sábado, 10 de setembro de 2011

Informações e palpites da 23a rodada do Campeonato Brasileiro

AMÉRICA MINEIRO x AVAÍ
Sábado, Arena do Jacaré, 18h
AMÉRICA MINEIRO - Problemas - Dudu (machucado) - Time provável (3-4-1-2) - Neneca, Micão, Otávio e William Rocha; Marcos Rocha, Leandro Ferreira, Amaral e Gílson; Ulisses; Kempes e André Dias. Técnico: Givanildo de Oliveira
AVAÍ - Problemas - Romano (terceiro cartão) - Time provável (4-2-3-1) - Rafael Santos, Arlan, Gian, Wélton Felipe e Pará; Bruno e Batista; Pedro Ken; Pedro Ken, Lincoln e Robinho; William. Técnico: Toninho Cecílio
CURIOSIDADE - Antes da Série A de 2011, América e Avaí jamais haviam se encontrado pelo Brasileirão
PALPITE - América Mineiro
ARBITRAGEM - Sálvio Spínola Fagundes Filho (SP); Fabrício Vilarinho da Silva, João Nobre Chaves

SANTOS x CRUZEIRO
Sábado, Vila Belmiro, 18h
SANTOS - Problemas - Danilo (terceiro cartão), Adriano (terceiro cartão), Ganso (machucado), Pará (machucado), Íbson (machucado), Arouca (machucado), Henrique (machucado, dúvida), Elano (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Rafael, Crytian, Edu Dracena, Durval e Léo; Rodrigo Possebom, Ânderson Carvalho; Felype Ânderson, Diogo e Neymar; Borges. Técnico: Muricy Ramalho
CRUZEIRO - Problemas - Marquinhos Paraná (terceiro cartão), Charles (emprestado pelo Santos), Keirrison (emprestado pelo Santos), Wellington Paulista (machucado), Diego Renan (machucado), Victorino (machucado), Vítor (machucado), Fábio (machucado, dúvida) - Time provável (4-3-2-1) - Fábio, Gil Bahia, Léo, Naldo e Gabriel Araújo; Leandro Guerreiro, Fabrício, Gilberto; Roger e Montillo; Anselmo Ramon. Técnico: Émerson Ávila
CURIOSIDADE - Levando em conta a unificação dos títulos brasileiros, Cruzeiro e Santos dividiram as duas primeiras posições do campeonato em 1966 e 2003. Em ambas, os mineiros foram campeões e os paulistas vice-campeões.
PALPITE - Santos
ARBITRAGEM - Francisco Carlos Nascimento (AL); Thiago Gomes Brígido, Pedro Santos de Araújo

PALMEIRAS x INTERNACIONAL
Domingo, Pacaembu, 16h
PALMEIRAS - Problemas - Kléber (terceiro cartão), João Vítor (terceiro cartão), Valdivia (machucado), Maikon Leite (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Marcos, Cicinho, Henrique, Thiago Heleno e Gabriel Silva; Chico e Marcos Assunção; Vinícius, Patrik e Luan; Fernandão. Técnico: Luiz Felipe
INTERNACIONAL - Problemas - Time provável (4-2-3-1-) - Muriel, Nei, Rodrigo Moledo, Juan e Kléber; Élton e Sandro Silva; Oscar, Andrezinho e D’Alessandro; Leandro Damião. Técnico: Dorival Júnior
CURIOSIDADE - A última vitória do Inter sobre o Palmeiras em São Paulo aconteceu na estreia de Alexandre Pato, em 2006. Goleada por 4 x 1, com gol e show do atual atacante do Milan.
PALPITE - Internacional
ARBITRAGEM - Alicio Pena Júnior (MG); Cleriston Clay Barreto Rios, Helberth Costa Andrade

FLUMINENSE x CORINTHIANS
Domingo, Engenhão, 16h
FLUMINENSE - Problemas - Diguinho (machucado), Deco (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Diego Cavalieri, Mariano, Gum, Leandro Eusébio e Carlinhos; Edinho, Diogo, Marquinho e Lanzini; Ciro e Fred. Técnico: Abel Braga
CORINTHIANS - Problemas - Émerson (terceiro cartão) - Time provável (4-2-3-1) - Júlio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castán e Ramon; Ralf e Paulinho; William, Alex e Jorge Henrique; Liédson. Técnico: Tite
CURIOSIDADE - Ano passado, o Corinthians empatou na liderança com o Fluminense ao vencer o clássico no Engenhão, por 2 x 1, na 22ª rodada.
PALPITE - Corinthians
ARBITRAGEM - Leandro Pedro Vuaden (RS); Kléber Lúcio Gil, Marcelo Bertanha Barison

FIGUEIRENSE x VASCO
Domingo, Orlando Scarpelli, 16h
FIGUEIRENSE - Problemas - Maicon (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Wilson, Bruno, João Paulo, Édson Silva e Juninho; Ygor, Túlio, Coutinho e Elias; Wellington Nem e Somália. Técnico: Jorginho
VASCO - Problemas - Eduardo Costa (terceiro cartão), Renato Silva (machucado), Julinho (machucado, dúvida) - Time provável (4-2-3-1) - Fernando Prass, Fágner, Dedé, Renato Silva e Márcio Careca; Rômulo e Jumar; Éder Luís, Juninho Pernambucano e Diego Souza; Elton. Técnico: Cristóvão Borges
CURIOSIDADE - O técnico Jorginho, do Vasco, foi campeão brasileiro como jogador do Vasco em 2000.
PALPITE - Vasco
ARBITRAGEM - Niélson Nogueira Dias (PE); Erich Bandeira, Altemir Haussmann

CEARÁ x ATLÉTICO GOIANIENSE
Domingo, Presidente Vargas, 16h
CEARÁ - Problemas - Fabrício (expulso) - Time provável (4-3-1-2) - Diego, Boiadeiro, Erivélton, Diego Sacoman e Vicente; Michel, João Marcos, Heleno e Thiago Humberto; Washington e Osvaldo. Técnico: Vágner Mancini
ATLÉTICO GOIANIENSE - Problemas - Vítor Júnior (terceiro cartão), Gílson (machucado, dúvida), Anderson (emprestado pelo Ceará) - Time provável (4-3-1-2) - Márcio, Rafael Cruz, Paulo Henrique, Leonardo e Thiago Feltri; Agenor, Pituca, Bida e Thiaguinho; Juninho e Anselmo. Técnico: Hélio dos Anjos
CURIOSIDADE - Antes do campeonato de 2010, o único encontro entre Ceará e Atlético Goianiense, considerado Série A, havia acontecido pelo Módulo Amarelo de 1987. Vitória goiana no Serra Dourada, por 1 x 0.
PALPITE - Ceará
ARBITRAGEM - Sandro Meira Ricci (DF); Marrubson Melo Freitas, José dos Santos Xavier

CORITIBA x BOTAFOGO
Domingo, Couto Pereira, 16h
CORITIBA - Problemas - Pereira (machucado), Jéci (machucado), Démerson (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - William (terceiro cartão), Vanderlei, Jonas, Émerson, Lucas Mendes e Eltinho; Leandro Donizete e Léo Gago; Tcheco, Marcos Aurélio e Rafinha; Bill. Técnico: Marcelo Oliveira
BOTAFOGO - Problemas - Antônio Carlos (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Jefferson, Lucas, Gustavo, Fábio Ferreira e Cortês; Marcelo Mattos e Renato; Herrera, Elkesson e Maicossuel; Loco Abreu. Técnico: Caio Júnior
CURIOSIDADE - Antes de ser técnico, Caio Júnior foi supervisor do Coritiba, em 2001. Na época, o treinador era Ivo Wortmann.
PALPITE - Empate
ARBITRAGEM - Fabrício Neves Corrêa (RS); Carlos Berkenbrock, José Javel Silveira

FLAMENGO x ATLÉTICO PARANAENSE
Domingo, Engenhão, 18h
FLAMENGO - Problemas - Bottinelli (terceiro cartão), Aírton (machucado) - Time provável (4-2-2-2) - Felipe, Leonardo Moura, Wellinton, Gustavo e Júnior César; Maldonado, Williams, Renato e Thiago Neves; Ronaldinho Gaúcho e Deivid. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
ATLÉTICO PARANAENSE - Problemas - Cléber Santana (expulso), Kléberson (emprestado pelo Flamengo), Mádson (terceiro cartão) - Time provável (4-3-1-2) - Renan Rocha, Edílson, Manoel, Rafael Santos e Heracles; Deivid, Fransérgio, Marcelo Oliveira e Marcinho; Guerrón e Adaílton. Técnico: Antônio Lopes
CURIOSIDADE -
PALPITE - Flamegno
ARBITRAGEM - Ricardo Marques Ribeiro (MG); Alessandro Rocha de Matos
Fábio Pereira

GRÊMIO x SÃO PAULO
Domingo, Olímpico, 18h
GRÊMIO - Problemas - Fábio Rochemback (terceiro cartão), Gilberto Silva (machucado), Vilson (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Victor, Mário Fernandes, Edcarlos, Saimon e Júlio César; Fernando e Adílson; Marquinhos, Douglas e Escudero; André Lima. Técnico: Celso Roth
SÃO PAULO - Problemas - Denílson (machucado), Luís Fabiano (machucado), Rogério, Piriz, João Filipe, Rhodolfo e Juan; Wellington, Casemiro, Carlinhos Paraíba e Cícero; Lucas e Dagoberto. Técnico: Adílson Batista
CURIOSIDADE - Em 2008, o Grêmio de Celso Roth disputou cabeça a cabeça o título com o São Paulo. No Olímpico, o Grêmio venceu por 1 x 0, na abertura do segundo turno.
PALPITE - Empate
ARBITRAGEM - Héber Roberto Lopes (PR); Roberto Braatz, Bruno Boschillia

ATLÉTICO MINEIRO x BAHIA
Domingo, Arena do Jacaré, 18h
ATLÉTICO MINEIRO - Problemas - Leonardo Silva (expulso), Guilherme (terceiro cartão), Richarlyson (terceiro cartão), André (machucado, dúvida) - Time provável (4-2-3-1) - Renan Ribeiro, Serginho, Réver, Werley e Triguinho; Pierre e Felipe Souto; Mancini, Daniel Carvalho e Neto Berola; Magno Alves. Técnico: Cuca
BAHIA - Problemas - Fabinho (terceiro cartão), Ávine (machucado), Dodô (machucado), Souza (terceiro cartão) - Time provável (4-3-1-2) - Tiago, Marcos, Titi, Paulo Miranda e Maranhão; Fahel, Marcone, Ricardinho e Carlos Alberto; Reinaldo e Júnior. Técnico: Joel Santana
CURIOSIDADE - A maior goleada do encontro é 6 x 0 para o Galo pelo Brasileirão de 1984, com show de Éverton, meia que passou por Londrina, São Paulo e Corinthians.
PALPITE - Atlético Mineiro
ARBITRAGEM - Wilson Luiz Seneme (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Marcelo Carvalho Van Gasse

Cresce bronca dos clubes contra Fifa e seleções. Chegou a hora do basta?

Neste segundo semestre, a seleção brasileira acumulurá uma quantidade de jogos equivalente a um compromisso a cada período de duas semanas. Isso mesmo, proporcionalmente o time da CBF fará duas partidas por mês! É muita coisa. É demais. E este é apenas um exemplo, afinal, as seleções obivamente se espalham pelo mudo e, além de amistosos em Datas Fifa, existem as competições como Eurocopa, Copa América e Copa Africana de Nações.

A Euro não atinge os clube europeus, afinal, é disputada por times formados quase que em sua totalidade por atletas contratados pelos times do "Velho Mundo". Mas as demais atingem em cheio os clubes não só de lá, como daqui, da América do Sul, do Brasil. São inúmeros compromissos nos quais a velha fórmula se repete: confederações convocam jogadores quase como se fossem à guerra e os utiliza. De vez em quando, devolvem alguém quebrado.

Valdívia voltou contundido ao Palmeiras após atender ao chamado do Chile, Ganso retornou ao Santos lesionado em jogo do time cebeefiano, Sandro não pôde começar a temporada pelo Tottenham por ter se machucado pouco antes da Copa América, e por aí vai. Certa vez o Newcastle conseguiu ser ressarcido após ceder Michael Owen à seleção inglesa e receber o atacante arrebentado. Mas nem isso resolve. É como se você empretasse o carro a um amigo, ele batesse com o veículo e pagasse o reparo. Ok, mas e quando ao período no qual o dono do automóvel ficou a pé, como fica?

