meu time, não tenho a menor dúvida sobre quem prefiro.
Verdade que, de fato, no entanto, não queria nem um nem outro.
Porque, na vida, o malandro é Luis Fabiano, cidadão correto, exemplar, e o mané é Emerson, metido em toda sorte de confusões.
Ou seja, é como se, figuramente, um não fumasse, não bebesse e... não jogasse.
E o outro, ao contrário.
Então, para ser coerente, não quero um, que deixaria o meu time na mão, nem quero outro, de convivência complicada.
E aí, diante de tudo isso, como fazer para montar o ataque do meu time?
Quem escolher sob princípios tão rígidos e antiquados, avessos ao pragmatismo que comanda este mundo que celebra apenas as vitórias e não se importa com os meios para atingi-las?
Ora, a resposta é fácil, facílima.
Alguém como Tostão.
Saldanha assinaria embaixo.
QUERIDO MESSI
Sabe como perceber que alguém virou unanimidade positiva, perto da beatificação?
É quando este alguém cai com a mão no joelho, sai do gramado de maca, chorando, e o mundo todo vai dormir preocupado. Mas comemora, no dia seguinte, ao ficar sabendo que não houve nada de grave com Lionel Messi.
Pelé, na Copa do Mundo de 1962, viveu isso. Ronaldo Fenômeno, três vezes, também.
Infelizmente, com uma diferença: era grave.

Em despedida de medalhista olímpica, dupla fica em 3º no vôlei de praia


ronze nos Jogos Olímpicos de Londres-2012, Larissa deixou o vôlei de praia neste domingo e desfez a parceria de nove anos com Juliana. Na disputa do terceiro lugar da etapa carioca do Circuito Banco do Brasil, a dupla venceu Karin e Shaylyn por 2 sets a 1, com parciais de 21/15, 16/21 e 15/12.
Elas se separam após 1.016 vitórias, 109 títulos, 165 pódios, heptacampeonato do circuito mundial, penta brasileiro, bi pan-americano e um título mundial.
Divulgação/CBV
Juliana e Larissa, em pódio no Rio de Janeiro
Juliana e Larissa, em pódio no Rio de Janeiro
"É um momento que mistura muitas emoções para mim. Ao mesmo tempo estou triste, por estar encerrando não só uma dupla, mas uma história que foi muito bonita e teve tantos momentos marcantes, e feliz, por ter sido uma decisão minha e da qual tenho absoluta certeza. Não mudaria nada, nem uma vírgula, na nossa história. O começo vai ser difícil, vou sentir falta, mas preciso ser forte", disse Larrisa, bastante emocionada.
Ela declarou ter avisado ao treinador que não se afastará totalmente dos treinos. "Já falei com o Reis [Castro] que vou aparecer para bater bola com ele de vez em quando e vou seguir assistindo aos jogos. Quero que a Juliana seja muito feliz na sequência da carreira dela. Vamos estar sempre juntas".
Também emocionada, Juliana agradeceu a parceira por esses anos todos juntas, e confirmou que em 2013 fará dupla com Maria Elisa.
"Foi uma história exemplar. Apanhamos juntas, crescemos muito uma com a outra e superamos todas as dificuldades. Foram muitos momentos de alegria e de vitórias. Aprendi muito com a Larissa e vou levar tudo isso para minha carreira e para minha vida pessoal também. Agora quero aproveitar esse final de ano para descansar e recarregar minhas baterias para recomeçar uma nova história com a Maria Elisa", afirmou.
Juliana e Larissa formaram a parceria que mais vezes ganhou o Circuito Mundial, etapas (44) e títulos numa temporada [oito em 2009].
Ainda disputaram o jogo de maior pontuação na história do esporte. Em 2005, na final do torneio mexicano, contra as americanas Walsh e May: 2 sets a 1, com parciais de 28/26, 40/42 e 15/13.
Nacionalmente elas também detêm a maior invencibilidade de jogos (60), sequência de títulos (11) e número de vitórias numa temporada (onze em 2011).
O técnico Reis Castro torce para a volta de Larissa rapidamente.
"É uma guerreira e dedicou sua vida à dupla nestes últimos dez anos. Agora ela precisa descansar, e tomou a decisão correta. Espero que ela decida voltar depois de um ano para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de 2016", opinou.

