quinta-feira, 28 de julho de 2011

Felipão diz que disque-denúncia é 'frescura'; Assunção se defende após ser chamado de cachaceiro

A maior organizada do Palmeiras criou na internet um anúncio pedindo que os torcedores denunciem os jogadores do clube que forem vistos à noite na balada. Na última semana, Luan e Marcos Assunção foram chamados de "cachaceiros" por parte da torcida. Nesta quarta-feira, depois da vitória sobre o Figueirense, por 1 a 0, em Florianópolis, o técnico Luiz Felipe Scolari e o volante Marcos Assunção rebateram as críticas.

Felipão foi curto e grosso ao comentar o disque-denúncia criado pelos torcedores: "É frescura".

Já Marcos Assunção explicou bem o seu ponto de vista se defendeu e garantiu não consumir bebidas alcoólicas.

"Quem me conhece sabe que eu não bebo nada, e não é porque eu não quero, é porque eu não gosto mesmo. Saio quando posso, mas jamais vão me ver enchendo a cara. Não sou evangélico, mas se me verem por aí, vou estar com minha coca-cola ou com minha água", disse o volante palmeirense.
Por outro lado, Assunção disse que os jogadores têm o direito de aproveitar a noite também, nos dias certos, desde que isso não atrapalhe o desempenho nas partidas. O volante mostrou entender o protesto dos torcedores, mas foi firme ao mostrar que os atletas também têm a sua vida pessoal.

"Esse disque-denúncia é para achar os jogadores à noite, mas quem sai é na folga, nós temos nossas vidas fora do Palmeiras, não vivemos só do trabalho. Os torcedores têm razão em cobrar dois dias antes de um jogo, temos que ter respeito. Mas três, quatro dias antes de uma partida não tem problema sair. Temos amigos, alguns no meio da música, que muitas vezes chamam a gente para sair, para jantar. Quando a gente tem folga, tem que sair, se divertir mesmo. Eu já tenho 35 anos, mas a maioria é novo, tem que ter o momento de descontração", afirmou Assunção.

Abel reclama da arbitragem e levanta suspeita de perseguição contra os cariocas

O técnico Abel Braga, do Fluminense, reclamou bastante da arbitragem na derrota de sua equipe para o Atlético-MG, por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite. Na opinião do treinador, o adversário foi beneficiado por uma falta marcada no início do lance que originou no gol de André, no segundo tempo.

"Não houve nem contato. Ele bateram rápido a falta e depois aconteceu o gol. O juiz também não foi bom para o Atlético em alguns momentos, mas ele influenciou no resultado final", protestou o comandante do Flu.

Abel Braga ainda lembrou o fato de dois clubes do Rio de Janeiro terem sido campeões brasileiros em 2009 e 2010, Flamengo e Fluminense, respectivamente, para seguir reclamando do árbitro e levantar uma suspeita de perseguição contra clubes cariocas.

"Além deste jogo, houve um situação contra o Flamengo, a situação no jogo passado (contra o Palmeiras). Não sei se existe uma preocupação excessiva por dois times cariocas terem ganho o Brasileiro nos dois últimos anos", afirmou Abel.

Quando analisou o confronto, Abel aprovou a postura do Fluminense em algumas parte do jogo, mas também deu méritos ao oportunismo do Atlético-MG, que ganhou com um gol de cabeça do estreante André.

"O adversário teve momentos de pressão e foi feliz na oportunidade que teve. Mas nós também tivemos chances, e o gol não saiu. Eles colocaram dez jogadores atrás da linha da bola, e tivemos dificuldades, afimou Abel.

VÍDEO: Botafogo sai atrás, mas vira sobre o Avaí e dá folga a Caio Júnior

Depois de quatro rodadas de jejum, o Botafogo virou o jogo sobre o Avaí em 2 a 1, nesta quarta-feira, no Engenhão, e fez o técnico Caio Júnior respirar aliviado. O treinador sentia a pressão da torcida e cogitou-se até sua demissão.

Dirceu marcou para o Avaí logo de casa. Apesar dos muitos desfalques, a equipe da casa correu atrás da desvantagem. Maicossuel, outro que também estava recebendo críticas, e Herrera fizeram os gols da equipe da casa.

O jogo foi caracterizado por muitos erros cometidos pelas duas equipes. E a torcida do Botafogo, insatisfeita com a situação da equipe, não escondeu seu desagrado com o técnico Caio Júnior, hostilizado durante a maior parte do jogo. O Avaí teve maior posse de bola mas não soube transformar o domínio em gols.

Na próxima rodada o Botafogo vai enfrentar o Cruzeiro na Arena do Jacaré. O Avaí receberá o Corinthians, na Ressacada. O Botafogo soma 19 pontos, temporariamente na sexta colocação. O Avaí tem sete e é o penúltimo. 

 Alívio: Maicossuel deixou sua marca na vitória; veja!
Crédito da imagem: Agência Estado
O jogo

Diante de um público muito pequeno, Botafogo e Avaí iniciaram a partida de forma cautelosa. Quando os dois times ainda estavam se estudando, o time visitante marcou o primeiro gol aos seis minutos. A bola foi levantada na área, Welton Felipe desviou e Dirceu entrou livre para tocar com o pé direito e colocar nas redes de Jefferson que não teve a menor chance de defesa.

O gol deixou o time alvinegro mais nervoso e aos oito minutos, depois de cometer três faltas, o atacante Herrera recebeu cartão amarelo. O time dirigido por Caio Junior mostrava muito nervosismo e não conseguia armar jogadas de ataque, insistindo nos cruzamentos que eram facilmente bloqueados pela defesa catarinense.

Aos 18 minutos, o Avaí saiu em velocidade e Pedro Ken foi lançado nas costas dos zagueiros alvinegros. O atacante catarinense entrou livre e chutou para fora, perdendo uma grande chance de ampliar o marcador.

A torcida tentava empurrar o time, mas os gritos de incentivo eram logo substituidos por vaias quando a equipe errava as jogadas. Aos 27 minutos, o Botafogo empatou a partida. Márcio Azevedo fez grande jogada pela esquerda, se livrou da marcação e rolou para Maicossuel que bateu de primeira no ângulo esquerdo do goleiro Felipe.

O Avaí não se abalou e aos 31 minutos, quase desempata em cabeçada de Welton Felipe que passou raspando. Na cobrança do tiro de meta, Jefferson saiu jogando errado e proporcionou nova chance ao Avaí. A bola acabou nos pés de William que chutou por cima quando estava livre diante do goleiro alvinegro.

O Botafogo desempatou aos 37 minutos. Elkeson cobrou falta na entrada da área e lançou para Herrera que tocou de cabeça fora do alcance do goleiro Felipe. A vantagem acalmou a equipe carioca que passou a tocar a bola com mais constância e saindo sempre com Márcio Azevedo que sempre levava vantagem sobre seus marcadores.

O Avaí voltou mais ofensivo e logo aos dois minutos, ao tentar aliviar o perigo, Gustavo chutou a bola em cima do volante Léo e a bola quase sobrou para o atacante Wiliam. O time catarinense seguiu pressionando em busca do gol de empate, e o Botafogo apenas se preocupar em afastar o perigo da sua área.

O time catarinense seguia trocando bolas na intermediária carioca e um chute de Pedro Ken obrigou Jéfferson a uma boa defesa. Para aumentar a força do ataque, o técnico Gallo trocou o meia Fabiano pelo atacante Rafael Coelho.

Já o Botafogo não conseguia trocar três passes e apelava para os lançamentos longos em direção aos atacantes sem o menor sucesso. Só aos 14 minutos é que o Botafogo chegou na área em cabeçada de Alexandre Oliveira que Felipe defendeu sem dificuldade. Aos 19 minutos,o Avaí chegou a marcar mas a arbitragem anulou o lance.

O técnico Caio Júnior decidiu substituir Maicossuel por Felipe Menezes e foi chamado de burro pela torcida botafoguense. Os protestos contra o treinador se intensificaram quando o treinador alvinegro tirou Herrera e colocou Alex.

As modificações feitas por Caio Júnior não surtiram efeito e o Avaí continuou com o domínio das ações, embora sem mostrar competência para aproveitar a maior posse de bola. Aos 34 minutos, o atacante Caio sofreu uma entorse violenta e acabou sendo obrigado a deixar o campo.

Com um jogador a menos e sem qualquer inspiração, o time alvinegro se limitava a defender o resultado. Aos 39 minutos, Pedro Ken cobrou falta com grande perigo para o gol de Jéfferson. O Botafogo teve uma grande chance de marcar o terceiro gol aos 43 minutos quando Alessandro e Elkeson arrancaram livres para a área catarinense mas o meia errou a conclusão.

FICHA TÉCNICA
BOTAFOGO-RJ 2 X 1 AVAÍ-SC


Local: Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 27 de julho de 2011 (Quarta-feira)
Horário: 19h30(de Brasília)
Árbitro: Nielson Nogueira Dias (PE)
Assistentes: Jossemmar Moutinho (PE) e Thiago Brigido (CE)
Cartão Amarelo: Herrera, Márcio Azevedo, João Filipe(Bota); Marcos Paulo. Welton Felipe, Fabiano(Av)
Gols:
BOTAFOGO: Maicosuel aos 27 minutos e Herrera aos 37 minutos do primeiro tempo
AVAÍ: Dirceu aos seis minutos do primeiro tempo

BOTAFOGO: Jéfferson; Alessandro, João Filipe, Gustavo e Márcio Azevedo; Léo, Renato, Maicosuel(Felipe Menezes) e Elkeson; Herrera(Alex) e Alexandre Oliveira(Caio)
Técnico: Caio Junior

AVAÍ: Felipe, Welton Felipe, Bruno e Dirceu; Daniel, Marcos Paulo(Batista), Pedro Ken, Fabiano(Rafael Coelho), Cleverson(Estrada) e Romano.
Técnico: Alexandre Gallo

Com show e três gols, Ronaldinho resgata futebol dos tempos europeus e ganha elogios

A atuação de gala de Ronaldinho Gaúcho nos 5 a 4 do Flamengo contra o Santos teve um quê de nostalgia. Inspirado, o atacante parecia ter saído de uma máquina do tempo, vindo direto de seus melhores dias no futebol europeu.

