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Português todos os resultados do Paulista da segunda divisão e ainda Futebol Internacional como Futebol Inglês Espanhol Italiano Portugal e o Argentino e campeonatos Importantes falaremos do Regional do Rio Grande do Norte do Cearense do Pernambucano e do Carioca
e falamos da copa do nordeste
No Dundee FC, todos os funcionários estão empenhados em salvar o time do buraco. E não estamos falando de rebaixamento para a terceira divisão, mas de dinheiro em caixa. A equipe passa por dificuldades financeiras e precisa encontrar formas de arrecadar dinheiro e evitar a falência.
Se depender namoradas e esposas dos jogadores e outras mulheres envolvidas com o clube, a solução é mais fácil do que parece. Basta tirar a roupa e vender um calendário. Foi o que propôs a miss Dundee FC, Mhairi Philp, “madrinha” da equipe da segunda divisão escocesa.
O “time” de namoradas e esposas de atletas posam para foto
Depois de que a equipe recebeu a punição de perder 25 pontos por não pagar suas contas, Mhairi decidiu fazer esta proposta indecente às mulheres dos jogadores, que toparam fazer o ensaio fotográfico. Apesar de amadoras, as meninas bateram um bolão e compensaram o vexame dos marmanjos que ocupam a última posição na tabela, com -8 pontos (fruto da punição).
“Todas as garotas foram fantásticas e realmente adoraram a experiência – apesar de estarmos todas um pouco nervosas”, revelou Mhairi. Mais fotos dos ensaios feitos para o calendário podem ser vistos no site da agência Peachfur, da Escócia.
Debbie Douglas, esposa do goleiro Robert Douglas
A jovem McCartney, de apenas 19 anos, namorada do atacante Leigh Griffiths
Até agora, a iniciativa já arrecadou 3 mil libras em patrocinadores e a ideia ainda é imprimir mil calendários ao valor de 8 libras. A expectativa é arrecadar cerca de 10 mil libras para o clube. Uma bela quantia, de fato, mas vale lembrar que a dívida do clube é de 480 mil libras. Qual seria a próxima ideia das garotas?
Ministério Público de Minas Gerais apresenta hoje resultado de investigação sobre a escalação dos árbitros no futebol brasileiro. A conclusão é que tanto a FMF (Federação Mineira de Futebol), alvo inicial da apuração, quanto a CBF violam o Estatuto do Torcedor, que exige "transparência" na seleção e que o juiz seja "isento de pressões". Acompanhe a Folha no Twitter Conheça a página da Folha no Facebook
A informação é da coluna de Mônica Bergamo, publicada nesta quinta-feira pela Folha(íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL)
De acordo com a coluna, a Promotoria diz que o sorteio dos árbitros é "viciado", com "critérios subjetivos" que limitam a dois profissionais aqueles que podem ser escolhidos para cada partida. E questiona o fato de os clubes vetarem determinados nomes para seus jogos.
Segundo a coluna, a recomendação do promotor José Antônio Baêta é que CBF e FMF coloquem na urna todos os árbitros escalados para apitar naquela divisão, e não apenas dois, e que divulguem quanto eles ganham por partida.
O presidente da federação mineira, Paulo Schettino, diz que "o estatuto fala em no mínimo dois árbitros por sorteio, e nós cumprimos". A CBF não comenta o caso
O STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) decidiu punir o Corinthians, nesta terça-feira, pelo mando de campo de dois jogos, além de uma multa no valor de R$ 10 mil. No Videoblog desta quarta-feira, o comentarista dos canais ESPN, José Trajano comentou a medida da entidade e classificou como 'uma vergonha'.
"A punição que o Tribunal quer impor ao Corinthians tirando dois mandos de campo é uma vergonha. Na reta final do campeonato é um prejuízo para o time alvinegro. Quer aparecer o Tribunal, quer mostrar autoridade em cima de um time que não teve responsabilidade nenhuma e motivo nenhum para ser punido", disse o jornalista.
CLIQUE NO PLAYER DE VÍDEO ABAIXO E VEJA O COMENTÁRIO DE JOSÉ TRAJANO
Depois da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, a seleção brasileira feminina de vôlei passou por uma transformação. Fofão e Walewska deixaram o time. Jaqueline tirou um ano sabático para se casar com Murilo. E Paula Pequeno enfrentou uma série de lesões. Coube então a Sheilla a responsabilidade levar a equipe adiante.
AS ATACANTES DA SELEÇÃO BRASILEIRA
Após a Olimpíada de Pequim, a seleção brasileira ficou muito dependente de Sheilla no ataque
Agora, a oposta divide o trabalho com as outras 4 atacantes: Fabiana, Jaqueline, Natália e Thaísa
A seleção, então, passou a viver uma certa dependência de Sheilla. Quando a oposto não jogava ou tinha uma atuação apagada, toda a equipe sentia. No Mundial feminino de vôlei, entretanto, o Brasil encontrou uma maneira de encerrar de vez essa dependência.
Sheilla, é claro, continua sendo uma peça importante na seleção brasileira. Mas não é a única. No ataque, ela divide os holofotes com a ponteira Natália e as centrais Thaísa e Fabiana. Na defesa, a ponta Jaqueline dá uma segurança que o time não tinha desde Pequim.
“Aqui no Mundial a gente felizmente está tendo essa característica de uma distribuição maior entre todas as atacantes. Isso facilita o trabalho de todo mundo porque é distribuído igualmente para todas elas. Acho que todo mundo consegue dar sua colaboração, todo mundo está em condições de dar essa colaboração. E todo mundo fica mais feliz, porque quando você começa a sobrecarregar uma só pode entender que o time está com problema”, disse o técnico da seleção brasileira, José Roberto Guimarães.
É justamente quando Sheilla está um pouco apagada que o Brasil mostra o fim da dependência. No jogo desta quarta contra os Estados Unidos, quando a oposto foi marcada pelo adversário, quem brilhou foi Jaqueline. No passe contra a Itália na primeira fase, o show foi de Natália.
Modesta, Sheilla discorda que antes do Mundial o time dependia muito dela. “Não acho que no Grand Prix tenha sido assim. Só no jogo contra o Japão (derrota da seleção na fase final) que eu não fui bem e o resto do time também não foi bem”, afirmou a jogadora.
Para o técnico José Roberto Guimarães, o problema de acionar sempre a mesma jogadora é o desgaste físico que isso provoca. Pior ainda no caso de Sheilla, que disputa o Mundial com dores nas costas.
“A minha preocupação com a Sheilla sempre foi essa, de muito desgaste, de muita sobrecarga da quantidade de bolas que ela pode receber em uma partida. Sendo distribuído isso entre todas as jogadoras da equipe tudo fica mais tranquilo. A gente tem um trabalho de equipe muito mais efetivo e muito mais positivo. Uma grande equipe funciona dessa maneira, não sobrecarregando ninguém”, diz o treinador.
Esse jogo de equipe levou o Brasil de forma invicta até as semifinais do Mundial. E é a principal aposta do país para ficar com o título. O próximo desafio será às 7h (de Brasília) de sábado, em Tóquio, contra o Japão, pelas semifinais.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) recebeu nesta quarta-feira a visita de alguns presidentes de clubes que pleiteiam a unificação dos títulos nacionais disputados antes da criação do Campeonato Brasileiro, em 1971. Segundo o presidente da entidade, Ricardo Teixeira, o pedido é “factível”.
