domingo, 19 de dezembro de 2010

Di Grassi triunfa na primeira bateria do Desafio



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Lucas di Grassi leva bandeirada
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Em corrida agitada, Lucas di Grassi venceu a primeira bateria do Desafio Internacional das Estrelas de kart, Florianópolis.

Partindo da segunda posição, Di Grassi, que projetou o circuito de Arena Sapiens, teve uma performance arrojada e desbancou o pole position Antonio Pizzonia, que também perdeu a posição para Felipe Massa e chegou em terceiro.

Na largada lançada, Pizzonia manteve a ponta, enquanto Rubens Barrichello, que partiu em terceiro, roubou a vice-liderança de di Grassi. Nas primeiras voltas, di Grassi recuperou a posição e partiu para cima de Pizzonia, que conseguia manter a posição, enquanto lutavam atrás Barrichello, Massa e Jaime Alguersuari, o único estrangeiro que participou da prova.

O ferrarista, que assumiu a terceira posição, tentou um ataque para cima do piloto da Virgin, mas, após errar a freada, tirou o colega da pista. Voltas depois, o vice-campeão Mundial de F-1 de 2008 corrigiu seu erro e devolveu a posição a Di Grassi, que tentou novamente o ataque para cima de Pizzonia.

Após uma tentativa frustrada, onde conseguiu a ultrapassagem mas levou o "xis", Di Grassi conseguiu assumir a liderança da prova. O amazonense, de quebra, caiu para quarto, também perdendo terreno para Massa e Alguersuari. O ex-piloto das equipes Jaguar e Williams reconquistou o posto de Alguersuari e ficou em terceiro, onde permaneceu até o final.

Após fazer boa prova de recuperação, Tony Kanaan ficou em quinto lugar, seguido de Marcos Gomes e Vitor Meira. Rubens Barrichello, que perdeu rendimento devido a um problema no banco de seu kart, chegou em oitavo e largará na pole position na bateria complementar, às 11h (horário de Brasília) do domingo.

Resultados da primeira bateria do Desafio das Estrelas:

1°. Lucas di Grassi, 26min11s874
2°. Felipe Massa, a 2s017
3°. Antonio Pizzonia, a 2s372
4°. Jaime Alguersuari, a 3s579
5°. Tony Kanaan, a 4s178
6°. Marcos Gomes, a 4s323
7°. Vitor Meira, a 8s246
8°. Rubens Barrichello, a 8s449
9°. Luciano Burti, a 8s712
10°. Allam Khodair a 9s123
11°. Bia Figueiredo, a 12s686
12°. Felipe Giaffone, a 13s461
13°. Thiago Camilo, a 15s753
14°. João Paulo de Oliveira, a 17s387
15°. Xandinho Negrão a 22s538
16°. Max Wilson, a 23s738
17°. Ricardo Mauricio, a 23s763
18°. Christian Fittipaldi, a 23s859
19°. Ricardo Zonta, a 23s880
20°. Popó Bueno, a 24s151
21°. Bruno Senna, a 25s362
22°. Leonardo Nienkotter, a 50s364
23°. Alberto Valério, a 1 volta
24°. Marcos Pasquim, a 2 voltas
25°. Cacá Bueno, Abandonou
26°. Hélio Castro Neves, Abandonou
27°. Enrique Bernoldi, Abandonou

sábado, 18 de dezembro de 2010

Paris Hilton ingressa na MotoGP e batiza equipe com nome de balada

A modelo, empresária e filha de milionário Paris Hilton começará a se aventurar pelo mundo da motovelocidade no ano que vem. Ela acaba de estabelecer uma parceria com a equipe By Queroseno Racing (BQR), de Barcelona, que compete nas 125 cc.
Crédito: Paul White/AP
A união rende ao grupo um novo nome, bem ao estilo extravagante da moça: SuperMartxé VIP by Paris Hilton. Achou a o título um pouco raro para uma equipe de motovelocidade? Pois trata-se do nome de uma balada em Ibiza onde Paris Hilton costuma dar seus pulinhos e que, desde 2009, tem a garota como sócia.
O anúncio oficial da parceria aconteceu no sábado, em Madri, com a presença dos pilotos Sergio Gadea e Maverick Viñales. A equipe parece mesmo interessada em explorar a imagem de Paris, tanto que o contrato entre as duas partes prevê a presença da celebridade em pelo menos cinco provas das 125cc da MotoGP.
 

Mourinho desmente briga entre Casillas e Ronaldo por causa de Sara Carbonero

José Mourinho, técnico do Real Madrid, negou que dentro do vestiário de sua equipe existam conflitos nem sequer uma relação ruim entre o capitão Iker Casillas e o craque português Cristiano Ronaldo. “Não há problemas internos”.
Segundo os jornais espanhóis, o motivo para o desentendimento da dupla madridista seria uma mulher. Mais especificamente, a repórter espanhola Sara Carbonero, namorada de Casillas. Mas se engana quem pensa que ela teria tido um caso com Ronaldo.
Logo após ver o que Sara havia falado sobre o seu desempenho em campo, Ronaldo enviou uma mensagem para Casillas reclamando da postura da namorada do goleiro, que discordou do português e disse que ela é jornalista e pode dar qualquer opinião sobre o tema.
Ainda sobre o caso, Mourinho acusou os meios de comunicação de inventar notícias para vender, após uma semana em que muito se falou do distanciamento de dois dos jogadores mais importantes do escrete madridista.
“Tem que vender. Estamos num mundo competitivo e quando não existem notícias que façam muito ruído e se vende pouco vocês acabam buscando. Algumas vezes são notícias menos problemáticas, que é quando se escreve que queremos comprar jogadores e fazemos ofertas, notícias não verdadeiras que causam menos dano”, opinou o treinador.
“E outras causam um pouco de dano a imagem dos jogadores. Aqui dentro não temos problemas e não temos que sair imediatamente a desmentir nada. Não queremos entrar neste jogo, porque se há uma coisa que, por sorte não temos, são problemas internos”, complementou.

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Garotas passam por teste no Santos para a escolha de novas cheerleaders

O Santos realizou no início da noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, uma seletiva para a escolha de novas líderes de torcida. O teste foi realizado no Salão de Mármore, comandado por coordenador e coreógrafo do grupo, Hebert Taylor, e contou com um júri formado por três especialistas na área.
Foram 26 garotas presentes na seletiva. Apenas quatro serão aprovadas, e outras seis vão ficar em uma lista de espera. O atual grupo de líderes de torcida conta com dez integrantes.
As garotas participantes do concurso têm idade igual ou superior a 16 anos, o pré-requisito necessário para a candidatura.
As candidatas tiveram que se adaptar a uma coreografia surpresa, enquanto passavam pela avaliação dos jurados. O Santos vai publicar o resultado da seletiva nesta sexta-feira no site do clube. Confira o álbum da ‘peneira’ das cheerleaders.

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Bolada arranca a peruca do juiz

O árbitro roubou a cena em um jogo amador nos Estados Unidos. Em um lance na lateral, o juiz foi acertado por uma bolada e… perdeu sua peruca.
Nocauteado, o homem do apito acabou tendo de revelar sua calvície. Confira:

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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Adriano acaba com os rumores e garante que permanece na Roma

Pretendido por Corinthians, Palmeiras e Flamengo, o atacante Adriano acabou com os rumores nesta quinta-feira e garantiu que vai cumprir seu contrato com a Roma até 2012.
"O que conta é o que eu digo e repito pela enésima vez que a Roma é e será minha equipe", declarou Adriano em entrevista ao jornal italiano "Corriere dello Sport". "É bom saber do interesse de várias equipes, mas eu tenho um clube, que é a Roma", ressaltou o atacante.
Mesmo sendo pouco aproveitado pelo técnico da Roma, Claudio Ranieri, o jogador garantiu que está feliz no clube.
"Digo isto sem intenção de gerar polêmica, mas é claro que quis dar tudo em campo pela Roma, marcando gols e dando alegria", disse Adriano assegurando que 2011 será o retorno do Imperador --apelido que ganhou quando atuou na Inter de Milão.
"Quero que 2011 seja o ano do regresso do Imperador", concluiu.
Adriano teve seu nome cogitado para defender o Palmeiras, Corinthians e Flamengo. Na segunda-feira, o empresário Gilmar Rinaldi afirmou que esperava o retorno do atacante ao Brasil para definir seu futuro. O agente também confirmou que o atacante Ronaldo e o técnico Luiz Felipe Scolari já tinham conversado com o jogador.

Reprodução
Adriano espera recuperar espaço na Roma marcando gols
Adriano espera recuperar espaço na Roma marcando gols

Namorado vira moeda de troca, deixa o Lakers e fica mais perto de Sharapova

namorado da tenista Maria Sharapova vai deixar Los Angeles e se mudar para Nova Jersey. O esloveno Sasha Vujacic foi envolvido em uma troca.

Paul Sancya/AP
O ala-armador esloveno Sasha Vujacic
O ala-armador esloveno Sasha Vujacic

Para ter Joe Smith, o Lakers cedeu o ala-armador para o New Jersey Nets e ainda o direito de escolha de um atleta do draft 2011.
Reserva de luxo, o atleta da Eslovênia estava na equipe de Los Angeles há sete temporada depois de ser escolhido no draft de 2004. Antes havia defendido do Snaider Udine, da Itália. Em 420 jogos (só 12 como titular), ele tem média de 4,8 pontos, 1,7 rebote, 1,2 assistência em 14,3 minutos em quadra.
Com a sede do time em Nova Jersey, Sasha ficará mais perto da namorada, que treina em Bradenton, na Flórida, estado que também fica na região leste dos Estados Unidos.
FAMA
Em outubro, Sasha Vujacic, de 26 anos, pediu a tenista de 23 anos em noivado e recebeu um sim como resposta.