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Karl-Heinz Rummenigge, presidente do Bayern de Munique e da Associação Europeia de Clubes (ECA), comparou o presidente da Fifa, Josef Blatter, a Hosni Mubarak, ditador deposto no Egipto: "Há um ano, Mubarak não imaginava que iria ser deposto. Blatter não tem uma boa imagem" disparou o alemão, que depois se desculpou com o mega-cartola pela "linguagem agressiva". Sim, pode ter sido um excesso, mas o episódio deixa evidente a insatisfação de quem paga (caro) pelos jogadores. Queixas contra tal situação já partiram de Barcelona e agora foi a vez de Sir Alex Ferguson protestar.

Manager/técnico do Manchester United desde 1986, o escocês considera exagerado o número de amistosos de seleções. Ele se irirta com as contusões e o desgaste dos atletas, que não conseguem ter sequência de treinamentos em seus clubes. "Sempre pedimos que diminuíssem o número de jogos internacionais. Todos os clubes concordam com isso. Mas o problema não envolve só os amistosos", frisa o campeão inglês, que disparou contra a Copa América, disputada na pré-temporada europeia a cada quatro anos, e a Copa Africana, que acontece ano sim, ano não, em janeiro!


Rummenigge: cobranças fortes contra o calendário da Fifa em defesa dos clubes
Rummenigge: cobranças fortes contra o calendário da Fifa e defesa dos clubes
O desgaste é evidente e idiscutível. Ronaldinho e Ralf estiveram à disposição da CBF no duelo contra Gana, segunda-feira, em Londres, viajaram, jogaram na quinta e voltarão a campo domingo. Isso significa até três jogos em menos de uma semana. Já o Hulk entrou em campo pelo time de Mano Menezes e no dia seguinte, terça, defendeu o Porto pelo Campeonato Português contra o União de Leiria. O atacante saiu de campo lesionado, antes do final do cotejo e, poupado, começou no banco a peleja com o Vitória de Setúbal.

Rummenigge cobra a aplicação das reformas prometidas na Fifa depois dos escândalos de corrupção. Ele sugeriu a Blatter agir rapidamente "antes que o seu sucessor o faça ou venha uma revolução do exterior". O movimeto cresce, a bronca geral aumenta. Não é para menos.


Liedson abate urubu e leva Fiel à loucura. Sem pum

A homenagem ao ‘doutor’ Sócrates foi completa.

Com o nome do eterno xodó da Fiel na camisa (o ídolo segue internado em estado grave), o Corinthians mandou o urubu para o espaço.

Numa virada como nos velhos tempos, Liedson colocou novamente a equipe na liderança do Brasileirão, sem precisar nocautear o adversário com golpe baixo, tipo flatulência, mais conhecido como pum.

A Fiel foi à loucura no Pacaembu – 37.707 torcedores (35.392 pagantes e renda de R$ 1.284.311,50).

Pouco antes de comandar a vitória corintiana, Liedson havia sido nocauteado com um soco no estômago, aplicado pelo troglodita Gustavo, longe do juiz.

O castigo veio a cavalo, com são Jorge. E o Flamengo completou sete partidas sem vencer – quatro derrotas e três empates. Continua na quinta colocação, ainda na zona de classificação à Libertadores (graças ao coirmão Vasco, já garantido), mas agora está sete pontos atrás do Corinthians.

Em São Januário, sob o comando do maestro Juninho Pernambucano, o Vasco aproveitou a visita do freguês paranaense, recuperou-se da goleada sofrida diante do lanterna Coelho e subiu na tabela.

Já na Boa Terra, o Grêmio estragou o primeiro acarajé do ‘papai’ Joel e voltou a vencer fora de casa, o que não acontecia desde a segunda rodada.
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Ovelha negra 1. Os periquitos em revista comemoram dias de incrível felicidade: dois pontos em seis disputados, com direito a pênalti perdido no último minuto e um a mais em campo, e permanência do indesejável Valdívia. A decisão do chileno de recusar uma proposta do Catar e continuar no clube foi das mais festejadas. A transferência do Mago sem coelho na cartola ajudaria, e muito, o Palmeiras a quitar uma dívida com o banco Banif de 6,2 milhões de euros – carta de crédito usada para repatriar o gringo.

Ovelha negra 2. Mesmo com pouca qualidade técnica à disposição, Felipão já havia concordado com a negociação, pois raramente conta com Valdívia – ou está na seleção do Chile ou anda de chinelinho pelo departamento médico palmeirense. Após o ‘se não é para o bem geral da nação alviverde, eu fico’, Valdívia usou o Twitter para mandar um torpedo à torcida: não está bichado, apenas passa por uma maré de gato preto.

Sugismundo Freud. Só cacho de banana nasce enforcado e morre degolado

Zapping. Na contramão do entusiasmo da galera do Morumbi e do Engenhão, a torcida da poltrona, pipoca e guaraná não deu bola a Furacão x Palmeiras. A média do ibope global na Grande Pauliceia desvairada, esburacada e abandonada foi de 22 pontos, a segunda pior do Brasileirão na bola de quarta-feira. Ganhou apenas de Coritiba x Palmeiras, que cravou 20 pontos. Na Band, o embate da Arena da Baixada obteve cinco pontos.

Gilete press. De Keila Jimenez, colunista da ‘Folha’: “A Globo anunciará nos próximos dias seu pacotão de futebol 2012. Cada uma das cotas (cinco ou seis) de patrocínio custará cerca de R$ 180 milhões, um aumento de 34% em relação ao pacote deste ano, em que cada cota custou R$ 134 milhões (...). Em cinco anos, o Campeonato Brasileiro teve uma queda de quase 25% de audiência. A Globo perdeu um em cada quatro telespectadores.” Plim-plim.

Twitface. A Justiça condenou a prisão perpétua cinco ‘barras bravas’ do River Plate pelo assassinato a tiros de outro torcedor do clube, em 2007. Eles pertencem a organizada ‘Los borrachos del tablón’ (‘os bêbados da vez’).

Famoso quem? Badalado em prosa, verso e caixa prego, o baixinho Conca é apenas ‘mais um’ na Argentina. Torcedores, jornalistas e até jogadores ficam de queixo caído quando ouvem os elogios da mídia brasileira ao compatriota. E, mais ainda, ao saber que o hermano trocou o Fluminense por um negócio da China, cerca de US$ 1 milhão por mês. Não entendem como os chineses continuam de olhos fechados aos melhores 10 do país – o cruzeirense Montillo também está fora da lista.

Tititi d’Aline. O bicho vai pegar nas folgas do Mundial de rúgbi. Os bordéis da Nova Zelândia já triplicaram o estoque de camisinhas, pois esperam movimento recorde de cangurus pernetas – 100 mil turistas devem invadir o país.

Você sabia que... Alex Ferguson, 69 anos, conquistou 37 títulos no comando do Manchester United desde 1986, quando foi contratado?

Bola de ouro. Botafogo. As chuteiras mais brilhantes do Brasileirão neste momento.

Bola de latão. Paul Hamm. O ginasta americano de 28 anos, ouro em Atenas/04, teve uma noite de fúria em Columbus: bêbado, tentou agredir um taxista e ameaçou policiais de morte. Dormiu no xilindró.

Bola de lixo. Dragutin Baltic. O técnico esloveno da seleção feminina de vôlei da Bulgária foi demitido por assédio sexual. Convidou duas atletas para curtir em seu quarto muito mais que as emoções de uma novela.

Dúvida pertinente. Flamengo em parafuso?

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Brasileiro Série B


20h30 Icasa 1x1 Ponte Preta
20h30 Guarani 0x0 Vitória
20h30 ASA 1x1Goiás

Argentino - Apertura


19h00 Atlético Rafaela 0x0 Newell's Old Boys
21h10 Colón 3x1 San Lorenzo

Português

16h15 Porto 3x0 Vitória de Setúbal

Italiano

15h45 Milan 2x2 Lazio

Alemão

15h30 Augsburg 1x4 Bayer Leverkusen

Renato Abreu acusa menosprezo de Emerson com o Flamengo

Corinthians e Flamengo fizeram um grande jogo nesta quinta-feira, no Pacaembu. O time paulista venceu por 2 a 1 e voltou à liderança do Campeonato Brasileiro. No fim do duelo, o flamenguista Renato Abreu e o corintiano Emerson se desentenderam e discutiram asperamente. O jogador do rubro-negro não poupou nas críticas ao adversário.

“Vocês me conhecem. Sou de defender o meu clube. Mas não vou brigar com alguém. No lance aconteceu de eu tomar uma pegada, não sou de fazer média, sofri uma falta de uma maneira ruim da parte dele. Ai o jogo ficou mais quente, mas nada fora de controle. Menosprezar o seu ex-time é uma coisa ruim. Vocês vão ver nas imagens, não sou de armar polêmica, mas vocês podem ver na fita o que ele falou pra gente”, detonou Renato Abreu.

“Da minha parte, jamais faria o que ele fez, mas cada um tem uma cabeça. Seria surpresa se fosse da minha parte. Não gosto de arranjar confusão, mas vamos deixar pra lá”, continuou Renato Abreu.

Sobre a confusão, Emerson ecnonomizou nas palavras: ‘Eles me irritaram, não irritei ninguém não’

Curiosamente, Emerson, que já jogou no Flamengo, nunca escondeu o seu carinho pelo ex-clube. O atacante, inclusive, deixou o Fluminense porque teria cantado a música do ‘Bonde sem freio’, em referência ao clube da Gávea.

Exemplos no futebol

esporte mostra lições de superação diariamente. Alguns atletas superam limites em busca dos melhores resultados. O futebol é um esporte capaz de mexer com a emoção do brasileiro a cada partida, pois tem uma paixão nacional por trás dele.

O feriado de 7 de setembro reservou uma data especial para homenagear um dos maiores goleiros do Brasil: Rogério Ceni. Mil jogos é uma marca histórica, mas ela vai além deste número. Traduz um exemplo de profissional.

Ceni é um exemplo de conduta dentro de campo. Só que a relação com o goleiro ultrapassa as quatro linhas. Ele é ouvido pela diretoria na hora de contratar. O número 1 vira meio-campo do elenco com os diretores.

Dedicado no dia a dia, o atleta do São Paulo serve de exemplo para quem começa no clube. Vou além. Rogério vira exemplo para outros jogadores, de outros clubes, sem essa de rivalidade.

No Rio, vejo um jogador com dedicação e preocupação semelhantes a do goleiro sãopaulino: Juninho Pernambucano. O atleta do Vasco não tem uma anotação na carteira de trabalho que desabone a sua conduta ética.

Na volta ao Brasil, ele se preocupou em pedir ao Vasco que enviasse a bola do Campeonato Brasileiro para que pudesse se adaptar mais rápido ao futebol brasileiro. Quem faz isso?

Em recente entrevista, Juninho destacou que o salário acertado com o Vasco (R$ 600,00 mensais + premiações) não é demagogia, mas uma forma de indicar que ele voltou porque acha que pode ser útil dentro de campo, não pelo nome ou fama que tem.

Rogério Ceni e Juninho Pernambucano são dois exemplos de profissionais dentro e fora de campo

Manning realiza terceira cirurgia em 19 meses e vira dúvida para a temporada

A temporada da NFL ainda não começou, mas pode estar acabada para o Indianapolis Colts. Nesta quinta-feira, o líder e quarterback dos Colts, Peyton Manning, realizou mais uma cirurgia no pescoço - a terceira nos últimos 19 meses - e é dúvida para o restante do ano.

Manning passou por cirurgia na região no dia 23 de maio e não participou de nenhum jogo da pré-temporada dos Colts. Após consultar seis médicos diferentes, o jogador quatro vezes MVP da NFL decidiu realizar mais uma operação.

Os Colts soltaram uma depoimento oficial sobre a cirurgia, negando que a mesma force Manning a encerrar sua carreira. "Esse procedimento é realizado regularmente no país inteiro. Dois ex-jogadores dos Colts passaram por essa cirurgia e continuaram normalmente suas carreiras. A reabilitação para este tipo de cirurgia é um processo complicado. Portanto, não há ainda uma data estimada para o retorno neste momento".

