domingo, 11 de setembro de 2011

Brasil bate Dominicana, quebra tabus e volta às Olimpíadas após 16 anos

A seleção brasileira masculina de basquete deixou para trás um hiato de 16 anos e está de volta aos Jogos Olímpicos. O time comandado por Rubén Magnano superou a República Dominicana por 83 a 76 neste sábado no ginásio Islas Malvinas, na Argentina, e garantiu seu lugar na decisão do Pré-Olímpico das Américas, algo irrelevante perto do feito alcançado. Campeão e vice garantem lugar em Londres-2012.

O novo triunfo coroa uma sucessão de marcas quebradas desde o início da disputa no país vizinho, a começar pelo retorno aos Jogos, algo que não ocorria desde 1996, em Atlanta, nos Estados Unidos, com a equipe ainda sob a batuta de Oscar Schmidt.

Comandado pelo treinador que ganhou os Jogos de 2004, em Atenas, na Grécia, com a Argentina, o time verde-amarelo foi superando históricos negativos. Primeiro, passou com apenas uma derrota na primeira fase, justamente para os dominicanos, sobre os quais a vingança veio na hora certa. Na segunda parte da disputa, campanha perfeita até aqui incluindo mais marcas quebradas.

Entre elas, a vitória emocionante e no sufoco por 73 a 71 sobre os donos da casa, favoritos, algo que não se via em um classificatório olímpico desde 1995. Os vizinhos foram os responsáveis por deixar o Brasil fora dos Jogos de 2008 após vitória no jogo que valia vaga em disputa em Las Vegas, nos Estados Unidos.

A outra escrita negativa posta abaixo pela seleção brasileira foi contra Porto Rico. Nos últimos 16 anos, eram cinco partidas importantes entre os dois países, com os portorriquenhos tendo vencido todos eles. Em Mar del Plata, o Brasil arrasou os rivais por 94 a 72. Tudo isso sem três dos considerados principais jogadores do time. Isto porque por motivos de lesão ou pessoais, o ala-armador Leandrinho e os pivôs Anderson Varejão e Nenê não disputaram o torneio na Argentina.  
Marcelinho Huertas foi um dos destaques do Brasil no Pré-Olímpico das Américas
Marcelinho Huertas foi um dos destaques do Brasil no Pré-Olímpico das Américas
Crédito da imagem: Reuters  

Neymar inferniza, Borges decide, Santos vence e amplia série ruim do Cruzeiro

dupla Borges e Neymar literalmente infernizou a vida do Cruzeiro neste sábado e garantiu a vitória do Santos por 1 a 0 na Vila Belmiro, em duelo válido pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro. O primeiro fez o gol do triunfo e ampliou sua liderança na artilharia da disputa, enquanto que o segundo provocou duas expulsões entre os mineiros.

O centroavante anotou o gol que rendeu mais três pontos ao time de Muricy Ramalho aos 12 minutos de jogo, após bela jogada de Alan Kardec pela direita do ataque. Foi o 16º tento de Borges em 19 patidas disputadas neste Nacional, condição que o deixa como goleador máximo do certame e de forma isolada.

Se Neymar não anotou, foi imprescindível para a vitória. Isto porque o Cruzeiro atacava muito após sofrer o primeiro gol e dava a pinta que iria empatar, algo que só não o fez porque o Montillo desperdiçou penalidade aos 32 do primeiro tempo, chutando para fora. Os santistas reclamaram muito com o árbitro Francisco Carlos do Nascimento dizendo que não houve infração de Anderson Carvalho.

Borges comemora seu 15º gol pelo Santos neste Campeonato Brasileiro
Borges comemora seu 16º gol pelo Santos neste Campeonato Brasileiro
Crédito da imagem: Agência Estado
No segundo tempo, a pressão mineira foi ainda maior. E Então Neymar virou protagonista. Aos 20 minutos, recebeu bola direita e deu uma carretilha em cima de Leo, que apelou à falta. Já tinha cartão amarelo, recebeu o segundo e foi expulso. Era o alívio que o Santos precisava, já que até ali o goleiro alvinegro Rafael sofria um verdadeiro bombardeio.

Com um a mais, o time da casa não só equilibrou as ações como passou a controlar o jogo, tanto que perdeu várias boas oportunidades de ampliar. Neymar seguia impossível, e aos 45, em jogada na liha de fundo, ele segurou a bola e viu o volante Fabrício jogá-lo longe. Também foi advertido com o cartão vermelho e expulso, fazendo os visitantes acabarem o jogo com nove atletas em campo.
   
Com o resultado, o Santos chegou a seis partidas sem derrotas, foi a 29 pontos e subiu da 14ª para a 12ª posição na tabela. Já o Cruzeiro completou seu terceiro jogo sem triunfo - duas derrotas e um empate -, segue com 28 e agora aparece no 13º lugar na classificação. 

Na próxima rodada, o Santos faz o clássico paulista com o Corinthians, no domingo da próxima semana, às 16 horas (horário de Brasília), no Pacaembu. Já os celestes enfrentam o América-MG, no mesmo dia, só que às 18 horas, na Arena do Jacaré.

O jogo
O Santos começou o jogo sofrendo uma baixa logo aos dois minutos. O estreante volante Alison, recém-promovido das categorias de base do clube, sentiu uma lesão no joelho direito e teve que deixar a partida. O técnico Muricy Ramalho colocou outro jovem volante, Anderson Carvalho, em seu lugar.

Mesmo com esse problema nos primeiros minutos do confronto, o Santos começou pressionando o Cruzeiro. Aos cinco, Neymar cruzou para área e, após bate-rebate, a bola sobrou para Borges finalizar, mas o goleiro Rafael fez uma grande defesa, evitando o gol santista.

Pouco depois, os alvinegros tiveram mais uma grande chance de gol. Aos sete, Neymar começou a jogada pela esquerda e tocou para Alan Kardec soltar a bomba e exigir mais uma grande intervenção do arqueiro cruzeiro Rafael.

E o gol do Santos não demorou a acontecer. Aos 12, Alan Kardec recebeu de Neymar e tocou para Borges, que apenas teve o trabalho de tocar a bola para o fundo da rede, colocando a sua equipe em vantagem no placar: 1 a 0.

Melhor em campo, o Santos teve dois gols anulados em condições duvidosas pela arbitragem, especialmente no segundo, aos 21, marcado por Borges, que reclamou bastante com o assistente pela marcação.

E se os santistas não conseguiram ampliar a vantagem, o Cruzeiro teve uma grande oportunidade para empatar em pênalti marcado sobre Montillo, que gerou muitos protestos tanto dos jogadores alvinegros quanto da torcida. Aos 31, o próprio Montillo se encarregou da cobrança, mas bateu para fora, sem conseguir levar o seu time ao empate.

Após o susto, o Santos voltou à carga e quase chegou ao segundo gol, aos 37. Alan Kardec ficou frente a frente com Rafael, porém, a sua finalização parou em mais uma grande defesa do camisa 1 da equipe mineira, Rafael.

Depois de dominar na primeira etapa, o Santos viu o time celeste voltar melhor após o intervalo. Logo aos dois minutos, Montillo fez boa jogada, driblando por três, antes de cair no chão. A bola sobrou para Bobô, que chutou fraco para fácil defesa de Rafael.

O Cruzeiro teve mais uma boa oportunidade no início do segundo tempo com Roger. Aos cinco, o meia arriscou um chute da intermediária, mas a bola foi para fora.

O Cruzeiro teve mais uma grande chance de empatar com Bobô, que aos 12, matou a bola no peito antes de emendar um arremate, exigindo nova defesa de Rafael, que salvou os donos da casa de sofrerem o empate mais uma vez. Logo depois, os dois times começaram a fazer substituições. No Cruzeiro, Gilberto saiu para a entrada de Gabriel Araújo, enquanto o Santos viu Borges deixar o campo substituído por Diogo.

Em busca do empate, os mineiros viram sua situação se complicar ainda mais na partida aos 20. Léo, que já tinha sido advertido com o cartão amarelo no primeiro tempo, fez falta dura em Neymar e foi expulso. Mesmo com um a menos em campo, o Cruzeiro esteve perto do empate, novamente, aos 27. Montillo arriscou de longa distância, em cobrança de falta, mas a bola passou ao lado do gol santista, defendido por Rafael.

No minuto seguinte, Anderson Carvalho sentiu câimbras e Muricy se viu obrigado a mexer mais uma vez. O lateral Crystian entrou em seu lugar. Os santistas, com um jogador a mais em campo, passaram a tocar mais a bola, visando segurar a pressão celeste. Aos 37, Felipe Anderson tocou para Alan Kardec chutar e exigir boa defesa de Rafael.

Nos instantes finais, a equipe celeste tentou o empate com Sebá entrando no lugar de Bobô. Mas, além de não conseguir o seu gol, o Cruzeiro ainda viu o volante Fabrício perder a cabeça e, após agressão em Neymar, ser expulso pela arbitragem minutos antes do apito final.

FICHA TÉCNICA:
SANTOS 1 X 0 CRUZEIRO

Local: Estádio Vila Belmiro, em Santos (SP)
Data: 10 de setembro de 2011, sábado
Horário: 18 horas (horário de Brasília)
Árbitro: Francisco Carlos Nascimento (Asp. Fifa-AL)
Assistentes: Thiago Gomes Brigido (Asp. Fifa-CE) e Pedro Santos de Araújo (AL)
Renda: R$ 239.195,00
Público: 9.637 pagantes
Cartões amarelos: Anderson Carvalho, Bruno Aguiar (Santos); Léo, Leandro Guerreiro, Roger, Naldo (Cruzeiro)
Cartões vermelhos: Léo e Fabrício (Cruzeiro)
Gol: SANTOS: Borges, aos 12 minutos do primeiro tempo

SANTOS: Rafael; Bruno Aguiar, Edu Dracena, Durval e Léo; Alison (Anderson Carvalho, depois Crystian), Henrique e Felipe Anderson; Neymar, Alan Kardec e Borges (Diogo)
Técnico: Muricy Ramalho

CRUZEIRO: Rafael; Leandro Guerreiro, Léo, Naldo e Everton; Fabrício, Gilberto (Gabriel Araújo), Roger e Montillo; Ortigoza e Bobô (Sebá)
Técnico: Emerson Ávila

VÍDEO: Getafe dá trabalho, mas Real vence após tropeço do Barça e segue 100%

O Real Madrid teve bastante trabalho e contou com a ajuda da arbitragem para aproveitar o tropeço do Barcelona mais cedo, vencer o Getafe por 4 a 2 neste sábado dentro do Santiago Bernabéu e seguir líder e com 100% de aproveitamento no Campeonato Espanhol após duas rodadas disputadas - a primeira foi adiada devido à greve. Kaká entrou no segundo tempo e deu o passe para o último gol.

Com o resultado, o time merengue foi a seis pontos em seis possíveis, abre dois de vantagem para o rival catalão e dificilmente sairá do topo da tabela por conta do ótimo saldo de oito gols a favor. Valencia, Mallorca e Bétis, que também venceram suas partidas iniciais, ainda jogam pela terceira jornada e podem cehgar aos seis pontos como o time da capital.