“Mandaremos fazer uma análise em cada um dos setores, como o setor técnico, para ver a possibilidade de legalidade dessa iniciativa que a princípio é factível”, disse o dirigente.
Foram à sede da CBF o presidente do Santos, Luiz Álvaro Oliveira, o vice-presidente do Botafogo, Antonio Carlos Mantuano, e o diretor executivo do Cruzeiro, Dimas Fonseca. No documento também há o pedido para o reconhecimento de títulos de Palmeiras, Fluminense e Bahia.
Os dirigentes pedem o reconhecimento de títulos nacionais conquistados entre 1959 e 1970 em competições organizadas pela entidade nacional, como a Taça Brasil e a Taça de Prata.
“Temos que fazer uma análise em cada um dos setores envolvidos, de forma que não deverá demorar muito. Mas tem que ser feito um estudo”, completou Ricardo Teixeira.
Nesse período pleiteado pelos clubes, considerando também o torneio Roberto Gomes Pedrosa, o Santos foi o maior vencedor de torneios nacionais, triunfando em seis edições. Palmeiras (quatro), Fluminense, Cruzeiro, Bahia e Botafogo completam a lista dos campeões.
Trabalhar no Goiás foi traumático para o treinador Émerson Leão. Quando foi demitido, em agosto de 2010, o time estava na última colocação (e ainda está na zona do rebaixamento). Um mês antes, havia se envolvido em brigas e discussões com jornalistas da Bahia durante confronto contra o Vitória. Leão chegou a ser indiciado criminalmente e foi punido pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) com três jogos de suspensão. Para completar, teve que entrar contra a equipe goiana na Justiça para cobrar uma dívida de salários atrasados e multa rescisória.
“Estou chateado com o futebol’, disse. “Tenho 47 anos no mundo da bola. Pensei em parar agora. Mas quero parar quando completar 50 anos de trabalho. É um número bom.”
Leão quer voltar a treinar em 2011. Já recebeu algumas consultas. “E só consultas! Porque tem treinador que recebe consulta e diz que foi convidado. Tem muita mentira por aí...”
Durante o atual período de repouso, organizou o casamento de uma de suas filhas e observou o futebol à distância. Nesta entrevista exclusiva, o treinador reflete sobre o passado, reconhece excessos, mas segue letal com os adversários. Veja, em vídeo, opiniões do técnico Leão e, logo abaixo, o melhor da entrevista:
UOL Esporte: Como você está vendo o futebol nos dias de hoje? Leão: Estou chateado. Nessas quatro ou cinco décadas, o futebol piorou em vez de melhorar, retrocedeu em vez de evoluir. Hoje, os jogadores, em vez de serem atletas profissionais, são ‘superstars’. Acham que podem fazer tudo. Perderam o compromisso, e isso me chateia como treinador. Os jogadores também passaram a ter donos. Não são mais só empresários. Mas o tempo da escravidão acabou.... UOL Esporte: Como é seu relacionamento com o Santos? Leão: Trabalhei três vezes no Santos. Conheço bem, por dentro e por fora. Conheço as pessoas e o que envolve o time do Santos. É melhor ficar quieto. UOL Esporte: Mas foi com o Santos que você conquistou um dos seus mais importantes títulos como treinador (o Brasileiro de 2002), não foi? Leão: Nas três vezes que estive no Santos tive mais alegrias do que tristezas, mais recompensas do que insatisfações. O problema é que as tristezas e os problemas marcam mais que as alegrias, que são efêmeras e passam rápido. Não conheço a nova diretoria. Posso dizer que o comando do Samir (Samir Jorge Abdul Hak, presidente do clube em 1998, quando Leão trabalho como técnico), foi muito bom para mim. Também foi muito bom meu primeiro trabalho com Marcelo Teixeira (presidente do Santos nas outras duas passagens do técnico pelo clube, entre 2002 e 2004 e em 2008). Na última vez que estive lá, não tivemos o mesmo desempenho em relacionamento. UOL Esporte: Passados oito anos, como você avalia sua participação no título brasileiro de 2002? Leão: O Marcelo queria comprar estrelas e veteranos. Treinei um pouco, falei que não queria nem estrela, nem veterano, pois estava satisfeito com os moleques que tinha visto. Falei isso baseado na minha observação. E o Marcelo falou: “Leão você é louco, nós vamos cair”. “Então nós vamos cair juntos”, eu respondi. “Porque esse moleques vão dar conta do recado”. E deram. Sorte do Marcelo. Dizem que o grupo da geração de Robinho e Diego deu quase R$ 200 milhões ao clube. Não sei como Santos tem divida. Desculpa... Eu sei, mas não sei.... UOL Esporte: Apesar de ser o técnico do primeiro título brasileiro do clube, dá a impressão que existe um relacionamento de amor e ódio com o Santos. Você até foi surpreendido com agressões de alguns torcedores quando foi ao clube, em 2008, para cobrar uma dívida. Leão: Aquilo foi comandado. Eu sempre disse que dava satisfação ao torcedor do coração, não o torcedor do bolso. Esse cara, o torcedor do bolso, é aquele que recebe dinheiro de alguém para colocar uma faixa, ameaçar e vaiar. Tem muito disso no futebol. Ele é pago às vezes por dirigentes, treinadores, diretores e até jogadores. Temos que aprender a conviver com essa realidade. Eu trabalho para o clube, não trabalho para uma determinada torcida. Aqueles episódios foram um efeito mínimo promovido por uma facção de uma torcida paga.
Treinar a seleção brasileira? "Nunca mais"
Leão comandou a seleção brasileira durante um breve período entre 2000 e 2001, substituindo o então demitido Vanderlei Luxemburgo. Os resultados, porém, não foram nada animadores. A equipe se arrastava nas eliminatórias para a Copa de 2002, mas o pior foi mesmo o quarto lugar conquistado na Copa das Confederações de 2001 após derrota para a Austrália. Leão foi demitido e, em seu lugar, entrou Luiz Felipe Scolari.
UOL Esporte: Você só treinou a seleção brasileira entre 2000 e 2001. Gostaria de voltar?
Leão: Não fui técnico da seleção nada! Só passei pela seleção. O cara me colocou lá para cobrir um espaço.
UOL Esporte: Mas gostaria de voltar ou não?
Leão: Não. Cansei de falar. Hoje, os dirigentes ficam muito tempo no poder. O cara está lá sei lá há não sei quantos anos. Não tenho nem o que pensar sobre seleção.
UOL Esporte: Ficou magoado com o Ricardo Teixeira (presidente da CBF)?
Leão: Não sei se a palavra é essa. Seleção não vai me satisfazer em mais nada. Não vai me dar status. Virei apenas um torcedor.