O camisa 10 fez seu melhor jogo pelo Flamengo. Mais do que isso, fez sua melhor partida em muito tempo. E não faltam elementos para lembrar, no jogador de quarta-feira, o craque que se tornou o melhor do mundo.

A primeira, e mais subjetiva, é a qualidade técnica: contra o Santos, Ronaldinho driblou, passou, chutou com maestria. Não parecia o jogador que chegou a ser vaiado pela torcida e que levou um ultimato do técnico Vanderlei Luxemburgo.

A segunda, os três gols. Conseguir hat-tricks é algo raro na carreira do gaúcho. A última vez que ele havia balançado a rede três vezes fora em 17 de janeiro de 2010, na vitória do Milan por 4 a 0 sobre o Siena, no Campeonato Italiano.

Um, dois, três: Ronaldinho teve uma noite de gala na Vila Belmiro
Um, dois, três: Ronaldinho teve noite de gala na Vila Belmiro
Crédito da imagem: Agência Estado

Mesmo no Barcelona, não era fácil ver o craque marcar tantas vezes. Em outubro de 2003, foram três nos 8 a 0 sobre o Pushov, da Eslováquia, na Copa da Uefa; dois anos depois, mais três diante da Udinese, nos 4 a 1 pela Champions League.

Na seleção, Ronaldinho marcou três vezes em um amistoso contra o Haiti, no Amistoso da Paz. O Brasil venceu por 6 a 0 em Porto Príncipe. Em 18 de agosto de 2004.

Para completar a lista de semelhanças com o “Ronaldinho europeu”, o quarto gol do Flamengo. Ronaldinho cobrando falta com inteligência, por baixo da barreira que saltaria. Como em 5 de dezembro de 2006, na vitória sobre o Werder Bremen, pela Champions League.

Agora, para falar de três gols do atacante, ou de uma grande atuação, ou mesmo de uma cobrança de falta inteligente, ninguém terá de buscar os arquivos de clubes europeus. Os feitos de Ronaldinho na Vila Belmiro foram um marco na consagrada carreira do camisa 10. E mereceram elogios de todos os lados, principalmente de Neymar – considerado o futuro da seleção brasileira.

“Fico feliz pelo Ronaldinho ter feito esse belo jogo, representando o que ele sempre foi no futebol, Infelzmente foi contra o Santos, mas ele merece. Foi um jogo que todo mundo gosta de ver, com muitos gols", afirmou o craque santista.

O técnico Vanderlei Luxemburgo, que chegou a cobrar boas atuações e dizer que sua paciência tinha limite, mudou o discurso. “Para um jogador como ele, a gente precisa ter paciêcia, calma”, disse o treinador.

Josh Sheehan tem participação confirmada no Freestyle e Best Trick dos X Games 17


Josh Sheehan backflip lazyboy Josh Sheehan, australiano vem conquistando bons resultados no Mundial e no X-Fighters. Próximo desafio confirmado: X Games 17Foto: Pedrag Vuckovic/Red Bull
Josh Sheehan competirá nas provas Best Trick e Freestyle, na décima sétima edição dos X Games. A participação foi confirmada há poucas horas, surpreendendo o piloto. Inicialmente o australiano estava inscrito como suplente, e recebeu a importante novidade no momento em que registrava sua inscrição. A vaga surgiu em razão do abandono de Robbie Maddison. Desde a semana passada o compatriota de Sheehan vem se empenhando para se recuperar de uma compressão na espinha. Mesmo com todo o esforço, Maddison ainda não está em condições de pilotar sua moto.
Apesar da “promoção” repentina, Sheehan se diz pronto para o desafio. Passou duas semanas treinando na casa de ninguém menos que Travis Pastrana, e revelou que mantinha certa ponta de esperança quanto à possibilidade de entrar no Freestyle. Dose de fé que manteve a intensidade de sua preparação.
Sheehan domina o Mundial de Freestyle Motocross, e figura como candidato à vitória de uma das etapas Red Bull X-Fighters em médio prazo. Possibilidade embasada por duas características essenciais para os freestylers nos dias de hoje: progresso constante de manobras associado à compreensão dos aspectos esportivos das competições. Por sinal, um dos pontos que o piloto destaca em suas declarações como motivo de atenção nos X Games 17.
“A maior diferença é que os X Games têm um sistema de julgamento diferente dos cinco critérios do Red Bull X-Fighters, mas acredito que não haverá problemas para detonar.”
O australiano comentou ainda que aprimorou seu repertório, além de acrescentar algumas manobras. Talvez Sheenan se refira ao double backflip, que lhe rendeu notoriedade quando anunciado que faria a dupla rotação ao lado de Pastrana e companhia no Nitro Circus Live, em Las Vegas.
X Games 17HOME X Games - 17 HOME X Games - 17 HOME X Games - 17 HOME X Games - 17 HOME X Games - 17

VÍDEO: Virada de mesa é enorme retrocesso no futebol argentino

Nesta semana, a Argentina deu passo enorme para marcar um retrocesso histórico no seu futebol ao pré-aprovar uma 'virada de mesa' que será, na verdade, a fusão de suas primeiras divisões, criando um 'monstro' de, até mesmo, 40 equipes na disputa da principal competição do país.



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Novas regras do acordo coletivo de trabalho da NFL forçam times a tomar decisões interessantes

O Natal chegou mais cedo para o torcedor do Carolina Panthers. O novo acordo coletivo de trabalho, que força times a gastar 99% do novo teto salarial de 120,4 milhões de dólares, está rendendo em Carolina. O time começou a semana 47 milhões de dólares abaixo do teto salarial e agora está jogando dinheiro para todos os lados. Sem o novo acordo coletivo, é provável que Carolina (que está em um mercado pequeno) não gastaria tanto. Com o novo acordo, os Panthers foram muito ativos nos últimos dois dias, assinando o Defensive End, Charles Johnson (6 anos,
72 milhões de dólares), o Running Back, DeAngelo Williams (5 anos, 43 milhões de dólares) e alguns outros atletas.

É realmente impressionante ver a discrepância entre alguns mercados da liga. Alguns gastam muitos, outros nem tanto. O que fica claro é que gastar mais não quer dizer vencer mais. Os Cowboys, por exemplo, começaram a semana 18 milhões de dólares acima do teto. O time perdeu 10 jogos e ganhou 6 no ano passado. No outro lado do espectro, o Tampa Bay Bucs está 60 milhões de dólares abaixo do teto. Mesmo assim, o time venceu 10 jogos em 2010. O Tampa recebeu contribuições importantes de vários calouros e contou com a evolução do jovem quarterback, Josh Freeman. Os Cowboys sofreram contusões na linha ofensiva, na posição de quarterback e receberam pouco de jogadores milionários como o Wide Receiver, Roy Williams, que já foi dispensado.
O Running Back DeAngelo Williams: contrato de 5 anos e 43 milhões de dólares
O Running Back DeAngelo Williams: contrato de 5 anos e 43 milhões de dólares
Crédito da imagem: Divulgação

Nem tudo está perdido para times que estão acima do teto salarial. Os Cowboys decidiram dispensar Marion Barber, Roy Williams e Leonard Davis. Isso economizou 16,6 milhões e aproxima o time dos 120,4.

Outros times buscam reestruturar contratos existentes pra atingir o limite. Os Jets, por exemplo, estavam mais de 2 milhões acima do teto.

Mesmo assim, a equipe renovou com Santonio Holmes por 5 anos, 10 milhões de dólares e está muito interessado no melhor jogador disponível, Nnambi Asomugha, atleta que comandaria perto de 15 milhões anuais. É obvio que se NYJ fechar com Asomugha, o clube terá problemas de renovar com Braylon Edwards e Antonio Cromartie (Asomugha e Cromartie jogam na mesma posição, então não seria um problema), e outros jogadores terão de ser dispensados. Mark Sanchez, quarterback do time, já ofereceu para reestruturar seu contrato para viabilizar mais contratações. Isso permite que NYJ seja ativo na contratação de novos jogadores.

O inverso também pode ocorrer. O Tampa Bay Buccaneers, provavelmente, não vai sair e contratar Nnambi Asomugha, Plaxico Burress, Sidney Rice, Terrell Owens e Tyson Clabo. O time até que poderia fazer algo parecido mas é provável que o clube mexa com o salário de alguns jogadores já contratados para não acrescer muito o gasto desse ano.

Davin Joseph, por exemplo, é um jogador que Tampa gostaria que permanecesse com o time. O atleta é uma peça fundamental da linha ofensiva do time e deve ganhar um salário de perto de 7 anos 56 milhões. Invés de dividir o salário em 7 parcelas de 8 milhões, os Bucs poderiam pagar 20 nessa temporada e depois dividir os outros anos. Isso já diminuiria a responsabilidade dos Bucs para 40 milhões em 2011 e não forçaria os Bucs a arriscarem tanto com free agents. O Tampa também precisa assinar contratos com seus calouros, etc. Tudo isso aproximaria os Bucs do teto salarial.

