segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Class. Planejada

Todo começo de temporada os treinadores fazem um planejamento. Aí você pode perguntar: “Que diabos de planejamento é esse? Ele planeja perder? Não era pra tentar ganhar todas?”. Sim, era. Mas nem treinador é tão apaixonado e maluco de imaginar que vencerá todos os jogos de um campeonato como o Brasileirão.
Assim sendo, eles planejam uma forma média de atingir os pontos do último campeão, ou perto disso.  E você pode se perguntar: “Qual critério ele usa pra saber onde pode perder ou onde tem que ganhar?!”. Normalmente eles seguem uma linha simples.
Ganhar todas em casa, bater nos pequenos fora, empatar com os médios e aceitam perder pros gigantes fora de casa. Esta soma dá o suficiente para você estar, no mínimo, brigando pelo título. A não ser que alguém dispare e quebre todo planejamento.
Mas, pra desenhar, voltamos com a Classificação Planejada 2011. Ano passado fez sucesso, este ano esperamos 13 rodadas para colocá-la em prática.
O mais afoito pergunta: “Mas se um time tem 20 pontos e o outro 18, com os mesmos 13 jogos, é óbvio que ele está melhor, não?!”.
Não. E se o que tem 20 pegou 5 pequenos fora, 1 clássico e 7 grandes em casa?  Significa que ele pegará os 7 grandes fora no returno. Talvez os 18 pontos conquistados sobre clubes mais fortes sejam mais valiosos do que 20 em pequenos.
Atenção:
- Todos os times, se cumprissem os pontos sugeridos, chegariam a 72 pontos.
- Alguns times podem perder clássicos, outros não. Isso porque alguns tem 2 clássicos por ano, outros 6.
- “Ah mas se meu time perder um jogo que era pra ganhar, ja era?” Não. Você calcula por outro jogo que “não era pra ganhar” e equilibra. Compensa.
- Eu não entendi! Facilitando: O importante não é seguir a risca os resultados. É chegar a rodada X perto ou com mais dos pontos planejados pra rodada X. O percentual diz o quanto seu time fez de pontos perto do que DEVERIA ter feito até aqui para brigar pelos 72 pontos. Só isso.
Enfim, aí está! Se você não entendeu, pergunta pro amiguinho do lado que ele explica.

estatisticas

Boa fase faz Maurren repensar sobre aposentadoria após Londres-2012: 'Não tem como parar'

Aos 35 anos, a brasileira Maurren Maggi ostenta um currículo invejável e já se firmou como um dos principais nomes da história do atletismo no país. Medalhista de ouro no salto em distância na Olimpíada de Pequim, em 2008, com a marca de 7,04m, duas vezes campeã pan-americana, em Winnipeg (1999) e no Rio de Janeiro (2007), detentora dos recordes brasileiro e sul-americano e ainda muito competitiva, a atleta já começa a repensar a ideia de se aposentar e não participar dos Jogos do Rio em 2016.

Em entrevista exclusiva ao ESPN.com.br, a atual campeã olímpica admitiu que já chegou a descartar a possibilidade de competir em casa daqui a cinco anos, mas hoje, por conta do seu bom momento, essa não é mais considerada uma missão impossível. Em 2016, Maurren terá 40 anos.

“Olha, eu até descartaria (competir no Rio) há um tempo atrás, mas do jeito que eu venho saltando e ficando entre as melhores do mundo, não tem como parar”, afirmou a brasileira.

Após sofrer com algumas lesões depois da medalha de ouro em Pequim, fazendo com que seu ciclo olímpico rumo a Londres fosse prejudicado e gerando dúvidas em relação à sua forma física, Maurren conseguiu se recuperar rapidamente e provou que ainda está entre as melhores do mundo. Ela voltou a saltar em alto nível e hoje é a sexta colocada no ranking mundial.

“Às vezes, até acho que o atleta tem que parar no auge, mas eu sou apaixonada por atletismo e pelo esporte, e vou ficar até quando eu não suportar mais estar dentro da pista, o que vai ser meio difícil (risos)”, completou a atleta, dando esperanças aos torcedores do país de que talvez esteja competindo nos Jogos do Rio.

Campeã olímpica em Pequim, Maurren Maggi já não descarta competir no Rio em 2016
Campeã olímpica em Pequim, Maurren Maggi já não descarta competir no Rio em 2016
Crédito da imagem: Reuters

Corinthians segue recordista de pontos em 12 rodadas. Mas Fla é melhor

A melhor campanha dos pontos corridos em 12 rodadas era do Flamengo de 2008. Com Caio Júnior no comando, aquele Fla de Ibson, Diego Tardelli e Souza somava 26 pontos, oito vitórias e 14 gols de saldo.
Abaixo do Fla 2008, só a Ponte Preta em 2005, o São Paulo em 2006 e o Fluminense em 2010 atingiram 26 pontos em 12 jogos.

O Corinthians tem 28. Se as duas vitórias nas duas últimas rodadas tivessem acontecido mais cedo, o corintiano provavelmente estaria exaltando a boa campanha, com recorde de pontos a esta altura da campanha.

O problema é que o time de Tite, mesmo com bons momentos na derrota para o Avaí, em Florianópolis, tem limites claros. Alex ainda não está fisicamente bem e perder Danilo custa muito caro. William não segue no nível do início da campanha e Paulinho, que vinha de lesão, não empresta sua criatividade.

Por isso, a esta altura da campanha, o Flamengo é quem apresenta o melhor futebol. Ronaldinho foi de novo o melhor em campo contra o Grêmio, a equipe tem solidez defensiva e, mais do que isso, não perde. Se em 43 partidas no ano, o Fla só perdeu uma, algo importante está acontecendo com a equipe de Vanderlei Luxemburgo, que faz seu melhor trabalho desde o título paulista do Santos, em 2006.

O Flamengo está forte e cada dia dá mais sinais de que vai brigar pelo sétimo título brasileiro.

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Bonde sem freio do urubu já dá sinal de luz no retrovisor da Fiel

A 13ª rodada do Brasileirão foi das mais profícuas para os cariocas. Poderia ser melhor se houvesse mais um representante da Cidade Maravilhosa dos bueiros voadores.

Mas o Avaí desempenhou com louvor o papel de coirmão, aproveitou-se da soberba corintiana, ganhou a primeira em casa e tocou fogo no campeonato.

Os cariocas conquistaram 12 pontos – ou 15, se as mesas de bico quadrado considerarem São Paulo x Vasco um duelo de seis pontos.

Em 360 minutos, os amigos de fé rubro-negro, botafoguense, vascaíno e tricolor marcaram nove gols e não tomaram nenhum coco gelado.

Mais: subiram bem na tabela, tanto que o bonde sem freio do urubu já aparece no retrovisor da Fiel dando sinal de luz.

Já os times da Pauliceia desvairada, esburacada e abandonada, beliscaram apenas três pontinhos em 12. Assinalaram sete gols e levaram 10. Apesar da turma do limão, só os periquitos em desfile venceram.

As caneladas do esporte bretão na guerra RJ/SP:

1) O líder Corinthians abusou do tric tric e da firula, com um sheik acreditando nas mil e uma noites, e tombou diante de um Leão mais pra lá do que pra cá – um vexame; goleiro Renan, um pé-quente: dois jogos, duas derrotas;

2) Luvas de Fernando Prass, principalmente no primeiro tempo, garantiram volta triunfal de Ricardo Gomes ao Morumbi: vascaínos quebraram jejum de seis anos e nove jogos sem derrotar o soberano São Paulo – chora, ‘Juvenal Antena’;

3) Fred ‘Slater’ desencantou e levou Tricolor carioca a destruir carroça cearense sem dó nem piedade; Abel Braga finalmente conseguiu equilibrar o time: seis vitórias e seis derrotas;

4) Pelo jeito, o coração de Ronaldinho continua mais gaúcho do que nunca: mesmo de ‘ressaca’ pela grande exibição contra o Santos, o malabares comandou mais um voo do invicto urubu, com importante ajuda do tiete gremista Victor, e chegou a nove gols na artilharia; Imortal, a caminho da morte;

5) Soy loco por ti, Abreu: tirambaço do agora campeão da América matou a Raposa na Arena do Jacaré e devolveu o sonho de conquistas aos botafoguenses; ‘papai’ Joel já deixou de ser unanimidade na Toca;

6) Mais detonados pela torcida que os vivaldinos do Ministério dos Transportes, Marcos Assunção e Luan garantiram a vitória dos periquitos em revista na casa portuguesa sem certeza – oito jogos sem perder; Kleber, o periquito gladiador, estava certo ao vaticinar que poderia ficar fora do embate porque a canja era favas contadas; Dorival Júnior festejou 50 jogos no Galo em grande estilo: mais uma derrota e ‘fora, fora... ’;

7) Furacão: um começo avassalador, depois preocupação e, no final, uma grande festa – até que enfim passou a lanterna; Santos, mais um tropeço: de brincadeira, a zona do agrião queimado já incomoda.
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Pitacos da rodada. Remendado, Internacional atacou, atacou, atacou, e Dragão defendeu, defendeu, defendeu: 0 a 0 óbvio no Beira-Rio; sob as orações de 14.820 fiéis no Pituaçu, Bahia obteve primeira vitória em casa – saravá; Coxa quebrou ‘virgindade’ como visitante em Sete Lagoas – azar do cada vez mais estraçalhado Coelho, o novo lanterna.

Sugismundo Freud. Santos 4 x 5 Flamengo: espécie em extinção.

PAC. O ‘Plano de Aceleração da Copa-2014’ informa ao eloquente e explorado contribuinte: no mesmo dia em que R$ 30 milhões eram queimados na Marina da Glória com o sorteio das eliminatórias, o site da ‘Veja’ soltava pesquisa sobre a grande festa da mamãe Fifa daqui a três anos. Para 72% dos 1.879 entrevistados, a palavra que deverá representar o torneio é ‘corrupção’. Oito em cada 10 pessoas apostam que a imagem do Mundial será negativa. Já a conquista do hexa pela amarelinha desbotada ficará no sonho para 83%. A Copa é deles, a conta é nossa.