No jogo, enganou-se quem pensou que o Real encontraria a mesma facilidade dos 6 a 0 sobre o Zaragoza. A equipe visitante endureceu a partida e valorizou muito o triunfo merengue, que só começou a ficar mais claro após um erro grosseiro do árbitro Clos Gómez no segundo tempo.

Antes disso, na primeira etapa, Benzema fez 1 a 0 para o Real logo aos 13 minutos após ótima troca de passes envolvendo Marcelo, Fábio Coentrão e Özil. O francês então arrematou com qualidade e balançou a rede. Mas o Getafe seguiu bem na marcação, não desesperou-se e chegou ao empate aos 38, após a zaga anfitriã parar pedindo impedimento e ver o venezuelano Miku entrar em condições legais para tirar de Casillas e fazer 1 a 1.


Real Madrid venceu por 4 a 2 neste sábado; veja os gols
Na segunda etapa, o Real buscava mais o gol, assim como no primeiro tempo, mas tinha dificuldades. Aos 4 minutos, Benzema cruzou da direita e Cristiano Ronaldo arriscou uma bicicleta que acertou a trave. Na volta, Fábio Coentrão, com o gol aberto, mandou na rede pelo lado de fora. Aos 9, o português balançou a rede, mas teve o gol anulado porque estava impedido.

Aí o árbitro Clos Gómez ajudou os donos da casa. Ele marcou pênalti após falta em Cristiano Ronaldo feita fora da área. Sem ter nada com isso, o português bateu bem no canto esquerdo do goleiro Moyá, que ainda tocou nela, mas não impediu os 2 a 1 do Real.

Mais calmo após os segundo gol, o Real segiu no ataque e chegou ao terceiro gol aos 23, outra vez com Benzema, aproveitando ótimo passe cruzado de Cristiano Ronaldo e falha do arqueiro rival, que saiu muito mal do gol. Aos 26, Kaká entrou no lugar de Özil.

Aos 28, Miku aproveitou rebote de Casillas, driblou o zagueiro Ricardo Carvalho e diminuiu para o Getafe, outra vez deixando uma dúvida sobre a vitória dos merengues. Mas Kaká entrara com vontade. O brasileiro deu um passe perfeito para o argentino Gonzalo Higuaín concluir e, enfim, definir o triunfo do Real dentro de casa.

VÍDEO: Com Messi só no 2º tempo, Barça cede empate a Real Sociedad e tropeça antes da Champions

Parecia que o Barcelona teria mais uma jornada tranqüila no Campeonato Espanhol, mas não foi o que aconteceu. Neste sábado, jogando no Estádio Anoeta, em San Sebastián, o time comandado pelo técnico Josep Guardiola, que poupou alguns titulares no início do jogo, só empatou por 2 a 2 com a Real Sociedad em seu segundo compromisso pela liga.

Com o resultado, o Barça agora soma quatro pontos após duas partidas disputadas pela competição nacional. Na estreia, o time azul-grená havia atropelado o Villarreal por 5 a 0, no Camp Nou. A Real Sociedad, que fez 2 a 1 no Sporting Gijón no jogo anterior, também tem quatro pontos.

Mesmo sem Messi, o Barça começou o jogo dando a impressão de que golearia facilmente o adversário. Logo aos nove minutos, Fábregas fez bela jogada e acionou Alexis Sánchez, que tocou para Xavi marcar 1 a 0.

Dois minutos depois, aos 11, Xavi retribuiu e tocou para Fábregas na grande área. O ex-jogador do Arsenal rolou para Pedro, que chutou e, no rebote, a bola voltou para Cesc só concluir e ampliar o placar para 2 a 0.



O Barcelona, do atacante Pedro, só empatou com o Real Sociedad; veja os gols!
Crédito da imagem: EFE
Na etapa complementar, o Barcelona parece ter relaxado um pouco e, acomodado pela vantagem sobre a Real Sociedad, permitiu que os donos da casa reagissem e igualassem o jogo. O primeiro gol dos anfitriões saiu aos 14 minutos, com Agirretxe, de cabeça, após assistência de Xabi Preto, sem chances para o goleiro Victor Valdés: 2 a 1.

O empate da Real Sociedad saiu aos 16 minutos do segundo tempo. Villa errou passe, e a bola sobrou para Agirretxe, que tentou encobrir o goleiro Valdés. Busquets chegou a tocar com a mão, mas Griezmann desviou para as redes e decretou a igualdade no marcador.

Logo após sofrer o segundo gol, Guardiola recorreu a Messi, que havia sido poupado e iniciado o jogo no banco de reservas, no lugar de Thiago Alcântara. Mas o Barcelona não conseguiu reagir e teve de amargar seu primeiro tropeço no Campeonato Espanhol.

Para piorar, o Barça ainda perdeu um de seus principais atacantes, Alexis Sánchez, contratado recentemente junto à Udinese, que se machucou em lance com Estrada, da Real Sociedad, e deixou a partida de maca.

Na próxima rodada da competição nacional, o Barça volta a campo contra o Osasuna, no domingo que vem, no Camp Nou. A Real Sociedad enfrenta o Sevilla, fora de casa, também no domingo. Antes, no meio de semana, o time catalão estreia na Uefa Champions League diante do Milan, no Camp

Como é bom sonhar (Parte III)

Estamos chegando ao fim da nossa série, "Como é bom sonhar". Restam três times que, na minha opinião, conseguem enxergar uma luz no fim do túnel. Muita coisa vai ter que dar certo. Certamente, vai ser muitoooo difícil, muita coisa vai ter que acontecer, mas o torcedor desses times ainda sonha com o título. É altamente improvável, mas é possível. Vamos dar uma olhada no futuro e analisar a temporada dos sonhos de Kansas City Chiefs, Chicago Bears e Minnesota Vikings.


3. Minnesota Vikings
Donovan Mcnabb
Donovan Mcnabb



O Natal chega mais cedo em Minnesota. Só que dessa vez o Papai Noel não vem de trenó, e sim, de van, Donovan. Sim senhor! O Papai Noel negro da barba grisalha está no espirito natalino. Ele sai distribuindo presentes para todo mundo que joga no ataque dos Vikings. Aos 35 anos, Donovan Mcnabb volta a ser o cara! Quem precisa de Sidney Rice quando você tem Percy Harvin, Visante Shiancoe, Kyle Rudolph e o melhor corredor da NFL, Adrian Peterson? Peterson está correndo solto depois de assinar um contrato de 7 anos, 100 milhões de dólares. Ele termina com 1.700 jardas terrestres, a melhor marca da NFL. A dupla de tight ends de Shiancoe e Rudolph dão mais do que o que falar. Eles desfrutam do mesmo sucesso que Rob Gronkowski e Aaron Hernandez curtiram em New England no ano passado e tiram a pressão do Donovan Mcnabb, que está aprendendo um novo ataque. Os Vikings adoram atacar o meio do campo com os dois tight ends e Harvin, mas de vez em quando sempre há uma bola sobrando para Bernard "bomba" Berrian. O jogador recebe 40 bolas e termina com a melhor média da NFL em jardas por recepção com 17,2.

A defesa dos Vikings perdeu Ben Leber e Pat Williams, isso não é bom. O que é bom é que o time renovou com Chad Greenway e conta com a volta do cornerback, Cedric Griffin. É como se Griffin nunca tivesse se machucado (perdeu 14 jogos da temporada passada). Ele forma uma das melhores duplas de cornerbacks com a estrela, Antoine Winfield. A linha ofensiva ainda tem Jared Allen e Kevin Williams. Obviamente não é a mesma coisa sem Pat Williams, mas o grupo ainda é sólido contra o jogo terrestre. Quando os quarterbacks vão pro passe, Allen e seu bigode dão barrigadas na cabeça deles. O comissário, Roger Goodell, nem consegue assistir. Ele pensa em proibir contato com o quarterback. Seu assistente sugere colocar saias nos quarterbacks. Goodell considera a hipótese mas depois deixa quieto.

Os Vikings vencem doze jogos e lembram o time de 2009. Só que dessa vez, não tem nenhuma interceptação na prorrogação na final da conferência. Os Vikings ganham dos Eagles em Philadelphia e se classificam para o Super Bowl. É a redenção de Donovan Mcnabb!



2. Kansas City Chiefs

Jamaal Charles
Jamaal Charles
Crédito da imagem: Reuters



Matt Cassell decide se candidatar para prefeito de Kansas City depois de uma excepcional temporada. O vice-prefeito será Dwayne Bowe. Essa parceria, que produziu 15 touchdowns no ano passado, continua eletrizando o torcedor dos Chiefs. Contando com a ajuda do calouro do ano, o receiver Jonathan Baldwin, Bowe tem mais espaço para operar. As defesas não podem aplicar uma marcação dupla nele, se não o Baldwin faz a festa. O running back Jamaal Charles termina com mais de 2.000 jardas (entre passes recebidos e corridas) e hoje é considerado um dos três melhores running backs da NFL. A aquisição de Steve Breaston também rende. O wide receiver que somou mais de 1.000 jardas em 2008 quando era pupilo de Todd Haley em Arizona, agora volta com tudo em 2011. Reunido com Haley (técnico dos Chiefs) ele se torna um dos melhores "slot" receivers da NFL. O ataque dos Chiefs, que foi o melhor correndo com a bola no ano passado, mostra um equilíbrio total. Matt Cassell termina com 30 touchdowns e Jamaal Charles disputa o prêmio de MVP.

Defensivamente, Tamba Hali faz jus ao seu novo contrato. O defensive end é líder da AFC em sacks pelo segundo ano consecutivo. Ele é o pior pesadelo dos quarterbacks adversários. A esposa de Philip Rivers, quarterback do San Diego Chargers, começa a ficar preocupada com seu marido que não para de falar enquanto dorme. Ele tem um sonho recorrente e enquanto dorme só fala, "No Tamba", "Bad Tamba", "Tamba poderia jogar em Tampa", "Oh my God, Tamba!" A esposa é forçada a dormir no sofá.

Não é preciso ser um gênio pra afirmar que Eric Berry é o terceiro melhor safety da NFL. Apenas Troy Polamalu e Ed Reed assustam mais. Berry apoia o jogo terrestre e é um terror contra os passes, terminando com 7 interceptações. A defesa dos Chiefs é agressiva e oportunista, são muitos turnovers forçados. Os Chiefs terminam com 11 vitórias e vão pra Indianapolis depois de vencer o Pittsburgh Steelers na final da conferência. Essa é a primeira aparição do time no Super Bowl desde a temporada de 1969.

1. Chicago Bears

Jay Cutler
Jay Cutler
Crédito da imagem: Reuters



Jay Cutler não acredita! É quase um milagre! Ele finalmente tem tempo pra lançar a bola. Aleluia!!! A linha ofensiva, que foi completamente reformulada, joga bem. No ano passado, esse foi o grupo que mais cedeu sacks na NFL. Agora, eles cedem apenas 25, sexta melhor marca da liga. Jay Cutler está tão feliz e surpreso que compra um Rolex pra cada jogador da linha ofensiva depois da décima semana da temporada!

