quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Com bronze de Adriana Araújo, Brasil chega a 100 medalhas na história dos Jogos

Adriana Araújo perdeu a luta semifinal e ficou com o bronze no boxe
Adriana Araújo perdeu a luta semifinal e ficou com o bronze no boxe

O bronze conquistado por Adriana Araújo no boxe é histórica para o Brasil: trata-se da 100ª medalha alcançada pelo país na história dos Jogos Olímpicos. Participando desde a edição da Antuérpia-1920, a delegação nacional chegou a Londres com 91 medalhas e já subiu ao pódio dez vezes em Londres.

Ao vencer a luta das quartas de final, o Brasil tinha 99 medalhas, mas faltava Adriana confirmar em qual lugar do pódio iria subir. Com a derrota na semifinal para a russa Sofya Ochigava, a brasileira não avançou à final e levou o bronze nesta quarta-feira.

Mais tarde, Juliana e Larissa ganharam a disputa do terceiro lugar do torneio feminino de vôlei de praia e chagaram à conquista número 101 do Brasil nos Jogos. Como Adriana ainda não recebeu a medalha - só sobe ao pódio após a final -, a dupla será lembrada como a 100ª vez do Brasil num pódio olímpico.

Na capital inglesa, além deste bronze no boxe, Arthur Zanetti (ginástica) e Sarah Menezes (judô) ganharam ouro, Thiago Pereira (natação) teve uma prata, Felipe Kitadai, Mayra Aguiar, Rafael Silva (todos judô), Cesar Cielo (natação), Juliana e Larissa (vôlei de praia) e Bruno Prada/Robert Scheidt (vela) alcançaram o bronze.

Agora, o Brasil possui 22 ouros, 26 pratas e 53 bronzes na história dos Jogos. Os esportes que mais deram medalhas ao país na Olimpíada são judô (19), vela (17), vôlei (16), atletismo (14) e natação (13).
Reuters
Judoca Sarah Menezes beija a medalha de ouro, a primeira do Brasil em Londres
Sarah Menezes beija o ouro, a primeira do Brasil em Londres

E o número ainda irá crescer em Londres: Esquiva Falcão, no boxe, Alison e Emanuel, no vôlei de praia, e o futebol masculino já garantiram pódio nas respectivas competições.

“Estamos muito felizes com essa conquista da Adriana Araújo no boxe. Esta 100ª medalha olímpica simboliza a garra e o talento de todos os atletas brasileiros e serve ainda como uma bela homenagem à participação das mulheres brasileiras nos Jogos Olímpicos”, afirmou o presidente do Comitê Olímpico Brasileiro, Carlos Arthur Nuzman.

Ao ultrapassar a marca de 100 medalhas, o Brasil se junta a Alemanha, Alemanha Ocidental (extinta), Austrália, Bélgica, Bulgária, Canadá, China, Coreia do Sul, Cuba, Dinamarca, Espanha, Estados Unidos, Finlândia, França, Grã-Bretanha, Grécia, Holanda, Hungria, Itália, Japão, Noruega, Polônia, Romênia, Rússia, União Soviética (extinta), Suécia, Suíça, Tchecoslováquia (extinta) e Ucrânia.

Veja os esportes que deram medalhas ao Brasil em Jogos:

Judô: 19 (três de ouro, três de prata, 13 de bronze)
Vela: 17 (seis de ouro, três de prata, oito de bronze)
Vôlei: 16 (cinco de ouro, sete de prata, quatro de bronze)
Atletismo: 14 (quatro de ouro, três de prata, sete de bronze)
Natação: 13 (uma de ouro, quatro de prata, oito de bronze)
Futebol: 6 (quatro de prata, duas de bronze)
Basquete: 5 (uma de prata, quatro de bronze)
Tiro: 3 (uma de ouro, uma de prata, uma de bronze)
Hipismo: 3 (uma de ouro, duas de bronze)
Boxe: 1 (uma de bronze)
Ginástica: 1 (uma de ouro)
Taekwondo 1 (uma de bronze)

Veja abaixo todas as medalhas ganhas pelo país na história da Olimpíada:

Antuérpia-1920 (3 medalhas)
Guilherme Paraense: ouro no tiro, pistola rápida
Afrânio da Costa: prata no tiro, pistola livre
Guilherme Paraense, Afrânio da Costa, Dario Barbosa, Fernando Soledade eSebastião Wolf : bronze no tiro, pistola livre por equipes

Londres-1948 (1 medalha)Basquete masculino: bronze

Helsinque-1952 (3 medalhas)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo
José Telles da Conceição: bronze no atletismo, salto em altura
Tetsuo Okamoto: bronze na natação, 1500m livre

Melbourne-1956 (1 medalha)Adhemar Ferreira da Silva: ouro no atletismo, salto triplo

Roma-1960 (2 medalhas)Basquete masculino: bronze
Manuel dos Santos Júnior: bronze na natação, 100m livre
Getty
Thiago Pereira conquistou a prata nos 400m medley
Thiago Pereira conquistou a prata nos 400m medley

Tóquio-1964 (1 medalha)Basquete masculino: bronze

Cidade do México-1968 (3 medalhas)Nelson Prudêncio: prata no atletismo, salto triplo
Servílio de Oliveira: bronze no boxe, peso mosca
Burkhard Cordes e Reinaldo Conrad, bronze na vela, flying dutchman

Munique-1972 (2 medalhas)Nelson Prudêncio: bronze no atletismo, salto triplo
Chiaki Ishii: bronze no judô, peso meio-pesado

Montreal-1976 (2 medalhas)João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Peter Ficker e Reinaldo Conrad: bronze na vela, flying dutchman

Moscou-1980 (4 medalhas)Eduardo Penido e Marcos Soares: ouro na vela, classe 470
Alexandre Welter e Lars Bjorkstrom: ouro na vela, classe Tornardo
João do Pulo: bronze no atletismo, salto triplo
Cyro Delgado, Djan Madruga, Jorge Fernandes e Marcus Mattioli: bronze na natação, 4x200m livre

Los Angeles-1984 (8 medalhas)Joaquim Cruz: ouro no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Douglas Vieira: prata no judô, peso meio-pesado
Ricardo Prado: prata na natação, 200m medley
Daniel Adler, Ronaldo Senfft e Torben Grael: prata na vela, classe Soling
Vôlei masculino: prata
Walter Carmona: bronze no judô, peso médio
Luiz Onmura: bronze no judô, peso leve

Seul-1988 (6 medalhas)Aurélio Miguel: ouro no judô, peso meio-pesado
Joaquim Cruz: prata no atletismo, 800m rasos
Futebol masculino: prata
Robson Caetano: bronze no atletismo, 200m rasos
Nelson Falcão e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Clinio Freitas e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado

Reuters
Arthur Zanetti comemora abraçando o técnico
Arthur Zanetti comemora abraçando o técnico 


Barcelona-1992 (3 medalhas)Rogério Sampaio: ouro no judô, peso meio-leve
Vôlei masculino: ouro
Gustavo Borges: prata na natação, 100m livre


Atlanta-1996 (15 medalhas)Robert Scheidt: ouro na vela, classe Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, classe Star
Jaqueline e Sandra: ouro no vôlei de praia
Basquete feminino: prata
Gustavo Borges: prata na natação, 200m livre
Adriana e Mônica: prata no vôlei de praia
André Domingos, Arnaldo Oliveira, Edson Luciano, Robson Caetano: bronze no atletismo, 4x100m
Futebol masculino: bronze
André Johannpeter, Doda, Luiz Felipe de Azevedo e Rodrigo Pessoa: bronze no hipismo, salto por equipes
Henrique Guimarães: bronze no judô, peso meio-leve
Aurélio Miguel: bronze no judô, peso meio-pesado
Gustavo Borges: bronze na natação, 100m livre
Fernando Scherer: bronze na natação, 50m livre
Kiko Pelicano e Lars Grael: bronze na vela, classe Tornado
Vôlei feminino: bronze




Sydney-2000 (12 medalhas)
Adriana Behar e Shelda, prata no vôlei de praia
Robert Scheidt: prata na vela, classe Laser
Zé Marco e Ricardo: prata no vôlei de praia
Tiago Camilo: prata no judô, peso leve
Carlos Honorato: prata no judô, peso médio
André Domingos, Claudinei Quirino, Edson Luciano e Vicente Lenilson: prata no atletismo, 4x100m
Carlos Jayme, Edvaldo Valério, Fernando Scherer e Gustavo Borges: bronze na natação, 4x100m livre
Marcelo Ferreira e Torben Grael: bronze na vela, classe Star
Vôlei feminino: bronze
Adriana e Sandra: bronze no vôlei de praia
Hipismo: bronze por equipes

Tiago Leme/ESPN
Sarah Menezes, Mayra Aguiar, Rafael Silva e Felipe Kitadai foram os medalhistas do judô brasileiro
Sarah  Mayra  Rafael e Felipe foram os medalhistas do judô 

Atenas-2004 (10 medalhas)Rodrigo Pessoa: ouro no hipismo, salto
Robert Scheidt: ouro na vela, Laser
Marcelo Ferreira e Torben Grael: ouro na vela, Star
Ricardo e Emanuel: ouro no vôlei de praia
Vôlei masculino: ouro
Futebol feminino: prata
Adriana Behar e Shelda: prata no vôlei de praia
Vanderlei Cordeiro de Lima: bronze no atletismo, maratona
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Flavio Canto: bronze no judô, peso meio-médio

