sexta-feira, 27 de abril de 2012

Guardiola admite erro por incerteza, diz ter perdido energia e que pensava em sair desde dezembro

Foram quatro anos intensos, desgastantes e vitoriosos. Josep Guardiola deixou ainda mais sua marca dentro do Barcelona, e o anúncio de sua saída, nesta sexta-feira, acontece depois de muito amadurecimento. Segundo o treinador, ele já tinha avisado o presidente do Barça, Sandro Rosell, e o diretor-esportivo, Andoni Zubizarreta, desde dezembro de 2011 de que seu ciclo estava no final.

“No começo de dezembro comuniquei ao presidente e a Zubi que o final de minha equipe estava próximo. Mas não podia dizer aos jogadores, porque o técnico é um dos pilares do vestiário”, falou o técnico na entrevista coletiva. Ele admitiu ter errado ao criar muita expectativa quanto ao seu futuro.

"Gostaria antes de tudo de falar que não é uma situação fácil para mim. Lamento profundamente a incerteza que gerei sobre minha continuidade, foi um erro. Sempre quis, desde o primeiro dia, contratos curtos, como jogador e como técnico. Têm que fazer as coisas muito curtas, quatro anos é uma eternidade como técnico do Barcelona", analisou Guardiola.
Rosell abraça Guardiola depois de confirmar a saída do treinador
Rosell abraça Guardiola depois de confirmar a saída do treinador
Crédito da imagem: EFE
Agora, o treinador afirmou que pretende reconquistar a energia que perdeu nos últimos anos.

“Perdi energia. Quero me afastar, ver tudo com calma... Porque acredito que foi prejudicial. Se ficasse, poderia ter causado danos. Corria perigo de oscilar, por isso decidi ir”, explicou. "Agora é descanso, tenho interesse em fazer outras coisas. A vida me levará, veremos".

A cornetada do Marca em Kaká e seu futuro longe do Real Madrid

Pouco após a eliminação do Real Madrid na Liga dos Campeões, o Diario Marca publica homérica cornetada sobre Kaká. A nota do jornal atribui à má atuação do brasileiro, que jogou cerca de 15 minutos do segundo tempo e mais a prorrogação contra o Bayern, sua provável saída do clube no próximo verão europeu.

Para falar de Kaká, o Marca usa termos como "sensação de impotência", "desespero do público", "partida nefasta" e "lentidão desesperadora".

Não faz sentido. Não foi a atuação de Kaká contra o Bayern, tampouco o pênalti desperdiçado (de maneira bem menos bizarra que Sergio Ramos, diga-se), a decretar a mais que provável saída de Kaká do Real Madrid.



Ao contrário do manifesto apaixonado do Marca, o respeitado Diario El Pais vem publicando há mais de um ano informações sobre a falta de confiança de José Mourinho em relação a Kaká.

Os últimos três importantíssimos jogos do Real, dois contra o Bayern e um contra o Barcelona, comprovaram a tese do El Pais. Na hora decisiva, provavelmente por questões físicas, Mourinho não confiou em Kaká. Nas duas primeiras partidas, o brasileiro não jogou nem um minuto. Na terceira, entrou faltando cerca de 15 minutos para o fim do segundo tempo.

Tivesse feito 15 minutos excepcionais e decidido a classificação à final da Liga Kaká poderia ter alterado o que parece ser um final melancólico no Real? Pode ser. Mas atribuir a esses minutos com o Bayern o fator decisivo para sua saída não parece fazer sentido.

"Resta a Kaká jogar as quatro partidas que faltam na Liga e esperar o verão", diz o Marca, para o qual o futuro do brasileiro será "bem longe do Bernabéu", "em Londres ou Paris".

Mas Kaká, se quiser, tem ainda várias opções, não apenas em Londres ou Paris. As muitas oportunidades possíveis apesar de seus constantes problemas físicos, aliás, são fruto de sua absoluta dedicação e profissionalismo, é bom que se diga.

Quais seriam essas opções? Dê uma olhada e avalie qual seria a melhor para Kaká:

1) Inglaterra
Chelsea, Manchester City, Arsenal e até o Tottenham estariam interessados no jogador, segundo a imprensa europeia. A Inglaterra seria um destino que permitiria a Kaká continuar jogando em um campeonato de ponta e recebendo um salário polpudo sem perder a visibilidade necessária para quem pretende jogar a Copa de 2014 no Brasil.

2) Itália
Berlusconi, dono do Milan, já cogitou o retorno de Kaká. A volta lhe permitiria continuar no futebol de ponta, em um clube gigante com um bom time, e seguir "perto" da seleção. Há ainda, nesse caso, a vantagem do crédito com a torcida, que o adora: os italianos seriam mais pacientes que os ingleses se Kaká demorar a engrenar. A desvantagem? Dinheiro. Hoje, o Milan pagaria menos que ingleses, franceses, norte-americanos ou árabes.

3) França
Não é novidade para ninguém o interesse do novo-rico PSG em Kaká. Seu técnico, Carlo Ancelotti, gosta do brasileiro. Dinheiro não falta ao clube. A visibilidade em relação à seleção é menor que na Inglaterra ou Itália, mas não é desprezível, sobretudo com o PSG na próxima Champions League. Trata-se, porém, de um projeto novo e cuja viabilidade ainda não está tão clara.

4) Times ricos
Jogar nos Estados Unidos, nos Emirados Árabes, na Arábia Saudita ou até mesmo na Rússia (no Anzhi?) seria uma opção que deixaria de lado maiores pretensões esportivas (incluindo aí a disputa da Copa do Mundo) para ganhar dinheiro. Kaká tem apenas 30 anos, e não parece ter chegado a hora de fazer essa opção. A não ser que lhe fosse imposta por sua condição física...

5) Brasil
Se manifestasse o desejo de voltar ao futebol brasileiro, certamente não faltariam times interessados em Kaká (o São Paulo, aliás, já manifestou esse interesse). Mas faltaria, muito provavelmente, dinheiro para lhe garantir uma remuneração como a que teria na Europa ou nos “times ricos” citados acima. A favor, a possível aproximação de uma vaga na seleção para a Copa de 2014.

E aí? Qual seria o melhor destino para Kaká, caso ele confirme sua saída do Real no meio do ano?

O julgamento de Kaká

mais jogar em alto nível. Kaká acabou.

Li, ouvi e refleti sobre cada uma das afirmações após a eliminação do Real Madrid diante do Bayern, com direito à pífia atuação do brasileiro, que começou na reserva e perdeu um dos pênaltis na disputa final.

Vamos aos fatos. O Kaká atual não tem a mesma desenvoltura física, marca do seu futebol. Está tentando reaprender a jogar, se reinventando, obrigado pelos problemas médicos que teve (alguns mal explicados até hoje, por sinal).

O Kaká atual demora mais do que o normal para entrar no ritmo de uma partida. Portanto: não pode ser um reserva. Até ele entrar na pilha da partida, tchau. Isso ficou evidente contra o Bayern. Nos jogos em que começou jogando em 2012, contra adversários mais fracos, é verdade, jogou bem – se encaixando aos poucos ao ritmo dos jogos.

Para continuar na reserva do Real Madrid (e hoje o Real Madrid tem titulares excelentes no meio e no ataque), é melhor (para todo mundo) sair.

E sair significa: baixar de nível e aceitar um clube menor da Europa, voltar ao seu Milan ou retornar ao Brasil. Sim, ao Brasil.

Aqui, num futebol nivelado por baixo tecnicamente, Kaká provavelmente ainda faria diferença. Diferença suficiente para garantir vaga numa seleção brasileira em formação, que não consegue encontrar uma cabeça pensante.

Esse é o Kaká atual e as perspectivas para a reta final de sua carreira.

Mas existe o Kaká de sempre. E o Kaká de sempre exige outra discussão. O Kaká de sempre desperta mais ódio que amor. Ele não tem exatamente carisma. Nunca foi um ídolo nacional (nem ídolo total do time de origem, o São Paulo, ele é), é visto com desconfiança, antipatia – menos pelo povo, e mais pela crítica, pelos jornalistas, pela imprensa.

Talvez por conta da ligação com a religião. Talvez por não ter conquistado uma Copa pela seleção.

Kaká tem alguns pontos a seu favor, pontos que podem fazer alguma diferença nestes últimos capítulos de sua carreira em alto nível. Ele é sério, dedicado, profissional (avesso a baladas), quer vencer, treina, se empenha, justifica seu salário, não se deixa seduzir pelo ‘estrelismo’.

Eu queria um cara desses, mesmo sem o repertório de antigamente, no meu time. Acho que Mano Menezes, em princípio, também pensa assim. E você?

Guardiola, 13 títulos em quatro anos, anuncia saída do Barcelona

homem que comandou o time que para muitos se tornou a principal referência de bom futebol praticado nos tempos atuais preferiu encerrar a relação com a equipe que montou. Nesta sexta-feira, Pep Guardiola confirmou que deixa o Barcelona ao término da temporada, onde ainda tenta ganhar a Copa do Rei para fechar os quatro anos de clube de forma vitoriosa.

Amparado por Busquets, Piqué, Pedro, Fábregas, Xavi, Valdés, Iniesta e Puyol, que estavam na primeira fila da sala de imprensa, Guardiola deixou o presidente Sandro Rosell fazer o comunicado oficial: “Anuncio que Josep Guardiola não seguirá como técnico do Barça na próxima temporada.”

Ao lado de Rosell - que anunciou também que o auxiliar Tito Vilanova será o novo técnico a partir da próxima temporada - e do diretor-esportivo Andoni Zubizarreta, Guardiola, que ficará até o dia 30 de junho deste ano no Barça, afirmou que a energia não era mais a mesma.

"Sinceramente, acredito que a pessoa que assumirá terá a capacidade para ir bem. Não que eu não tenha, mas as exigências foram altas, tem que ter energia para contagiar os jogadores. Tenho que recuperar isso. Saio para me recuperar. Tenho que recuperar a paixão do primeiro ano. O culpado? O tempo", afirmou o treinador durante a entrevista coletiva.

Guardiola chegou para a temporada 2008-09, e logo começou a mudar a cara do time deixado por Frank Rijkaard. Preferiu não contar com nomes como Ronaldinho, Deco e Eto'o, trouxe Daniel Alves e Piqué e promoveu os garotos Busquets e Pedro. De cara, levou a Copa do Rei, o Campeonato Espanhol e a Copa dos Campeões da Europa.
Guardiola diz que perdeu energia nos últimos tempos e por isso deixou o Barça
Guardiola diz que perdeu energia nos últimos tempos e por isso deixou o Barça
Crédito da imagem: Reuters
O ano de 2009, aliás, marcou o recorde de seis troféus conquistados: Liga Espanhola, Copa do Rei, Champions, Supercopa da Espanha, Supercopa Européia e Mundial de Clubes, o que levou Guardiola a se tornar o primeiro técnico da história a conquistar tal feito.