Depois de dois dias loucos, várias coisas já têm acontecido no mundo das transações da NFL. Vamos dar uma olhada nas que mais chamaram a atenção até agora.

Movimentação de Jogadores da NFL

Quarta-feira, 27 de julho, 2011

Buffalo Bills chega a um acordo de 3 anos com o QB Tyler Thigpen.
Carolina Panthers chega a um acordo com o DT Ron Edwards, RB DeAngelo Williams (5 anos, 43 mi), TE Ben Hartsock e K Olindo Mare.
Já está tudo certo para a ida de Donovan Mcnabb ao Minnesota Vikings; Redskins vão receber uma escolha no draft.
O Houston Texans renovou com WR Jacoby Jones e OT Rashad Butler.
Jacksonville Jaguars chega a um acordo com o LB Paul Posluszny num contrato de 6 anos New York Jets renova com Santonio Holmes (5 anos, perto de 50 milhões) Washington Redskins trocou o DE Jeremy Jarmon para o Denver e recebeu WR Jabar Gaffney.
Tennessee Titans chega a um acordo com o QB Matt Hasselbeck QB Jake Delhomme mandado embora do Cleveland Browns; QB Matt Leinart renova com o Houston Texans GB Packers renova com o K Mason Crosby Robert Gallery chega a um acordo de 3 anos com o Seattle Seahawks S Eric Weddle renova com o SD Chargers por 5 anos, 40 milhões LB Stephen Nicolas fica em Atlanta com um contrato de 5 anos DL Tony Mcdaniel renova com o Miami Dolphins por 2 anos.
Tampa Bay renovou com o LB Quincy Black por 5 anos, 29 milhões de dólares.

Terça-feira, 26 de julho, 2011

R Baltimore Ravens renovou com o OL Marshal Yanda. Contrato de 5 anos Carolina Panthers renovou com DE Charles Johnson (6 anos) e o S Kevin Payne (um ano).
O QB Matt Hasselbeck não volta para os Seahawks. Seattle acerta uma troca com os Vikings e vai receber o QB, Tavaris Jackson Colts dispensam RB Mike Hart, DB Mike Richardson, TE Gijon Robinson, TE Tom Santi and DB Jamie Silva.
Patriots anunciam que Tully Banta-Cain não faz mas parte dos planos do time.
NY Giants assina com o calouro LB Mark Herzlich.
Pittsburgh Steelers renova com o CB Ike Taylor por 4 anos SD Chargers chega a um acordo com LB Takeo Spikes, T Jeromey Clary e o TE Randy McMichael.
Barry Cofield, ex- Giants, chega a um acordo de 6 anos com o Washington Redskins; Santana Moss renova por 3.
St.Louis Rams chega a um acordo de 4 anos com o S Quintin Mikell Willis Mcgahee, Todd Heap e Derrick Mason saindo do Baltimore Ravens; G Rich Seubert e C Shaun O'Hara dos Giants WR Roy Williams, RB Marion Barber, e o OL Leonard Davis não jogam mais nos Cowboys

VÍDEO: Santos 4x5 Fla, Neymar gênio, mas Ronaldinho parecia o do Barça

O futebol é tão espetacular, tão sensacional, que não depende de muitos gols para proporcionar um grande jogo. Que torcedor não tem um 1 a 0 suado guardado na memória, e até no coração? Mas com jogadores técnicos em campo, belas jogadas e muita bola na rede e viradas de placar o nosso esporte fica ainda melhor. Foi assim o histórico jogo da Vila Belmiro, Santos 4 x 5 Flamengo.

Não é normal um time treinado por Muricy Ramalho sofrer meia dezena de tentos em 90 minutos. Não parecia normal Ronaldinho Gaúcho jogar de tal forma que em alguns momentos parecia o do Barcelona. Como no gol de falta, semelhante ao assinalado contra o Werder Bremen, pela Liga dos Campeões, há cinco anos (veja o vídeo abaixo). Jogo raro, raríssimo, por isso tão especial.





Na volta para o segundo tempo, perguntado sobre no que achou dos primeiros 45 minutos, quando o Santos abriu 3 a 0 e levou o empate depois de perder um pênalti, o técnico santista foi direto: "Para o público está muito bom". Claro que pare ele não estava, seu time não funcionou com o meio-campo sem "pegada" formado por Arouca, Íbson (que estreou mal), Elano e Ganso.

Com o setor fundamental do time marcando pouco (fez apenas 12 desarmes), o Santos tornou o jogo mais equilibrado porque tem Neymar. A vitória do Flamengo não ofusca a noite de espetacular futebol desse rapaz. Passe sensacional para o segundo gol de Borges e um de almanaque.

Os santistas fizeram dez faltas a mais que os rubro-negros (19 a 9), que roubaram a bola 27 vezes. Juntos os times alcançaram 39 desarmes. O Corinthians, líder do campeonato, já chegou a mais de 40 nesse Brasileiro. Esses números ajudam a entender o que vimos em campo. Times agressivos e com muitos bons e ótimos jogadores.

Ganso ficou devendo, Elano também, apesar do belo passe para Borges abrir o placar. Ronaldinho foi ben coadjuvado por Thiago Neves e até Deivid, que perdeu gol incrível, mas fez um e roubou a bola no ataque na jogada do quinto tento. Por sinal, o quarto do Flamengo também nasceu de bola recuperada no campo ofensivo. Pelo incrível e incansável Williams, perfeito na metade final do segundo tempo, quando parou Neymar.

Não acredito que Muricy mantenha esse meio-campo, especialmente diante de adversários mais fortes, como o Flamengo. Henrique e Adriano pedem passagem, Elano e Íbson que abram os olhos. Vanderlei Luxemburgo faz seu melhor trabalho nos últimos anos. Se parar de tropeçar, vai brigar pelo título.

Sei que um dia eu contarei aos netos que testemunhei Santos 4 x 5 Flamengo na Vila Belmiro. Inesquecível.

Eliminatória Asiática para a Copa 2014

Segunda fase
Jogo de volta
Mianmar 0 x 2 Omã

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Brasileirão Série A


19h30 Botafogo 2x1 Avaí
19h30 Grêmio 1x1 América-MG
19h30 Atlético-MG 1x0 Fluminense
19h30 Atlético-GO 2x0 Cruzeiro
21h50 Santos 4x5 Flamengo
21h50 Figueirense 0x1 Palmeiras
21h50 Coritiba 3x4 São Paulo

Amistosos


13h15  2 Internacional 2x2 Milan 0
15h45 Bayern de Munique 0x2 Barcelona

Filha de Teixeira leva apreensão à temida 1ª aparição pública como executiva de 2014

O início da programação de eventos da Copa de 2014 nesta semana no Rio de Janeiro, que terá como desfecho o sorteio de grupos das eliminatórias no sábado, marcou a primeira aparição pública de Joana Havelange como executiva do Mundial brasileiro. Até então protegida de exposições, a filha de Ricardo Teixeira venceu a relutância em assumir uma posição de relações públicas da organização ao comandar evento na terça-feira em que apresentou detalhes da festa programada para o final de semana, que será levada a todo o mundo. Na ocasião, alternou instantes de postura confiante com apreensão.
  • Bruno Freitas/UOL
    Executiva Joana Havelange durante a apresentação dos detalhes da festa do sorteio da Copa 2014
Apesar do semblante que sugeria alguma tensão e economia de sorridos, Joana conduziu bem a apresentação dos detalhes da festa do sorteio, inclusive liderando uma visita guiada para imprensa nacional e internacional através da estrutura montada na Marina na Glória. No passeio, fez explicações em português e em inglês sobre o protocolo do evento. No fim, concedeu breves entrevistas para rádios.
Assim como Ricardo Teixeira, a diretora-executiva do COL (Comitê Organizador Local) nunca mostrou predisposição para estar nas primeiras filas, para aparecer como porta-voz da Copa. Pelo contrário, manifestava corriqueiramente às pessoas próximas desejo de evitar tal papel. Além disso, Joana acabou estrategicamente em plano secundário desde sua designação para o cargo porque entendia-se que a neta de Havelange também poderia virar alvo de contestações dirigidas ao pai. No ano passado, ela esteve quase como uma figurante em evento na África do Sul que apresentou a logomarca do Mundial.
Durante a coletiva de imprensa na terça, a estreante Joana deu uma leve derrapada ao ser confrontada com uma situação inédita, a contestação da imprensa. A executiva titubeou ao responder sobre a cifra de R$ 30 milhões destinada à empresa responsável pela organização da festa do sorteio das eliminatórias, pediu para a pergunta ser repetida. Em seguida, a filha de Teixeira ainda ofereceu um pequeno testemunho a respeito de sua entrega pessoal à ideia da Copa no país.
“Estamos há mais de um ano com todo o planejamento. Começamos as construções há dois meses. Estamos trabalhando até de madrugada, praticamente morando na Marina (da Glória)”, afirmou.
Desde cedo, Joana convive no mundo da cartolagem. A  filha de Ricardo Teixeira foi na infância e adolescência muito ligada a João Havelange, então presidente da Fifa. A futura executiva da Copa no Brasil viajou diversas vezes para a Suíça para acompanhar o avô e testemunhou de perto uma série de situações de caráter administrativo. Há quem diga que ela inclusive entende mais de futebol do que o pai.
Dentro do grupo de organização da Copa, a princípio, Joana era conhecida mais como uma espécie de garota de recados do pai. Mas aos poucos conseguiu ganhar uma certa autonomia na função de diretora-executiva, principalmente através da mediação de eventos fechados com as cidades sedes do Mundial.
Em ocasiões anteriores na organização da Copa de 2014, Joana teria se mostrado descuidada em relação à maquiagem e a apresentação visual. No entanto, na última terça, no evento de boas-vindas para o sorteio das eliminatórias, a executiva assumiu o papel de anfitriã em condições impecáveis.
Na estreia como relações públicas da organização, também admitiu carregar parte da responsabilidade na primeira exposição internacional do Brasil no calendário de eventos para 2014.
“Esperamos fazer um grande evento. Acho que o Brasil terá muito orgulho da gente. Vamos mostrar ao resto do mundo que o Brasil está preparado para receber este evento. Temos a oportunidade de mostrar um país organizado, que faz grandes eventos, que somos modernos, tecnológicos”, disse.