Pequim-2008 (15 medalhas)Cesar Cielo: ouro na natação, 50m livre
Maurren Maggi: ouro no atletismo, salto em distância
Vôlei feminino: ouro
Futebol feminino: prata
Bruno Prada e Robert Scheidt: prata na vela, classe Star
Vôlei masculino: prata
Fábio Luiz e Marcio: prata no vôlei de praia
Futebol masculino: bronze
Ketleyn Quadros: bronze no judô, peso leve
Leandro Guilheiro: bronze no judô, peso leve
Tiago Camilo: bronze no judô, peso super-médio
Cesar Cielo: bronze na natação, 100m livre
Natália Falavigna: bronze no taekwondo, peso até 67kg
Fernanda Oliveira e Isabel Swan: bronze na vela, classe 470
Ricardo e Emanuel: bronze no vôlei de praia
Getty Images
Robert Scheidt (à esq.) e Bruno Prada, emocionado, exibem suas medalhas de bronze
Robert Scheidt e Bruno Prada: bronze em Londres 


Londres-2012 (10 medalhas)Arthur Zanetti: ouro na ginástica, argolas
Sarah Menezes: ouro no judô, peso ligeiro
Thiago Pereira: prata na natação, 400m medley
Felipe Kitadai: bronze no judô, peso ligeiro
Mayra Aguiar: bronze no judô, peso meio-pesado
Rafael Silva: bronze no judô, peso pesado
Cesar Cielo: bronze na natação, 50m livre
Bruno Prada e Robert Scheidt: bronze na vela, Star
Adriana Araújo: bronze no boxe, até 60kg
Juliana e Larissa: bronze no vôlei de praia

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

19h30 Internacional 0x0 Náutico
19h30 Sport 0x2 Vasco
20h30 Corinthians 1x1 Atlético-GO
20h30 Bahia 0x0 Portuguesa
21h50 Botafogo 1x2 Palmeiras
21h50 Santos 4x2 Cruzeiro
21h50 Figueirense 0x2 Flamengo

Copa Sul-Americana

19h15 Barcelona-EQU 5x1 Deportivo Táchira
21h45 Cerro Porteño 4x0 OŽHiggins

Brasilerão Série D

17h00 Vilhena 3x1 Náutico-RR
20h15 Araguaína 1x2 Mixto
20h30 Santos-AP 0x0 Comercial-PI

domingo, 5 de agosto de 2012

Copa Kaiser São Paulo - Zona Norte

Etapa 5
N-20

Juventus da Liberdade 0 x 0 Jaçanã FS
GTX 1 x 1 Rio Verde

Copa Kaiser São Paulo - Zona Sul

Etapa 5
S-20

Turma do Baffô 0 x 0 Ouro Preto
Cantareira 2 x 1 Tutu

Copa Kaiser São Paulo - Zona Oeste

Etapa 5
O-20

Classe A 2 x 1 Jardim Regina
GDR Danúbio 1 x 0 Catumbi

Copa Kaiser São Paulo - Zona Leste

Etapa 5
L-46

Jardim São Carlos 0 x 0 EC Noroeste
Nápoli EC Vila Industrial 2 x 0 Associação Central Leste
L-47
Grêmio Botafogo FC 1 x 2 Tiradentes
Jardim Elba 0 x 2 EC Ajax

Copa Paulista

1ª fase
6ª rodada
Penapolense  3x2  Santacruzense

Campeonato Paulista - 2ª divisão

2ª fase
16ª rodada
Fernandópolis 0 x 3 Jabaquara
Guarujá 2 x 1 Manthiqueira
Sport Clube Barueri 3 x 1 Pirassununguense
Votuporanguense 1 x 0 Jaboticabal
Primavera 4 x 0 Tupã
Joseense 0 x 0 São Vicente
Nacional 1 x 0 Cotia
Olímpia 0 x 1 Sumaré
Guariba 1 x 2 Mauaense
Novorizontino 2 x 0 Osasco
Américo 3 x 0 Atlético Mogi-M. Cruzes (venceu por WO)
Desportivo 1 x 1 José Bonifácio

Brasileirão Série A

16h00 Vasco 0x0 Corinthians
16h00 São Paulo 1x0 Sport
16h00 Grêmio 3x1 Bahia
16h00 Coritiba 0x2 Fluminense
18h30 Cruzeiro 1x2 Ponte Preta
18h30 Náutico 3x0 Santos

Argentino

15h10 Godoy Cruz 1x1 All Boys
17h10 San Lorenzo 2x1 San Martín
19h15 River Plate 1x2 Belgrano

Brasilerão Série D

15h00 Mirassol 0x0 Metropolitano-SC
15h00 Cerâmica 2x0 Marília
16h00 Horizonte-CE 2x0 Petrolina
16h00 Concórdia 0x1 Cianorte
16h00 Sousa-PB 2x1 Vitória da Conquista
16h00 Itabaiana 0x0 CSA
17h00 Baraúnas-RN 2x1 Campinense-PB
19h30 Náutico-RR 3x1 Vilhena

Brasileiro Série C

15h00 Caxias 2x1 Vila Nova-GO
16h00 Cuiabá-MT 0x2 Fortaleza
16h00 Treze-PB 1x0 Paysandu-PA
16h00 Guarany de Sobral 0x1 Luverdense

A seleção hoje teve pequena a Judá arbitro

Arbitro hoje deu uma pequena ajudinha a seleção brasileira dando um penati que não ouve será que seleção vai canha a medalha com ajudinha do juiz como foi hoje se for a sim não tem, mas graça o futebol mundial é pra se ganha na bola e não com a judia do arbitro que saber o time não cainharia  na bola.    

sábado, 4 de agosto de 2012

Brasileirão Série A

18h30 Palmeiras 0x1 Internacional
18h30 Atlético-GO 1x2 Botafogo
21h00 Portuguesa 2x0 Figueirense

Brasilerão Série B

16h20 Atlético-PR 0x1 São Caetano
16h20 Joinville 3x1 Criciúma
16h20 Avaí 2x1 Ceará
16h20 Guarani 2x1 Guaratinguetá
16h20 ASA 3x2 América-MG
21h00 ABC 2x0 Paraná Clube

Brasilerão Série D

16h00 Santos-AP 2x2 Mixto
16h00 Ceilândia 1x0 CRAC-GO
16h00 CENE-MS 2x0 Sobradinho
18h00 Araguaína 0x3 Sampaio Correa-MA
19h00 Atlético Acreano 2x3 Remo

Brasilerão Série C

15h00 Madureira 2x1 Macaé
16h00 Santa Cruz-PE 4x0 Icasa
16h00 Águia de Marabá 0x0 Salgueiro
16h00 Tupi 0x0 Santo André
16h00 Brasiliense-DF 1x1 Chapecoense

Argentino

14h10 Racing Club 1x1 Atlético Rafaela
16h10 Colón 1x0 Lanús
18h15 Quilmes 3x0 Boca Juniors
18h15 Newells Old Boys 1x1 Independiente

Olimpíadas - Masculino

08h00 Japão 3x0 Egito
10h30 México 4x2 Senegal
13h00 Brasil 3x2 Honduras
15h30 (4)Reino Unido 1x1 Coreia do Sul(5)

A TV Record é vergonha nacional

Na hora de mostra a medalha do nadado
Brasileira rede Record não mostra na hora do gloria do brasileiro
Cessa selo na hora dele receber o bronze a medalha tv aberta que tem os
Direito não mostra o brasileiro.
 Isso é vergonha nacional não é possível que
O COB.
Facão a mesma burrada de da a direita rede Record de televisão novamente vai ser a pior transmissão de aberta do pais esse ano foi é pior de todas.  

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Brasilerão Série B

21h00 Vitória 0x1 Bragantino
21h00 Grêmio Barueri 0x0 CRB
21h00 Ipatinga-MG 0x6 Goiás
21h00 Boa 1x1 América-RN

Brasilerão Série D

20h00 Aracruz 0x2 Guarani-MG

Brasilerão Série C

19h30 Oeste 1x0 Duque de Caxias

Argentino

19h00 Arsenal Sarandí 1x0 Unión
21h10 Vélez Sarsfield 3x0 Argentinos Juniors

Record interrompe cerimônia da medalha de Cielo para exibir programa policial

Cesar Cielo chora ao sair do pódio com o bronze, imagem que o espectador não viu na hora, na Record
Cesar Cielo chora ao sair do pódio com o bronze, imagem que o espectador não viu na hora, na Record
Anunciada desde ontem com estardalhaço pela Record, a final dos 50 m livre, na natação, teve um desfecho surpreendente para quem assistiu à prova na emissora. A cerimônia da entrega das medalhas foi cortada antes do fim para a exibição, em São Paulo, do policial “Cidade Alerta”.

O público chegou a ver Cesar Cielo receber a medalha de bronze das mãos de Carlos Artur Nuzman, mas não conseguiu ouvir, até o final, o hino nacional da França, tocado em honra do vencedor da prova, Florent Manaudou, nem o desfile dos atletas, ao descer do pódio, que é tradicionalmente exibido.