Depois, o título da Espanha na Copa do Mundo consolidou o Barcelona como o principal time do mundo. Puyol, Piqué, Busquets, Iniesta, Xavi e Pedro se mostraram fundamentais para colocar o estilo do Barça na seleção. Villa e Fábregas seriam contratados depois, e o futebol da Fúria, que finalmente levou uma Copa, se confundia com o da equipe comandada por Pep.

Depois do esquema de Rijkaard consolidar um 4-3-3 com um brilhante Ronaldinho, Guardiola conseguiu colocar em prática o 'tiki-taka', modelo que foca a posse de bola e a marcação sob pressão, muitas vezes atuando sem zagueiros ou com laterais que mais parecem pontas, para não falar de volantes sem o perfil de cabeça-de-área. O sucesso tático, somado à grande fase da geração espanhola e do três vezes melhor do mundo Lionel Messi, fizeram o clube ser o mais temido pelos adversários.
Piqué, Valdés, Busquets e Pedro estavam na entrevista da saída de Guardiola
Piqué, Fábregas, Busquets e Pedro estavam na entrevista da saída de Guardiola
Crédito da imagem: Reprodução - Barça TV
Na atual temporada, porém, os dois principais títulos ficaram distantes. A Champions League já foi, com a derrota para o Chelsea nas semifinais, e o Campeonato Espanhol está praticamente perdido para o Real que abriu sete pontos de vantagem a quatro rodadas do fim. Não que a temporada tenha passado em branco - o Barça garantiu as duas Supercopas, o Mundial de Clubes e ainda tem a final da tradicional Copa do Rei. Mas, para os padrões da era Guardiola, o próprio treinador deve ter acusado o desgaste ao decidir pela saída.

Guardiola no Barcelona - Quatro temporadas: 2008-09, 09-10, 10-11, 11-12:
- 3 vezes campeão espanhol: 2008-09, 09-10, 10-11
- 3 vezes campeão da Supercopa da Espanha: 2009, 10, 11
- 2 vezes campeão da Champions League: 2008-09, 10-11
- 2 vezes campeão da Supercopa Européia: 2009, 11
- 2 vezes campeão do Mundial de Clubes da Fifa: 2009, 11
- 1 vez campeão da Copa do Rei: 2008-09

*Pode ainda levar mais uma Copa do Rei, já que a final está marcada para 25 de maio, contra o Athletic Bilbao, em Madri.

Raonic despacha Murray e vai à semi inédita na Espanha

Ainda não será no ATP 500 de Barcelona que o britânico Andy Murray conquistará o primeiro título no saibro na carreira. Nesta sexta-feira, o segundo favorito caiu nas quartas de final: 6-4 e 7-6 (3) para o canadense Milos Raonic.

Em sua primeira semifinal no torneio espanhol, o número 25 do mundo enfrentará um anfitrião: David Ferrer ou Feliciano López, que estão jogando neste momento.

Raonic debutou em Barcelona ano passado e caiu nas oitavas, diante do croata Ivan Dodig

Wozniacki volta a perder para Kerber. Agora, em Stuttgart

Há duas semanas, uma derrota para Angelique Kerber, na final, adiou o sonho de Caroline Wozniacki de faturar o tri em Copenhagen. Pois, nesta quinta-feira, a alemã voltou a derrotar a rival. Atual vice-campeã, a dinamarquesa foi eliminada pela anfitriã por por 6-1 e 6-2, em apenas 1h03m.

Nas quartas de final, Kerber encara a tcheca Petra Kvitova, que passou fácil pela italiana Francesca Schiavone, por duplo 6-2

Guardiola deixa o comando do Barcelona

Após quatro anos, 13 títulos e um futebol que encantou o planeta, Pep Guardiola anunciou nesta sexta-feira que vai deixar o comando do Barcelona. O treinador não aceitou o cheque em branco oferecido pelo clube catalão e justificou a sua decisão dizendo estar cansado e sem energia para continuar no comando do time.
- Quatro anos são uma eternidade e desgastam muito. No fim de dezembro, comuniquei que o final da minha etapa estava muito perto, mas não pude dizer aos jogadores. Tinha decidido o meu adeus há tempos. Lamento profundamente ter perdido a energia necessária para continuar - afirmou Guardiola.
Durante a coletiva, o presidente do clube, Sandro Rosell, anunciou imediatamente o substituto do treinador. Será Tito Villanova, assistente técnico de Guardiola. Ele começa a trabalhar no novo cargo assim que terminar a temporada.
Guardiola ainda pode se despedir com mais um título. No dia 25 de maio, o Barcelona enfrenta o Athletic Bilbao na decisão da Copa do Rey. Seria o 14º do time que conquistou quase tudo o que disputou nos últimos quatro anos

Barrichello, um veterano paulista perdido no Anhembi


Rubinho e Hélio Castroneves se abraçam na coletiva de imprensa
Foto: Marcos Alves / O Globo
Rubinho e Hélio Castroneves se abraçam na coletiva de imprensa Marcos Alves / O Globo
SÃO PAULO — Rubens Barrichello ainda está perdido na Fórmula-Indy. Além das dificuldades para se adequar a uma nova categoria, o piloto paulista se perdeu nesta quinta-feira, em São Paulo, quando tentava chegar à área do circuito do Anhembi, para encontro dos pilotos brasileiros com os jornalistas. Foi o último. Ele admitiu que achava que a adaptação seria mais rápida e reclamou do volante, sem direção hidráulica.
— Depois de pegar esse trânsito, será um prazer andar a 300km/h na Marginal Tietê, a reta mais veloz dos circuitos de rua. Estou ansioso e sei que será a melhor coisa do mundo descer por ela sem radar — declarou Rubinho, que não conhece o traçado misto de São Paulo, onde disputará a quarta etapa da temporada, no domingo — Foi um barato me perder. Estava acostumado a chegar ao Autódromo de Interlagos. Ali, me virava.

Reconhecimento a pé

Nesta sexta-feira, ele fará o reconhecimento da pista, a pé. Entrará no carro apenas no sábado para os treinos livres. A prova acontece no domingo, com largada às 12h30m
Após 19 anos na F-1, sendo o piloto que mais correu na categoria, Rubinho afirmou ter subestimado sua transição para a Indy. Como nesse ano a categoria estreou novo carro, pensou que teria mais facilidade para se adaptar. Agora, os modelos da Indy são V6 Turbo, com três opções de motor, mas os volantes permaneceram duros.
— Devo admitir que achei que seria um pouco mais fácil. A minha grande dificuldade é o volante, que é pesado. Não adianta fazer musculação e ficar mais forte. O problema é a sensibilidade. O Tony Kanaan é o Incrível Hulk e já quebrou o pulso. Quando se passa sobre uma zebra, ninguém consegue segurá-lo porque ele pula da sua mão — explicou Rubinho, que após a última corrida, em Long Beach, postou foto no Twitter mostrando o cotovelo sangrando, por causa do apoio dentro do carro.
Ele pediu um volante maior para a equipe, a KV, a mesma de Kanaan, mas só o receberá para as 500 Milhas de Indianápolis, próxima etapa, no dia 27 de maio, sua estreia em ovais.
— Estou como uma esponja, absorvendo todas as informações possíveis. Dario Franchitti me falou que a grande diferença dos ovais é que não vou sentir a desaceleração. Terei a asa nula, algo que nunca aconteceu comigo — disse o piloto.
Após três etapas, Rubinho é o nono colocado, com 59 pontos. Foi 17º e penúltimo colocado em St. Petersburg, oitavo no Alabama e nono em Long Beach. O melhor brasileiro na tabela de classificação até agora é Hélio Castroneves, em segundo lugar, com 106 pontos, atrás de Will Power, líder com 127 pontos


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Férias na Gávea? Piada vai!

  • Felipe e Love tristes com a eliminação na Libertadores
    A torcida rubro-negra não cansa de me xingar pelas críticas que faço ao Flamengo. Mas juro que não é nada pessoal. Só fico muitas vezes indignado com a várzea como o clube gere seu departamento de futebol. É irritante! Principalmente pelos desmandos e incompetência da diretoria. É uma coleção tão grande de bobagens que fatalmente estouraria no departamento de futebol. Sem sacanagem, pensem com a razão. Esqueçam a emoção flamenguistas. Como pode um elenco que tem folha salarial girando em torno de R$ 7 milhões, cheio de caras considerados craques, ser eliminado do Estadual e da Libertadores com antecedência? Tenho ou não razão pra meter o pé e chutar o balde?
    É um baita absurdo! O pior é que além de não jogar nada, de “prêmio”, os caras vão ficar cerca de um mês de férias. É brincadeira??? Quer dizer, vão dar só aquela treinadinha vaselina. Me engana que eu gosto. Jogo mesmo, que é bom, só na abertura do Brasileirão no dia 20 de maio contra o Sport Recife. Dá pra acreditar?
    Pra completar todo esse clima de ‘festa’, a Patrícia ainda pretende contratar o Adriano. Só rindo mesmo! Aí é melhor fazer uma balada dentro da Gávea de uma vez. Pelo menos pra poder falar que ninguém saiu do clube. Ah, e não vou nem falar o óbvio que sem os salários em dias as coisas não funcionam. Isso em qualquer lugar do mundo. O Assis até acionou o Flamengo na justiça por uma dívida milionária com o irmão Ronaldinho.
    Por isso sou um defensor da teoria de que o Flamengo precisa terceirizar seu departamento de futebol. Nenhum cartola que passou ali nas últimas décadas demonstrou competência para tocar a potência que é esse time. Por sinal, o Mengão merecia ter líderes compatíveis com a grandeza e riqueza de história do clube. Que trabalhe com profissionalismo e seriedade. Aí ninguém segura!
    Vale dizer que desse balaio de gato excluo o Vágner Love, que apesar de curtir uma baladinha, tem sido responsável e extremamente útil para a equipe

    Oscar liberado para o Inter

    O ministro Guilherme Caputo Bastos,  do Tribunal Superior do Trabalho, acaba de conceder liminar em habeas corpus liberando o jogador Oscar para jogar no clube que escolher.
    Em sua decisão, o ministro cita a escravidão e o direito do trabalhador em não trabalhar onde não quiser.
    Uma decisão que mantém a tradição da Justiça do Trabalho brasileira.
    Assim, Oscar não só poderá enfrentar o Grêmio no domingo como enfrentará também o Fluminense pela Libertadores no segundo jogo, no Engenhão, caso o Inter consiga liberá-lo na CBF e na Conmebol, é claro.

