| HORA | JOGO | ESTÁDIO | CIDADE | RELATO | ||
|---|---|---|---|---|---|---|
| 16h00 | Bahia | 1x1 | Atlético-MG | Estádio de Pituaçu | Salvador | |
| 16h00 | Atlético-GO | 4x1 | Ceará | Serra Dourada | Goiânia | |
| 16h00 | Internacional | 2x2 | Palmeiras | Beira-Rio | Porto Alegre | |
| 16h00 | Corinthians | 2x0 | Fluminense | Pacaembu | São Paulo | |
| 18h30 | Atlético-PR | 1x1 | Flamengo | Arena da Baixada | Curitiba | |
| 18h30 | Botafogo | 3x1 | Coritiba | Engenhão | Rio De Janeiro | |
Falamos campeonatos das séries A B C D campeonatos internacionais todos Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca e falamos da copa do nordeste
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Campeonato Brasileiro 2011 Série A
sábado, 11 de junho de 2011
Brasileirão Série A
| 18h30 Cruzeiro 1x1 Santos |
| 18h30 Avaí 1x1América-MG |
| 18h30 São Paulo 3x1 Grêmio |
| 21h00 Vasco 1x1 Figueirense |
Brasileiro Série B
| 16h20 Náutico 2x2 Bragantino |
| 16h20 Grêmio Barueri 1x1 Portuguesa |
| 16h20 ASA 1x1 Sport |
| 16h20 Vila Nova-GO 2x0 Criciúma |
| 21h00 Icasa 2x2 Americana |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Colón 0x2 Arsenal Sarandí |
| 16h10 San Lorenzo 0x2 Quilmes |
| 18h20 All Boys 1x0 Gimnasia y Esgrima |
| 20h20 Tigre 0x0 Independiente |
Campeonato Paulista - Segunda Divisão
Primeira fase
Oitava rodada
Barretos 0x0 Guariba
Bariri 1x5 Brasilis
São Bernardo 6x1 São Vicen
Oitava rodada
Barretos 0x0 Guariba
Bariri 1x5 Brasilis
São Bernardo 6x1 São Vicen
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Brasileiro Série B
| 21h00 Paraná Clube 1x0 Salgueiro |
| 21h00 Guarani 1x0 Ituiutaba |
| 21h00 Duque de Caxias 2x3 Vitória |
quinta-feira, 9 de junho de 2011
VIDEOBLOG: Parabéns à torcida do Vasco! Título no futebol 'lava' tudo. Até safado vira honesto!
O título do Vasco na Copa do Brasil mostra a reabilitação do time carioca no futebol brasileiro. O próprio Coritiba, por ter chegado à final, acaba se reconstruindo com o vice. Sou do Rio de Janeiro, torcedor do América, mas acredito que a fase ruim que o Vasco passou entristeceu todo o futebol carioca.
Fico muito feliz com o título inédito na história do Vasco, conquistado em pleno Couto Pereira. Penso que no futebol os títulos lavam tudo. Quem é safado, vira honesto! E até mesmo o atacante Éder Luís, agora, é considerado jogador para compor a seleção brasileira (risos).
Fico muito feliz com o título inédito na história do Vasco, conquistado em pleno Couto Pereira. Penso que no futebol os títulos lavam tudo. Quem é safado, vira honesto! E até mesmo o atacante Éder Luís, agora, é considerado jogador para compor a seleção brasileira (risos).
Clique no player e assista ao vídeo!
Vascaínos madrugam comemorando título inédito
Carlos Eduardo Sangenetto
Publicada em 09/06/2011 às 04:10
Rio de Janeiro (RJ)
Vasco perde, mas conquista título inédito da Copa do Brasil
Faça o download no site da Adobe.
Depois de oito anos com grito de campeão preso na garganta, a torcida do Vasco compareceu em peso à Praça Varnhagem, na Tijuca, para assistir à finalíssima da competição contra o Coritiba. Segundo a Guarda Municipal, na hora do jogo, o local estava tomado por aproximadamente 3.000 torcedores.
| Vascaínos de todas as idades festejaram a conquista da Copa do Brasil até altas horas com batuque e cantos da torcida (Foto: Carlos Eduardo Sangenetto) |
- Isso aqui está uma loucura desde cedo. Só vou embora quando amanhecer - disse um jovem torcedor à reportagem do LANCENET!.
Após o apito final, baterias de torcidas organizadas e fogos de artifício animaram a festa, que perdurou durante toda a madrugada. Ainda segundo a Guarda Municipal, que reforçava a região com a Polícia Militar, às 3h30, cerca de 700 torcedores continuavam celebrando a conquista em paz.
Título da Copa do Brasil ratifica a volta por cima do Vasco e encerra longo jejum
Quando Fernando Prass levantou o inédito e tão sonhado troféu da Copa do Brasil, nesta quarta-feira, após a conquista em cima do Coritiba, o Vasco sacramentou a sua volta por cima. Em pouco mais de dois anos, superou o trauma do rebaixamento, montou uma equipe competitiva e, com o título, voltou para a Libertadores. Além disso, encerrou um jejum de oito anos, excluindo a Série B de 2009, sem uma volta olímpica.
O mantra “vamos devolver o Vasco ao lugar de onde nunca deveria ter saído” nunca foi tão bem planejado e executado. Capitaneado por Rodrigo Caetano, o dirigente que ganhou status de camisa 10 ao profissionalizar o departamento de futebol, o projeto alcançou um êxito praticamente inimaginável pelos cruzmaltinos.
É bem verdade que o começo, em 2009, não foi dos mais animadores. Mesmo com um elenco duvidoso, principalmente em função do então descrédito do clube no cenário futebolístico, os dirigentes mantiveram a calma e repetiam que a reconstrução era um “planejamento a médio e longo prazo”.
Com um time que só ganhou a confiança da torcida no decorrer da competição, o Vasco cumpriu a primeira missão e, mesmo sem o brilho característico de outras campanhas vitoriosas, conquistou a série B, retornando à elite do futebol brasileiro e devolvendo aos cruzmaltinos a esperança de dias melhores.
Em 2010, apesar da vontade da torcida em ganhar um título de expressão e mostrar aos rivais que o Vasco tinha voltado ao cenário, a temporada não foi das melhores, com exceção das chegadas de Felipe, Eder Luis e Zé Roberto no meio do ano, inaugurando uma “nova era” de contratações no clube. Após um período nebuloso, onde tinha que se contentar com a “sobra” do mercado, o Cruzmaltino voltou a investir.
O rascunho de um time competitivo ao final do último ano, apesar de não ir muito longe nas competições, era a senha que a diretoria já se movimentava para montar uma equipe, de fato, vencedora.
O investimento modesto na janela de fim de ano, resultando em um início de ano catastrófico, assustou, mas não diminuiu o apetite dos cartolas vascaínos, que reforçavam o discurso de que, após dois anos se reestruturando, 2011 seria o ano do Vasco. E, por enquanto, está sendo.
Com uma base pré-montada, faltavam os protagonistas, que chegaram rapidamente. Apostando no projeto, Diego Souza e Alecsandro chegaram para “finalizar os trabalhos” e ratificar o que todos afirmavam dentro do clube: “a hora do Vasco estava chegando”.
Após o insucesso no Campeonato Carioca, ficou a lição de que uma nova decepção não seria mais admitida em São Januário. Sem se abalar e com uma campanha praticamente irretocável, o Vasco assumiu a responsabilidade e se encarregou de escrever um novo capítulo feliz na vitoriosa história do clube: o título inédito da Copa do Brasil.
VASCO, CAMPEÃO DA COPA DO BRASIL
- O Vasco perdeu para o Coritiba por 3 a 2, mas faturou o título inédito da Copa do Brasil
- Os jogadores e membros da diretoria cruzmaltina fizeram uma grande festa pela grande conquista
É bem verdade que o começo, em 2009, não foi dos mais animadores. Mesmo com um elenco duvidoso, principalmente em função do então descrédito do clube no cenário futebolístico, os dirigentes mantiveram a calma e repetiam que a reconstrução era um “planejamento a médio e longo prazo”.
Com um time que só ganhou a confiança da torcida no decorrer da competição, o Vasco cumpriu a primeira missão e, mesmo sem o brilho característico de outras campanhas vitoriosas, conquistou a série B, retornando à elite do futebol brasileiro e devolvendo aos cruzmaltinos a esperança de dias melhores.
