domingo, 20 de maio de 2012

Com gol de Vágner Love, Flamengo busca empate com o Sport na estreia

Não foi a estreia dos sonhos para o Flamengo no Campeonato Brasileiro. Mas ao menos a equipe carioca não saiu de campo derrotada. Neste sábado, o time de Joel Santana visitou o Sport na Ilha do Retiro e arrancou um empate em 1 a 1.

Depois de um primeiro tempo sem gols, o Sport abriu o placar aos 12 minutos do segundo tempo. Moacir chutou travado, Marquinhos ficou com a sobra e chutou de canhota, no ângulo, sem chances de defesa para o goleiro Paulo Victor.

Mas o Flamengo não se abateu. Aos 29 minutos da segunda etapa, Vágner Love recebeu belo passe de Kléberson, entrou livre na área e bateu firme para empatar o jogo na Ilha do Retiro: 1 a 1.
Vágner Love fez o gol de empate do Flamengo
Vágner Love fez o gol de empate do Flamengo
Crédito da imagem: Vipcomm
Na próxima rodada, o Flamengo vai receber o Internacional, no sábado, no Engenhão. Já o Sport vai até a Vila Belmiro no dia seguinte para enfrentar o Santos.

O jogo
O Flamengo começou a partida tentando surpreender o Sport e partiu para cima dos donos da casa. No entanto, os pernambucanos logo equilibraram o confronto, mas não chegaram perto do gol de Paulo Victor. A primeira boa chance do jogo aconteceu somente aos 13 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta de longe e quase acertou o ângulo esquerdo de Magrão.

O lance único de perigo não mudou o panorama da partida, com as duas equipes errando muito. O Sport só conseguiu criar boa chance aos 26 minutos. Primeiro, Marquinhos Gabriel recebeu dentro da áres e finalizou para grande defesa de Paulo Victor. Na cobrança de escanteio, Edcarlos subiu mais que a zaga e cabeceou para nova defesa do goleiro do Flamengo.

As oportunidades criadas animaram os donos da casa, que novamente quase abriram o placar aos 30 minutos. Após cobrança de falta errada de Ronaldinho Gaúcho, os pernambucanos saíram em contra-ataque. Thiaguinho pegou a bola na intermediária, foi até a área carioca e chutou para boa defesa de Paulo Victor. Seis minutos depois, foi a vez de Marquinhos Gabriel arriscar de longe e obrigar o goleiro carioca a salvar os visitantes.

O Flamengo, depois de muito tempo, conseguiu criar boa chance. Aos 41 minutos, em cobrança de falta rápida, a bola foi lançada para Kleberson dentro da área, mas o volante finalizou em cima de Magrão. Mesmo assim, o Sport seguiu melhor até o intervalo e só não foi com vantagem no placar por causa do goleiro Paulo Victor.

No segundo tempo, o Sport manteve o melhor desempenho e dominou os primeiros minutos. No entanto, somente aos nove quase abriu o placar na Ilha do Retiro. Marquinhos Gabriel cobrou falta e Paulo Victor mais uma vez impediu o gol dos donos da casa.

Não demorou muito e o Sport conseguiu fazer o gol. Aos 12 minutos, Moacir foi tentar chutar cruzado, pegou errado e a bola sobrou para Marquinhos Gabriel, sozinho. O atacante dominou e colocou no ângulo de Paulo Victor, que desta vez só ficou olhando.

Mesmo depois do gol, o Sport seguiu sendo melhor. Vendo isso, o técnico Joel Santana colocou o atacante Deivid na vaga de Bottinelli. A alteração quase surtiu efeito rápido, pois aos 19 minutos Deivid tocou de peito para Vágner Love dentro da área, mas o atacante carioca chutou por cima do gol de Magrão. O lance animou os visitantes, que passaram a buscar o ataque. Com isso, os donos da casa aproveitaram para tentar ampliar o placar em contra-ataques.

Os avanços do Flamengo foram recompensados aos 28 minutos. O atacante Vagner Love foi lançado dentro da área e só teve o trabalho de tocar na saída de Magrão para empatar o jogo na Ilha do Retiro.

Depois disso, o Sport passou a se defender mais e melhorou na marcação. O confronto só voltou a ter emoção aos 43. Em um avanço rápido dos donos da casa, Moacir foi lançado e cruzou, Wellinton tentou cortar e jogou a bola no próprio travessão. Assim, o duelo entre os rubro-negros acabou ficando empatado até o apito final.

FICHA TÉCNICA:
SPORT 1 X 1 FLAMENGO

Local: Ilha do Retiro, no Recife (PE)
Data: 19 de maio de 2012 (Sábado)
Horário: 18h30 (de Brasília)
Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)
Assistentes: Marcelo Van Gasse (Fifa-SP) e Vicente Romano Neto (SP)
Cartões amarelos: Edcarlos e Naldinho (Sport); Bottinelli e Wellinton (Flamengo)
GOLS: SPORT: Marquinhos Gabriel, aos 12min do segundo tempo
FLAMENGO: Vagner Love, aos 28min do segundo tempo

SPORT: Magrão; Tobi, Bruno Aguiar e Edcarlos; Moacir, Rithely, Naldinho (Diogo Oliveira), Thiaguinho (Renê) e Rivaldo; Marquinhos Gabriel e Felipe Azevedo (Ruan)
Técnico: Gustavo Bueno (interino)

FLAMENGO: Paulo Victor; Leonardo Moura, Marcos González, Welinton e Magal; Rômulo (Amaral), Luiz Antônio, Kléberson e Bottinelli (Deivid), Ronaldinho Gaúcho e Vagner Love

Jogadores do Palmeiras lamentam empate, mas esperam melhora na Copa do Brasil

Os jogadores do Palmeiras lamentaram muito o empate sofrido contra a Portuguesa, na estreia das duas equipes no Brasileirão. Mesmo largando na frente no primeiro tempo, com Luan, o Alviverde não foi bem no segundo tempo e cedeu o empate em 1 a 1. O atacante Maikon Leite, que chutou uma bola na trave no último minuto de jogo, lamentou o resultado, mas pede foco na Copa do Brasil.

“Dominamos o jogo. Tomamos o gol de empate no final. É só o começo, não precisa confundira as coisas. Agora é pensar na Copa do Brasil”, disse o atacante.

Na Copa do Brasil, o Palmeiras arrancou o empate em 2 a 2 contra o Atlético-PR, em Curitiba, e tem certa vantagem para o jogo de volta, nesta quarta, em Barueri. O lateral-direito Cicinho também espera que o tropeço na estreia não abale a sequência do time na outra competição.

“Nosso time, no segundo tempo, não trabalhou a bola, só chutão, não saiu jogando. Eles aproveitaram a bola alta. Mérito deles. Copa do Brasil é outra competição, temos que pensar positivo, erguer a cabeça que o próximo jogo é decisão”, afirmou o lateral, mais contindo que o goleiro Bruno.

"Foi empate com gosto de derrota. A gente tomou gol no finalzinho com o jogo praticamente na nossa mão, mas de pontinho em pontinho a gente vai chegar lá", disse o camisa 1.

Brasileiro tem dia discreto após atuações brilhantes, mas Blue Jays vencem de novo

Em sua terceira aparição na MLB, o brasileiro Yan Gomes não repetiu o desempenho brilhante dos dois jogos anteriores, mas comemorou mais uma vitória na principal liga de beisebol do mundo. Gomes foi três vezes ao bastão neste domingo e acabou eliminado em todas elas. Mesmo assim, o Toronto Blue Jays conseguiu bater o New York Mets por 2 a 0.

Gomes estreou na MLB na quinta-feira e fez história ao se tornar o primeiro jogador do Brasil a atuar na liga de beisebol. Em seu primeiro jogo, contra o Yankees, conseguiu duas rebatidas válidas. A segunda aparição foi ainda melhor: e bateu até um home run.

O curioso é que o Blue Jays ganhou os três jogos desde a estreia de Gomes. A equipe canadense encaixou cinco vitórias seguidas e começa até a sonhar com uma vaga nos playoffs.

Yan Gomes nasceu no Brasil, em São Paulo, mas se mudou ainda adolescente para os Estados Unidos, onde fez faculdade e continuou a jogar o beisebol, esporte que praticava desde criança em seu país de origem. Ele foi selecionado no draft da MLB em 2009 pelos Blue Jays.

VÍDEO: Leinster domina, vence fácil o Ulster e conquista o bi da Heineken Cup

Neste sábado, no Twickenham Stadium, em Londres, o Leinster conquistou pela terceira vez a Heineken Cup ao bater com facilidade o Ulster por 42 a 14. Assim, a equipe norte-irlandesa se iguala ao Leicester Tigers como únicos bicampeões genuínos (Tigers em 2001 e 2002, Leinster em 2011 e 2012).

O Ulster começou na frente com o pênalti convertido por Ruan Pienaar, mas o Leinster abriu 14 a 3 com os tries anotados por Sean O’Brien e Cian Healy. O time irlandês diminuiu a desvantagem antes do intervalo com outra penalidade de Pienaar, mas a euforia logo foi conta pelo time favorito.


Assista aos melhores momentos da final no player acima
O Leinster tomou conta das ações durante o segundo inteiro e anotou mais dois tries com Heinke van der Merwe e Sean Cronin, além de três pênaltis convertidos por Johnny Sexton. Final, 42 a 14.

O Leinster se tornou o segundo maior vencedor da história da Heineken Cup, atrás apenas do Toulouse (quatro títulos e dois vices). Já o Ulster, campeão em 1999, ficou em segundo pela primeira vez.

Análise de Antonio Martoni Neto
Nem mesmo o mais fanático torcedor do Leinster poderia imaginar. O agora tricampeão europeu ratificou o favoritismo vencendo de forma incontestável por 42 a 14 os norte-irlandeses do Ulster, que tentaram todas as alternativas para neutralizar o avassalador ataque adversário. A equipe da Republica da Irlanda foi superior, e sua experiência foi importantíssima nos momentos mais críticos da partida.

O jogo começou com o Ulster dominando as ações, jogando de forma segura, tirando a velocidade e quebrando o ritmo. Coube a Ruan Piennar abrir o placar com um penal. Na sequência, após varias fases ofensivas e na primeira oportunidade, Sean O’Brien marcou o primeiro try da partida; Jonnie Sexton converteu, e o Ulster sentiu o golpe. O Leinster soube aproveitar o momento e num lance de genialidade de Brian O’Driscoll a bola foi passada para O’Brien, que acelerou. A jogada terminou nas mãos do pilar artilheiro Cian Healey, que não perdoou; segundo try do Leinster. Ainda no final do primeiro tempo, com um penal de muita distância, Pienaar diminuiu: 14 x 6 no intervalo.