    A nota no sítio do TST:

    TST concede HC ao jogador Oscar, que poderá trabalhar onde desejar


    26/4/2012 – O ministro do Tribunal Superior do Trabalho Guilherme Caputo Bastos acaba de conceder habeas corpus em favor do jogador de futebol Oscar dos Santos Emboaba Júnior, o Oscar. Com a decisão, o atleta poderá trabalhar em qualquer lugar que pretenda.
    “(…) a obrigatoriedade da prestação de serviços a determinado empregador nos remete aos tempos de escravidão e servidão, épocas incompatíveis com a existência do Direito do Trabalho, nas quais não havia a subordinação jurídica daquele que trabalhava, mas sim a sua sujeição pessoal. Ora, a liberdade, em suas várias dimensões, é elemento indispensável ao Direito do Trabalho, bem como a ‘a existência do trabalho livre (isto é, juridicamente livre) é pressuposto histórico-material do surgimento do trabalho subordinado (e via de consequência, da relação empregatícia)’ “, apontou o ministro Caputo Basto, citando o colega de TST, ministro Maurício Godinho.
    Oscar, atualmente treina no Sport Club Internacional, de Porto Alegre (RS), clube com o qual tem contrato. Mas, por determinação da Justiça do Trabalho no estado de São Paulo, ele foi inscrito na Confederação Brasileira de Futebol como jogador do São Paulo Futebol Clube.
    O Ministro Caputo Bastos ainda alertou que, qualquer que seja a decisão na ação entre Oscar e o São Paulo, ela “jamais poderá impor ao trabalhador o dever de empregar sua mão de obra a empregador ou em local que não deseje, sob pena de grave ofensa aos princípios da liberdade e da dignidade da pessoa humana e da autonomia da vontade, em torno dos quais é construído todo o ordenamento jurídico pátrio”.
    Oscar já havia ajuizado ação cautelar no TST para que fosse liberado para julgar pelo Internacional. No entanto, o relator do pedido, ministro Renato de Lacerda Paiva, ficou impossibilitado de julgar em razão de um recurso pendente no Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região (TRT-SP). No processo
    O ministro relator do habeas corpus  ainda alertou que a decisão judicial “que determina o restabelecimento obrigatório do vínculo desportivo com o SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE, em contrariedade à vontade do trabalhador, cerceia o seu direito fundamental de exercício da profissão.” Assim, Caputo Bastos concedeu liminar em habeas corpus para autorizar Oscar a exercer livremente a sua profissão, participando de jogos e treinamentos em qualquer localidade e para qualquer empregador, “conforme sua livre escolha.”

    quinta-feira, 26 de abril de 2012

    Campeonato Matogrossense

    Semifinal
    Jogo de volta
    Cuiabá 1 x 1 Mixto
    (Cuiabá classificado para a final)

    Copa do Brasil


    19h30 Coritiba 4x1 Paysandu-PA

    Liga Europa


    16h05 Valencia 0x1 Atlético de Madri
    16h05 Athletic Bilbao 3x1Sporting

    rubro-negro pede paciência à torcida sobre reforços

    Dirigente
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    RIO – Nesta quarta-feira, logo após o treino no Ninho do Urubu, em Vargem Grande, o vice de futebol do Flamengo, Paulo César Coutinho, disse que o clube deve fazer contratações pontuais para o Campeonato Brasileiro e que a reformulação do elenco deve se dar mais pela dispensa de jogadores. A contratação de um diretor-executivo continua sendo prioridade, mas os dirigentes ainda estão estudando nomes e não fizeram propostas a nenhum profissional, o que deve acontecer até a semana que vem.
    - Vamos fazer contratações pontuais, nas posições mais carentes. Até semana que vem já devemos apresentar um nome à torcida. Sobre as dispensas, até semana deveremos ter novidades. Peço um pouco de paciência – disse Coutinho.
    Segundo Coutinho, o clube ainda precisa conversar com representantes de jogadores que deverão ter o contrato rescindido. Um dos que já foram procurados até o momento foi o lateral-esquerdo Rodrigo Alvim.
    Sobre a possibilidade de venda do volante Willians, o dirigente afirmou que o Flamengo recebeu duas propostas e que a negociação pode ser concretizada.
    - O Flamengo é uma empresa: se for uma boa oportunidade, vamos tentar com carinho. Tem uma proposta da Itália (Udinese) e uma do mundo árabe. Já conversei com o empresário dele, que disse que o Willians gosta muito do Flamengo, mas que também há interesse numa transferência, pela parte financeira e, também, por acrescentar experiência internacional ao currículo dele. É um assunto que estamos tratando ainda.
    Nesta quinta-feira, os dirigentes rubro-negros e o técnico Joel Santana terão uma reunião na Gávea para definir o planejamento até o Brasileiro. Além de amistosos que o clube está negociando, os últimos 10 dias devem ser reservados para uma intensificação da preparação, possivelmente na Granja Comary, em Teresópolis.


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    Maicosuel busca redenção na final contra o Vasco no domingo

    RIO - Os dois gols que marcou na vitória por 4 a 1 sobre o Vasco na semifinal da Taça Rio de 2009 são lembrados por Maicosuel como seu melhor momento no Botafogo. Por conta deles, admite que adquiriu uma condição de ídolo que ainda não conseguiu honrar como gostaria. Depois de longa inatividade por lesões, o camisa 7 vê diante do mesmo rival a chance de voltar aos seus melhores momentos. Mas, mesmo que saia campeão na final da Taça Rio, domingo, com o Vasco, Maicosuel se sente incapaz de retribuir tamanha acolhida.
    - Por essa carência de títulos, pelos poucos gols que marquei, sempre vou ter esse sentimento de dívida com o Botafogo. Por toda a minha carreira. O status que tenho hoje no futebol é por causa desse clube - disse o atacante.
    Conhecido como Mago, Maicosuel lamentar ter se afastado por conta de lesões.
    - Ninguém gosta de ficar machucado. Essa final pode ser uma redenção para mim. Além de ajudar o Botafogo, tenho objetivos pessoais. Penso em seleção e em ter meu nome reconhecido mundialmente - contou o meia
    Depois de um treino físico na manhâ de hoje em General Severiano, o time do Botafogo faz trabalho com bola à tarde, nesta quarta-feira, no Engenhão. Com uma torção no tornozelo esquerdo, Renato segue em tratamento e ainda não há prognóstico sobre seu aproveitamento no clássico. Um exame de imagem ao qual o volante foi submetido confirmou o estiramento dos
    ligamentos do tornozelo.


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    Alecsandro, Vasco não pode repetir erros da final contra o Flu

    Para
    RIO - Artilheiro do Vasco na temporada, com 14 gols, o atacante Alecsandro estava em campo na final da Taça Guanabara, quando o título ficou com o Fluminense, que venceu por 3 a 1. E, segundo o camisa 9 da Colina, o time não pode repetir os mesmos erros neste domingo, na decisão da Taça Rio, contra o Botafogo. Os ingressos para o clássico começaram a ser vendidos nesta quarta-feira.
    - Nesse domingo vamos ter que entrar de um jeito diferente. Temos que entrar um pouco mais concentrados, não que tenhamos jogado desconcentrados contra o Flu, mas não da maneira que deveríamos ter entrado. Naquele jogo, acabamos levando o gol e não encaixamos a marcação depois, e não conseguimos jogar. Temos que marcar o adversário para depois impormos nosso ritmo de jogo – ensinou o atacante.
    Nesta quarta-feira, o técnico Cristóvão Borges comandou um treino técnico. Alguns jogadores treinaram cobranças de pênalti e, em outra parte das atividades, foram alçadas bolas à área.
    A novidade na manhã desta quarta-feira em São Januário foi a integração de Renato Augusto, que foi formado nas categorias de base e estava emprestado para o Atlético-GO. O jogador vinha treinando separado do grupo desde o início do ano.


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    Cavalieri defende pênalti e garante empate em 0 a 0 entre Flu e Inter

    
Jogadores do Fluminense comemoram com Cavalieri após defesa de penalidade
Foto: Reuters
    Jogadores do Fluminense comemoram com Cavalieri após defesa de penalidade Reuters
    RIO — Em uma partida em que Fred esteve muito isolado e, retornando de contusão, ainda fora de ritmo, foi o goleiro do Fluminense que saiu como herói da partida de ida das oitavas de final da Libertadores, na noite desta quarta-feira, contra o Internacional. Graças a uma defesa de Diego Cavalieri em pênalti cobrado pelo argentino Dátolo aos 12 minutos do segundo tempo, o Fluminense conseguiu segurar a força dos donos da casa, no Beira-Rio, e deixou Porto Alegre com o empate por 0 a 0. O jogo de volta será na quinta-feira, 10 de maio, no Engenhão, e o Fluminense precisa de uma vitória para se classificar. Um novo empate sem gols leva a disputa para os pênaltis. O Inter se classifica em caso de vitória ou empate com gols.
    — Ali é um momento difícil, tem que ter frieza, ter instinto. Fico feliz por ter ajudado a equipe. Foi um jogo difícil, sabemos da qualidade do Inter, queríamos a vitória mas o 0 a 0 está de bom tamanho. Agora é nos concentrarmos para buscar a vitória em casa — disse Cavalieri ao fim da partida.
    FOTOGALERIA: As imagens da partida
    Num primeiro tempo sem grandes jogadas de perigo dos dois lados, Internacional e Fluminense truncaram muito o jogo no meio-campo. Apesar disso, Tinga e Datólo, no lado colorado, e Deco e Thiago Neves, para os tricolores, não conseguiram fazer a diferença. Como resultado, os centroavantes Leandro Damião e Fred ficaram muitos isolados no ataque e quase não foram acionados.
    Entre as poucas oportunidades reais de gols criadas no primeiro tempo, o atacante Rafael Sóbis — ídolo colorado que foi xingado pela torcida do Internacional no Beira-Rio — desperdiçou ótima chance aos 12 minutos. Ele recebeu pela esquerda e, livre na área, chutou muito fraco e facilitou a defesa de Muriel. Ao seu lado, Fred, também livre, estava em ótima posição de chute. Em outra boa chance do Fluminense, Thiago Neves chutou de voleio após receber cruzamento de Bruno, mas mandou por cima do gol.
    TEMPO REAL: Como foi no lance a lance
    No segundo tempo, o Internacional, que já havia perdido Kléber por contusão, teve que voltar sem Dagoberto, também machucado. Jajá entrou em seu lugar no ataque e deu velocidade ao time que voltou do vestiário pressionando o adversário em seu campo de defesa. Logo aos 2 minutos, Jajá cobrou falta e Damião quase marcou após rebote da defesa. Nos minutos seguintes, o time chegou, pelo menos, mais duas vezes com perigo, com Fabrício — que entrou no lugar de Kléber — e Tinga.
    A pressão colorada provocou um pênalti aos 10 minutos. Após Damião receber bola na área, Edinho deu um chute muito forte no pé de apoio do atacante e o juiz Paulo César Oliveira marcou o pênalti e deu amarelo para o volante. Na cobrança, Cavalieri pulou bem na cobrança de Dátolo, que bateu à sua esquerda, e defendeu. No minuto seguinte, Sóbis fez ótima jogada, chutou cruzado e quase marcou. Muriel espalmou em ótima defesa.
    Após quinze minutos de pressão, o Internacional não conseguiu manter o ritmo. Só aos 39 o Fluminense teve uma grande chance. Deco chutou de muito longe e tentou encobrir Muriel, que tirou de soco. Nos últimos minutos, o Internacional levantou muitas bolas na área, tentando aproveitar a altura de seus jogadores. Aos 47 minutos, após bola levantada na área por Tinga, Jô chutou na trave esquerda de Cavalieri. A bola ainda bateu em Gum antes. Na última jogada, Damião tentou dar uma bicicleta, mas mandou por cima do gol e o Internacional não conseguiu sair com a vitória no Beira-Rio.
    Internacional 0 x 0 Fluminense
    Local: Beira-Rio, Porto Alegre (RS)
    Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP)
    Público e renda: R$ 1.027.010,00/28.152 pagantes
    Cartões amarelos: Tinga, Sandro Silva, Guiñazú, Nei (Inter); Rafael Sobis, Edinho, Deco (Fluminense);
    Internacional: Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Índio e Kleber (Fabrício); Guiñazu, Sandro Silva, Tinga e Dátolo (Jô); Dagoberto (Jajá) e Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
    Fluminense: Diego Cavalieri, Bruno, Gum, Anderson e Carlinhos; Edinho, Diguinho (Jean) e Deco; Thiago Neves (Lanzini), Rafael Sobis (Marcos Júnio) e Fred. Técnico: Abel Braga.