UOL Esporte: Paga por quem? Leão: Tem muita gente que paga. Vocês acham que as faixas que aparecem em estádios com críticas são sempre frutos de imaginação dos torcedores? Pois não são. UOL Esporte: Você acha que existe muita intromissão de torcedores no comando dos times de futebol? Leão: Intromissão não pode existir. Pelo menos, não existe na minha cabeça. Um diretor do clube, por exemplo, sempre acha que entende de futebol. Ele dá uma opinião, e você mostra o que é certo e o que é errado. Até aí, tudo bem. Todo mundo pode conversar sobre futebol, mas não interferir na escalação. Agora, um torcedor não pode intimar você e dizer quem deve ou não ser escalado. Nem meu pai me intimava! Meu pai me aconselhava. Mas intimar, jamais! Hoje os valores estão invertidos, não é? Hoje, o cachorro foge do gato. Hoje, ser honesto é qualidade. Eu fui criado entendendo que isso era uma obrigação. É como dizia De Gaulle (Charles De Gaulle, ex-estadista e político francês), ‘o Brasil não é um país sério’... UOL Esporte: Mas você foi intimado pela torcida do Santos durante suas passagens como técnico? Leão: Não. Ninguém chegou falando para escalar esse ou aquele. Mas não chegavam porque sabiam com quem estavam lidando. Eventualmente, o presidente, um diretor, torcedores, amigos e cornetas, podem falar. ‘Acho que aquele jogador está jogando mais do que aquele outro’. Isso é palpite, não mata ninguém. UOL Esporte: E o que você acha do Neymar? Chegaram até a chamá-lo de “monstro” após a discussão do jogador com o treinador Dorival Júnior... Leão: Tenho um ótimo relacionamento com o (Dorival) Júnior. Conheci e joguei com o tio dele, o Dudu. Depois, fui treinador do Júnior em três times. Quando ele parou de jogar, o indiquei a três equipes para trabalhar como treinador. Sei como é a conduta dele. Tenho responsabilidade quando indico alguém. Até parei de indicar treinadores há algum tempo, mas o Júnior é uma das exceções. Às vezes, conversamos pelo telefone...É difícil falar sobre o Neymar sem participar de seu dia-a-dia. Não tenho um conhecimento de causa tão grande. Mas, à distância, e pelas informações que recebo, dá para dizer que é um menino que foi criado em uma redoma de liberdade. Ele ganha muito dinheiro desde seus 13 anos de idade, e o pai, a mãe, o amigo e os funcionários viram reféns dele. Ele deve achar que pode fazer tudo. E esse negócio de dizer agora que ele ‘está bonzinho’....não sei não. É muito cedo. Acho que ele ainda não sossegou. Não teve um treino que ele quase saiu na porrada com um colega do time? UOL Esporte: Na verdade, ele e o Marcel discutiram em um treino durante as comemorações do aniversário do atacante Zé Eduardo. Leão: Exatamente. Ele ainda não se adaptou ao que o futebol representa para ele. Ainda não caiu a ficha. Mas também é preciso dizer que, antigamente, a gente esperava uns cinco anos para dizer que um cara era craque. Vamos aguardar mais.
BASTIDORES DO SANTOS
Não sei como o Santos tem dívida. Desculpa. Eu sei, mas não sei....
UOL Esporte: Você acha que existe uma cobrança muito grande sobre ele? Leão: Como jogador, acho ótimo. No meu time, joga. Agora, como deve jogar, será um problema para seu novo treinador. Antes da Copa da África, defendi sua convocação. Mas ainda acho cedo para analisar sua conduta. UOL Esporte: Você acha parecido os problemas de relacionamento que Neymar e Dorival Júnior tiveram no Santos com os que você teve com Carlos Alberto no Corinthians, em 2006? Vocês também discutiram em jogo um contra o Lanús pela Copa Sul-Americana. Leão: Quer saber? Eu não briguei com o Carlos Alberto. Eu o tirei de um jogo, e ele se revoltou. Só que eu o tirei de campo para o bem dele. Na época, ele não teve cabeça para perceber isso. Ele fez umas cenas obscenas em campo. O quarto árbitro viu e chamou o árbitro para expulsá-lo. Eu o substituí rapidamente e ele não percebeu minha intenção. Mas há algum tempo, eu estava indo à praia com a minha mulher e o celular tocou: ‘Professor, é o Carlos Alberto’. ‘Qual deles? Eu conheço um monte’, respondi. E antes que ele começasse a falar, dei os parabéns porque ele tinha acabado de ser campeão da Série B pelo Vasco. E ele disse: ‘Estou ligando para pedir desculpas. Naquele tempo eu estava com a cabeça diferente. Agora, tô legal’. ‘Tudo bem, esquece isso’, eu disse. ‘Os mais velhos estão aqui para entender os erros dos mais novos’. Quer coisa melhor que isso? O Carlos Alberto viu que sempre dá tempo para melhorar. Então, não tem nada a ver com o Neymar. Se tivesse, seria mais fácil. UOL Esporte: Você dirigiu os quatro grandes times de São Paulo, os dois maiores do Rio Grande do Sul e de Minas Gerais, mas nunca comandou um time do Rio de Janeiro. Por que? Tem vontade? Leão: A rivalidade entre São Paulo e Rio era mais acirrada antigamente. Pouquíssimas vezes um treinador de São Paulo era convidado para trabalhar em times do Rio. Mas as coisas estão mudando. Eu mesmo já fui convidado. Nos últimos tempos, estive conversando com diretor do Flamengo. Pelo Fluminense, o presidente da Unimed já esteve em casa. Também já fui procurado pelo (Carlos Augusto) Montenegro, quando era presidente do Botafogo. Pode perguntar para eles. Mas eu estava empregado naquele tempo. Não dava para largar. Fiquei feliz quando o Bob assumiu o Vasco. Bob era como chamávamos o Roberto Dinamite quando jogávamos juntos na seleção e no Vasco. Eu gostaria muito de trabalhar no Rio. Minha mulher é carioca e tenho amizades por lá. Qualquer hora pode acontecer. UOL Esporte: E o Palmeiras de 2006. É verdade que tinha um grupo de jogadores que queria derrubar você? Leão: Não, não tinha. Foi a diretoria. A gente sabe das coisas. Tinha um diretor que me detestava. Não era nem do futebol, mas não me queria por lá. Nós começamos a mexer nas coisas por lá. Fala que o ginásio do CT tinha que ser modificado porque não era usado. Podia usar o espaço para montar uma bela cozinha, um concentração, muitas coisas. Mas o ginásio está lá até agora...Assim mesmo, conseguimos melhorar os vestiários, a academia de musculação.