No site da Record, informava-se que a transmissão dos Jogos Olímpicos iria até as 17h30, mas foi cortada às 16h50. Em outras cidades, no lugar do “Cidade Alerta”, comandado por Marcelo Rezende, foi ao ar o seriado “Todo Mundo Odeia Chris”.

A Olimpíada tem, de fato, ocupado um pedaço considerável da grade da Record. O Investimento é visível. A emissora já chegou a ficar no ar por horas seguidas com esportes em que atletas brasileiros não estavam disputando nada ou não tinham chance alguma, como as finais de ginástica feminina ou saltos ornamentais. 

Por isso, surpreende a pressa em cortar o sinal do pódio da natação antes do final da

Olimpíadas - Feminino

08h00 Suécia 1x2 França
10h30 Estados Unidos 2x0 Nova Zelândia
13h00 Brasil 0x2 Japão
15h30 Reino Unido 0x2 Canadá

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Ginasta americana bate compatriota e russas e é 1ª negra campeã individual geral

Gaby Douglas se apresenta no solo; americana assegurou a medalha de ouro na final individual geral
Gaby Douglas se apresenta no solo; americana assegurou a medalha de ouro na final individual geral
Se na disputa por equipes da ginástica artística feminina na última terça-feira a Rússia e suas pequenas falhas praticamente não perturbaram os Estados Unidos, que conquistaram a medalha de ouro, nesta quinta a decisão do individual geral foi bem diferente, com uma briga acirrada até o fim entre as ginastas dos dois países. Ainda assim, quem acabou levando a melhor foi a norte-americana Gabby Douglas, que assegurou a medalha de ouro e se tornou a primeira negra a conquistar o título desta prova.

BRIGA DIRETA

  • REUTERS/Carlos Barria Um dos blocos da final desta quinta-feira contava justamente com as quatro ginastas mais fortes: Gabby Douglas, Aly Raisman, Victoria Komova (1ª, 2ª e 3ª à esq.) e Aliya Mustafina (d)
No combate paralelo com a compatriota Aly Raisman e com as russas Aliya Mustafina e Victoria Komova, Douglas foi a única que conseguiu manter a firmeza nos quatro aparelhos, do início ao fim da competição. Melhor das eliminatórias, a nova sensação da ginástica americana voltou a fazer grandes performances e deixou as três rivais para trás com a soma de 62,232 pontos.
Uma a uma, as outras três combatentes foram deixando a briga pelo pódio. Komova se complicou logo de cara, no salto, ao aterrissar fora do colchão e ter um desconto. A russa ainda continuou na briga e melhorou durante a prova, mas sempre atrás de Gabby Douglas, tendo de se contentar com a prata (61,973), apesar de ser apontada antes dos Jogos como favorita ao ouro. Após a divulgação das notas finais, Komova desabou no choro.
A outra russa, Mustafina, saiu da briga pelo título quando caiu na trave e ficou bastante abalada no restante da série. Uma apresentação também razoável no solo a impediu de levar a prata, e a estrela da ginástica mundial em 2010 ficou com o bronze, com 59,566 pontos.
Aly Raisman se comprometeu nas barras assimétricas, quando cometeu pequenos erros de execução e conseguiu uma nota relativamente baixa em relação a suas principais concorrentes. Mais tarde, ela ainda faria uma série bastante desequilibrada na trave. Raisman terminou a prova com os mesmos 59,566 pontos de Mustafina, mas ficou atrás da russa e fora do pódio nos critérios de desempate.
O título olímpico de Gabby Douglas é o terceiro consecutivo dos Estados Unidos no individual geral da ginástica feminina. Nastia Liukin foi campeã em Pequim-2008 e Carly Patterson ficara com o ouro em Atenas-2004.
As disputas da ginástica em Londres recomeçam apenas no domingo, com as finais por aparelhos. Único brasileiro que ainda está na disputa, Arthur Zanetti brigará por medalha nas argolas na segunda-feira, a partir das 6h (horário de Brasília

Copa Sul-Americana

16h15 Inti Gas 0x0 Millonarios
19h15 La Equidad 0x1 Mineros de Guaiana
21h30 Blooming 1x1 Universidad Católica
21h30 Monagas 0x2 Liga de Loja

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Copa Sul-Americana


19h30 Deportivo Quito 1x0 León de Huánuco
19h30 Atlético-GO 1x1 Figueirense
21h50 Bahia 0x2 São Paulo
21h50 Palmeiras 2x0 Botafogo

Olimpíadas - Masculino


10h30 Brasil 3x0 Nova Zelândia
10h30 Egito 3x1 Belarus
13h00 Japão 0x0 Honduras
13h00 México 1x0 Suíça
13h00 Espanha 0x0 Marrocos
13h00 Coreia do Sul 0x0 Gabão
15h45 Senegal 1x1 Emirados Árabes Unidos
15h45 Reino Unido 1x0 Uruguai

Após prata frustrante, Phelps leva primeiro ouro em Londres e se torna o maior medalhista da história

Phelps exibe a primeira medalha de ouro conquistada em Londres, no 4x200 livre
Phelps exibe a primeira medalha de ouro conquistada em Londres, no 4x200 livre

Michael Phelps é o recordista no número de medalhas da história dos Jogos Olímpicos. Com dois pódios nesta terça-feira, o norte-americano agora soma 19 conquistas em quatro edições olímpicas.

Primeiro, ele igualou a marca da ginasta russa Larisa Latynina com uma certa dose de frustração: liderou os 200m borboleta por praticamente toda a prova, mas perdeu o ouro na última braçada e viu o sul-africano Chad Le Clos comemorar a vitória chegando apenas cinco centésimos a frente: 1min52s96 para o campeão, 1min53s01 para o recordista (o japonês Takeshi Matsuda completou o pódio com 1min53s21)

Pouco depois, porém, ele voltou à água para fechar o revezamento 4x200m livre e apenas administrar a vantagem da equipe dos Estados Unidos para, depois de quatro provas sem conseguir ser campeão (duas pratas e um quarto lugar), ouvir novamente o hino do país no lugar mais alto do pódio.

Na prova que o consolidou como o maior nome dos Jogos quando se fala em medalhas, os EUA (Ryan Lochte, Conor Dwyer, Ricky Berens e Phelps) terminaram os 800m em 6min59s70. A França ficou no segundo lugar com 7min02s77, enquanto a China levou o bronze com 7min06s30.

“Foi frustrante depois dos 200m borboleta, mas com esses três caras no meu time - no revezamento - só tenho que agradecer. Eles me deram uma boa liderança no final”, disse Phelps à TV Record.

A marca
O maior medalhista de ouro dos Jogos (15) é agora também o maior premiado, considerando os três lugares do pódio, da história da Olimpíada. Michael Phelps, 15 ouros, 2 pratas e 2 bronzes, soma 19 prêmios e supera a ginasta Larisa Latynina, da Rússia, que partipou das edições de 1956-60-64 e levou 18 medalhas.

Nestes Jogos, Phelps já nadou quatro provas, conquistando um ouro, duas pratas e um quarto lugar. Agora, ele ainda tem mais duas disputas: 100m borboleta, 200m medley.

Getty
Phelps com a medalha rara: só duas pratas nos 19 pódios
Phelps com a medalha rara: só duas pratas nos 19 pódios

A lista de medalhas de Michael Phelps:
Atenas-2004
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x200m livre
OURO - 4x100m medley
BRONZE - 200m livre
BRONZE - 4x100m revezamento livre

Pequim-2008
OURO - 100m borboleta
OURO - 200m borboleta
OURO - 200m livre
OURO - 200m medley
OURO - 400m medley
OURO - 4x100m revezamento livre
OURO - 4x200m revezamento livre
OURO - 4x100m revezamento medley

Londres-2012

PRATA - 4x100 revezamento livre
PRATA - 200m borboleta
OURO - 4x200m livre

200m livre feminino
Allison Schmitt, dos Estados Unidos, levou a medalha de ouro com recorde olímpico ao marcar 1min53s61 na final dos 200m livre feminino. A prata ficou com a francesa Camille Muffat (1min55s58), enquanto o bronze é da australiana Bronte Barratt (1min55s81). Com o ouro, Schmitt completa as três provas que nadou em Londres com medalhas: foi prata nos 400m livre e bronze no revezamento 4x100m livre.

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao

terça-feira, 31 de julho de 2012

Brasilerão Série B


19h30 América-MG 0x2 Joinville
19h30 Goiás 1x1 ABC
19h30 Criciúma 2x1 Guarani
19h30 Paraná Clube 1x1 Avaí
19h30 Ceará 1x1 Boa
21h50 São Caetano 0x0 Vitória
21h50 Guaratinguetá 0x1 Atlético-PR
21h50 América-RN 2x1 Grêmio Barueri
21h50 Bragantino 2x2 ASA
21h50 CRB 2x0 Ipatinga-MG

EUA lideram final por equipes de ponta a ponta e reconquistam ouro na ginástica após 16 anosComentários 3

Norte-americana Jordyn Wieber crava sua saída no salto durante final feminina por equipes da ginástica
Norte-americana Jordyn Wieber crava sua saída no salto durante final feminina por equipes da ginástica
Os Estados Unidos voltaram ao lugar mais alto do pódio na ginástica artística feminina por equipes. Nesta terça-feira, o quinteto formado por Jordyn Wieber, Aly Raisman, Gaby Douglas, Kyla Ross e McKayla Maroney venceu a final de ponta a ponta e retomou a medalha de ouro após 16 anos. A última conquista do time norte-americano havia sido em Atlanta-1996.