Tiro curto. De um urubu assanhado, sobre a volta de Ronaldinho Gaúcho à seleção: ‘Ela já está nela!’.

Gilete press. De Ricardo Perrone, no ‘Uol’: “Dilma Rousseff mostrou no sorteio das eliminatórias da Copa que está aposentado o ‘futebolês’ de Lula (...). Dilma não deu bola para Havelange. Foi fria com Teixeira e Blatter. Acabou a camaradagem dos tempos de Lula com a Fifa e a CBF. A boleiragem no caso de Dilma irá se limitar a Pelé, escolhido a dedo para cutucar Teixeira e ser a cara da metade governamental da Copa.” Ainda há esperança.

Circo. Nem tudo está perdido: Rubinho ‘Bate-ou-quebra’ encontra-se somente a 230 pontos de Sebastian Vettel. Vai, Rubiiiiiiiinho!

Tchibum. EUA (Ryan Lochte) 5 x 4 Brasil (Cesar Cielo/Felipe França/Ana Marcela Cunha).

Tititi d’Aline. Acredite se quiser: menos de 24 horas após o inesquecível recital de santistas e rubro-negros na Vila Belmiro, os ambulantes faturavam horrores com a venda de um DVD do espetáculo no centro do Rio. Preço: R$ 10.

Você sabia que... o Avaí não vencia em casa desde as quartas de final da Copa do Brasil, quando bateu o São Paulo?

Bola de ouro. Fora Ricardo Teixeira. O primeiro passo reuniu 700 manifestantes, como na campanha ‘Diretas Já’. E todo mundo viu no que deu...

Bola de latão. Emerson. O sheik corintiano se acha craque sem nunca ter sido.

Bola de lixo. Apito amigo. Os assopradores de latinha deixam o pau comer e só marcam pênalti se a vítima for para o hospital.

Bola sete. “Ele não pode só passar a bola e ser garçom. Tem de gostar de gol. Por isso, estou mudando a posição dele” (do ‘pofexô’ Vanderlei Luxemburgo, sobre o artilheiro Ronaldinho Gaúcho – o ‘mestre dos mestres’ sabe tudo!).

Dúvida pertinente. A turma do limão vai comprar o boneco de Felipão por R$ 349,90?

Com revolução árabe, PSG volta a projetar domínio na França

A contratação de Javier Pastore por 43 milhões de euros, batendo a concorrência do Chelsea, foi o maior sinal até agora das intenções do Paris Saint-Germain para a nova temporada. O grupo Qatar Sports Investments, liderado pelo sheik Tamim Bin Hamad Al Thani e dono de 70 por cento das ações do clube, está disposto a transformar o time em uma potência do futebol nacional, antes de pensar em voos mais altos.

O torcedor do PSG vive, duas décadas depois da revolução provocada pela venda do clube ao Canal+, novamente a expectativa de comemorar títulos e ver o time protagonista em competições internacionais. Naquela ocasião, os investimentos foram pesados, mas os resultados nem sempre estiveram à altura.

Em 1990, o momento do futebol francês era delicado, com a seleção fora da Copa do Mundo e muitos times em dificuldades financeiras. O Racing Paris, outro time da capital, onde jogou por três temporadas Enzo Francescoli, foi obrigado a abandonar o profissionalismo.

Dono dos direitos de transmissão, o Canal+, ciente da importância de Paris para o mercado, decidiu investir no PSG. O clube era relativamente jovem - fundado em 1970 através de uma fusão - mas já tinha algumas glórias no currículo, como duas Copas da França e o título da liga em 1986. Porém, os resultados haviam piorado e as cenas de violência nos estádios eram comuns, em um período marcado pelo hooliganismo em diversos cenários do futebol europeu.

Ao comprar parte do PSG, a intenção do Canal+ era produzir um rival à altura para o Olympique de Marseille. No decorrer dos anos 90, nomes como Raí, Weah, Valdo e Ginola passaram pelo clube. Alcançar o Olympique não era tarefa simples, mas os escândalos do rival deram uma mãozinha, e em 1994 veio o título sob o comando do português Artur Jorge.

O que se desenhava como um período de possível domínio, porém, não se concretizou. Artur Jorge foi demitido mesmo com o título, porque o estilo de futebol não agradava aos donos. Luis Fernandez não conseguiu repetir a conquista da Ligue 1, mas internacionalmente fez boas campanhas: semifinal da Champions League em 1995 e título da Recopa em 1996, até hoje o último troféu continental de um clube francês.

Como o OM teve de pagar sua pena na segunda divisão e o PSG não conseguiu se impor na liga, houve um vácuo de poder. Nas sete temporadas entre 1994/95 e 2000/01, foram cinco campeões diferentes.

O Canal+, que havia se tornado acionista majoritário em 1997, se cansou de apostas equivocadas e decidiu apostar alto em 2000, quando pagou 33,5 milhões de euros por Nicolas Anelka - que era, até o acerto com Pastore, o jogador mais caro da história do futebol francês (ver lista abaixo). No ano seguinte, o canal aumentou seu controle acionário para 98% e foi contratado Ronaldinho.

Nada disso foi suficiente. Tanto Anelka quanto Ronaldinho tiveram problemas com Fernandez, que havia retornado, e acabaram deixando o clube.

Enquanto isso, o Lyon estabelecia uma hegemonia de sete títulos, com o PSG chegando perto apenas uma vez, em 2004, quando ficou com o vice. Depois de um período sem fazer grandes investimentos, o Canal+ decidiu passar o clube adiante, vendendo a um consórcio liderado pelo grupo norte-americano Colony Capital em 2006. O time continuou sofrendo dentro de campo, até que a chegada de Antoine Kombouaré ao comando do time, em 2009, representou a esperança de dias melhores.

Kombouaré tinha história no PSG como jogador, tendo atuado no clube entre 1990 e 1995, e vinha de um trabalho sólido como treinador no Valenciennes. Em sua primeira temporada, deu aos parisienses a oitava Copa da França, mas ficou longe das primeiras posições no campeonato. Em 2010/11, com um elenco sem estrelas e tendo o brasileiro Nenê como destaque, conseguiu o quarto lugar na Ligue 1 e outra final da Copa, desta vez com derrota para o Lille, que também seria campeão nacional.

Com a chegada do dinheiro árabe, Kombouaré sabe que precisará de títulos para legitimar seu trabalho - especialmente porque tem contrato apenas até o fim da temporada 2011/12. Leonardo foi contratado para ser diretor esportivo, mas, considerando o histórico recente, não seria surpresa se o brasileiro acabasse assumindo como treinador em caso de necessidade.

Pastore não foi o único jogador que Leonardo buscou na Itália. Junto com ele, chegaram o goleiro Salvatore Sirigu (Palermo, 3,5M), o volante Mohamed Sissoko (Juventus, 7M) e o meia Jeremy Menez (Roma, 8M). Do mercado local chegaram o goleiro Nicolas Douchez (Rennes, custo zero), o zagueiro Milan Bisevac (Valenciennes, 3,5M), o volante Blaise Matuidi (Saint-Etienne, 7,5M) e o atacante Kevin Gameiro (Lorient, 11M).

Ao todo, já foram gastos 83,5 milhões de euros em contratações, e ainda há mais um mês de janela aberta pela frente. Como bem lembrou Arsène Wenger durante a Copa Emirates, o PSG é o "Manchester City francês", com um potencial de gastos inalcançável para os rivais.

A curto e médio prazo, será importante reforçar as receitas do clube para uma rápida adequação ao fair-play financeiro proposto pela Uefa. Pelo último levantamento da Deloitte, relativo à temporada 2009/10, apenas Lyon e Marseille representam a França entre os vinte maiores faturamentos da Europa. Um retorno que só chegará com exposição, conquistas e participações frequentes na Champions.

Transferências mais caras da história do futebol francês (em milhões de euros):

1) Javier Pastore (Palermo - PSG, 2011) - 43
2) Nicolas Anelka (Real Madrid - PSG, 2000) - 33,5
3) Lisandro López (Porto - Lyon, 2009) - 24
4) Yoann Gourcuff (Bordeaux - Lyon, 2010) - 22
5) Lucas (Atlético-PR - Rennes, 2000) - 21,4
6) Shabani Nonda (Rennes - Monaco, 2000) - 19,8
7) Michel Bastos (Rennes - Lyon, 2007) - 18
André-Pierrre Gignac (Toulouse - Marseille, 2010) - 18
Lucho González (Porto - Marseille, 2009) - 18
Kader Keita (Lille - Lyon, 2007) - 18