UOL Esporte: Você é polêmico e não esconde o que pensa. Já se arrependeu de criticar alguém? Leão: Claro que sim. Acho que o mais importante é reconhecer que você não foi feliz em uma resposta. Já pedi desculpas para meu pai, minha mãe, amigos e jornalistas por ter cometido algo errado. Outro dia, teve um cara que me processou. Eu liguei para ele e disse: “Você tem razão, se quiser manter o processo, mantenha, mas não posso me furtar de pedir desculpas. Você é um filho disso e daquilo, tudo isso você continua sendo. Mas aquilo que falei para você naquele dia estava errado. Me desculpe”. Eu sou assim. UOL Esporte: É o 'estilo Leão'? Um pouco truculento com jornalistas em algumas oportunidades? Leão: Eu sou isso que você está vendo. Agora, quando algo interfere no trabalho, eu tomo uma atitude. Para o bem ou para o mal, eu tomo atitude. Alguns são ‘vaselina’. Eu não. Porque meu pai me ensinou a ser honesto sempre. UOL Esporte: Não foram poucas as brigas entre você e jornalistas. Você não se considera uma pessoa impaciente demais em algumas oportunidades? Leão: Quando eu era menino, cansei de apanhar na rua porque não fugia. Você não pode só bater e contar vantagem. E as derrotas? É precisa falar sobre elas também. Mas você vai evoluindo, envelhecendo, ficando mais experiente. Hoje, não fujo da briga, mas evito. Antigamente, quando falavam que tinha uma briga no meio da rua, eu passava no meio dela. Agora, caso alguém diga que “tem uma briga por lá”, eu mudo meu caminho. Quando era jogador, fui obrigado brigar com um senhor quando eu defendia o Palmeiras. No primeiro movimento, ele caiu no chão. Lembro da imagem. Ele mereceu, mas não precisava ser daquela maneira. Eu era mais forte do que ele. Depois disso, enquanto não achei o cara para pedir desculpas, não sosseguei. Achei o cara, pedi desculpas e ele disse: “Sou palmeirense, tenho um imenso prazer em conhecê-lo. Não tinha nada que ter feito aquela graça com você. Você estava errado, mas eu fui pior ainda.” O que o brasileiro não entende, e a policia nos estádios ainda não entendeu, é que é preciso recriminar não só a agressão física como a verbal.
Atleta 'modelo' assumiu os cabelos brancos
Leão já fez campanha publicitária para marca de cuecas: 'Naquele tempo eu tinha volume para isso.'
Quando começou a trabalhar como treinador, tingia os cabelos: 'Sou vaidoso. vou carregar isso para o túmulo. Quero ficar bonito até no meu velório.'
Nos últimos anos, assumiu o cabelo branco: 'Não pinto mais, mas tiro sarro de amigos. Eles enchiam o saco quando eu tingia. Agora são eles tingem.'
UOL Esporte: Você acha que sua carreira no futebol é mais lembrada pelos feitos como jogador ou como treinador? Leão: A profissão de treinador é muito mais sofrida, muito mais injustiçada. É um trabalho perigosíssimo. Você não tem vinculo e o respeito de ninguém. Como jogador, se eu fizesse um contrato de cinco anos com um clube, eu sabia que ficaria por cinco anos. E nessas condições, estruturaria minha família, matricularia meus filhos no colégio, compraria uma casa e teria residência fixa. Como treinador, você não faz nada disso. Em uma semana, pode ser mandado embora. Você não é patrimônio do clube. Só uma profissão é mais difícil que a do treinador. Sabe qual é? A de árbitro. Eu gosto dos árbitros. Brigo com eles sempre, mas sei que é difícil. São muito pressionados. UOL Esporte: Por falar em seu tempo como jogador, como foi trabalhar no Corinthians da famosa democracia? Leão: Para mim, aquilo não era democracia. O Corinthians tinha acabado de ser campeão paulista em 1982 e queríamos ser bi. Eu estava no Grêmio e fui convidado para trabalhar lá em 1983. O Corinthians nunca teve um goleiro de nome e chegou um que queria marcar presença na história do clube. Inventei a camisa e as meias listradas, tudo com as cores do time. Treinei para caramba. Fiquei em forma. Só que tinha alguns atletas que participavam de uma panela com o diretor Adílson (Monteiro Alves). Tinha psicólogo, aquela frescura toda. Eu não fazia parte disso. Treinava e ia para casa. Eu não frequentava a noite, não bebia, não me metia em política. E onde estava a democracia deles? Era a democracia que “você pode fazer tudo, desde que eu permita”. E não via a democracia, via a anarquia. Era cara bebendo na sala do treinador, outro dormindo na maca porque ficou na farra na noite anterior. Jogador treinando bêbado. Tinha dia que o treino estava marcado para 8 horas da manhã. Chegava lá e perguntava: ‘Cadê o pessoal do treino?’ E respondiam: ‘Não tem treino agora, foi transferido para o período da tarde’. ‘Por quê?’ ‘Teve uma festa ontem à noite e passaram para tarde’. Aí é pesado, não é?! UOL Esporte: Quem era o grupo que comandava a panela? Leão: Está querendo saber demais! Mas eram os caras da democracia... Era a democracia, comandada pelo Adílson, que era o diretor naquela época. E depois ele virou secretario da cultura, por incrível que pareça. UOL Esporte: Você se sentia injustiçado por não seguir os líderes da democracia? Tinha jogador que seguia só para ficar entrosado com os líderes do grupo? Leão: Quem segue assim como você está falando é capacho. Já pensou ser um capacho só para ficar no bolo? Eu prefiro ter conduta própria. Se cometer algum deslize, pode me punir. Eu não gosto de ser chamado à atenção. Me manda embora, mas não chama a atenção. Para não acontecer isso, sempre precisei fazer o máximo. Eu chegava cedo, treinava, trabalhava e ganhava os jogos. Éramos felizes. Agora, precisa comparecer às festinhas? Não. Preciso beber? Não. Preciso fumar? Não. Preciso ser político? Não. Eu preciso jogar futebol! O torcedor queria que eu jogasse futebol. Eu jogava, trabalhava para caramba. Meu joelho é reflexo disso, excesso de trabalho.
OPINIÃO SOBRE NEYMAR
E esse negócio de dizer agora que ele ‘está bonzinho’....não sei não. É muito cedo. Acho que ele ainda não sossegou
UOL Esporte: Mas e a qualidade daquele time em campo? Leão: Foi um ano de felicidade, pois só ganhava. O time era bom, então não tinha conversa. Os caras jogavam bem mesmo. Vai falar que o Casagrande era ruim? Que o Sócrates era ruim? Que o Wladimir era ruim? Pô! Era tudo craque. Só que eles tinham a vida particular deles e aquilo não me servia. Minha conduta era outra, ficava na minha. Tanto que joguei um ano por lá, fui feliz e saí. Naquela época, em 1983, saí do Corinthians para defender o Palmeiras. Fiquei até 86. Depois, fui para o Sport e parei. UOL Esporte: Depois de defender o Sport como jogador, você se aposentou e assumiu o time como treinador. Logo de cara, foi campeão brasileiro em 1987, ano do polêmico conflito com o Clube dos 13 e o título do Flamengo. Leão: Não tem polêmica nenhuma, e sim regulamento. Campeão do Módulo Amarelo deveria jogar contra o campeão do Módulo Vermelho. Campeão do Amarelo foi o Sport. O Flamengo foi campeão do Vermelho. Era para ter o cruzamento dos módulos. O outro não quis cruzar. O Sport ganhou, foi campeão. Quer chorar, chora o que quiser. Perdedor tem direito de reclamar, não tem problema nenhum. A estrelinha do título está na camisa do Sport. Para minha nova carreira, aquilo foi um misto de alegria, medo, pois eu não sabia ser treinador. Naquele ano, eu joguei em um domingo, e na segunda-feira virei treinador. Não sabia o que fazer. Tinha experiência, mas passar a ser comandante dos seus companheiros é complicado. Eu dei sorte.
Ponte Vedra (EUA) – Além de número 1 do mundo e maior vencedora de títulos no ano de 2010, a dinamarquesa Caroline Wozniacki agora também faz parte do Conselho de Jogadoras da WTA. A atleta de 20 anos está substituindo a suíça Patty Schnyder, que decidiu deixar o posto.