RESULTADO DA FINAL FEMININA POR EQUIPES

1-EUA - 183,596 pontos

2-Rússia - 178,530

3-Romênia - 176,414

4-China - 174,430

5-Canadá - 170,804

6-Reino Unido - 170,495

7-Itália - 167,930

8-Japão - 166,646
Para encerrarem o jejum, as americanas, bastante incentivadas pela torcida na Arena Greenwich, tiveram performance praticamente perfeita, assim como já haviam feito nas eliminatórias do último domingo, somaram 183,596 pontos e ainda contaram com erros sucessivos e apresentações medianas de suas principais rivais.
O forte time russo, por exemplo, viu suas ginastas comprometerem a nota final com falhas em dois aparelhos. Aliya Mustafina não mostrou seu conhecido talento na trave, Victoria Komova teve uma aterrisagem desastrosa também na trave e Anastasia Grishina e Ksenia Afanaseva sofreram quedas no solo. Ainda assim, a equipe europeia conseguiu somar 178,530 pontos e ficar com a medalha de prata.
O bronze caiu no colo da Romênia. Apesar da inconstância de suas três atletas mais jovens - Diana Bulimar, Diana Chelaru e Larisa Iordache -, o tradicional time europeu, que contou com as veteranas Sandra Izbasa e Catalina Ponor em ótima forma, aproveitou-se da apresentação desastrosa do time chinês no solo. Campeã há quatro anos em casa, a China, com um time novo e sem grandes destaques, foi bem em três aparelhos, mas teve uma nota péssima na prova de solo e teve de se contentar apenas com a quarta colocação.
Apesar da torcida anfitriã, o Reino Unido, terminou somente em sexto lugar, atrás ainda da ascendente seleção do Canadá. Itália e Japão completaram a final. O Brasil não disputou a decisão

Copa Sul-Americana


16h15 Unión Comercio 0x0 Envigado Fútbol Club
19h00 Deportes Iquique 2x0 Nacional (URU)
21h15 Emelec 1x0 San Martín (PER)
21h15 Grêmio 1x0 Coritiba
23h30 Deportes Tolima 3x1 Deportivo Lara

Com título de rali no currículo, príncipe do Catar cumpre fama de multiatleta e conquista medalha no tiro

Campeão do Rali Dacar 2011 e medalhista olímpico em 2012. Esse é o retrospecto do príncipe do Catar, Nasser Salih Nasser Abdullah Al-Attiyah. Nesta terça-feira, o catari teve um grande desempenho na prova do skeet (popular tiro ao prato), conquistou a medalha de bronze e confirmou a fama de multiatleta. Al-Attiyah ficou atrás apenas do norte-americano Vincent Hancock e do dinamarquês Anders Golding, que levaram as medalhas de ouro e prata, respectivamente.

Vencedor do Rali Dacar em 2011, Al Attiyah disputou em Londres sua quinta Olimpíada. Curiosamente, a vaga só foi alcançada porque ele não conseguiu o bicampeonato no rali. "Perdi no Dacar, meu carro teve problemas mecânicos. Então, voltei para o Catar. Cheguei dois dias antes do campeonato asiático de tiro. Fui lá e consegui 150 pontos, que é o máximo possível, igualando o recorde mundial", contou o piloto-atirador ao ESPN.com.br.

O recorde rendeu a Al Attiyah o nome na história do esporte - ele foi apenas o quarto atirador a conseguir a marca - e uma vaga para a disputa de sua quinta edição dos Jogos Olímpicos. Apesar de já ser um veterano, o catari causou surpresa em alguns colegas de Vila Olímpica. "Vi muitos atletas que ficaram surpresos, que conheciam do rali. Muitos sul-americanos me encontraram e ficaram assustados, com aquela cara de 'o que ele está fazendo aqui?'"

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Al-Attiyah (primeiro da direita) no pódio da competição skeet
Al-Attiyah (primeiro da direita) no pódio da competição skeet

Al Attiyah é, de fato, um atirador de primeiro escalão. Ele terminou o primeiro dia de classificação do skeet - o popular tiro ao prato - com 72 pontos em 75 possíveis. O líder foi o norte-americano Vincent Hancock, com 74 pontos. Al Attiyah fez a mesma pontuação do sueco Stefan Nilsson e do dinamarquês Anders Golding, mas está em quarto pelos critérios de desempate. Na terça, os atletas terão mais 50 tiros, até que sejam definidos os classificados para a final, disputada logo depois.

A quarta colocação no primeiro dia de eliminatórias iguala o melhor desempenho do príncipe nos Jogos Olímpicos. Em 2004, o catari foi quarto colocado em Atenas. "Espero conseguir melhorar agora, e isso significa subir ao pódio. É difícil, eu sei disso, mas estou me sentindo muito bem", afirmou Al Attiyah, com um inglês de sotaque carregado e a elegância de quem tem laços com a família real do país.

Conhecido no mundo do rali como "o príncipe do deserto", Al Attiyah não gosta muito de falar sobre sua ascendência. Ele não é um príncipe da linhagem real, mas carrega o título pelas relações de sua família com a cúpula do governo do Catar. Governo, aliás, que é parte fundamental na carreira do piloto-atirador.

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Al-Attiyah durante a competição do skeet nesta terça-feira
Al-Attiyah durante a competição do skeet nesta terça-feira

"É estranho para algumas pessoas que eu me dedique a dois esportes tão diferentes. Mas eu aproveito a minha vida. É uma vida boa. O governo me dá muito apoio, ajuda nas competições de tiro e rali. Eles me tratam com estrela e eu acho justo, porque sempre lutei e ainda luto muito para colocar o Catar no mapa", diz o campeão do Rali Dacar, que enxerga um paralelo interessante nos dois esportes que pratica.

"Eu sempre gostei de caçar, de mirar um alvo e acertá-lo. O tiro e o automobilismo têm isso", afirma Al Attiyah, que cita uma grande semelhante entre as duas modalidades: "A concentração é fundamental em ambos."

Para conciliar rali e tiro, o príncipe monta um calendário no início de todos os anos. "Antes eu priorizava o rali, mas agora tento equilibrar mais", explica. Para ele, o mais interessante de ter essa vida dupla no esporte é poder conhecer mais gente. "Eu tenho um bom coração, gosto de fazer amigos. Por isso, estar em dois meios tão diferentes é ótimo", afirmou

Há dois anos na Inglaterra, adolescente lituana leva ouro aos 15 e vira 'britânica adotiva'

Ruta Meilutyte, atleta da Lituânia, estuda treina na Inglaterra
Ruta Meilutyte, atleta da Lituânia, estuda treina na Inglaterra
"A estudante de Plymouth ganhou o ouro. Mas foi para a Lituânia", estampou o Daily Mail desta terça-feira ao se referir a Ruta Meilutyte, nadadora de apenas 15 anos que venceu a medalha de ouro nos 100m peito e se tornou não só a mais jovem medalhista em Londres, como também a primeira a subir ao pódio na natação pelo país europeu.

Depois de ganhar holofotes pela idade e pelo emocionante choro no lugar mais alto do pódio, o pós-ouro de Meilutyte em Londres levanta uma história de ligação com a Grã-Bretanha, o que a faz ser tratada como uma vitoriosa local. Uma britânica de fato, como colocou o técnico dela, Jon Rudd.

"Ela vai a uma escola britânica, compete por um clube britânico e tem um técnico britânico. Então ela é uma interessante história britânica. Devemos nos orgulhar dela como um produto do nosso trabalho nacional. Devemos tê-la como uma britânica adotiva", comentou o treinador da adolescente.

A atleta perdeu a mãe ainda muito cedo, morta num acidente de carro quanto Ruta tinha apenas quatro anos. Em 2010, aos 13, ela foi para a Inglaterra com o pai e passou a integrar um clube de natação na cidade de Plymouth, para dois anos depois brilhar "em casa" como a única atleta mulher da Lituânia na natação.

"Eu sigo sem acreditar. Estou chocada, mas de um jeito bom. Eu comecei a chorar no pódio, eu não posso acreditar, é muito para mim. Foi difícil, mas estou muito feliz", disse a mais jovem campeã de uma piscina olímpica desde Atlanta-96.

Depois de vencer os 100m peito, Ruta nada ainda as provas do 50m e 100m livre. Nesta última, terá a companhia de Missy Franklin, americana de 17 anos que venceu os 100m costas, num duelo particular de quem será a grande menina das piscinas londrinas. Nada por fora (e com que velocidade) a chinesa Ye Shiwen, ouro com recorde mundial nos 400m medley e que faz a final dos 200m medley nesta tarde - na semi, quebrou a melhor marca olímpica.

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao

Olimpíadas - Feminino


10h30 Japão 0x0 África do Sul
10h30 Canadá 2x2 Suécia
13h15 Estados Unidos 1x0 Coreia do Norte
13h15 França 1x0 Colômbia
15h45 Nova Zelândia 3x1 Camarões
15h45 Reino Unido 1x0 Brasil

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Brasilerão Série C

20h30 Paysandu-PA 0x0 Águia de Marabá

Musa do Esportes


Perder chance de quebra de saque no último set foi a 'chave' para derrota de Bellucci. Não faltou raça

Thomaz Bellucci fez um grande jogo na estreia individual da Olimpíada. Encarou o Top 10 do mundo, Tsonga, e venceu o primeiro set. Porém, no set seguinte, o francês se recuperou e dificultou as tentativas de quebras de pontos do brasileiro, que perdeu por 6-4.