O segundo tempo começou equilibrado com as jogadas ocorrendo no meio campo. O embate dos forwards continuava intenso até que num chute despretensioso Stephen Ferris introduziu a bola dentro de sua linha de 22 metros, passou para o jovem abertura Paddy Jackson, que não percebeu que sua equipe havia introduzido a bola no campo defensivo. Assustado, o abertura chutou para lateral, a bola saiu direta e com isso deu ótima oportunidade para o Leinster tentar mais um try; o lateral foi bem executado, o maul perfeito, e perto da linha de try a equipe do Ulster derrubou a formação, penal-try apontado.

Na sequência, Humphries entrou no lugar de Jackson; a substituição após grave erro abateu toda a equipe, que ainda mostrou forças para reagir com um try bem trabalhado por toda a equipe e concluído por Tuohy, esperança de reação para os norte-irlandeses.

Mas o Leinster mostrou porque é o atual campeão europeu: acelerou o jogo, fez substituições que mantiveram o ritmo da equipe e daí para frente dominou amplamente o adversário, marcando tries com Van der Merwe e finalizando com Sean Cronin.

Sean O’Brien foi eleito o melhor da partida; O’Driscoll, contra todos os prognósticos e no sacrifício - jogando com o ombro machucado - fez a diferença, e o Leinster entra para a história do rugby europeu. Como disse O’Driscoll após o jogo: “A dinastia do Leinster continua, que venha a próxima temporada, pois o Leinster brigará por mais um título”.

Rangers deslancham no fim e retomam a vantagem sobre os Devils na final do Leste da NHL

Com três gols no terceiro período, o New York Rangers venceu fora de casa o New Jersey Devils por 3 a 0 e retomou vantagem sobre o rival na decisão da Conferência Leste da NHL. Com o resultado, os Rangers fizeram 2 a 1 na série que define um dos finalistas da Stanley Cup.

Dan Girardi, Chris Kreider e Ryan Callahan marcaram para o time de Nova York. O jogo 4 da série acontece nesta segunda-feira, às 21h, outra vez em Nova Jersey. A partida será transmitida ao vivo pela ESPN e ESPN HD.

Se a série ainda está indefinida na final do Leste, a decisão do Oeste pode terminar ainda neste fim de semana. Com 3 a 0 na série, o Los Angeles Kings pode fechar o confronto contra o Phoenix Coyotes caso vença em casa neste domingo, às 16h, na ESPN e ESPN HD.

Briscoe é pole das 500 Milhas de Indianápolis; Barrichello larga em décimo

O australiano Ryan Briscoe conquistou neste sábado a pole para as 500 Milhas de Indianápolis, prova mais tradicional do automobilismo. O piloto da Penske foi o mais rápido no Pole Day; o canadense James Hinchcliffe largará em segundo, e Ryan Hunter-Reay fecha a primeira fila com o terceiro lugar.

A seguna fila terá Marco Andretti, o líder da temporada Will Power, e Helio Castroneves, melhor representante brasileiro no grid de largada.

O novato Josef Newgarden larga em sétimo, seguido por Tony Kanaan e EJ Viso, último colocado entre os pilotos que foram para a disputa da pole no centenário Indianapolis Motorspeedway.
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Australiano Briscoe largará na pole em Indianápolis
Crédito da imagem: Reuters

Em sua estreia nas 500 Milhas de Indianápolis, Rubens Barrichello conquistou sua melhor posição de largada até agora na Indy. O brasileiro sairá da décima colocação na mais tradicional prova do automobilismo, marcada para o dia 27 deste mês.

Barrichello conseguiu a média de 224, 264 milhas por hora nas quatro voltas rápidas que deu no treino de classificação; o melhor da primeira fase foi o canadense James Hinchcliffe, com 225,746. Os nove primeiros colocados avançaram para a disputa da pole.



Rubens Barrichello durante os treinos para as 500 Milhas de Indianápolis
Rubens Barrichello durante os treinos para as 500 Milhas de Indianápolis
Crédito da imagem: Reuters

Renan Barão disputa cinturão interino do UFC contra Faber

Faber vs Barão

Olá fãs de esportes,

Uma lesão no joelho obrigou o campeão dos pesos galos do UFC, Dominick Cruz, a se ausentar do octagon por um bom tempo, adiando sua defesa de título contra Urijah Faber, que estava marcada para o dia 07 de julho, no UFC 148.

Com isso, a direção do evento decidiu colocar em jogo um cinturão interino, e Faber irá disputá-lo contra Renan Barão.

O brasileiro já iria participar do show, onde enfrentaria Ivan Menjivar. O atleta da Kimura/Nova União foi remanejado para a disputa, em um duelo que foi anunciado esta noite por Dana White no episódio ao vivo do “The Ultimate Fighter” nos EUA.

Esta será a quarta luta de Barão no UFC. O lutador está invicto há 29 combates, já que perdeu apenas em sua estreia no MMA, vencendo 28 lutas seguintes e acumulando ainda um No Contest.

Acho que é uma excelente aposta brasileira para conquistar mais um cinturão do evento.

Com esta mudança, o card do UFC 148, que será realizado em Las Vegas, é o seguinte:

Anderson Silva vs. Chael Sonnen
Renan Barão vs. Urijah Faber
Forrest Griffin vs. Tito Ortiz
Rich Franklin vs. Cung Le
Dong Hyun Kim vs. Demian Maia
Khabib Nurmagomedov vs. Gleison Tibau
Riki Fukuda vs. Constantinos Philippou
Fabricio Camões vs. Melvin Guillard
John Alessio vs. Shane Roller

Chelsea campeão da Liga: 'bullying' nas chuteiras do espetáculo

Chelsea sai da fila e levanta pela primeira vez a cobiçada Liga dos Campeões da Europa, o torneio interclubes mais badalado do planeta.

Nos pênaltis. E não poderia mesmo ser diferente, já que pouco fez em campo, a não ser montar um paredão com oito ou nove jogadores na defesa, como aconteceu contra o Barcelona nas semifinais, e seja o que Deus quiser.

Os adoradores das chuteiras pragmáticas certamente estão eufóricos. O importante é vencer, não importa como.

Tudo bem que o Bayern de Munique não foi nenhuma maravilha, achou que o doce de leite já estava no ponto aos 37min do segundo tempo, bobeou e tomou o empate.

Na prorrogação, perdeu um pênalti logo de cara, com o ‘herói inglês’ Robbin, e depois dançou na loteria final das cobranças.

Os Blues, com o brilhante Drogba na frente e o capacete de ouro Petr Cech sob o gol, fizeram a festa no Allianz Arena, a casa do chucrute.

Cada jogador do Chelsea deverá receber R$ 1 milhão de prêmio do ex-seminarista Roman Abramovich pelo triunfo do sensacional futebol de resultados, do saboroso grito ‘defense, defense, defense...’

O Chelsea venceu, o esporte perdeu. Espera-se apenas que o time inglês não continue servindo de 'bullying' para as chuteiras do espetáculo.                                                                
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Chimarrão e chucrute. O imortal Grêmio torceu barbaridades pela conquista do Chelsea. Explica-se: poderá contar com o Bayern de Munique na inauguração da Arena, em 8 de dezembro. Se os alemães devorassem os ingleses, o amistoso iria para o brejo porque seriam obrigados a disputar o Mundial de Clubes. Azar do Hamburgo, que figurava como regra três e perderá um bom cachê.

Sugismundo Freud. Pelo andar da carruagem, a roda é de pedra.

Túnel do tempo. O Brasil foi devidamente lembrado pela mídia espanhola após a vitória do Chelsea sobre o Bayern de Munique. O espanhol ‘As’ sapecou a manchete: ‘Maracanazo azul’. Um referência ao enxoval inglês e à perda da Copa de 50 da seleção brasileira para o Uruguai. Faz sentido.

Twitface. Santos, Fluminense, Corinthians e Vasco: quem tem mais condições de bater o Chelsea no Mundial da mamãe Fifa se conquistar a Libertadores?

Gilete press. Do técnico Di Matteo, ao canal alemão ‘SAT 1‘: “Foi um triunfo histórico. É a primeira vez que ganhamos a Liga dos Campeões. O Bayern jogou bem e teve mais chances. Mas quando se chega aos pênaltis, é uma loteria, e tivemos mais sorte." Matou a charada.

Tititi d’Aline. O Bayern repetiu o fiasco da Roma, que também perdeu o título em casa, em 1984. O Real Madrid (1957) e a Inter de Milão (1965) foram os únicos que deram a volta olímpica em casa.

Você sabia que... o Bayern de Munique havia vencido as quatro decisões que disputara nos pênaltis em competições europeias?

Bola de ouro. Roberto di Matteo. O italiano pegou uma tremenda batata quente, mas não se queimou. Ao contrário. Tratou de temperá-la, mesmo como cozinheiro interino, e serviu um jantar campeão aos torcedores do Chelsea.

Bola de latão. Robben. Mais uma vez, o holandês perdeu um pênalti e entregou a rapadura.

Bola de lixo. Cambistas. Venderam gato por lebre: ingresso da decisão da Liga feminina para o jogo dos marmanjos.

Bola sete. “Toda equipe tem o direito de jogar do jeito que pode e sabe. O que não se deve é enaltecer o futebol medíocre por causa de uma vitória” (do pequeno grande Tostão, na ‘Folha’, após o Chelsea eliminar o Barcelona nas semifinais da Champions – no alvo).

Dúvida pertinente. Chelsea e Corinthians, tudo a ver no pragmatismo?

VÍDEO: Saiba como e de onde são feitos os programas da ESPN em Munique

Veja a estrutura montada na cidade da decisão para as transmissões dos programas dos canais ESPN, com um estúdio perto do estádio que receberá Bayern Munique x Chelsea.



Terraço de prédio vizinho ao estádio recebe o estúdio dos canais ESPN

VÍDEO: Nos pênaltis, Chelsea vence Bayern, cala Munique e é campeão da Champions pela primeira vez

Uma aplicação tática impressionante, uma decepção enorme dos donos da casa e festa inglesa na Alemanha. O Chelsea surpreendeu o Bayern de Munique, venceu nos pênaltis por 4 a 3, após empate por 1 a 1, neste sábado, no estádio Allianz Arena, em Munique, e se tornou campeão da Champions League pela primeira vez na história.

Drogba, que já havia balançado a rede no tempo normal, converteu o pênalti decisivo e foi eleito o melhor jogador da final. Olic e Schweinsteiger perderam as cobranças para o Bayern - o atacante parou nas mãos de Cech, e o meia chutou na trave - enquanto Mata errou para o Chelsea. David Luiz, Lampard, Ashley Cole e Drogba acertaram para os ingleses, e Lahm, Gómez e Neuer fizeram para os alemães.