Os Bears não têm o mesmo poder ofensivo do "Greatest Show on Turf" (apelido dado ao ataque do St.Louis Rams comandado pelo coordenador Mike Martz no final da década de 90) mas melhora bastante. Martz e Cutler estão em perfeita sintonia. Os Bears não sentem falta do tight end Greg Olsen (agora no Carolina), pois são muitas outras armas que ajudam o Cutler. Ele pode ter um nome difícil de pronunciar, mas o calouro Dane Sanzenbacher se torna o melhor amigo do Cutler. Com suas rotas precisas, o receiver lembra Wes Welker e o ex-jogador dos Bears, Tom Waddle. Ele não deixa uma bola cair e termina com 65 recepções.

Devin Hester, finalmente mostra que é algo além de um grande retornador. Além de retornar dois punts pra TD, ele recebe 8 passes para touchdown. Quando ninguém está livre nos passes mais longos, é a vez de Matt Forte. O running back joga tão bem, que Mike Martz comete a heresia de compará-lo com Marshall Faulk. Ou será que é uma heresia? Forte corre e recebe passes como ninguém. Depois de uma vitória em cima do Green Bay Packers, Charles Woodson simplesmente fala, "Forte killed us today".

A defesa dos Bears repete o feito do ano passado. Ela é uma parede contra o jogo terrestre e pressiona o quarterback. Tem muita gente que gosta de pimenta do reino, mas o torcedor do Chicago Bears gosta do "reino do homem pimenta." Exatamente! Julius Peppers é uma pimentinha, ou melhor, um pimentão, na vida dos adversários. Ele é difícil de engolir. Peppers é eleito o melhor defensor da NFL depois de somar 15 sacks, duas interceptações e dois field goals bloqueados. Brian Urlacher e Lance Briggs vão para o Pro Bowl, e os Bears vencem os Jets no Super Bowl.

Depois do jogo, o técnico dos Jets, Rex Ryan, compara a defesa dos Bears com a dos Bears de 1985. "Eu não vou falar que essa defesa é melhor do que aquela comandada pelo meu pai, Buddy Ryan. Mas uma coisa eu digo, eles causam um caos danado."


É bom sonhar né?

E pra você, qual será a grande zebra da temporada??

VÍDEO: Djokovic se vinga de derrota, vira batalha contra Federer e vai a final do US Open

Após uma verdadeira batalha de 3h51min, o sérvio Novak Djokovic conseguiu se vingar de Roger Federer e bateu o suíço por 3 sets a 2, parciais de 6-7 (7-9), 4-6, 6-3, 6-2 e 7-5. A vitória coloca o número 1 do mundo na final do US Open, o último Grand Slam do ano.

Roger Federer chegou a sacar para fechar a partida no quinto set após abrir vantagem de 5-3, mas não confirmou seu serviço e, a partir de então, não ganhou mais nenhum game no jogo. Esta é apenas a segunda vez em 185 partidas de Grand Slam que o suíço é derrotado após abrir 2 a 0 no jogo. O problema é que a outra vez foi justamente este ano, quando foi batido por Jo-Wilfried Tsonga em Wimbledon.

A chave da vitória de Djokovic esteve nos erros não forçados. O sérvio conseguiu errar pouco, apenas 35 vezes, e se aproveitou dos deslizes de Federer, que cedeu 59 pontos de graça ao rival. O excesso de erros de Federer nem pode ser traduzido em agressividade, já que o suíço teve apenas uma bola vencedora a mais: 49 a 48.



Clique no player para ver momentos da vitória de Djokovic!
Quase impecável em 2011, Djokovic teve sua incrível seqüência de 43 vitórias interrompida justamente por Roger Federer na semifinal de Roland Garros. Dentro de quadra, o sérvio só perdeu esta partida no ano. Sua outra derrota acabou sendo por abandono, na final em Cincinnati, contra Andy Murray.

Com a vitória, Djokovic volta a diminuir a vantagem de Roger Federer no confronto direto entre os dois. O sérvio chegou ao seu décimo triunfo contra o suíço, que venceu 14 vezes. Em 2011, a vantagem é de Djoko: 4 a 1.

Djokovic chegou a salvar match-points e venceu, de virada, Roger Federer
Djokovic chegou a salvar match-points e venceu, de virada, Roger Federer
Crédito da imagem: Reuters
Vice-campeão em 2010, Djokovic espera agora a outra semifinal entre Rafael Nadal e Andy Murray para conhecer seu rival na grande decisão do US Open. O sérvio leva a vantagem no confronto direto contra o britânico (6 a 4), mas acabou derrotado no último encontro (abandonou quando perdia por 6-4 e 3-0 por conta de dores no ombro).

Já contra o espanhol, Djokovic fica em desvantagem de 16 a 12 no confronto direto. Neste ano, porém, o sérvio transformou Nadal em um verdadeiro freguês, com cinco vitórias em cinco jogos, todas elas em finais.

Djokovic vive um ano mágico e venceu nove (Australian Open, Dubai, Indian Wells, Miami, Belgrado, Madrid, Roma, Wimbledon e Canadá) dos 11 torneios que disputou até aqui. O sérvio só ficou sem a taça em Roland Garros e no Masters 1000 de Cincinnati.

sábado, 10 de setembro de 2011

Brasileirão Série A


18h00 Santos 1x0 Cruzeiro
18h00 América-MG 2x2 Avaí

Brasileiro Série D


17h00 Plácido de Castro 9x1 Vila Aurora
17h00 Nacional-AM 1x3 Cuiabá-MT

Brasileiro Série B


16h20 Náutico 2x1 Criciúma
16h20 Grêmio Barueri 2x3 Sport
16h20 Paraná Clube 0x1 Americana
16h20 Vila Nova-GO 1x2 Boa
16h20 São Caetano 0x2 Bragantino

Italiano

15h45 Cesena 1x3 Napoli

Brasileiro Série C


15h30 América-RN 4x0 Fortaleza Grupo B
15h30 CRB 1x1 Campinense-PB Grupo B

Argentino - Apertura


15h05 Godoy Cruz 6x1 All Boys
17h10 Estudiantes 1x3 Tigre
21h15 Racing Club 1x0 Olimpo

Português


14h30 Benfica 2x1 Vitória de Guimarães
20h30 Paços Ferreira 2x3 Sporting

Francês


14h00 Dijon 1x2 Lyon
14h00 Bordeaux 0x0 Evian
14h00 Sochaux 1x1 Lorient
14h00 Ajaccio 3x1 Valenciennes
14h00 Caen 0x1 Toulouse
14h00 Saint-Etienne 1x3 Lille
16h00 Olympique 0x1 Rennes

Espanhol


13h00 Real Sociedad 2x2 Barcelona
13h00 Villarreal 2x2 Sevilla
15h00 Real Madrid 4x2 Getafe
17h00 Valencia 1x0 Atlético de Madri

Inglês


11h00 Arsenal 1x0 Swansea City
11h00 Everton 2x2 Aston Villa
11h00 Manchester City 3x0 Wigan
11h00 Stoke City 1x0 Liverpool
11h00 Sunderland 1x2 Chelsea
11h00 Wolverhampton 0x2 Tottenham
13h30 Bolton 0x5 Manchester United

Alemão


10h30 Borussia Mgladbach 1x0 Kaiserslautern
10h30 Bayern de Munique 7x0 Freiburg
10h30 Stuttgart 3x0 Hannover
10h30 Borussia Dortmund 1x2 Hertha
10h30 Mainz 0x4 Hoffenheim
13h30 Werder Bremen 2x0 Hamburgo

Exemplos no futebol

O esporte mostra lições de superação diariamente. Alguns atletas superam limites em busca dos melhores resultados. O futebol é um esporte capaz de mexer com a emoção do brasileiro a cada partida, pois tem uma paixão nacional por trás dele.

O feriado de 7 de setembro reservou uma data especial para homenagear um dos maiores goleiros do Brasil: Rogério Ceni. Mil jogos é uma marca histórica, mas ela vai além deste número. Traduz um exemplo de profissional.

Ceni é um exemplo de conduta dentro de campo. Só que a relação com o goleiro ultrapassa as quatro linhas. Ele é ouvido pela diretoria na hora de contratar. O número 1 vira meio-campo do elenco com os diretores.

Dedicado no dia a dia, o atleta do São Paulo serve de exemplo para quem começa no clube. Vou além. Rogério vira exemplo para outros jogadores, de outros clubes, sem essa de rivalidade.

No Rio, vejo um jogador com dedicação e preocupação semelhantes a do goleiro sãopaulino: Juninho Pernambucano. O atleta do Vasco não tem uma anotação na carteira de trabalho que desabone a sua conduta ética.

Na volta ao Brasil, ele se preocupou em pedir ao Vasco que enviasse a bola do Campeonato Brasileiro para que pudesse se adaptar mais rápido ao futebol brasileiro. Quem faz isso?

Em recente entrevista, Juninho destacou que o salário acertado com o Vasco (R$ 600,00 mensais + premiações) não é demagogia, mas uma forma de indicar que ele voltou porque acha que pode ser útil dentro de campo, não pelo nome ou fama que tem.

Rogério Ceni e Juninho Pernambucano são dois exemplos de profissionais dentro e fora de campo.