O terceiro e decisivo set teve um game chave. Quando estava empatado em 1 a 1, Belucci deixou de quebrar o saque de Tsonga, após um 15-40, e isso acabou determinando grande parte do jogo.

Mesmo com a derrota, ele mostrou muita garra, raça e representou o Brasil.

Veja a análise sobre a derrota de Belucci no player

Segredos do Esporte: O peso da tradição esportiva, e a necessidade de educar brasileiro a ser vitorioso

Aguentar a pressão de uma Olimpíada não é fácil. Entretanto, quando uma modalidade esportiva já tem tradição na competição, como o judô brasileiro, o atleta pode ficar mentalmente mais forte e enfrentar as disputas pode ser mais fácil. Já no caso da ginástica do Brasil, que não é tradicional, o peso pode ser maior.

No programa Segredos do Esporte, após o mau desempenho de Diego Hypolito no 1º dia de competições em Londres, a psicóloga e pesquisadora Kátia Rúbio afirma que, para aguentar o peso de um grande evento esportivo, o atleta brasileiro precisa ser educado a ser vitorioso. Assista!
Assista à análise do programa Segredos do Esporte

Olímpicas 1: Os boleiros "chinelinhos" e as medalhas sofridas do judô

As duas primeiras medalhas do Brasil em Londres vieram no judô. Por meio de atletas cujos nomes a massacrante maioria do povo jamais ouvira até então.

Piauiense, Sarah Menezes derrotou a campeã olímpica em Pequim 2008, Alina Dimitru. Quem viu a luta percebeu o sofrimento da romena com seu cotovelo lesionado.

A dor de Dimitru, a luta de Sarah, a dedicação extrema das duas mulheres pela medalha. Isso momentos depois do choro de Felipe Kitadai ao bater o italiano Elio Verde.

Quanta diferença entre a dedicação desses atletas, sua disposição para enfrentar a dor e tantos obstáculos, e alguns jogadores de futebol. Gente famosa, conhecida, bem remunerada.

É um tal de fibrose, contratura, desconforto, um festival de lesões que deixa médicos de mãos atadas. O jogador diz que está doendo e... não há o que fazer? Será que dói tanto? Será que dói mesmo? Vai saber...

O que faltaria a esses boleiros? Seriam eles frágeis demais? Preguiçosos? Realmente se machucam tanto assim ou aplicam o velho "migué"? Situação que nãoé nova e segue comum até hoje.

Atletas olímpicos são exemplos muito mais inspiradores do que certos ídolos de barro do futebol. Vídeos desses judocas deveriam ser exibidos em concentrações dos times. E os "chinelinhos" seriam obrigados a assistí-los.

Reuters
Segunda da esquerda para direita, Sarah Menezes é campeã olímpica da categoria 48kg do judô
Segunda da esquerda para direita, Sarah Menezes é campeã olímpica da categoria 48kg do judô

O Flamengo tem jeito

Pelo que o jogo que vi hoje o problema do time não era técnico e sim,
Tático por que o time não tem camisa o e nem mais meio de campo,
Pra marcar o time adversário, não. Sabem mais marcar níquel e nem fazer gol,
Precisa de um o  gente mente.

domingo, 29 de julho de 2012

Brasileirão Série A


16h00 Fluminense 0x0 Atlético-MG
16h00 São Paulo 4x1 Flamengo
16h00 Sport 0x0 Atlético-GO
16h00 Bahia 0x0 Corinthians
18h30 Santos 2x1 Ponte Preta
18h30 Cruzeiro 2x1 Palmeiras
18h30 Portuguesa 3x1 Náutico

Brasilerão Série D


15h00 Brasil de Pelotas 2x1 Mirassol
15h30 Metropolitano-SC 2x1 Arapongas
15h30 Cianorte 2x1 Cerâmica
16h00 Ypiranga-PE 1x2 Baraúnas-RN
16h00 Campinense-PB 1x0 Horizonte-CE
16h00 Volta Redonda 1x0 Aracruz
16h00 Feirense-BA x Itabaiana
16h00 CSA 2x1 Sousa-PB
16h00 Aparecidense 0x0 CENE-MS
16h30 Penarol-AM 4x0 Náutico-RR
17h00 Mogi Mirim 3x1 Concórdia

Brasilerão Série C


15h00 Caxias 2x0 Madureira
16h00 Fortaleza 2x1 Treze-PB
16h00 Cuiabá-MT 0x0 Santa Cruz-PE
16h00 Icasa 1x0 Guarany de Sobral
16h00 Salgueiro 6x2 Luverdense

Olimpíadas - Masculino


08h00 Egito 1x1 Nova Zelândia
10h30 México 2x0 Gabão
11h00 Brasil 3x1 Belarus
13h00 Japão 1x0 Marrocos
13h00 Senegal 2x0 Uruguai
13h15 Coreia do Sul 2x1 Suíça
15h45 Espanha 0x1 Honduras
15h45 Reino Unido 3x1 Emirados Árabes Unidos

Esgrimista italiana vence compatriota e garante o ouro no florete; tetracampeã é bronze

Pódio italiano na esgrima florete: Di Francisca (centro) foi ouro, Errigo (e) prata e Vezzali (d)
Pódio italiano na esgrima florete: Di Francisca (centro) foi ouro, Errigo (e) prata e Vezzali (d)
A esgrimista italiana Elisa di Francisca conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres no florete, neste sábado, ao vencer a compatriota Ariana Errigo na grande decisão da modalidade, com placar final de 12 a 11. 

Para chegar até o ouro, além de vencer a compatriota na final, Di Francisca superou Mona Shaito, do Líbano, Carolin Golubytskyi, da Alemanha, Chieko Sugawara, do Japão e Hyun Hee Nam, da Coreia do Sul, já nas semifinais.

Completando o pódio, o bronze ficou com também italiana Valentina Vezzali, que era a grande favorita para o título. Vezzali havia faturado o ouro nas últimas quatro Olimpíadas, mas foi superada por Errigo, na semifinal em Londres.

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos emhttp://espn.estadao.com.br/programacao

Thiago Pereira é prata nos 400m medley e deixa Phelps sem medalha na primeira final da natação

Thiago Pereira com a medalha de prata, no pódio dos 400m medley
Thiago Pereira com a medalha de prata, no pódio dos 400m medley
O brasileiro Thiago Pereira finalmente conquistou a primeira medalha dele em Jogos Olímpicos. Nos 400m medley, a primeira final disputada em Londres, ele ficou no segundo lugar, superando inclusive Michael Phelps. O ouro, de forma absoluta, foi do americano Ryan Lochte, enquanto o bronze ficou com Kosuke Hagino, do Japão.

Ouça a entrevista com Thiago Pereira, medalhista de prata na natação
Ouça a entrevista com Thiago Pereira, medalhista de prata na natação

Michael Phelps, que tem 16 medalhas na história dos Jogos, ficou no quarto lugar. Ele tem mais seis provas para tentar alcançar a recordista da modalidade: Larisa Latynina, da Rússia, conquistou 18 nos Jogos de 1956-60-64.
Getty
Michel Phelps após a final dos 400m medley: ele terminou no quarto lugar
Phelps após a final dos 400m medley: quarto lugar
Mesmo nadando próximo do recorde mundial de Phelps (4min03s04), Lochte venceu com 4min05s18. Thiago Pereira ficou com a prata com 4min08s86, enquanto Hagino bateu com 4min08s94 para estabelecer o novo recorde asiático. Phelps, que viu o grande algoz vencer novamente - Lochte ganhou no Mundial de Xangai-2011 os 200m livre e 200m medley -, terminou em quarto com 4min09s28.

"Não estou acreditando, estou muito feliz. Já havia falado "é a última vez que nado". Quem viu, viu, quem não viu, não vê mais. Já tinha decidido que tiraria essa prova da minha programação", comentou Thiago, visivelmente bastante cansado.

"Só consegui sentir que ia levar nos últimos cinco metros. Estava travando e não sabia como os outros estavam. Sabor de ouro? Tem. Depois de várias tentativas, consegui", completou o brasileiro, que disse ainda sentir um gosto especial por ajudar o Corinthians, "que já teve título da Libertadores", e também por superar Michael Phelps, grande nome da geração.

Completaram a classificação, de quinto a oitavo, o sul-africano Le Clos Chad (4min12s42), o japonês Yuya Horihata (4min13s30), o australiano Holmes Fraser (4min13s49) e o italiano Luca Marin (4min14s89).
EFE
Thiago Pereira, com Phelps ao fundo, na final dos 400m medley
Thiago Pereira, com Phelps ao fundo, na final dos 400m medley

Evolução de Thiago - Em Atenas-2004, Thiago Pereira, ainda bastante jovem, ficou no quinto lugar nos 200m medley; quatro anos depois, foi quarto colocado na mesma prova; agora, finalmente, conseguiu subir ao pódio depois de consolidar o domínio pan-americano no ano passado.