O líder mais perto



O Corinthians lidera o Brasileirão jogando com dois centroavantes, sem que nenhum dos dois seja o típico homem de área, rompedor. Willian joga pela direita, aberto, numa função tática que faz dele homem de meio de campo. Num 4-2-3-1, é o armador pela direita. Émerson também não jogava como centroavante típico, até Liedson machucar-se. Passou a ser o mais infiltrado dos atacantes do Corinthians. Há pontos favoráveis e desfavoráveis nisso. Émerson é homem de movimentação, não de referência. Mas foi as duas coisas no lance do gol corintiano, em Florianópolis. Saiu da área para fazer papel de pivô, rolou a bola para Danilo pela esquerda, apareceu na grande área para receber o passe e finalizar. Ponto para ele.
Ponto também quando aos 24 do segundo tempo saiu da área para tabelar com Fábio Santos. Girou e lançou o lateral-esquerdo, que saiu frente a frente com Felipe. Há muito tempo, o centroavante não tem como única função fazer o gol. É mais do que isso. Precisa sair da área, fazer tabelas, movimentar-se.
Claro que isso depende da característica do jogador à sua disposição. Émerson tem menos faro de gol do que Liedson.
Mas não foi pela ausência de Liedson a derrota corintiana ontem, na Ressacada. Faltou mais do que o finalizador, faltou o criador. Em outras palavras, o Corinthians não perdeu seus sete pontos de vantagem, de dez dias atrás, por causa dos desfalques de Júlio César e Liedson. Há outros problemas, mais importantes.
Cria-se pouco pelos lados, Weldinho e Fábio Santos chegam pouco à linha de fundo. A criação funciona quando Danilo está bem, como no primeiro tempo, mas desaparece quando ele caiu de produção. E mesmo Alex, esperança em sua contratação, não consegue jogar o que sabe: Ele diz, trata-se da recuperação do ritmo de jogo.
Tudo isso faz mal ao Corinthians e bem ao campeonato O líder já não é indiscutível. O Brasileirão embolou.
JOGADA ENSAIADA. Se vencesse o Vasco ontem, o São Paulo estaria empatado na ponta com o Corinthians. Não venceu porque não conseguiu fazer a ligação entre o meio-de-campo e o ataque, teve Rivaldo discreto e Lucas muito longe de Dagoberto. As jogadas de lateral também falharam. Distante três
pontos do Corinthians, o São Paulo parece mais distante de arrumar seus problemas, desde que Adílson Batista chegou ao Morumbi.
Longe de tudo
Perto de arrumar. O Flamengo voltou a fazer bom jogo contra o Grêmio. Ronaldinho, mais ainda. Fez o gol da vitória roubando bola do goleiro Victor e deu o passe para Thiago Neves marcar o primeiro. O Palmeiras, quarto colocado, também está forte. Contra o Atlético, Maikon Leite foi mal, Valdivia discreto, mas, acredite, Luan compensou. Fez um gol e começou a jogada de outro. Isso não esconde a falta que Márcio Araújo faz. Acredite, também!

domingo, 31 de julho de 2011

Emirates Cup

PSG 3 x 0 Boca Juniors
Arsenal 1 x 1 New York Red Bulls

Super Copa de Dublin

Manchester City 3 x 0 Inter de Milão
Celtic 5 x 0 Irish XI

Mundial Sub-20


17h00 Costa Rica 1x4 EspanhaGrupo C
17h00 Nigéria 5x0 Guatemala Grupo D
20h00 Austrália 1x1 EquadorGrupoC
20h00 Croácia 0x2 Arábia Saudita Grupo D

Brasileirão Série A


16h00 São Paulo 0x2 Vasco
16h00 Fluminense 4x0 Ceará
16h00 Internacional 0x0 Atlético-GO
16h00 Avaí 3x2 Corinthians
18h30 América-MG 1x3 Coritiba
18h30 Atlético-PR 3x2 Santos
18h30 Bahia 3x1 Figueirense

Brasileiro Série D


10h00 Guarani-CE 0x1 Alecrim Grupo 3
16h00 Comercial-PI 2x1 Sampaio Correa-MA Grupo 2
16h00 Porto-PE 2x2 Santa Cruz-PE Grupo3
16h00 Bahia de Feira 1x2 Treze-PB Grupo 4
16h00 Tocantinópolis 3x2 Itumbiara Grupo 5
16h00 Metropolitano-SC 2x1 Brusque Grupo 8
16h00 Cianorte 2x1 Juventude Grupo 8
16h00 Cerâmica 1x1 Operário Grupo 7
17h00 Gama 1x1 Tupi Grupo 5

Brasileiro Série C


15h00 Santo André 1x0 Caxias Gruo D
16h00 Ipatinga-MG 4x1 Marília Grupo C
16h00 Joinville 2x1 Chapecoense Grupo D
19h00 Rio Branco-AC x Luverdense

sábado, 30 de julho de 2011

Mundial Sub-20


19h00 Mali 0x2 Coreia do Sul Grupo A
19h00 Camarões 1x1 Nova Zelândia Grupo B
22h00 Colômbia 4x1 França Grupo A
22h00 Portugal 0x0 Uruguai Grupo B

Brasileirão Série A


18h30 Flamengo 2x0 Grêmio
18h30 Cruzeiro 0x1 Botafogo
21h00 Palmeiras 3x2 Atlético-MG

Brasileiro Série D


15h30 Nacional-AM 1x2 Penarol-AM Grupo1
16h00 Villa Nova-MG 1x0 Formosa Grupo 6
16h00 CENE-MS 4x1 Mirassol Grupo 7
18h00 São Mateus 1x4 Sendas Grupo 6
19h00 Plácido de Castro 1x0 Cuiabá-MT Grupo 1
20h00 Coruripe-AL 2x1 Vitória da Conquista  Grupo 4

Brasileiro Série C


15h15 América-RN 1x0 Campinense-PB Grupo B
16h00 CRB 2x0 Guarany-CE Grupo B
16h00 Brasiliense-DF 2x0 Macaé Grupo C

Brasileiro Série B


16h20 Ponte Preta 0x3 Portuguesa
16h20 São Caetano 1x1 Paraná Clube
16h20 Grêmio Barueri 1x2 Guarani
16h20 Vitória 0x1 Boa
16h20 Icasa 2x0 Bragantino

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Mundial Sub-20

16h30 Inglaterra 0x0 Coreia do Norte
19h30 Áustria 0x0 Panamá
19h30 Argentina 1x0 México
23h00 Brasil 1x1 Egito

Brasileiro série B

19h30 Criciúma 1x0 Americana
19h30 ASA 4x3 ABC
21h00 Vila Nova-GO 1x0 Salgueiro
21h50 Duque de Caxias 2x3 Goiás

Campeão da Libertadores-2009 será o novo técnico da Argentina

Quase cinco dias após a demissão de Sergio Batista, Alejandro Sabella, 56, campeão da Libertadores-2009 com o Estudiantes, foi confirmado como novo técnico da Argentina, segundo o secretário-geral da AFA (Associação de Futebol Argentino), José Luis Meiszner.

Cèsaro de Luca-5.mai.10/Efe
Alejandro Sabella durante jogo do Estudiantes na Taça Libertadores-2010
Alejandro Sabella durante jogo do Estudiantes na Taça Libertadores-2010

"Sabella foi o escolhido. A decisão já foi tomada", disse o dirigente à agência argentina "Télam", que também confirmou que o diretor técnico Carlos Bilardo foi desvinculado do cargo e será o novo assessor do presidente da AFA, Julio Grondona.
Sabella vai firmar contrato até a Copa de 2014, mas só deve ser apresentado oficialmente na próxima semana, pois aguarda ainda o rompimento de seu antecessor com a AFA. O novo treinador terá também de romper um acordo que tinha com o Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos.
A estreia no comando da seleção argentina será em setembro, com dois amistosos na Ásia. O primeiro jogo será contra a Venezuela, no dia 2, e o segundo contra a Nigéria, dia 6. Em outubro, vai iniciar a disputa das eliminatórias sul-americanas contra o Chile.

Mourinho faz conferência telefônica com Neymar para contratá-lo

 O Real Madrid ataca em várias frentes para tentar a contratação do atacante Neymar, do Santos. O técnico da equipe espanhola, o português José Mourinho, até já conversou com o jogador através de uma conferência telefônica, que também teve a participação do presidente do clube madrilenho, Florentino Pérez, e do agente do atleta, Wagner Ribeiro.
A informação está na coluna Painel FC, assinada por Eduardo Ohata e Bernardo Itri, publicada nesta sexta-feira pela Folha. A íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha.
No contato, Mourinho abriu as portas do Real para receber Neymar neste momento. "Garoto, vem pra cá" foi uma das frases que o treinador português disse a Neymar, que estava próximo a seu pai e respondeu que estava analisando a proposta.
A conferência telefônica envolveu três países. Florentino Pérez, que colocou Mourinho na conversa, estava na Espanha. O treinador, nos Estados Unidos, realizando pré-temporada com o elenco do Real. E Neymar já estava no Brasil, após disputar a Copa América.
Neymar, porém, continua com vontade de disputar o Mundial de Clubes, no fim do ano, pelo Santos. É irredutível também a posição do Real Madrid, que pressiona para ter o atacante já para a temporada 2011/2012. O clube já aceitou pagar a multa rescisória de 45 milhões de euros (R$ 102 milhões) para ficar com o jogador.
O Real Madrid sofre a concorrência do Barcelona, que também já aceitou pagar a multa rescisória.

Um GP, Hungria, e seis candidatos à vitória

O atual campeão do mundo, líder do campeonato e vencedor de seis das dez etapas disputadas este ano, Sebastian Vettel, da Red Bull, afirmou, resignado, ontem no circuito Hungaroring, em Budapeste, quanto ao GP da Hungria: “É só ver a tendência das últimas três, quatro corridas. Vamos lutar com Ferrari e McLaren aqui”. Hoje começam os treinos livres.
  A primeira derrota da Red Bull na temporada foi em Nurburgring, domingo, quando Vettel e o companheiro, Mark Webber, se classificaram em quarto e terceiro. E disseram: “Era o máximo possível”. Venceu Lewis Hamilton, McLaren, seguido por Fernando Alonso, Ferrari. “Fui para casa, na Alemanha, permaneci dois dias lá e refleti bastante”, comentou, ontem, Vettel.
  “Está todo mundo na equipe trabalhando o tempo todo e já para esta prova temos novidades no carro”, disse o alemão. “Precisamos reagir já, não somos mais os mais velozes. Uma coisa é a classificação outra é a corrida”, emendou Webber. A Red Bull estabeleceu as dez poles do campeonato. Restando com o GP da Hungria nove etapas para o encerramento do calendário, a Red Bull tenta evitar maior aproximação dos adversários. Vettel lidera com 216 pontos seguido por Webber, 139, Hamilton, 134, e Alonso, 130.
  Contra o que se imaginava, Ferrari e McLaren desenvolveram seus modelos mais que a Red Bull e já a partir de hoje é possível que seis pilotos, desses três times, iniciem a disputa que reúne elementos para ser a melhor do ano até agora. “É um grande momento da Fórmula 1”, declarou Jenson Button, da McLaren. “Tivemos quatro vencedores distintos nas últimas quatro etapas e aqui são seis pilotos com chance de ganhar.”
  O cenário para a segunda metade do Mundial é alentador. Lewis Hamilton, da McLaren, era outra pessoa, ontem, depois de vencer em Nurburgring. Conversava solto: “Se essa temperatura se mantiver assim será maravilhoso para nós. Nós sofremos no calor”. Choveu o dia todo, ontem, e a temperatura máxima ficou em 22 graus Celsius. Na Alemanha, domingo, não passou dos 13 graus.
  Falou mais, Hamilton: “Sou daqueles que tira tudo de si e mais um pouco. Às vezes é minha equipe que tenta me manter sob controle”. Esse ímpeto todo já provocou incidentes com outros pilotos que valeram punições a Hamilton. Mas é um piloto imprescindível para a competição por conta de sua vontade contagiante de dar o melhor de si em qualquer condição. E sempre com enorme competência.
  Com exceção do bom quarto lugar no ano passado, Felipe Massa, companheiro de Alonso, sempre se viu envolvido em algo que comprometeu melhor resultado na Hungria. “Em 2007, na classificação, tive um problema na classificação e larguei lá atrás. Em 2008, liderava até três voltas do fim quando quebrou o motor e em 2009 sofri o acidente.”
  Mas nunca este ano suas perspectivas de lutar pelas primeiras colocações foram tão boas. “Com os pneus macios e supermacios temos boas chances aqui.” Alonso acredita que vários fatores ajudaram a McLaren ser supercompetitiva em Nurburgring. “Nesta pista (Hungaroring) penso que seremos mais rápidos que eles, não faz o frio da Alemanha que tanto os ajudou.”