Owen Wright vence WT em NY e leva 300 mil dólares

Owen Wright surfou muito e venceu a etapa milionária do circuito mundial, o Quiksilver Pro New York. Depois de bater o dez vezes campeão mundial Kelly Slater, Owen embolsou 300 mil dólares e ainda 10.000 pontos no ranking mundial. É a primeira vez que o australiano vence uma etapa do circuito mundial de surf da ASP.
Leia a seguir a análise de Edinho Leite:
Acho muito estranho que os locais insistam em dizer que esse é o melhor swell que bateu em Long Beach desde 2001, quando as torres cairam. Se for assim a Quiksilver realmente jogou com a sorte, mas ganhou. Incrível coincidência, assim como o fato de que há 10 anos CJ Hobgood tenha sido campeão mundial antes do fim da temporada, interrompida por conta dos atentados. Agora, em NY, ao perder para o eventual campeão da etapa no 3o round, CJ deu adeus à sua cadeira cativa na elite. Está fora do circuito dos campeões.
A verdade é que esse evento entra para história pela premiação de 1 milhão de dólares, por quase não ter rolado por conta do furacão Irene e marca a postura de uma nova geração. Owen faz parte do time que tem bronca do Slater. Reclama de suas notas e sempre tem uma alfinetada para soltar. Não entendam mal. É uma postura que faz sentido. Afinal, ninguém consegue vencer seu ídolo.
Trilha da vitória
Mineirinho, que vinha surfando muito bem, perdeu, pela terceira vez seguida, para um compatriota. Jadson passou por ele para perder na sequência, nas quartas de final, para Taj Burrow. O australiano estava inspirado, mas muita gente reclamou de um certo achatamento das notas dadas ao brasileiro. Pode ser, mas suas ondas não foram tão grandes quanto as do Taj e aquelas pequenas perdas de link entre uma manobra e outra podem fazer diferença. Uma diferença do tipo 14.77 X 14.37.
Na segunda bateria das quartas Kelly chegou a ficar preocupado quando Kerr, que já havia superado o careca no round de no loosers, começou a forçar seus vôos. Mas a quadriquilha com estabilizador não falhou. As ondas surgiram para ele, como sempre. Ele quebrou geral, como sempre.
E as ondas resolveram descansar, bem na bateria dos brasileiros. Heitor Alves dominou a disputa toda com boa utilização de velocidade e bordas. Mas nos últimos minutos Alejo encontrou uma onda que valeu a bateria. Maior e melhor onda dessa meia hora de pouca emoção. Três rasgadas sérias e seguras garantiram a vitória.
Owen Wright começou forte com 8.33. Aquela paulada/rasgada/invertendo é a cara dele na esquerda. Julian Wilson tentou se manter ocupado e somou aos seus 6.00 uma esquerda com pancada de back jogando a rabeta para o espaço e invertendo completamente a direção. Explosão e controle só lhe renderam 6.37. Os juízes estão exigentes e provocavam os atletas a cometer aéreos. Julian não encontrava a onda certa. Sem a prioridade tentava voar. Com apenas duas ondas e a liderança Owen continuava lá fora, esperando. Deixou Wilson ir numa esquerda e ficou com a de trás. Poderia ter sido um erro, mas nem um nem outro conseguiu fazer nada nessa última série. Esperava mais dessa disputa.
SEMIS
Taj, como na bateria contra Jadson, mandou uma sequência de pauladas de back, jogando muita água, perfeitamente encaixado no tempo da onda. Novamente, sem aéreos, chegou aos 9.30. As esquerdas estão longas e Kelly desfila um repertório de floaters com rasgadas para fazer 9.07. Taj entuba, mas a onda é curta. Kelly entuba, sai, mas exagera no cut. A melhor da bateria sobrou para Taj que cravou as bordas em carves comprometidos com a força e radicalidade [7.80]. Kelly busca 8.04 num outro tubo para a direita, mas erra a finalização mais uma vez. Várias baterias foram decididas com aéreos. Taj tem a prioridade e espera lá fora. Kelly fica tentando voar no inside. Não havia mais completado nenhuma onda desde aquela primeira até que, seguindo a tendência ditada nesse evento, Kelly acelerou como pode para decolar num aéreo reverse, voltar para onda no meio da espuma e comemorar. Ele sabia que teria algo mais que um 9, mas acho que nem ele esperava um dez. O primeiro desse evento. Taj, mais uma vez dançou. 19.07 X 18.33. Que disputa impressionante.
Alejo na semi
Owen mostra verticalidade, inverte tudo e sai na frente numa esquerda de 7.17. Quase 10 minuos depois Alejo responde com back side sólido, linkando bem as manobras, mas nåo rolou aquele momento extraordinário e ele fez 6.93.  Owen aumentou a diferença numa esquerda menor, com manobras bem definidas. Alejo pegou uma que parecia linda, mas errou no aéreo, assim como nas outras poucas tentativas de ambas as partes nessa bateria chata, perto do que já havia rolado pela manhã. Pronto, a mesma final de Teahupoo.
QUEM QUER SER UM Milionário
Ops! Kelly em combinação logo no começo da bateria. Owen quer revanche e surfou inspirado, jogando aéreo solo ou combinando com manobras bem variadas na segunda onda. Outra esquerda sólida do australiano e Kelly precisa de 17.84 quando faz sua primeira onda diante do público alucinado. Essa parece ser uma final digna do tamanho da premiação. Aos quase 40 anos Kelly parece de borracha, com reflexos biônicos. Saiu da combi mas errou a terceira manobra numa esquerda que poderia lhe dar a virada se chegasse aos 9.83. Kelly pega uma da série, explode no lipe, mas a onda fecha diante dele. Owen joga a rabeta e cai de layback, tudo parece estar dando certo para ele que fecha mais essa longa esquerda com um aéreo honesto.
Agora Kelly precisa fazer 9.90 nos 3 minutos finais. Acerta uma paulada e acelera como louco para tentar voar. Chegou errado no lipe e bateu de tal forma contra que partiu sua pranchinha mágica na pancada. Não lembro de vê-lo partindo outra prancha numa bateria. Esse evento tem muita coisa inédita acontecendo. O jet o leva de volta com a prancha reserva. Mas já era. Owen Wright vence seu primeiro evento na elite justamente contra Kelly, no inédito evento na costa leste que pagou a maior premiação de todos os tempos. Isso tudo uma semana depois de ter perdido na final contra o rei lá no Tahiti. O campeão, de pé no jetski, vibra diante da multidão antes de ir receber sues 300 mil dólares. Kelly continua liderando o circuito, tranquilo. Mas Owen deve ser o cara mais feliz do mundo hoje. Hoje parece o começo do fim de muitas coisas.
Kelly Slater saiu de Long Beach 100mil dólares mais rico
Kelly Slater saiu de Long Beach 100mil dólares mais rico Crédito da imagem: Timo Jarvinen/Quiksilver
Kelly Slater até que tentou virar a bateria, mas teve sua prancha quebrada faltando poucos minutos
Kelly Slater até que tentou virar a bateria, mas teve sua prancha quebrada faltando poucos minutos Crédito da imagem: Timo Jarvinen/Quiksilver
Owen Wright surfou muito na final e não teve nem para o 10x campeão mundial.
Owen Wright surfou muito na final e não teve nem para o 10x campeão mundial. Crédito da imagem: ASP/Kirstin
Kelly Slater ficou boa parte da bateria final precisndo de uma combinação de notas.
Kelly Slater ficou boa parte da bateria final precisndo de uma combinação de notas. Crédito da imagem: ASP/Kirstin

Número 1

Até pouco tempo atrás via os europeus como campeonatos de outro planeta. Itália, Espanha, Inglaterra, Alemanha... Tudo me fascinava. Ainda gosto de acompanhá-los, sinto prazer em ficar na frente da telinha para assistir aos jogos de Barcelona, Real, Milan, Manchester, Bayern. Mas, com a licença dos amigos do Primeiro Mundo, digo com convicção: o Brasileirão é, de longe, o melhor de todos.

Que competição tem invariavelmente três ou quatro clubes brigando pelo título até a rodada final, como ocorreu por aqui nos últimos dois anos e deve se repetir agora? Em que torneio o lanterna faz 4 a 1 num dos primeiros colocados, como houve no fim de semana no confronto entre América-MG e Vasco?
O campeonato no Brasil tem emoção, equilíbrio, disputa acirrada e imprevisibilidade, diferentemente do que se vê nas nações mais desenvolvidas, em que Barça e Real, Manchester e Chelsea, por exemplo, passam uma temporada inteira praticamente sem perder para os "menores".
É claro que na questão técnica os grandes da Europa ainda são superiores aos grandes daqui. Não temos um time como Barcelona, Real ou Manchester. Os pequenos de lá, no entanto, são muito ruins, bem piores que os nossos pequenos. O que torna os campeonatos óbvios demais e, consequentemente, menos interessantes. Vale muito pelo desfile das várias estrelas, não pela disputa em si.
Nosso pecado é outro. Faltam organização, segurança e conforto nos estádios. Por isso, somos goleados em média de público. Assistir a um jogo no Bernabéu, por exemplo, é um programão. Estacionamento, restaurante interno, assento numerado, segurança. Para ir ao Morumbi ou ao Engenhão, tudo é difícil. Desde a chegada - para encontrar um lugar para guardar o carro -, na plateia, onde não se respeita o lugar marcado, até a saída, em que regularmente há confronto de torcidas. Dentro do campo, porém, sou mais Brasil. E estou longe de me considerar um patriota fanático, daqueles que choram pela seleção.
O torcedor, porém, vai aos poucos se acostumando com a ótima fórmula dos pontos corridos - estamos na nona edição com esse formato - e tem prestigiado sua equipe, apesar das dificuldades.
Anteontem, o Morumbi recebeu mais de 60 mil são-paulinos para a justíssima homenagem ao melhor jogador da história do clube, Rogério Ceni, e também para empurrar o time na luta pela liderança. O Engenhão abrigou 42 mil pessoas para acompanhar mais um capítulo da incrível (e, para mim, inesperada) ascensão do Botafogo. O Pacaembu ficou lotado, ontem, para o clássico das multidões Corinthians x Flamengo. E as vendas de pacotes de pay per view têm crescido ano a ano.
As rodadas sempre reservam uma ou outra surpresa, e as mudanças na tabela são frequentes. Não podemos exaltar o nível técnico desta edição, aquém das tradições do futebol brasileiro, mas ainda assim temos grandes nomes como Neymar, Ganso, Marcos, Rogério, Ronaldinho, Damião...
Os pontos corridos tornaram boa parte das partidas com cara de decisão. E cada pontinho é fundamental, ao contrário do que ocorre entre os europeus, principalmente na Espanha, em que um tropeço muda pouca coisa. Torço muito para que esse sistema de disputa se eternize por aqui, apesar da pressão de muitos pela ressurreição do mata-mata.
Se estivéssemos no mata-mata, o leitor acha que a vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG seria tão comemorada como foi? Ou o jogão Corinthians x Flamengo teria status de final? Para mim, não. Com oito classificados para as quartas de final - como funcionava até 2002 -, corintianos, flamenguistas e são-paulinos já estariam praticamente garantidos na fase seguinte e jogariam daqui para a frente somente para assegurar a irrisória vantagem de decidir em casa na etapa eliminatória. Ou seja, tira-se a graça do campeonato durante vários meses para depois buscar a emoção em três ou quatro semanas.
Vamos para a 23.ª rodada do Brasileirão e ainda não se pode apontar um favorito ao título. Mais uma vez, a disputa será contagiante até o fim.

PVC: Corinthians só não foi melhor do que o Flamengo no final do 1º tempo

A diretoria do Palmeiras está perdida. Primeiro, ela fecha a venda de Valdivia. Depois recua. Parte dos cartolas contava com os R$ 13 milhões que entrariam nos cofres do clube. Era dinheiro para pagar contas. Mas ele não vem mais. O que já era rachado, ficou mais trincado. Ninguém se entende no Palmeiras. E isso reflete no time.
E mesmo sem poder, a diretoria vai dando aumento para seus jogadores. Uma pessoa que frequenta o Palmeiras me disse nesta semana que Kleber teve o aumento que tanto queria, embora não tenha sido mais o mesmo depois daquela confusão toda envolvendo o Flamengo. Valdivia também ganhou o seu. Estava de malas prontas para o Catar, liberado pelo presidente e por Felipão, e agora tem 30% a mais no contracheque. Assim até eu.
Não é só. O Palmeiras paga R$ 200 mil por mês para que Lincoln jogue no Avaí. Queria se livrar do jogador, mas teve de assumir 70% do seu salário. Vai pagar esta bolada até o fim do ano. E o pior é que não tem dinheiro para nada.
A diretoria do Palmeiras precisa saber o que quer da vida. Não dá para administrar um clube do tamanho do Palmeiras dessa forma, com idas e vindas e sem ter uma direção para o futebol. A impressão que muitos têm é que falta comando. Arnaldo Tirone precisa tomar as rédeas da situação e parar de ouvir tantas pessoas que mais parecem querer atrapalhar seu trabalho que ajudar

PVC: Corinthians só não foi melhor do que o Flamengo no final do 1º tempo

Comentarista da ESPN, Paulo Vinícius Coelho, afirma que o time jogou como líder e diz que o lance violento de Gustavo contra Liedson pode parar no tribunal.