Carlos Jasso - 5.dez.2010/AP
A tenista russa Maria Sharapova em ação
A tenista russa Maria Sharapova em ação

Segundo o site do jornal "Los Angeles Times", os dois estão juntos há um ano e eles se conheceram durante um churrasco entre amigos. "Eu tinha que fazer isto como um cavalheiro", afirmou ele.
Vujacic é um jogador pouco badalado da NBA e do próprio Lakers. Na última temporada, ele ganhou 'apenas' US$ 5 milhões da equipe de Los Angeles, quase metade do que Sharapova recebe da Nike, apenas um de seus patrocinadores.
A tenista já chegou a ser número 1 do mundo e tem na carreira 22 títulos, sendo três Grands Slams. Hoje ela ocupa a 18ª

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

O grande vexame do Inter. E o Mundial nunca mais será o mesmo


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Da perspectiva da maior vitória de sua história, o bi mundial, para um dos maiores vexames de todos os tempos.

É claro que o respeito a qualquer adversário, e a um rival que chega à decisão do Mundial Interclubes evita que se fale desta maneira. Mas o próprio depoimento de Celso Roth, na sexta-feira, referindo-se ao técnico senegalês Lamine N'Dyiae, dava a prova da maneira como o Inter não considerava a chance de perder do Mazembe: "Quem fala muito faz pouco", disse Roth.

Não que o Inter tenha perdido para seu próprio salto alto. Perdeu mais para seu maior defeito.
A falta de ganância do gol, como Roth definiu durante o segundo semestre, faz diferença. O Inter teve o segundo pior ataque entre os oito melhores do Brasileirão, só à frente do Atlético Paranaense.

O Inter teve chance de matar o jogo, especialmente em duas bolas de Rafael Sóbis. Mas perdeu para seu defeito. Um time que toca demais e faz gols de menos.

O Mundial nunca mais será o mesmo. Nunca mais alguém poderá dizer que africanos e asiáticos não têm o que fazer no torneio. O Mazembe é, no mínimo, vice-campeão mundial.



Comentaristas do Bate-Bola analisam derrota histórica do Inter; veja

Querem parir um monstro

Há atos tão graves e escandalosos que pouco  importa se foram praticados por preguiça, por burrice ou por sem-vergonhice.
Poucas vezes se viu um pleito tão descabido quanto esse que está para ser aceito, e, o que é pior, sob o argumento da reparação de uma injustiça. A CBF, que já fez tantas, deveria cuidar de sua história.
O principal, senão o único argumento a favor da tese do reconhecimento dos títulos é de que a reivindicação é justa e que para reparar uma injustiça nunca é tarde demais. Nada nesse argumento é verdadeiro. A reivindicação é injusta e, ainda que não fosse, o assunto já caducou e não faz pouco tempo.
O MÉRITO
1. Recuperando a história
A Taça Brasil (1959-1968) foi criada não como um confronto dos melhores times do Brasil, mas como uma disputa de campeões estaduais, exatamente como sua irmã mais nova, a Copa do Brasil, nascida em 1989.
Naquela época, tirando sete ou oito estados, no restante o futebol era semi ou completamente amador.
Nos dez anos de existência, passaram pela Taça Brasil as seguintes equipes:  Rabello,  Guanabara, Defelê e Cruzeiro do Sul, de Brasília (DF), América, de Propriá (SE), Perdigão, de Videira (SC),  Fonseca, Eletrovapo e Manufatora, de Niterói (RJ), Paula Ramos, de Florianópolis (SC), Santa Cruz, de Estância (SE), Santo Antonio, de Vitória (ES), Metropol, de Criciúma (SC), Comercial, de Cornélio Procópio (PR), Olímpico, de Blumenau (SC), Siderúrgica, de Sabará (MG), e Rio Branco, de Campos (RJ), entre muitos outros que a maioria dos leitores certamente desconhece.
Da Taça Brasil, São Paulo e Corinthians nunca participaram. Em compensação, o Metropol disputou quatro vezes, o Fonseca, três, e o Santo Antonio , duas.
Num certo ano, Santos e Palmeiras se negaram a disputá-la e nada aconteceu.
Em termos de representatividade e dificuldade, a Taça Brasil era sem dúvida mais fraca até que o Torneio Rio-São Paulo.
Fica assim mais do que claro que o vencedor dessa competição não pode ser equiparado ao do Brasileiro.
O Torneio Roberto Gomes Pedrosa foi a primeira competição criada para reunir as maiores forças do futebol nacional. Mas em seus dois primeiros anos (1967-8) não era uma competição oficial da CBD. Quem a organizava eram as federações de São Paulo e Rio, com suporte das demais. O nome do torneio foi dado a um presidente da Federação Paulista de Futebol, morte pouco mais de uma década antes.
Apenas em 1969, a CBD chamou para si a organização. Como a competição foi um sucesso, aí criou o Campeonato Nacional.
Assim, do ponto de vista histórico, os únicos títulos que ainda sobrevivem a uma discussão são os do Robertão de 1969 e 1970.
2. Da seriedade do pedido.
Quando foi criado, o então Campeonato Nacional foi saudado como a primeira competição nacional digna desse nome.
Quando o Atlético-MG venceu o Campeonato Nacional de 1971, foi proclamado o primeiro campeão nacional. Num país de 92 milhões de habitantes, não houve nenhum que tenha ido a público para dizer: “primeiro campeão, não!. O Atlético é o 15º campeão. Já houve dez campeões da Taça Brasil e quatro do Robertão!!”
E não foi só naquela época. Por mais de 30 anos, até o século 21, nenhum dirigente levantou a bandeira do reconhecimento dos títulos. Será que nos anos 70, 80 e 90, os presidentes desses clubes eram tão tapados que não enxergavam o óbvio ou são os atuais mandatários que agora se comportam como oportunistas?
Se os dirigentes que viveram aquela época não consideravam o pleito justo, como seus sucessores, que viveram aquela época como crianças, podem ter outra visão?
O PRAZO
“Nunca é tarde demais para se fazer justiça”
Apesar da aparência benévola e verdadeira, essa tese é completamente falsa e mesmo malévola. É um conceito consagrado do direito de quase todo país e, em especial do Brasil, que permitir se busque justiça a qualquer tempo faz mais mal do que bem à sociedade.
A maior prova disso é o rito da Justiça, cheio de prazos, dos quais basta perder um para que se perca todo o processo. E a justificativa dos prazos é que Justiça lenta demais não produz justiça ainda que chegue à decisão correta.
No Brasil, após três décadas prescreve qualquer crime e qualquer direito, exceto o da aposentadoria às vítimas da ditadura militar. O atual processo foi aberto há poucas semanas, de 40 a 52 após as conquistas.
E, como já foi dito, as competições aconteceram há mais de 40 anos. A grande maioria da população brasileira nem era nascida quando se jogaram essas competições.
Se o princípio do “nunca é tarde…” fosse válido, os descendentes de índios já teriam se recuperado a posse de todas as terras do Brasil, o governo brasileiro estaria completamente quebrado tal o volume de indenizações que teria de pagar aos descendentes de escravos pelos males horríveis que se cometeram contra eles ao logo de mais de dois séculos.
Assim, a causa não tem mérito nem oportunidade.
Os maiores perdedores dessa decisão, caso ela saia mesmo, serão o futebol  brasileiro e os clubes aparentemente beneficiados por ela. Pois, de agora em diante, estarão condenados de ficar explicando como chegaram a uma decisão tão esdrúxula.
Por fim, só para provocar, por que o Santos não pediu a Taça de Bolinhas no momento em que foi anunciada? Afinal, já não era penta?
A Taça Brasil e o Robertão merecem ser reconhecidos como são. Como torneios pioneiros, precursores de competições que vieram para ficar. Não se pode dizer que o pai e o filho são a mesma pessoa.

Luigi diz que pretende manter Roth, mas técnico balança

Celso Roth durante a partida do InternacionalCelso Roth deve ser mantido para 2011(Foto: EFE)
A manhã seguinte à eliminação nas semifinais do Mundial de Clubes foi de apoio público e contestações internas ao técnico Celso Roth. Muito criticado pela torcida por causa da derrota de 2 a 0 para o Mazembe, o treinador se viu envolvido em indefinições sobre seu futuro logo após a partida, tamanho o tombo do Inter em Abu Dhabi. A permanência dele para 2011 está indefinida.
Giovanni Luigi, o presidente eleito do Inter, afirma com todas as letras, pelo menos publicamente, que pretende manter o técnico. Para ele, a decisão está tomada: Roth continuará, desde que a negociação com ele corra dentro do normal.
- A diretoria está decidida a manter o Roth. Mas temos uma negociação pela frente – afirmou Luigi.
Luigi acredita que a derrota não passa por ele. E elogia o trabalho de Roth.
- O saldo dele é altamente positivo – disse o presidente eleito.
Roth também foi defendido pelos atletas. Tinga disse que é preciso mudar a tradição de culpar o treinador por derrotas. Por outro lado, as críticas internas são fortes. Há dirigentes convencidos de que a demissão é o melhor caminho. Outros ainda pretendem analisar a reação do grupo.
Os torcedores colorados em Abu Dhabi criticam muito o treinador. Não entendem as trocas, veem um time pouco agressivo, reclamam até do comportamento da equipe. A definição sobre a pressão que cai em cima do treinador deve ocorrer nos próximos dias. Roth balança no cargo.