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    ESPN DOX: O Skate nas ruas de São Francico



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    Até meados dos anos 1990, a cidade foi a capital mundial do Skate, servindo como sede para as maiores marcas e revistas na época. Em 1999, Tony Hawk acertou o primeiro 900 da história do Skate no Halfpipe dos X Games Cinco realizado em São Francisco.
    Porém, com uma onda de proibições, limitando as áreas da cidade onde era permitido andar de skate, o cenário foi se enfraquecendo nas últimas décadas e foi ultrapassado pelo sul da Califórnia como grande centro do Skate atualmente.
    Mesmo assim, o Skate continua vivo na cidade em locais tradicionais como o Pier 7 e o Embarcadero, assim como em algumas praças da cidade. Além disso, ele serve também como meio de locomoção pelas famosas ladeiras de São Francisco.
    São Francisco foi a capital do skate na década de 90
    São Francisco foi a capital do skate na década de 90
    Crédito da imagem: Caio Salles
    Skate pelas ruas de São Francisco
    Skate pelas ruas de São Francisco
    Crédito da imagem: Caio Salles
    São Fracisco entre a praia e  o skate
    São Fracisco entre a praia e o skate
    Crédito da imagem: Caio Salles

    Contagem regressiva para o draft

     temporada 2012 da NFL começa na próxima quinta, com a primeira rodada do draft, o recrutamento dos novos valores que vão reforçar os 32 times do campeonato. Todo mundo já sabe quem serão os dois primeiros escolhidos. Andrew Luck vai dar início à era pós-Peyton Manning em Indianapolis e Robert Griffin III é aposta do Washington Redskins – que fez uma troca com o Saint Louis Rams para “furar a fila” e pular da sexta para a segunda posição. Ele tentará ser o que o time ainda não conseguiu desde a chegada do técnico Mike Shanahan – um QB confiável e vencedor.

    Então, as especulações começam para valer em torno do nome do terceiro selecionado, que vai para o Minnesota Vikings. Um dos favoritos, o CB Morris Claiborne, anunciou recentemente que vai precisar de uma cirurgia no punho. Com isso, crescem as chances de Matt Kalil, jogador de linha ofensiva que estudou em Southern California.

    Nada mais nada menos que 65 universitários vão se antecipar ao fim de suas carreiras na faculdade e entrar no draft de forma antecipada. É o novo recorde do draft, superando os 56 atletas que queimaram etapas no ano passado. E ao contrário de 2011, quando todas as atenções estavam voltadas para o fim do acordo coletivo de trabalho e o lockout, os times desta vez podem se focar nas necessidades dentro de campo.

    Vários times terão mudanças radicais, uma vez que trocaram de técnico. Na Conferência Americana, a chacoalhada foi maior, com mudanças em Miami, Indianapolis, Jacksonville e Oakland – registre-se, ainda, que o Kansas City Chiefs efetivou o coordenador defensivo Romeo Crennel, que dirigiu o time nos últimos três jogos do ano passado, após a demissão de Todd Haley. Na Conferência Nacional, Jeff Fisher está nos Rams e o Tampa Bay Buccaneers aposta no estreante Greg Schiano, que tenta a sorte como head coach na NFL depois de um bom trabalho em Rutgers.

    Quinta, nove da noite, ESPN e ESPNHD transmitem o draft. O Paulo Antunes e eu vamos começar a projetar a temporada e analisar as escolhas dos times. Ainda são mais de quatro meses até o início da temporada, mas já dá pra matar um pouco da saudade. Are you ready for some draft football?

    Que Bom! O Vôlei Futuro continua


    A continuidade do projeto
    A continuidade do projeto Volei Futuro faz muito bem para esporte e para o vôlei brasileiro
    Crédito da imagem: CBV

    A resposta com relação a suspeita do fim das equipes do Vôlei Futuro veio no final desta quarta-feira numa entrevista do diretor da empresa “Reunidas” e dos times de vôlei, Basílio Torres, ao jornal “Folha da Região”. E felizmente a notícia de ontem não se confirmou.
    Basílio Torres afirmou que as equipes do Vôlei Futuro vão continuar, mas que nada está definido ainda em relação à próxima temporada. Ele espera montar equipes fortes, mas ainda não tem idéia do que pode acontecer. E vai atrás de novos parceiros.
    Quanto ao fato de alguns atletas já terem proposta de outras equipes, Basílio declarou que não conversa com atletas antes do campeonato terminar por uma questão de ética.
    O mais importante e significativo é que o projeto vai continuar. Digo isso por vários motivos. Os canais ESPN fizeram inúmeras matérias para o programa “Por Dentro do Vôlei” sobre esse projeto desde o seu início e sou fã de carteirinha.
    Sempre torci para que esse projeto desse certo. Sei do empenho, não só do Basílio, mas também da diretora do projeto Marcela Constantino, para que o “Vôlei Futuro” nascesse, crescesse e prosperasse tão rapidamente.
    Atualmente é uma referência para muitos outros pólos do esporte. A cidade de Araçatuba é hoje mais conhecida ainda por conta das equipes do Vôlei Futuro e o Basílio e a Marcela são os grandes responsáveis. Eles têm, acima de tudo, amor pelo que fazem.
    E não precisam disso. O esporte é que precisa de pessoas como os dois. Por isso, felizmente, a chama “Vôlei Futuro” continuará acessa por um bom tempo. Para o bem do vôlei e do esporte brasileiro.

    Brucutus caçam Neymar e Santos tomba no inferno; Flu se dá bem

    Com o moleque Neymar meia-boca fisicamente e caçado por brucutus bolivianos dentro e fora de campo, o Santos tombou na paradisíaca altitude de La Paz (3.660m). Perto do céu, viveu um inferno.

    Levou dois gols de bola parada do Bolívar, além de pedradas e bananas na cabeça. Um ‘fair play’ proporcionado com inacreditável beleza pela eficiente Conmebol. E que poderá ter volta em 10 de maio, no alçapão da Vila Belmiro.

    “O jogo não é só de ida, não. Eles vão ver lá em Santos”, prometeu Neymar. “Peço que nossa torcida pressione bastante, porque a gente precisa ganhar", acrescentou ‘Muriçoca’ Ramalho.

    Mais do que se preocupar em retribuir o fidalgo tratamento boliviano no estádio Hernando Silles, o Peixe deve pensar em devolver com juros e gols a derrota. Se jogar metade do que pode, simplesmente arrasará o Bolívar.

    No Beira-Rio, o Saci colorado e o Fluminense decepcionaram. Preocuparam-se mais em marcar do que criar. Muita correria, pouca técnica e nenhum gol.

    O time gaúcho esteve mais perto da vitória no segundo tempo. Mas perdeu um pênalti (Dátolo cobrou e Diego Cavalieri defendeu) e mandou uma bola na trave no último minuto (Jô). Um 0 a 0 com sabor de vitória para o Flu.

    Na Copa do Brasil, a abertura das oitavas de final no Canindé foi um autêntico show de horrores. Lusa e Bahia abriram o mata-mata com tiros de espoleta. Nada aconteceu no Canindé, para alegria de 2.369 testemunhas.

    Em Curitiba, os periquitos em revista ganharam um pouco de sossego: bateram o Paraná. Além de dois gols de bola parada (um de falta e outro de pênalti), a outra incrível surpresa palmeirense foi Valdivia com bigode de fazer inveja a ‘seu’ Madruga. O futebolzinho continuou o mesmo.

    Já no Serra Dourada, uma grande novidade: o Goiás está com a faca, o queijo e o catchup engatilhados para devorar o Galo... pela quarta vez no torneio. Marcou dois e depenou o Galo do mestre Cuca, que estava invicto na temporada – 11 vitórias e três empates.
                                                             ######## 
    Tira-teima. Brasil/82 eliminado da Copa. Brasil/94 tetracampeão do mundo. Barcelona/02 fora da final. Chelsea/02 na decisão da Champions. Se pintasse na mão quatro DVDs com cada uma das equipes, quais as duas que mais mereceriam um vale a pena ver de novo? O resto é conversa de brucutu, xaropada de mesa-quadrada para chamar atenção.

    Sugismundo Freud. Quando um não quer, dois não brigam, mas um apanha.

    Olha o gato aí, gente! E a dupla dinâmica Ricardo Teixeira e João Havelange está de volta às manchetes esportivas, para felicidade geral da nação chapa branca e da turma de colarinho branco. ‘Titio’ Teixeira usou a empresa Sanud, junto com Havelange, para receber comissões em nome da mamãe Fifa e não repassou os valores aos cofres da entidade, informou o abelhudo Roberto Pereira de Souza, do ‘Uol’. A Justiça da Suíça ainda calcula o 2+2, mas o presentinho enviado ao paraíso fiscal pode ter superado os US$ 40 milhões, entre 1978 e 2000. Caixinha, obrigado!