Em 2010, apesar da vontade da torcida em ganhar um título de expressão e mostrar aos rivais que o Vasco tinha voltado ao cenário, a temporada não foi das melhores, com exceção das chegadas de Felipe, Eder Luis e Zé Roberto no meio do ano, inaugurando uma “nova era” de contratações no clube. Após um período nebuloso, onde tinha que se contentar com a “sobra” do mercado, o Cruzmaltino voltou a investir.
O rascunho de um time competitivo ao final do último ano, apesar de não ir muito longe nas competições, era a senha que a diretoria já se movimentava para montar uma equipe, de fato, vencedora.
O investimento modesto na janela de fim de ano, resultando em um início de ano catastrófico, assustou, mas não diminuiu o apetite dos cartolas vascaínos, que reforçavam o discurso de que, após dois anos se reestruturando, 2011 seria o ano do Vasco. E, por enquanto, está sendo.
Com uma base pré-montada, faltavam os protagonistas, que chegaram rapidamente. Apostando no projeto, Diego Souza e Alecsandro chegaram para “finalizar os trabalhos” e ratificar o que todos afirmavam dentro do clube: “a hora do Vasco estava chegando”.
Após o insucesso no Campeonato Carioca, ficou a lição de que uma nova decepção não seria mais admitida em São Januário. Sem se abalar e com uma campanha praticamente irretocável, o Vasco assumiu a responsabilidade e se encarregou de escrever um novo capítulo feliz na vitoriosa história do clube: o título inédito da Copa do Brasil.
Vasco bota outra vez o futebol carioca no topo
O Flamengo foi o campeão brasileiro de 2009.
O Fluminense é o atual campeão brasileiro, título ganho no ano passado.
E o Vasco acaba de se sagrar campeão da Copa do Brasil.
O futebol carioca, definitivamente, deu a volta por cima.
Claro, o paulista Santos está perto de ganhar a Libertadores, a competição mais importante, mas ainda não ganhou.
Como o Vasco ontem, em Curitiba, não ganhou, ao contrário, perdeu para o Coritiba por 3 a 2.
Perdeu o jogo, mas ganhou a taça, a taça que ainda não tinha em sua rica sala de troféus, a da Copa do Brasil.
Passo definitivo para sepultar a triste passagem pela segunda divisão em 2009.
Parecido, aliás, com o que fez o Corinthians, exatamente em 2009, quando enterrou sua passagem pela segunda divisão em 2008 ao vencer a Copa do Brasil.
O Vasco está na Libertadores do ano que vem e, aí, bem diferente do Corinthians, lutará pelo bicampeonato do torneio continental.
Comentário para o Jornal da CBN desta quinta-feira, 9 de junho de 2011.
Oscar revela que pode ter jogado com tumor no cérebro durante a carreira
Duas semanas após retirar um tumor benigno de 7 cm do cérebro, o ex-jogador de basquete Oscar Schmidt revelou em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo que pode ter jogado durante toda carreira com o problema e mostrou bom humor passado o susto com o tumor descoberto durante viagem pelos Estados Unidos.
“Segundo o médico, era de crescimento lento. É possível que eu tenha desde criança, ou jogado toda a carreira com ele sem que tivesse percebido”, afirmou Oscar.
O ex-jogador afirma que a falta de sintomas causou estranheza nos médicos e ressalta que teve sorte por não demorar mais tempo para descobrir que tinha o tumor na cabeça.
“O que os médicos não conseguiam entender era como eu não tinha sentido nenhum sintoma até aquele momento. Que eu me lembre, só um episódio, quando dei um grito e senti uma dor forte de cabeça. Na ocasião, a pressão [arterial] subiu, mas fiquei quieto e tudo voltou ao normal”, afirma Oscar. “Tive sorte, porque se demorasse mais para descobrir o problema poderia ter ficado louco [perdido a sanidade]”, completa.
Oscar descobriu que tinha o tumor quando estava tomando banho de imersão em uma banheira com água quente e acabou desmaiando. Ele foi socorrido pelo filho e realizou uma tomografia que revelou o problema.
“Gosto muito de fazer banho de imersão em água quente, tipo uns 40 ºC, mas fiquei muito tempo na banheira e desmaiei. Poderia ter morrido, não fosse meu filho [Felipe] ter me socorrido”, explica Oscar, que diz não ter ficado abalado quando descobriu o tumor.
“Não fiquei preocupado porque tive sorte de realizar muita coisa na vida”, finaliza o ex-jogador de basquete
“Segundo o médico, era de crescimento lento. É possível que eu tenha desde criança, ou jogado toda a carreira com ele sem que tivesse percebido”, afirmou Oscar.
O ex-jogador afirma que a falta de sintomas causou estranheza nos médicos e ressalta que teve sorte por não demorar mais tempo para descobrir que tinha o tumor na cabeça.
“O que os médicos não conseguiam entender era como eu não tinha sentido nenhum sintoma até aquele momento. Que eu me lembre, só um episódio, quando dei um grito e senti uma dor forte de cabeça. Na ocasião, a pressão [arterial] subiu, mas fiquei quieto e tudo voltou ao normal”, afirma Oscar. “Tive sorte, porque se demorasse mais para descobrir o problema poderia ter ficado louco [perdido a sanidade]”, completa.
Oscar descobriu que tinha o tumor quando estava tomando banho de imersão em uma banheira com água quente e acabou desmaiando. Ele foi socorrido pelo filho e realizou uma tomografia que revelou o problema.
“Gosto muito de fazer banho de imersão em água quente, tipo uns 40 ºC, mas fiquei muito tempo na banheira e desmaiei. Poderia ter morrido, não fosse meu filho [Felipe] ter me socorrido”, explica Oscar, que diz não ter ficado abalado quando descobriu o tumor.
“Não fiquei preocupado porque tive sorte de realizar muita coisa na vida”, finaliza o ex-jogador de basquete
O grande passo da reconstrução de um gigante do futebol brasileiro
Lembre dos gloriosos anos 90, mas deixe apenas na parede os pôsters dos Brasileiros de 1997 e 2000, da Libertadores de 1998. Aquele período junto com os anos 40 foi o mais forte da história do Vasco, mas a conquista da Copa do Brasil é uma das mais importantes da história do clube.
Mais ou menos quando Tim devolveu ao clube o direito de gritar campeão, em 1970, depois de doze anos de jejum. Aquela equipe de Andrade, Fidélis, Moacir, Renê e Eberval; Alcir e Buglê; Luís Carlos, Valfrido, Silva e Gílson Nunes certamente não é a melhor que o Vasco já teve.
Mas é das mais importantes.
Ninguém dirá que Éder Luís é mais jogador do que foram Ademir, Roberto, Edmundo, Romário...
Mas está na história do Vasco, uma espécie de Jorginho Carvoeiro dos tempos modernos.
Tudo na derrota vitoriosa de Curitiba passou pelo seu pé direito. O passe preciso no contra-ataque que deu o primeiro gol a Alecsandro, o gol do título aos 12 minutos do segundo tempo, quando o Coritiba era mais perigoso.
Dos clubes que saltaram da Segunda Divisão para títulos importantes, O Grêmio é o modelo que o Vasco pode seguir. Rebaixado em 1991, retornou em 1993 (pela porta dos fundos, diferente do Vasco), ganhou a Copa do Brasil em 1994 e não parou aí. Venceu a Libertadores em 1995, o Brasileirão de 1996.
O Vasco está de volta ao lugar que é seu. Campeão da Copa do Brasil, classificado para a Libertadores e pronto para dar os passos que um gigante do futebol brasileiro deve ter.
Vasco não poderia ter algo melhor após o pesadelo da segunda divisão
A temporada 2009 foi o fundo do poço para os vascaínos. Naquele ano, o time disputou a segunda divisão e sua torcida viu o maior rival, o Flamengo, chegar ao sexto título brasileiro. Claro que ao ganhar a Série B o time de São Januário devolveu parte da auto-estima perdida aos torcedores. Mas não era exatamente o tipo de taça que faz a galera se orgulhar. Melhor seria jamais tê-la disputado.
Por isso a conquista da Copa do Brasil é algo próximo do melhor com o que o Vasco poderia sonhar pouco mais de uma temporada após seu retorno à elite nacional. A campanha no Brasileiro de 2010 foi segura, sem risco de nova queda, e entre os títulos possíveis para o primeiro semestre de 2011, o time alcançou o mais importante. Que, de quebra, o recoloca na Libertadores 11 anos depois.
Não, o Vasco não jogou bem contra o Coritiba, finalizou corretamente apenas duas vezes nos 90 minutos, e fez dois gols, mas se expôs em demasia ao jogar enorme tempo em seu campo, enquanto o campeão paranaense erguia a bola na área vascaína. Foram 30 os cruzamentos do Coxa. Nâo o bastante, mas tivesse jogado melhor, o Vasco sequer passaria pelos dramáticos momentos derradeiros do cotejo no Couto Pereira.