Joana Havelange concede entrevista em apresentação de evento da Copa 2014 no Rio
Joana Havelange concede entrevista em apresentação de evento da Copa 2014 no Rio

Uma volta em Interlagos no caminhão da Fórmula Truck

Dentro do cockpit de Felipe Giaffone (macacão amarelo) ou de Débora Rodrigues (vermelho), ambos da RM Competições/Volkswagen, confira como é acelerar no circuito paulistano.

Telê Santana, 80 anos


Gosto de efemérides, mas sem fanatismo. Não sou obcecado por números, de nenhuma natureza, principalmente quando usados como verdades definitivas. Há datas, porém, que merecem registro, como a de hoje. Em 26 de julho de 1931, nascia Telê Santana da Silva, cidadão de Itabirito e do mundo. 80 anos de um Mestre do futebol que se foi em abril de 2006.
Telê foi um dos personagens mais marcantes que conheci em três décadas e tanto de profissão. (Se alguém me chamar de veterano, eu brigo…) Acompanhei a fase madura da carreira dele, no período que vai do Palmeiras do fim dos anos 1970 ao São Paulo vencedor de tudo do começo da década de 1990. Nesse meio-tempo, claro, houve o trabalho com a seleção, nos Mundiais de 82 e de 86. Impossível esquecer dele.
Telê tinha cara fechada – e muitas vezes ficava mesmo sisudo. Quando se invocava com um repórter, desviava o olhar, mas não deixava de responder às perguntas que lhe fossem feitas pelo interlocutor desafeto. Resposta breve, mas respondia. Não era curto e grosso. Era gentil a sua maneira. Com a perspectiva que só o tempo concede, a rabugice de Telê hoje soa suave.
Mas Telê era também divertido. Sabia contar histórias e piadas como poucos. Misturado a outras miudezas, guardava um papelzinho no bolso traseiro da calça em que anotava anedotas novas que considerava boas. Fui testemunha de seu talento em conversas de concentração em hotel ou em papo furado depois de treinos. Para ‘amolecer’ Telê, antes de uma entrevista mais brava, nada melhor do que fazê-lo reviver episódios passados de sua carreira. Descontraía.
Telê era afável com quem gostava, mas leal. Nunca passou notícia exclusiva, para beneficiar este ou aquele repórter ou veículo de comunicação. Não mentia, embora mineiramente deixasse pistas no ar. Nem era difícil acertar suas decisões. Bastava observar o que fazia nos treinos, os jogadores que utilizava. Batata! Na cara de todos estava o time que escalaria. Salvo engano, ele não recorria a treinos secretos e outras artimanhas.
Telê era prático. Não havia sofisticação em seus métodos e mesmo assim foi profundo conhecedor dos mistérios do esporte. Ele ensaiava jogadas à exaustão, repetia lances, ensinava os atletas até a bater na bola da maneira mais correta. Transformava profissionais medianos em peças eficientes nas equipes que comandava. O segredo do sucesso dele estava nisso – era um Mestre. E escalava quem mais se empenhasse nos treinamentos. Jogador indolente ou metido a esperto dançava miudinho nas mãos do professor.
A derrota para a Itália, na Copa de 1982, marcou a carreira de Telê. Mas marcou aqui, para alguns oportunistas de plantão, que durante anos o chamaram de pé-frio. Indelicadeza, injustiça e estupidez andam juntas no futebol. O reconhecimento de Telê veio, para o mundo, veio na noite daquele 5 de julho mesmo, na sala de entrevistas do Sarriá. Jornalistas internacionais aplaudiram o técnico brasileiro e um deles resumiu o sentimento geral. “Senhor Santana, obrigado pelo futebol de sua seleção.”
Nós colocamos Telê no devido lugar só depois de colecionar taças no São Paulo. Ainda bem que conseguimos consertar essa injustiça. Por isso, ainda hoje dizemos: “Obrigado, mestre Telê.” Um personagem que faz falta ao Futebol.

Naming rights da futura casa corintiana: Fielzão ou Isenção?

Nada contra, ao contrário. Mas os números do futuro estádio do Corinthians lembram a hora da xepa.

O primeiro tijolinho indicou R$ 400 milhões, sem dinheiro público, para 48 mil fiéis. Depois, subiu para R$ 1 bilhão, e 65 mil lugares, sob o argumento de que receberia o pontapé inicial da Copa-2014, com uma pequena ajuda total do meu, do seu, do nosso rico dinheirinho.

Põe, tira, deixa ficar: R$ 820 milhões para uma arena com 48 mil cadeiras, e não se fala mais nisso. Até a página dois, já que serão investidos mais R$ 70 milhões em 17 mil assentos removíveis, pois o governo estadual exige a abertura da festa.

Graças ao pulo do gato, a conta está em R$ 890 milhões, sem contar os R$ 30 milhões para retirar os dutos – R$ 920 milhões correspondem ao preço da nova Arena do Grêmio e do Beira-Rio reformado, somados.

Vale a pena ler de novo, já que a Copa é deles e a conta é nossa: tudo começou com R$ 400 milhões, sem dinheiro público. Resta definir ainda o naming rights da casa corintiana: Fielzão ou Isenção?

Mudando de gavião para pica-pau... “Toda unanimidade é burra”, dizia o genial Nelson Rodrigues. Mais do que nunca, a frase pode ser aplicada à campanha #foraricardoteixeira. Um movimento absurdo contra um dos raríssimos cartolas que se preocupam com o futuro das pobres empreiteiras nacionais.

É incapaz de negar-lhes as mãos, bem mais calejadas do que as dos folgados operários que se encontram a serviço da construção de ‘elefantes brancos’, também conhecidos como estádios de futebol, produtos de uma fertil imaginação da mamãe Fifa – ou Mafifa, dependendo do filho bastardo.

Não dê bola aos inomináveis apelos da hashtag #foraricardoteixeira. Prestigie, com sabedoria, #cagueimontão.
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Dr. Hollywood. E o soberano São Paulo informa o script de mais um capítulo da emocionante novela ‘Luís Fabiano, o retorno’: o atacante vai fazer uma plástica para acelerar o processo de cicatrização da cirurgia na perna direita. Após a realização da nova operação, o Tricolor promete anunciar o final feliz, a data da reestreia do jogador, contratado em março por módicos R$ 20 milhões.

Sugismundo Freud. O rico pega o carro e sai; o pobre sai e é atropelado.

Pica-Pau. Campo ruim, loteria, maldição... Nunca o esporte bretão nacional utilizou tanto algumas muletas para tentar justificar a incompetência nos pênaltis. Sucumbiram na cal: os manos do Mano (Copa América), as meninas da seleção (Copa da Alemanha), os atletas soldados (Mundial Militar), os garotos sub-17 (Mundial) e o Internacional (Audi Cup). A coleção de bicudas tem uma simples explicação para o ‘professor’ Palermo Baggio: ninguém se preocupa em treinar, pelo menos uma vez por semana, fundamentos básicos. É muito mais importante o Twitter, o Facebook...

‘Twitface’. Era o que faltava: o presidente do Santos, Luís Álvaro Ribeiro, sonha com um encontro com a presidenta Dilma Rousseff. Motivo: pedir o patrocínio de uma estatal para manter Neymar na Vila. Fala sério!

Grito de campeão... Após 11 rodadas e muitos cálculos, o site ‘Chance de Gol’ deposita 84,2% de probabilidades de o Corinthians faturar o Brasileirão. Depois, aparecem Cruzeiro (6,5%), São Paulo (3,5%), Vasco (1%), Coritiba (1%), Palmeiras (0,9%), Flamengo (0,8%), Santos (0,5%), Grêmio (0,5%), Fluminense (0,4%), Internacional (0,3%) e Botafogo (0,2%).

... e de SOS. Os números do site para um mergulho na bacia das almas, a segundona, indicam o América/MG como o mais cotado, com 97%. Os outros candidatos à guilhotina: Avaí (86,9%), Furacão (71,1%), Bahia (45,2%), Atlético/GO (42,3%), Galo (37,6%), Figueirense (11,1%) e Ceará (5,2%).

É brincadeira! O STJD vai julgar os rubro-negros Thiago Neves e Ronaldinho por forçarem o terceiro amarelo. Já Kleber, o periquito gladiador, sentará no banco dos réus por falta de fair play. Se condenados, poderão pegar até 10 jogos de gancho. Os engravatados de colarinho branco não têm mesmo que fazer.

Gilete press.
De Ancelmo Gois, no ‘Globo’: “Um carioca que alugou por temporada sua casa de vereaneio num tradicional condomínio no Recreio para um grupo de famosos jogadores de futebol quase caiu para trás ao checar o imóvel após recebê-lo de volta. Havia pelos cômodos um mar de calcinhas, DVDs pornô, fantasias e objetos eróticos. Sem falar em móveis destruídos e manchados por bebida. O advogado da turma saliente prometeu bancar a reforma.” E vai rolar a festa...