Kleber, Ronaldinho e Thiago Neves no tribunal é exagero por Antero Greco

Tribunal Esportivo é importante, mas às vezes exagera no zelo. Na pauta da sessão marcada para hoje está o julgamento de Kleber por falta de fair-play no jogo em que Palmeiras e Flamengo empataram por 0 a 0 na semana passada. O atacante foi denunciado porque não colocou uma bola pra fora, como cortesia. Em vez de ceder o lance para o adversário, resolveu arriscar o chute a gol. O gesto provocou início de tumulto. A atitude de Kleber foi tosca – eu disse isso na tevê, além de escrever aqui e na coluna no Estadão. Faltou-lhe cavalheirismo, picardia, elegância. Em seu favor, alegou no dia seguinte que os jogadores do Fla também não se comportaram com altivez em diversos momentos. Citou cotoveladas, faltas ríspidas e abuso de cera.
Erros, sem dúvida. Mas que não justificavam sua reação. Kleber seria diferente – e superior – se mostrasse desprendimento e não se mantivesse no nível dos demais, que considerou baixo e antidesportivo. Perdeu oportunidade de dar lição e agir como verdadeiro “Gladiador”.
Daí a ser levado para o tribunal há um disparate. O fair-play é bonito e o defendo. A Fifa sempre prega cortesia e lisura como partes integrantes do jogo, embora nem sempre faça uso dessas qualidades. Só que não há regra escrita determinando que um atleta que, numa bola ao chão, não possa ganhar a dividida. Kleber fez papelão, mas não descumpriu regulamento, apesar de ser denunciado no artigo 258 do Código de Disciplina (assumir atitude contrária à disciplina e moral esportiva).
Da mesma forma, considero severa demais a perspectiva de Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho pegarem até 10 jogos de suspensão por terem forçado terceiro amarelo, no mesmo jogo, e assim evitarem o confronto com o Ceará. Ambos acharam mais conveniente zerarem logo a série e trataram de levar a arbitragem à punição que lhes interessava.
Ok, é falta também de fair-play, mas nenhum crime contra o esporte. O ‘erro’ de Thiago Neves foi o de ter sido sincero, ao admitir a manobra, aliás tão comum, nem por isso uma lindeza. O procurador do tribunal, Paulo Schimitt, disse que o futebol não pode ser um vale-tudo – e assino embaixo. Mas esse é um pecadilho, um pecado venial, diante das botinadas, carrinhos, entradas criminosas, cotoveladas muitas vezes ignoradas.
Um pito – e olhe lá! – nos dois rubro-negros já estará de bom tamanho. Carga pesada, de fato, deveria ocorrer sempre contra os desleais e violentos. Esses têm de ser combatidos. Meu maior sonho, porém, é ver um dia um tribunal  punir cartolas e afins que não agem com fair-play e transparência com um bem cultural e público tão importante como o futebol. Aí, sim, será um festival e tanto de condenações, suspensões, afastamentos.
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A magia da bola

Numa dessas conversas de fim de expediente, recentemente, o amigo e jornalista Wilson Baldini Jr. fez observação com a qual concordo: "O futebol passa por crise técnica". Quem, por exemplo, elegeríamos para concorrer com Messi ao título de craque do ano, como faz a Fifa? Hoje temos grandes jogadores, mas pouquíssimos superastros internacionais. Nem por isso ele tem perdido emoção ou contabilizado redução no número de seus fanáticos seguidores. Ao contrário! Dois jogos do Brasileirão anteontem atestaram, novamente, por que se trata do esporte mais popular do mundo.

Gols, grandes jogadas, erros incríveis, alternância no placar. Numa mesma noite - épica, por sinal -, a bola criou heróis e vilões, personagens que viverão dias distintos pelo menos até a próxima rodada. Refiro-me, claro, a Santos 4 x 5 Flamengo e Coritiba 3 x 4 São Paulo. No Couto Pereira, 26 mil pessoas prestigiaram o Coxa, apesar do frio, e, na Vila, 13 mil assistiram a uma das partidas mais espetaculares dos últimos tempos.
Numa época em que a informação chega cada vez com mais velocidade e as notícias são precocemente descartadas, um jogo de meio de semana cai, em algumas horas, no esquecimento. Certamente não é o que ocorrerá com os dois citados acima.
Ronaldinho Gaúcho e Neymar encheram os olhos do torcedor. O flamenguista jogou como nos tempos de Barcelona, com lances notáveis e três gols, um deles genial - aliás, vale a pena guardar a brilhante atuação, rara nos últimos cinco anos. E o santista humilhou a defesa adversária, com dois belos gols (um de placa) e passes precisos. Um clássico para ficar na eternidade!
Pode parecer antipático falar em vilão num confronto como o da Vila. Mas não dá para ignorar a cobrança de pênalti displicente de Elano, dez dias depois de ter falhado com a seleção na Copa América. O meia, em tom humilde, reconheceu o erro e se desculpou com a furiosa torcida alvinegra. O goleiro Felipe, após a defesa na "cavadinha" do adversário, também não precisaria ter feito embaixadinhas com a bola. Não sou daqueles que acham que tudo tem de ser politicamente correto, mas bom senso e responsabilidade não fazem mal a ninguém. Ele havia sofrido três gols em menos de meia hora. Felipe, embora seja um respeitável camisa 1, peca muitas vezes por seu comportamento imaturo.
Assim como pecaram os santistas após terem aberto 3 a 0 no placar. Um time com a categoria do Santos, atuando em casa, não pode permitir uma reação tão impressionante do oponente. O Flamengo, claro, teve méritos e contou com Ronaldinho Gaúcho em apresentação iluminada, mas a equipe da Baixada relaxou, afrouxou na marcação e deixou a simplicidade de lado. Pagou caro e, no futuro, vai lamentar os 3 pontos perdidos.
Ao mesmo tempo em que premia craques como Ronaldinho e Neymar, a bola pune. Foi por pouco que o São Paulo não saiu de Curitiba com um resultado desastroso numa partida memorável. Por ter também se acomodado. Vencia o Coritiba por 4 a 0 (com um bonito gol do menino Lucas) até a metade do segundo tempo e tinha um jogador a mais em campo. O espectador que desligou a TV aos 20 minutos da etapa final e foi para a cama provavelmente levou um susto ontem pela manhã. Os curitibanos fizeram três gols e tiveram chance de igualar o marcador no fim. O empate seria um justo castigo para os são-paulinos e um merecido prêmio para o valente time da casa. A torcida, em reconhecimento ao esforço, aplaudiu de pé os atletas.
A magia do esporte bretão foi celebrada também na Europa anteontem. Se não tivesse assistido à final da Supercopa da França, eu não acreditaria no que ocorreu na cidade de Tanger, no Marrocos. O Olympique de Marselha conquistou o título ao vencer o Lille por 5 a 4. Até os 40 do segundo tempo perdia por 3 a 1. Isso significa que cinco dos nove gols surgiram nos minutos finais.
Por mais que muitos dirigentes de clubes, entidades nacionais e da Fifa usem a bola como meio para tirar proveito pessoal, o futebol deu mais uma mostra, nesta quarta-feira, de que é imortal.


Procuradoria do STJD pode propor transação disciplinar para RG e TN

Conversei com o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, que ofereceu denúncia ao Tribunal envolvendo Thiago Neves, Ronaldinho Gaúcho e Kleber. Os jogadores foram incursos no Art. 258 (Assumir atitude contrária à disciplina ou à moral desportiva, em relação a componente de sua representação, representação adversária ou de espectador). A pena varia de uma a dez partidas, provas ou equivalentes.

Dependendo do andamento das provas processuais apresentadas pela Defesa, a transação disciplinar pode ser feita pela Procuradoria, com base na pena prevista no artigo a que responde o denunciado. Caso o departamento jurídico do clube a que pertence o jogador aceite a proposta, assim como o auditor e o relator, o processo se encerra.

Se isso não acontecer, o julgamento prossegue naturalmente para que os auditores do STJD possam decidir o caso.

No entendimento de Paulo Schmitt, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho vivem situação diferente a do atacante Kleber. Os jogadores do Flamengo estariam mais próximos de alcançar a transação disciplinar.

“Até mesmo uma advertência pode ser proposta como forma de alerta, isso no caso dos atletas do Flamengo. Com relação ao Kleber, considero mais difícil este tipo de transação devido às declarações dele após a partida”, avaliou o Procurador do STJD.

A inusitada entrevista de Thiago Neves causou estranheza a Paulo Schmitt. “A gente sempre ouve história de mala branca, preta, armação de resultado, mas ninguém admite. Agora, quando alguém vem a público falar do tema, isso merece um julgamento, pois é algo que fere os princípios desportivos”, destacou Schmitt.

