terça-feira, 17 de julho de 2012

O que ninguém sabe sobre a Fifa

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Depois de muitos anos de discussões intensas e resistência ao uso de qualquer tipo de tecnologia para auxiliar os árbitros durante as partidas de futebol, a International Football Association Board (IFAB), que é o órgão desportivo responsável pelas leis que regem o jogo, aprovou recentemente, novas tecnologias que determinam com máxima precisão a entrada da bola na linha do gol.
Muitos adeptos receberam tal notícia com muita surpresa. Tanto a IFAB quanto a Fifa, têm sido lentas nas mudanças das regras. Na verdade, o futebol mudou drasticamente ao longo das últimas décadas, como pode ser evidenciado pela maior capacidade fisiológica dos jogadores. Infelizmente, as regras das partidas não evoluíram junto com essas mudanças fisiológicas. E mais lamentável ainda é este sistema esclerótico, ainda vigente, sendo responsável pela mudança das regras do esporte.
As duas organizações, IFAB e Fifa trabalham simbioticamente. Na verdade, ambas estão interligadas e compartilham o poder com arranjos diferentes há quase 100 anos. A composição da IFAB, a qual abrange os representantes de cada associação pioneira de futebol da Grã-Bretanha (Inglaterra, Escócia, País de Gales e Irlanda do Norte) , assim como a representação da Fifa, tem sido duramente criticada pela falta de representatividade de um número maior de países. A Fifa como um todo possui 4 votos que, supostamente, representam as 209 associações filiadas à organização. As outras 4 associações de futebol, já referidas acima, têm cada uma um voto. As deliberações dentro da organização devem ser aprovadas por pelo menos 6 votos.
É muito provável que a grande maioria dos adeptos do jogo não tenham conhecimento da existência da IFAB. E menos ainda quem os votos da Fifa representam. Fica claro que se trata de um poder exclusivo para os manda-chuvas da Fifa e seus comparsas. Esta é uma prova cabal da arrogância, da falta de transparência e das tendências antidemocráticas que estão enraizadas dentro do órgão que governa o jogo mais bonito do mundo.
Assim sendo, vale a pena fazer uma comparação entre a estrutura da IFAB com a do conselho de segurança da ONU, que muitos diplomatas consideram ser um exemplo de uma organização sem representação adequada.
O Conselho de Segurança da ONU possui um total de 15 membros. Dentre eles a China, a França, a Rússia, o Reino Unido e os EUA são membros permanentes, com o poder de vetar qualquer resolução que tenha obtido um mínimo de 9 votos para sua aprovação. Os outros 10 membros eleitos não permanentes têm 2 anos de mandato. A ONU possui um total de 193 membros, o que levanta a questão: Como é possível que 5 países tenham tanta influência e poder no campo das relações internacionais?
Se alguém acredita que a representação no Conselho de Segurança da ONU é injusta e imperfeita, espere até ler isto: a Fifa, com os seus 209 membros, tem mais afiliações do que as Nações Unidas. No entanto, o presidente da FIFA com os 4 países pioneiros da IFAB têm o poder de decidir por todos os outros países membros as mudanças a serem adotadas nas regras do futebol.
Pelo menos os atuais defensores da estrutura do Conselho de Segurança podem justificar a sua composição, apontando para o poderio militar e econômico de seus cinco integrantes permanentes. Entretanto, qual seria a possível razão para justificar a estrutura atual da IFAB? Qual é a importância dentro do futebol internacional de países como a Inglaterra, o País de Gales, a Escócia e a Irlanda do Norte?
Na verdade, muitas vezes a Inglaterra mal conseguiu se classificar para a Copa do Mundo. Ainda mais, que na única vez que foi campeã, há quase 50 anos, muitos alegaram que foi de forma suspeita. Em contrapartida, o Brasil, que é pentacampeão, não faz parte da estrutura da IFAB, portanto, é excluído do processo de decisão. Outros gigantes do futebol como a Itália, a Argentina e a Alemanha também não fazem parte das deliberações e discussões da IFAB. Assim sendo, como é possível que o País de Gales, que se qualificou para a Copa apenas uma vez e a Irlanda do Norte, apenas 3 vezes, possam ter maior influência no processo de decisão em relação às atuais potências futebolísticas?
De fato, tal realidade chega a ser uma afronta ao bom senso de qualquer pessoa.  Torna-se isto numa humilhação no justo senso do que é digno, e um insulto no que diz respeito a um sistema de representação justo. Fica difícil acreditar em tais fatos e assim somos levados a tentar encontrar às origens do modelo atual. Portanto, vale a pena ir ao fundo dos anais da história para compreender o atual absurdo.
Segundo Roger Abrams, especialista em direito desportivo da Northeastern University, instituições como a Fifa e a IFAB têm sido refratárias em suas atitudes ao longo da história, além de apresentar uma postura possessiva e dominadora em relação ao esporte, fazendo com que seus dirigentes acreditem que eles sejam os donos do futebol.
Numa entrevista por telefone, o Dr. Peter Alegi, professor de história da Michigan State University, disse-me que os britânicos sempre acharam que eram os donos das regras do jogo e que hoje em dia temem a possibilidade de perderem a presente estrutura da IFAB, pois pode ser uma das últimas oportunidades para se manterem em uma posição de destaque no âmbito cultural mundial.
Quando perguntei a Paul Darby, respeitado sociólogo da University of Ulster e autor do livro Africa, Football and FIFA, sobre a origem dessa atitude prepotente dentro do jogo, ele afirmou que tais organizações (Fifa e IFAB) sempre deixaram transparecer uma maneira arrogante na condução de seus negócios e isso vem se arrastando por várias décadas.
Segundo o Dr. Darby, “Essa arrogância ficou constatada pelo fato de que durante os primeiros 70 anos ou mais de sua existência, os membros europeus da Fifa olhavam o número crescente dos países africanos dentro da organização, através de uma ótica colonial e os tratavam como se não merecessem as oportunidades de fazer parte da família Fifa”.
O sociólogo ainda acrescentou que o problema era tão arraigado que Stanley Rous, o presidente da Fifa entre 1961-1974, tentou preservar o lugar da Associação de Futebol da África do Sul dentro da Fifa, apesar da pressão internacional, particularmente do continente africano, que lutava para que eles fossem expulsos.
“Na verdade, foi o presidente João Havelange que desempenhou um papel fundamental para tornar a Fifa um pouco mais representativa a nível internacional e com a disponibilidade de maiores oportunidades para o continente africano dentro do jogo mundial. No período que antecedeu a sua eleição como presidente da Fifa, em 1974, Havelange prometeu às nações africanas que iria manter a exclusão e resistir à volta da Associação Sul-Africana, enquanto ela continuasse a praticar a política do apartheid dentro do futebol”, completou o Dr. Darby.
De fato a Fifa só começou a caminhar na direção de uma verdadeira organização internacional, com a liderança de João Havelange. No entanto, mudanças na estrutura da IFAB ainda não ocorreram e parece não estar nos planos dos dirigentes num futuro próximo.
“A composição da IFAB definitivamente não é um exemplo de representação adequada que reflita a posição dos gigantes do futebol atual,  que dominam o jogo internacional. Matematicamente, simplesmente não faz sentido,” acrescentou o Dr. Darby.
Fica claro que a influência desproporcional que o Reino Unido ainda possui dentro do futebol é uma imagem de um passado muito distante, quando os britânicos detinham uma posição dominante no mundo como uma grande potência colonial e, consequentemente, na organização do jogo.
É evidente que tanto o Conselho de Segurança da ONU, quanto as estruturas da IFAB estão desatualizadas e são inadequadas para lidar com as demandas de uma novo cenário internacional que é caracterizado por uma ordem mundial multipolar.
Portanto, ficamos até mesmo abismados com tal situação, tentando entender como as maiores potências do futebol atual podem ser tão passivas perante um sistema tão injusto, humilhante e enraizado nos vestígios do colonialismo. Em tais circunstâncias, é bem possível que a rainha seja a única que esteja aplaudindo. Assim sendo, será que as mudanças só virão quando a rainha dirigir-se à todas as potências do futebol e proclamar: deixem de se ajoelharem—seus subalternos!

Roger Gracie desce de categoria e mostra evolução na trocação

Agora lutando entre os médios, Roger voltou a vencer um combate de MMA. O brasileiro derrotou o experiente Keith Jardine na decisão unânime dos juízes no Strikeforce, segundo maior evento de lutas marciais mistas do planeta. Agora, ele soma cinco vitórias, sendo as quatro primeiras por finalização, e uma derrota.
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Dez vezes campeão mundial de jiu-jitsu e representante da família que reinventou esse esporte, Roger demonstrou uma grande evolução em seu jogo. Provavelmente o nocaute que sofreu para Muhammed Lawal em sua quinta luta de MMA, em setembro de 2011, serviu de importante lição para o brasileiro.
Acostumado a superar diversidades desde os tempos em que vestia o kimono e competia na arte suave, Roger percebeu que atualmente no MMA é preciso muito mais que cozinhar o oponente, até levar a luta para o chão e, assim, conseguir a finalização.
Claro que o jiu-jitsu continua sendo a principal arma do Gracie. Entretanto, ele realmente entrou de cabeça em sua preparação e foi buscar mais conhecimento na luta em pé. Tanto que realizou seu camp na academia Black House de Los Angeles, onde contou com a ajuda do ex-campeão do UFC Lyoto Machida.
Mais leve e em uma nova categoria, Roger dominou os dois primeiros rounds, onde conseguiu boas cotoveladas e terminou as parciais montado. No terceiro round demonstrou cansaço e foi atingido por socos perigosos de seu oponente, mas saiu do octógono com a vitória.
Nos tatames, Roger sempre demonstrou uma batalha constante pela perfeição, aprendendo com os erros e retornando cada vez mais refinado. Se o Gracie vai conseguir o mesmo sucesso no MMA que conquistou no jiu-jitsu isso ninguém sabe. Mas o caminho está bem traçado. Com isso, o brasileiro em breve pode estar se destacando entre os principais nomes da categoria.

Socorro: espalha-se a praga dos cartões!

Depois dos pênaltis, agora os árbitros andam a distribuir amarelos e vermelhos a torto e a direito. Só no domingo à tarde, houve três expulsões provocadas por acúmulos de cartões. Para mim, as três fora de propósito.
Só para lembrar, para quem não pôde acompanhar todos os jogos: 1 – Francisco Carlos Nascimento mandou Luís Antônio, do Fla, para o chuveiro no final do primeiro tempo, por falta cometida sobre Mancini, do Bahia, no duelo disputado no Pituaçu. Eu não daria nem amarelo, porque foi lance de jogo, daqueles que acontecem a todo momento. (A lei da compensação veio no pênalti inexistente que garantiu a vitória rubro-negra por 2 a 1.)
O episódio número 2: Marcelo Aparecido Souza expulsou Werley, do Grêmio, por considerar que ele cometeu infração, em dividida com Montillo, do Cruzeiro, também na fase inicial do clássico no Independência. Nem falta foi. Mesmo assim, o Grêmio ganhou por 3 a 1.
O número 3 foi obra de Wagner do Nascimento Magalhães, que despachou o santista Juan, no começo do segundo tempo, no Beira-Rio, por supostamente ter atingido  Lucas Lima. Foi o jogador do Inter quem tocou no pé de Juan, na malandragem. O jogo acabou no 0 a 0.
Incidentes como esses se repetem e revelam insegurança e despreparo dos árbitros. Muitos talvez se sentem pressionados a mostrar rigor, exageram, perdem a mão e prejudicam o futebol, independentemente da equipe favorecida. Como o próprio Francisco Nascimento, que deu pênalti (inexistente) para o Fla e mostrou amarelo para Renato Abreu, que comemorou o gol da vitória rubro-negra atirando a braçadeira de capitão no chão. Nossa, que delito!!!
Ok que muitos justiceiros que há na mídia vivem a apregoar que o juiz tem de “ter o controle do jogo”. Discordo. O árbitro tem de agir com bom senso, isenção e serenidade. Assim, sempre terá o tal do controle, sem a necessidade de ser espetaculoso e aparecer mais do que os atletas

A dívida tricolor

O  12.º passe para gol de Jadson e o 18.º gol de Luis Fabiano no ano não esconderam erros do São Paulo, na estreia de Ney Franco. Desenhado num 4-3-1-2, com Denílson, Casemiro e Cícero logo atrás de Jadson e este armando para Osvaldo e Luis Fabiano, o time foi mal justamente no setor de criação. Casemiro, principalmente, autor de um passe para Osvaldo tentar invadir a área e cavar um cartão amarelo para Henrique, trabalha pouco na marcação para ser chamado de volante, menos na articulação para ser chamado de meia.