Tititi d’Aline. O hermano Lionel Messi chapelou fácil o brasileiro Neymar em popularidade no Twitter. Ao longo da Copa América, o argentino foi citado 20.736 vezes, contra 7.626 do garoto de ouro santista.

Você sabia que... o aeroporto Santos Dumont deverá ficar fechado por quatro horas (das 14h às 18h) em razão do sorteio das eliminatórias da Copa na Marina da Glória – caos à vista?

Bola de ouro. Telê Santana. Que saudade do mestre!

Bola de latão. Sorteio da Copa. Festa: 1h40. Preço do minuto: R$ 300 mil.

Bola de lixo. Joseph Blatter. O presidente da casa mamãe Fifa é só alegria: por onde passa, vaias.

Bola sete. “Não sei explicar direito o que aconteceu. Perdi a cabeça. Quero me encontrar com o Elivélton e me desculpar pela burrada” (do goleiro Gustavo, ex-Sport, sobre a voadora no vascaíno – o garoto merece apoio).

Dúvida pertinente. A presidenta Dilma Rousseff nomeou o rei Pelé ou o empresário Edson Arantes do Nascimento embaixador da Copa no Brasil ?

Covardia na Taça BH

A redação da ESPN, no Rio, parou para ver a covarde agressão do goleiro Gustavo ao volante Elivélton. Estávamos conversando, preparando a participação carioca no Bate Bola 2ª edição, quando todos pararam para entender o que acontecia em Itabira (MG).

Todos se olharam e ninguém entendeu o motivo para tanta violência. Uma discussão entre jogadores que culminou com uma voadora do goleiro no volante vascaíno.

O primeiro comentário foi seguido de revolta e repulsa pelo ato covarde que estava sob os nossos atentos olhares.

Sempre entendi que esporte é para buscar desafios, testar os limites do corpo, traçar objetivos e alcançar marcas, mas sempre dentro do respeito ao ser humano, ao próximo e, em muitos casos, colegas de profissão.

Defendo a exclusão do goleiro Gustavo do futebol. Ele deu uma demonstração clara de que não está apto a disputar o esporte. Por mais que o jogador seja jovem, este episódio não pode ser tratado como um ato isolado ou como “coisa de garoto”.

O afastamento imediato do jogador, por parte da diretoria do Sport, foi um claro sinal que não vai ter aquela famosa passada de mão na cabeça. É uma forma de ensinar e educar o rapaz, mas não dá para deixá-lo no futebol.

O volante Elivélton perdoou o agressor, mas considera que ele não deve mais jogar futebol. A diretoria do Sport vai dar apoio psicológico e jurídico ao atleta.

A exemplar punição servirá de demonstração dos Tribunais que campo de futebol é lugar para prática do esporte.



Clique no player e assista ao vídeo!

"Casa Turuna, Imperador. O senhor não vai entender nunca"

Santuário de fé, festa, palco dos nossos rituais, lugar onde reinventamos a vida, nossa cultura e arte. E a fantasia que ajuda a esquecer das mazelas da vida. Já falamos disso tudo por aqui ao tratar do Maracanã que vai embora em cada picaretada dos picaretas e se esvai nas cinzas cada dia mais nebulosas. Por mais que seja difícil, tento entender como sempre o contraditório, o diferente, os argumentos de quem, salvo os envolvidos com as tenebrosas transações, acha que a modernidade se descortinará num palco iluminado, de almofadas, para almofadas. Mas continuam sem me explicar onde o povo e a gente humilde que andava por ali vai ficar. Onde estão contemplados nesse projeto de Maracanã da Fifa a gente humilde, que sempre foi o sal daquela terra. Já sei onde serão os 110 camarotes novos, mas os lugares com preço popular, bem, estes, ainda aguardo explicação. Mas tento entender o diferente.

Meu alento definitivo para tentar entender os que acham normal tudo isso demolido entre licitações não feitas e números que gritam em nossas caras veio de uma cena antológica. Corriam os últimos capítulos de “Anos Rebeldes”, recentemente reprisados, uma das melhores produções da tv brasileira, e que além do mais tinha trilha sonora monumental. Heloísa, vivida magistralmente por Cláudia Abreu, presenteava o embaixador suíço seqüestrado por ela e seu grupo com uma coroa nos momentos que precediam a libertação. Tinham desenvolvido algum laço de amizade, algozes e vítima nos dias de cativeiro, nessa lógica sem lógica tão brasileira. Heloísa admirava a sensibilidade do embaixador, por ela batizado de “Imperador”. Mas sabia que não era possível para um gringo entender nossa complexidade, o mais profundo de nossa alma, por mais que ele quisesse. Entender o sonho, a fantasia, a festa mesmo quando o pão é pouco, pra tudo se acabar na quarta-feira..
.
É aí que Heloísa cunha uma das maiores frases da teledramaturgia brasileira. Entrega a coroa que simboliza a fantasia, o sonho de carnaval, o mais profundo de nossa alma, aquele sonho de papel capaz de transformar qualquer um em “um rei no meio dessa gente tão modesta” ou o “dono desta festa”, como no samba insulano. E dá a dica da casa onde se compram as fantasias, a senha onde todos os sonhos viram realidade por alguns dias: “Casa Turuna, Imperador. O senhor não vai entender nunca”.
É assim. Quem não viveu, quem não é afeito as coisas de sua gente, não vai entender nunca. Casa Turuna, imperador. Ou Maracanã, se preferir. Onde uma tarde de domingo decide quem é rei, onde todos eram iguais, onde todo mundo viveu um abraço com um desconhecido que nada tinha a ver com sua história e vida, onde todo mundo se sentiu Imperador por algum momento. Gari e empresário juntos no mesmo grito de gol e abraço.

Mas como disse Heloísa, quem não é do pedaço não vai entender nunca, que bobagem seguir falando em sonho, fantasia, fé, gente. Vale a “modernidade”. (Como se também não fosse sujo o argumento de que alguém não quer conforto para todos, geraldinos, desdentados. (Só não mostram onde eles estarão no novo projeto, repetirei sempre).

Se é assim, deixemos mesmo o subjetivo de lado, o sonho e a fantasia. Agora já não falamos mais disso. Agora falamos das relações promíscuas entre um governador e um empreiteiro, que toca as obras dessa modernidade gozando de fórum privilegiado para suas concorrências (ou ausências delas), que bate o martelo sobre a condenação da cobertura do estádio e por isso avisa que a obra ficou mais cara. Agora estamos falando do objetivo, do real. Se alguns não podem mesmo, tal como o Imperador, entender a nossa Casa Turuna de cada dia, ao menos deveriam se chocar e escandalizar com as notícias que se avolumam nos jornais a cada dia.

Que pode bem ser contemplada por uma outra frase de antologia do tal seriado. Trinta anos depois, a história do Brasil tendo voado, exílios, mortes, sofrimento, Maria Lúcia, vivida por uma linda Malu Mader, dá conta ao antigo e eterno amor que volta do exílio do que aconteceu com cada um. E fala dos arautos da modernidade daqueles tempos, dos escroques de antes, do que aconteceu com cada um. E então sai a outra frase antológica, que bem poderia ter sido dita por mim ou por você, pensando nos escroques que cercam nossas vidas e nossas histórias, no trabalho, na rua: “De todos os sacanas que conheço, não conheço nenhum que esteja mal”.

A mais pura verdade. Rindo um pouco, concluo que talvez essa seja uma das grandes razões para que nos apeguemos a coisas que transcendem a razão, seja a fé ou o que o valha. Afinal, é duro conviver com essa dura realidade. Algo mais forte, alguma justiça deve aguardar essas figuras! E a graça de tudo é que o jogo continua, a luta segue e os dados ainda estão rolando. Amanhã, uma turma combativa, a Frente Nacional dos Torcedores, tem audiência com o Ministério Público sobre o estupro do Maracanã. A mobilização pode mostrar a esta turma que só pensa nos lucros que nossa Casa Turuna tem que ser respeitada. No blog do Mauro já saiu o convite, mas segue para quem quiser.

DATA: 28 DE JULHO (QUINTA-FEIRA)
HORÁRIO: 14HS – até – 18HS
LOCAL: AUDITÓRIO DO MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
ENDEREÇO: AVENIDA NILO PEÇANHA, 31, CENTRO DO RIO DE JANEIRO

terça-feira, 26 de julho de 2011

VÍDEO: Sport dará auxílio psicológico a goleiro agressor. Abandoná-lo não é a

óbvio, evidentente, indiscutível que merece punição severa a atitude do goleiro Gustavo, do Sport, que estupidamente agrediu o vascaíno Elivélton em jogo da Copa BH de juniores. Mas a discussão vai além. Como atleta das divisões de base, ele deve ser orientado, acompanhado, formado pelo clube. Se a atitude foi mais um ato intempestivo, uma reincidência, a pergunta é: o que explicaria sua permanência no time? Se aquele foi um ato isolado, ele merece uma segunda chance?

A ideia não é defender o arqueiro e sua atitude, pelo contrário. Ações estúpidas como a de Gustavo têm que ser combatidas duramente. Isso não se discute. Mas o episódio merece uma reflexão sobre o papel do chamado "clube formador", que sempre faz questão de ser identificado como tal se o atleta vira motivo de uma negociação entre outras duas agremiações. Especialmente se este negócio envolver milhões. Para ser o "clube formador" é preciso "formar" o jogador. Em todos os sentidos.

Será que uma atitude idêntica, protagonizada por um profissional que eventualmente tenha custado caro seria tratada da mesma maneira, com demissão sumária e instantânea? Sinceramente, não sei. Pelo menos o Sport decidiu dar asssistência psicológica a Gustavo — clique aqui e leia. A atitude do goleiro foi absurda, mas o clube não pode, ou não deve, simplesmente abandoná-lo.