Se houver acordo com relação a punição, mesmo que seja um jogo, os atletas terão que cumprir a pena, pois a suspensão automática não configura que os jogadores já foram punidos.

O julgamento dos atletas acontece nesta sexta-feira, na Quarta Comissão Disciplinar do STJD. No entanto, Paulo Schmitt não é o Procurador nesta Comissão. Ele atua somente no pleno, o STJD.



Veja a entrevista de Paulo Schmitt!
O que é a Transação Disciplinar Desportiva?
O Código Brasileiro de Justiça Desportiva, no Art. 80-A, prevê a possibilidade de o Procurador propor ao infrator uma transação, aplicando-lhe uma pena que não ficará registrada na sua ficha para efeitos de reincidência, mas apenas para não utilizar o benefício novamente no prazo de um ano.

Essa transação é semelhante à Transação Penal, aceita para os crimes de menor potencial ofensivo.

Mourinho chega em silêncio para julgamento na Uefa; decisão deve sair ainda hoje

O técnico do Real Madrid, José Mourinho, já está dando suas justificativas junto ao Comitê de Apelação da Uefa na sessão que analisa o pedido do clube merengue de que a entidade anule a suspensão de cinco partidas e 50 mil euros (cerca de R$ 112 mil) imposta ao treinador por suas “declarações inapropriadas” depois do primeiro jogo das semifinais da Champions League da última temporada diante do Barcelona.

Mourinho não deu nenhuma declaração aos jornalistas no momento de sua chegada ao tribunal. Acompanhado por dirigentes e advogados do Real Madrid, o português chegou ao local cerca de dez minutos antes do horário estipulado para o início da sessão.

Ainda não há confirmação oficial, mas fontes ligadas à Uefa garantem que a decisão do Comitê de Apelação será conhecida ainda nesta sexta-feira por meio de um comunicado publicado no site da entidade, “provavelmente antes do meio-dia” (horário local).

O técnico do Real Madrid foi punido por cinco partidas (das quais já cumpriu uma, no jogo de volta da semifinal contra o Barça) por ter afirmado durante entrevista coletiva após o primeiro confronto entre os dois times que o time azul-grená era beneficiado pela arbitragens na Liga dos Campeões.

Entenda o jogo político que move a virada de mesa no futebol argentino

Presidente da Associação de Futebol (AFA) desde 1979, Julio Grondona é um desses cartolas que deveriam desaparecer do futebol. Não por acaso hinchas argentinos tocam o movimento @chaugrondona no twitter. É evidente que o dirigente é o principal personagem da virada de mesa em curso no futebol argentino.

O sanguinário general Jorge Rafael Videla, que deu golpe de Estado em 1976, e Grondona
O sanguinário general Jorge Rafael Videla, que deu golpe de Estado em 1976, e Grondona

Grondona sinalizou que a mudança era certa, mas agora já diz que a alteração no sistema do campeonato não é algo garantido. Alega, ainda, que o descenso do River Plate não é a razão principal desse absurdo. E aí faz sentido. Grondona vem defendendo a chamada “federalização” do futebol, com mais times do interior na elite.

O site Futebol Portenho reproduz trechos de uma entrevista na qual o cartola diz: “Desde que cheguei à AFA, uma das minhas prioridades é a federalização. Há muitas coisas que precisam mudar, e é preciso ajudar os clubes. O River não tem nada a ver com isso. Faz tempo que pensamos em um novo torneio”.

Tamanha desfaçatez não surpreende. Soa patética tal frase se lembrarmos que Grondona comanda a AFA há 32 anos, chegou ao comando da entidade uma década antes de Ricardo Teixeira assumir a CBF. O artifício pretende incluir a B Nacional (segunda divisão) no projeto Futbol para Todos, que pode ser traduzido como "dinheiro público gasto com direitos de televisão".

Se a virada de mesa se concretizar, os times da segundona também passarão a ter suas partidas exibidas pela TV pública, ou seja, canal aberto bancado pelo governo, como já acontece com a divisão principal. E isso é de grande interesse da presidenta Cristina Kirchner, que usa e abusa do futebol como plafaforma política.

Até lances de arquibancadas de pequenos estádios são erguidos com apoio presidencial. Quando estava na presidência, seu marido, Nestor, que morreu em outubro de 2010 e torcia pelo Racing, jamais se inibiu diante das possibilidades de projeção que o esporte propociona aos políticos.

Já a Copa América foi espalhada pelo país não apenas para levar as seleções participantes a outras cidades argentinas, mas também para agradar eleitores e dar sequência à estratégia presidencial. Agora Grondona deve ajudá-la a conduzir os principais times do país pelo interior, algo que o River Plate já vai fazer de qualquer forma por ter caído.

O dirigente afirma que os clubes não serão sobrecarregados, que jogarão os mesmos 38 jogos por temporada e que clássicos seguirão acontecendo. Pode ser, mas é evidente que para isso o campeonato argentino terá muitas partidas sem atrativos, mesclando equipes mais fortes com outras que não teriam condições de disputar a primeira divisão sem virada de mesa.

E isso ajuda a entender que a manobra é muito mais ambiciosa, ampla e asquerosa do que um simples movimento para recolocar um time importante na elite, tanto que o River jogará a segundona. O presidente da AFA diz que tudo depende do ok da assembléia, em outubro, mas não passa de conversa fiada, especialidade de políticos e cartolas aqui e lá.

Torcedores programam uma manifestação para quarta-feira, dia 2. A indignação popular e a péssima repercussão que tal medida gerou provocaram o recuo. Kirchner não seria tola de seguir à frente disso nesse momento. Melhor esperar as coisas se acalmarem. E seus eleitores distantes de Buenos Aires curtirem a ideia. Até por ser ano eleitoral na Argentina.

A mesa do futebol argentino já foi virada.

Grondona com a presidenta Cristina Kirchner: sempre ao lado do poder
Grondona com a presidenta Cristina Kirchner: sempre ao lado do poder






quinta-feira, 28 de julho de 2011

Mais de 150 torcedores compareceram ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, para receber a delegação do Flamengo, na tarde desta quinta-feira, um dia depois da épica vitória sobre o Santos por 5 a 4 na Vila Belmiro. Houve também muito empurra-empurra entre jornalistas e fotógrafos além de segurança reforçada, principalmente sobre Ronaldinho Gaúcho.

ESTOCOLMO - Com exceção da polonesa Anna Rogowska, atual campeã mundial, todas as principais atletas do salto com vara vão se reencontrar em uma competição outdoor na etapa de Estocolmo da Diamond League, que acontece nesta sexta-feira. Entre elas estará a brasileira Fabiana Murer, que encara a competição na Suécia como uma prévia do Mundial de Daegu. Será a primeira chance de comparar seu desempenho ao ar livre com as maiores rivais.
Leif R Jansson/AP
Leif R Jansson/AP
'Vai ser uma prova muito forte', afirma Fabiana Murer

"Vai ser uma prova muito forte, com as líderes do ranking. Todo mundo está em preparação para o Mundial e é para isso que servem essas etapas da Diamond League", disse Murer, que vai poder reencontrar Yelena Isinbayeva. A recordista mundial ficou 18 meses afastada das provas ao livre e voltou a competir no final de semana passado, na Bélgica. Saltou 4,60 m, mas sob chuva, o que impede qualquer comparação com as melhores marcas das adversárias.
A líder do ranking no ano é a alemã Martina Strutz, que já saltou 4,78 m. Fabiana tem 4,70 m como sua melhor marca, igual desempenho da russa Svetlana Feofanova. Quem lidera a Diamond League, porém, é a alemã Silke Spiegelbur. Todas estarão em Estocolmo.
Fabiana tem treinado em Fórmia, na Itália, com o ucraniano Vitaly Petrov, ex-técnico de Isinbayeva. Ela acredita que o período de preparação vai surtir efeito já nas vésperas do Mundial de Daegu. "Gostei bastante dos meus treinos em Fórmia e me sinto mais confiante e preparada para competir. Acredito que posso melhorar minha marca da temporada, de 4,70 m, mas vai depender dos acertos e das condições na hora da prova", disse a brasileira, que ainda competirá em Londres antes de viajar à Coreia do Sul. O Mundial começa no dia 27 de agosto.


Desembarque do Flamengo causa tumulto no Rio; Ronaldinho celebra melhor jogo no clube

Mais de 150 torcedores compareceram ao Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, para receber a delegação do Flamengo, na tarde desta quinta-feira, um dia depois da épica vitória sobre o Santos por 5 a 4 na Vila Belmiro. Houve também muito empurra-empurra entre jornalistas e fotógrafos além de segurança reforçada, principalmente sobre Ronaldinho Gaúcho.

Autor de três gols na partida de ontem, o melhor do mundo em duas oportunidades foi escoltado por seus seguranças e também por homens contratados pelo Flamengo. Ainda assim, o jogador deu uma rápida resposta quando questionado se este foi seu melhor jogo pelo clube: "No Flamengo, sim".

Enquanto isso, o volante Renato Abreu parou para conversar com os jornalistas, elogiou Ronaldinho e a partida disputada na Vila Belmiro. "Foi um jogo que marcou a minha vida e acredito que a dos torcedores também. Mostramos que somos um time que se recusa a perder. Tivemos muito poder de superação para nos recuperarmos depois de estar perdendo por 3 a 0", afirmou.

Ronaldinho é abraçado por Felipe; cercado por seguranças, pouco falou no desembarque
Ronaldinho é abraçado por Felipe; cercado por seguranças, pouco falou no desembarque
Crédito da imagem: Vipcomm
"As duas equipes jogaram bem, teve nove gols... Mais um prova de que a nossa equipe pode ser brilhante. Se é outro time, desistiria, mas nós somos guerreiros", disse o experiente jogador, que também agradeceu a recepção da torcida: "O Flamengo sempre nos surpreende. Muita gente deve ter deixado de vir ao trabalho para vir nos apoiar aqui".