No Pan de 2003, em Santo Domingo, Thiago levou duas medalhas; em 2007, foram oito conquistas no Rio de Janeiro; em 2011, em Guadalajara, o brasileiro conseguiu mais oito, se consolidando como o brasileiro com mais medalhas de outo na história do Pan, com 12.

400m livre masculino - Com novo recorde olímpico, o chinês Yang Sun foi medalha de ouro com 3min40s14, seguido pelo sul-coreano Taehwan Park (3min42s06) e pelo americano Peter Vanderkaay (3min44s69) na prova dos 400m livres.

Vale lembrar que o medalha de prata Park, ouro na prova em Pequim-2008, venceu a bateria dele na eliminatória, mas acabou eliminado pela organização. O canadense Ryan Cochrane chegou a ser colocado entre os finalistas, mas a Fina chamou a responsabilidade sobre o caso, entrou na frente da decisão da prova e devolveu o direito do asiático competir. De volta, ele até chegou a liderar o começo da prova, mas foi superado por Sun.

400m medley feminino - Com novo recorde mundial, a chinesa Ye Shiwen venceu a final dos 400m medley feminino com o tempo de 4min28s43. No segundo lugar ficou norte-americana Elizabeth Beisel, com 4min00s46, e em terceiro a também chinesa Li Xuanxu, com 4min03s14, que arrancou na última piscina para superar a húngara Katinka Hosszu e garantir a dupla da China no pódio.

Semifinais dos 100m peito - Os dois Felipes do Brasil, tanto o França quanto o Lima, acabaram fora da decisão dos 100m peito que será disputada neste domingo. Felipe França nadou para 1m00s01, enquanto Lima terminou em 1m00s08. Dos 16 semifinalistas, nove fizeram abaixo de um minuto, e os outros melhores disputam o pódio amanhã.

4x100 livre feminino
Na última medalha do dia, a equipe feminina da Austrália levou a melhor no revezamento 4x100m nado livre e ganhou o ouro com 3min3s15, estabelecendo o novo recorde olímpico. A Holanda ficou com a prata, com 3min33s79, enquanto os Estados Unidos foram bronze com 3min34s24

sábado, 28 de julho de 2012

Brasileirão Série A


18h30 Internacional 0x0 Vasco
18h30 Coritiba 2x1 Grêmio
21h00 Botafogo 1x0 Figueirense

Brasilerão Série B


16h20 Guarani 2x1 Atlético-PR
16h20 Vitória 1x0 CRB
16h20 Paraná Clube 1x0 Ceará
16h20 ABC 3x0 Guaratinguetá
21h00 Ipatinga-MG 1x2 São Caetano

Brasilerão Série D


15h30 Guarani-MG 0x0 Nacional-MG
17h00 Sobradinho 2x3 Ceilândia
19h00 Mixto 1x1 Araguaína

Brasilerão Série C


15h30 Santo André 1x1 Oeste
16h00 Vila Nova-GO 0x0 Tupi
16h00 Macaé 1x1 Brasiliense-DF
16h00 Duque de Caxias 0x1 Chapecoense
16h00 Macaé 2x2 Brasiliense

Aniversariante, Felipe Kitadai ganha bronze e abre quadro de medalhas do Brasil

Felipe Kitadai, na categoria até 60kg, chegou à disputa do bronze via repescagem
Felipe Kitadai, na categoria até 60kg, chegou à disputa do bronze via repescagem; e venceu
Felipe Kitadai é o nome da primeira medalha do Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres.

Campeão pan-americano no ano passado, em Guadalajara, Kitadai ficou famoso também por um episódio inusitado: com problema estomacal, defecou em meio a uma luta.

Em Londres, depois de perder nas quartas de final e cair para a repescagem, o brasileiro chegou à disputa pelo bronze da categoria até 60kg contra o italiano Elio Verde. Na luta decisiva, venceu com um golpe no golden score, depois de um duelo muito travado durante os cinco minutos de combate.

Ao término da vitória, Kitadai se emocionou muito ao comemorar o feito. Ajoelhou no tatame e beijou os anéis olímpicos desenhados no piso.

Na caminhada até a disputa da medalha em Londres neste sábado, exatamente o dia em que o judoca completa 23 anos de idade, o brasileiro passou por Tumurkhuleg Davaadorj, da Mongólia, e Eisa Majrashi, da Arábia Saudita, Rishod Sobirov. Depois, perdeu para Rishod Sobirov, do Uzbequistão, mas venceu o duelo pela repescagem contra Gwang-Hyeon Choi, da Coreia do Sul.

A conquista também colabora com a meta da Confederação Brasileira de Judô de fazer da modalidade a mais premiada da história. Kitadai, que não era considerado um favorito antes do embarque a Londres, e Sarah Menezes deixam o judô com 17 medalhas em Jogos, contra 16 da vela. A previsão do COB é de quatro conquistas da modalidade nesta Olimpíada.

Medalhas
Na categoria, o ouro ficou com Arsen Galstyan, da Rússia, enquanto a prata foi para Hiroaki Hiraoka, do Japão. O outro bronze é de Rishod Sobirov, do Uzbequistão, que bateu Sofiane Milous, da França.

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Sarah Menezes é ouro, faz história no judô e põe Brasil no topo do quadro de medalhas

Sarah Menezes venceu a final e foi ouro na categoria até 48kg
Sarah Menezes venceu a final e foi ouro na categoria até 48kg
A brasileira Sarah Menezes acaba de fazer história em Londres. Ao vencer a romena Alina Dumitru na categoria até 48kg, ela não só conquista o primeiro ouro de uma mulher no judô, como faz da modalidade, ao menos por enquanto, a mais premiada do esporte brasileiro - 17 contra 16 da vela. Coloca ainda, pela primeira vez na história, o Brasil no topo do quadro de medalhas olímpico (mesmo que momentaneamente).

Número três no ranking mundial, Sarah garante o segundo pódio do Brasil nos Jogos que acabam de começar, já que Felipe Kitadai foi bronze pouco antes na categoria até 60kg.
Getty
Sarah Menezes está na final da Olimpíada de Londres
Sarah Menezes: cinco vitórias e ouro inédito em Londres

Na luta, Sarah dominou a rival europeia, medalha de ouro em Pequim-2008, e em nenhum momento parecia perder o duelo mesmo sem conseguir mover o placar. Só no último minuto ela conseguiu um yuko e um waza-ari para subir ao topo do pódio.

O retrospecto diante da campeã olímpica em 2008 era favorável à brasileira. Nas cinco vezes que se enfrentaram, três vitórias para Sarah (Rio de Janeiro 2011, Almaty e Paris 2012) e duas para Alina (Budapeste 2008 e Rotterdam 2009). No último duelo pré-Jogos, a judoca do Brasil conquistou o Grand Prix de Moscou, há dois meses, enfrentando a belga na decisão.

No caminho até a final, a brasileira passou por Tu Ngoc Van, do Vietnã, Laetitia Payet, da França, Shugen Wu, da China, e Charline van Snick, da Bélgica, para ser a primeira brasileira numa decisão de torneio feminino de judô na história dos Jogos.

Com isso, ela supera a melhor colocação das mulheres na modalidade. Em 2008, nos Jogos de Pequim, Ketleyn Quadros subiu ao pódio com a medalha de bronze. Há quatro anos o país também comemorou o primeiro ouro individual feminino numa Olimpíada, quando Maurren Maggi venceu a competição do salto em distância.

Judô
Com a conquista de Felipe Kitadai também neste sábado, o judô brasileiro chega a 17 medalhas na história dos Jogos. A previsão do COB é de quatro medalhas em Londres, o que pode fazer o esporte ser o mais premiado dentre todas as modalidades - vela tem 16.

Bronze
Nos duelos que valeram medalhas de bronze, Charline van Snick, vítima de Sarah, venceu a argentina Paula Pareto e garantiu o pódio para a Bélgica. Depois, Eva Csernoviczki, da Hungria, ganhou de Fukumi Tomoko, do Japão.

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No tiro esportivo, primeira medalha de ouro dos Jogos é da China

Yi Siling é a primeira medalhista de ouro em Londres
Yi Siling é a primeira medalhista de ouro em Londres
A China levou a primeira medalha de ouro em disputa na Olímpiada de Londres. A atiradora Yi Siling, com um total de 502,9 pontos, ficou no primeiro lugar na carabina de ar de 10m.

A prata ficou com a polonesa Sylwia Bogacka, que terminou com 502,2 pontos; o bronze é também da China, com Yu Dan, que somou 501,5. A tcheca Katerina Emmons, medalha de ouro em Pequim-2008, acabou terminando no quarto lugar.

Após a vitória, a chinesa não escondeu a felicidade por faturar a primeira medalha de ouro em Londres. "É muito empolgante, estou muito feliz. Agradeço muito a China. E a minha mãe e meu pai, que eu amo muito", disse.

Yi também acredita que a conquista mudará sua vida. "Estou aliviada, estou acordada desde às cinco da manhã. Havia muita pressão em mim. Acho que mudei, me sindo como se tivesse crescido. Acho que essa medalha vai trazer mudanças para a minha vida", acrescentou.