No tempo normal, apesar da pressão do Bayern do início ao fim, o sistema defensivo do Chelsea só foi superado aos 37 minutos do segundo tempo, com um gol de cabeça de Muller após cruzamento de Schweinsteiger. No entanto, Drogba empatou o confronto aos 42. Na prorrogação, nada de gols, e a decisão acabou mesmo nos pênaltis.



Clique no player para assistir aos gols da partida!
Com a mesma aplicação tática que surpreendeu e eliminou o favorito Barcelona nas semifinais, o Chelsea teve bom desempenho defensivo na decisão, levou o duelo para os pênaltis e calou Munique neste sábado.

Depois da frustração pela derrota na final de 2008 para o Manchester United nos pênaltis, o Chelsea conseguiu justamente da mesma forma a sua redenção. Com isso, o time dos experientes Drogba, Lampard, Terry e Cech atingiu o objetivo que perseguia desde que o bilionário russo Roman Abramovic comprou o clube.
Drogba festeja após o gol que levou a decisão para o tempo extra
Drogba festeja após o gol que levou a decisão para o tempo extra
Crédito da imagem: Reuters
O jogo
Os dois times tinham desfalques para a decisão, e o Bayern, que não contava Badstuber, Alaba e Luiz Gustavo suspensos, teve como principal novidade a entrada de Contento na lateral esquerda. No Chelsea, David Luiz voltou a jogar e foi titular após se recuperar de lesão. A surpresa foi a entrada do lateral Bertrand, que atuou improvisado no meio-campo. As ausências foram Ramires, Terry e Ivanovic, todos suspensos.

Desde antes do apito inicial, o barulho da torcida do Bayern era mais forte do que a do Chelsea. Aliás, o comportamento dos torcedores nas arquibancadas era bem parecido com o dos times dentro de campo. Enquanto os alemães pressionavam e cantavam mais alto, os ingleses tentavam respostas nos contra-ataques e em gritos esporádicos. Apesar de jogar em casa, o time da casa não tinha uma maioria esmagadora de torcedores no estádio, já que a Uefa divide os ingressos para as duas equipes de forma igual.

Os alemães tiveram o domínio da partida desde o início e criaram as principais chances, mas acabaram falahando nas finalizações. Na primeira delas, Robben exigiu grande defesa de Cech e pouco depois Muller errou o chute. Mas a portunidade mais clara do primeiro tempo, aos 42 minutos, foi desperdiçada por Mario Gómez, que chutou torto após fazer boa jogada. 
Peter Cech pega pênalti cobrado por Robben na prorrogação
Peter Cech pega pênalti cobrado por Robben na prorrogação
Crédito da imagem: Reuters
Com uma postura defensiva, o Chelsea só acertou o gol em um chute de Kalou, que foi tranquilamente defendido pelo goleiro Neuer. Mesmo sem a equipe conseguir oferecer perigo ao adversário, os torcedores ingleses tentavam abafar os gritos dos alemães as arquibancadas. No banco, o técnico Roberto Di Matteo se mostrava mais agitado do que Jupp Heyckes, tentando corrigir o posicionamento do time para fechar todos os espaços.

Na segunda etapa, o panorama do duelo continuou o mesmo. O Bayern cada vez mais aumentando a pressão, enquanto o Chelsea se defendia e tentava os contra-ataques. Ribéry chegou a balançar a rede para o time alemão após chute de Robben, mas a arbitragem anulou apontando impedimento do francês.

Apesar da enorme vantagem de posse de bola e de ficarem no campo de ataque durante quase todo o tempo, os donos da casa tinham dificuldades para encontrar espaços no sólido sistema defensivo dos visitantes.

Mas a insistência deu certo aos 37 minutos, quando Thomas Muller marcou de cabeça após cruzamento de Schweinsteiger, para delírio dos torcedores. 
Thomas Muller comemora o gol do Bayern, que abriu o placar em Munique
Thomas Muller comemora o gol do Bayern, que abriu o placar em Munique
Crédito da imagem: Reuters
O título estava perto e a festa parecia pronta, mas Drogba provou a sua qualidade mais uma vez. Aos 42 mintuos, o atacante marfinense aproveitou cobrança de escanteio de Mata e cabeceou para fazer o gol e empatar a partida, levando a final para a prorrogação.

O tempo extra começou com a mesma emoção que terminou os 90 minutos. Logo no inicio, Drogba cometeu pênalti em Ribéry. Porém, aos 4 minutos, o goleiro Cech defendeu a cobrança de Robben.

O Bayern manteve o domínio da posse de bola, mas criou poucas chances, e a Champions League 2011/2012 acabou mesmo sendo decidida nos pênaltis. FICHA TÉCNICA:
BAYERN DE MUNIQUE 1 x 1 CHELSEA (3x4 nos pênaltis)

Local: Allianz Arena, em Munique (ALE)
Data: 19 de maio de 2012
Horário: 15h45
Árbitro: Pedro Proença (POR)
Assistentes: Bertino Miranda e Ricardo Santos (ambos POR)
Cartões amarelos: Schweinsteiger (Bayern); Ashley Cole, David Luiz, Drogba e Fernando Torres (Chelsea)
Gols: Thomas Muller, aos 39 minutos e Didier Drogba, aos 43 do segundo tempo
Nos pênaltis: David Luiz, Lampard, Cole e Drogba (Chelsea); Lahm, Gómez e Neuer (Bayern)

BAYERN DE MUNIQUE: Neuer; Lahm, Boateng, Tymoshchuk e Contento; Schweinteiger, Kroos; Robben, Muller (Van Buyten) e Ribéry (Olic); Gómez
Técnico: Juup Heynckes

CHELSEA: Cech; Bosingwa, Cahill, David Luiz e Ashley Cole; Mikel, Lampard, Bertrand (Malouda); Mata, Drogba e Kalou (Torres)
Técnico: Roberto di Matteo

sábado, 19 de maio de 2012

Brasileirão Série A


18h30 Palmeiras 1x1 Portuguesa
18h30 Sport 1x1 Flamengo
21h00 Figueirense 2x1 Náutico

Brasilerão Série B


16h20 América-RN 5x2 Goiás
16h20 Paraná Clube 1x1 Guarani
16h20 Boa 2x2 Avaí
16h20 Barueri 0x1 Vitória
16h20 Joinville 1x4 Atlético-PR
16h20 Criciúma 4x1 Guaratinguetá
21h00 São Caetano 0x1 ASA

Liga dos Campeões

15h45 (3)Bayern de Munique 1x1 Chelsea(4)

Argentino - Clausura


14h00 Banfield 0x3 Estudiantes
16h10 All Boys 1x0 San Martín
20h20 Union de santa  fé 1x0 San Lorenzo

Hermanos colocam Santos e Fluminense para dançar o tango

Não tem choro nem vela. O samba dançou em Buenos Aires. Quem deu as cartas no salão do mata-mata da Libertadores foi o tango.

Vélez Sarsfield e Boca Juniors saíram na frente contra Santos e Fluminense, respectivamente, no primeiro tiroteio das quartas de final.

Com Neymar em noite de peladeiro, o time paulista decepcionou no estádio José Amalfitani. Limitou-se a medíocres cinco chutes a gol contra o Velez e, pela primeira vez desde a hecatombe contra o Barcelona, passou em branco.

Se houvesse um tiquinho de justiça no mundo encantado das chuteiras, o Peixe certamente voltaria para o aquário com dois anzóis na boca.

No alçapão de La Bombonera, o Fluminense sucumbiu diante do Boca, um ‘bicho-papão’ que vai ganhando corpo, ainda mais quando conta com o apoio do apito amigo.

Sem as estrelas Deco e Fred ‘Slater’, lesionados, e com um jogador a menos desde os 33min de jogo (Carlinhos foi expulso), o time carioca só não está na UTI por causa do goleiro Diego Cavalieri. Ele pegou até pensamento.

Agora, Tricolor e Santos terão de ganhar por dois gols de vantagem para avançar, ou por 1 a 0, levando a decisão para a loteria dos pênaltis. Já os argentinos jogarão pelo empate, ou derrota por um gol de diferença, desde que façam um.

Pela Copa do Brasil, o Grêmio aproveitou a ressaca do Bahêa, venceu por 2 a 1, de virada, e manteve os 100% no torneio. Só perderá a vaga na semi se tomar um porre de chimarrão com etanol.
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A vida é bela. Nada contra, ao contrário. Mas não deixa de ser quiçá interessante e, porque não dizer, extremamente educativa. O novo rei da cocada queimada, o arroz de festa José Maria Marin, deu a si mesmo um reajuste salarial, passando de R$ 90 mil para R$ 160 mil na folha de pagamentos do Circo Brasileiro de Futebol – os funcionários ganham em média R$ 70 mil. Já o novo presidente da França, François Hollande, reduziu em 30% seu ganha pão, passando a receber 13 mil euros (R$ 32.500). Sua equipe de trabalho também sofreu um arrocho no holerite, terá de rejeitar presentes com valor superior a 150 euros (R$ 375) e vai andar de trem em viagens inferiores a três horas.

Sugismundo Freud. Não há saída: é necessário aprender a aprender.

Zapping. Placar do ibope da bola: Vasco/Corinthians 28 x 8 São Paulo/Goiás. O primeiro duelo entre cariocas e paulistas, pelas quartas de final da Libertadores, rendeu à plim-plim a segunda maior audiência desta temporada na grande Pauliceia desvairada e largada. Perdeu apenas para os 29 pontos de Corinthians x Emelec, uma semana atrás. Ano passado, o embate Santos x Once Caldas, também pelas quartas do torneio continental, amealhou 22 pontos na primeira troca de tiros e 26 na segunda partida. Na Band, a vitória do Tricolor cravou um ponto a mais que Palmeiras x Paraná, pelas oitavas.

Twitface. Aos olhos de lince da mídia caolha: o tira-teima da plim-plim não é manipulado por nenhum gavião.

Rei da graviola. O cartaz de Deivid no ninho do urubu lembra o sucesso de bilheteria do filme ‘... E o Vento Levou’. O atacante é tão imprescindível, mas tão importante que, se aparecer alguém no pedaço interessado em levá-lo, o Flamengo não vai fazer a mínima força para segurá-lo. O problema será convencê-lo a deixar a Gávea, já que o clube lhe deve uma boa grana, algo em torno de R$ 6 milhões. O acerto de contas já estaria na Justiça.