"Ronaldinho a gente sabe que é gênio. Ajuda a marcar, a finalizar, com um toque a mais e ontem foi brilhante. Fez um gol bonito de falta, que eu já tinha visto ele fazer antes. O conjunto da obra foi brilhante e saiu essa joia: Ronaldinho com três gols", continuou Renato Abreu.

Agora, o Flamengo começará a se preparar para o jogo de sábado contra o Grêmio, no Engenhão.

Minhas desculpas a Ronaldinho

Antes de tudo, vou deixar claro aqui: nunca fui fã de carteirinha de Ronaldinho Gaúcho. Sempre achei um 'craque super-estimado'. Foi melhor do mundo? Foi, mas por um curto período - no Barcelona. Sempre ficou devendo na seleção brasileira? Também - sua melhor partida pela seleção foi a vitória contra a Inglaterra, na Copa de 2002, quando foi expulso e quase enterrou o time.

Uma das grande batalhas teóricas da minha vida de jornalista esportivo foi travada quando começaram a comparar Ronaldinho com os imortais do futebol, como Maradona. Heresia! Ronaldinho não fica entre os cinco maiores do futebol brasileiro em todos os tempos. Não fica mesmo...

Ronaldinho sempre se divertiu jogando. Habilidade imensa. Mas entre o malabarismo e o protagonismo, sempre optou pela primeira opção.

A partir de 2006, então, parece ter se desinteressado pelo futebol, pela 'profissão'. Nem se divertir, se divertia mais.

Foi muito mal na Copa da Alemanha. Encontrou guarida no Milan, onde teve alguns bons momentos, sempre acima do peso, sem mobilidade, sem grandes sorrisos.

Ronaldinho só tinha uma saída: voltar ao futebol brasileiro. O caminho mais óbvio. Voltar ao Grêmio. Resgatar uma história inacabada.

Optou pelo Flamengo, numa negociação que desgastou ainda mais sua imagem. Ronaldinho optou pelo Rio, pela Cidade Maravilhosa, de tantos atrativos. O Flamengo parece ter se esforçado pela contratação, mais pela questão do marketing do que pela questão do campo. Tudo para dar errado, certo?

Errado. Ronaldinho, evidentemente, curtiu e tem curtido a noite carioca - que jogador de futebgol não vai para a noite; a não ser os Atletas de Cristo?

O fato é que, baladeiro sim, Ronaldinho voltou a ser um jogador de futebol profissional, comandado pelo contestado Vanderlei Luxemburgo.

Não rendeu grandes patrocínios. Sua resposta é no campo. Entrou no peso, está em forma invejável. Jamais vestiu o chinelinho. Está disponível em todas as partidas. E voltou a ser decisivo.

Ronaldinho é o artilheiro do equilibradíssimo Brasileirão, minha gente. E isso não é pouco! Contra o Santos, no aguardado duelo contra Neymar, foi espetacular, decisivo, objetivo, competitivo. Ronaldinho não jogava assim há muuuuuuuito tempo.

Não é veterano. Nunca teve lesão séria na vida. Tem muita lenha para queimar. Basta querer. Neste vazio de ideias que é a seleção brasileira, pode até voltar, para reescrever uma história de final triste. Basta querer...

Você daria uma nova chance para Ronaldinho na seleção? 

VIDEOBLOG: Salve o futebol. Ele voltou!

Enfim, o futebol voltou. Não é todo dia que você tem um 5 a 4, como o da vitória do Flamengo sobre o Santos, pelo Campeonato Brasileiro, ou um 4 a 3, no triunfo do São Paulo sobre o Coritiba. Não é sempre que temos um Ronaldinho Gaúcho jogando como nos tempos do Barcelona, e Neymar fazendo gol de Pelé.

Estou muito satisfeito, porque a gente gosta de futebol em função disso, para ver coisas como essas. Foi um grande jogo, que nos enche de orgulho, e quem assistiu pode se sentir um privilegiado. Entretanto, como em toda grande partida, há, também, as falhas.

Houve problemas defensivos, de goleiro, de centroavantes. Existiu até mesmo a omissão do Ganso, o que me preocupa. Além disso, não há desculpa para o Elano ter cobrado um pênalti como aquele. Ele tinha a obrigação de fazer uma cobrança como profissional. Porém, existiu muita coisa maravilhosa. Salve o futebol, ele está de volta!



Clique no player para assistir ao videoblog desta quinta-feira

Brasileirão Séria A

19h30 Vasco 1x1 Bahia
21h00 Ceará 2x1 Atlético-PR

Eliminatória Asiática

08h00 Tadjiquistão 0x4 Síria
08h00 Quirguistão 0x3 Uzbequistão
08h00 Filipinas 1x2 Kuait
09h00 Indonésia 4x3 Turcomenistão
09h00 Hong Kong 0x5 Arábia Saudita
09h00 Bangladesh 2x0 Líbano
09h15 Vietnã 2x1 Qatar
09h45 Malásia 1x1 Cingapura
10h30 Índia 2x2 Emirados Árabes Unidos
12h00 Palestina 2x2 Tailândia
13h00 Iêmen 0x0 Iraque
13h00 Maldivas 0x1 Irã

Eliminatória Asiática para a Copa 2014

Segunda fase
Jogos de volta
Laos 1 x 6 China
Mianmar 0 x 2 Omã
Nepal 1 x 1 Jordânia

Felipão diz que disque-denúncia é 'frescura'; Assunção se defende após ser chamado de cachaceiro

A maior organizada do Palmeiras criou na internet um anúncio pedindo que os torcedores denunciem os jogadores do clube que forem vistos à noite na balada. Na última semana, Luan e Marcos Assunção foram chamados de "cachaceiros" por parte da torcida. Nesta quarta-feira, depois da vitória sobre o Figueirense, por 1 a 0, em Florianópolis, o técnico Luiz Felipe Scolari e o volante Marcos Assunção rebateram as críticas.

Felipão foi curto e grosso ao comentar o disque-denúncia criado pelos torcedores: "É frescura".

Já Marcos Assunção explicou bem o seu ponto de vista se defendeu e garantiu não consumir bebidas alcoólicas.

"Quem me conhece sabe que eu não bebo nada, e não é porque eu não quero, é porque eu não gosto mesmo. Saio quando posso, mas jamais vão me ver enchendo a cara. Não sou evangélico, mas se me verem por aí, vou estar com minha coca-cola ou com minha água", disse o volante palmeirense.
Por outro lado, Assunção disse que os jogadores têm o direito de aproveitar a noite também, nos dias certos, desde que isso não atrapalhe o desempenho nas partidas. O volante mostrou entender o protesto dos torcedores, mas foi firme ao mostrar que os atletas também têm a sua vida pessoal.

"Esse disque-denúncia é para achar os jogadores à noite, mas quem sai é na folga, nós temos nossas vidas fora do Palmeiras, não vivemos só do trabalho. Os torcedores têm razão em cobrar dois dias antes de um jogo, temos que ter respeito. Mas três, quatro dias antes de uma partida não tem problema sair. Temos amigos, alguns no meio da música, que muitas vezes chamam a gente para sair, para jantar. Quando a gente tem folga, tem que sair, se divertir mesmo. Eu já tenho 35 anos, mas a maioria é novo, tem que ter o momento de descontração", afirmou Assunção.

Abel reclama da arbitragem e levanta suspeita de perseguição contra os cariocas

O técnico Abel Braga, do Fluminense, reclamou bastante da arbitragem na derrota de sua equipe para o Atlético-MG, por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite. Na opinião do treinador, o adversário foi beneficiado por uma falta marcada no início do lance que originou no gol de André, no segundo tempo.

"Não houve nem contato. Ele bateram rápido a falta e depois aconteceu o gol. O juiz também não foi bom para o Atlético em alguns momentos, mas ele influenciou no resultado final", protestou o comandante do Flu.

Abel Braga ainda lembrou o fato de dois clubes do Rio de Janeiro terem sido campeões brasileiros em 2009 e 2010, Flamengo e Fluminense, respectivamente, para seguir reclamando do árbitro e levantar uma suspeita de perseguição contra clubes cariocas.

"Além deste jogo, houve um situação contra o Flamengo, a situação no jogo passado (contra o Palmeiras). Não sei se existe uma preocupação excessiva por dois times cariocas terem ganho o Brasileiro nos dois últimos anos", afirmou Abel.

Quando analisou o confronto, Abel aprovou a postura do Fluminense em algumas parte do jogo, mas também deu méritos ao oportunismo do Atlético-MG, que ganhou com um gol de cabeça do estreante André.

"O adversário teve momentos de pressão e foi feliz na oportunidade que teve. Mas nós também tivemos chances, e o gol não saiu. Eles colocaram dez jogadores atrás da linha da bola, e tivemos dificuldades, afimou Abel.

VÍDEO: Botafogo sai atrás, mas vira sobre o Avaí e dá folga a Caio Júnior

Depois de quatro rodadas de jejum, o Botafogo virou o jogo sobre o Avaí em 2 a 1, nesta quarta-feira, no Engenhão, e fez o técnico Caio Júnior respirar aliviado. O treinador sentia a pressão da torcida e cogitou-se até sua demissão.

Dirceu marcou para o Avaí logo de casa. Apesar dos muitos desfalques, a equipe da casa correu atrás da desvantagem. Maicossuel, outro que também estava recebendo críticas, e Herrera fizeram os gols da equipe da casa.

O jogo foi caracterizado por muitos erros cometidos pelas duas equipes. E a torcida do Botafogo, insatisfeita com a situação da equipe, não escondeu seu desagrado com o técnico Caio Júnior, hostilizado durante a maior parte do jogo. O Avaí teve maior posse de bola mas não soube transformar o domínio em gols.

Na próxima rodada o Botafogo vai enfrentar o Cruzeiro na Arena do Jacaré. O Avaí receberá o Corinthians, na Ressacada. O Botafogo soma 19 pontos, temporariamente na sexta colocação. O Avaí tem sete e é o penúltimo. 