Da atuação ruim, tiram-se algumas qualidades, como a subida da marcação, obrigando o Palmeiras a fazer ligação direta na casa dos 35 minutos. Mas faltaram jogadores fundamentais para pressionar o adversário. Osvaldo, por exemplo, escondeu-se na ponta-esquerda, setor de Arthur, em vez de explorar o lado oposto, de Juninho, excelente no apoio, ruim no combate.
O jogo mudou no segundo tempo mais pela alteração de Felipão do que por mérito são-paulino. Sem Maurício Ramos machucado, recuou Henrique para a zaga, colocou Maikon Leite na ponta direita, puxou João Vítor para volante e perdeu o meio de campo. Foi uma das razões para Douglas ficar no mano a mano com Henrique, na jogada do cartão vermelho do beque palmeirense.
E mesmo com um homem a mais, o São Paulo não esteve bem. É cedo para cobrar o resultado do trabalho de Ney Franco, óbvio. O bom lugar na tabela ajuda a ter paz, a projetar a vaga na Libertadores, a luta pelo título brasileiro. Ney quer o time jogando com bola no pé e isso é bom. Mas na primeira partida, não foi isso o que se viu.

domingo, 15 de julho de 2012

Brasileirão Série A


16h00 Botafogo 1x1 Fluminense
16h00 Internacional 0x0 Santos
16h00 Cruzeiro 1x3 Grêmio
16h00 Bahia 1x2 Flamengo
18h30 Vasco 1x0 Atlético-GO
18h30 Palmeiras 1x1 São Paulo
18h30 Sport 2x1 Portuguesa

Brasilerão série D


15h00 Mirassol 2x2 Brasil de Pelotas
15h30 Arapongas 2x0 Metropolitano-SC
16h00 Horizonte-CE 0x0 Campinense-PB
16h00 Concórdia 2x1 Mogi Mirim
16h00 Sousa-PB 0x0 CSA
16h00 CENE-MS 4x1 Aparecidense
17h00 Baraúnas-RN 3x1 Ypiranga-PE
17h00 Cerâmica 1x2 Cianorte
18h00 Náutico-RR 3x1 Penarol-AM
17h00 Itabaiana 2x1 Feirense-BA

Brasilerão Série C


15h00 Caxias 2x0 Chapecoense
16h00 Cuiabá-MT 0x2 Luverdense
16h00 Icasa 2x1 Águia de Marabá

Após lesão no treino, Laís Souza está fora da Olimpíada

Lais Souza pode perder os Jogos Olímpicos de Londres
Lais Souza está fora após lesão na reta final de preparação para os Jogos

A Confederação Brasileira Ginástica confirmou que a atleta Laís Souza, que se machucou neste sábado durante treinamento já na Inglaterra, está fora dos Jogos Olímpicos de Londres.

"A atleta Laís Souza não vai integrar a Seleção Brasileira de Ginástica Artística Feminina nos Jogos Olímpicos de Londres. Exames realizados na capital inglesa com acompanhamento dos médicos do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) constataram que a ginasta sofreu fratura no quarto metacarpo da mão direita durante treino nas paralelas na manhã deste sábado (14) em Ipswich, onde a equipe está concentrada para aclimatação e fase final de preparação", diz o comunicado enviado pela CBG.

"Lamentamos muito o ocorrido, mas no esporte, infelizmente, esses incidentes podem acontecer. A ginasta Ethiene Franco, que está concentrada com o grupo em Ipswich, será a substituta da Laís Souza", informou o supervisor das seleções brasileiras de ginástica, Klayler Mourthe.

Ganso não joga mais pelo Santos. Você o contrataria? Quanto vale o jogador?

Santos admite negociar Paulo Henrique Ganso e até mesmo reduzir o preço da multa rescisória do camisa 10. Destaque do futebol brasileiro no primeiro semestre de 2010, depois da Copa do Mundo o meia se envolveu em lesões e desfalcou o Santos em mais da metade dos compromissos da equipe — clique aqui e veja no site futdados.com.

Em 12 partidas das quais participou na Copa Libertadores, deu apenas dois passes para gols, o que era a sua grande especialidade. Para servir de paralelo, podemos lembrar que o então questionado Ronaldinho, ainda no Flamengo, alcançou seis assistências em sete jogos. Ganso marcou três tentos no torneio internacional.

Jovem, aos 22 anos o jogador que era apontado como futuro grande meio-campista do futebol brasileiro ficou desacreditado. As sonhadas propostas internacionais de 50 milhões de euros sobre as quais muitos falavam há dois anos, hoje soariam como delírio. Mas é claro que pela idade o rapaz ainda tem tempo para se recuperar.

E quem contratar Paulo Henrique tem que, antes de tudo, crer na sua volta à boa forma física e técnica. Eu acrescentaria à lista de necessidades do quase ex-santista uma maior participação nos jogos, ir ao encontro da bola e não esperar por ela. Marcar mais. É difícil? Sim, mas nessa altura da vida, se a pessoa não for capaz de se aprimorar...

Quanto vale Ganso? Sua multa para o mercado brasileiro é de 24 milhões de euros. Caro. Se eu fosse um dirigente não pagaria tanto, hoje, nem que tivesse toda essa grana em caixa. E você?

 
Divulgação
Sem acerto salarial, Ganso deve deixar o Santos
Sem acerto salarial, Ganso deve deixar o Santo

Tirone diz querer renovar com Felipão e dinheiro não é questão fundamental

O presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, diz que pretende, sim, renovar o contrato com Luiz Felipe para a disputa da Copa Libertadores 2013. Ao afirmar que não pensa em dar aumento a Felipão, Tirone provocou polêmica há dois dias. Na manhã deste sábado, em conversa telefônica, Tirone disse:

"Quero renovar, sim, e o que o Felipe vai querer para a renovaão é estrutura de trabalho. Pode pedir aumento para o Murtosa, para sua equipe, mas o dinheiro não está em primeiro lugar para ele. A ideia é renovar com o treinador, sim."

De fato, a pergunta a Tirone sobre a renovação, com aumento das bases salarias, era um "se ficar o bicho come, se correr o bicho pega." Dadas as condições políticas do Palmeiras, dizer agora que pretende dar aumento salarial ao técnico mais bem pago do país produziria questionamentos, tanto dentro quanto fora do clube.

Dizer que não pretende dar aumento deu a muita gente a ideia de que não há intenção de renovar.
Tanto Tirone, quanto Paulo Nobre (provável candidato da oposição nas eleições de janeiro) têm a ideia de contar com Luiz Felipe na Libertadores.

A ideia é definir isso bem antes das eleições, para facilitar a preparação do clube para a disputa continental

sábado, 14 de julho de 2012

Brasileirão Série A


18h30 Corinthians 2x1 Náutico
18h30 Figueirense 3x4 Atlético-MG
21h00 Ponte Preta 4x1 Coritiba

Brasilerão Série B


16h20 Atlético-PR 2x1 ABC
16h20 São Caetano 1x0 Joinville
16h20 América-RN 1x1 Ceará
16h20 CRB 2x0 Avaí
16h20 Bragantino 0x0 Guarani

Brasilerão Série D


16h00 Aracruz 1x0 Volta Redonda
16h00 Ceilândia 1x1 Sobradinho

Brasilerão Série C


15h00 Madureira 1x0 Tupi
15h30 Santo André 0x0 Vila Nova-GO
16h00 Guarany de Sobral 2x0 Salgueiro
16h00 Brasiliense-DF 3x2 Duque de Caxias
16h00 Macaé 0x2 Oeste
16h00 Santa Cruz-PE 2x1 Treze-PB

boa sugestão de mudar o nome do Engenhão: estádio João Saldanha

Como propõe o Núcleo de Estudos de Estudos e Projetos Esporte e Cidadania, mudar o nome do estádio João Havelange para João Saldanha é ótimo. Divulgou o blog do Juca.
Se João Havelange passou a figurar no noticiário internacional como um brasileiro que recebeu propina, na Suíça, homenagens passam a ser extremamente questionáveis.

João Saldanha é inquestionável. E botafoguense, técnico campeão em 1957, dirigente, alvinegro de alma.

Estádio João Saldanha é melhor também do que Engenhão.
Se o Botafogo não quiser comprar a briga, compremos nós. Domingo tem Botafogo x Fluminense, inaugurando o novo nome, no estádio João Saldanha.

Afinal, foi num Botafogo 6 x 2 Fluminense que Saldanha foi campeão carioca em 1957.

O que você acha da ideia ?

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Goiás 2x0 América-MG
21h00 Ipatinga-MG 0x3 Grêmio Barueri

Amsterdã 2012 - De longe, mas de olho em tudo

Depois de zanzar por Munique e Londres, o lobo solitário passou por Paris e veio para Amsterdã a fim de carregar as baterias para a cobertura olímpica que começa daqui a pouquinho.

Estou numa terra que tem rei e rainha, que foi sede da Olimpíada de 1928 (o Brasil não enviou nenhum representante) e onde morreu misteriosamente o genial Chet Baker. Que também me lembra Nelson Rodrigues (dizia que jogador tal tinha saúde de vaca holandesa premiada) e que praticamente tem mais bicicleta do que gente (85% dos maiores de 12 anos andam de magrela).

Antes de ir aos finalmentes, quero mandar um forte abraço de felicitações aos palestrinos, enfim campeões. O mundo do futebol gira mais rápido do que o mundo lá fora. Quem diria que fosse chegar julho e ver Betinho e Luan chamados, com justiça, de heróis. Uma coisa é certa: time do Felipão em Copa do Brasil é fogo na jaca. E a prova está aí mais uma vez.

Queria falar é da dupla Havelange e Ricardo Teixeira. Certa vez, quando fui pela primeira e, acredito, última vez ao Congresso Nacional para participar da famosa CPI da Nike, junto com Tostão, Juca Kfouri e Flávio Prado, quase fui linchado por alguns deputados ao colocar em dúvida a honestidade do presidente de honra da Fifa.
Arquivo Pessoal
José Trajano em Amsterdã

E eu apenas li trechos do sensacional livro “Como eles roubaram o jogo”, do inglês David Yallop. O escritor responsabiliza Havelange por ter transformado o futebol em negócio e descreve, com todas as letras, o envolvimento de Jean Marie com o então ditador Jorge Videla (muito bonzinho, acaba de ser condenado a 50 anos de cadeia, acusado de roubo de bebês de pessoas desaparecidas durante a ditadura na Argentina). Havelange teria recebido terras em solo argentino para levar a Copa aos hermanos.