Dois toques. Levantamento do Circo Brasileiro de Futebol apontou 700 estádios espalhados pelo país, a maioria com capacidade para cinco mil torcedores.

Mega-Sena. O Fluminense festeja o ótimo prêmio que receberá da bondosa federação pela conquista do Carioquinha: R$ 700 mil. Grana mais que suficiente para sanar as dívidas com... a padaria mais próxima das Laranjeiras. O tricampeão Santos embolsará quase quatro vezes mais pelo Paulistinha, o que também não é lá essas coisas, pelo faturamento que proporciona à FPF.

Tiro curto. Na surdina, Grêmio tenta tirar Diego Souza do Vasco.

No bico da chuteira. O Corinthians, com 15,6% dos votos, lidera a lista de favoritos ao título do Brasileirão deste ano, de acordo com pesquisa do ‘Globo.com’ entre os jogadores. Depois, vêm Santos (14,6%), São Paulo (10,1%), Saci colorado (9,4%) e Fluminense (7,3%). Participaram 334 atletas de 23 times. Entre os artistas que defendem clubes paulistas, o ‘bando de loucos’ obteve 73 votos, 12 a mais que o Santos. O soberano São Paulo ganhou 48. Não há dúvida: o futebol é uma caixinha de surpresas.

Gilete press. De Marcelo Damato, no ‘Lance’: “A Globo não pretende exibir o Santos sem Neymar e Ganso. A emissora escolheu os jogos do Santos sempre fora do período de convocação para a seleção. Durante as Olimpíadas, nenhum jogo do campeão paulista será exibido. A emissora avalia que o atacante atrai mais público que o clube.” Futebol do Santos aqui você só vê com Neymar.

Tititi d’Aline. O Galinho anda todo prosa: ‘Zico, uma lição de vida’, de Marcus Vinicius Bucar Nunes, ganhou edição em inglês e será lançado na Feira do Livro de Nova York, em 8 de junho.

Você sabia que... o ‘professor’ Levir Culpi pediu apenas R$ 600 mil por mês para trabalhar na Raposa?

Bola de ouro. Ruben Magnano. O argentino deu um bico no ‘ame-o ou deixe-o’ e garantiu mais uma chance a Nenê e Leandrinho na cesta da seleção.

Bola de latão. Michael Schumacher. Pesquisa entre alemães (55,4%) mostra que o heptacampeão mundial queima óleo e deve deixar o circo.

Bola de lixo. ‘Professores’ sergipanos. Celso Teixeira (Itabaiana) e Gilberto Pereira (Confiança) trocaram carícias após expulsão no primeiro jogo da final do estadual. Desta vez, os jogadores formaram a turma do deixa disso.

Bola sete. “Bandeirinha que anulou o gol do Vasco é convocado para CPI. Em manobra política arrojada, os vascaínos Sérgio Cabral e Eduardo Paes conseguiram aprovar a convocação de Alessandro Rocha Matos” (do impagável ‘Piauí Herald’ – desce o pano!).

Dúvida pertinente. É tira-teima ou bota-teima?

Euro 2012: Grécia mantém estilo, mas não crê em novo milagre

Em 2004, a Grécia estreou contra os donos da casa no caminho para uma das conquistas mais inesperadas da história do esporte. Apesar da coincidência em 2012 - o primeiro jogo do grupo A será contra os poloneses -, é difícil acreditar que seja possível repetir a façanha de oito anos atrás.

Renovar a seleção não tem sido tarefa simples para o técnico Fernando Santos, que substituiu Otto Rehhagel após a Copa do Mundo de 2010. Veteranos como Katsouranis, Karagounis e Liberopoulos continuam por lá, e por pouco não sobrou até um lugar para Charisteas, o herói de Lisboa, que chegou a ser chamado pelo treinador português, mas não apareceu na lista prévia de 25 nomes.

A maneira de atuar não mudou muito desde a saída de Rehhagel. A Grécia segue sendo uma seleção baseada em um forte esquema defensivo. Classificou-se invicta nas eliminatórias, à frente de Croácia e Israel, e sofreu apenas cinco gols em 10 partidas. Mais do que filosofia, a retranca é uma necessidade para uma seleção que sofre para produzir ofensivamente.

Os 14 gols marcados no qualificatório representam o pior número entre as seleções classificadas. No 4-3-3, Gekas atua como referência na área, mas já não tem o desempenho de outros tempos - como quando foi artilheiro das eliminatórias europeias do Mundial de 2010. Samaras, que atua pelos lados, não é exatamente um goleador: marcou apenas sete vezes em 52 jogos pela seleção nacional.

A defesa, em contrapartida, oferece boas alternativas. Avraam Papadopoulos, do Olympiacos, é nome certo na zaga, após ser eleito o jogador do ano no futebol grego. A princípio, ele formaria dupla com Sokratis Papastathopoulos, do Werder Bremen, mas a ascensão do jovem Kyriakos Papadopoulos, do Schalke 04, deve deixar dúvidas para Santos.

Os laterais Torosidis e Holebas também são confiáveis, e ainda respondem por boa parte da produção ofensiva da equipe, com liberdade para apoiar, como fazem no Olympiacos. Holebas fez carreira no futebol da Alemanha, onde nasceu, mas se qualifica para defender a Grécia por causa do pai grego (a mãe é uruguaia). Ele também pode atuar na meia ou na ponta-esquerda, se necessário.

Fique de olho - Sotiris Ninis é considerado uma das maiores joias do futebol grego. Aos 22 anos, o meia-direita do Panathinaikos já é um jogador experiente, tendo estreado pelo clube aos 17 anos e pela seleção aos 18 - marcando em um amistoso contra o Chipre.

Em 2010, o baixinho integrou o elenco na Copa do Mundo, mas Rehhagel não parecia plenamente convencido, sobretudo por uma certa displicência sem a bola. Foi reserva e entrou duas vezes no segundo tempo. Desde então, mostrou grande amadurecimento.

Santos transformou Ninis em uma de suas peças fundamentais, mas por pouco as expectativas não foram frustradas por uma grave lesão no joelho sofrida em setembro. Ele retornou a tempo de terminar a temporada e confirmar seu lugar entre os convocados.

Armador com boa visão de jogo, Ninis também é conhecido por seu talento para chutes de fora da área, qualidade fundamental para uma equipe que não tem atacantes em grande momento.

O comandante - Substituir o homem que alcançou um feito praticamente inigualável não era tarefa simples para Fernando Santos, mas o português não caiu de paraquedas na função.

O treinador de 57 anos tem vasta experiência no futebol grego, tendo dirigido alguns dos principais times do país, como AEK, Panathinaikos e PAOK. Está, portanto, plenamente adaptado ao estilo de vida e à cultura do país, e é sempre visto nos estádios observando os atletas. Sob seu comando, a seleção só perdeu uma vez, em um amistoso contra a Romênia no ano passado.

Sem medo de fazer experiências, Santos convocou 55 jogadores desde que assumiu, 18 deles pela primeira vez. A capacidade de exercer o trabalho tático vem em primeiro lugar na avaliação do técnico. "Se tivéssemos um Messi na Grécia, talvez fosse diferente", alega o técnico, que já dirigiu os três principais times de seu país.

Os pré-convocados (dois serão cortados):
Goleiros: Kostas Chalkias (PAOK), Michalis Sifakis (Aris), Alexis Tzorvas (Palermo/ITA);

Defensores: Avraam Papadopoulos (Olympiacos), Sokratis Papastathopoulos (Werder Bremen/ALE), Vassilis Torosidis (Olympiacos), José Holebas (Olympiacos), Stelios Malezas (PAOK), Yiannis Maniatis (Olympiacos), Giorgos Tzavellas (Monaco/FRA), Kyriakos Papadopoulos (Schalke 04/ALE);

Meio-campistas: Yiannis Fetfatzidis (Olympiacos), Grigoris Makos (AEK), Costas Katsouranis (Panathinaikos), Giorgos Fotakis (PAOK), Costas Fortounis (Kaiserslautern/ALE), Giorgos Karagounis (Panathinaikos), Alexandros Tziolis (Monaco/FRA), Sotiris Ninis (Panathinaikos), Panayiotis Kone (Bologna/ITA);

Atacantes: Georgios Samaras (Celtic/ESC), Dimitris Salpingidis (PAOK), Costas Mitroglou (Olympiacos), Nikos Liberopoulos (AEK), Fanis Gekas (Samsunspor/TUR).

Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.

Neymar apanhou feito gente grande - e foi bom pra ele...

Tava na cara... Depois de algumas molezas pelo Paulistinha (e uma vitoria um tanto quanto ilusória sobre o Sao Paulo...), o Santos tinha tudo para se dar mal no seu primeiro jogo graúdo do ano - contra o Velez, num mata-mata de Libertadores, na Argentina.

O time de Muricy foi de novo levado às nuvens nos últimos dias. Neymar então... Por seus próprios méritos, passou a ser comparado de novo com Messi, terminou o Estadual tricampeão e artilheiro, etc. Voltou a dura realidade do futebol em Buenos Aires - a derrota de 1 x 0 pode significar o fim do sonho do bicampeonato sul-americano para o Santos.

E a volta do Santos à realidade pode ser simbolizada pela volta de Neymar à realidade. A blindagem ao grande talento do futebol nacional, estimulada pela diretoria e comissão técnica do Santos e encampada pela midia, no fim das contas joga contra o camisa 11 do Santos.

A forma pela qual Neymar passou a ser tratado pelos árbitros brasileiros é fictícia e prejudicial. No Brasil, e sobretudo em São Paulo, é proibido encostar en Neymar. Chegou junto, amarelo ou vermelho. Fora os cartões pelo tal rodízio de faltas... Na Libertadores e em qualquer lugar do mundo, fora o Brasil, não tem nada disso.

Não existe blindagem. Neymar sentiu isso em Buenos Aires, numa partida apitada pelo principal árbitro sul-americano da atualidade, o gorducho paraguaio Carlos Amarilla - por sinal casado com uma brasileira... Neymar apanhou feito gente grande. Ou melhor...Neymar foi marcado por gente grande. Com virilidade, dureza, rudeza...

E foi bom para ele. Foi bom para o Santos. Talvez custe a classificação nesta Libertadores. Mas servirá de aprendizado para o futuro - para o time e para o craque.

Neymar, e aí sim a comparação com Messi me parece válida, precisa de vez aprender a ficar de pé, não simular faltas, assimilar as pancadas de jogo, que acontecem e são inerentes a um jogo de contato como o futebol.