Clique e veja debate do Bate-Bola 1ª edição desta terça-feira!


Gustavo salta e atinge até um colega de time antes de acertar Elivelton pelas costas
Gustavo salta e atinge até um colega de time antes de acertar Elivelton pelas costas

BRASILEIRO SÉRIE B

19h30 Guarani 4x0 Duque de Caxias
19h30 Bragantino 1x2 Boa
19h30 Grêmio Barueri 1x0 Vila Nova-GO
19h30 Goiás 2x1 Sport
19h30 Portuguesa 0x0 Americana
21h50 Paraná Clube 0x1 Ponte Preta
21h50 Náutico 2x0 Vitória
21h50 Salgueiro 1x1 ASA
21h50 Icasa 0x1 Criciúma
21h50 ABC 2x2 São Caetano

Amistosos

13h15 2 Internacional 2x2 Barcelona 4
15h45  5 Bayern de Munique 1x1 Milan 3

A malandragem do Aranha

Natural de Paraíba do Sul, no interior do Rio, e criado em Belford Roxo, Domingos Elias Alves Pedra entrou para a história do futebol carioca com seus gols, carisma e artimanhas. Apelidado Dé Aranha, o atacante jogou nas divisões de base do Olaria, mas foi em Bangu que ganhou fama na cidade. Em 1970, Fluminense e Vasco disputaram seu passe e acabou indo para São Januário, onde esteve duas vezes como jogador, intercaladas por uma passagem no Sporting Lisboa. Dé esteve também presente na maior série de invencibilidade do futebol brasileiro, com o Botafogo no fim dos anos 70. Na década seguinte, foi um dos primeiros brasileiros a jogar no futebol árabe. Técnico de futebol, já comandou Botafogo e Vasco, América, Bangu e Olaria. 


Ferrari e McLaren podem, agora, desafiar a Red Bull por Livio Oricchio


São fortes os índicos de uma segunda metade de temporada bem distinta da primeira. A Red Bull até pode continuar dominando as sessões de classificação, ainda que com vantagem bem menor da primeira, mas será bem mais difícil vencer tantas corridas como fez da Austrália, abertura do Mundial, até o GP da Europa, dia 26 de junho, oitavo do calendário.
O dado ilustra o momento da temporada: nas três últimas etapas, Valência, Silverstone e Nurburgring, tivemos três vencedores distintos de três equipes diferentes. Sebastian Vettel, Red Bull, Fernando Alonso, Ferrari, e Lewis Hamilton, McLaren, nessa ordem. E serão esses três times que na maioria das próximas provas deverão lutar pelas vitórias.
Muitos imaginavam que com a volta do escapamento aerodinâmico, na Alemanha, a Red Bull fosse resgatar parte importante do desempenho perdido em Silverstone, onde o recurso esteve proibido. Dentre ele, eu. Mas o que vimos foi Mark Webber e Sebastian Vettel mais lentos que Fernando Alonso e Lewis Hamilton.
É conclusivo: o modelo 150 Italia, da Ferrari, e o MP4/26-Mercedes, da McLaren, evoluíram mais que o Red Bull RB7-Renault. Vettel confirmou o dado, ontem: “Já em Silverstone ficamos com essa impressão. Aqui a confirmamos”, afirmou. No GP da Grã-Bretanha, a chuva no início e depois o seu pit stop ruim comprometeram a eventual vitória de Vettel.
Ontem, não houve nenhum fator que interveio. Hamilton falou: “Ganhamos dentro da pista”, desejando dizer sem variáveis que poderiam mascarar o resultado. É mesmo verdade. Foi a primeira derrota da Red Bull no campeonato dentre desse conceito.
A análise do restante do calendário mostra que em duas etapas em particular, Spa-Francorchamps, dia 28 de agosto, 12.ª do ano, e Suzuka, 9 de outubro, 15.ª, a vantagem deverá, em princípio, estar do lado de Vettel e Webber, pelas características das pistas. Mas nas demais, pelo evidenciado em Valência e Silverstone, McLaren, com Lewis Hamilton e Jenson Button, e Ferrari, Fernando Alonso e, quem sabe, Felipe Massa, parecem reunir todas as condições para desafiar a dupla da Red Bull.
Assistimos até agora corridas emocionantes, cheias de alternativas, mas sem essencialmente luta pela vitória, sem que a hegemonia de Vettel fosse colocada em xeque. É o caso nesse instante. Faz sentido acreditarmos que além de provas com muitas ultrapassagens e pit stops, veremos o que, no fundo, mais interessa: briga pelo primeiro lugar.
Esse fato novo, avanço súbito de Ferrari e McLaren, contudo, dificilmente deverá reverter o rumo do campeonato. Não é impossível, claro, mas a vantagem de Vettel na classificação é imensa. O alemão precisaria colaborar muito para haver luta pelo título, ao se desestabilizar diante da aproximação dos concorrentes.
Uma coisa, porém, é certa: Vettel vai ter de administrar as corridas de forma bem distinta da que fazia, quando quase não tinha concorrência séria para nada. Vamos ver agora, de verdade, quanto a conquista do mundial, no ano passado, o amadureceu.

Santos dorme no ponto e agora reclama da seleção por Antero Greco

Os clubes gostam de apregoar “profissionalismo” – e, com boa vontade, diria que apresentam avanços em relação ao passado. Mas continuam a pisar na bola por amadorismo. O Santos hoje reclama porque ficará desfalcado de Ganso e Neymar, em clássico importante com o Corinthians, no dia 10 de agosto. Ambos foram convocados por Mano para nesse dia defender a seleção em amistoso com a Alemanha, em Stuttgart.
A reclamação do Santos é compreensível, mas fora de hora. O clube ficou feliz, quando teve atendido seu pedido de adiamento da partida com o Corinthians. Na época, estava na reta final da luta pelo título da Taça Libertadores e contou com o bom senso da CBF. Daquela forma, conseguiu preparar-se melhor para os duelos e, para sua alegria, faturou a taça.
Mas será que naquele momento os cartolas santistas não deram uma olhada na folhinha para ver que em agosto haveria jogo da seleção? Jogo marcado há quase um ano!!! Ou será que só empurraram o problema, na certeza de que seria possível superá-lo com uma boa conversa? O correto seria fazer pedido ‘casado’, na base do: “Prezada CBF, adie nosso jogo com o Corinthians, mas não o confirme para um dia em que haverá jogo da seleção.”
A probabilidade de o Santos ceder jogadores para a seleção era grande – ou ninguém imaginou isso na Vila Belmiro? A negociação deveria ter ocorrido antes. O Santos ensaia pedir novo adiamento, o que até mais justo do que o anterior, já que agora tem atletas a serviço da CBF. Não sei se vai conseguir, porque é preciso também preencher a grade da tevê à noite.
Sobrará para os técnicos. Aliás, já começou. Mano deu uma cutucada em Muricy, ao dizer que ninguém resolve os problemas dele (Mano). Muricy sabe que sem a dupla a tarefa diante do Corinthians é mais complicada. E Tite, que não terá Ralf (também à disposição da “amarelinha”), supõe que sua perda teoricamente será menor do que a do rival. Por isso, quer o jogo mantido na nova data a qualquer custo.
Por isso, digo que seleção ultimamente só atrapalha a vida dos clubes e provoca raiva nos torcedores. Mas cadê também o tal planejamento no nosso futebol?

O ''algo mais'' da seleção uruguaia

A vitória do Uruguai na Copa América trouxe de volta à memória fatos reprimidos no inconsciente futebolístico da nação brasileira. Falo da derrota da seleção brasileira em 1950, o chamado Maracanazo. Não que a história recente tenha muitos pontos de contato com aquela Copa do Mundo, a primeira, e até agora a única, realizada no Brasil. Aquela, nós perdemos para os uruguaios, na final mais dolorosa de todos os tempos. Nesta muito mais humilde Copa América, fomos apenas desclassificados na humilhante série de pênaltis diante do Paraguai.