Com camisa da seleção brasileira, Federer dá novo show e fecha tour no Brasil


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Federer e Haas fecharam tour no Brasil com camisa do Brasil
Federer e Haas fecharam tour no Brasil com camisa do Brasil

Em sua despedida do povo brasileiro, Roger Federer mais uma vez proporcionou show no Ginásio do Ibirapuera. Com inúmeras brincadeiras, golpes espetaculares e até vestido com o uniforme da seleção brasileira, o suíço encerrou sua turnê por São Paulo com uma vitória por 2 sets a 0 sobre o alemão Tommy Haas com um duplo 6-4.

Mais uma vez, o resultado da exibição foi o menos importante. Roger Federer divertiu o público com brincadeiras com a torcida, e Tommy Haas também se soltou, pediu o grito da arquibancadas e até dançou rap durante um dos intervalos.

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Roger Federer vestiu a camisa da seleção brasileira
Roger Federer vestiu a camisa da seleção brasileira
O principal momento foi quando Haas, durante o segundo set, foi trocar de camiseta e colocou o uniforme da seleção brasileira para jogar contra o suíço. O alemão perdeu o game e na sequência viu o seu adversário se encaminhar para os vestiários.

Na volta, Federer trocou sua roupa e apareceu vestido com o uniforme completo da seleção brasileira de futebol, inclusive meião. A camisa era personalizada para o suíço e tinha seu nome com o número 10 nas costas.

Quando Federer voltou dos vestiários com o uniforme da seleção brasileira e com uma bola de tênis gigante nos pés fazendo acrobacias, o público foi ao delírio e soltou o grito de “Olê, olê olê. Roger, Roger”.

A partida final do suíço no Ibirapuera ainda teve as presenças dos são-paulinos Paulo Henrique Ganso e Lucas nos camarotes. 

"Obrigado pela oportunidade, eu tive um perido mágico nesta última semana. Eu sempre quis vir ao Brasil. Eu respeito todos vocês, só posso agradecer. Não posso esperar para voltar e muito obrigado por tudo. Vocês foram incríveis, não posso agradecer o suficiente. Isso foi muito especial, muito obrigado", disse Federer, ainda na quadra do ginásio, recebendo uma salva de palmas na sequência.

RG3 sai machucado no fim, reserva brilha, e Redskins conseguem vitória heroica na prorrogação


Reuters
Robert Griffin III se machucou e deixou campo durante o confronto entre Redskins e Ravens
Robert Griffin III se machucou e deixou campo durante o confronto entre Redskins e Ravens
Faltavam menos de dois minutos para o fim da partida, com o placar marcando 28 a 21 em favor do Baltimore Ravens, quando Robert Griffin III tentou uma corrida. Sem sucesso, o quarterback-sensação foi tackleado, lesionou o joelho direito e não conseguiu retornar ao campo. Com apenas 45 segundos no relógio, caberia ao reserva do time da capital liderar a campanha do ‘milagre’. E foi o que ele fez. 

Seguindo os passos do titular, o também calouro Kirk Cousins acertou um passe de 11 jardas para touchdown e correu para garantir outros dois pontos de conversão que levaram o jogo para a prorrogação, em um cenário que nem mesmo o mais fanático torcedor do time da casa poderia prever. No desempate, um field goal de 34 jardas deu uma vitória heroica e improvável ao Washington Redskins, por 31 a 28.