É bom lembrar também que Havelange deu total apoio à ditadura uruguaia, que sediou a Copa Ouro, o Mundialito de 1980, quando arquitetou um financiamento inédito para a competição, que contou até com grana de Silvio Berlusconi. O belíssimo filme “Mundialito”, do cineasta uruguaio Sebastiã Berdnarik, às vezes exibido no Canal Brasil, conta tudo direitinho, com um depoimento patético e irritante de Havelange, sempre com aquele discurso que “política e futebol não se misturam”.

Vou parar por aqui, o blog está longo demais. Voltarei ao assunto outro dia... Da janela de meu hotel, vejo dezenas de louras, que põem a Sharapova no bolso, ziguezagueando pelos canais. Estou feliz. O resultado da batalha de outro lobo solitário, mais velho, mais combativo, mas um desses caras necessários, Andrew Jennings, deu no que deu. Obrigado, Andrew, você lavou nossa alma.

Quanto ao Ricardo Teixeira... deixa para lá. Não vou chutar cachorro morto. Muito menos os que o bajularam e puxaram seu saco durante anos e anos a fio.

Mudando de pato para ganso... O Ajax lançou a nova camisa, numa espécie de museu por aqui. Que mostra, entre outras coisas, a preparação da equipe desde as categorias de base até o time principal, com direito ao torcedor de mudar num painel as peças. Incrível.

Juvenal assume o risco e diz que não deve vender Lucas para Internazionale

Os jornais italianos seguem informando que a Internazionale pode pagar 25 milhões de euros para levar Lucas para a Itália. Em entrevista à Gazzetta dello Sport de hoje, o presidente Massimo Moratti elogia o atacante são-paulino.

Juvenal Juvêncio ainda descarta vender Lucas pelo valor divulgado na Itália. "Há dois meses, mais ou menos, estive com o diretor esportivo da Inter, Marco Branca. Ele falou sobre o Lucas, não citou números e eu também não quis ouvir", diz Juvenal. "O risco de não vender é inexorável, mas nós vamos assumi-lo", afirmou o presidente, ao ouvir que a Inter poderia também incluir Phillippe Coutinho, além dos 25 milhões de euros.

Juvenal Juvêncio derreteu-se em elogios a Lucas Falou sobre o cidadão, o atleta e o profissional. Também disse que, ano passado, havia propostas melhores para tirar Casemiro do São Paulo, do que Lucas. "Chegamos a receber proposta de 18 milhões de euros da Fiorentina. O mercado falava mais do Casemiro no exterior."

Agora, fala-se em Lucas.
A Inter tem um acordo pré-estabelecido para contratar Paulinho. Pagaria 8,5 milhões de euros ao consórcio formado por BMG, Pão de Açúcar e Corinthians. Mas, se fechar com Paulinho, não poderá contratar outro extra-comunitário. Isso ainda pode atravancar o negócio.

Lucas é mais difícil, mais caro e o São Paulo não pretende negociá-lo

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Campeão, Marcos Assunção elogia Kleber e detona Lincoln: 'Falou muita besteira, tem que calar a boca'

Mesmo sendo um dos mais emocionados na comemoração do título da Copa do Brasil, Marcos Assunção manteve a tranquilidade na hora de dar entrevista, ainda no gramado já cheio de lama do Couto Pereira, e detonou o meia Lincoln, do Coritiba, com quem desentendeu-se durante a partida.

"O Lincoln falou algumas besteiras lá [no campo]... Ele saiu do Palmeiras porque não jogava lá, aí veio para cá e está no banco também. Ele tem é que calar a boca", disparou o volante do Palmeiras, que trocou provocações com o rival coxa-branca várias vezes no jogo.

Logo que entrou em campo, aos 14 minutos da segunda etapa, Lincoln fez ótima jogada individual e foi derrubado por Artur. A infração foi marcada, e antes que Ayrton cobrasse com maestria e anotasse o gol do Coritiba, o meia e Marcos Assunção bateram boca, fazendo o árbitro Sandro Meira Ricci chamá-los em separado para uma advertência verbal.  

Como disse Assunção, Lincoln realmente deixou o Palmeiras porque estava insatisfeito com a reserva - era um dos maioers salários do elenco -, mas primeiro foi para o Avaí antes de desembarcar em Curitiba, o que aconteceu no final da temporada 2011.
Agência Estado
Marcos Assunção comemora assistência no gol do título do Palmeiras nesta quarta-feira
Marcos Assunção comemora assistência no gol do título do Palmeiras nesta quarta-feira
Assunção não quis entrar no detalhe sobre o que o meia rival falou durante a partida. Há também a possibilidade de haver algum problema entre os dois ainda da época em que Lincoln estava no clube paulista.

Elogios a Kleber

Já o atacante Kleber, que trocou o Palmeiras pelo Grêmio em 2011 e foi muito criticado por isso, ganhou elogios do capitão palmeirense. "Eu só posso elogiá-lo, nunca fez corpo mole enquanto esteve no Palmeiras, sempre ajudou", disse Marcos Assunção

Da saída de Kleber à volta ao Couto Pereira, Palmeiras supera turbulências e se fecha por título

João Vitor, com a polícia, após caso de agressão em 2011
João Vitor, com a polícia, após caso de agressão 


Há exatos nove meses, o volante João Vitor se envolvia numa briga com torcedores em frente à loja oficial do Palmeiras. O episódio atrasou a viagem da delegação para o Rio de Janeiro, onde o Palmeiras enfrentaria o Flamengo no dia seguinte. Ali, o técnico Luiz Felipe Scolari se desentendeu com o atacante Kleber, afastou o jogador já do duelo diante dos cariocas (seria negociado na sequência) e viu o time abandonar as chances de buscar uma vaga na Libertadores pelo Campeonato Brasileiro. 

A partir de então, porém, o discurso no Palmeiras mudou. Em campo, o time correu muito no Engenhão e empatou por 1 a 1; depois, uma série de quatro derrotas seguidas e um total de dez jogos sem vitória no campeonato. Mas os atletas passaram a falar de mudança para 2012. De título para a torcida, de volta por cima depois de mais um Brasileiro como mero coadjuvante. Felipão, por sua vez, não deixava de cutucar Kleber indiretamente, ligando a saída do atacante a uma melhora do ambiente alviverde.

O fim do Brasileiro foi bem digno. Na penúltima rodada, vitória sobre o São Paulo por 1 a 0; no fim, apesar do título do Corinthians em pleno dérbi paulista, o Palmeiras criou boas chances e jogou de igual para igual com o melhor time brasileiro do momento.

A temporada 2012 começou bem, logo com uma vitória sobre o Ajax num jogo festivo em janeiro. Depois, o time estabeleu uma sequência de 16 jogos invictos entre Campeonato Paulista e Copa do Brasil, mas a derrota para o Corinthians na 14ª rodada abalou o time, que de favorito acabou eliminado nas quartas de final do Estadual.
Agência Estado
Torcedor do Palmeiras exibe camisa Judas, em referência a Kleber, do Grêmio
Torcedor do Palmeiras exibe camisa 'Judas', em referência a Kleber

Nos bastidores, declarações polêmicas de Felipão para a diretoria. E dos cartolas para o treinador. César Sampaio foi contratado para tomar conta desse clima tenso, tendo que administrar as trocas de farpas entre um treinador que cobrava e ironizava a falta de reforços e uma diretoria que em nenhum momento garantiu nem a permanência do próprio técnico. Marcos, aposentado, virou embaixador do clube, acompanhando a delegação em viagens e chamando - e desviando - atenção da mídia e dos torcedores.

Além disso, depois de grande novela e dificuldade para a contratação de Wesley - até uma vaquinha para torcedores foi promovida pela diretoria, o jogador se machucou no começo de abril e teve de passar por cirurgia no joelho. Volta só em 2013.

A equipe seguiu firme na disputa do mata-mata, apesar dos resultados ruins no Campeonato Brasileiro - prestes a jogar a nona rodada, está na zona de rebaixamento do nacional. Mas, em junho, as turbulências voltaram para o lado do Palestra Itália.
Gazeta Press
Wesley, do Palmeiras, machuca o joelho contra o Guarani
Wesley, do Palmeiras, machuca o joelho contra o Guarani

Primeiro, no início do mês, Valdivia foi sequestrado em São Paulo e por pouco não deixou o clube. O jogador chegou a voltar para o Chile, concedeu uma entrevista coletiva bastante emocionada, mas, depois de conversar com a diretoria, ficou. E o Palmeiras, sem o camisa 10, suspenso, venceu o Grêmio no estádio Olímpico por 2 a 0, num jogo em que Felipão inovou com Henrique de volante e conquistou o resultado mais expressivo desde a volta ao comando do time paulista.

Antes do jogo de volta, mais uma da epopeia palmeirense: Daniel Carvalho teve um relógio no valor de R$ 16 mil furtado. No jogo do Brasileiro, Luan e Marcos Assunção saíram machucados. Ainda assim, o time empatou com o Grêmio para ir à final - Henrique, expulso após ser agredido, virava desfalque para a decisão.
Gazeta Press
Valdivia, durante coletiva no Palmeiras após sequestro
Valdivia, durante coletiva no Palmeiras após sequestro

Para o primeiro jogo, quando tudo parecia sob controle, o conselheiro Gilto Avalone, da oposição, acusou o presidente do clube, Arnaldo Tirone, de tê-lo agredido na noite anterior da final. Depois, foi a vez de Barcos virar ausência de última hora: o jogador sofreu com uma apendicite já no dia da final contra o Coritiba. Felipão escalou Betinho, e o Palmeiras fez 2 a 0 para viajar com mais tranquilidade para o Paraná.

Antes do segundo jogo, deu tempo de Maikon Leite sofrer uma pancada no tornozelo contra a Ponte Preta, pelo Brasileiro, e ser relacionado apenas às pressas. No voo para Curitiba, a turbulência na aeronave fez com que o elenco nem tivesse acesso à refeição no avião; e já na tarde do jogo decisivo, Henrique ainda sofreu com febre de 39 graus. 

Mas, depois de todo o caminho de pedras e problemas percorridos pelo Palmeiras, o time conseguiu, enfim, no mesmo Couto Pereira do maior vexame da temporada passada, apagar os 6 a 0 e gritar "é, campeão" na casa do Coritiba. Para, finalmente, sanar o principal problema colocado em nove das dez entrevistas dos atletas palmeirenses: a carência de títulos da torcida. Pelo menos por enquanto, aliviada.

"Cada um se superou, deu a sua força. É o título da 'Família Scolari' em geral. Do torcedor até o funcionario do clube", desabafou Henrique. "Tudo o que passamos desde que cheguei foi turbulento. Não tínhamos o que fazer a não ser proteger um ao outro. A torcida nos incentivou, confiou na gente. Todo mundo é igual e tem a porcentagem igual", continuou.

"A equipe é isso ai. Todo mundo era desacreditado, o grupo se fechou e se uniu. Tiramos força do grupo, desde o funcionário que corta grama, que limpa o vestiário", completou Luan.

"É isso que eu dizia sempre, desde 2010, quando eu cheguei. Eu gostaria de ser campeão aqui. Depois de dois anos sofrendo, muitas vezes passando humilhação de vocês próprios da imprensa. Muitos diziam que a gente viria aqui e o 'fantasma' dos 6 a 0 do ano passado ia voltar", encerrou Marcos Assunção

Bruno tenta entregar prêmio a Marcos e brinca: 'Eu te amo'

O palmeirense Bruno teve um motivo a mais para comemorar o título da Copa do Brasil. Apesar de ainda não ser unanimidade entre os torcedores, o jogador deixou o gramado do estádio Couto Pereira com a taça de melhor goleiro da competição. Nos vestiários, depois do empate por 1 a 1 com o Coritiba, o atleta tentou entregar o prêmio ao ex-jogador Marcos, que recusou.