A ponte entre os dois tempos é a tal da "raça", o espírito uruguaio, que, de tão forte e consistente, seria capaz de definir jogos e inclinar resultados em favor da Celeste Olímpica. Essa mesma determinação que os uruguaios teriam de sobra e a nós faltaria. Muita gente falou nesse assunto após a vitória, incluindo aí Diego Lugano, de quem os são-paulinos têm muita saudade, e que simbolizaria, como ninguém, esse estado de espírito. Em entrevistas, Lugano exaltou muito mais o espírito da equipe, a união e inabalável vontade de vencer do que propriamente o futebol mostrado em campo. Eu diria que, mais que discurso ufanista, foi uma fala realista do Diego Lugano. Ou alguém acha que o Uruguai exibiu um futebol de sonhos nessa paupérrima (do ponto de vista técnico) Copa América?
Muita gente, também, entrou em campo para desqualificar o espírito de sacrifício e a determinação como fatores primordiais para explicar a vitória uruguaia. Ora, é chover no molhado. Claro que não adianta reunir onze cabeças de bagre raçudos e dar-lhes a obrigação de ganhar jogos e torneios. A chamada "raça" é apenas aquele algo mais que pode fazer a diferença quando você tem os outros ingredientes disponíveis, a técnica, a tática, a inteligência do jogo, etc. É um plus, nunca um fator determinante em si. Mas esse fator extra que, isolado, pouco quer dizer, pode significar apenas a diferença entre perder ou ganhar uma partida decisiva. Por isso, sinto dizer aos comentaristas mais "técnicos", quem o ignora corre o risco de não entender nada da essência do futebol.
Não entender sequer o que acontece dentro de campo como, em especial, o que se passa fora, aquilo que extrapola as quatro linhas e ressoa na psicologia de um povo. Essa firme dignidade, expressa em campo, parece representar muito bem o povo uruguaio, país pequeno, apenas 3 milhões de pessoas, espremido entre dois gigantes sul-americanos e mantendo suas características próprias com serenidade.
Em 1950, esse traço de caráter foi simbolizado por Obdúlio Varela, o comandante da vitória sobre o Brasil. Quem quiser saber dele, leia o fundamental Futebol ao Sol e à Sombra, de Eduardo Galeano. São páginas de antologia. Entre outras histórias, Galeano conta que, após o jogo, Varela não quis comemorar com os dirigentes uruguaios, que desprezava, e saiu sozinho pela noite do Rio de Janeiro. Andou pelos bares, bebeu e consolou brasileiros entristecidos, que não o reconheceram pois naquele tempo não havia televisão e os rostos não eram tão manjados.
Obdúlio jogou como guerreiro naquela tarde de 16 de julho de 1950, mas morreu respeitando os adversários brasileiros. Da mesma forma que Gigghia, autor do segundo e decisivo gol daquela partida e que se recusava a comentar seu feito para jornalistas brasileiros "em sinal de respeito". Respeito ao Brasil e a Barbosa, o goleiro que sofreu o gol se tornou bode expiatório da derrota.
De seres humanos assim se faz uma grande equipe, um time vencedor. Talvez falte essa argamassa à seleção brasileira. Pegue as duas escalações e as compare, jogador por jogador. Ninguém pode negar que, no papel, a seleção brasileira é bem melhor que a uruguaia. Mas, de que isso adianta, se lhe falta o essencial?

sera que mano restira até 2014

Será que mano meneses restira até a copa do mundo caira e qual o tec da agentina ou ele restira apreção opinião puplica mas como na cbf é tradicional mater o tec atela na copa do mundo ou será que o brasil escola com agetina e demiti mano meneses ou vai ser só agetina que vai fazer escola com o brasil em virada de mesa do capionato agetino que vai ter 40 times na primera divião de 2012

os parecidos com o brasil

Os Agetinos fazem virada de mesa esse ano de 2012 não tem mas segunda divisão no futebol agetino resusitaram o diligete do futebol carioca o caixa daqua fizeram uma divisão só fazer 40 times na primeira divião vai ter a primeira a segunda divisão em uma só da primeira já pula pra tercera divisão olha o brasil dando aula como se fira uma mesa no capionato agentino

Tec da seleção da Agetina foi demtido

Tec da seleção agetina foi demitido por que foi mal de mas na copa america ai ele foi demitido devem ter notado que ele é pio do que mano meneses da seleção brasileira ou são iquais na agetina são não nesse ponto parabens para eles

Com segundo melhor tempo na semi dos 50m peito, Felipe França garante vaga na final

Depois de cravar o melhor tempo entre os 16 classificados para a semifinal dos 50m peito, o nadador brasileiro Felipe França, de 24 anos, assegurou presença na final e vai disputar medalha na prova. Na manhã desta terça-feira (horário de Brasília, já noite de terça na China), o atleta ficou com o segundo melhor tempo na semifinal da prova, com 26s95.

A primeira colocação, ao final das duas baterias das semifinais, ficou com o sul-africano Cameron Van Der Burgh, atual recordista mundial, com o tempo de 26s90. Na bateria disputada pelo brasileiro, o terceiro lugar ficou com o norueguês Alexander Dale Owen, com 27s33.

Felipe França disputou a segunda prova das semifinais nesta terça-feira. Na primeira prova, o melhor tempo ficou com o italiano Fabio Scozolli, com o tempo de 27s37, que também o garantiu na final da prova, com o quarto melhor tempo na somatória geral.

O brasileiro, natural de Suzano (SP), é um dos favoritos a brigar pela medalha de ouro em Xangai. França ganhou a medalha de prata no Mundial de Roma, em 2009, e foi ouro no Mundial de piscina curta de Dubai, em 2010, ambas nos 50m peito.
O brasileiro Felipe França fez o segundo melhor tempo na semifinal dos 50m peito e disputará medalha
O brasileiro Felipe França fez o segundo melhor tempo na semifinal dos 50m peito e disputará medalha
Crédito da imagem: Reuters

Luxemburgo fala com Thiago Neves e encerra polêmica; Jurídico aguarda resposta

Para a comissão técnica do Flamengo, a polêmica sobre os cartões amarelos de Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho está resolvida. Para o Departamento Jurídico do clube, não.

O treinador Vanderlei Luxemburgo conversou com Neves após o treinamento desta segunda-feira, no Ninho do Urubu, e deu o caso por encerrado. O jogador afirmou que Ronaldinho não teve culpa no episódio em que os dois atletas teriam, segundo o próprio Neves, levado amarelo de propósito contra o Palmeiras para não enfrentarem o Ceará. A idéia seria se poupar para jogos teoricamente mais difíceis - o Fla, entretanto, acabou empatando com o Ceará, nesse sábado.

Questionado pelo ESPN.com.br sobre a situação dos jogadores, contudo, o gerente de futebol flamenguista, Isaías Tinoco, afirmou que o problema ainda está nas mãos dos advogados do clube.

Michel Assef Filho, diretor jurídico do Flamengo, confirmou a informação de Tinoco e disse que quem aguarda uma declaração de Thiago Neves agora é o Jurídico rubro-negro. O meia teria que enviar sua explicação por escrito para que ela fosse documentada.

Assef Filho não soube dizer qual punição poderia ser dada - “isso é uma questão que só após a resposta dele o Flamengo pode pensar, mas essa análise vai ser feita" -, mas revelou que já trabalha para evitar que o jogador seja punido em outra esfera, no Supremo Tribunal de Justiça Desportiva - STJD.

“Eu vou falar não como diretor jurídico do futebol do Flamengo, mas como observador do futebol e advogado: entendo que não é infração nenhuma o atleta utilizar do regulamento do jogo e do campeonato e das regras para se beneficiar. Em qualquer modalidade esportiva isso acontece.”

Segundo o promotor do STJD Paulo Schmidtt, Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho podem receber desde uma simples advertência, como também pode ser suspensos de uma a dez partidas por conduta antidesportiva – artigo 258. Nesta terça-feira o tribunal deve dar sua posição sobre o caso.

Campeonato deve ter fusão entre 1ª e 2ª divisões que pode beneficiar o River

O Comitê Executivo da Associação Argentina de Futebol (AFA) apresentou, nesta segunda-feira, um projeto para modificar o campeonato do país e fazer uma fusão entre as 40 equipes da primeira e da segunda vivisão. A medida, que deve ser aprovada por uma assembléia da federação no dia 18 de outubro, pode beneficiar o River Plate, rebaixado no último torneio.

O River disputará de qualquer forma a Segundona do Campeonato Argentino na próxima temporada, porém, terá presença assegurada na elite do campeonato seguinte, com o inchaço do torneio - desde que não caia para  Terceira Divisão.

Com 22 votos a favor e três abstenções, a maioria dos clubes argentinos apoiaram a mundança, que entraria em vigor em agosto de 2012. A partir de então, os quatro piores clubes na classificação geral seriam rebaixados.

Os 40 times seriam divididos em cinco grupos de oito, e os quatro melhores de cada um avançariam para disputar o título e as vagas na Copa Libertadores. Já os quatro piores de cada grupo decidiriam a classificação para a Copa Sul-Americana e o descenso.

A possibilidade da mudança foi assunto bastante comentados pelos argentinos nas redes sociais nesta segudna-feira. Torcedores de clubes rivais do River Plate não ficaram nada satisfeitos com a chance de uma virada de mesa.

Fifa deixa para outubro a definição das cidades-sede para Copa das Confederações

A definição de quais serão as cinco cidades-sede da Copa das Confederações de 2013 no Brasil não sairá antes de outubro. A Fifa, que recebeu pedidos do governo brasileiro para antecipar para esta semana a divulgação, já descartou, na última segunda-feira, a possibilidade de fazê-lo. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

No próximo sábado, no Rio de Janeiro, acontece o sorteio dos grupos para as Eliminatórias da Copa do Mundo de 2014 e, a princípio, este evento também serviria para a Fifa divulgar o palco da abertura do Mundial, além das cinco cidades que receberão jogos da Copa das Confederações. No entanto, ainda em junho, a entidade máxima do futebol já havia adiado para outubro todas essas definições.

Acontece que o governo brasileiro tinha a intenção de antecipar a divulgação, tanto do local de abertura da Copa, quanto das cidades-sede do chamado "torneio-teste" do Mundial, para o evento deste final de semana no Rio. Mas, de acordo com a Folha, a disputa entre Salvador, Porto Alegre e Fortaleza pelas duas vagas restantes para sediar a competição - as três outras já estão com Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro - acabou adiando mesmo esta definição da Fifa apenas para outubro.

Na última segunda, o presidente da entidade, Joseph Blatter, desembarcou no Rio de Janeiro, onde fará, durante a semana, uma série de reuniões com o Comitê Olímpico Local (COL) para acertar detalhes para a Copa do Mundo de 2014. No sábado, acontece o primeiro evento oficial envolvendo o Mundial, na Marina da Glória, onde serão sorteados os grupos das Eliminatórias da competição.

Após Copa América, Batista não é mais técnico da Argentina

Na mesma reunião da Associação de Futebol da Argentina que anunciou a nova fórmula do Campeonato Argentino, ficou decidido que Sergio Batista não é mais o técnico da seleção nacional. A entidade afirmou que vai passar uma semana avaliando quem será o seu substituto.