Recheado de emoção nos minutos finais, o triunfo ainda serviu para deixar a franquia de Washington mais viva do que nunca na briga pelo título da NFC Leste, na Conferência Nacional. Agora, os Redskins aparecem com sete vitórias e seis derrotas, podendo igualar a campanha do atual líder, New York Giants – para isso, a equipe ‘seca’ os rivais contra New Orleans Saints (que se enfrentam com transmissão, ao vivo, da ESPN).
Getty
Kirk Cousins entrou no lugar de RG3 e empatou o jogo para os Redskins, que venceram Ravens no fim
Kirk Cousins entrou no lugar de RG3 e empatou o jogo no fim

Já pelo lado dos Ravens, a derrota foi proporcionalmente amarga. Vencendo até o minuto final, a equipe também ia se garantindo matematicamente nos playoffs, já que seus dois outros rivais na AFC Norte, na Divisão Americana, perderam seus jogos: o Pittsburgh Steelers foi derrotado pelo San Diego Chargers, por 34 a 24, e o Cincinnati Bengals foi superado pelo Dallas Cowboys, por 20 a 19.

Ainda liderando a divisão, os Ravens têm mais três compromissos para se confirmar nos playoffs, os dois próximos em casa. Na 15ª semana, encara o Denver Broncos; depois recebe o New York Giants e encerra sua temporada regular contra o Cincinnati Bengals.

Já o Washington Redskins tem seus últimos três jogos contra o Cleaveland Browns (fora), Philadelphia Eagles (fora) e Dallas Cowboys (casa). Nessas partidas, porém, os Redskins podem sofrer sem RG3, que deve ter a gravidade de sua lesão avaliada pelos médicos. 

Neste domingo, o quarterback titular da equipe de Washington havia conseguido 246 jardas em passes, com 15 acertos em 26 tentativas, além de sete corridas, para 34 jardas. Ao menos hoje, seu substituto saiu com um jogo perfeito: dois passes certos em duas tentativas e uma corrida para touchdown

Messi supera Muller, entra na história com 86 gols no ano, e Barça vence com sofrimento


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Messi comemora: gols e recorde contra o Bétis, em Sevilla
Messi comemora: dois gols e quebra de recorde que completou 40 anos em 2012, alcançado por Gerd Muller em 1972

Ficou para Sevilla, diante do Bétis, a noite em que Messi se consolidou como maior artilheiro em um ano na história do futebol profissional.

Primeiro, ele carregou com a perna esquerda e a facilidade de sempre antes de bater cruzado para abrir o placar a favor do Barcelona; pouco depois, com só 25 minutos de jogo, foi a vez do camisa 10 achar Iniesta, esperar a devolução do parceiro de time e colocar no canto de Adrián para chegar a 86 gols marcados em 2012 (média de 1,32 por jogo) e superar o alemão Gerd Muller, que marcou um a menos há 40 anos, em 1972 (média de 1,42).

E a quebra da marca é só mais uma na carreira de recordes do argentino. Ao fim da temporada 2011-12, ele se tornou o maior artilheiro da história do Campeonato Espanhol em uma edição ao marcar 50 gols; também se colocou entre os maiores goleadores de uma Champions League, com 14; no clube, se tornou neste domingo o jogador com mais gols pelo Barcelona na Liga Espanhola, chegando a 191 e superando a lenda Cesar Rodríguez.

Na atual liga espanhola, que tem o Barcelona como líder e maior postulante ao título, já são 23 gols marcados pelo argentino. No fim, o Barcelona venceu por 2 a 1 num jogo em que sofreu bastante, principalmente num segundo tempo que viu o Bétis acertar três bolas na trave e fracassar na busca do empate.


EFE
Messi comemora gol no dia histórico
Messi comemora no dia histórico: 2 a 1 para o Barça em Sevilla
O jogo - O Barcelona levou um susto logo no início com a lesão de Fábregas. O espanhol deixou o campo com uma lesão na coxa esquerda que o deixará fora dos gramados por três ou quatro semanas. No lugar dele, Alexis foi a campo.

Na sequência, os dois gols de Messi, primeiro em jogada individual e depois tabelando com Iniesta. Mas o Bétis, que faz boa campanha no Espanhol e inclusive bateu o Real Madrid dentro de casa, conseguiu diminuir com Rubén Castro ainda antes do intervalo.