Divulgação
Em sua página no Facebook, Marcos postou foto com Bruno e o prêmio de melhor goleiro
Marcos postou foto com Bruno e o prêmio de melhor goleiro
“Toma, é seu também”, ofereceu Bruno, tentando colocar nas mãos do ídolo palmeirense. Quando Marcos recusou, o novo titular palmeirense deu um abraço e brincou: “Eu te amo”.

A declaração diante das câmeras surpreendeu o ex-camisa 12, que só teve tempo de repetir, sorrindo: “Ama sim...”. Marcos ainda afirmou que seu substituto está preparado para seguir na meta alviverde e não se lamentou por ter se aposentado justamente no início do ano em que o Palmeiras voltou a ser campeão.

“Se eu segurasse mais um pouquinho a carreira, o Palmeiras não teria passado nem das quartas de final da Copa do Brasil (risos). O Bruno e o Deola subiram do júnior e trabalharam com a gente, acho que isso ajudou. Este título dá uma tranquilidade para seguirem”, completou.

Marcos acompanhou a delegação palmeirense a Curitiba porque participa de ações de marketing promovidas pela diretoria do clube.

Que pena que o nosso país não dá o devido valor aos demais esportes

O título é forte? Pode até ser. Mas seja sincero e me responda uma coisa. Você não acha que aqui se dá muito valor a coisas sem valor ou acontecimentos que não tem tanta relevância e muitas vezes deixam as coisas importantes de fora?

Outra coisa impressionante no nosso país e desta vez tem a ver com o esporte é o espaço que o futebol tem e as coisas importantes das outras modalidades não. Fico altamente decepcionado com isso.

Falando nessa discrepância e pouca repercussão das coisas conto a vocês que o nosso querido Gustavo Kuerten esta semana será homenageado no Hall da fama. Só isso. Você sabia?

Engraçado que além de não ter escutado, lido quase nada ou nada tem gente que ainda dá os ombros para a informação como se isso fosse normal ou sem tanta importância. Fico imaginando. O que é importante? A última transação de um certo jogador de futebol que saiu pela enésima vez de um clube e foi para outro porque queria ganhar mais ou porque brigou com o técnico? Ou a má fase de outro que jogava melhor em um clube que joga agora?

Não quero aqui comparar forças, mas me perdoem. O cara será imortalizado no Hall of Fame em Newport. Uma coisa que até alguns anos atrás era impossível para um tenista brasileiro. O cara ganhou 3 Roland Garros 1 Master e foi número 1 do mundo. Só isso. E pouco ou quase nada se fala. Imaginem os outros esportes, outros atletas, outros eventos esportivos. É justo?

Crítica? Revolta? Cuidando do meu esporte? Viajando? Delirando? Não me importa como vão encarar este post. O que me importa é que as pessoas, imprensa, amigos, inimigos e quem mais entre neste pacote entendam o importante que é este momento e o quanto nosso esporte e todos os outros merecem mais espaço.

Não se esqueçam que estamos a menos de um mês de uma Olimpíada e a 4 anos dos jogos aqui no Brasil. Vamos apenas falar de futebol? Vende? Eu sei que vende. Mas então baixem uma lei no país que só se ajuda o futebol e só se fala dele. Assim seria mais justo. Já saberíamos que no nosso país só se respira e se respeita um esporte. Só faltava isso.

Ah, aproveitando. Já que quase ninguém fala e pouco se ajuda. Nem pensem em criticar ou falar mal dos atletas DOS OUTROS ESPORTES que não tragam medalhas ou bons resultados em Londres. Beleza?

Viva o esporte mambembe do nosso país e a falsa informação que os atletas estão sendo muito bem preparados para as competições mais importantes de suas vidas

Cruzeiro investiga agente falso de Riquelme, Palmeiras veta e craque pode parar

Assista aos comentários de Paulo Vinícius Coelho

Riquelme já foi oferecido ao Palmeiras, Flamengo e Cruzeiro, desde o anúncio de que deixaria o Boca Juniors, minutos depois da derrota na final da Libertadores contra o Corinthians -- a torcida pede sua permanência na Argentina. Quem oferece seu serviço é o agente Paulo Ricard.

No Brasil, um dos clubes já dz NÃO taxativamente à ideia de contratar Juan Román Riquelme: o Palmeiras. O presidente Arnaldo Tirone diz que não há chance, pelo custo, e porque Felipão pondera se na idade atual Riquelme valeria a pena. "O Felipão não quer", diz Tirone.
Reuters
boca_riquelme_comemora_reuters_18042012
Riquelme anunciou a saída do Boca após o vice da Libertadores

De fato, se Riquelme anunciou sua desistência de jogar pelo Boca, afirmando não poder continuar no clube que ama sem oferecer o máximo, por que jogaria no Brasil sem poder atuar no ápice de sua condição física? Felipão tem razão.

O Flamengo pensa em Riquelme e o Cruzeiro julga quase impossível sua contratação. Mas tomou uma providência. O clube investigou se Paulo Ricard é mesmo procurador de Riquelme, autorizado para trabalhar no Brasil. O resulatdo da investigação é que NÃO. Paulo Ricard não tem essa autonomia. O agente Daniel Bolotnikov é o único autorizado a trabalhar em nome de Riquelme.

Na Argentina, o jogador não sabe o que fará. Nos próximos dias, pode até mesmo anunciar o encerramento de sua carreira

Com direito a limousine rosa na chegada a Londres, ginastas brasileiras admitem que Jade fará falta

Sem Jade Barbosa, a seleção brasileira feminina de ginástica artística desembarcou nesta quarta-feira à tarde em Londres, para a disputa da Olimpíada-2012. A equipe de sete ginastas evitou qualquer tipo de polêmica, mas as duas atletas mais experientes, Daniele Hypolito e Daiane dos Santos, admitiram que Jade fará falta durante a competição. Na recepção na capital britânica, elas tiveram direito até a uma limousine rosa na chegada ao aeroporto de Heathrow.

"É uma pergunta que todo mundo tem feito (sobre a Jade). O que pedimos que entendam é que não é culpa nossa. Não decidimos a equipe. Infelizmente. É uma pessoa que vai fazer muita falta. As pessoas têm que saber que vamos sentir a falta dela, sim. É uma grande atleta, com muito potencial, mas não somos nós, atletas, que decidimos", afirmou Daniele, que já participou dos jogos de Sidney-2000, Atenas-2004 e Pequim-2008.

"Não tive a oportunidade de conversar com ela para saber realmente o que aconteceu. Venho de muitas competições seguidas. Não julgo ninguém porque não gosto de ser julgada, mas ela vai fazer muita falta", completou Daniele.

Jade Barbosa acabou ficando de fora da seleção oliímpica este ano por não ter concordado com um contrato exigido pela Confederação Brasileira de Ginástica. Depois de não ter sido convocada, a ginasta de 21 anos fez um apelo, chorou durante entrevista coletiva e disse que voltou atrás e assinou o documento. Nenhuma das partes falou abertamente sobre a divergência, mas Jade teria que usar durante a Olimpíada o uniforme da seleção com a marca de um banco, concorrente do patrocinador pessoal dela.
Tiago Leme/ESPN
Ginastas brasileiras desembarcaram nesta quarta-feira em Londres
Ginastas brasileiras desembarcaram nesta quarta-feira em Londres
Daiane dos Santos seguiu o mesmo discurso de Daniele Hypolito. A gaúcha de 29 anos, que já disputou duas Olimpíadas, também demonstrou o seu apoio a Jade, mas garantiu que o problema entre a companheira e a CBG não vai atrapalhar o desempenho do Brasil em Londres

"O clima está normal, estamos bem. A Jade é uma menina que faz falta, tanto pela nota quanto pela pessoa que é, mas infelizmente isso aconteceu. Ninguém conversou sobre o tema com a equipe. Não dá para ficar pensando nisso agora, temos uma Olimpíada pela frente. Tentamos falar com ela e não conseguimos. É um momento difícil. Deixamos recados no Facebook e ela é forte, vai suportar bem", disse Daiane, lembrando que Jade ainda é nova e terá a oportunidade de disputar os Jogos daqui a quatro anos no Rio de Janeiro.

"Ela sabe do nosso apoio, que gostamos muito dela e gostaríamos que estivesse aqui. Em 2016 ela vai estar com a equipe. Eu não vou estar mais, mas ela sim (risos)".

Reprodução
Limousine cor de rosa estava esperando pelas brasileiras no aeroporto de Heathrow
Limousine rosa estava esperando pelas brasileiras no aeroporto
Além de Daniele Hypolito e Daiane dos Santos, também chegaram a Londres nesta quarta Laís Souza, Adrian Gomes, Bruna Leal, Ethiene Franco e Harumy de Freitas. A equipe brasileira ficará na cidade de Ipswich, no Leste da Inglaterra, em um período de treinamentos até o dia 21 de julho, quando volta a Londres e entra na Vila Olímpica.

E o proprietário do centro de treinamentos de Ipswich ainda preparou uma supresa para as brasileiras. Elas foram recepcionadas com uma limousine cor de rosa para fazer o transporte a partir de Londres, com direito até a garrafas de champanhe.

"Estou me sentido em uma novela", brincou Daiane, que tirou várias fotos do carro junto com as outras atletas.

Daniele, Adrian e Bruna já têm presenças garantidas na Olimpíada, enquanto as outras quatro brigam pelas duas vagas restantes

terça-feira, 10 de julho de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Atlético-PR 1x0 Ipatinga-MG
21h00 Vitória 4x3 Paraná Clube
21h00 Criciúma 4x3 Boa
21h00 Guaratinguetá 2x1 ASA

Brasilerão Série D

20h30 Náutico-RR 1x2 Remo
20h30 Santos AP   1x3 Sampaio Corrêia

Fla de Joel, Grêmio de Luxa, Flu de Abel, Galo de Cuca, Palmeiras de Felipão e São Paulo de Ney

O Fluminense de Abel Braga venceu o Fla-Flu. De positivo mostrou maior solidez defensiva, embora tenha recuado além do necessário, permitindo ao adversário criar chances e por pouco não empatar. O Flamengo de Joel Santana perdeu o clássico. Em relação a jogos anteriores foi mais organizado com a posse de bola pela presença de um armador, Bottinelli, que dita o ritmo do meio-campo. E agressivo com as entradas dos garotos Adryan e Matheus. Mas a falha defensiva no gol de Fred foi infantil. É estranho, mas mesmo derrotado o domingo não foi desastroso para Joel.

O Grêmio de Vanderlei Luxemburgo estava sendo goleado pelo Santos, que não vencia há oito partidas. Depois de abrir 4 a 0, o time de Neymar sofreu dois gols, o que diminuiu o tamanho do desastre tricolor na Vila Belmiro. Sem o título gaúcho, eliminado da Copa do Brasil e com duas derrotas seguidas, pois perdera em casa para o Atlético Mineiro na rodada anterior, os gremistas decepcionam. Os investimentos não foram pequenos e os resultados até aqui preocupam. Técnico e time precisam reagir imediatamente, pois a pressão só vai crescer e crescer daqui para a frente.

Falando no Galo, ganhar confiança é fundamental para os atleticanos nesse reencontro com as posições nobres da tabela três anos depois. Isso somado à volta para casa, com jogos em Belo Horizonte. Mas pés no chão não fazem mal a ninguém. Na vitória sobre a Portuguesa por 2 a 0, Dida falhou em ambos os gols  e o segundo foi em impedimento. A Lusa teve mais posse de bola (55%), finalizou mais e sofreu mais faltas. Ao elogiar o goleiro estreante Victor e a atuação do adversário, Cuca deixou claro que a vitória trouxe alívio e alguma preocupação para o técnico do Atlético.