O amadurecimento dele como jogador passa por isso. A campanha "Proteja Neymar" bem que poderia mudar de slogan para: "Ajudem Neymar a crescer

VÍDEO: Animais invadindo gramados, arenas em transformação e melhores "Facial Dunks" são destaques do Antunadas

A 22ª edição do Antunadas, programa exclusivo do ESPN.com.br que é produzido apenas por você, fã do esporte, já está no ar! Confira as mais marcantes invasões de animais nos gramados dos esportes americanos, as maiores "Face Dunks" da NBA, e como acontece a transformação de uma arena de um esporte para outro!

Clique no vídeo abaixo, divirta-se e não esqueça de deixar a sua pergunta ou comentário!


Assista ao programa e deixe sua pergunta para a próxima edição!

O dia mais feliz da vida de Arjen Robben, na visão de seu colega de Bayern

Fábio Bolla foi repórter do LANCE! e hoje é assessor de imprensa do volante Luiz Gustavo, do Bayern. Passou o último mês em Munique, acompanhando seu cliente. Na quinta-feira, presenciou o dia de melhor ambiente no clube bávaro em todo esse período.

Um dos motivos dessa alegria foi a camisa enviada a Robben por Romário, seu ídolo de infância.
A matéria produzida pelo repórter André Plihal começou com a equipe dos canais ESPN em São Paulo, ouvindo Romário sobre o fato de Arjen Robben o ter como ídolo desde a infância.

Romário gravou o depoimento e o DVD seguiu, junto com uma camisa da seleção brasileira autografada por Romário, com uma mensagem em holandês. Robben sorriu. (AINDA NÃO ASSISTIU À REPORTAGEM? CLIQUE AQUI).
Eis a primeira novidade.

Luiz Gustavo diz não ter visto o craque holandês tão feliz em todo o seu período de convivência.
"Si, estoy muy contento", disse Robben, lembrando a primeira partida de futebol a que foi assistir no estádio. Dia 9 de junho de 1991, penúltima rodada do Campeonato Holandês vencido pelo PSV de Romário, vitória do Groningen, terceiro colocado, por 4 x 1. Robben nasceu em Bedum, cidade da região metropolitana de Groningen, mas torcia pelo PSV.

Como todos os amantes da equipe de Eindhoven, amava Romário.

Fábio Bolla contou que, antes de ver a matéria, o grupo de jogadores saiu do vestiário após uma longa reunião com a comissão técnica brincando e rindo como não se viu no último mês em Munique.
A felicidade pode ajudar na decisão contra o Chelsea? Talvez.
Pelos depoimentos de Luiz Gustavo e Fábio Bolla, a vida de Arjen Robben é que passou por uma transformação desde o presente enviado por Romário, na quinta-feira.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Barasilerão Série B


21h00 Ceará 1x2 América-MG
21h00 CRB 0x2 Bragantino
21h00 Ipatinga-MG 1x1 ABC

Argentino - Clausura


17h10 Godoy Cruz 1x1 Argentinos Juniors
19h15 Tigre 3x1Newells Old Boys

Em duelo de musas, Sharapova elimina Ivanovic

               
Divulgação
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Sharapova já havia batido Ivanovic neste ano

Roma (Itália) - Assim como já aconteceu em Indian Wells, neste ano, e em mais três oportunidades, a russa Maria Sharapova levou a melhor sobre a sérvia Ana Ivanovic no duelo que valia um lugar nas quartas de final do Premier de Roma. Nesta quinta-feira, a musa siberiana foi mais consistente e abocanhou a vitória em sets diretos, com parciais de 7/6 (7-4) e 6/3, depois de 1h47 de jogo.
Na próxima fase, Sharapova vai medir forças com a norte-americana Venus Williams, responsável por surpreender a australiana Samantha Stosur, cabeça de chave número 5. O retrospecto aponta bastante equilíbrio entre a russa e a mais velha das irmãs Williams, com três vitórias para cada lado.
Embora definido em sets diretos, o duelo com Ivanovic foi bastante equilibrado, principalmente na parcial inicial, quando a russa precisou salvar seis set-points antes de conseguir fechar no tiebreak. Sem deixar que a desvantagem no placar a abalasse, a sérvia começou com quebra no segundo set, mas não a manteve por muito tempo e viu Sharapova devolver logo em seguida.
As duas ainda trocaram quebras por mais uma vez até que Sharapova enfim decidiu manter os saques e pariu para a vitória. Depois de ver o placar igual em 3/3, a número 2 do mundo venceu três games seguidos, concretizando um break-point neste período, para assim carimbar sua vaga nas quartas no Foro Itálico.
O braço mais calibrado ajudou Sharapova e vencer o duelo de musas com a sérvia. Ela anotou dois erros não forçados a menos do que Ivanovic, que somou 32, e obteve uma marca bem superior em bolas vencedoras (30 a 19). A russa ainda conseguiu quatro aces, contra um da rival, mas por outro lado teve mais duplas faltas (8 a 4).

Federer vence Ferrero e vai às quartas de final em Roma

Embalado pela conquista do título em Madri no último domingo e pela consequente ascensão ao segundo lugar no ranking, o tenista suíço Roger Federer garantiu nesta quinta-feira a sua presença nas quartas de final do Masters 1000 de Roma, torneio italiano que é disputado em quadras de saibro.

Nesta quinta-feira, Federer chegou a levar um susto do espanhol Juan Carlos Ferrero no segundo set, mas acabou fechando a vitória em 2 a 1, com parciais de 6/2, 5/7 e 6/1, em 1 hora e 47 minutos. Assim, o suíço passou a ter 10 vitórias em 13 jogos contra o rival que está em 47º lugar no ranking.

Agora, Federer volta a jogar já nesta sexta-feira, quando encara o italiano Andreas Seppi nas quartas de final. Empurrado pela torcida local, o tenista da Itália passou nesta quinta pelo também suíço Stanislas Wawrinka e, ocupando atualmente o 30º lugar do ranking, vai encarar o número 2 do mundo.

Antes de Federer, o sérvio Novak Djokovic e o espanhol Rafael Nadal já tinham confirmado o favoritismo nesta quinta-feira e também avançaram para as quartas de final do torneio. Em compensação, o escocês Andy Murray, número 4 do mundo, não teve a mesma sorte e foi eliminado pelo francês Richard Gasquet.

Com isso, já estão definidos todos os confrontos das quartas de final em Roma. Djokovic vai jogar contra o francês Jo-Wilfried Tsonga, Nadal irá enfrentar o tcheco Tomas Berdych e Gasquet fará duelo com o espanhol David Ferrer. As quatro partidas estão previstas para acontecer nesta sexta-feira.

Em busca de ritmo, Bellucci resolve jogar em Nice

Em busca de ritmo de jogo antes de Roland Garros, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci decidiu disputar o Torneio de Nice, que acontece na próxima semana, na França. Mas, como não estava previamente inscrito na competição, ele terá que disputar o qualifying a partir deste sábado.

Por conta de uma lesão no abdômen, Bellucci não pôde disputar os torneios de Barcelona e de Munique, no final de abril. Depois disso, ele esteve em quadra no Masters de Madri e de Roma, mas perdeu em ambos na estreia. Assim, resolveu jogar em Nice para se preparar para Roland Garros.

"Mão iria jogar Nice, não havíamos incluído esse torneio no meu calendário, mas eu e o Orsanic (o técnico Daniel Orsanic) conversamos e chegamos a conclusão que o melhor a fazer agora é jogar aqui, para ganhar ritmo de jogo e estar bem mais preparado para Roland Garros", explicou Bellucci.

"As coisas acabaram não acontecendo do jeito que imaginávamos. Não contava ficar sem jogar Barcelona e Munique por causa da lesão. São coisas inesperadas que acontecem e agora tenho que correr atrás, pois quero ir bem em Roland Garros. Vai ser bom jogar Nice", completou o brasileiro.

Atualmente em 67º lugar no ranking mundial, Bellucci depende de um bom resultado em Roland Garros para conseguir entrar na chave da Olimpíada de Londres, marcada para começar no dia 27 de julho. O torneio do Grand Slam em Paris, na França, tem início programado para 27 de maio.

Dixon é o mais rápido em Indianápolis; Barrichello iguala melhor tempo e fica em 20º

Em mais um dia de treinos livres para a prova mais famosa do automobilismo mundial, as 500 Milhas de Indianápolis, o neozelandês Scott Dixon, da Chip Ganassi, fechou a sessão em primeiro seguido de Josef Newgarden, da Fisher Hartman.

Entre os brasileiros, o melhor foi o tricampeão das 500 MIlhas de Indianápolis, Hélio Castroneves, da Penske, com o 14º tempo. Tony Kanaan, da KV Racing, ficou em 16º, três posições à frente de Bia Figueiredo, da Andretti. Já Rubens Barrichello repetiu sua melhor colocação nos treinos e ficou em 20º.

Filho do ex-piloto Bobby Rahal, Graham ficou em terceiro na classificação desta quinta-feira, logo à frente do australiano Will Power, líder do campeonato e que corre pela equipe Penske. Justin Wilson completou as cinco primeira posições da sessão.

Veja abaixo a classificação completa do treino desta quinta-feira:
1º. Scott Dixon (NZL/Chip Ganassi-Honda), 40s3428 ( 88 voltas )
2º. Josef Newgarden (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0a0687 ( 40 )
3º. Graham Rahal (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s1837 ( 51 )
4º. Will Power (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s2101 ( 70 )
5º. Justin Wilson (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s2499 ( 48 )
6º. Ryan Briscoe (AUS/Penske-Chevrolet), a 0s2874 ( 68 )
7º. Wade Cunningham (NZL/A. J. Foyt-Honda), a 0s2985 ( 9 )
8º. Dario Franchitti (ESC/Chip Ganassi-Honda), a 0s3178 ( 82 )
9º. Charlie Kimball (EUA/Chip Ganassi-Honda), a 0s3221 ( 62 )
10º. J. R. Hildebrand (EUA/Panther-Chevrolet), a 0s3772 ( 30 )
11º. Mike Conway (ING/A. J. Foyt-Honda), a 0s3997 ( 27 )
12º. Alex Tagliani (CAN/BHA-Honda), a 0s4375 ( 77 )
13º. Oriol Servià (ESP/DRR Panther-Chevrolet), a 0s4471 ( 64 )
14º. Hélio Castroneves (BRA/Penske-Chevrolet), a 0s4554 ( 62 )15º. Bryan Clauson (EUA/Fisher Hartman-Honda), a 0s4756 ( 46 )
16º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 0s5353 ( 48 )17º. Takuma Sato (JAP/Rahal Letterman-Honda), a 0s5849 ( 47 )
18º. James Jakes (ING/Dale Coyne-Honda), a 0s5986 ( 42 )
19º. Bia Figueiredo (BRA/Andretti-Chevrolet), a 0s6400 ( 14 )
20º. Rubens Barrichello (BRA/KV-Chevrolet), a 0s6721 ( 54 )
21º. Michel Jourdain Jr. (MEX/Rahal Letterman-Honda), a 0s7245 ( 92 )
22º. Ed Carpenter (EUA/Carpenter-Chevrolet), a 0s7353 ( 64 )
23º. Ernesto Viso (VEN/KV-Chevrolet), a 0s8378 ( 67 )
24º. Townsend Bell (EUA/Sam Schmidt-Honda), a 0s7418 ( 30 )
25º. Sébastien Bourdais (FRA/Dragon-Chevrolet), a 1s5733 ( 21 )
26º. Tony Kanaan (BRA/KV-Chevrolet), a 1s6306 ( 4 )
27º. Jean Alesi (FRA/Fan Force-Lotus), a 3s0330 ( 67 )
28º. Simona de Silvestro (SUI/HVM-Lotus), a 3s4124 ( 15 )
29º. Ryan Hunter-Reay (EUA/Andretti-Chevrolet), a 21s1384 ( 2 )
30º. James Hinchcliffe (CAN/Andretti-Chevrolet), sem tempo ( 0 )

Euro 2012: Polônia aposta nos campeões alemães

Co-anfitriã da Euro 2012, a Polônia é a pior entre as seleções participantes segundo o ranking da Fifa. No entanto, o fato de jogar em casa e ter um grupo que poderia ser bem mais complicado são razões para acreditar em uma campanha positiva no torneio - entenda-se a classificação para as quartas-de-final.