Para o segundo tempo, Tito Vilanova voltou com Mascherano na vaga de Puyol, que reclamou de dores musculares. E o Bétis criou boas chances, mas parou na trave: foram três bolas que explodiram no poste do goleiro Valdés.

Num dos lances mais incríveis da partida disputada no Benito Villamarín, Cañas tocou de cabeça após cobrança de escanteio, viu a bola bater na trave e voltar na mão do goleiro rival, em cima da linha.

E a resposta do Barcelona, que sofria e contava com a sorte para não sofrer o empate, também foi na trave. Messi recebeu cruzamento, dominou e bateu bonito, mas a bola foi desviada pelo goleiro Adrián e bateu no poste; no rebote, Alba tocou no travessão do gol vazio.

Com o resultado, o líder Barça chegou aos 43 pontos após 15 jogos na liga espanhola e manteve os três de vantagem para o Atlético de Madri, exatamente o próximo rival pela competição.

Já o Bétis, com 25 pontos no quinto lugar da classificação, segue a caça à zona da Champions League visitando o Celta de Vigo na semana que vem.

Confusão no estádio inglês. Mas a TV não mostra


No começo da tarde deste domingo, a ESPN mostrou um belo jogo de futebol, no duelo de Manchester, em que o United ganhou do City por 3 a 2, com gol em cima da hora. Um clássico como manda o figurino: estádio cheio, tensão nas arquibancadas e dentro de campo, alterações no placar. O United fez logo 2 a 0, mas permitiu o empate e ganhou no finalzinho.
Pois o que me chamou atenção e me levou a fazer estas ponderações veio justamente depois do gol de falta de Van Persie que definiu o placar. A tevê mostrou a comemoração dos vencedores e as várias repetições do lance fatal. E, de passagem, muito ligeiramente, deu um close em Ferdinand com o supercílio aberto, a sangrar.
Imagem estranha, desconexa, que deixaria o telespectador desconcertado. No caso brasileiro, nem tanto, porque os enviados da ESPN, que transmitiam do local, informaram que o zagueiro do United fora atingido por algum objeto atirado pelo público. Além disso, relataram que um rapaz havia invadido o campo, na tentativa de acertar contas com o árbitro. Foi contido logo e retirado pelos responsáveis pela segurança. O jogo seguiu.
A transmissão, para quem não estava no estádio, se manteve asséptica. Os responsáveis por selecionarem as imagens que vão ao ar decidiram omitir um fato, e nisso cometeram uma falha. Sonegaram ao telespectador uma informação. A invasão foi um incidente grave, que o jornalista tem o dever de registrar. E, no caso da tevê, a informação é a imagem.
Sei que isso ocorre com frequência em determinados países. Já fiz muitos e muitos jogos ao vivo, por campeonatos europeus e por competições sob batuta da Uefa ou da Fifa. Sei que não gostam de mostrar essas cenas, sob o pretexto de que, assim, não incentivam gestos semelhantes. Balela. Eles não querem é depreciar o produto, o negócio, o business.
Em seguida, fui aos sites dos principais jornais ingleses (e até da BBC), e lá encontrei referências aos incidentes, até com foto do rapaz que invadiu o gramado. O The Independent até registrou que “a Sky Sports não mostrou as cenas”. Ou seja, tratamento diferente em dois meios distintos: os jornais contaram, a tevê omitiu.
Então, se nos basearmos só pela televisão, concluiremos que nunca há fatos que saiam da normalidade nos estádios ingleses. Parece que a plateia é composta apenas por pessoas civilizadas, que aplaudem ou vaiam, nada além disso. Hooligns são personagens extintos. Sei não, é bom ficar com os dois pés atrás.
O tema é bom para teóricos de comunicação, especialistas no assunto, que sabem abordá-lo com argumentos sólidos. Mas fica uma leitura evidente: para ingleses, para muitos europeus, enfim, a tevê é instrumento poderoso de opinião e deve servir mais como entretenimento. Os jornais são para informar e não escamotear a realidade, não dourar a pílula.
Felizmente, no Brasil, as tevês (na maioria das vezes) entendem que episódios do gênero devam ser registrados, porque fazem parte da história daquele espetáculo. São, portanto, informação. E informação é liberdade, é democracia. O público deve ter o direito de selecionar o que quer ou não ver; essa não é tarefa de um diretor de imagens.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Agentino