Reuters
Primeiro ouro olímpico de Londres-2012 vai para chinesa do tiro esportivo
Primeiro ouro olímpico de Londres-2012 vai para chinesa do tiro

Olimpíadas - Feminino


08h00 Japão 0x0 Suécia
10h30 Nova Zelândia 0x1 Brasil
10h45 Canadá 3x0 África do Sul
13h00 Estados Unidos 3x0 Colômbia
13h15 Reino Unido 3x0 Camarões
15h45 França 5x0 Coreia do Norte

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Grêmio Barueri 1x4 Criciúma
21h00 Avaí 1x0 Bragantino

Sul-coreano 'cego' estreia competições individuais com recorde mundial no tiro com arco; brasileiro é 51º

Um dos grandes favoritos ao ouro do tiro com arco em Londres, o sul-coreano Dong-Hyun Im mostrou a que veio logo na prova de classificação da modalidade, na manhã desta sexta-feira. Mesmo quase cego, o arqueiro fez 699 pontos, terminou com a primeira posição e ainda quebrou o recorde mundial, que era dele mesmo.

Dong-Hyun Im tem apenas 20% de visão com o olho direito e 10% no esquerdo. É, para fins de programas de assistência de saúde, legalmente cego. Mesmo assim, é bicampeão olímpico e já era o detentor da melhor marca do mundo: 696 pontos, recorde conquistado durante o Mundial da modalidade neste ano.

Agora, Dong-Hyun Im terá pela frente Emanuele Guidi, de San Marino. A competição de tiro com arco funciona em chaves de mata-mata. Os duelos, porém, não são definidos por sorteio. Por isso, os 64 atletas classificados entraram em ação no começo da manhã desta sexta-feira para definir um 'ranking' que determina quem enfrenta quem na primeira rodada. O melhor colocado enfrenta o último, o segundo pega o penúltimo e assim por diante.

O Brasil tinha um representante na disputa. O mineiro Daniel Xavier, porém, não teve um desempenho muito bom. Com 653 pontos, ficou apenas na 51ª colocação e agora terá um confronto difícil pela frente: pega o polonês Rafal Dobrowolski, 14º colocado nesta sexta-feira.

A madrugada desta sexta também definiu os duelos por equipes. A Coreia do Sul dominou completamente a disputa. Com os três melhores colocados na competição individual, o país asiático somou 2087 e também quebrou o recorde mundial (a marca anterior era de 2069). A França foi a segunda colocada, com 2021. Ainda nesta manhã, haverá o ranqueamento do torneio feminino. O Brasil não tem representantes em nenhuma destas duas competições.
Reuters
O sul-coreano Dong-hyun Im é quase cego, mas quebrou o 1º recorde de Londres-12
O sul-coreano Dong-hyun Im é quase cego, mas quebrou o 1º recorde de Londres-12

Os canais ESPN passam a Olimpíada de Londres ao vivo, com 72 horas diárias de transmissões esportivas, análises e muita informação. Uma equipe de mais de 60 profissionais, dos canais de TV, ESPN.com.br e Rádio Estadão ESPN, traz todos os dias os detalhes direto da Inglaterra. Para a cobertura dos Jogos, uma novidade: a ESPN Brasil HD, canal que trará toda a programação olímpica da ESPN Brasil em alta definição. O canal está disponível para as seguintes operadoras: NET Serviços, Claro TV, Cabo Natal (RN) e RTV (GO). Com isso, a ESPN tem quatro canais para cobertura dos Jogos Olímpicos: os tradicionais ESPN e ESPN Brasil e dois em alta definição, ESPN+ e ESPN Brasil HD. Veja todos os horários dos jogos em http://espn.estadao.com.br/programacao

Amistosos


08h00 Arsenal 0x2 Manchester City
15h45 Benfica 5x2 Real Madrid

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Brasileirão Série A


21h00 Flamengo 0x0 Portuguesa
21h00 Palmeiras 0x2 Bahia
21h00 Atlético-MG 2x0 Santos

Copa Sul-Americana


19h15 Guaraní (PAR) 0x1 Oriente Petrolero
21h30 Aurora 2x1 Cerro Largo
21h30 OŽHiggins 3x3 Cerro Porteño

Olimpíadas - Masculino


08h00 Honduras 2x2 Marrocos
10h30 México 0x0 Coreia do Sul
10h45 Espanha 0x1 Japão
13h00 Emirados Árabes Unidos 1x2 Uruguai
13h15 Gabão 1x1 Suíça
15h45 Belarus 1x0 Nova Zelândia
15h45 Brasil 3x2 Egito
16h00 Reino Unido 1x1 Senegal

Amistosos

08h00 Bayern de Munique 2x1 Wolfsburg

VIDEOBLOG: Ficarei com saudades desse lugar incrível quando tudo acabar. Obrigado, Londres!

Nos meses que antecederam a Olimpíada eu fiz o quadro 'Aqui é Londres', que agora se despede para entrar em campo de fato: os Jogos Olímpicos vão começar.

E durante o tempo que fiquei na capital inglesa, pude conhecer mais desse lugar maravilhoso. Vou levar saudades de muita gente, de muitos locais e de muita coisa que vi no palco da Olimpíada 2012, que é demais.

Viver é muito bom. Obrigado, Londres!
Clique no player e assista ao videoblog desta quarta-feira

Londres terá problemas de transporte na Olimpíada. Caos? Longe disso

São 270 estações, 11 linhas e 402 quilômetros de trilhos, cobrindo praticamente toda a cidade, o que faz o metrô de Londres ser considerado um dos melhores do mundo. Isso sem falar nas centenas de linhas de ônibus 24 horas por dia e serviços de trem que cruzam a capital, um sistema de transporte público realmente de qualidade. Mesmo assim, teremos estações e vagões superlotados, filas e reclamações durante os Jogos Olímpicos de 2012. Grande caos? Em minha opinião, não. Tudo absolutamente normal. O metrô de Londres tem alguns problemas, sim, é antigo (começou a operar em 1863), mas muito trabalho foi feito com bastante antecedência para proporcionar melhorias durante os Jogos.

Mesmo assim, tenho certeza que verei diversas notícias sobre caos no transporte da capital britânica. Situações como atrasos de trens e estações temporariamente fechadas são cotidianas na vida de quem mora em Londres, seja pelo excesso de passageiros, por um louco que se atirou no trilho (sim, isso acontece quase que diariamente por aqui), por uma suspeita de bomba ou por um simples apressado que segura a porta para entrar no vagão antes de ela se fechar. Vivi isso por dois anos e meio. Quem conhece o Undergound de Londres (mais conhecido como Tube) e está familiarizado com os "Mind the Gap", "Jubilee Line" e "stand clear of the closing doors" da vida sabe bem disso.

Acho quase impossível se organizar um evento de grande porte, com milhares de pessoas chegando ou saindo de um estádio ao mesmo tempo, e mais milhões circulando pelas ruas, sem que haja pelo menos um pouco de espera antes de ir ou voltar para casa. Além disso, o transporte de Londres já apresenta normalmente certa lotação em determinadas estações e horários de pico, principalmente no verão com a presença de turistas, independentemente da Olimpíada. O evento esportivo vai acentuar um pouco isso, claro, mas nada que não possa ser amenizado com medidas preventivas, o que já foi feito.
Tiago Leme/ESPN
Estação de metrô e trem de Stratford, ao lado do Parque Olímpico, foi completamente reformada
Estação de metrô e trem de Stratford, ao lado do Parque Olímpico, foi completamente reformada
Um exemplo do que acontece em Londres e em outras grandes cidades da Europa: geralmente, logo após o final de jogos de futebol ou shows musicais, a estação de metrô ou trem logo ao lado do estádio fica fechada por alguns minutos para que ela não encha além de sua capacidade, para evitar confusões. Já presenciei isso no Emirates Stadium, Stamford Bridge, O2 Arena, Santiago Bernabéu... Tudo absolutamente normal. Em São Paulo mesmo isso acontece em alguns lugares, talvez com uma organização não tão eficiente como o que ocorre por aqui.

Em outros casos, as estações ficam fechadas durante todo o período de um campeonato, como o aconteceu na última Eurocopa, ao lado do estádio de Kiev e de Kharkiv, na Ucrânia, por exemplo. Agora na Olimpíada, a estação de DLR Pudding Mill Lane, colada no Parque Olímpico, não abrirá as portas até o final da Paralimpíada, já que o espaço é pequeno e não suportaria a multidão. Por outro lado, Stratford foi completamente reformada, ampliando o número de plataformas, trens, entradas e saídas para atendar à demanda. Durante os últimos anos, várias linhas do metrô de Londres ficaram paralisadas nos finais de semana para que obras de modernização fossem feitas. 

Para os Jogos Olímpicos, as autoridades e o Comitê Organizador fizeram vários pedidos aos moradores, anúncios estão espalhados pela cidade para evitar um caos nos transportes, medidas como: evitar determinadas estações, alterar o caminho tradicional de casa para o trabalho, usar bicicletas ou andar a pé. Faixas exclusivas para ônibus e carros com atletas, delegações e dirigentes também foram criadas, já que o trânsito na região central de Londres é sempre complicado.