O amargo dia seguinte do colorado

A nação colorada acorda hoje de ressaca, sorumbática, humilhada, como quem desperta de um sonho que virou pesadelo sem mais, de repente.
Perder é do jogo, já dizia o conselheiro Acácio.
Mas há derrotas e derrotas.
A tal ponto que tem torcedor maldizendo a hora em que o time ganhou o bicampeonato da Libertadores, o passaporte para o vexame de ontem em Abu Dhabi, diante do surpreendente Mazembe.
Perder a final, para a Inter de Milão, não seria nada agradável, mas seria aceitável, normal.
Ser, no entanto, o primeiro time das América do Sul eliminado antes da decisão de um Mundial de clubes é nódoa que o Inter carregará para sempre.
E perdeu sem perdão, sem bola na trave, sem erro de arbitragem, sem azar, sem apelação.
Agora, se para milhões de colorados está difícil encarar o dia em Porto Alegre, em Caxias do Sul, em Livramento, pelo Rio Grande e pelo Brasil afora, imagine aqueles quase 10 mil que foram para os Emirados Árabes Unidos.
Fazer o que em Abu Dhabi até sábado, ao meio-dia, horário da disputa do melancólico terceiro lugar?
E depois voltar, cheio de prestações para pagar.
Comentário para o Jornal da CBN desta quarta-feira, 15 de dezembro de 2010.

Shawn Johnson defende-se no Twitter de possível rixa com Sacramone e culpa imprensa

  • Shawn Johnson (d) se defendeu no Twitter, mas Alicia Sacramone não deu muita atenção ao caso Shawn Johnson (d) se defendeu no Twitter, mas Alicia Sacramone não deu muita atenção ao caso
Na semana passada, a ginasta Shawn Johnson participou de uma palestra em uma universidade no Missouri, Estados Unidos, em que falou sobre seu início no esporte, o período de celebridade e o retorno à ginástica no último semestre. Em determinado momento, a multimedalhista olímpica afirmou que sabia que sua volta às competições não seria fácil, já que, segundo ela, nenhum outro atleta da modalidade havia triunfado em um retorno. Mas as declarações de Shawn não pegaram bem, e ela teve de se explicar no Twitter.
Uma seguidora da ginasta questionou a frase de Shawn Johnson e disse que ela não deveria estar lembrada de duas compatriotas: Mohini Bhardwaj, que interrompeu a carreira em diversos momentos e sempre voltou em alto nível entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000, e Alicia Sacramone, que conquistou o ouro no salto no último Mundial após ficar mais de um ano afastada do esporte.
Em resposta, Shawn afirmou que suas declarações foram deturpadas pela imprensa que noticiou a palestra na universidade. Mais do que uma defesa, a ginasta fez um verdadeiro desabafo por meio de sua página no microblog.
“Por favor, não distorça as minhas palavras. Eu disse ‘retorno no individual geral após lesões e anos de recesso’. Observe os fatos corretamente. Se era o que estava ou não no artigo, foi o que eu disse. A imprensa pode pegar frases aleatoriamente e escolher quais delas publicar”, disparou Shawn, reclamando diretamente com a internauta de perfil “emilayamei". “Pessoas como você, que julgam baseadas no que escutaram e não no que sabem, provavelmente estão erradas”.
Shawn Johnson ainda fez questão de manifestar seu apreço por Sacramone, com quem dividiu a prata por equipes nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008.
“Nada do que eu disse foi desrespeitoso, e vocês saberiam, se estivessem lá [na palestra], que eu disse que Alicia foi minha inspiração por provar que é possível. A mídia pode deturpar e cortar qualquer coisa que se diga. O que é mais triste é que as pessoas acreditam no que leem”, lamentou a campeã olímpica, dirigindo-se ainda diretamente a Sacramone.
“Eu não sei o que a imprensa noticiou sobre mim erroneamente, mas recentemente eu dei algumas declarações sobre a minha volta e disse que Sacramone era minha inspiração. Eu nunca desrespeitei o retorno dela. O que ela conseguiu foi incrível, e é por causa dela que eu continuo me esforçando. Alicia, não sei se você leu o que escreveram, mas eu prometo a você que a imprensa está errada. Eu admiro você e respeito tudo que você faz”, completou Shawn Johnson.
De sua parte, Alicia Sacramone preferiu não polemizar e respondeu de maneira seca, também pelo Twitter. “Shawn, estou muito velha para me preocupar com pequenos dramas como esse. A imprensa sempre tira as coisas do contexto, então isso não é grande coisa”, resumiu a ginasta

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Paris Hilton ingressa na MotoGP e batiza equipe com nome de balada

modelo, empresária e filha de milionário Paris Hilton começará a se aventurar pelo mundo da motovelocidade no ano que vem. Ela acaba de estabelecer uma parceria com a equipe By Queroseno Racing (BQR), de Barcelona, que compete nas 125 cc.
Crédito: Charley Gallay/Getty Image
A união rende ao grupo um novo nome, bem ao estilo extravagante da moça: SuperMartxé VIP by Paris Hilton. Achou a o título um pouco raro para uma equipe de motovelocidade? Pois trata-se do nome de uma balada em Ibiza onde Paris Hilton costuma dar seus pulinhos e que, desde 2009, tem a garota como sócia.
O anúncio oficial da parceria acontecerá no proximo sábado, em uma badalada casa noturna de Madri, com a presença dos pilotos Sergio Gadea e Maverick Viñales. A equipe parece mesmo interessada em explorar a imagem de Paris, tanto que o contrato entre as duas partes prevê a presença da celebridade em pelo menos cinco provas das 125cc da MotoGP.
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Em má fase, Ronaldinho Gaúcho se consola com modelo italiana


Sara Tommasi, de 29 anos, namora Ronaldinho Gaúcho há dois meses. A modelo italiana admitiu, após ter sido flagrada com o jogador em uma boate em Milão, que está se relacionando com o meia-atacante. Em má fase com a camisa rossonera, o brasileiro mostra que está muito bem fora das quatro linhas.

“Eu admito que nos vemos, nós estamos juntos há dois meses. Nós saímos, estamos bem juntos. É tudo verdade”, disse Sara, que preferiu não falar nada quando questionada sobre se o namoro era sério.

Assistente técnico passa rasteira em rival em jogo da NFL

Um lance, no mínimo, curioso, para não falar desleal, aconteceu na partida entre New York Jets e Miami Dolphins. O assistente técnico do time nova-iorquino, Sal Alosi, simplesmente passou uma rasteira no cornerback do time da Flórida Nolan Carroll. Confira no vídeo abaixo.
Logo após a partida, Alosi assumiu sua atitude antidesportiva e pediu desculpas pelos ocorridos. “Minha conduta é imperdoável e não reflete a equipe que eu represento. Cometi um erro que demonstrou toda minha falta de juízo”, afirmou o técnico, se dizendo ‘enojado’ com o que fez.
No final da partida, os Dolphins acabaram vencendo por 10 a 6.
 

domingo, 12 de dezembro de 2010

Brasileiro faz golaço do meio da rua na Grécia

Os brasileiros seguem fazendo bonito no exterior. Desta vez quem se destacou foi o lateral-direito Neto, ex-Santos, Paraná e Fluminense. Hoje no Aris Salonika, da Grécia, o jogador marcou um golaço de falta quase do meio de campo.
A pintura aconteceu aos 20 minutos da primeira etapa no duelo deste sábado contra o Olympiakos, pela Super Liga da Grécia, e abriu o placar para o Aris. O jogo terminou empatado em 1 a 1.
E o gol não foi por acaso. É possível ver Neto levantar a cabeça, notar o goleiro adiantado, e surpreender o adversário.  Parece até Ronaldinho Gaúcho na Copa de 2002 contra a Inglaterra. Confira os gols:
Neto na Grécia:

Ronaldinho na Copa:

 
Foi sofrido, mas o Estudiantes conquistou o pentacampeonato argentino neste domingo. Depois de ir para o intervalo com um empate diante do Arsenal Sarandí, em Quilmes, vendo ainda o Vélez Sarsfield em vantagem contra o Racing Club, em Avellaneda, a equipe de Juan Sebástian Verón voltou melhor no segundo tempo, venceu a partida por 2 a 0 e assim confirmou o título do Apertura 2010, caindo assim no grupo do Cruzeiro e - possivelmente - do Corinthians na Libertadores de 2011.

Principal potência do futebol argentino nos últimos tempos, o Estudiantes - campeão da Libertadores de 2009 e vice do Clausura de 2010 - termina o Apertura com 45 pontos e apenas duas derrotas em 19 partidas (para Tigre e All Boys). Já o Vélez Sarsfield, que encerrou sua participação no torneio com um triunfo de 2 a 0 sobre o Racing, acaba com 43 pontos.
Apesar da perda do título, o uruguaio Santiago Silva, do Vélez Sarsfield, tem o que comemorar. Apelidado de “El Tanque” e conhecido da torcida corintiana após uma passagem pelo clube no ano de 2002, o atacante deve terminar como artilheiro da competição com 11 gols. O jogador uruguaio já havia conseguido este feito no Apertura de 2009, quando foi campeão pelo Banfield

Sofrimento e alegria em Quilmes

É um prêmio ao nosso trabalho, humildade e compromisso. O Estudiantes foi a melhor equipe do torneio, sem dúvida. Estes jogadores são extraordinários
Juan Sebástian Verón, capitão e um dos líderes do Estudiantes na conquista
O gol do título do Estudiantes poderia ter sido confirmado logo aos 9min, mas o assistente viu Gastón Fernández em posição de impedimento após o atacante completar para as redes escanteio de Juan Sebástian Verón. Enquanto isso, na cidade de Avellaneda, o atacante Juan Manuel Martínez avançou pelo meio de campo, se livrou de cinco defensores e marcou um belo gol, aos 23min.
Depois do intervalo, mais um ‘baque’ para o Estudiantes. Moralez, aos 12min, praticamente definiu a vitória do Vélez ao marcar um golaço de falta, em chute que foi parar no ângulo superior direito do goleiro Jorge De Oliveira. Aos 13min, em Quilmes, Verón sentiu uma contusão e foi substituído pelo técnico Alejandro Sabella, por precaução, já que poderia haver uma partida decisiva diante do Vélez.
Aos 15min, Benítez acertou uma bomba de fora da área que quase fez os torcedores do Estudiantes gritarem gol. Porém, a bola acabou tirando tinta do travessão. A pressão do time de La Plata foi aumentando a cada minuto, até que, aos 29min, o camisa 10 Gastón Fernández completou escanteio cobrado por Benítez e fez explodir a torcida. Para completar a festa, López marcou mais um, de cabeça, aos 42min.