18h00 Independente AR  2x2  Colón
18h00 Sam Martin sj   0x2  River Plate

Brasilerão Sub 17

Grémio 1x3 Internacional 

Português

14h00 Rio Ave 0x0 Paços Ferreira
14h00 Marítimo 2x0 Nacional da Madeira
14h00 Gil Vicente 1x2 Beira-Mar
18h15 Vitória de Guimarães 2x0 Olhanens

Alemão

12h30 Borussia Mgladbach 2x0 Mainz 05
14h30 Hannover 96 3x2 Bayer Leverkusen

Italiano

12h00 Cagliari 0x2 Chievo Verona
12h00 Palermo 0x1 Juventus
12h00 Pescara 2x0 Genoa
12h00 Siena 1x3 Catania
12h00 Torino 2x4 Milan
17h45 Internazionale 2x1 Napoli

Inglês

11h30 Manchester City 2x3 Manchester United
13h00 Everton 2x1 Tottenham
14h00 West Ham 2x3 Liverpoo

Francês

11h00 Reims 0x0 Bordeaux
14h00 Olympique 0x3 Lorient
18h00 Saint-Etienne 0x1 Lyon

Espanhol

09h00 Levante 4x0 Mallorca
14h00 Athletic Bilbao 1x0 Celta
16h00 Atlético de Madri 6x0 La Coruña
18h00 Betis 1x2 Barcelona

Mundial de Clubes da Fifa

05h00 Ulsan Hyundai 1x3 Monterrey
08h30 Sanfrecce Hiroshima 1x2 Al Ahly

sábado, 8 de dezembro de 2012

Amistosos

22h00 Grêmio 2x1 Hamburgo

Argentino

18h00 Argentinos Juniors 1x3 Newells Old Boys
18h00 Boca Juniors 2x1 Godoy Cruz
20h15 Belgrano 1x0 Estudiantes
20h15 Atlético Rafaela 0x3 Vélez Sarsfield
22h30 Lanús 0x0 San Lorenzo

Português

18h30 Porto 1x0 Moreirense

Paraense

16h30 Castanhal 0x1 Parauapebas
16h30 Santa Cruz-PA 3x2 Paragominas-PA
16h30 São Raimundo-PA 6x1 Independente-PA

Italiano

15h00 Atalanta 2x1 Parma
17h45 Roma 4x2 Fiorentina

Francês


14h00 PSG 4x0 Evian
17h00 Montpellier 3x0 Ajaccio
17h00 Nancy 1x1 Valenciennes
17h00 Rennes 2x2 Brest
17h00 Sochaux 1x1 Lille
17h00 Troyes 1x1 Nice

Inglês

13h00 Arsenal 2x0 West Bromwich Albion
13h00 Aston Villa 0x0 Stoke City
13h00 Southampton 1x0 Reading
13h00 Sunderland 1x3 Chelsea
13h00 Swansea City 3x4 Norwich
13h00 Wigan 2x2 QPR

Espanhol

13h00 Real Sociedad 1x1 Getafe
15h00 Málaga 4x0 Granada-ESP
17h00 Valladolid 2x3 Real Madrid
19h00 Osasuna 0x1 Valencia

Alemão

12h30 Borussia Dortmund 2x3 Wolfsburg
12h30 Stuttgart 3x1 Schalke 04
12h30 Nuremberg 2x0 Fortuna Düsseldorf
12h30 Freiburg 1x0 Greuther Fürth
12h30 Augsburg 0x2 Bayern de Munique
15h30 Eintracht Frankfurt 4x1 Werder Bremen