Além de Wozniacki, o Conselho tem as norte-americanas Bethanie Mattek-Sands, Serena e Venus Williams, além da italiana Francesca Schiavone, campeã de Roland Garros e da Fed Cup, e a uzbeque Akgul Amanmurandova.
A dinamarquesa teve um ano muito vitorioso, com títulos em Ponte Vedra, Copenhague, Montreal, New Haven, Tóquio e Pequim. O desempenho em Grand Slam não foi dos melhores, mas Wozniacki chegou bem ao Masters de Doha, perdendo a final para a experiente Kim Clijsters.
"Fui eleita para o Conselho! Estou tão feliz!", comemorou Wozniacki em sua página no Twitter. "Parabéns, garota", respondeu Serena Williams, também pelo microblog. "Acho que podemos fazer a diferença", agradeceu a dinamarquesa.
Conhecido por seus casos com musas e namoros com capas de revistas masculinas, o ex-tenista brasileiro Gustavo Kuerten deixou de ser solteiro na última semana e se casou no civil com a noiva Mariana Soncini, fonoaudióloga com quem o ex-número um da ATP já estava junto há mais de um ano.
De acordo com o blog de Juliana Wosgraus, do Diário Catarinense, Guga se casou na sua sala de troféus na última quarta-feira, dia 3 de novembro, em uma cerimônia reservada às famílias e foi passar sua lua de mel no Recife, em Pernambuco. E neste fim de semana o casal já estava em Porto Alegre para assistir ao show do ex-beatle Paul
Em sua primeira vez disputando o Masters 1000 de Paris, o tenista brasileiro Thomaz Bellucci conseguiu vencer o alemão Philipp Kohlschreiber por 2 sets a 1, com parciais de 7-6(7-5), 5-7 e 6-3, após 2h10min de partida, para garantir sua classificação à segunda rodada do último torneio de sua temporada.
Após três partidas contra Philipp Kohlschreiber, sendo duas com derrotas, Thomaz Bellucci finalmente conseguiu igualar o retrospecto do confronto e ainda melhorou seu desempenho nos tie-breaks, apesar de ainda ter o número desfavorável de 13 desempates perdidos contra 11 ganhos na temporada.
Contra um adversário de bom saque e especialista em quadras rápidas, Bellucci teve poucas chances no serviço do rival, que aplicava um ace cada vez que se sentia pressionado, além de variar mais com subidas à rede. Enquanto isso, o brasileiro jogava mais no fundo da quadra e teve seu serviço em perigo por quatro oportunidades no primeiro set e conseguiu salvar todas.
A disputa equilibrada acabou sendo decidida no tie-break. Thomaz Bellucci cresceu no game de desempate e conseguiu abrir 3 a 1 depois de ver o rival errar um voleio cruzado na subida à rede. Bellucci não variou o jogo no nono ponto e acabou tendo o mini-break devolvido, mas respondeu bem e teve o set point em seu serviço para fechar com um ace.
Assim como no primeiro set, Thomaz Bellucci voltou para a segunda parcial sem tomar a iniciativa da partida e contou com erros de Kohlschreiber para escapar de situações complicadas do confronto. O alemão chegou a ter um set point no décimo game da parcial, em saque de Bellucci, que conseguiu salvar.
Com uma aproximação à rede e um voleio errado, o brasileiro cedeu nova vantagem de 0-30 ao rival. Após cometer uma dupla-falta, Bellucci deu triplo set point a Philipp Kohlschreiber, que fechou na segunda oportunidade para forçar a disputa do terceiro set.
Em novo equilíbrio no terceiro set, Thomaz Bellucci passou a arriscar mais bolas contra o alemão e lhe forçou ao erro. O brasileiro chegou a ter duas oportunidades de quebra no serviço do rival e não aproveitou, mas o nervosismo de Kohlschreiber colaborou com o brasileiro, que teve novo break point e finalmente quebrou o serviço do rival contando com uma dupla-falta.
O oitavo game da parcial foi longo e Bellucci conseguiu novamente escapar se situações delicadas. O brasileiro cometeu duplas-faltas, cedeu oportunidades da devolução de quebra, mas conseguiu confirmar o saque. Uma bola na fita ajudou Bellucci a abrir triplo match point no saque de Kohlschreiber.
“Foi uma boa estreia. A quadra estava mais rápida do que eu esperava, ele [Philipp Kohlschreiber] sacou muito bem e me deu poucas chances de jogar no saque dele. Mas, consegui aproveitar as oportunidades e me manter no jogo”, afirmou Bellucci após a vitória.
“No fundo, acabei errando menos que ele e também saquei bem (21 aces). No terceiro set, joguei bem os pontos importantes”, completou o número um do Brasil no ranking.
Na segunda rodada, Thomaz Bellucci vai enfrentar o russo Nikolay Davydenko, cabeça de chave que passou como bye e ocupa atualmente a 11ª posição no ranking. Davydenko caiu nas oitavas de final do Masters 1000 de Paris no ano passado, quando perdeu para o sueco Robin Soderling.
“Davydenko é um jogador sólido e regular, que gosta deste tipo de quadra. Não tem muito segredo, mais uma vez vou ter que tentar impor meu jogo para não deixá-lo crescer e errar pouco”, analisou Bellucci sobre o próximo duelo.
Allen Iverson é apresentado com festa à torcida do Besiktas, da Turquia. Sem acertar nenhum contrato com equipes da NBA, armador aceitou proposta de US$ 4 milhões por dois anos de contrato com o clube turco.
O Besiktas preparou uma grande festa em seu ginásio nesta terça-feira para receber o seu novo reforço, Allen Iverson. Na ocasião, o norte-americano que já foi eleito MVP da temporada em 2001, aproveitou para agradecer a oportunidade que a equipe turca deu para o atleta retomar sua carreira.
Aos 35 anos de idade, Allen Iverson não recebeu proposta de nenhuma equipe da NBA antes do início da temporada 2010/2011. O jogador que já foi cestinha da liga por quatro vezes decidiu então aceitar a proposta de atuar no basquete turco por US$ 4 milhões por um período de dois anos.
“Obrigado à organização por me dar esta grande oportunidade. É realmente uma benção para mim”, afirmou o jogador que em 2001 levou o Philadelphia 76ers à decisão da NBA, quando foram derrotados pelo Los Angeles Lakers de Kobe Bryant e Shaquille O’Neal.
“Eu quero agradecer por me receberem e me acolherem da maneira que fizeram... eu não posso prometer que iremos vencer todos os jogos, mas uma coisa que eu posso prometer é que nós iremos jogar duro. Nós jogaremos como equipe e daremos tudo que pudermos todas as noites”, declarou o jogador que acumulou 24.368 pontos na NBA.
Na última temporada, Iverson tentou retomar a carreira, mas não se adaptou ao papel de reserva na equipe do Memphis Grizzlies. O atleta acabou se transferindo de volta para os 76ers, mas também não foi bem, jogando apenas 25 partidas e com uma média de 13,9 pontos.
Vanderlei Luxemburgo e a presidente Patricia Amorim com o tijolo número 1 em mãos
Com a participação do maior ídolo da história do clube e ex-diretor executivo de futebol, Zico, o Flamengo lançou na manhã desta terça-feira o projeto “Rubro-Negro para sempre” no Salão Nobre da Gávea. A campanha consiste no apoio dos torcedores para a construção do CT Ninho do Urubu, localizado em Vargem Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro, através da compra de tijolos (R$ 250 cada), que terão a renda revertida para as obras do local.