    Twitface. Alô você: se quiser Neymar & Cia. com o carimbo de sua empresa no calção, não se reprima: basta aparecer na Vila com R$ 2,5 milhões.

    A vida é bela. O Brasil olímpico vai bem, obrigado. Com camisetas brancas, sem nenhum risquinho até de caneta esferográfica, atletas de remo, ginástica, atletismo vela, snowboard, futebol de sete e goalball se reuniram na lagoa Rodrigo de Freitas para criar o projeto ‘Memória Olímpica Vitrine’, também conhecido como ‘ói nóis aqui traveis, patrocinador’. O movimento é liderado por Fabiana Beltrane, campeã mundial de remo, que corre atrás de apoio para dedicar-se exclusivamente ao esporte. Bem que o Banco do Brasil poderia canalizar um pouco melhor os R$ 30 milhões dados à Confederação Brasileira de Vôlei, comandada pelo globalizado Ary 'Graçafolia'.

    Tiro curto. Ligados na reta final do Calcio, Corinthians e Botafogo preparam script para a volta da novela ‘Seedorf, 36 anos’.

    Gilete press. De Mauro Beting, no ‘Lance’: “A bola do futebol é meio masoquista. Prefere quem a trata pior. Quem a faz apanhar. Quem a faz sofrer com um bico despropositado (...) Que o futebol que se quer – e o Barça mostra ser possível – triunfe mais vezes. E que não seja desprezado por ter perdido uma classificação. Faz parte do jogo, que fica muito melhor quando se ganha desse jeito. E fica menos espetacular quando se vence como o Chelsea.” Fulminante.

    Tititi d’Aline. Abalado até a unha encravada após a derrota para o Vasco, Ronaldinho Gaúcho curtiu a eliminação do urubu numa boate da Barra. Entre um pandeiro e outro, chorou as pitangas no ombro amigo do rechonchudo imperador Adriano e do deputado pitbull Romário.

    Você sabia que... o brasileiro Kaká lidera o ranking esportivo do Twitter, com 10 milhões de seguidores, um milhão a mais que o gajo Cristiano Ronaldo?

    Bola de ouro. Manuel Neuer. O goleiro de R$ 48 milhões, 1,90m e 9kg, parou o Real Madrid nos pênaltis e garantiu o Bayern na final da Liga dos Campeões. Os alemães tentarão chegar ao penta.

    Bola de latão. Kaká. Contratado por 70 milhões de euros na metade de 2009, o brasileiro entrou no segundo tempo contra o Bayern e pouco fez. Pior: ainda perdeu pênalti. Está mais fora do que dentro do Real Madrid 2012/13.

    Bola de lixo. Real Madrid. O time espanhol é um belo freguês do Bayern de Munique: em 20 jogos, 12 derrotas e seis vitórias.

    Bola sete. “Tem cara ali que é metido, se acha demais. O Kobe [Bryant] se acha o mais f... da terra, o LeBron se diz o rei. Dentro de quadra eu tiro o chapéu, são gênios, mas tenho implicância com os caras que se acham” (da atriz Samara Felippo, mulher de Leandrinho, do Indiana – Zorros da NBA).

    Dúvida pertinente. Com Bayern x Chelsea, a final da Liga dos Campeões perde o glamour?

    A final que a Liga dos Campeões merecia. Imprevisível! Ou quase

    Quando o Chelsea superou o Barcelona, mas teve quatro jogadores suspensos para a decisão, parecia haver um favorito: o vencedor do Bernabéu. Fosse o Bayern, dono da casa, fosse o Real Madrid, de Cristiano Ronaldo, e pronto: o Chelsea viraria azarão.

    Não pela falta de qualidade, com a qual nenhum time pode ser visto depois de eliminar o Barcelona. Mas pelos desfalques.

    Por isso, o melhor que poderia acontecer para a decisão era a classificação de um Bayern desfalcado. Não terá Badstuber, Alaba e Luiz Gustavo, todos os suspensos.

    Sobre a semifinal, la Bestia Negra reapareceu para eliminar o Real Madrid, com momentos exuberantes no jogo. Recuperar-se depois de levar 1 x 0 aos 4 minutos não é fácil. Ser mais perigoso e sofrer 2 x 0 com 14 minutos, mais difícil ainda.

    E então o Bayern colocou a bola no chão, o Real Madrid chamou-o a seu campo -- queria o contra-ataque -- e começou a correr mais riscos do que deveria. Até a jogada pela direita que resultou no pênalti de Pepe (na hora eu não marcaria, mas Pepe deixa o braço no peito de Mario Gomez e o atropela. Foi pênalti!).

    No segundo tempo, o Bayern conseguiu atemorizar o Bernabéu. Diminuiu o ritmo da partida, tocou a bola, cadenciou e acelerou na hora de ameaçar. E ameaçou.
    Mas o 2 x 1 não saiu do marcador, um pouco por culpa de Casillas, muito pela zaga segura -- Pepe cometeu um erro no jogo, o pênalti.

    Os outros destaques, foram de momentos na partida, que não teve um destaque absurdo -- daí o voto em Pepe como melhor em campo, sem contar a decisão por pênaltis (o diário MARCA elogiou Pepe e elegeu Benzema -- na boa, você acha que o Benzema foi o melhor? O jogo não teve um destaque absurdo. Você pode votar no melhor nos pênaltis, Neuer. Eu prefiro não me omitir de escolher o melhor do jogo).

    Ozil foi destaque do primeiro tempo, Cristiano fez dois gols e depois renunciou a ser protagonista, Ribéry foi mais discreto que semana passada, Robben teve ótimos momentos, mas não continuidade.

    Destaque, então, Neuer na decisão por pênaltis.
    Lembranças de Kahn.

    Foi por seu goleiro que o Bayern chegou a seu último título europeu.
    É por causa dele, também, que está na segunda final em três anos.

    NA HISTÓRIA, QUATRO TIMES DECIDIRAM EM SEU ESTÁDIO -
    REAL MADRID 2 X 0 FIORENTINA, EM 1957, NO BERNABÉU
    INTERNAZIONALE 1 x 0 BENFICA, EM 1965, EM SAN SIRO.
    ROMA 1 x 1 LIVERPOOL (Liverpool campeão nos pênaltis) EM 1984, NO ESTÁDIO OLÍMPICO DE ROMA.
    BAYERN x CHELSEA EM 2012.

    NA HISTÓRIA, QUATRO FINAIS ENTRE TIMES QUE NÃO SE CLASSIFICARAM PARA A LIGA DOS CAMPEÕES COMO CAMPEÕES DE SEUS PAÍSES:
    1999 - Manchester United 2 x 1 Bayern
    2000 - Real Madrid 3 x 0 Valencia
    2007 - Milan 2 x 1 Liverpool
    2012 - Bayern x Chelsea

    NA HISTÓRIA, TREZE VEZES O CAMPEÃO DA LIGA DOS CAMPEÕES NÃO ERA O CAMPEÃO NACIONAL DE SEU PAÍS NA TEMPORADA ANTERIOR:
    1957 - Real Madrid (3o colocado no Espanhol em 1956)
    1960 - Real Madrid (2o colocado no Espanhol em 1959)
    1965 - Internazionale (2o colocado no Italiano em 1964)
    1972 - Ajax (2o colocado no Holandês em 1971)
    1976 - Bayern (10o colocado no Alemão em 1975)
    1980 - Nottingham Forest (2o coolocado no Inglês em 1979)
    1990 - Milan (3o colocado no Italiano em 1989)
    1999 - Manchester United (2o colocado no Inglês em 1998)
    2000 - Real Madrid (2o colocado no Espanhol em 1999)
    2003 - Milan (4o colocado no Italiano em 2002)
    2005 - Liverpool (4o colocado no Inglês em 2004)
    2007 - Milan (4o colocado no Italiano em 2006)
    2009 - Barcelona (2o colocado no Espanhol em 2008)
    2012 - Bayern (2o colocado no Alemão de 2011) ou Chelsea (2o colocado no Inglês de 2011).

    * Até 1997/98, os vice-campeões não eram admitidos na Champions League. Os campeões até essa data que não se classificaram como campeões nacionais, classificaram-se como campeões da Copa dos Campeões da temporada anterior.

    quarta-feira, 25 de abril de 2012

    Libertadores


    21h50 Internacional 0x0 Fluminense
    21h50 Bolívar 2x1 Santos

    Amistosos

    21h30 América-MG 2x1Argentinos Juniors

    Potiguar

    20h30 Baraúnas-RN 0x2 América-RN

    Copa do Brasil


    19h30 Portuguesa 0x0 Bahia
    21h50 Goiás 2x0 Atlético-MG
    21h50 Paraná Clube 1x2 Palmeiras

    Real Madrid

    Real Madrid

    Real Madrid jogo bem contra Bayard mas perde a partida nos penastes nas venceu  a partida 2 a 1 Real Madrid   mas perde nas penalidades Kaka entra no cegando tempo mas não joga muito Cristiano Ronaldo só joga 13 minutos e some na partida e ainda perde um penati  na decisão por penati e faz Gol de  penati e perde outro penati na hora da decepção onze metros       

    Liga dos Campeões

    15h45  1Real Madrid 2x1 Bayern de Munique 3

    Alagoano


    15h15 Sport Santo Antônio 0x0 CSA
    20h30 CSE x ASA

    que Fred não preocupa para jogo contra o Inter

    Flu .

    PORTO ALEGRE - Fred deu um susto no último treino do Fluminense em Porto Alegre, na véspera do primeiro jogo contra o Internacional, pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Durante os exercícios de finalização, o atacante pareceu sentir dores na coxa direita e se deitou no gramado. Roberto Tupinambá, fisioterapeuta do clube, foi até o jogador e o ajudou a fazer um alongamento, o que, segundo informou o Fluminense, é um procedimento de rotina após os treinos.
    Integrantes da comissão técnica garantiram que Fred caminhou normalmente após o treino, almoçou com os demais jogadores, como estava programado, e sequer reclamou de dores. Fred foi poupado das últimas partidas do Fluminense por conta de dores musculares. O jogador inclusive não viajou para a Argentina, na semana passada, onde o time derrotou o Arsenal, na última rodada da fase de grupos da Libertadores.
    Treino de bolas paradas
    No treino desta terça, ciente de que cada detalhe poderá ser decisivo no jogo contra o Inter, o técnico Abel Braga investiu parte do tempo a jogadas de bola parada. O responsável pelos cruzamentos para a área foi o meia Deco. Enquanto isso, os titulares mais altos do time se revezavam com os reservas na hora de atacar e defender. O treinador interrompeu a atividade algumas vezes para passar orientações aos seus atacantes e zagueiros.
    Os atletas de menor estatura da delegação tricolor, como Lanzini, Carleto e Marcos Junio, ficaram do outro lado do campo do Olímpico, estádio do Grêmio, batendo bola. Pouco depois, foram chamados para participar de uma espécie de recreativo.
    Na segunda, ainda no Rio, Abel tinha ensaiado um esquema de marcação por pressão para dificultar a saída de bola do Inter.
    O volante Edinho, que já jogou na equipe gaúcha, alertou para o cuidado que o Fluminense deve ter especialmente nos minutos iniciais da partida. Segundo ele, a tendência é de que o Internacional tente partir para cima nos primeiros 15 minutos para marcar logo o gol.
    - Os jogadores mudaram, mas algumas coisas se mantêm. O Inter tem força em casa e sufoca nos primeiros minutos. Mesmo se D'Alessandro não jogar, o Inter tem outros jogadores qualificados, como o Leandro Damião, a experiência do Guiñazu, o Índio na bola parada - comentou Edinho.