Foi uma partida de enorme emoção, pelas circunstâncias, pelo título em jogo, pela indefiniução até o apito final. Não, para mim não houve pênalti a favor do Coritiba no segundo tempo, como pediu a torcida da casa. E não vamos confundir jogo emocionante com jogo bom. Tecnicamente a peleja foi fraca, em alguns momentos sofrível. Algo secundário, claro, para vascaínos com fome de títulos e, enfim, saciados.
Por isso a conquista da Copa do Brasil é algo próximo do melhor com o que o Vasco poderia sonhar pouco mais de uma temporada após seu retorno à elite nacional. A campanha no Brasileiro de 2010 foi segura, sem risco de nova queda, e entre os títulos possíveis para o primeiro semestre de 2011, o time alcançou o mais importante. Que, de quebra, o recoloca na Libertadores 11 anos depois.
Não, o Vasco não jogou bem contra o Coritiba, finalizou corretamente apenas duas vezes nos 90 minutos, e fez dois gols, mas se expôs em demasia ao jogar enorme tempo em seu campo, enquanto o campeão paranaense erguia a bola na área vascaína. Foram 30 os cruzamentos do Coxa. Nâo o bastante, mas tivesse jogado melhor, o Vasco sequer passaria pelos dramáticos momentos derradeiros do cotejo no Couto Pereira.
Foi uma partida de enorme emoção, pelas circunstâncias, pelo título em jogo, pela indefiniução até o apito final. Não, para mim não houve pênalti a favor do Coritiba no segundo tempo, como pediu a torcida da casa. E não vamos confundir jogo emocionante com jogo bom. Tecnicamente a peleja foi fraca, em alguns momentos sofrível. Algo secundário, claro, para vascaínos com fome de títulos e, enfim, saciados.
Fernando Prass levanta a taça: campeão inédito da Copa
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Eliminatórias da Eurocopa
| Eliminatórias da Eurocopa |
|---|
| Fase classificatória Grupo A Azerbaijão 1 x 3 Alemanha Grupo C Ilhas Faroe 2 x 0 Estônia Grupo D Bósnia-Herzegóvina 2 x 0 Albânia Belarus 2 x 0 Luxemburgo Grupo E Suécia 5 x 0 Finlândia San Marino 0 x 3 Hungria |
Amistosos
Brasil 1x0 Romênia
Austrália 0x0 Sérvia
Coreia do Sul 2x1 Gana
Noruega 1x0 Lituânia
Rússia 0x0 Camarões
Áustria 3x1 Letônia
Itália 0x2 Irlanda
Venezuela 0x3 Espanha
Austrália 0x0 Sérvia
Coreia do Sul 2x1 Gana
Noruega 1x0 Lituânia
Rússia 0x0 Camarões
Áustria 3x1 Letônia
Itália 0x2 Irlanda
Venezuela 0x3 Espanha
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Assine a Revista
Crédito da foto: Marcelo Naddeo
- 10h58
- 03Jun
Na crista da onda
por redação da revista ESPNJustiça do Rio ordena busca na casa de Luxemburgo para quitar dívida com Edmundo
A Justiça do Rio ordenou busca na casa do técnico do Flamengo, Vanderlei Luxemburgo, para penhorar bens e, com isso, quitar dívida com o ex-atacante Edmundo. A decisão judicial prevê o pagamento de pouco mais de R$ 1,9 milhão para o ex-jogador que hoje trabalha como comentarista de futebol.
Em 2006, Edmundo entrou com o processo para cobrar dois cheques não quitados, dados por Luxemburgo em 1999 - na época, totalizavam R$ 400 mil. O ex-jogador já ganhou o direito de receber a quantia, mais ainda não foram encontrados bens no nome de Luxemburgo suficientes para pagar o débito.
Um oficial de Justiça deve executar a ordem de busca e tem até mesmo autorização para utilizar policiais militares para arrombar a casa do treinador, numa cobertura de luxo na Barra da Tijuca, no Rio, se não tiver ninguém em casa.

Na decisão judicial, está registrado que podem ser penhorados veículos de transporte, objetos de artes ou adornos suntuosos - como joias, por exemplo.
A reportagem não conseguiu falar com o treinador nesta segunda-feira. "Apenas estou cobrando aquilo que eu tenho direito, pois tenho filhos que precisam de mim", escreveu Edmundo, ao comentar, por meio do Twitter, o caso dos cheques sem fundo de Luxemburgo.
Em 2006, Edmundo entrou com o processo para cobrar dois cheques não quitados, dados por Luxemburgo em 1999 - na época, totalizavam R$ 400 mil. O ex-jogador já ganhou o direito de receber a quantia, mais ainda não foram encontrados bens no nome de Luxemburgo suficientes para pagar o débito.
Um oficial de Justiça deve executar a ordem de busca e tem até mesmo autorização para utilizar policiais militares para arrombar a casa do treinador, numa cobertura de luxo na Barra da Tijuca, no Rio, se não tiver ninguém em casa.
Justiça do Rio ordena busca na casa de Luxemburgo
Crédito da imagem: Vipcomm
"Desde já autorizado o arrombamento (somente em caso de necessidade). O senhor oficial de Justiça, contudo, deverá atentar para a possível incidência, no presente contexto, da Lei 8.009/90, tornando impenhoráveis o imóvel residencial da família e os móveis que o guarnecem", relata a decisão judicial.Crédito da imagem: Vipcomm
Na decisão judicial, está registrado que podem ser penhorados veículos de transporte, objetos de artes ou adornos suntuosos - como joias, por exemplo.
A reportagem não conseguiu falar com o treinador nesta segunda-feira. "Apenas estou cobrando aquilo que eu tenho direito, pois tenho filhos que precisam de mim", escreveu Edmundo, ao comentar, por meio do Twitter, o caso dos cheques sem fundo de Luxemburgo.
VÍDEO: Amigo de R. Teixeira, Ronaldo ganha homenagem. Já Romário...
Para Ricardo Teixeira, Ronaldo foi o maior jogador que passou pela seleção brasileira desde que ele se tornou presidente da CBF, em 1989. É curioso que no momento em que Romário, hoje deputado, cobra a presença do dirigente no Congresso para explicar os custos elevados dos estádios da Copa do Mundo de 2014, o mesmo aponte Ronaldo como o maior de todos nesses 22 anos.
Vejamos se Romário será mesmo duro nessas cobranças ou mudará de postura. Afinal, tudo isso acontece agora que Ronaldo e Teixeira estão de bem. Mas há dois anos, o ex-jogador fez críticas severas ao presidente da Confederação. Com o tempo, tudo passou. Você acha que Ronaldo, com toda sua história e bela trajetória no futebol, precisava disso?
PS: É ÓBVIO que o texto acima não sugere a discussão, inútil à essa altura, sobre qual dos dois goleadores foi melhor. E sabemos que Romário teve seu jogo de despedida da seleção da CBF e sempre andou próximo à cartolagem. A questão é: Teixeira coloca Ronaldo acima do Baixinho agora que um está de bem com ele e outro, pelo menos a priori, faz cobranças pubilcamente. Está claro?
Vejamos se Romário será mesmo duro nessas cobranças ou mudará de postura. Afinal, tudo isso acontece agora que Ronaldo e Teixeira estão de bem. Mas há dois anos, o ex-jogador fez críticas severas ao presidente da Confederação. Com o tempo, tudo passou. Você acha que Ronaldo, com toda sua história e bela trajetória no futebol, precisava disso?
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- VÍDEO: Romário brinca com Ronaldo: 'Depois de mim, ele foi o melhor que eu vi'
PS: É ÓBVIO que o texto acima não sugere a discussão, inútil à essa altura, sobre qual dos dois goleadores foi melhor. E sabemos que Romário teve seu jogo de despedida da seleção da CBF e sempre andou próximo à cartolagem. A questão é: Teixeira coloca Ronaldo acima do Baixinho agora que um está de bem com ele e outro, pelo menos a priori, faz cobranças pubilcamente. Está claro?
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Em São Paulo, terra da vaia, Brasil não perde há 48 anos
Na história da Seleção Brasileira, São Paulo é a terra da vaia. O Brasil foi vaiado na Copa de 50, no empate com 2 x 2 contra a Suíça, em 1958, contra o Corinthians e houve vaia marcante em 1974, contra Paulo César Caju, símbolo do time que seguia para a Copa do Mundo da Alemanha. Curiosamente, daquela vez o amistoso era contra a Romênia.