Manning ficará de fora de sue primeiro jogo da carreira na NFL. Ele havia feito 227 partidas consecutivas incluindo os playoffs desde 1998, seu ano de estreia, e não entrará em campo neste domingo, contra o Houston Texans, na abertura da temporada.

Liédson acordou o Corinthians e nocauteou o Flamengo de Gustavo

O zagueiro Gustavo, do Flamengo, grudou em Liédson no pior sentido do verbo. Sua mão direita encostou no estômago de Liédson dois minutos antes do gol de empate do Corinthians. O soco derrubou o centroavante do Corinthians ao solo. Depois, acordou-o.

Não que Liédson estivesse mal na partida. É que dali em diante, ele se transformou no jogo.

O clássico Corinthians 2 x 1 Flamengo entra na lista das melhores partidas do Brasileirão 2011. Lista que inclui jogos como Corinthians 1 x 0 Internacional ou Santos 4 x 5 Flamengo.

Até o gol de empate do Corinthians, o Flamengo chamava o Corinthians -- exceção feita aos 17 minutos seguintes ao gol de Deivid. No final do primeiro tempo, o Flamengo tratou de cuidar da bola, empurrar o Corinthians nervoso para seu campo.

Quando sofreu pressão, aceitou-a.
Teve problemas para marcar o lado direito do Corinthians desde o primeiro tempo. Como Ronaldinho não marcava Alessandro, Renato desdobrava-se. Ora cuidava de Paulinho -- e sobrava Alessandro. Ora cuidava de Alessandro -- e sobrava Paulinho.
Não foi acaso a virada corintiana ter nascido daquele lado.

Também não foi acaso o fato de a vitória se construir no pé direito de Liédson.
O centroavante corintiano levou um murro no estômago.
Depois, levou a nocaute a frágil defesa rubro-negra.

Corinthians mantém sonho do título. R10 e Luxa se conformam com Libertadores

O gol de Deivid no primeiro tempo foi daqueles lances íncríveis que o futebol costuma reservar. No único cruzamento certo do Flamengo  em toda a etapa inicial, num dos raros ataques do time carioca antes do intervalo, o camisa nove colocou o campeão carioca em vantagem. Mas o grande nome da equipe rubro-negra era o goleiro Felipe, que após a peleja disse: "Hoje o Flamengo é apenas mais uma equipe brigando pela vaga na Libertadores". Pouco antes, Ronaldinho Gaúcho havia falado, com palavras um pouco diferentes, praticamente a mesma coisa: "Temos que brigar para chegar à Libertadores".

Evidentemente ainda é cedo para os flamenguistas jogarem a toalha, embora o futebol das sete últimas rodadas - três empates e quatro derrotas - não aponte para nada muito melhor do que uma possibilidade de vaga no torneio internacional. Mas ao final do duelo entre Corinthians e Flamengo, enquanto a equipe paulista deixou o gramado segurando a liderança e consciente de que merecera, e muito, o triunfo, os rivais pareciam conformados com a queda acentuada. Queda que faz o time de Vanderlei Luxemburgo afundar na tabela como se tivesse uma enorme âncora pendurada no pescoço.

O empate era conveniente para ambos quando, na segunda metade da etapa complementar, os corintianos diminuíram a pressão, natural depois de tanto esforço com a marcação adiantada, dentro do campo inimigo, até alcançar a igualdade. Mas Liédson soube aproveitar a ingenuidade dos zagueiros rubro-negros, que o abandonaram nos dois gols, permitindo que finalizasse com absoluta liberdade. Destaque (negativo) para Gustavo, a opção de Luxemburgo, que chegou pertindo do artilheiro rival para lhe dar um soquinho, mas esqueceu de se aproximar quando isso era mais do que necessário, nos lances dos dois gols.

Superior durante quase todos os 90 minutos de peleja, com 20 finalizações contra cinco do Flamengo, o Corinthians mereceu os três pontos com sobras. No momento, o time é desafiado pelo São Paulo, como vem acontecendo desde o começo do campeonato, e por outros cariocas, Vasco e Botafogo. Os flamenguistas ficam para trás e tentarão a reconstrução. Para buscar a vaga na Libertadores, como disseram Felipe, Ronaldinho e até Luxemburgo, discursando sobre a importância de uma classificação para o certame como se o título fosse quase secundário.

Para o Flamengo a taça vai se transformando em sonho. Não pela matemática, mas pelo futebol pifio das rodadas mais recenrtes. Já o Corinthians, segue com o mesmo objetivo de sempre, mesmo aos trancos e barrancos: ser campeão.

Jogadores pedem Engenhão lotado contra o Corinthians: 'Força aumenta 70%'

A vitória sobre o Cruzeiro, terceira seguida no Campeonato Brasileiro, colocou o Fluminense na briga pelas primeiras posições da tabela. Com 34 pontos, na sexta colocação, os tricolores já focam no confronto de domingo, contra o Corinthians, no Engenhão.

Os jogadores aproveitaram para pedir a presença maciça da torcida no estádio para este duelo: "Chegou a hora de a nossa torcida voltar a lotar o Engenhão. Ela sabe da sua grandeza e da sua importância. Demonstrou isso em 2009 e 2010 e deu no que deu. Que nos apóie do início ao fim. A nossa força aumenta em pelo menos 70%. Estamos mais próximos do líder, a apenas sete pontos, e vamos lutar por um lugar ainda melhor na tabela", disse o atacante e capitão Fred.

O meia Marquinho afirmou que o Fluminense atua melhor quando a torcida comparece em grande número em casa. Para o jogador, o time deve manter o embalo neste momento.

"Já são três vitórias seguidas, o que ainda não havíamos conseguido neste Brasileiro. Temos que manter o foco para embalar. Começamos bem o segundo turno, mas precisamos da torcida ao nosso lado. Jogamos até melhor com ela vibrando junto com a gente. Tem que acreditar. Uma vitória sobre o Corinthians é fundamental", declarou.

Já o zagueiro Gum ressaltou que mais uma vitória vai levar o Fluminense bem próximo da zona de classificação para a Libertadores da próxima temporada: "A torcida tem que voltar a acreditar. É um jogo decisivo que teremos contra o Corinthians. Uma vitória nos colocará ainda mais próximos do topo. É mais um daqueles confrontos diretos, para diminuirmos ainda mais a diferença para eles", comentou.

Para o meia Lanzini, o atual campeão está de volta ao Brasileirão e isso deve servir de incentivo para que os tricolores lotem o Engenhão contra o Corinthians.

"Como já disse outro dia, o campeão está crescendo. E o comparecimento da torcida é uma motivação a mais para a gente. Ainda não tive a oportunidade de ver o Engenhão cheio. Espero que isso possa acontecer nesse jogo de domingo", finalizou.

Jogadores pedem Engenhão lotado contra o Corinthians: 'Força aumenta 70%'

 vitória sobre o Cruzeiro, terceira seguida no Campeonato Brasileiro, colocou o Fluminense na briga pelas primeiras posições da tabela. Com 34 pontos, na sexta colocação, os tricolores já focam no confronto de domingo, contra o Corinthians, no Engenhão.

Os jogadores aproveitaram para pedir a presença maciça da torcida no estádio para este duelo: "Chegou a hora de a nossa torcida voltar a lotar o Engenhão. Ela sabe da sua grandeza e da sua importância. Demonstrou isso em 2009 e 2010 e deu no que deu. Que nos apóie do início ao fim. A nossa força aumenta em pelo menos 70%. Estamos mais próximos do líder, a apenas sete pontos, e vamos lutar por um lugar ainda melhor na tabela", disse o atacante e capitão Fred.

O meia Marquinho afirmou que o Fluminense atua melhor quando a torcida comparece em grande número em casa. Para o jogador, o time deve manter o embalo neste momento.

"Já são três vitórias seguidas, o que ainda não havíamos conseguido neste Brasileiro. Temos que manter o foco para embalar. Começamos bem o segundo turno, mas precisamos da torcida ao nosso lado. Jogamos até melhor com ela vibrando junto com a gente. Tem que acreditar. Uma vitória sobre o Corinthians é fundamental", declarou.

Já o zagueiro Gum ressaltou que mais uma vitória vai levar o Fluminense bem próximo da zona de classificação para a Libertadores da próxima temporada: "A torcida tem que voltar a acreditar. É um jogo decisivo que teremos contra o Corinthians. Uma vitória nos colocará ainda mais próximos do topo. É mais um daqueles confrontos diretos, para diminuirmos ainda mais a diferença para eles", comentou.

Para o meia Lanzini, o atual campeão está de volta ao Brasileirão e isso deve servir de incentivo para que os tricolores lotem o Engenhão contra o Corinthians.

"Como já disse outro dia, o campeão está crescendo. E o comparecimento da torcida é uma motivação a mais para a gente. Ainda não tive a oportunidade de ver o Engenhão cheio. Espero que isso possa acontecer nesse jogo de domingo", finalizou.

Elkeson exalta grupo do Botafogo e pede objetividade

O Botafogo é a bola da vez no Campeonato Brasileiro. Com quatro vitórias seguidas, o time carioca poderia estar liderando a competição se não tivesse um jogo a menos que os rivais, atraiu mais de 40 mil torcedores ao Engenhão na quarta-feira e vem apresentando um futebol de encher os olhos. Um dos destaques da equipe é Elkeson, que divide com os companheiros o bom momento.

"É gostoso trabalhar com um grupo desse, tão unido, sem vaidade. Tem jogadores experientes, como Renato, Loco Abreu, Maicosuel e Marcelo Mattos, e é todo mundo unido. Isso faz um grupo forte. É bom jogar onde todos se ajudam e correm pelo outro", comenta o jogador, contratado junto ao Vitória ainda no primeiro semestre.

O meia-atacante de 22 anos sabe que o Botafogo está indo mais longe do que muitos acreditavam. Para chegar ao título, ele prega humildade.

"É bom sermos reconhecidos pelo trabalho. Começamos desacreditados por parte da imprensa e torcida. Hoje, todos nos colocam no alto. É uma prova de que grupo deu a volta por cima. Temos que manter esse futebol, simples e objetivo", analisa Elkeson.

Grêmio vence duelo direto contra o Bahia e se afasta da degola

O Grêmio conseguiu um grande resultado na noite desta quinta-feira. O time gaúcho visitou o Bahia no estádio Pituaçu e triunfou por 2 a 1, em jogo válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Souza marcou para o time da casa, enquanto Brandão e Escudero garantiram a vitória gremista.

Com a vitória, a equipe de Celso Roth chega aos 27 pontos, ficando mais distante da zona de rebaixamento. Já o Bahia, que contou com a estreia do técnico Joel Santana, permanece com 24 pontos, uma posição acima do Atlético-MG, o primeiro do Z-4.

O técnico do time baiano criou a manchete que definiu o primeiro tempo do jogo. "Tomamos um passeio", sentenciou ao deixar o gramado no intervalo. O Grêmio foi o senhor das ações. Tocou a bola, triangulou, tabelou, criou chances e marcou gols. Primeiro com Brandão e depois com Escudero. Douglas ainda desperdiçou cobrança de pênalti.

O Bahia foi outro no segundo tempo. Quase tudo que o adversário tinha feito nos 45 minutos iniciais, os donos da casa fizeram no segundo. A diferença foi que os baianos conseguiram marcar somente uma vez, com Souza, em cobrança de pênalti.

No domingo, o Grêmio encara o São Paulo, no Olímpico. Fora de casa, o Bahia enfrentará o Atlético-MG, em nova disputa contra um adversário direto.

O jogo
O gramado do Pituaçu tinha problemas. Ele não era igual para gaúchos e baianos. Quando a posse de bola era do Grêmio, o campo de jogo era grande, cheio de espaços a serem explorados. No momento em que o Bahia tinha que tomar a iniciativa parecia ter de subir uma ladeira rumo ao ataque, além de não existirem espaços, tendo de jogar em espaço reduzido. Essa foi a cara do primeiro tempo. Facilidade de um lado. Dificuldade do outro.