Ao contrário dos anos 70 e 80, quando era presença frequente em Copas do Mundo (terceira colocada em 1974 e 1982) e contava com talentos do calibre de Lato e Boniek, hoje a Polônia não conta com muitos jogadores em cenários importantes. Há exceções, como o goleiro Szczesny, do Arsenal, e o trio de campeões alemães pelo Borussia Dortmund.

O lateral-direito Lukasz Piszczek, o meia Jakub "Kuba" Blaszczykowski e o atacante Robert Lewandowski formarão a espinha dorsal da equipe, que tem Rússia, Grécia e República Tcheca como adversárias.

Eliminada na primeira fase em 2008, a Polônia sabe que o apoio do torcedor será crucial para as chances de classificação à segunda fase - algo que o país não consegue em um torneio desde a Copa do Mundo de 1986. A dificuldade em selecionar jogadores levou o técnico Franciszek Smuda a procurar jogadores de origem polonesa nascidos ou criados em outros países.

São os casos, por exemplo, do zagueiro Perquis, do Sochaux, e o meia Obraniak, do Bordeaux, nascidos na França, e dos meio-campistas Matuszczyk, do Fortuna Dusseldorf, e Polanski, do Mainz, ambos poloneses de nascimento, mas formados no futebol alemão.

Entre os 26 jogadores pré-convocados, o único que ainda não fez sua estreia na seleção é o jovem meia Rafal Wolski, do Legia Varsóvia. Somente dois nomes na lista (Wasilewski e Murawski) têm 30 anos ou mais, mas nenhum deles alcança o número de jogos pela seleção de Dudka, volante do Auxerre. Dudka, que também pode ser zagueiro ou lateral, acumula 61 jogos pela Polônia e carrega a experiência de quem disputou a Copa do Mundo de 2006 e a Euro 2008.

Fique de olho - Robert Lewandowski, 23 anos, tornou-se um dos atacantes mais valorizados da Europa com sua campanha pelo Borussia Dortmund, vencedor da Bundesliga e da Copa da Alemanha. O ex-jogador do Lech Poznan marcou 30 gols na temporada, sendo 22 no campeonato nacional (nenhum de pênalti), e tornou-se também esperança para a seleção.

Em seu último ato pelo Dortmund na temporada, Lewandowski fez um hat-trick (três gols) na goleada de 5 a 2 sobre o Bayern de Munique, na final da Copa da Alemanha. Avaliado em pelo menos 15 milhões de euros, ele revelou que gostaria de jogar no futebol inglês ou espanhol no futuro.

O atacante vem de uma família muito ligada ao esporte: o pai foi lutador de judô e a mãe jogadora de voleibol. Sua noiva, Anna Stachurska, é lutadora de caratê.

O comandante - O ex-jogador Franciszek Smuda, que completará 64 anos durante o torneio, é conhecido como um técnico disciplinador e assumiu o cargo em 2009, depois de a Polônia perder a classificação para a Copa do Mundo da África do Sul.

Smuda é lembrado por seu grande trabalho à frente do Widzew Lodz nos anos 90, quando foi duas vezes campeão nacional e levou o time às quartas-de-final da Champions League em 1996, na última grande participação de um time polonês no torneio.

O treinador adotou uma linha de tolerância zero com casos de bebedeira, o que custou o lugar de alguns jogadores no grupo. Foi o caso de Slawomir Peszko, meio-campista do Colônia, expulso da seleção.

Criado no sul da Polônia, região de fortes laços culturais com a Alemanha, Smuda teve suas primeiras experiências como técnico no país vizinho, dirigindo times de divisões inferiores, e talvez por isso adote um estilo germânico em seu trabalho.

Os pré-convocados (três serão cortados):

Goleiros: Lukasz Fabianski (Arsenal/ING), Wojciech Szczesny (Arsenal/ING), Przemyslaw Tyton (PSV Eindhoven/HOL);

Defensores: Sebastian Boenisch (Werder Bremen/ALE), Kamil Glik (Torino/ITA), Marcin Kaminski (Lech Poznan), Tomasz Jodlowiec (Polonia Varsóvia), Damien Perquis (Sochaux/FRA), Lukasz Piszczek (Borussia Dortmund/ALE), Marcin Wasilewski (Anderlecht/BEL), Jakub Wawrzyniak (Legia Varsóvia), Grzegorz Wojtkowiak (Lech Poznan);

Meio-campistas: Jakub "Kuba" Blaszczykowski (Borussia Dortmund/ALE), Dariusz Dudka (Auxerre/FRA), Kamil Grosicki (Sivasspor/TUR), Adam Matuszczyk (Fortuna Düsseldorf/ALE), Adrian Mierzejewski (Trabzonspor/TUR), Rafal Murawski (Lech Poznan), Ludovic Obraniak (Bordeaux/FRA), Eugen Polanski (Mainz/ALE), Maciej Rybus (Terek Grozny/RUS), Rafal Wolski (Legia Varsóvia);

Atacantes: Pawel Brozek (Celtic/ESC), Michal Kucharczyk (Legia Varsóvia), Robert Lewandowski (Borussia Dortmund/ALE), Artur Sobiech (Hannover 96/ALE).

Ouça as partidas da Eurocopa a partir do dia 8 de junho pela Rádio Estadão/ESPN, e acompanhe diariamente o Fora de Jogo especial na ESPN e ESPN HD.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Copa do Brasil

21h00 Bahia 1x2 Grêmio

Libertadores


19h45 Boca Juniors 1x0 Fluminense
22h00 Vélez Sarsfield 1x0 Santos

WCT Rio - John John dominou na Barra

Em seu ano de estréia no WCT John John Florence deixou claro: Não tem medo de ninguém.


VIDEO: A final do WCT RIO e a vitória de John Florence

Chave da cidade. Não exatamente isso, mas  John Florence levou o troféu do Rio para casaFoto: Aleko Stergiou/ESPN
A maratona de bateria, que teve início nas esquerdas do Arpoador chegou ao seu auge nas ondas do Postinho, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro foi a terceira etapa do ASP World Tour 2012, o Billabong Rio Pro.
Ao vencer pela primeira vez uma etapa na elite o havaiano Jonh Jonh Florence foi catapultado à 5ª colocação no ranking que tem agora Joel Parkinson como líder.
Foi justamente Joel, tetra vice campeão mundial, que sucumbiu diante do surf eficiente do havaiano de 19 anos. Florence veio demolindo baterias com sua técnica apurada nos tubos e aéreos diversificados.
Hoje ele passou por Julian Wilson, Josh Kerr e Parko. “Esse é o melhor sentimento do mundo. Tive aquela bateria ruim no Arpoador e alguns dias sem competição, daí, tive tempo de ficar pensando sobre isso. Nem posso acreditar. Estou em choque. Eu simplesmente mantive meu plano, sem pensar nos outros caras. Estou muito feliz”, declarou o campeão.
John John venceu sua primeira etapa de WCT, mas muita gente já esperava por isso. Aos 12 anos ele já era capa da famosa revista americana Surfer, no ano seguinte foi o mais jovem competidor a entrar na Tríplice Coroa Havaiana de Surf [Triple Crown], vencendo o icônico circuito de 3 etapas no North Shore [Havaí] aos 19 anos. Ele é bicampeão do Volcom Pipe Pro, venceu o Backdoor Shootout e fez final com Kelly Slater no Pipe Master. Nas tubulares ondas da Barra era fácil imaginar que ele seria destaque.
John John Florence
John John Florence abusou da sequência tubo + aéreo para vencer sua primeira etapa entre os Tops.
Mineiro foi um dos sujeitos que mais se adaptou  às condições momentâneas do mar.Foto: Aleko Stergiou/ESPN
SURF COMPLETO
Florence iniciou a final mandando um aéreo 360 de backside. Fez 9.10 e alguns minutos depois, numa direita, entubou e finalizou a ondinha com um reverse capotado [7.27] que deixou Parko precisando de duas ondas para alcançá-lo. Nos 10 minutos finais Joel saiu da “combi” com louvor, num tubo mais longo que o de Florence, seguido de uma paulada na junção. Fez 8.27 e ficou precisando de uma nota menor que essa para virar a bateria.
O problema é que não havia muitas ondas. O que mais chamou a atenção foi a frieza com que ele encarou Joel. Havia feito o mesmo na semifinal com Josh Kerr e seus aéreos. Josh havia passado por Adriano de Souza, nas quartas, voando alto.
Mas Florence, em menos de 1 minuto, pegou dois tubos em ondas que pareciam ter se perdido das séries de ontem e chegaram hoje, só para ele. Fatura fechada. Como disse Joel: “Ele é o tipo de cara que atrai ondas boas”. Florence mostrou que tem muito mais sangue frio do que Julian. Ele já havia vencido o australiano de virada no 5º round e o deixou apavorado, diante das duas melhores ondas logo no início da quarta de final.
  