    Flamengo dá seu preço por amistoso: R$ 1 milhão

    RIO - Não chega ao valor que Ronaldinho Gaúcho recebe por mês, mas o Flamengo deu seu preço para disputar amistosos pelo Brasil durante o período em que está de férias forçadas pelas eliminações no Carioca e na Libertadores: R$ 1 milhão, livre das despesas de viagem e hospedagem. O clube tem recebido algumas ofertas, principalmente das regiões Norte e Nordeste, sempre com a exigência do contratante da presença de Ronaldinho e Love nas partidas, mas nenhum amistoso foi fechado ainda. Por este valor, o clube compromete-se a levar o elenco completo.
    Enquanto isso, a diretoria segue fazendo o planejamento até a estreia no Brasileiro, no dia 20 de maio. Ficou decidido que o clube deve usar as próximas duas semanas, até perto do dia 10 de maio, para aceitar amistosos. Os últimos dez dias antes do jogo contra o Sport seriam dedicados a uma intensificação da preparação, possivelmente na Granja Comary, em Teresópolis, ou mesmo no Ninho do Urubu.
    Alguns detalhes ainda vão ser discutidos com o técnico Joel Santana, que apenas amanhã deverá reunir-se (pela primeira vez desde a eliminação do Campeonato Carioca, no domingo) com os dirigentes que definem os rumos do futebol rubro-negro — os vices de futebol, Paulo César Coutinho, de finanças, Michel Levy, e de relações exteriores, Walter Oaquim.

    Dúvida sobre vender Willians

    A contratação de um diretor-executivo para o departamento continua sendo prioridade dos dirigentes, que ainda buscam a decisão pelo melhor nome. Paulo Angioni, do Bahia, foi descartado pela alta pedida financeira. Enquanto isso, os cartolas tentam diminuir a folha salarial com o empréstimo de alguns jogadores e a rescisão com outros. O volante Aírton, o atacante Itamar e o lateral-esquerdo Rodrigo Alvim são os primeiros nomes certos na barca.
    O Flamengo recebeu proposta para vender o volante Willians ao Udinese (ITA), mas ainda tem dúvidas se é o melhor a fazer. A posição de volante com características de marcação forte é considerada a mais carente por Joel Santana. Como ainda não sabe quando poderá contar com Maldonado, e Aírton está de saída, Willians pode se tornar imprescindível ao elenco, na avaliação de diretoria e da comissão técnica. O volante paraguaio Cáceres, que será contratado, só poderá estrear a partir de 4 de agosto. Além de outro volante, o rubro-negro quer também trazer ao menos um zagueiro e um meia, ambos vindos de clubes do futebol brasileiro.
    Enquanto isso, os jogadores voltaram ao trabalho na tarde de ontem, no Ninho do Urubu. Com exceção de Vágner Love, que fez apenas atividade regenerativa na academia, os titulares trabalham com bola no campo, inclusive Ronaldinho Gaúcho.
    Mais uma vez, coube ao atacante Deivid a tarefa de dar entrevista num momento de crise vivido pelo Flamengo. O camisa 9 fez uma avaliação realista e crítica dos motivos que levaram a equipe a fracassar nas duas competições que disputou até agora em 2012.
    Perguntado se faltou respeito ao clube, como definiu o meia Renato após a derrota para o Vasco, Deivid concordou.
    — Que faltou algo, faltou. Se tivéssemos dado um algo mais, não teríamos ido tão mal. É claro que fizemos coisas certas, não adianta achar que tudo está errado, mas é necessária uma reformulação — afirmou o atacante, que vê necessidade de reforços. — Acho que precisamos, nosso time sentiu bastante as contusões, os desfalques, e sabemos que o Brasileiro é muito difícil.
    Deivid lamentou ainda os gols sofridos e a queda de rendimento do time nos segundos tempos das partidas.
    — Não estamos conseguindo manter o nível no segundo tempo. Não culpo só a defesa, todos têm culpa, mas estamos levando muitos gols — completou.


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    Italiano


    07h30 Novara 2x1 Lazio
    10h00 Lecce 0x0 Napoli
    10h00 Palermo 1x2 Parma
    10h00 Roma 1x2 Fiorentina
    10h00 Siena 1x1 Bologna
    10h00 Udinese 1x3 Internazionale
    13h00 Cesena 0x1 Juventus
    13h00 Milan 1x0 Genoa

    VÍDEO: Com golaço de Ramires, Terry expulso e pênalti perdido por Messi, Chelsea empata com o Barça e vai à final

    Um gol salvador do brasileiro Ramires e outro de Fernando Torres nos acréscimos levaram o Chelsea, que tinha um jogador a menos desde os 37 minutos do primeiro tempo, à final da Champions League 2011/2012, quebrando o domínio do badalado Barcelona na principal competição da Europa. Terry foi expulso, Messi perdeu um pênalti após o intervalo, e o time inglês empatou com a equipe espanhola, por 2 a 2, nesta terça-feira, no estádio Camp Nou, garantindo vaga na decisão pela segunda vez em sua história.

    O zagueiro John Terry foi expulso após agredir Alexis Sánchez, o Barça abriu vantagem com gols de Busquets e Iniesta, mas Ramires marcou um golaço por cobertura ainda no final da primeira etapa e calou a torcida catalã, já que o resultado dava a classificação aos visitantes.

    Após o intervalo, Messi ainda perdeu um pênalti, acertando o travessão, e Torres, nos acréscimos, ainda fez mais um e garantiu a vaga do Chelsea. No jogo de ida, em Londres, os Blues ganharam por 1 a 0, com gol de Drogba.



    Assista aos melhores momentos da partida!
    A decisão será no dia 19 de maio, em Munique, na Alemanha, contra o vencedor de Real Madrid e Bayern de Munique, que se enfrentam nesta quarta-feira.

    Esta será a segunda final de Champions da história do Chelsea. Na primeira, em 2008 em Moscou, o time londrino foi derrotado nos pênaltis pelo Manchester United.

    O jogo  -
    O técnico Pep Guardiola fez quatro mudanças em relação ao time que perdeu para o Real Madrid, por 2 a 1, no último sábado, pelo Espanhol. Entram Piqué, Fábregas, Alix Sánchez e Cuenca nos lugares de Daniel Alves, Adriano, Thiago Alcântara e Tello. Já o treinador Roberto di Matteo mandou o Chelsea a campo com os mesmos 11 titulares do jogo de ida em Stamford Bridge.

    O Barcelona começou o jogo já com o seu habitual domínio de bola, ficando em média com mais de 70% de posse do que o adversário. A primeira grande chance saiu aos 10 minutos, mas o goleiro Peter Cech fez grande defesa em chute de Messi, após tabela e passe de calcanhar de Fábregas.

    Pouco antes disso, aos 6 minutos, o Chelsea sofreu a sua primeira baixa na defesa. O zagueiro Cahill sentiu um problema muscular e teve que ser substituído pelo lateral direito Bosingwa. Assim, Ivanovic foi deslocado para zaga.

    Aos 26, foi a vez dos donos da casa serem obrigados a fazer uma alteração no sistema defensivo. Piqué, que minutos antes tinha desmaiado em campo após bater a cabeça em um choque com Valdés, não teve condições de seguir em campo e foi trocado por Daniel Alves.

    O Barça seguiu controlando o duelo e teve algumas chances em finalizações de Messi e Fábregas, enquanto o Chelsea tentava responder nos raros contra-ataques que conseguia enxcaixar. Em um deles, Drogba chutou para fora.

    Aos 34 minutos, a pressão da equipe espanhola surtiu efeito, Cuenca cruzou rasteiro da esquerda para a área, e o volante Busquets completou para as redes, abrindo o placar.

    No entanto, três minutos depois, aos 37, um lance causou polêmica. O zagueiro John Terry recebeu cartão vermelho após o árbitro turco Cuneyt Çakir interpretar uma agressão dele, uma joelhada nas costas, no atacante Alexis Sánchez. Com um homem a menos em campo, a situação do time inglês ficou ainda pior.

    Messi deu assistência para Iniesta, que fez o segundo gol do Barça, aos 43 minutos, dando a vantagem que a equipe catalã precisava para a classificação. Porém, aos 46, Lampard lançou o brasileiro Ramires, que mostrou categoria e tocou por cima e encobriu o goleiro Valdés: golaço que diminuiu a desvantagem, e resultado que já dava a vaga ao Chelsea.

    Após o intervalo, o Barcelona manteve a pressão e foi em busca do gol que precisava para avançar à final. O Chelsea, com um a menos em campo, se fechou na defesa e tentou gastar o tempo nos contragolpes.

    Logo aos 4 minutos, o time da casa teve a grande chance de balançar as redes pela terceira vez. A arbitragem marcou pênalti de Drogba em Fábregas, Messi foi para a cobrança, mas acertou o travessão e desperdiçou a oportunidade.

    O Barça continuou no campo de ataque, Daniel Alves teve um gol anulado por impedimento de forma correta, Messi ainda acertou um chute na trave, e o goleiro Peter Cech precisou trabalhar algumas vezes. No entanto, o Chelsea demonstrou valentia e força defensiva.

    No desespero pelo gol, Guardiola sacou Faábregas e Cuenca para as entradas de Keita e Tello, enquanto Di Matteo respondeu com as trocas de Mata e Drogba por Kalou e Fernando Torres.

    Então, aos 46 minutos, Fernando Torres aproveitou o contra-ataque, driblou Valdés, balançou as redes e selou a sofrida classificação dos Blues, calando o Camp Nou e confirmando a festa inglesa

    Uma coisa em que Cristiano Ronaldo é melhor do que Lionel Messi

    Cristiano Ronaldo tem 42 gols no Campeonato Espanhol, a maior marca da história do torneio, um tento a mais do que Lionel Messi.
    Mas Cristiano Ronaldo perde para Messi no número de gols em toda a temporada.
    São 54 em 50 jogos para o português.
    São 61 em 47 jogos para o argentino.
    Isso na temporada 2011/12.