Em 1993, nas Eliminatórias, o Brasil de Parreira venceu o Equador por 2 x 0, sob os gritos de "Telê, Telê!"
A última partida do Brasil em São Paulo aconteceu em novembro de 2007, vitória por 2 x 1 sobre o Uruguai, dois gols de Luís Fabiano.
A última derrota... em 1963! Era uma partida de Copa Roca, torneio disputado contra a Argentina. Derrota por 3 x 2, com os gols do Brasil marcados por Pepe.
Em 1982, a Seleção de Telê Santana empatou com a Tchecoslováquia por 1 x 1, no Morumbi. Nos primeiros quinze minutos, Jairzinho jogou, homenagem da CBF que promoveu sua despedida. Jairzinho foi técnico/empresário de Ronaldo, no seu início de carreira no São Cristóvão.
Em todos os tempos, o Brasil disputou 51 partidas oficiais em São Paulo, com 32 vitórias, 15 empates e 4 derrotas. Perdeu para a Argentina em 1940, 1945 e 1963, para o Uruguai em 1950, dois meses antes da final da Copa, no Maracanã.
O último empate resultou em vaia. Em 2001, Leão era o técnico no 1 x 1 com o Peru. Bandeiras do Brasil atiradas ao gramado e apupos merecidos.
Nos últimos três jogos, três vitórias: 3 x 1 na Bolívia em 2004, 3 x 0 na Guatemala em 2005 -- despedida de Romário --, 2 x 1 no Uruguai em 2007.
domingo, 5 de junho de 2011
Brasileirão Série A
| 16h00 Flamengo 1x1 Corinthians |
| 16h00 Grêmio 2x0 Bahia |
| 16h00 Coritiba 5x1 Vasco |
| 18h30 América-MG 2x4 Internacional |
| 18h30 Santos 3x1 Avaí |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Quilmes 2x2 Boca Juniors |
| 16h00 Gimnasia y Esgrima 0x0 Racing Club |
| 18h10 Huracán 3x2 Tigre |
| 20h20 River Plate 1x1 Colón |
sábado, 4 de junho de 2011
Na Li vence Schiavone em Roland Garros e se torna 1ª chinesa campeã em Grand Slam
Na Li entrou definitivamente para a história do tênis chinês neste sábado ao vencer a atual campeã Francesca Schiavone por 2 sets a 0 em parciais de 6-4 e 7-6 (7-0). Com o resultado, a tenista conquistou o título de Roland Garros e se tornou a primeira chinesa a vencer um torneio Grand Slam na história.
A final deste ano foi a mais velha de um torneio feminino de Grand Slam desde 1998, quando Jana Novotna superou Nathalie Tauziat em Wimbledon. Na Li, com 29 anos, e Francesa Schiavone, prestes a completar 31 anos, somam 60 anos de idade. No duelo de "coroas", levou a melhor a chinesa, em pouco menos de duas horas de partida.
Apesar de duas veteranas, Na Li e Schiavone mostraram que ainda podem render dentro de quadra. Ambas venceram rivais mais jovens para garantir a vaga na final: enquanto a italiana venceu Marion Bártoli, de 26 anos, a chinesa superou a ex-número 1 do mundo Maria Sharapova, de 24 anos.
A postura ofensiva da chinesa fez diferença no quinto game, quando a tenista aproveitou um dos três break points que teve na parcial para alcançar a vantagem necessária para fechar o set em 6-4.
O ritmo da partida continuou a favor de Na Li na segunda etapa. Logo no primeiro game a chinesa conseguiu uma quebra no serviço da atual campeã de Roland Garros, mas Schiavone se recuperou e igualou a partida no 7º game, dando a impressão de que emplacaria uma reação no jogo.
No tie-break, entretanto, Na Li retomou o bom momento e a agressividade do primeiro set e venceu por 7 a 0, abrindo caminho para o primeiro Grand Slam para o tênis da China.
A final deste ano foi a mais velha de um torneio feminino de Grand Slam desde 1998, quando Jana Novotna superou Nathalie Tauziat em Wimbledon. Na Li, com 29 anos, e Francesa Schiavone, prestes a completar 31 anos, somam 60 anos de idade. No duelo de "coroas", levou a melhor a chinesa, em pouco menos de duas horas de partida.
CEJA IMAGENS DO TÍTULO DE NA LI
No primeiro set da decisão de Roland Garros, a diferença foi a agressividade de Na Li. A tenista, que nunca venceu um torneio Grand Slam, teve 15 pontos vencedores contra apenas três da adversária.
A postura ofensiva da chinesa fez diferença no quinto game, quando a tenista aproveitou um dos três break points que teve na parcial para alcançar a vantagem necessária para fechar o set em 6-4.
O ritmo da partida continuou a favor de Na Li na segunda etapa. Logo no primeiro game a chinesa conseguiu uma quebra no serviço da atual campeã de Roland Garros, mas Schiavone se recuperou e igualou a partida no 7º game, dando a impressão de que emplacaria uma reação no jogo.
No tie-break, entretanto, Na Li retomou o bom momento e a agressividade do primeiro set e venceu por 7 a 0, abrindo caminho para o primeiro Grand Slam para o tênis da China.
Brasileirão Série A
| 18h30 Ceará 2x2 Botafogo |
| 18h30 Fluminense 2x1 Cruzeiro |
| 18h30 Palmeiras 1x0 Atlético-PR |
| 21h00 Figueirense 2x0 Atlético-GO |
Brasileirão Série B
| 16h20 Ponte Preta 4x1 Icasa |
| 16h20 Americana 1x0 Paraná Clube |
| 16h20 Salgueiro 2x0 Duque de Caxias |
| 16h20 Criciúma 0x0 Náutico |
| 21h00 Ituiutaba 0x0 Vila Nova-GO |
Eliminatórias da Eurocopa
| 12h00 Rússia 3x1 Armênia |
| 12h45 Inglaterra 2x2 Suíça |
| 13h30 Letônia 1x2 Israel |
| 15h15 Eslováquia 1x0 Andorra |
| 15h30 Grécia 3x1 Malta |
| 15h30 Montenegro 1x1 Bulgária |
| 15h45 Islândia 0x2 Dinamarca |
| 16h30 Macedônia 0x2 Irlanda |
| 17h00 Portugal 1x0 Noruega |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 17h15 Banfield 3x1 All Boys |
| 19h30 NewellŽs Old Boys x San Lorenzo |
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Natália retira tumor da canela e retorna à seleção brasileira em 40 dias
Natália exerce funções de oposta e ponteira e é um dos principais destaques da seleção brasileira
A operação feita no Hospital Sírio Libanês e com supervisão de Julio Nardelli foi considerada um sucesso. O procedimento durou cerca de 50 minutos e retirou o tumor benigno que media 1cm x 1cm.
“Me sinto aliviada por ter descoberto o que me causava tanta dor. Estou tranquila, sem dor e confiante na recuperação”, disse Natália. A atacante sofria com o incômodo desde a última Superliga. Durante a competição, ela foi submetida a vários exames, mas o diagnóstico era sempre de Periostite (inflamação do periósteo).
Com a descoberta do tumor benigno, Natália passou por cirurgia e já quer voltar a integrar a seleção brasileira na próxima segunda-feira, quando retorna a Saquarema (RJ). Ela inicia, então, o tratamento de fisioterapia e alongamento. A previsão de retorno aos treinos com saltos é de 40 dias.
Eliminatórias da Eurocopa
| 14h30 Ilhas Faroe 0x2 Eslovênia |
| 14h30 Liechtenstein 2x0 Lituânia |
| 15h00 Romênia 3x0 Bósnia-Herzegóvina |
| 15h00 Croácia 2x1 Geórgia |
| 15h30 Moldova 1x4 Suécia |
| 15h30 San Marino 0x1 Finlândia |
| 15h35 Áustria 1x2 Alemanha |
| 15h45 Bélgica 1x1 Turquia |
| 15h45 Itália 3x0 Estônia |
| 15h50 Belarus 1x1 França |
Brasileiro Série B
| 21h00 Bragantino 1x2 São Caetano |
| 21h00 Portuguesa 2x3 ABC |
| 21h00 Vitória 0x1 Guarani |
quinta-feira, 2 de junho de 2011
VÍDEO: Chamem o Dunga!
Terceira rodada do Brasileirão chegando e as apostas sobre quem será o primeiro técnico a cair na série A continuam. O Fluminense começou sem técnico efetivo e espera Abel. O São Paulo manteve Paulo César Carpegiani, pero no mucho... O fato é que percebemos poucos nomes novos nesta eterna dança das cadeiras. A crise quando o assunto é treinador no Brasil fica escancarada.