Grêmio conseguiu uma grande vitória fora de casa
Grêmio conseguiu uma grande vitória fora de casa
Crédito da imagem: Agência Estado
Triangulando, trocando passes e tendo a posse de bola, o time de Celso Roth dominou completamente o adversário. Sem controlar os avanços do oponente, os donos da casa sucumbiram. O goleiro Tiago conseguiu salvar chute de Julio Cesar e depois o de Brandão.

Os baianos tentavam avançar aos trancos e barrancos. Nas jogadas individuais, o sucesso foi nulo. Em lances envolvendo disputa de força com os defensores o resultado não mudou muito. A diferença de atuações não condizia com a proximidade dos clubes na tabela de classificação.

O time gaúcho transformou a superioridade em gols aos 28 minutos. Em cruzamento de Julio Cesar, Brandão, de cabeça, marcou seu primeiro gol no Campeonato Brasileiro. Depois, foram três arremates de jogadores gremistas, mas nenhum encontrou a rede.

Em lance individual, Douglas achou Brandão na pequena área, aos 35 minutos. A cabeçada do centroavante acertou o travessão. No rebote, Escudero enmendou um chute forte e preciso, ampliando a vantagem. O terceiro quase saiu no minuto final. Mesmo que Douglas tenha sido derrubado fora da área, o árbitro marcou pênalti. Ele cobrou no melhor estilo Elano, colocando a bola sobre o gol.

O campo tinha sérios problemas de inclinação. Como explicar que o cenário no segundo tempo fosse completamente diferente? O "passeio gremista", definição dada por Joel Santana no intervalo, não se repetiu. Tudo dito sobre o Grêmio no primeiro tempo se encaixou para o Bahia no segundo. Tudo que se falou dos baianos na etapa inicial servia aos gaúchos nos 45 minutos finais.

Os donos da casa partiram para cima do adversário. Obrigaram Victor a efetuar boa defesa, desperdiçaram chances em arremates para fora e chegaram ao primeiro gol, aos 12 minutos. Reinaldo caiu na área e o juiz assinalou pênalti. Souza bateu forte, rasteiro no canto, tirando do alcance do goleiro.

O Bahia seguiu insistindo, mas faltavam lances com chances claras. O Grêmio, em escapada, quase marcou mais um com Marquinhos. Quando a oportunidade apareceu para os baianos, Victor salvou em cabeçada de Jones Carioca. No fim, o que era um passeio gremista virou uma vitória apertada por 2 a 1.

FICHA TÉCNICA:
BAHIA 1 X 2 GRÊMIO

Local
: Estádio do Pituaçu, em Salvador (BA)
Data: 8 de setembro de 2011, quinta-feira
Horário: 20h30 (de Brasília)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (RJ)
Assistentes: Rodrigo Pereira Joia (Fifa-RJ) e Lilian da Silva Bruno (RJ)
Cartões amarelos: Souza, Titi e Ricardinho (Bahia); Brandão, Mário Fernandes, Fábio Rochemback, Saimon e Victor (Grêmio)
GOLS: BAHIA: Souza, aos 12 minutos do segundo tempo
GRÊMIO: Brandão, aos 28, e Escudero, aos 35 minutos do primeiro tempo

BAHIA: Tiago; Jancarlos (Maranhão), Paulo Miranda, Titi e Marcos; Fahel, Fabinho, Ricardinho (Jones Carioca) e Carlos Alberto; Reinaldo e Souza (Júnior)
Técnico: Joel Santana

GRÊMIO: Victor; Mário Fernandes, Saimon, Edcarlos e Julio Cesar; Fernando, Fábio Rochemback, Marquinhos (Leandro), Douglas (Gabriel) e Escudero (Adilson); Brandão
Técnico: Celso Roth

VÍDEO: Brasil vence fácil Porto Rico e enfrenta algoz República Dominicana por vaga em Londres

A seleção brasileira não teve dificuldades para vencer Porto Rico por 94 a 72, nesta quinta-feira, e assim garantir a primeira colocação da segunda fase do Pré-Olímpico masculino de basquete.

Agora, a equipe comandada por Ruben Magnano enfrentará na semifinal a República Dominicana, que impôs a única derrota canarinho na competição, e quem vencer no próximo sábado estará garantido nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

A outra semifinal será disputada entre a anfitriã Argentina e os portorriquenhos.


 Depois da vitória suada sobre a Argentina, Brasil atropelou Porto Rico; veja!
Crédito: Reuters
O jogo

Embalada pela épica vitória sobre a rival Argentina no dia anterior, a seleção nrasileira voou no primeiro quarto contra Porto Rico. Forte na defesa e rápido nos contra-ataques, o time canarinho encurralou os adversários e fechou os primeiros dez minutos com uma vantagem de 14 pontos (29 a 15).

Na parcial seguinte, os comandados do técnico Rubén Magnano continuaram com o controle do jogo e, confiantes, chegaram até a tirar do sério os portorriquenhos, como JJ Barea, que joga no Dallas Mavericks da NBA. No final da primeira etapa, inclusive, os jogadores se estranharam em quadra.

Provocações à parte, a fase brasileira é tão positiva que grande parte dos arremessos caíram, até os da linha dos três. Sendo assim, o time verde-amarelo foi ao intervalo com uma 'gordurinha' de 17 pontos: 47 a 30. Com dez tentos contabilizados, Marquinhos saiu como principal expoente nacional na parte inicial do confronto.

O que começou como uma ótima atuação virou show no terceiro quarto. Perfeito em todos os fundamentos, o Brasil deu uma prova cabal que está totalmente pronto para voltar a disputar uma edição de Jogos Olímpicos. A diferença para a parcial derradeira foi de 28 pontos.

Na dianteira do marcador, o time brasileiro, com alguns reservas em quadra, tirou o pé no último período, jogou para o gasto e fechou o embate por 94 a 72.

Em 2009, em uma partida decidida apenas nos instantes finais, o Brasil bateu Porto Rico e conquistou o título da Copa América na casa dos rivais. Nesta quinta, porém, a vitória não valeu nada, mas aguçou ainda mais o brio dos tupiniquins rumo a Londres-2012.

Manning realiza terceira cirurgia em 19 meses e vira dúvida para a temporada

A temporada da NFL ainda não começou, mas pode estar acabada para o Indianapolis Colts. Nesta quinta-feira, o líder e quarterback dos Colts, Peyton Manning, realizou mais uma cirurgia no pescoço - a terceira nos últimos 19 meses - e é dúvida para o restante do ano.

Manning passou por cirurgia na região no dia 23 de maio e não participou de nenhum jogo da pré-temporada dos Colts. Após consultar seis médicos diferentes, o jogador quatro vezes MVP da NFL decidiu realizar mais uma operação.

Os Colts soltaram uma depoimento oficial sobre a cirurgia, negando que a mesma force Manning a encerrar sua carreira. "Esse procedimento é realizado regularmente no país inteiro. Dois ex-jogadores dos Colts passaram por essa cirurgia e continuaram normalmente suas carreiras. A reabilitação para este tipo de cirurgia é um processo complicado. Portanto, não há ainda uma data estimada para o retorno neste momento".

Manning ficará de fora de sue primeiro jogo da carreira na NFL. Ele havia feito 227 partidas consecutivas incluindo os playoffs desde 1998, seu ano de estreia, e não entrará em campo neste domingo, contra o Houston Texans, na abertura da temporada.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Brasileirão Série A


20h30 Vasco 2x0 Coritiba
20h30 Bahia1 x2 Grêmio
21h50 Corinthians 2x1 Flamengo

Copa Sul-Americana


19h15 Vélez Sarsfield 4x0 Argentinos Juniors
21h45 Universidad Católica 2x1 Deportes Iquique

Rodrigo Minotauro faz revanche com Frank Mir no UFC 140

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Olá fãs de esportes,

Parece que o dia foi movimentado para o UFC.

Depois de anunciar a mudança de adversário de GSP no UFC 137 (leia aqui), a organização anunciou um novo confronto, desta vez para o UFC 140, em Toronto (CAN).

Após vencer Brendan Schaub no UFC Rio, Rodrigo Minotauro afirmou que gostaria de voltar a lutar logo.

E seu pedido foi aceito.

O ex-campeão do Pride e do UFC terá pela frente Frank Mir no dia 10 de dezembro.

O combate foi oficializado nesta quarta-feira, e será uma revanche, já que Mir derrotou Minotauro no UFC 92, em 2008.

Mais um grande desafio para o brasileiro.

O que você acha desta luta, fã de esporte?

Aguardo comentários aqui no blog e no meu twitter (http://twitter.com/gvenga)

A tarde da independência confirma Botafogo, o melhor, e o São Paulo, líder

A vitória por 2 x 1 sobre o Atlético Mineiro deu a liderança provisória ao São Paulo e quebrou a sina de perder pontos tolos dentro do Morumbi. Esses dois fatos, aliados à festa para Rogério Ceni, são os fatos mais importantes da tarde. Mas o São Paulo voltou a mostrar o defeito que dificulta sua vida em casa.

Com Casemiro jogando bem aberto pelo lado direito -- e bem -- Carlinhos Paraíba pela esquerda e Cícero centralizado, é necessário ter alguém que prenda os zagueiros na área. Mas Lucas e Dagoberto deslocam-se pelos dois lados e espalham todo o ataque. Falta gente na área, o que só se corrige quando Cícero, ou Dagoberto, centralizam.

Mesmo assim, as jogadas indiviudais de Lucas, em tabela com Casemiro, e de Dagoberto, em chute de média distânica, deram a boa vitória ao São Paulo contra o Atlético Mineiro em evolução. No 4-2-3-1, com Mancini ponta e Serginho lateral, Neto Berola pela esquerda, até a entrada de Bernard, o Atlético esperava o São Paulo e arriscava o contra-ataque. Chegou ao gol de Réver numa cobrança de escanteio, vacilo da defesa são-paulina que, com Adílson Batista só não sofreu gol contra o Ceará e o Bahia.

A tarde da indepedência serviu, no entanto, para outra apresentação impactante do Botafogo. O time do mês de agosto entrou setembro anunciando que pode ganhar o Brasileirão. Joga fácil e desloca-se muito, especialmente o trio formado por Herrera, na direita, Elkesson, centralizado, e Loco Abreu, o centroavante. Abreu volta e faz o pivô, para Elkesson ocupar seu lugar avançado ou para Herrera entrar como avante, deixando Elkesson ocupar a faixa direita.

Também cresce de produção Maicossuel. Mas destaque mesmo foi Éverton, improvisado como lateral esquerdo no lugar de Márcio Azevedo -- Cortês estava suspenso -- e oferecendo dois passes para gol.
O Botafogo joga o melhor futebol deste momento do Brasileirão. Num campeonato em que os seis estão embolados, é impossível dizer que vai ganhar o campeonato. Melhor dizer que pode vencê-lo.

Trio 100%: Alemanha, Holanda e Espanha dividem favoritismo em 2012

A rodada dupla das eliminatórias da Eurocopa terminou com a classificação de quatro equipes, que se juntam às anfitriãs Polônia e Ucrânia na competição de junho de 2012. Alemanha, Itália e Espanha garantiram por antecipação o primeiro lugar de seus grupos. A Holanda está a um ponto de fazê-lo, mas mesmo que perca a primeira colocação, seria a melhor segunda colocada - ou seja, também está matematicamente classificada.

A Itália está em reconstrução e não deve ser tratada como favorita, apesar de o trabalho de Cesare Prandelli merecer atenção. É um time que tem valorizado um jogo propositivo, com posse de bola e movimentação no ataque, e defensivamente também tem dado boas respostas: apenas um gol sofrido, melhor defesa das eliminatórias. De qualquer maneira, é até melhor para a Azzurra ser tratada como coadjuvante. Assim saíram várias de suas conquistas.

Favoritas, mesmo, são as três seleções com 100 por cento de aproveitamento na campanha até aqui: Espanha, Holanda e Alemanha. Está claro que não foi por acaso que estas equipes ocuparam os três primeiros lugares na Copa do Mundo de 2010. Em trabalho bem feito há pouco o que modificar, mas aos poucos vão surgindo novas peças que podem ser importantes para o trabalho. Casos de Thiago Alcântara, Strootman e Götze, para citar um por país.