 Alívio: Maicossuel deixou sua marca na vitória; veja!
Crédito da imagem: Agência Estado
O jogo

Diante de um público muito pequeno, Botafogo e Avaí iniciaram a partida de forma cautelosa. Quando os dois times ainda estavam se estudando, o time visitante marcou o primeiro gol aos seis minutos. A bola foi levantada na área, Welton Felipe desviou e Dirceu entrou livre para tocar com o pé direito e colocar nas redes de Jefferson que não teve a menor chance de defesa.

O gol deixou o time alvinegro mais nervoso e aos oito minutos, depois de cometer três faltas, o atacante Herrera recebeu cartão amarelo. O time dirigido por Caio Junior mostrava muito nervosismo e não conseguia armar jogadas de ataque, insistindo nos cruzamentos que eram facilmente bloqueados pela defesa catarinense.

Aos 18 minutos, o Avaí saiu em velocidade e Pedro Ken foi lançado nas costas dos zagueiros alvinegros. O atacante catarinense entrou livre e chutou para fora, perdendo uma grande chance de ampliar o marcador.

A torcida tentava empurrar o time, mas os gritos de incentivo eram logo substituidos por vaias quando a equipe errava as jogadas. Aos 27 minutos, o Botafogo empatou a partida. Márcio Azevedo fez grande jogada pela esquerda, se livrou da marcação e rolou para Maicossuel que bateu de primeira no ângulo esquerdo do goleiro Felipe.

O Avaí não se abalou e aos 31 minutos, quase desempata em cabeçada de Welton Felipe que passou raspando. Na cobrança do tiro de meta, Jefferson saiu jogando errado e proporcionou nova chance ao Avaí. A bola acabou nos pés de William que chutou por cima quando estava livre diante do goleiro alvinegro.

O Botafogo desempatou aos 37 minutos. Elkeson cobrou falta na entrada da área e lançou para Herrera que tocou de cabeça fora do alcance do goleiro Felipe. A vantagem acalmou a equipe carioca que passou a tocar a bola com mais constância e saindo sempre com Márcio Azevedo que sempre levava vantagem sobre seus marcadores.

O Avaí voltou mais ofensivo e logo aos dois minutos, ao tentar aliviar o perigo, Gustavo chutou a bola em cima do volante Léo e a bola quase sobrou para o atacante Wiliam. O time catarinense seguiu pressionando em busca do gol de empate, e o Botafogo apenas se preocupar em afastar o perigo da sua área.

O time catarinense seguia trocando bolas na intermediária carioca e um chute de Pedro Ken obrigou Jéfferson a uma boa defesa. Para aumentar a força do ataque, o técnico Gallo trocou o meia Fabiano pelo atacante Rafael Coelho.

Já o Botafogo não conseguia trocar três passes e apelava para os lançamentos longos em direção aos atacantes sem o menor sucesso. Só aos 14 minutos é que o Botafogo chegou na área em cabeçada de Alexandre Oliveira que Felipe defendeu sem dificuldade. Aos 19 minutos,o Avaí chegou a marcar mas a arbitragem anulou o lance.

O técnico Caio Júnior decidiu substituir Maicossuel por Felipe Menezes e foi chamado de burro pela torcida botafoguense. Os protestos contra o treinador se intensificaram quando o treinador alvinegro tirou Herrera e colocou Alex.

As modificações feitas por Caio Júnior não surtiram efeito e o Avaí continuou com o domínio das ações, embora sem mostrar competência para aproveitar a maior posse de bola. Aos 34 minutos, o atacante Caio sofreu uma entorse violenta e acabou sendo obrigado a deixar o campo.

Com um jogador a menos e sem qualquer inspiração, o time alvinegro se limitava a defender o resultado. Aos 39 minutos, Pedro Ken cobrou falta com grande perigo para o gol de Jéfferson. O Botafogo teve uma grande chance de marcar o terceiro gol aos 43 minutos quando Alessandro e Elkeson arrancaram livres para a área catarinense mas o meia errou a conclusão.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-RJ 2 X 1 AVAÍ-SC


Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 27 de julho de 2011 (Quarta-feira)
Horário: 19h30(de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Jossemmar Moutinho (PE) e Thiago Brigido (CE)
Cartão Amarelo: Herrera, Márcio Azevedo, João Filipe(Bota); Marcos Paulo. Welton Felipe, Fabiano(Av)
Gols:
BOTAFOGO: Maicosuel aos 27 minutos e Herrera aos 37 minutos do primeiro tempo
AVAÍ: Dirceu aos seis minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO: Jéfferson; Alessandro, João Filipe, Gustavo e Márcio Azevedo; Léo, Renato, Maicosuel(Felipe Menezes) e Elkeson; Herrera(Alex) e Alexandre Oliveira(Caio)
Técnico: Caio Junior

AVAÍ: Felipe, Welton Felipe, Bruno e Dirceu; Daniel, Marcos Paulo(Batista), Pedro Ken, Fabiano(Rafael Coelho), Cleverson(Estrada) e Romano.
Técnico: Alexandre Gallo

Com show e três gols, Ronaldinho resgata futebol dos tempos europeus e ganha elogios

A atuação de gala de Ronaldinho Gaúcho nos 5 a 4 do Flamengo contra o Santos teve um quê de nostalgia. Inspirado, o atacante parecia ter saído de uma máquina do tempo, vindo direto de seus melhores dias no futebol europeu.

O camisa 10 fez seu melhor jogo pelo Flamengo. Mais do que isso, fez sua melhor partida em muito tempo. E não faltam elementos para lembrar, no jogador de quarta-feira, o craque que se tornou o melhor do mundo.

A primeira, e mais subjetiva, é a qualidade técnica: contra o Santos, Ronaldinho driblou, passou, chutou com maestria. Não parecia o jogador que chegou a ser vaiado pela torcida e que levou um ultimato do técnico Vanderlei Luxemburgo.

A segunda, os três gols. Conseguir hat-tricks é algo raro na carreira do gaúcho. A última vez que ele havia balançado a rede três vezes fora em 17 de janeiro de 2010, na vitória do Milan por 4 a 0 sobre o Siena, no Campeonato Italiano.

Um, dois, três: Ronaldinho teve uma noite de gala na Vila Belmiro
Um, dois, três: Ronaldinho teve noite de gala na Vila Belmiro
Crédito da imagem: Agência Estado

Mesmo no Barcelona, não era fácil ver o craque marcar tantas vezes. Em outubro de 2003, foram três nos 8 a 0 sobre o Pushov, da Eslováquia, na Copa da Uefa; dois anos depois, mais três diante da Udinese, nos 4 a 1 pela Champions League.

Na seleção, Ronaldinho marcou três vezes em um amistoso contra o Haiti, no Amistoso da Paz. O Brasil venceu por 6 a 0 em Porto Príncipe. Em 18 de agosto de 2004.

Para completar a lista de semelhanças com o “Ronaldinho europeu”, o quarto gol do Flamengo. Ronaldinho cobrando falta com inteligência, por baixo da barreira que saltaria. Como em 5 de dezembro de 2006, na vitória sobre o Werder Bremen, pela Champions League.

Agora, para falar de três gols do atacante, ou de uma grande atuação, ou mesmo de uma cobrança de falta inteligente, ninguém terá de buscar os arquivos de clubes europeus. Os feitos de Ronaldinho na Vila Belmiro foram um marco na consagrada carreira do camisa 10. E mereceram elogios de todos os lados, principalmente de Neymar – considerado o futuro da seleção brasileira.

“Fico feliz pelo Ronaldinho ter feito esse belo jogo, representando o que ele sempre foi no futebol, Infelzmente foi contra o Santos, mas ele merece. Foi um jogo que todo mundo gosta de ver, com muitos gols", afirmou o craque santista.

O técnico Vanderlei Luxemburgo, que chegou a cobrar boas atuações e dizer que sua paciência tinha limite, mudou o discurso. “Para um jogador como ele, a gente precisa ter paciêcia, calma”, disse o treinador.

Josh Sheehan tem participação confirmada no Freestyle e Best Trick dos X Games 17


Josh Sheehan backflip lazyboy Josh Sheehan, australiano vem conquistando bons resultados no Mundial e no X-Fighters. Próximo desafio confirmado: X Games 17Foto: Pedrag Vuckovic/Red Bull
Josh Sheehan competirá nas provas Best Trick e Freestyle, na décima sétima edição dos X Games. A participação foi confirmada há poucas horas, surpreendendo o piloto. Inicialmente o australiano estava inscrito como suplente, e recebeu a importante novidade no momento em que registrava sua inscrição. A vaga surgiu em razão do abandono de Robbie Maddison. Desde a semana passada o compatriota de Sheehan vem se empenhando para se recuperar de uma compressão na espinha. Mesmo com todo o esforço, Maddison ainda não está em condições de pilotar sua moto.
Apesar da “promoção” repentina, Sheehan se diz pronto para o desafio. Passou duas semanas treinando na casa de ninguém menos que Travis Pastrana, e revelou que mantinha certa ponta de esperança quanto à possibilidade de entrar no Freestyle. Dose de fé que manteve a intensidade de sua preparação.
Sheehan domina o Mundial de Freestyle Motocross, e figura como candidato à vitória de uma das etapas Red Bull X-Fighters em médio prazo. Possibilidade embasada por duas características essenciais para os freestylers nos dias de hoje: progresso constante de manobras associado à compreensão dos aspectos esportivos das competições. Por sinal, um dos pontos que o piloto destaca em suas declarações como motivo de atenção nos X Games 17.
“A maior diferença é que os X Games têm um sistema de julgamento diferente dos cinco critérios do Red Bull X-Fighters, mas acredito que não haverá problemas para detonar.”
O australiano comentou ainda que aprimorou seu repertório, além de acrescentar algumas manobras. Talvez Sheenan se refira ao double backflip, que lhe rendeu notoriedade quando anunciado que faria a dupla rotação ao lado de Pastrana e companhia no Nitro Circus Live, em Las Vegas.
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VÍDEO: Virada de mesa é enorme retrocesso no futebol argentino

Nesta semana, a Argentina deu passo enorme para marcar um retrocesso histórico no seu futebol ao pré-aprovar uma 'virada de mesa' que será, na verdade, a fusão de suas primeiras divisões, criando um 'monstro' de, até mesmo, 40 equipes na disputa da principal competição do país.