Paulo Roberto Falcão no Internacional é uma aposta ousada contra a mesmice - mas ele já balança no cargo... A outra seria o argentino Carlos Bianchi, que teria sido sondado pelo São Paulo.
Mas uma coisa me chama a atenção. Ninguém fala no Dunga! Há um ano o sujeito estava comandando a seleção brasileira, às vésperas da Copa do Mundo...
Ok. Dunga, num primeiro momento, não estava disposto a trabalhar por conta da doença de seu pai e, lógico, pelo rescaldo indigesto do Mundial. Mas tenho informações de que o homem tem em mente voltar ao batente neste segundo semestre. Seja no Brasil ou no exterior.
Dunga é uma ótima opção, para qualquer clube grande do país. Virou inimigo número 1 após o 'fracasso' na Copa da África (como tantos outros), mas tem um potencial imenso. Encarar a seleção como primeiro emprego é dose para leão. E Dunga saiu-se bem.
Fez uma razoável Olimpíada em 2008 e conseguiu transformar a seleção em um time forte (com padrão de jogo, alma e solidariedade) nos dois anos seguintes. 45 minutos ruins contra a Holanda e pronto. O cara não presta...
Dunga tem comando, carisma e boas ideias. Procure deixar de lado o jeitão antipático dele, e você descobrirá então o bom técnico que está escondido ali. Pode apostar.
Paulo Roberto Falcão no Internacional é uma aposta ousada contra a mesmice - mas ele já balança no cargo... A outra seria o argentino Carlos Bianchi, que teria sido sondado pelo São Paulo.
Mas uma coisa me chama a atenção. Ninguém fala no Dunga! Há um ano o sujeito estava comandando a seleção brasileira, às vésperas da Copa do Mundo...
Ok. Dunga, num primeiro momento, não estava disposto a trabalhar por conta da doença de seu pai e, lógico, pelo rescaldo indigesto do Mundial. Mas tenho informações de que o homem tem em mente voltar ao batente neste segundo semestre. Seja no Brasil ou no exterior.
Dunga é uma ótima opção, para qualquer clube grande do país. Virou inimigo número 1 após o 'fracasso' na Copa da África (como tantos outros), mas tem um potencial imenso. Encarar a seleção como primeiro emprego é dose para leão. E Dunga saiu-se bem.
Fez uma razoável Olimpíada em 2008 e conseguiu transformar a seleção em um time forte (com padrão de jogo, alma e solidariedade) nos dois anos seguintes. 45 minutos ruins contra a Holanda e pronto. O cara não presta...
Dunga tem comando, carisma e boas ideias. Procure deixar de lado o jeitão antipático dele, e você descobrirá então o bom técnico que está escondido ali. Pode apostar.
Veja análise de Arnaldo Ribeiro e PVC, sobre o tema, no Bate-Bola 1ª edição!
O Santos entre o conforto e a política para escolher o palco da final
Santos consultou o São Paulo sobre realizar os jogos das semifinais e finais da Libertadores no Morumbi antes de estar entre os quatro melhores da competição. A dúvida era a mesma de hoje: "Vamos ponderar tudo. No Pacaembu, podemos fazer uma pressão maior sobre o adversário. No Morumbi, podemos dar espaço para que mais santistas assistam à partida", disse o presidente Luis Álvaro, à rádio Estadão ESPN, minutos depois da classificação confirmada.
O Santos considera exatamente essas duas questões. Mas há uma terceira.
Desde antes da semifinal, o presidente da Federação Paulista, Marco Pólo Del Nero, tem feito pressões políticas para que a decisão vá para o Pacaembu.
A situação é exatamente a mesma da semifinal do Paulistão, entre Palmeiras e Corinthians. O Palmeiras considerou a hipótese de levar o clássico para o Morumbi. Corinthians e Federação Paulista defenderam o interesse da CBF. E esse é que o Morumbi saia de cena. Que não receba partidas importantes, maneira de evitar a evidência de que o estádio está apto para receber os jogos mais importantes do país.
Em sua edição desta quinta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo mostra, em matéria de Jamil Chade, que é a CBF, e não a Fifa, quem cria dificuldades para a capital paulista ter jogos importantes da Copa do Mundo de 2014. Chade indica que os problemas da CBF com o partido que governa o estado são a raiz do problema. Em relação ao Morumbi, há também os problemas políticos com o São Paulo.
É o Santos quem vai decidir se a decisão da Libertadores acontecerá no Pacaembu ou no Morumbi. Mas receberá pressão política para que a decisão vá para o estádio Municipal.

O Santos considera exatamente essas duas questões. Mas há uma terceira.
Desde antes da semifinal, o presidente da Federação Paulista, Marco Pólo Del Nero, tem feito pressões políticas para que a decisão vá para o Pacaembu.
A situação é exatamente a mesma da semifinal do Paulistão, entre Palmeiras e Corinthians. O Palmeiras considerou a hipótese de levar o clássico para o Morumbi. Corinthians e Federação Paulista defenderam o interesse da CBF. E esse é que o Morumbi saia de cena. Que não receba partidas importantes, maneira de evitar a evidência de que o estádio está apto para receber os jogos mais importantes do país.
Em sua edição desta quinta-feira, o jornal O Estado de S. Paulo mostra, em matéria de Jamil Chade, que é a CBF, e não a Fifa, quem cria dificuldades para a capital paulista ter jogos importantes da Copa do Mundo de 2014. Chade indica que os problemas da CBF com o partido que governa o estado são a raiz do problema. Em relação ao Morumbi, há também os problemas políticos com o São Paulo.
É o Santos quem vai decidir se a decisão da Libertadores acontecerá no Pacaembu ou no Morumbi. Mas receberá pressão política para que a decisão vá para o estádio Municipal.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Máfia, as eleições da Fifa e a premonição de Noel
Acho que já disse isso por aqui em algum momento: adoro os filmes de western. Com devoção pelos clássicos do gênero, herança familiar. Mas mesmo os westerns de segunda linha ou os italianos de terceira podem roubar meu tempo. O bem e o mal, o medo e a coragem, as situações limites do homem, a dignidade e a falta de escrúpulos, o amor e o ódio, está tudo ali, naquela metáfora que conta um pouco da colonização do oeste americano.
Talvez impressionado pela adoração por westerns, me sentia em missão inglória e tensa, numa noite fechada, sentado em um pub na América profunda, em um vilarejo remoto do Texas. O olhar fixo na porta esperando pelo interlocutor que não chegava, um trago para espantar a tensão, e o tempo andando. De repente, Michael Franzese entra no pub, a esta altura algo muito próximo de um saloon em meus pensamentos. Ele mesmo, o “Príncipe de Long Island”, o sucessor de Joe Colombo na Cosa Nostra, o Al Capone revivido, andando em minha direção.
Um breve aperto de mãos, os cumprimentos de praxe e a negativa do sujeito para o lugar oferecido na mesa, de costas para a entrada do bar. “Alguém como eu não pode sentar jamais de costas para a porta e nem exagerar na bebida para não perder a lucidez”, encerrou, causando uma mudança na disposição da mesa. O diálogo me obrigou, dali em diante, a ficar de olho permanente na entrada e certamente deixou algum suor frio na mão...
Apesar da impossibilidade do interlocutor em tomar algumas doses, o papo correu bem. No dia seguinte gravaríamos uma entrevista, mas estar diante de tal personagem ainda sem gravar, aquela velha ansiedade em ter logo o material na mão era teste de hipertensão. Conhecia um pouco da história de Franzese, mas ali, frente a frente com alguém que foi o número um da Cosa Nostra, ouvindo seus relatos, era algo que disparava o coração diante da certeza de uma história única.
Os relatos seguiam. Os anos de cadeia, os dois anos na solitária, o acordo com o FBI, e acima de tudo, o que mais me interessava, seu bilionário esquema de manipulação de resultados no esporte para beneficiar apostas viciadas. Milhões arrecadados por semana, desde os anos 80, em resultados fraudulentos nos campos, quadras e ringues. Como era o contato com os atletas, como funcionavam as apostas, como era a fraude, quem eram os atletas envolvidos, o que poderia falar em off e em on, o esquema da banca fora dos Estados Unidos, a rede de internet em países como a Costa Rica e outros...
Guardo suas palavras: “17 jogadores de basquete e 102 de futebol americano disseram que tinham sido pagos pra jogar mal, conheciam um colega que fez isso, forneceram informação interna sobre um jogo ou foram feridos por causa de uma dívida. 102 jogadores de futebol americano admitiram ter feito algo ou poder ter feito algo pra mudar o resultado do jogo devido a sua situação na jogatina. 17 jogadores de basquete. Golfe? Se aposta muito no golfe...”