A Espanha, é verdade, não teve adversários à altura em seu grupo, e nos amistosos contra seleções de ponta desde o Mundial decepcionou. Difícil saber se é apenas um caso de falta de motivação ou se pesa de alguma maneira a rivalidade cada vez mais bélica entre Real Madrid e Barcelona, afetando diretamente a relação entre os jogadores.

O tema causa tanta preocupação que imprensa e jogadores procuraram enxergar um lado positivo na briga generalizada ocorrida no fim do amistoso contra o Chile, semana passada, afirmando se tratar de uma prova de união do grupo.

O fato é que a Alemanha tem sido mais convincente que a Espanha desde a Copa do Mundo, e adoraria se vingar pelas derrotas na final da Euro 2008 e na semifinal da Copa do Mundo de 2010. Ofensivamente, o time é uma máquina, mas na retaguarda ainda há coisas a serem corrigidas por Joachim Löw. Foram seis gols sofridos nas últimas três partidas - amistosos contra Brasil (3x2) e Polônia (2x2) e a goleada de 6 a 2 sobre a Áustria pelo grupo A das eliminatórias.

A Holanda se classificou com impressionante média de gols - 34 em oito jogos - mas o número é inflado por 16 gols marcados nas duas partidas contra San Marino. Ainda assim, o poderio da Oranje é evidente, e o time de Bert van Marwijk nunca perdeu um jogo de competição nos 90 minutos. A única derrota desde que ele assumiu, em 2008, foi na prorrogação, justamente na final da Copa de 2010 contra a Espanha.

Corrida pelas vagas - A Inglaterra (17 pontos) deve se juntar ao grupo dos classificados, já que precisa de apenas um ponto em sua visita a Montenegro (11) no dia 7 de outubro pelo grupo G. A Suíça (8 pontos) ainda está viva e visita País de Gales na próxima rodada. Tudo aponta para uma briga direta entre Suíça e Montenegro pelo segundo lugar, já que se enfrentam na rodada final, dia 11/10.

A França (17) está no controle da chave D, ainda que deva entrar com a impossibilidade de perder em casa para a Bósnia (16) na última rodada. Na penúltima, os franceses pegam a Albânia e os bósnios Luxemburgo. Ou seja, a Romênia, com 12 pontos, tem hipóteses apenas matemáticas, apesar de enfrentar os eliminados Bielorrússia (casa) e Albânia (fora).

No grupo H, Dinamarca e Portugal têm a mesma pontuação (13, a exemplo da Noruega, que tem um jogo a mais) e se enfrentam na última rodada em outro provável confronto pela vaga direta. O normal é que dinamarqueses e portugueses cheguem com 16 pontos cada, já que pegam os eliminados Chipre e Islândia antes. A Noruega, em desvantagem com a Dinamarca no confronto direto e distante de Portugal no saldo, não poderia mais ser primeira e dependeria de um milagre para ser segunda, mesmo com um jogo fácil contra o Chipre na última rodada.

A sensação das eliminatórias é a Armênia, que aplicou incríveis 4 a 0 na Eslováquia (oitavas de final em 2010) e soma 14 pontos, apenas três a menos que a Rússia, líder do grupo B. O resultado ajudou a Irlanda, que tem 15 pontos e mantém a vice-liderança. Apesar da surra, os eslovacos, com 14 pontos, ainda têm chances. Somente Macedônia e Andorra estão fora do páreo.

Na penúltima rodada, confrontos interessantes para Armênia (Macedônia, em casa) e Irlanda (Andorra, fora). Eslováquia e Rússia se enfrentam. Fechando o grupo, Irlanda x Armênia, Rússia x Andorra e Macedônia x Eslováquia.

Campeã em 2004, a Grécia vacilou ao empatar com a Letônia e agora persegue a Croácia, líder com um ponto de vantagem (19 a 18). Apenas as duas seleções têm chances no grupo F, e se enfrentam na Grécia na próxima rodada. Vitória croata define a chave. Caso contrário, tudo se decide no último dia, com Geórgia x Grécia e Croácia x Letônia.

Nos grupos que já têm vencedores, a briga é pelo acesso à repescagem, ou pela vaga direta como melhor segundo colocado. A chave A tem corrida entre Turquia (14) e Bélgica (12). Os turcos têm dois jogos em casa: Alemanha e Azerbaijão. Os belgas recebem o Cazaquistão e visitam os alemães.

O grupo C está embolado, com Sérvia (14), Estônia (13), Eslovênia (11) e Irlanda do Norte (9) na disputa pela segunda posição. A Sérvia pode se garantir vencendo em casa a classificada Itália no dia 7 de outubro, já que tanto Estônia quanto Eslovênia têm apenas mais um jogo por fazer. Os outros jogos restantes: Irlanda do Norte x Estônia (7/10), Itália x Irlanda do Norte e Eslovênia x Sérvia.

Pelo grupo E, a Suécia tem uma remota hipótese de tirar o primeiro lugar da Holanda (24 pontos), mas o objetivo realista é o segundo lugar. Os suecos têm 18 pontos, assim como a Hungria, mas ainda jogam duas vezes, enquanto o adversário direto folga na penúltima rodada. Vitória da Suécia na visita à Finlândia assegura o segundo lugar, pela vantagem no confronto direto sobre os húngaros.

A Holanda só precisa de um ponto em casa contra a Moldávia para ser a primeira. Caso a Suécia tropece, a Hungria ainda teria esperanças na última rodada, quando recebe os finlandeses no mesmo dia de Suécia x Holanda.

República Tcheca (10 pontos) e Escócia (8) duelam pelo segundo lugar no grupo I. A Escócia vislumbra uma ultrapassagem na penúltima rodada, quando visita Liechtenstein enquanto os tchecos recebem a Espanha. O problema é que na rodada final calha aos escoceses enfrentar os campeões mundiais, fora de casa, enquanto a República Tcheca vai à Lituânia.

Vale lembrar que apenas o melhor segundo colocado tem acesso direto à Eurocopa. Os demais oito segundos disputam a repescagem em novembro pelas quatro vagas restantes. Como há grupos com seis e outros com cinco seleções, os resultados contra a sexta colocada são descartados para efeito de comparação.

Botafogo alcança a sexta vitória em sete jogos, mas todas no Engenhão

Como diria o meu amigo Paulo Vinicius Coelho, não é uma opinião, mas uma informação: o Botafogo venceu seis dos sete últimos jogos que disputou pelo Campeonato Brasileiro. E todas essas vitórias foram alcançadas no Engenhão. Dois clássicos cariocas, contra Vasco e Fluminense, e o adiamento do cotejo com o Santos concentraram todas essas partidas no Rio de Janeiro.

Claro que o time da estrela solitária tem méritos, afinal, soube aproveitar a oportunidade para acumular muitos pontos e subir na tabela. Contudo, o desafio maior para segurar uma posição entre os postulantes ao título virá agora, com seis dos próximos dez compromissos nas casas dos rivais, com viagens e torcida contra pela frente. O Botafogo tem 33% de aproveitamento fora do Rio.

A série com 6 vitórias:
4 x 0 Vasco
4 x 2 América-MG
0 x 1 Internacional*
3 x 1 Atlético-MG
2 x 1 Fluminense
3 x 1 Palmeiras
4 x 0 Ceará

* em Porto Alegre
Os próximos 10 jogos:
Coritiba - fora
Flamengo - no Rio
Grêmio - fora
São Paulo - no Rio
Atlético-GO - fora
Bahia - no Rio
Corinthians - fora
Atlético-PR - no Rio
Santos - fora
Avaí - fora

O técnico Caio Júnior, do Botafogo: desafio fora do Rio de Janeiro
O técnico Caio Júnior, do Botafogo: desafio em jogos fora do Rio de Janeiro

Rega-bofe: só Rogério Mil tem mais torcida que o próprio time

A festa do soberano cartola, capitão, artilheiro e goleiro Rogério Mil foi completa. Supimpa!

Recordes de público (60.514 pagantes), de renda (R$ 1.566.195) e de gol mais rápido do Brasileirão deste ano (Lucas, aos 25 segundos).

Fim do jejum de três jogos sem vitória no Morumbi. Liderança pelo menos até a bola rolar para Corinthians x Flamengo.

E um convidado extremamente bondoso, dócil, mesmo respirando a zona do agrião queimado: um Galo de bico quebrado, sem espora, asas cortadas e que não serve nem para dar um bom caldo.

O dono da festa trabalhou tanto, mas tanto, que nem precisará lavar o uniforme da histórica data. Poderá enquadrá-lo numa moldura sem a necessidade sequer de gastar energia para esquentar o ferro de passar.

Rogério Mil teve que se virar apenas para pedir um pente emprestado e colocar em ordem ralos fios de cabelo, prejudicados por uma cabeçada no primeiro tempo.

Após o rega-bofe, uma grande babação de ovo: todo time tem um goleiro, mas só Rogério Mil tem mais torcida que o próprio time.
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Pitacos da rodada 1. Botafogo, um show nas arquibancadas e dentro das quatro linhas: 36.995 pagantes assistiram o time, à la Barça, estraçalhar a carroça cearense no Engenhão – fora do estádio, o outro lado do dólar furado, com torcedores sem ingresso tentando invadir o estádio e brigando com a PM; garoto Felipe Anderson sai da borda da piscina da Ressacada e ajuda Borges na virada santista do polo aquático contra o Avaí – Peixe emplaca quarto jogo sem derrota (duas vitórias e dois empates); Colorado: repeteco do turno reforça o brilho da lanterna do Coelho no subsolo do campeonato.

Sugismundo Freud. A pior hora para um ataque cardíaco é no jogo de mímica.

Pitacos da rodada 2. No Parque do Sabiá, Fluminense pia mais alto e conquista a terceira vitória seguida – já o pão de queijo queima pela terceira vez no forno da Raposa; Dragão e Figueira, iguais em tudo – e não se fala mais nisso; Palmeiras de Felipão aproveita a ótima vantagem de duas chuteiras a mais e assume o trono de rei dos empates, com 10 – Furacão segue todo pimpão no túnel do vento da segundona.

Twitface. Luís Fabiano, o Fabigol, já começou a justificar o pequeno investimento de R$ 20 milhões feito pelo Tricolor: anfitrião da festa de Rogério Mil. Menos mal.

Tiro curto. A empatia da torcida são-paulina pelo técnico Adilson Batista merece registro: apesar do clima festivo, o ‘professor’ foi vaiado no Morumbi.

Independência. A marcha ‘Brasil contra a corrupção’ reuniu 30 mil em Brasília. Nasceu de um grupo de estudantes e professores. O magnânimo Ministério do Esporte ganhou um banho de escovão. Já o rei da bola foi saudado com uma bela dedicatória numa bandeira quadriculada: ‘Fora Ricardo Teixeira’.

A vida é bela. A estreia oficial de Túlio Maravilha no Bonsucesso, contra o Resende, pela Copa Rio, não fica devendo nada à festa de Rogério Mil: 69 pagantes no campo da Portuguesa, com renda de R$ 525. Com a camisa 969, referência ao número de gols que jura ter marcado, o atacante passou em branco e saiu no segundo tempo. Preocupadíssimo com o ‘vovô’ de 42 anos, o Bonsucesso esqueceu os gandulas e funcionários da Lusa fizeram um bico.

Gilete press. De Ricardo Mendonça, na revista ‘Época’: “Há cinco meses em Londres, o secretário especial Walter Feldman recolhe informações para o prefeito Gilberto Kassab, de São Paulo, sobre as Olimpíadas que acontecerão... no Rio. Feldman recebe R$ 11.595,61 por mês, mais duas remunerações extras [R$ 6 mil cada] por fazer parte do conselho de duas empresas municipais, a convite de Kassab.” Viva o Brasil olímpico!

Tititi d’Aline. A festa que marcará mil dias para o pontapé inicial da Copa de 2014 deverá ser em Belo Horizonte, na sexta da próxima semana, com a presença da presidenta Dilma Rousseff e do empresário Edson Arantes do Nascimento, dono dos direitos de Pelé. Te cuida, Fielzão!

Você sabia que... os Correios investiram mais de R$ 150 milhões em patrocínios esportivos na última década?

Pombo-correio. “Discordo da forma como definiu ‘PAC’ [Plano de Aceleração da Copa-2014]. Melhor seria ‘Programa de Apoio à Corrupção’” – do internauta JSJ – faz sentido.