Entre os candidatos, está Alejandro Sabella. O ex-comandante do Estudiantes assumiria o Al-Jazira, nesta segunda-feira, mas adiou sua viagem para Dubai. Apesar das especulações, a AFA ainda não divulgou possíveis substitutos para o cargo.

O porta-voz da entidade, Ernesto Cherquis Bialo, também quis ressaltar que Batista não foi oficialmente demitido, mas, apesar disso, não revelou o real motivo da saída do treinador. Sem técnico, o amistoso contra a Romênia, na próxima data Fifa, foi cancelado.

Batista assumiu a seleção nacional após a saída de Diego Armando Maradona, eliminado nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul. Entre seus principais resultados, está uma goleada por 4 a 1 sobre a campeã mundial Espanha. No total, foram 17 jogos, com oito vitórias, seis empates e apenas três derrotas.

No entanto, ele fracassou na Copa América, em casa, caindo também nas quartas de final. Após empatar com Bolívia e Colômbia, o time venceu a Costa Rica, mas foi eliminado nos pênaltis pelo campeão Uruguai.

Com lesão muscular, Barrios desfalca Borussia no início da temporada

Atual campeão alemão, o Borussia Dortmund não poderá contar com um dos seus destaques na última temporada para o início das competições europeias em agosto. O atacante Lucas Barrios sofreu uma lesão muscular quando jogava a final da Copa América pelo Paraguai, no último domingo, e ficará fora dos gramados de duas a três semanas, de acordo com informações oficiais do clube.

O primeiro compromisso oficial do Borussia na temporada 2011/12 será no próximo dia 5 de agosto e Barrios ainda não estará em condições de jogo para este primeiro jogo. O atacante, que deixou o campo na decisão da Copa América sentindo uma lesão muscular forte, segue em recuperação no clube e deverá voltar somente depois das primeiras rodadas do Campeonato Alemão.

Na última temporada, Barrios marcou 16 gols em 32 jogos com a camisa do Borussia e conquistou o título alemão com o clube na temporada.
Barrios sofre lesão e fica fora por pelo menos duas semanas
Barrios sofre lesão e fica fora por pelo menos duas semanas
Crédito da imagem: Reuters

Ausência de Lionel Messi esvazia viagem do Barcelona aos EUA

A organização do torneio amistoso Herbalife World Football Challenge confirmou a baixa do argentino Lionel Messi com o Barcelona para a viagem que a equipe espanhola fará a partir desta semana aos Estados Unidos.

A ausência de Messi tira parte do atrativo da viagem do Barcelona para disputar três partidas amistosas dentro do torneio que teve a participação do Real Madrid e que prossegue com os ingleses Manchester United e Manchester City.

Também jogaram a competição a italiana Juventus, o Sporting de Portugal, o América do México e o Chivas, também mexicano.

A ausência de Messi será sentida especialmente pelo presidente americano, Barack Obama, que manifestara seu desejo pessoal de conhecer a estrela do futebol argentino, e havia até a possibilidade de uma audiência na Casa Branca para receber o Barcelona.

Pep Guardiola, treinador do atual campeão espanhol e europeu, decidiu dar mais descanso a Messi depois de sua participação na Copa América com a seleção argentina, que, jogando em casa, caiu frente ao Uruguai nas quartas de final.

Pelo mesmo motivo, não viajarão aos EUA o lateral direito brasileiro Daniel Alves, o volante argentino Javier Mascherano e o atacante chileno Alexis Sánchez, a mais recente contratação da equipe.

O Barcelona enfrentará em 30 de julho o atual campeão inglês, o Manchester United, no primeiro encontro após a vitória da equipe espanhola por 3 a 1 na final da Liga dos Campeões da Europa, em maio passado.

Posteriormente, o Barcelona seguirá para Miami, onde em 3 de agosto enfrentará o Chivas, e três dias depois encerrará a viagem em Arlington (Texas), em duelo contra o América do México.

Em torneio na Alemanha, Inter e Barcelona reeditam final do Mundial de 2006

O superlotado calendário do futebol do Brasil tirou o colorido da participação dos clubes do país em torneios amistosos no verão europeu. Aproveitando-se da exposição pelas conquistas internacionais nos últimos anos, o Inter tenta desbravar este mercado novamente.

Os colorados participam, a partir desta terça-feira, da Copa Audi, em Munique, com gigantes do velho continente. A estreia será contra o Barcelona, às 13h15 (de Brasília). Na quarta-feira, os gaúchos enfrentam Bayern ou Milan, que fazem o jogo de fundo de terça.

O adversário traz ares de nostalgia. Impossível não lembrar a final do Mundial de 2006. Assim como naquele domingo histórico, o Inter vestirá branco. As coincidências param por aí. O momento é diferente, a vida dos dois tomou rumo distinto nesse período e os objetivos em campo são bastante diversificados.

O Barça, melhor time do mundo, chega sem seus jogadores sul-americanos, em férias após a disputa da Copa América. Em campo nada de Messi, Mascherano e o recém contratado Sánchez. A competição é a oportunidade para dar ritmo de jogo diante de adversários tradicionais. Com pouco mais de uma semana de trabalho, os catalães fizerem seu primeiro amistoso no fim de semana, empatando por 0 a 0 com o Hadjuk Split, da Croácia.

Para o Inter é o oposto. O significado de entrar na Allianz Arena contra clubes tradicionais da Europa tem muito valor não só esportivo, mas também para organizar o momento colorado. Ter a oportunidade de vencer um adversário do peso do Barcelona é a oportunidade de afirmar um time que oscila no Campeonato Brasileiro, sem conseguir uma série convincente de atuações.

"É uma copa curta e então temos que dar o máximo nestes dois jogos. É muito difícil estar acontecendo isto para o futebol brasileiro. Esperamos que possamos abrir portas para outras equipes. Sabemos da qualidade dos outros times, mas eles terão que ter respeito pela gente, pois somos campeões mundiais e da Libertadores", disse Leandro Damião, para onde os olhares de diversos clubes da Europa estão voltados.

O time segue sendo comandado pelo interino Osmar Loss, enquanto um substituto de Falcão não é escolhido. Juan e Oscar, na Seleção Brasileira Sub-20, Índio, Guiñazu e Zé Roberto, lesionados, são as ausências coloradas.

A outra meta vermelha é fortalecer a imagem do Inter no exterior. Para isso, os dirigentes têm sacrificado o calendário de jogos. Em 2008, a pré-temporada foi atípica com a participação em um torneio em Dubai, vencido sobre a Inter de Milão. Agora, os cartolas abarrotaram a tabela de partidas no Campeonato Brasileiro para atuar em Munique.

Nos ingressos para a competição, o Inter foi mencionado como "Porto Alegre" escancarando a necessidade de um maior conhecimento do futebol brasileiro. Mas, ao menos, o Barcelona sabe quem é o Inter. Não tem como esquecer 2006.

Confrontos entre Inter e Barcelona:

1980 - Barcelona 2 x 2 Inter - Amistoso
1982 - Barcelona 1 x 0 Inter - Torneio Teresa Herrera
1982 - Barcelona 0 x 0 Inter (4 a 2 para o Inter nos pênaltis) - Torneio Joan Gamper
1989 - Barcelona 1 x 0 Inter - Torneio Joan Gamper
2006 - Inter 1 x 0 Barcelona - Mundial de Clubes

FICHA TÉCNICA
BARCELONA X INTERNACIONAL

Local: Estádio Allianz Arena, em Munique (Alemanha)
Data: 26 de julho, terça-feira
Horário: 13h15 (de Brasília)

BARCELONA: Valdés; Dalmau, Fontás, Abidal e Maxwell; Keita, Thiago Alcântara e Busquets; Jeffren, David Villa e Afellay
Técnico: Pep Guardiola

INTERNACIONAL: Muriel; Nei, Bolívar, Rodrigo e Kleber; Elton, Tinga, Bolatti, Andrezinho e D'Alessandro; Leandro Damião
Técnico: Osmar Loss (interino)

Agüero vai à Inglaterra na quarta para assinar por cinco anos com o City, diz jornal

Após uma longa novela envolvendo o futuro do atacante argentino Sergio “Kun” Agüero, do Atlético de Madri, o capítulo final pode ser conhecido já na próxima quarta-feira. Segundo informações do diário espanhol Marca, o jogador deve chegar a Londres para assinar contrato com o Manchester City, provavelmente por cinco temporadas.

Agüero deve viajar para a capital britânica acompanhada por seus representantes e também por dirigentes do Atlético para acertar os últimos detalhes da negociação com o City. O atacante já teria decidido atuar na equipe inglesa e, segundo o jornal madrilenho, faltaria só convencer sua família, “um dos principais obstáculos”.

Depois de afirmar publicamente várias vezes que não gostaria mais de vestir a camisa do Atlético de Madri, Agüero foi sondado por alguns dos principais clubes da Europa. Além do City, manifestaram interesse na contratação do argentino o Real Madrid e a Juventus.

O atacante recentemente disputou a Copa América pela seleção da Argentina, mas não ficou alheio às negociações sobre seu futuro. A cláusula rescisória de Agüero com o Atlético de Madri é de 45 milhões de euros, algo em torno de R$ 100 milhões.

Copa Paulista

Primeira fase
Terceira rodada
Oeste 0 x 2 Penapolense

Liga Futsal

Segunda FaseGazin/Oi/Penalty/Umuaruma 4 x 4 Corinthians/São Caetano/Unip
São José/ValeSul Shopping 2 x 2 Poker/PEC/Petrópolis
Hipper Freios/Unisul 5 x 5 Intelli/Orlândia