Cruzeiro recebe 'carrasco' Estudiantes no grupo da Libertadores

Definidas as posições de cada clube classificado para a Libertadores, as equipes argentinas já sabem o que terão pela frente em 2011. O Estudiantes, campeão do Apertura, entra no grupo 7, que já conta com Cruzeiro e Guarani-PAR, além do vencedor do duelo entre Corinthians e o terceiro colocado da Colômbia. Vale lembrar que o Estudiantes conquistou a Libertadores de 2009 justamente em cima do Cruzeiro, em pleno Mineirão.
Já o Vélez Sarsfield, melhor colocado na soma dos campeonatos Apertura e Clausura de 2010, fará parte do grupo 4, junto com Caracas-VEN, Universidade Católica-CHI e quem levar a melhor no confronto entre Bolívar-BOL e o terceiro colocado do Chile.

Outras vagas definidas

Outros países da América do Sul também tiveram suas vagas definidas neste domingo. No Peru, O Universidade San Martín faturou o título do campeonato nacional ao vencer o León de Huánuco por 2 a 1 na partida de volta da decisão, e assim integrará o grupo 1, deixando o León no grupo 2.
No Equador, a LDU perdeu para o Emelec por 1 a 0 em Guayaquil, mas como havia triunfado no jogo de ida por 2 a 0, ficou com o título do Campeonato Equatoriano. Com isto, o Emelec fica sendo o segundo representante do país e entra no grupo do Internacional na próxima Libertadores, enquanto a LDU fica no grupo 8.

sábado, 11 de dezembro de 2010

Um exemplar do ‘hóquei moleque’

Esse vídeo me lembrou minha época de criança, quando na pelada, alguém batia o lateral ou escanteio em cima do goleiro ou de um zagueiro para a bola desviar e entrar no gol adversário. Era confusão na certa. Oscar Milton, jogador de 17 anos do Almtuna J20 da liga da Suécia de hóquei no gelo, resolveu dar uma de malandro. Ele estava atrás do gol, mas mesmo assim conseguiu marcar. Como? Com uma ajudinha da cabeça do goleiro adversário. Um “típico” hóquei moleque. Dá uma olhada aí.

Aos 27 anos do título mundial, Grêmio revive sonho com o ídolo Renato

O dia é de comemoração para os gremistas. Há 27 anos, o clube conquistava o título do Mundial Interclubes no Japão. A data é especial, já que Renato Gaúcho, herói daquela conquista, hoje é treinador da equipe e terá a oportunidade de repetir o feito em 2011.
  • Neco Varella/Freelancer Ídolo da torcida, Renato comanda o Grêmio na Libertadores de 2011
Renato Gaúcho marcou os dois gols da vitória do Grêmio sobre o Hamburgo, da Alemanha, no dia 10 de dezembro de 1983. A partida, disputada no Estádio Nacional de Tóquio, teve o placar aberto por Renato aos 38 do primeiro tempo. Os alemães empatariam no final do jogo, para que então Renato desempatesse o jogo na prorrogação.
O Grêmio, do técnico Valdir Espinosa, venceu o Hamburgo com Mazaropi; Paulo Roberto, Baidek, De León, Paulo César Magalhães, China, Osvaldo (Bonamigo), Paulo César Caju (Caio), Renato, Tarciso e Mário Sérgio.
Em 2011, o Grêmio terá oportunidade de repetir o feito, sob o comando de Renato agora como treinador. Ele foi contratado pelo clube na metade do Campeonato Brasileiro, quando o Grêmio lutava contra o rebaixamento. Acabou levando o time até a quarta colocação, garantindo a vaga na Libertadores após a derrota do Goiás na Copa Sul-Americana, na quarta-feira passada.

Vettel recebe o troféu de campeão em festa da FIA: "é incrível"

Enfim, o campeão recebeu o seu troféu. Na noite desta sexta-feira, o alemão Sebastian Vettel levou para a casa a taça de campeão mundial de F-1 em 2010, em evento da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) que premiou os campeões da temporada.

“É uma noite incrível para mim e para a Red Bull. Estou emocionado em estar aqui e receber o troféu do Mundial de Pilotos, algo que eu sonhei desde que eu comecei a correr”, disse Vettel, ao site oficial da entidade.
“Conquistar o campeonato é inacreditável em uma temporada incrível para nós, com muitos altos e baixos. Continuamos acreditando no nosso time, no nosso carro e vamos nos divertir a cada corrida. Estou extremamente orgulhoso do nosso sucesso”, completou.
Christian Horner, chefe da Red Bull, campeã do Mundial de Construtores, elogiou Vettel e o outro piloto da escuderia, o australiano Mark Webber, que foi o terceiro colocado na temporada. “Agradeço Sebastian e Mark pelo trabalho duro e pela dedicação em todo o ano. Foi um ano difícil, mas inacreditável. Receber o troféu do Mundial de Construtores é o final perfeito para uma temporada marcante.”
“Seb (apelido de Vettel) é o mais jovem a conquistar o título mundial de pilotos e mereceu. Mark também fez um trabalho incrível, ganhou quatro GPS e foi soberbo. São pilotos extremamente habilidosos e é um prazer tê-los na equipe”, completou Horner.

Sem competir na semi por lesão, Sarah Menezes leva bronze em Tóquio

  • Sarah Menezes mostra bronze ao lado da técnica após a premiação do Grand Slam de Tóquio Sarah Menezes mostra bronze ao lado da técnica após a premiação do Grand Slam de Tóquio
O sábado para Sarah Menezes foi muito bom até as semifinais do Grand Slam de Judô, disputado em Tóquio. Após garantir classificação para a luta que valia vaga na final da categoria até 48kg, a piauiense sentiu lesão em um dos dedos da mão direita e não pôde disputar o combate. Com isso, a bicampeã mundial júnior encerrou a sua participação com o bronze.
As donas da casa dominaram a categoria. Sem precisar de esforço, Kaori Kondo passou à final por causa da desistência da brasileira. Na decisão, não conseguiu superar a sua compatriota Tomoko Fukumi. A também japonesa Shoko Ibe levou a outra medalha de bronze.
Medalha de bronze no último Mundial de judô feminino, disputado também no Japão, em setembro, Sarah teve boa participação neste sábado e repetiu o desempenho. A campanha da brasileira começou com triunfo por ippon sobre Luz Alvarez, da Colômbia.
Em seguida, ela bateu a espanhola Oiana Blanco com um wazari. Para chegar à semifinal, a piauiense aplicou novo ippon, desta vez sobre o romena Carmen Bogdan. Foi nesta luta que Sarah sofreu uma luxação interfalageana do quinto dedo da mão direita. Apesar da dor, a judoca seguiu no combate e saiu com a vitória.
Com o resultado, Sarah, que atualmente está na sexta colocação no ranking mundial e olímpico da modalidade, soma mais 120 pontos. O ranqueamento vai até abril de 2012 e as 14 judocas mais bem colocadas garantem vaga nas Olimpíadas de Londres de 2012.
 

Outros resultados de sábado

 
Além de Sarah Menezes, Leandro Cunha (66kg) e Érika Miranda (52kg) entraram no tatame. Leandro venceu o norte-americano Toshiya Nishimura por ippon, mas acabou superado pelo japonês Masashi Ebinuma por wazari no golden score. Já Érika Miranda derrotou na estreia a francesa Priscilla Gneto por yuko e, na fase seguinte, perdeu para a vice-campeã olímpica e campeã mundial Yanet Bermoy, de Cuba, por ippon no golden score.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

VIDEOBLOG: Poder e prepotência do 'grupinho' de mandantes da Fifa

A Fifa anunciou na tarde dessa quinta-feira, em Zurique, na Suíça, de forma surpreendente que Rússia e Catar serão as sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022, respectivamente. As escolhas causaram estranhesa na imprensa de vários países.

O diretor de jornalismo dos canais ESPN, José Trajano, criticou a postura dos mandatários da entidade máxima do futebol, que diante de inúmeras denúncias de corrupção nem ao menos se manifestam.

"É estranho... Quanto poder tem esta Fifa, eles mandam e desmandam. Lidam com milhões e milhões de dolares, euros e libras. É um 'grupinho' que tem esse poder decisório."

Trajano também lembrou das acusações que vieram à tona esta semana (leia aqui) de que o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, teria recebido dinheiro da ISL, empresa que faliu em 2001 e que foi parceira da Fifa. O mandatário do futebol brasileiro também nada falou.

"Sabe o que é mais estranho e o que irrita? Acusação contra o Ricardo Teixeira. A imprensa brasileira toda lá na Suiça para saber o que ele tem a dizer e ele: 'Nada a declarar'. É de uma prepotência e de uma arrogância, e o cara não fala, não se justifica e ainda olha torto para você!"

CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO E VEJA O VIDEOBLOG

O novo "Maracanazo"

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Um novo Maracanã vai surgir para a Copa do Mundo de 2014, disso ninguém duvida.

O problema destas fotografias, entretanto, é perceber que depois de tantas reformas estamos apenas no começo, na areia.

É estarrecedor, chocante. As imagens facilitam o entendimento de quem se preocupa com o custo da obra, que vai superar os R$ 700 milhões previstos.

A Fifa faz exigências absurdas e ninguém contesta a entidade. A Copa do Mundo torra dinheiro demais, uma grana que não volta, que o Brasil jamais vai conseguir recuperar.

O estado atual do Maracanã impressiona. E fica ainda pior quando lembramos a série de reformas que não serviram para nada. Nada, nada, nada.

Estamos diante de um novo "Maracanazo", mas agora a dor da derrota vai para o bolso da população

VÍDEO: Cruzeirense Gilberto ajuda a desmascarar incompetência do apito

Gilberto, do Cruzeiro, esteve no Bate-Bola segunda edição desta quinta-feira, e fez uma das mais lúcidas avaliações sobre a postura dos árbitros brasileiros. Apitadores que usam e abusam da autoridade a eles concedida para se impor diante dos atletas. Uma maneira de disfarçar a própria incapacidade, ainda assim mais do que evidente em meio a inúmeros erros.