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Novas regras do acordo coletivo de trabalho da NFL forçam times a tomar decisões interessantes

O Natal chegou mais cedo para o torcedor do Carolina Panthers. O novo acordo coletivo de trabalho, que força times a gastar 99% do novo teto salarial de 120,4 milhões de dólares, está rendendo em Carolina. O time começou a semana 47 milhões de dólares abaixo do teto salarial e agora está jogando dinheiro para todos os lados. Sem o novo acordo coletivo, é provável que Carolina (que está em um mercado pequeno) não gastaria tanto. Com o novo acordo, os Panthers foram muito ativos nos últimos dois dias, assinando o Defensive End, Charles Johnson (6 anos,
72 milhões de dólares), o Running Back, DeAngelo Williams (5 anos, 43 milhões de dólares) e alguns outros atletas.

É realmente impressionante ver a discrepância entre alguns mercados da liga. Alguns gastam muitos, outros nem tanto. O que fica claro é que gastar mais não quer dizer vencer mais. Os Cowboys, por exemplo, começaram a semana 18 milhões de dólares acima do teto. O time perdeu 10 jogos e ganhou 6 no ano passado. No outro lado do espectro, o Tampa Bay Bucs está 60 milhões de dólares abaixo do teto. Mesmo assim, o time venceu 10 jogos em 2010. O Tampa recebeu contribuições importantes de vários calouros e contou com a evolução do jovem quarterback, Josh Freeman. Os Cowboys sofreram contusões na linha ofensiva, na posição de quarterback e receberam pouco de jogadores milionários como o Wide Receiver, Roy Williams, que já foi dispensado.
O Running Back DeAngelo Williams: contrato de 5 anos e 43 milhões de dólares
O Running Back DeAngelo Williams: contrato de 5 anos e 43 milhões de dólares
Crédito da imagem: Divulgação

Nem tudo está perdido para times que estão acima do teto salarial. Os Cowboys decidiram dispensar Marion Barber, Roy Williams e Leonard Davis. Isso economizou 16,6 milhões e aproxima o time dos 120,4.

Outros times buscam reestruturar contratos existentes pra atingir o limite. Os Jets, por exemplo, estavam mais de 2 milhões acima do teto.

Mesmo assim, a equipe renovou com Santonio Holmes por 5 anos, 10 milhões de dólares e está muito interessado no melhor jogador disponível, Nnambi Asomugha, atleta que comandaria perto de 15 milhões anuais. É obvio que se NYJ fechar com Asomugha, o clube terá problemas de renovar com Braylon Edwards e Antonio Cromartie (Asomugha e Cromartie jogam na mesma posição, então não seria um problema), e outros jogadores terão de ser dispensados. Mark Sanchez, quarterback do time, já ofereceu para reestruturar seu contrato para viabilizar mais contratações. Isso permite que NYJ seja ativo na contratação de novos jogadores.

O inverso também pode ocorrer. O Tampa Bay Buccaneers, provavelmente, não vai sair e contratar Nnambi Asomugha, Plaxico Burress, Sidney Rice, Terrell Owens e Tyson Clabo. O time até que poderia fazer algo parecido mas é provável que o clube mexa com o salário de alguns jogadores já contratados para não acrescer muito o gasto desse ano.

Davin Joseph, por exemplo, é um jogador que Tampa gostaria que permanecesse com o time. O atleta é uma peça fundamental da linha ofensiva do time e deve ganhar um salário de perto de 7 anos 56 milhões. Invés de dividir o salário em 7 parcelas de 8 milhões, os Bucs poderiam pagar 20 nessa temporada e depois dividir os outros anos. Isso já diminuiria a responsabilidade dos Bucs para 40 milhões em 2011 e não forçaria os Bucs a arriscarem tanto com free agents. O Tampa também precisa assinar contratos com seus calouros, etc. Tudo isso aproximaria os Bucs do teto salarial.

Depois de dois dias loucos, várias coisas já têm acontecido no mundo das transações da NFL. Vamos dar uma olhada nas que mais chamaram a atenção até agora.

Movimentação de Jogadores da NFL

Quarta-feira, 27 de julho, 2011

Buffalo Bills chega a um acordo de 3 anos com o QB Tyler Thigpen.
Carolina Panthers chega a um acordo com o DT Ron Edwards, RB DeAngelo Williams (5 anos, 43 mi), TE Ben Hartsock e K Olindo Mare.
Já está tudo certo para a ida de Donovan Mcnabb ao Minnesota Vikings; Redskins vão receber uma escolha no draft.
O Houston Texans renovou com WR Jacoby Jones e OT Rashad Butler.
Jacksonville Jaguars chega a um acordo com o LB Paul Posluszny num contrato de 6 anos New York Jets renova com Santonio Holmes (5 anos, perto de 50 milhões) Washington Redskins trocou o DE Jeremy Jarmon para o Denver e recebeu WR Jabar Gaffney.
Tennessee Titans chega a um acordo com o QB Matt Hasselbeck QB Jake Delhomme mandado embora do Cleveland Browns; QB Matt Leinart renova com o Houston Texans GB Packers renova com o K Mason Crosby Robert Gallery chega a um acordo de 3 anos com o Seattle Seahawks S Eric Weddle renova com o SD Chargers por 5 anos, 40 milhões LB Stephen Nicolas fica em Atlanta com um contrato de 5 anos DL Tony Mcdaniel renova com o Miami Dolphins por 2 anos.
Tampa Bay renovou com o LB Quincy Black por 5 anos, 29 milhões de dólares.

Terça-feira, 26 de julho, 2011

R Baltimore Ravens renovou com o OL Marshal Yanda. Contrato de 5 anos Carolina Panthers renovou com DE Charles Johnson (6 anos) e o S Kevin Payne (um ano).
O QB Matt Hasselbeck não volta para os Seahawks. Seattle acerta uma troca com os Vikings e vai receber o QB, Tavaris Jackson Colts dispensam RB Mike Hart, DB Mike Richardson, TE Gijon Robinson, TE Tom Santi and DB Jamie Silva.
Patriots anunciam que Tully Banta-Cain não faz mas parte dos planos do time.
NY Giants assina com o calouro LB Mark Herzlich.
Pittsburgh Steelers renova com o CB Ike Taylor por 4 anos SD Chargers chega a um acordo com LB Takeo Spikes, T Jeromey Clary e o TE Randy McMichael.
Barry Cofield, ex- Giants, chega a um acordo de 6 anos com o Washington Redskins; Santana Moss renova por 3.
St.Louis Rams chega a um acordo de 4 anos com o S Quintin Mikell Willis Mcgahee, Todd Heap e Derrick Mason saindo do Baltimore Ravens; G Rich Seubert e C Shaun O'Hara dos Giants WR Roy Williams, RB Marion Barber, e o OL Leonard Davis não jogam mais nos Cowboys

VÍDEO: Santos 4x5 Fla, Neymar gênio, mas Ronaldinho parecia o do Barça

O futebol é tão espetacular, tão sensacional, que não depende de muitos gols para proporcionar um grande jogo. Que torcedor não tem um 1 a 0 suado guardado na memória, e até no coração? Mas com jogadores técnicos em campo, belas jogadas e muita bola na rede e viradas de placar o nosso esporte fica ainda melhor. Foi assim o histórico jogo da Vila Belmiro, Santos 4 x 5 Flamengo.

Não é normal um time treinado por Muricy Ramalho sofrer meia dezena de tentos em 90 minutos. Não parecia normal Ronaldinho Gaúcho jogar de tal forma que em alguns momentos parecia o do Barcelona. Como no gol de falta, semelhante ao assinalado contra o Werder Bremen, pela Liga dos Campeões, há cinco anos (veja o vídeo abaixo). Jogo raro, raríssimo, por isso tão especial.





Na volta para o segundo tempo, perguntado sobre no que achou dos primeiros 45 minutos, quando o Santos abriu 3 a 0 e levou o empate depois de perder um pênalti, o técnico santista foi direto: "Para o público está muito bom". Claro que pare ele não estava, seu time não funcionou com o meio-campo sem "pegada" formado por Arouca, Íbson (que estreou mal), Elano e Ganso.

Com o setor fundamental do time marcando pouco (fez apenas 12 desarmes), o Santos tornou o jogo mais equilibrado porque tem Neymar. A vitória do Flamengo não ofusca a noite de espetacular futebol desse rapaz. Passe sensacional para o segundo gol de Borges e um de almanaque.

Os santistas fizeram dez faltas a mais que os rubro-negros (19 a 9), que roubaram a bola 27 vezes. Juntos os times alcançaram 39 desarmes. O Corinthians, líder do campeonato, já chegou a mais de 40 nesse Brasileiro. Esses números ajudam a entender o que vimos em campo. Times agressivos e com muitos bons e ótimos jogadores.

Ganso ficou devendo, Elano também, apesar do belo passe para Borges abrir o placar. Ronaldinho foi ben coadjuvado por Thiago Neves e até Deivid, que perdeu gol incrível, mas fez um e roubou a bola no ataque na jogada do quinto tento. Por sinal, o quarto do Flamengo também nasceu de bola recuperada no campo ofensivo. Pelo incrível e incansável Williams, perfeito na metade final do segundo tempo, quando parou Neymar.

Não acredito que Muricy mantenha esse meio-campo, especialmente diante de adversários mais fortes, como o Flamengo. Henrique e Adriano pedem passagem, Elano e Íbson que abram os olhos. Vanderlei Luxemburgo faz seu melhor trabalho nos últimos anos. Se parar de tropeçar, vai brigar pelo título.

Sei que um dia eu contarei aos netos que testemunhei Santos 4 x 5 Flamengo na Vila Belmiro. Inesquecível.

Eliminatória Asiática para a Copa 2014

Segunda fase
Jogo de volta
Mianmar 0 x 2 Omã