Pergunto a ele sobre o nosso futebol. Sua resposta é curta e objetiva, com outra pergunta: “Existe dinheiro envolvido no futebol? Então existe fraude”, disse. Me conta como um atleta se torna refém do esquema, as chantagens feitas depois que o sujeito se envolve. E me faz outra pergunta: “Você quer mesmo se aprofundar no assunto? Visite a Costa Rica quando sair daqui. Verá a máquina por trás da ilegalidade funcionando, o esquema de internet onde as apostas se concentram”.
Lá se vão uns 5, 6 anos. Ia começar um programa de reportagens especiais, valia o esforço para a estreia ser especial. Chefia convencida, despeço do “Príncipe de Long Island” feliz, pelo menos até descobrir que ele estava no mesmo voo para deixar o Texas...Livre dele, um voo sereno entre Houston e San Jose para dias nem tão serenos assim na Costa Rica.
Seguindo as dicas de Franzese, chegamos aos Sportbooks, para onde o apostador de qualquer lugar do mundo se conecta ao apostar e deixar seus dados bancários. Diante daquilo, lamentei que alguém se arrisque tanto ao apostar...Dois dias em San José seguindo essas pistas, e Lord Becker, cinegrafista dos bons, é interpelado numa saída do hotel para um simples café. O policial (polícia e crime com relações íntimas não é privilégio nosso) quer saber por que nos dois últimos dias estivemos gravando em casas de apostas clandestinas, os tais sportbooks. A conclusão foi óbvia: sabiam dos nossos passos. A hora de partir ia se aproximando por necessidade...Na minha cabeça, ecoavam os versos de Milton dando conta de uma ingênua Costa Rica...
Antes de partir converso com Eduardo Agami, o representante dos sportbooks.
"O futebol americano é o maior negócio. Temos apostas também em futebol internacional. Basquete e basquete universitário. Beisebol, hóquei, e futebol internacional. Mais o futebol europeu, mas Libertadores também, Copa América e campeonatos nacionais temos atividade, mais que em alguns anos atrás".
O impacto do “negócio” não é pequeno na Costa Rica. Cem milhões de dólares anuais na economia. Oito mil empregos gerados. Duzentas novas companhias de casas de apostas. Para tudo isso passar, é possível imaginar como executivo, legislativo e judiciário se envolveram. Doações para campanhas políticas. Em pouco tempo, denúncias de lavagem de dinheiro e da presença da máfia no antigo paraíso pipocaram.
Aqueles dias no Texas e em San José seguem vivos na cabeça, e deixaram uma permanente pulga atrás da minha orelha em relação ao futuro do esporte no mundo. Pulga maior surge agora, com mais uma vez a notícia de Joseph Blatter preocupado com a armação de resultados por apostas no futebol. Porque já vimos esse filme várias vezes: toda vez em que a Fifa está no meio de alguma tormenta, no mar de lama dos escândalos que vire e mexe assolam a entidade, sempre surge o assunto do combate nas armações de apostas ilegais. Como um factoide providencial, mudando um pouco o rumo da prosa. Em tempo de eleições, um factoide bem aplicado vale o mundo! Ou a Fifa!
Mais assustador ainda do que o factoide é saber que a entidade que deveria cada vez mais ser investigada, doou vinte milhões de euros para a Interpol para implementação de escritórios que investiguem o negócio sujo. Simples assim: quem deveria ser investigado está financiando investigações. Por tudo isso, depois de viajar aqui entre Texas e San José, termino em Vila Isabel, fazendo a pergunta de um gênio da raça: Onde está a honestidade?
ONDE ESTÁ A HONESTIDADE
Noel Rosa
Você tem palacete reluzente
Tem jóias e criados à vontade
Sem ter nenhuma herança ou parente
Só anda de automóvel na cidade...
E o povo já pergunta com maldade:
Onde está a honestidade?
Onde está a honestidade?
O seu dinheiro nasce de repente
E embora não se saiba se é verdade
Você acha nas ruas diariamente
Anéis, dinheiro e felicidade...
...
Vassoura dos salões da sociedade
Que varre o que encontrar em sua frente
Promove festivais de caridade
Em nome de qualquer defunto ausente...
Talvez impressionado pela adoração por westerns, me sentia em missão inglória e tensa, numa noite fechada, sentado em um pub na América profunda, em um vilarejo remoto do Texas. O olhar fixo na porta esperando pelo interlocutor que não chegava, um trago para espantar a tensão, e o tempo andando. De repente, Michael Franzese entra no pub, a esta altura algo muito próximo de um saloon em meus pensamentos. Ele mesmo, o “Príncipe de Long Island”, o sucessor de Joe Colombo na Cosa Nostra, o Al Capone revivido, andando em minha direção.
Um breve aperto de mãos, os cumprimentos de praxe e a negativa do sujeito para o lugar oferecido na mesa, de costas para a entrada do bar. “Alguém como eu não pode sentar jamais de costas para a porta e nem exagerar na bebida para não perder a lucidez”, encerrou, causando uma mudança na disposição da mesa. O diálogo me obrigou, dali em diante, a ficar de olho permanente na entrada e certamente deixou algum suor frio na mão...
Apesar da impossibilidade do interlocutor em tomar algumas doses, o papo correu bem. No dia seguinte gravaríamos uma entrevista, mas estar diante de tal personagem ainda sem gravar, aquela velha ansiedade em ter logo o material na mão era teste de hipertensão. Conhecia um pouco da história de Franzese, mas ali, frente a frente com alguém que foi o número um da Cosa Nostra, ouvindo seus relatos, era algo que disparava o coração diante da certeza de uma história única.
Os relatos seguiam. Os anos de cadeia, os dois anos na solitária, o acordo com o FBI, e acima de tudo, o que mais me interessava, seu bilionário esquema de manipulação de resultados no esporte para beneficiar apostas viciadas. Milhões arrecadados por semana, desde os anos 80, em resultados fraudulentos nos campos, quadras e ringues. Como era o contato com os atletas, como funcionavam as apostas, como era a fraude, quem eram os atletas envolvidos, o que poderia falar em off e em on, o esquema da banca fora dos Estados Unidos, a rede de internet em países como a Costa Rica e outros...
Guardo suas palavras: “17 jogadores de basquete e 102 de futebol americano disseram que tinham sido pagos pra jogar mal, conheciam um colega que fez isso, forneceram informação interna sobre um jogo ou foram feridos por causa de uma dívida. 102 jogadores de futebol americano admitiram ter feito algo ou poder ter feito algo pra mudar o resultado do jogo devido a sua situação na jogatina. 17 jogadores de basquete. Golfe? Se aposta muito no golfe...”
Pergunto a ele sobre o nosso futebol. Sua resposta é curta e objetiva, com outra pergunta: “Existe dinheiro envolvido no futebol? Então existe fraude”, disse. Me conta como um atleta se torna refém do esquema, as chantagens feitas depois que o sujeito se envolve. E me faz outra pergunta: “Você quer mesmo se aprofundar no assunto? Visite a Costa Rica quando sair daqui. Verá a máquina por trás da ilegalidade funcionando, o esquema de internet onde as apostas se concentram”.
Lá se vão uns 5, 6 anos. Ia começar um programa de reportagens especiais, valia o esforço para a estreia ser especial. Chefia convencida, despeço do “Príncipe de Long Island” feliz, pelo menos até descobrir que ele estava no mesmo voo para deixar o Texas...Livre dele, um voo sereno entre Houston e San Jose para dias nem tão serenos assim na Costa Rica.
Seguindo as dicas de Franzese, chegamos aos Sportbooks, para onde o apostador de qualquer lugar do mundo se conecta ao apostar e deixar seus dados bancários. Diante daquilo, lamentei que alguém se arrisque tanto ao apostar...Dois dias em San José seguindo essas pistas, e Lord Becker, cinegrafista dos bons, é interpelado numa saída do hotel para um simples café. O policial (polícia e crime com relações íntimas não é privilégio nosso) quer saber por que nos dois últimos dias estivemos gravando em casas de apostas clandestinas, os tais sportbooks. A conclusão foi óbvia: sabiam dos nossos passos. A hora de partir ia se aproximando por necessidade...Na minha cabeça, ecoavam os versos de Milton dando conta de uma ingênua Costa Rica...
Antes de partir converso com Eduardo Agami, o representante dos sportbooks.