Bola de ouro. Basquete. Uma vitória histórica sobre os campeões olímpicos da Argentina. Desde 1995, a seleção brasileira não vencia os hermanos em torneios de primeiro nível. A classificação para Londres ficou bem mais perto.

Bola de latão. Messi. Um gol contra na entrevista à revista ESPN: a 'Pulga' não está nem aí para Pelé, o ‘Atleta do Século’.

Bola de lixo. Morumbi. Em lua de mel com impolutos bilheteiros do estádio são-paulino, os cambistas deitaram e rolaram na festa de ‘Rogério Mil’. Venderam ingresso de R$ 30 por R$ 150.

Bola sete. “Aqui é a minha vida. Obrigado de coração. Amo vocês” (de Rogério Mil, ajoelhado sobre o símbolo do clube, agradecendo o apoio da galera).

Dúvida pertinente. Nenê e Leandrinho vibraram com a vitória do Brasil sobre os dourados argentinos?

VÍDEO: Com grande atuação de Hettsheimeir, Brasil se vinga da Argentina um ano após Mundial

Com grande atuação do ala-pivô Rafael Hettsheimeir, a seleção brasileira venceu Argentina por 73 a 71, nesta quarta-feira, e tirou a invencibilidade dos donos da casa no Pré-Olímpico de basquete masculino, em Mar del Plata. A vitória acontece exatamente um ano depois da eliminação no Mundial da Turquia para os argentinos, 93 a 89.

A equipe comandada por Ruben Magnano não teve vida fácil, mas conseguiu se impôr no último quarto, ainda que os argentinos tenham feito bolas de três nos últimos minutos que quase impediram a vitória.

Vindo do banco, Rafael Hettsheimeir foi o grande destaque brasileiro, com 19 pontos. O armador Marcelinho Huertas contribui com outros 17, seguido por Marquinhos com 14 e Guilherme Giovanoni, 13. O cestinha da partida foi o ala-pivô Luis Scola com 24 pontos; sua exclusão por faltas no último quarto complicou a Argentina no confronto.



Clique no player e veja como foi a vitória do Brasil!
Com o resultado, o Brasil iguala a pontuação dos argentinos na liderança do grupo; Porto Rico e República Dominicana se enfrentam ainda nesta quarta, e quem vencer também alcança os primeiros colocados. A seleção canarinho pega em seu último jogo na segunda fase os portorriquenhos, nesta quinta.

O jogo
A Argentina perdeu um de seus principais jogadores já na bola ao alto que deu início à partida, em que o pivô Andrés Nocioni torceu o tornozelo. Com ritmo forte e arbitragem confusa no primeiro quarto, o Brasil conseguiu abrir a primeira vantagem no marcador, aproveitando a velocidade de seu ataque.

As duas equipes passaram a desperdiçar posses de bolas com erros simples e deixaram a partida com baixo nível técnico. A seleção do Brasil conseguiu encerrar o primeiro quarto com pequena vantagem: 19 a 17.

Os primeiros pontos do segundo período foram brasileiros, o que obrigou o técnico argentino Julio Lamas a pedir tempo quando o marcador apontava 23 a 17 para a equipe visitante. A bronca fez efeito e o time anfitrião apertou a marcação, teve crescente domínio no garrafão e aproveitou os sucessivos erros do Brasil para assumir o marcador antes do fim da primeira metade da partida. Quando as duas equipes foram para o vestiário, a Argentina tinha vantagem mínima: 28 a 27.

A Seleção Brasileira voltou à quadra com ânimo redobrado e cometendo menos erros do que nos primeiros quartos. A marcação agressiva proposta pelo técnico Ruben Magnano funcionou e, com o bom desempenho do ataque, o Brasil abriu dez pontos de frente no marcador.

Para recuperar, a Argentina passou a investir nos tiros de longa distância de Pablo Prigioni. Eficiente, o armador foi responsável por colocar os donos da casa novamente no páreo. Com um arremesso de Marquinhos no estouro do cronômetro, o Brasil chegou ao último quarto com vantagem de seis pontos: 53 a 47.

Hettsheimeir e Giovanoni marcam Ginóbili; dupla foi decisiva para vitória brasileira
Hettsheimeir e Giovanoni marcam Ginóbili; dupla foi decisiva para vitória brasileira
Crédito da imagem: Reuters
O período final de partida foi disputado, nervoso. Os argentinos aceleraram e forçaram o jogo no ala Luis Scola. A 2min20s para o fim da partida, a tática dos donos da casa ruiu, quando o ala do Houston Rockets cometeu sua quinta falta no jogo e foi excluído.

O Brasil conseguiu se manter à frente durante todo o quarto, mas a Argentina diminuiu a desvantagem para dois pontos a 3s para o fim do jogo. No último ataque brasileiro, Alex sofreu falta, converteu os dois lances livres e garantiu a vitória em Mar Del Plata.

Mesmo com um homem a mais, Palmeiras só empata com o Atlético-PR e cai para 7º lugar

O Palmeiras segue com uma campanha ruim como visitante e ficou mais distante da briga pelas primeiras colocações do Brasileirão. Nesta quarta-feira à noite, o alviverde paulista só empatou com o Atlético-PR, por 2 a 2, na Arena da Baixada, caindo para a sétima colocação. Mesmo tendo um homem a mais em campo desde o primeiro tempo, a equipe não conseguiu superar o penúltimo colocado do campeonato.

Com o resultado, o Palmeiras soma 34 pontos na tabela, foi ultrapassado pelo Fluminense, que tem mais vitórias, e agora é o sétimo colocado, sete pontos atrás do líder São Paulo. Já o Atlético-PR, na 19º posição, segue desesperado na zona de rebaixamento, com 19 pontos.

Em 11 jogos fora de casa, o time do técnico Luiz Felipe Scolari conseguiu apenas uma vitória, além de seis empates e quatro derrotas.

Nesta quarta, o Palmeiras abriu o placar com um gol de Henrique, de cabeça, aos 14 minutos do primeiro tempo. Aos 34, Guerrón, também de cabeça, empatou para os donos da casa. Um minuto depois, Cléber Santana fez falta dura em Luan, recebeu o cartão amarelo e foi expulso logo em seguida por reclamação.

Na segunda etapa, Fernadão aproveitou rebote do goleiro e colocou os visitantes novamente em vantagem, aos 7 minutos. Porém, aos 25 minutos, Marcinho cobrou pênalti, que o goleiro Marcos cometeu em Deivid, e igualou o marcador.

Na próxima rodada, o Atlético Paranaense encara o Flamengo, domingo, em partida marcada para o Estádio Cláudio Moacyr, em Macaé. Já o Palmeiras terá pela frente, no mesmo dia, o Internacional, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo.
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O palmeirense Kleber disputa a bola com Deivid, do Atlético-PR
Crédito de imagem: Agência Estado
O jogo
A partida começou quente na Arena. Logo aos dois minutos, dividia forte entre Kléber e Deivid e o clima fechou entre os atletas. Com a bola rolando novamente, Guerron arriscou um chute de fora da área, aos cinco minutos, e isolou a bola. O Palmeiras levou perigo em sua jogada mais clássica. Aos nove minutos, Marcos Assunção cobrou falta, ninguém achou nada no caminho e o goleiro Renan Rocha fez a defesa.

O Palmeiras abriu o placar aos 14 minutos, com Henrique, que recebeu cruzamento na medida de Kléber e testou firme, com liberdade, para o fundo da rede. Os jogadores do Atlético-PR estavam nervosos em campo e reclamavam demais. Aos 18 minutos, Chico arriscou de longe e Renan Rocha se esticou para desviar pela linha de fundo. Aos 24 minutos, Marcos trabalhou ao segurar uma falta cobrada por Edílson, sem grande perigo.

Marcos Assunção criou mais uma situação aos 27 minutos, ao cruzar para Kléber, que desviou no meio do caminho, para fora. O Rubro-Negro acordou e, aos 34 minutos, Edílson cobrou falta direto para o gol e Marcos, atento, tocou para escanteio.

No lance seguinte, o equatoriano Guerrón, que voltava ao time, aproveitou sobra de bola e desviou de cabeça para o fundo do gol. Aos 36 minutos, Cléber Santana foi amarelado e reclamou com a arbitragem. Foi mais cedo para o chuveiro. Antônio Lopes tentou consertar o meio-campo com a entrada de Kléberson.

No intervalo, muita reclamação por parte do Atlético-PR sobre o árbitro Marcelo de Lima Henrique, com o diretor de futebol Alfredo Ibiabina entrando em campo para protestar. Na segunda etapa, o Palmeiras voltou com Leandro Amaro no lugar de Thiago Heleno, que já tinha cartão amarelo. Depois de certo equilíbrio, o Palmeiras chegou ao segundo gol. Aos sete minutos, Fernandão aproveitou rebote de Renan Rocha e completou para a rede.

Os paulistas começaram a aproveitar a vantagem numérica. Aos 10 minutos, Marcos Assunção levantou na área e Chico cabeceou no travessão. O time da casa já não mostrava a mesma disposição e era facilmente dominado.

No banco de reservas, João Vítor recebeu cartão amarelo. Aos 18 minutos, Marcos Assunção mandou um petardo à direita da meta atleticana. Mas, aos 24 minutos, Guerrón invadiu a área e foi derrubado por Marcos. Pênalti. Na cobrança, Marcinho balançou a rede.

O jogo ganhou em emoção. Aos 27 minutos, Guerrón arrematou e Marcos fez grande defesa. Aos 34 minutos, Luan recebeu lançamento em profundidade e fez falta de ataque. O Rubro-Negro se fechava bem na defesa, aguardando uma chance para contra-atacar. Aos 41 minutos, Mádson recebeu lançamento com liberdade e o impedimento foi marcado. Em uma partida marcada por muita reclamação e cartões, o resultado foi ruim para os dois lados

FICHA TÉCNICA:
ATLÉTICO-PR 2 x 2 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)
Data: 7 de setembro de 2011, quarta-feira
Público: 12.219 pessoas
Renda: R$ 201.330,00
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (Fifa-RJ)
Assistentes: Dibert Pedrosa Moises (Fifa-RJ) e Rodrigo F. Henrique Correa (RJ)
Cartões amarelos: Marcelo Oliveira, Deivid, Cléber Santana, Kléberson e Mádson (Atlético-PR); Thiago Heleno, Kléber, João Vítor, Marcos, Cicinho e Tinga (Palmeiras)
Cartão vermelho: Cléber Santana (Atlético-PR)
Gols:ATLÉTICO-PR: Guerrón, aos 34 minutos do primeiro tempo; Marcinho (pênalti), aos 25 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Henrique, aos 14 minutos do primeiro tempo; Fernandão, aos sete minutos do segundo tempo

ATLÉTICO-PR: Renan Rocha; Edílson, Manoel, Rafael Santos e Héracles; Deivid, Cléber Santana, Marcelo Oliveira (Mádson) e Marcinho; Adaílton (Kléberson) e Guerrón (Pablo)
Técnico: Antônio Lopes

PALMEIRAS: Marcos; Cicinho, Henrique, Thiago Heleno (Leandro Amaro) e Gabriel Silva; Chico, Marcos Assunção e Patrik (Tinga); Luan, Kleber e Fernandão (Ricardo Bueno)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Fluminense bate Cruzeiro, vence 3ª seguida e entra de vez na briga pela Libertadores

O Fluminense não só ampliou a série positiva que vive no Campeonato Brasileiro ao bater o Cruzeiro na noite desta quarta-feira fora de casa por 2 a 1, gols de Fred e Marquinho, em duelo válido pela 22ª rodada e disputado no estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG), como entrou de vez na briga por uma das vagas na Libertadores da América de 2012.

Isto porque com o resultado, o time tricolor chegou a sua terceira vitória consecutiva - antes, bateu o Atlético-GO e o São Paulo - e foi a 34 pontos, ficando a apenas dois do Flamengo (36), que hoje seria o último a obter vaga na competição continental da próxima temporada. Os rubro-negros jogam nesta quinta diante do Corinthians.