"No Brasil o cara faz força para te mostrar o cartão, como se fosse bater na gente", disse o meia, ao comparar a postura dos homens do apito daqui com os da Europa. É mesmo um recurso manjado e patético distribuir cartões e apelar para a pirotecnia no momento em que o acessório é apresentado. E há quem ache importante o mediador de peito estufado e movimentando o braço freneticamente enquanto segura o cartão.

Boa, Gilberto! Que outros jogadores aprendam a argumentar e ajudem a desmascarar a incompetência que é marca registrada de quase todo o apito nacional.



Veja a participação de Gilberto no Bate-Bola 2ª edição desta quinta-feira

Cruzeiro respeita Flu e decide não levar absurdo do STJD para Série A

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Depois de avaliar o caso Duque de Caxias, considerar a decisão um absurdo do STJD e perceber que o Fluminense não tem nada com isso, o departamento jurídico do Cruzeiro decidiu não contestar os cartões do volante colombiano Valencia. "Nosso departamento jurídico avaliou que nenhuma jurisprudência pode valer para trás. Mais do que isso, que o Fluminense fez tudo certo, avaliou da maneira correta os cartões do volante Valencia e é o legítimo campeão brasileiro", afirmou o gerente de futebol Valdir Barbosa ao Bate Bola 1a. Edição.

A decisão do Cruzeiro é brilhante. O caso Duque de Caxias é um aborto do STJD e só deve promover uma discussão para a reforma do falido tribunal esportivo do Brasil.

O procurador-geral do STJD, Paulo Schmidt, disse que não considera impossível uma revisão do caso Duque de Caxias (leia mais abaixo), que manteria o Brasiliense na Série B e levaria o time da Baixada Fluminense à Série C. Impossível é o Fluminense perder o título com base numa decisão equivocada do tribunal no caso que envolveu a Série B.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

caio do avai deve refoso no cruzeiro

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Um dos pedidos do técnico Cuca para o Cruzeiro de 2010 é o meia Caio, do Avaí. O técnico conhece o jogador há muito tempo. Em 2003, era seu meia direita num 4-2-3-1 com que organizava o Paraná Clube. Cuca também trabalhou com Caio no Flamengo e no Coritiba, ambos em 2005.

Neste sábado, uma reunião em Curitiba pode selar o destino do meia, destaque do Avaí na campanha do Brasileirão 2010. É muito provável que Caio jogue pelo Cruzeiro a próxima Libertadores.

Justiça: Grêmio na Libertadores de 2011. Quanto ao Goiás... caiu né?

O Goiás foi rebaixado antecipadamente no Campeonato Brasileiro.

A torcida do Goiás não costuma apoiar o time nem quando a campanha é boa.

Dar ao campeão da Sul-americana uma vaga na Libertadores tirando outra do Brasileirão seria uma aberração.

Sim, a campanha do verde goiano no certame internacional foi bacana.

Mas quem merece a quarta e última vaga na Libertadores é o Grêmio.

Depois de tanto remar e acumular 43 pontos apenas no returno, o time de Renato Gaúcho foi recompensado.

Aos que acham falta de respeito com o povo goiano, lamento, mas não fico com pena do Goiás, um time de campanha fraquíssima que foi justamente rebaixado à Série B.

Acredito que obtenha o acesso rapidamente, já em 2011, tomara que com a torcida apoiando, como na primeira partida decisiva da Copa Sul-americana.

Enquanto isso, o Grêmio vai à Libertadores, com merecimento e condições muito maiores para fazer boa campanha.

Ao Goiás, que se reorganize e à sua torcida, que apoie o time.

E aos que me veem como "contra ao povo goiano", lembro que um povo, um Estado não se resume a um time, muito menos a futebol.

Defendi, inúmeras vezes, que a sede da Copa 2014 na região fosse o Serra Dourada, não um estádio que nem existe em Cuiabá. Vamos parar com tamanha tolice.

E aos que insistem nessa tese sem nexo, sugiro que telefonem para o Hélio dos Anjos, lembra? Se você esqueceu, então clique aqui e recorde as palavras do ex-técnico do próprio Goiás.





 

Neozelandesas posam nuas para promover o rúgbi entre as mulheres


O time feminino de rúgbi da Old Boys University tirou a roupa para um calendário promocional, com o objetivo de atrair o público feminino a jogar rúgbi na Nova Zelândia, país onde o esporte tem alta popularidade e conta com uma das melhores seleções do mundo, os “All Blacks”.
Uma das idealizadoras do projeto foi Bekki Abernethy, que foi fotografada pulando nua em um trampolim de quintal segurando uma bola de rúgbi, como se pode ver na foto abaixo.

“Estava bem consciente de que havia alguns vizinhos espiando”, confidenciou Abernethy ao site Stuff.co.nz.
Segundo ela, o calendário vai ajudar a romper o estigma de masculinidade do esporte: “Nosso calendário luta contra esse mito”, afirmou.
“Sou loira, e não sou exatamente uma jogadora de grande porte. Somos garotas normais, e é isso o que estamos tentando retratar”, completou.

Bêbado, Guti dá vexame e enfrenta imprensa após sofrer acidente

Ex-Real Madrid e hoje no Besiktas, o meio-campista espanhol Guti deu um verdadeiro vexame após sofrer um acidente de carro na Turquia. O espanhol teve que se explicar para a polícia e, bêbado, resolveu encarar a imprensa local (confira o vídeo abaixo). Segundo o jornal Marca, o atleta se recusou a fazer o teste de bafômetro.
O acidente foi confirmado pelo clube turco em seu site oficial. Guti bateu em um ônibus em uma avenida de Istambul, mas o choque só danificou o carro do espanhol. O presidente do Besiktas, Yildirim Demiroren, disse que perdoa o jogador pelo seu descontrole e não aplicará multas ou suspensões.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

vidio

  • 18h45

  • 07Dez

  • play VÍDEO: A análise das equipes no Brasileiro 2010/botafogo

    VÍDEO: A análise das equipes no Brasileiro 2010

    Joel diz que fica no Botafogo e atribui permanência a carinho de senhoras

    Esbanjando bom-humor, muito falante e ao lado do vice-presidente de futebol alvinegro, André Silva, o técnico Joel Santana confirmou nesta quarta-feira, no Rio, que seguirá no comando do Botafogo na temporada de 2011.

    Segundo o treinador, o carinho da torcida e a acolhida que teve no clube foram essenciais para sua decisão. Mas Joel fez questão de enfatizar que parte dos pedidos para sua permanência foi especial e pesou bastante na escolha.

    "Uma coisa muito importante para a permanência foi que várias senhoras estiveram aqui, me beijaram, me abraçaram e abriram uma faixa para eu pensar bem na minha permanência", afirmou. As torcedoras mais veteranas do clube têm demonstrado uma afeição muito grande pelo técnico. No Brasileiro, durante uma entrevista, uma invadiu o espaço e tascou-lhe um beijo.

    "Assim que acabou o campeonato, a gente sentou e renovamos o contrato por mais um ano. Ele estará a frente mais uma vez para participar da festa. Aliás, ele é o elemento principal de festa", brincou André Silva.

    Joel Santana ficará por mais um ano no Botafogo
    Joel Santana ficará por mais um ano no Botafogo
    Crédito da imagem: Agência Estado

    terça-feira, 7 de dezembro de 2010

    Nelsinho ganha indenização da Renault, e advogado diz que "é só o começo"

    A equipe Renault de Fórmula 1 se comprometeu a pagar indenização e custas judiciais para Nelsinho Piquet e seu pai por comentários difamatórios relacionados com o escândalo do GP de Cingapura de 2008. Mas, segundo o advogado do piloto, o caso não está encerrado.

    ENTENDA O CASO

    • Reuters Então chefe da Renault e empresário de Nelsinho, Flavio Briatore e o engenheiro Pat Symonds pediram o brasileiro que batesse propositalmente no GP de Cingapura de 2008, a fim de forçar a entrada do safety car e beneficiar Fernando Alonso.

      A cena foi feita, mas um ano depois, de saída da Renault, Nelsinho fez uma denúncia à FIA revelando toda a armação. O brasileiro ganhou a garantia de não ser punido pela entidade.

      Briatore e Symonds, por sua vez, foram afastados. Mas, na Justiça comum, a briga continuou. Briatore ameaçou processar os Piquet, que por sua vez entraram com ação contra a Renault e ganharam.

      Atualmente, Briatore segue na Fórmula 1 como empresário de Mark Webber e Fernando Alonso, enquanto Nelsinho foi tentar a sorte na Nascar.
    "Esta decisão marca o início, e não o fim, da longa jornada que ambos estão trilhando para corrigir muitos dos erros que ocorreram durante escândalo ‘Crashgate’ no ano passado. Eles foram tratados de forma terrível pela Renault quando se atreveram a revelar o escândalo ao órgão regulador, e Nelsinho teve a sua carreira lamentavelmente encurtada na Fórmula 1”, disse o advogado dos Piquet, Dominic Crossley.
    O representante dos Piquet não deixou claro qual será o próximo passo dessa “jornada”, mas explicou que os danos foram muito maiores do que uma simples declaração difamatória.
    “Nelson Piquet dominou a F-1 durante o início dos anos 80, e sua reputação como lenda do automobilismo não deveria ser afetada por causa desse caso. E a F-1 foi privada de Nelsinho, apesar de ele estar mostrando seu talento em outros lugares. Embora eles nunca devessem ter ouvido as declarações falsas da Renault, ambos ficaram satisfeitos com o êxito do processo”, completou.
    Depois de confessar a batida proposital para favorecer o ex-companheiro Fernando Alonso naquela corrida, Nelsinho e seu pai foram acusados pela Renault, que emitiu um comunicado dizendo que os dois mentiram sobre o caso e tentaram chantagear os chefes de equipe.
    Por causa dessa declaração da Renault, os Piquet moveram uma ação na Justiça britânica. Depois de uma audiência, a Renault admitiu que aqueles comentários foram inadequados, pediu desculpas e aceitou pagar indenização.
    “O time aceita que as alegações feitas por Nelson Piquet Junior não foram mentirosas, e também que nem ele nem seu pai inventaram tais alegações a fim de chantagear a equipe. Assim, as sérias acusações daquele comunicado são totalmente falsas e infundadas, e nós as retiramos”, afirmou a Renault na audiência.
    “Gostaríamos de pedir desculpas sem reservas ao Sr. Piquet Junior e seu pai, pelo estresse e constrangimento causado. Como marco da sinceridade dessas desculpas, aceitamos pagar um valor substancial pelos danos por difamação, assim como os custos judiciais, e nos comprometemos a não repetir tais alegações em nenhum momento no futuro”, completou o comunicado da equipe.