Informações e palpites da 23a rodada do Campeonato Brasileiro

AMÉRICA MINEIRO x AVAÍ
Sábado, Arena do Jacaré, 18h
AMÉRICA MINEIRO - Problemas - Dudu (machucado) - Time provável (3-4-1-2) - Neneca, Micão, Otávio e William Rocha; Marcos Rocha, Leandro Ferreira, Amaral e Gílson; Ulisses; Kempes e André Dias. Técnico: Givanildo de Oliveira
AVAÍ - Problemas - Romano (terceiro cartão) - Time provável (4-2-3-1) - Rafael Santos, Arlan, Gian, Wélton Felipe e Pará; Bruno e Batista; Pedro Ken; Pedro Ken, Lincoln e Robinho; William. Técnico: Toninho Cecílio
CURIOSIDADE - Antes da Série A de 2011, América e Avaí jamais haviam se encontrado pelo Brasileirão
PALPITE - América Mineiro
ARBITRAGEM - Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP); Fabrício Vilarinho da Silva, João Nobre Chaves

SANTOS x CRUZEIRO
Sábado, Vila Belmiro, 18h
SANTOS - Problemas - Danilo (terceiro cartão), Adriano (terceiro cartão), Ganso (machucado), Pará (machucado), Íbson (machucado), Arouca (machucado), Henrique (machucado, dúvida), Elano (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Rafael, Crytian, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodrigo Possebom, Ânderson Carvalho; Felype Ânderson, Diogo e Neymar; Borges. Técnico: Muricy Ramalho
CRUZEIRO - Problemas - Marquinhos Paraná (terceiro cartão), Charles (emprestado pelo Santos), Keirrison (emprestado pelo Santos), Wellington Paulista (machucado), Diego Renan (machucado), Victorino (machucado), Vítor (machucado), Fábio (machucado, dúvida) - Time provável (4-3-2-1) - Fábio, Gil Bahia, Léo, Naldo e Gabriel Araújo; Leandro Guerreiro, Fabrício, Gilberto; Roger e Montillo; Anselmo Ramon. Técnico: Émerson Ávila
CURIOSIDADE - Levando em conta a unificação dos títulos brasileiros, Cruzeiro e Santos dividiram as duas primeiras posições do campeonato em 1966 e 2003. Em ambas, os mineiros foram campeões e os paulistas vice-campeões.
PALPITE - Santos
ARBITRAGEM - Francisco Carlos Nascimento (AL); Thiago Gomes Brígido, Pedro Santos de Araújo

PALMEIRAS x INTERNACIONAL
Domingo, Pacaembu, 16h
PALMEIRAS - Problemas - Kléber (terceiro cartão), João Vítor (terceiro cartão), Valdivia (machucado), Maikon Leite (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Marcos, Cicinho, Henrique, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Chico e Marcos Assunção; Vinícius, Patrik e Luan; Fernandão. Técnico: Luiz Felipe
INTERNACIONAL - Problemas - Time provável (4-2-3-1-) - Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kléber; Élton e Sandro Silva; Oscar, Andrezinho e D’Alessandro; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE - A última vitória do Inter sobre o Palmeiras em São Paulo aconteceu na estreia de Alexandre Pato, em 2006. Goleada por 4 x 1, com gol e show do atual atacante do Milan.
PALPITE - Internacional
ARBITRAGEM - Alicio Pena Júnior (MG); Cleriston Clay Barreto Rios, Helberth Costa Andrade

FLUMINENSE x CORINTHIANS
Domingo, Engenhão, 16h
FLUMINENSE - Problemas - Diguinho (machucado), Deco (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Leandro Eusébio e Carlinhos; Edinho, Diogo, Marquinho e Lanzini; Ciro e Fred. Técnico: Abel Braga
CORINTHIANS - Problemas - Émerson (terceiro cartão) - Time provável (4-2-3-1) - Júlio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Ramon; Ralf e Paulinho; William, Alex e Jorge Henrique; Liédson. Técnico: Tite
CURIOSIDADE - Ano passado, o Corinthians empatou na liderança com o Fluminense ao vencer o clássico no Engenhão, por 2 x 1, na 22ª rodada.
PALPITE - Corinthians
ARBITRAGEM - Leandro Pedro Vuaden (RS); Kléber Lúcio Gil, Marcelo Bertanha Barison

FIGUEIRENSE x VASCO
Domingo, Orlando Scarpelli, 16h
FIGUEIRENSE - Problemas - Maicon (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Wilson, Bruno, João Paulo, Édson Silva e Juninho; Ygor, Túlio, Coutinho e Elias; Wellington Nem e Somália. Técnico: Jorginho
VASCO - Problemas - Eduardo Costa (terceiro cartão), Renato Silva (machucado), Julinho (machucado, dúvida) - Time provável (4-2-3-1) - Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Márcio Careca; Rômulo e Jumar; Éder Luís, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Elton. Técnico: Cristóvão Borges
CURIOSIDADE - O técnico Jorginho, do Vasco, foi campeão brasileiro como jogador do Vasco em 2000.
PALPITE - Vasco
ARBITRAGEM - Niélson Nogueira Dias (PE); Erich Bandeira, Altemir Haussmann

CEARÁ x ATLÉTICO GOIANIENSE
Domingo, Presidente Vargas, 16h
CEARÁ - Problemas - Fabrício (expulso) - Time provável (4-3-1-2) - Diego, Boiadeiro, Erivélton, Diego Sacoman e Vicente; Michel, João Marcos, Heleno e Thiago Humberto; Washington e Osvaldo. Técnico: Vágner Mancini
ATLÉTICO GOIANIENSE - Problemas - Vítor Júnior (terceiro cartão), Gílson (machucado, dúvida), Anderson (emprestado pelo Ceará) - Time provável (4-3-1-2) - Márcio, Rafael Cruz, Paulo Henrique, Leonardo e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Bida e Thiaguinho; Juninho e Anselmo. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE - Antes do campeonato de 2010, o único encontro entre Ceará e Atlético Goianiense, considerado Série A, havia acontecido pelo Módulo Amarelo de 1987. Vitória goiana no Serra Dourada, por 1 x 0.
PALPITE - Ceará
ARBITRAGEM - Sandro Meira Ricci (DF); Marrubson Melo Freitas, José dos Santos Xavier

CORITIBA x BOTAFOGO
Domingo, Couto Pereira, 16h
CORITIBA - Problemas - Pereira (machucado), Jéci (machucado), Démerson (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - William (terceiro cartão), Vanderlei, Jonas, Émerson, Lucas Mendes e Eltinho; Leandro Donizete e Léo Gago; Tcheco, Marcos Aurélio e Rafinha; Bill. Técnico: Marcelo Oliveira
BOTAFOGO - Problemas - Antônio Carlos (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Jefferson, Lucas, Gustavo, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos e Renato; Herrera, Elkesson e Maicossuel; Loco Abreu. Técnico: Caio Júnior
CURIOSIDADE - Antes de ser técnico, Caio Júnior foi supervisor do Coritiba, em 2001. Na época, o treinador era Ivo Wortmann.
PALPITE - Empate
ARBITRAGEM - Fabrício Neves Corrêa (RS); Carlos Berkenbrock, José Javel Silveira

FLAMENGO x ATLÉTICO PARANAENSE
Domingo, Engenhão, 18h
FLAMENGO - Problemas - Bottinelli (terceiro cartão), Aírton (machucado) - Time provável (4-2-2-2) - Felipe, Leonardo Moura, Wellinton, Gustavo e Júnior César; Maldonado, Williams, Renato e Thiago Neves; Ronaldinho Gaúcho e Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
ATLÉTICO PARANAENSE - Problemas - Cléber Santana (expulso), Kléberson (emprestado pelo Flamengo), Mádson (terceiro cartão) - Time provável (4-3-1-2) - Renan Rocha, Edílson, Manoel, Rafael Santos e Heracles; Deivid, Fransérgio, Marcelo Oliveira e Marcinho; Guerrón e Adaílton. Técnico: Antônio Lopes
CURIOSIDADE -
PALPITE - Flamegno
ARBITRAGEM - Ricardo Marques Ribeiro (MG); Alessandro Rocha de Matos
Fábio Pereira

GRÊMIO x SÃO PAULO
Domingo, Olímpico, 18h
GRÊMIO - Problemas - Fábio Rochemback (terceiro cartão), Gilberto Silva (machucado), Vilson (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Victor, Mário Fernandes, Edcarlos, Saimon e Júlio César; Fernando e Adílson; Marquinhos, Douglas e Escudero; André Lima. Técnico: Celso Roth
SÃO PAULO - Problemas - Denílson (machucado), Luís Fabiano (machucado), Rogério, Piriz, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Casemiro, Carlinhos Paraíba e Cícero; Lucas e Dagoberto. Técnico: Adílson Batista
CURIOSIDADE - Em 2008, o Grêmio de Celso Roth disputou cabeça a cabeça o título com o São Paulo. No Olímpico, o Grêmio venceu por 1 x 0, na abertura do segundo turno.
PALPITE - Empate
ARBITRAGEM - Héber Roberto Lopes (PR); Roberto Braatz, Bruno Boschillia

ATLÉTICO MINEIRO x BAHIA
Domingo, Arena do Jacaré, 18h
ATLÉTICO MINEIRO - Problemas - Leonardo Silva (expulso), Guilherme (terceiro cartão), Richarlyson (terceiro cartão), André (machucado, dúvida) - Time provável (4-2-3-1) - Renan Ribeiro, Serginho, Réver, Werley e Triguinho; Pierre e Felipe Souto; Mancini, Daniel Carvalho e Neto Berola; Magno Alves. Técnico: Cuca
BAHIA - Problemas - Fabinho (terceiro cartão), Ávine (machucado), Dodô (machucado), Souza (terceiro cartão) - Time provável (4-3-1-2) - Tiago, Marcos, Titi, Paulo Miranda e Maranhão; Fahel, Marcone, Ricardinho e Carlos Alberto; Reinaldo e Júnior. Técnico: Joel Santana
CURIOSIDADE - A maior goleada do encontro é 6 x 0 para o Galo pelo Brasileirão de 1984, com show de Éverton, meia que passou por Londrina, São Paulo e Corinthians.
PALPITE - Atlético Mineiro
ARBITRAGEM - Wilson Luiz Seneme (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Marcelo Carvalho Van Gasse

Cresce bronca dos clubes contra Fifa e seleções. Chegou a hora do basta?