Zico gravou um vídeo na tarde da última segunda-feira e apareceu na gravação com o tijolo de número 10 em mãos. O ex-dirigente do clube disse estar satisfeito com a campanha e revelou já ter adquirido 20 tijolos para toda a família.
"Comprei 20 tijolinhos para a minha família e torço para que a campanha seja um sucesso. Espero que todos os rubro-negros estejam presentes. Tive a felicidade de ganhar o tijolinho de número 10", afirmou na gravação.
As peças do primeiro lote contendo cinco mil tijolos já estão à venda através do site oficial do clube pelo telefone (21) 2125 7001. O torcedor pode parcelar o pagamento em até cinco vezes e gravar o seu nome para sempre na história do clube através do muro do centro de treinamento.
Feliz com a iniciativa, a presidente Patrícia Amorim, dona do tijolo número 1, comentou com entusiasmo o lançamento da campanha e a reaproximação com o Galinho Zico.
“É um orgulho poder tocar esse projeto. A ideia é democratizar a participação de todos os torcedores. Vamos aproximar os rubro-negros cada vez mais do Flamengo. Estou muito feliz com o Zico. Ele sempre será um ídolo do Flamengo. Estamos nos reaproximando, pois o tempo é o melhor remédio. Ele teve a grandeza e o brilhantismo de gravar esse vídeo. O Zico é uma pessoa muito especial”, afirmou a mandatária.
O evento contou com a presença de executivos da AmBev, parceira do clube no projeto, além de dirigentes rubro-negros. O técnico Vanderlei Luxemburgo fez questão de ressaltar a importância do passo dado pelo Flamengo.
“Da forma como vejo o futebol, o centro de treinamento é fundamental. Esse trabalho é importante para colocarmos a base e o profissional juntos. Os garotos vão poder sentir o gostinho do que é ser profissional do clube, conviver com isso. Acho que o Flamengo está de parabéns com por essa iniciativa e pretendo participar ativamente deste processo”, disse o treinador.
Como medida inicial, o Flamengo anunciou a pavimentação da entrada do CT e limpeza da área para o início das obras, que está estimado para dezembro.
A palavra que define a temporada de Ana Clara Duarte é “diferente”, segundo a própria tenista de 21 anos. Começou com a perda do patrocínio, que a obrigou a viajar sozinha, mas explodiu em outubro com belíssimos resultados numa solitária turnê australiana. Em meio a tudo isso, a conquista da primeira posição do ranking brasileiro.
“É só o começo. Tenho trabalhado duro e vou continuar assim”, garantiu Ana Clara em entrevista por telefone. A carioca viajou completamente sozinha para a Austrália e estava extremamente insegura em relação ao país e ao nível dos torneios. Porém, o título em Cairs, além dos dois vice-campeonatos e do troféu nas duplas, surpreendeu Ana Clara.
“Quando eu fui para lá, não sabia muito o que esperar, porque não conhecia as meninas. Não sabia quem estava enfrentando. A ideia era mesmo lutar a cada ponto, a cada jogo”, conta a carioca. A conquista em Cairs na primeira semana foi fundamental para a confiança da tenista. “É diferente, estava acostumada com os torneios daqui em que eu ganho vários jogos, treino muito bem. Fui para lá muito insegura e consegui um ótimo resultado na primeira semana. Deu muito gás para continuar”.
A Confederação Brasileira custeou as passagens de Ana Clara, mas a jogadora tinha muita dificuldade para falar com a família e com o treinador Felipe Reis durante a viagem. “Era muito complicado se comunicar, principalmente pelo fuso horário. Eram 12 horas de diferença, então eu entrava na internet bem cedo ou bem tarde”. De acordo com a carioca, os problemas deram mais motivação ainda. “Eu preferi não ficar olhando as coisas pelo lado negativo, porque me lamentar não ia mudar nada”.
Apesar da saudade, Ana Clara garante que não teve problemas de adaptação na Austrália. “Fui muito bem tratada lá. As pessoas são muito amigáveis, têm um forte lado afetivo”. Além da experiência de visitar outro país, algo que Ana Clara nunca havia feito sozinha, ela conheceu o Melbourne Park, palco do Aberto da Austrália.
“Tive a oportunidade de ir ao complexo e me deu ainda mais vontade de jogar lá. Disseram que no Aberto da Austrália fica muito mais legal, cheio, com muita torcida”, disse a carioca. O seu principal objetivo agora é conseguir uma vaga no qualifying do torneio. “Jogar um Grand Slam lá seria um sonho”, confessa.
Para que ele se torne realidade, Ana Clara precisa chegar à 220ª colocação do ranking, cerca de 15 postos acima da atual 237ª posição. Para tanto, ela deve fazer boas campanhas em dois challengers no Rio de Janeiro, disputados a partir da próxima segunda-feira. Ana Clara entrará como cabeça de chave e o ideal é acumular de cerca de 50 pontos.
Há um ano e meio, Ana Clara tem treinado em Florianópolis com o treinador Felipe Reis. Ela espera poder contar com mais ajuda agora que ficou mais conhecida. “Estou num momento tão bom, essa viagem me deu tanto gás, que eu estou confiante. Mas realmente gostaria de me preocupar em só jogar tênis e não com essas outras coisas”, conta.
Mesmo longe de casa, ela tem recebido muitas mensagens de amigos e dado algumas entrevistas. “As pessoas me perguntam como é ser número 1 do Brasil, ter essa responsabilidade, mas na verdade foi tudo muito natural, nunca foi meu objetivo principal. Eu não quero parar por aqui. Tenho muita coisa ainda para aprender, dentro e fora do tênis”. A carioca reconhece que não adianta apressar as coisas. “É jogo a jogo”.
Quando o inglês Asif Kapadia foi convidado pelo produtor James Gay-Rees (“O Jogo dos Espíritos) para dirigir o documentário “Senna”, ele confessou saber muito pouco sobre o piloto brasileiro, morto em 1994. “Eu conhecia bem mais sobre futebol, o boxeador Muhammad Ali, mas sobre Fórmula 1 eu estava aprendendo”, disse o diretor em entrevista coletiva em São Paulo para o lançamento do longa, que chega ao circuito comercial no próximo dia 12.
Mas depois da extensa pesquisa que Kapadia fez com seu roteirista, o estreante Manish Pandey, a situação mudou. “Senna se transformou no meu herói. Percebi que ele era muito especial. Encontramos também muito material sobre ele, não apenas oficial de corridas, e entrevistas do mundo tudo, mas também filmes caseiros, e pudemos descobrir um pouco sobre a intimidade dele”.
Por intimidade, entenda-se ‘os bastidores da Fórmula 1’, pois a vida pessoal do piloto e seus romances, passam quase batidos nos mais de 100 minutos de filme. Num momento, vemos uma cena do programa de Xuxa na televisão, no qual ela, de microssaia, entrevista Senna no ar, e os dois trocam insinuações em rede nacional enquanto ela o cobre de beijos. Kapadia disse que achou a cena curiosa e divertida. “Imagina aquele tipo de coisa num programa infantil? É totalmente inapropriado”, se diverte o inglês.