    VÍDEOS: O movimento que mudou a torcida do Flu bem antes do título

    VÍDEO: Para Mauro Cezar, Flu mereceu o título por sempre esta.../maurocezarpereira

    VÍDEO: Para Mauro Cezar, Flu mereceu o título por sempre esta...




    A presença maciça das torcidas de Flamengo e Atlético Mineiro nos jogos de seus times durante o campeonato brasileiro de 2009 não surpreendeu, afinal, o apoio pesado que ambas dão aos seus times é antigo. Mas no ano passado as arquibancadas apresentaram uma novidade, que este blogueiro ressaltou algumas vezes na programação da ESPN Brasil, o comportamento dos torcedores do Fluminense, mais participativo e fiel.

    Chamados de acomodados pelos rivais, muitas vezes ausentes, os tricolores mudaram seu comportamento, a ponto de alterarem o ambiente nos jogos do time. Por isso, após a conquista do título brasileiro, o blog abre espaço para que uma das pessoas que redescobriram o prazer de frequentar o Maracanã e agora o Engenhão. O prazer de torcer em meio aos que só querem incentivar seu clube de coração.

    por Vitor Gouveia*

    "Para mim, tudo começou num já longínquo Fluminense x Cruzeiro. Nós dependíamos desesperadamente da vitória para escapar do rebaixamento, que rondava. Ao final do primeiro tempo, a torcida tricolor em peso fez a tradicional virada, que consiste em contornar todo o anel do Maracanã para tomar posição atrás do gol onde o Fluminense ataca.

    Quando acabo de escolher meu lugar na arquibancada já cheia, sobem alguns rapazes cantando alucinadamente músicas que jamais ouvira no Maracanã. Até aí normal. Entretanto, as músicas não cessaram durante todo o segundo tempo de jogo. O Flu jogou mal, mas aquilo não perecia fazer a menor diferença para aqueles caras. Como algumas eram bastante simples, por algumas vezes, a arquibancada chegou a empolgar ao som daqueles tricolores.

    Ao sair do jogo com a vitória suada, vi um menino chegar para um deles e perguntar: 'Como faço para ter uma camisa da torcida de vocês?'. Então, o rapaz prontamente respondeu: 'Tá vendo essa aí que você tá usando – era uma do Fluminense? Essa é a tua camisa'.

    Saí do Maracanã extremamente intrigado e comecei a procurar na internet algo que pudesse dar uma pista sobre aquele fato novo na torcida. Descobri que esses rapazes faziam parte de um movimento, que tinha até estatuto. Dentre os itens mais marcantes, que devia-se cantar o jogo todo pelo Fluminense; sem vaias, e que não se exalta o nome do movimento, além da uniformização, a qual tomei conhecimento ainda no estádio.

    Passei a seguir, da forma mais anônima possível, os passos daqueles tricolores pra lá de diferentes, sempre com os dois pés atrás. Não levava fé em nada que surgisse na arquibancada de uma torcida de futebol. Posso afirmar que esse era o pensamento de uma torcida quase inteira.

    E lá nas arquibancadas amarelas do Maracanã, fui chegando e acabei ficando, ainda bastante ressabiado. Cantava, e muito. Já era 2007, e aqueles 12 indivíduos, que numa reunião criaram esse movimento, já não eram mais uma dúzia. Não eram muito mais que isso, mas a curiosidade das pessoas aumentava. Quem chegava era recebido com algumas informações básicas, aquelas do estatuto. E a cantoria começava lá fora, na pista de skate, e terminava bem depois do jogo terminado.

    E eu, que achava os argentinos loucos, movidos pelas mais pesadas drogas para cantar tanto, vi que aquelas minhas hipóteses eram uma besteira só. Bastava materializar o amor pelo Fluminense, tornar aquilo palpável, e toda aquela loucura e paixão são perfeitamente exequíveis.

    Aquele grupo de malucos foi crescendo e, novamente num Fluminense e Cruzeiro, começa a tomar forma uma canção, feita na Grécia, mas que parece ter sido composta para nós, tricolores. Uma coreografia complicada, um cântico totalmente diferente do que se via nas bancadas brasileiras. De novo, ao virar de arquibancada para apoiar o time, estava eu diante da gênese do que seria essa espetacular torcida que encanta a todos. Como num passe de mágica, milhares de pessoas, desconhecidos, soltam a voz numa catarse inesperada.



    O Fluminense ganha de forma emocionante a Copa do Brasil, mesmo num Maracanã bastante silencioso. Aquele espírito do jogar junto com time ainda era pouco difundido, assim como as novas músicas. No segundo jogo da final, em Florianópolis, a torcida já mostrava que estava em um franco processo de transformação. Muitas das músicas recém criadas ecoavam a todo instante pelos microfones que captavam o áudio do jogo.

    Campeão, o Fluminense passaria por um semestre inteiro 'de férias', sem disputar qualquer coisa mais palpável. Mas o que aconteceu nos meses seguintes foi uma explosão de amor ao Tricolor. Dessa vez contra o Palmeiras, a torcida presenciaria o surgimento de um hino. No intervalo, os loucos que não paravam de cantar resolvem puxar uma nova música. Sem bateria, só no gogó. A música foi ecoando e ninguém parava. A cada passagem da música, mais alta ela ficava. O som se propagava.

    Depois de uns cinco minutos cantando a música, torcedores de todos os cantos do estádio desciam pelos túneis de acesso até chegar àquela aglomeração em êxtase. O sucesso foi instantâneo. Eu vi pessoas chorando; velhos, meninas cantando uma letra curta. Uma letra que não pedia nada em troca nem dos jogadores, nem do Fluminense. Ali, naqueles quinze minutos de intervalo, todos só queriam cantar o orgulho de ser tricolor — talvez por isso a música tenha tomado volume num intervalo de jogo.




    O ano seguiu e, com ele muitos tricolores vinham sedentos para o estádio na tentativa de ver e fazer parte dessa festa. Já podia-se ver que a atitude da torcida, mesmo longe daqueles malucos cada vez mais numerosos, havia mudado. Cantar feito louco pelo Fluminense já não era mais coisa de retardado - quantas vezes já não me pegara sendo encarado assim, por outros torcedores do meu time, quando torcia, antes de 2006! Aquilo rapidamente ia virando hábito.

    Num jogo que não valia rigorosamente nada para o Fluminense, sua torcida proporcionou o mais belo espetáculo nos estádios do Brasil naquele ano. Milhares de bandeiras foram confeccionadas na tentativa de reviver o clima espetacular da nossa torcida em décadas passadas, onde cada torcedor era responsável pela festa, levando suas bandeiras tricolores no braço. Tudo isso mediante a um comovente mutirão que envolveu a confecção das bandeirinhas e a doação maciça de recursos financeiros pela torcida, fundamentalmente os tricolores da cidade de São Paulo.

    Além das bandeiras, uma cascata de papel na entrada do time. Parecia festa de time na ponteira do campeonato. Nada disso. Era, somente, uma torcida ávida por demonstrar sua paixão por um clube futebol. Éramos 45 mil aficcionados e privilegiados, por participar do renascimento da torcida mais linda do planeta.



    Chega 2008 e com ele a tão sonhada Copa Libertadores. O Estadual passa, e com ele mais algumas lindas festas e manifestações de amor da torcida. Mas foi na estreia da competição continental que o passado veio dar um abraço no presente. Depois de um ocaso de nove anos, o pó-de-arroz, símbolo da torcida, retorna as arquibancadas, matando a curiosidade dos mais novos e enchendo de emoção aqueles que por muitos anos foram privados de parte importante da identidade da torcida tricolor.

    Depois de dezenas de negativas, dois advogados tricolores - tendo em vista a mobilização da torcida como um todo - ajuizaram demanda para a liberação do material, o que foi conseguido minutos antes da partida contra o Arsenal de Sarandí, depois de travada uma bela batalha judicial com a Procuradoria Municipal do Rio de Janeiro.

    A Libertadores representou a retomada do orgulho tricolor, mesmo com a derrota que até hoje nos tira o sono, por muitas vezes. As novas músicas ecoavam pelo Maracanã e pelas ruas da cidade; nos estádios a torcida jogava junto e as festas... ah, as festas. Surgem os painéis compostos por sinalizadores. Na final da Libertadores, uma recepção jamais vista na história do futebol. Uma emoção genuína emanou de mais de 90.000 pessoas.



    Com a perda da Libertadores, os problemas eclodem. Confusões na arquibancada e uma torcida dividida. O péssimo rendimento do clube se reflete na nova territorialidade das arquibancadas tricolores: o conflito da nova maneira de torcer com a antiga. Uma ferida aberta que teimava em não sarar. Os que queriam protestar não entenderam direito o propósito de quem achava que, naqueles noventa minutos, só nos resta apoiar o time e exaltar o nome do clube.