    Agora veja a distribuição dos gols.
    Dos 61 de Messi, 38 foram marcados na casa do Barcelona, o estádio Camp Nou. Ou 62,5%.
    Dos 54 de Cristiano Ronaldo, 27 aconteceram no Santiago Bernabéu, casa do Real Madrid. Rigorosos 50% dentro, 50% fora de seu reduto.

    Não que para Messi não seja, mas para Cristiano Ronaldo jogar diante da sua torcida ou de seu inimigo dá na mesma.

    Segredos para ganhar do Barcelona: muito sacrifício, comprometimento e sorte

    Antes de mais nada. Como é curioso, o futebol, né? Os tabus, histórias, parecem besteira. Mas, de novo, o campeão da Champions não repetirá seu título (nunca aconteceu). De novo, Fernando Torres, aquele que passou o ano inteiro perdendo gols contra todo mundo, mete um contra a sua principal vítima: o Barça.

    Quero dizer também que as derrotas de sábado e de hoje (empate que foi igual a derrota) não tiram o Barcelona do posto de melhor time de futebol do mundo.

    Há meios diferentes para ganhar jogos de futebol. O método do Barça é indiscutivelmente o mais belo, o mais bacana para quem gosta do jogo bem jogado, o que vai ficar para a história e que inspira crianças, treinadores e times pelo mundo afora. Isso não invalida outras maneiras de vencer jogos e campeonatos.

    O que pode acontecer é o fim de um ciclo, especialmente se Pep Guardiola decidir sair do clube. Ele ainda não falou o que vai fazer da vida, e Guardiola foi peça fundamental durante quatro anos de títulos, vitórias, recordes, valorização da base e tudo o mais. Se ele sair, tudo muda. Se Pep ficar, o Barça chega forte, como sempre, à próxima temporada.

    E para a próxima temporada, com ou sem Pep, o Barcelona vai precisar se reforçar de forma cirúrgica para desbancar o Real Madrid. A Messi-dependência foi clara durante o ano. O time tem um sistema de jogo, tem uma maneira de buscar as vitórias, tem grandes jogadores. Sim. Mas Messi é o verdadeiro diferencial na hora H.

    A lesão de Villa mudou a temporada do Barcelona, era um jogador de 20, 25 gols. Alexis não esteve bem o tempo todo fisicamente. E aí, quem sobrou para meter a bola pra dentro? Na hora do abafa, quando talvez, por que não, o chuveirinho se transforma em arma, quem poderia ser o alvo dentro da área? Guardiola colocou Keita por Fábregas também por isso. E o Keita não é nenhum grandalhão cabeceador.

    Sem homens-gols, o Barcelona permitiu que Chelsea e Real Madrid fizessem algo semelhante. Uma ultramarcação a Lionel Messi. Pelo menos dois em cima, na maioria das vezes, três, e, em alguns momentos, até quatro jogadores em cima de Messi. Fica difícil jogar assim.

    Em Stamford Bridge, Cesc e Alexis, duas vezes, além de Busquets, perderam gols feitos. No Camp Nou, sábado, foi Tello quem desperdiçou chances claras. O gol saiu de uma arrancada de Messi, e a melhor chance saiu de um passe dele para Xavi (que também perdeu cara a cara com Casillas). Nesta terça, Messi foi quem deu o passe para Iniesta marcar o segundo. Chutou na trave uma bola que mudaria o jogo. Perdeu gols, e perdeu o principal, um pênalti.

    Resumindo. Se Messi resolve, está resolvido. Se Messi não resolve, sobram problemas.

    Real Madrid e Chelsea foram times muito comprometidos e com jogadores que se sacrificaram pela vitória. Atacantes que marcaram, meias que se desdobraram, laterais e zagueiros que mantiveram a atenção em dia o tempo todo.

    Os dois times sabiam que não adiantaria querer disputar a posse de bola com o Barcelona. Haveria de se ganhar de outra forma. Formas legítimas. Menos belas, mas legítimas.

    É lógico que o Real teve mais qualidade do que o Chelsea. Foi um time consistente atrás e na frente. Ozil e Di María marcaram demais no meio e deram saída ao ataque. Pepe, Khedira e Xabi Alonso foram intransponíveis atrás. O Chelsea não teve a mesma consistência, permitiu que o Barcelona criasse mais e se aproximasse mais do gol tanto na ida quanto na volta.

    Aí, entrou o fator sorte. E, sem o fator sorte, não existe futebol. Aquele mesmo fator sorte que sorriu para o Barça em Stamford Bridge, três anos atrás, sorriu para o Chelsea hoje.

    A bola que não entra. O pênalti que o melhor do mundo chuta na trave.

    Sacrifício, comprometimento e sorte. Sem um deles, o Chelsea não teria passado. Mas o Chelsea teve todos eles na hora certa. Não dá para dizer que não mereceu.

    Brasil tem grupo tranquilo na Olimpíada. Só falta ter uma seleção

    O caminho da Seleção Brasileira nos Jogos Olímpicos de Londres 2012 não reserva grandes dificuldades na fase de classificação. A estreia contra o Egito no dia 26 de julho, em Cardiff, pode ser traiçoeira, mas os dois outros adversários, Bielorrússia e Nova Zelândia, são os melhores que poderiam ter calhado ao time de Mano Menezes em seus respectivos potes.

    Time? Primeiro, precisa existir um. Mais uma vez, a CBF trata a Olimpíada de uma maneira no discurso (a antiga conversa do único título que falta ao futebol brasileiro), e de outra nas ações. Sem planejamento, sem jogos, sem nada, ao contrário do que fazem outras seleções que podem brigar pelo ouro, como Espanha e Uruguai.

    Os uruguaios têm um grupo forte, com Grã-Bretanha e Senegal, além dos Emirados Árabes. Os britânicos, porém, sofrem do mesmo problema que o Brasil: a seleção só existe na teoria, por enquanto. E com uma lista prévia de 80 nomes, é difícil até saber quem está nos planos do técnico Stuart Pearce.

    Também há promessa de equilíbrio no grupo B, encabeçado pelo México. A Suíça, com ótima geração de jovens, e o Gabão, campeão africano sub-20, integram a chave que ainda conta com a Coreia do Sul.

    A Espanha deu sorte semelhante à do Brasil: evitou o Uruguai e enfrentará Honduras, que a princípio não deve oferecer grandes dificuldades. Japão e Marrocos devem se envolver na briga pelo segundo lugar. Vale lembrar que este é o grupo que cruza com o do Brasil nas quartas-de-final.

    terça-feira, 24 de abril de 2012

    Bacelona imbatível Sim

    Barcelona é imbatível sim
     O jogo foi defesa contra ataque e a Barcelona e chelce
    Barcelona nervosa no campo rodando a bola, mas não passava pela defesa adversária que só tia dez jogadores em capo enquanto o Barcelona tinha 11 jogadores e chelce.
     Tinha apenas 10 jogadores encampo.
    Árbitro anda tentou ajuda o time do Barcelona, mas os deuses do futebol trabalharam hoje.
    E não deixou o arbitro não conseguiu atrapalha a linda partida de hoje o futebol é lindo de se assisti e de torcer

    Liga dos Campeões

    15h45 Barcelona 2x2 Chelsea

    Inglês

    15h45 Aston Villa 1x2 Bolton

    Italiano


    13h30 Atalanta 1x0 Chievo Verona
    13h30 Cagliari 3x0 Catania

    Foto de Xavi e Puyol faz jornal catalão mudar a capa

    A imagem virou assunto na Espanha assim que apareceu na internet. Quando desapareceu, rodou o mundo. O jornal “Sport”, de Barcelona, decidiu mudar a capa da edição desta terça-feira por causa da foto escolhida para mostrar os jogadores do Barça comemorando. Repare nas imagens de Xavi e Puyol nas capas da esquerda, a primeira a ir para as bancas, e da direita, a versão, digamos, corrigida.

    O texto ao lado da foto não mudou. É uma declaração do treinador Josep Guardiola sobre a partida decisiva contra o Chelsea, no jogo de volta das semifinais da Liga dos Campeões, nesta terça no Camp Nou: “Tenho uma fé inabalável nessa equipe”.
    Quando o assunto virou trending topic do Twitter, o “Sport” resolveu se explicar numa nota publicada por volta de 13h no horário espanhol (8h de Brasília).
    – A foto foi tirada depois que Puyol fez um gol no Santiago Bernabéu numa partida da Copa do Rei (20/01/2012). Quando publicamos a capa do jornal na noite desta segunda-feira, as redes sociais ficaram enlouquecidas por causa da posição de Xavi e Puyol. Por isso, para não ferir suscetibilidades, decidimos mudar a foto original da capa – disse o jornal.

    Brasil estreia no torneio de futebol das Olimpíadas contra o Egito

     
    RIO - A seleção brasileira conheceu nesta terça-feira seus primeiros adversários no torneio olímpico masculino em Londres. Cabeça de chave do grupo C, a equipe treinada por Mano Menezes vai enfrentar na primeira fase o Egito, Bielorrússia e Nova Zelândia. O sorteio dos grupos foi realizado no estádio de Wembley, na capital inglesa.
    A estreia do Brasil será no dia 26 de julho, em Cardiff, no País de Gales, contra os egípcios. Três dias depois, a seleção enfrenta a Bielorrússia, em Old Trafford, estádio do Manchester United, e fecha a sua participação na primeira fase no dia 1º de agosto contra a Nova Zelândia, no St. James Park, estádio do Newcastle.
    O técnico Mano Menezes disse que os adversários da equipe na primeira fase se equivalem, mas elogiou o Egito, adversário da seleção na primeira fase do Mundial sub-20.
    - Foi um jogo parelho, o que mostra o equilíbrio técnico. Nossos três adversários tem um bom equilíbrio técnico entre eles, mas é claro que o Brasil tem a obrigação de se classificar porque é a seleção de nível superior. Mas é preciso provar essa superioridade na prática - disse Mano, em entrevista à TV Record.
    Nas quartas de final, o grupo da seleção cruzará com o grupo D, que será formado por Espanha, Japão, Honduras e Marrocos. O grupo A ficou com Grã-Bretanha, Senegal, Emirados Árabes Unidos e Uruguai e o C com México, Coreia do Sul, Gabão e Suíça.
    Para evitar um confronto com a Espanha, que deve ser um dos times mais fortes das Olimpíadas, Mano considera fundamental terminar em primeiro lugar na chave.
    - Sem dúvida é importante se classificar em primeiro. O cruzamento é teoricamente diferente e tenho certeza que a seleção estará preparada para atingir o primeiro objetivo, que é passar bem na fase de grupos.
    Antes de conhecer os adversários, Mano disse que considera boa a pressão que a eequipe vem sofrendo, pois o Brasil sempre deu uma resposta positiva nas competições quando foi pressionado, e reafirmou que pretende levar os três jogadores acima de 23 anos para os Jogos. O treinador afirmou que um dos três será um zagueiro.
    - Tenho uma ideia de como vamos fazer, mas não temos definições finais. Também depende da negociação direta com os clubes, porque eles não são obrigados a liberar. Tenho tido dificuldade no setor de zagueiros abaixo de 23 anos e talvez uma dessas vagas certamente será preenchida por um zagueiro.
    Seleção feminina cai no grupo E
    Também foram sorteados em Wembley os grupos do torneio de futebol feminino.A seleção brasileira caiu no grupo E e enfrentará na primeira fase a Grã-Bretanha, Nova Zelândia e Camarões. A estreia das brasileiras será contra a equipe africana no dia 25 de julho, em Cardiff. Três dias depois, a equipe enfrenta a Nova Zelândia no mesmo local no País de Gales e no dia 31 pega a Grã-Bretanha em Wembley.
    O grupo F terá o Japão, atual campeão do mundo, Canadá, África do Sul e Suécia e o G contará com Estados Unidos, França, Colômbia e Coreia do Norte.
    O futebol olímpico começa no dia 25 de julho, em Cardiff, com a partida entre Grã-Bretanha e Nova Zelândia pelo torneio feminino.