TRAILER DO FILME "SENNA"
Kapadia confessa que seu filme não é apenas para fã, pois investiga a vida e a trajetória de um vencedor.”É uma história totalmente hollywoodiana. Pensamos no filme com a mesma estrutura de uma ficção. Mas não podia ser feito como um longa ficcional, porque muita coisa iria parecer inventada.” No final dos anos de 1990, aliás, Antonio Banderas chegou a planejar um filme sobre o piloto, mas este nunca saiu do papel, pois, segundo Viviane Senna, irmã do esportista, a família discordava do tratamento que Hollywood daria para a vida e carreira de Senna.
Ela concorda com o inglês e diz que a trajetória do piloto deve servir de inspiração para todos. “Ele travava uma luta todos os domingos para ser aquilo que ele era por natureza, um grande piloto. Essa é a luta de todos nós, por isso ele é tão inspirador”. Ela, que é diretora do Instituto Ayrton Senna, conta que o maior inimigo de seu irmão foi a politicagem e o dinheiro que existe dentro da Fórmula 1, ou, como ela mesma define, ‘o sistema’.
Ao contrário de Kapadia, Pandey, o roteirista, sempre foi fã de Senna e disse que precisou deixar muita coisa de fora do filme, mas tentaram colocar o máximo possível de imagens do final de semana da corrida em Ímola, em 1994, na qual Senna sofreu um acidente fatal. “Quando se faz um filme é preciso fazer um balanço. Temos que sintetizar a realidade dentro do tempo que temos. Algumas coisas, como a reconciliação dele com Alain Prost [até então visto como seu inimigo], tiveram de ficar no subtexto”. Sobre esse episódio específico, Kapadia conta que procurou imagens dos dois juntos nos dias anteriores à última corrida de Senna, mas não encontrou. O mesmo aconteceu com o acidente, que, no filme, é mostrado na mesma imagem que percorreu o mundo na época. “A batida aconteceu numa curva na qual estavam poucas câmeras, não há muitas opções para se mostrar essa cena”.
No filme não há entrevistas, apenas colagem de imagens do piloto e depoimentos de pessoas que estiveram ligadas a ele, como a mãe, Neide Senna, a irmã, e comentaristas esportivos. Boa parte das imagens vieram do arquivo de Bernie Ecclestone, presidente das empresas que detêm os direitos comerciais da Fórmula 1. “Encontramos muito material, especialmente do Japão, Brasil e Reino Unido. Quando se pesquisa isso, a narrativa acaba acontecendo de forma natural para você. E pode não acabar nunca. Podíamos ficar montando o filme para sempre. Para se fazer um documentário como esse é preciso ter tempo, senão fica apressado, como um programa de televisão”.
O produtor, Gay-Rees, disse que respeita muito o trabalho dos diretores brasileiros, mas viu no inglês Kapadia a pessoa certa para fazer esse documentário. “Ele tem o senso de narrativa que queríamos para o filme. Ele sabe combinar imagens e pessoas falando. Antes mesmo de fazermos ‘Senna’, ele e Pandey criaram uma apresentação para mostrarmos para Viviane. Quando vi aquilo, tive certeza de que tinha escolhido as pessoas certas”.
O filme estreia em cerca de 120 salas no país – depois de já ter passado pelo Japão. E também deve desembarcar em outros territórios nos próximos meses. “Vamos lançar, primeiramente, em países que tenham uma tradição de Formula 1. Mas esse não é bem um documentário sobre o esporte, mas sobre a trajetória de um herói, por isso creio que tem tudo para fazer sucesso em todos os lugares, inclusive nos EUA”, diz Kapadia.
apresentadora Jaqueline Khury encontrou uma maneira curiosa de demonstrar seu amor pelo Corinthians. A ex-BBB tatuou o escudo do clube em um lugar sugestivo e postou as fotos em sua conta no Twitter.
O curioso é que a tatuagem parece ter mudado de lugar entre uma foto e outra. Seria uma montagem da apresentadora ou uma ilusão do espelho?
Confira abaixo o resultado da prova de amor de Jaqueline Khury pelo Corinthians e tire a dúvida.
Depois da derrota para o Atlético-PR, a crise voltou a rondar a Gávea. Alguns jogadores foram inclusive acusados de corpo mole por torcedores na internet. O risco de rebaixamento existe, mas não há falta de empenho, segundo Paulo Ribeiro, psicólogo do Flamengo.
"Não é o caso. Todos os jogadores demonstram grande vontade de deixar para trás o risco do rebaixamento e estão empenhados em tirar o time dessa situação", garantiu Paulo Ribeiro em entrevista à Rádio Brasil nesta segunda-feira.
Ele vai desenvolver um trabalho especial com o elenco visando à reta final do Brasileiro, para que a pressão não afete o rendimento do grupo em campo. "Tenho algumas ideias que vou levar ao Luxemburgo. É preciso cuidar da parte emocional, estou ciente disso", completou o psicólogo
Rio - Os meias Petkovic e Kleberson, ambos afastados da equipe há três jogos em função de lesões na coxa direita, podem voltar à equipe do Flamengo no próximo sábado, contra o Atlético-MG, em Sete Lagoas.
De acordo com o departamento médico do clube, a dupla foi liberada para treinar e deve fazer um trabalho de campo a partir de terça-feira.
Rio - O último domingo ficará marcado na memória do garoto Guilherme Negueba, de 18 anos. A estreia nos profissionais do Flamengo passou, mas o conselho que ouviu do meia Renato Abreu, um dos mais experientes do grupo, servirá de luz para que o jovem atacante trilhe seu caminho no futebol sem que os holofotes o façam perder o rumo. As palavras usadas por Renato foram as mesmas que o apoiador ouviu do técnico Vanderlei Luxemburgo antes de estrear pelo Corinthians, em 2001, com 23 anos. “O Renato Abreu falou comigo ainda no quarto, na concentração, antes do jogo. Nós estávamos nos arrumando e ele me disse: ‘Seja moleque, ousado, mas com responsabilidade’. Tenho uma história parecida com a dele. Isso vai ficar marcado para sempre”, revelou Negueba.
A mensagem de Renato parece ter sido sob medida. Negueba é conhecido na Gávea por sua velocidade e capacidade de partir para cima dos adversários. E as suas referências no futebol expõem o gosto do garoto pelo drible, desde os tempos em que jogava com a latinha, em Piedade, Zona Norte do Rio, onde foi criado.
“Gosto muito dos estilos do Robinho, do Neymar... Acho que se parecem com o meu. São rápidos. O Nani, do Manchester United, também. Outro que eu gosto muito de ver jogar é o Ronaldinho Gaúcho”, disse Negueba, que, embora pela idade idolatre jogadores da nova geração, não se esquece do ídolo maior do clube onde foi revelado. “Admiro muito o Zico pela história dele no Flamengo”, emendou o jogador.
No primeiro lance como profissional, Negueba chutou a gol e pediu o apoio da torcida. Com o coração a mil por hora, como ele mesmo descreve, a jovem promessa começava a assimilar a importância do que estava acontecendo na sua vida. Ontem, passou o dia tirando a segunda via de alguns documentos que perdeu na primeira vez em que foi convocado para uma partida. E enquanto andava por Inhaúma, também na Zona Norte, onde mora atualmente, recebia o carinho de vizinhos e ligações de amigos.