Já o Cruzeiro, que mais uma vez anotou seu gol através do argentino Montillo, chegou ao terceiro jogo seguido sem vitória - antes, empatou com o Palmeiras e perdeu para o Figuirense -, segue com 28 pontos e cai do 11º para o 12º lugar na tabela após o empate por 1 a 1 entre Atlético-GO e Figueirense. Os goianos foram a 29 pontos e tomaram a posição dos mineiros. 

No duelo, o Fluminense abriu o placar aos 34 minutos da primeira etapa. Fred converteu pênalti sofrido por ele mesmo ao ser segurado dentro da área por Léo. Aos 17 da segunda etapa, Marquinho ampliou a vantagem tricolor ao pegar cruzamento de primeira e balançar as redes.

Aos 24, Montillo dominou a bola fora da área, fez jogada individual cortando os marcadores adversários e bateu forte para diminuir. A partir daí, a pressão foi dos donos da casa, mas não suficiente para chegar sequer ao empate.

Na próxima rodada, o Cruzeiro tenta a reabilitação diante do Santos fora de casa, no sábado, às 18h, na Vila Belmiro, enquanto o Fluminense receberá o Corinthians no domingo, às 16h, em duelo a ser disputado no Engenhão.
Fred comemora o segundo gol do Fluminense, o da vitória, anotado de pênalti
Fred comemora o segundo gol do Fluminense, o da vitória, anotado de pênalti
Crédito da imagem: Photocamera
O jogo - Mesmo atuando como visitante, o Fluminense não se intimidou com a força do Cruzeiro, e iniciou a partida com uma postura ofensiva, evitando a pressão da Raposa nos primeiros minutos. Aos poucos, o time mineiro começou a equilibrar as ações, mas encontrou muitas dificuldades para penetrar na defesa do Tricolor carioca, fruto em grande parte do excesso de passes errados.

Aos 11, depois de bom cruzamento pela esquerda, o zagueiro Leandro Euzébio apareceu livre, nas costas da defesa cruzeirense, mas na hora da conclusão da jogada, o cabeceio não saiu da forma adequada. Sentindo o momento melhor do Fluminense no jogo, a torcida celeste nas arquibancadas do Parque do Sabiá, passou a apoiar o time, na tentativa de melhorar o rendimento da equipe.

Com volume de jogo maior, o time das Laranjeiras voltou a ameaçar aos 15, com o estreante Rodrigo, que depois de boa troca de passes, bateu cruzado, mas o goleiro Fábio conseguiu fazer a defesa. Aos 23, nova chance para o Tricolor, mas o volante Fabrício conseguiu cortar o cruzamento para escanteio. O lance serviu para levantar os torcedores do Fluminense nas arquibancadas do Parque do Sabiá.

A resposta do Cruzeiro veio aos 26, em jogada individual do volante Charles, que arriscou arremate de fora da área, que passou à direita de Diego Cavalieri. Com o armador Montillo bem marcado, a saída de bola do time celeste não foi tão eficiente como em jornadas anteriores, motivando gritos de raça pelos torcedores da Raposa.

Douglas Magno/Photocamera
Com passagem de sucesso pela Toca da Raposa, o atacante Fred voltou a marcar contra o ex-clubeAos 32, o avante Fred recebeu assistência dentro da área, e na hora do giro para a finalização, o zagueiro Léo agarrou o atacante, o árbitro paulista Guilherme de Lima não titubeou e marcou o pênalti para o Fluminense. O próprio Fred cobrou deslocando o goleiro Fábio para abrir o placar no Triângulo Mineiro.

Com as rédeas da partida, o Fluminense voltou a chegar com perigo aos 40, com o atacante Ciro, que pressionado pela marcação cruzeirense acabou finalizando prensado, para a intervenção de Fábio. Após este lance, o Tricolor recuou a marcação e passou a aguardar os donos da casa, para tentar os contra-ataques em velocidade.

Insatisfeito com o time, Emerson Ávila trocou Gabriel Araújo e Anselmo Ramon, por Élber e Roger. Dessa forma, o treinador cruzeirense mudou o esquema tático, e o atacante Keirrison passou a ser o único homem de frente, mas recebendo apoio do argentino Montillo. Com as alterações, o Cruzeiro melhorou no jogo, e passou ter mais posse de bola no campo de ataque.

Aos sete minutos, Keirrison recebeu excelente lançamento, ganhou da zaga na velocidade, mas errou o alvo. Dois minutos depois, Roger fez jogada individual e buscou o ângulo de Diego Cavalieri, um desvio da defesa impediu o gol da Raposa.

No primeiro lance de real perigo do time das Laranjeiras no segundo tempo saiu o segundo gol carioca. Aos 17, Fábio operou milagre para salvar bola de Fred, mas na continuidade da jogada, Mariano cruzou da direita e achou Marquinho no segundo pau. Ele conseguiu tocar no contrapé do goleiro celeste e ampliou o placar para o Fluminense.

A resposta não demorou muito para aparecer, e aos 24, o argentino Montillo fez jogada individual, limpou a marcação, e da entrada da área, soltou um petardo, no canto direito de Diego Cavalieri, para recolocar a Raposa no jogo e diminuir o prejuízo. Com o gol, o time celeste pressionou até o último minuto em busca da igualdade, mas não conseguiu alterar mais o marcador.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 2 FLUMINENSE

Local: Estádio Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data: 07 de setembro de 2011 (quarta-feira)
Horário: 21h50 (de Brasília)
Árbitro: Guilherme de Lima (SP)
Assistentes: Emerson de Carvalho (Fifa-SP) e Rogério Zanardo (SP)
Cartões amarelos: (Cruzeiro) Marquinhos Paraná (Fluminense) Marquinho
Gols: Cruzeiro: Montillo, aos 24 minutos do segundo tempo
Fluminense: Fred, aos 34 minutos do primeiro tempo e Marquinho, aos 17 minutos do segundo tempo

CRUZEIRO: Fábio (Rafael); Marquinhos Paraná, Naldo, Léo e Gabriel Araújo (Élber); Fabrício, Charles, Leandro Guerreiro e Montillo; Anselmo Ramon (Roger) e Keirrison
Técnico: Emerson Ávila

FLUMINENSE: Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos; Diogo, Rodrigo, Marquinho e Lanzini (Digão); Ciro (Rafael Sóbis) e Fred (Rafael Moura)
Técnico: Abel Braga

Felipe Anderson brilha, Santos vira sobre Avaí e se afasta da degola

Debaixo de muita chuva, o Santos conseguiu um grande resultado nesta quarta-feira, em Florianópolis. A equipe paulista visitou o Avaí na Ressacada e venceu de virada por 2 a 1, em duelo válido pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O time da casa abriu o placar no primeiro tempo. O juiz Gutemberg de Paula Fonseca apitou pênalti inexistente de Edu Dracena. Willian cobrou e deixou o Avaí em vantagem.

No intervalo, o técnico Muricy Ramalho promoveu uma alteração que mudou os rumos do jogo. A entrada de Felipe Anderson deu novo gás para a equipe santista. Primeiro, ele deu linda assistência para o artilheiro Borges driblar o goleiro e empatar. Pouco depois, Felipe Anderson fez grande jogada individual e anotou um belo gol, garantindo a virada do Santos.

Santos conseguiu grande virada fora de casa nesta quarta
Santos conseguiu grande virada fora de casa nesta quarta
Crédito da imagem: Agência Estado
Com o triunfo, o Santos chega aos 26 pontos, mais distante da zona de rebaixamento. Já o Avaí, pior mandante do Campeonato Brasileiro, permanece com 20 pontos, na zona da degola.

Os alvinegros voltam a campo na próxima rodada contra o Cruzeiro, sábado, às 18 horas (horário de Brasília), na Vila Belmiro. Já os catarinenses visitam o América-MG, no mesmo dia e horário, na Arena do Jacaré.

O jogo

Logo no primeiro lance da partida, o Avaí quase abriu o placar. O meia Pedro Ken avançou para dentro da grande área do Santos, mas a sua finalização foi cortada pelo zagueiro Bruno Rodrigo, que evitou o gol dos donos da casa.

Com uma formação diferente em função dos desfalques da equipe, com Neymar atuando mais recuado e Alan Kardec ao lado de Borges, no ataque, o Santos também levava perigo ao gol do Avaí.

Aos 18, os santistas estiveram perto de abrir o placar, quando Neymar superou as dificuldades do gramado pesado, castigado pelas chuvas que caíram em Florianópolis, cruzando a bola para uma perigosa cabeçada de Alan Kardec. A bola saiu rente a trave esquerda de Rafael Santos, assustando dos catarinenses.

Minutos depois, aos 29, os alvinegros tiveram mais uma grande oportunidade de fazer o seu primeiro gol. Elano cobrou falta direto para o gol, Rafael Santos espalmou e, na sobra, Alan Kardec quase marcou. O arqueiro do Avaí defendeu o chute do atacante com os pés.

Mais perigoso em campo, o Santos sofreu um duro golpe aos 30 minutos, quando o árbitro marcou pênalti do zagueiro Edu Dracena no meia-atacante Lincoln. Na cobrança, aos 33, o centroavante Willian colocou o Avaí na frente no marcador: 1 a 0.

Após o gol catarinense, o Santos se atirou ainda mais ao ataque, buscando o empate antes do intervalo. Aos 42, Dracena quase deixou tudo igual no placar, em uma cabeçada defendida por Rafael Santos, que espalmou a bola para escanteio.

Na volta para a etapa complementar, os santistas continuaram pressionando os donos da casa, em busca do empate. Aos 13, Alan Kardec fez boa jogada individual, antes de tocar para Borges. O camisa 9 alvinegro parou na zaga catarinense, porém, a bola sobrou para Neymar soltar a bomba. Atento, Rafael Santos espalmou a bola, evitando o empate adversário.

No minuto seguinte, procurando dar mais poder de fogo a sua equipe, o técnico Muricy Ramalho sacou o volante Adriano para a entrada do meia Felipe Anderson.

Insistente, o Santos quase chegou ao empate aos 18. Borges dominou no peito uma bola levantada para a área, ajeitando-a para o chute de Alan Kardec. O arremate do centroavante foi desviado e a bola passou muito próxima a meta defendida por Rafael Santos.

De tanto pressionar, o Santos finalmente alcançou o empate, aos 25. Neymar começou a jogada, tocando para Felipe Anderson, que encontrou Borges entrando na grande área. Com calma e categoria, o camisa 9 driblou Rafael Santos, antes de bater para o fundo da rede: 1 a 1. Esse foi o 15° gol de Borges no Campeonato Brasileiro, artilheiro isolado da competição.

Após o gol, o treinador do Avaí, Toninho Cecílio, tentou colocar o seu time mais a frente, trocando o volante Batista pelo atacante Rafael Coelho.

Mas quem chegou ao segundo gol foi o Alvinegro Praiano. Aos 31, Felipe Anderson se aproveitou de um vacilo de Gustavo Bastos para tirar a marcação, antes de soltar o chute forte de perna esquerda, no ângulo de Rafael Santos.

Nos minutos finais, com a desvantagem, Toninho Cecílio tirou Róbson e Pedro Ken para as entradas de Cleverson e Leandrinho, respectivamente. No Santos, Muricy perdeu Henrique e Elano, com lesões. Desta forma, Bruno Aguiar e Éder Lima foram para o jogo, visando ajudar a equipe a segurar a vantagem construída no segundo tempo.

Bem armado taticamente, o Santos segurou a pressão do adversário até o apito final do árbitro, conquistando uma importante vitória na Ressacada.

FICHA TÉCNICA:
AVAÍ 1 X 2 SANTOS

Local: Estádio Ressacada, em Florianópolis (SC)
Data: 7 de setembro de 2011, quarta-feira
Horário: 16 horas (horário de Brasília)
Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca (Fifa-RJ)
Assistentes: Ediney Guerreiro Mascarenhas e Jackson L. Massarra dos Santos (ambos do RJ)
Cartões amarelos: Lincoln, Róbson, Willian e Romano (Avaí); Elano, Danilo, Adriano, Bruno Rodrigo e Edu Dracena (Santos)
Gols: AVAÍ: Willian, de pênalti, aos 33 minutos do primeiro tempo
SANTOS: Borges, aos 25 e Felipe Anderson, aos 31 minutos do segundo tempo

AVAÍ: Rafael Santos; Arlan, Gustavo Bastos, Dirceu e Romano; Batista (Rafael Coelho), Bruno, Pedro Ken (Leandrinho) e Lincoln; Róbson (Cleverson) e Willian
Técnico: Toninho Cecílio

SANTOS: Rafael; Danilo, Edu Dracena, Bruno Rodrigo e Léo; Adriano (Felipe Anderson), Henrique (Bruno Aguiar) e Elano (Éder Lima); Neymar, Alan Kardec e Borges
Técnico: Muricy Ramalho

Com 1º tempo frenético, Inter bate América-MG e volta a vencer após quatro jogos

Depois de quatro rodadas sem ganhar, o Internacional conquistou a vitória sobre o América-MG por 4 a 2, nesta quarta-feira, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, em partida de ritmo frenético no primeiro tempo presenciada por 28.896 pessoas.