Neste segundo semestre, a seleção brasileira acumulurá uma quantidade de jogos equivalente a um compromisso a cada período de duas semanas. Isso mesmo, proporcionalmente o time da CBF fará duas partidas por mês! É muita coisa. É demais. E este é apenas um exemplo, afinal, as seleções obivamente se espalham pelo mudo e, além de amistosos em Datas Fifa, existem as competições como Eurocopa, Copa América e Copa Africana de Nações.

A Euro não atinge os clube europeus, afinal, é disputada por times formados quase que em sua totalidade por atletas contratados pelos times do "Velho Mundo". Mas as demais atingem em cheio os clubes não só de lá, como daqui, da América do Sul, do Brasil. São inúmeros compromissos nos quais a velha fórmula se repete: confederações convocam jogadores quase como se fossem à guerra e os utiliza. De vez em quando, devolvem alguém quebrado.

Valdívia voltou contundido ao Palmeiras após atender ao chamado do Chile, Ganso retornou ao Santos lesionado em jogo do time cebeefiano, Sandro não pôde começar a temporada pelo Tottenham por ter se machucado pouco antes da Copa América, e por aí vai. Certa vez o Newcastle conseguiu ser ressarcido após ceder Michael Owen à seleção inglesa e receber o atacante arrebentado. Mas nem isso resolve. É como se você empretasse o carro a um amigo, ele batesse com o veículo e pagasse o reparo. Ok, mas e quando ao período no qual o dono do automóvel ficou a pé, como fica?

a
Karl-Heinz Rummenigge, presidente do Bayern de Munique e da Associação Europeia de Clubes (ECA), comparou o presidente da Fifa, Josef Blatter, a Hosni Mubarak, ditador deposto no Egipto: "Há um ano, Mubarak não imaginava que iria ser deposto. Blatter não tem uma boa imagem" disparou o alemão, que depois se desculpou com o mega-cartola pela "linguagem agressiva". Sim, pode ter sido um excesso, mas o episódio deixa evidente a insatisfação de quem paga (caro) pelos jogadores. Queixas contra tal situação já partiram de Barcelona e agora foi a vez de Sir Alex Ferguson protestar.

Manager/técnico do Manchester United desde 1986, o escocês considera exagerado o número de amistosos de seleções. Ele se irirta com as contusões e o desgaste dos atletas, que não conseguem ter sequência de treinamentos em seus clubes. "Sempre pedimos que diminuíssem o número de jogos internacionais. Todos os clubes concordam com isso. Mas o problema não envolve só os amistosos", frisa o campeão inglês, que disparou contra a Copa América, disputada na pré-temporada europeia a cada quatro anos, e a Copa Africana, que acontece ano sim, ano não, em janeiro!


Rummenigge: cobranças fortes contra o calendário da Fifa em defesa dos clubes
Rummenigge: cobranças fortes contra o calendário da Fifa e defesa dos clubes
O desgaste é evidente e idiscutível. Ronaldinho e Ralf estiveram à disposição da CBF no duelo contra Gana, segunda-feira, em Londres, viajaram, jogaram na quinta e voltarão a campo domingo. Isso significa até três jogos em menos de uma semana. Já o Hulk entrou em campo pelo time de Mano Menezes e no dia seguinte, terça, defendeu o Porto pelo Campeonato Português contra o União de Leiria. O atacante saiu de campo lesionado, antes do final do cotejo e, poupado, começou no banco a peleja com o Vitória de Setúbal.

Rummenigge cobra a aplicação das reformas prometidas na Fifa depois dos escândalos de corrupção. Ele sugeriu a Blatter agir rapidamente "antes que o seu sucessor o faça ou venha uma revolução do exterior". O movimeto cresce, a bronca geral aumenta. Não é para menos.


Liedson abate urubu e leva Fiel à loucura. Sem pum

A homenagem ao ‘doutor’ Sócrates foi completa.

Com o nome do eterno xodó da Fiel na camisa (o ídolo segue internado em estado grave), o Corinthians mandou o urubu para o espaço.

Numa virada como nos velhos tempos, Liedson colocou novamente a equipe na liderança do Brasileirão, sem precisar nocautear o adversário com golpe baixo, tipo flatulência, mais conhecido como pum.

A Fiel foi à loucura no Pacaembu – 37.707 torcedores (35.392 pagantes e renda de R$ 1.284.311,50).

Pouco antes de comandar a vitória corintiana, Liedson havia sido nocauteado com um soco no estômago, aplicado pelo troglodita Gustavo, longe do juiz.

O castigo veio a cavalo, com são Jorge. E o Flamengo completou sete partidas sem vencer – quatro derrotas e três empates. Continua na quinta colocação, ainda na zona de classificação à Libertadores (graças ao coirmão Vasco, já garantido), mas agora está sete pontos atrás do Corinthians.

Em São Januário, sob o comando do maestro Juninho Pernambucano, o Vasco aproveitou a visita do freguês paranaense, recuperou-se da goleada sofrida diante do lanterna Coelho e subiu na tabela.

Já na Boa Terra, o Grêmio estragou o primeiro acarajé do ‘papai’ Joel e voltou a vencer fora de casa, o que não acontecia desde a segunda rodada.
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Ovelha negra 1. Os periquitos em revista comemoram dias de incrível felicidade: dois pontos em seis disputados, com direito a pênalti perdido no último minuto e um a mais em campo, e permanência do indesejável Valdívia. A decisão do chileno de recusar uma proposta do Catar e continuar no clube foi das mais festejadas. A transferência do Mago sem coelho na cartola ajudaria, e muito, o Palmeiras a quitar uma dívida com o banco Banif de 6,2 milhões de euros – carta de crédito usada para repatriar o gringo.

Ovelha negra 2. Mesmo com pouca qualidade técnica à disposição, Felipão já havia concordado com a negociação, pois raramente conta com Valdívia – ou está na seleção do Chile ou anda de chinelinho pelo departamento médico palmeirense. Após o ‘se não é para o bem geral da nação alviverde, eu fico’, Valdívia usou o Twitter para mandar um torpedo à torcida: não está bichado, apenas passa por uma maré de gato preto.

Sugismundo Freud. Só cacho de banana nasce enforcado e morre degolado

Zapping. Na contramão do entusiasmo da galera do Morumbi e do Engenhão, a torcida da poltrona, pipoca e guaraná não deu bola a Furacão x Palmeiras. A média do ibope global na Grande Pauliceia desvairada, esburacada e abandonada foi de 22 pontos, a segunda pior do Brasileirão na bola de quarta-feira. Ganhou apenas de Coritiba x Palmeiras, que cravou 20 pontos. Na Band, o embate da Arena da Baixada obteve cinco pontos.

Gilete press. De Keila Jimenez, colunista da ‘Folha’: “A Globo anunciará nos próximos dias seu pacotão de futebol 2012. Cada uma das cotas (cinco ou seis) de patrocínio custará cerca de R$ 180 milhões, um aumento de 34% em relação ao pacote deste ano, em que cada cota custou R$ 134 milhões (...). Em cinco anos, o Campeonato Brasileiro teve uma queda de quase 25% de audiência. A Globo perdeu um em cada quatro telespectadores.” Plim-plim.

Twitface. A Justiça condenou a prisão perpétua cinco ‘barras bravas’ do River Plate pelo assassinato a tiros de outro torcedor do clube, em 2007. Eles pertencem a organizada ‘Los borrachos del tablón’ (‘os bêbados da vez’).

Famoso quem? Badalado em prosa, verso e caixa prego, o baixinho Conca é apenas ‘mais um’ na Argentina. Torcedores, jornalistas e até jogadores ficam de queixo caído quando ouvem os elogios da mídia brasileira ao compatriota. E, mais ainda, ao saber que o hermano trocou o Fluminense por um negócio da China, cerca de US$ 1 milhão por mês. Não entendem como os chineses continuam de olhos fechados aos melhores 10 do país – o cruzeirense Montillo também está fora da lista.

Tititi d’Aline. O bicho vai pegar nas folgas do Mundial de rúgbi. Os bordéis da Nova Zelândia já triplicaram o estoque de camisinhas, pois esperam movimento recorde de cangurus pernetas – 100 mil turistas devem invadir o país.

Você sabia que... Alex Ferguson, 69 anos, conquistou 37 títulos no comando do Manchester United desde 1986, quando foi contratado?

Bola de ouro. Botafogo. As chuteiras mais brilhantes do Brasileirão neste momento.

Bola de latão. Paul Hamm. O ginasta americano de 28 anos, ouro em Atenas/04, teve uma noite de fúria em Columbus: bêbado, tentou agredir um taxista e ameaçou policiais de morte. Dormiu no xilindró.

Bola de lixo. Dragutin Baltic. O técnico esloveno da seleção feminina de vôlei da Bulgária foi demitido por assédio sexual. Convidou duas atletas para curtir em seu quarto muito mais que as emoções de uma novela.

Dúvida pertinente. Flamengo em parafuso?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Brasileiro Série B


20h30 Icasa 1x1 Ponte Preta
20h30 Guarani 0x0 Vitória
20h30 ASA 1x1Goiás

Argentino - Apertura


19h00 Atlético Rafaela 0x0 Newell's Old Boys
21h10 Colón 3x1 San Lorenzo

Português

16h15 Porto 3x0 Vitória de Setúbal

Italiano

15h45 Milan 2x2 Lazio

Alemão

15h30 Augsburg 1x4 Bayer Leverkusen

Renato Abreu acusa menosprezo de Emerson com o Flamengo

Corinthians e Flamengo fizeram um grande jogo nesta quinta-feira, no Pacaembu. O time paulista venceu por 2 a 1 e voltou à liderança do Campeonato Brasileiro. No fim do duelo, o flamenguista Renato Abreu e o corintiano Emerson se desentenderam e discutiram asperamente. O jogador do rubro-negro não poupou nas críticas ao adversário.

“Vocês me conhecem. Sou de defender o meu clube. Mas não vou brigar com alguém. No lance aconteceu de eu tomar uma pegada, não sou de fazer média, sofri uma falta de uma maneira ruim da parte dele. Ai o jogo ficou mais quente, mas nada fora de controle. Menosprezar o seu ex-time é uma coisa ruim. Vocês vão ver nas imagens, não sou de armar polêmica, mas vocês podem ver na fita o que ele falou pra gente”, detonou Renato Abreu.

“Da minha parte, jamais faria o que ele fez, mas cada um tem uma cabeça. Seria surpresa se fosse da minha parte. Não gosto de arranjar confusão, mas vamos deixar pra lá”, continuou Renato Abreu.