O São Paulo passa a ter o comando de Ney Franco, que acompanhou os 3 a 1 sobre os reservas do Coritiba no Morumbi. O novo treinador elogiou o que viu, é claro, mas deve ter notado que terá trabalho. Longe de estar pronto, o time quase complicou as coisas diante de um adversário desfigurado e preocupado com a decisão da Copa do Brasil. No segundo tempo o Coxa flertou com o empate, mas tomou o gol definitivo. Ney deve ter gostado da reunião dos velozes Osvaldo e Lucas, mas este se afasta para servir a seleção da CBF, onde o técnico não trabalha mais.

Quem também pensa na decisão de quarta-feira é Luiz Felipe Scolari, cujo time voltou a perder, desta vez para a Ponte Preta. Também poupando seus titulares e sem Valdívia, suspenso da final mas pela enésima vez lesionado, o Palmeiras segue jogando suas fichas na Copa do Brasil, bem encaminhada pelos 2 a 0 alcançados em Barueri, mas não tão segura assim, justamente pelo futebol apresentado na quinta-feira passada. O Palmeiras simplesmente não pode perder esse título. As consequências seriam inimagináveis. O futebol da equipe é pobre, seja com titulares ou reservas.


Agência Estado
Dida falha em dois gols do Atlético-MG e Portuguesa acumula mais uma derrota
Marcos Rocha comemora o primeiro gol do Atlético, Dida falhou e reclamou depois

A política por trás da linha do gol

A decisão da International Board de aprovar o auxílio tecnológico para determinar se uma bola cruzou ou não a linha do gol não é apenas algo que revoluciona o futebol. Também é mais um capítulo na curiosa relação entre os presidentes da Fifa, Joseph Blatter, e da Uefa, Michel Platini.

A ascensão de Platini no futebol é diretamente ligada ao apoio de Blatter, que ficou feliz em tirar do comando do futebol europeu o desafeto Lennart Johansson. No ano passado, quando casos de corrupção dentro da Fifa causaram sério dano à imagem da entidade, o francês conseguiu mobilizar o comitê executivo da Uefa em apoio à reeleição do suíço.

Um cartola depende do outro, e Platini é visto como o favorito do próprio Blatter para substitui-lo no final de seu mandato, em 2015. Isso não significa, porém, que eles deixem de se posicionar de forma antagônica em alguns casos. A tecnologia na linha do gol é um destes cenários.

Apesar de casos controversos marcarem o futebol há décadas, como o "gol fantasma" de Geoff Hurst na final da Copa do Mundo de 1966, foi somente após o lance de Frank Lampard no Mundial de 2010, quando a bola ultrapassou com folga a linha e o gol não foi validado, que Blatter passou a advogar a favor da tecnologia.

Em 2012 houve dois casos de repercussão internacional: o gol não assinalado para Muntari em um jogo crucial do Campeonato Italiano entre Milan e Juventus, e outro da Ucrânia contra os ingleses na Eurocopa, quando John Terry tirou a bola já depois da linha. Não foi o suficiente para convencer Platini, que segue avesso a qualquer apoio além do olho humano.

O argumento do francês é de que a linha do gol é apenas o começo, e que seria o início de um processo que levaria a tecnologia a outros momentos do jogo e quebraria sua dinâmica.

Platini é defensor dos dois árbitros adicionais, uma experiência que ele implantou nas competições da Uefa e passará a fazer parte da regra do jogo. Não por acaso, a reunião da International Board na última semana foi destaque no site do órgão europeu por causa da aprovação dos quintetos de arbitragem, deixando o uso da tecnologia como uma nota de rodapé.

Sendo a instalação dos equipamentos algo facultativo, é improvável que os torneios da Uefa, como Champions League e Eurocopa, contem com o auxílio. Podemos chegar a situações em que alguns times terão a tecnologia no campeonato nacional e não no torneio continental. A Bundesliga, por exemplo, tem planos de implantar o sistema a partir da temporada 2013/14.

O Mundial de Clubes, no fim deste ano, será a primeira competição da Fifa a contar com os dois dispositivos aprovados - um deles usa câmeras, outro um campo magnético. Nenhum deles exige paralisação do jogo e dá rapidamente a resposta ao árbitro, que continua sendo a autoridade definitiva para assinalar ou não o gol.

A implantação mais ampla esbarra, por enquanto, nos custos elevados dos equipamentos. A princípio, somente as ligas mais endinheiradas serão capazes de adotar o sistema - o que pode ser um argumento a mais para os opositores.

No entanto, se é possível evitar os erros em alguma escala, por quê não? Nem todos os torneios de tênis contam com a tecnologia, mas os mais importantes sim. Melhor ajudar o árbitro a acertar "artificialmente" do que lamentar todo o período de trabalho jogado fora por um erro humano.

O segundo capítulo da Guerra do Nariz. Quem mente, quem fala a verdade?

Há um ano e três meses, em 17 de abril, na estreia deste colunista no Estadão, uma coluna com o título A GUERRA DO NARIZ tratava da situação de Paulo Henrique Ganso. O nariz era referência a Pinóquio e, recuperando o texto, você perceberá que nada do que o Grupo Sonda dizia poder acontecer aconteceu de verdade. Nem a Internazionale fez proposta por Paulo Henrique Ganso, nem por Danilo, negociado com o Porto. Nem o Corinthians tinha interesse, nem o fundo de investimento Dis, do grupo Sonda, fez o investimento que muita gente acreditou que faria, para colocar Ganso no Parque São Jorge.

Há uma única diferença entre aquele momento e este: o Santos encheu o saco!
Há também a multa que diminui ano a ano, mas, ainda assim, o investimento necessário ao grupo Sonda para tirar Ganso do Santos e colocá-lo no Internacional é alto demais, em comapração com a quantidade de propostas concretas pelo meia: nenhuma!

Faça as contas.
A multa de Ganso para o mercado internacional é de 50 milhões de euros, embora esse valor possa ser atualizado e diminuído em parte porque do ano passado para cá passou-se um ano.
A multa para o mercado brasileiro é de 24 milhões de euros. O Sonda tem 55%, o Santos 45%. O Santos sempre disse que para tirar um de seus jogadores do clube será necessário pagar os 100% do valor da multa, como manda a lei -- o clube é quem divide com os proprietários dos direitos econômicos.

Imagine que o Santos, de paciência esgotada, abra mão dos 100% e aceite apenas os 45% que lhe cabem. Ainda assim, o Sonda teria de pagar 10,8 milhões de euros. Que o Santos diminua o valor, que o Sonda pague 8 milhões de euros.
Esse investimento só faz sentido se o grupo tiver segurança de que venderá Paulo Henrique Ganso no próximo ano por, no mínimo, 10 milhões de euros. Que tenha 20% de lucro.

Caso contrário, é rasgar dinheiro.
De um ano para cá, falou-se em Internazionale, Paris Saint-Germain, Milan, Porto, agora se fala sobre a Rússia e ninguém, nunca, em nenhum momento, chegou com documento formal para tirar Ganso do Santos. Daí a frase mais sóbria do caso, até agora, caber ao diretor executivo do grupo Sonda, Roberto Moreno. Foi publicada na Folha de S. Paulo desta segunda-feira: "Não existe proposta pelo Ganso. Acho difícil ele ir para o Inter. Vejo dois problemas para o negócio: remuneração mensal e custo para tirá-lo do Santos."

Como no ano passado, a chance de tudo o que se fala sobre transferência de Paulo Henrique Ganso ser blefe é imensa.

Depois de 40 dias, atacante Jóbson deixa o Grêmio Barueri

O atacante Jóbson não é mais jogador do Grêmio Barueri. Nesta segunda-feira, o clube e o jogador entraram em acordo e decidiram rescindir o contrato do atacante, que ia até o final da Série B do Campeonato Brasileiro deste ano. Ele, assim, volta mais uma vez para General Severiano.
Divulgação
Jóbson não é mais jogador do Grêmio Barueri
Jóbson não é mais jogador do Grêmio Barueri

Jóbson pediu para deixar o Barueri, pois alegou não estar adaptado ao clube. Além disso, ele apresentou propostas de outros três times, que não foram identificados. A diretoria do time da Grande São Paulo preferiu entrar em acordo e aceitar a rescisão do atacante.

Por outro lado, o Barueri não gostou do seu comportamento no último jogo, na goleada sofrida diante do Joinville, por 4 a 0, quando ele saiu xingando o técnico Estevam Soares ao ser substituído.

Com status de grande jogador e debaixo de muita desconfiança pelos problemas extra-campo, o atacante foi apresentado no dia 28 de maio e esteve em campo apenas três vezes, sem conseguir atuar por 90 minutos. Só acumulou derrotas.

Fez a estreia contra o Atlético-PR, na quarta rodada, como titular e voltou a campo três rodadas depois contra o Boa, desta vez como reserva, entrando no decorrer da partida. Jóbson vestiu a camisa do Barueri pela última vez contra o Joinville, pela oitava rodada, quando voltou a começar como titular.

Musa da seleção norte-americana de futebol é pega no antidoping, mas jogará em Londres

Goleira titular da seleção dos Estados Unidos de futebol, Hope Solo recebeu nesta segunda-feira uma advertência da agência antidoping dos Estados Unidos depois de ter testado positivo para a substância Canrenona em um teste de urina.

Reuters
Goleira dos EUA, Hope Solo foi pega no antidoping
Goleira dos EUA, Hope Solo foi pega no antidoping
Apesar de ter sido pega por uso de uma substância ilegal, Hope Solo ainda irá jogar as Olimpíadas de Londres, que começam daqui a 18 dias. “Eu tomei um remédio recomendado pelo meu médico pessoal para propósitos pré-menstruais e não sabia que continha um diurético”, declarou a goleira.

Como ela é classificada como uma ‘substância especificada’ no regulamento da Usada, um exame que alegue a presença de Canrenone pode resultar somente em uma pena reduzida. 

Muitos dos compostos que constam nesta categoria são suscetíveis a regra de violação da política antidoping de forma não intencional, já que muitas estão presentes em medicamentos comuns e são menos propensas para serem utilizadas como agentes dopantes.

"Assim que fui informada, cooperei com a USADA e dividi com eles todo o necessário para a conclusão que eu fiz um erro honesto e que a medicação não melhorou o meu desempenho de forma alguma”, ressaltou Hope Solo, de 30 anos de idade.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Brasilerão Série D

20h30 Comercial-PI 0x2 Mixto

MUSA DO ESPORTE

Olimpíada, Corinthians e Ricardo Gomes: as capas da ESPN de julho Assine

Opa. Vim justificar meu sumiço por aqui nesta semana, apesar das decisões de Euro, Libertadores e Copa do Brasil. A causa está abaixo: fechamos na madrugada de quarta para quinta a revista ESPN de julho, que traz três capas nesta edição.

A primeira, olímpica,  destaca um trabalho criterioso de Dado Abreu, Rodrigo Borges e Luís Augusto Símon. Entre atletas, técnicos e jornalistas, eles consultaram mais de 30 especialistas para concluir quais medalhas o Brasil vai conquistas em Londres. A resposta, com a lista das medalhas de ouro, prata e bronze (não ficamos no muro!), além de um guia para acompanhar os favoritos, está na edição.