"O futebol americano é o maior negócio. Temos apostas também em futebol internacional. Basquete e basquete universitário. Beisebol, hóquei, e futebol internacional. Mais o futebol europeu, mas Libertadores também, Copa América e campeonatos nacionais temos atividade, mais que em alguns anos atrás".
O impacto do “negócio” não é pequeno na Costa Rica. Cem milhões de dólares anuais na economia. Oito mil empregos gerados. Duzentas novas companhias de casas de apostas. Para tudo isso passar, é possível imaginar como executivo, legislativo e judiciário se envolveram. Doações para campanhas políticas. Em pouco tempo, denúncias de lavagem de dinheiro e da presença da máfia no antigo paraíso pipocaram.
Aqueles dias no Texas e em San José seguem vivos na cabeça, e deixaram uma permanente pulga atrás da minha orelha em relação ao futuro do esporte no mundo. Pulga maior surge agora, com mais uma vez a notícia de Joseph Blatter preocupado com a armação de resultados por apostas no futebol. Porque já vimos esse filme várias vezes: toda vez em que a Fifa está no meio de alguma tormenta, no mar de lama dos escândalos que vire e mexe assolam a entidade, sempre surge o assunto do combate nas armações de apostas ilegais. Como um factoide providencial, mudando um pouco o rumo da prosa. Em tempo de eleições, um factoide bem aplicado vale o mundo! Ou a Fifa!
Mais assustador ainda do que o factoide é saber que a entidade que deveria cada vez mais ser investigada, doou vinte milhões de euros para a Interpol para implementação de escritórios que investiguem o negócio sujo. Simples assim: quem deveria ser investigado está financiando investigações. Por tudo isso, depois de viajar aqui entre Texas e San José, termino em Vila Isabel, fazendo a pergunta de um gênio da raça: Onde está a honestidade?
ONDE ESTÁ A HONESTIDADE
Noel Rosa
Você tem palacete reluzente
Tem jóias e criados à vontade
Sem ter nenhuma herança ou parente
Só anda de automóvel na cidade...
E o povo já pergunta com maldade:
Onde está a honestidade?
Onde está a honestidade?
O seu dinheiro nasce de repente
E embora não se saiba se é verdade
Você acha nas ruas diariamente
Anéis, dinheiro e felicidade...
...
Vassoura dos salões da sociedade
Que varre o que encontrar em sua frente
Promove festivais de caridade
Em nome de qualquer defunto ausente...
Itália vê "onda jovem" de treinadores. Convicção ou necessidade ?
A escolha de Antonio Conte para comandar a Juventus faz com que os três clubes mais vitoriosos do futebol italiano tenham treinadores jovens para a próxima temporada. Conte tem 41 anos, como Leonardo, da Inter. Massimiliano Allegri, do Milan, conquistou aos 43 anos seu primeiro scudetto.
É inevitável pensar em uma possível influência do sucesso de Pep Guardiola, que tem 40 anos e dirige um dos maiores times da história, ou de André Villas-Boas, que aos 33 já impressiona com seu Porto e desperta o interesse de meia Europa.
De qualquer maneira, a onda jovem pode não ser fruto de uma filosofia ou de um projeto mais definido. Questionado sobre o super-Barcelona, o técnico da seleção italiana, Cesare Prandelli, alertou para o atraso de mentalidade que impera no futebol italiano.
"Vimos uma equipe que tem uma filosofia de jogo que na Itália não existe. É uma mensagem promocional para todas as categorias de base", afirmou Prandelli em recente entrevista. "É preciso imitar esta maneira de fazer futebol. Nós (na Itália) buscamos mais rapidamente o resultado, eles tiveram a paciência correta e hoje todo o mundo olha com admiração para o futebol espanhol".
"O que serve ao futebol italiano é uma nova cultura de jogo, de respeito ao adversário, de aplaudir o adversário que joga melhor. Na Itália, após duas partidas, tudo é colocado em discussão. Cada época teve uma equipe extraordinária, e agora o Barcelona é referência para quem faz este trabalho. O importante é entender como eles chegaram lá. Muitos técnicos tentarão se apoderar de algo, mas não é tanto um fato técnico, e sim cultural", concluiu.
Usar os campeões europeus como referência pode ser a motivação da Roma, que tem Luis Enrique, de saída do Barcelona B, como uma das opções para assumir a equipe na próxima temporada. Implantando o modelo comum a toda a base blaugrana, o ex-jogador de 41 anos fez um trabalho admirável na equipe reserva, que disputa a segunda divisão espanhola com ótimos resultados.
Por outro lado, há que se entender que a competição financeira com outras ligas fez com que a Serie A perdesse nomes importantes. Fabio Capello assumiu a seleção inglesa. Luciano Spalletti foi se consagrar no Zenit com os milhões russos. Roberto Mancini e Carlo Ancelotti ganharam títulos no futebol inglês, e este último, mesmo após deixar o Chelsea, não faz questão de voltar.
É possível, então, que a opção pelos novatos seja na verdade uma falta de opção - além do fato de serem mais baratos. Em 2009, a Juve apostou em Ferrara, ainda cru, para o lugar de Claudio Ranieri, que, apesar de contestado, deixou o time classificado para a Liga dos Campeões. Ferrara fracassou, é verdade. Mas seus sucessores, os experientes Alberto Zaccheroni e Luigi Del Neri, não fizeram muito melhor, mostrando que o problema estava um pouco mais acima no organograma.
Outro ex-ídolo juventino, Conte chega com mais bagagem que Ferrara: tem cinco anos de carreira, e acumula dois acessos à primeira divisão como seus melhores resultados. Subiu em 2009, com o Bari, e em 2011, com o Siena. Em sua única experiência na elite, com a Atalanta, em 2009/10, não concluiu a temporada.
Ferrara, hoje, tem um início elogiado à frente da seleção italiana sub-21. Terá tempo para dar a volta por cima e, possivelmente, retornar a um grande no futuro.
A Inter respeitará o contrato de Leonardo até 2012 não só porque ele encerrou a temporada em alta, vencendo a Copa da Itália, mas também porque o mercado não assoprou para os lados de Milão nomes capazes de substituir o brasileiro.
São seis meses difíceis de avaliar, porque se Leo teve aproveitamento excelente no campeonato, vencendo 17 de 23 jogos (com 100% de aproveitamento em casa), também é verdade que falhou taticamente nos jogos mais importantes: o dérbi com o Milan na Serie A e o confronto com o Schalke 04 na Champions League.
Allegri terá 44 anos quando se iniciar o campeonato de 2011/12. A mesma idade que tinha o mítico Arrigo Sacchi quando levou o Milan ao bicampeonato europeu, em 1990. Um feito não repetido por qualquer clube desde então. Apostar na juventude sempre envolve grandes riscos. Mas às vezes compensa bastante
É inevitável pensar em uma possível influência do sucesso de Pep Guardiola, que tem 40 anos e dirige um dos maiores times da história, ou de André Villas-Boas, que aos 33 já impressiona com seu Porto e desperta o interesse de meia Europa.
De qualquer maneira, a onda jovem pode não ser fruto de uma filosofia ou de um projeto mais definido. Questionado sobre o super-Barcelona, o técnico da seleção italiana, Cesare Prandelli, alertou para o atraso de mentalidade que impera no futebol italiano.
"Vimos uma equipe que tem uma filosofia de jogo que na Itália não existe. É uma mensagem promocional para todas as categorias de base", afirmou Prandelli em recente entrevista. "É preciso imitar esta maneira de fazer futebol. Nós (na Itália) buscamos mais rapidamente o resultado, eles tiveram a paciência correta e hoje todo o mundo olha com admiração para o futebol espanhol".
"O que serve ao futebol italiano é uma nova cultura de jogo, de respeito ao adversário, de aplaudir o adversário que joga melhor. Na Itália, após duas partidas, tudo é colocado em discussão. Cada época teve uma equipe extraordinária, e agora o Barcelona é referência para quem faz este trabalho. O importante é entender como eles chegaram lá. Muitos técnicos tentarão se apoderar de algo, mas não é tanto um fato técnico, e sim cultural", concluiu.
Usar os campeões europeus como referência pode ser a motivação da Roma, que tem Luis Enrique, de saída do Barcelona B, como uma das opções para assumir a equipe na próxima temporada. Implantando o modelo comum a toda a base blaugrana, o ex-jogador de 41 anos fez um trabalho admirável na equipe reserva, que disputa a segunda divisão espanhola com ótimos resultados.
Por outro lado, há que se entender que a competição financeira com outras ligas fez com que a Serie A perdesse nomes importantes. Fabio Capello assumiu a seleção inglesa. Luciano Spalletti foi se consagrar no Zenit com os milhões russos. Roberto Mancini e Carlo Ancelotti ganharam títulos no futebol inglês, e este último, mesmo após deixar o Chelsea, não faz questão de voltar.