Sobre a confusão, Emerson ecnonomizou nas palavras: ‘Eles me irritaram, não irritei ninguém não’

Curiosamente, Emerson, que já jogou no Flamengo, nunca escondeu o seu carinho pelo ex-clube. O atacante, inclusive, deixou o Fluminense porque teria cantado a música do ‘Bonde sem freio’, em referência ao clube da Gávea.

Exemplos no futebol

esporte mostra lições de superação diariamente. Alguns atletas superam limites em busca dos melhores resultados. O futebol é um esporte capaz de mexer com a emoção do brasileiro a cada partida, pois tem uma paixão nacional por trás dele.

O feriado de 7 de setembro reservou uma data especial para homenagear um dos maiores goleiros do Brasil: Rogério Ceni. Mil jogos é uma marca histórica, mas ela vai além deste número. Traduz um exemplo de profissional.

Ceni é um exemplo de conduta dentro de campo. Só que a relação com o goleiro ultrapassa as quatro linhas. Ele é ouvido pela diretoria na hora de contratar. O número 1 vira meio-campo do elenco com os diretores.

Dedicado no dia a dia, o atleta do São Paulo serve de exemplo para quem começa no clube. Vou além. Rogério vira exemplo para outros jogadores, de outros clubes, sem essa de rivalidade.

No Rio, vejo um jogador com dedicação e preocupação semelhantes a do goleiro sãopaulino: Juninho Pernambucano. O atleta do Vasco não tem uma anotação na carteira de trabalho que desabone a sua conduta ética.

Na volta ao Brasil, ele se preocupou em pedir ao Vasco que enviasse a bola do Campeonato Brasileiro para que pudesse se adaptar mais rápido ao futebol brasileiro. Quem faz isso?

Em recente entrevista, Juninho destacou que o salário acertado com o Vasco (R$ 600,00 mensais + premiações) não é demagogia, mas uma forma de indicar que ele voltou porque acha que pode ser útil dentro de campo, não pelo nome ou fama que tem.

Rogério Ceni e Juninho Pernambucano são dois exemplos de profissionais dentro e fora de campo

Manning realiza terceira cirurgia em 19 meses e vira dúvida para a temporada

A temporada da NFL ainda não começou, mas pode estar acabada para o Indianapolis Colts. Nesta quinta-feira, o líder e quarterback dos Colts, Peyton Manning, realizou mais uma cirurgia no pescoço - a terceira nos últimos 19 meses - e é dúvida para o restante do ano.

Manning passou por cirurgia na região no dia 23 de maio e não participou de nenhum jogo da pré-temporada dos Colts. Após consultar seis médicos diferentes, o jogador quatro vezes MVP da NFL decidiu realizar mais uma operação.

Os Colts soltaram uma depoimento oficial sobre a cirurgia, negando que a mesma force Manning a encerrar sua carreira. "Esse procedimento é realizado regularmente no país inteiro. Dois ex-jogadores dos Colts passaram por essa cirurgia e continuaram normalmente suas carreiras. A reabilitação para este tipo de cirurgia é um processo complicado. Portanto, não há ainda uma data estimada para o retorno neste momento".

Manning ficará de fora de sue primeiro jogo da carreira na NFL. Ele havia feito 227 partidas consecutivas incluindo os playoffs desde 1998, seu ano de estreia, e não entrará em campo neste domingo, contra o Houston Texans, na abertura da temporada.

Liédson acordou o Corinthians e nocauteou o Flamengo de Gustavo

O zagueiro Gustavo, do Flamengo, grudou em Liédson no pior sentido do verbo. Sua mão direita encostou no estômago de Liédson dois minutos antes do gol de empate do Corinthians. O soco derrubou o centroavante do Corinthians ao solo. Depois, acordou-o.

Não que Liédson estivesse mal na partida. É que dali em diante, ele se transformou no jogo.

O clássico Corinthians 2 x 1 Flamengo entra na lista das melhores partidas do Brasileirão 2011. Lista que inclui jogos como Corinthians 1 x 0 Internacional ou Santos 4 x 5 Flamengo.

Até o gol de empate do Corinthians, o Flamengo chamava o Corinthians -- exceção feita aos 17 minutos seguintes ao gol de Deivid. No final do primeiro tempo, o Flamengo tratou de cuidar da bola, empurrar o Corinthians nervoso para seu campo.

Quando sofreu pressão, aceitou-a.
Teve problemas para marcar o lado direito do Corinthians desde o primeiro tempo. Como Ronaldinho não marcava Alessandro, Renato desdobrava-se. Ora cuidava de Paulinho -- e sobrava Alessandro. Ora cuidava de Alessandro -- e sobrava Paulinho.
Não foi acaso a virada corintiana ter nascido daquele lado.

Também não foi acaso o fato de a vitória se construir no pé direito de Liédson.
O centroavante corintiano levou um murro no estômago.
Depois, levou a nocaute a frágil defesa rubro-negra.

Corinthians mantém sonho do título. R10 e Luxa se conformam com Libertadores

O gol de Deivid no primeiro tempo foi daqueles lances íncríveis que o futebol costuma reservar. No único cruzamento certo do Flamengo  em toda a etapa inicial, num dos raros ataques do time carioca antes do intervalo, o camisa nove colocou o campeão carioca em vantagem. Mas o grande nome da equipe rubro-negra era o goleiro Felipe, que após a peleja disse: "Hoje o Flamengo é apenas mais uma equipe brigando pela vaga na Libertadores". Pouco antes, Ronaldinho Gaúcho havia falado, com palavras um pouco diferentes, praticamente a mesma coisa: "Temos que brigar para chegar à Libertadores".

Evidentemente ainda é cedo para os flamenguistas jogarem a toalha, embora o futebol das sete últimas rodadas - três empates e quatro derrotas - não aponte para nada muito melhor do que uma possibilidade de vaga no torneio internacional. Mas ao final do duelo entre Corinthians e Flamengo, enquanto a equipe paulista deixou o gramado segurando a liderança e consciente de que merecera, e muito, o triunfo, os rivais pareciam conformados com a queda acentuada. Queda que faz o time de Vanderlei Luxemburgo afundar na tabela como se tivesse uma enorme âncora pendurada no pescoço.

O empate era conveniente para ambos quando, na segunda metade da etapa complementar, os corintianos diminuíram a pressão, natural depois de tanto esforço com a marcação adiantada, dentro do campo inimigo, até alcançar a igualdade. Mas Liédson soube aproveitar a ingenuidade dos zagueiros rubro-negros, que o abandonaram nos dois gols, permitindo que finalizasse com absoluta liberdade. Destaque (negativo) para Gustavo, a opção de Luxemburgo, que chegou pertindo do artilheiro rival para lhe dar um soquinho, mas esqueceu de se aproximar quando isso era mais do que necessário, nos lances dos dois gols.

Superior durante quase todos os 90 minutos de peleja, com 20 finalizações contra cinco do Flamengo, o Corinthians mereceu os três pontos com sobras. No momento, o time é desafiado pelo São Paulo, como vem acontecendo desde o começo do campeonato, e por outros cariocas, Vasco e Botafogo. Os flamenguistas ficam para trás e tentarão a reconstrução. Para buscar a vaga na Libertadores, como disseram Felipe, Ronaldinho e até Luxemburgo, discursando sobre a importância de uma classificação para o certame como se o título fosse quase secundário.

Para o Flamengo a taça vai se transformando em sonho. Não pela matemática, mas pelo futebol pifio das rodadas mais recenrtes. Já o Corinthians, segue com o mesmo objetivo de sempre, mesmo aos trancos e barrancos: ser campeão.

Jogadores pedem Engenhão lotado contra o Corinthians: 'Força aumenta 70%'

A vitória sobre o Cruzeiro, terceira seguida no Campeonato Brasileiro, colocou o Fluminense na briga pelas primeiras posições da tabela. Com 34 pontos, na sexta colocação, os tricolores já focam no confronto de domingo, contra o Corinthians, no Engenhão.

Os jogadores aproveitaram para pedir a presença maciça da torcida no estádio para este duelo: "Chegou a hora de a nossa torcida voltar a lotar o Engenhão. Ela sabe da sua grandeza e da sua importância. Demonstrou isso em 2009 e 2010 e deu no que deu. Que nos apóie do início ao fim. A nossa força aumenta em pelo menos 70%. Estamos mais próximos do líder, a apenas sete pontos, e vamos lutar por um lugar ainda melhor na tabela", disse o atacante e capitão Fred.

O meia Marquinho afirmou que o Fluminense atua melhor quando a torcida comparece em grande número em casa. Para o jogador, o time deve manter o embalo neste momento.

"Já são três vitórias seguidas, o que ainda não havíamos conseguido neste Brasileiro. Temos que manter o foco para embalar. Começamos bem o segundo turno, mas precisamos da torcida ao nosso lado. Jogamos até melhor com ela vibrando junto com a gente. Tem que acreditar. Uma vitória sobre o Corinthians é fundamental", declarou.

Já o zagueiro Gum ressaltou que mais uma vitória vai levar o Fluminense bem próximo da zona de classificação para a Libertadores da próxima temporada: "A torcida tem que voltar a acreditar. É um jogo decisivo que teremos contra o Corinthians. Uma vitória nos colocará ainda mais próximos do topo. É mais um daqueles confrontos diretos, para diminuirmos ainda mais a diferença para eles", comentou.

Para o meia Lanzini, o atual campeão está de volta ao Brasileirão e isso deve servir de incentivo para que os tricolores lotem o Engenhão contra o Corinthians.

"Como já disse outro dia, o campeão está crescendo. E o comparecimento da torcida é uma motivação a mais para a gente. Ainda não tive a oportunidade de ver o Engenhão cheio. Espero que isso possa acontecer nesse jogo de domingo", finalizou.

Jogadores pedem Engenhão lotado contra o Corinthians: 'Força aumenta 70%'

 vitória sobre o Cruzeiro, terceira seguida no Campeonato Brasileiro, colocou o Fluminense na briga pelas primeiras posições da tabela. Com 34 pontos, na sexta colocação, os tricolores já focam no confronto de domingo, contra o Corinthians, no Engenhão.

Os jogadores aproveitaram para pedir a presença maciça da torcida no estádio para este duelo: "Chegou a hora de a nossa torcida voltar a lotar o Engenhão. Ela sabe da sua grandeza e da sua importância. Demonstrou isso em 2009 e 2010 e deu no que deu. Que nos apóie do início ao fim. A nossa força aumenta em pelo menos 70%. Estamos mais próximos do líder, a apenas sete pontos, e vamos lutar por um lugar ainda melhor na tabela", disse o atacante e capitão Fred.

O meia Marquinho afirmou que o Fluminense atua melhor quando a torcida comparece em grande número em casa. Para o jogador, o time deve manter o embalo neste momento.

"Já são três vitórias seguidas, o que ainda não havíamos conseguido neste Brasileiro. Temos que manter o foco para embalar. Começamos bem o segundo turno, mas precisamos da torcida ao nosso lado. Jogamos até melhor com ela vibrando junto com a gente. Tem que acreditar. Uma vitória sobre o Corinthians é fundamental", declarou.