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    Contagem regressiva para o draft

    A temporada 2012 da NFL começa na próxima quinta, com a primeira rodada do draft, o recrutamento dos novos valores que vão reforçar os 32 times do campeonato. Todo mundo já sabe quem serão os dois primeiros escolhidos. Andrew Luck vai dar início à era pós-Peyton Manning em Indianapolis e Robert Griffin III é aposta do Washington Redskins – que fez uma troca com o Saint Louis Rams para “furar a fila” e pular da sexta para a segunda posição. Ele tentará ser o que o time ainda não conseguiu desde a chegada do técnico Mike Shanahan – um QB confiável e vencedor.

    Então, as especulações começam para valer em torno do nome do terceiro selecionado, que vai para o Minnesota Vikings. Um dos favoritos, o CB Morris Claiborne, anunciou recentemente que vai precisar de uma cirurgia no punho. Com isso, crescem as chances de Matt Kalil, jogador de linha ofensiva que estudou em Southern California.

    Nada mais nada menos que 65 universitários vão se antecipar ao fim de suas carreiras na faculdade e entrar no draft de forma antecipada. É o novo recorde do draft, superando os 56 atletas que queimaram etapas no ano passado. E ao contrário de 2011, quando todas as atenções estavam voltadas para o fim do acordo coletivo de trabalho e o lockout, os times desta vez podem se focar nas necessidades dentro de campo.

    Vários times terão mudanças radicais, uma vez que trocaram de técnico. Na Conferência Americana, a chacoalhada foi maior, com mudanças em Miami, Indianapolis, Jacksonville e Oakland – registre-se, ainda, que o Kansas City Chiefs efetivou o coordenador defensivo Romeo Crennel, que dirigiu o time nos últimos três jogos do ano passado, após a demissão de Todd Haley. Na Conferência Nacional, Jeff Fisher está nos Rams e o Tampa Bay Buccaneers aposta no estreante Greg Schiano, que tenta a sorte como head coach na NFL depois de um bom trabalho em Rutgers.

    Quinta, nove da noite, ESPN e ESPNHD transmitem o draft. O Paulo Antunes e eu vamos começar a projetar a temporada e analisar as escolhas dos times. Ainda são mais de quatro meses até o início da temporada, mas já dá pra matar um pouco da saudade. Are you ready for some draft football?

    VÍDEO: Corinthians e Palmeiras eliminados: roteiros idênticos, consequências diferentes

    Corinthians e Palmeiras tiveram roteiros muito parecidos em suas eliminações do Campeonato Paulista, neste domingo. Ambos perderam para times de Campinas. Ambos viram seus adversários saírem vencendo por 2 a 0, depois diminuíram para 2 a 1, tomaram o terceiro gol e, já no final do jogo, voltaram a diminuir. Ambos tiveram falhas de seus goleiros, muito contestados depois das derrotas.

    As semelhanças, porém, param por aí.

    A eliminação do Corinthians foi surpreendente, tanto quanto possa ser “surpreendente” uma eliminação em um campeonato disputado nesse estúpido formato do Paulistão. Já a queda do Palmeiras, que jogava fora de casa contra um adversário de melhor campanha e que ainda não perdeu para o trio de ferro paulista, não surpreendeu ninguém.

    O título paulista pouco significaria ao Corinthians, que, após sua eventual conquista, mal poderia desfrutá-la, porque, como a gente sabe, sua obsessão é outra. Uma obsessão para a qual, convenhamos, a queda no estadual pode até ter consequências positivas. Assim como o Santos, o Corinthians não precisava tanto do Paulista. Porque o atual campeão brasileiro não precisa se consolidar como time, não busca confiança.

    Para o Palmeiras, o contrário. Assim como para o São Paulo, o título paulista lhe faria bem. Daria a uma nova equipe, montada com bons reforços como Barcos, Juninho e Daniel Carvalho (e Wesley?), a confiança e o otimismo que há tempos andam longe do clube. Felipão ganharia crédito e tranquilidade (se é que essa palavra poderá um dia ser utilizada nos conturbados corredores do Palestra) para seguir seu trabalho na Copa do Brasil e no Brasileirão.

    Ao Corinthians de hoje, depois da derrota, basta não sair do rumo. Já o Palmeiras ainda tem que encontrar o seu (e com Felipão, antes que perguntem).

    A única coisa comum a ambos, hoje, talvez seja uma dúvida: com qual goleiro fazê-lo?


    Veja comentário feito no Bate-Bola 1ª edição desta segunda-feira!


    Júlio César expõe a crise de goleiros brasileiros

    Antes de mais nada duas perguntas para você, caro leitor. 1) Você está plenamente satisfeito com o goleiro do seu time? 2) Quem deve ser o goleiro da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2014 na sua opinião?

    O último final de semana foi especialmente trágico para goleiros brasileiros. Júlio César, do Corinthians, saiu de campo chorando, responsável direto pela eliminação de sua equipe no Campeonato Paulista. Mas ele não foi o único. Deola, do Palmeiras, falhou também. Felipe, do Flamengo, bateu roupa. Fernando Prass, do Vasco, aceitou um chute de longuíssima distância. E assim por diante...

    Final de semana atípico, portanto? Não. Final de semana típico. O Brasil, por incrível que pareça, vive uma crise de goleiros. O outro Júlio César, titular na última Copa do Mundo, vive a pior temporada da carreira na Internazionale e não tem substituto em vista.

    Gomes não joga mais no Tottenham. Diego Alves até que vai bem no Valencia, mas não é titular absoluto.

    A situação interna não é muito melhor. Os goleiros mais longevos e confiáveis nos seus clubes, casos de Victor (Grêmio), Jefferson (Botafogo) e Fábio (Cruzeiro) também não estão no auge. Alguns clubes apostam em jovens, como Santos, Corinthians, Palmeiras, Inter... Alguns desistiram de apostar, caso do Atlético-MG.

    Marcos, ex-Palmeiras, aposentou-se. Rogério Ceni, do São Paulo, vive inusitada situação: está machucado e só volta no segundo semestre, algo raro em sua carreira.

    O Brasil, que já teve três goleiraços da mesma geração e do mesmo nível (Marcos, Rogério e Dida) ficou de repente sem referência no gol.

    E goleiro ganha jogo? Se não ganha, ajuda a ganhar. As três últimas seleções campeãs do mundo tiveram goleiros como protagonistas. Casillas, da Espanha, em 2010; Buffon, da Itália, em 2006; Marcos, do Brasil, em 2002...

    Insisto. Quem é o melhor goleiro do Brasil? O Brasil terá um grande goleiro em 2014?

    Barcelona em clima de apreensão. Como reagirá o melhor time do mundo?

    O clima em Barcelona não é de euforia, mesmo a um dia do jogo que pode colocar o time catalão na quarta final de Liga dos Campeões em sete temporadas, algo que seria um feito de grandes proporções. A sensação é de que a torcida está apreensiva, não pessimista ou com vocação pela derrota, pelo contrário, apenas na dúvida quanto à reação de sua equipe.

    Em 2007 o Barça era campeão europeu e espanhol. Mas foi eliminado da Champions League pelo Liverpool e perdeu o titulo espanhol para o Real Madrid no critério de desempate (os dois alcançaram a mesma pontuação). O técnico ainda era Frank Rijkaard. Desde então, a equipe da Catalunha não mais se viu diante de tamanha pressão.

    A reação do zagueiro Piqué na entrevista coletiva pré-jogo, quando rebateu críticas da imprensa local, parece ter simbolizado o espírito do time. Pep Guardiola, vencedor de 13 taças das 17 que disputou como treinador do Barça, também se viu diante de perguntas que o colocaram contra a parede. A cobrança não é pequena e a pressão pelo resultado, enorme.

    O Chelsea deixou claro nas palavras de Roberto Di Matteo que vai defender sua vantagem e, se possível, ampliá-la. O treinador sabe que um gol dos Blues obrigaria o rival a marcar três. Tanto que o goleiro Cech lembrou o tento de Iniesta no final do jogo em Londres há três anos, que eliminou os ingleses. O camisa 1 frisou que uma chance aproveitada por sua equipe pode ter efeito idêntico.

    Nesse cenário, Guardiola diz esperar uma partida com poucas chances de gol e fala em paciência, algo que faltou no segundo tempo na quarta-feira passada. Tanto que claras chances apareceram aos 11 minutos, com Alexis Sánchez, e aos 41, no desvio de cabeça feito por Puyol. Em meia hora de posse de bola quase absoluta, pouco de perigoso o Barça apresentou, o time ficou tenso. Pep tem razão.

    Mas conseguirá ter a paciêcia, a calma que o treinador pede? Por ser uma situação nova para esse grupo de jogadores, só o jogo desta terça-feira dirá. O clima nos arredores do Camp Nou na véspera, em meio às coletivas e treinos dos dois times lá dentro, nem parecia o da véspera de um cotejo de tal magnitude.

    Os catalães estão apreensivos. O Chelsea na dele. O desfechou dessa história, creio, dependerá mais do comportamento do Barça, pois o time londrino sabemos exatamente o que fará. E você, o que imagina que irá acontecer nas quatro linhas?