É possível, então, que a opção pelos novatos seja na verdade uma falta de opção - além do fato de serem mais baratos. Em 2009, a Juve apostou em Ferrara, ainda cru, para o lugar de Claudio Ranieri, que, apesar de contestado, deixou o time classificado para a Liga dos Campeões. Ferrara fracassou, é verdade. Mas seus sucessores, os experientes Alberto Zaccheroni e Luigi Del Neri, não fizeram muito melhor, mostrando que o problema estava um pouco mais acima no organograma.
Outro ex-ídolo juventino, Conte chega com mais bagagem que Ferrara: tem cinco anos de carreira, e acumula dois acessos à primeira divisão como seus melhores resultados. Subiu em 2009, com o Bari, e em 2011, com o Siena. Em sua única experiência na elite, com a Atalanta, em 2009/10, não concluiu a temporada.
Ferrara, hoje, tem um início elogiado à frente da seleção italiana sub-21. Terá tempo para dar a volta por cima e, possivelmente, retornar a um grande no futuro.
A Inter respeitará o contrato de Leonardo até 2012 não só porque ele encerrou a temporada em alta, vencendo a Copa da Itália, mas também porque o mercado não assoprou para os lados de Milão nomes capazes de substituir o brasileiro.
São seis meses difíceis de avaliar, porque se Leo teve aproveitamento excelente no campeonato, vencendo 17 de 23 jogos (com 100% de aproveitamento em casa), também é verdade que falhou taticamente nos jogos mais importantes: o dérbi com o Milan na Serie A e o confronto com o Schalke 04 na Champions League.
Allegri terá 44 anos quando se iniciar o campeonato de 2011/12. A mesma idade que tinha o mítico Arrigo Sacchi quando levou o Milan ao bicampeonato europeu, em 1990. Um feito não repetido por qualquer clube desde então. Apostar na juventude sempre envolve grandes riscos. Mas às vezes compensa bastante
VÍDEO: Fifa, reeleição, cheiro ruim e Platini, um aliado de Blatter
Michel Platini é presidente da Uefa. O ex-jogador francês vê seu nome crescer como alternativa futura à presidência da Fifa em meio à escandalosa reeleição de Josef Blatter, cercado de denúncias e com mau cheiro no ar. Mas vínculos com quem está no poder o comprometem. Platini é aliado de Blatter, poderia, inclusive, ter apoiado o pedido de adiamento da eleição feito pelos ingleses, mas não o fez. Sim, é necessário que surja um novo nome, que não é Michel Platini.
No vídeo abaixo, o comentário sobre o tema no Bate-Bola 1ª edição da ESPN Brasil
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Aleluia! finamente
ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO Nº 111, DE 25 DE MAIO DE 2011
Declara a baixa de ofício de pessoa jurídica perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ.
A DELEGADA DA DELEGACIA ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 299 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, com base na Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996 e alterações posteriores e nas disposições contidas na Instrução Normativa RFB nº 1.005, de 8 de fevereiro de 2010, alterada pela Instrução Normativa RFB nº 1.097, de 13 de dezembro de 2010, resolve:
Art. 1º Baixar de ofício a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ da pessoa jurídica abaixo relacionada, com fulcro no artigo 48 da Instrução Normativa RFB nº 1.005, de 2010:
Empresa: CNPJ nº: Processo:
MSI LICENCIAMENTOS E ADMINISTRAÇÃO LTDA. 07.140.044/0001-66 19515.003367/2010-93
Art. 2º A presente declaração de baixa baseia-se na falta de regularização cadastral, para a qual a contribuinte foi intimada, conforme o Edital de Intimação nº 17, de 10 de março de 2011, publicado no DOU nº 48, de 11 de março de 2011, pág. 48, Seção 3, constatando-se, assim, a inexistência de fato da mencionada pessoa jurídica, de acordo com os registros contidos no processo administrativo acima mencionado.
Art. 3º O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação.
MARIA APARECIDA GEROLAMO
NOTA DO BLOG: Em bom português, a MSI acabou.
Já não era sem tempo, depois de tanto prejuízo que causou à imagem do Corinthians, com a cumplicidade de muitos que lá estão até hoje, seu presidente, inclusive.
Declara a baixa de ofício de pessoa jurídica perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ.
A DELEGADA DA DELEGACIA ESPECIAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DE FISCALIZAÇÃO EM SÃO PAULO, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 299 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil – RFB, aprovado pela Portaria MF nº 587, de 21 de dezembro de 2010, com base na Lei nº 9.430, de 27 de dezembro de 1996 e alterações posteriores e nas disposições contidas na Instrução Normativa RFB nº 1.005, de 8 de fevereiro de 2010, alterada pela Instrução Normativa RFB nº 1.097, de 13 de dezembro de 2010, resolve:
Art. 1º Baixar de ofício a inscrição no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ da pessoa jurídica abaixo relacionada, com fulcro no artigo 48 da Instrução Normativa RFB nº 1.005, de 2010:
Empresa: CNPJ nº: Processo:
MSI LICENCIAMENTOS E ADMINISTRAÇÃO LTDA. 07.140.044/0001-66 19515.003367/2010-93
Art. 2º A presente declaração de baixa baseia-se na falta de regularização cadastral, para a qual a contribuinte foi intimada, conforme o Edital de Intimação nº 17, de 10 de março de 2011, publicado no DOU nº 48, de 11 de março de 2011, pág. 48, Seção 3, constatando-se, assim, a inexistência de fato da mencionada pessoa jurídica, de acordo com os registros contidos no processo administrativo acima mencionado.
Art. 3º O presente Ato Declaratório Executivo entra em vigor na data de sua publicação.
MARIA APARECIDA GEROLAMO
NOTA DO BLOG: Em bom português, a MSI acabou.
Já não era sem tempo, depois de tanto prejuízo que causou à imagem do Corinthians, com a cumplicidade de muitos que lá estão até hoje, seu presidente, inclusive.
Amistosos
| 15h00 Ucrânia 2x0 Uzbequistão |
| 15h30 Argentina 1x4 Nigéria |
| 20h00 Canadá 2x2 Equador |
| 22h00 México 3x0 Nova Zelândia |
| 23h00 Guatemala 0x2 Venezuela |
terça-feira, 31 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Brasileirão Série A
| 16h00 Corinthians 2x1 Coritiba |
| 16h00 Bahia 3x3 Flamengo |
| 16h00 Atlético-PR 0x1 Grêmio |
| 16h00 Cruzeiro 1x1 Palmeiras |
| 18h30 Vasco x América-MG |
| 18h30 Atlético-GO x Fluminense |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Estudiantes 0x2 Independiente |
| 16h00 Boca Juniors 1x0 NewellŽs Old Boys |
| 18h10 Tigre 2x1 Vélez Sarsfield |
| 20h20 Olimpo 0x0River Plate |
Francês
| 14h00 Lille 3x2 Rennes |
| 14h00 Monaco 0x2 Lyon |
| 14h00 Bordeaux 2x0 Montpellier |
| 14h00 Arles-Avignon 1x3 Sochaux |
| 14h00 Valenciennes 2x1 Nice |
| 14h00 Lorient 1x2 Auxerre |
| 14h00 Saint-Etienne 1x1 PSG |
| 14h00 Nancy 4x0 Lens |
| 14h00 Brest 0x2 Toulouse |
| 14h00 Caen 2x2 Olympique |
sábado, 28 de maio de 2011
Brasileirão Série A
| 18h30 Internacional 0x1 Ceará |
| 18h30 Botafogo 1x0 Santos |
| 18h30 Avaí 1x3 Atlético-MG |
| 21h00 São Paulo x Figueirense |
Brasileirão Série B
| 16h20 Guarani 1x1 Sport |
| 16h20 Náutico 1x0 Goiás |
| 16h20 Icasa 3x1 Vitória |
| 16h20 Duque de Caxias 1x2 Criciúma |
| 21h00 ABC x Salgueiro |
Argentino - Néstor Kirchner Clausura
| 14h00 Colón 1x2 Argentinos Juniors |
| 16h10 San Lorenzo 1x1 Arsenal Sarandí |
| 18h20 All Boys x Quilmes |
| 20h20 Racing Club x Banfield |
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Brasileirão Série B
| 21h00 São Caetano 0x2 Ituiutaba |
| 21h00 Grêmio Barueri 3x2 Bragantino |
| 21h00 Vila Nova-GO 3x1 Ponte Preta |
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