    E mais uma vez, depois do êxtase vivido no primeiro semestre, estávamos nós relegados ao desconforto da luta contra o rebaixamento, fruto de uma administração calamitosa por parte dos dirigentes. Mas, a confirmação da mudança do perfil do torcedor tricolor veio justamente nesse momento de desespero.

    O Fluminense jogou a reta de final de campeonato com casa cheia a uma torcida inflamada. Livramo-nos do inferno! A medida da paixão tricolor pôde ser tomada quando, na última rodada do campeonato, sem postular nada e livre do rebaixamento, mais de 55.000 tricolores foram ao maior do mundo. O maior público da última e derradeira rodada do campeonato foi estabelecido num jogo que valia rigorosamente nada. Tudo isso para a despedida do nosso monstro da camisa três, Thiago Silva, que hoje ironicamente, desfila todo seu imenso talento por um rubro-negro, o Milan.



    Chega 2009, mas o bom futebol fica bem longe das Laranjeiras. Um time de futebol pobre via, diante de si, uma torcida cada vez mais mobilizada e apaixonada. Na semifinal da taça Guanabara, uma surpresa, guardada a sete chaves, financiada — como sempre, é bom grifar — pelo próprio torcedor do Fluminense. Do meio de uma fumaça branca, o pó-de-arroz, surge lentamente um mosaico de mais de 7000 peças, exibindo uma bandeira tricolor. Mesmo jogando mal, sem convencer em qualquer momento, a torcida tricolor, nas quartas-de-final da Copa do Brasil, faz outro lindo mosaico. Dessa vez, bem maior.

    Um espetáculo deslumbrante que, mais uma vez, gerou comoção entre os presentes. Nesse dia, precisávamos de quatro gols nos últimos 45 minutos. Não paramos de cantar mesmo assim. Impossível não recordar dos anos anteriores e daqueles poucos doidos varridos - aqueles mesmos, daquele jogo contra o Cruzeiro. Lembro perfeitamente de ter pensado, logo depois da eliminação frente ao Corinthians: há dois anos vínhamos jogando bem e a final contra o Figueirense foi um silêncio só. Hoje, jogando nada há meses, precisando de quatro gols, cantamos feito loucos!



    O ano segue sem títulos. Muito pior que isso: iríamos lutar novamente contra o rebaixamento. Não só, mais uma vez, lutar contra o rebaixamento, mas lutar contra o indelével: o Fluminense iria jogar a segunda divisão novamente. Matemáticos, jornalistas, rivais, pais-de-santo, todos! Isso mesmo, todos afirmavam que Laranjeiras iria submergir novamente. Mas, essa torcida que mudou radicalmente nos últimos anos não deixaria isso barato; ela jamais abandonaria seu clube no momento em que ele mais necessitava.

    A luz no fim do túnel foi acesa pela união da torcida. As mais diferentes Organizadas, mais o movimento Popular, uniram-se fisicamente no estádio. O resultado foi medido em decibéis. Contra o Avaí mais de 20 mil almas cantaram o mais alto possível que o Fluminense não estava sozinho. Ao final do jogo e da vitória, um time cheio de garotos, recém-formado, veio até a torcida agradecer a impressionante manifestação de apoio prestada pela torcida do Fluminense. Surgia o "Time de Guerreiros".

    A cada rodada, o barulho aumentava, a torcida cantava mais alto como se fosse o último jogo da vida de cada torcedor presente, em mais um capítulo daquela missão impossível. Então, quando tudo parecia perdido, uma virada estonteante aconteceu. Voltamos de Minas Gerais vivos. A resposta àquela epopeia não poderia ser mais impactante.



    Em paralelo à fuga do descenso, havia a copa sulamericana. Depois de eliminar com uma boa dose de drama o Cerro, enfrentaríamos a Liga de Quito mais uma vez. Perdemos por 5 a 1 na altitude. Mas a torcida tricolor já não era mais a mesma. O comprometimento e a paixão transbordavam. Era hora de fazer valer o bordão 'O Fluminense Somos nós' mais uma vez. O Galeão virou Maracanã.

    Continuamos lutando, cantando, unidos. Chegamos à última rodada fora da zona de rebaixamento. Disputamos a final da sulamericana. Ganhamos, mas não levamos. A torcida foi espetacular, inexorável frente à derrota e ao pessimismo. Foi o maior espetáculo que já presenciei dentro de um estádio de futebol. Alguns dias depois, escapamos da degola. Jogaremos a série A nesse ano de 2010.

    O ano foi marcado por muitos desenganos, mais especificamente no primeiro semestre, quando o time perdeu o estadual e a Copa do Brasil jogando muito mal, despejando um balde de água fria na valente torcida que encantara o Brasil no ano anterior. Veio Muricy Ramalho; renovaram-se as esperanças. O Maracanã seguiu sendo palco de festas memoráveis e da maior média de público do Campeonato Brasileiro.






    O fechamento até hoje mal explicado do Maracanã nos deixou sem casa. A torcida se dividiu novamente, como se o encanto houvesse se quebrado. Mas, tão logo o Engenhão foi se afeiçoando à torcida e nós a ele, o povo tricolor voltou a fazer sua festa e mostrar seu amor incotinente, mesmo diante das situações mais adversas. Para qualquer torcida tão carente de conquistas, o segundo turno do campeonato brasileiro representaria o silêncio nas arquibancadas, o motivo para a arrefecida da fé. Entretanto, a torcida do Flumiennse já se reinventara antes.



    O título, inverossimil há meses atrás, se acerca. Um nova festa se anuncia; a recompensa merecida - o brasileirão - assoma para quem levou o pavilhão de mais de cem anos de glórias sozinho enquanto usurpavam o clube e maldiziam nosso futuro.

    Todas essas manifestações de carinho e apoio eclodem a todo momento das arquibancadas. Elas não são mais exclusividade de um grupo pequeno, e sim, são a marca maior da torcida do Fluminense. É a prova de que o amor irradia e contamina a todos, quando existem milhões de corações apaixonados por um clube de futebol e por toda magia juvenil que o envolve. Todos nós, tricolores, levamos no fundo do peito a certeza de que, se depender de nós, o Fluminense seguirá em frente, sempre; nos braços do seu povo que tanto o ama e que à ele devota parte importante de sua vida.



    E aqueles doze indivíduos que acenderam a chama, eu serei eternamente grato. Mesmo sem saber, mudaram o rumo da história do clube mais tradicional do país, o campeão brasileiro de 2010.

    Essa é a história da torcida do Fluminense a partir da criação do Movimento Popular Legião Tricolor.

    * Vitor Gouveia, 30 anos, professor e músico, é tricolor e frequenta os jogos do Fluminense desde 1987

    segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

    NFL Resultados Semana 13

    O Bengals virou a partida marcando em todas as posses de bola no segundo tempo (24 pontos x 7) mas toma virada no final com a esperteza e qualidade de Drew Brees que ganhou uma 4ª descida na chamada do hut e achou Marques Colston na endzone na jogada seguinte. Destaque na partida para o novato running back Chris Ivory que correu para 117 jardas e marcou 2 TDs e também para Terrell Owens que marcou o seu 152 TD recebido, 3º na história da NFL.

    Maurren vira o ano treinando e abdica de torneios indoor para saltar 7m no Pan

    A campeã olímpica Maurren Maggi já faz planos para 2011, ano que tem como competição mais importante os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (MEX), em que buscará defender o ouro de 2007. Para saltar bem, ela não pretende aproveitar o fim de ano para descansar, e vai manter uma rotina de treinos pesada.
    “Já tive férias em outubro”, disse Maurren, ao Lance. Atrapalhada por lesões, ela retornou às pistas em julho e sofreu lesão na coxa esquerda. A paulista participaria do Troféu Brasil, em setembro, mas dores no quadril a tiraram da prova.
    Agora, ela fortalece a parte física para se manter na pista e conseguir ter uma sequência de provas. “Foi uma temporada boa, treinei bem. Infelizmente, por causa algumas lesões, não consegui fazer o meu melhor em competições”, afirmou ela.
    O calendário não está totalmente definido, mas Maurren já sabe que deixará de lado meetings indoor, dando atenção às competições a céu aberto, na Europa, entre junho e julho. Agosto é o mês do Pan-Americano no México.
    “Quero muito o tri do Pan e por isso estou focando desde agora os sete metros”, disse ela, sobre a marca que considera ideal para brigar por vitórias.
    Maurren revelou que gostaria de defender o Brasil nos Jogos Mundiais Militares, que acontece no Rio, em julho. Ela foi sondada em 2008, mas por conta de uma cirurgia não pôde fazer o curso de formação nas Forças Armadas.

    sábado, 4 de dezembro de 2010

    Informações e palpites da 38a rodada do Campeonato Brasileiro

    FLUMINENSE x GUARANI
    Domingo, Engenhão, 17h
    FLUMINENSE - Problemas - Deco (machucado), Tartá (terceiro cartão), Fernando Henrique (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Ricardo Berna, Mariano, Gum, Leandro Eusébio e Carlinhos; Valencia, Diguinho, Júlio César e Conca; Émerson e Fred. Técnico: Muricy Ramalho
    GUARANI - Problemas - Mazola (terceiro cartão), Ricardo Xavier (machucado), Fabão (machucado), Renan (machucado) - Time provável (4-2-3-1) - Douglas, Apodi, Aílson, Aislan e Fabiano; Maycon e Paulinho; Pablo, Barboza e Márcio Careca; Douglas. Técnico: Vágner Mancini
    CURIOSIDADE - O jogo parece simples, mas jogo de título raramente tem placar dilatado. As últimas conquistas com placar superior a dois gols de diferença foram São Paulo 3 x 0 América-RN, em 2007, Flamengo 3 x 0 Santos, em 1983.
    PALPITE - Fluminense
    ARBITRABEM - Carlos Eugênio Simon (RS); Altemir Haussmann, Roberto Braatz