O resultado de tudo isso veremos nas próximas semana, e o primeiro grande teste será já nesta sexta-feira com a cerimônia de abertura no estádio Olímpico. O planejamento foi feito com antecedência. Volto a repetir. Problemas? Vão acontecer. Caos? Longe disso.
Tiago Leme/ESPN
Metrô de Londres já apresenta certa lotação nos horários de pico e no verão
Metrô de Londres já apresenta certa lotação nos horários de pico e no verão

A nostalgia do discurso de Nuzman e o precipício

Faltavam dois dias para o fim dos Jogos Olímpicos de Pequim. Suficiente para definir o tamanho do Brasil em Olimpíadas. Mais uma vez a desproporção entre o dinheiro disponível para o esporte olímpico verde e amarelo e resultados se desenhava enorme. (Dinheiro estatal em sua maior porcentagem e abundante desde 2001 com a lei Agnelo/Piva, com estimativa de R$ 145 milhões em 2012. A maior parte gasta no custeio de viagens de intercâmbio para atletas em competições. Leia-se passagens compradas na agência...você sabe...).

Salvo evoluções pontuais aqui e acolá para confirmar a regra ou histórias de heroísmos isolados, um atestado de fracasso no projeto de transformar o Brasil em potência olímpica.

Aqui abro um breve parêntesis: em 2003, a convite de José Trajano, trabalhando ainda no jornal O Globo, participei de um Bola da Vez, na ESPN, com Carlos Arthur Nuzman. Minha primeira pergunta foi sobre uma promessa dele ao assumir o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) em 1996, quando garantia que em 8 anos seriamos uma potência olímpica. Perguntei o óbvio: oito anos depois, já somos uma potência olímpica, a promessa está cumprida? Não me lembro a resposta exata, mas tenho visto que o prazo agora é 2020.

Voltando no tempo para 2008 e no espaço para Pequim, lembro-me de um esbaforido proxeneta passando no corredor do estúdio em que eu estava e dando o recado para todos ali: era preciso bater no ponto do despreparo psicológico dos nossos atletas. O povo brasileiro tinha problemas na hora de decidir. Liguei os fios. Tinha lido algo sobre um pronunciamento de Nuzman exatamente igual naquela tarde. Defendia que seria preciso repensar a questão da preparação psicológica. Que todas as condições tinham sido dadas para a preparação, mas na hora de decidir os brasileiros falhavam. Repetindo sempre que o modelo de atleta a ser seguido é Robert Scheidt. Merecida lembrança, mas por que não Ademar Ferreira, Joaquim Cruz ou Romário, o favelado do Jacarezinho, frio como o aço na hora da decisão?

Faltavam poucos minutos para entrar no ar. Fiquei ali ligando os fios, conectando o aconselhamento de opiniões do proxeneta com o discurso de Nuzman naquela tarde. Estava claro. Existia um discurso pensado e construído para justificar a desporporção absurda entre os resultados do Brasil e o dinheiro investido. E o culpado tinha nome. Como o comissário corrupto de Casablanca, a ordem era prender os suspeitos de sempre: o povo brasileiro, o Zé Povinho, para eles a sub-raça, os incapazes psicologicamente.

Lembro como se fosse hoje que entrei no programa com um nó no estômago. Uma estratégia cínica demais. Fiz a única coisa que me cabia naquele momento: falei sobre a estratégia cínica e mentirosa que estava sendo montada. Botar a culpa de mais um ciclo olímpico abaixo do dinheiro existente na fragilidade e falta de estrutura dos mestiços, os impuros vindos dos negros e índios. Os Scheidts e afins, com sangue sem mistura, estavam a salvo da fraqueza juvenil nossa na hora de decidir. Falei que aquilo era cínico e não era aceitável. Ao fim daquela noite, ainda que com o embrulho travando até a garganta, dormi a noite do Oriente em plenitude. Não estou certo de que o proxeneta apto a repetir a voz do dono possa ter feito o mesmo.

Quatro anos depois, me assusta ver que o filme se repete. O discurso está pronto. Prudentemente posto em prática antes do apito soar na charmosa Londres. Nuzman tem passado sempre pela questão da “necessidade de maior preparação psicológica para nossos atletas”. E repetido sempre que “todas as condições foram dadas”. No cínico argumento que omite a vida escolar dos nossos atletas. A história de cada um antes de se tornar, sempre por esforço próprio, em atleta de alto nível. Omite que o esporte aqui ainda está longe de ser prática sistemática desde o mais tenro banco escolar. Omite que o esporte deve ser pensado como instrumento e promoção de saúde e educação, prática massiva desde os primeiros passos escolares. Sem o qual jamais seremos a tal prometida potência olímpica. Preparem-se. Em poucos dias provavelmente o tema vai voltar. Na equação que não se explica e traduz algo de muito errado, quando o volume de dinheiro aumenta e o Brasil não evolui na mesma proporção enquanto país olímpico, o resto é o discurso cínico de botar o peso no ombro da mestiçada.

Como farsa, como a história sempre se repete, bem sabemos. O discurso não é novo. Muito pelo contrário. Essa gente miscigenada e mestiça é incompatível com o êxito desde sempre na cabeça de alguns. Fracos mentalmente. Incapazes. O final do século XIX e início do XX talvez tenha sido o período mais explícito desse pensamento. Silvio Romero e outros defendiam com todas as letras o “clareamento” do nosso povo para que pudéssemos, a longo prazo, já livres dos traços negróides, sermos equivalentes aos então superiores. Modelos do que pensavam como sociedade para o Brasil. Como vemos, muitos tem nostalgia desse discurso.

Meu bom amigo e grande historiador Luiz Antônio Simas costuma repetir em suas brilhantes aulas e palestras que “imigração aqui foi coisa de branco. Negro só podia chegar aqui de navio negreiro”. Por todas essas convicções acima citadas. Que perduram e são muletas perfeitas para justificar o fracasso e as incompetências.

Contem os dias. O discurso está pronto. Em poucos dias veremos o debate sobre “a fraqueza de brasileiros na hora de decidir”. Tendo como maior arauto, Carlos Arthur Nuzman, seguido pelos proxenetas sempre aptos a repetir a voz do dono.

Ele, Carlos Arthur Nuzman, que em recente perfil na Revista Piauí, foi categórico ao responder a seguinte pergunta:

“Com quem o senhor pularia de um precipício de olhos fechados?”

Resposta: “O Havelange certamente é um deles”.

Bom, Havelange já foi pulou do precipício. Ou melhor, foi pulado com uma forcinha da justiça. Entregue aos crocodilos, para desespero de tantos proxenetas, envolto na confirmação de corrupção, despencado morro abaixo.

Conforme o prometido, vai encarar solidariamente o precipício, Nuzman? Ou quem sabe, assim como o amigo, aguardar alguma forcinha

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Amistoso

Mls Alls Stas 3x2 chelses

Amistoso

Liverpool 1x2 Roma

Brasilerão Série D


20h15 Araguaína 0x0 Santos-AP
20h30 Remo 2x2 Atlético Acreano

Brasileirão Série A


19h30 Ponte Preta 1x1 Sport
19h30 Figueirense 0x1 Internacional
20h30 Vasco 1x0 Botafogo
20h30 Náutico 3x4 Coritiba
21h50 Corinthians 2x0 Cruzeiro
21h50 Grêmio 1x0 Fluminense
21h50 Atlético-GO 4x3 São Paulo

Copa Sul-Americana


19h15 Liverpool-URU 3x0 Universitario de Sucre
21h30 Deportivo Táchira 0x0 Barcelona-EQU

Olimpíadas - Feminino


12h00 Reino Unido 1x0 Nova Zelândia
13h00 Japão 2x1 Canadá
13h00 Estados Unidos 4x2 França
14h45 Camarões 0x5 Brasil
15h45 Suécia 4x1 África do Sul
15h45 Colômbia 0x2 Coreia do Norte

terça-feira, 24 de julho de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Boa 2x1 América-MG
21h00 ASA 0x1 Goiás
21h00 Joinville 1x0 América-RN

Brasilerão Série C

20h30 Treze-PB 0x0 Cuiabá-MT

Copa Sul-Americana


19h15 Danubio 0x0 Olimpia-PAR
21h30 Tacuary 0x1 Cobreloa

Dorival Júnior desmente pedido milionário e diz que conversa com Fla na quarta

Na estrada, trafegando entre Porto Alegre e Florianópolis, onde reside, o técnico Dorival Júnior desmentiu categoricamente que tenha pedido salário mensal de R$ 800 mil e afirmou ter combinado com o diretor de futebol, Zinho, do Flamengo, viajar ao Rio de Janeiro nesta quarta-feira.

Segundo o ex-treinador do Inter, não houve ainda nenhuma conversa sobre valores: “O Zinho me telefonou e perguntou se eu tinha interesse em trabalhar no Flamengo. É óbvio que sim. Então, ele questionou quando eu poderia ir ao Rio para conversar. Disse a ele que iria na quarta-feira.”

A tendência ainda é que Dorival Júnior seja o novo treinador, mas as duas partes desmentem que já tenha havido o acerto financeiro. Outros técnicos foram consultados. Semanas atrás, Zinho consultou Jorginho, ex-Figueirense, lateral-direito campeão mundial em 1994, sobre a posibilidade de assumir o clube onde atuou e fez história. Jorginho não pode se desligar do Kashima Antlers, do Japão, neste momento.

Levir Culpi foi consultado por empresários, mas só pretende assumir um clube onde possa iniciar um trabalho ou ter certeza de ser o técnico em janeiro. AS eleições na Gávea impedem essa certeza. Dorival Júnior dorme em sua casa, em Florianópolis nesta terça-feira. Na quarta, desembarca no Rio para tentar o acerto com o Flamengo