Outra capa, como não podia deixar de ser, é dedicada ao campeão da América. As fotos de Daniel Kfouri, a avaliação de todos os heróis por Ubiratan Leal, um texto em primeira pessoa do jornalista e corintiano Celso Unzelte e uma história diferente de Romarinho descoberta por Alessandro da Mata estão no especial sobre o tão sonhado título do Corinthians.

Por fim, a terceira capa, que vai circular em bancas do Rio de Janeiro, traz como destaque a matéria de Paulo Vinicíus Coelho com o técnico Ricardo Gomes. Em seu texto, PVC, que falou não apenas com o treinador mas também com seus familiares, conta detalhes e sentimentos do processo de recuperação de Ricardo, que reafirmou: "Eu vou voltar!".

Veja as capas:
capaBrasilJulho

CAPASP

CopaRioJulho

AS REVISTAS CHEGAM ÀS BANCAS DE TODO O BRASIL NO COMEÇO DA PRÓXIMA SEMANA.
QUEM QUISER PODE ASSINAR A REVISTA ESPN NO SITE http://www.assinerevistaespn.com.br/ (excepcionalmente, é possível ler no site a íntegra a edição de junho, com Ronaldinho na capa.)

Mesmo com derrota, Joel destaca comportamento do Fla e elogia Abel Braga: 'É um gentleman'

Derrotado por 1 a 0 no clássico centenário entre Flamengo e Fluminense, o técnico Joel Santana evitou criticar o time por conta do resultado adverso. Apesar de insatisfeito com o placar, o treinador rubro-negro destacou o comportamento da equipe durante a partida contra o rival. 

“Foi o comportamento de uma equipe com a identidade do Flamengo, do que representamos. Às vezes você vence e pensa: ‘Opa, algo não está legal’. Mas você sente que a equipe teve personalidade diante de uma festa como essa, da chuva e contra um adversário como Flu, favorito que é pelo momento pelos jogadores”, disse. 

Com o resultado, o Flamengo caiu para a nona colocação do Campeonato Brasileiro, com 12 pontos, e se distanciou dos líderes da competição. Mesmo assim, Joel Santana se disse esperançoso com o futuro do elenco flamenguista. 

“Temos grandes virtudes para melhorar. Estamos ainda com a semente que está sendo plantada na Gávea. Você coloca os jogadores, eles correspondem e é uma vitória muito grande. Você encara uma equipe como o Flu, com time completo, coloca os garotos e não sabem como eles vão corresponder. Mas eles marcam, vibram, tanto que se cumprimentaram no fim do jogo pela partida que fizeram. O resultado chateia, mas temos um futuro brilhante, não tenho dúvidas”, comentou. 

Joel também respondeu aos elogios feitos por Abel Braga após a partida, que afirmou superioridade do time rubro-negro em diversos momentos.

“O Abel é um gentleman, consagrado. Acima de tudo companheiro de trabalho que tem uma personalidade muito grande. Nos conhecemos há tempos e tivemos combates e viu o que nos vimos no jogo. O Fla teve a supremacia do jogo, é por isso que ele é o Abel. Parabenizo ele pelo resultado e estou satisfeito com que o Fla fez hoje”, concluiu. 

Joel e o Flamengo buscam a recuperação no Campeonato Brasileiro no próximo domingo, contra o Bahia, no estádio de Pituaçu.

Federer novamente 1 do mundo. Campeão de Wimbledon e unas cositas mas...

Que grande final de tênis o Federer e o Murray proporcionaram para todos nós hoje. Uma final digna da importância que ela tinha. Estavam frente a frente dois jogadores tentando fazer história.

De um lado o britânico Murray tentando acabar com um jejum de muito tempo sem títulos de um jogador da casa e tentando acabar com esse estigma de não conseguir ganhar um GS ou fazer boas finais. Do outro um jogador querendo o recorde de semanas como 1 do mundo. Voltar a ser o melhor jogador do planeta e algunas cositas mas.

O jogo foi de pura adrenalina. Foi uma aula de tênis do suíço com um Murray jogando demais e diferente do que normalmente ele é. Jogou agressivos os pontos importantes e buscou a vitória o tempo todo. Ele poderia ter vencido? Sim...

Depois de salvar vários momentos duros no primeiro set ele ganhou com muita personalidade por 6/4. É bem verdade que no começo do segundo o suíço começou a jogar melhor que ele e merecia, mas ele vai sonhar com o erro não forçado no 4/4 30/40 que ele tentou um winner na paralela e deveria ter jogado mais uma lá. Mas ele tentou. Depois disso o suíço cresceu muito. Ganhou o segundo e pararam por chuva.
Reuters
Federer sorri com sua sétima taça de Wimbledon
Federer sorri com sua sétima taça de Wimbledon
Quando voltaram vimos um Federer mais agressivo e aguentando mais as trocas de bolas. Ele mereceu.
No final um 4/6 7/5 6/3 6/4 de um grande jogo de tênis. Vimos longas trocas de bolas e dois jogadores lutando muito.

Com a vitória o Federer voltou a venceu um Slam, ganhou o posto de 1 do mundo e calou a boca de muita gente que achava ele morto.

Gostei demais da atitude do Murray. Que jogador, que cara diferenciado. Ele merece em um futuro próximo venceu um slam. Quem sabe não vem no US Open com a transmissão da ESPN e meus comentários...

Já faço o convite. Se liguem que vamos fazer um US Open muito legal. Vamos detonar.

Hunter-Reay vence terceira prova seguida e assume a liderança

O norte-americano Ryan Hunter-Reay chegou neste domingo à sua terceira vitória seguida na temporada 2012 da Fórmula Indy ao ser o primeiro a receber a bandeira quadriculada na etapa de Toronto, no Canadá. Com o triunfo na prova de rua, o piloto da Andretti assumiu a liderança da Indy, deixando para trás o australiano Will Power, o atual campeão.

Hunter-Reay já havia vencido também nos ovais de Milwaukee e Iowa, nas duas últimas etapas da Indy. Em grande fase, ele assumiu a liderança em Toronto após a segunda rodada de paradas para reabastecimento e depois aproveitou para abrir folga na ponta.

Uma relargada a três voltas para o fim deixou os rivais se aproximarem do líder, mas uma nova bandeira amarela, de um acidente envolvendo Dario Franchitti e Ryan Briscoe, tranquilizou as coisas para Hunter-Reay, que venceu sob bandeira amarela.

Entre os brasileiros, o melhor foi Tony Kanaan, que largou em 17.º e teve uma corrida de recuperação, chegando em quarto. Rubens Barrichello também foi bem. Ele estava em quinto até as últimas voltas, mas precisou fazer um reabastecimento para conseguir completar a prova e acabou em 11.º. Hélio Castroneves foi o sexto.

Então líder do campeonato, Will Power chegou a bater no muro, ficar com o pneu furado, mas mesmo assim conseguiu completar a prova em Toronto, com o 15.º lugar. Agora ele está 34 pontos atrás do líder Hunter-Reay. Havia seis anos que um norte-americano não liderava a Indy em pontos.
EFE
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O norte-americano Ryan Hunter-Reay chegou à sua terceira vitória seguida na temporada 2012 da Fórmula Indy

Confira a classificação final da etapa de Toronto da Indy:

1º. - Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti), 85 voltas;
2º. - Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi), a 0s0757;
3º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt), a 0s2848;
4º. - Tony Kanaan (BRA/KV), a 1s6672;
5º. - Oriol Servià (ESP/DRR Panther), a 1s9128;
6º. - Hélio Castroneves (BRA/Penske), a 2s4795;
7º. - J. R. Hildebrand (EUA/Panther), a 2s6233;
8º. - James Jakes (ING/Dale Coyne), a 3s7294;
9º. - Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman), a 6s5633;
10º. - Alex Tagliani (CAN/BHA), a 9s9764;
11º. - Rubens Barrichello (BRA/KV), a 11s4636;
12º. - Simon Pagenaud (FRA/Schmidt Hamilton), a 43s8734;
13º. - Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman), a 1 volta;
14º. - Sébastien Bourdais (FRA/Dragon), a 1 volta;
15º. - Will Power (AUS/Penske), a 1 volta;
16º. - Marco Andretti (EUA/Andretti), a 1 volta;
17º. - Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi), a 1 volta;
18º. - Ed Carpenter (EUA/Carpenter), a 1 volta;
19º. - Ryan Briscoe (AUS/Penske), a 2 voltas;
20º. - Ernesto Viso (VEN/KV), a 4 voltas.

Arrasadora, Polônia vence campeões olímpicos Estados Unidos e fatura título inédito da Liga Mundial

Polônia comemora título inédito da Liga Mundial
Polônia comemora título inédito da Liga Mundial conquistado em Sofia, na Bulgária

Uma final e um título: na primeira vez que a Polônia disputou a decisão da Liga Mundial de vôlei, a seleção do país fez história na competição. Enfrentando os atuais campeões olímpicos Estados Unidos, o time polonês sequer tomou conhecimento da tradição que estava do outro lado da quadra e, arrasador, encerrou o jogo fazendo 3 sets a 0 - parciais de 25-17, 26-24 e 25-20.

Se os Estados Unidos começaram a partida como favoritos por serem os atuais campeões olímpicos, a energia dos jogadores poloneses dentro de quadra mostrava desde o início que a Polônia não facilitaria a tarefa do rival. Dessa forma, forçando bastante o saque desde o começo e fechando muito bem o bloqueio sobre o ataque adversário, a seleção polonesa surpreendeu logo no primeiro set, fazendo 25 a 17.

Na segunda parcial, os Estados Unidos voltaram mais concentrados e dispostos a empatar a partida. Contando com a experiência do capitão Stanley, o time americano conseguiu acertar melhor o saque, quebrando a recepção do adversário e dificultando mais a vida dos poloneses. Ainda assim, mesmo com a reta final do set mais emocionante, deu Polônia: 26 a 24.
Divulgação
Polônia arma bloqueio contra os EUA na final da Liga Mundial
Polônia massacra EUA na final e leva primeiro título da Liga


Depois de vencer o segundo set, ficou claro que os poloneses não abririam mão do título inédito da Liga Mundial. Voltando ainda com mais vontade para a terceira parcial, a Polônia não deu chances aos Estados Unidos e logo abriu boa vantagem no placar, ficando cinco pontos à frente dos rivais. Assim, restou à Polônia administrar o marcador para fechar a partida em 3 sets a 0, sem grandes dificuldades. Na decisão, mais uma vez brilhou o forte bloqueio polonês, com 11 pontos. No ataque, destaque para Bartman Zbigniew, autor de 16 pontos, e Kurek Bartosz, de outros 15, sendo três de saque. 

O bronze da Liga Mundial ficou com Cuba, que fez um jogo equilibrado contra os búlgaros, donos da casa, vencendo apenas no tie-break, com parciais de 25/18, 19/25, 23/25, 25/23, 15/12.

A ascensão da Polônia no voleibol recente se concretizou principalmente no ano passado, quando o time ficou com o terceiro lugar na Liga Mundial - após perder para a campeã Rússia na semifinal, os poloneses passaram facilmente pela Argentina para ficar com a terceira colocação. Depois, na Copa do Mundo, também do ano passado, os poloneses foram os vice-campeões - ficando atrás da Itália e à frente do Brasil na classificação geral - e garantiram a vaga nos Jogos Olímpicos de Londres.