    GOIÁS x CORINTHIANS
    Domingo, Serra Dourada, 17h
    GOIÁS - Problemas - Nenhum - Time provável (4-3-1) - Rodrigo Calaça, Leyriélton, Valmir Lucas, Danilo Costa e Jadílson; Lenon, Jonílson, Wendell Santos e Camacho; Éverton Santos e Wendell Lira. Técnico: Artur Neto
    CORINTHIANS - Problemas - Paulo André (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Júlio César, Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Elias, Jucilei e Bruno César; Dentinho e Ronaldo. Técnico: Tite
    CURIOSIDADE - Em 2005, o Corinthians se tornou o primeiro campeão brasileiro com derrota no jogo da taça, perdendo por 3 x 2 para o Goiás, em Goiânia.
    PALPITE - Corinthians
    ARBITRAGEM - Leandro Pedro Vuaden (RS); Marcelo Bertanha Barison, Júlio César Rodrigues dos Santos

    CRUZEIRO x PALMEIRAS
    Domingo, Arena do Jacaré, 17h
    CRUZEIRO - Problemas - Fabrício (machucado), Jonathan (terceiro cartão) - Time provável (4-3-1-2) - Fábio, Rômulo, Léo, Gil e Diego Renan; Henrique, Marquinhos Paraná, Roger e Montillo; Thiago Ribeiro e Wellington Paulista. Técnico: Cuca
    PALMEIRAS - Problemas - De férias: Deola, Marcos, Márcio Araújo, Maurício Ramos, Danilo, Gabriel Silva, Pierre, Edinho, Marcos Assunção, Tinga, Lincoln, Luan, Valdivia, Kléber, Ewerthon e Tadeu - Time provável - Bruno, Leandro Amaro, Gualberto e Fabrício; Vítor, Fernando, Bruno Turco e Rivaldo; Patrik; Vinícius e Dinei. Técnico: Luiz Felipe
    CURIOSIDADE - Luiz Felipe foi técnico de Cuca no Juventude e no Grêmio, campeão gaúcho de 1987.
    PALPITE - Cruzeiro
    ARBITRAGEM - Wílton Pereira Sampaio (DF); João Antônio Sousa Paulo Neto, Kléber Lúcio Gil

    GRÊMIO x BOTAFOGO
    Domingo, Olímpico, 17h
    GRÊMIO - Problemas - Borges (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Victor, Gabriel, Paulão, Rafael Marques e Fábio Santos; Fábio Rochemback, Adílson, Lúcio e Douglas; Jonas e André Lima. Técnico: Renato Gaúcho
    BOTAFOGO - Problemas - Leandro Guerreiro (voltando de lesão, dúvida), Herrera (voltando de lesão, dúvida), Somália (voltando de lesão, dúvida) - Time provável (3-4-1-2) - Jéferson, Leandro Guerreiro, Danny Morais e Antônio Carlos; Alessandro, Somália, Fahel e Marcelo Cordeiro; Lúcio Flávio; Caio e Loco Abreu. Técnico: Joel Santana
    CURIOSIDADE - Em 1991, o Grêmio fez uma final contra o Botafogo diferente. Em Caio Martins, perdeu por 3 x 1 e foi rebaixado.
    PALPITE - Grêmio
    ARBITRAGEM - Sandro Meira Ricci (DF); Márcio Eustáquio Souza Santiago, Marrubson Melo Freitas

    VITÓRIA x ATLÉTICO GOIANIENSE
    Domingo, Barradão, 17h
    VITÓRIA - Problemas - Ricardo Conceição (machucado), Wallace (machucado, dúvida) - Time provável (4-3-1-2)- Viáfara, Nino, Gabriel, Ânderson Martins e Egídio; Neto Coruja, Uéllinton, Bida e Ramon; Adaílton e Júnior. Técnico: Antônio Lopes
    ATLÉTICO GOIANIENSE - Problemas - Nenhum - Time provável (4-2-3-1) - Márcio, Adriano, Wélton Felipe, Gílson e Thiago Feltri; Agenor e Pituca; Róbston, Elias e William; Marcão. Técnico: Renê Simões
    CURIOSIDADE - Apenas dois jogos na Bahia pela Série A do Brasileirão. Em 1986 e 1987, dois empates por 0 x 0 na Fonte Nova.
    PALPITE - Vitória
    ARBITRAGEM - Sálvio Spínola (SP); Émerson Augusto de Carvalho, Marrubson Melo Freitas (DF)

    SÃO PAULO x ATLÉTICO MINEIRO
    Domingo, Morumbi, 17h
    SÃO PAULO - Problemas - Alex Silva (terceiro cartão), Cléber Santana (terceiro cartão), Fernandão (poupado), Fernandinho (poupado), Dagoberto (poupado), Fernandinho (poupado), Miranda (poupado) - Time provável (4-2-3-1) - Rogério, Jean, Xandão, Renato Silva e Samuel; Zé Vítor e Carlinhos Paraíba; Ilsinho, Marlos e Jorge Wágner; Lucas. Técnico: Paulo César Carpegiani
    ATLÉTICO MINEIRO - Problemas - Réver (terceiro cartão) - Time provável (4-2-2-2) - Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Jairo Campos, Werley e Leandro; Zé Luís, Serginho, Diego Souza e Renan Oliveira; Diego Tardelli e Obina. Técnico: Dorival Júnior
    CURIOSIDADE - É a primeira vez desde a decisão do Brasileirão de 1977, que São Paulo e Atlético Mineiro encerram a campanha um contra o outro.
    PALPITE - Empate
    ARBITRAGEM - Marcelo de Lima Henrique (RJ); Dibert Pedrosa Moisés, Rodrigo Pereira Joia

    SANTOS x FLAMENGO
    Domingo, Vila Belmiro, 17h
    SANTOS - Problemas - Keirrison (terceiro cartão), Adriano (terceiro cartão), Arouca (terceiro cartão), Durval (terceiro cartão), Edu Dracena (poupado) - Time provável (4-3-1-2) - Rafael, Pará, Bruno Rodrigo, Vinícius e Léo; Rorigo Possebom, Danilo, Alex Sandro e Felipe Ânderson; Neymar e Zé Eduardo. Técnico: Marcelo Martelotte
    FLAMENGO - Problemas - Diogo (terceiro cartão), Deivid (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Marcelo Lomba, Leonardo Moura, David Braz, Wellinton e Juan; Maldonado, Fernando, Fierro e Renato; Diego Maurício e Val Baiano. Técnico: Vanderlei Luxemburgo
    CURIOSIDADE - Desde 1976, o Flamengo só venceu duas vezes na Vila Belmiro. Em 1976, com gol de Vanderlei Luxemburgo para o Fla, num amistoso. Em 2009, virada do Flamengo de Andrade sobre o Santos, dirigido por Luxemburgo
    PALPITE - Empate
    ARBITRAGEM - Evandro Rogério Roman (PR); Gílson Bento Coutinho, José Amílton Pontarolo

    VASCO x CEARÁ
    Domingo, São Januário, 17h
    VASCO - Problemas - Carlos Alberto (não treinou durante a semana), Felipe (machucado), Zé Roberto (expulso) - Time provável (4-3-1-2) - Fernando Prass, Fagner, Douglas, Dedé e Carlinhos; Jumar, Renato Augusto, Rômulo e Ramón; Éder Luís e Rafael Coelho. Técnico: Paulo César Gusmão
    CEARÁ - Problemas - Geraldo (terceiro cartão), Diego Sacoman (expulso), João Marcos (julgamento no STJD) - Time provável (4-3-1-2) - Michel Alves, Boiadeiro, Erivélton, Fabrício e Eusébio; Michel, João Marcos, Heleno e Reina; Marcelo Nicácio e Magno Alves. Técnico: Dimas Filgueiras
    CURIOSIDADE - Paulo César Gusmão, confirmado como técnico para 2011, encerra sua participação no Brasileirão contra o time que dirigiu nas primeiras sete rodadas.
    PALPITE - Vasco
    ARBITRAGEM - Wilson Luís Seneme (SP); Márcia Lopes Caetano, Luís Alberto Kallenberger

    ATLÉTICO PARANAENSE x AVAÍ
    Domingo, Arena da Baixada, 17h
    ATLÉTICO PARANAENSE - Problemas - Guerrón (terceiro cartão), Deivid (terceiro cartão) - Time provável (4-2-3-1) - Neto, Wágner Diniz, Manoel, Rhodolfo e Paulinho; Chico e Vítor; Branquinho, Paulo Baier e Maykon Leite; Bruno Mineiro. Técnico: Sérgio Soares
    AVAÍ - Problemas - Zé Carlos (machucado), Diogo Orlando (machucado), Robinho (machucado) - Time provável (4-3-1-2) - Renan, Patrick, Émerson, Émerson Nunes e Eltinho; Rudinei, Bruno, Batista e Caio; Davi e Vandinho. Técnico: Vágner Benazzi
    CURIOSIDADE - O único jogo da história pela Série A, na Arena da Baixada, foi a vitória do Avaí por 3 x 1, ano passado.
    PALPITE - Empate
    ARBITRAGEM - Paulo César de Oliveira (SP); Ednílson Corona, Marcelo Carvalho

    Torcedora mexicana se empolga e mostra os seios ao estádio


    Na última quinta-feira, o Santos Laguna recebeu o Monterrey pelo jogo de ida da final do torneio Apertura do México, e venceu por 3 a 2. Apesar do jogo emocionante, a grande atração estava nas arquibancadas.
    Uma torcedora do Monterrey se empolgou e mostrou os seus seios para todo o estádio, com direito a “voltinhas” para que as pessoas atrás dela também pudessem ver.
    O problema é que ela foi vista também pelos policiais, que a convidaram a se retirar do estádio. Durante a sua saída, a torcedora foi ovacionada pelo resto do público nas tribunas.
    Mas o seu gesto acabou dando azar ao Monterrey, que levou um gol contra faltando cinco minutos para o final do jogo, e agora tem a obrigação de vencer a partida em casa para levar o título.