Já o zagueiro Gum ressaltou que mais uma vitória vai levar o Fluminense bem próximo da zona de classificação para a Libertadores da próxima temporada: "A torcida tem que voltar a acreditar. É um jogo decisivo que teremos contra o Corinthians. Uma vitória nos colocará ainda mais próximos do topo. É mais um daqueles confrontos diretos, para diminuirmos ainda mais a diferença para eles", comentou.

Para o meia Lanzini, o atual campeão está de volta ao Brasileirão e isso deve servir de incentivo para que os tricolores lotem o Engenhão contra o Corinthians.

"Como já disse outro dia, o campeão está crescendo. E o comparecimento da torcida é uma motivação a mais para a gente. Ainda não tive a oportunidade de ver o Engenhão cheio. Espero que isso possa acontecer nesse jogo de domingo", finalizou.

Elkeson exalta grupo do Botafogo e pede objetividade

O Botafogo é a bola da vez no Campeonato Brasileiro. Com quatro vitórias seguidas, o time carioca poderia estar liderando a competição se não tivesse um jogo a menos que os rivais, atraiu mais de 40 mil torcedores ao Engenhão na quarta-feira e vem apresentando um futebol de encher os olhos. Um dos destaques da equipe é Elkeson, que divide com os companheiros o bom momento.

"É gostoso trabalhar com um grupo desse, tão unido, sem vaidade. Tem jogadores experientes, como Renato, Loco Abreu, Maicosuel e Marcelo Mattos, e é todo mundo unido. Isso faz um grupo forte. É bom jogar onde todos se ajudam e correm pelo outro", comenta o jogador, contratado junto ao Vitória ainda no primeiro semestre.

O meia-atacante de 22 anos sabe que o Botafogo está indo mais longe do que muitos acreditavam. Para chegar ao título, ele prega humildade.

"É bom sermos reconhecidos pelo trabalho. Começamos desacreditados por parte da imprensa e torcida. Hoje, todos nos colocam no alto. É uma prova de que grupo deu a volta por cima. Temos que manter esse futebol, simples e objetivo", analisa Elkeson.

Grêmio vence duelo direto contra o Bahia e se afasta da degola

O Grêmio conseguiu um grande resultado na noite desta quinta-feira. O time gaúcho visitou o Bahia no estádio Pituaçu e triunfou por 2 a 1, em jogo válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Souza marcou para o time da casa, enquanto Brandão e Escudero garantiram a vitória gremista.

Com a vitória, a equipe de Celso Roth chega aos 27 pontos, ficando mais distante da zona de rebaixamento. Já o Bahia, que contou com a estreia do técnico Joel Santana, permanece com 24 pontos, uma posição acima do Atlético-MG, o primeiro do Z-4.

O técnico do time baiano criou a manchete que definiu o primeiro tempo do jogo. "Tomamos um passeio", sentenciou ao deixar o gramado no intervalo. O Grêmio foi o senhor das ações. Tocou a bola, triangulou, tabelou, criou chances e marcou gols. Primeiro com Brandão e depois com Escudero. Douglas ainda desperdiçou cobrança de pênalti.

O Bahia foi outro no segundo tempo. Quase tudo que o adversário tinha feito nos 45 minutos iniciais, os donos da casa fizeram no segundo. A diferença foi que os baianos conseguiram marcar somente uma vez, com Souza, em cobrança de pênalti.

No domingo, o Grêmio encara o São Paulo, no Olímpico. Fora de casa, o Bahia enfrentará o Atlético-MG, em nova disputa contra um adversário direto.

O jogo
O gramado do Pituaçu tinha problemas. Ele não era igual para gaúchos e baianos. Quando a posse de bola era do Grêmio, o campo de jogo era grande, cheio de espaços a serem explorados. No momento em que o Bahia tinha que tomar a iniciativa parecia ter de subir uma ladeira rumo ao ataque, além de não existirem espaços, tendo de jogar em espaço reduzido. Essa foi a cara do primeiro tempo. Facilidade de um lado. Dificuldade do outro.

Grêmio conseguiu uma grande vitória fora de casa
Grêmio conseguiu uma grande vitória fora de casa
Crédito da imagem: Agência Estado
Triangulando, trocando passes e tendo a posse de bola, o time de Celso Roth dominou completamente o adversário. Sem controlar os avanços do oponente, os donos da casa sucumbiram. O goleiro Tiago conseguiu salvar chute de Julio Cesar e depois o de Brandão.

Os baianos tentavam avançar aos trancos e barrancos. Nas jogadas individuais, o sucesso foi nulo. Em lances envolvendo disputa de força com os defensores o resultado não mudou muito. A diferença de atuações não condizia com a proximidade dos clubes na tabela de classificação.

O time gaúcho transformou a superioridade em gols aos 28 minutos. Em cruzamento de Julio Cesar, Brandão, de cabeça, marcou seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro. Depois, foram três arremates de jogadores gremistas, mas nenhum encontrou a rede.

Em lance individual, Douglas achou Brandão na pequena área, aos 35 minutos. A cabeçada do centroavante acertou o travessão. No rebote, Escudero enmendou um chute forte e preciso, ampliando a vantagem. O terceiro quase saiu no minuto final. Mesmo que Douglas tenha sido derrubado fora da área, o árbitro marcou pênalti. Ele cobrou no melhor estilo Elano, colocando a bola sobre o gol.

O campo tinha sérios problemas de inclinação. Como explicar que o cenário no segundo tempo fosse completamente diferente? O "passeio gremista", definição dada por Joel Santana no intervalo, não se repetiu. Tudo dito sobre o Grêmio no primeiro tempo se encaixou para o Bahia no segundo. Tudo que se falou dos baianos na etapa inicial servia aos gaúchos nos 45 minutos finais.

Os donos da casa partiram para cima do adversário. Obrigaram Victor a efetuar boa defesa, desperdiçaram chances em arremates para fora e chegaram ao primeiro gol, aos 12 minutos. Reinaldo caiu na área e o juiz assinalou pênalti. Souza bateu forte, rasteiro no canto, tirando do alcance do goleiro.

O Bahia seguiu insistindo, mas faltavam lances com chances claras. O Grêmio, em escapada, quase marcou mais um com Marquinhos. Quando a oportunidade apareceu para os baianos, Victor salvou em cabeçada de Jones Carioca. No fim, o que era um passeio gremista virou uma vitória apertada por 2 a 1.

FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 X 2 GRÊMIO

Local
: Estádio do Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 8 de setembro de 2011, quinta-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ) e Lilian da Silva Bruno (RJ)
Cartões amarelos: Souza, Titi e Ricardinho (Bahia); Brandão, Mário Fernandes, Fábio Rochemback, Saimon e Victor (Grêmio)
GOLS: BAHIA: Souza, aos 12 minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Brandão, aos 28, e Escudero, aos 35 minutos do primeiro tempo

BAHIA: Tiago; Jancarlos (Maranhão), Paulo Miranda, Titi e Marcos; Fahel, Fabinho, Ricardinho (Jones Carioca) e Carlos Alberto; Reinaldo e Souza (Júnior)
Técnico: Joel Santana

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Saimon, Edcarlos e Julio Cesar; Fernando, Fábio Rochemback, Marquinhos (Leandro), Douglas (Gabriel) e Escudero (Adilson); Brandão
Técnico: Celso Roth

VÍDEO: Brasil vence fácil Porto Rico e enfrenta algoz República Dominicana por vaga em Londres

A seleção brasileira não teve dificuldades para vencer Porto Rico por 94 a 72, nesta quinta-feira, e assim garantir a primeira colocação da segunda fase do Pré-Olímpico masculino de basquete.

Agora, a equipe comandada por Ruben Magnano enfrentará na semifinal a República Dominicana, que impôs a única derrota canarinho na competição, e quem vencer no próximo sábado estará garantido nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

A outra semifinal será disputada entre a anfitriã Argentina e os portorriquenhos.


 Depois da vitória suada sobre a Argentina, Brasil atropelou Porto Rico; veja!
Crédito: Reuters
O jogo

Embalada pela épica vitória sobre a rival Argentina no dia anterior, a seleção nrasileira voou no primeiro quarto contra Porto Rico. Forte na defesa e rápido nos contra-ataques, o time canarinho encurralou os adversários e fechou os primeiros dez minutos com uma vantagem de 14 pontos (29 a 15).

Na parcial seguinte, os comandados do técnico Rubén Magnano continuaram com o controle do jogo e, confiantes, chegaram até a tirar do sério os portorriquenhos, como JJ Barea, que joga no Dallas Mavericks da NBA. No final da primeira etapa, inclusive, os jogadores se estranharam em quadra.

Provocações à parte, a fase brasileira é tão positiva que grande parte dos arremessos caíram, até os da linha dos três. Sendo assim, o time verde-amarelo foi ao intervalo com uma 'gordurinha' de 17 pontos: 47 a 30. Com dez tentos contabilizados, Marquinhos saiu como principal expoente nacional na parte inicial do confronto.

O que começou como uma ótima atuação virou show no terceiro quarto. Perfeito em todos os fundamentos, o Brasil deu uma prova cabal que está totalmente pronto para voltar a disputar uma edição de Jogos Olímpicos. A diferença para a parcial derradeira foi de 28 pontos.

Na dianteira do marcador, o time brasileiro, com alguns reservas em quadra, tirou o pé no último período, jogou para o gasto e fechou o embate por 94 a 72.

Em 2009, em uma partida decidida apenas nos instantes finais, o Brasil bateu Porto Rico e conquistou o título da Copa América na casa dos rivais. Nesta quinta, porém, a vitória não valeu nada, mas aguçou ainda mais o brio dos tupiniquins rumo a Londres-2012.

Manning realiza terceira cirurgia em 19 meses e vira dúvida para a temporada

A temporada da NFL ainda não começou, mas pode estar acabada para o Indianapolis Colts. Nesta quinta-feira, o líder e quarterback dos Colts, Peyton Manning, realizou mais uma cirurgia no pescoço - a terceira nos últimos 19 meses - e é dúvida para o restante do ano.

Manning passou por cirurgia na região no dia 23 de maio e não participou de nenhum jogo da pré-temporada dos Colts. Após consultar seis médicos diferentes, o jogador quatro vezes MVP da NFL decidiu realizar mais uma operação.

Os Colts soltaram uma depoimento oficial sobre a cirurgia, negando que a mesma force Manning a encerrar sua carreira. "Esse procedimento é realizado regularmente no país inteiro. Dois ex-jogadores dos Colts passaram por essa cirurgia e continuaram normalmente suas carreiras. A reabilitação para este tipo de cirurgia é um processo complicado. Portanto, não há ainda uma data estimada para o retorno neste momento".

Manning ficará de fora de sue primeiro jogo da carreira na NFL. Ele havia feito 227 partidas consecutivas incluindo os playoffs desde 1998, seu ano de estreia, e não entrará em campo neste domingo, contra o Houston Texans, na abertura da temporada.