Com esse título inédito da Liga Mundial conquistado sobre a seleção americana, atual campeã olímpica, o time polonês se consolida com um dos grandes favoritos ao ouro em Londres-2012. O algoz da seleção brasileira na competição deste ano encerrou a campanha no torneio com apenas duas derrotas, ambas na fase de grupos - uma para o Brasil e outra para a Finlândia.

domingo, 8 de julho de 2012

Brasileirão Série A


16h00 Fluminense 1x0 Flamengo
16h00 Santos 4x2 Grêmio
16h00 São Paulo 3x1 Coritiba
16h00 Figueirense 1x1 Vasco
18h30 Atlético-MG 2x0 Portuguesa
18h30 Ponte Preta 1x0 Palmeiras
18h30 Sport 1x1 Corinthians

Brasilerão Série D


15h00 Mirassol 0x0 Juventude
16h00 Brasil de Pelotas 2x0 Metropolitano-SC
16h00 Ypiranga-PE 2x1 Campinense-PB
16h00 Volta Redonda 0x0 Guarani-MG
16h00 Concórdia 2x2 Marília
16h00 Feirense-BA 1x3 CSA
16h00 Aparecidense 1x0 Sobradinho
16h00 CENE-MS 0x0 CRAC-GO
17h00 Baraúnas-RN 1x1 Petrolina
17h00 Mogi Mirim 0x0 Cianorte
17h00 Penarol-AM 1x0 Vilhena
17h00 Itabaiana 2x2 Vitória da Conquista

Brasilerão Série C


15h00 Chapecoense 3x2 Vila Nova-GO
16h00 Luverdense 1x0 Fortaleza
16h00 Icasa 3x0 Treze-PB
16h00 Salgueiro 2x2 Santa Cruz-PE
16h00 Brasiliense-DF 1x2 Santo André
16h00 Duque de Caxias 0x2 Madureira

Federer impede consagração de Murray, é hepta em Wimbledon e volta ao posto de número um do mundo

Roger Federer, 30 anos, está de volta. No palco onde mais se acostumou a brilhar, o suíço venceu Andy Murray, conquistou Wimbledon pela sétima vez na carreira e voltará a liderar o ranking mundial da ATP. Foram necessárias 3h40min para um dos melhores tenistas da história vencer o adversário britânico por 3 sets a 1, parciais de 4-6, 7-5, 6-3 e 6-4.

Federer soma agora 17 Grand Slam na carreira – recorde absoluto entre os homens –, 76 taças na estante e quebra um jejum que vinha desde 2010 sem conquistar títulos de Major. Ele também iguala o ex-tenista Pete Sampras em número de taças conquistadas no All England Club. Além disso, o suíço irá empatar em número de semanas no topo da lista com o norte-americano, que reinou por um total de 286 semanas no circuito masculino. Assim, na próxima segunda-feira, a ATP s deve confirmar o suíço em primeiro, Novak Djokovic em segundo, Rafael Nadal em terceiro e Andy Murray na quarta posição.

O britânico, que havia feito história ao ser o primeiro tenista da casa a atingir a final de Wimbledon desde 1938, segue com seu tabu de não vencer em finais de Grand Slam. Foi a quarta final de Major de sua carreira e o quarto vice (antes do jog deste domingo, ele havia perdido no US Open-2008 e nos Australian Open de 2010 e 2011). Ao menos, o atleta nascido na Escócia venceu pela primeira vez um set em decisões do tipo.

No confronto geral contra Federer, Murray perdeu a vantagem mínima que possuía: agora o placar aponta 8 a 8. Em decisões de Slam, o suíço destrói o adversário: três encontros, três vitórias e apenas uma parcial perdida. 

No jogo disputado na quadra central, o suíço reviveu os melhores momentos da carreira. Com muita disposição, o ainda terceiro do mundo apresentou um diversificado arsenal de golpes. Alto aproveitamento de pontos com o primeiro serviço em quadra, grandes voleios e o domínio característico com o forehand. 

Já Murray caiu durante o jogo: começou bem a partida, foi agressivo, mas pecou quando teve grandes oportunidades de dobrar o suíço na partida. Os erros fáceis acabaram com o seu jogo e o jejum histórico dos tenistas da casa permanece: desde 1936, com Fred Perry, que um britânico não triunfa na disputa do torneio de simples na grama sagrada de Wimbledon.

Federe cai na grama após conquistar o título de Wimbledon
Federe cai na grama após conquistar o título de Wimbledon

sábado, 7 de julho de 2012

Brasileirão Série A


18h30 Botafogo 3x0 Bahia
18h30 Internacional 2x1 Cruzeiro
21h00 Atlético-GO 0x1 Náutico

Brasilerão Série B


16h20 América-MG 3x2 Atlético-PR
16h20 ABC 0x1 Vitória
16h20 Bragantino 3x3 Goiás
16h20 CRB 4x2 América-RN
21h00 Paraná Clube 2x0 Boa

Brasilerão Série D

16h00 Aracruz 1x1 Friburguense

Brasilerãp Série C


16h00 Guarany de Sobral 1x2 Paysandu-PA
16h00 Águia de Marabá 2x1 Cuiabá-MT
16h00 Macaé 4x2 Tupi

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Libertadores

21h50 Corinthians 2x0 Boca Juniors

Brasilerão Série C

20h30 Salgueiro 2x0 Treze-PB

Brasilerão Série D

20h00 Sobradinho 0x0 CRAC-GO

Por vaga olímpica, Jade convoca coletiva e faz apelo à CBG: 'É o meu sonho'

Após entrar em divergências com a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG) e ter seu nome cortado da equipe que representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres, Jade Barbosa convocou nesta terça-feira uma coletiva de imprensa na sede do Flamengo para fazer um apelo à entidade.

Como a convocação oficial só acontece nesta quarta-feira, a ginasta tentou reverter a situação incômoda e afirmou que ‘abriu mão de tudo’ pelo sonho de disputar mais uma Olimpíada.

“Tive divergências burocráticas com a Confederação, que estávamos negociando há alguns meses. Mas diante da possibilidade de ficar fora da olimpíada, abri mão de tudo e assinei o contrato na quinta-feira. Espero que me deem essa oportunidade”, afirmou Jade.

Apesar de confirmar “divergências” com a CBG, a ginasta não quis revelar quais foram os problemas que levaram ao corte e afirmou estar preparada para ganhar uma medalha caso seja convocada.

“Esse é o meu sonho. Estou treinando forte, nunca deixei de treinar. Estou apta e acho que tenho mais chances nesta do que nas últimas Olimpíadas. Posso estar errada, mas não tive a intenção de constranger a Confederação”, disse.

A única informação sobre os problemas entre Jade e a entidade foi fornecida pela vice-presidente de esportes olímpicos do Flamengo, Cristina Kallou. De acordo com a dirigente, que também evitou entrar em detalhes, a briga entre atleta e Confederação não possui nenhuma relação com dinheiro.

Procurada pela reportagem da ESPN, a Confederação Brasileia de Ginástica informou, por meio da assessoria de imprensa, que Jade está realmente fora dos Jogos de Londres.

Divulgação
jade barbosa chora ginastica 2011
Jade Barbosa deve realmente ficar fora dos Jogos Olímpicos de Londres 

10 incríveis momentos de Anderson Silva

Ele pode não ser o maior ídolo ou o mais importante lutador de todos os tempos, mas Anderson Silva é o melhor lutador que o MMA já teve em sua história.

Seu domínio no UFC tem sido tão grande que superou, na opinião deste blogueiro, o que Fedor Emelianenko fez no Pride.

São dois gênios, mas Anderson ultrapassou o lutador russo nos últimos anos.

Neste sábado, o Spider coloca seu cinturão em jogo contra Chael Sonnen.

Será a décima vez que ele fará isso!

E, já que o número 10 está em pauta, vamos relembrar dez grandes momentos da carreira do campeão.

Marcelo Alonso
Anderson enfrentando Lee Murray, que anos depois participou do maior assalto a banco da historia
Anderson enfrentando Lee Murray, que anos depois participou do maior assalto a banco da historia



10 – Anderson Silva vs Chris Leben – UFC Fight Night 5 – 28/06/2006Após brilhar na Inglaterra, Anderson estreia no UFC contra Leben e precisa de apenas 49 segundos para nocauteá-lo. Uma entrada arrasadora na organização, que já lhe garantiu a chance de disputar o cinturão contra o então campeão Rich Franklin.

09 – Anderson Silva vs Carlos Newton – Pride 25 – 16/03/2003Anderson entra no ringue ao som de Michael Jackson e vestindo roupas no estilo de seu ídolo. Mas o show veio mesmo em cima do ringue. O Spider aplicou uma belíssima joelhada voadora, que nocauteou o ex-campeão do UFC ainda no primeiro round.

08 – Anderson Silva vs Tony Fryklund – Cage Rage 16 – 22/04/2006O brasileiro assistiu ao filme “Ong Bak” e resolveu colocar em prática uma técnica usada no longa-metragem. Resultado: um nocaute com uma bela cotovelada em pé e um passaporte carimbado para o UFC.

07 – Anderson Silva vs Dan Henderson – UFC 82 – 01/03/2008
Nem mesmo o experiente e perigoso Dan Henderson fez frente ao campeão. Após um primeiro round de uma ligeira vantagem para o americano, Anderson simplesmente tratorizou o ex-campeão do Pride. Foi uma chuva de golpes em pé, que culminaram com uma massacre no chão até a finalização, que veio com um estrangulamento no fim do segundo round.

06 – Anderson Silva vs Lee Murray – Cage Rage 08 – 11/09/2004Quem vê Chael Sonnen se auto intitulando um gangster americano, talvez não saiba que Lee Murray sim era um verdadeiro gangster. Prova disso é que foi preso anos depois por participar do maior assalto a banco da história. Murray era o ídolo local e campeão do Cage Rage, e tentou intimidar Anderson logo na pesagem. A pressão não deu certo, o tempo fechou ali mesmo, e uma agressão ao brasileiro parecia que aconteceria a qualquer momento. Na hora da luta, Anderson deu show de frieza e dominou todos os rounds da luta, conquistando a vitória na decisão dos jurados e faturando o cinturão do evento.

05 – Anderson Silva vs Hayato Sakurai – Shooto, To the top 07 – 26/08/2001O primeiro cinturão de Anderson, assim como o do UFC e do Cage Rage, também foi conquistado na casa do adversário. Enfrentando a lenda japonesa Hayato Sakurai, Anderson novamente dominou toda a luta e levou a vitória na decisão unânime dos jurados. A estrela do campeão começava a brilhar.

04 – Anderson Silva vs Rich Franklin – UFC 64 – 14/10/2006
Foram precisos apenas 2m59s para Rich Franklin receber o maior castigo de sua carreira. Anderson não tomou conhecimento do campeão dos pesos médios e soltou seu arsenal de Muay Thai: chutes, socos, cotoveladas e, principalmente, joelhadas! A maior estrela do UFC iniciava seu reinado.

03 – Anderson Silva vs Vitor Belfort – UFC 126 – 05/02-2011Chamada de “luta do século” no Brasil, a disputa contra Belfort também não teve muito tempo de duração. Um chute frontal acertou o queixo de Vitor, que caiu nocauteado e foi alvo de uma série de socos que encerraram a luta aos 3m25s do primeiro round. A partir daquele momento, Anderson finalmente ganhou um reconhecimento que faltava em sua carreira: o de seu próprio país.

02 - Anderson Silva vs Forrest Griffin – UFC 101 – 08/08/2009
Pela segunda vez, Anderson subiria de categoria para lutar entre os meio-pesados, mas desta vez era para enfrentar um ex-campeão: o perigoso Forrest Griffin. O americano, no entanto, não se achou na luta. Anderson baixou a guarda, aplicou knockdown, ajudou seu adversário a se levantar e ainda aplicou um nocaute com um jab e andando para trás. A vitória foi tão esmagadora que Griffin saiu correndo para o vestiário, sem ao menos ouvir o anúncio oficial do resultado. Anos depois, o americano declarou que o Spider só seria derrotado quando permitissem que dois adversários ao mesmo tempo o enfrentassem no octagon.