Com apenas 15 minutos de jogo, o time de Dorival Júnior abriu 3 a 0 no placar: Rodrigo Moledo fez o primeiro de cabeça aos 3; cinco minutos depois, o lateral esquerdo Kléber, convocado por Mano Menezes para os amistosos contra a Argentina, fez grande jogada e cruzou na medida para o artilheiro Leandro Damião ampliar; na sequência, pênalti bobo de Otávio em Guiñazú que D'Alessandro converteu.

O clube mineiro descontou de cabeça com André Dias, mas Oscar brilhou com um golaço para o Colorado: aos 35, o meia veio pela esquerda, cortou para o meio e mandou no ângulo de Neneca. No lance seguinte, Kempes completou cruzamento de cabeça, Muriel falhou, e o time visitante diminuiu a desvantagem.

Damião, Oscar e Kléber comemoram um dos gols do Inter sobre o América-MG
Damião, Oscar e Kléber comemoram um dos gols do Inter sobre o América-MG
Crédito da imagem: Vipcomm
Com o resultado, o Internacional chega aos 32 pontos, na sétima colocação, enquanto o América-MG segue na lanterna da competição com apenas 17 em 22 jogos. Na próxima rodada, o Inter visita o Palmeiras no domingo, enquanto os mineiros recebem o Avaí, no dia anterior.

O jogo
Pouco futebol foi visto no primeiro tempo. Quarenta e cinco minutos foi um período escasso para que se jogasse bola, todos em campo estavam preocupados em marcar gols, restando quase nada para o resto. Colocar a bola na rede era tudo o que Inter e América-MG buscaram quase incessantemente e alcançaram com naturalidade.

A avalanche de gols na etapa inicial - foram seis - esteve ligada à falta de equilíbrio dos colorados durante todo o ano. Se o ataque comandado por Leandro Damião dificilmente deixa de comparecer, a defesa apronta das suas com constância. Mesmo que Bolívar, afastado por deficiência técnica, não estivesse presente, os problemas persistiram.

Sem desperdiçar chances, os gaúchos demoraram 13 minutos para abrirem três gols de vantagem. Primeiro, aos três, Rodrigo Moledo, o substituto de Bolívar, testou para dentro do gol, após escanteio cobrado por Andrezinho. O ponteiro deu quatro voltas no relógio até que o trio colorado convocado por Mano Menezes para a seleção construísse o segundo gol. Oscar, com passe de calcanhar, achou Kleber. O lateral cruzou e Leandro Damião, sempre ele, marcou.

Atordoado, o América-MG conseguiu dois chutes de fora da área antes que sofresse o terceiro. Jogando com sete homens do campo do adversário, o Inter chegou com Guiñazu na área. O argentino foi derrubado. D'Alessandro cobrou o pênalti para ampliar.

História similar foi vivida pelo Inter há uma semana diante do Santos, quando o empate foi cedido. A acomodação chegou, os passes para o lado aumentaram e os mineiros se ajeitaram e foram em busca do desconto. Para diminuir a diferença, o América usou a jogada área. Em cruzamento da direita, André Dias levou vantagem sobre Nei e, de cabeça, comemorou o primeiro.

O tempo passou e pouco ocorria em campo. Só um gol para retornar à rotina. Ele aconteceu aos 34 minutos. Oscar invadiu a área, cortou para dentro e deu um tapa na bola, colocando-a no ângulo. Sessenta segundos depois, novamente pelo alto, Kempes, outra vez em cima de Nei, tocou de cabeça. Muriel, de manchete, não conseguiu defender, colocando a bola para dentro do gol.

Os 45 minutos finais também não tiveram muito futebol, mas por outros motivos. Os lances ofensivos diminuíram, intrigas entre os jogadores surgiram. O personagem central de uma das rusgas foi D'Alessandro. Reclamando de agressão não vista pelo árbitro, o argentino causou tumulto no início da segunda etapa. Teve empurra-empurra, dedo em riste de Leandro Damião, mas nada além disso.

Assim como pouco foi visto dentro de campo. Os visitantes buscaram na bola área o caminho para criar perigo, mas sem sucesso. O Inter, não fosse uma bola na trave de D'Alessandro, não teria produzido nada significativo. Quando Damião marcou, o juiz assinalou falta, aos 40 minutos. Ficou assim 4 a 2, o que sobrou no primeiro tempo, faltou no segundo.

FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 4 X 2 AMÉRICA-MG

Local:
Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 7 de setembro de 2011, quarta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Renda: R$ 288.890,00
Público: 28.896
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Assistentes: Anderson Moraes Coelho e Herman Brumel Vani (ambos de SP)
Cartões amarelos: Guiñazu, D'Alessandro, Leandro Damião e Juan (Inter); Dudu, Otávio e Micão (América-MG)
GOLS: INTERNACIONAL: Rodrigo Moledo, aos 3, Leandro Damião, aos 7, D'Alessandro, aos 13, e Oscar, aos 34 minutos do primeiro tempo; AMÉRICA-MG: André Dias, aos 34, e Kempes, aos 36 minutos do primeiro tempo;

INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Rodrigo Moledo (Bolatti), Juan e Kleber; Elton, Guiñazu, Andrezinho, D'Alessandro e Oscar (Ilsinho); Leandro Damião (Jô). Técnico: Dorival Júnior

AMÉRICA-MG: Neneca; Otávio, Micão e William Rocha; Marcos Rocha, Dudu (Leandro Ferreira), Amaral, Ulisses (Rodriguinho) e Gilson; Kempes e André Dias (Fábio Júnior). Técnico: Givanildo Oliveira

Botafogo goleia o Ceará, consegue a quarta vitória seguida e chega à vice-liderança

Demonstrando um bom futebol, o Botafogo confirmou o bom momento e sua força no Engenhão e venceu o Ceará, por 4 a 0, nesta quarta-feira à tarde. Foi a quarta vitória seguida do alvinegro carioca, que chegou à vice-liderança do Campeonato Brasileiro. O argentino Herrera, duas vezes, e o uruguaio Loco Abreu e Cidinho fizeram os gols da partida.

Com o resultado, o Botafogo chegou aos 40 pontos e subiu para a segunda posição na tabela, um ponto atrás do São Paulo. No entanto, Corinthians e Vasco, que entram em campo nesta quinta-feira, ainda podem ultrapassá-lo neste rodada. Já o Ceará fica com 26 pontos, na 14ª colocação.

Foi a quarta vitória consecutiva do Botafogo na competição. Antes, havia ganhado do Atlético-MG, por 3 a 1, do Fluminense, por 2 a 1, e do Palmeiras, por 3 a 1.

Com o Engenhão completamente lotado no feriado de 7 de setembro, muitos torcedores acabaram ficando do lado de fora do estádio.

Na próxima rodada, o Botafogo vai até o Couto Pereira para encarar o Coritiba, no domingo. No mesmo dia, o Ceará recebe o Atlético-GO, no estádio Presidente Vargas.

O jogo - O Botafogo começou a partida empolgado pelo Engenhão lotado e pressionou o Ceará desde o início do jogo. Logo aos cinco minutos, Elkeson recebeu na lateral, ganhou do marcador e cruzou para a área. O atacante Herrera se antecipou a zaga para se esticar e colocar na rede. O gol acalmou os cariocas, que continuaram dominando o confronto, mas que passaram a tocar mais a bola.

Aos poucos, o Ceará melhorou a marcação e começou a chegar ao ataque. Os visitantes quase empataram aos 21 minutos. Em um contra-ataque rápido, Osvaldo lançou Washington, mas o atacante chutou em cima de Lucas. A resposta do Botafogo veio dois minutos depois, quando Elkeson cobrou falta e obrigou Diego a fazer boa defesa. O lance inflamou os cariocas, que quase ampliaram aos 25. Maicosuel finalizou errado, mas Herrera estava ligado e, de carrinho, tentou colocar para a rede cearense. No entanto, a bola passou rente a trave direita.

O jogo ficou equilibrado, pois as marcações passaram a levar vantagem sobre os ataques. Somente aos 37 minutos o Ceará criou outra boa chance, quando Thiago Humberto tocou para João Marcos, que arriscou de longe e assustou Jéfferson. Quando os vistantes conseguiam neutralizar o Botafogo, um revés impediu a reação da equipe. O zagueiro Fabrício foi expulso após receber o segundo cartão amarelo por falta em Maicosuel, prejudicando o desempenho do Vozão no jogo.

Mesmo com um homem a menos, o Ceará começou o segundo tempo buscando o empate. No entanto, foi o Botafogo que ampliou o placar aos 12 minutos. Após cruzamento de Éverton pela esquerda, Herrera cabeceou a direita de Diego, que tentou se esticar, mas não chegou na bola.

O Ceará sentiu o segundo gol e diminuiu as investidas ao ataque. No entanto, os visitantes assustaram Jéfferson quando Osvaldo arriscou da entrada da área e viu a bola passar a direita do gol carioca.
Administrando o resultado, o Botafogo chegava com frequência ao ataque. O argentino Herrera, principal jogador em campo, quase fez seu terceiro, de novo de cabeça, mas a bola passou ao lado do gol defendido por Diego

O Botafogo seguiu tentando e chegou ao terceiro gol aos 27 minutos. Em boa jogada coletiva, Elkeson lançou Maicosuel na linha de findo, pela direita. O meia cruzou rasteiro para a marca de pênalti e achou Loco Abreu livre. O uruguaio só teve o trabalho de tocar para a rede cearense.

Após sofrer o terceiro gol, o Ceará recuou mais ainda e viu o Botafogo crescer na partida. Assim como no começo do jogo, não demorou muito para os cariocas marcarem. Aos 37 minutos, Éverton cruzou pela esquerda e achou Cidinho, que cabecou sem chance para Diego, decretando a vitória dos donos da casa.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO 4 X 0 CEARÁ

Local:
Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 7 de setembro de 2011, quarta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR)
Assistentes: Gilson Coutinho (PR) e José Pontarolo (PR)
Renda: R$ 760.960,00
Público: 36.995 pagantes
Cartões amarelos: Herrera e Elkeson (Botafogo); Heleno, Edmílson e Erivélton (Ceará)
Cartão vermelho: Fabrício (Ceará)
GOLS: BOTAFOGO: Herrera, aos 5min do primeiro tempo e 12min do segundo tempo; Loco Abreu, aos 27min do segundo tempo; Cidinho, aos 37min do segundo tempo

BOTAFOGO: Jéfferson; Lucas, Gustavo, Fábio Ferreira e Márcio Azevedo (Éverton); Marcelo Mattos, Renato, Elkeson (Alex) e Maicosuel; Herrera (Cidinho) e Loco Abreu
Técnico:Caio Júnior

CEARÁ: Diego; Boiadeiro, Fabrício, Erivélton e Vicente; João Marcos (Cleber), Heleno, Eusébio e Thiago Humberto (Felipe Azevedo); Osvaldo e Washington (Edmílson)
Técnico: Vágner Mancini

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Copa Sul-Americana

21h45 Godoy Cruz 0x0 Lanús

Argentino - Apertura

21h10 Independiente 2x1 San Martín

Brasileirão Série A

16h00 São Paulo 2x1 Atlético-MG
16h00 Botafogo 4x0 Ceará
16h00 Internacional 4x2 América-MG
16h00 Avaí 1x2 Santos
21h50 Cruzeiro 1x2 Fluminense
21h50 Atlético-PR 2x2 Palmeiras
21h50 Atlético-GO 1x1 Figueirense