“Na hora, parecia que eu estava jogando pelos juniores. Hoje (ontem) que a ficha começou a cair”, completou.
Rio - Primeiro minuto do clássico contra o Fluminense. Jonathan desce pela direita, faz boa jogada e cruza para Nunes. O atacante tenta marcar um golaço com um toque por cima, mas erra a pontaria no lance que poderia ter mudado a história do jogo. O gol perdido é um retrato do que foi o Vasco em 2010. O ataque foi tão ineficiente que os dois artilheiros do elenco no ano já deixaram o clube há meses: Dodô, com 11 gols, e Elton, com nove. O atual artilheiro, terceiro na lista, é Eder Luis, com oito.
Ciente da falta de poder ofensivo da equipe, o técnico PC Gusmão buscou uma formação com três homens na frente contra o Fluminense: Jonathan, Eder Luis e Nunes. O time se adaptou bem e criou muitas oportunidades, mas acabou esbarrando no velho problema das finalizações erradas.
O campeão dos gols perdidos foi Nunes, contratado para ser a referência na frente após a saída dos dois artilheiros. O problema é que em nenhum momento ele se firmou, além de ter convivido com lesões. Seu contrato termina em dezembro e são pequenas as chances de ele permanecer. Nos 13 jogos que disputou, o jogador só marcou três gols e perdeu várias chances claras.
Todo esse panorama mostra por que a prioridade para a próxima temporada é a contratação de um atacante. Esta semana, o diretor de futebol, Rodrigo Caetano, terá uma reunião com a comissão técnica para traçar alguns planos. O encontro começa a definir 2011 mesmo sem que os participantes confirmem se vão seguir no clube no próximo ano.
“Independentemente do que vai acontecer, o trabalho continua até dezembro e temos de planejar. Já estamos vislumbrando alguns nomes, mas nada será definido antes do término do Brasileiro”, afirmou Rodrigo Caetano.
Zé Roberto volta ao time após cumprir suspensão
Já pensando na partida contra o São Paulo, o técnico PC Gusmão vai ter o reforço de Zé Roberto, que volta após cumprir suspensão. A tendência é que o esquema com três atacantes seja mantido e Nunes ganhe uma nova oportunidade. “Escolhemos o melhor que podíamos, cientes de que ninguém ia ficar sobrecarregado. Faltou só o gol, mas é uma boa opção”, disse PC Gusmão.
Rio - Bem perto de conquistar o título brasileiro, o Fluminense pode contar com suas principais estrelas — Fred, Emerson, Deco e Conca — atuando juntas pela primeira vez na fase final e decisiva da competição. Algo que, por conta das muitas lesões que assombraram as Laranjeiras este ano, ainda não aconteceu.
Segundo o coordenador médico do clube, Douglas Santos, e o preparador físico Ronaldo Torres, Fred e Deco já estão liberados para treinar com o restante do grupo hoje à tarde, na Praia do Leme. Assim, fica a critério do técnico Muricy Ramalho a escalação dos dois para a partida de domingo, diante do Goiás. Já o atacante Emerson ainda vai fazer um trabalho separado hoje para ser reavaliado. Se corresponder bem, fica dependendo apenas da preparação física para ser entregue a Muricy.
“É possível que os três atuem juntos. Estamos no começo da semana ainda, até domingo temos tempo”, analisou o médico do Tricolor.
Desde que chegou ao clube, em agosto, Deco ainda não teve a oportunidade de atuar ao lado do principal atacante do Fluminense. Fred se lesionou em julho e retornou três meses depois, diante do Santos, partida da qual o luso-brasileiro estava vetado. Durante o jogo, o atacante acabou se machucando de novo e ficou mais rodadas longe do time.
Para se ter uma ideia, a tão esperada dupla de ataque formada por Fred e Emerson esteve em campo em apenas uma partida, diante do Botafogo, dia 25 de julho. Naquela ocasião, Fred se machucou.
Entre os grandes nomes do Tricolor, o argentino Conca, que atuou em todas as partidas do Fluminense pelo Campeonato Brasileiro, e Deco foram os que conseguiram fazer mais jogos juntos. Ao todo, foram nove partidas.
Segundo Ronaldo Torres, que vem acompanhando de perto as estrelas lesionadas, todos estão se dedicando muito na recuperação, e empenho não vai faltar na reta final.
“Todos eles estão trabalhando bem, inclusive sábados e domingos. Estão motivados para voltar ao time e ajudar na luta pelo título brasileiro”, disse.
Direto de Fortaleza - A diretoria do Botafogo descartou ontem qualquer punição ao atacante Jobson, que se envolveu em nova confusão. Depois do jogo de domingo, um torcedor do Avaí registrou na delegacia um boletim de ocorrência, acusando o jogador de mostrar o órgão genital na janela do ônibus que levava a delegação alvinegra do estádio de volta para o hotel. Ontem à noite, na chegada da delegação alvinegra a Fortaleza, o gerente de futebol do clube, Anderson Barros, disse que não viu erros no comportamento do atleta.
A reação do jogador teria sido uma resposta às provocações de torcedores do Avaí, com referências ao envolvimento de Jobson com drogas em 2009.
“O Jobson não vai ser punido pela diretoria do Botafogo, porque não há motivo para isso. Se houve um episódio de maior gravidade na saída dos jogadores, por que aquelas pessoas que estavam ali não chamaram a polícia, que estava presente, na hora? Depois fui à delegacia e toda a imprensa estava lá me esperando. Houve má-fé”, disse Anderson Barros.
Na delegacia, o dirigente tentou esclarecer o incidente. “Mostrei ao delegado que não houve nada. Mostramos que (a denúncia) não tinha procedência. Ficamos duas horas presos num engarrafamento, com o ônibus escoltado pela polícia, num lugar escuro”.
Recebido com carinho pelos torcedores em Fortaleza, Jobson deu a sua versão dos fatos. “Tem gente querendo aparecer. Estava no quarto domingo à noite e os policiais foram ao hotel querendo que eu entrasse na viatura, estão loucos”.
O MARCA.BR apurou que, quando o ônibus passava por uma rua estreita de Florianópolis, praticamente sem policiamento, ao lado de uma barraca de churrasquinho, Jobson foi provocado por torcedores que lhe mostram uma bandeja de farinha e apontaram-na na direção do nariz. Nesse momento, ele teria reagido, fazendo gestos grosseiros e mostrando a bunda. Segundo a versão do clube, como a rua era pouco iluminada e o ônibus tinha vidro escuro, só teria sido possível ver a silhueta do atacante nu, o que causou a controvérsia.
Se a denúncia for aceita pela Delegacia Geral de Florianópolis, Jobson pode ser enquadrado no artigo 233 do Código Penal, por ato obsceno em local público. Se condenado, ele pode pegar até um ano de prisão.
O técnico Joel Santana também defendeu o jogador. “Houve uma grande covardia. Algumas pessoas colocaram talco no braço, insinuando que ele era viciado. Ele não agiu da maneira correta, mas nenhum ser humano consegue ter tanta calma. Foi algo encomendado”, disse o treinador ao ‘Globoesporte.com’.
A confusão aconteceu na noite do casamento de Edno. Alguns jogadores foram à festa e só souberam ontem do incidente. Jobson ficou no hotel.