Após saída do filho do clube, Romário detona Sorato e Roberto Dinamite: "Não é à toa que o Vasco está nesta m**"

Artilheiro por anos com a camisa cruzmaltina e com direito a estátua em São Januário, Romário tirou o terno de deputado federal e vestiu a camisa de pai ferido. Após a saída de seu filho, Romarinho, do clube, o ex-jogador detonou em sua página no Facebook o atual técnico dos juniores do clube, o ex-atacante Sorato, e também o presidente Roberto Dinamite, a quem chamou de "péssimo deputado e horroroso presidente". Por fim, justificou que o Vasco está em situação difícil devido à atuação dos dirigentes.  

Reuters
Romário não poupou Roberto Dinamite
Romário não poupou Roberto Dinamite  e o técnico Sorato
Revoltado, o Baixinho ainda apontou a metralhadora para os juniores do clube e garantiu que irá torcer contra a meninada vascaína. Romarinho assinou contrato com o Brasiliense e já treinou entre os profissionais. Confira abaixo o texto que explicita a irritação de Romário.

"Venho aqui fazer uns comentários sobre meu filho Romarinho que assinou contrato com o Brasiliense. Tenho certeza que ele poderá definitivamente mostrar suas qualidades. Como pai, e como um dos melhores jogadores da história do futebol que fui, não poderia dizer diferente. Para mim, ele teria total condições de jogar como titular no juniores do Vasco.

Mas, como ele é meu filho e não filho do presidente do clube, infelizmente não teve essa oportunidade. E vou mais além, essa é para o atual treinador, Sorato, que nunca jogou p** nenhuma. Sempre foi um jogador medíocre. Como nunca teve personalidade como jogador, hoje é um mandado pelo presidente do clube.

O Romarinho, diferentemente de mim, na entrevista que deu deseja ao Vasco muita sorte. Eu gostaria de dizer, me referido ao juniores do Vasco, torcerei sempre para sua derrota. Principalmente enquanto tiverem pessoas incompetentes dentro e fora de campo.

Na verdade, gostaria de agradecer os únicos competente e profissional que existe hoje dentro das categorias de base do Vasco: Clóvis de Oliveira e principalmente o Mauro Galvão. Pessoas que conversei diretamente sobre a saída do meu filho e entenderam que realmente seria bom para ele, Romarinho. O resto é um bando de idiota, uma casa da mãe Joana, é o que acontece hoje no Vasco.

E o presidente, além de ser um péssimo deputado, não tem personalidade. É um horroroso presidente, sem conhecimento de administração. Não é a toa que o Vasco está nesta m**. Clube esse que tenho muito orgulho de dizer que defendi essa camisa. Não só como carioca, como ex-jogador de muitos anos, torço para que esses incompetentes metam o pé de São Januário. Acredito que muito vascaínos compartilham desse pensamento.

Por hoje é só, aguardo resposta, de qualquer um."

Em crise na Turquia, Fenerbahçe pode rescindir contrato e dispensar Mari


Aziz Yildirim, presidente do Fenerbahçe, pode anunciar em breve a dispensa de Mari, ex-seleção brasileira.
As duas derrotas consecutivas para o rival Galatasaray e a quinta colocação no campeonato irritaram o dirigente. Como se não bastasse, o time foi eliminado nas oitavas de final da Copa Turca.
Os principais sites de esporte do país como Vatan e Hurriyet afirmam que Aziz já teria tomado a decisão de rescindir o contrato de Mari. A atleta jogou poucas partidas pelo clube, não rendeu o esperado e continua com problemas físicos.
Skowronska, oposta polonesa, hoje atuando na China, é a mais cotada para retornar ao vôlei da Turquia. A jogadora defendeu o Fenerbahçe na temporada 2010/2011 e está jogando pelo Guangdoung Evergrande.
O nome de Lindsey Berg, levantadora norte-americana, também é comentado nos bastidores do Fenerbahçe.