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domingo, 20 de setembro de 2015
Galo 12 x 2 Fla, o freguesão. No SP, Osorio pode ser tudo, mas não é medíocre
No primeiro tempo o Atlético finalizou certo apenas duas vezes, e na primeira fez 2 a 1. Sim, porque o tento que abriu o placar foi marcado pelo zagueiro Marcelo, do Flamengo, contra. Antes, os rubro-negros perderam pênalti com Alan Patrick, que jamais havia batido uma penalidade máxima pelo clube carioca; aos 8 minutos, quando o cotejo ainda estava 0 a 0.
Assim, são quatro vitórias consecutivas do Galo sobre o velho rival interestadual. Três delas em Belo Horizonte, todas de quatro, totalizando o placar agregado de 12 a 2 — 4 a 1 no Mineirão, 4 a 0 e 4 a 1 no Independência. O nome disso é freguesia. Pouco importam os confrontos do passado, dizer que o Flamengo é, hoje, freguês do Atlético não passa de mera constatação. Chega a ser muito óbvio.

E rubro-negros parecem conformados. O time que vencera seis consecutivas perdeu duas seguidas e reapresentou seu grave defeito nas bolas aéreas defensivas. São nove jogos sob o comando de Oswaldo de Oliveira e cinco gols sofridos em cruzamentos na área carioca (quatro no Brasileiro e um na Copa do Brasil). Ao todo o Galo cruzou dez vezes, só duas certas e em ambas marcou. Numa das erradas, gol contra.
Na semana livre, sem jogos até o confronto de domingo com o Vasco, o elenco tem apenas um dia com previsão de treinamento em tempo integral. Em tese apenas treinando, muito, podem ser corrigidas as falhas graves da retaguarda flamenguista. Especialmente porque o defeito, nitidamente, é dos jogadores, fracos em tal fundamento. Aí, só treinando muito para melhorar minimamente.
No início o Flamengo envolvia, trocava passes e assim Guerrero finalizou, Pará desperdiçou isolando quando entrava livre pela direita e Marcelo Cirino sofreu pênalti. Tudo em sete minutos. Os rubro-negros não aproveitaram, desperdiçaram a penalidade e ainda fizeram um gol contra logo depois. Mas o mau começo não pode ser ignorado pelos atleticanos. Contra outra equipe o prejuízo poderia ser enorme.
Lucas Pratto, com apenas uma finalização e somente 12 passes no jogo, mais uma vez ficou aquém. Esteve ausente quase todo o tempo. Jemerson compensou com dois gols de cabeça, mas chama a atenção o fato de, mesmo diante de uma retaguarda frágil como a rubro-negra, o argentino não ter se destacado. Como este blog tem ressaltado, é preciso que ele volte a decidir jogos para levar o Galo ao título.
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Juan Carlos Osorio foi a Florianópolis enfrentar o Avaí com o pensamento no Vasco, adversário da próxima quarta-feira pela Copa do Brasil. E escalou um São Paulo que não era a sua força máxima. O técnico colombiano fez a sua opção, ampliou o risco de derrota em Santa Catarina, o que aconteceu, e espera contar com um time mais inteiro diante dos vascaínos no primeiro confronto de mata-mata.
Além dos vários desfalques, preferiu preservar Thiago Mendes e Alexandre Pato. A idéia, evidente, é vencer o time carioca para dar passo importante rumo à semifinal da Copa e ir com tudo para o duelo com o Palmeiras, ambos no Morumbi. Assim, os tricolores poderão levar vantagem para o jogo de volta, no Rio de Janeiro, e recuperar o quarto lugar no Campeoanto Brasileiro.
Não me parece absurdo, mas evidentemente é arriscado. Principalmente porque a maioria das pessoas, e aí entram torcedores e imprensa em boa parte; não concordarão. Se a estratégia de São Paulo der certo, ele ganha fôlego, caso contrário, crescerão pressões por sua demissão. Mas é interessante ver um técnico trabalhar sem ter a manutenção do emprego como única preocupação.
Podem chamar Osorio de várias coisas, mas ao menos ele não é mais um medíocre à frente de um time preocupado apenas em se segurar no cargo. O futebol precisa de pessoas que tenham coragem para levar adiante suas convicções. Se alguns vão se queixar, paciência, até porque entre eles haverá de tudo, dos que vale a pena o colombiano ouvir até os mais ordinários.

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