 
                Ele é o tipo de cara que atrai ondas boas
 
  
--Joel Parkinson ao comentar sobre John Florence
Alejo Muniz foi eliminado em uma bateria com poucas oportunidades Foto: Aleko Stergiou/ESPN

MINEIRO E ALEJO FICARAM NAS QUARTAS
Falando nas quartas. Mineiro foi um dos sujeitos que mais se adaptou às condições momentâneas do mar a cada bateria. Táticas corretas, técnica perfeita. Único a fazer um dez, num tubão.
Ele disse ter sido a melhor onda que já pegou no Brasil, mas o aéreo de Josh kerr terminou a jornada de Adriano rumo ao bicampeonato na Barra.
Nessa mesma fase Alejo Muniz, que fez um belo papel, perdeu por 16.57 a 5.90 para Mick Fanning numa bateria de poucas oportunidades.
Esse evento teve muitos resultados assim por conta da quantidade ou qualidade das ondas.
Placares com grande diferença entre o vencedor e o perdedor. Mick perderia depois para Joel, numa semifinal bem apertada. Alejo quartas
Público curtindo a competição na Barra da Tijuca Foto: Aleko Stergiou/ESPN
VALEU O INGRESSO Continuo achando que o formato de competição, com dois rounds de no losers, estica muito o tempo necessário para chegarmos às finais. Não fosse assim poderíamos ter visto essas baterias de hoje nos tubos, muito melhores, de ontem.
Esperar mais de 3 dias seguidos com boas ondas é forçar a barra, sem trocadilho. Mas o show foi ótimo, com mais tubos do que aéreos, como poderíamos supor.
Em alguns cilindros e cavernas vi lampejos de Backdoor e flashbacks de Snapper. A nova geração mostrou suas garras mais uma vez. Julian e Alejo também são da turma de 2011 e a maior premiação do ASP World Tour 2012 [100 mil dólares] está na conta de “JohnFlo”. “Isso me dá muita confiança.
Tenho muita confiança quando vou para eventos que tem tubos como Pipeline. Não estava esperando um grande resultado aqui”, disse Florence que, assim como tantos outros atletas, ficou surpreso com os tubos da Barra.
Ele agora deve estar ansioso pelo começo da próxima etapa em Fiji e suas esquerdas extra tubulares. A galera que se cuide.





Resultado da final do Billabong Rio Pro - 16,37 x 11,44 pontos:
Campeão: John John Florence (HAV) com notas 9,10 e 7,27 - US$ 100.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Joel Parkinson (AUS) com notas 8,27 e 3,17 - US$ 40.000 e 8.000 pontos
Joel tomou a liderança do ranking: "É sempre bom ser o número um, é uma boa sensação, mas ainda é muito cedo e temos muitas etapas pela frente para pensar em título", disse Joel Parkinson. "Claro que eu queria muito ter vencido a final, mas estou feliz porque tenho conseguido resultados consistentes e isso é muito importante na briga pelo titulo. Esses dois últimos dias aqui no Postinho foram incríveis. Tivemos tubos, aéreos, ondas para manobras, foi insano. Terça-feira o mar estava "cabuloso" e foi bom vir para o Brasil e encontrar essas ondas tão boas aqui".
Joel Parkinson
Joel Parkinson, um cara que mantem o estilo, mesmo quando perde. Foto: Aleko Stergiou/ESPN
Semifinais – 3º lugar - US$ 20.000 e 6.500 pontos:
1ª: Joel Parkinson (AUS) 15.83 x 15.00 Mick Fanning (AUS)
2ª: John John Florence (HAV) 17.94 x 11.86 Josh Kerr (AUS)


Quartas de final – 5º lugar - US$ 15.000 e 5.200 pontos:
1ª: Joel Parkinson (AUS) 13.90 x 12.60 Tiago Pires (PRT)
2ª: Mick Fanning (AUS) 16.57 x 5.90 Alejo Muniz (BRA)
3ª: John John Florence (HAV) 14.94 x 9.43 Julian Wilson (AUS)
4ª: Josh Kerr (AUS) 17.10 x 14.27 Adriano de Souza (BRA)


TOP-22 do ASP World Title Race 2012 – depois da etapa do Brasil:
1º: Joel Parkinson (AUS) - 19.700 pontos
2º: Mick Fanning (AUS) - 18.250
3º: Josh Kerr (AUS) - 18.200
4º: Adriano de Souza (BRA) - 17.200
5º: Taj Burrow (AUS) - 15.750
5º: John John Florence (HAV) - 15.750
7º: Jordy Smith (AFR) - 15.700
8º: Kelly Slater (EUA) - 13.700
9º: Jeremy Flores (FRA) - 12.250
10: Owen Wright (AUS) - 12.150
11: Julian Wilson (AUS) - 9.700
12: Michel Bourez (TAH) - 8.500
13: Adrian Buchan (AUS) - 7.450
13: Tiago Pires (PRT) - 7.450
15: Heitor Alves (BRA) - 6.250
15: Brett Simpson (EUA) - 6.250
15: C. J. Hobgood (EUA) - 6.250
15: Miguel Pupo (BRA) - 6.250
19: Alejo Muniz (BRA) - 6.200
19: Kai Otton (AUS) - 6.200
21: Travis Logie (AFR) - 5.250
21: Bede Durbidge (AUS) - 5.250
Outros brasileiros:
23: Raoni Monteiro (BRA) - 4.000 pontos
29: Gabriel Medina (BRA) - 2.750
29: Jadson André (BRA) - 2.750
36: Willian Cardoso (BRA) - 500

[ ]´s + (_ (__ (___ + PAZ > FUN
EdiMilk

John John Florence
John John, por dentro ou por cima é um talento ascensão. Foto: Aleko Stergiou/ESPN
Joel Parkinson
Joel Parkinson perdeu a final mas ganhou a liderança do ranking. Foto: Aleko Stergiou/ESPN

O dia em que Arjen Robben tirou a Champions League do Chelsea

O torcedor do Liverpool tinha tanta certeza de que o pênalti cobrado por Arjen Robben terminaria nas mãos de Pep Reina que gravou toda a sequência. Robben cobrou, Reina defendeu. O lance, junto com a cobrança desperdiçada por Geremi, provocou a derrota do Chelsea na semifinal da Champions League 2006/07, colocou o Liverpool na final contra o Milan, tirou o Chelsea da disputa.

Foi o penúltimo jogo de Robben pelo Chelsea, clube que defendeu entre 2004 e 2007.
Dezoito dias depois, Robben fez sua última partida pelo clube londrina, na final da Copa da Inglaterra contra o Manchester United. Vitória por 1 x 0. Robben entrou no intervalo da partida no lugar de Joe Cole e foi substituído por Ashley Cole aos 3 do segundo tempo da prorrogação.

Não precisou cobrar pênaltis porque deixou o campo e porque Drogba fez o gol da vitória oito minutos após o holandês deixar o gramado.
Mas pênaltis continuam sendo um problema para Arjen Robben. Ele cobrou muito bem durante a semifinal contra o Real Madrid e fez o gol que levou à prorrogação.

Mas não foi escalado por Jupp Heynckes para cobrar na disputa por penalidades máximas. Cobraram Alaba, Kroos, Mario Gomez, Lahm e Schweinsteiger. Duas semanas antes, no jogo do segundo turno do Campeonato Alemão contra o Borussia Dortmund, o Bayern perdia para o Borussia Dortmund por 1 x 0, gol de Lewandowski. Poderia ter empatado a partida.
Mas Robben perdeu pênalti.

Corinthians aposta na força da Fiel para derrubar Vasco e maldição

Em um jogo com muita disposição, pouco talento e lama para dar e vender em São Januário, Vasco e Corinthians ficaram no zero e deixaram para resolver o mata-mata das quartas de final da Libertadores no Pacaembu.

E é na casa alugada, com o apoio de mais de 30 mil fiéis, que mora a grande esperança do ‘professor’ Tite & Cia. para derrubar o coirmão carioca e a maldição do campeão dos pontos corridos no Brasileirão.

Desde 2003, quando foi instituído o novo sistema de disputa do Nacional, o bambambã do torneio jamais chegou às semifinais da Libertadores. Ficou chorando as pitangas pelo meio do caminho nas oitavas ou quartas.

Mas, para implodir o tabu, o Corinthians precisa melhorar o tico-tico sem fubá, principalmente no ataque. Exceção do sheik Emerson, incansável batalhador, Alex, Danilo e Jorge Henrique decepcionaram na primeira batalha. Correram no vazio, sem nenhuma inspiração.

A sorte do time é que o Vasco também patinou na lama e não soube aproveitar as poucas chances criadas, mas tem dois resultados a seu favor: vitória e empate por gols. O Corinthians precisa vencer. Outro 0 a 0, pênaltis.

Às patacoadas das quartas de final da Copa do Brasil:

1) Palmeiras, bons ventos contra o Furacão: Valdivia gasta a bola, time reage duas vezes e fica muito perto de quebrar jejum após empate – desde 1999, os periquitos em revista não conseguem uma boquinha nas semifinais do torneio;

2) Vitória e Coxa abusam da incompetência, perdem um festival de gols e placar fica em branco;

3) Rei Leão sai de alma e juba lavadas do Morumbi: zagueiro Paulo Miranda volta, dá conta do recado e soberano São Paulo só perde a vaga para o Goiás se desfilar de salto alto no Serra Dourada – de quebra, aproveitou para rugir contra os goianos, que lhe devem salários atrasados (há quase dois anos saiu do clube).
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Roda da fortuna. A bola corre feliz e saudável na Cidade Maravilhosa dos bueiros voadores. Dos cinco clubes mais endividados do país, quatro repousam formosamente sob as bênçãos do Cristo Redentor. O líder dos papagaios é o Botafogo, com R$ 563 milhões, de acordo com a empresa de consultoria BDO. O Fluminense aparece em segundo, com R$ 404 milhões, à frente do Vasco (R$ 386 milhões). Aí pinta o estranho no ninho, o Galo, com R$ 367 milhões. O urubu voa em quinto, com R$ 355 milhões. Salve o tíquete-refeição!

Sugismundo Freud. Por mais que tentem, não se pode tolerar a intolerância.

Patati Patatá. Depois de ser ‘canonizado’ pela torcida, o aposentado ‘são Marcos’ virou embaixador dos periquitos em revista. Mas bem que poderia tentar a sorte como redator de ‘A Praça é Nossa’. As últimas sacadas: “Vou ser pai, sabe como é, não tinha o que fazer...”; “Preciso sempre dar uma cochiladinha, sabe como é velho...”; “É tarde de autógrafo do Batman? Parece que estou na Batcaverna (criticando a iluminação)...”; “Estou liberado para propaganda de aposentadoria, cadeira de rodas, peruca, batizado...” Uma figuraça!

Twitface. Entre as bugigangas mais vendidas pelos hermanos nas lojinhas ao redor do estádio La Bombonera, uma sai como água por R$ 5: miniatura da Libertadores com o escudo do... Corinthians.