01 – Anderson Silva vs Chael Sonnen – UFC 117 – 07/08/2010Sonnen provocou o campeão. Mexeu com Anderson, com sua família, seu país e seus ídolos, os irmãos Nogueira. Na hora da luta, o americano parecia cumprir tudo aquilo que prometera: castigar o campeão. Foram 23 minutos de domínio, mas um triângulo pôs fim ao sofrimento e espantou a zebra. Sonnen bateu e o mundo exaltou mais uma performance incrível do campeão. Curiosamente, Sonnen criticou, semanas antes, a faixa-preta de Jiu-Jitsu que Anderson recebera dos irmãos Nogueira. E não é que ele foi finalizado com uma técnica da Arte Suave?

Dormir para sonhar com La Fúria

Não entendi, ou melhor, fiz força para entender as restrições ao futebol espanhol que andei lendo e ouvindo nas últimas semanas. Chato, repetitivo, sem imaginação, de dar sono, foram algumas observações de analistas que, ao porem em dúvida as qualidades desse futebol, recusavam-se a enxergar o óbvio. Difícil de entender por um detalhe: até bem pouco, esses mesmo analistas morriam de amores pelo Barcelona, modelo em que a seleção espanhola se inspira (um deles chegou a sugerir a importação de Pep Guardiola para dirigir a seleção brasileira). E no entanto, na última semana de Eurocopa, eles se apoiaram no zero a zero de Espanha e Portugal – e na vitória da Itália sobre a Alemanha – para acharem que a seleção espanhola dá sono e que a italiana acaba de descobrir o futebol ofensivo.

È mesmo para não entender. É claro que não se pode chegar a uma conclusão apenas pelo resultado da final, por mais que a seleção espanhola tenha merecido a vitória e a taça. Ou por melhor que a italiana tenha lutado para evitar uma coisa e outra. Mas também não se pode tomar por base alguns desempenhos menos felizes nesta mesma Eurocopa para se pôr em xeque o futebol que nos últimos quatro, cinco anos vem se afirmando (e reafirmando) como o melhor do mundo. Um futebol que pode ser tudo, menos chato, repetitivo, sem imaginação. E que só dá sono em quem está com o próprio atrasado.

Claro, é possível e válido preferir outro estilo de jogo que não o dos espanhois. Por exemplo, um estilo mais econômico na troca de passes e mais incisivo na forma de atacar. Ou um estilo em que a chamada “posse de bola” seja menos importante do que o lançamento em profundidade para atacantes velozes, ou do que o ponta driblador capaz de vencer uma fileira de marcadores até entrar no gol com bola tudo. Um estilo, enfim, que aposte mais na excelência das individualidades do que na eficiência do coletivo. Nada a opor. Como Mano Menezes bem observou outro dia na ESPN, não há somente um modo de se armar um time, de se jogar futebol. Mas o que não deixa dúvidas é que a seleção espanhola, como o Barcelona que a inspira, dedica-se ao seu modo de jogar com uma competência que falta a qualquer outro time que, no momento, prefira outro estilo. Dá sono? Só se for para sonhar com a próxima exibição de Iniesta, Xavi e companhia.

Inter manda advogado a Milão e admite que Forlán pode repor Damião

O gerente de futebol do Internacional, Fernandão, admite que a provável contratação de Diego Forlán tem a ver com a perspectiva de venda de Leandro Damião depois da Olimpíada. Essa perspectiva apressou o interesse do Internacional, que enviou um advogado a Milão, para tentar ajudar o atacante uruguaio em seu processo de rescisão contratual com a Internazionale.

"Nós sabemos que será muito difícil segurar o Leandro Damião", disse Fernandão, por telefone, na manhã desta terça-feira.

Forlán disputou 18 das 38 partidas da Internazionale no Campeonato Italiano, algumas delas no meio-de-campo, função também ocupada em jogos da seleção uruguaia.
Não tem a mesma característica de Leandro Damião, embora possa ser utilizado como atacante no 4-2-3-1 normalmente usado por Dorival Júnior.

Entre contratar Diego Forlán e manter Leandro Damião, melhor seria manter o atual centroavante da Seleção Brasileira. A questão é conseguir fazer isso. Como é provável que precise vender, o Inter faz força para ter o uruguaio.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Brasilerão Série B


21h00 Guarani 1x0 Ipatinga-MG
21h00 Guaratinguetá 0x1 São Caetano

Após imbróglio, Confederação decide deixar Jade Barbosa fora da Olimpíada de Londres

Depois de todo o imbróglio envolvendo a ginasta Jade Barbosa e a Confederação Brasileira de Ginástica (CBG), a entidade emitiu um comunicado nesta segunda-feira anunciando que a atleta não irá participar dos Jogos Olímpicos de Londres. A decisão aconteceu mesmo após Jade ter assinado o termo de compromisso sobre o uso dos uniformes da seleção brasileira na competição.

Na semana passada, Jade se envolveu em uma polêmica com a CBG por ter se recusado a assinar um termo obrigatório referente ao uso dos uniformes com os patrocínios da entidade. Também por conta disso, a ginasta deixou de participar de algumas competições previstas pela Confederação e acabou não se apresentando à seleção na última semana.

Com o comportamento de Jade Barbosa, que não justificou suas ações, a Confederação Brasileira de Ginástica optou por excluir a ginasta da equipe que vai para Londres. Ela ainda chegou a assinar o termo de compromisso em questão posteriormente, mas, ainda assim, a entidade manteve a sua decisão inicial.

“Após reunião com a comissão técnica, ficou decidido que ela está fora dos Jogos de Londres. Os motivos são que ela não se apresentou à seleção, por opção própria, após convocação e sequer participou das outras etapas do treinamento, como competições em Copas do Mundo, que são tidas como critério de avaliação e teste das ginastas”, ressaltou o supervisor de seleções da CBG, Klayler Mourthé.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Brasileiro Série C

20h30 Paysandu-PA 2x0 Luverdense

Brasilerão Série D


20h00 Petrolina 3x3 Ypiranga-PE
20h00 Nacional-MG 0x0 Aracruz

São Paulo vira "Corinthians". Corinthians vira "São Paulo". Inversão de papéis é evidente

O São Paulo era o clube do Centro de Treinamento modelo, um exemplo a ser seguido pelos demais. O Corinthians já tem o seu CT, de primeira qualidade.

O São Paulo era o clube que se orgulhava por ter um estádio. O Corinthians terá o seu (e aqui, neste post, não discutiremos os meios pelos quais chegará a isso, tema amplamente debatido neste espaço não é de hoje).

O São Paulo era o clube que observava boas oportunidades e contratava jogadores úteis sem gastar tanto. O Corinthians tem feito isso melhor do que ninguém.

O São Paulo era o dono da hegemonia no Campeonato Brasileiro. O Corinthians ganhou a Copa do Brasil 2009, brigou pela taça até a última rodada em 2010 e foi campeão nacional em 2011.

O São Paulo era o time brasileiro que lutava no exterior pela Copa Libertadores. O Corinthians poderá ser campeão do certame nesta quarta-feira.

O São Paulo era o clube que apostava, com sucesso, em veteranos como Zizinho, Gérson e Cerezo. Hoje o Corithians aposta em veteranos com bons resultados, casos de Emerson "Sheik" e Danilo.

O Corinthians era o clube que mandava técnico embora, mas manteve Tite mesmo depois da eliminação na Libertadores para o Tolima e com ele ganhou o Brasileiro dez meses depois. O São Paulo não consegue acertar com um técnico desde 2009, quando demitiu Muricy.

O Corinthians era o clube que apostava em zagueiros polêmicos, discutíveis, como Guinei, Gralak e outros. Hoje o São Paulo "brinda" sua torcida com Edson Silva, Paulo Miranda...

O Corinthians era o clube cujo presidente segurava o poder e irritava a oposição pelos métodos, envolvendo interpretações de estatuto. O São Paulo tem o mesmo homem na presidência, hoje, por conta de uma polêmica interpretação do estatuto.

O Corinthians teve em Vicente Matheus um presidente folclórico. O São Paulo tem hoje, em Juvenal Juvêncio, um forte candidato a "Vicente Matheus tricolor".

A inversão de papéis não parece ser mera casualidade.


VIPCOMM
Juvenal Juvencio, 80 anos de idade: no poder desde 2006, sem títulos desde 2008
Juvenal Juvencio, 80 anos de idade: no poder desde 2006, sem títulos desde 2008

“Eu seria um bom técnico para o São Paulo”, Juvenal Juvêncio, num momento de rara inspiração que causaria inveja até em Vicente Matheus

Londres 2012: Bonsucesso com rainha, Seedorf, música de Gil para o Timão...

Topo com Gilberto Gil no festival Back2Black, do qual foi embaixador. Gil estava feliz com o sucesso da empreitada que reuniu músicos brasileiros e africanos, no velho mercado de peixes ao lado do rio Tâmisa.

Muita gente importante e boa subiu aos três palcos montados para a ocasião: Arnaldo Antunes, Mart’nália, Melodia, Criolo, Marcelo D2, Jorge Benjor e Emicida, além do próprio Gil. Criolo, por sinal, fez questão de colocar a bandeira do Corinthians no palco, sábado. É apaixonado pelo time.

Sempre gentil, Gil lembrou, durante nosso encontro, que mesmo não sendo corintiano fez em 93 uma música para o Timão e que estará na torcida nesta quarta. Eis a letra de “Curintiá”:

“Ser Corinthiano
É decidir que todo ano
A gente vai sofrer

Se enrolar no pano
Da bandeira e reclamar
Se o time não vencer

Mas de repente o ano é santo
A gente tá no céu
O time é forte, a sorte é grande
O axé tá com a Fiel

O axé tá com a Fiel
Voa suave o Gavião
O axé tá com a Fiel
Bate na trave o coração

Ser Corinthiano
É mergulhar no oceano
Da ilusão que afoga

Não importa o plano
do destino cada jogo
É o coração que joga

Bate na trave a ilusão
Da gente vai que vai
Chutar de novo que o coração
Entra e o grito sai

É Gol!!!
Curintiá!!!
É Gol!!!
Corintimão!!!”



Amigo dos tempos de primário no Colégio São Bento carioca, Eduardo Amaral, o Dudu, está sempre me escrevendo. Principalmente agora que vivo longe, aqui em Londres. E lembra de coisas incríveis.

Desta vez, Dudu, que é um excelente desenhista (adorava fazer caricaturas de times de futebol), cita o grande Nelson Rodrigues a propósito da seleção inglesa de futebol: “É o Bonsucesso com rainha”, dizia o mestre lá pelos anos 70.

Quem conhece os textos de Nelson Rodrigues sobre futebol sabe bem que o exagero é que dava molho a suas crônicas, imperdíveis em ‘O Globo’ e no ‘Jornal dos Sports’. Mas cá entre nós, anos e anos depois, vendo o time inglês na Eurocopa, não é que o mestre tem certa razão!

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Seedorf é uma exceção no futebol. Com a bola nos pés, é excelente. Coloca-se bem, ataca, defende e, apesar da idade avançada, é uma joia rara. Ele me chama a atenção mais pelo comportamento fora das quatro linhas.

Educado, elegante, sempre atencioso, Seedorf é um gentleman. Ele passou aqui por Londres, como comentarista da BBC em alguns jogos da fase inicial da Eurocopa, e como sempre esbanjou simpatia e conhecimento.

Há coisas que só acontecem com o Botafogo. Mas essa foi muito boa