Haja emoção! Flamengo apresenta o volante Amaral, ex-Nova Iguaçu, e o meia Jorge Luiz, ex-Friburguense. Corinthians acerta com lateral Guilherme, ex-Ponte, e o atacante Adilson, ex-15 de Piracicaba. Tricampeão Santos anuncia o centroavante Bill, ex-Corinthians, o lateral Galhardo e o defensor David Braz, ex-Flamengo. Palmeiras garante atacante Betinho, ex-São Caetano. O quebra-vento de transferências começou arrebatador...

Tiro curto. O empresário Edson Arantes do Nascimento colocou o rei Pelé numa tremenda saia justa: ‘Vamos fazer a maior Copa de todos os tempos’. Pega na mentira...

Esquindolelê. Pachecos do Rio fazem biquinho: a amarelinha desbotada poderá correr apenas 180 minutos na arena de R$ 1 bilhão, o ex-Maracanã: 90 na final da Copa das Confederações e 90 na decisão do Mundial – se chegar até lá. Chama o sheik

Ô coitado! Exigir uma folhinha mais livre para disputar amistosos é uma tremenda furada dos clubes brasileiros. Que o diga o pobre do Real Madrid. Sob uma temperatura amena de 38 graus, a equipe fechou a temporada com uma vitória sobre a seleção do Kuait e voltou para casa com minguados R$ 7,6 milhões na bagagem.

Gilete press. De Lauro Jardim, em ‘Veja’: “As mudanças no bairro de Itaquera com a construção do estádio do Corinthians vão inspirar um filme. A Ancine acaba de aprovar a captação de R$ 728 mil para ‘Brasil Futebol Clube’, documentário que contará a história da construção e o impacto na vida de quatro personagens. A Ancine também acaba de aprovar a captação para mais um filme que vai enaltecer o Santos em seu ano do centenário. Vem aí ‘O Melhor Ataque do Mundo’. O documentário orçado em R$ 748 mil homenageará o quarteto Dorval, Mengálvio, Pelé e Pepe.” The end.

Tititi d’Aline. Cansado de ver sempre as mesmas caras no departamento médico do Botafogo, Jobson procurou um lugar mais arejado para continuar a fisioterapia. Recorreu a mãos milagrosas de moças num bate-rebate de Ipanema. Só que saiu de fininho e elas foram ao clube cobrar a recuperação.

Você sabia que... o ‘professor’ Vagner Mancini vai ganhar R$ 200 mil para dar aulas no Sport?

Bola de ouro. John John Florence. O havaiano de 19 anos venceu a terceira etapa do Mundial de surfe, a primeira da carreira, na Barra.

Bola de latão. Jô/Jajá. A dupla dinâmica, que caiu na farra após a eliminação diante do Fluminense, foi multada e afastada pela diretoria do Saci colorado. Jajá ainda pode ficar no Beira-Rio, mas Jô já queimou a carambola.

Bola de lixo. Paul Kelly. O lutador inglês, demitido do UFC em 2011, foi em cana por tráfico de drogas (heroína e maconha), em Liverpool.

Bola sete. “O Santos não é o time do Neymar. O Neymar é o time do Santos” (de Mauro Beting, no ‘Lance’ – bingo!).

Dúvida pertinente. Boca x Flu e Vélez x Santos: uma noite de tango ou samba em Buenos Aires?

A dor do Chelsea em 2005, o gol do Vasco e os reféns do "tira-teima"

A discussão sobre no uso da tecnologia no futebol é grande e as opiniões se distribuem pelos radicalmente contra ou a favor e aqueles que fazem ressalvas, entre os quais me incluo. Há lances nos quais mesmo com o recurso da imagem, do replay, não existe certeza sobre o que de fato aconteceu. Há situações em que a TV aumenta a dúvida até.

O Chelsea, que sábado decidirá a Liga dos Campeões contra o Bayern Munique, reclama até hoje da desclassificação nas semifinais de 2005, diante do Liverpool. Após superar o próprio adversário alemão, a equipe londrina cruzou com os rivais ingleses de vermelho. Em Stamford Bridge, empate em 0 a 0, no Anfield Road, 1 a 0 para os Reds, gol (?) de Luís Garcia.



Até hoje não sabemos e provavelmente jamais saberemos se Gallas tirou a bola antes ou depois de a mesma ultrapassar completamente a chamada linha fatal. E aquele não foi o único lance polêmico da história do futebol que nem mesmo todas as câmeras de TV conseguiram decifrar.

Gallas tira a bola que ia entrando: ultrapassou a linha ou não?
Gallas tira a bola que ia entrando: ultrapassou a linha ou não? Não se sabe...
Mas no Brasil, mesmo que de maneira informal, vive-se há alguns anos em meio a uma espécie de "apito eletrônico virtual extra-oficial". Estamos nos referindo ao "tira-teima" da TV Globo. É evidente que trata-se de recurso que enriquece a transmissão, mas daí a elegê-lo como infalível, vai uma boa distância. Não concordo com os que o tratam como absoluto.

Não estou insinuando que o "tira-teima" é manipulado para este ou aquele lado, vale frisar aqui antes que alguns tirem equivocadas conclusões. Mas é algo operado por seres humanos, que podem errar, assim como uma máquina eventualmente falha. Apesar do nome até certo ponto pretencioso, o "tira-teima" pode, sim, ser questionado em determinadas situações.

Na importante partida da Libertadores noite de quinta-feira, Alecsandro empurrou a bola para as redes do Corinthians, mas a arbitragem anulou o gol. O atacante do Vasco estaria impedido. Mas havia um jogador do Corinthians, Emerson "Sheik" aparentemente dando condições ao vascaíno.

Acionado, o "tira-teima" cravou que o impedimento existiu. No canal Fox, que também transmitiu o cotejo, Carlos Eugênio Simon disse que não, ou seja, que a posição de Alecsandro era legal. Será que apenas o ex-árbitro pode estar equivocado? A máquina e seu operadores não falham?

O tira-teima: bola parece ter partido um pouco antes de congelarem a imagem
O tira-teima: bola parece ter partido um pouco antes de congelarem a imagem

Veja acima que na imagem do "tira-teima" a bola já partiu a uma fração de segundo no momento em que ela é congelada. Pelo menos é a minha sensação. Paramos o lance no instante do passe de cabeça do Diego Souza a partir da imagem da Fox (abaixo) e o centroavante parece na mesma linha.

As linhas posicionadas na imagem por torcedores: mais discussão
A Diego Souza toca com a cabeça: Alecandro e Sheik aparecem na mesma linha

Por falar em linha, rapidamente pipocaram nas redes sociais pela internet outras reproduções do lance. Torcedores também têm os seus "tira-teimas" hoje em dia, e alguns pegaram o momento do passe e puseram riscos sobre a imagem para provar que havia impedimento, ou não. Outros questionam a confiabilidade ou se as linhas estão mesmo no local certo.

Diego Souza toca com a cabeça: Alecandro e Sheik na mesma linha
As linhas posicionadas na imagem por torcedores: mais discussão sobre o lance

Mas poucos desconfiam do "tira-teima", como se o ser humano que o controla fosse dotado de um poder superior, um homem infalível. Basta que congele a imagem um pouco antes ou depois do momento certo para induzir muitos a acreditarem em algo pelo menos questionável.

A Globo deve continuar utilizando o "tira-teima", óbvio. Mas ninguém é obrigado a se curvar a ele sempre, ainda mais em lances como o do gol, a meu ver legal, feito por Alecsandro. Fiquemos, cada um de nós, com as respectivas opiniões, sem a ditadura do olho eletrônico, que eventualmente pode estar míope. 

VÍDEO: Em Munique, ao estádio de trem. No Brasil é mais perto. Veja!

Dizem que vida de torcedor na Europa é fácil, que o acesso aos estádios sempre é uma moleza, etc. Não é bem assim. Há canchas muito, mas muito próximas das estações de trem e/ou metrô e outras nem tanto. Sem disposição para uma caminhada, o europeu não poderia ir a certos jogos.

Aqui em Munique, a Allianz Arena, palco da decisão desta Liga dos Campeões, sábado, entre Bayern e Chelsea, é atendida pela estação de trem Fröttmaning, a pouco menos de um quilômetro e meio do acesso ao palco da finalíssima. O que não livra o torcedor de uma caminhada, algo em torno de 15 minutos, 20 minutos... O que, convenhamos, não é nada demais, pelo contrário.

Há exemplos no Brasil de estações de trem e metrô ainda mais próximas dos estádios de futebol. Os do Rio de Janeiro estão ainda mais perto dos locais de desembarque dos torcedores. Ainda assim fala-se demais em estacionamentos para automóveis nos estádios da Copa do Mundo de 2014.

Seria mais lógico cobrar das empresas responsáveis pelas linhas de trem e metrô que aprimorem os seus serviços. Há, sim, estrutura para levar a torcida aos jogos como na Europa, sem carro, desde que não sejamos preguiçosos a ponto de não encararmos uma caminhadinha de 15 minutos.

Confira as distâncias entre as estações de trem e/ou metrô e os estádios:
Palestra Itália (São Paulo) - 1,5 Km (metrô e trem)
Pacaembu (São Paulo) - 1,4 Km (metrô)
Allianz Arena (Munique) - 1,3 Km (trem)
Engenhão (Rio de Janeiro) - 179 metros trem)
Maracanã (Rio de Janeiro) - 130 metros (trem) e 450 metros (metrô)

Confira, abaixo, o vídeo gravado com Dudu Monsanto para o programa "Fora de Jogo", da ESPN.


VIDEOBLOG: O meu palpite é 3 a 1 para o Bayern de Munique!

Toda a equipe dos canais ESPN está em Munique e aguarda a grande final de sábado que o fã de esportes acompanha ao vivo na ESPN, ESPNHD e Rádio Estadão ESPN às 15h30.

Me parece que ainda não há clima de final de Champions League por aqui. Não encontramos ingleses pela rua, ou mesmo pessoas com a camisa do Bayern de Munique circulando.

A impressão é que aquela "sapecada" de 5 a 2 do Borussia Dortmund na final da Copa da Alemanha assustou um pouco a torcida da Baviera. Mas, acredito que na sexta feira os ingleses chegarão para esquentar a festa.

E como não sou de ficar em cima do muro, darei o meu palpite. Eu não gosto do Chelsea, e o motivo é que são adversários do meu Arsenal lá em Londres, e, apesar da cabeça baixa dos torcedores por aqui, vai dar 3 a 1 Bayern.


Assista ao videoblog desta quarta-feira!